Gmail - CNJ - Abuso/Omissão RAIZ do BREU sob a Luz do Direito Constituído

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Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

CNJ - Abuso/Omissão RAIZ do BREU sob a Luz do Direito Constituído
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@terra.com.br> 7 de novembro de 2011 00:09 Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com Para: felipe.cavalcanti@cnj.jus.br, julia.perez@cnj.jus.br, ana.baker@cnj.jus.br, francisca.filha@cnj.jus.br, sandra.santos@cnj.jus.br, joselia.silva@cnj.jus.br, marcelo.neves@cnj.jus.br, renata.guerra@cnj.jus.br, marilene.polastro@cnj.jus.br, mariana.moraes@cnj.jus.br, paula.sousa@cnj.jus.br, ines.porto@cnj.jus.br, roberto.filho@cnj.jus.br, rosangela.luiz@cnj.jus.br, pliniomarcosmr@gmail.com, cidhoea@oas.org, cojef <cojef@trf1.gov.br>, coordenadoriajefs <coordenadoriajefs@trf2.gov.br>, cordjef3 <cordjef3@trf3.gov.br>, cojef <cojef@trf4.gov.br>, "coordenadoria.jef" <coordenadoria.jef@trf5.gov.br>, secretaria <secretaria@ajufe.org.br>, "secretaria.turma" <secretaria.turma@cjf.gov.br>, presidente <presidente@trf1.gov.br>, vipre <vipre@trf1.gov.br>, corregedor-geral <corregedor-geral@trf1.gov.br>, secad <secad@ac.trf1.gov.br>, 01vara <01vara@ac.trf1.gov.br>, 02vara <02vara@ac.trf1.gov.br>, 03vara <03vara@ac.trf1.gov.br>, 01j efciv <01jefciv@ac.trf1.gov.br>, "turma.recursal" <turma.recursal@ac.trf1.gov.br>, 01gabju <01gabju@ap.trf1.gov.br>, 01vara <01vara@ap.trf1.gov.br>, 02gabju <02gabju@ap.trf1.gov.br>, 02vara <02vara@ap.trf1.gov.br>, 01jefcivel <01jefcivel@ap.trf1.gov.br>, 01vara <01vara@am.trf1.gov.br>, 02vara <02vara@am.trf1.gov.br>, 03vara <03vara@am.trf1.gov.br>, 04vara <04vara@am.trf1.gov.br>, 05vara <05vara@am.trf1.gov.br>, turmarecursal <turmarecursal@am.trf1.gov.br>, jef <jef@am.trf1.gov.br>, "01vara.tbt" <01vara.tbt@am.trf1.gov.br>, 01gabju <01gabju@ba.trf1.gov.br>, 01gajus <01gajus@ba.trf1.gov.br>, 02gabju <02gabju@ba.trf1.gov.br>, 02gajus <02gajus@ba.trf1.gov.br>, 03gabju <03gabju@ba.trf1.gov.br>, 03gajus <03gajus@ba.trf1.gov.br>, 04gabju <04gabju@ba.trf1.gov.br>, 04gajus <04gajus@ba.trf1.gov.br>, 05gabju <05gabju@ba.trf1.gov.br>, 05gajus <05gajus@ba.trf1.gov.br>, 06gabju <06gabju@ba.trf1.gov.br>, 06gajus <06gajus@ba.trf1.gov.br>, 07 gabju <07gabju@ba.trf1.gov.br>, 07gajus <07gajus@ba.trf1.gov.br>, 08gabju <08gabju@ba.trf1.gov.br>, 08gajus <08gajus@ba.trf1.gov.br>, 09gabju <09gabju@ba.trf1.gov.br>, 09gajus <09gajus@ba.trf1.gov.br>, 10gabju <10gabju@ba.trf1.gov.br>, 10gajus <10gajus@ba.trf1.gov.br>, 11gabju <11gabju@ba.trf1.gov.br>, 11gajus <11gajus@ba.trf1.gov.br>, 12gabju <12gabju@ba.trf1.gov.br>, 12gajus <12gajus@ba.trf1.gov.br>, 13gabj u <13gabju@ba.trf1.gov.br>, 13gajus <13gajus@ba.trf1.gov.br>, 14gabju <14gabju@ba.trf1.gov.br>, 14gajus <14gajus@ba.trf1.gov.br>, 15gabju <15gabju@ba.trf1.gov.br>, 15gajus <15gajus@ba.trf1.gov.br>, 16gabju <16gabju@ba.trf1.gov.br>, 16gajus <16gajus@ba.trf1.gov.br>, 17gabju <17gabju@ba.trf1.gov.br>, 17gajus <17gajus@ba.trf1.gov.br>, 18gabju <18gabju@ba.trf1.gov.br>, 18gajus <18gajus@ba.trf1.gov.br>, 19gabju <19gabju@ba.trf1.gov.br>, 19gajus <19gajus@ba.trf1.gov.br>, 20gabju <20gabju@ba.trf1.gov.br>, "ba.trf1.gov.br 20gajus" <20gajus@>, 21gabju <21gabju@ba.trf1.gov.br>, 21gajus <21gajus@ba.trf1.gov.br>, 22gabju <22gabju@ba.trf1.gov.br>, 22gajus <22gajus@ba.trf1.gov.br>, 23gabju <23gabju@ba.trf1.gov.br>, 23gajus <23gajus@ba.trf1.gov.br>

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Prezados,

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7/11/2011

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Apresento as considerações, que se fazem necessárias, ao perfeito entendimento da Reiteração do Recurso Administrativo a ser apresentado no Processo CNJ de nº0004900-70.2011.2.00.0000, onde, mais uma vez, não aceitamos, nem reconhecemos, que para alguns, que não Eu, seja "VERDADE ABSOLUTA" que o prévio Cadastramento no Sistema e-CNJ, não tipifique, de formal Protocolar e Legal, a plena identificação do Cadastrado, pelo menos em processo em tramitação através do e-CNJ. Somos obrigados a reconhecer nosso estado de perplexidadecom o andamento do processo e-CNJ, uma vez que, inexplicavelmentesaiu da condição de “CONCLUSO PARA DECISÃO/DESPACHO” para a condição de “DECURSO DE PRAZO(requerente)”, sem que o Relator, ou mesmo o Plenário do CNJ se manifestassem. O recurso administrativo – pedido de providência é um EMBARGO DE DECLARAÇÃO, que evidencia CERCEAMENTO À USUFRUTO DE DIREITOS, portanto, a sua NÃO AVALIAÇÃO, com possível arquivamento por DECURSO DE PRAZO(requerente), presumivelmente, nos apresenta uma, ou mais, Autoridade Institucional, pela conveniente omissão, dando uma de “JOÃO SEM BRAÇO”. Com base na "Lei 11.419/2006", Dispõe sobre a informatização do processo judicial; altera a Lei no5.869, de 11 de janeiro de 1973 – Código de Processo Civil; e dá outras providências, http://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11419.htm,nos propomos a esclarecer que o prévio cadastramentopara utilização de sistema de processo eletrônico DEVE garantirque TODOS os requisitos judiciais sejam plenamente atendidos, permitindo, entre outras coisas, ao usuário a garantia de sua identificação, de seu sigilo. Com base nos diversos documentos que compõe o documento "SIMPLIFICAÇÃO da 2ª VIA da Carteira de Identidade pelo DetranRJ", http://pt.scribd.com/doc/59301952/SIMPLIFICACAO-da-2%C2%AAVIA-da-Carteira-de-Identidade-pelo-DetranRJ, nos propomos a apresentar nosso entendimento de que a CERT9, emitida em 15/09/2011 às 21:09:50 horas, base para o arquivamento ora decidido, é nada mais, nada menos, do que o puro “ABUSO DE PODER”.

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Algo que nos apresenta a certeza de estarmos certos, quando emitimos o Recurso Administrativo, ora rejeitado, publicado no documentoCNJ - O Próprio BREU sob a Luz do Direito Constituído, http://pt.scribd.com/doc/66629641/CNJ-O-Proprio-BREU-sob-a-Luz-do-Direito-Constituido. Algo, que coloca como premente, necessário, quiçá visceral, a avaliação pelo Plenário do Conselho Nacional de Justiça, do requerimento inicial, que, em síntese, efetua pedido de providências, no sentido de que o Conselho Nacional de Justiça, envida TODOS os esforços, utilizando de TODOS os meios que dispuser, paraERRADICARa HIPÓCRITAeMEDÍOCRE, CRENÇA, de que titularidadeIMPOSTApor postura histórica, vulgarmente conhecida como “PRAXE”, outorgue mérito a quem, sem qualquer respaldo, DEVA, obrigatoriamente, ser reverenciado, e tratado, de “Doutor”. Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Tel. (21) 2542-7710 Penso, NãosóEXISTO, MeFAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo(interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na6ªe 7ªediçõesdo Prêmio INNOVARE, ambas calcadas noCAOS JURÍDICOque tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDASpelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II, http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-Meio-Juridico-II

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2 anexos =?UTF-8?B?UmVpdGVyYcOnw6NvIFBlZGlkbyBkZSBQcm92aWTDqm5jaWEgLS\" filename*1=\"BVc28gZGUgVGl0dWxhcmlkYWRlIGRlIERvdXRvci5wZGY=?= 190K =?UTF-8?B?Y29uc3VsdGFfcHJvY2Vzc28gZWxldHLDtG5pY28gMDAwNDkwMC\" filename*1=\"03MCAyMDExIDIgMDAgMDAwMC5wZGY=?= 99K

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Reiteração Pedido de Providência – Uso de Titularidade de Doutor sem curso de Doutorado Conselho Nacional de Justiça Supremo Tribunal Federal - Anexo I Praça dos Três Poderes 70175-900 - Brasília – DF Ao Plenário do Conselho Nacional de Justiça,
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I – DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º – Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Com Base no Regimento Interno do CNJ, constante da http://www.cnj.jus.br/index.php? option=com_content&view=article&id=5110&Itemid=685 (Emenda Regimental n° 1, de 9 de março de 2010, que alterou o Regimento Interno do Conselho Nacional de Justiça - Publicado no DJ-e, n° 60/2010, de 5 de abril de 2010, p. 2-6.) Seção II Da Competência do Plenário Art. 4º Ao Plenário do CNJ compete o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos magistrados, cabendo-lhe, além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura, o seguinte: I - zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura, podendo expedir atos regulamentares, no âmbito de sua competência, ou recomendar providências; II - zelar pela observância do art. 37 da Constituição Federal e apreciar, de ofício ou mediante provocação, a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário, podendo desconstituí-los, revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei, sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União e dos Tribunais de Contas dos Estados; III - receber as reclamações, e delas conhecer, contra membros ou órgãos do Poder Judiciário, inclusive contra seus serviços auxiliares, serventias e órgãos

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prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo da competência disciplinar e correicional concorrente dos Tribunais, decidindo pelo arquivamento ou instauração do procedimento disciplinar; VI - julgar os processos disciplinares regularmente instaurados contra magistrados, podendo determinar a remoção, a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas previstas em lei complementar ou neste Regimento, assegurada a ampla defesa; XXV - resolver as dúvidas que forem submetidas pela Presidência ou pelos Conselheiros sobre a interpretação e a execução do Regimento ou das Resoluções, podendo editar Enunciados interpretativos com força normativa; XXVII - apreciar os pedidos de providências para garantir a preservação de sua competência ou a autoridade das suas decisões; XXXII - decidir sobre consulta que lhe seja formulada a respeito de dúvida suscitada na aplicação de dispositivos legais e regulamentares concernentes à matéria de sua competência, na forma estabelecida neste Regimento; CAPÍTULO VII DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS Art. 115. A autoridade judiciária ou o interessado que se considerar prejudicado por decisão do Presidente, do Corregedor Nacional de Justiça ou do Relator poderá, no prazo de cinco (5) dias, contados da sua intimação, interpor recurso administrativo ao Plenário do CNJ. § 1º¹ São recorríveis apenas as decisões monocráticas terminativas de que manifestamente resultar ou puder resultar restrição de direito ou prerrogativa, determinação de conduta ou anulação de ato ou decisão, nos casos de processo disciplinar, reclamação disciplinar, representação por excesso de prazo, procedimento de controle administrativo ou pedido de providências. ¹Redação dada pela Emenda Regimental n. 01/10 § 2º O recurso será apresentado, por petição fundamentada, ao prolator da decisão atacada, que poderá reconsiderá-la no prazo de cinco (5) dias ou submetê-la à apreciação do Plenário na primeira sessão seguinte à data de seu requerimento. § 3º Relatará o recurso administrativo o prolator da decisão recorrida; quando se tratar de decisão proferida pelo Presidente, a seu juízo o recurso poderá ser livremente distribuído. § 4º O recurso administrativo não suspende os efeitos da decisão agravada, podendo, no entanto, o Relator dispor em contrário em caso relevante. § 5º A decisão final do colegiado substitui a decisão recorrida para todos os efeitos. § 6º Dos atos e decisões do Plenário não cabe recurso.

Venho, mui respeitosamente, formalmente, REITERAR SOLICITAÇÃO, efetuada em 15/09/2011 às 11:43:15 horas, na qual, em OBJETIVA PROVOCAÇÃO, pedimos que o Plenário do Conselho Nacional de Justiça, após a a avaliação do Pedido de Providências, de ISENÇÃO de apresentação de documentação constante da CERT9, em função de cadastramento prévio no e-CNJ, ora apresentado, AVALIE, de forma
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ampla, e consciente, o Requerimento Inicial “Uso de Titularidade de Doutor sem curso de Doutorado”. Portanto, calcado no Art. 4º , III - receber as reclamações, e delas conhecer, contra membros ou órgãos do Poder Judiciário, inclusive contra seus serviços auxiliares, serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados, sem prejuízo da competência disciplinar e correicional concorrente dos Tribunais, decidindo pelo arquivamento ou instauração do procedimento disciplinar; e XXXII - decidir sobre consulta que lhe seja formulada a respeito de dúvida suscitada na aplicação de dispositivos legais e regulamentares concernentes à matéria de sua competência, na forma estabelecida neste Regimento, e no Art. 115. A autoridade judiciária ou o interessado que se considerar prejudicado por decisão do Presidente, do Corregedor Nacional de Justiça ou do Relator poderá, no prazo de cinco (5) dias, contados da sua intimação, interpor recurso administrativo ao Plenário do CNJ, venho mui respeitosamente, solicitar que o Plenário do Conselho Nacional de Justiça, avalie as questões abaixo: 1ª Questão: Como é possível que um Processo e-CNJ em “Concluso para Decisão/Despacho” desde 24/10/2011 às 19:14:04 horas, em função de Recurso Administrativo – Pedido de Providências feito em 24/10/2011 às 01:04:48 horas, possa, em 04/11/2011 às 01:00:01 ficar em “Decurso de Prazo (requerente)” ? Afinal, o recurso interposto após 04 horas e 25 minutos da cientificação da intimação de decisão/despacho, no mínimo, demonstra o total interesse, pelo requerente, de dar continuidade ao Requerimento Inicial. Será que o Recurso NÃO MERECE ser avaliado pelo Plenário do Conselho Nacional de Justiça, pelo fato, de que o Embargo de Declaração esta calcado no Despacho/Decisão proferido pelo Conselheiro FERNANDO DA COSTA TOURINHO NETO, que por ser membro do Plenário do CNJ, pode arvorar-se última instância ? Afinal, quem deve avaliar, em definitivo, um Recurso Administrativo – Pedido de Providências, que em essência é um Embargo de Declaração, face o, concreto, Desrespeito ao Legal estabelecido, claramente,

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razoavelmente, legitimamente colocado no citado recurso, que foi emitido em 24/10/2001 às 01:04:48 horas, em consequência de ciência de intimação de decisão/despacho ocorrida em 23/10/2011 às 20:39:36 horas ? Em meu empírico entendimento, esta avaliação deve ser efetuada pelo Plenário do Conselho Nacional de Justiça, que é Responsável por TODA e QUALQUER Decisão relacionada à Normas e Procedimentos do Conselho Nacional de Justiça, principalmente, aquelas que venham a cercear o usufruto de Direitos, no mínimo calcado no Art. 115. acima reproduzido. 2ª Questão: O mérito da questão, constante do Requerimento Inicial, que ainda não avaliado, além das considerações feitas até aqui, também, intrinsecamente, coloca que qualquer Funcionário Público que atue em qualquer Tribunal, esta INVESTIDO de AUTORIDADE representativa do Estado Brasileiro, e por isso, deve se portar, obrigatoriamente ou não, nos limites da Lei. Portanto, um Funcionário Público, trabalhando, ou não, em qualquer órgão de um Tribunal, não pode TRATAR, ou REVERENCIAR, indiscriminadamente, de forma obrigatória, qualquer Pessoa sem o necessário respaldo legal. Afinal, o Estado Brasileiro, define, e determina, os procedimentos, em forma e conteúdo, para que seja possível a conquista da Titularidade de “Doutor”, e por isto, é inadmissível que qualquer bacharelando de Direito seja, obrigatoriamente, tratado, reverenciado, ou reconhecido, como “Doutor” por qualquer Autoridade Institucional, principalmente em Órgão do Poder Judiciário. Outras Considerações: Tenho, nos últimos anos, me dedicado, através de Postura Despreocupada, mas Responsável, a provocar as Autoridades Institucionais, no sentido de MUDAR Valores e Conceitos, que enraizados, nos distanciam do Objetivo Fundamental de Nossa Constituição Cidadã, que é o de Construir uma Sociedade Livre, JUSTA e Solidária. Em função do acima colocado, ressalto que esta entre os Valores e Conceitos a serem mudados, o correto entendimento de que o Conselho Nacional de Justiça, foi criado, pela Sociedade, para, por Ela, fiscalizar o Poder Judiciário, administrativamente, financeiramente e jurisdicionalmente (restrito à existência da necessária e suficiente FUNDAMENTAÇÃO).

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Estas poucas palavras, tem como objetivo, embasar, minhas preocupações, quanto a eficácia da mudança de entendimento supramencionado, uma vez que, pelo encaminhamento deste Processo eCNJ, e dos outros por mim iniciados, tenho reais dúvidas se o Conselho Nacional de Justiça esta PREPARADO para tão importante, e significativa, Atribuição e Responsabilidade. Afinal, uma questão tão simples, que envolve o necessário Respeito à Legislação Vigente, como a Lei 11.419/2006, tem encaminhamento desvirtuado, concretamente, desprovido de qualquer “saber jurídico”, pela truculência arbitrária de quem investido de autoridade institucional, se arvora a “TODO PODEROSO”, como se tivesse um “Rei na Barriga”. Será que lutar pela correta interpretação das Atribuições e Responsabilidades do Conselho Nacional de Justiça poderá, algum dia, eliminar o “CAOS JURÍDICO” em que vive a Sociedade Brasileira ? Afinal, o Conselho Nacional de Justiça, reconhece ser sua atribuição, punir e afastar administrativamente um Ministro do Superior Tribunal de Justiça, mas não aceita, e nem entende, que PODE, e DEVE, sempre que for necessário, PUNIR, e AFASTAR Administrativamente, qualquer Ministro do Supremo Tribunal Federal, que concretamente faz parte do Poder Judiciário da República Federativa do Brasil, objeto de sua FISCALIZAÇÃO.
Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto 603 LEME – Rio de Janeiro – RJ – CEP 22.010-010 Tel. (21) 2542-7710 Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II

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Usuário Logado: PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA / Perfil: PARTE Ir para o fim da página

CONSULTA PROCESSO ELETRÔNICO
Dados do Processo

N° do Processo: 0004900-70.2011.2.00.0000 Classe: PP - Pedido de Providências - Conselheiro
Situação: Relator:

Movimento

CONCLUSO Autuação: 15/09/2011

Sem Sigilo Sem Pedido Liminar Sem Prioridade

TOURINHO NETO - CONSELHEIRO
Assunto
Assunto: Providências

Partes & Advogados
Partes:

https://www.cnj.jus.br/ecnj/consulta_processo.php?num_processo_consulta=49007020112000000

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PLINIO MARCOS MOREIRA DA ROCHA (REQUERENTE) CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA (REQUERIDO)
Informações Adicionais Sistema
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Advogado(s): Advogados não cadastrados

MOVIMENTAR Processo

Eventos
Evento Data/Hora Descrição Usuário Documentos

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15 14 13 04/11/2011 01:00:01 24/10/2011 19:14:04 24/10/2011 01:04:48

DECURSO DE PRAZO(Requerente)
38511290753

e-cnj Usuário Restrito 38511290753

PET16. DOC17. DOC18. DOC19. DOC20. DOC21. INF22.

CONCLUSO PARA DECISÃO/DESPACHO RECURSO INTIMADO DE DECISÃO/DESPACHO
(Requerente) referente ao evento 11 38511290753 - 5 dias Início Prazo: 25/10/2011 Final do Prazo: 03/11/2011

12

23/10/2011 20:39:36

38511290753

-

INTIMAÇÃO DE DECISÃO / DESPACHO
11 18/10/2011 18:12:22 (Requerente) 38511290753 - 5 dias Evento da Decisão/Despacho: 10 DEC15 Usuário Restrito Usuário Restrito Usuário Restrito Usuário Restrito 38511290753 -

10 8 7 6

17/10/2011 21:03:27 11/10/2011 17:54:35 11/10/2011 17:30:35 28/09/2011 01:22:27

DESPACHO/DECISÃO PROFERIDA CERTIDÃO CERTIDÃO RECURSO ADMINISTRATIVO INTIMADO DE ATO ORDINATÓRIO
(Requerente) referente ao evento 4 38511290753 - 15 dias Início Prazo: 26/09/2011 Final do Prazo: 10/10/2011

DEC15. CERT13. PORT14. CERT12. PET10. INF11.

5

23/09/2011 01:24:03

38511290753

-

INTIMAÇÃO DE ATO ORDINATÓRIO(Requerente)
4 19/09/2011 11:38:18 38511290753 - 15 dias Evento da Decisão/Despacho: 3

Usuário Restrito

-

https://www.cnj.jus.br/ecnj/consulta_processo.php?num_processo_consulta=49007020112000000

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3 2 1

15/09/2011 21:09:50 15/09/2011 11:43:15 15/09/2011 11:43:15

CERTIDÃO - PORTARIA 09/CORREGEDORIA DISTRIBUÍDO REQUERIMENTO INICIAL Prot: 100013160641419
« anterior [1] próximo »

Usuário Restrito Usuário Restrito 38511290753

CERT9. REQINIC1. DOC2. DOC3. DOC5. DOC6. DOC7. DOC8.

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Sistema de Processo Eletrônico e-CNJ

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