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Uma Nova Metodologia Para Elaboração De Modelos Digitais Hidrológicamente Consistentes

Felipe Costa Abreu Lopes, Graduando em geografia da UFPR e Bolsista de iniciação cientifica, santista@ufpr.br Irani dos Santos, Prof. do Departamento de Geografia da UFPR, irani@ufpr.br

RESUMO Atualmente os modelos digitais de elevação de terreno (MDT) vêem sendo muito usados para inúmeros fins, seja para simulações, modelagens ou simplismente para representação do terreno, porém muitas vezes sem a devida preocupação em torná-los mais consistentes e diminuir os erros acumulados durante o processo de obtenção. Modelos digitais de elevação de terreno podem ser contruidos de várias maneiras, porém comumente são inteiramente baseados em informações retiradas a partir de curvas de nível e pontos cotados oriundos de cartas topográficas digitais. Dependendo da escala da carta, essas informações são insuficientes para representar adequadamente o relevo em ambiente virtual com uma qualidade mínima, tornando o MDT inconsistente para determinadas aplicações, como, por exemplo, modelagem hidrológica. Neste sentido, as principais inconsistências identificadas na confecção dos MDTs foram, basicamente, a representação de áreas planas. Grandes áreas planas aparecem na representação de topos largos, fundos de vale e de áreas com curvas de nível excessivamente distanciadas (terreno com pouca declividade). Este trabalho propõe uma metodologia visando a diminuição das áreas planas a partir da incorporação dos divisores de água e da rede de drenagem na confecção do MDT, gerando assim modelos digitais de terreno mais consistentes chamados de hidrologicamente consistidos, MDT-HC. Palavras chave: modelo digital do terreno, modelagem hidrológica, geoprocessamento

ABSTRACT The present study shows a method to make hydrologic consisted DTMs (DTM-HC). Nowadays DTMs are used for many purposes like hydrologic simulations, surface modeling or just as a relief representation, the biggest problem is that DTMs have some inconsistences problems that sometimes are unnoticed by the operators. Digital elevation models can be made from different sort of data, but usually they are obtained from digitals topography charts. Depending on the scale, these informations might be insufficient to rightly represent the relief resulting in an inconsisted result wich can prejudice some purposes like hydrological modeling. The major verified DTM problems are basically large plan areas that arises at larges tops, valleys and between distant level curves (surfaces with light slopes). This study proposes a methodology to build hydrologicaly consisted DTMs using not only the drainage pattern but also the water parting to drastically decrease the number of flat areas in order to reduce the errors and generate the DTM-HC. Keywords: digital elevation model, hydrologic modeling, geoprocessing

Atualmente o uso de modelagem distribuída vem aumentando cada vez mais como uma ferramenta para entender e prever comportamentos de sistemas ambientais (Fernandes et al. 1999). 2008. hidrologia e biologia (Wilson e Gallant. por exemplo: interpolação das curvas de nível (Moore at al. adquirir e armazenar dados. Mcallister and Snoeyink. trabalhar. 1994 apud Walker and Willgoose. 1999) ou baseados em pontos de apoio coletados por medidas diretas em campo. 1999. 2008). com o mínimo de imperfeições topográficas visando à uma representação digital adequada. 2000. Tarboton e Ames. como a escala dos mapas de base utilizados (Mcallister and Snoeyink. que fazem uma comparação entre os diferentes métodos..Introdução Simulações de vários tipos e com várias finalidades são muito usadas em estudos recentes que tratam de assuntos como geomorfologia. Lopes e Santos.. para a geração de MDTs podem levar a problemas de representação hidrológica e geomorfológica nos modelos digitais de terreno (Lopes e Santos. Fernandes et al. 1986 apud Mcallister and Snoeyink. Montgomery e Zhang.. 2000). Chaves et al. MDTs são matrizes de representação do terreno onde cada pixel contem um valor z de elevação. muito usados em diversos trabalhos como uma ferramenta de análise ou obtidos como resultado final. Santos. 1999). Irregular Triangulated Network (TIN) (Mcallister and Snoeyink. 2008) sendo que para a realização dessas simulações um dos maiores obstáculos é tornar os MDTs hidrologicamente consistentes. Walker and Willgoose. muitas informações são produzidas sem apresentar uma qualidade condizente com a sua finalidade proposta (Tarboton and Ames. 1999).. 1994 apud Walker and Willgoose. A facilidade em se obter dados. Walker and Willgoose.. 1991. sem um controle adequado de qualidade. 1999. 2003. 1991. 1999. 2001. Rosa e Scherer. Com o advento da computação e a conseqüente maior facilidade e rapidez para se tratar.1 . Sciefert. 1999). usando taqueometria ou GPS. 1999. 1999. 2001. 2006). Walker and willgoose chegam à conclusão que MDTs somente baseados em informações cartográficas (como cartas topográficas) ou em estereoscopia apresentam deficiências que podem ser sensivelmente corrigidas com o auxílio de pontos de apoio retirados de campo para tornar o modelo digital de terreno mais consistente. Santos e Kobiyama. e prejudicar as simulações (Lopes e Santos. Wilson e Gallant. Global Positioning System (Walker and Willgoose. 2008. A literatura relata certos problemas com a geração de MDTs. Entre os diversos modos de construção de MDTs pode-se encontrar vantagens e desvantagens como ilustradas por Chaves (2002) e Walker e Willgoose (1999). Robinson. Entre esses dados e resultados podemos citar os modelos digitais de terreno (MDT). Quinn et al.. 2003. diretamente extraídos de imagens estereoscópicas (Robinson. 2001. Wolock and Price. 2008. São largamente usados e podem ser construídos por meio de diferentes processos como. 1999. 1994 apud Walker and Wilgoose. 1994). Fank et al. a .

este artigo propõem uma metodologia para a geração de MDTs hidrologicamente consistentes para o uso em estudos e simulações diversas. 1999. que incorporados ao traçado de um TIN. 1979). os quais propuseram maneiras de minimizar a influência das imperfeições dos MDTs que prejudicam o desempenho de simulações de modelos hidrológicos como. seja ele calculado por D8 (introduzido por O’Callaghan e Mark. que são entraves na formação de canais e áreas de contribuição. topos e/ou entre curvas muito espaçadas entre si. podem torná-lo mais preciso como ponto de partida para um MDT hidrologicamente consistente. . o uso de pontos de apoio de campo (Walker and Willgoose. Ribeiro et al (1999) e Lopes e Santos (2008). Chaves. 1997 apud Tarboton and Ames. 2001). Garbrecht and Martz. pois são considerados como áreas de acumulação e aparecem geralmente em fundos de vale. Para o uso dos MDTs com a finalidade de simulações hidrológicas percebe-se que as imperfeições do terreno gerado automaticamente em ambiente computacional são prejudiciais.influência do tamanho dos pixels (Montgomery e Zhang. . MultipleFlow (Quinn et al. Neste contexto. é a ocorrência de áreas planas representadas por pixels com declividade zero. que influenciam diretamente no cálculo do fluxo. em primeira instância. o uso da drenagem como base de auxílio para a confecção do TIN (Mcallister and Snoeyink. 2003). devido a ausência de uma malha detalhada de pontos cotados na área de estudo ou de uma área com baixa declividade. na geração de depressões. 2001. 1997). Essas deficiências já foram discutidas em diversos trabalho. 1991)ou D∞(Tarboton. Outra variável perturbadora do cálculo de fluxo e da geração automática de canais de drenagem. 2008. por exemplo. Tarboton and Ames. como Montgomery e Zhang (1994). Fernandes et al (2003). 1999). o TOPMODEL (BEVEN e KIRKBY. Vários trabalhos mostram como se preparar uma base de dados com o fim de obter um MDT mais consistente e entre essas metodologias estão a remoção das depressões (sinks) (Hydrotools user manual. 1999) e a tetraedronização regular (Verbree e Oosterom. SINMAP user manual). 1984). 1994) e a ocorrência de áreas planas (Lopes e Santos. Esta proposta baseia-se na importância não só da rede de drenagem. mas também dos divisores de águas.

que ocupa mais de 60% da área total. 504 km² e apresenta equidistância de 20 metros nas curvas de nível. baseadas em uma carta topográfica com escala original de 1:50.2 . Está localizada no norte do estado do Paraná (Figura 1).ÁREA DE ESTUDO A área de estudo compreende uma parcela da bacia hidrográfica do rio Apucaraninha que abrange a porção a montante do reservatório Fiú. Figura 1 . Sua bacia tem.000. O solo predominante na área é o latossolo. apresentando predominantemente vertentes com baixas declividades. A drenagem apresenta padrão dendrítico. Marilândia do Sul e Mauá da Serra. muito fértil. A representação digital da bacia foi feita em grid com resolução espacial de 10 m. Possui amplitude altimétrica de 551 m. Tamarâna. abrangendo parte dos municípios de Londrina.Localização da bacia do rio Apucaraninha . o que justifica o uso do solo local destinado principalmente à agricultura.. aproximadamente. como sugerida por Zhang e Montgomery (1994) e tratada de acordo com a metodologia proposta nesse artigo. O rio Apucaraninha é afluente da margem esquerda do rio Tibagi e localiza-se em sua porção média marcando a divisa entre o baixo e médio Tibagi.

denominado MDH. Para a área de estudo deste trabalho. A constante a ser diminuída para “escavar” os rios é experimental e dependente da escala da carta topográfica original. (Figura 2) está baseada em experiências e trabalhos anteriores elaborados no Laboratório de Hidrogeomorfologia (LHG) da UFPR e inspirada na literatura sobre o assunto.METODOLOGIA A metodologia de construção do Modelo Digital de Terreno Hidrologicamente Consistido.5 metros como melhor valor para a profundidade dos canais. nesse caso a resolução espacial foi de 10 m. com objetivo de “escavar” a rede de drenagem. Os vetores da rede de drenagem foram convertidos também em formato grid. foram utilizadas cartas topográficas digitalizadas em escala 1:50. Este é então usado na geração dos divisores de água e da hidrografia de modo automático. denominado MDT bruto. A hidrografia gerada automaticamente vai então acompanhar o traçado original dos canais. GRASS. Apesar de a metodologia ter sido trabalhada em um software específico. Aos pixels do MDH são atribídos os valores de altitude do MDT bruto e diminuído um valor constante. para gerar um novo TIN e um novo MDT. originando um modelo digital da hidrografia. juntamente com os dados topográficos originais. Aos divisores gerados é dado o mesmo tratamento concedido a hidrografia. sendo adotado 0. a bacia do rio Apucaraninha.000. nada impede de ela ser aplicada em outras plataformas como. eliminar as áreas planas associadas aos fundos de vale e tornar mais eficiente a geração automática do fluxo no modelo. com a mesma resolução espacial e dimensão do MDT bruto. por exemplo. sendo transformados em grid (denominado MDD. e para os tratamentos computacionais foi utilizado o ArcView 3.x. de modo que . IDRISI. A partir da carta topográfica usam-se as curvas de nível e pontos cotados para gerar um TIN (Triangulated Irregular Network). Modelo Digital de Divisores).2. que vai ter como particularidade os canais escavados no terreno. O Modelo Digital da Hidrografia (MDH) cotado é então transformado em arquivo de pontos e utilizado. etc. A resolução espacial desse grid deve ser escolhida de acordo com as propriedades da carta topográfica que se tem para o trabalho. também definida empiricamente. cotados de acordo com o MDT bruto e acrescidos de uma constante. e este deve ser. ArcGis 9. MDT-HC. com eqüidistância das curvas de 20 m. convertido em um grid. Esse mesmo valor de 10m para a resolução espacial da imagem matricial foi proposto em trabalho de Zhang e Montgomery (1994). delimitar espacialmente a sua localização exata no modelo.3 . A idéia surgiu a partir da necessidade de um método para eliminar as imperfeições de topografia nos modelos digitais de terreno e assim aprimorar as simulações de processos hidrológicos O método de obtenção do MDT-HC é baseado em dados oriundos de cartas topográficas e tratamentos feitos em softwares. posteriormente.

O valor desta constante não deve ser muito alto. A confecção do TIN final se dá com as curvas de nível e pontos cotados da carta topográfica. o TIN é convertido em grid originando o MDT-HC.funcionem como uma espinha dorsal na vertente. Para este trabalho foi adotado o valor de 0.3 metros como constante para os divisores. pois pode causar grande divergência do fluxo nas vertentes. os pontos cotados da hidrografia (decorrentes do MDH) e os pontos cotados dos divisores de água. gerados a partir do MDD. O TIN resultante vai apresentar maior número de pontos de triangulação em virtude dos pontos cotados dos divisores e da drenagem terem sido considerados. . Finalmente.

Figura 2: fluxograma da metodologia MDT – Modelo Digital de Terreno MDH – Modelo Digital de Hidrografia MDD – Modelo Digital de Divisores MDT-HC – Modelo Digital de Terreno Hidrologicamente Consistido .

Percebe-se que a densidade de pontos usados para caracterizar o terreno aumentou bastante no . figura 3. mas também os divisores de água. os resultados são apresentados mostrando-se apenas uma porção da bacia do rio Apucaraninha. usando-os como pontos na triangulação do TIN base para o MDT-HC. Na figura 4 pode-se notar a diferença entre o traçado da triangulação entre o TIN bruto e o TIN-HC. Figura 3: recorte da bacia do Apucaraninha com destaque para a área usada para exemplificar a metodologia. Com um maior número de pontos pode-se obter um TIN mais preciso e. Para tanto se pensou em usar não apenas a drenagem como ferramenta de auxílio. um modelo digital de terreno mais coerente com a realidade. Para melhor visualização.4 – RESULTADOS A hipótese inicial do trabalho era de melhorar o máximo possível o modelo digital de terreno para uso em simulações hidrológicas. conseqüentemente.

Comparação do TIN sem tratamento (acima) com o TIN-HC (abaixo). A figura 5 mostra uma comparação entre a hidrografia original e a definida automaticamente a partir do MDT escavado. é a partir dela que vão ser gerados os taludes pelo processo de “escavação”. onde passam a drenagem e nos divisores. Nota-se que a rede de drenagem gerada . o que mostra bem a diferença entre a base do modelo com e sem a metodologia empregada. Verifica-se a diferença na triangulação das vertentes. 2002) e é responsável pelo bom desempenho na geração do traçado automático da drenagem. Esse mesmo método de utilização da drenagem para marcar os canais no MDT foi usado por (Chaves. Nota-se ainda os canais de drenagem nos fundos dos vales e os divisores nas vertentes usados como pontos de triangulação. Como a drenagem é de suma importância para a metodologia.TIN-HC em detrimento ao outro sem o tratamento. Figura 4 .

2003).automaticamente ficou bastante coincidente com a drenagem original da carta topográfica. Esses canais são usados na obtenção dos divisores de água. como observado por O’CALLAGHAN e MARK (1984). “.. coerentes. Atuaram como agentes de divergência do fluxo e minimizaram enormemente a formação de grandes áreas planas no modelo digital (Figura 5). Figura 5 – Comparação entre a rede de drenagem original e obtida pelo MDE-HC . mostrando os valores aumentando em direção às porções mais baixas e à jusante do modelo.. Isso melhorou o mapa de área de contribuição. concentrando o fluxo nas calhas dos canais de drenagem. Deve-se salientar que os canais gerados automaticamente nem sempre têm o mesmo comprimento dos originais. porém isso não é um obstáculo. no caso dos mapas de área de contribuição a confiabilidade dos dados está diretamente relacionada a produção de modelos digitais de terreno precisos.” (Fernandes et al. Os divisores gerados por rotina automática foram. em sua maioria. o que faz de sua dimensão irrelevante em relação sua representação. e para gerar os divisores de modo conciso com a rede de drenagem original basta os canais estarem representados independente de seu tamanho. em função do procedimento de “escavação” dos canais. assim a bacia hidrográfica pertencente ao canal é traçada.

sem tratamento. tratada pela metodologia MDT-HC. Figura 7 – Comparativo da distribuição espacial do IT. utilizado em modelos hidrológicos.Diferença na ocorrência de áreas planas. percebe-se as vastas áreas planas. A Figura 6 mostra um comparativo da distribuição espacial do IT. é é dado pela equação IT = ln(a/tgB). houve uma diminuição significativa das mesmas. obtido do MDT bruto e do MDT-HC. enquanto que na figura da direita. obtido do MDE sem tratamento (esquerda) e do MDE-HC (direita) . onde “a” é a área de contribuição e “tg β” é a tangente da declidade (β) em graus. Esse índice. A eficácia do modelo digital do terreno gerado a partir do TIN – HC foi verificada através dos mapas de área de contribuição e testada com base no índice topográfico (IT).Figura 6 . Na figura da esquerda.

A inserção dos divisores de água como pontos de triangulação do TIN resultou em melhor representação das vertentes no modelo de elevação do terreno e nos mapas de índice topográfico. o IT calculado a partir do MDT-HC representou com muito mais eficácia a contribuição das vertentes. visando à eliminação das áreas planas nos modelos digitais de elevação de terreno a partir da incorporação não apenas da rede de drenagem. revelando um grande potencial da metodologia para suprir demandas por MDT-HC para utilização em modelagem hidrológica.O índice topográfico para o MDT sem tratamento se mostrou coerente com o esperado enquanto concentra o fluxo nos vales. . mostrando um desempenho superior quando adota-se a metodologia proposta neste trabalho. mas também dos divisores de água para implementar modelos digitais de terreno hidrologicamente consistidos. Por outro lado. as calhas de drenagem e a acumulação do fluxo. 5 – CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste trabalho foi apresentada uma metodologia. principalmente quando da existência de bases cartográficas totalmente adequadas. mas a formação da drenagem ocorreu de modo grosseiro e pouco preciso. Os resultados obtidos foram satisfatórios e mostraram-se bastante coerentes com o esperado.

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