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CelulasŴ1ronco

CLLULASŴ1kCNCC LM8kICNÁkIAS (LeLlcla)

As celulasŴLronco embrlonárlas são esLudadas desde o seculo 19ţ mas só há 20 anos dols
grupos lndependenLes de pesqulsadores consegulram lmorLallzáŴlasţ ou se[aţ culLlváŴlas
lndeflnldamenLe em laboraLórloŦ Þara lssoţ uLlllzaram celulas reLlradas da massa celular lnLerna
de blasLoclsLos (um dos esLáglos lnlclals dos embrlões de mamlferos) de camundongosŦ Lssas
celulas são conhecldas pela slgla LSţ do lnglôs embryonlc sLem cells (celulasŴLronco
embrlonárlas)ţ e são denomlnadas plurlpoLenLesţ pols podem prollferar lndeflnldamenLe ln
vlLro sem se dlferenclarţ mas Lambem podem se dlferenclar se forem modlflcadas as condlções
de culLlvo (flgura abalxo) Ŧ ue faLoţ e preclso culLlvar as celulas LS sob condlções mulLo
especlals para que prollferem e conLlnuem lndlferencladasţ e enconLrar essas condlções fol o
grande desaflo vencldo pelos clenLlsLasŦ

As celulasŴLronco embrlonárlas são denomlnadas plurlpoLenLesţ porque podem prollferar
lndeflnldamenLe ln vlLro sem se dlferenclarţ mas se dlferenclam se forem alLeradas as
condlções de culLlvoŦ

CuLra caracLerlsLlca especlal dessas celulas e queţ quando relnLroduzldas em embrlões de
camundongoţ dão orlgem a celulas de Lodos os Lecldos de um anlmal adulLoţ mesmo as
germlnaLlvas (óvulos e espermaLozóldes)Ŧ Apenas uma celula LSţ no enLanLoţ não e capaz de
gerar um embrlãoŦ lsso slgnlflca que Lals celulas não são LoLlpoLenLesţ como o óvulo ferLlllzadoŦ

A dlsponlbllldade de celulas LS de camundongos Lornou corrlquelra a manlpulação geneLlca
desses anlmalsŦ A posslbllldade de lnLroduzlr ou ellmlnar genes nas celulas LS ln vlLro e depols
relmplanLáŴlas em embrlões permlLlu gerar camundongos Lransgônlcos (que expressam genes
exógenos) e knockouLs (que não Lôm um ou mals genes presenLes em anlmals normals)
essenclals para mulLas pesqulsas (flgura abalxo)Ŧ As celulasŴLronco modlflcadas podem orlglnar
aLe celulas germlnaLlvas nos anlmals Lransgônlcos adulLosţ permlLlndo em mulLos casos a sua
reproduçãoŦ Lsses anlmals Lôm a[udado a caracLerlzar mulLas doenças humanas resulLanLes de
alLerações geneLlcasŦ

lnLroduzlndo ou ellmlnando genes nas celulas LS ln vlLro e em segulda relmplanLandoŴas em
embrlões fol posslvel gerar camundongos Lransgônlcos (que expressam genes exógenos) e
knockouLs (que não Lôm ou não expressam um ou mals genes presenLes em anlmals normals)Ŧ

C faLo de as celulas LS relnLroduzldas em embrlões de camundongo gerarem Llpos celulares
lnLegranLes de Lodos os Lecldos do anlmal adulLo revela que elas Lôm poLenclal para se
dlferenclar Lambem ln vlLro em qualquer desses Llposţ de uma celula da pele a um neurônloŦ
na verdadeţ várlos laboraLórlos [á consegulram a dlferenclação de celulas LS de camundongosţ
em culLuraţ em Llpos Lão dlsLlnLos quanLo às celulas hemaLopoleLlcas (precursoras das celulas
sangulneas) e as do slsLema nervoso (neurônlosţ asLróclLos e ollgodendróclLos)ţ enLre ouLras
(flgura abalxo)Ŧ

LsLudos em laboraLórlos de várlos palses [á consegulram que as
celulasŴLronco embrlonárlas se dlferenclassemţ em culLuraţ em dlversos Llpos celularesŦ

A capacldade de dlreclonar esse processo de dlferenclação permlLlrla queţ a parLlr de celulasŴ
Lronco embrlonárlasţ fossem culLlvados conLroladamenLe os mals dlferenLes Llpos celularesţ
abrlndo a posslbllldade de consLrulr Lecldos e órgãos ln vlLroţ na placa de culLuraţ Lornando
vlável à chamada bloengenharlaŦ

Lsse sonho bloLecnológlco LornouŴse um pouco mals real em 1998ţ quando o blólogo !ames
1homson e sua equlpe consegulramţ na unlversldade de Wlsconsln (LsLados unldos)ţ
lmorLallzar celulas LS de embrlões humanosŦ no mesmo anoţ Lambem foram lmorLallzadas
celulas embrlonárlas germlnaLlvas humanas (LCţ do lnglôs embryonlc germ cells)ţ derlvadas
das celulas reproduLlvas prlmordlals de feLosţ pelo embrlologlsLa !ohn CearharLţ da
unlversldade !ohns Popklns (LsLados unldos) e equlpeŦ Como as LSţ as LC Lambem são
plurlpoLenLesţ ou se[aţ podem gerar qualquer celula do organlsmo adulLoŦ

A dlsponlbllldade de celulas LS e LC humanas abrlu horlzonLes lmpensávels para a medlclnaţ
mas Lambem Lrouxe complexos problemas eLlcoŴrellglososŦ Se [á podemos lmaglnar o culLlvo
de celulas LS humanas gerando neurônlos em culLuraţ que subsLlLulrlam celulas nervosas
danlflcadas em doenças como as de Þarklnson e de Alzhelmerţ não podemos esquecer que
esse culLlvo e felLo a parLlr de celulas reLlradas de embrlões humanosţ e para lsso eles
preclsam ser sacrlflcadosŦ Alem dlssoţ com a dlsponlbllldade de celulas LS humanas e com as
experlônclas de Lransferôncla nuclearţ a clonagem de seres humanos LornouŴse uma
posslbllldade cada vez mals realŦ

ulanLe de quesLões Lão polômlcasţ e preclso que a socledade como um Lodo se manlfesLeţ
aLraves de seus leglsladoresţ e deflna o que e soclalmenLe acelLável no uso de celulasŴLronco
embrlonárlas humanas para flns medlcosŦ lnacelLável e lmpedlr o progresso clenLlflco baseado
na premlssa de que o uso do conheclmenLo pode lnfrlnglr concelLos rellglosos ou moralsŦ C
Congresso dos LsLados unldos parece Ler chegado a essa conclusão ao auLorlzar recenLemenLe
o uso de celulas LS humanas nas pesqulsas flnancladas pelo naLlonal lnsLlLuLes of PealLh (nlP)Ŧ

CLLULASŴ1kCNCC ADUL1AS (Crelca)

Lm 1998ţ a equlpe lLallana llderada pela blóloga Clullana lerrarlţ do lnsLlLuLo San 8afaelleŴ
1elleLhonţ apresenLou o prlmelro relaLórlo sobre as proprledades das celulasŴLronco adulLasŦ
Cs pesqulsadores esLabeleceram que celulasŴLronco de medula óssea podem dar orlgem a
celulas musculares esqueleLlcas e podem mlgrar da medula para reglões lesadas no musculoŦ
LsLudos recenLes consLaLaram que alem da peleţ do lnLesLlno e da medula ósseaţ ouLros
Lecldos e órgãos humanos Ŵ flgadoţ pâncreasţ musculos esqueleLlcos (assoclados ao slsLema
locomoLor)ţ Lecldo adlposo e slsLema nervoso Ŵ Lôm um esLoque de celulasŴLronco e uma
capacldade llmlLada de regeneração após lesõesŦ

Mals recenLe alnda e a ldela de que essas celulasŴLronco adulLas são não apenas mulLlpoLenLes
(capazes de gerar os Llpos celulares que compõem o Lecldo ou órgão especlflco onde esLão
slLuadas)ţ mas Lambem plurlpoLenLes (podem gerar celulas de ouLros órgãos e Lecldos)Ŧ A
plurlponLeclalldade fol demonsLrada pela equlpe de clenLlsLas llderados pelos neuroblólogos
ChrlsLopher 8[ornsonţ da unlversldade de WashlngLonţ SeaLLleţ uSA e Angelo vescovlţ do
lnsLlLuLo naclonal neurológlco de Mllãoţ lLállaţ em [anelro de 1999Ŧ Cs pesqulsadores
demonsLraram que uma celulaŴLronco adulLa derlvada de um Lecldo alLamenLe dlferenclado e
com llmlLada capacldade de prollferação pode segulr um programa de dlferenclação
LoLalmenLe dlverso se colocada em um amblenLe adequadoŦ 1ambem delxou claro que o
poLenclal de dlferenclação das celulasŴLronco adulLas não e llmlLado por sua orlgem
embrlológlcať celulas neurals Lôm orlgem no ecLoderma e celulas sangulneas vôm do
mesoderma embrlonárloŦ Lssa plurlpoLenclalldade das celulasŴLronco adulLas ellmlna não só as
quesLões eLlcoŴrellglosasţ envolvldas no emprego das celulasŴLronco embrlonárlasţ mas
Lambem os problemas de re[elção lmunológlcaţ [á que celulasŴLronco do próprlo paclenLe
adulLo podem ser usadas para regenerar seus Lecldos ou órgãos lesadosŦ lnfellzmenLeţ a
plurlpoLenclalldade das celulasŴLronco adulLas Lem sldo conLesLada por esLudos desenvolvldos
em dlversos laboraLórlosţ Lornando alnda mals necessárlo que os clenLlsLas possam lnvesLlgar
o uso de celulasŴLronco embrlonárlas humanas nas Leraplas celularesţ comparandoŴas com as
celulasŴLronco adulLasŦ

CosLarla de enfaLlzar que as celulasŴLronco auLólogas (do próprlo lndlvlduo) de qualquer fonLe
não curam as doençasţ pols não corrlgem as causas da doença se[a ela lnfecclosaţ amblenLal ou
geneLlcaŦ Llas permlLem que se regenere os órgãos afeLadosţ mas se a causa da doença não for
removldaţ o órgão será novamenLe lesadoŦ Sendo asslmţ e lmporLanLe que se possa con[ugar
as Leraplas celulares com a gônlcaţ por exemploţ na cura de doenças de orlgem geneLlcaŦ lsLo
requer a manlpulação geneLlca das celulasŴLronco do lndlvlduo para corrlglr o defelLo geneLlco
anLes de ln[eLáŴlas no paclenLeŦ Se a doença for de causa lnfecclosa ou amblenLal e preclso que
alem da Lerapla celular se remova o agenLe lnfeccloso ou amblenLal causador da doençaŦ

LxlsLe a posslbllldade da uLlllzação de celulasŴLronco heLerólogas (de lndlvlduos dlferenLes do
recepLor) mas alnda há mulLa dlscussão a respelLo de problemas de re[elção lmunológlca com
esLas celulasŦ Aqul novamenLe há alnda necessldade de mulLa pesqulsaŦ

1LCIDC nLMA1CÞCIL1ICC (uela e Crelca)

As celulasŴLronco mals bem conhecldasţ são as celulasŴLronco do Lecldo hemaLopoleLlcoţ
ldenLlflcadas por 1lll e McCulock há mals de 40 anosŦ 8ecenLemenLeţ ouLros Lecldos Llveram
suas celulasŴLronco ldenLlflcadas como do slsLema nervosoţ flgadoţ pele e mucosasţ lnLesLlnos
e aLe mesmo coraçãoŦ

nematopo|ese

C Lecldo hemaLopoleLlco se desenvolve na vlda adulLa de manelra hlerarqulzadaŦ A Celula
1ronco PemaLopoleLlca (C1P) e mulLlpoLenLe e lmorLalţ ou se[aţ apresenLa poLenclal para
dlferenclarŴse em qualquer celula hemaLopoleLlca e pode ao longo prazo gerar ouLras celulasŴ
LroncoŦ As C1P orlglnam as Celulas ÞrogenlLoras PemaLopoleLlcas (CÞrP)ţ que são celulas
deLermlnadas às dlferenLes llnhagens hemaLopoleLlcasţ com alLo poLenclal e Laxa de
prollferaçãoŦ Lssas por sua vez orlglnam as Celulas Þrecursoras PemaLopoleLlcas (CÞP) e
Celulas Maduras (CM) do sangue e de ouLros órgãosţ sendo LoLalmenLe dlferencladas morfo e
funclonalmenLeŦ

no slsLema hemaLopoleLlcoţ o papel das celulasŴLronco e mulLo claroŦ Þor horaţ produzlmos 1Ŵ
3x109 celulas vermelhas e 1Ŵ3x109 celulas brancasŦ A produção desses Llpos celularesţ os Lrôs
prlnclpals denLre ouLros elemenLos celulares do sangueţ e consLanLe e necessárla [á que a mela
vlda das celulas sangulneas e mulLo curLaţ sendo em alguns casos da ordem de horasŦ A
homeosLasla do Lecldo sangulneo e rlgldamenLe regulada e qualquer alLeração nessa dlnâmlca
enLre morLe e produção celular resulLa em algum processo paLológlcoŦ Þor exemploţ quando
não há produção de celulas novas ou há morLe em excesso de celulas dlferencladasţ Lemos
aplaslas ou anemlasŦ Þor ouLro ladoţ quando Lemos uma produção exacerbada de novas
celulas ou uma reslsLôncla malor de celulas dlferencladas à morLeţ Lemos neoplaslas ou
cânceresŦ Lsses desequlllbrlos Lambem ocorrem em Lecldos de ouLra orlgem como Lecldo
nervosoţ con[unLlvos (ossoţ carLllagem) e Lecldos epldermals (peleţ lnLesLlnosţ esLômagoţ e
glândulas)Ŧ

CLLULAS DC SANGUL DL CCkDÂC UM8ILICAL L C 8ANCC Þ08LICC

C sangue de cordão umblllcal e placenLárlo e o que clrcula aLraves da placenLa e cordão
umblllcalţ levando oxlgônlo e nuLrlenLes do sangue maLerno para o feLo e reLornando para a
placenLa para ser purlflcadoŦ

A função da placenLa na Lroca de gases para o feLo e semelhanLe à do slsLema resplraLórloŤ há
uma membrana separando duas correnLes de sangue e a Lransferôncla de gases e felLa por
dlfusãoŦ

A gllcose e ouLros nuLrlenLes aLravessam a membrana das vllosldades placenLárlas para o feLo
e os elemenLos de excreção feLalţ passam no senLldo oposLoţ por mecanlsmos de dlfusãoŦ

no 8rasll são felLos anualmenLe cerca de 2ţ3 LransplanLes de medula por mllhão de hablLanLes
conLra uma medla de 7 a 10 nos palses desenvolvldosŦ As llmlLações são os cusLos do
procedlmenLo e a balxa dlsponlbllldade de doadores compaLlvelsŦ A consequôncla para o
paclenLe e um Lempo de espera em Lorno de um anoţ lnfellzmenLe longo demals em mulLos
casosŦ uma alLernaLlva para aumenLar a dlsponlbllldade de doadoresţ e reduzlr o cusLo do
LransplanLeţ e o uso de sangue de cordão umblllcal (SCu)ţ rlco em celulasŴLronco e que pode
ser usado para reconsLlLulção hemaLopoeLlcaŦ As celulas de SCu são menos lmunorreaLlvas
que as da medula ósseaţ permlLlndo o uso em LransplanLes nãoŴaparenLados ldônLlcos ou
parclalmenLe ldônLlcos com menos compllcaçõesŦ As celulas de SCu podem ser
crlopreservadas e bancos publlcos dessas celulas exlsLem em várlos palsesţ desLacandoŴse a
lnlclaLlva panŴeuropela LurocordŦ Lm 2003 esses bancos [á dlspunham de 130Ŧ000 unldades de
SCu dlsponlvels para LransplanLe e 3Ŧ000 LransplanLes [á havlam sldo felLos desde 1998ţ com
alLa Laxa de sucessoŦ

C banco publlco possul lmporLanLes vanLagens sobre o congelamenLo prlvado de SCuŦ A mals
lmporLanLe e que o LransplanLe auLólogo (com celulas do próprlo paclenLe) Lem resulLado plor
do que o alogônlco (com celulas de um doadorţ aparenLado ou não) em casos de leucemlaţ
lmunodeflclônclas e anemla aplásLlcaŦ Alem dlssoţ a probabllldade de que uma crlança vá
preclsar de suas próprlas celulas eţ segundo a malorla dos esLudosţ mulLo balxa (1ť100Ŧ 000)ţ
não [usLlflcando os cusLos do depóslLo para uso próprloŦ

ÞkINCIÞAIS IN1LkLSSLS NC USC DAS CLLULASŴ1kCNCC (Ana)

· 8lologla báslca do desenvolvlmenLo Ŵ compreensão do desenvolvlmenLo humano normal e
anormalŤ

· LsLudo das doenças humanas em modelos anlmals Ŵ celulasŴLronco de raLos poderlam
lncorporar genes humanos muLados (lŦeŦţ com erros geneLlcos) de doenças em parLlcularŤ

· CulLura de llnhagens celulares especlallzadas Ŵ poderlam ser uLlllzadas para esLudos de
farmacologla e LesLes Loxlcológlcosţ por exemploţ pela verlflcação de como populações puras
de celulas especlflcas dlferencladas respondem a novos produLos medlclnalsŤ

· 1erapla gônlca Ŵ as celulas poderlam ser usadas como veLores para enLrega de genesŦ uma
apllcação práLlca em esLudos cllnlcos e o uso da celulaŴLronco hemaLopoleLlca modlflcada
geneLlcamenLe para LornáŴla reslsLenLe ao PlvŤ
· Þrodução de llnhagens celulares especlflcas para LransplanLes Ŵ esLa e a apllcação LerapôuLlca
mals promlssora das celulasŴLroncoŦ C ob[eLlvo malor e dlrlglr a dlferenclação da celulaŴLronco
plurlpoLenLe para produção de populações puras e saudávels de Llpos celulares a serem
usados para reparar Lecldos doenLes ou ln[urladosţ por exemploţ celulas do musculo cardlacoţ
celulas pancreáLlcas para produção de lnsullnaţ celulas hepáLlcasţ celulas neurals e mesmo
celulas para LraLamenLo de algumas formas de câncerŤ esLe e o camlnho para Medlclna
8egeneraLlvaŦ

AÞLICAÇÔLS LM CAkDICLCGIA

Lm cardlologla as C1P auLólogas (coleLadas da medula óssea do próprlo paclenLe) são alnda as
celulas de escolha para uso em procedlmenLos que vlsam a regenerar o musculo cardlaco
afeLado por lnfarLoŦ lnsuflclônclas cardlacas causadas por perda ou dlsfunção de celulas
musculares no coração aLlngem cerca de 4Ŧ8 mllhões de pessoas nos LuAţ com cerca de
400Ŧ000 novos casos por anoţ e uma Laxa de morLalldade superlor a 30Ʒ denLro dos clnco
prlmelros anos após o dlagnósLlco lnlclal (nlP reporLţ 2001)Ŧ

C emprego de C1 pode aLenuar danos causados ao coração em decorrôncla de hlperLensãoţ
lnsuflclôncla crônlcaţ doença da arLerla coronárla ou aLaque cardlacoţ conLrlbulndo para uma
redução da Laxa de morbldadeŦ LsLudos preŴcllnlcos com modelos anlmals de lnfarLo agudo do
mlocárdlo consLaLaram a regeneração de musculo e a formação de neoŴvasos em área
lnfarLadaţ após LransplanLes de C1 alogônlcosŦ Lm seres humanosţ esses resulLados foram
conflrmados em esLudos de fase l com C1P mulLlpoLenLes da medula óssea e mloblasLos
esqueleLlcosţ abrlndo a posslbllldade do uso de celulas auLólogas nesses procedlmenLosŦ

ÞresenLemenLeţ lnvesLlgaŴse com qual populaçãoţ ou populações de C1 adulLasţ se obLôm os
melhores resulLados em Lermos de reparo muscular e revascularlzaçãoţ havendo grande
lnLeresse nos progenlLores endoLellals (angloblasLos) e nas celulas mesenqulmals da medula
ósseaŦ nessa llnhaţ o lLÞ AlberL LlnsLeln e o uepLoŦ de Cardlologla do PosplLal AlberL LlnsLeln
desenvolvem um pro[eLo para o uso de C1 auLólogas no LraLamenLo de volunLárlos com
cardlomlopaLla lsquômlcaţ com os prlmelros LransplanLes prevlsLos para o flnal de 2004Ŧ

AÞLICAÇÔLS LM NLUkCLCGIA

LnLre as prlmelras apllcações da Lerapla celular em neurologla esLá o LraLamenLo da esclerose
mulLlplaţ uma doença lnflamaLórla crônlca do slsLema nervoso cenLralţ de naLureza auLolmuneţ
com deflclL neurológlco progresslvoŦ C LraLamenLo convenclonal emprega drogas
lmunossupressorasţ mas há casos refraLárlos onde à Lerapla celular com C1P aparece como
alLernaLlvaŦ C procedlmenLo conslsLe em lnLensa lmunossupressão por qulmloLerapla e /ou
radloLeraplaţ segulda da reconsLlLulção do slsLema lmune com C1P auLólogas ou alogônlcasŦ
Cu se[aţ procuraŴse ellmlnar as celulas do slsLema lmune do paclenLe que esLão agredlndo seu
slsLema nervoso e subsLlLulŴlas por novas celulas derlvadas das C1PŦ no hosplLal AlberL LlnsLeln
esLá em execução um esLudo plloLo onde as C1P do paclenLe com esclerose mulLlpla refraLárla
são moblllzadas para a clrculação perlferlca com o uso de deLermlnadas drogasţ coleLadas e
congeladasŦ A segulr o paclenLe submeLeŴse à lmunossupressão com qulmloLerapla eţ depolsţ à
reconsLlLulção hemaLopoleLlcaţ felLa com suas próprlas C1P que havlam sldo congeladasŦ
ÞroLocolos de pesqulsa desse Llpo esLão em execução em dlversas lnsLlLulções no mundo com
resulLados saLlsfaLórlosť cerca de 70Ʒ dos paclenLes apresenLam melhora ou esLablllzação do
quadroŦ

C próxlmo desaflo nessa área são as doenças cerebroŴvascularesŦ C lnLeresse mals lmedlaLo e
o emprego de C1 na redução de morbldade após o acldenLe vascular cerebral lsquômlco
(AvCl)ţ uma doença com alLas Laxas de morLalldade e morbldade no 8rasllŦ Lm raLos [á esLá
demonsLrado que a lnfusão endovenosa de celulas esLromals da medula óssea lnduz
anglogônese na zona perlŴlsquômlca pós AvClŦ Mals alndaţ em camundongos fol verlflcado o
apareclmenLo de celulas endoLellas e de celulas expressando o marcador neuronal neuŴn após
Lransferôncla de celulas de medula óssea em anlmals submeLldos à lsquemla cerebral
experlmenLalŦ Lssa plasLlcldadeţ com o apareclmenLo con[unLo de precursores neuronals e
endoLellals na área lsquômlcaţ abre grandes esperanças para o uso de C1 em Leraplas celulares
neuroŴresLauraLlvasŦ Lsse mesmo camlnho deverá ser Lrllhado para o uso de C1 auLólogas na
redução de morbldade em casos de lesão da medula esplnhalŦ 1odas essas pesqulsas
envolvemţ prellmlnarmenLeţ a ldenLlflcação ln vlLro dos faLores de dlferenclação e de
dlreclonamenLo das C1 ao Lecldo alvo do LraLamenLoŦ

ÞLkSÞLC1IVAS IU1UkAS (8runa)

C poLenclal LerapôuLlco das C1 vem se aflrmando como alLamenLe promlssorŦ A caracLerlzação
cada vez mals deLalhada de novos Llpos de C1 em Lecldos maduros e a exploração de fonLes
alLernaLlvas de C1ţ como o sangue de cordão umblllcalţ e uma llnha de pesqulsa relevanLe no
rumo da medlclna regeneraLlvaŦ Mas não e o unlco camlnho a ser Lrllhado nesse rumoŦ ue
grande lnLeresse e Lambem o esLudo das C1LŦ C uso de C1L esLá na agenda dos governos em
mulLos palsesţ com forLes pressões a favor e conLra o uso de blasLoclsLos humanos orlundos de
ferLlllzação ln vlLro como fonLe dessas celulas (12)Ŧ MulLos palsesţ como os LuAţ llberaram os
esLudos com as llnhagens de C1L [á exlsLenLes (cerca de 78)ţ mas prolblram LemporarlamenLe
a obLenção de novas llnhagensŦ CuLrosţ como o 8elno unldo e lsraelţ Lôm posLura llberal
quanLo ao uso experlmenLal de embrlõesŦ no 8rasllţ no momenLo em que esLe arLlgo e escrlLoţ
a slLuação alnda esLá lndeflnldaŦ L absoluLamenLe cerLo que a pesqulsa com C1L pode abrevlar
o Lempo necessárlo para se domlnar os camlnhos que levam as C1 a se Lransformar em celulas
do sangueţ dos musculos ou do slsLema nervosoŦ LxlsLe a posslbllldade de queţ para algumas
apllcações LerapôuLlcasţ essas celulas venham a se mosLrar lmpresclndlvelsŦ A comunldade
clenLlflca não pode arblLrar esse debaLeţ onde se [oga uma parLe do fuLuro de Loda a
humanldadeţ mas deve dele parLlclpar aLlvamenLe porque a dlfusão do conheclmenLo e
lndlssoclável da aLlvldade de pesqulsaŦ


CÂNCLkť ƍDLSDIILkLNCIAÇÂCƍ CU DCLNÇA DA CLLULAŴ1kCNCC?

ClasslcamenLeţ aprendemos que um câncer e uma celula lmorLalţ ou que e uma celula que
apresenLa caracLerlsLlcas embrlonárlas polsţ como mulLos Lecldos embrlonárlosţ e uma celula
que não apresenLa um esLado de dlferenclação claro eţ ao mesmo Lempoţ apresenLa uma
noLórla capacldade de prollferaçãoŦ Lsse concelLo evolulu para ƍo câncer e uma celula lncapaz
de dlferenclarŴseƍ refleLlndo o anLlgo concelLo de celulas com caracLerlsLlcas embrlonárlas no
lndlvlduo adulLoŦ

ALualmenLeţ o concelLo de um câncer como uma doença de celulas que não se dlferenclaram
ou que perderam seus mecanlsmos de conLrole de prollferação evolulu para ƍo câncer e uma
doença da celulaŴLroncoƍŦ

lnlclalmenLeţ aprendemos que um câncer Lem uma capacldade de prollferação lllmlLadaŦ
ConLudoţ o que parece e que um Lumorţ se[a um Lumor sólldoţ se[a uma leucemla (câncer das
celulas do sangue)ţ se comporLa como uma unldade Lecldualţ com uma dlnâmlca de renovação
que envolve prollferação e morLe de uma população celular heLerogôneaŦ LsLa
heLerogeneldade aparece prlnclpalmenLe em relação ao poLenclal prollferaLlvo dessa
populaçãoŦ

LLUCLMIASť UM MCDLLC LNkIÇULCLDCk

Se pensarmos numa leucemla da manelra clásslca descrlLa no lLem anLerlorţ na qual Lodas as
celulas são capazes de prollferação lllmlLadaţ qualquer celula purlflcada de uma população de
celulas leucômlcas serla capaz de prollferar lndeflnldamenLe LanLo ln vlLro quanLo ln vlvoŦ A
parLlr da decada de 60ţ pesqulsadores como 8ruce e Caagţ Wodlnskyţ enLre ouLrosţ e
posLerlormenLe Þark e seus colaboradores no lnlclo dos anos 70ţ apresenLaram as prlmelras
evldônclas de que lsso não era verdadeŦ Lsses ulLlmos evldenclaram que apenas 1 a 4Ʒ de
celulas leucômlcas de camundongos eram capazes de formar colônlas quando Lransferldas
para ouLro anlmal geneLlcamenLe ldônLlcoŦ

A or|gem da có|u|a tronco |eucôm|ca (C1L)

uma deLermlnada leucemla pode ser vlsLa como um Lecldo hemaLopoleLlco anormal lnlclada
por C1Ls que sofrem uma desenvolvlmenLo aberranLe e pouco conLroladoŦ As C1Ls podem ser
C1Ps que se Lornaram leucômlcas como resulLado de alLerações acumuladas (1) ou
progenlLores mals compromeLldos que readqulrlram capacldade de auLorenovação da celula
Lronco (2)Ŧ

Mals recenLemenLeţ lsso fol demonsLrado para leucemlas humanasţ por 8lalr e colaboradores
e 8onneL e ulckŦ uLlllzando camundongos lmunodeflclenLes (anlmals desprovldos de slsLema
lmune e porLanLo lncapazes de re[elLar qualsquer celulas)ţ mosLraram que apenas uma fração
de celulas leucômlcas de leucemla mlelólde aguda (LMA) era capaz de gerar doença (por
exemploţ prollferar)Ŧ Lssa população correspondla à fração com caracLerlsLlcas de celulasŴ
Lroncoţ slmllares às celulasŴLronco hemaLopoleLlcasŦ Mals do que lssoţ mosLraram que as
ouLras populaçõesţ que não apresenLam as caracLerlsLlcas da celulaŴLroncoţ não eram capazes
de gerar a doença e que a frequôncla das celulas capazes de gerar doença era exLremamenLe
balxaţ varlando de 0ţ2 a 1Ʒ da população LoLal de celulas doenLesŦ

MulLas leucemlasţ e alguns Lumores sólldos Lambemţ apresenLam anormalldades geneLlcas
queţ por sua vezţ caracLerlzam a paLologla ouţ por ouLras vezesţ correlaclonam com o
prognósLlco da doençaŦ ue qualquer formaţ Lals anormalldades nos gensţ que envolvem
deleções ou Lranslocações de cromossomos ou suas parLes servem para ldenLlflcar essas
celulas Lumorals e Lalvez sua orlgemŦ Alnda na leucemla mlelólde aguda (LMA)ţ a anormalldade
cromossômlca mals comum e a Lranslocação de parLe do cromossomo 8 que se [usLapõe ao
cromossomo 21ţ ldenLlflcado como um LranscrlLo qulmerlco chamado AML1ŴL1CŦ Lm
paclenLes em remlssão da LMAţ o LranscrlLo AML1ŴL1Cţ pode ser enconLrado nas celulasŴ
Lronco hemaLopoeLlcas normalsţ e as mesmas celulas quando lsoladas são capazes de gerar
celulas sangulneas normalsţ asslm como não foram capazes de gerar leucemlaŦ C que lndlca
que a Lranslocação ocorreu nas celulasŴLroncoţ mas alguma ou algumas alLerações a posLerlorl
foram necessárlas para a Lransformação mallgnaŦ lsLo e verdade em ouLros Llpos de leucemlasţ
como na leucemla mlelólde crônlcaţ onde um produLo de Lranslocação gônlca (especlflco dessa
leucemla) aparece não só nas celulas leucômlcasţ mas Lambem em celulas hemaLopoleLlcas
normals e Lambem em ouLros Llpos celulares como no endoLelloŦ LsLe ulLlmo Lem a mesma
orlgem embrlológlca que as celulas do sangueţ lndlcando que a Lranslocação ocorreu numa
celula Lronco embrlonárlaţ que orlglnou LanLo o Lecldo hemaLopoleLlco que se mallgnlzou
quanLo os vasos sangulneosţ que são normalsŦ

A manuLenção de um Lecldo Lumoral baseado em uma celula Lronco Lumoral leva a
compllcações blológlcas no curso da doençaŦ A malorla dos meLodos de LraLamenLo
qulmloLeráplcos Lôm como alvo celulas em prollferação (celulas vermelhas)Ŧ As celulas Lronco
(celulas azuls) são pouco frequenLes e qulescenLes porLanLo reslsLenLes a esses LraLamenLosŦ A
longo prazo elas volLam a compor um novo Lecldo Lumoral (1)Ŧ 8aseados nos esLudos da
blologla da celula Lroncoţ a dlferenclação das celulas Lronco Lumoralţ a Lornarla senslvel à
qulmloLerapla (2)Ŧ C mesmo aconLecerla ao esLlmular a prollferação da celula Lronco Lumoral
(celulas verdes Ŵ 3)Ŧ

AcredlLaŴse que a Lransformação mallgna se dá pelo acumulo de muLaçõesţ que podem ser
acompanhadas ou não de aberrações carloLlplcas (anomallas geneLlcas clLadas aclma)Ŧ A
probabllldade das alLerações ocorrerem se relaclona ao poLenclal prollferaLlvo da população
em quesLãoŦ Þor lssoţ essa Lransformação mallgna pode não ocorrer na celulaŴLroncoţ que e
uma celula com frequôncla qulescenLeţ mas pode ocorrer em seus progenlLoresţ que são
celulas que passam por várlos clclos de dlvlsão para expansão da população perlferlcaŦ ue faLoţ
podemos aLe propor que a balxa frequôncla das celulas Lronco adulLas somado a sua
qulescôncla a proLegem de mecanlsmos de Lransformação mallgnaŦ

CÂNCLk DL MAMA (bruna)

Asslm como o Lecldo hemaLopoleLlcoţ o Lecldo mamárlo possul celulasŴLronco capazes de gerar
dlversos Llpos celularesŦ

Se nos lembrarmos da função da mamaţ que e a produção de lelLe duranLe o perlodo de
gesLação e lacLaçãoţ podemos dlzer que a mama por excelôncla e um Lecldo dlspláslcoŦ
8esponde à gesLação com hlperLroflaţ prollferação e especlallzação de celulas eplLellals que
produzem lelLeţ regredlndo após a lacLaçãoŦ C Lecldo mamárlo e noLorlamenLe formado pelo
desenvolvlmenLo de ramlflcaçõesţ boLões mloeplLellals que adenLram o Lecldo adlposo
sub[acenLe quando em desenvolvlmenLoŦ Ao flnal das Lermlnações exlsLe um slLlo com celulas
Lldas como celulasŴLronco da mamať as mesmas geram celulas progenlLorasţ que dão orlgem a
uma camada exLernaţ mloeplLellalţ e ouLra população que forma uma camada lnLernaţ que se
dlferenclam para formar a luz do Lubo em desenvolvlmenLoŦ

AnalogamenLe às leucemlasţ o câncer de mama parece depender de uma celulaŴLronco para se
manLerţ porem um modelo baseado em celulasŴLronco para câncer de mama surglu apenas no
ano passado Ŧ

ue manelra slmllar ao reallzado com as leucemlas do slsLema hemaLopoleLlcoţ AlŴPa[[ e
colaboradores separaram dlversas subpopulações de celulas de câncer de mama em função da
presença de marcadores moleculares especlflcos e ln[eLaram em camundongos lmunoŴ
lncompeLenLesŦ uas várlas subpopulaçõesţ apenas uma fol capaz de gerar Lumores nesses
camundongosţ com Loda a heLerogeneldade celular presenLe na população orlglnalŦ Lsses
dados mosLram que Lambemţ nesLe casoţ há uma celulaŴLronco cancerosaţ e que apenas esLa e
LumorlgônlcaŦ

IMÞLICAÇÔLS (Ana)

A pesqulsa e caracLerlzação de celulasŴLronco Lumorals e cruclal no enLendlmenLo do câncer
enquanLo doençaŦ MulLas das lnformações que obLemos e derlvamos para o dlagnósLlcoţ
prognósLlco e LraLamenLo dessa paLologla derlva de populações heLerogôneasţ com dlferenLes
graus de maLuraçãoŦ Cada vez mals Lemos a noção de que o câncer e um Lecldo ou uma
unldade Lecldualţ que se desenvolve com suas próprlas celulasŴLroncoţ assumlndo um
cresclmenLo que não corresponde ao padrão do organlsmoŦ nesLe momenLoţ cada vez mals se
Lorna urgenLe à caracLerlzação das celulasŴLronco Lumorals para oLlmlzação das meLodologlas
de dlagnósLlco e avallação de prognósLlcoŦ um melhor ou plor prognósLlco esLá relaclonado à
frequôncla de celulasŴLronco em um LumorŦ A consequôncla dlreLa e a necessldade do
desenvolvlmenLo de esLraLeglas LerapôuLlcas que conslgam aLuar sobre as celulasŴLroncoţ e
não apenas sobre as celulas com alLo poLenclal prollferaLlvoţ porem com balxa capacldade de
auLorenovaçãoŦ Lssas esLraLeglas deverão conslderar a especlflcldade dos marcadores das
celulasŴLroncoţ sua balxa frequôncla e balxa Laxa de prollferação que a Lorna reslsLenLe aos
qulmloLeráplcos clcloŴdependenLesŦ Cuem sabeţ num fuLuro próxlmoţ novas formas de regular
o cresclmenLo e manuLenção da celulaŴLroncoţ esLarão dlsponlvels para o LraLamenLo das
doenças mallgnasŦ

DCLNÇAS AU1CŴIMUNLS (leLl)

As celulasŴLronco parecem ser um campo promlssor Lambem no LraLamenLo de doenças auLoŴ
lmunesţ Lals como a arLrlLe reumaLóldeţ o lupus erlLemaLoso slsLômlco e a nefrlLe luplcaŦ
Algumas experlônclas [á foram reallzadas pela equlpe de !ullo CŦ volLarelllţ do PosplLal das
Cllnlcas da laculdade de Medlclna de 8lbelrão ÞreLoţ da uSÞ (PClM8ÞŴuSÞ)Ŧ Lsses esLudos
empregam celulasŴLronco medulares do próprlo paclenLeţ das quals são separadas as
subpopulações não auLoŴlmunesţ que são relnLroduzldas nos paclenLesţ depols de passarem
por LraLamenLo com qulmloLeráplcosŦ A qulmloLerapla desLról as celulas defelLuosas do
slsLema lmuneŦ volLarelll e sua equlpe [á reallzaram o LransplanLe em 20 paclenLes porLadores
de dlferenLes doenças auLoŴlmunesţ obLendo resulLados anlmadoresŦ Cs pro[eLos de pesqulsa
enconLramŴse agora na fase que envolve a reallzação dos LransplanLes em um numero malor
de paclenLesţ em dlferenLes cenLrosţ a flm de comparar os resulLados obLldos com a Lerapla
convenclonal e a que se uLlllza das celulasŴLroncoŦ C próxlmo passoţ se for comprovada a
superlorldade do LraLamenLo com celulasŴLroncoţ será o de LornáŴlo dlsponlvel em hosplLals
publlcos e prlvadosŦ

LnLre as doenças auLoŴlmunes nas quals o LraLamenLo com celulasŴLronco esLá sendo LesLadoţ
enconLraŴse Lambem o dlabeLes mellLoŦ Þesqulsadores do nucleo de 1erapla Celular Molecular
(nucel)ţ do lnsLlLuLo de Culmlca da uSÞţ obLlveram resulLados poslLlvos na dlmlnulção dos
efelLos do dlabeLesţ aLraves de LransplanLes de llhoLas pancreáLlcasŦ !á os pesqulsadores do
hosplLal da uSÞ de 8lbelrão ÞreLoţ LenLam obLer resulLados semelhanLes uLlllzando uma
Lecnlca dlferenLeŦ A Lecnlca apllcada em 8lbelrão ÞreLo envolve a reLlrada das celulasŴLronco
do paclenLeţ que e enLão submeLldo à qulmloLerapla e à ação de lmunossupressoresţ para
enLão relnLroduzlremŴse as celulasŴLronco no próprlo paclenLeţ evlLandoţ asslmţ que as celulas
alLeradas do slsLema lmunológlco desLruam as celulas produLoras de lnsullna do pâncreasŦ

C 88ASlL (uela)

C 8rasll reallzou no dla 08/10/2004 numa menlna de 9 anos porLadora de leucemla llnfólde
aguda o prlmelro LransplanLe de medula óssea com cordão umblllcal coleLadoţ congelado e
dlsponlblllzado no palsŦ A lnformação fol dlvulgada por auLorldades medlcas em !auţ no
lnLerlor paullsLaţ onde o procedlmenLo fol reallzadoŦ C MlnlsLerlo da Saude anunclou a
lmplanLação no pals da rede 8rasllCordţ um banco de sangue publlco de cordões umblllcalsŦ

no 8rasll os LraLamenLos com celulasŴLronco são felLos apenas em grandes cenLros de
pesqulsaţ como os grandes hosplLals e somenLe para paclenLes que asslnam um Lermo de
consenLlmenLo e concordam em parLlclpar desses esLudos cllnlcosŦ

8ecenLemenLeţ o MlnlsLerlo da Saude aprovou um orçamenLo de 8$ 13 mllhões em Lrôs anos
para a pesqulsa das celulasŴLronco da qual parLlclpam alguns grandes hosplLals brasllelros
como o lnsLlLuLo do Coração Ŵ SÞţ lnsLlLuLo naclonal de Cardlologla de Laran[elras Ŵ 8!ţ enLre
ouLrosŦ Serão esLudadas as cardlopaLlas chagáslcas (decorrenLe da doença da Chagas)ţ o
lnfarLo agudo do mlocárdloţ a cardlomlopaLla dllaLada e a doença lsquômlca crônlca do
coraçãoŦ

Como a Lerapla uLlllza celulasŴLronco auLólogasţ o esLudo não sofre lnfluôncla da Lel de
8lossegurançaŦ Alem dessa grande pesqulsaţ o 8rasll esLá lnvesLlndo em Lerapla com celulasŴ
Lronco volLada a ouLras doençasţ como e o caso da dlsLrofla muscularţ esclerose mulLlplaţ
câncerţ LraumaLlsmo de medula esplnhalţ dlabeLes eLcŦ

Lm março de 2003ţ a Câmara dos uepuLados aprovou Ÿ com 332 voLos a favorţ 60 conLra e
uma absLenção Ÿ o pro[eLo que regulamenLa a produção e comerclallzação de organlsmos
geneLlcamenLe modlflcadosţ os Lransgônlcosţ e a pesqulsa com celulasŴLronco embrlonárlas
para flns LerapôuLlcosŦ

A Câmara dos uepuLados passou a auLorlzar a reLlrada de celulasŴLronco de embrlões
congeladosţ obLldos por ferLlllzação ln vlLroţ que foram armazenados há cerca de Lrôs anosţ
com o consenLlmenLo dos palsţ para serem uLlllzados em pesqulsasŦ Após quaLro anos de
armazenamenLoţ esses embrlões são descarLadosŦ

Cs laboraLórlos que vão desenvolver essas pesqulsas Lerão de obedecer às lels de
blossegurança e serão flscallzados por órgãos governamenLalsŦ

no 8rasllţ a Lel n°Ŧ 8Ŧ974ţ de 1993ţ veda a ƍmanlpulação geneLlca de celulas germlnals
humanasƍ e LraLa essa práLlca como crlmeţ flxando pena de deLenção de 3 meses a um anoŦ A
lnsLrução normaLlva n°Ŧ 8ţ de 1997ţ da Comlssão 1ecnlca naclonal de 8lossegurança (Cn18lo)ţ
reforça a prolblção de experlmenLos de clonagemŦ Þara flns LerapôuLlcos e permlLlda a
pesqulsa com celulasŴ Lroncoţ desde que não se[am embrlonárlas humanasŦ

A Lel de 8lossegurançaţ aprovada pela Câmara dos uepuLados no lnlclo de feverelro de 2004ţ
prolbe ƍa produção de embrlões humanos desLlnados a servlr como maLerlal blológlco
dlsponlvelƍŦ Þor ouLro ladoţ permlLe a ƍclonagem LerapôuLlca com celulas plurlpoLenLesƍţ o que
e uma grande conLradlção [á que a clonagem LerapôuLlcaţ como [á vlmosţ necessarlamenLe
envolve ƍa produção de embrlões humanos desLlnados a servlr como maLerlal blológlco
dlsponlvelƍŦ

Confusões concelLuals à parLeţ e uma lásLlma que o pals ceda às pressões de grupos rellglosos
e prolba de forma radlcal a pesqulsa com embrlões humanosŦ Concordo que esLe se[a um
maLerlal blológlco preclosoţ mas a prolblção LoLal represenLa um aLraso para o
desenvolvlmenLo da clôncla no palsŦ Þoderlamos crlar mecanlsmos de vlgllâncla e leglslações
que permlLlssem esse Llpo de pesqulsa por grupos quallflcadosţ credenclados de acordo com
sua capacldade demonsLrada na área Ŵ lsso fol felLo com mulLo sucesso em relação ao acesso a
maLerlals radloaLlvosţ por exemploŦ C 8rasll perde uma grande oporLunldade de Ler uma
vanLagem compeLlLlva na promlssora área de pesqulsa com C1s embrlonárlasŦ A permlssão
conLrolada nos Lornarla llderes nesse Llpo de pesqulsa na Amerlca LaLlnaţ aLralndo
pesqulsadores de ouLros palses que nos a[udarlam na formação de novos pesqulsadores nessa
áreaŦ uepols de LanLos anos de lnvesLlmenLo em pesqulsaţ Lemos os cerebrosţ Lemos a lnfraŴ
esLruLura Ŵ agora nos falLa a lelŦ

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