O Grande banquete

Você já foi convidado para uma grande festa? As vezes não participamos de algum grande evento, ou por falta de recursos, ou por falta de convite, ou por escolha própria tivemos de escolher participar de outra coisa. As vezes não vamos simplesmente por que não é o tipo de festa que gostamos, ou porque o anfitrião não nos agrada. Quando pensamos se vamos ou não num banquete, pensamos em 4 coisas para medir o sucesso do evento: 1. O anfitrião que convida 2. A estrutura física do lugar, se há conforto, se o lugar é especial 3. A alimentação, da melhor possível, coisas que normalmente não comemos. 4. Pessoas ilustres, participantes valiosos enobrecem o banquete Em face disto determinamos que há festas que não podemos perder e de fato, há uma festa em especial que não podemos perder de forma alguma. E a Parábola que vamos avaliar hoje fala sobre esta grande festa. No oriente as pessoas associavam o banquete com a inauguração da era messiânica, o início da nova era. E seria um evento muito especial. Is 25. 6 a 9. Temos uma figura de um banquete com a presença de todas as pessoas consideradas importantes para Deus, vindas de todas as nações.

Dois pontos culturais importantes
1. O ensinamento rabínico dizia que as nações reunidas por Deus no monte seriam para sua vergonha e humilhação, Sl 23.5 – Um banquete na presença dos meus inimigos! 2. Nos escritos do mar morto: “Os Sábios, os inteligentes e os perfeitos se reunirão com Deus, todos estes de acordo com sua posição, na sua ordem de importância. Nestes escritos não se permite a entrada dos indignos: “feridos” em sua carne, paralíticos, coxos, cegos, ou mudos, ou surdos, ou feridos em sua carne com mancha visível”. Todos os gentios são excluídos e todos os judeus imperfeitos, injustos, excluídos aos olhos dos homens. As pessoas criaram uma imagem totalmente divergente da visão inclusiva de Isaías 25, baseado em suas próprias interpretações. Começaram a pensar que por serem eles os nobres, Sábios aos seus próprios olhos, justos e perfeitos em sua busca pela perfeição em seguir a Lei. Estariam automaticamente inseridos no banquete. De forma tal, que sem eles o banquete não poderia nem mesmo acontecer, visto que um ponto tão importante (Pessoas ilustres) não seria preenchido sem sua participação.

Contexto imediato
No contexto imediato da Parábola o Mestre está na casa de um certo fariseu importante, percebendo como as pessoas convidadas eram somente os ricos, vizinhos, amigos, pessoas influentes, e como todos disputavam os melhores lugares. Jesus faz um alerta impactante vs 12: “Quando der um banquete não convide seus amigos, irmãos, parentes. Se o fizer eles terão de retribuir. Mas convide os pobres, os aleijados, os mancos, e os cegos. Feliz será você, porque estes não têm como retribuir. A sua recompensa virá na ressurreição dos justos.”

por ser bom é que alguém é convidado para o banquete de Jesus. 3. 22 a 30. Sábios e inteligentes. na verdade também não eram dignos de tal evento.4. Ainda há lugar! Antes Jesus disse que são poucos os que entrarão. não só os líderes e judeus “justos”. estas pessoas já tinham confirmado presença. E eles desprezaram algo grandioso. etc. os tido como pecadores. mas felizmente lá nos céus serão os justos e nobres que estarão diante do pai. Enviou seus servos para avisar: “Venham. Mas os publicanos. ele não é um peregrino. O rei fica irado A ira é legítima. A graça estendida Apesar do pensamento errado dos convidados. 1. Ai sim só alegria né Jesus!” A visão dele ainda é distorcida. por isto. Os pobres fora. mas alguém que se apega a este mundo. Na hora de começar . Pensa que por sua própria nobreza. somos tão bem quistos que se não formos nesta festa. 2. por seguir a lei. Podemos dizer que o primeiro rejeitou Jesus por causa do amor as coisas do mundo. Os gentios são chamados. Todos de Israel. iremos em outras. E se casou recentemente esta dizendo que dará atenção ao lado sensual. afinal quem mais ele poderia convidar nesta aldeia? Os pobres. Comprou um terreno. Casou-se. atribui sua falta a atenção a sua família. cegos e mancos. Não se importam em trazer vergonha ao anfitrião. Pessoas com as quais Jesus convivia e não era bem visto pelos fariseus por isto.. recebam o reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo. e agora estão valorizando outras coisas muito pouco importantes para dizer que não irão. e aceitaram o convite. Mandar buscar os pobres.34 . O terceiro apesar de buscar algo legítimo. uma boa alma tenta amenizar o clima.. Até pensam. que eles apesar de pensarem que são os mais nobres e merecedores. tenho de ir vê-lo (conhece-lo).Gl 4. O segundo seria alguém que preferiu o trabalho as coisas de Deus. . e até ofensivas de certo modo. Lc 13. Jesus conta a parábola Certo homem estava preparando um grande banquete Mt 25. Comprou cinco juntas de bois e preciso ir testá-lo. aleijados e párias: Fora! Talvez ele esteja de certa forma dizendo: “pode ser que aqui na terra tenhamos de aturar os pobres e defeituosos.” A afirmação deste homem está carregada com aquelas perspectivas: Os nobres dentro.. aleijados. impuros. e não posso ir.Amenizando o clima tenso Ao ouvir isto. Começaram um por uma apresentar desculpas. pois tudo está pronto!” Aqueles que foram convidados. “Feliz será aquele que comer no banquete do Reino de Deus. E ainda há lugar: Vamos incluir os de fora da comunidade. o evento não depende da presença deles para ser um sucesso. os aleijados? Um desprezo. As três desculpas se mostram muito fracas. os últimos se tornaram primeiros. A graça estendida ainda mais. Mas agora entraram pessoas que não se esperavam.. E agora na plenitude dos tempos..

” No entanto. Lc 24. numa região realmente linda do Rio de Janeiro. música alta. Jesus toma a palavra. Um momento memorável. Mt 22. cantamos juntos e a Carol contou seu testemunho e choramos e nos alegramos juntos. prefeito do Rio. Jesus fez como quem passa a diante. De outra feita estavamos na casa do Max Lucado. Já estive em festas de lançamento de empresas: 3 mil pessoas numa grande festa. o constume oriental era fazer o convite duas vezes. E se trancam do lado de fora. São Conrado. Não podemos fazer nada para merecer a salvação Mas podemos de fato desprezar o chamado e perder a salvação graciosamente estendida a nós. não sou digno. por que eu. Os que rejeitam. Constranger nos remete: “Sério eu. num hotel de altíssimo nível. O convidado deveria recusar a primeira vez. Eu não curti tanto quanto as outras duas oportunidades. Amorosamente o servo deve pegar pelo braço do convidado e dizer. Estive na Igreja em Abilene uma vez num jantar e ainda por cima éramos figuras centrais deste jantar. celebridades globais. e lá estavam reunidos pessoas muito valiosas para a obra do Senhor. . 19. então eles o constrangeram. O Senhor o quer realmente em seu banquete. para ver se o anfitrião não o estava convidando somente por cortezia. mas de fato desejava sua presença. Por outro lado os convidados precisam responder e entrar. e de fato estava preparado para recebê-lo. celebridades. Sim você também. gente importante. mas foi bem legal também.Obrigue-os a entrar Constranja-os. venha. Ele nos amou primeiro. jornalistas. bebida a vontade. Eu lhes digo! O meu banquete. a graça extraordinária nos constrange. O Convite é feito com prazo definido Os convivas precisam ser convidados. Poucas vezes na vida eu me senti tão honrado. 28 e 29.20 Já esteve num momento em que você de repente olha em volta e vê grandes personalidades. ninguém entra como penetra. logo nossa reação deve ser quase que obrigatoriamente Conclusões Nenhuma daqueles provará o meu banquete. trazem um julgamento auto-imposto. apresentadores de Tv. não posso aceitar o convite.9 O convite gracioso Ap 3. não terei como retribuir. Denallyn fez o jantar e nos serviu. e você ali no meio! É muito legal.14 – O conceito errado da Graça barata. O grande baquete Ap.

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