UNIVE RSIDADE DO VALE DO ITAJAI

LUCIANA KINDERMANN MEURER

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIO PARA ABERTURA DE UM PET SHOP NO BAIRRO ESTREITO EM FLORIANÓPOLIS/SC

Biguaçu 2008

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LUCIANA KINDERMANN MEURER

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIO PARA ABERTURA DE UM PET SHOP NO BAIRRO ESTREITO EM FLORIANÓPOLIS/SC

Trabalho de Conclusão de Estágio apresentado ao Curso de Administração do Centro de Ciências Sociais Aplicadas – Gestão da UNIVALI – Biguaçu, como requisito para obtenção do Título de Bacharel em Administração. Professora Orientadora: Cláudia Catarina Pereira, M.Sc.

Biguaçu 2008

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LUCIANA KINDERMANN MEURER

ELABORAÇÃO DE UM PLANO DE NEGÓCIO PARA ABERTURA DE UM PET SHOP NO BAIRRO ESTREITO EM FLORIANÓPOLIS/SC

Este trabalho de Conclusão de Estágio foi considerado adequado para a obtenção do título de Bacharel em Administração e aprovado pelo Curso de Administração, da Universidade do Vale do Itajaí, Centro de Educação de Biguaçu.

Área de Concentração:

Biguaçu, 27 de junho de 2008.

Profª. Cláudia Catarina Pereira, M.Sc. UNIVALI – CE de Biguaçu. Orientadora

Prof. Crisanto Soares Ribeiro, Esp. UNIVA LI – CE de Biguaçu

Prof.ª Maria Albertina Schmitz Bonin, M.Sc. UNIVA LI – CE de Biguaçu

Ao meu namorado. ao Chuck. Aos meus animais de estimação. Às m inhas amigas Silvane Gislon e Aline Sardá.4 Dedico este Trabalho de Conclusão de Estágio. e também me atura muitas vezes. minha Cunhada Marilívia. Ao m eu irmão e amigo. a Deus Pai que é o responsável pela nossa existência. viver. e ainda o Loro. sempre atenta e brincalhona me acompanha em tudo. cantam os e gritamos nos shows. ele diz “já vai”. que são responsáveis pelo meu estudo e pela minha existência. e os demais. Ao meu irmão Alexandre (in memorian). que é a mais nova na casa. me alegra. que sempre dedicado. meu cunhado João Gustavo. geniosa. à minha princesinha Mel.. mas chegou e conquistou o coração de todos com sua alegria. Jairo. que me apoiaram e tiveram paciência. por estarmos aqui. A todos meus companheiros de trabalho da Clínica Lovely Dog. meus sogros. que me deram educação. que me ajuda. até em cima dos livros ela participa comigo. am igo e com panheiro. sinto que sempre me deu forças de onde está. Milene. . mas que de alguma maneira fizeram parte da minha vida. cuidou da P upi e sempre cuida da casa. ajuda a atender o portão quando a campainha toca. me apoiando e auxiliando. A todas as pessoas que não citei acima. e podermos amar. lutar por um mundo melhor. à Fofs. que sempre dizem: “irmão é irmão né. que juntas rimos e choramos juntas. apóia. Adolfo e Zali. primeiramente. são amigas do peito. que mesmo não estando mais ao nosso lado. Aos meus pais. carinho. que delicada. verdinho e sempre na sua árvore.” não precisa dizer mais nada. e que eu amo. me consola. amor. sonhar. carinhosa. Eduardo e minha cunhada Danúbia. incentiva. que com toda paciência de pai e m ãe sempre supera e acolhe tudo. à Nadir. Pupi que me acom panhou por toda minha infância e juventude e foi inspiradora deste trabalho..

A s minhas amigas super poderosas Elayne Cristina Fuerback e Suzan Marques. pelas voltinhas depois da aula no barzinho de Biguaçu. que conheci na Universidade e fomos companheiras de todos os trabalhos. e pela dedicação. pela paciência em minhas dúvidas e trocas de temas do trabalho. pela sinceridade e amizade. A todos os professores do Curso de Administração pelo incentivo demonstrado. pela paciência nas aulas. . pelas risadas e pelos puxões de orelha. tarefas. pela paciência e carinho. encontros no barzinho com batatas fritas e vinho. comemorações. risadas. pelo acompanhamento e orientação de meu trabalho. pelos momentos bons e ruins. pelo carinho e amizade que desenvolvemos juntas. nos trabalhos.ª Claudia Catarina Pereira. choros. pelas correrias atrás do ônibus.5 AGRADECIMENTOS À Universidade do Vale do Itajaí. desabafos. À minha amiga especial Elizângela Gasperi. pela amizade. À orientadora Prof. companheirismo.

Biguaçu. A população destinada à pesquisa foram os moradores do bairro Estreito. e ainda a técnica de observação. no qual foi utilizada a pesquisa quantitativa para medição das relações entre variáveis (causa-efeito). levantamento bibliográfico. e obteve uma amostra de 95 respondentes.0. sendo 2. Luciana Kindermann. para isto foram elaborados o planejamento estratégico.6 RESUMO MEURER. e ferramentas como Word e Excel. antes do investimento de qualquer capital no negócio. o plano de negócio estudado foi uma ferramenta de extrema importância para a abertura do Pet Shop Amigão. ainda. viabilidade. considerando-se a confiabilidade de 95% e margem de erro de 10%. e o plano econômico e financeiro. utilização de questionário. Trabalho de Conclusão de Estágio (Graduação em Administração) – Universidade do Vale do Itajaí. 2008. consideravelmente importante nos levantamentos de dados. o plano de marketing. Foi realizado um procedimento metodológico. o operacional. Portanto. Palavras-chave: pet shop. Elaboração de um plano de negócio para abertura de um Pet Shop no bairro Estreito em Florianópolis/SC. . 2008. podendo representar a inviabilidade no cenário realista e a viabilidade no cenário otimista. O objetivo deste trabalho de conclusão de curso foi elaborar um plano de negócios para abertura de um Pet Shop no Bairro Estreito. análise de mercado.267 moradias. plano de negócio. 117 folhas. para o desenvolvimento do plano de negócios foi utilizado o programa Make Money 2. na cidade de Florianópolis/SC.

The objective of this work of completion of course was preparing a business plan to open a Pet Shop in District Strait in the city of Florianopolis / SC. and obtained a sample of 95 respondents. considering the reliability of 95% and margin of error of 10%. It was made a methodological procedure. 117 folhas. Luciana Kindermann. The population for the search was the residents of the neighborhood Strait. market analysis. 2008. with 2. which was used to search for quantitative measurement of relations between variables (cause and effect). that were prepared for the strategic planning. use of a questionnaire. . considerably important in the survey data. Biguaçu. Trabalho de Conclusão de Estágio (Graduação em Administração) – Universidade do Vale do Itajaí. even for the developing the business plan was used the program Make Money 2. .7 ABSTRACT MEURER. Elaboração de um plano de negócio para abertura de um Pet Shop no bairro Estreito em Florianópolis/SC. 2008. and tools such as Word and Excel. m arketing plan.0. business plan. So the business plan studied was a tool of extreme importance for the opening of the Pet Shop Am igão and may represent the unfeasibility in realistic and viability in the optimistic scenario. before the investment of capital in any business. operational and economic plan and financial. Palavras-chave: pet shop. bibliographic survey. and the technique of observation.267 houses. feasibility.

.......................................................................................96 Tabela 9 – Ponto de Equilíbrio...............................................92 Tabela 4 – Mão de Obra & Dividendos...........98 .... ...........................................................................................................................98 Tabela 11 – Análise de Investimento: Cenário Otimista.....................................93 Tabela 6 – Projeção dos Resultados..................97 Tabela 10 – Análise de Investimento: Cenário Realista.................................................................................................................................................90 Tabela 2 – Despesas...................................................................................95 Tabela 8 – Projeção de Balanço.......................94 Tabela 7 – Projeção do Fluxo de Caixa ..................................................................91 Tabela 3 – Planilha de Encargos Sociais e Trabalhistas......8 LISTA DE TABELAS Tabela 1 – Investimentos..............................................................................92 Tabela 5 – Receitas................................................................

................................39 Figura 3 ....................................................48 Figura 5 ...78 Gráfico 17 – Forma de pagamento à vista ou a prazo.................71 Gráfico 3 – Renda Familiar Mensal......87 Gráfico 1 – Sexo.......................................................77 Gráfico 16 – Forma de pagamento........79 Gráfico 19 – Opinião para abertura de novo Pet Shop...............................................................................................................................Funcionograma da seção de planejamento de material................................................................................................................................................................................................................................................................Demonstração de Resultado do Exercício.....................................................75 Gráfico 12 – Pacotes de rações...78 Gráfico 18 – Canal de distribuição.....76 Gráfico 14 – Satisfação com outros Pet Shops...............Balanço Patrimonial .............................................................................................................................67 Figura 10 – Concorrentes.41 Figura 4 ......................................................74 Gráfico 9 – População utiliza rações para animais? ...................................................73 Gráfico 7 – Freqüência da população num Pet Shop....................................66 Figura 9 – Funcionograma do Pet Shop Amigão .........76 Gráfico 13 – Motivos por não adquirir produtos para os pets.............................................................49 Figura 6 – Ponto de Equilíbrio ............9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 – Canais de Distribuição..82 Figura 11 – Cronograma do Projeto Pet Shop Amigão......................................71 Gráfico 2 – Faixa Etária....71 Gráfico 4 – Espécie de animais numa moradia.....72 Gráfico 5 – Principais raças existentes na população...........................................................................................................................................................................................................72 Gráfico 6 –Local de comprada população pesquisadora.....................74 Gráfico 10 – Principais marcas de rações escolhidas pela população....................................................54 Figura 7 ...........................75 Gráfico 11 – Principais produtos adquiridos..........................................................................77 Gráfico 15 – Fidelização quanto à marca do produto.......................55 Figura 8 – Organograma do Pet Shop Amigão.........................34 Figura 2 – Organograma.............................................................Roteiro Básico de Legalização..................................................................................................................................................................................................................................................79 ...73 Gráfico 8 –Grau de importância no momento de escolha de produto........................

...........81 Gráfico 23 – Itens considerados importantes num Pet Shop..................................................80 Gráfico 22 – Adesão à plano mensal.......................80 Gráfico 21 – Presença de ectoparasitas (pulgas e carrapatos) ...........................................................................81 ......................10 Gráfico 20 –V ermífugo para anim ais...........................

11 LISTA DE ABREV IATURAS E SIGLAS IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas CRMV – Conselho Regional de Medicina Veterinária CFMV – Conselho Federal de Medicina Veterinária JUCESC – Junta Comercial do Estado de Santa Catarina .

......................................................37 2............................................27 2..............1 Objetivo Geral...................15 1.....................28 2......1 EMPREENDEDORISMO....2 Pontos Fortes e Fracos .........................................5................................................................12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ....................2 JUSTIFICATIVA ................7 PLANO FINA NCEIRO ...............2 Preço .......6.....1 OB JETIVOS .................................4.....................5........................................20 2............................1........................................................................................................................5................................................................................................................................6..1 Investimento Inicial .........................33 2....................3 PLANO DE NEGÓCIO ...............................4...........21 2.....................35 2.31 2.........................2 Funcionograma .........................................................................3 Concorrentes ...............18 2.........18 2........................5..43 2..............4..............1 Mercado............................16 1...............................7.............................16 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ...................................................2 EMPREENDEDOR..............................................................................................................................................................................................................................................................................................................32 2..........................................................40 2...18 2.....................................................6 PLANO OPERACIONAL ..........................1......4 Fornecedores............................................................29 2.............3 Praça (Canais de Distribuição)........................................................39 2....30 2......16 1...........36 2....................................................................4........................5.......................................23 2...............................................................4 Promoção......................................2 Estrutura Organizacional........36 2.......................................................1 Organograma ......................................................................2 Cliente ........1 Estrutura Física (Layout) ..............................44 .................4.5 Análise SWOT.....4............3 Fluxograma ....................................................2.................................................................26 2.25 2...........................................................................4.................................5....16 1.....................................2...2 Custos Fixos .......................6.......................................................................................................43 2....................................5 PLANO DE MARKETING .................................................................2...............4 PLANEJA ME NTO ESTRATÉ GICO.......1 Oportunidades e Ameaças ............7....................6...........2 Objetivos Específicos ........................................................................................................27 2................1 Produto........42 2.......................................6.............

....6 Plano de Operações ...............................58 4.......................45 2....................................7...................3 Taxa Mínima de Atratividade ....67 4....................................4 Estrutura Organizacional e Legal ...............................51 2...2.......................................1..................50 2..........64 4...............13 2.7....2 Os Produtos.......1 Fluxo de Caixa ............................................................2 Balanço patrimonial ..............7.............4 Payback....1....5.....................46 2..................................64 4....................63 4......................................................62 4.......6........48 2.................53 2.........5 Ferramentas de Controle Financeiro ....................1..............6 Ferramentas de Análise de Viabilidade .............................68 4..................................1 RESUMO EXECUTIVO ..........5......................60 4............... PROCEDIMENTO METODOLÓGICO .....64 4...................................3 Demonstração do Resultado do Exercício ........................................1..65 4.................2.............7................................................60 4...............54 3.................................2 Missão e Visão........................................7...............................................2..............7.........................................................2...........................3 Custos Variáveis ......................................65 4.........................................................................................7..........................5.......................1 Empreendedores ............46 2...................................................4 Elementos de Diferenciação.6..................................6......................2 Taxa Interna de Retorno......69 .........2. ANÁLISE DOS DADOS ..........................................................61 4.............5 Ponto de Equilíbrio ........................52 2......50 2....1.........46 2......................5 Equipe Dirigente ..........1 Valor Presente Líquido .................................................................7........................................................................................3 Planejamento Estratégico...............2 A EMPRESA ......................................4 Receitas......................................63 4.................65 4............7.......................................1....... Serviços e a Tecnologia .6....................2...............................8 ASPECTOS JURÍDICOS – LE GAIS .................................6...................................................6 Rentabilidade e Projeções Financeiras ..............................................7.......................................7 Parcerias .....7...............1.........60 4...............67 4.....................5 Projeção de Vendas ...............................................................2....................................56 4........................................7 Necessidade de Financiamento .....................3 O Mercado Potencial................................8 Responsabilidade Social e Meio Ambiente .47 2...................................................................1 Histórico............................................................................7..................................................................................................................................2............................................51 2.

........69 4.......85 4.................................8 Projeção do Fluxo de Caixa..............................2 Clientela ..............81 4................2 Preço ..............................................3...........................................................................................................................1 Análise de Mercado...............................4 O PROJETO.....1......................................5..............................................................................................................................................3 Promoção e Publicidade.........................................................................5.......................................93 4..5.1..............4 Fornecedores ..................................................................................................69 4......84 4..........5...............94 4...............................6 Receitas........................................................5.....................................................86 4...........14 4.........................................85 4..............................................106 ANEXOS ...............7 Projeção dos Resultados....................1 Setor ......................................100 REFERÊNCIAS....................4......70 4.....86 4...............................3...................5.......................................Plano de Implementação .....................................2 Estratégias de Marketing ...........................5......................................................3..............................................95 4.......................................................................................................................97 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...............4 Mão de Obra......................................................................10 Ponto de Equilíbrio..........11 Análise do Investimento ............1...............................................3 PLANO DE MARKETING ............96 4..................87 4...................3...88 4.................................................2 Cronograma .....................................2...........................................................2........................................1 Investimento Inicial .4.............................................4 ..9 Projeção do Balanço.1 ..................88 4...69 4........................87 4.............5 PLANO FINA NCEIRO .............................................................114 ........................88 4.3...87 4.............2..........Relacionamento com os Clientes ..............................................................1...3......................3.3 Concorrência .......3........................................................1 Produtos e Serviços ...............................................................3............................5......................................................................................3.............................92 4..........91 4..................103 AP ÊNDICES .........................2........................................

sendo considerado elevado o índice de mortalidade dessas empresas durante esta fase. ou seja. O plano de negócios é um documento que tem o objetivo de estruturar as idéias e opções que o empreendedor tem para a criação de seu empreendimento.15 1 INTRODUÇÃO Hoje em dia. financeiro. ou seja. para abrir uma empresa e ter sucesso é necessário um bom planejamento. são pontos muito importantes e que levam ao fechamento do empreendimento. avalia-se o ponto de vista mercadológico. apesar de que eles sempre existirão. sem qualquer análise. o que se torna um fator prejudicial para a economia local e do país. jurídico e organizacional. a dificuldade administrativa são fatores essenciais para a construção e manutenção da empresa. a falta de um planejamento (plano de negócio). Dessa forma. o presente trabalho procura responder à seguinte questão problema: Existe viabilidade para abertura de uma empresa P et Shop no Bairro Estreito. levantar dados e informações suficientes para se ter segurança. Através dele. a falta de conhecimento das pessoas e a coragem que elas tem fazem com que um empreendimento novo seja colocado no m ercado. ou seja. definiu-se os objetivos. os ex-empreendedores apontam que a falta de conhecim ento do setor. na cidade de Florianópolis/SC? Desse modo. A partir das questões anteriores. Na pesquisa realizada. De acordo com o SEB RAE – Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (2004). Geralmente. Pretende-se com o plano de negócios minimizar os riscos que qualquer novo empreendimento oferece. técnico. referentes ao presente estudo. estabelecer objetivos que pretende atingir. . é preciso conhecer o ramo da atividade onde vai atuar. pode-se perceber a relevância da confecção de um plano de negócios para implantação de uma nova organização. O futuro empreendedor deve possuir uma série de conhecimentos fundamentais. elaborar um bom plano de negócios. a fim de melhor direcionar os estudos e atividades. as micro e pequenas empresas enfrentam muitos problemas para se manter no mercado durante os três primeiros anos de vida. que serão apresentados na seqüência. o mercado. pode-se avaliar a viabilidade do negócio. por isso nos deparamos com freqüência com o fechamento de muitas empresas em todas as regiões do país.

devido à concorrência é grande. está mais simples de se abrir um empreendimento. querem ver a cor do capital. o que eles querem é ver suas portas abertas.2 Objetivos Específicos • Definir os fundamentos estratégicos: visão. onde muitas vezes não é visto. garantindo um desenvolvimento e sucesso do empreendimento no mercado. mas a dificuldade em se manter no mercado. diagnosticados muitas falhas e problemas antes da abertura. Sendo assim. • Definir o Plano Operacional.1. 1. • Elaborar o Plano de Marketing. com a globalização.o que é fornecido gratuitamente por diversos órgãos.2 JUSTIFICATIVA Hoje em dia. • Levantar os aspectos jurídicos e legais. . no entanto.1 Objetivo Geral E laborar um plano de negócios para abertura de um Pet Shop no Bairro Estreito. missão e estratégias. O índice de mortalidade desses novos empreendimentos seria menor se os empreendedores iniciantes buscassem informações sobre como realizar a abertura de um negócio . na cidade de Florianópolis/SC no período de agosto de 2007 a junho de 2008. investigados.16 1. Apesar de a maioria dos empreendedores não terem qualquer experiência ou conhecimento para abertura de um negócio.1. A eles seriam ensinados e até ajudados a desenvolver um plano de negócios. 1. e não praticados.1 OB JETIVOS 1. sites na internet. • Elaborar o Plano Econômico e Financeiro. resolvidos e melhorados. seu negócio em plena atividade. seriam analisados. percebe-se que muitas empresas fecham suas portas nos primeiros anos de existência.

o empreendedor terá mais chances de investir seu capital em um negócio certo. Com a elaboração do plano de negócios. o plano de negócios é considerado a principal ferramenta de gestão do empreendedor. que o projeto seja viável e que possa vir a ser útil no sentido de am pliar os conhecim entos na área de Adm inistração e ainda. A ssim. “a essência do plano de negócios está na sistematização do planejamento. no ponto de vista prático. Avaliam-se pontos importantíssimos. possíveis riscos.17 A importância do plano de negócio se justifica pela descoberta da viabilidade da implantação de uma idéia de um novo empreendimento. como econômicos. Segundo Dornelas (2006). financeiros. onde o plano de negócios pode definir se o empreendimento será um sucesso ou um fracasso. Constatando previamente. . que lhe dará retorno e possível sucesso. A idéia consiste em realizar um plano de negócios para abertura de um Pet Shop na cidade de Florianópolis. A oportunidade de estudo do plano de negócios surgiu da necessidade de elaboração do trabalho de conclusão do curso de Administração e também. uma atividade crucial para aumentar as chances de sucesso de um negócio”. que possa servir de referência para diversos acadêmicos e pesquisadores interessados na área. devido à presença de atividade no ramo de Pet Shops por parte da família da acadêmica. espera-se.

Serão abordados nesta fundamentação teórica temas como: empreendedorismo. p. entre outros. plano financeiro.2 EMPREENDEDOR A definição de empreendedor não tem sofrido muitas mudanças. O mesmo autor considera o desenvolvimento econôm ico como resultado da criação de novos empreendimentos. de valor. busca-se por m eio da fundamentação teórica um embasamento científico que dará sustentação ao projeto proposto. plano de negócio. suas origens. Desse modo o autor tem a visão do empreendedorismo com o um ramo da administração de empresas. seu perfil. passou a determinar a pessoa que criava e conduzia projetos e empreendimentos (DOLABELA . para se assumir riscos calculados.18 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA O presente trabalho tem por objetivo a elaboração de um plano de negócio para abertura de um Pet Shop. seu universo de atuação”. seu sistema de atividades. plano operacional. etapas do plano de negócio (análise de mercado. no final do século 18. em três etapas: primeiramente envolvendo o processo de criação de algo novo. em segundo.1 EMPREENDEDORISMO E mpreendedorismo vem da palavra francesa entrepreneur. tomar decisões críticas e não desanimar com falhas e erros. mais tarde. Observa-se que um . 2. e em terceiro requer ousadia. comprometimento de tempo e esforço necessário para o desenvolvimento da empresa. utilizada no século 12 para designar aquele que incentivava brigas. visão.40) considera que o empreendedorismo é um processo que pode ser entendido. Dolabela (1999. 2. nesse sentido. o empreendedor.47). requer devoção. basicamente. grande parte dos autores se expressa em concepções similares. Dornelas (2005. p. 1999.43) ainda afirma que empreendedorismo é um “neologismo derivado da livre tradução da palavra entrepreneurship e utilizado para designar os estudos relativos ao empreendedor. p. Na mesma concepção e de forma complementar. plano de marketing).

Moore e Petty (1997. para abrir seu próprio negócio. A inda Schumpeter (1945 apud DORNELAS. pela criação de novas formas de organização ou pela exploração de novos recursos e materiais”.39) menciona que o empreendedor é um indivíduo que detecta oportunidades. Os autores ainda salientam que a necessidade de realização vem do desejo que o empreendedor tem de obter êxito. os indivíduos se sentem capazes de enfrentar quaisquer dificuldades. na mesma perspectiva e de forma complementar. p. disposição para inovar.28) acredita e defende a idéia de que “o empreendedor é um ser social. S chumpeter (1934. um problema ou uma oportunidade de negócios em uma empresa viável”.9-10) abordam como características comuns de um empreendedor “uma enorme necessidade de realização. 2005. Além disso. menciona: “o empreendedor é aquele que destrói a ordem econômica existente pela introdução de novos produtos e serviços. produto do meio em que vive (época e lugar)”. dizem que toda regra tem exceção e que não há provas científicas da importância dessas características. sendo possível as pessoas aprenderem a ser empreendedoras. Dornelas (2005. Mas que prefere trabalhar com a definição de Filion (1991) por ser mais simples a abrangente na qual menciona: “Um empreendedor é uma pessoa que imagina. p. desafios que os confrontam. ela se sentirá motivada para ser empreendedor. Dolabela (1999. . visão aguçada. Fortin (1992 apud DOLABELA. associa o empreendedor ao desenvolvimento econômico. está sempre pronto para vencer ou fracassar e utiliza os recursos disponíveis de forma criativa. se elas vivem em um ambiente em que ser empreendedor é visto como algo positivo.39). No caso da autoconfiança. p. p. assumi riscos calculados. apud DOLABELA. uma disposição para assumir riscos moderados e uma forte autoconfiança”. vontade de empreender. eles não se contentam com o status atual.28). criatividade. barreiras. desenvolve e realiza visões”. gostam de estar sempre em desenvolvimento. onde o sucesso é medido em relação a um padrão de excelência pessoal. 2001. p.19 empreendedor possui características como: iniciativa. 1999. acredita que um empreendedor “é uma pessoa capaz de transformar um sonho.68). Longenecker. à inovação e ao aproveitamento de oportunidades em negócios. E m complementação. p. E ntretanto. criando e sendo responsáveis pelas tarefas que atribuíram a si próprios.

portanto. capacidade de concentração/decisão. perseverança e tenacidade. mas corre riscos m oderados. p. obstinação. criando o futuro a partir de uma montagem de fatos. preocupa-se em aprender a aprender. aprendendo e tirando proveitos dos resultados negativos. se torna um ideal” (CUNHA E FERLA. Mencionam que empreendedores são persistentes e batalhadores em seus objetivos. otim ismo. comprometimento. que em determinado momento. o empreendedor é capaz de reunir pessoas em sua volta e direcioná-los aos objetivos por ele determ inados. Transforma seus pensamentos em ações. criar e aproveitar oportunidades. esperanças. estando sempre disposto para quaisquer situações. É pro-ativo. No caso da liderança. oportunidades e perigos”. liderança. não sendo um aventureiro. 2.20 Na mesma linha de pensamento. p. p. “um indivíduo que age com energia e têm objetivos atrai oportunidades”. Identificar as . o empreendedor tem iniciativa. sonhos. onde a visão é considerada “uma jornada m ental que liga o hoje (conhecido) ao amanhã (desconhecido). 36) apresenta um resumo das principais características dos empreendedores baseados nas pesquisas de Timmons (1994) e Hornaday (1982). um indivíduo “modelo” em que ele se espelha. Cunha e Ferla (1997. necessidade de realização. e que “dedicam suas vidas a uma idéia. p. Os autores Cunha e Ferla (1997. entusiasmados e apaixonados por aquilo que fazem. autoconfiança. estão constantemente buscando algo. considera o fracasso como um resultado qualquer. 30). saber interagir e se posicionar frente ao novo e às mudanças. 1997. onde afirma que um empreendedor geralmente tem uma pessoa que o influencia. energia. O empreendedor de sucesso conhece muito bem o ram o em que atua e define o que deve aprender para realizar as suas visões.3 PLANO DE NEGÓCIO P ara a realização de qualquer idéia criativa é necessário fazer um planejamento. Dolabela (1999. tem energia. Essa visão consente ao empreendedor estabelecer seu rumo.18) ainda completam que os empreendedores são carregados de energia. estudar antecipadamente todas as facetas do negócio.17) apresentam algumas virtudes do empreendedor: visão.

o m ercado. os concorrentes. como planejamento estratégico.4 PLANEJA ME NTO ESTRATÉ GICO Lacombe (2004. Cunha e Ferla (1997. sua criação e desenvolvimento envolve um processo de aprendizagem e autoconhecimento sobre seu negócio. ameaças e oportunidades.21 áreas de fraquezas e analisá-las antecipadam ente. . estabelecendo os objetivos que se pretende atingir. localizar as oportunidades e poder melhor planejá-las. Dolabela (2001. Na m esma perspectiva. o plano de negócio é um instrumento que visa estruturar as principais concepções e alternativas. e ainda diz respeito aos elementos estruturais mais importantes da empresa e à sua área de atuação. diminuindo as possibilidades de se desperdiçarem recursos e esforços em um negócio inviável. 2. aproveitando as oportunidades oferecidas pelo ambiente externo. 98) complementa que. assegurar-se de que o projeto é viável. p. 207) enfatiza que um plano de negócio “é um instrumento que permite ao em preendedor condensar as informações que são obtidas no mercado. Dornelas (2005. através das definições de suas principais características e condições. a fim de assegurar o desenvolvimento ótimo de longo prazo da empresa. um plano de negócios é um documento usado para descrever. No plano de negócio é fundamental ter conhecimento do ramo de atividade onde vai atuar e fazer um planejamento do que vai ser colocado em prática na nova empresa. a fim de analisar a viabilidade do negócio pretendido e proporcionar uma avaliação antes de colocar em prática a nova idéia. p. S egundo o SEBRAE (2007). Nas seções seguintes serão apresentados os conceitos que fazem parte do plano de negócio. relatar um empreendim ento e o modelo de negócios que sustenta a empresa. e que seu propósito é influenciar esses dois ambientes.73) consideram o plano de negócio como sendo a formalização do conjunto de dados e informações sobre o futuro empreendimento. ou seja. p. entre outros. possibilitando o estudo de sua viabilidade e os seus riscos.241) menciona que planejamento estratégico é o planejamento sistêmico das metas de longo prazo e dos meios disponíveis para alcançá-las. considerando os ambientes internos e externos no qual a empresa esta inserida. p. buscando sensibilizar os parceiros e os investidores”. os clientes.

compreensiva.241) afirma que o planejamento estratégico se inicia através de um diagnóstico empresarial e com a determ inação de um cenário. sua visão. E m relação à missão. seus objetivos. posicionamento estratégico. com os quais deve estar em sintonia. admitindo que o empreendedor se posicione e posicione sua organização para criar e aproveitar oportunidades. útil e funcional para todos os envolvidos com a organização. esperanças. metas. que dará origem às metas.22 E m complementação. Cunha e Ferla (1997. as conseqüências naturais dos seus valores básicos. objetiva. clara. p. sonhos. Dornelas (2005. p. De forma mais abrangente Clemente (2002. é uma auto-imagem simples e objetiva da organização. oportunidades. o que ela é e o que ela faz. 33).17) apresentam visão como uma jornada mental que liga o hoje (conhecido) ao amanhã (desconhecido) buscando desenvolver o futuro a partir de uma montagem de fatos. e que ela deve ser definida de maneira simples. segundo Costa (2006. ou seja. a missão que reflete a razão de ser da empresa. que servirá de suporte para os planejamentos operacionais. esses objetivos principais definem sua razão de existir. 36) observa que missão significa a razão da existência de uma organização. o autor expressa algumas questões: para que serve a organização. às oportunidades de mercado identificadas. Lacombe (2004. A partir de então. qual a diferença que ela faz no mundo externo se .63). E m perspectiva similar. seus pontos fortes e fracos.154) aponta que deve ser dada ênfaze à análise dos ambientes internos e externos. Para entender melhor. buscar a visão que define aonde a empresa quer chegar. Este planejamento é considerado a base para o desenvolvimento e a implantação das demais ações descritas no plano. tornando-se assim. valores. aos objetivos setoriais e às políticas. e perigos. p. aos diferenciais (pontos fortes) e as fraquezas (pontos fracos) da empresa. o que ela quer ser. é conceituada como sendo um modelo mental de um estado futuro altamente desejável. p. ameaças e oportunidades. Lacombe (2004. p. onde são determinados os riscos inerentes ao negócio. compartilhado pelos dirigentes e colaboradores da organização. por que surgiu. aborda que no planejamento estratégico são definidos os rumos da empresa. seus princípios. A Visão. Costa (2006. p. p.224) analisa como sendo os principais propósitos de uma organização. missão.

p. são os atributos. entende-se que tendo um produto de boa qualidade. com algum diferencial.23 existir ou não. P ode-se inferir que o mercado é muito extenso. qualidades da organização. as pessoas que compram ou comprarão seu serviço ou produto. é necessário uma porção de pessoas que comprarão seus serviços a um preço que traga lucro. p. K otler e Keller (2006.38) são aqueles pontos e tópicos que a organização não estará disposta a mudar.251) menciona princípios como os mais gerais que inspiram todas as atividades de uma instituição.38) enfatiza que o empreendedor deve conhecer exaustivamente o m ercado em que atua ou vai atuar. (2002. Os valores.09) mencionam os principais mercados de clientes: . exprimindo crenças e ideologias. Lacombe (2004. virtudes. Lacombe (2004.1 Mercado K otler e Keller (2006. o código de ética estabelecido pela organização declarando aquilo que é considerável aceitável e aquilo que não é admissível na organização. p. são as características.38). p.4. por exemplo. 2. aconteça o que acontecer. e incentivados. hoje em dia pode-se dizer que mercado é como um conjunto de compradores e vendedores que executam acordos relativos a determ inado produto ou classe de produto (por exemplo: mercado de ações. p. sendo assim. segundo Costa (2006. que atinge clientes do mundo inteiro. que devem ser preservados meritizados. B angs Jr. Os princípios de uma organização para Costa. p. entre outras.209) complementa que mercado é um grupo de pessoas. ou seja. m uito am plo. através da internet. p. o mercado é proporcional às necessidades dos clientes. qual a necessidade que ela pretende suprir. o mercado se estende. reais e potenciais que têm necessidades ou desejos de produtos ou serviços e que estabelecem contatos próximos para que suas trocas afetem as condições de compra e venda dos demais. mercado imobiliário).8) abordam que antigamente o mercado era um lugar físico em que vendedores e compradores se encontravam para realizar transações de compras e vendas de seus produtos. Na mesm a perspectiva. qual a m otivação inspirou seus fundadores. (2006. é a crença. por um período de tempo suficiente para manter o negócio e até expandi-lo.

83). tem “por objetivo básico o conhecimento da demanda atual e de sua provável evolução ao longo da vida útil de certo projeto”. A inda. sendo assim. que avaliam concorrentes em busca de preço. buscando se diferenciar da concorrência. o autor destacou questões fundamentais sobre fatores que estão influenciando as projeções de mercado.24 • Mercado Consumidor – empresas comercializam produtos e serviços em massa. Essas organizações possuem poder de compra limitado e por isso as empresas precisam tomar cautela no momento de estabelecer os preços de seus produtos. franquia.142) salienta que a análise de mercado é um dos pontos mais importantes de um plano de negócio. 143). • Mercado Organizacional – empresas que vendem bens e serviços para outras empresas e que se deparam com profissionais de compras bem treinados e bem informados. confiabilidade na reputação da empresa. p. como o mercado está estruturado e segmentado. como refrigerantes. é fundamental ser feito uma análise do setor. e geralmente depende de uma embalagem adequada. os preços baixos podem interferir na qualidade e nas características dos bens. número de clientes e competidores. p. sustentado por propaganda contínua e serviço confiável. Dornelas (2005. . tais como: por que o mercado se m ostra promissor. qualidade. realizar um breve histórico do mercado nos últimos anos e analisar as tendências do setor para os próximos anos. interessantíssimo conhecer muito bem o mercado em que pretende atuar. qual o tamanho do mercado em reais. já que toda a estratégia do negócio dependerá de como a empresa abordará seu mercado consum idor. para Dornelas (2005. elas precisam decidir em que país entrar. órgãos públicos. como entrar (como exportador. Um estudo de mercado. instituições de caridade. as exigências. p. como igrejas. quais são as oportunidades e ameaças (riscos) desse mercado. a propriedade e a forma de uso dos bens desses clientes. • Mercados sem fins lucrativos (terceiro setor e governamental) – empresas que vendem seus produtos ou serviços a organizações sem fins lucrativos. marca sólida. fabricante autônomo). segundo Clemente (2002. principalmente analisar a cultura. • Mercado Global – empresas que vendem seus produtos ou serviços no mercado global e enfrentam decisões e desafios constantes. produto disponível nos locais adequados. cosméticos.

que busca saber de onde os clientes vêm. classe. decide e paga por bens ou serviços proporcionados por um a empresa para satisfazer suas necessidades. uso e resposta a um produto. A seguir serão abordados alguns tópicos essenciais ao mercado. . p. tendo em vista analisados separadamente. grupo de consumidores que reage de forma semelhante a determinados estímulos do mercado. quais suas necessidades. cidades. desejos e expectativas do seu mercado. mas que se encontram tão inter-relacionados que no mundo real não se podem separá-las. tamanho de família. regiões. o que procuram.4. Lacombe (2004. 2. P ara poder compreender melhor os clientes é preciso entender o que é uma segmentação de mercado.281) define segm entação de mercado como uma divisão do mercado em grupos homogêneos de consumidores. religião. e comportamental – os compradores são divididos em grupos segundo seus conhecimentos. ou seja. automaticamente define-se um grupo de pessoas com características similares. p. atitude.243) informam que para segmentar o mercado consumidor são utilizados algumas características como: geográfica – que requer a divisão do mercado em diferentes unidades geográficas com o nações. entre outros. procura-se identificar o que os consumidores estão comprando. em que será o foco de vendas da empresa. bairros. grau de instrução. 64) nos afirma que cliente é aquele que usa. desejos e necessidades comuns. desejos. Dornelas (2005. K otler e Keller (2006.25 B angs Jr. demográfica – o mercado é dividido em grupos de variáveis básicas como idade. (2002. normalmente são clientes externos. sexo. p. p. psicográfica – onde os compradores são divididos em grupos com base no estilo de vida. a fim de promover melhorias e adaptações nos seus produtos/serviços. p. na personalidade e nos valores. raça. pessoas de fora da organização. ou seja. ocupação.145) destaca que quando se define um segmento de mercado.2 Cliente Lacombe (2004.38) observa que o sucesso ou fracasso do negócio dependerá de quão bem for atendida às percepções.

observar o que eles fazem melhor ou pior do que você. ou seja. p. e se funciona. mas na verdade não é.3 Concorrentes Lacombe (2004.46) acrescenta que. pois uma empresa está mais propensa a ser atingida por novos concorrentes ou novas tecnologias do que por concorrentes já existentes e que após a identificação dos concorrentes. p. os concorrentes dizem bastantes informações necessárias para dirigir uma empresa. deve-se aproveitar para aprender muito com eles. B angs Jr. p.338) enfatizam que pode parecer simples a tarefa de identificar os concorrentes de uma em presa.142) vai mais além e esclarece que a procura não se limita aos concorrentes diretos – àqueles que produzem produtos/serviços similares aos da empresa. as forças e fraquezas desses concorrentes. 2. a segmentação de seus mercados é tão importante que fornece a base para todos os trabalhos subseqüentes de marketing e promoção. P ara descobrir quem são seus concorrentes. . p. após a percepção dos concorrentes. (2002. (2002. mas abrange ainda os concorrentes indiretos. baseado nos erros ou acerto deles. Dornelas (2005.4. Bangs Jr. os objetivos. que direções tomar. convencendo-os a adquirir seus produtos. já o fará ficar na frente da maioria dos seus concorrentes.46) explica que se deve procurar por empresas que estão vendendo produtos similares ou buscando clientes semelhantes. (2002. se traz retorno.26 B angs Jr. tirar proveito de informações preciosas que valem m uito em horas decisivas. p. p. descobrir qual a política de preços que utilizam.41) menciona que a segmentação demográfica mais simples dos seus mercados-alvo. ou seja. Na mesma perspectiva Kotler e Keller (2006.72) conceitua concorrente como sendo vendedor e consumidor que transaciona determinados produtos ou serviços visando maximizar seus lucros. aqueles que de alguma forma desviam a atenção dos seus clientes. onde e com o fazem propaganda. a organização deve descobrir as principais estratégias. como agradam os clientes.

4. deve ser realizada uma análise SWOT. fraquezas. p. Na mesm a linha de pensamento. e o Atacado seriam todas as atividades relacionadas com a venda de bens ou serviços para aqueles que compram para revenda ou uso comercial.27 2. 2.153) aborda fornecedor como sendo uma “pessoa ou organização que fornece qualquer insumo a outra pessoa ou organização.4 Fornecedores Lacombe (2004. ao ambiente. Threats) é a avaliação global das forças.5 Análise SWOT K otler e Keller (2006. etc.50) explicam que SWOT (dos termos em inglês Strengths. serviços. e deve ser baseado nos conhecimentos do empreendedor em relação a sua empresa. à localização porque lidam com clientes empresariais e suas transações são relativamente maiores. . deve ser verificado e analisado os pontos fortes e fracos da organização. a análise SWOT serve para traçar um panorama da situação atual e prevista para o negócio. que seja para uso pessoal e não comercial. P ortanto. oportunidade e ameaças de uma organização. 143) enfatiza que uma boa técnica para a identificação das oportunidades e ameaças. Weaknesses.500) citam alguns tipos de fornecedores. Dornelas (2005. peças. como abordá-los. e que envolve o monitoramento dos ambientes externo e interno. p. p. sobre os quais não consegue agir diretamente. e ainda se diferenciam no que diz respeito às regulamentações legais e impostos. podendo ser matéria-prim a. informação. K otler e Keller (2006. como se diferenciar perante a concorrência. eles diferem dos varejistas por darem menor importância a promoções. energia. já os Fabricantes são as empresas que lidam diretamente com a produção. Opportunities. seja internamente quanto no que deve ser feito para driblar fatores externos. para um melhor esclarecimento sobre quais fornecedores escolher. produtos. como também as ameaças e oportunidades do seu ambiente externo.”. p. assim. onde: o Varejo são todas as atividades voltadas à venda de produtos ou serviços diretamente ao consumidor final.4. como se manter no mercado em relação aos concorrentes. forças e fraquezas de uma organização é a elaboração de uma análise SWOT.

clientes.5. a político-legal.1 Oportunidades e Ameaças S egundo Kotler e Keller (2006. o que faz os consumidores exigirem mais leis (força político-legal). econômica. seus fornecedores.142) elaborou um roteiro para analisar o ambiente externo da organização. por seguinte descrever o setor onde seu negócio está inserido: como o tipo de negócio. a organização deve monitorar seis forças importantes: a demográfica. para isso. ou seja. as oportunidades e ameaças que ocorrem no ambiente onde ela está inserida: primeiramente identificar as oportunidades e ameaças ao redor do negócio de ordem demográfica. tecnológica. de forma mais acirrada. ou seja.28 2. promoção. os segmentos de mercado existentes. entre outros. p. tanto atual como futuro. por exem plo. p. intermediários de marketing. e por fim. a tecnológica e a sócio-cultural. Dornelas (2005. aqueles com as quais sua em presa compete diretamente. 76) é necessário analisar o macro ambiente em que a organização está inserida para entender as tendências que dão forma a oportunidades e que impõem ameaças. como apolítica de preços. são elas: as empresas. Dornelas (2005. concorrentes.143) ainda expressa que a análise do ambiente de negócios mostra como o mercado se apresenta para a organização. legal. política. a econômica. p. práticas de marketing. ainda detalhar a fatia de mercado que domina e a participação de mercado (market share). as forças e fraquezas.77) ainda comentam que em um cenário global que está em constante desenvolvimento. o perfil dos consumidores. público. e que é preciso conhecer seus pontos fortes e fracos para se conseguir determinar as oportunidades . o tamanho do mercado. essas forças representam fatores não controláveis que a organização precisa monitorar e aos quais precisa reagir. as tendências do segm ento. a natural. os canais de distribuição. K otler e Keller (2006. o posicionamento no mercado. p. porque suas interações causais abrirão novas oportunidades e ameaças. precisam ser identificadas as principais forças que agem sobre o macro ambiente. acarreta o esgotamento mais rápido de recursos e níveis mais elevados de poluição (força natural). efetuar a comparação com os competidores: mostrar quais os seus diferenciais em relação aos principais concorrentes. analisar os principais concorrentes: onde consiga descrever seus produtos/serviços. o explosivo crescimento populacional (força demográfica).4. social e cultural.

ausência de recursos para pagamento via cartões de crédito. sempre visando o desenvolvimento e crescimento da mesma.51) expressam que perceber oportunidades atraentes e ter capacidade de tirar o melhor proveito delas são pontos diferentes.111) conceitua pontos fortes como “aquelas características positivas de destaque. dos departamentos. na instituição. capacidade de atendimento dos prazos. falta de processos confiáveis de informática. na distribuição. participação no mercado. funcionários dedicados. bom atendimento. ou seja. das filiais ou unidades operacionais. para então escolher suas estratégias de negócio.112) também conceitua pontos fracos. que a favorecem no cumprim ento do seu propósito”. que a prejudicam no cumprimento do seu propósito”. ausência de mecanismos de pós-venda. cada empresa precisa avaliar suas forças e fraquezas internas periodicamente. p. ausência de local adequado para estacionam ento dos clientes.29 mais atrativas e quais de risco está mais vulnerável. boas instalações. p. rede de distribuição ágil. na força de vendas. entre outros. metas e objetivos devem ser estabelecidas e determinadas para ajustar as fraquezas da organização.4. para facilitar essa avaliação os autores fornecem uma lista de verificação para análise de forças e fraquezas: satisfação dos clientes.2 Pontos Fortes e Fracos Costa (2006. entre outras. . como sendo “características negativas. P ode-se inferir que ao analisar os mais diversos pontos de uma organização. Costa (2006. linha de produtos diversificada e completa. estabilidade financeira. 2. qualidade do produto ou serviço. bom atendimento. e salienta alguns pontos fracos como: ausência de um manual de usuário do produto claro e legível. falta de integração entre as pessoas da seção. K otler e Keller (2006. eficiência nas prom oções. p. e destaca alguns pontos fortes como: marca conhecida e respeitada. entre outros. na instituição.5.

como conquistá-los e manter posições. E m sentido congruente. formado pelos 4Ps (quatro pês): produto. p. K otler e Keller (2006. Kotler e Keller (2006. é conhecer e entender o cliente tão bem que o produto ou serviço seja adequado a ele e se venda sozinho. p. pois as vendas são consideradas a ponta do iceberg do marketing. p. promoção. sendo que ambas as partes possuem algo a oferecer que satisfaçam as necessidades. quantificação da demanda. Lacombe (2004. e que todas as partes estejam livres para aceitar ou recusar a oferta de troca. tanto das pessoas quanto da organização. ainda. distribuição dos produtos ou serviços.5 PLANO DE MARKETING P ara compreender o plano de marketing deve-se primeiramente entender o que é m arketing. esse plano deve orientar a empresa para onde ela esta indo e como vai chegar lá. devendo as partes ter capacidade de comunicação.04) acrescentam que o marketing envolve a identificação e a satisfação das necessidades hum anas e sociais. A inda Kotler e Keller (2006. manutenção e fidelização de clientes através da criação. e como ele influencia em uma organização. Chegando então ao plano de marketing.04 apud DRUCKER.04) apresentam a administração de marketing como a arte e a essência da escolha de mercados-alvo e da captação. p. p.206) conceitua marketing como um conjunto de atividades que tem por fim consum ar relações de troca entre duas ou mais partes interessadas.30 2. eles enfatizam ainda que. mencionam uma definição de maneira bem simples: “supre necessidades lucrativamente”. preço. praça e promoção. o plano de marketing expressa que as estratégias de marketing são os meios e métodos que a organização deverá utilizar .150). 1973) afirmam que o objetivo do marketing é tornar supérfluo o esforço de venda. deve esboçar como se infiltrar em mercados identificados. P ara Dornelas (2005. Dolabela (2006.141) aborda que o plano de m arketing é um planejamento do composto mercadológico. as atividades estão relacionadas ao processo de planejar e executar: concepção dos produtos e serviços. criando um cliente disposto a comprar. deve identificar as oportunidades de negócios mais promissoras. p. da entrega e da comunicação de um valor superior para o cliente. marketing não é somente vender produtos. determinação do preço e da demanda. de uma organização.

• Design – é a arte de embelezar e valorizar um produto. podendo ser utilizada para atrair o consumidor a adquiri-lo. o formato e o tam anho. p. alcançado pela transformação dos insumos.315). a apresentação física do produto.177). De forma mais abrangente. 2.1 Produto Lacombe (2004. colocado à venda no mercado para satisfazer desejos ou necessidades. através do desenho fixa-se o estilo. vantagem competitiva é a vantagem sobre os . com um objetivo primeiro de reconhecer e identificar o produto. • Logomarca – é um símbolo gráfico que apresenta o produto e a m arca. p. • Embalagem – a embalagem tem a função de proteger o produto e ao mesmo tempo de ajudar a vendê-lo. tentando sempre ter vantagem competitiva em relação aos concorrentes. a marca e o serviço precisam atender às expectativas e necessidades dos clientes.151) complementa que posicionar o produto no mercado significa direcioná-lo para atender às expectativas e necessidades do público-alvo. A crescenta-se a este tópico o conceito de vantagem competitiva. p. Dornelas (2005. sob a forma de bens ou serviços. onde a empresa estabelece a imagem do produto junto aos clientes. os modelos e tamanhos.5. a embalagem. • Qualidade – é a união das características técnicas. Dolabela (2006. entre eles: • Marca – é um nome.255) conceitua produto como sendo o resultado da produção de uma organização. adotar estratégias específicas para obter melhor resultado sobre seus concorrentes.31 para alcançar seus objetivos. um sinal simbólico. que segundo Lacombe (2004. comerciais e de serviços que são ofertadas ao cliente. desempenho e acabamentos. • Cor – a cor tem a função estética de destacar o produto. Cobra (1997.28) aborda que o produto deve atender as necessidades e desejos de seu mercado-alvo. devem ter qualidade e ser padronizado em termos de características. complementa com alguns atributos do produto. p. ou seja. destacando-se dos demais. p.

p. Dornelas (2005. • Bens de Compra Comparada – As compras precisam de esforços do consumidor. Ex. de qualidade.176) acredita que as características dos produtos irão determ inar as estratégias a serem desenvolvidas e os classifica em: • Bens Duráveis – Duram após bastante uso. cigarros.2 Preço Lacombe (2004. então. que dependendo do produto ou serviço que a empresa oferece.32 concorrentes. • Bens de Uso Especial – Produtos que têm características únicas e exigem avaliação mais minuciosa. móveis.: jóias. devendo ter sempre como referência o valor que o consumidor vê no produto e não o preço que a empresa acha que ele deve ter. Ex. no sentido de comparação de preços. Dolabela (2006. pelo qual se presume que ele possa ser vendido”. Para o desenvolvimento dessa estratégia veremos a seguir outro mix de marketing essencial: o preço. p.52) afirma que Preço é igual à soma de Produto mais Serviço mais Imagem mais Despesas mais Lucro (Preço = Produto + Serviço + Imagem + . não há transferência de material e são de difícil padronização. desaparecem ou deixam de ter utilidade. segmentar o mercado.: microondas. • Bens de Convivência – Produtos adquiridos com freqüência e que não exige grandes esforços para obtê-los. jornais. devido à política de preços a empresa pode gerar demanda para o produto. ela determinará sua estratégia para atingir o público-alvo. eletrodomésticos. etc. P ode-se inferir. • Bens Não-Duráveis – Não duram muito.5.250) conceitua preço como um “valor m onetário atribuído a um bem. • Serviços – Atividades e benefícios colocados à venda. Ex. Ex.: alimentos. p. Ex. 2. definir a lucratividade da empresa. serviço ou direito. Ex. B angs (2002. comenta que provavelmente o preço seja a maneira mais tangível de se agir no mercado. embalagens. p. a entrega de jornais. oferecendo maior valor para os clientes por meio de algo que o mercado valorize e que os concorrentes tenham dificuldade em realizar.151).: mão de obra de consertos.: roupas. fogão.: combustível.

150). desse modo. a venda pode ser através de atacadistas ou distribuidores. mas o principal ponto são os clientes. concorrência. com base nestes custos e no volume de vendas. despesas. onde o lucro nulo. os preços estabelecidos para seus produtos e serviços deveriam refletir não apenas o produto ou serviço em si. Infere-se então. lucros. bem como à participação da empresa no mercado. alguns fatores devem ser considerados: • Custos – A determinação do preço de um produto ocorre mediante a identificação dos custos fixos e variáveis da empresa. o mercado que dirá se aceita ou não o valor estabelecido. as vendas diretas ao consumidor final dá-se o nome de venda direta. por isso. bastando realizar uma pesquisa. ainda.33 Despesas + Lucro). 2. sendo que as empresas podem utilizar-se de modos intermediários como tele marketing. a grande dificuldade encontrada é que às vezes os seus custos são mais elevados e a formação do preço baseada nos concorrentes resultará em prejuízo. Dolabela (2006. é necessário considerar o preço que o cliente está disposto a pagar. . que a determinação do preço de um produto ou serviço depende de diversos fatores. na formalização do preço. catálogos. esse método determina o preço m ínimo que a empresa deverá comercializar o produto para evitar prejuízos. p. cham ada de venda indireta. • Consumidor – O preço é calculado a partir da percepção do valor do produto pelo consumidor. • Concorrência – O preço é estabelecido de acordo com os preços praticados pela concorrência. cobrindo custos e lucros. m ala direta. sejam custos.179) informa que a determinação do preço afeta o faturamento. explica que praça ou canais de distribuição envolvem as diferentes m aneiras que a organização pode levar o produto até o consumidor. é calculado o ponto de equilíbrio. Esses são os extremos possíveis. e ainda. o preço que a concorrência está colocando e os custos de produção/estoque/serviço. mas também um fator de imagem intangível.5. internet. onde vendedor fica cara a cara com o consumidor. p.3 Praça (Canais de Distribuição) Dornelas (2005. ou seja. a rentabilidade. ou seja.

da política da empresa. para tanto a escolha do canal depende da natureza do produto. Indústria >> Varejista >> Consumidor. cuja intensidade de distribuição indica o grau de cobertura que o fabricante considera necessário para comercialização do seu produto.34 Dolabela (2006.180) enfatiza que a distribuição envolve as atividades relacionadas à transferência do produto do fabricante para o consumidor através de canais de distribuição. são eles: • Distribuição Intensiva – Neste caso tenta-se colocar o produto no maior número possível de pontos-de-venda. Figura 1 . o custo unitário é elevado. dos concorrentes.: grifes de roupa. (2006). Ex. Ex.: eletrodomésticos.181) ainda complementa que existem três níveis de distribuição. o preço unitário baixo. p. • Distribuição Seletiva – Neste tipo de distribuição são selecionados intermediários que estejam dispostos a vender determinado produto e que tenham condições para tanto. Indústria >> Atacadista >> Distribuidor >> Varejista >> Consumidor. . Na figura 1 será apresentado alguns possíveis canais de distribuição: Indústria >> Consumidor. Características Estes produtos geralmente demandam serviços técnicos durante a venda e depois dela. e os preços geralm ente são altos. os distribuidores investem bastante e precisam de treinamento especial. as compras em pequenas quantidades e com bastante freqüência. Indústria >> Distribuidor >> Varejista >> Consumidor.Canais de Distribuição Fonte: Adaptado DOLABELA. Para este tipo de distribuição os produtos precisam ser de uma demanda elevada. de cuidados especiais de armazenamento e venda. p. Dolabela (2006. que tornam disponíveis os produtos no mercado. e têm-se como exemplo os Bens de Convivência. • Distribuição Exclusiva – É o tipo de distribuição em que se procura conceder a revendedores direitos exclusivos de distribuir os produtos de uma empresa em determinada região. das características do mercado. Os produtos têm a necessidade de conhecim entos especializados para serem vendidos.

no âmbito do marketing. fabricantes e atacadistas valorizam espaços de baixo custo e bom acesso a estradas. p. ou idéias por um patrocinador identificado. em que geralmente acredita-se que os principais métodos de propaganda são via jornais. por isso. 181) conceitua “promoção. sorteios. dos serviços. Pode-se inferir que determinados tipos de produtos necessitam de canais de distribuição diferentes. especiais. 2. onde a quantidade de pessoas e suas qualificações vão depender dos canais de distribuição que foram escolhidos. brindes. a propaganda possui o . por exem plo. • Promoção de Vendas: atividades destinadas a estimular. já os varejistas procuram visibilidade e acesso ao público. • Merchandising: esforço de venda ou apresentação do produto. como estandes. • Mala-Direta: qualquer tipo de propaganda enviada por correio. 182) enfatiza os seguintes tipos de promoção: • Propaganda: toda a forma paga e impessoal de demonstração e promoção dos bens. Dolabela (2006. venda direta. criar.151) enfatiza que no plano de propaganda/comunicação devem ser considerados três fatores da empresa: o pessoal envolvido. Dornelas (2005. revistas e televisão. como descontos. geralm ente estimuladas por meio de assessoria de imprensa. displays.5. p. p. a propaganda e as promoções. o efetivo de vendas deve ser maior que os outros.4 Promoção Dolabela (2006. p.56) enfatiza que negócios diferentes têm necessidades diferentes. como sendo todo e qualquer esforço realizado para persuadir as pessoas a comprarem determ inado produto ou a utilizar determinado serviço”.35 B angs (2002. e que além da escolha do canal de distribuição é muito importante à forma da distribuição dos produtos. com o objetivo de estabelecer de uma venda. onde tem como requisito um banco de dados em que padroniza o público potencial. facilitar a negociação de um produto ou serviço. • Divulgação: toda forma não paga e impessoal de divulgação e de notícias comercialm ente significativas. • Venda Pessoal: é a apresentação oral em uma conversa com um ou mais compradores em perspectiva.

192) apresenta layout como sendo a arrumação do espaço. as promoções servem para ajudar a estimular a venda de produtos. Deve-se explicar a abordagem proposta para assegurar a qualidade da produção. 2. p. Na mesma perspectiva. qual é a capacidade da instalação. convencer e reforçar o conceito do produto aos consumidores. entre outros. como brindes.6 PLANO OPERACIONAL Longenecker.102) informa que no plano operacional devem ser mencionadas as ações que estão sendo planejadas no sistema da empresa. . p. como o estoque é controlado. quais as vantagens e desvantagens da localização. buscando melhor adaptar as pessoas ao ambiente de trabalho. produto extra. seja para escritório como para máquinas. com a intenção de informar. Algumas questões que devem ser observadas: como será produzido o produto ou serviço.1 Estrutura Física (Layout) Cury (2005. que instalações de produção ou operações serão usadas. o uso da terceirização ou mostrar como serão solucionados outros problemas relacionados a matérias-primas. que produto será obtido por terceirização. p. como ela poderá ser expandida. equipamentos e materiais com o objetivo de manter a maior produtividade possível. Lacombe (2004.6.176) mencionam que esta seção do plano de negócio demonstra com o se produzirá o produto ou fornecerá o serviço. desconto no preço. que procedim entos de controles serão utilizados. já a promoção consiste em oferecer uma vantagem adicional ao cliente. p. segundo a natureza da atividade desempenhada. que tipo de layout será usado. o controle de estoque. entre outras.36 objetivo de fazer com que a mensagem atinja uma audiência selecionada. Dornelas (2005. e ainda indicando os parâmetros de avaliação.396) afirm a que o layout corresponde ao arranjo dos diversos postos de trabalho nos espaços existentes na organização. ou seja. quais são os principais custos das operações. Moore e Petty (1997. 2. qual é o impacto ambiental dos negócios.

que significam desenho. de modo a aproveitar o espaço disponível. que busca minimizar o deslocamento direto de materiais da sala de recepção até a sala de expedição. ou seja. em que a preocupação básica é o tráfego de clientes. contribui e favorece muito para o desenvolvimento de qualquer organização. permitindo sempre o movimento livre dos produtos. materiais e documentos dentro do ambiente de trabalho. produtos. p. isto é. os elementos de trabalho.37 Miranda (1981. cuja preocupação básica é as operações de produção. a estrutura organizacional é a disposição dos elementos constitutivos de uma organização. p. Cury (2005. vantagens e desvantagens. em duas ou três dimensões. Moore e Petty (1997. S egundo Cury (2005. racionalizar a disposição física dos postos de trabalho. onde se dispõe peças que compõem um conjunto. p. visando à conveniência e a atratividade do ambiente. esboço ou projeto. um design apropriado de áreas de armazenam ento. racionalizar os fluxos de tramitação de processos. onde podem ser consideradas também as partes físicas da empresa. onde a exibição da mercadoria maximiza as vendas. relacionadas com o espaço e equipamento que lhes são pertinentes. suas características. Longenecker. Infere-se então. a forma por meio da qual estão associados e se apresentam os elementos componentes de uma empresa.216). como também a ordenação de um fluxo de trabalho lógico.227) selecionam dois tipos de layout: • Layout de Fábrica.2 Estrutura Organizacional Neste capítulo são abordados temas referentes à estrutura de uma organização. que o posicionamento correto dos objetos e móveis num estabelecimento.6. as diversas operações de processo de . minimizar a movimentação de pessoas.396) menciona alguns objetivos em que um projeto de layout deve se preocupar em: aperfeiçoar as condições de trabalho do pessoal em todas as unidades organizacionais. quais são os tipos mais utilizados. • Layout de Lojas de Varejo. p. e. 403) complementa que layout é o mesmo que croqui. 2. bem como a localização do estabelecimento. boa utilização do espaço até o teto.

• Estrutura Adm inistrativa: Logística – onde são definidos os canais de distribuição e formas de abastecimento ao mercado. compreendendo o número de vendedores. Infere-se então. das responsabilidades. buscando conhecim ento geral e moderno perante o mercado de trabalho acirrado em que está inserido atualmente. Na mesma perspectiva. e Infra-Estrutura – onde são vistos os m eios de apoio às operações da empresa: grau de informatização. à organização da produção.117) especifica que a estrutura organizacional é dividida em três partes: • Estrutura Diretiva: que define a organização do negócio e compõe-se de organograma geral da empresa. experiências. tecnologia de inform ação. Primeiramente as estruturas planejam realizar produtos organizacionais e atingir metas organizacionais. ao sistema de organização. p.38) aborda que a estrutura organizacional atende a três funções básicas. como política de captação e distribuição. terceirizações. ainda o núm ero de pessoas. competências. em quais são tomadas às decisões e onde são executadas as atividades da organização. política de seguros.38 produção. E por último. equipamentos. Bernardi (2006. . sistemas e softwares aplicáveis. como política e concentração de clientes. • Estrutura Comercial – que define a organização de atendimento ao mercado. estabelecem ou determinam quais posições tem poder sobre quais. salários. Hall (1984. Apresenta-se a seguir itens importantes da estrutura organizacional. impõem-se assim as estruturas a fim de assegurar que os indivíduos se conformem às exigências das organizações e não o inverso. entre outros. processo produtivo. em outras palavras. sistemas. estrutura. do perfil dos cargos. formação acadêmica. p. representantes comerciais. que alguns autores partem do princípio básico dos conceitos. as estruturas designam-se a minimizar ou pelo menos regulamentar a influencia das variações individuais sobre a organização. regiões geográfica e cobertura de mercado. Em segundo lugar. mas que vão se desenvolvendo e atualizando ao longo do tempo.

p. de preferência o retângulo. sendo a forma clássica de traçá-lo: o sistema de caixa e linha. que tem como finalidade apresentar os órgãos que compõem a empresa. padronizados e atualizados.219) o conceitua como a representação gráfica e abreviada da estrutura da organização.2. Cabe ainda ressaltar Lacombe (2004. 219) menciona alguns itens importantes para a construção do organograma. as relações que exercem entre si. p. a via hierárquica. Miranda (1981. Cury (2005. entre outros. p. em que os órgãos devem ser representados por figuras geométricas.230) onde aborda que os organogramas devem ser simples. representa as unidades orgânicas de um conjunto e suas relações de autoridade. os tamanhos do retângulo devem ser proporcionais à importância hierárquica do órgão.1 Organograma E m relação ao Organograma.119).Organograma Fonte: Adaptado CURY (2005. os níveis administrativos. onde órgãos de m esma importância hierárquica possuem o mesmo tamanho. .6.39 2. as funções desenvolvidas pelos órgãos. p. contribuindo para formalizar situações. permitindo uma visualização rápida de como a empresa está organizada. vejamos um modelo a seguir: Diretoria Departamento Financeiro Departamento de Produção Departamento de Vendas Gerente Chefe de Almoxarifado Gerente Auxiliar de Escritório 1 Auxiliar de Escritório 2 Auxiliar Vendedor 1 Vendedor 2 Figura 2 . Cury (2005. 272) acrescenta que organograma é um gráfico onde representa a estrutura de um organismo. p.

não indica todas as relações e situações estruturais existentes. impreciso. que tem por objetivo detalhar as atividades/tarefas que compõe a função da qual se originou um órgão no organograma. de modo sintético. onde as vantagens são a visualização de imediato os órgãos de linha e de assessoramento. possibilita um conhecimento formal das comunicações. a relação de quem é quem na estrutura existente. p. onde se devem levar em conta alguns fatores: deve ser estruturado para os indivíduos da empresa. preciso e ter estética e equilíbrio.2 Funcionograma Cury (2005. capacidades. não acompanhando as mudanças nos órgãos. indicando apenas as posições. indica também a relação entre os órgãos. p. permite interpretações errôneas e incompletas. não acompanha as mudanças nas atividades importantes dos órgãos. . Já as desvantagens do organograma são que ele é estático. p.40 S imcsik (2001. divisão do trabalho e atividades. demonstra a importância dos órgãos em termos de hierarquia. pode ser complexo.141) ainda contribui dizendo existente diferentes tipos de organogramas para diferentes tipos de organizações.140) informa as vantagens e desvantagens do organograma. e. entre outros. informa as relações diretas e indiretas (subordinação e chefia). funcionograma é um organograma em que se indica. costumes. as principais responsabilidades que cada órgão representa dentro do retângulo. Lacombe (2004. com informações desnecessárias. personalidades. p. 2. conforme cultura. S imcsik (2001. ainda mais. o espaço ou a distribuição física. não representa o poder.2. 220) afirma funcionograma como um gráfico de organização. tradições. conhecimentos. Na mesma perspectiva. aptidões. é altamente form al. de uso restrito aos órgãos adotantes. simples. deve ser claro. deve indicar a natureza e o grau de especialização.156) acrescenta que.6.

. desenvolvimen to e racionalização de sistemas.41 Plan. análise de distribuição do trabalho./Dir. fluxogramas.. formulários. instituindo módulos. Módulo de Apoio Nomes do Empregados _____________________ _____________________ Atividades: .Elaboração documentos planejamento departamento .220) acrescenta ainda que. funcionogramas. Figura 3 : Funcionograma da seção de planejamento de material Fonte: Adaptado CURY (2005. IEX. .Análise.... num organograma não é possível realizar porque expressam apenas a função geral do órgão e não as atividades.Elaboração e negociação programa/importação empresa .. Cury (2005.Elaboração instrumentos executivos normativos. Nome dos Empregados Efetivo Total: . contratos. estudos de layout.Etc. . . etc.Datilografia e gravação em cartões magnéticos de editais. Efetivo Total: . etc. Desse modo./Prot. padronização de atividades de fluxos. ./Coord.Desenvolvimento projetos especiais ...Gerenciamento sistema orçamento.Confecção de Organo gramas. p.Etc. Efetivo Total: . etc. /Org.. /Controle Chefia Nome do Titular Séc. inclusive para processos de racionalização.220). um supervisor consegue na prática m elhor coordenar os trabalhos. onde equipes desenvolvem processos diferentes correspondentes a um conjunto de tarefas e atividades afins que../Datil.. Nomes do Empregados _____________________ _____________________ Atividades: . o funcionograma tem inúmeras utilidades.Racionalização processos e méto dos trabalho. Efetivo Total: . . . Módulo de Planejamento Módulo de O & M Nomes do Empregados _____________________ _____________________ Atividades: . . p.Etc. entretanto.

275) aponta que fluxograma é um gráfico. a aprendizagem.42 2. desde a sua origem até o seu final. pois. representado por símbolos e flechas.340) aborda fluxograma como um gráfico universal que representa o fluxo ou seqüência normal de qualquer trabalho. • A leitura é dinâmica. • A localização de deficiências e gargalos é muito mais simples. Infere-se. tendo por finalidade deixar claro a origem. questionários e informativos longos e descritivos.3 Fluxograma S egundo Simcsik (2001. concisa e logicamente sistemas. • Substituir os métodos tradicionais de narrativas e relatórios.404) fluxograma é um método gráfico que procura simplificar a análise de dados e informações e que possui alto grau de detalhamento visual. Miranda (1981. produto ou documento. o que a torna clara e rápida. S imcsik (2001.405) estabelece um rol de vantagens para se usar um fluxograma num trabalho e sua posterior análise e apresentação. objetivo. acom panhando o fluxo. . a avaliação e a análise em todos os níveis organizacionais. p. não indica as distâncias. claro e rápido. rápida e segura. por ser uma linguagem simbológica. utilizado para tornar mais acessível à compreensão das rotinas e procedim entos executivos. os tempos e os volumes correspondentes a cada operação. Cury (2005. • Estabelecer convenções através de símbolos que facilitam as comunicações de modo mais sim ples. que é muito importante que as organizações construam fluxogramas de seus processos. como fatores e variáveis mencionados a seguir: • Analisar a eficácia e a eficiência do processo e a sua efetividade.6. clara. colocando em evidência os inúmeros fatores num processo produtivo. restrições e estrangulamentos também. p. p. facilita o entendim ento. entre outras.2. p. o processamento e o destino da informação. através da visualização do movimento ou fluxo de informações. é uma técnica analítica que descreve objetiva. mas em compensação.

p. p. por meio destes demonstrativos é possível efetuar uma análise de viabilidade do negócio e o retorno financeiro proporcional. equipamentos. direitos. Dem onstrativo de Resultados e Demonstrativo de Fluxo de Caixa. P ode-se inferir que. TIR (taxa interna de retorno) e VPL (valor presente líquido).10) aborda que a maioria das decisões empresariais são medidas em termos financeiros. gastos com marketing. incluindo investimentos.183) investimento é a compra de qualquer ativo como imóveis. Dornelas (2005. portanto as pessoas de todas as áreas de responsabilidade de uma empresa (contabilidade.21) aborda que o objetivo econômico das empresas é a maximização de seu valor de m ercado. cotas de fundos de ações. projeção de vendas. A inda. despesas com vendas. pois assim estará aumentando a riqueza de seus proprietários. 2. marketing. p. obras de arte.7 PLANO FINA NCEIRO Gitman (1997. todos projetados com um horizonte mínimo de três anos. Dolabela (2006. Para essas análises. gastos com pessoal.162). debêntures. entre outros.7. análises de rentabilidade do negócio. produção. o sucesso de uma organização depende muito da capacidade de se administrar financeiramente um negócio. p. isso porque ele deve refletir em números o que foi descrito até então nas outras seções do plano.162) expõe que os principais demonstrativos a serem apresentados em um plano de negócio são: Balanço patrimonial. P ara Dornelas (2005.210) ressalta que para se falar sobre os investimentos iniciais é preciso fazer um questionamento: Quanto será necessário gastar para montar a em presa e iniciar as atividades? A resposta é dividida em três partes: . se usam os seguintes métodos: análise do ponto de equilíbrio. prazo de payback. instalações. em razão dos ciclos recessivos que vem atingindo a economia. o plano financeiro é considerado difícil para muitos empreendedores. custos fixos e variáveis. p. p. etc. etc.) necessitam se relacionarem com o pessoal de finanças para realizar seus trabalhos.43 2.1 Investimento Inicial De acordo com Lacombe (2004. máquinas. Hoji (2004. ações. geralmente.

serão posteriormente cobertos pela receita. registro da empresa. despesas com contador. p. jornais. impressos. entre outros. é um custo fixo”. desenvolvimento da marca. salários e encargos. consultores. ou seja. Constituem também o patrimônio da empresa e podem ser vendidos e convertidos em dinheiro. num primeiro momento. por exemplo.7. Na mesma perspectiva. amortizações. que os investimentos iniciais são tudo aquilo que o empreendedor coloca. luz. correios. aparelhos eletrônicos. salários de pessoal administrativo. etc. telefone.2 Custos Fixos Lacombe (2004. ou seja. lotes.217) conceitua custos fixos como valores monetários pagos pelos recursos utilizados para manter o funcionamento do negócio.44 • Despesas pré-operacionais: São gastos que o empreendedor efetua antes da sua empresa entrar em operação.419) “os custos fixos são uma função do tempo. . p. ou investimentos iniciais de capital de giro: São gastos operacionais necessários para iniciar as atividades da empresa. como gastos com elaboração de questionários e cópias. etc. água. condomínio. norm almente os custos são gerados nas áreas de apoio da empresa. tais como: aluguel do imóvel. telefones. P ara Gitman (1997. honorários do contador. então. sendo tipicamente contratuais. mas que no inicio têm que ser bancados pelo empreendedor. revistas. os investimentos fixos: São gastos com aquisição e instalação de equipamentos. é o custo que o empreendedor tem para dar início m aterialmente no negócio. • Os gastos com a montagem da empresa. p. aluguel. alguns exemplos: aluguel. na nova empresa para iniciar suas atividades. registro da marca. obras e reformas.93) determina custos fixos como sendo o valor monetário que a empresa desembolsa em determinado período independente da sua produção. casas. Dolabela (2006. combustíveis. P ode-se inferir. luz. com pesquisa de mercado. imóveis. pró-labore. 2. • Os recursos necessários para colocar a empresa em funcionamento até gerar receitas. entre outros. salas. e não do volume de vendas.

182) salienta que “se a mão-de-obra direta for remunerada em função do tempo (semana. custos fixos são desembolsos periódicos que a empresa tem de realizar independentemente de suas receitas e dos lucros. e que se a mão-de-obra direta for remunerada de acordo com o volume produzido é considerado custo variável.94) define custos variáveis com o sendo o valor monetário que a empresa gasta em determinado período em função do nível de produção.7. Na próxima seção serão abordados os custos variáveis. entre outros.217) menciona que os custos variáveis são os valores monetários pagos para obter e utilizar recursos aplicados para produzir os produtos ou serviços. ele varia conforme o número de unidades produzidas. os custos aumentam como exemplos: matériaprima para a produção. além dos custos fixos e variáveis existem os custos semivariáveis ou sem ifixos. Clem ente (2002. que podem ser fixas até certa faixa de volum e de vendas. fretes. comissões sobre as vendas.3 Custos Variáveis Lacombe (2004. P ode-se inferir que. p. custo fixo é todo aquele custo que uma organização possui mensalmente ou periodicam ente. p. e aumentar a níveis mais altos para volumes maiores. p. Dolabela (2006.181) acrescenta que. é diretamente proporcional a quantidade produzida.45 Clem ente (2002. ou seja. quinzena. p.419) evidencia ainda que. mas apesar dos custos serem conceitualmente fixos eles podem variar em função da capacidade utilizada ou do volume de produção previsto. que os custos variáveis são proporcionais à produção durante um período determinado. por exemplo. p. Gitman (1997. . ou seja. se a produção aumenta. 2. estando ela produzindo ou não. que são parcialmente fixos e parcialm ente variáveis. Infere-se assim. mês) e não em função do volume produzido então deve ser considerada como um custo fixo”. as comissões de vendedores. embalagens. esses custos podem ser. Na mesma linha.

analisar as tendências de vendas e de receitas. portanto Receitas = Preço Unitário x Quantidade total de Vendas.1 Fluxo de Caixa Lacombe (2004. Hoji (2004. de recebimentos e pagamentos efetivos de dinheiro. geralmente cobrem de um a três anos.5 Ferramentas de Controle Financeiro A s ferramentas de controle financeiro são essenciais para qualquer empreendimento. ou períodos. (2002.55) apresenta que receitas são acréscimos brutos de ativos que são obtidos sem a ampliação de dívidas ou do capital da empresa. a receita são recursos financeiros obtidos pela organização decorrente de sua atividade operacional. .7.151) explica que fluxo de caixa é um cronograma financeiro em que são previstas as datas. elas vão informar os dados. tanto positivos quanto negativos. p. as datas não coincidem com as datas em que os bens e serviços foram comprados ou vendidos.7. receitas dependem da quantidade de unidades vendidas e de seus preços unitários. p. entre outras.5. vão controlar todos os recebimentos e pagamentos. Leite (1997. B angs Jr. P ode-se inferir. 2. p.7.46 2. p. realizar previsões futuras. 2. a receita será igual à zero.4 Receitas S egundo Lapponi (1996. onde. deduzidas as vendas canceladas. abatimentos e impostos. ou seja. p. que corresponde ao valor obtido pela receita bruta.93) apresenta a projeção de receitas como ferramenta de previsão e orçamento que calculam as receitas e antecipam as despesas a curto e médio prazo.231).264) explica que receita bruta representa o valor das vendas a vista e a prazo de produtos ou serviços. incluindo todos os impostos. bens ou serviços da empresa. se não forem vendidos nenhum a unidade. O autor aborda também a receita líquida. elas correspondem a acréscimos ao Patrimônio Líquido e resultam da venda de produtos. de toda a movimentação financeira. então.

que fluxo de caixa é um a essencial ferramenta.524) afirm am que o Balanço Patrimonial fornecem uma fotografia da situação financeira de uma organização num ponto específico de tempo. Hoji (2004. e deve existir pelo menos uma entrada e uma saída ou vice-versa. os passivos e o valor líquido de uma organização estão distribuídos num determinado m omento”. p. e nesse ponto específico o balanço capta o efeito acumulativo das decisões anteriormente tomadas.35) explica que o B alanço Patrimonial é um demonstrativo financeiro em que incluem todos os ativos e passivos de uma empresa. 83) aborda “que balanço patrimonial tem por finalidade demonstrar como os ativos. e o Passivo que representa as fontes de recursos fornecidos por terceiros e acionistas. 2. Dolabela (2006.7.264) apresenta que o Balanço Patrimonial dem onstra a situação estática da empresa em determinado momento.222) menciona que o fluxo de caixa é uma ótima ferramenta para controle financeiro de curto e médio prazo. Na mesma perspectiva. Moore e Petty (1997. ele diz se a empresa tem dinheiro para pagar suas contas.88) aborda fluxo de caixa como um esquema que representa as entradas e saídas de caixa ao longo do tempo. p.2 Balanço patrimonial B angs (2002. com o intuito de realizar correções e adequações no caso de acontecerem imprevistos.47 Na mesma perspectiva. p. p. Hoji (2004. a fim de facilitar o conhecimento e análise da situação financeira da empresa. Lacombe (2004. Longenecker. Infere-se então. apesar de ser uma ferramenta simples. apresentados na figura 4. e reflete a equação: Ativos = Passivos + Patrimônio Líquido. ele consiste no acompanhamento das entradas e saídas de recursos financeiros no caixa da empresa. p. p. ela contempla as receitas e despesas da organização quando elas entram ou saem do caixa. que representa os recursos aplicados em bens e direitos.5. a seguir: . no qual é dividido em contas do Ativo.

7.3 Demonstração do Resultado do Exercício Longenecker. obrigações de uma empresa. p.48 ATIVO PASSIVO ATIVOS CIRCULANTES Caixas e Banc os Aplicações de Liquidez imediata Títulos e valores imobiliários Duplicatas a receber (-) Duplic atas descontadas Saques de exportação (-) Saques descontados (-) Provis ão p/ devedores duvidosos Impostos a recuperar Estoques Outras contas a receber Prêmios de seguros a apropriar Encargos financeiros a apropriar RESULTADO DE EXERCÍCIOS FUTUROS Receitas de exercícios futuros ATIVO REALIZÁVEL A LONGO PRAZO Depósitos Judiciais Empresas coligadas e controladas PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital s ocial ATIVO PERMANENTE Investimentos Imobilizado Diferido Reservas de capital Reservas de reavaliaç ão do ativo Reservas de lucros Lucros (prejuízos) acumulados (-) Custos e despesas PASSIVO EXIGÍVEL A LONGO PRAZO Financ iamentos bancários PASSIVO CIRCULANTE Empréstimos e financiamentos Fornecedores Salários e encargos sociais Obrigações fiscais Adiantamentos de clientes Dividendos propostos Provisão para férias e 13º salário Outras contas a pagar TOTAL DO ATIVO TOTAL DO PASSIVO Figura 4 : Balanço Patrimonial Fonte: HOJI. 2. que o balanço patrimonial é o conjunto de bens.5.522) abordam que Demonstração do Resultado do Exercício (DRE) é um demonstrativo financeiro que apresenta o lucro ou o prejuízo resultante das operações de uma organização durante um período de tempo. E ntende-se então. direitos. que expressa a situação de determinada empresa num determ inado período de tempo. 2004. Moore e Petty (1997. .

as operações realizadas pela empresa durante o exercício social. a DRE apresenta. inicia-se com a Receita operacional bruta e dela deduzem -se custos e despesas. Segue a figura 5: RECEITA BRUTA DE VENDAS E SERVIÇOS Vendas de produtos Prestação de serviços SOMA (-) DEDUÇÕES DA RECEITA BRUTA Devoluções e abatimentos Impostos incidentes sobre vendas Impostos incidentes sobre serviços (=) RECEITA LÍQUIDA (-) CUSTO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS Custo dos produtos vendidos Custo dos serviços prestados (=) LUCRO BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS Despesas com vendas Despesas gerais e administrativas Despesas financeiras líquidas Outras receitas e despesas operacionais (=) LUCRO OPERACIONAL RESULTADOS NÃO OPERACIONAIS (=) LUCRO ANTES DO IR E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (-) PROVISÃO PARA IR E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (=) LUCRO APÓS IR E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL (-) PARTICIPAÇÕES E CONTRIBUIÇÕES Empregados Administradores (=) LUCRO (PREJUÍZO) LÍQUIDO DO EXERCÍCIO LUCRO POR AÇÃO (em $) Figura 5 : Demonstração de Resultado do Exercício Fonte: HOJI. para apurar o lucro líquido.49 Hoji (2004. que resulta em aumento ou redução do patrimônio líquido entre duas datas”. .264) menciona DRE como “uma demonstração contábil que apresenta o fluxo de receitas e despesas. 2004.315). De acordo com Gonçalves e Baptista (1998. O autor afirma que a DRE deve ser apresentada de forma dedutiva. ou seja. p. de maneira resumida. p.

Hoji (2004.6 Ferramentas de Análise de Viabilidade Dornelas (2005. Se o VPL for positivo.33) aborda que o método “Valor Presente Líquido (VPL) é mais do que um simples cálculo.1 Valor Presente Líquido Lapponi (1996. o prazo de Payback. S anvicente (1987. Dornelas (2005. que resume as receitas e despesas de uma organização num período de tempo contábil. e se deduz o investimento feito inicialmente. p. p. assim apresenta duas situações: . p.172) apresenta que para medir o VPL de um projeto é feito uma estimativa do valor atual para os futuros fluxos de reais que estarão sendo gerados pelo projeto.46) evidencia que “esse método leva em consideração tanto a magnitude dos fluxos previstos para cada período quanto a sua distribuição efetiva durante o projeto analisado”. e depois se subtrai o investimento inicial. o projeto deverá ser rejeitado.50 demonstradas de forma a destacar o resultado líquido do período. 2.6. 2.7. descontam-se os futuros fluxos de caixa após impostos para seu valor presente.46) menciona que a principal vantagem deste método é verificar se o projeto de investim ento aumentará o valor da empresa. Infere-se então. o projeto é viável.94) informa que “VPL é a som a das entradas e saídas de um fluxo de caixa na data inicial”. p. Lapponi (1996.173) informa que num plano de negócio as principais ferramentas de Análise de Viabilidade que os investidores observam são: tanto o Valor Presente Líquido. o Ponto de Equilíbrio. pois o valor presente dos futuros fluxos de caixa é maior que o investimento inicial. caso contrário. que a DRE é um demonstrativo muito im portante. sendo o melhor método de avaliação que consegue mostrar a contribuição do projeto de investimento no aumento do valor da empresa”. e tem como objetivo fornecer aos seus usuários os dados básicos e essenciais à análise da formação do resultado do exercício. quanto a Taxa Interna de Retorno. p. p.7.

a TIR aplicada a um fluxo de caixa iguala todos os pagamentos com os recebimentos. • Se o valor do VPL for negativo – o projeto deverá ser rejeitado. disponível para aplicação do capital em análise”. P ode-se inferir que. 2.173) explica que para se calcular a TIR deve-se descobrir a taxa de desconto (K) que fornece um valor presente líquido igual à zero. pois o projeto irá gerar prejuízo e o valor da em presa deverá ter um decréscimo igual ao valor do VPL. p.7. o valor pres ente dos futuros fluxos de caixa é exatamente igual ao investimento efetuado. Dornelas (2005.3 Taxa Mínima de Atratividade S ouza e Clemente (2004.6. anulando-se entre si. se igualam”. tendo como função descontar um valor futuro ou aplicar o fator de juros sobre um valor presente. e são elas: a Taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC). quando isso ocorre. p.7. trazidos à data do inicio do fluxo. e a base para se estabelecer uma estim ativa desta taxa é a taxa de juros praticada no mercado. p.51 • Se o valor do VP L for positivo – o projeto deverá ser aceito. com baixo grau de risco. Lacombe (2004. a Taxa . P ode-se inferir que. o VPL tem por finalidade verificar se o saldo de fluxo de caixa futuro é atrativo quando trazido para valores presentes.74) entendem por TMA com o “a melhor taxa. No entanto a TIR envolve cálculos mais apurados e complexos. 297) também aborda dizendo que a TIR “é a taxa de juros na qual os recebimentos e pagamentos previstos.89) a Taxa Interna de Retorno (TIR) é um a taxa de juros implícita numa série de pagamentos (saídas) e recebimentos (entradas). pela divisão de cada recebimento e pagamento por (1+i)n. para se anularem. requerendo assim.6. p. 2. pois o capital investido será recuperado e gerará um lucro extra. uso de calculadoras científicas ou planilhas eletrônicas. em que a soma das saídas deve ser igual à soma das entradas.2 Taxa Interna de Retorno S egundo Hoji (2004.

investir no projeto ou investir na taxa mínima de atratividade.52 Referencial (TR). p.46 apud SANVICENTE. o conceito da riqueza gerada vai levar em consideração apenas o excedente sobre aquilo que já se tem. dependendo da escala utilizada. a técnica utiliza o fluxo de caixa. S chroeder (2005.74) explicam que existem duas alternativas para serem avaliadas na decisão de investimento. sendo esse período.6.184) informa que a TMA pode ser definida de acordo com a política da empresa. o que será obtido além da aplicação do capital na TMA. p.4 Payback Lacombe (2004. A inda Souza e Clemente (2004. 2.7.236) informa que payback é uma expressão da língua inglesa e que significa o período necessário para que o valor investido num projeto seja recuperado.172) explica que a técnica de payback mede o tempo necessário para a recuperação do capital inicialmente investido. p. p. p. igualado e superado pelas entradas líquidas acumuladas. sendo de grande importância a determinação da taxa na decisão de alocação de recursos nos projetos de investimentos. p. onde o mesmo é seriam ente criticado por não considerar os recebimentos após o período de recuperação dos valores. p. . geralmente. De acordo com Harrison (1976. onde um projeto de investimento será mais atraente quanto menor for o seu prazo de payback.237) faz um a observação sobre o critério de avaliação de um investimento pelo payback. necessários para que o desembolso correspondente ao investim ento inicial seja recuperado. Cabe evidenciar que Lacombe (2004. p. ou ainda. 1997. calculado em função dos valores nominais pagos e recebidos.44) define payback como sendo o número de meses ou anos. a Taxa Básica Financeira (TBF) e a Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP). S anvicente (1997. assim. Dornelas (2005. ou seja.44) “o período de payback é o espaço de tempo entre o início do projeto e o momento em que o fluxo de caixa acumulado torna-se positivo”.

P ode-se inferir que. apesar de algumas deficiências. p. Margem de Contribuição = Receita – Custos Variáveis. foi adicionado o custo do capital da empresa. Dornelas (2005. p.248) aborda ponto de equilíbrio como sendo a quantidade da produção ou vendas em que as receitas se igualam aos custos totais.169) aborda que no ponto de equilíbrio não há lucro nem prejuízo. que mede o valor do prazo de recuperação do capital investido. em que possibilita ao empresário saber em que momento seu negócio passa a obter lucro. Dornelas (2005.7. então: PE = Custo Fixo 1 – Custo Variável Receita Total . abaixo desse nível de produção ou vendas. Na mesma perspectiva. é uma ferramenta gerencial de grande im portância. onde as receitas operacionais e as despesas operacionais são equivalentes. p.169) ainda explica a fórmula para o cálculo do PE: Ponto de Equilíbrio = Margem de Contribuição Custos Fixos Totais x Receita Onde.53 Lapponi (1996. muitos adm inistradores e proprietários utilizam desta técnica do payback para fins de avaliação de suas decisões de investim entos. p.198) apresenta ponto de equilíbrio como sendo o volume de atividade ao qual o resultado operacional é nulo.5 Ponto de Equilíbrio S anvicente (1997. p. é o ponto no qual a receita proveniente das vendas é igual à soma dos custos fixo e variáveis.6. 2. a empresa tem prejuízos.24) destaca que para contornar essa deficiência de não considerar o valor do dinheiro no tem po. e acima desse nível a empresa passa a ter lucro. Lacombe (2004.

8 ASPECTOS JURÍDICOS – LE GAIS B iagio e Batocchio (2005. Os autores acima citados. Infere-se. a qual fornecerá a Licença de Funcionamento. ressaltam que é preciso desenvolver o contrato social da empresa. bem como o registro na Prefeitura Municipal. contendo a participação societária. para abrir uma empresa é necessário alguns procedimentos. sociedade civil. p. é utilizado para tomar decisões. na .419) aborda ponto de equilíbrio operacional como o nível de vendas necessário para cobrir todos os custos operacionais. capital social aplicado.20) informam que é preciso “especificar a forma jurídica da empresa (capital por cotas limitadas. a forma jurídica. o ramo da atividade. Biagio e Batocchio (2005. Ainda deve ser apresentado o tipo de tributação jurídica e o ram o de atividade da em presa. Gitman (1997. e ainda.20). para o Alvará Sanitário. 2. entre outros. sociedade anônima. como registrar o negócio na prefeitura onde ela irá atuar. p.54 Figura 6: Ponto de Equilíbrio Fonte: Zorzal. no estado. projetar lucros ou perdas. na Receita Federal. p. etc. ou LAJIR. seja definição de preços. aí então requerer o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica. na Previdência Social. nome fantasia. geralmente. que o ponto de equilíbrio é muito importante para as organizações.)”. o contrato deverá ser registrado na Junta Comercial. onde no ponto de equilíbrio os lucros antes dos juros e impostos. pois. são iguais à zero. De acordo com o SEBRAE (2008).

e então preparar o aparato fiscal.Roteiro Básico de Legalização Fonte: SEBRAE. *Prefeitura/IRLF . 2008. *Serviços: Prefeitura/IRLF Figura 7 . pois umas precisam de outras para dar continuidade. 3º Passo Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica *Receita Federal 4º Passo Inscrição Estadual *Secretaria do Estado da Receita 5º Passo Alvará de Licença para Estabelecimento e Inscrição Municipal 6º Passo Inscrição no INSS INSS 7º Passo Autenticação de Livros Fiscais e Notas Fiscais *Indústria e Comércio: Secretaria do Estado da Receita. para a liberação da impressão dos blocos fiscais e autenticação de livros fiscais. E ntende-se que para abrir um a empresa existe um a série de legalidades a serem cumpridas. conforme a figura 6 representa o roteiro na seqüência: Seqüência Atividades Local 1º Passo Consulta Prévia do Local *Prefeitura 2º Passo Consultar Nome e Registro do Contrato Social *Junta Comercial/Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas.55 Entidade de Classe (dependendo da atividade exercida). é necessário seguir um roteiro para realizar todas as atividades.

267 moradias. O período da elaboração compreendeu os meses de agosto a novembro de 2007 e de março a junho de 2008. que no caso de uma moradia. Na pesquisa descritiva. que está com 2. ou seja. PROCEDIMENTO METODOLÓGICO E ste capítulo descreve.130) recom enda utilizar a pesquisa quantitativa para medir relações entre variáveis (associação ou causa-efeito) ou avaliar o resultado de algum projeto. poderá compreender mais de um animal. e que tornam livre o acesso às suas bases de conhecimentos aos interessados no ramo. Mas serão considerados apenas os domicílios do bairro. uma vez que a pesquisa se dá através de endereços. A população destinada à pesquisa de mercado será a população do bairro Estreito na Cidade de Florianópolis. Também foi utilizada a técnica de observação no intuito de que o acompanhamento a Pet Shops facilite o entendimento dos processos realizados no dia-a-dia. de acordo com dados do IBGE no ano de 2000 (último ano em que teve senso demográfico). que no caso seria verificar a viabilidade da abertura de um negócio. sendo apropriada para Pesquisa-diagnósticos. Roesch (2007. de forma sintetizada. p. Será realizada uma pesquisa de mercado para verificar a viabilidade da abertura de um Pet Shop. constam do estudo pesquisas documentais feitas em órgãos como SEBRAE. A amostra considerou as moradias do bairro. sendo que ao final do estudo apresentar-se-á a elaboração de um plano de negócio. com o intuito de alicerçar cientificamente o estudo.no N + no .926 habitantes. o objetivo é obter informações sobre uma população. o mesmo autor destaca que. O mesmo foi desenvolvido na cidade de Florianópolis. Em complemento. tendo como resultado 95 respondentes. como foi realizado este trabalho. pelo dono dos animais. caracterizada com o uma pesquisa predominantemente quantitativa e descritiva. considerando-se um índice de confiabilidade de 95% e margem de erro de 10%. o cálculo foi realizado pelos conceitos de no = Barbetta (2002. foi realizado um levantamento bibliográfico. no estado de Santa Catarina. .60) e com a seguinte fórmula: 1 E ²o seguido de: n= N . o período com preendido e os métodos adotados nas diferentes etapas. buscar dados teóricos que servirão como base para a construção do plano de negócio. que está em 6.56 3. P rimeiramente. p. IBGE.

A pós o levantamento bibliográfico foram realizadas coletas de dados. Todo o plano de negócio foi realizado com base nas pesquisas de mercado. para isso. bem como seu relacionamento. no questionário podem ser obtidos dados com amostra populacional relativamente grande e para fins estatísticos. portanto. do SEBRA E. que serão estudadas nos órgãos específicos. que indicaram realmente se a abertura do Pet Shop é viável ou não. A pós os dados serem coletados. sua interação. E m relação aos aspectos financeiros. com questionários e entrevistas. foram realizados os estudos em base nos resultados.292) enfatiza que a observação é um dos melhores métodos de coleta de dados. apesar de concorrência existente neste setor. já nas entrevistas. payback. taxa mínima de atratividade. os dados coletados foram analisados e seus resultados são de extrema importância. de profissionais Contadores. P ara a abertura de qualquer negócio. há legislações bastante rigorosas. p. para a verificação da viabilidade financeira serão utilizadas fontes primárias.57 Cury (2005. IBGE. etc. será utilizado programas de informática: tanto Excel quanto o software de desenvolvimento de plano de negócio. as informações serão extraídas de órgãos legislativos. perm itindo identificar condições de trabalho e ainda compará-las com informações obtidas nas entrevistas. ponto de equilíbrio. e buscam-se informações que estão arquivadas na memória dos entrevistados. p. valor futuro. Cury (2005. conhecido por Make Money. engloba um a amostra pequena.290) analisa que tanto a entrevista quanto o questionário são técnicas importantes. .CRMV e Conselho Federal de Medicina Veterinária . questionários e/ou documentos. utilizadas na matemática financeira: valor presente. como Conselho Regional de Medicina Veterinária .CFMV. Ainda existem as legislações do próprio setor. desconto. suas idéias perante a empresa. taxa interna de retorno.

O Plano de Negócio apresentará os produtos e serviços. . balanços. o plano de operações. aos fornecedores e ao público alvo. na Cidade de Florianópolis/SC.58 4. ANÁLISE DOS DADOS O Plano de negócio a ser apresentado será sobre um Pet Shop a ser instalado no Bairro Estreito. determinando a viabilidade do negócio. o plano de marketing. para poder obter dados para o desenvolvimento deste Plano de Negócio. despesas. as receitas. os investimentos necessários. entre outros. Foram realizadas pesquisas junto aos concorrentes.

Loja 03 – Estreito.: (48) 9973-4733 Luciana Kindermann Meurer lukmeurer@yahoo.com. 299.br Junho 2008 . Florianópolis – SC – CEP Tel.59 Pet Shop Amigão Ltda. Rua Doutor Heitor Blum .

o foco do futuro empreendimento será o atendimento de cães e gatos para banho e tosa. Adquiriu conhecimentos sobre o setor ao trabalhar em um Pet Shop por um ano e meio. moradores do Bairro Estreito em Florianópolis/SC. a clientela alvo do Pet Shop Amigão é constituída. é uma rua transversal à avenida principal. 4. 4. devido às visitas nos estabelecimentos. por pessoas de faixa etária entre 26 e 35 anos e entre 46 e 55 anos. a proprietária. mas possui bastante movimento.1. terá uma recepção na entrada do Pet Shop e uma sala para a realização dos serviços de banho e tosa. Durante este trabalho. condomínios. é um local de fácil acesso. e venda de produtos para animais. De acordo com a pesquisa realizada. m as moderna. próximo à sinaleira. com estacionamento. remédios para a . o carinho e a amizade dos funcionários no atendimento e na prestação de serviços serão diferenciais. Neste sentido. preferências e comportamentos da clientela. também através de estudos criteriosos para o desenvolvimento da análise de viabilidade do Pet Shop Am igão ao elaborar este Plano de Negócios. A estrutura da empresa será simples.1. Estará localizado na Rua Heitor Blum .2 Os Produtos.1 Empreendedores Luciana Kindermann Meurer. pois requer equipamentos. bem como a prestação de serviços de tele-entrega de produtos. Com a pesquisa de mercado realizada foi possível conhecer as necessidades. principalmente. Serviços e a Tecnologia O Pet Shop Amigão oferecerá produtos para alimentação.1 RESUMO EXECUTIVO E ste Plano de Negócio tem como objetivo apresentar os estudos e a análise de viabilidade para o Pet Shop Amigão. conhecendo assim seus procedimentos. desenvolveuse uma significativa rede de relacionamento com concorrentes e fornecedores. que é fundamental. canis. O serviço do dia-a-dia mais a qualidade. maquinários.60 4. é graduanda em Administração e tem experiência em administração e organização de pet shop e clínica veterinária.

Estes materiais são fornecidos pela Empresa É o Bicho. característico de moradores de edifícios. adquiridos diretamente de fornecedores especializados no ramo de Pet Shop. mais especificamente no Bairro Estreito. animais que vivem em apartamentos. Os produtos de alimentação e remédios para os animais são conhecidos no mercado pela qualidade.267 domicílios. e é muito mais procurada por estes proprietários. e está em constante desenvolvimento. principalmente os animais com pêlos longos. são de qualidade e primeira linha.3 O Mercado Potencial De acordo com as pesquisas no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . como é o caso da Empresa A vícola e Nutrição do Vale. E m relação aos materiais para realização de Banho e Tosa adquiridos pelo Pet Shop Amigão. 4.61 proteção da saúde de cães e gatos. A região onde estará inserido o Pet Shop Amigão tem prédios. o que possibilita o acesso aos produtos e serviços prestados a seus anim ais de estimação. fornecidos por empresas de confiança e conhecidas.IBGE. O m ercado potencial do P et Shop Amigão são pessoas que possuem animais de estimação. serviços de banho e de tosa para a higienização dos animais. e principalmente os animais de pequeno porte.1. como cães e gatos. a região onde estará inserida o Pet Shop Amigão é composta por 6. Geralmente estas pessoas dispõem de uma renda mensal superior a dois salários mínimos. ou que dorm em junto de seus donos.926 habitantes e 2. Os animais de estimação requerem um cuidado especial. desenvolvidos para serem mais resistentes e com formatos ergonômicos para trabalho constantes. há uma higienização mais profunda. todo ano são construídos mais edifícios. Vira Latas. Agrosul Catarinense. serão escolhidos os de uso profissional. aum entando a população local. Veterinária Oeste Catarinense. . na região da grande Florianópolis em Santa Catarina.

ou apenas em determinados horários pré-agendados com a empresa de Moto boy. Será realizado um teste inicial para adaptação da melhor forma de prestar o serviço. para poder oferecer promoções e atrair os clientes. entre outras informações. seja a idéia de o pedido ser entregue a qualquer hora do dia. em maior quantidade (para obter benefícios na compra desses). o serviço de compra de produtos via internet e posterior tele-entrega (serviço inovador entre os Pet Shops). Um diferencial também será a realização de sorteios mensais de produtos. rem édios contra pulgas e carrapatos. as dependências da empresa. A prestação de serviços se dará através da contratação de serviços de empresa de Moto boy. vermífugos. O Pet Shop Amigão prestar um serviço que não é realizado por seus concorrentes: tele-entrega dos produtos do Pet Shop. produtos e/ou serviços que farão parte do concurso do Pet Shop Amigão. . portanto irá adquirir alguns produtos de giro rápido. Ganharão ainda. A E mpresa contará com um website que terá as apresentações do Pet Shop.62 4.1. Os sortudos ganharão banho e tosa num dia especificado. próximo a supermercados e em sinaleiras. raças. Os pedidos poderão ser solicitados mediante o website (já explícitos valores dos produtos e da tele-entrega.4 Elementos de Diferenciação E m relação à diferenciação. algumas dicas para o cuidado com seu animal de estimação. promoção de dia de príncipe e princesa. de acordo com o Cep do cliente) ou mesmo por telefone. Semanalmente as prom oções serão divulgadas. mas valiosa para levar a empresa até o consumidor. alguns kits. rações. por meio de panfletagem. e aparecerão no mural do Pet Shop. este serviço é encontrado em Pet Shops de São Paulo. Rio de Janeiro. um a form a simples. preenchendo um cupom e colocando na urna. não ficando como encargo para o Pet Shop Amigão. como vacinas. os serviços prestados. clientes que comprarem produtos para seus animais nos meses respectivos as promoções terão o direito de participarem. como criá-lo. a empresa Pet Shop Amigão investirá em promoções. os produtos oferecidos e seus valores. como escolher seu primeiro animalzinho. serviços. O dia do P ríncipe e da Princesa será realizado através de sorteio. seus funcionários. e no website (com a permissão de seus donos). buscando no Google pode-se encontrar estas empresas. sem custo algum. O valor do serviço do Moto boy será apenas repassado ao cliente.

o Pet Shop Amigão é inviável para a região estudada.5 Projeção de Vendas De acordo com a pesquisa de mercado realizada. observou-se que os Pets entrevistados tiveram que se esforçar muito para chegarem onde estão hoje. um percentual considerado razoável.br (2003) informa de acordo com uma pesquisa realizada com Luiz Souza (Diretor da Revista Pet Food & Health & Care). No cenário pessimista. que o crescimento médio do setor Pet atinge cerca de 17% ao ano. considerou-se uma queda de 10% do cenário realista. gerando uma média anual de receitas de R$101.00. foi considerado os 17% igualmente ao crescim ento do mercado. mas devido às dificuldades de entrar no mercado.00 reais. P erante todos os dados observados.com. já que foi informado o crescimento de 17% ao ano para o setor de Pets. dependendo do valor poderá ser dividida para 28. identificou-se que os 10% são um percentual mais realista. apontado por Luiz Souza. . Como toda empresa que inicia no mercado tem dificuldades. foi estabelecido um crescimento de 10% ao ano. no primeiro ano. este prazo é praticamente atribuído por todos os fornecedores de atividade Pet.1.6 Rentabilidade e Projeções Financeiras A partir de dados coletados no mercado de P et Shops e das informações sobre o crescimento inicial de cada Pet Shop entrevistado que forneceram dados.599. Conclui-se que levaram anos para os Pets se estruturarem e terem uma clientela fiél. a média das vendas mensais aumentará. de se estabelecer financeiramente.63 4. 4. foi projetada uma média de vendas mensais em torno de R$8. pode ser estipulada uma tabela de receitas e despesa para o Pet Shop Amigão. O recebimento das vendas será de 80% à vista e apenas 20% a prazo.1. Num cenário otimista. O site Consultores.500. Já as compras realizadas em fornecedores terão como prazo para pagamento boletos para 30 dias. com no máxim o 30 dias para pagamento. Desse modo. No cenário Realista. 35 e 42 dias. assim todos os produtos e serviços baixarão.

pela qual tinha um carinho muito especial. se escondiam.1 Histórico Tudo começou na infância de Luciana. Tinha ainda uma tartaruga. caso contrário desmaiaria. ela tinha uma cachorrinha chamada Pupi.64 4. claro que Luciana não perderia por nada de ver a cirurgia. mas não passou. P restou vestibular então para Veterinária. Dessa forma.2.7 Necessidade de Financiamento E m relação a financiamentos. viviam juntas. perdia horas num pet shop só olhando os acessórios. corriam e passeavam juntas. até a metade da cirurgia foi bem. a organização e os objetivos do Pet S hop Amigão serão apresentados nos tópicos a seguir. que quando ficavam doentes (ao menos ela achava que estavam ) colocava. na cidade de Biguaçu. que tivera que deixar par a trás alguns anos . foi então que sua cachorrinha Pupi ficou doente e precisou fazer uma cirurgia. por exemplo.1. mas no início de 2007 começou a estagiar na área financeira de um Pet Shop no bairro Estreito. 4. Foi então que percebeu que não tinha vocação. onde descobriu que podia conciliar sua profissão com o seu carinho por animais. valor concedido por seus pais. eram super amigas. nem estômago para ser Veterinária ainda mais que sangue e agulhas fazem parte da profissão. Naquele tempo iniciou a paixão pelos anim ais. o peixinho num saquinho com água e levava na bicicleta umas oito quadras até um pet shop que também tinha tartarugas e tentava salvá-la. as caminhas. já que a proprietária tem disponível todo o valor para a abertura do Pet S hop Amigão. mas depois Luciana passou mal. brincavam . e teve que se retirar da sala. que ganhou de um am igo da família. e um peixinho. Passou por alguns estágios no decorrer da universidade. 4. conversando com os vendedores.2 A EMPRESA A estrutura. não será necessário a realização do mesmo. iniciou em julho de 2004 o curso de Administração na Universidade do Vale do Itajaí.

A s principais estratégias para alcançar tal situação será o bom e ágil atendimento. 4. atuando de forma honesta. e registrado como Micro Empresa. o Pet Shop Amigão estará inserido num extenso mercado de Pets. conquistar novos mercados. e buscar novas oportunidades. O Pet Shop Amigão trabalhará para que sua situação financeira esteja sempre saudável e crescente. seu foco será todo destinado à higiêne e cuidado com cães e gatos. pois seu . pois pretende atuar em Shoppings Center e Supermercados. 4. facilidades de pagamento com cartões e cheques.3 Planejamento Estratégico Inicialmente. resolveu colocar em prática todo seu estudo e prática para verificar a viabilidade de ter seu próprio negócio. diversidade de produtos. abrindo filiais. com a higiêne de cães e gatos. e a venda de produtos para os animais. serviço prestado de qualidade visível aos clientes.2. proporcionando aos donos dos animais satisfação. tendo como principal atividade o serviço de Banho e Tosa. saindo do aluguel. segurança". Assim. que concentram grande rotatividade de pessoas diariamente. com o bem-estar. devido ser de uma só em pessoa. o Pet Shop Amigão. se preparando para enfrentar novos desafios.2 Missão e Visão A missão do Pet Shop Amigão é "oferecer produtos e serviços para o cuidado com a saúde.2. O Pet Shop Amigão pretende. Ao realizar seu Trabalho de Conclusão de Curso e estar estagiando em um Pet Shop. A visão do Pet Shop Amigão é “Tornar-se referência no mercado de Pet Shops da região. conforto.ME. ter o local próprio. buscando o desenvolvim ento do negócio. tranqüilidade.2. em longo prazo. A empresa será estudada diariam ente para seu crescimento. 4. dos funcionários e de seus clientes”.65 antes.4 Estrutura Organizacional e Legal O Pet Shop Amigão será firma individual Luciana K indermann Meurer .

O layout da empresa poderá ser melhor observado no Anexo III. Diretora Estagiária Banho e Tosa Banho e Tosa Figura 8 . espaço para realizar as atividades de higienização dos animais. • Uma sala para a Administração do negócio.Organograma do Pet Shop Amigão Fonte: Dados Primários. de 14 de dezembro de 2006. onde atuará a Diretora. e para os canis. A tributação se dará pelo Simples Nacional. e os produtos vendidos estarão de acordo na tabela I. de acordo com a estrutura hierárquica. e. para os seguintes setores: • Uma recepção. A empresa optará por um local com três ambientes. exposição dos produtos. • Uma sala para o Banho e Tosa. onde os serviços prestados serão tributados de acordo com a tabela III da legislação. e que os funcionários se direcionam para a própria dona. 2008. A seguir será apresentado o funcionograma das atividades de cada função.66 faturamento anual não ultrapassará 240. Na figura 7 está representado o organograma do Pet Shop Amigão. A simples hierarquia faz com que o organograma seja horizontal. . com a Lei Complementar nº123. A empresa será dividida por setores. para o atendimento aos clientes. onde cada funcionário atuará no seu ramo.000 reais.

Mais tarde. * Tosa nos animais. composta pela diretora Luciana. * Organização da recepção. * Controle de Bancos. Figura 9 : Funcionograma Pet Shop Amigão Fonte: Dados Primários. como o transporte de animais. em novos serviços que forem surgindo. Graduanda em Administração. * Conservação do local de trabalho. * Marcação de Banhos e Tosas. limpeza e m anutenção. * Banho nos animais.2.2. Banho e tosa * Recepção e Atendimento dos Clientes no Banho e Tosa. pela secretária e pelo pessoal do Banho e Tosa. No início as principais . * Marcação de Banhos e Tosas. com o crescimento do Pet Shop. * Conservação do local de trabalho. 4. pois já atuou neste segmento por um ano e meio. * Recepção e Atendimento de Clientes. * Organização da Agenda.67 Funcionograma do Pet Shop Amigão Diretora * Organização de Compras. trabalhando no dia-a-dia com a parte adm inistrativa do negócio.5 Equipe Dirigente O Pet Shop Amigão será dirigido pela própria idealizadora do negócio Luciana Kindermann Meurer. entre outros. * Organização e cuidado com o local de trabalho. devido aos estudos para o desenvolvimento deste plano de negócios e sua viabilidade.6 Plano de Operações A empresa terá uma estrutura hierárquica simples. deverão ser contratadas novas pessoas para trabalharem na empresa. * Organização de Contas a Pagar e Receber. Luciana será responsável por todas as decisões e rumos do Pet Shop Amigão. Luciana tem experiência no ramo de Pet Shops. Estagiária * Recepção e atendimento de Clientes. * Conservação do local de trabalho. ainda tem bastante conhecimento na área. * Planejamento. 4. 2008. * Coordenação das atividades dos Funcionários.

A estagiária.2. o Pet Shop Amigão. O Pet Shop Amigão utilizará um S oftware desenvolvido para atendimento do pet shop. etc. tosas nos pêlos. com empresa de prestação de serviços de moto boy. implantará sistemas de controle informatizados na área de atendimento. Aos sábados abrirá das 07:30 às 12:00 horas.7 Parcerias S erá realizada parceria. se torna mais elevado para a empresa. O horário de funcionamento do Pet Shop Amigão iniciará apartir das 07:30 até às 12:00 horas. O Esteticista Canino (Banho e Tosa) fará o seguinte horário: das 07:30 às 12:00 e das 13:00 às 16:30 horas. ou seja. entre outros. pela secretária e pelo pessoal de Banho e Tosa também será responsável por suas tarefas. fechando para o almoço. para tele-entrega de produtos do Pet Shop Amigão. pentes. receitas e despesas. como banhos. e o Auxiliar de Esteticista Canino fará das 07:30 às 12:00 e das 13:00 às 14:30 horas. caso contrário não é cobrada nenhuma . seguro. com um turno de 6 horas diárias. manutenção. do que para o cliente. A diretora e Administradora fará o expediente das 09:30 às 12:00 horas e das 13:30 às 19:00 horas. bancos. somente quando estiver um estagiário atuando na empresa. O Horário foi estabelecido de acordo com o horário da concorrência. Na cidade em que o Pet Shop Am igão será instalado existe a cultura da cobrança da taxa de entrega da mercadoria. faturam ento. funcionário disponível para realizar as entregas. principalmente nesse momento de abertura. seja ele já imbutido no valor do produto ou à parte. desde o início. xampus. no qual estará ciente do valor do serviço solicitado. máquinas de tosar pêlo. com exceção do pessoal do Banho e Tosa. vendas. Voltará às 13:00 horas e encerrará o expediente às 19:00 horas. caixas. relatórios. bem como a m anutenção e conservação dos materiais (escovas. fará das 07:30 às 12:00 e das 13:30 às 15:00 horas.CIEE. fichas cadastrais. 00.) e do local de trabalho. controle de estoque. controles de contas a pagar e receber. P or se tratar de uma estrutura inicial simplificada. que trabalhará das 07:30 às 11:30 horas. Esta parceria tem um valor mensal de R$54. O Pet Shop Amigão terá um convênio com o Centro Integrado EmpresaEscola . já que o custo em manter uma motocicleta. os cuidados e a higienização dos animais. no qual controla banho e tosa. 4.68 funções de administração e organização da empresa se darão pela diretora. estoque.

3 PLANO DE MARKETING O Plano de Marketing apresentará a analise de mercado em que o Pet Shop Amigão irá atuar. Por ser um ramo de menor dificuldade para abertura e com pra dos produtos.1 Setor O Setor/Atividade da economia no qual o Pet Shop Amigão estará inserido é o comércio. A uxiliar algumas pessoas carentes que cuidam de animais. o Pet Shop Amigão buscará por eventos e campanhas que ajudem a população. 4.1 Análise de Mercado A A nálise de Mercado do Pet Shop Amigão foi realizada com base em fontes secundárias. a especialização e o profissionalismo também interferem no desenvolvimento das empresas·. solicitando aos clientes doações. campanha do agasalho no inverno. como a internet. 4. concorrentes e fornecedores. sendo ponto de coleta.1. principalmente na compra de produtos com descontos especiais. O comércio baseia-se na troca de produtos entre duas ou mais pessoas. o IBGE e em pesquisas com clientes.8 Responsabilidade Social e Meio Ambiente E m relação à responsabilidade social. fazendo sua parte. Neste setor está o mercado de Pet Shops que está crescendo. 4. m uitas pessoas acreditam que é fácil abrir um Pet Shop. o que não é verdade. O ramo/tipo de negócio é Pet Shop (comércio de produtos e serviços para animais domésticos). pois os donos . ocorrendo devido à necessidade de cada parte. o contrato fica arquivado. e as estratégias para alcançar seus objetivos mercadológicos. podendo ser reativado a qualquer momento. onde as partes de beneficiam.3. 4.2. a concorrência faz a maioria das pequenas empresas se extinguirem em cerca de pouco tempo.69 taxa.3. como por exemplo.

Foi aplicado um questionário nos domicílios da região. a oportunidade de serviço de tele-entrega de produtos aos clientes.IBGE (2000). as pessoas estão preferindo levar seus animais num lugar especializado.267 domicílios.70 de animais não estão mais dando banhos e higienizando seus animais em casa. A amostragem foi calculada pela quantidade de domicílios do bairro que é o foco da pesquisa de mercado. que vendem produtos como rações e acessórios. instalado numa moradia. E ntre as principais ameaças ao Pet Shop Amigão estão os supermercados. E ntre as principais oportunidades identificadas neste ramo tem-se: o desenvolvimento do setor imobiliário. seguidos da análise de cada questão abordada. cheiroso.1. onde geralmente é o responsável pelas contas da moradia. portanto. elas são mais dedicadas quando o assunto são os animais.2 Clientela De acordo com as pesquisas no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística . Apenas uma pessoa será responsável pelos cuidados e despesas do(s) animal (is). a região onde estará inserida o Pet Shop Amigão é composta por 6. há mais mulheres do que homens que cuidam e tratam os animais.3.926 habitantes e 2. 4. onde deixam o animal e o pegam após um determinado tempo limpo. a abertura de novos Pet Shops e agropecuárias. . No gráfico 1 consegue-se visualizar a quantidade de pessoas em relação ao sexo feminino e masculino. uma vez que o cliente é o dono do animal (ou uma família). e consequentemente o número de animais. sendo que foram consideradas apenas as pessoas que possuíam anim ais. e o dono pode ter vários animais. pois do contrário não seria interessante dar continuidade ao m esmo. não precisando se esforçar para essa tarefa. que tenha todo um serviço profissional. e consumidores exigindo cada vez mais qualidade e preço baixo. possibilita um crescimento no número de moradores num local. com a construção de prédios. já que as perguntas são específicas sobre o cuidado diário de cães e gatos. Na seqüência apresentam-se os gráficos com os percentuais. a diversificação de produtos.

acessórios. pode-se perceber que o público alvo pesquisado está com a maior concentração na faixa etária acima dos 26 anos. 0 % 1 0 .0 % 2 0.71 F eminin o 67 % Masc ulin o 3 3% 0 % 1 0% 2 0% 30 % 40 % 50 % 60 % 7 0% 8 0% Gráfico1 : Sexo Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 2. podendo oferecer ração de qualidade.0 % 35 . depois vem entre 7 a 11 salários m ínimos e assim por diante. sendo que apenas 12% das pessoas possuem apenas 1 a 3 salários mínimos. Ac ima d e 5 6 a no s 46 a 5 5 a no s 36 a 4 5 a no s 26 a 3 5 a no s 16 a 2 5 a no s 0 . 0 % 25 . entre outros.0 % 3 0 . É um público relativamente maduro e interessado no tratamento com os animais. a c ima d e 1 2 s a lá rio s mín imo s 7 a 1 1 s al ár is mín imo s 3 a 7 s a lá rio s mín imo s 1 a 3 s a lá rio s mín imo s 0.0 % Gráfico 3: Renda Familiar Mensal Fonte: Dados primários (2008/1) .0 % Gráfico 2: Faixa Etária Fonte: Dados primários (2008/1) Quanto à renda familiar mensal.0 % 2 0. 0 % 5 . Uma renda familiar mais elevada influenciará nas compras para os animais de estimação. 0 % 15. 0 % 35. 0 % 25. 0% 1 0.0 % 40 .0 % 5 . 0 % 45. o gráfico 3 observa-se que as pessoas pesquisadas estão mais concentradas na faixa entre 3 e 7 salários mínimos.0 % 3 0. 0 % 15 .

mas muito próximo foi à quantidade de pessoas que compram em Pet Shop conhecido. 0% 6 0 . 0 % 2 0 . que segundo o gráfico. 0 % 1 5. 0% 1 0. 0 % 3 5. Este resultado apresenta o favorecimento do serviço de banho e tosa dos Pet Shops. o gráfico 5 representa que. Considera-se assim que. no entanto as respostas encontradas foram que 31. mesmo não sendo tão próximo à sua casa. as pessoas buscam por animais de raças e com pêlos mais compridos. lhasa apso. Este resultado induz ao Pet Shop Amigão o que oferecer na loja. onde 65% correspondem a cães. 12% a gatos e 23% dos entrevistados possuem cães e gatos em suas moradias.0 % 70 .0 % 5 . entre outros. com 30. encontra-se a espécie de animais em cada moradia pesquisada.0 % 50 . 0 % 4 0 . a mais procurada é a raça poodle. Cã o e Gat o Gat o Cã o 0 . as agropecuárias são .72 No gráfico 4. seguida da raça York shire. 0% 3 0.6% das pessoas preferem comprar em A gropecuárias. afinidade com raça. Fonte: Dados primários (2008/1) E m relação às principais raças.0 % 3 0. Out ro s La br ad or Cã o SRD Gat o SRD Ga t o Sia mê s Lh as a A ps o Y o rk Shi re Po od le 0 . 0 % Gráfico 4: Espécie de animais numa moradia. 0 % Gráfico 5: Principais raças existentes na população Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 6 pode-se perceber os lugares onde as pessoas costumam comprar os produtos para seus animais. 0 % 2 0 .5% pesquisado. pode ser por beleza. por tam anho. 0% 1 0. geralmente. deve ser investido mais nos produtos e serviços para cães do que para gatos.0 % 25 . Assim.

Some nt e s e f ica r do en te R ara men t e Uma ve z p or mê s T od a Se man a 0. 0 % 7 0. 0% 20 . O ut r o Em S up e rmer c ad o s Em a g ro pe c uá ri a Pet Sh op co n he c id o Pe t Sh op pr óx imo à su a ca s a 0. possuem animais de pequeno porte.0 % 40 . Já as pessoas que responderam que levam apenas se os animais ficam doentes. vivem mais no ambiente externo da residência. . investir no atendimento. 0 % 10 . 0 % 2 5 . 0 % 5 . 0 % 3 5. e 22. 0% Gráfico 7: Freqüência da população no Pet shop Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 8 percebe-se a grande diferença em três respostas: com 32% das pessoas visam mais a qualidade do produto na hora da compra. sinais que dificultam a locomoção até um Pet Shop. geralmente. 0 % Gráfico 6: Local de compra da população pesquisada.73 grandes concorrentes dos Pet Shops da região. 0% 3 0. que vivem dentro de casas e apartamentos. são clientes assíduos deste segmento de mercado. pode-se considerar que os animais são de porte maior. Pode-se considerar que estas pessoas. Essa questão é importantíssima para determ inação dos produtos no Pet Shop Am igão. 58% dos pesquisados freqüentam toda sem ana. e conciliar o preço das mercadorias. 0% 5 0. 0 % 2 0. 24.6% prefere o bom atendimento do estabelecimento. 0 % 6 0. pode ser verificada a freqüência em que as pessoas freqüentam um Pet Shop. Consideravelm ente. 0% 1 5.0 % 10 .9% se interessam mais no preço dos produtos. Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 7. ou seja.0 % 3 0 .

23% escolheram Premier. Para o Pet Shop Amigão é interessante que as pessoas ofereçam ração a seus animais. ajudará no momento da compra. e apenas 17% não oferecem. Com 30%. 0 % 2 5 . Fonte: Dados primários (2008/1) O gráfico 9 representa o questionamento da alimentação dos anim ais. Em relação à ração para gatos a mais escolhida foi Whiskas. 0% 5. foi escolhida a Pedigree. pois é um produto que terá venda constante. . e 10% escolheram a ração Goldem. a ração da Royal Canin é nova no mercado. Como previsto. e as pessoas pouco conhecem. 0 % 1 0. 0 % 1 5 . 0% 3 5. movimentando o caixa da em presa. mas quando verificam que é uma ração com melhor preço e a qualidade do produto é semelhante.0 % 30 .0 % 2 0.74 Out ro L oc ali za çã o d a Lo ja Qua lid ad e do Pr od ut o Ma rc a do Pr od ut o Pre ço O Est ab e lec imen t o s er c on he ci do A t en di me nt o d o Pet Sh op 0 . 0% Gráfico 8: Grau de importância no momento de escolha de produtos. Não Sim 0 % 10% 20% 3 0% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Gráfico 9: População utiliza ração para os animais? Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 10 ficam estabelecidas as principais marcas de rações oferecidas pelas pessoas. onde 83% dos pesquisados oferecem ração para seus animais. Ponto fundamental para o Pet Shop poder adquirir para sua loja.

Fonte: Dados primários (2008/1) O gráfico 11 representa a escolha das pessoas em relação aos principais produtos. considerando a compra da mesma quantidade de kilogramas dos pacotes menores. são agrados que os donos oferecem a seus animais. que são mais adquiridos.5% e brinquedos com 10.0 % 5. 0 % 3 0 . ossinhos. seguidos de biscoitos com 23. como bifinhos. os ossinhos vêm com 32% da preferência. 0% 1 0. muitas vezes. Geralmente o que acontece é que os pacotes maiores conseguem ter um valor mais baixo. 0 % 2 0 . O bifinho foi escolhido como preferido com 34%.75 Out r a Al p o Wh isk as Go l d en Ped ig r ee Pr emie r 0 . 0 % 2 5. Br inq ue do s Bisc oit o s O s sin ho s Bif in ho s 0.4% escolhem os pacotes de 1 kg. O tamanho do pacote. Estes produtos têm um valor baixo. 0 % 25 .0 % 3 5. 0 % 2 0. é um produto que pode ser oferecido como com plemento às outras compras. 26. 0% 4 0. 0 % Gráfico 10: Principais marcas de rações escolhidas pela população. 36. está . No caso.5% das compras. 0 % 3 5.0 % 15.7% preferem pacotes de 2 kg. 0 % 10 . Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 12 consegue-se perceber o tamanho dos pacotes de ração que são escolhidos pelas pessoas.8% das pessoas adquirem pacotes de ração de 15 kilogramas. 0% Gráfico 11: Principais produtos adquiridos. 0 % 1 5. e pode ser adquirido sempre. 0% 5. 14. 0% 30 .

Teve como resultado 50. já o pacote de 15 kilogramas são para animais de grande porte. que a renda familiar m ensal não permite a compra de diversidade de produtos. num período de mês ou pouco mais.0 % Gráfico 12: Pacotes de ração Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 13 observam-se alguns motivos pelo quais as pessoas não compram produtos para seus animais. Os pacotes de 1 e 2 kg são direcionados aos animais de pequeno porte. Pode ser considerado neste caso. Mas a grande maioria adquire produtos para seus pets. 0 % 3 5. onde 30% das respostas informam que os produtos são muito caros. também a dificuldade de encontrar produtos é destacada por 8. também.0 % 1 0. 0 % 3 0. Outr a razão Pouca variedade existente no mercado Não há pet shop próximo à minha casa Tenho costume de comoprar 0% 10% 20% 30% 40% Gráfico 13: Motivos por não adquirir produtos para os pets. 0 % 20 . 0 % 4 0 .7% das pessoas.5% considera os Pet Shops bons. 0 % 5 .76 relacionado ao tamanho do animal. Não of er eç o r aç ã o Gra ne l (p e so ) Pac ot e de 15 kg Pa co t e d e 2 kg Pa co t e d e 1 kg 0. . ou a quantidade de anim ais que há num mesmo local. que levam em torno de 1 a 2 meses para ser consumido. Fonte: Dados primários (2008/1) O gráfico 14 representa a satisfação das pessoas com os Pet Shops que eles utilizam ou utilizaram. 0 % 15 .0 % 25 . que consomem. o que dificulta a compra. e a dificuldade de encontrar produtos com valor mais baixo.

8% são fiéis às vezes. provavelmente preços. Nu n ca A s v e z es Qu as e se mp re Se mp re 0 . em dinheiro correspondeu a 30.0 % 40 . 0% 2 0.6% e com cheque foram 16. 0% Gráfico 15: Fidelização quanto à marca do produto. e 40% dos entrevistados responderam que quase sempre são fiéis.6%. geralmente. Pode-se perceber que os Pet Shops são consideravelmente bons. Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 16 pode-se observar a forma de pagamento que as pessoas mais utilizam na hora de comprar. 29% responderam que sempre são fiéis comprando o mesmo produto. localização. Esses dados informam que há a necessidade de ser colocado terminal de cartões na empresa. 0 % 60 . 0 % 10 . neste caso.8% das pessoas. mais fiéis.77 39% consideram excelentes.0 % 5 0. Os que preferem comprar no cartão correspondem a 52. 0% 1 0. 0 % 20 . Exc el en te Bom Re gu lar 0 . e 13. . o que os torna. 0% 5 0 . e cabe ressaltar que não houve quem apontasse o item ruim. apenas 10. 0 % 4 0 . Considera-se ameaça para o novo Pet Shop Amigão.5% indicou regular. atendimento. 0% Gráfico 14: Satisfação com outros Pet Shops Fonte: Dados primários (2008/1) O gráfico 15 corresponde à fidelidade das pessoas em relação à marca dos produtos no momento das compras. 0% 30 . entre outros. 16. muitos fatores devem interferir numa compra. os clientes gostam do atendimento deles.6% disseram que nunca são fiéis. 0 % 3 0.

Questão importantíssima para o Pet Shop Am igão poder elaborar seu plano de marketing. 68% preferem pagar à vista. A seguir vêm os canais de televisão. À Pr az o À v is t a 0. e o "boca-a-boca" (como principal propaganda). 0 % 5 0. e m ais chama a sua atenção. 0% 60. com 12. situação esta. ou seja. a empresa deve ser bem vista pelas pessoas. principalmente o Diário Catarinense. 0% 40.0% Gráfico 17: Forma de pagamento à vista ou a prazo. e 32% a prazo.4%. 0 % Gráfico 16: Forma de pagamento. 0 % 60 .0% 80. que irá favorecer a administração do caixa da em presa.0% 20. 0 % 40 .0 % 1 0. Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 18 é inform ado o canal de informação que as pessoas mais têm acesso.78 Din h eir o Ch e qu e Ca rt ã o 0 . onde.3% e 7% das pessoas tem acesso a rádios. Esta questão informa que as entradas serão mais à vista do que a prazo. 0 % 2 0. As mais indicadas foram: com 22% o acesso a jornais. com 21. Fonte: Dados primários (2008/1) O gráfico 17 representa como as contas são pagas: à vista ou a prazo. 0 % 3 0. mais utilizam . panfletos. .

0 % Gráfico 18: Canal de comunicação. 28.0% 7 0. 21% adquirem vermífugos apenas uma vez ao ano. onde 71% dos entrevistados consideram interessante a abertura de um novo Pet Shop. 0% 10 . já que pode ser realizado um evento. 0% 20 . e 29% não consideram interessante.0 % Gráfico 19: Opinião para abertura de novo Pet Shop Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 20 entra a questão da vermifugação de animais.8% a cada seis meses.0 % 80 . promoção para cuidar deste assunto. esse ponto pode ser uma oportunidade para o Pet Shop Amigão. 0 % 15 . .0 % 40. As respostas foram as seguintes: 36. no entanto uma campanha para combater estes parasitas torna-se uma oportunidade para o pet shop Amigão.4% aplicam remédios a cada três meses em seus animais.0 % 60 . pelo motivo de que mostra que muitas pessoas não cuidam da desvermifugação de seus anim ais. A concorrência faz com que a busca por clientes diminua valores. A questão é interessante. e 13. Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 19. o ponto de vista das pessoas em relação à abertura de um novo Pet Shop na região.0 % 2 0.79 Car ro s d e So m (p as sa m pe las ru as ) A n ún ci o e m re v ist a s "Bo ca a Bo ca " Pro p ag an d a em rá d io 0 . 0% 50 . 0% 30 . que é realmente importante para a saúde dos animais e de seus donos. É considerável o público que não adquiri vermífugo. e as pessoas se sentem muito beneficiadas com isso.8% responderam que não compram remédio contra vermes para seus animais.0 % 5 . 0% 25 . Não Sim 0.0 % 1 0. Os que se sentem satisfeitos com os Pet shops que freqüentam não sentem necessidade da abertura de um novo empreendimento. já que convivem juntos.

e com 14% apenas carrapatos. ou seja. 0 % 30 . acertado um valor mensal entre a empresa e o cliente. 0 % Gráfico 21: Presença de ectoparasitas (pulgas e carrapatos) Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 22. Apesar do Pet Shop Amigão não ter condições iniciais em ter um Veterinário na empresa. 0 % 10 . 0 % 2 0. descontos especiais. 0 % 3 0.0 % 3 5. a s v ez e s t e m pu lg a s 0.80 Não 1 vez po r ano De 6 em 6 me ses De 3 em 3 me ses 0. a s v e ze s t e m ca r ra pa t o s Sim. É um m edicamento que se vende sozinho.0 % 1 5. como pulgas e carrapatos. pois sai mais em conta do que particular. E 85% dos entrevistados responderam que fariam plano mensal para seus animais. ele não precisa ser prescrito por um veterinário. é aplicado na nuca do animal de acordo com o seu peso. Nã o Sim. 21% responderam que às vezes tem pulgas e carrapatos. pois não tem restrições. sendo 37% das pessoas informaram não ter problemas com estes parasitas. 0 % 40 .0 % 25. 0% 4 5. 0% 1 5. e num futuro pensar em colocar atendimento veterinário. o assunto abrange um plano mensal com banho e tosa. a questão influencia em o Pet Shop fazer planos mensais para serviços de banho e tosa. 0 % 3 5. a questão abordada é em relação aos ectoparasitas mais comuns em animais. e apenas 15% informaram que não assinariam um plano mensal. 0% 4 0. 0 % Gráfico 20: Vermífugo para animais. Este remédio é fundamental para qualquer pet shop. devido às infestações de pulgas e carrapatos no ambiente. 0 % 25 . 0 % 1 0 . . Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 21. é importantíssimo na saúde dos animais. 0 % 5. atendimento veterinário. 28% afirmam que às vezes seus animais têm pulgas. a s v e ze s t e m pu lg a s e ca r ra pa t o s Sim. 0% 20 . 0% 5.

3%.0% 60. 0% Gráfico 23: Itens considerados importantes num Pet Shop Fonte: Dados primários (2008/1) P or meio dos resultados da pesquisa dos clientes foi possível detectar informações e dados muito im portantes para a elaboração do plano de negócios. 0% 100. fazem o cliente ser fiél ao estabelecimento. e outras. os preços com 10. 0% 40.5% das respostas. 0% Gráfico 22: Adesão à Plano mensal. das receitas.81 Não ] S im 0. 0% 3 0. 0% 2 5. ou nas avenidas que atravessam o bairro em direção à capital ou .3. O principal informado. o serviço de banho e tosa vem em terceiro lugar com 15%. 0% 1 0.0% 80. seja para a projeção dos produtos. a grande maioria está localizada nas avenidas principais. 0% 20. seguido do Atendimento do Pet Shop com 23.5%. O atendimento e o banho e tosa são itens considerados fundamentais para o Pet Shop Amigão. com 26% foi a experiência do Médico Veterinário. L oc ali za çã o Es t ac ion amen t o Fo rmas de Pag amen t o Q ua lid ad e do s Prod ut o s Pre ço s O Se rv iço d e Ba nh o e T os a A est r ut ur a O A t en dimen t o A ex pe riê nc ia d o Mé di co V et e rin ári o 0.1. a estrutura com 13. 4. que servem de caminho para atravessar o bairro. 0% 5. Fonte: Dados primários (2008/1) No gráfico 23 consegue-se perceber alguns itens que são considerados mais importantes para as pessoas entrevistadas.3 Concorrência A pesquisa de m ercado indicou que existem cinco concorrentes na região escolhida. 0% 1 5. 0% 20 . como na principal rua que retorna o bairro (sentido único).

Já os concorrentes indiretos consideram-se supermercados como Im peratriz e Supermercado Rosa. Balneário Estreito Fpolis. que estão localizados no outro lado do Bairro onde o Pet Shop Amigão realizou os estudos. tendo uma base de clientela fiél e ativa mensalmente. . O porte das empresas é relativo. Veterinário -- Clínica Veterinária Lovely Dog Mais de 33 anos . eles tem uma clientela do bairro vizinho. e onde as empresas maiores têm como ponto forte um faturamento maior e que propicia um investimento considerável.82 retornando dela.Comércio de Produtos.B anho e Tosa. no qual vendem produtos para cães e gatos.Fpolis. Alves. . A principal semelhança apresentada entre elas é que a grande maioria dos que iniciaram o negócio são ou eram veterinários atuantes. . Veterinário 2 Filiais na cidade de Florianópolis . Agro Pet Shop Super Trato. ou ainda em ruas próximas às avenidas. -Banho e Tosa. 46. Nome Tempo de Mercado Pet Shop Tia P ri Atividades Localização Fundador Observação 2 anos . são concorrentes fortes e que já atuam no mercado há algum tempo. Rua Aracy Vaz Callado.Com ércio de Produtos Pet. . pois ficam na extrema dos bairros. Arara Pet Shop. O principal ponto fraco apresentado pelas empresas menores é a falta de capital para poderem investir na empresa. e o Aviário J. Os principais concorrentes diretos do Pet Shop Amigão serão: Pet Shop Tia Pri. há empresa que está comemorando aniversário de apenas dois anos no mercado. Estreito .P lantão 24 horas. Clínica Veterinária Lovely Dog. ainda tem o Cãozinho da Guarda.Atendimento Veterinário.Atendimento Veterinário. há em presa com mais de trinta anos no mercado. que possui filiais pela capital. Rua José Candido nº322.

83 . Não quiseram informar Não quiseram passar informações.Comércio de Produtos. -Banho e Tosa Avenida Marinheiro Max Schramm Figura 10 . Estreito Fpolis. Empresário -- . Estreito Fpolis. . . Avenida Engenheiro Max Souza. 1158. 1901. -Atendim ento Veterinário Rua Coronel Pedro Demoro. A lves 20 anos . Cãozinho da Guarda Não quiseram informar -Comércio de Produtos Pet. Rua São José.Banho e Tosa.Atendimento Veterinário.Internamento. Agro Pet Shop Super Trato 5 anos (é filial) .Banho e Tosa.Concorrentes Fonte: Dados Primários. . . Este Pet Shop fica no outro lado do Bairro onde o Pet Shop Amigão foi estudado.Hospedagem. Aviário e Pet Shop Arara 10 anos .Com ércio de Produtos. -Banho e Tosa.Comércio de Produtos. 2008 Empresário -Em presário A Matriz já tem 15 anos. -Atendimento Veterinário. . Aviário J.Centro Cirúrgico. nº52. Estreito Fpolis.

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4.3.1.4 Fornecedores

A análise dos fornecedores indicou que determinadas empresas são responsáveis pela representação de determinados produtos na região, principalmente na venda de rações, elas não vendem a mesma marca. A s empresas fornecedoras geralmente são compostas por vários vendedores, e atuam , sendo que cada vendedor é responsável pela venda de alguns produtos, não misturam, quem vende ração, vende somente rações, quem vende remédios, vende somente remédios, assim são praticamente todos os fornecedores, que são empresas grandes e não terceirizam a distribuição, possuem os próprios caminhões e realizam as entregas num prazo de no máximo quarenta e oito horas. E m relação à política de preços, os fornecedores trabalham semelhantes, geralmente com boletos para vinte e oito dias, e dependendo do valor da compra, parcelam em algumas vezes, duas, três, cinco vezes, mas esse parcelamento se dá num período curto de tempo, inicia-se com vinte e oito dias, a segunda fatura é para trinta e cinco dias, quarenta e dois dias e assim por diante. Quanto maiores as compras, maiores são os descontos. Todas as empresas fornecedoras são compostas por representantes, que visitam as empresas toda semana, eles controlam um estoque mínimo de venda junto com a empresa, concordam em manter um nível considerável nas prateleiras, eles mesmos arrumam os materiais, durante as visitas, conversam sobre o preço que está sendo vendido no mercado para a empresa não ficar muito diferente, muito excedido, pois para eles não é vantagem que o produto fique na prateleira. P or serem representantes de toda a região, por exemplo, a região sul, os fornecedores de uma ração fornecem o produto a todos os concorrentes do Pet Shop Am igão, o que pode beneficiar na colocação de um preço de venda menor para a empresa é a quantidade significativa adquirida, o que reduz o valor de custo. P odem ser citados como fornecedores, temos as seguintes empresas: • Avícola e Nutrição do Vale Ltda. que vende produtos da marca Pedigree, e tem com o produto que o Pet Shop Amigão irá adquirir a Ração Pedigree de 2 kg, no valor de R$6,15; responsável também pelo produto Drontal, vermífugo para cães e gatos, vendido em caixas com quatro comprimidos, no valor de R$3,99; • Agrosul, que representa a ração Royal Canin, e o antipulgas Frontline. A

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Ração da Royal Canin escolhida para este projeto é a ração Special Crock, nova no mercado, com valor mais baixo que as concorrentes, (para conquistar mercado), ela é concorrente de rações de alto valor, adquirida por volta dos R$50,00; • Vira Latas, fornece ossinhos palitos para os animais. Esses ossinhos são ótimos, auxiliam na limpeza dos dentes, devido ao movimento de roer. Os produtos são embalados em 10 unidades, sendo adquiridos por R$1,00 cada embalagem; • É o Bicho, fornece o conjunto de guia e coleira, e outros produtos de acessórios para animais domésticos. O produto vem unido (guia e coleira) e é estimado no valor de R$8,00 o conjunto. Os fornecedores são empresas grandes e que atuam a um bom tempo no mercado, representam determinadas marcas na região sul do Brasil, eles possuem uma grande clientela e estão em constante desenvolvimento e crescimento, assim, cada vez m ais especializados e profissionais do setor.

4.3.2 Estratégias de Marketing

A s estratégias do Pet Shop Amigão foram elaboradas através do perfil dos clientes, nos pontos fortes e fracos da concorrência, nas ameaças e oportunidades do próprio m ercado que está inserido.

4.3.2.1 Produtos e Serviços

O Pet Shop Amigão buscará a imagem de uma empresa respeitada, trabalhará honestamente, cobrando sempre o preço justo dos produtos e serviços a fim de conseguir se desenvolver e crescer. Os produtos oferecidos no Pet Shop são oferecidos nos demais concorrentes, portanto nenhum estará em fase inicial de desenvolvimento, a não ser os serviços. Os serviços prestados pelo Pet Shop Amigão são serviços de banho e tosa. Estes serviços são essenciais no dia-a-dia de qualquer pet shop, devido à higienização e cuidados diários para com os animais. S egundo alguns concorrentes, o mercado está em ascensão, devido ao surgimento de novos clientes a cada dia que passa querendo adquirir um animal

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para a família e procurando por serviços de banho e tosa, muitos destes se mantém na empresa fielmente. Já o número de clientes que freqüentavam as empresas com uma certa regularidade e que passaram a não utilizar mais dos serviços são poucos. Assim, a diferença mostra sempre um número positivo de clientela.

4.3.2.2 Preço

A determinação do preço de venda dos produtos e dos serviços é baseada nos preços praticados pelos concorrentes, no preço que os clientes estariam dispostos a pagar, na qualidade do produto ou serviço a ser oferecido. O próprio fornecedor de produtos que visita a empresa, semanalmente, para reposição de estoque, já verifica o preço praticado pela empresa e sugere alterações quando estão muito diferentes do mercado. A margem de lucro colocado nos produtos, como medicamentos, atinge 50%, a margem praticada nos acessórios varia entre 40% e 80%, dependendo de como fica os valores da concorrência, tem acessórios que são com prados com um valor baixo e pode-se aumentar o percentual, chegando à média da concorrência. Já as rações, que têm bastante giro, a margem é de 30%, no máximo, é muito difícil quando ultrapassa este percentual, e acaba ficando muito fora do preço de mercado e não gira o produto.

4.3.2.3 Promoção e Publicidade

A publicidade do Pet Shop Amigão será com a fachada da Loja, será desenvolvida para chamar a atenção dos clientes que passam pelo local, e destacar o empreendimento. Na fachada estarão: nome, telefone, atividades exercidas pelo Pet Shop Amigão. A inda, será desenvolvido um modelo de panfletos que serão entregues nos domicílios do bairro em que a empresa estará inserida, como na proxim idade de supermercados, e em semáforos da região. Por se tratar de locais em que há grande circulação de pessoas torna-se propício a divulgação da empresa. Nesses panfletos constará o nome da empresa, localização, telefone para contato, divulgação dos serviços prestados, e algumas ofertas para atrair clientes. O Dia do Príncipe e da Princesa também serão importantes para promover e

É uma boa forma de melhorarmos nosso relacionamento com os clientes. como . técnicas de vendas. a análise da clientela. de seus funcionários junto com a parceira Aemflo. do que o incomoda. assim tomar conhecimento por parte dos clientes do que mais lhe agrada. da clientela.4 . 4.4. Será realizada uma promoção para quem comprar produtos caninos ou felinos. • Marketing: no marketing são desenvolvidas as estratégias de marketing. cartazes serão confeccionados para anunciar a promoção. críticas e sugestões no balcão da em presa. 4. e sua consolidação no mercado de Pets mediante a oferta de produtos.2. da concorrência e dos fornecedores se dá logo após à do setor. Para isso. serviços de banho e tosa.4 O PROJETO E ste projeto busca o desenvolvimento e criação de um Pet Shop.1 . dos concorrentes e fornecedores: a análise do setor é realizada através de consulta a fontes secundárias. nos meses correspondentes a promoção. kits e/ou serviços do Pet Shop para saudar o animal sorteado.Plano de Implementação O projeto de criação do Pet Shop Amigão tem a seguinte seqüência: • Análise de Mercado: é fundamental a pesquisa de mercado para identificar as características do setor.Relacionamento com os Clientes O bom relacionam ento com os clientes é essencial para a fidelização dos mesmos.3. o Pet Shop investirá em alguns cursos para aprimoramento de relacionamentos. terá o direito a participar e concorrer ao dia especial. entre outros. Uma maneira de saber o que os clientes estão pensando do Pet Shop Amigão é disponibilizar um a caixinha de dúvidas.87 publicar o Pet Shop Amigão. Ainda serão oferecidos alguns produtos. todos de qualidade e bom atendimento aos clientes e fornecedores. que disponibiliza uma agenda de cursos e treinamentos. Permitindo. 4. Folders.

plano de implementação.5 PLANO FINA NCEIRO O Plano Financeiro engloba o resultado dos dados obtidos durante o projeto. estoque inicial (compras). e estão inclusos obras civis. como o estudo da viabilidade mercadológica e financeira. instalações. 4.Cronograma do Projeto Pet Shop Amigão Fonte: Dados Primários. receitas. entre outros. • Im plementação: para a implementação do negócio estarão atribuídas as seguintes atividades: criação legal da empresa.2 Cronograma O cronograma do projeto foi desenvolvido do seguinte modo: Tarefa Prazo Pesquisa de Mercado Fevereiro à Março de 2008 Marketing Março de 2008 Plano de Negócios Março a Maio de 2008 Implementação e Início Atividades Agosto à Novembro de 2008 Figura 11 . . 4. 2008. de investimentos. produtos. compras. contratação de pessoal. computador.56. materiais para escritório.727. • Plano de Negócios: no Plano de Negócios estarão relacionados todos os fatores pertencentes ao plano.4. contato com os Fornecedores para compra de produtos. 4. equipamentos e máquinas. promoções. despesas pré-operacionais. móveis e utensílios. insumos.5. serviços. organização do local e início das atividades. softwares. estruturas. será composto de projeção dos resultados. compra de móveis.1 Investimento Inicial Os Investimentos Iniciais para o desenvolvimento do Pet Shop Amigão será de R$31. todos especificados anteriorm ente e a apresentação será através de planilhas.88 será a divulgação. plano de operações. instalações.

em fornecedores. Junta Comercial do Estado de Santa Catarina – JUCESC. compras. instalações. A seguir será apresentada a tabela de investimentos iniciais. . em concorrentes. foram apresentados de acordo com pesquisa no mercado. máquinas. O investimento inicial como obras.89 A s despesas pré-operacionais foram estabelecidas através de pesquisas em escritório contábil. prefeitura de Florianópolis.

2008. .90 Tabela 1 .Investimentos Fonte: Dados primários.

e os dem ais têm acréscimo devido ao desenvolvimento da empresa. foi gerado R$16. internet.5. 2008 4.91 4.656.138. veja a seguir: .856.3 Despesas A s despesas do Pet Shop Amigão foram classificadas em dois grupos: Despesas de Produção – que engloba o pessoal da produção e os insumos.28 anual. material para escritório.4 Mão de Obra A s despesas com mão de obra e encargos sociais geraram R$27. no primeiro ano. contador. luz. Os encargos estabelecidos são de acordo com os encargos estabelecidos pela Lei do Simples Nacional.28 no primeiro ano. Tabela 2 – Despesas Fonte: Dados primários.78% mensais sobre o salário do funcionário.00 anuais. O total das despesas. telefone. Com dois funcionários na mão de obra. que de acordo com a tabela 3 fica em 33.512. marketing. foi gerado R$10. contrato com o CIEE.46.5. com o salário de Luciana. foi de R$121. salário do estagiário que como não tem encargos foi colocado como despesa mensal. e as Despesas Adm inistrativas – que envolve água.

00% SAT 0. já que as empresas não trabalham com fiado.00% Total Previdenciário 12. ou pagamento posterior. 2008 4. Tabela 4 – Mão de Obra & Dividendos Fonte: Dados primários. a planilha representa os totais anuais da mão de obra do Pet Shop Amigão. Fonte: Guia Trabalhista.00% FGTS 8. 13º salário 8. 2008.33% SOMA BÁSICO 33.Planilha de Encargos Sociais e Trabalhistas.5.Educação 0.1. e apenas 20% a prazo.11% INSS 0. os serviços de banho e tosa realiza cerca de 80% das vendas à vista.00% INCRA/SEST/SEBRAE/SENAT 0. De acordo com pesquisa de concorrentes. A seguir. já os produtos para os animais é considerada toda à vista.78% Tabela 3 .00% FGTS/Rescisão (a partir de 1. A seguir a tabela 5 com a demonstração das receitas: .00% Previdenciário s/13º e Férias 2.33% Férias 11.6 Receitas A receita do Pet Shop Amigão se dará através das vendas de produtos e serviços.00% Sal. sendo que o produto somente sai da loja mediante pagamento.92 Tabela 3: Planilha de Encargos Sociais e Trabalhistas.2001) 4.

618. Num primeiro momento está a Receita Bruta de Vendas. E m seguida. os custos com produção e logo as despesas operacionais. as receitas e as despesas são contabilizados no momento em que são realizadas.12 no primeiro ano.628. . o que gera um resultado operacional negativo de R$20. e sendo assim . nos próximos anos.5.7 Projeção dos Resultados A Projeção dos Resultados é fundamental para planejar e acompanhar os resultados do negócio.690. deduzidos os impostos. 2008 4. aqui.Receitas Fonte: Dados primários. mas vai dim inuindo.07 negativos. o lucro líquido continua negativo.93 Tabela 5 . o negócio é considerado inviável. e num total de cinco anos o resultado operacional termina em R$60. mas não é suficiente.67 negativos e o Lucro Líquido em R$60. P ode-se perceber que já no primeiro ano o Lucro Líquido é negativo.

55.678. considerado ruim para o Pet Shop Amigão. estimou-se que as receitas cresceram.94 Tabela 6 – Projeção dos Resultados Fonte: Dados primários.084. 2008 4.70 negativos. obteve-se R$140. consequentemente também cresceram.691. as receitas atingiram R$127. e o fluxo do período foi negativo.554. No quarto ano. despesas tributárias. dentre elas. e as despesas.738.00 e as despesas à R$138. gerando um saldo acumulado de caixa de R$34. No quinto ano.61.599. com um acumulado de caixa de R$41. despesas com produção. receitas com vendas e serviços.31 negativos.33 negativos. com pessoal. as receitas chegam à R$154. .34 negativo.536. chegando à R$116.00.463. No terceiro ano.00 e as despesas ultrapassam os R$155 mil. P ode-se observar que o total de entradas no primeiro ano chega à R$101.024.527.069.12 com as despesas.00 com as receitas e R$146. chegando à R$139. administrativas. chegando à R$115.60.5.673. fechando um saldo acumulado de caixa de R$24.8 Projeção do Fluxo de Caixa No fluxo de caixa que estão representadas todas as entradas e saídas da empresa.154. o acumulado de caixa passou a ser R$40. mas as despesas são maiores e ultrapassam as receitas. obtendo-se um saldo acumulado de caixa em R$1.43 negativos.97. No segundo ano.682.

o Ativo e o Passivo.95 Tudo isto não é satisfatório ao Pet Shop Amigão. 2008 4. as despesas são muito altas durante os anos estudados. imobilizado. fornecedores. as receitas não vencem as despesas. .33 negativos. tornando o Pet Shop Amigão inviável para sua abertura. No ativo estão contidos o caixa. que no primeiro ano.9 Projeção do Balanço O Balanço Patrimonial é dividido em dois grupos. já no Passivo constam as obrigações da empresa. Os dados podem ser verificados na tabela que segue: Tabela 7: Projeção de Fluxo de Caixa Fonte: Dados primários. os salários. ou seja. depreciação e diferido.5. as duplicatas a receber e o estoque. capital social. ficou em R$1.738. ultrapassam as receitas.

é onde a empresa não obtém lucro.535. influenciando no ativo. o mínimo necessário . 2008 4. nem obtém prejuízo.10 Ponto de Equilíbrio O Ponto de Equilíbrio é onde se tornam iguais as receitas e despesas.5. percebe-se uma queda em torno de m il reais. devido às obrigações serem maiores e o capital investido ter sido praticamente todo utilizado.50. com uma diferença pequena. A partir do segundo ano. o balanço fechou negativo. as despesas continuam superando as receitas e o balanço fecha sempre negativo. já no segundo. Tabela 8 – Projeção de Balanço Fonte: Dados primários. Então no quinto ano as receitas chegam próximas as despesas. ou seja. obteve-se um saldo positivo de R$19.96 No primeiro ano.

datada no movimento de 11 de junho de 2008. Após o ponto de equilíbrio a empresa passa a ter ou lucro. . num período de cinco anos a empresa não obterá valores para se sustentar. é inviável. e a receita bruta total com apenas R$105. que o projeto do Pet Shop Amigão é inviável para a localidade estabelecida. no primeiro ano. e a VPL. talvez um estudo mais aprofundado. não trazendo um retorno esperado para o investidor. ou o Tempo de Retorno do Investimento é superior a cinco anos. De acordo com os saldos do fluxo de caixa e a taxa de atratividade determ inada para o negócio.688. ou passará por diversas dificuldades.97 para ela se manter no mercado. a TIR. outros serviços e produtos ou até outra localidade. ou prejuízo. ou seja. Um projeto que não é lucrativo não é considerado viável. 2008 4. No caso do Pet Shop A migão.11 Análise do Investimento A análise de investimentos apresentará algumas técnicas fundam entais de análise em estudos de viabilidade. o ponto de equilíbrio está em R$208.25% ao ano. após oito anos de comércio é que o Pet Shop Amigão se tornará atrativo. O tempo de retorno então estabelecido foi de oito anos. É bem provável que a empresa não sobreviverá além do segundo ou terceiro ano.46. Pode-se encontrar a variação desta taxa através da internet em sites do governo.5. Tabela 9 – Ponto de Equilíbrio Fonte: Dados primários. serão abordados o Payback.324. que está 12. buscando detalhes diferentes. A base estabelecida para a taxa de atratividade (TMA) foi a taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (SELIC). A presenta-se assim.00. ou seja. não tendo motivo para ser levado a diante. o Payback. um a diferença grande.

abordado anteriormente. As receitas são maiores que as despesas. conforme a seguir. foram projetadas as vendas com este percentual de crescimento. Tabela 11 – Análise de Investimento: Cenário Otimista Fonte: Dados primários. Será estudado apenas o realista. existe uma dificuldade encontrada que é o .98 Tabela 10 – Análise de Investimento: Cenário Realista Fonte: Dados primários. e o negócio tornou-se viável. podendo ser investido o capital guardado. então. A tabela a seguir representa um payback em três anos. e uma TIR de 53. e o otimista. já que o projeto deu-se como inviável. 2008 O cenário Otimista foi desenvolvido de acordo com o desenvolvimento do setor.82% ao ano. que cresce e se desenvolve cerca de 17% ao ano. o projeto do Pet Shop Am igão torna-se viável. 2008 O cenário pessim ista não será estudado. Pode-se concluir que apenas num cenário otimista.

. espera-se que a empresa cresça 17% ao ano para poder gerar lucro e consequentemente se desenvolver.99 risco do negócio. ou seja.

para que isso não aconteça existe o plano de negócio. aplicando questionário. dicas. A busca de informações teóricas proporciona um estudo profundo e direcionado da situação. P ara os aspectos financeiros foram abordados conceitos de investimentos iniciais. as pessoas possuem sonhos de abrirem seu próprio negócio. seguidos de 32% das pessoas com renda mensal de 7 a 11 salários mínimos. O que acontece. acessórios. definição do plano operacional. payback. onde o Pet Shop Amigão estaria instalado. os fornecedores.100 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Hoje em dia. para analisar as necessidades existentes. e ponto de equilíbrio. mais especificamente foram: a definição e elaboração do planejamento estratégico. da cidade de Florianópolis. elaboração do plano de marketing. No entanto com auxílio para todas estas atividades foi utilizado um software chamado Make Money. Como público alvo foi considerado os moradores do bairro E streito. os produtos destinados ao Pet Shop são rações. TMA. o qual oferece diversas planilhas. num a faixa etária entre 26 e 35 anos e. conceitos. é a falta de conhecim ento virando constrangimento. balanço patrimonial. e como serviços teriam banho e tosa de animais. e para as ferramentas de análise de viabilidade usou-se VPL. vermífugos. A realização deste plano de negócio teve como objetivo principal a elaboração de um plano de negócio para abertura de um pet shop. E m relação ao plano de marketing. considerada clientela para o negócio. muitas vezes. No desenvolvimento mercadológico estudaram-se a população alvo. ainda pôde-se estabelecer que 42% dos pesquisados possuem uma renda mensal de 3 a 7 salários mínimos. P ara confeccionar o plano de negócios foram feitas pesquisas bibliográficas para se ter um embasamento teórico do que seria estudado. do plano econômico e financeiro. os concorrentes. decepção. com 32%. de receitas. 26% entre 46 e 55 anos. um estudo profundo do mercado para evitar falsas ilusões. remédios contra pulga e carrapatos. como ferramentas utilizaram-se fluxo de caixa. . custos. indicando se o negócio é viável ou não. e de acordo com o resultado da pesquisa. esta vontade acaba fazendo com que elas não busquem aprender sobre o ramo que pretendem atuar. está compreendida. e levantamento dos aspectos jurídicos. despesas. dem onstração de resultados do exercício. TIR. antes de investirem.

para um crescim ento e desenvolvimento do Pet Shop Amigão de acordo com o crescimento do mercado. por 6 horas diárias. poderia praticar aprendizado durante o trabalho. fica difícil para o pet shop o pagamento deste. Para a recepção seria contratada uma estagiária. um crescimento e desenvolvimento igual ao pesquisado pelo ramo de pet shops. sendo assim fica este estudo realizado. e pronto para qualquer outra iniciativa de estudo mercadológico a realizar. não houve mais tempo para realizar as pesquisas mercadológicas necessárias. e num primeiro momento. seja da clientela. proporcionando desenvolvimento da empresa e da estagiária. puderam ser aplicados. este resultado deu-se num cenário realista para os estudos na localidade informada anteriormente. pois existem muitas barreiras de entrada de um novo negócio no mercado. devido ao plano de negócio ser estabelecido para os próximos cinco anos. ficou determinada. A administradora Luciana ficará na área administrativa e financeira da empresa. na prática. e obteve-se a viabilidade do projeto. e ainda na recepção após o térm ino do horário da estagiária. foi interessante. diversos conceitos estudados ao longo do curso de administração e que como experiência profissional auxiliando bastante. No entanto projetou-se o cenário otimista. que por estar estudando. seja da localidade. não pôde ser considerado. ou até por ser uma empresa ainda não muito divulgada que a população não conhece os serviços oferecidos. o payback ficou calculado em 3 anos. A busca dos dados mercadológico. no caso de faltas. O estudo deste plano de negócio foi muito im portante e produtivo para a formanda. tornando propícias as atividades e o investim ento no negócio. na prática. mas devido à troca do tema deste trabalho. existe a necessidade de dois profissionais atuarem juntos. maior número de anim ais num dia. já que o piso salarial deste profissional é relativamente elevado. Foi questionada a possibilidade de realizar este estudo em um a outra localidade. férias. neste momento de abertura da empresa.000.101 E m relação à quantidade de funcionários. De acordo com a análise financeira o Pet Shop Amigão não é viável. pois lidar com . que se iniciou com uma imobiliária. chegando próximo dos R$3. Cabe ressaltar a inexistência de um veterinário. que 2 pessoas atuariam na área de banho e tosa de animais.00 mil reais.

102 pessoas e que você não conhece pedindo que lhe forneça dados para sua pesquisa. vale para qualquer um como um divertido e excelente aprendizado. .

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106 APÊNDICES .

Os dados obtidos através desta pesquisa serão utilizados para verificar a viabilidade de implantação de um Pet Shop. ( ) Sim ( ) Não 2. Sexo: ( ) Masculino ( ) Feminino 4. V ocê tem animal (is) de estimação? Caso você não tenha animais de estimação não é interessante a continuação do questionário. Renda familiar mensal: ( ) 1 a 3 salários mínimos ( ) 3 a 7 salários mínimos ( ) 7 a 11salários mínimos ( ) acima de 11 salários mínimos . realizada por uma aluna do curso de administração da Universidade do Vale de Itajaí – UNIVALI. Qual? ______________________ 3. no Bairro Estreito em Florianópolis/SC. Desde já agradeço a sua compreensão. Faixa etária: ( ) até 15 ( ) 16 a 25 anos ( ) 26 a 35 anos ( ) 36 a 45 anos ( ) 46 a 55 anos ( ) Acima de 56 anos 5. Qual a região que você reside? ( ) Estreito ( ) Canto ( ) Balneário ( ) Outro. uma vez que as perguntas são específicas do dia-a-dia com os animais.107 APÊ NDICE A Questionário aplicado na pesquisa de m ercado E sta é uma pesquisa anônima de caráter acadêmica. 1.

Cães ( ) 1 (um ) ( ) 2 (dois) ( ) 3 (três) ( ) 4 (quatro) ou mais Gatos: ( ) 1 (um) ( ) 2 (dois) ( ) 3 (três) ( ) 4 (quatro) ou mais Outros? ___________________________________ ___________________________________. Qual? ________________________. 9. ( ) Localização da Loja (próximo à sua casa). . ( ) Atendimento do Pet Shop. Onde você costuma comprar produtos para seu(s) animal(is)? Assinale no máximo 2 (duas) alternativas. 10. ( ) O estabelecimento ser conhecido.108 6. Responda a seguir a quantidade de cão e gato que você possui. 7. ( ) Qualidade do Produto. ( ) Preço. ( ) Clínica Veterinária/Pet Shop próximo à sua casa. ( ) Clínica Veterinária/Pet Shop conhecido (mesmo que não tão próximo à sua casa). 8. ( ) Em agropecuária ( ) Em Supermercados ( ) Outro lugar. O que mais lhe chama atenção na hora de adquirir um produto para seu animal de estim ação? Assinale 3 (três) alternativas. Com que freqüência você leva seu(s) animal(is) num Pet Shop? ( ) Toda semana ( ) Mensalm ente (pelo menos uma vez por mês) ( ) Raramente ( ) Som ente se ficar doente. ( ) Marca do produto. Qual(is) a(s) raça(s)? ________________________.

como você compra: ( ) Pacote de 1 Kg. Qual(is) o(s) principal(is) produto(s) (acessórios. bifinho. ( ) Granel (peso). Qual? _____________________________. ossinhos. informe suas razões? Assinale 3 (três) alternativas. ( ) Falta de tem po para o assunto. ( ) Pouca variedade existente no mercado. ( ) não ofereço ração para meu(s) animal(is). 15. etc. ( ) Dificuldade de encontrar produtos. Qual? _______________________. 12.109 ( ) Outro. Você é fiel às m arcas na hora de efetuar as compras? ( ) Sempre ( ) Quase Sem pre . ( ) Não há Clínica Veterinária/Pet Shop próximo à minha casa. Caso nunca ou quase nunca tenha comprado produto(s) para seu(s) anim al(is). ( ) Tenho costume de comprar. ( ) Pacote de 2 Kg. Qual a sua satisfação com as Clínicas Veterinárias/Pet Shops que você freqüenta ou já freqüentou? ( ) Ruim ( ) Regular ( ) Bom ( ) Excelente 16. 13. ( ) Outra razão. ( ) Os produtos são m uito caros. 14.) e marca(s) você costuma adquirir para seu(s) animal(is)? ____________________________________________. Caso você ofereça ração para seu(s) animal(is). 11. ( ) Pacote de 15 Kg. Você costuma oferecer ração para seu(s) animal(is) de estimação? ( ) Sim ( ) Não Qual a marca? _______________________________.

Você considera interessante a abertura de uma nova Clínica Veterinária/Pet Shop na sua região? ( ) sim ( ) não Por quê? __________________________________________________________ 21. Qual tipo de marketing mais chama sua atenção? (Assinale três alternativas) ( ) Propaganda em rádio. carrapatos. Na hora de efetuar a compra qual a forma de pagamento que você mais utiliza? ( ) Cartão ( ) Cheque ( ) Dinheiro 18. ( ) Sim . ( ) 1 vez por ano. ( ) Não. ( ) de 6 em 6 m eses. Qual você costuma assistir? ____________________ ( ) “Boca a boca” ( ) Panfletos ( ) Anúncios em revistas.)? ( ) Sim . Você desvermina seu(s) animal (is) com que freqüência? ( ) de 3 em 3 m eses. as vezes tem pulgas. Você costuma pagar a(s) compra(s) para seu(s) animal(is) de qual maneira: ( ) À vista ( ) À prazo 19. as vezes tem pulgas e carrapatos. Qual(is)? ________________________ 20. ( ) Não compro remédio contra vermes. Seu(s) animal(is) tem problema(s) com ectoparasitas (pulgas. as vezes tem carrapatos. ( ) Sim . Qual você costuma ler? _____________ ( ) Carros de som (passam pelas ruas) ( ) Outro(s).110 ( ) Às vezes ( ) Nunca 17. etc. Qual você costuma ler? ________________________ ( ) Jornais. 22. . Qual você costuma escutar? ____________________ ( ) Propaganda de TV.

24.111 23. descontos nos diversos serviços. Você faria um Plano Mensal para seu(s) anim al(is) de estimação. Hotel. consulta veterinária. . Quais opções abaixo você considera importante num Pet Shop? Assinale 3 (três) alternativas. entre outros? ( ) Sim ( ) Não Por quê? __________________________________________________________. Plantão. transporte. ( ) A experiência do Médico Veterinário ( ) O Atendim ento ( ) A estrutura ( ) O serviço de B anho & Tosa ( ) Preços ( ) Qualidade dos Produtos ( ) Formas de pagamento ( ) Estacionam ento ( ) Localização ( ) Outro: __________________________________. que ofereça Banho e Tosa.

112 APÊ NDICE B E sta é uma pesquisa anônima de caráter acadêmica. agradeço a sua compreensão. Outros: ___________________________________________________. Os dados obtidos através da pesquisa serão utilizados para realização do trabalho mercadológico com intuito de estudar vários tipos de segmentos. 2) Por que você escolheu este ramo de negócio? ( ) Ramo familiar ( ) Pesquisa de mercado ( ) Gostar do ramo ( ) Outro(s). Acessórios: ________________________________________________. 3) Quantos funcionários a empresa possui? ___________ Função: __________________________ Quantidade: _________ Função: __________________________ Quantidade: _________ Função: __________________________ Quantidade: _________ Função: __________________________ Quantidade: _________ Função: __________________________ Quantidade: _________ Função: __________________________ Quantidade: _________ 4) Quais são as principais marcas que a empresa trabalha? Ração:____________________________________________________. Desde já. realizada por uma aluna do curso de administração da Universidade do Vale de Itajaí – UNIVALI. Qual(is)? ______________________________________. Vermífugo: ________________________________________________. Veneno para Pulgas/Carrapatos: ________________________________. Rem édios: _________________________________________________. 5) Qual o tipo de marketing que a empresa aplica? ( ) Propaganda rádio ( ) Boca a boca . 1) Há quanto tempo a empresa está atuando no mercado? ________________.

( ) Panfletos ( ) Jornais ( ) Outro(s). 7) Quais as condições de pagamentos que a empresa dispõe? ______________________________________________________________ 8) Qual o seu diferencial em relação aos concorrentes? _______________________________________________________________ 9) A empresa possui algum método de fidelização de seus clientes? 10) Existe Plano mensal de algum serviço? Qual? Quais valores? _______________________________________________________________ _______________________________________________________________ 11) Quais as dificuldades encontradas na busca de novos clientes? _______________________________________________________________ 12) Quais as dificuldades encontradas para manter o negócio? _______________________________________________________________ 13) Existe muita rotatividade de funcionários? Em quais funções? _______________________________________________________________ . Sim ( ) Não ( ) Quais? _______________________________________________________. Qual (is)? ___________________________________ 6) A empresa possui algum tipo de parceria.113 ( ) Propaganda de TV ( ) Outdoors ( ) Anúncios em revistas do segmento.

114

ANEXOS

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ANEXO A

Anexo I: P artilha do Simples Nacional – Comércio

Rec eita Bruta em 12 meses (em R$)

ALÍQUO TA IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP INSS ICMS

Até 120.000,00 4,00% 0,00% 0,21% 0,74% 0,00% 1,80% 1,25% De 120.000,01 a 240.000,00 5,47% 0,00% 0,36% 1,08% 0,00% 2,17% 1,86% De 240.000,01 a 360.000,00 6,84% 0,31% 0,31% 0,95% 0,23% 2,71% 2,33% De 360.000,01 a 480.000,00 7,54% 0,35% 0,35% 1,04% 0,25% 2,99% 2,56% De 480.000,01 a 600.000,00 7,60% 0,35% 0,35% 1,05% 0,25% 3,02% 2,58% De 600.000,01 a 720.000,00 8,28% 0,38% 0,38% 1,15% 0,27% 3,28% 2,82% De 720.000,01 a 840.000,00 8,36% 0,39% 0,39% 1,16% 0,28% 3,30% 2,84% De 840.000,01 a 960.000,00 8,45% 0,39% 0,39% 1,17% 0,28% 3,35% 2,87% De 960.000,01 a 1.080.000,00 9,03% 0,42% 0,42% 1,25% 0,30% 3,57% 3,07% De 1.080.000,01 a 1.200.000,00 9,12% 0,43% 0,43% 1,26% 0,30% 3,60% 3,10% De 1.200.000,01 a 1.320.000,00 9,95% 0,46% 0,46% 1,38% 0,33% 3,94% 3,38% De 1.320.000,01 a 1.440.000,00 10,04% 0,46% 0,46% 1,39% 0,33% 3,99% 3,41% De 1.440.000,01 a 1.560.000,00 10,13% 0,47% 0,47% 1,40% 0,33% 4,01% 3,45% De 1.560.000,01 a 1.680.000,00 10,23% 0,47% 0,47% 1,42% 0,34% 4,05% 3,48% De 1.680.000,01 a 1.800.000,00 10,32% 0,48% 0,48% 1,43% 0,34% 4,08% 3,51% De 1.800.000,01 a 1.920.000,00 11,23% 0,52% 0,52% 1,56% 0,37% 4,44% 3,82% De 1.920.000,01 a 2.040.000,00 11,32% 0,52% 0,52% 1,57% 0,37% 4,49% 3,85% De 2.040.000,01 a 2.160.000,00 11,42% 0,53% 0,53% 1,58% 0,38% 4,52% 3,88% De 2.160.000,01 a 2.280.000,00 11,51% 0,53% 0,53% 1,60% 0,38% 4,56% 3,91% De 2.280.000,01 a 2.400.000,00 11,61% 0,54% 0,54% 1,60% 0,38% 4,60% 3,95% Fonte : Lei Complementar 123 de 14 de dezembro de 2006.

116

ANEXO B

Anexo III: Partilha do Sim ples Nacional – Serviços e Locação de Bens Móveis

Receita Bruta em 12 meses (em R$) ALÍQUOTA IRPJ CSLL COFINS PIS/PASEP INSS ISS Até 120.000,00 6,00% 0,00% 0,39% 1,19% 0,00% 2,42% 2,00% De 120.000,01 a 240.000,00 8,21% 0,00% 0,54% 1,62% 0,00% 3,26% 2,79% De 240.000,01 a 360.000,00 10,26% 0,48% 0,43% 1,43% 0,35% 4,07% 3,50% De 360.000,01 a 480.000,00 11,31% 0,53% 0,53% 1,56% 0,38% 4,47% 3,84% De 480.000,01 a 600.000,00 11,40% 0,53% 0,52% 1,58% 0,38% 4,52% 3,87% De 600.000,01 a 720.000,00 12,42% 0,57% 0,57% 1,73% 0,40% 4,92% 4,23% De 720.000,01 a 840.000,00 12,54% 0,59% 0,56% 1,74% 0,42% 4,97% 4,26% De 840.000,01 a 960.000,00 12,68% 0,59% 0,57% 1,76% 0,42% 5,03% 4,31% De 960.000,01 a 1.080.000,00 13,55% 0,63% 0,61% 1,88% 0,45% 5,37% 4,61% De 1.080.000,01 a 1.200.000,00 13,68% 0,63% 0,64% 1,89% 0,45% 5,42% 4,65% De 1.200.000,01 a 1.320.000,00 14,93% 0,69% 0,69% 2,07% 0,50% 5,98% 5,00% De 1.320.000,01 a 1.440.000,00 15,06% 0,69% 0,69% 2,09% 0,50% 6,09% 5,00% De 1.440.000,01 a 1.560.000,00 15,20% 0,71% 0,70% 2,10% 0,50% 6,19% 5,00% De 1.560.000,01 a 1.680.000,00 15,35% 0,71% 0,70% 2,13% 0,51% 6,30% 5,00% De 1.680.000,01 a 1.800.000,00 15,48% 0,72% 0,70% 2,15% 0,51% 6,40% 5,00% De 1.800.000,01 a 1.920.000,00 16,85% 0,78% 0,76% 2,34% 0,56% 7,41% 5,00% De 1.920.000,01 a 2.040.000,00 16,98% 0,78% 0,78% 2,36% 0,56% 7,50% 5,00% De 2.040.000,01 a 2.160.000,00 17,13% 0,80% 0,79% 2,37% 0,57% 7,60% 5,00% De 2.160.000,01 a 2.280.000,00 17,27% 0,80% 0,79% 2,40% 0,57% 7,71% 5,00% De 2.280.000,01 a 2.400.000,00 17,42% 0,81% 0,79% 2,42% 0,57% 7,83% 5,00% Fonte : Lei Complementar 123 de 14 de dezembro de 2006.

117 ANEXO C Layout do Pet Shop Amigão .

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