RELATORIA DA XXXII ASSEMBLÉIA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE BIOLOGIA

Assembléia ENEB 2011 Rio de Janeiro
Teve início às 10 horas e 15 minutos, do dia 29 de julho de 2011 no salão da biblioteca da faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) a Assembléia Nacional dos Estudantes de Biologia, unidos na Entidade Nacional dos Estudantes de Biologia (ENEBio) na ocasião do XXXII Encontro Nacional dos Estudantes de Biologia (ENEB). Segue a relatoria deste espaço.

1. Informes e teto
Nocu (UFRJ) Lembrou que qualquer tipo de discussão que for acontecer durante o espaço, deverá ser notada como divergências políticas, e nunca tomada pelo lado pessoal. Algumas notas especiais sobre o andamento da Assembleia foram esclarecidas pela mesa, principalmente no que se refere aos esclarecimentos. Perguntou-se sobre Escolas que se ausentariam ainda no dia, mas a resposta do plenário foi negativa. Proposta de teto de assembleia ainda na fase da manhã de 13h, feita pela comissão organizadora do ENEB, aprovada por consenso pela plenária. Retorno à tarde, e nova discussão de teto será feita.

2. Repasse: Articulações Regionais, EREBs e outros
Luã (UFMT) - AR Centro Oeste: Organização de atividades, como um curso de formação política (CFPBio) Centro Oeste ainda no início de sua gestão como AR, contando com estudantes da UFMT e de outra universidade do estado. Disse que teve êxito na aproximação com a universidade de Diamantina, cuminando numa passada pela UFMT nesta cidade. Depois do CFPBio, reativaram uma lista virtual do Centro Oeste. Construiram também um simpósio sobre o Código Florestal cujo fim foi um ato em Cuiabá com esta pauta. Loló (UFF) – núcleo fluminense da AR Sudeste: disse que foi uma gestão difícil, mesmo tendo feito duas passadas. Confessou que teve pouca articulação entre os outros núcleos e que este ano se focaram muito na ajuda da construção do ENEB.

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Livia (UFC) - AR NE: Falou sobre falta de planejamento, mesmo com o COREBio –NE durante a gestão. Participaram da reuniao do FENEX e construiram o EIV da região. Falou também que fizeram passadas com intuito de fortalecer o Encontro Regional. Tata (UFV) Núcleo da AR-SE (MG e ES): fizeram planejamento, que embora não tenha sido todo cumprido, foi suficiente para fazer uma série de passadas. Construiram campanha contra o código florestal, com vídeo e ato com esta pauta. O ato foi construido conjuntamente com outras entidades. Estão construindo também um EIV estadual. Além disso, um encontro Mineiro. Um boletim mineiro também está sendo alvo das atividades desta escola. Reportaram dificuldades com quantidades de pessoas no ME de lá. Estão planejando com os outros núcleos o Curso de Coordenadores para o EREB-SE 2011. Inhame (ESALQ) – Núcleo paulista da AR-SE: Reportaram dificuldades de comunicação. Estão construindo o EIV-SP. Disseram que estão com uma boa movimentação, articulada com outras entidades sociais contra o código florestal e na campanha contra os agrotóxicos. Fizeram atividade sobre este último tema com os calouros. Também falaram sobre o Curso de Coordenadores, que estão construindo junto à UFF e UFV. Postter (UFSCar Sorocaba) – CO EREB-SE 2011: Repassaram questões estruturais sobre o encontro, que disseram não ter tantos problemas. Reportaram querer patrocínio para diminuir custos. Disseram que o tema do Encontro, Sustentabilidade e Desenvolvimento, ainda é uma lacuna de discussão, acúmulo e propriedade dentro da ENEBio. Disse que o encontro será com base nestes temas, desde GDs até as Vivências, chegando a apresentar inclusive uma delas. Disseram também estar articulados com um curso de Agronomia voltado para Agroecologia com Assentados, reportando que estas pessoas estarão no encontro, como CO e encontristas. Também esclareceu a mudança da data do EREB, quando o Interbio acabou ficando em junho, data inicial do EREB, então foi transferido para o fim do ano, em Novembro. Núcleo de eventos em comemoração aos 5 anos do Campus, em que o EREB e uma série de outros eventos estarão incluindo nestas comemorações, como semana de agroecologia e festival artístico. Ana (UFSC) – EREB-SUL: fizeram um repasse sobre o encontro, que aconteceu na UFPR. Idéia de construção coletiva do EREB, que aconteceu na Ilha do Mel, com uma série de complicações logísticas para a realização. O tema do encontro foi interações biossociais, e disse que muitos acontecimentos foram de grande sucesso. Reportaram sentir falta de espaços para discutir o Movimento Estudantil, mas que finalmente aconteceu neste encontro e que avaliaram como algo bastante positivo. Outro ponto positivo nesta temática foi a realizaçao de uma

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Assembleia Final, que discutiu também como os estudantes do sul não estão integrados no resto do movimento nacional. Foi a terceira vez que o Encontro foi Auto-gestionado. Já tem local do próximo Encontro, que será em Maquiné-RS, com temática mais forte na agroecologia, que tem força grande na região. Júlio (UFC) - EREB-NE: realizado na UEMA. Avaliaram como um encontro bastante esvaziado, mas com muitas pessoas novas, melhorando a articulação da região. O tema do encontro centrou os grandes empreendimentos a serem realizados na região amazônica. Tiveram participação de escolas do Norte, como Pará e Tocantins. Reportaram uma grande ajuda das AR e AN, com muitas passadas para a organização do Encontro. Reportaram um ato muito bom, contra a Suzano na região. Alem disso, disseram que houve uma avaliação muito boa ainda no encontro, embora tivesse uma Assembleia não encaminhativa muito esvaziada. De todo o modo, avaliaram como importante para a articulação das escolas de lá. UFPE (GTP Agroecologia): disseram ter uma articulação muito boa com outras entidades, com atividades sobre o tema. Incluindo trabalhos na Campanha Nacional. Mai (UEFS) – GTP Meio Ambiente: reportaram desgaste no grupo depois do EREB-NE. Dividiram as discussões em diversos grupos que abarcaram o tema Meio Ambiente. Tiveram problemas estruturais da Universidade devido a uma greve.

3. Repasse das Articulações Nacionais
UFRPE: Tiveram um problema organizativo grande com pessoal, mesmo com aumento de pessoas (muitas pessoas novas). Tiveram problemas de comunicação com outras ANs. Reportaram um trabalho local mais enfático, mas um trabalho como gestão de AN relativamente pouco efetivo. Patê (UEL): resgatou dificuldades de repasse do Fundo Nacional (UnespBotucatu) e isso retardou o planejamento financeiro. Tiveram um primeiro trabalho de reestruturar o caixa da Entidade, para níveis mínimos previsto no estatuto. Reportaram que enviaram projetos para entidades que auxiliam nas campanhas de arrecadação de fundos para a entidade. Uma das atividades é a venda de materiais. Disse que é mais fácil pedir financiamento para eventos ao invés de campanhas, que é o mais possível para as próximas gestões. Julie – UFSCAR Sanca: disse que tiveram um planejamento cuidadoso com relação às outras Articulações Nacionais. Falou da importância de se dedicar e

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planejar a parte financeira da entidade, que é fundamental para a realização de passadas, formulação de materiais entre outras coisas. Dan (UEPG) Reportou terem problemas de planejamento e organização da AN. Viram necessidade de cursos de formação politica voltadas para os militantes do Sul, que representou uma renovação e melhorias nesses cursos da região. Ainda assim, disseram ter aprendido muito com essa gestão de AN.

4. Encaminhamentos dos GTs
A Mesa deu inicio a esta pauta lendo todos os pontos de encaminhamentos antes de discuti-los um a um. Depois do primeiro ponto, colocou-se um limite de fala de 3 minutos (ao invés dos iniciais 4min) e um teto de 30 minutos para cada ponto.

GT Socialis: 1. Ter no ENEB uma discussao de gênero abrangendo o comportamento atual, com um espaço para os homens discutirem o histórico do debate de gênero e as mulheres um espaco de auto organizacão seguido de uma discussao geral abordando o historico social e tendo uma conclusao coletiva.
Primeiramente, esclareceu-se a proposta, incluindo a motivação da separação prévia dos gêneros, em que as mulheres sentir-se-iam oprimidas pela presença dos homens num primeiro momento do debate. Sugeriu-se também que o debate fosse feito mais abrangentemente sobre gênero e sexualidade em geral. Entretanto, surgiu outra proposta de não haver um espaço separado, de que haja um espaço mas que não seja genéricamente separado. O encaminhamento foi: haver um espaço oficial na grade para a auto organização das mulheres. Aprovado por CONTRASTE VISUAL

2. GTP de gênero com abrangência nacional.
A única discussão que houve nesse tema foi a inclusão do termo sexualidade neste GTP. Decidiu-se debater sobre esse ponto após os pontos encaminhados do CONEBio.

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Suprimido.

3. Produzir material que dissemine e promova discussões sobre discriminação resgatando o acúmulo já adquirido pela Entidade. Esse material poderia ser produzido pela AN.
Tal como o ponto anterior, decidiu-se discutir após os pontos encaminhados do CONEBio. Chopin (USP-SP) disse que há sobreposição de temas entre GTP e AN, no que se refere à discriminação. Camponês (UFV) disse que seria possível reunir os temas todos no GTP de Gênero e Sexualidade. Proposta do Igão é de não se delimitar o instrumento, AN ou GTP para esta discussão.

Proposta nova: Produzir material que dissemine e promova discussões sobre discriminação, resgatando o acúmulo já adquirido pela Entidade. A demanda será sanada a partir do CONEBio. Aprovada por CONSENSO. 4. Promoção de discussão, atividades artísticas e culturais nos COCADAs que seja aberto à comunidade. Aprovada por
CONSENSO

5. Que os COCADAs promovam o acesso aos meios de comunicação da classe trabalhadora demonstrando seu processo histórico e contribuindo com uma análise mais crítica dos meios hegemônicos.
Um destaque feito foi da amplitude da proposta. Não foi discordada, mas de que faltaria uma metodologia para que a proposta fosse posta em prática. Houve uma proposta de mostra comparativa entre um jornal popular e outro alternativo, para que houvesse uma forma de crítica à mídia tradicional. Também houve um indicativo de assinatura dessa mídia alternativa pelos COCADAs. Uma proposta de alteração no texto foi feita, além de uma aproximação de entidades que tenham essa proposta.

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que a Enebio construa uma relação com os meios de comunicação da classe trabalhadora, realizando um repasse desse processo para suas instâncias. Demonstrando seu processo histórico e contribuindo com uma análise mais crítica dos meios hegemônicos.
Nova Proposta: Houve uma discussão de atuação da ENEBio, de quem realmente consegue atuar no sentido de dar práticas às deliberações para a Entidade. Uma nova alteração no texto que muda o início da sentença sugerida e a proposta final fica sendo:

Que os COCADAs, como entidades construtivas da ENEBio estabeleçam uma relação com os meios de comunicação da classe trabalhadora, realizando um repasse desse processo para suas instâncias. Demonstrando seu processo histórico e contribuindo com uma análise mais crítica dos meios hegemônicos. Aprovado por CONSENSO 6. Indicativo pro GTP Educacao promover maiores discussões sobre educação ambiental e suas vertentes.
Este encaminhamento será discutido após os pontos provenientes do CONEBio. Após a discussão dos pontos do CONEBio, Igão resgatou a questão da autonomia da escola do GTP. Por isso não seria deliberado aqui. SUPRIMIDO

GT Erudio
Retornando ao espaço da Assembléia Final às 14 horas e 51 minutos, retomamos nossa discussão com os pontos que seguem. Antes, foi esclarecida a nova proposta de metodologia da Assembléia, em que serão lidas as propostas, e, caso haja destaque, a plenária deverá comunicar. Caso contrário, a proposta será dada como aprovada por consenso.

7. Proposta de diretrizes para o GTP Educacao: cotas, porcentagem do PIB e PNE.

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Giovana (UFU) destacou por acreditar que a escola que pega o GTP deve ter maior liberdade e autonomia para trabalhar o tema que convém, sem que seja deliberado pela Assembleia. O CONEBio é o espaço para se discutir o tema que a escola do GTP apresentar. Houve proposta de supressão de indicativo de temas para GTPs. Mentira (UFRJ) explanou o motivo da proposta, dizendo que seria apenas um indicativo para as escolas, uma vez que foram demandas geradas pelos estudantes no Encontro Nacional. A mesa reenfatizou os pontos que Mentira falou. SUPRIMIDO

8. Proposta de aderir à discussão sobre os 10% do PIB pra Educação, com estudos concomitantes.
Mateus (UFLA) Esclareceu que na verdade a proposta é de que a ENEBio se incorpore na jornada de lutas e campanha em prol dos 10% do PIB para a educação pública, já feita por várias entidades e grupos sociais pelo Brasil. A pelnária questionou o caráter da campanha e jornada, para que se saiba qual é a melhor forma de a ENEBio contribuir com estas questões. A comissão de sistematização, com a ajuda do propositor, Mateus, reescreveu a proposta:

Proposta de aderir à jornada de lutas e campanha sobre os 10% do PIB para a Educação Pública, com estudos concomitantes . Aprovado
por CONSENSO A mesa esclareceu que a ideia é de aderir à campanha, suas metodologias devem ser construidas mais localmente.

9. Aprofundar o tema “extensão” no GTP educação
Pelos mesmos motivos do ponto 7, que envolve a autonomia da escola que organiza o GTP. SUPRIMIDO

10. Aprofundar o tema “autonomia da Universidade” no GTP educação. SUPRIMIDO 11. Aprofundar debates de extensao, dando esse foco para o GTP Universidade. SUPRIMIDO

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12. Proposta de diretrizes para o GTP Universidade: acesso, permanência e qualidade do Ensino Superior. SUPRIMIDO 13. A Universidade deveria discutir mais suas realidades com relacao a discussao de gênero.
Por haver entendimento do plenário de que esta discussão já foi feita e contemplada nos pontos anteriores, a proposta foi suprimida. SUPRIMIDO

GT Margin + Populi 14. Que as vivências sejam priorizadas como sensibilização dos ENEBs, entendendo suas limitações financeiras e logísticas, devemos levantar coletivamente as ações para viabilizá-las.
Caubói (UEL) – mostrou que os Encontros já tem como prioridade as vivências no que se refere à sensibilização. Os outros pontos também são comuns, então a proposta era de suprimir o ponto. Bart (UFRJ) – esclareceu a proposta, dizendo a importância das vivências para os Encontros, dando uma problemática do Encontro passado, na Bahia, em que não houve vivência. A proposta, por ele, se mantém para que a vivência não seja negligenciada. Dan (UEPG) continuou dizendo que devria haver uma a avaliação posterior das vivências, pois não seria bom avaliar ainda durante o encontro. Sua proposta foi a supressão do ponto, para que a avaliação fosse feita nas escolas, de forma melhor. Bart (UFRJ) volta a falar da importância dos encontros. Dizendo que é capaz de julgar importância das vivências tendo como base sua experiência em diversos encontros. Coala ressaltou a vivência deve estar atrelada ao objetivo e temática do Encontro. Também disse que há outras formas de sensibilização, que não a vivência,

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dizendo que a vivência não é espaço suficiente para compreender bem a realidade que ela mostraria Ana (UFSC) apresenta a importância de que se avalie o interesse dos encontristas para que as vivências se mantivessem nos moldes que elas são. Humberto (URPE) reassumiu as falas do Caubói dizendo que a proposta já é contemplada. Peralta (USP) propõe o compromisso de a escola sede realizar a vivência, dado que é importante para a formação dos militantes e chamar à militância. Igão (UFSCar) retomou as falas do Humberto e Caubói, mas também a do Peralta, lembrando que vivências podem ser tomadas em quaisquer eventos, não só encontros. Assim como outros instrumentos da entidade (ou não) em que há vivências similares. Lilica (UFRJ) falou da importância que a vivência para as pessoas que são “hóspedes“ (na ausência de palavra melhor). Elas também tem uma experiência muito importante. Há muita troca nestes momentos. Leônidas (UFRJ) disse que as vivências tem muitas outras funções que existem, como por exemplo uma maior articulação entre movimentos sociais. Patê (UEL) abordou as críticas que existem sobre as vivências (parece um zoológico), mas ressaltou as falas do Leônidas de que há uma maior articulação até entre as diversas pessoas envolvidas, não só estudantes. Caubói, embora tenha retomado suas palavras, entendeu a importância da existência da proposta, então retira sua fala. Anita (UFAL) falou sobre os outros espaços em que poder-se-ia discutir esse tipo de assunto, Kelvin (UFS) falou que a proposta é muito abrangente, sugeriria mudança de palavras (ou supressão), voltando a dizer que sempre houve essa preocupação com as vivências. Caio (UESC) concorda na supressão do ponto, dizendo que se precisa pensar nas prioridades do evento. Bart (UFRJ) volta a sua fala, ponderando na não-obrigatoriedade da vivência, mas propoe manutenção da proposta. Aprovada por CONSENSO.

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Pontos oriundos do CONEBio
A mesa agora encaminharia os pontos que são sobressalentes do CONEBio, mas houve divergência por (Batman – UFRJ). Kelvin (UFS) pediu um esclarecimento sobre a dinâmica da Entidade. O próprio Kelvin apontou um pouco da dinâmica, dizendo que embora a Assembleia seja o fórum máximo, também ressaltou a importância que existe no Conebio como um fórum legítimo e que tem sua importância também. Caubói ressaltou essas falas dizendo que deve haver espaço igualmente importante. Leo falou a importância de a mesa no encaminhamento das discussões, especialmente tendo em vista que há pontos na Assembleia que devem ser feitas a partir do Conebio. Houve na plenária uma reintrepetação de ordem nas discussões. Entretanto, houve divisão em que há também uma pendência do Conebio. Nocu (UFRJ) questionou o motivo de esses encaminhamentos não terem sido apresentandos anteriormente. Dan (UEPG) retomou que o CONEBio já teve acúmulo e só precisaria encaminhar na Assembleia. Questionou também o motivo de serem rediscutidos vários assuntos que já foram discutidos.

Voltando

aos

pontos do

Conebio,

três pontos devem

ser

analizados:

15. Que a gestão da AN e do GTP nacionais iniciem e terminem no Conebio.
Jesse (UFS) só esclareceu a proposta para a plenária. Foi esclarecido que as escolhas das escolas serão feitas na Assembléia Nacional. As gestões serão tomadas no Conebio, já que as atividades serão analisadas e discutidas no Conselho. Além disso, Igão (UFSCar) disse que assim haverá mais tempo para a gestão. Aprovado por CONSENSO

16. Alteração do Estatuto com relação à AN ter no mínimo 6 escolas.
Foi esclarecido que é para adequar à realidade da ENEBio. Neste sentido, a quantidade mínima de escolas seria suprimida do Estatuto. Humberto (URPE) 11

esclareceu também que, por ser mudança de estatuto, este ponto ainda deve ser passado por dois encontros, CONEBio e próxima Assembleia, sendo assim só seria instaurada em 2012. Bart adendou que seria melhor um mínimo de 2 escolas, para contemplar o fim desse parágrafo do estatuto, de que deveriam ser escolas de ao menos duas regiões diferentes.

Alteração do estatuto com relação à AN ter no mínimo 6 escolas mantendo no mínimo 2 escolas de diferentes regiões. Aprovado por CONSENSO
Proposta final:

17. Fim dos GTPs regionais, fazendo uma reavaliação dos nossos GTPS, e definindo nossas bandeiras: agroecologia, gênero e sexualidade, educação, arquivo histórico, ciência e tecnologia e questão ambiental.
A mesa esclareceu a proposta. UFS pediu esclarecimento. Vanessa (UFSCar-Sorocaba) pediu para que os GTPs fossem analisados em bloco, para não homogenizar o debate. Bananinha (UFS) ponderou a questão de que nem todas as escolas pegam GTPs, e questionou GTPs existentes e que não serão trabalhados, incluindo possíveis fusões entre GTPs (educação e universidade), por exemplo. Aprovada por CONSENSO

Encaminhamentos individuais: 18. Que a Escola anfitriã reserve até dois dias para a realização das Vivências e que se possível a pós vivência seja realizada no local. Mutirão amarelo
Igão (UFSCar) voltou às falas sobre vivência anteriormente, pensando que este tipo de discussão pode ser feito no CONEBio, na construção coletiva do Encontro. Ravi (UFPB) ponderou que a vivência pode ser melhor feita em outros eventos (como o EIV), e que o ENEB também tem espaços importantes de formação. Neca (UFRJ) ponderou que isso deve ser considerado muito no que se refere à escola anfitriã, mas enalteceu a importância de se ter como base a vivência de 2 dias. 12

Igão (UFSCar) releu o texto, enfatizando o ATÉ dois dias, então não teria problemas. Caso a escola anfitriã pudesse, a vivência poderia ser feita. 10% (UNICAMP) falou que também tecnicamente uma vivência de dois dias seria bom. Disse também que mesmo vivências mais longas são suficientes, e que isso não desmerece a importância do espaço. Caubói (UEL) retomou o final do texto, sobre a pós-vivência no local, enfatizando que nem sempre pode ser positivo fazê-la no local, já que tavez o debate feito lá seja muito raso. Menor (UFF) reenfatizou que vivências mais longas podem dar impactos maiores, sendo assim, deveria ser tudo muito bem explicado para ambas as partes dos interessados na vivência (anfitriões e encontristas) Mick (UFSC) disse que fazer pós-vivência no local pode ser mais proveitoso por ainda estar em contato com os anfitriões e local ainda da vivência. Rambo (UFRJ) concordou que dependendo da vivência poderia sim ser feita parte da pós-vivência ainda no local. Ponderou, entretanto, pontos logísticos de alimentação e dormência nos locais (no caso de pernoite mesmo). Ivo (UFU) ponderou que a vivência não é necessariamente um ponto tão importante assim, que há outros espaços no Encontro também muito importantes. Bugiganga (UFRJ) disse que vivências de dois dias poderiam dar maior espaço de experimentação e uma experimentação de vivência à noite, até com novos objetivos para o espaço. Aprovado por CONSENSO

19. Segunda vivência- Esse espaço poderia ser trabalhado/planejado de forma a gerar alguma discussão para somar ao Encontro as experiências desse contato. Esse conhecer poderia estar direcionado como uma segunda vivência. (Piruca-Unicamp; Paulo Roberto-UEMA; ChitãoUFSC)
Não há nos relatos a discussão nme o fim que levou essa proposta, portanto não se sabe se ela foi aprovada ou não.

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20. Que haja no ENEB uma discussão sobre etnocentrismo e laicidade. Que trate dos temas que engendram as opressões e discriminações sociais, ao invés de uma abordagem fragmentada. Coala (UEFS)
Ivo (UFU): Questionou a metodologia do debate. Coala (UEFS) explanou a proposta, dando exemplos de etnocentrismos, dando ênfase para além do gênero. Dan (UEPG) também questionou a metodologia, dizendo que esses debates perpassam as diferentes discussões na ENEBio, e que se alguma escola tiver interesse e necessidade em unir este tipo de discussão, que o faça de forma menos fragmentada. Dea (UFBA) alegou que não é este o momento de discussão e que há um outro espaço para este tipo de discussão.

que se formasse um ELO para suprir esta demanda, no próximo encontro. Aprovado por
A proposta que a mesa encaminhou é de CONSENSO

21. Tornar a compostagem uma oficina/mutirão permanente nos ENEBs. Caio (UFRJ)
Igão (UFSCar) compreende a demanda, só quis fazer a ponderação de que isso vai depender muito da CO do Encontro. Poster (UFSCar-Sorocaba) questionou a real demanda desse tipo de atividade, dado o esvaziamento especialmente neste encontro. Arthur (UFU) seguindo o mesmo pensamento do Postter, questiona o motivo da compostagem nestes encontros, dado à pouca participação, especialmente depois do encontro Renan (UFRJ) falou sobre a importância de se conhecer a técnica da compostagem e da sensibilização da compostagem. Disse que do ponto de vista dele, há sim interesse pós encontro, e questionou se, dado que há outros espaços igualmente vazios. Se é questão de desistir, ou tentar mais uma vez. Aprovado por CONSENSO

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22. Promover uma ação que deixe a localidade do Encontro mais ambientalmente limpa do que estava anteriormente. Renan (UFRJ)
Renan (UFRJ) esclareceu que esta é uma proposta de outros encontros (escoteiros) de que o ideal é fazer um grande mutirão de limpeza para o local do encontro, melhorando o lugar do encontro. Aprovado por CONSENSO

23. Busca de estratégias de financiamento para o Encontro, de caráter coletivo, visando viabilizar as demandas dos Estudantes pelos espaços e tornar mais acessível o preço das inscrições. (Bugi- UFRJ; Menor- UFF; Cumpadi- UFRJ; Naline-UFSJ).
Na inviabilidade de se manter uma discussão aprofundada no tema, a discussão será aprofundada nos COCADAs e rediscutida no CONEBio Encaminhado ao CONEBio

24. Almoco e janta opcionais nos encontros (desperdício de comida, gastos exorbitantes, inscricoes mais baratas). A CO elabora uma metodologia para essa questão e existir a possibilidade de as pessoas se servirem– Mazi e Dudu (UFRJ).
Postter (UFSCar Sorocaba): não é uma questão de custo do encontro, pois assim está legitimando a pessoa sair do encontro. Arthur (UFU) vê problema na quantidade de alimentos e do desperdicio. Dudu (UFRJ) pelo problema do desperdicio levantou essa questão. Colocou a questão que depende da C.O de cada evento. Não concorda com o fato de ser um espaço obrigatório. Ter em vista evitar o desperdicio. Moita (UFRJ) quando levanta essa questão é por ter em vista o carater de fazer mais comida, tendo em vista baratear. As pessoas ao ver dele devem ter uma liberdade do que comer e quando comer durante o encotro, na hora da inscrição colocar essa questão. 15

Bira (UFSCar): Acha legitima a questão, essas questões vão de frente com a organização do encontro. Acha dificil solucionar com uma proposta assim, mas pauta da importancia de que lugar deve deliberar essa questão. Propõe que deve ser colocada no seminario de construção coletiva. A enebio deve aprender e amadurecer a constução dos espaços. Caubói (UEL) acha que devemos refletir o porquê de estar sobrando comida no encontro, que isso acontece porque as pessoas não estão participando dos espaços. Poster (UFSCar- Sorocaba) entendeu errado a pricipio a ideia da proposta. Refletiu a questão que o Moita colocou, de as pessoas terem liberdade do que comer. Destaca a importância do mutirão de compostagem que teve nesse encontro para que as pessoas refletissem sobre a quantidade de comida que sobrou. Larva (UNESP) Indica que a C.O do próximo encontro deve ter em mente que as pessoas devem escolher a quantidade que vai comer. Neca (UFRJ) coloca a dificuldade de que se controle a quantidade de comida. E coloca como sugestão que se ao redor da proxima sede tiver lugares para comer por perto a questão da alimentação deve ser opcional. Humberto (UFRPE) propõe que na fase de inscrição tenha uma opção com alimentação e uma sem alimentação. Aprovado por CONSENSO

25. Levantamento de fundo para as inscrições de todos os estudantes a um preço mais barato. Pensar em soluções coletivas de viabilizar estas demandas. Que o problema seja solucionado prioritariamente através da busca, pela ENEBio e pela CO, de meios para o barateamento das inscrições no encontro. Cada escola deve buscar viabilizar as inscrições da sua delegação e somente caso as escolas não logrem êxito o problema deve ser encaminhado para CO do Encontro com antecedencia.

Ana (UFSC) Considerando que todos devem pagar. 16

Batman (UFRJ) propôs que sejam discutidas politicas no CONEBIO. Neca (UFRJ): que o dinheiro de abstenção da inscrição chegue antes das inscrições começarem. Flaves (UFU): é injusto que escolas que não podem pagar não participem do evento. Baratear então na alimentação, que a escola que não custear a inscrição fique a cargo de sua alimentação. Carina (UNEMAT) Discutir no CONEBIO Postter (UFSCar Sorocaba): a idéia de pagar a posteriori não é possivel pois a CO precisa de dinheiro antes. Discutir no CONEBIO. 10% (Unicamp): também acredita que deva ser encaminhado para o CONEBIO. Poti (UFC) Acredita que deve-se avaliar essa questão, e amadurecer isso nas escolas e levar para o CONEBIO.

Abre-se votação: Proposta 1: Que seja levado pro CONEBIO (Aprovado por CONTRASTE VISUAL) Proposta 2: Que se continue a discussão na assembléia Apesar da proposta 1 ter vencido, a discussão ainda continua. Larva (UNESP): uma alternativa seria uma conversa antecipada com os CAs. Mentira (UFF): esclarecimento da proposta, questão de pessoas chegarem sem a condição de pagar no encontro para se inscrever. E que isso não foi exposto em nenhum momento durante o ano todo de construção do evento. É preciso respeitar a coletividade e a sede do evento e os companheiros que não tem condição de pagar o encontro. Coloca essa questão para que não ocorra novamente. Bugiganga (UFRJ): fica ao encargo das escolas a questão de viabilizar a inscrição, e se ela não conseguisse colocasse para a C.O com a antecedência. Inhame (ESALQ): se a gente pensar que cada CA deve resolver não coloca em pauta a possibilidade e realidade de cada CA. Coloca a questão de baratear o evento.

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Jujupinga (Barão de Mauá) compreende mas discorda, tem escolas que estão mais distantes e etc. Mas aponta o problema em chegar em cima da hora e colocar o problema para C.O. E aponta que isso não é coletivo. Bart (UFRJ) na posição de C.O e de estudante se sentiu desrespeitado. Entende as dificuldades mas coloca que existem mais pessoas que se esforçaram para estar aqui em prol de outra. Está previsto em estatuto que se a C.O tiver problemas financeiros a entidade que deve se responsabilizar e recorrer ao fundo nacional. Neca (UFRJ) acredita que o mais importante é avisar com antecedência. A partir do momento que tem uma ajuda inicial da entidade isso possibilita diminuir o custo da inscrição. Nocu (UFRJ) coloca que vai além dos esforços. A entidade precisa de dinheiro para se manter e se não é paga a inscrição o prejuizo vai para o fundo nacional. Bugiganga (UFRJ): que se a escola não consiga se organizar, cabe a essa informar a C.O do problema para que seja resolvido em coletivo. Geovana (UFU) acredita que esse espaço está sendo de avaliação do encontro e que alguns pontos não cabem no momento de assembléia. Batman (UFRJ) reitera a questão. Aponta a questão de politica de financiamento nos encontros. Se disponibiliza a ajudar na construção dessa politica. Quel (UEL) concorda com Geovana, acredita que isso deva ser feito no espaço de avaliação e no CONEBIO. E que é importante que deva ser barateado o evento e pra isso construir projetos, pois é uma problemática crônica. Acha que deve ser encarado com tranquilidade, e realmente não jogar para a C.O. May (UEFS): questão de o dinheiro impossibilitar que pesssoas possam contribuir com a entidade. Mentira (UFF) acredita que a questão vai além, se possoas não tem como pagar a inscrição, a entidade também não tem a capaciade de pagar. Quando se organiza um evento existem muitos custos. Pensa em uma solução, e que a campanha seja construida a longo do ano.

25. Incorporar um espaço permanente, todos os dias para a galera relaxar, ficar de boa, descansar a mente e o corpo e inserir esse espaço de preferência entre ou após espaços
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mais cansativos mentalmente. Ex: Roda de massagem, capoeira, oficina de música, artes ou simplesmente descansar ao pé de uma árvore (Xitão, UFSC)
Larva (UNESP): flexibilização na grade. Xitão (UFSC): Prospôs devido ao cansaço físico. E também a utilidade de ter um espaço livre na grade e que esse espaço já sendo colocado previamente, as pessoas viriam ao encontro já sabendo, evitando também a evasão dos espaços. Larva (UNESP): abolir os espaços da noite. Artur(UFU): Reflexão do porquê as pessoas estão cansadas, cultural atrapalhar. a questão da

Batman (UFRJ): a proposta da Larva e do Xitão são diferentes, acredita que os espaços de sensibilização são importantes para socialização e relaxamento. Anita (UFAL): criar espaços a mais na grade é inviavel. A interação dos mutirões contribuem nesse processo. A flexibilização é importante para contemplar essa demanda. Xitão (UFSC): repensar a didática do encontro, por analisar a questão de que é extremamente cansativo. Lennon (UFRJ): essa proposta ajuda as pessoas que vieram pela primeira vez a voltar ao encontro. Mick (UFSC) acredita que é importante avaliar sim, e também a construir o próximo encontro e com isso repensar a pedagogia para realmente humanizar e viabilizar a construção do desenvolvimento quanto estudante de biologia. Sarnenta (UFRJ): Importância da cultural, de troca e de realizar socialização. Aumentar o tempo de descanso. Davi (UFC) coloca que é um movimento dinâmico, porém pensa no encontro como algo que se concretiza. E que os espaços são cansativos por serem densos. Criar metodologias para que possa viablizar isso. Sentimento por sentimento sem conteudo não é viavel, pois devemos viabilizar a construção do movimento, e com isso manter as metodologias que vão construir o encontro. Batman ( UFRJ) vê que são concepções de movimento estudantil diferentes. E vê isso como perdas no movimento e na representatividade.

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Encaminhamentos: Miki (UFSC): é mais do que flexibilizar, é viabilizar os espaços. Desenvolver por completo. Que deva ocorrer espaços culturais e de sensibilização, como ocupação verde, cinebio. Jesse (UFS): não entrando no mérito da proposta, retoma o que é a construção do ENEB. No conebio foi levada a proposta do encontro e construida em coletivo, e então fica a cargo da próxima escola também discutir essa questão no CONEBio. Julie (UFSCar): a luta e transformação não é feita apenas de discussão. Então vem na questão de avaliar a importância dessa demanda. E a questão de como será esse espaço fica a cargo de decisão no CONEBio. Bart (UFRJ): luta não se separa de sentimento. Encontros não podem ser resumidos apenas a conteúdo. E que a próxima escola organizadora não esqueça de questões como união, amor. Se tudo tudo que a ENEBio tivesse ensinado para ele se resumisse a conteúdo, de nada teria valido a pena cada um aqui presente ter passado por sua vida. Aprovada por CONSENSO

26. Concentração do turismo em um espaço/data evitando o esvaziamento de outros espaços de discussões e propiciando o contato com o lugar. (Piruca-Unicamp, Paulo RobertoUEMA, Chitão-UFSC)
Os propositores disseram que estavam contemplados com dois dias de vivência (ponto 16). Um segundo mais direcionado num turismo, tendo em vista que os encontristas querem conhecer a cidade sede. Neca (UFRJ) foi contra por quesão de segurança dos encontristas em fazer esse turismo direcionado. Somado a isso, Guarani (UFSCar) questionou o objetivo do encontro, questionando este turismo, se é o que a Entidade quer com o encontro. Questionou inclusive os encontristas que vem e não participam dos espaços. Igão (UFSCar) continuou na mesma linha, dizendo que a entidade já sofreu muito com a turistagem. Todavia, indicou a importância de um espaço livre na grade, para que reuniões sejam feitas, descanso e outras necessidades que os encontristas tenham.

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10% (Unicamp) ponderou a somatória dos eventos de saida. Somado ao dia livre com os dois dias de vivência são três dias. Além disso, disse que essa problemática da turistagem não é comum em todas as cidades anfitriãs. Pablo (UFV): poderia ser critério da delegação colocar um dia antes ou depois do evento para esse tipo de afazeres (no que se refere à turistagem). Renan (UfRJ) somou a proposta do Pablo com uma estadia solidária, com encontristas do local cedendo lugar para dormir nos dias além do encontro. Xitão (UFSC) ampliou ainda a proposta, colocando uma ideia dessas do Pablo e Renan ainda na inscrição, como divulgação no site do encontro.

Desenvolver por completo o encontro e a programação, pensando nas necessidades e potencialidades do ser humano e levar em conta que todas as relações são educativas e podem ser permeadas pela intencionalidade da Entidade. Esse desenvolvimento da programação do encontro pode incluir: roda de massagem, capoeira, oficina de música, artes ou simplesmente descansar ao pé de uma árvore e espaço cura. Que a construção do próximo encontro seja construído no Seminário de Construção Coletiva do próximo ENEB, contemplando as contribuições da escola sede. Aprovado por CONSENSO
A proposta foi alterada:

27. Obrigatoriedade de participacao de pelo menos 60% das atividades propostas pelo evento (ENEB), visando evitar evasão, desperdício de comida, valorizar o evento, melhorar os GDs. Téo e Tiago (UFRB).
Neca (UFRJ): um encontro não é feito só dos espaços, mas sim da troca com as outras pessoas. O porquê de estar sendo esvaziados os espaços, melhorar os espaços convidando as pessoas a participarem. E que se isso for aprovado, a cultural entre também como espaço obrigatório Léo (UFSCar): Que a construção do encontro seja no CONEBIO. Humberto (UFRPE): Concorda que seja levado pro CONEBIO.

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Proposta 1: Que esse ponto seja discutido no Seminário de Construção Coletiva/CONEBio. (Aprovado por CONTRASTE VISUAL) Proposta 2: Que seja discutido aqui. Questão de ordem : Atingimos o teto e faltam muitos pontos a serem discutidos, houve duas propostas: Proposta 1: Supressão do ATO, e finalização da Assembléia amanhã de manhã às 8h.Teto: meia noite e meia Proposta 2: Terminar os pontos que não dependem da próxima CO, e deixar os outros como indicativo para o CONEBio. Em seguida as estruturas. Teto: meia noite e meia Votação: Proposta 1: 78 Proposta 2: 109 Abstenções: 18 Continuando a discussão... Nocu (UFRJ) reiniciou a discussão da vontade que as pessoas tem em participar dos espaços nos moldes em que eles se encontram, dizendo que os objetivos dos espaços devem ser repensados. Duda questiona o motivo da avaliação das evasões. Diz que não é coerente que as pessoas recebam um certificado mesmo que não tenham participado dos eventos. Sequela (Unesp-SãoVicente) diz que é importante haver comprovação da participação para justificar eventuais ausências. Davi ressalta a importância na certificação e problematiza a questão da turistagem nos encontros. Lennon (UFRJ) disse que é possível obter um certificado omitido pela CO, sem necessidade de uma certificação padronizada.
Encaminhado ao CONEBio

28. Humanizar os encontros. Mick (UFSC)

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Cumpadi (UFRJ): contemplado pela discussão de ontem, sobre espaços mais “de boa“ (ponto 25). Além disso, tal como outras propostas relativas ao encontro, serão encaminhadas ao CONEBio. Encaminhado ao CONEBio

29. Fazer uma sistematização de todos os GDs para ficar com acúmulo para o debate nos próximos encontros(Relatoria e síntese). Camponês-UFV
Aprovado por CONSENSO

30. Que os estudantes, os coletivos , CAs e DAs fomentem e construam a campanha contra as alterações do código florestal. Luiz (UFV)
Poti (UFC): Idealmente, seria interessante avaliar a Campanha Nacional, mas concorda que COCADAs continuem atuando nas questões da campanha nacional. Disse que pode-se atuar simultaneamente em duas campanhas distintas. Alegou que não há ainda um questionamento do método pelos COCADAs, e que isso seja feito pelas bases e rediscutido no CONEBio. Luiz (UFV) concorda com a questão da avaliação pelos COCADAs. Questionou também que a temática da campanha é muito mais complexa do que a simples palavra agrotoxicos. Ponderou a importância de uma campanha em caráter de urgência sobre o Código Florestal. Enfatizou a importância da discussão na base. Aprovado por CONSENSO

31. Maior aproximação dos estudantes com a agricultura familiar agroecológica e/ou tradicionais e construir com elas, encontros, eventos e oficinas, além de viabilizar feiras e consumo coletivo consciente. Renan (UFRJ).
Aprovado por CONSENSO

32. Debater com profundidade a autonomia universitária: reforma curricular e o CFBio (Bacharelado x licenciatura),

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criando um braço no GTP Universidade. Vésper (UNESP).
SUPRIMIDO

33. Proposta de criacao de um núcleo de formacao que acumularia a discussao sobre currículo nas bases. Chopin (USP), Loló (UFF).
Chopin esclareceu a proposta dizendo que há um debate na USP sobre a graduação e formação dentro da Universidade com um dossiê respondido por estudantes e professores no sentido de se aprofundar na discussão de que tipo de profissional é formado. A UFF também tem um debate similar a respeito da grade e da formação universitária e pediu para agir conjuntamente. A proposta veio no sentido de um convite para as outras universidades fazerem o mesmo tipo de discussão dentro de sua própria escola.

“ Indicativo de que os COCADAs se aprofundem na questão do currículo de suas escolas, se balizando na pesquisa de opinião entre os alunos, docentes e alunos egressos, estudo das diretrizes curriculares do CFBio e comparação da grade com outras escolas. A meta é produzir um estudo detalhado e coletivo que de base real para nossas reivindicações de currículo e formação.“ USP se propõe uma análise integrada desses dados todos. Aprovada por
A proposta foi reformulada para consenso. Patê (UEL) disse que esse tipo de discussão foi criada no FeNEx, para complementar o informe.

34. Que a ENEBio continue a construção da campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida, independente do tema e da campanha nacional. Vivi (UFS).
Vivi (UFS): mais especificamente agora, a ENEBio foi convidada a construir a Campanha, que é mais abrangente que simplesmente a agrotoxicidade. Ponderou que esta Campanha deve se tornar permanente na Entidade.

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Júlio (UFC) ponderou o objetivo da Campanha na Entidade. Lembrando também que a existência de uma Campanha não impede acúmulo de outras questões importantes para a Entidade e colocou a importância da avaliação dessas campanhas. Teo: a Campanha não precisa ser a única pauta a ser discutida e atuada na Entidade. Dea também falou sobre a avaliação das escolas sobre a Campanha para ser levada ao CONEBio. Poti (UFC) ponderou mais uma vez a importância da avaliação da construção da campanha para ver quais ações foram efetivas e se foram capazes de mobilizar os estudantes. Síntese das propostas:
1)

Proposta inicial: Que a ENEBio continue a construção da campanha permanente contra os agrotóxicos e pela vida, independente do tema e da campanha nacional. Vivi (UFS). (aprovada por CONTRASTE VISUAL)

2) Proposta de que se discuta no CONEBio, depois de uma avaliação de método e efetividade previamente nas escolas sobre a Campanha.
.

35. Construir um site que abranja todos os assuntos que sejam interessantes aos estudantes de Biologia (acadêmicos, luta, culturais...), promovendo uma maior integração e comunicação entre os Estudantes. Nocú (UFRJ).
Luã (UFMT) ponderou que já há um blog para a ENEBio e que a proposta, então, não seria necessária ser aprovada, já que o blog contemplaria estas funções. Propôs que fosse suprimido, a menos que alguém tivesse algo a acrescentar.

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Bart (UFRJ) ponderou que esta proposta tem alguns aspectos que ainda não são contemplados pelo blog atual. Além de ser possível a incorporação de novos estudantes. Lacraia (UFRJ) disse que uma das propostas era criar abas com todas as escolas que constrói o movimento, além de ser melhor contemplada com diversos tipos de conteúdo. Júlio (UFC) propos que haja um espaço de fórum, por exemplo, junto ao já existente blog para que as escolas possam trocar mais informações. Raquel (UEL) demonstrou que é um trabalho difícil criar um blog, tendo em vista que eles fizeram o trabalho para isso. Retomou as palavras de outras falas, culminando na proposta de que o blog seja implementado, com novas tecnicas e conteudos para ele. Nonô (UFSCar) disse que o blog não é uma tarefa muito difícil de se usar, mas que precisa da contribuição de todas as escolas para que seja melhor e maior. Bira (UFSCar) problematizou a dificuldade da técnica para usar o blog, além da falta de contribuição. Falou que há dois espaços virtuais. Além do blog, tem a lista de e-mails. Reenfatizou o problema da falta de contribuições. Dan (UEPG) retomou falas anteriores Peralta (USP-SP) endossou a fala do Júlio sobre a criação do um fórum, falando na dificuldade de acompanhamento da lista da entidade. Propos inclusive que a USP criasse um fórum que fosse vinculado ao blog. Disse também que não é uma demanda da Enebio criar um site. Mentira (UFF) disse que é muito possível fazer um site simples (tecnologia Google),Criando abas diferentes para as diferentes escolas, deixando livre a linguagem para os espaços destas escolas. Raquel (UEL) ponderou a importância do Facebook, criando redes para que a Enebio fique mais integrada. Lacraia (UFRJ) retomou a fala da Mentira. João blocou com a ideia do fórum, deixando livre para as escolas colocando suas contribuições. Propondo a ligação com o blog da Enebio. Raquel (UEL) disse que já há esse tipo de instrumentos, e que nesse sentido não há organização dos estudantes para a realização de mais um instrumento para a entidade. A fala dela foi reforçada pelo Pablo (UFV)

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“Que os meios já existentes (lista de emails, wikipedia, blog, facebook...“ sejam melhores apropriadas para repasses, debates e atividades das escolas. Que os COCADAs fiquem responsáveis por enviar contribuições para as AN. Aprovado por CONSENSO
Proposta para consenso foi

36. Criação de um CNPJ para a ENEBio. (Nocú, UFRJ)
Camponês (UFV) disse que já foi encaminhado isso no ENEB-Londrina. Pediu esclarecimentos do porque ainda não foi feito. Poti (UFC) disse que era um dos responsável por isso e esclareceu que há necessidade de um estatuto para a entidade para ser vinculado com o CNPJ. Nesse sentido, há uma problemática grande em tantas mudanças no estatuto para que haja essa adequação. Também avaliou que não há acúmulo da Entidade para tamanha mudança no que se refere a se tornar uma entidade jurídica. Nocu (UFRJ) disse a problemática de se ter uma conta no nome de uma pessoa só. Além disso, é mais fácil adquirir auxílio financeiro para os encontros, por exemplo. Ele se propôs a estudar o caso do CNPJ, suas vantagens e desvantagens e necessidades para a criação de uma Pessoa Jurídica. Raquel (UEL) disse que já há algum debate para a construção de um CNPJ, mas mudanças no estatuto, principalmente, seriam muito grandes. Relembrou a relatoria de outro espaço da entidade que se referia a isso, lembrando que o CA poderia suprir a dificuldade para criação de uma conta de banco, por exemplo. Postter (UFSCar-Sorocaba) retoma as dificuldades da criação disso. Pediu que haja encaminhamento no sentido de que CAs e DAs criassem um CNPJ, e que o Nocu continue os estudos para a criação deste Credenciamento. Pablo (UFV) falou dos problemas, especialmente financeiros de se criar um CNPJ, além da discussão do estauto.

Nocu (UFRJ) pesquise, compartilhe na lista da ENEBio e leve ao CONEBio informações sobre o processo de criação de CNPJ, bem como seus pontos positivos e negativos. Aprovado por CONSENSO
Proposta final:

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37. Que a ENEBio inclua a data do dia 24 de maio como uma data sugestiva para que os CAs, DAs e Coletivos realizem atividades que resgatem a questao dos conflitos que envolveram a preservacao da Floresta Amazônica e a permanência nela de comunidades extrativistas. 10% (UNICAMP)
10% deu um informe do motivo da criação dessa proposta, em que um casal de ativista foi morto nesta data. Ampliou que os COCADAs lembrem este dia com alguma atividade para resgatar esta questão de ativistas que morreram em defesa do meio ambiente. Aprovado por CONSENSO

38. Inserir o Interbio no calendário da ENEBio, realizando um contato para que as datas não se sobreponham. (Larva)
(Júlio-UFC) problematizou a escrita da proposta, concordando com a essência. Disse que é bom haver um esforço para que as datas não sejam coincidentes. Postter (UFSCar-Sorocaba) problematizou também o que ocorreu na região Sudeste, dizendo que o Interbio e o EREB aconteceriam na mesma data. Propôs que as diferentes atividades não coincidissem. 10% (UNICAMP) também pediu para que as COs se informassem melhor sobre as atividades de público similar (estudantes de biologia), para que estas datas não mais coincidam (lembrou do CAEB que ocorre nas mesmas datas) Bart (UFRJ) ponderou que o público para todos esses eventos é o mesmo (estudantes da Bio), e que isso pode fragmentar tanto os eventos quanto os estudantes. Poca (UFRJ) lembrou que as CO dos dois eventos (Interbio e EREB) também tem pessoas em comum. Lembrou que é uma demanda dos estudantes a parte esportiva. Falou também da problemática da CO do Interbio, que antes ia ser 21 de Abril, mas não deu certo. Tambem falou que o indicativo de data para o próximo Interbio é 1° de Maio de 2012. 10% (UNICAMP) retomou algumas falas anteriores

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Guarani (UFSCar) se mostrou desfavorável à inserção das datas do Interbio no calendário da ENEBio especialmente pelo desrespeito cometido com a CO do EREB-SE. Mini-Gótica (UFRJ): propôs que o calendário seja feito e atualizado constantemente dentro do blog para que esse tipo de excepcionalidade não seja mais feita. Bart (UFRJ) disse o quão complicado é a questão da data, mas problematizou a postura da CO interbio perante o problema. De todo o modo, retoma a proposta de que a comunicação deve ser maior entre os eventos para que não haja mais coincidência de datas. Jesse (UFS) disse que Interbio não se enquadra em eventos da ENEBio pois nele haveria confrontos de ideal para os estudantes. Guarani (UFSCar) questiona a efetividade da proposta apresentada, resgatando a problemática da conduta da CO interbio no caso (mesmo que excepcional) que ocorreu este ano. Postter (UFSCar-Sorocaba) retomou algumas falas acima, e reenfatizou que deve melhorar o contato com o pessoal do Interbio. Questionou também o motivo das pessoas preferirem o Interbio ao EREB. Júlio (UFC) questionou a amplitude de um debate sobre o Interbio, já que não tem uma abrangência tão grande nacionalmente. Também questionou qual é a nossa concepção de esporte e lazer. Nocu (UFRJ) falou que para uma entidade que procura representar todos os estudantes, deve haver uma maior comunicação com todos os eventos para estudantes também. Além disso, ponderou que pode haver uma troca de experiências entre os dois eventos. Bart (UFRJ): o fato de que o movimento estudantil também possa ser pensado durante outros eventos, como o Interbio, por meio de conversas com outras pessoas, que ainda não participam da ENEBio. Também problematizou que o EREB-SUL também não está no calendário da ENEBio. Bira (UFSCar) iniciou retomando algumas falas anteriores. Questionou Interbio como parte da ENEBio. E a viabilidade da integração do Interbio, já que tem linhas políticas tão distintas da nossa.

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Ravi (UEPB) refletiu que há muitas outras prioridades, especificando o caso do nordeste, acima dos esportes. Além de dizer que a CO do Interbio não está presente para se defender. Poca (UFRJ) disse que boa parte da CO Interbio no Rio também é CO do ENEB. Não é uma questão de optar entre um e outro, mas sim unir ambas as atividades. Disse que é necessário um diálogo maior entre as organizações, falando também que deve haver uma reflexão do motivo de um dos eventos ser tão mais frequentado do que o outro. Luã (UFMT) pediu que fosse encaminhado a questão de datas, depois passar para a questão de caráter e objetivo. Bananinha (UFS) ressaltou que não há nenhum ponto comum entre interbio e atividades da Enebio. Caubói (UEL) falou que deveria ser uma via de mão dupla, já que neste caso foi a CO Interbio que colocou sua data numa data de EREBs.

que seja feito um calendário que contemple todas as atividades dos estudantes de Biologia.
A proposta reformulada: Aprovada por consenso

39. Promover uma melhor comunicação entre a ENEBio e a CO do Interbio pois esporte, lazer e prazer são demandas dos Estudantes de Biologia (Nocú, UFRJ).
Boa parte destas discussões foram feitas no ponto (38). Jesse (UFC) retomou que não há convergência nas linhas políticas, dizendo que a ENEBio deve representar os estudantes que se identificam com as concepções da ENEBio. Abacate (UFRJ) ressaltou que ambos os eventos são totalmente diferentes, ambos podem ser gostados, mesmos que diferentes, por qualquer estudante. 10% (UNICAMP) propõe um acordo mais formal entre organizações, inclusive com relatorias, para que problemas desse tipo não mais ocorram.

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Luã (UFMT) disse que ambos os espaços são muito diferentes, mas sugere que haveria preferência de espaços de debate e formação dependendo do contexto do sujeito. Disse também que a UFMT não tem acúmulo sobre o Interbio. Por isso, propõe “que os estudantes interessados em estreitar relação das CO dos diferentes encontros o façam um documento de contribuição para o debate para subsidiar a decisão sobre a relação dessas organizações”. A proposta encaminhada foi:

“As escolas de Biologia interessadas

em aprofundar e politizar o debate sobre o Interbio e sua relação com a ENEBio façam um documento de contribuição para o debate para subsidiar a decisão sobre a relação entre as ENEBio e o Interbio.”
Aprovada por CONSENSO

40. Bio na Rua Nacional a ser realizado no mês de setembro.
Camponês (UFV): avaliar o objetivo do Bio na Rua. E também fazer um debate sobre extensão que precederiam esta deliberação. Lennon (UFRJ) convidou a realizar o evento, no dia 3 de Setembro, sábado, lembrando que é dia do biólogo, no ano de décimo aniversário do Bio na Rua. Ravi (UEPB) questionou a metodologia da atividade. Lembrou que o conceito de extensão é sempre pautado pela Entidade. Humberto (UFRPE) apóia a atividade, mas ponderou que nem todas as escolas conseguem realizar esse tipo de atividade. Então propôs que cada COCADA realize se quiser ou puder realizar. Retomou a falta de debate da entidade acerca do tema de extensão. Lennon (UFRJ) falou que o conceito de extensão não é o mais importante, mas sim a ação mesmo, a iniciativa do evento, de se mostrar a atividade de biólogo para a sociedade.

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Lacraia (UFRJ) retoma a fala do Lennon, mostrando a importância da contribuição das nossas atividades para a sociedade. Batman ponderou que é um indicativo para as escolas que quiserem e puderem realizar o evento, de acordo com a própria organização do COCADA. Anita (UFAL) Reiniciou a discussão que não há acúmulo sobre extensão e pontuou que aparecem concepções diferentes no movimento estudantil e que isso seria um problema para a entidade. Jesse (UFS) encaminha proposta de consenso:

que a proposta inicial seja

dita como um INDICATIVO para a escola. Que não seja uma obrigação.
Aprovado por CONSENSO

Às 13:40 do dia 30 de julho de 11, foi declarada pela mesa o fim da XXXII Assembléia Nacional do Encontro Nacional dos Estudantes de Biologia, ocorrido na Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

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