ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I

CASOS PRÁTICOS DE CONTABILIDADE FINANCEIRA -I Caderno nº 3

Docentes: Carlos Rosa Lopes Daniel Ferreira de Oleveira Pedro Marques

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CONTA 11 - CAIXA
11 – Caixa 11.1 – Caixa Principal 11.2 – Caixa Delegação de Leiria 11.3 – Caixa Delegação de Coimbra ... 11.8 – Caixa Pequena/Fundo Fixo de Caixa 11.9 – Transferências de Caixa Conta 11 – Caixa Inclui os meios de pagamento, tais como notas de banco e moedas metálicas de curso legal, cheques e vales postais, nacionais ou estrangeiros. D C 11.1 - Caixa Saldo Inicial Pagamentos Recebimentos

Obs. – O saldo é sempre devedor ou nulo, nunca credor. O recibo constituí o documento base do movimento de caixa, sendo o elemento comprovativo do pagamento de determinada quantia. O controlo e conferência de caixa são atribuídas a uma entidade a quem serão exigidas todas as responsabilidades dos valores à sua guarda (“caixa”, “tesoureiro”). Para suprir pequenas falhas, é atribuído a este responsável um subsídio mensal, além do ordenado, designado “subsídio para falhas”/”abono para falhas”, com o qual deverá cobrir as falhas ou faltas que se verificarem nos valores à sua guarda. Para controlo dos movimentos efectuados, o tesoureiro dispõe de “folhas de caixa”.

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Não fazem parte do saldo de caixa: - selos de correio(1) - títulos representativos de pré-pagamentos (refeição, combustíveis, etc) (1) - vales de caixa - cheques pré-datados - cheques devolvidos pelo banco - etc.
(1) Existem

duas hipóteses para efectuar a regularização, contabilizando como:

-

custos (conta - 6x), sendo estes corrigidos no final do período contabilístico com base no inventário a efectuar para o efeito; custos diferidos (conta - 27), sendo estes transferidos para as respectivas contas de custos à medida em que forem sendo consumidos ou utilizados.

Subconta 11.8 – “Caixa – Caixa Pequena”: representa os meios monetários atribuídos a secções ou pessoas, com a finalidade de suprir pequenas despesas. A caixa pequena é reforçada periodicamente pela apresentação, junto da caixa principal, dos documentos comprovativos das despesas efectuadas. Constituição do Fundo
D 11.1 - Caixa Principal

C

D

11.8 - Caixa Pequena

C

Periodicamente, ou sempre que a importância em causa se encontre integralmente utilizada, o fundo é reposto. Com a apresentação dos documentos ao tesoureiro o empregado responsável pelo fundo (caixa pequena) recebe a importância correspondente, ficando com o fundo reposto. Reposição de Fundos
D 27 - Cust. Dif. / 6X - Custos

C

D

11.1 - Caixa Principal

C

O valor dos pagamentos efectuados é igual ao valor da reposição. No final do exercício e depois da apresentação dos últimos documentos justificativos das despesas efectuados até 31 de Dezembro, duas opções são possíveis:
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H1 – Saldar a conta 11.8 para 11.1, pelo valor do fundo
D

11.1 - Caixa Principal

C

D

11.8 - Caixa Pequena

C

H2 – Manter o saldo da conta 11.8 Subconta 11.9 – “Caixa – Transf. de Caixa”: constitui uma conta transitória utilizável sempre que se verifiquem transferências de fundos que envolvam duas caixas, permitindo a uma registar a saída e à outra a entrada, de forma independente e sem o risco de duplicação de movimentos, o qual assume um interesse quando as caixas tiverem situações espaciais distintas ou se verifique desfazamento entre as datas de saída e de entrada de fundos. No Momento da Transferência
D 11.9 - Transf. de Caixa

C

D

11.2 - Cx. Deleg. Leiria

C

No Momento da Recepção da Transferência
D 11.3 - Cx. Deleg. Coimbra

C

D

11.9 - Transf. de Caixa

C

A subconta 11.9 – “Caixa – Transf. de Caixa” aparece normalmente saldada. Quando tal não acontece, o seu saldo é devedor e representa os fundos transferidos duma caixa e não ainda recebidos pela caixa de destino.

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Caixa Principal € C D 68.1 .1. aumentará ou diminuirá o saldo de caixa.Caixa Principal € C D 78. No final do exercício. de Câmbio Desf.5 .1). deverão ser expressas no balanço ao câmbio em vigor nessa data (5.5 .Dif. € C Diminuição da Taxa de Câmbio (Perda) D 11.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I DISPONIBILIDADES EM MOEDA ESTRANGEIRA As disponibilidades em moeda estrangeira serão contabilizadas ao câmbio do dia.Dif. € C Página 5 de 47 .1 . A diferença originada pela alteração do câmbio. de Câmbio Fav. Aumento da Taxa de Câmbio (Ganho) D 11. Consequentemente no final do exercício há que efectuar a regularização.

a Prazo Dep. por Ordem de Terc.a data-valor – corresponde à data a que a operação se reporta. a Prazo Bilhetes de Tesouro Bilhetes de Tesouro Etc. Página 6 de 47 .Depósitos à Ordem: Respeita aos meios de pagamento existentes em contas à vista nas instituições de crédito. D C 12 . O saldo da conta é devedor na contabilidade do depositante e credor na do banco. Pagamento por Cartão de Crédito Transf. afigurando-se com data relevante para efeitos de contagem de juros e do próprio controlo do saldo. Juros Creditados Juros Devedores Desconto de Letras a Receber Devolução de Letras Descontadas Cobrança de Letras Devolução de Cheques Depositados Empréstimos Concedidos pelo Banco Amortização de Empréstimos Venda de Títulos Compra de Títulos Venda de Moeda Estrangeira Compra de Moeda Estrangeira Despesas com Serviços Bancários: Garantias Créditos Abertos Guarda de Títulos Cobrança de Letras Etc. e de Pagamentos Transf. de Aplicações Financeiras: Aplicações Financeiras: Dep. de Cheques Ordens de Transf. Interbanc. (para outros bancos) Liquid. Em todas as operações bancárias importa salientar duas datas: . Etc. (de outros bancos) Transf. à Ordem Depósito de Numerário Emissão de Cheques Dep. Interbanc.Dep. . Efect.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CONTA 12 – DEPÓSITOS À ORDEM 12 .a data de movimento – corresponde à data em que o movimento é efectuado pelo banco.

O saldo desta conta é normalmente devedor. Se porventura ocorrer um saldo credor à data do balanço. dando lugar ao lançamento seguinte: D 68.1 – Empréstimos Bancários. O objectivo da reconciliação bancária é verificar se há discrepâncias nos saldos. à Ordem € C Periodicamente deverão ser conferidos os saldos existentes em cada um dos bancos (reconciliação bancária). há que investigar a sua proveniência e caso seja oportuno.Juros Suportados € C D 12 .11 .Dep.Dep. Bancários € C Página 7 de 47 .11 . Se houver movimentos efectuados pelo banco e não pela empresa. Os juros decorrentes de descoberto. dando lugar ao lançamento seguinte: D € 12 .Dep.1 – Empréstimos Bancários. registá-los na contabilidade. constituem proveitos financeiros.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Quando é possível sacar a descoberto. a conta apresenta um saldo credor ou tais valores são transferidos para a conta 23. então a sua apresentação faz-se no passivo sob a denominação de Dívidas a Instituições de Crédito juntamente com o saldo da conta 23. à Ordem C D 78. Os juros vencidos pela conta de Depósitos à Ordem. constituem custos financeiros.

à Ordem C D 13 .Cx.Dep. Estes depósitos só podem ser movimentados após data pré-fixada. são permitidos levantamentos antes de terminar o prazo convencionado. Os depósitos a prazo com vencimento inferior a um ano são objecto de contabilização na classe das disponibilidades. à Ordem € C Pelos Levantamentos ou Transf. Tendo um vencimento superior a um ano e não existindo expectativas de mobilização antecipada devem ser considerados como investimentos financeiros permanentes MOVIMENTAÇÃO Pelos Depósitos Efectuados D € 13 . embora com prejuízo de remuneração (juro) inicialmente convencionada entre as partes.Dep.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CONTA 13 – DEPÓSITOS A PRAZO Conta 13 – Depósitos a Prazo As operações a incluir nestas contas serão estabelecidas de acordo com a legislação bancária. sem alteração da taxa de juro.Depósitos a Prazo C D 11 .Depósitos a Prazo € C Página 8 de 47 . de Conta D € 12 . No entanto. / 12 . na conta 13 – Depósitos a Prazo.

Dep.Imposto Sb Rend.Dep. Página 9 de 47 .11 .ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Pelo Vencimento dos Juros D € 12 . de 20%.1 . à Ordem C D 78. € C Retenção na fonte à tx. Bancários € C D 24.

DP € C Pelos Levantamentos e Endossos a Terceiros D 12 .Out. inferiores aos dos depósitos a prazo.DO/ 13 . Trata-se de uma conta de carácter residual. Dep. Serão de incluir aqui os depósitos em Instituições de Crédito que não caibam nas contas anteriores. São depósitos pelos quais o depositante só pode dispor das quantias depositadas desde que previna o seu banco com um certo número de dias de antecedência.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CONTA 14 – OUTROS DEPÓSITOS BANCÁRIOS 14 . MOVIMENTAÇÃO Pelos Depósitos Efectuados D 14 . Bancários € C Página 10 de 47 .DO / 23 . mas às vezes. Vencem juros superiores aos depósitos à ordem.EO / 25 / 26 € C D 14 . Exemplo: depósitos com aviso prévio.Outros Depósitos Bancários As operações a incluir nestas contas serão estabelecidas de acordo com a legislação bancária. Dep.Cx / 12 .Out. Bancários € C D 11 .

à Ordem C D 78.Imposto Sb Rend.Dep. Bancários € C D 24.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Pelo Vencimento dos Juros D € 12 .11 .Dep.1 . € C Página 11 de 47 .

temporários (correntes. a qual inclui os bens detidos com continuidade ou permanência e que não se destinem a ser vendidos no decurso normal das operações da empresa. convertíveis ou a curto prazo) – pode ser rapidamente realizável e que se destina a ser detido. por um período inferior a um ano. também em princípio. Os investimentos financeiros permanentes fazem parte da classe 4 – Imobilizações. com características de aplicação de curto prazo. por um período não superior a um ano.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CONTA 15 – TÍTULOS NEGOCIÁVEIS CONTA 18 – OUTRAS APLICAÇÕES DE TESOURARIA 15 .18 – Outras Aplicações de Tesouraria – compreende outros bens não incluídos nas restantes contas da classe de Disponibilidades. ou seja.permanentes (não correntes ou a longo prazo) – não é rapidamente realizável ou mobilizável e que se destina a ser detido. por um período superior a um ano. . 18 . Os investimentos financeiros podem classificar-se em: .Outras aplicações de Tesouraria Compreende outros bens não incluídos nas restantes contas desta classe.15 – Títulos Negociáveis – inclui os títulos adquiridos com o objectivo de aplicação de tesouraria de curto prazo .Títulos Negociáveis Inclui os títulos adquiridos com o objectivo de aplicação de tesouraria de curto prazo. com características de aplicação de tesouraria de curto prazo. Os investimentos financeiros temporários fazem parte da classe 1 – Disponibilidades e englobam as duas contas seguintes: . em princípio. Página 12 de 47 .

desta empresa. pelo menos. bem como no exercício precedente e até ao momento em que estas sejam elaboradas. por si só. de gerência ou de fiscalização. ou For titular de capital de uma empresa. de gerência ou de fiscalização de uma empresa e for. estas serão também filiais da primeira. ou Tiver o direito de designar ou destituir a maioria dos membros dos órgãos de administração. As empresas filiais são aquelas sobre as quais uma empresa (empresa-mãe) detém o poder de domínio ou de controlo. ou por força de um acordo com outros titulares de capital desta empresa. as ligações entre empresas classificam-se. por sua vez. simultaneamente. ou Tiver o direito de exercer uma influência dominante sobre uma empresa da qual é um dos titulares de capital. de 2 de Julho. de direcção. dominam ou controlam outra ou outras empresas. presumindo-se que existe uma tal influência sempre que a participante detenha 20% ou mais dos direitos de voto dos titulares do capital e não possa ser considerada como empresa-mãe. Considera-se empresa-mãe aquela que: Tiver a maioria dos direitos de voto dos titulares de capital de uma empresa. sob o ponto de vista contabilístico. Empresas Associadas – são aquelas sobre as quais uma empresa participante exerce uma influência significativa sobre a gestão e a sua política financeira. Quando uma empresa-mãe tiver filiais que. sejam empresas-mães de outras. ou For titular de capital de uma empresa e controle. em: Empresas do Grupo – são as empresas que fazem parte de um conjunto compreendido por empresa-mãe e empresas filiais. por força de um contrato celebrado com esta ou de uma cláusula dos estatutos desta. que tenham estado em funções durante o exercício a que se reportam as demonstrações financeiras. de direcção. titular de capital desta empresa. Outras Empresas - Página 13 de 47 . As empresas-mães são as que. tenham sido exclusivamente designados como consequência do exercício dos seus direitos de voto. detendo.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CLASSIFICAÇÃO DAS LIGAÇÕES ENTRE EMPRESAS De acordo com o DL 238/91. 20% dos direitos de voto e a maioria dos membros dos órgãos de administração. a maioria dos direitos de voto dos titulares de capital da mesma. por si só ou em conjunto com uma ou mais empresas.

do CSC. As sociedades em relação de domínio. Temos.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Sob o ponto de vista do Código das Sociedades Comerciais. 2. quando uma delas. 2. Empresas Associadas: são as sociedades em que uma delas participa no capital da outra em montante igual ou superior a 20% e até 50% inclusive. isto é. pelo menos. 476. n. Outras Empresas: são as sociedades em que uma delas participa no capital da outra com um montante inferior a 20%. 483. directamente ou indirectamente. As sociedades abrangidas pelos contratos de grupo paritário e de subordinação não compreendidas em qualquer das situações anteriormente referidas. portanto: Empresas do Grupo: As sociedades mantêm uma relação de domínio total quando uma delas (por si ou juntamente com outras sociedades ou pessoas mencionadas no art. b) As sociedades em relação de participações recíprocas.Sociedades Coligadas Para os efeitos desta lei. detiver uma participação maioritária no capital da outra ou se observar qualquer qualquer dos restantes indicadores de domínio do art. de 90% do capital da outra. o entendimento é o seguinte: ARTIGO 482º . do CSC) dispuser. consideram-se sociedades coligadas: a) As sociedades em relação de simples participação(> 20%). Página 14 de 47 . c) As sociedades em relação de domínio(> 50%). d) As sociedades em relação de grupo. n.

8 – Instrumentos Derivados* 15.2 – Obrigações e Títulos de Participação 15.1 – Acções 15.812 – Em Moeda Estrangeira 15.9 – Outros Títulos *Directriz Contabilística n..13 – Outras Empresas 15.21 – Em Empresas do Grupo 15.3 – Títulos da Dívida Pública . 17 Página 15 de 47 . 15.23 – Outras Empresas 15.11 – Em Empresas do Grupo 15.81 – Margens em Contratos de Futuros 15.22 – Em Empresas Associadas 15.813 – Em Títulos 15..811 – Em Moeda Nacional 15.Títulos Negociáveis 15.12 – Em Empresas Associadas 15.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I DESDOBRAMENTO DA CONTA 15 .

1 – Investimentos Financeiros – Partes de Capital.18. - Página 16 de 47 . contabilizam-se na conta 41.regista os movimentos ocorridos com títulos não enquadráveis noutra conta.1.1 – Acções – regista o movimento ocorrido com a transacção de acções com objectivos de aplicações de tesouraria a curto prazo. a diferença será expressa na conta de provisão para aplicações de tesouraria.9 – Outros Títulos .4. contabilizam-se na conta 41.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I 15.2 – Investimentos Financeiros – Obrigações e Títulos de Participação. Custo Médio Ponderado. Os rendimentos creditam-se na conta 78. Os rendimentos creditam-se na conta 78. Neste caso. com o objectivo de aplicações de tesouraria de curto prazo. Se estes títulos tiverem características de aplicações de médio e longo prazo. 15. contabilizam-se na conta 41. considerado este como o preço de compra acrescido das despesas acessórias suportadas na mesma. Se estas acções tiverem características de aplicações de médio e longo prazo.2 – Obrigações e Títulos de Participação . Como método de custeio das saídas adoptam-se os seguintes: Custo Específico.regista os movimentos ocorridos com títulos da dívida pública com objectivo de aplicações de tesouraria de curto prazo. LIFO. contratos de futuros e outras aplicações de tesouraria faz-se em obediência aos critérios definidos no ponto 5. contabilizam-se na conta 41.52 – Investimentos Financeiros – Títulos da Dívida Pública .3 – Títulos da Dívida Pública . a qual será reduzida ou anulada quando deixarem de existir os motivos que a originaram. Se o preço de aquisição for superior ao de mercado será este o utilizado.12. 15. Os rendimentos creditam-se na conta 78. FIFO.18. Os rendimentos creditam-se na conta 78. Se estes títulos tiverem características de aplicações de médio e longo prazo. Se estes títulos tiverem características de aplicações de médio e longo prazo. 15.2 do POC.53 – Investimentos Financeiros – Outros Títulos . A valorização dos títulos negociáveis. considerando os mais relevantes os seguintes: A valorização será ao preço de aquisição.regista os movimentos ocorridos com obrigações e títulos de participação com objectivo de aplicações de tesouraria de curto prazo.

7 .Títulos Negociáveis € C Custo de Aquisição Venda de Títulos Preço de Venda = Custo de Aquisição D € 11 . Alien.Cx / 12 .DO C D € 15 . credita-se a conta 26.Títulos Negociáveis € C D 11 .5 – Credores por Subscrição não Liberadas (no momento da constituição da entidade participada) ou 26.8 – Devedores e Credores Diversos (aquisições ulteriores ao momento da constituição da entidade participada). Venda de Títulos Preço de Venda > Custo de Aquisição D € 11 .ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I MOVIMENTAÇÃO Aquisição de Títulos D 15 .Cx / 12 . Tes. € € C Preço de Venda D 15 . Apl.Cx / 12 .DO C D 78.Títulos Negociáveis € C Página 17 de 47 .DO € C Obs: No caso de subscrição.Gan.

Per.Imposto Sb Rend. Alien. Tes.4 € C D 24.Dep. Apl. à Ordem C D 78.DO C D 68.7 .1 / 78.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Venda de Títulos Preço de Venda < Custo de Aquisição D € 11 . € € C Preço de Venda D 15 . € C Página 18 de 47 .Títulos Negociáveis € C Custo de Aquisição Rendimentos (Juros/Dividendos) D € 12 .1 .Cx / 12 .

DO € C D 26. na respectiva subconta. Isto pode acontecer em relação aos títulos de participação e em relação às obrigações. movimentaremos a conta 78 – Proveitos e Ganhos Financeiros.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I De referir que. Transitoriamente essas importâncias devem ser registadas a débito de um conta de terceiros 268 – Devedores e Credores Diversos. Pelo excedente.Títulos Negociáveis € C D 11 .Cx / 12 .Dev. a par do valor de cotação do título. Aquando do recebimento global dos rendimentos creditaremos esta conta. Aquisição de Títulos D 15 . despendemos outras importâncias respeitantes a remunerações vincendas. Divers. € C Juros vincendos Juros/Dividendos Página 19 de 47 . e Cred.8 . quando da aquisição de determinados títulos.

à Ordem € C Venda dos Bens Adquiridos Preço de Venda > Custo de Aquisição D € 11 . antiguidades. A presente conta compreenderá as aplicações financeiras não susceptíveis de transação no mercado secundário (por exemplo a Bolsa de Valores) – Bilhetes de Tesouro.8 – Devedores e Credores Diversos. € € C Preço de Venda D 18 . / 12 .Gan.7 . jóias. – e ainda outras aplicações de tesouraria de curto prazo. Tes.Out.Outras aplicações de Tesouraria Compreende outros bens não incluídos nas restantes contas desta classe. com características de aplicação de tesouraria de curto prazo. Tesouraria € C D 11 . metais preciosos. Apl.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CONTA 18 – OUTRAS APLICAÇÕES DE TESOURARIA 18 . nomeadamente em obras de arte.Cx. deverá debitar-se a conta 26.DO C D 78. Certificados de Aforro.Out. e credita-se aquando da venda. Debita-se pelo custo de aquisição dos bens. Alien. etc. etc. MOVIMENTAÇÃO Aquisição de Bens D 18 .Cx / 12 . Apl. Página 20 de 47 . Tesouraria € C Custo de Aquisição Obs: Se a venda for a crédito. incluindo os gastos adicionais de compra. Apl.Dep.

Cx / 12 . deverá debitar-se a conta 26.Out.Cx / 12 .DO C D 78.8 – Devedores e Credores Diversos. Tes.7 .Out.DO C D 68.Cx / 12 . Tesouraria € C Custo de Aquisição Obs: Se a venda for a crédito. Tesouraria € C Obs: Se a venda for a crédito. Tesouraria € C Página 21 de 47 . Rendimento D € 11. Apl. Venda dos Bens Adquiridos Preço de Venda < Custo de Aquisição D € 11 .Per.Out.DO C D 18 . Apl.15 .ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Venda dos Bens Adquiridos Preço de Venda = Custo de Aquisição D € 11 . € € C Preço de Venda D 18 . deverá debitar-se a conta 26.8 – Devedores e Credores Diversos. Apl. Apl. Alien.

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I No caso dos Bilhetes de Tesouro. o cálculo dos juros segue a fórmula do desconto por dentro. Assim. em dias VA = VN/[1 + (i x n/365)] Aquisição de BT’s Reembolso de BT’s Página 22 de 47 . considerando as seguintes variáveis: VN – valor nominal VA – valor de aquisição i – taxa de juro n – prazo de emissão.

Provisões para Aplicações de Tesouraria 19. Assim temos: 19 . em função do ajustamento existente.5 – Títulos Negociáveis 19.51 – Acções 19. com vista a determinar o montante do ajustamento necessário para cobrir as perdas potenciais.53 – Títulos da Dívida Pública .. Os ajustamentos assentam em dois princípios: da efectivação das operações e da prudência.52 – Obrigações e Títulos de Participação 19. Se houver qualquer alienação desses títulos durante o exercício.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CONTA 19 – AJUSTAMENTOS DE APLICAÇÕES DE TESOURARIA 19 – Ajustamentos de aplicações de tesouraria Esta conta serve para registar as diferenças entre o custo de aquisição e o preço de mercado das aplicações de tesouraria. novo cálculo deve ser feito em relação aos títulos detidos nessa data. Se a diferença for negativa (preço de aquisição superior ao preço de mercado).. quando deixarem de existir as situações que os originaram Na data do balanço deverão ser consultadas as cotações dos títulos detidos e feita a comparação com o custo de aquisição. Finalmente. Os ajustamentos representam uma constituição de fundos para fazer face a perdas de que ainda não sabemos o valor exacto (perdas potenciais) e um aumento da capacidade financeira da empresa. o movimento contabilístico deverá ser o aconselhado anteriormente. quando este for inferior àquele. Os ajustamentos serão efectuados através da conta 684. deverá ser constituída o ajustamento pelo respectivo montante.8 – Outras Aplicações de Tesouraria Página 23 de 47 .59 – Outros Títulos 19. na data do balanço seguinte. optar-se-á por reforçar o ajustamento ou anular o montante em excesso.Ajustamentos de aplicações financeiras sendo reduzidos ou anulados através da conta 7881 – Reversões de Ajustamentos de aplicações de tesouraria. Mais tarde. 19. sem qualquer referência aos ajustamentos. Esta conta divide-se por categorias de títulos de acordo com as contas 15 – Títulos Negociáveis e 18 – Outras Aplicações de Tesouraria.

Ver. € C Reposição ou Anulação D 19 .Ajust.Ajust. de Aplic. Tes. € C D 19 . € € C Página 24 de 47 . € C D 7881 . Tesour.4 . Financ. Tesour.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I MOVIMENTAÇÃO Constituição ou Reforço D 68. de Aplic. Aplic. de Aplic. Ajust.Ajust.

11 . 15 .Depósitos à ordem: Respeita aos meios de pagamento existentes em contas à vista nas instituições de crédito. prevê-se o uso desta conta para as transferências entre elas.Outras aplicações de tesouraria: Compreende outros bens não incluídos nas restantes contas desta classe.Transferências de caixa: Relativamente às empresas que utilizem várias subcontas de caixa. nacionais ou estrangeiros.Disponibilidades Esta classe inclui as disponibilidades imediatas e as aplicações de tesouraria de curto prazo. ou seja.º 35/2005. quando este for inferior àquele.Depósitos a prazo. 119 .º 35/2005. (Redacção dada pelo Decreto-Lei n.Outros depósitos bancários: As operações a incluir nestas contas serão estabelecidas de acordo com a legislação bancária. sendo reduzidos ou anulados através da conta '7881 .Ajustamentos de aplicações de tesouraria: (Redacção dada pelo Decreto-Lei n.Ajustamentos de aplicações financeiras'.Caixa: Inclui os meios de pagamento.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I NOTAS EXPLICATIVAS Classe 1 . de 17 de Fevereiro) Esta conta serve para registar as diferenças entre o custo de aquisição e o preço de mercado das aplicações de tesouraria. quando deixarem de existir as situações que os originaram.Títulos negociáveis: Inclui os títulos adquiridos com o objectivo de aplicação de tesouraria de curto prazo. de 17 de Fevereiro) Página 25 de 47 . com características de aplicação de tesouraria de curto prazo.º 35/2005. 18 . cheques e vales postais. 19 . (Redacção dada pelo Decreto-Lei n.Reversões de ajustamentos de aplicações de tesouraria'. por um período inferior a um ano. 12 . tais como notas de banco e moedas metálicas de curso legal. e 14 . de 17 de Fevereiro) Os ajustamentos serão efectuados através da conta '684 . 13 .

3.ºs 5. Relativamente às situações previstas nos n. da mão-de-obra directa.8. dos custos industriais variáveis e dos custos industriais fixos necessariamente suportados para o produzir e colocar no estado em que se encontra e no local de armazenagem.º 35/2005.3.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CRITÉRIOS DE VALORIMETRIA 5. sem prejuízo das excepções adiante consideradas.3.Existências 5. Entende-se como preço de mercado o custo de reposição ou o valor realizável líquido. deterioração física parcial.1. quebra de preços. 5. pelo valor realizável líquido.3. resíduos e refugos serão valorizados.9.1 .4. Os custos industriais fixos poderão ser imputados ao custo de produção. As existências serão valorizadas ao custo de aquisição ou ao custo de produção. Quando. Os subprodutos. Se o custo de aquisição ou de produção for superior ao preço de mercado. 5. b) Custo médio ponderado. 5.1. 5. serão utilizados os critérios definidos para as existências.3.3. a qual será reduzida ou anulada quando deixarem de existir os motivos que a originaram.2. 5. haja obsolescência.6. 5. Considera-se como valor realizável líquido de um bem o seu esperado preço de venda deduzido dos necessários custos previsíveis de acabamento e venda. qualidade.3. 5. 5.2. bem como outros factores análogos.11. Página 26 de 47 . As diferenças de câmbio apuradas são contabilizadas nas contas 685 «Custos e perdas financeiros . Como métodos de custeio das saídas adoptam-se os seguintes: a) Custo específico. 5.4.3. c) FIFO.5. tendo em conta a capacidade normal dos meios de produção. na medida em que lhes sejam aplicáveis.Disponibilidades 5. 5.3 . desperdícios. deverá ser utilizado o critério referido em 5. Relativamente a cada um dos elementos específicos dos títulos negociáveis e das outras aplicações de tesouraria.Diferenças de câmbio favoráveis».3. Considera-se como custo de produção de um bem a soma dos custos das matérias-primas e outros materiais directos consumidos. e) Custo padrão. As disponibilidades em moeda estrangeira são expressas no balanço do final do exercício ao câmbio em vigor nessa data.Diferenças de câmbio desfavoráveis» ou 785 «Proveitos e ganhos financeiros .3.10.4 e 5. 5.3.5. d) LIFO. as diferenças serão expressas em rubrica de ajustamentos de existências. conforme se trate de bens adquiridos para a produção ou de bens para venda.3.1. Entende-se como custo de reposição de um bem o que a empresa teria de suportar para o substituir nas mesmas condições. de administração geral e os financeiros não são incorporáveis no custo de produção. será este o utilizado.3. de 17 de Fevereiro) 5. Considera-se como custo de aquisição de um bem a soma do respectivo preço de compra com os gastos suportados directa ou indirectamente para o colocar no seu estado actual e no local de armazenagem.7.1. Os custos de distribuição. quantidade e locais de aquisição e utilização. (Redacção dada pelo DecretoLei n. na falta de critério mais adequado. na data do balanço.3.3.

Nas indústrias extractivas. Página 27 de 47 . podem ser valorizadas aos respectivos preços ilíquidos de venda praticados pela empresa. na falta de outro mais adequado. c) Não haja variação sensível na sua quantidade. o critério a adoptar para a valorização das existências capturadas será o custo de produção se não acarretar encargos excessivos ou.13. O mesmo critério. 5. designadamente construção de edifícios. 5. estradas.3. Apenas para este efeito e dentro das mesmas condições. pelo método da percentagem de acabamento ou.3. no seu valor e na sua composição. o critério a adoptar para a valorização das existências produzidas será o do valor realizável líquido deduzido da margem normal de lucro. As mercadorias existentes em estabelecimentos de venda a retalho. predominantemente.17. em caso contrário.16.15. pontes e navios. mediante a manutenção dos respectivos custos até ao acabamento. As existências poderão ser valorizadas ao custo padrão se este for apurado de acordo com os princípios técnicos e contabilísticos adequados. deduzidos das margens de lucro englobadas naqueles preços. no fim do exercício. exactas ou com suficiente aproximação. os produtos e trabalhos em curso podem ser valorizados.3. o valor realizável líquido deduzido da margem normal de lucro. quando em grande variedade.18. a determinação do custo de produção acarretar encargos excessivos.3. em caso contrário.14. alternativamente. nas explorações agrícolas. pecuárias e silvícolas. de contrário. desde que simultaneamente se satisfaçam as seguintes condições: a) Sejam frequentemente renovadas. Nas actividades de carácter plurianual. à data do balanço. se vendam a revendedores pequenas quantidades de cada espécie de mercadoria em cada transacção. o valor realizável líquido deduzido da margem normal de lucro. será também aplicável aos bens adquiridos sujeitos a crescimento natural. b) Representem um valor global de reduzida importância para a empresa. 5. o critério a adoptar para a valorização das existências extraídas será o do custo de produção se não acarretar encargos excessivos ou. Quando. deverá haver um ajustamento que considere os desvios verificados. 5.12. Tal critério não é aplicável aos bens comprados que se mantenham no seu estado original. barragens.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I 5.3. As matérias-primas e de consumo podem ser consideradas no activo. 5. Nas indústrias piscatórias. por uma quantidade e um valor fixos.3. 5. consideram-se também como estabelecimentos de venda a retalho aqueles em que.3.

Valente: Vale de uma gratificação dada no notário: (sem documento de suporte) Notas e moedas: 3. no diário. Pretende-se: a) O lançamento. b) A determinação do saldo de Caixa em 28 de Fevereiro de N.200€. 25€.º 1 O saldo de Caixa da empresa HYDRA. Durante o mês de Fevereiro ocorreram os seguintes movimentos em Caixa (em euros): Depósitos de cheques de cobranças: Cobranças sobre clientes: Pagamentos de diversas despesas: Levantamentos para reforço de Caixa: 63. das operações que considere oportunas para regularização do saldo de caixa.. 425€.800€. 65. Página 28 de 47 .500€. 500€. 250€.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. em 31 de Janeiro de N era composto pelos seguintes elementos (em euros): Cheques: Vale do sócio Sr. 175€. LDA.

figurava no extracto de conta bancária com indicação de devolvido pelo banco. André no valor de 16 euros. excepto os números 826 e 865. LDA.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N.º 882 14 Todos estes cheques constavam no extracto de conta de Dezembro.º 944 19 n. que não figuravam no extracto de Dezembro. 5. s/ o cliente A. 3. LDA. não figuravam no extracto desse mês os seguintes (em euros): n. 7. 8. Em 29/12 haviam sido depositados cheques de receitas de venda no valor de 184 euros. Fernandes no valor de 69 euros e a comissão de cobrança na importância de 2 euros. prepare a reconciliação do extracto da conta bancária da empresa PYXIS. detectou-se o correspondente ao fornecimento de livro de cheques (1 euro) que ainda não havia sido contabilizado por se ter perdido o correspondente aviso de débito. Dos débitos constantes do extracto.º 924 7 n.º 10.º 941 11 n.533 da empresa PYXIS.º 940 10 n. Foi solicitado segunda via ao Banco. LDA.º 821 15 n.º 2 Com base nas informações abaixo indicadas.º 945 77 6. Constava no extracto. um cheque passado pela empresa PYXIS. Eram os seguintes os cheques não apresentados para pagamento até 31/11 (em euros): n. Este cheque não estava contabilizado na empresa. O cheque emitido pelo cliente J.. Dos cheques emitidos em Dezembro.º 865 18 n.: 1. O saldo da conta de depósitos à ordem em 29/12 era de 815 euros. Página 29 de 47 .º 943 82 n. 4. No extracto constava o recebimento da factura n. Qualquer destes movimentos não se encontrava contabilizado nos registos da empresa por não se ter recebido o correspondente comprovativo. 2. O saldo apresentado pelo extracto de conta era de 873 euros.º 826 2 n. no valor de 34 euros a favor do fornecedor X.

000 Página 30 de 47 . Pereira 3. Campos 37. pretende-se: a) O saldo da conta de Depósitos à Ordem da empresa Beta na sua contabilidade. b) A reconciliação bancária. cujos comprovativos não tinham sido recebidos pela empresa: Depósito a prazo 6.000 14.000 Saque n.Ordens de transferência dadas por clientes e ainda não comunicadas à empresa: R.º 208 309 – a N. creditados pelo Banco.Saldo em 31/12 segundo o extracto bancário 2.Juros vencidos pela conta.000 5.º 032 618 – de F.º 3 Com base nos elementos fornecidos em anexo relativos ao movimento do mês de Dezembro de N. Fontes Cheque n. Silva Cheque n.º 208 310 – a M. para pagamento: Cheque n. Baptista Cheque n.000 32.Cheques emitidos pela empresa e ainda não apresentados ao Banco.000 26.º 112 435 – de T. Cunha 128.000 4.º 106 – 30 000 26. mas ainda não cobrados pelo Banco: Cheque n. cujos documentos bancários ainda não haviam sido recebidos pela empresa: Valor ilíquido Valor líquido Saque n. Gaspar S.º 208 306 – a C.000 41.000 10.º 108 – 80 000 72.Letras descontadas.Cheques emitidos por clientes.000 2.000 30. INFORMAÇÕES (em euros): 1. depositados.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N.

ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N.381. Constavam do extracto bancário.. na mesma data.45 euros 4. na contabilidade da empresa APPOLO. mas ainda não tinham sido registadas pela empresa as seguintes operações: Desconto do efeito n.º 105 950 379 528.º 105 950 364 Cheque n. a 17.750 euros 175 euros 35 euros 75 euros Pretende-se que determine qual o saldo apresentado pelo extracto bancário em 31 de Março de N. em 31 de Março de N. verificou-se haver uma diferença substancial entre os saldos. os seguintes cheques: Cheque n. Lda. Após uma detalhada análise.350 euros 228 euros 18. ascendia. Página 31 de 47 .284. Confrontando este valor com o extracto bancário.º 1258125 Transferência do cliente C1 Juros credores Imposto sobre juros credores Juros devedores 9.9 euros (devedor). Ainda não tinham sido apresentados no banco para pagamento.º 1258125 (n/LR 128/N) Encargos com o desconto do efeito n.º 4 O saldo da conta de depósitos à ordem relativo ao Banco Rico. concluiu-se o seguinte: 1.73 euros 2.

915 130.000 D 70.000 15..000 20.000 D 3. evidenciava os seguintes movimentos (em euros): Banco Alfa DATA 2/11 4/11 5/11 9/11 12/11 15/11 18/11 20/11 23/11 23/11 30/11 OPERAÇÃO Remessa de Numerário Livro de Cheques Remessa de Numerário Cheque n.900 204.º 800301 Cheque n.º 800302 Cheque n.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. a empresa M.515 113.000 C 80.º 800306 Depósito em Cheques Comissões A TRANSPORTAR Página 32 de 47 .º 800305 Cheque n.000 C 15.000 89. Lda.000 221.000 C 18.000 99.000 10. Conta n.915 220.000 134.000 D 9. Rosa.º 800304 Desconto LR Despesas A TRANSPORTAR Cliente: M.º 001/33456/007/006 Extracto n.985 C 3.000 123.000 84.985 C 125.000 C 5.985 D 5.985 C 10. Rosa.000 D 10.º 800301 Remessa de numerário Cheque n.400 C 243.000 105. Rosa.º 800304 Desconto LR Cheque n.500 D 95.º 001/33456/007/006. Em 30/11/N o extracto bancário enviado pelo Banco Alfa e a conta de depósitos à ordem apresentada pela empresa M.000 euros em numerário.985 D 125.415 315.985 D 80. DATA 2/11 3/11 5/11 5/11 8/11 10/11 12/11 20/11 22/11 26/11 30/11 30/11 OPERAÇÃO Depósito em numerário Cheque n. O depósito inicial foi de 20.000 20.400 M.000 20.915 137.600 113.000 11.º 1 MOVIMENTO SALDO D DÉBITO CRÉDITO C 20.º 800303 Livro de Cheques Cheque n.500 CONTA: Depósitos à ordem SUBCONTA: Banco Alfa MOVIMENTO SALDO D DÉBITO CRÉDITO C 20.900 C 6.000 90.900 D 17. procedeu à abertura de uma conta à ordem no Banco Alfa à qual foi atribuída o n. Rosa. Lda.000 C 15 14.º 5 Em 01/11/N.000 D 70.000 131.º 800302 Cheque n.000 D 90.900 120.000 C 500 220.º 800303 Desconto LR Comissões Cheque n. Lda.915 210. Lda.000 C 15 19.

900 220.500 C 17.315 723.915 220.º 800309 Desconto LR Despesas Juros dep. Lda.600 C 200.000 305.000 410.600 C 100.000 355. Lda.000 206.600 C 50.600 1/12 1/12 10/12 15/12 20/12 26/12 30/12 30/12 31/12 31/12 M.000 420.600 C 5.600 D 50.º 001/33456/007/006 Extracto n.000 470.615 391.000 315.500 18. Rosa. Lda.600 D 200.º 800307 Desconto LR Cheque n.915 130.015 315.º 800305 Depósito em numerário Cheque n.600 D 40.000 345.º 800311 A TRANSPORTAR 1/12 1/12 1/12 6/12 8/12 18/12 20/12 28/12 29/12 30/12 30/12 Pretende-se: a) Elaboração da reconciliação bancária com reporte a 30/11/N. b) Elaboração da reconciliação bancária com reporte a 31/12/N.º 800307 Desconto LR Cheque n. Conta n.600 C 706. evidenciavam os seguintes movimentos (em euros): Banco Alfa DATA OPERAÇÃO TRANSPORTE Depósito de cheques Cheque n.º 800308 Cheque n.600 D 100.º 800309 Depósito cheques Cheque n.º 2 MOVIMENTO SALDO D DÉBITO CRÉDITO C 95.600 C 30.915 455.415 315. Página 33 de 47 .000 370.100 D 90.700 116. Rosa.600 D 50.000 415.000 238.000 270.600 D 60.600 D 40.º 800310 Cheque n.515 113.600 C 60. DATA OPERAÇÃO TRANSPORTE Estorno das comissões Desconto LR Despesas Depósito em numerário Cheque n.600 C 268.000 320.000 455.600 C 40.600 C 70.000 425.000 395.000 255.600 CONTA: Depósitos à ordem SUBCONTA: Banco Alfa MOVIMENTO SALDO D DÉBITO CRÉDITO C 243.º 800308 Cheque n.600 D 80.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Em 31/12/N. os extractos do Banco e da conta de depósitos da empresa M. Rosa.400 2.100 D 500 205. À ordem A TRANSPORTAR Cliente: M.000 455.

M.. nos quais estão incluídos 275 euros de despesas bancárias e de corretagem. S. 5.000 acções da L. tendo decidido efectuar várias aplicações.. a saber: 1.000 euros. O valor do débito do banco ascendeu a 24.P.350 euros. O valor nominal do capital adquirido ascende a 50.. As despesas bancárias somaram 325 euros. Compra de 2. Foi constituído um depósito a prazo.. A empresa alienou as obrigações.P. à data de aquisição.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. 2..A.000 euros. 3. e que ascendeu a 50. 6. Página 34 de 47 . anteriormente adquiridas.M.. Depósito a prazo de 75.75 euros. das operações ocorridas no mês de Agosto de N.000 euros da conta corrente caucionada que a empresa possui no banco B. S. S. O valor de cotação unitário. O valor da nota de débito do banco ascende a 6.000 euros no banco B. foi de 11. O depósito foi constituído por 3 meses.P.J.175 euros. no banco B.º 6 A empresa PAVO.A. (cotadas no Mercado de Valores Mobiliários).M. elevados excedentes de tesouraria. quando o seu valor unitário de cotação ascendia a 7 euros.A. Pretende-se: a) O registo. no diário. Foram amortizados os 100.000 obrigações da sociedade L. devido à sazonalidade do seu negócio. Aquisição de 1. por 24 meses. teve durante o mês de Agosto de N. 4.P.

S. Pretende-se: a) A elaboração da correspondente ficha dos títulos em carteira.A. S. com um custo de aquisição unitário de 5.º 2342345 do banco BB.. Aviso de lançamento n. S. Valor de aquisição unitário de 6 euros. A sociedade LIBRA.5 euros. S. por 6. no diário da sociedade LIBRA.A. realizou. LIFO e CMP. no início do exercício económico N. durante o exercício económico N. tinha em carteira. as seguintes operações relativas a aplicações financeiras: 1.A. por ordem cronológica. 500 títulos da sociedade LYRA.. Aviso de lançamento n.A. utilizando como critérios valorimétricos de saída o FIFO... b) O registo dos factos patrimoniais referidos.º 2342367 do banco BB. 2. Aquisição de 500 acções da sociedade LYRA.A. S.5 euros.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. Página 35 de 47 . Alienação de 750 acções da sociedade LYRA.º 7 A sociedade LIBRA.A. S..

a sociedade ALFABETA. Em 31 de Dezembro de N.A.A.38 euros. são conhecidas as seguintes informações: 1. S.9 euros. Aquisição em Dezembro de N. Em Setembro de N+1. Estas acções encontram-se cotadas na Bolsa de Valores. 3. o valor de cotação unitário era de 5. de 1. Pretende-se o registo das operações referidas no diário da sociedade ALFABETA.. b) 5.º 8 Da sociedade ALFABETA. 2. Suponha-se que no fim do exercício económico N+1 se colocavam as seguintes possibilidades quanto ao valor de cotação das acções: a) 5. Página 36 de 47 .5 euros cada. pela quantia de 5. S.A. respeitantes ao exercício N e N+1. c) 4.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N.000 acções de uma empresa filial. procedeu à alienação de 500 acções da filial por intermédio de uma instituição bancária pela quantia unitária de 5.. S. 4.35 euros.6 euros.. incluindo aquelas que resultem da aplicação do princípio da prudência.25 euros.

c) Débito do banco no montante de 425 euros.000 acções da sociedade MENKAR. no diário. na quantia de 5. 4. b) Não constava do extracto bancário um cheque emitido pela empresa e devidamente registado na contabilidade. referente à liquidação da renda de Dezembro de N. é conhecido o balancete auxiliar da Classe 1 Disponibilidades.000 euros.500 — 12 Depósitos à ordem 25. das operações correntes e de correcção que considere pertinentes. Da sociedade DRACONIS. Da rubrica Depósitos à ordem. adquiridas por 25 euros cada. mas não registado na contabilidade. 3.A. a taxa de câmbio era de 1. à data das demonstrações financeiras por 22.000 — 19 Ajustamentos de aplicações de tesouraria — — 2. cotadas na Bolsa de Valores.425 — 15 Títulos negociáveis 25. À data das demonstrações financeiras.. Página 37 de 47 . que se apresenta: (valores em euros) Código Descrição Saldo devedor Saldo credor 11 Caixa 1.1 euros. S.000 euros. Da rubrica Caixa constam 1.000 dólares americanos registados à taxa de câmbio da operação (1. Pretende-se: a) O registo..ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. reportado a 31 de Dezembro de N. A rubrica Títulos negociáveis incluí 1. são conhecidas as seguintes informações: a) O extracto bancário reportado a 31 de Dezembro de N. Valor evidenciado no extracto bancário.5 euros.01 euros). LDA. evidencia um saldo credor de 30.º 9 1.

Página 38 de 47 .5 euros cada. 7. que englobam juros decorridos no valor de 0.25 euros por acção. NOTAS: Todas as operações foram realizadas através do banco A. A sociedade SACHA é filial da CASSIOPEIA. Despesas com a aquisição dos títulos: 20 euros. no valor de 0. Aquisição de 100 obrigações SACHA a 4. Aquisição de 200 acções XANGAI ao preço unitário de 14 euros. Valor de venda unitário: 17 euros.75 euros por obrigação. Alienação a crédito. Todos os investimentos visaram a aplicação de excedentes de tesouraria. Alienação de 100 acções XANGAI.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. Despesas com a aquisição dos títulos: 250 euros. 9. Aquisição de Bilhetes do Tesouro no montante de 1.Aquisição de 55% do capital social da FILIA por 37.º 10 Durante o mês de Maio do ano N. 3. por 7. que já incluem despesas de aquisição de 0. 2.Recebimento de juros das obrigações SACHA.340 euros (líquido de despesas no montante de 50 euros). Despesas com a alienação dos títulos: 80 euros. Alienação de 300 acções XANGAI por 4. 8.500 euros. Aquisição de um quadro de Picasso no valor de 5.500 euros. Aquisição de 500 acções XANGAI a 15 euros cada. 5. Pretende-se o lançamento no diário das operações efectuadas. A CASSIOPEIA utiliza o critério do CMP para a valorização dos títulos alienados. 10.5 euros por obrigação.000 euros. a sociedade CASSIOPEIA realizou as seguintes operações: 1. 6. 4. Recebimento de dividendos das acções XANGAI: 1.5 euros cada. cujo objectivo foi a obtenção do controlo da sociedade.500 euros. 11. com excepção da aquisição das acções da FILIA. do quadro adquirido em 3.

000 90.000 1 1 90. NOTAS: Em 31/12/N. b) Registo no diário das operações de regularização que entender convenientes que a empresa deva efectuar.975 272.000 8 0.98 5 25 Dat a 01 2 /1 02/1 2 03/1 2 05/1 2 05/1 2 08 /1 2 1 2 0/1 1 2 2/1 20/1 2 22/1 2 26/1 2 31 2 /1 Operação TRANSPORTE Depósit o Numerário Cheque 500301 Depósit o Numerário Cheque 500302 Cheque 500303 Livro cheques Cheque 500304 Transferência Cheque 500305 Cheque 500306 Depósit o A TRANSPORTAR 1 0. sendo correcto o valor total de 25 euros evidenciado pelo banco e não de 15 euros como foi lançado pela empresa.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. Pretende-se: a) Elaboração da reconciliação bancária do Banco de Crédito em 31/12/N.000 1 25. refere-se a 1.000 acções da empresa ALFA adquiridas por 70.000 1 0.000 Saldo 1 00. − Sociedade BETA 30 euros. Página 39 de 47 .000 37.98 5 1 53. a cotação na Bolsa de Valores das acções era a seguinte: − Sociedade ALFA 32 euros. c) Indicação do saldo que a conta de ajustamentos de aplicações de tesouraria deve apresentar e respectiva regularização no diário.000 40.000 1 20.º 11 Em 31/12/N o extracto bancário enviado pelo Banco de Crédito e a conta (do Banco de Crédito) apresentada pela sociedade OMEGA. A compra de títulos debitada pelo banco no dia 18/12.98 5 223.000 20. O débito de comissões efectuado pelo banco no dia 18/12.725 48 Relativamente às operações contabilizadas pelo banco e ainda não contabilizadas pela empresa salienta-se que: Não era coincidente o valor debitado em conta pela aquisição do livro de cheques.98 5 21 3.000 5.975 8 1 4. respeita a serviços e taxas referentes à compra das acções referidas no ponto anterior.000 70.000 euros.000 1 25. Na carteira de títulos da empresa encontravam-se registadas 2.000 8 0. Cont a nº. refere-se a 500 acções da empresa ALFA. Lda.275 208 .000 6.000 395.500 acções da empresa BETA adquiridas ao preço unitário de 25 euros.000 1 9. A venda de títulos creditada pelo banco no dia 23/12.275 OMEGA.98 5 223.º 1 Dat a 01 2 /1 02/1 2 04/1 2 05/1 2 09/1 2 1 2 2/1 1 2 5/1 1 /1 8 2 1 /1 8 2 20/1 2 23/1 2 23/1 2 31 2 /1 Operação TRANSPORTE Remessa Numerário Livro cheques Remessa Numerário Cheque 500301 Cheque 500303 Transferência Compra de Tít ulos Comissões (Tít ulos) Cheque 500302 Cheque 500304 Venda de Tít ulos Transfer.000 1 2. 008 /90760/000 Crédito 1 00. Cont a: Depósit os à ordem Subcont a: Banco de Crédit o Débit o 1 00.000 20..01 71 5 Crédito Saldo 1 00.000 1 5 6.000 1 20.000 94.975 1 1 99.000 357. Lda. sabendo que a empresa não havia constituído até à data quaisquer ajustamentos de aplicações de tesouraria.000 1 .000 1 00.975 8 309.500 200 90.275 1 96. evidenciava os seguintes movimentos (em euros): Banco de Crédit o Ext ract o n.975 1 9.275 1 2. (client es) A TRANSPORTAR Débito Client e OMEGA.98 5 1 93.275 8 1 76.275 208 .000 20.000 5.000 1 .000 1 0.000 20.98 5 8 8 . Lda.475 272.000 95.

O saldo evidenciado pela conta 12 .000 euros. efectuou-se o seguinte lançamento: a 62 . apuraram-se as seguintes existências finais: Mercadorias: Matérias-primas: Produtos acabados: 36.Caixa. aquando do pagamento.Títulos negociáveis. A diferença de saldos respeita a: Venda de 500 acções da Sociedade “Y” no dia 29/12/N pelo montante global de 1. por transferência bancária ao fornecedor “Draconis. Ao Resultado Antes de Imposto tributar IRC estimado à taxa de 25%. O saldo da conta 11 . O extracto do Banco evidencia um saldo de 96. a diferença residual refere-se a juros de depósitos.º 12 A empresa GIRAÇA.” 5. No dia 15/12/N.650 euros. cuja cotação de entrada (20/12/N-1) foi de 1. é referente ao Banco BPC. 7. S. As cotações em 31/12/N.Clientes 12 . LDA.000 euros. Despesas bancárias no valor de 200 euros.000 obrigações da Sociedade “X” adquiridas ao preço unitário de 1.. no valor de 250 euros. A conta 15 . Relativamente à empresa GIRAÇA. tem por objecto a comercialização da mercadoria “G” e a produção do produto “F”. são conhecidas as seguintes informações adicionais: 1. que ainda não constava no extracto bancário. 4.02 e em 31/12/N-1 foi de 1. Página 40 de 47 .A.Depósitos à ordem N/ pagamento a “Draconis. Após a inventariação física das existências.000 euros. S. LDA. Lda”.000 euros. 22.000 euros. O valor de mercado das mercadorias em armazém à data do balanço é de 37.05 euros e a 2. efectuou-se o seguinte lançamento: a 21 . Em anexo é apresentado o balancete de verificação da empresa GIRAÇA. aquando do pagamento.02.º 1235780. LDA.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N. no montante de 1. das obrigações da Sociedade “X” e das acções da Sociedade “Y” são respectivamente de 1.01. ainda não contabilizada pela empresa. a favor do fornecedor “Gama. 8. creditados pelo Banco. 5. 62. inclui 3. A cotação do Dólar em 31/12/N é de 1.650 euros. do consumo de energia eléctrica. debitadas pelo Banco. em numerário. Cheque n.Fornecimentos e serviços externos 11 .1 euros.1 euros e 3.000 euros 2.000 Dólares. em 31 de Dezembro de N.000 acções da Sociedade “Y”.A.Caixa N/ pagamento de electricidade 25 euros 3. diz respeito a 5. Depósito de valores no montante de 800 euros.Depósitos à ordem. No dia 17/12/N. 6.”.

justificando. Página 41 de 47 . e) Elaboração do Balancete Final. d) Lançamentos de apuramento dos resultados no razão. partindo dos valores acumulados que retira do balancete de verificação. b) Lançamentos de regularização/estorno no diário. incluindo os diversos resultados parciais. c) Lançamentos das mesmas operações no razão. g) Elaboração do Balanço em 31/12/2001. o sistema de inventário utilizado pela empresa.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Pretende-se: a) Indique. f) Elaboração da Demonstração dos resultados líquidos.

090 Proveitos e ganhos extraordinários 2. primas.810 4.070 5.200 Impostos 5.700 Custos e perdas financeiros 10.000 7.700 105.500 25.000 51.270.335.000 2.000 5.090 2. e de consumo 85.000 Regularização de exist.Mat.000 8. c/c 1. 362. LDA.000 45. e co.335.120 Estado e Outros Entes Públicos 180.200 Outros devedores e credores 120.700 Imobilizações incorpóreas 6.553.440 270.000 Proveitos e ganhos financeiros 7.200 120.050 Matérias-primas.300 130.300 Compras .070 Vendas 1. 8. subs.725 362.500 80. incorpóreas 2. apenas dizem respeito a mercadorias.047.010 (1) As devoluções (317) e os descontos (318).300 Ajustamentos de Aplicações de Tesouraria 500 Clientes.200 396.000 1. subs.850 10.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I BALANCETE DE VERIFICAÇÃO DA EMPRESA GIRAÇA.000 6.000 Adiantamentos por conta compras 45.120 4.580 2.Mercadorias 293. 11 12 15 19 21 22 23 24 26 312 316 317 318 32 33 36 37 382 386 392 41 42 43 482 483 51 57 62 63 64 68 69 71 78 79 500 120.725 Devoluções de compras (1) 10.047.580 Amortizações acumuladas .000 Mercadorias 51.000 6.850 Custos e perdas extraordinários 4.810 6.200 15.000 Descontos e abatimentos em compras (1) 2.000 Imobilizações corpóreas 1.Imob.000 Compras .500 448. EM 31/12/N Cód. subs.mercadorias 6.070 4.940 Depósitos à ordem 885. e de cons.000 5.180.120 20.268.Mat. corpóreo 1.000 Reservas 5.600 Títulos Negociáveis 12.000 Regularização de exist.200 10.Imob. .900 1.000 Capital 1.000 40.000 50..180.primas.000 Amortizações acumuladas .500 9.000 Fornecimentos e serviços externos 396.000 85.000 Ajustamentos de Existências 7.000 1.200 500. .120 Total 6.270.200 790.050 21.070 Custos com o pessoal 105.600 94.000 7.990.700 1.000 293.805 820.900 Investimentos financeiros 50.553.200 Empréstimos obtidos 45.305 Fornecedores 380. CONTAS MOVIMENTO ACUMULADO A DÉBITO A CRÉDITO SALDOS DEVEDORES CREDORES Caixa 280.000 Produtos acabados e intermédios 21.990.010 Página 42 de 47 .300 12.

...800. recebeu em 07/01/A1 os extractos das suas contas-correntes com os Bancos: Banco A Banco B 01/12/A0 Saldo ..... ...00€ Sabendo que: 1 – O saldo contabilístico do Banco B em 31/12/A0 era + 3.........000..... SA”.........00€ 01/12/A0 Saldo ...150... pelo qual é debitada no final de cada ano pelos juros correspondentes 6 – O cheque 173304 não tinha sido emitido pela empresa 7 – O débito em 21/12/A0..00€ 21/12/A0 Bilh... pela empresa.00€ 31/12/A0 Saldo ...... 27133..00€ 19/12/A0 Ch 173304....00€ 05/12/A0 Ch 73302....000......... ......................00€ 15/12/A0 Ch.. no Banco B.......... corresponde à compra de 800......25..875.000... .......00€ de Bilhetes de Tesouro (aplicação de tesouraria) a vencerem-se em 30/01/A1 (prazo de 40 dias) 8 – Ainda não tinha sido apresentado a pagamento o cheque 73303 sobre o Banco B Pretende-se: A) Determine o valor do cheque 73303 sobre o Banco B B) Determine o saldo contabilístico da conta do Banco A (antes de efectuar os lançamentos da alínea seguinte) C) Contabilize os factos que entenda deverem ser registado contabilisticamente Página 43 de 47 .... + 4...975. .. ..........00€ associada à conta do Banco A.. + 365.00€ 31/12/A0 Juros Sald Dev .00€ ainda não tinha sido pago pelo Banco A 5 – A empresa utiliza um Plafond de Crédito de 5.......... + 2.165............. . .ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N....1..º 13 A empresa “XPTO..150..00€ 2 – De todos os movimentos apresentados nos extractos apenas estavam contabilizados... 27132. Tesouro .. .. os cheques 3 – O cheque 73302 estava contabilizado na conta do Banco A 4 – O cheque 27134 no montante de 250..885..00€ 03/12/A0 Ch........... .00€ 07/12/A0 Juros Dep................00€ 31/12/A0 Saldo ..165...............

3.00 60.500. 15. utilizando o riscado do diário analítico. Elaboração da Demonstração de Resultados do ano A5.º 14 A empresa “ABC. SA”. Após o inventário final a empresa apurou que detinha: Mercadorias Produtos Acabados Produtos e Trabalhos em Curso Matérias-primas Pretende-se: 1.00 2.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I CASO PRÁTICO N.00 Página 44 de 47 .00 500. Elaboração do Balanço Analítico em 31/12/A5.700. Apuramento de Resultados do exercício no ano A5. apresentava o balancete de saldos em anexo. em 31/12/A5.000. 2.

00 11.000.00 350.000.200.000.00 12.00 CONTAS SALDO DEVEDOR 400.00 12.curto prazo Fornec imobilizado .00 SALDO CREDOR Página 45 de 47 .00 500.00 250.00 80.00 15.000.000.250.000.000.000.150.00 31.00 30.000.00 437.000.00 187.00 10.000.000.000.500.médio/longo prazo Fornecedores de imobilizado c/títulos a pagar Devedores e credores diversos Acréscimos e Diferimentos Acréscimos de proveitos Custos diferidos Acréscimos de custos Proveitos diferidos Ajustamentos de Dívidas a Receber Dividas de clientes Provisões Outros riscos e encargos Compras Mercadorias 360.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I Balancete Analítico em 31/12/A5 CÓDIGO 11 12 121 122 15 152 1523 19 195 1952 21 211 212 218 219 22 221 222 229 23 231 2311 2312 24 241 2411 2412 242 2421 2422 2423 245 26 261 2611 26111 26112 2612 268 27 271 272 273 274 28 281 29 298 31 312 Caixa Depósitos à Ordem Banco A Banco B Títulos Negociáveis Obrigações e títulos de participação Outras empresas Ajustamentos de Aplicações de Tesouraria Títulos negociáveis Obrigações e títulos de participação Clientes Clientes c/c Clientes c/títulos a receber Clientes de cobrança duvidosa Adiantamentos de clientes Fornecedores Fornecedores c/c Fornecedores c/títulos a pagar Adiantamentos a fornecedores Empréstimos Obtidos Empréstimos bancários Emp.000.médio/longo prazo Estado e Outros Entes Públicos Imposto sobre o rendimento Pagamentos por conta Retenções efectuadas por terceiros Retenção de impostos sobre o rendimento Trabalho dependente Trabalho independente Capitais Contribuições para a segurança social Outros Devedores e Credores Fornecedores de imobilizado Fornecedores de imobilizado c/c Fornec imobilizado .00 15.00 1.00 160.00 15.000.000.00 5.00 156.00 300.00 10.500.00 100.000.000.00 350.00 40.250.00 23.00 500.00 182.curto prazo Emp.000.00 2.00 70.300.000.250.000.250.000.00 6.00 160.00 2.000.000.00 105.00 1.000.00 48.000.000.000.00 20.000.500.00 75.300.000.00 40.00 20.500.00 17.000.00 8.00 60.00 5.150.00 10.300.000.000.00 20.00 11.00 11.000. bancários .00 5. bancários .000.000.00 140.00 26.000.00 50.00 500.500.00 2.00 25.000.950.00 10.00 30.

000.000.000.500.500.00 250.000.00 1.000.00 500.000.500.00 3.000.000.00 415.500.00 12.400.00 150.00 200.00 407.00 15.575.500.00 105.000.00 320.00 Página 46 de 47 .00 15.00 200.00 9.00 2.000.000.00 150.400.00 2.00 9.00 50.000.00 1.000.00 250.000.00 460.000.00 150.000.00 64.00 150.00 525.00 5.000.00 750.000.00 300.00 1.000.000.00 800.00 25.00 870.00 15.000.000.00 175.00 30.000.00 200.000.00 500.400.00 75.000.000.000.000.000.00 200.000.00 1.00 700.00 30.00 25.00 12.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I 316 317 3172 3176 318 3182 3186 32 33 35 36 37 372 38 382 383 39 392 393 396 41 414 4142 42 421 422 423 426 43 431 44 447 448 449 48 481 4812 482 4822 4823 4826 483 4831 51 53 56 57 571 572 59 62 63 64 Matérias-primas Devoluções de compras Mercadorias Matérias-primas Descontos e abatimentos em compras Mercadorias Matérias-primas Mercadorias Produtos Acabados e Intermédios Produtos e Trabalhos em Curso Matérias-primas Adiantamentos por Conta de Compras Mercadorias Regularização de Existências Mercadorias Produtos acabados e intermédios Ajustamentos de Existências Mercadorias Produtos acabados e intermédios Matérias-primas Investimentos Financeiros Investimentos em imóveis Edifícios e outras construções Imobilizações Corpóreas Terrenos e recursos naturais Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento administrativo Imobilizações Incorpóreas Despesas de instalação Imobilizações em Curso Adiant por conta de investimentos financeiros Adiant por conta de imobilizações corpóreas Adiant por conta de imobilizações incorpóreas Amortizações Acumuladas De investimentos em imóveis Edifícios e outras construções De imobilizações corpóreas Edifícios e outras construções Equipamento básico Equipamento administrativo De imobilizações incorpóreas Despesas de instalação Capital Prestações Suplementares Reservas de Reavaliação Reservas Obrigatórias Reservas legais Reservas estatutárias Resultados Transitados Fornecimentos e Serviços Externos Impostos Custos com o Pessoal 20.00 150.00 15.00 9.00 5.000.250.00 5.00 60.500.000.000.00 4.500.

000.00 1.000.000.500.850.ESCOLA SUPERIOR DE GESTÃO DE TOMAR Contabilidade Geral I 641 642 645 646 647 648 65 66 67 68 681 683 684 686 688 69 71 711 712 717 7171 718 7182 72 73 74 76 78 781 7811 7815 783 786 788 79 Remunerações do órgãos sociais Remunerações do pessoal Encargos sobre remunerações Seguros de acidentes no trabalho Custos de acção social Outros custos com o pessoal Outros Custos e Perdas Operacionais Amortizações do Exercício Provisões do Exercício Custos e Perdas financeiras Juros suportados Amortizações de investimentos em imóveis Provisões para aplicações financeiras Descontos de pronto pagamento concedidos Outros custos e perdas financeiras Custos e Perdas Extraordinárias Vendas Mercadorias Produtos acabados e intermédios Devoluções de vendas Mercadorias Descontos e abatimentos em vendas Produtos acabados e intermédios Prestações de Serviços Proveitos Suplementares Subsídios à Exploração Outros Proveitos e Ganhos Operacionais Proveitos e Ganhos Financeiros Juros obtidos Depósitos bancários Outras aplicações de tesouraria Rendimentos de imóveis Descontos de pronto pagamento obtidos Outros proveitos e ganhos financeiros Proveitos e Ganhos Extraordinários 1.00 700.00 150.00 3.150.000.00 3.000.00 33.00 15.00 10.500.00 31.00 2.833.00 6.000.500.000.00 45.00 1.00 50.00 1.00 200.000.00 6.00 156.00 95.00 500.000.00 2.00 100.000.00 550.000.00 300.00 90.000.000.00 TOTAIS Página 47 de 47 .00 9.00 4.00 3.500.850.050.00 250.00 50.500.000.000.000.500.00 195.000.500.00 2.00 10.833.250.00 20.700.000.000.00 750.000.00 1.00 3.

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