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Violação dos Direitos Humanos

Massacre em Tianamen 1989 (Praça da Paz Celestial) Várias centenas de civis foram mortos a tiro pelo exército chinês durante uma sangrenta operação militar para esmagar um protesto democrático na Praça de Tianamen. Tanques cruzaram as ruas da capital na noite de 3 de Junho e o exército atirou aleatoriamente contra os manifestantes desarmados. Os feridos foram levados para os hospitais em ricochetes por residentes frenéticos chocados com a resposta súbita e brutal do exército para o protesto em massa pacífico. Os manifestantes, principalmente estudantes, ocuparam a praça durante sete semanas, recusando-se a mover até que a sua demanda por uma reforma política democrática fosse atendida, reformas estas levantadas por Hu Yaobang que falecera uma semana antes de começarem as manifestações. Com o passar dos dias, milhões de pessoas de juntaram-se, apelando para a democracia, sofrendo então e depois represálias por parte do governo chinês presidido por Deng Xiaoping. Segundo investiguei diz-se que por lá chacinaram-se cerca 2 mil vidas, mas muitos outras foram perseguidas para serem torturadas e mortas depois dos incidentes na Praça enfim não existem dados concretos a cerca destes números, mesmo após 20 anos o governo chinês omite muito do que aconteceu, pelos Jogos Olímpicos de Pequim foram apagadas da internet e das ruas muitos indícios do Massacre ao mesmo tempo que não assume o sucedido nem apara resposabilidades. Isto tudo serve para nos mostrar o regime repressivo e tirano, que a China promove, tendo como principais ícones a meu ver os “Orfanatos da Morte”, o “Massacre Praça da Paz Celestial”, a “Invasão do Tibete” e muito mais…

Nestes factos encontramos inúmeras violações dos Direitos Humanos, onde posso referir as principais:

Artigo 1° Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. Tomé, 8 de Janeiro de 2010 Página 1

Violação dos Direitos Humanos

Artigo 2° Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de soberania. Artigo 5° Ninguém será submetido a tortura nem a penas ou tratamentos cruéis, desumanos ou degradantes.
Artigo 12° Ninguém sofrerá intromissões arbitrárias na sua vida privada, na sua família, no seu domicílio ou na sua correspondência, nem ataques à sua honra e reputação. Contra tais intromissões ou ataques toda a pessoa tem direito a protecção da lei.

Artigo 28° Toda a pessoa tem direito a que reine, no plano social e no plano internacional, uma ordem capaz de tornar plenamente efectivos os direitos e as liberdades enunciadas na presente Declaração.

A cena mais conhecida dos eventos, um jovem parou no meio de uma avenida detendo a fileira de tanques que circulava por ela. Até ser puxado, o jovem impediu que os tanques avançassem pondo-se na frente do mesmo. Este jovem, e o motorista do tanque a sua frente que de certeza tinha permissão para o esmagar, optou por não fazê-lo, são dois anônimos que marcaram o acontecimento.

Tomé, 8 de Janeiro de 2010

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Violação dos Direitos Humanos

É de esperar que isto tudo nos deixe um sentido de reflexão e de cada vez ao longo da nossa vida sabermos melhor e melhor aproveitar a nossa liberdade e darmos o seu devido valor.

Artigo 3°

Todo indivíduo tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Tomé, 8 de Janeiro de 2010

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