MODELO OBJECTO RELACIONAL

ÍNDICE

Introdução ....................................................................................................................................... 2 Modelo objecto relacional............................................................................................................... 3 Linguagem de consultas para bancos de dados objeto-relacional .................................................. 4 Funções do modelo objeto-relacional ............................................................................................. 5 Características especificas o modelo objeto-relacional: ................................................................. 6 A diferença entre modelo relacional e modelo objecto relacional .................................................. 8 Conclusão...................................................................................................................................... 10 Bibliografia ................................................................................................................................... 11

dados geográficos. A metodologia e programação orientada a objeto alteraram radicalmente a forma de programar desde sua criação. o armazenamento de informações não-convencionais como multimídia. Atualmente. requerem soluções que vão além do modelo relacional. esta nova tecnolgia tem trazido grandes influencias no ramo de Sistemas de Gerenciamento de Base de Dados. A crescente necessidade de manipulação de dados complexos e modelagem/simulação dos dados do mundo real fizeram com que a tecnologia OO se unisse aos SGBD´s.INTRODUÇÃO O Modelo Objecto Relacional tem se destacado como uma solucao das poucas capacidades de execucao do Modelo relacional. dentre outros. 2 .

métodos e funções como predicados de busca em uma consulta. O modelo de dados Objecto Relacional é uma extensão do modelo Relacional. Este Modelo permite especificar e utilizar tipos abstratos de dados (TADs) da mesma forma que os tipos de dados pré-definidos. TADs e valores alfanuméricos como domínio de colunas Utiliza referências para representar conexões inter-objetos tornando as consultas baseadas em caminhos de referência mais compactas do que as consultas feitas com junção Herança é implementada organizando todos os tipos em hierarquias. atributos multivalorados. Utiliza os construtores set. Isto é essencialmente o modelo relacional que permite aos usuários integrarem as ferramentas do objecto-orientado nele. é desenhado para providenciar a gestao relacional da Base de dados que permite aos desenvolvedores para se integrar nas bases de dados com os seus tipos de dados e metodos.MODELO OBJECTO RELACIONAL DEFINIÇÃO: Modelo Objecto Relacional. multiset ou array para organizar coleções de objetos. list. TADs são tipos de dados definidos pelo usuário que encapsulam comportamento e estrutura interna (atributos). As extensões incluem mecanismos para permitir aos usuários estender o banco de dados com tipos e funções específicas da aplicação. TADs. 3 . A linguagem de consulta OR é uma extensão da linguagem SQL para suportar o modelo de objetos. A tabela convencional é estendida para permitir a referência de objetos (referência de tipos). As extensões incluem consultas envolvendo objetos.

Também está sendo chamada de SQL:1999 e tem sido caracterizada como “SQL Orientada a Objetos”. definição de métodos. SQL 3 é muito mais do que SQL-92 incrementada com a tecnologia de OO. uso de referências 4 . A linguagem de consultas para BDOR é uma extensão da linguagem SQL. Envolve características adicionais que podem ser classificadas em:   Relacionais: novos tipos de dados. utilizada para definição e manipulação de dados e consultas  SQL3 É a base para muitos SGBDs OR (Oracle9i.LINGUAGEM DE CONSULTAS PARA BANCOS DE DADOS OBJETORELACIONAL O resultado de uma consulta ainda consiste de tabelas. IBM’s DB2 Universal Database. novos predicados Orientadas a Objetos: tipos de dados definidos pelo usuário. Informix’s Universal Server. entre outros). Um SGBD Objeto-Relacional ainda é relacional pois suporta dados armazenados em tabelas formadas por linhas e colunas.

mas com mais poder e capacidades.FUNÇÕES DO MODELO OBJETO-RELACIONAL Pode-se dizer que o modelo de objeto relacional é uma tecnologia evolutiva. A principal função do modelo relacional objeto é combinar a conveniência do modelo relacional com o modelo de objeto. Os benefícios dessa faixa de combinação de escalabilidade para suporte para tipos de dados. As Vantagens mais conhecidas são:        Nova Funcionalidade Aumenta indefinidamente o conjunto de tipos e funções fornecidas pelo SGBD Desenvolvimento de aplicações simplificado Reuso de código Consistência Permite a definição de padrões. código reusável por todas as aplicações Oferece suporte a tipos de dados mais complexos como multimidia e dados espaciais 5 . esta abordagem tem assumir a operação robusta e aspectos de gestão de desempenho de seus antecessores e da flexibilidade do modelo orientado a objetos. Também as linguagens de consulta e de procedimento e as interfaces de chamada no objeto sistemas de gerenciamento de banco de dados relacional são familiares. VANTAGEM MODELO OBJETO-RELACIONAL Desenvolvedores de banco de dados pode agora trabalhar com estruturas tabular um tanto familiar e definição de dados. Isso também permite que eles realizem tal tarefa durante todo o tempo de assimilar as possibilidades de gestão no novo objeto.

CARACTERÍSTICAS ESPECIFICAS O MODELO OBJETO-RELACIONAL: Tabelas Aninhadas: A primeira forma normal (1FN) exige que todos os atributos tenham domínios atômicos. ou através de tipos referência. Tipos Complexos e Orientação a Objetos: As tabelas aninhadas são apenas um exemplo de extensões ao modelo relacional básico. como registros aninhados. Será considerado inicialmente o primeiro tipo. o modelo objeto-relacional também suporta o conceito de herança de tipos de dados estruturados definidos pelo usuário. as tabelas correspondentes às subtabelas. Em vez de enxergar o banco de dados como um conjunto de arquivos. nem todas as aplicações são compatíveis com esta forma normal. 6 . permitindo criar um subtipo de um ou mais tipos existentes. Temos que considerar ainda que uma hierarquia de tabelas não precisa estar associada a uma hierarquia de tipos. também têm se mostrado úteis. a herança agrupa os tipos em uma hierarquia. permitindo modularidade e reuso na definição dos tipos. O modelo de dados orientado a objeto tem provocado uma necessidade por características como herança e referências a objetos. Entretanto. explicitamente. os usuários de certas aplicações enxergam o banco de dados como um conjunto de objetos. A herança pode ser no nível de tipos ou de tabelas. um subtipo herda especificações de atributos e métodos de todos os supertipos associados. Outros tipos de dados não atômicos. generalizações e especializações. Assim. Herança: Da mesma forma que as linguagens de programação. e então definir restrições entre elas para assegurar restrições referenciais e de cardinalidade. Especificada por uma cláusula como under. Sem a herança de tabelas. Uma tabela pode herdar atributos diretamente de outras tabelas. os elementos de seu domínio devem ser unidades indivisíveis. como identidade de entidades. com as tabelas correspondendo às supertabelas via chaves primárias. precisaremos ligar. ou seja. Sistemas com tipos complexos e orientação a objeto permitem que os conceitos do modelo entidade-relacionamento. sem a necessidade de criação de tipos específicos. A herança torna a definição de esquema mais natural. sejam representados diretamente sem uma tradução complexa para o modelo relacional. atributos multivalorados.

o modelo objeto-relacional também fornece a habilidade de se referir a objetos. Além de que as consultas que não podem ser executadas em SQL podem ser executadas por essas funções. se uma tabela tem uma coluna do tipo referência. então cada valor da coluna pode referenciar qualquer objeto do tipo referenciado. Java ou em uma linguagem de manipulação de dados como a SQL. existem recursos que restringem o escopo de referências para uma única tabela. ou seja. pode-se referenciar objetos em diferentes tabelas. Entretanto. As funções definidas em linguagens de programação podem ser mais eficientes do que funções definidas usando SQL. 7 . O modelo objetorelacional permite que o domínio de um atributo seja uma referência para outro de um tipo especificado.Tipos Referência: Assim como as linguagens orientadas a objeto. Um exemplo de uso de tais funções seria executar uma complicada operação aritmética sobre o dado em uma linha. Essas funções podem ser definidas em uma linguagem de programação como C/C++. Em geral. Funções: Sistemas objeto-relacionais permitem que funções sejam definidas pelos usuários.

já no modelo orientado a objeto trata apenas os dados como objetos. podendo incluir no banco de dados funções especificadas das aplicações e ainda herdar características de uma superclasse para uma subclasse. juntamente com as integridades referencias de cada entidade.1 Modelo Relacional 8 . diminuindo a quantidade de código. Fig.A DIFERENÇA ENTRE MODELO RELACIONAL E MODELO OBJECTO RELACIONAL A modelagem dos dados no BDR trata apenas dos relacionamentos entre as entidades.

Fig.2 Modelo Objecto Relacional 9 .

quanto a conservaçao de dados de forma ordeira e concisa. Varias Bases de Dados usam este tipo de sistema.CONCLUSÃO Os modelos Objecto Relacional deu um grande avanço para o mundo tecnologico agora podemos relacionar objectos internamente numa base de dados sem precisar de usar linguagem que usam a tecnologia. 10 . e tem tido grandes sucessos.

11 . Alonso de Oliveira Segundo. ed. In: Especialização. Banco de Dados Objeto-Relacional (BDOR) . Oracle 9i . Abraham. Oracle Corporation. (2005) “Uma Proposta de Mapeamento do Modelo de Entidade-Relacionamento para o Modelo Objeto-Relacional”. Gabriel Almeida Rocha1. and Mello. F. Sistema de Banco de Dados.trabalho de Nilton Aquino das Neves1. R. Henry F.Application Developer’s Guide: Object-Relational Features. KORTH. São Paulo: Makron Books. 3. SILBERSCHATZ. 3a. Universidade Federal de Santa Catarina. 4. SUDARSHAN..BIBLIOGRAFIA 1. Departamento de Ciência da Computação – Instituto de Matemática – Universidade Federal da Bahia (UFBA) – Salvador – BA – Brasil 2. S. Backof. 2001. 1999.

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