Cont ext ualização e Missões Profª.

Bárbara Helen Burns 1` Semestre de 1996/Faculdade Teológica Batista de São Paulo Objetivos- Que os alunos: 1.Saibam descobrir e distinguir princípios Bíblicos em relação à contextualização do Evangelho e avaliar conceitos e costumes de sua e outras culturas na luz da Palavra de Deus. 2.Obtenham uma estrutura em que possam começar os processos de contextualização, com entendimento da mesma, apreciando que missões está ligada à teologia, e que a Bíblia é a base da direção e ação missionária. 3.Respeitem outras culturas e saibam utilizá-las na comunicação do Evangelho e na expansão da Igreja. 4.Evitem o sincretismo, discernindo os fatores negativos nas culturas (inclusive na sua própria) e levando as pessoas a uma expressão de Cristianismo fiel aos princípios bíblicos, e significantes às pessoas daquela cultura. 5.Conheçam a história e as várias escolas de pensamento sobre contextualização para que possam identificá-las e avaliá-las. Métodos de Estudo 1.Palestras, discussões, dinâmica de grupo, estudos de casos 2.Pesquisas e leituras semanais 3.Provas Avaliação 1.Três provas (30%) 2.Preparo semanal e participação nas aulas (40%) 3.Leitura do semestre: Ler O Segredo Espiritual de Hudson Taylor ou Corrida Contra o Tempo e fazer uma avaliação da maneira de fazer missões. O missionário fez contextualização? Como'? Avaliar tudo à luz da Bíblia. O livro foi significante para você? (Entregar 4-5 páginas datilografadas até dia 13/05/96. (10%) 4.O projeto do semestre: Ler Tochas de Júbilo e fazer uma avaliação baseado nas seguintes perguntas (5-10 páginas datilografadas): a. Quais as mudanças e não mudanças na cultura'? Avaliá-las à luz da Bíblia. b. Avaliar a estratégia de contextualização de John Dekker. O que podemos aprender dele? Deu resultados? Quais'? Entregar até 03/06/96 impreterivelmente (20 %) . Observação: Tarefas atrasadas não serão aceitas, porém o aluno terá o abono das 2 notas mais baixas.
Bibliografia Green, Michael. "Estratégia e Métodos Evangelísticos na igreja Primitiva", In: A Missão da Igreja no Mundo de Hoje (ABU, 1982);56-73. O Evangelho e a Cultura (Série Lausanne, 11'3). 2'ed. (ABU Editora e Visão Mundial, 1985). Bailey, Kennedi. As Parábolas de Lucas (Ed. Vida Nova). Beekman e Callow. A Arte de Interpretar e Comunicar a Palavra Escrita (Ed. Vida Nova). Carriker, C. Timothy, ed. Missões e a Igreja Brasileira, 5 volumes (Ed. Mundo Cristão). Dekker, Jolui.Tochas de.Itibilo (Vida). Ekstrõm, Bertil. "Contextualização", Capacitando para Missões Transculturais, v.1, n° 1 (APMB). Fite, Eric S. Corrida Contra o Tênipo: A História de Rav Bilker. (Ed. Vida Nova, 1994). Hesselgrave, David. A Comunicação Transcultural do Evangelho v. 1 (Ed. Vida Nova). Meer. Tonica vau der. "Missões Brasileiras em Angola". In: Missões e a Igreja Brasileira, v. 5 (Ed. Mundo Cristão):39-58. Nicholls, Bruce. Contextualização: Uma Teologia do Evangelho e Cultura (Ed. Vida Nova). Winter e Hawthorne, eds. Missões Transculturais: A perspectiva Cultural (Ed. Mundo Cristão). Taylor. O Segredo Espiritual de Hudson Taylor- (Ed. Mundo Cristão).

Introdução a Contextualização A.Devocional: Atos 14:8-18 (Eles interpretaram o que ouviram e viam conforme sua cultura o suas crenças. A resposta de Paulo também foi segundo suas crenças; ele começou onde eles estavam. Não entrou com uma polêmica sobre os Patriarcas ou a lei, mas sim, sobre a natureza. Explicou Deus em termos que eles podiam entender. Saltou "no meio do povo." Também os confrontou ["crenças vãs"]. Antropologia nos ajuda entender as crenças, os valores, as estruturas sociais, os significados das coisas de um povo.). B.Bibliografia (levar os livros e explicá-los) C.Definições (copiar e entregar para cada um) 1. Cultura: O sistema dinâmico integrado de padrões adquiridos de comportamento, idéias, e produtos que caracterizam uma sociedade e que a ajuda adaptar-se ao ambiente física, social e ideacional. Cultura consiste em formas, significados, e psicologia, ou pressuposições, cosmovisão, lógica e valores (Luzbetak, p. 74). 2. Antropologia: O estudo dos seres humanos na tentativa de entender como pensam e vivem. Responde perguntas como: Por que constroem casas, usam roupas, falam línguas, e organizam famílias? Como criam sociedades e culturas'? Como estas, por sua vez, os moldam? Como e por que as pessoas e as culturas mudam? 3. Contextualização: é indefinida até agora. Há várias definições, dependendo de pressuposições e pano de fundo. Talvez a definição mais simples e abrangente seja a "integração do Evangelho na cultura". Luzbetak disse que é semear, fazer discípulos que podem baseado na interpretação correta da Palavra de Deus, construir a sua própria expressão de obediência e louvor a Deus. É integração do Texto com o contexto. Tim Carriker define como “... a expressão e realização vital do Evangelho dentro de contextos (sociais, pessoais, eclesiásticos, políticos, econômicos, evangelísticos, etc.) específicos resultando em transformações cognitivas (entendimento), volitivas (prática) e afetivas (motivação).” E a expressão do verdadeiro Evangelho em termos relevantes à cultura receptora. É um processo dinâmico de duas forças: uma cultura em mudança, e uma mensagem ou programa de fora da cultura (Martin, p. 9). “... Não é tornar o evangelho mais agradável, mas sim, mais compreensível" (Francisco Leonardo). Nesta matéria queremos que cada

um trace uma definição bíblica, "contextualizada" e útil para ação missionária no mundo que nos cerca. Portanto o estudo da Contextualização não é como fazer - não é pragmático. É profundamente teórico e teológico. E o por quê. É a justificação (ou não) teológica de estratégias missionárias; envolve toda a ação e os resultados do trabalho missionário - a expressão do verdadeiro Evangelho em termos relevantes à cultura receptora. 4. Visão do Mundo (Cosmovisão): As proposições básicas sobre a natureza da realidade. A explicação do mundo e seus fenômenos. Envolve áreas cognitivas, emotivas, e motivacionais (porque fazemos alguma coisa). 5. Etnocentrismo: É a tendência (que todas as pessoas têm de uma forma ou do outra) de julgar os costumes e valores da própria sociedade como o mais corretos (comida, dormida, roupa, casamento, enterro, falar com Deus, etc.) o como inferior o comportamento e valores de outros grupos étnicos. 6. Sincretismo: A mistura de significados antigos e novos, de modo que a natureza essencial de cada um se perde. 6. Aculturação: O aprendizado parcial, ou completo, de uma segunda cultura (aprendizado ético). 7. Enculturação: O processo de aprendizado da própria cultura, seja por ensino, seja por observação (aprendizado émico). 7. Igreja Autóctone: aquelas cujos membros praticam as verdades espirituais, sociais e morais do Cristianismo Bíblico de uma forma relevante às regras culturais de sua própria sociedade, sendo transformados conforme o poder do Evangelho. D. O Problemático: as tensões de contextualização e prática missionária: 1. Identificação vs Confronto (ser amigo e ser profeta) 2. Irrelevância vs sincretismo (passar por cima, ou deturpar o verdadeiro Evangelho?). 3. Supracultural vs cultural (quais alguns exemplos ligados com costumes como vestimenta, culto, comida, divertimento, família?).
1. Forma vs significado (Hiebert explica que na era colonial e científica, forma e

significado eram iguais

imposição de formas e da cultura ocidental). Na era relativismo e

positivista e modernista, os dois foram totalmente separados

situacionalismo. Ele indica a necessidade para "Contextualização Crítica", que sabe distinguir quando são iguais e quando não são. Para fazer isto tem que conhecer profundamente o texto e contexto original, e a cultural receptora.

52f). João 17: estamos no mundo. construir a sua própria expressão de obediência e louvor a Deus. "Manifest Destiny"). ou familiar (às vezes o subcultural é mais forte do que cultural). fazer discípulos que podem baseado na interpretação correta da Palavra de Deus. (P. A. O Modelo Contextualizado – É semear. (c) O Evangelho para cultura (Insights. The Word Aniong Use. 5. Os níveis de etnocentrismo – cultural. mas não somos do mundo. Tem a tendência de tratar os níveis superficiais da cultura. pp. b. 2) Triunfalismo – levar a "civilização" do missionário junto com o Evangelho (i. 4:17: 1 João 2:1517. Os agentes principais de mudança eram os missionários. E. Implantava estruturas do missionário e esperava que os nacionais as levassem para frente.e. pessoas de fora da cultura que não tinham condições de entender profundamente as ansiedades. b. A intensidade de etnocentrismo – de um patriotismo perdoável até a xenofobia de Hitler. em vez de semear. O Evangelho e cultura: (a) O Evangelho vs cultura (h) O Evangelho em cultura. etc. O Modelo Etnocêntrico a. As formas de etnocentrismo 1) Paternalismo – compaixão mal direcionada que tende a humilhar os "beneficiados.[Paul Hiebert.. É integração do Texto com o contexto. Ef. 9! Qual o critério para decidir? (A Bíblia interpretada baseada numa boa exegese usando princípios hermenêuticas coerentes com as intenções originais dos autores. a.). c. Respeita e utiliza os pontos bons da cultura. apesar da .”. c. mas ainda sem respeito para a cultura e povo receptor. O Modelo Acomodacional ou "indigenizado" – um passo a mais de etnocentrismo. cap. É impor. a cosmovisão da cultura. d. subcultural. vs 1 Cor. Características principais que diferencia Contextualização dos outros: 1) Os discípulos e as igrejas locais são os agentes principais da encarnação do Evangelho na cultura (não os missionários ou a igreja enviadora. os valores. 3) Racismo e divisão de classes – a cor ou o tamanho da casa que inferioriza a pessoa. 3) 1. 2. Os Modelos Missionários na História (Luzbetak. 3. 39 de Insights também) 4.

e. 4) O tipo "crítico" (criterioso.). 1) O tipo "traducional" – Kraft (geralmente tem uma idéia "romântica" da cultura) 2) O tipo liberacional – TL 3) O tipo "dialético" (entre o Evangelho. 79f). about knowing God in context. usando critérios bíblicos na definição de ação missionária). Contextualization is most fundamentally a problem of knowing God within the limitations of culturally specific human contexts. limitando a contextualização aos parâmetros bíblicos – Hiebort.necessidade de sempre manter o elo forte com a igreja universal). the . Ex. Paul's question was a fundamental one of epistemology. 3) A profundidade da penetração do Evangelho é bem maior do que os outros dois modelos. that is. é também vista hoje. The first question. etc. Os missionários perceberam que o problema era fundamental. at once revelatory and hidden. 2) O resultado é enriquecimento mútuo (não o missionário enriquecendo os receptores). Conn e a maioria dos outros missiólogos evangélicos (Beyerhaus. p. Conhecer a Bíblia no seu contexto Deus criou uma cultura pela qual comunicou à humanidade. A Bíblia descreve esta cultura. Pré-requisitos para a Contextualização Bíblica do Evangelho: 1. God's selfdisclosure in the midst of human cultures is like a square peg in a round hole. The problem was “something much deeper than” dynamic equivalence' communication. a Igreja universal. Mayers. Luzbetak. AT – -NT. F. 23:19. Bailey. não existe palavra para rei. Tipos de modelos contextualizados (Luzbetak. (i. then in contextualization is not the communication of the gospel so much as the understanding of the gospel. B. How could Westerners whose mathematics teaches that one does not equal three conceive of a trinitarian God? How could North Americans steeped in materilaism think about God as a 'spirit' How could two very individualistic missionaries comprehend the 'body' image of Pauls' ecclesiology? [This was] the bedrock of the problem of contextualizaion – a problem much deeper than the communication of the gospel by Christians to non-Christians. p. But Paul and I realized that the problem was ours as well. the dialectical mystery. 241) exemplo: Na tribo Tzeltal. histórica e a cultura) – Luzbetak (RC). whereby we come to know God and to understand that we do not fully know God.

pp.. 7475). Dean S. Our second tyask is to discover what the meaning of the biblical message is for us in our particular cultural and historical setting and then determine what our response should be.). Paulo Hiebert (Anthropological Insights for Missionaries) diz: "Since we are all given the right to real and interpret the Scriptures. 19). casar de vestido branco é cultura? Bíblica? De onde veio? Pregar num púlpito? Por que fazemos? Resultados de fatalismo? (Cita livros que podem ajudar) 3. This is hermeneutics.Conhecer você e o seu contexto Quais os pontos que nos ajudarão ou impedirão no campo missionário'? Quais aspectos culturais são tomados como bíblicos e infalíveis? i. our first task is to remain faithful to biblical truth.Conhecer a cultura receptora Quais os significados ligados com as formas? Como comunicar em termos inteligíveis? Como contextualizar a igreja no novo contexto'? i.knowledge of God in context (Charles Van Engen "The New Covenant: Knowing God in Context". Although the message of the bible is supracultural – above all cultures – it must be understood by people living within their own heritage and time frame" (p. This begins with careful exegesis. ed.e. in which the message of the Bible is understood within a specific cultural and historical context. in What in the World is God Doing. culto estilo do Oeste'? horários de culto? usar cruz no pescoço é anti-cristão? Espírita? As danças são demoníacas? folclore? sensual? (Antropologia é necessária. Gilliland. 2. .e.

identificação (eu). Teologia é ainda o fundamento para nossa disciplina. 19).. desde que culturas são dinâmicas e em constante mudança. 13) −na sua cultura original -Reconhecendo nossas pressuposições (. e. (Trinity World Forum. −Em obediência (Mt.Que o aluno tenha oportunidade de praticar a separação entre os dois. E.A cultura é julgada pela Bíblia. danças [religião. social. cabelo cumprido [espiritual. sem higiene. Uma forma em uma cultura não significa a mesma coisa numa outra cultura (i. ritos . Objetivos A. exortando uns aos outros. 18-20). No entanto temos que entender que o fundamento teológico histórico bom não providenciou uma superestrutura completa.C on t e xt u al i zaç ão e a B íb li a 2ª Aula Devocional: João 7:14-24 I.e.. Discussão da leitura (O Evangelho e a Cultura) A. sexo. folclore. tradição. Fali 1988). F. As ciências sociais são valorosas nas suas contribuições à tarefa missionária. 8) B.Toda cultura é manchada/reflete a imagem de Deus (p. religiosa. sensual].Forma e Significado (p.Lugar do Espírito Santo? (P. Introdução Timothy Warner de Trinity Evangelical Divinity School diz.Entendimento da Palavra importante (p. medo da Bíblia contradiz o que cremos). está sempre sendo construída. 9. O estudo da revelação de Deus na Bíblia sempre acontece dentro da cultura. C. "óculos culturais". Teologia é o fundamento da própria vida e certamente de todos os tipos de ministério cristão.Que o aluno possa discernir entre princípios bíblicos e cultura B.Definições: Cultura (p. cosmovisão (p. III. −Em comunidade: histórica e presente. pensando que forma é significado). 11. 12) (desenhar vela na lousa e pedir os alunos descrever os significados) Forma e significado são separados (geralmente nós confundimos os dois. 10). II. a aplicação de verdade bíblica sempre precisa ser responsiva ao processo de mudança. louco. não vice versa (p. Missiologia especialmente precisa de uma base teológica. 14) D. hippie]. vaidade. mas não podemos permitir que dominem. músicas [drogas. 10-11).

conservando o significado.). etc.]). Para ajudar distinguir a Eugene Nida usou dois termos: "Correspondência Formal"--tradução literal da forma (sem significado) "Equivalência Dinâmica" --a forma muda. (Missiological Insights for Missionaries) diz: "A associação de um significado. 37). (Descobriu nos anos de 1930 o pano de fundo desta ordem). ritos religiosos [cp. O versículo e o mandamento não têm qualquer sentido para nós. Levavam uma sopa feita com o leite da cabra e o cabrito e aspergiam nos campos de plantação para . mulheres. fotos. 2. ou valor específico com certo comportamento ou produto é chamado 'símbolo"' (p. perfume) Vestimenta (uniformes. Na época havia um rito de fertilidade entre as tribos canaanitas.Mas quando estudamos a cultura bíblica podemos entender e discernir que há um princípio por trás da forma exterior. A. emoção.) Pessoas de culturas industrializadas tendem separar forma e significado. ídolos) o quando não são (linguagem. Alguns exemplos:     Linguagem Dinheiro Cheiros (ex. Solução (p. simples estátuas. quanto pessoas de culturas em outras culturas tendem a não separá-los. comunidade. amor. Exemplos: 1. romance. A. homens de negócio. Paulo Hiebert. 23:19 e explicar o sentido do mandamento que Deus deu sobre leite de cabrito. Minha mãe e minha cunhada: G. folclore. Ceia batista e católica. O missionário deve discernir quando a forma e o significado são inseparáveis (como Meca para os Muçulmanos ou a cruz para Cristãos.).satânicos. indo a igreja para louvar ou indo a igreja é louvar]. 21) IV. etc. (Inclusive por muitos anos ninguém sabia de nada do seu significado. Exercício prático: Ler Ex.

Aplicação: Preencher o quadro Ex. humildade. roubo. ira. Mas não tem sentido para nós porque nossa cultura é diferente. . etc. 3. orgulho. B. C. 2. café. bebedice. Cruz embaixo da cama Danças de chuva Pular na roça para fazer crescer o trigo Navajo--ir aos "ways" etc. coca-cola. etc. cabelo. O Princípio: Não misturar os ritos pagãos com a vida cristã.). casas. mentira. etc. 4. paz. mas que não estão claramente decifrados? Por que você acha que é pecado? (Poligamia. Quais os prováveis pecados. fumar. Idem Brasil Outras Culturas Idem O cabrito cozido no leite da sua mãe tinha sentido para os judeus porque entendiam o princípio. O que podemos fazer para evitar isto? G. doutrinas falsas. açúcar em excesso. glutonaria. Qual o princípio? (Idolatria. idolatria. amor. véu. inveja. imitação do mundo ao redor). acepção de pessoas.). idade. Não confiar em outros poderes. etc. as cerimônias de casamento. Avaliação (Discussão em conjunto) Como podemos avaliar uma cultura na luz de princípios bíblicos? Que é pecado e que não é? De acordo com a Bíblia: 1. etc.que produzissem mais. ordem social. Quais os mandamentos? (Unidade de família. ritos pagãos. Quais os pontos neutros? (Roupas. 23:19 A Forma: Cabrito cozido no leite da sua mãe A figa Centro Espírita Horóscopo Guardar a Bíblia ao lado da cama. Nossa tendência é levar formas reconhecidas por nós alem da nossa cultura. Quais são pecados declarados? (adultério. Temos que descobrir o princípio fundamental para poder fazer a aplicação em nossa cultura sem ser uma forma vazia de sentido.). comida. justiça. longanimidade.). maledicência.

forma. 76) Brasil agora Brasil em 1950 A praia Os índios A Turquia China Escócia 15 Séculos atrás Comida: Brasil USA Inglaterra México África França Bangladesh (nada) Trabalho: Profissões Pedreiros Médico Homem de negócios Pode julgar o status pelo salário Motivos--dinheiro. status.Cultura (muda de lugar para lugar) Roupa (Luzbetak p. Desonestidade Desunião Desobediência Falta de oportunidade Desamor Deslealdade Orgulho Formas Vazias Insinceridade Idolatria Injustiça Opressão Falta de liberdade religiosa . satisfação Família: Extensa Nuclear Clãs Tribos Envolvimento de outros Poligamia Ritos Religiosos: Culto sério-quieto Culto pentecostal Culto comprido Outras religiões Governos: Parlamentar Democracia Ditadura Socialismo Comunismo Princípios Bíblicos (não mudam) Vaidade Sensualidade Orgulho Gasto demais de $ Não usar a roupa do sexo oposto Gluteria Vício Prejudicial ao corpo Orgulho Alguém quer subir. abaixar o outro.

Temos reações emocionais que foram programadas pela nossa cultura e ambiente.Presbiterianismo Congregacionalismo Conclusão: Analisar não é fácil. olhando. o que acontecerá em uma outra cultura. e experiências totalmente diferentes? Vamos impor o que nossa cultura dita às nossas emoções? Ou vamos avaliar e agir baseados nos princípios bíblicos fundamentais. de lugar para lugar. ouvindo.Conhecendo a outra cultura receptora -Não falando logo -Analisando. Os símbolos culturais variam de cultura para cultura. Muitas vezes cremos que este condicionamento cultural é bíblico quando de fato não é. . Mais uma vez. com condicionamento. Aqui estamos na mesma cultura mas mesmo assim não concordamos em muitos pontos. Se nós temos tanto problema no próprio Brasil. filosofia básica.Conhecendo a nossa cultura 3. perguntando. temos que evitar isto: 3. e de época para época.Conhecendo a Bíblia 3.

. Quais foram os princípios bíblicos (ou que Deus deu a eles. Como eles manifestaram a presença e o poder de Deus'? d.Possam perceber que contextualização é um conceito bíblico e histórico. Quais foram os traços culturais que adotaram? c. Objetivos: Que os alunos: 1. Ez 3:15-27 2. Em grupos pequenos os alunos responderão as seguintes perguntas em relação a José ou Daniel: a. Introdução: Profetas e contextualização.Comecem a fazer perguntas sobre o modo de viver e comunicar em outras culturas bíblicas. 2. de prática. por isso seriam expulsos. Plano de Aula: 1. batismo entre os muçulmanos?) Quem cria ia mudar de vida.Comecem a avaliar métodos específicos de contextualização com seus respectivos resultados positivos e negativos-. C.Comecem a valorizar as Escrituras como o meio principal de resolver problemas da vida cotidiana. mesmo antes da lei) que seguiram. apesar de diferenças culturais? b. todos juntos preenchem as seguintes categorias: . especialmente os que são relacionados às situações transculturais.Depois de terminar. Devocional: João 12:42-43. 4. B. Quais foram os resultados'? 3. Perseguição é razão para não pregar o verdadeiro Evangelho'? (ie.Contextualização no Antigo Testamento A. 3.

42. Inspirava confiança) A explicação do gado (46:3134) Separou na refeição (45:22.47-49).os irmãos não o aprenderam e adotaram: conheceram Identificação com a cultura Tirou a barba (Egito) Língua (42:23) (Era fluente para presos e reis. não uma pessoa amargurada Perseverança Sempre deu crédito a Deus (40. Princípios bíblicos que não Moralidade – não adulterou.9-10).6.10) Foram humildes Dependiam de Deus (2.37) Língua e cultura (1.17 mostra que Deus deu tanto habilidade cultural como poder espiritual. protegeu os sábios.1-34.Categorias José Daniel e seus amigos Obedeceram regulamentos de comida (1.15) Sabedoria (1. talvez porque eram nomes em honra de deuses [Life Application Bible.27-28) Jejuavam (10.18) Compaixão (39.28-30.12.12) Confrontou o erro (4. honrou Daniel e seus Deus o usou para conservar a amigos. p 1475]) Deus deu profundo conhecimento dos escritos e ciência dos Babilônicos.31) Confiança no Senhor (soberania de Deus) Perdão – irmãos.22-25) Aproveitaram oportunidades de explicar o Deus verdadeiro (2.8. 37. etc. (Nem permitiu flirtações) Temor a Deus (39. modificaram (ou que Não soube que queria pecar Contra Transgrediram) Deus (39. Participava da vida ali (39:22) Usou roupa de linho (Egito) (não lã Israel) Notou quando eram tristes (40.12-18) (Pergunta: Por que não podiam louvá-los? Quais as implicações para umas alas de contextualização hoje?) Continuaram orando (6. 41.45. .5. 1.3.8-9) (2. Gostou dos outros.20) Inteligência e o poder de interpretar visões e sonhos (2.28família durante a fome – e a 30).27.18) O 4º homem – salvos do forno A loucura de Nabucodonossor Interpretação do escrito Vs. a mulher.8-14) Não louvaram as imagens (3.27-30) Não aceitou crédito (2.25) Traços culturais que Roupa .9.4. Prisão A cova dos leões Liberdade e elevação para ser O Rei Nabucodossor “pai de Faraó” – e chefe de toda reconheceu o poder de Deus a terra (45. glorificou a Deus (3. 42:23) “Esqueceu da família (41:51)”.25. e fez a declaração (4.17) Ética do corte real Nome (não usado constantemente.6-7) Maneiras que manifestavam o Interpretação de sonhos poder de Deus (como a Sabedoria realidade do seu Deus se tornava relevante aos egípcios ou babilônicos?) O ministério deles no meio do povo Os resultados naquelas culturas Saúde (1. o copeiro.

nação (45. 2. mas Faraó foi prejudicado e a nação toda! Aplicação: 1.5. Eles escapavam aos perigos milagrosamente.Faziam uma grande contribuição para o bem das culturas onde se achavam _________________________________________________________________serviam nações como homens de Deus. enviados .20) Dário fez seu decreto (6. como missionários transculturais.Contextualização é de valor em todos os níveis da vida se é feito conforme princípios bíblicos. 2. as 4. se firmando nesta posição e vocação mesmo com conseqüências de sofrimento.Quando Contextualização excede os limites bíblicos. somos os servos de Deus neste mundo. 12:10-20) Princípios divinos que não guardou Traço cultural que aceitou Poder de Deus manifesto Resultados Conclusão e Comparação com José e Daniel Não adulterar Não mentir Deixou sua esposa ser parte das mulheres do Faraó Pragas na casa de Faraó Faraó devolveu Sara Abraão tinha medo e fez compromissos. eram sinais podia ver e entender. os resultados são negativos. 6. Nós.Eles se identificavam com muitos costumes do povo. com amor e discernimento. que o povo 5.Conclusão: Contextualização tem que ter a sua base em princípios bíblicos! Agora fazer uma comparação com Abrão. Abraão foi bem tratado naquele momento (o oposto dos outros dois).7) 37).Eram autênticos servos de Deus.Manifestavam o poder de Deus em milagres.José e Daniel mantinham suas próprias convicções baseadas no conhecimento de Deus.) 3. interpretações de sonhos e escritos. Os resultados foram maus. Eram uma benção para o rei (1.25-28) Conclusões: 1. 3. (Pode ser mais fácil no início não obedecer a Bíblia. com Deus e com Sara. Entravam na vida do povo em tudo o que seria permitido por Deus. Como foi que ele agiu numa cultura estranha'? (Gen.Contextualização tem que ter sua base em princípios bíblicos e divinos. e tinham sabedoria e poder. Viviam com amor no meio das tribulações para serem úteis a Deus e ao povo. mesmo sem efeitos que parecem ser negativos no início.

usando termos e analogias entendidas sobre a terra. independência. C o n t e xt u a l i za ç ã o n a Vi d a e n o En s i n o d e J e s u s Filipenses 2:1-11 A. 5. Cumpriu a vontade de Deus. 6. e com os pecadores. glorificou a Deus Pai. Perguntar: a. Em discussão compartilha as respostas. Em discussão ainda. Possa aplicar estes princípios à sua vida agora de maneiras específicas: Possa ver o equilíbrio entre ação social e o Evangelho nestes versículos. templo. Aula: 1. 2)Identificação com as pessoas nos seus contextos 2. pp. Tornou água em vinho--uma necessidade específica. Abriu mão dos seus direitos 2. Falou. pesca. B. Como Jesus Contextualizou no seu ensinamento nestes textos? (Identificação com a cultura [contexto religioso. 26-27. Como Jesus exemplificou isto na sua vida? O que Ele fez de concreto (Encarnação/Servo/Obediência a/Identificação/sofrimento até a morte) 1. confronto. relacionar Mt 20:20-28 e 23:1-12 com o assunto. ou em grupos pequenos responder as seguintes perguntas: a. Possa definir especificamente como Jesus foi o modelo de contextualização. invulnerabilidade. 8. Qual a aplicação missionária? (Identificação/serviço/encontro com os outros/contextualização com os limites do pecado/confronto) Ler Willowbank. descontextualização. 7. Perguntar para o grupo "Podemos mandar missionários arrogantes? Auto-suficientes"? 3. transformação! [cp com 2 Cor 3:l ss]) . 1)Renúncia de status. unidade do corpo [cp com Rm 15]) b. Em discussão geral. Qual o objetivo principal de Fp 2:1-11 ? (Amor/humildade/serviço aos outros. Objetivos: Que o aluno: Aprenda que Jesus foi o exemplo principal de contextualização em missões: Possa relacionar os acontecimentos específicos de contextualização na vida de Jesus ao texto de Fp 2:1-11. Participava de tudo na vida humana. C. político]. Vivia com seus discípulos. Identificou com o homem 4.para viver e comunicar duma maneira significante e poderosa aos que são necessitados. Limitou-se voluntariamente 3. imunidade.

Ele atingia profundamente os homens na sua cultura. Dois fatores na vida e ministério de Jesus são importantes: o processo e o conteúdo. O processo inclui a maneira de atingir necessidades. Quebrou sérios costumes (falou com uma mulher no poço era pedir relações sexuais). Supracultural Cultural Teologias não são assim: Mas é assim: Teologia Revelado Interpretação cultural . d. confrontando. começando onde a pessoa esta. b.) 4. explicando. Outro exemplo é Lucas 9. quebrando costumes. transformação de vida. perguntas. a. confronto. Investimento no desenvolvimento dos outros. e ministrava dentro de parâmetros claros. fazia discípulos com ensinamento profundo e contínuo. b. Não havia algo humilde demais para ele fazer. baseava os ensinamentos no AT. enviando para que eles pudessem adquirir experiência. Humildade dos líderes e todos. e muitas vezes. Jesus vivia. Conclusão a. Jesus investia sua vida em outros. dando comida. explicou com lógica--confrontou a religião 2)7-14: chocou com seu ensinamento direto--confronto de egocentrismo 3)15-24: chocou com as suas parábolas--confronto do etnocentrismo judaico (13:29-30) c. falava através de pregação. ensinava.b. servia--lavando os pés. libertava. Qual a ligação com Fp 2? c. Palestra relacionando tudo no ministério de Jesus. fazendo que fatores supraculturais os transformasse. dando sua vida! 5. c. Resumindo: Jesus curava. transformando. compartilhando. O conteúdo é o mesmo--toda a Palavra de Deus. aplicação da verdade. começando com a realidade da mulher. identificando com. Como aplicá-los no Brasil? (Não seguir hierarquias culturais que contrapõe princípios bíblicos. Lucas 14:15-24: 1)1-6: chocou com sua ação. diálogo. João 4:5-26: Atingiu uma necessidade.

Como você entende o tom da resposta de Jesus? 4. reações. Qual o contexto da história que Jesus conta? (Acontecimentos anteriores. Como o estudo do contexto cultural em Bailey ajudou seu entendimento desta cena? 7. Como podíamos aplicar tudo isto para nós. em sua opinião? 6. como você encara o jogo/colocação/pergunta de vs. pessoas. ações. Dentro do contexto. cosmovisão. Qual o conteúdo da resposta? 5.) −Nas pregações/evangelismo. Devemos estar indo na direção do centro. Is 25:6-9 fala de todos os povos num banquete!) 2. . Como podíamos aplicar tudo isto? 1) Trabalhando numa favela (vamos morar lá? Adotar o que? Como comunicar?) 2) Guetos minoritários 3) Vizinhos Lucas 14:15-24 Isaías 44:12-20--o que tem haver com contextualização? Etnoteologia? Perguntas para grupos/grupo 1.O Centro é o mesmo. 15? 3. na realidade brasileira? (Transportando princípios bíblicos/tem que conhecer as 2 realidades. Qual a resposta da audiência. Que tipo de contextualização fez Jesus aqui? (contextualização existencial? Dogmática? Usou etnoteologia?) 8. c. exortando para não rejeitar Jesus − Em convidar os pobres/outras nações/povos receptores. banquete numa casa de ricos [reclinando]. conversas.

para judeus e para gentios.Trabalho em grupos: Preencher o desenho conforme suas descobertas no texto. Temos que lembrar que Lucas tem o objetivo de provar para Teófolis que o Cristianismo é para gentios também.Quais os pontos de confronto? 3.63-64.As conclusões 1.As Bases Bíblicas de Missões A Vi d a d o A p ó s t o l o P a u l o Atos 13 e 17 A.Oração B.)) Ler p. 68. Perguntas para os grupos: 1. zombaria.Contextualização bíblica significa que todos vão aceitar a mensagem? Nos seguintes textos temos o conteúdo de duas mensagens.O que é diferente nas duas mensagens? (o pano de fundo e o caminho de chegar) Perguntas depois de preencher o quadro: 1. assim ele traz detalhadamente o conteúdo da mensagem em Atenas.Discussão da leitura (Michael Green em A Missão da Igreja no Mundo de Hoje. ciúmes. capitulo 3 (especialmente pp.Quais os pontos de contato? 2.O que é semelhante? (mensagem.Qual o objetivo dos dois grupos? . objetivos) 2.Quais foram os resultados nos dois lugares? (Alguns creram. C. 2. perseguições). comentários e dicionários bíblicos: D.

acreditam. . – Deus Criador e sustentador. eles também são responsáveis diante de Deus e portanto necessitam de arrependimento.A ressurreição (que para os gregos justificação na lei de Moisés (39).2) Estava junto. Deus .O Representante de Deus na Terra Aplicação: . alguns judeus Conflito. Davi. (17. ressureto. ressureto.Questiona a cosmovisão dos estoicos e epicureus. o homem descendente de Davi – Jesus. processos de raciocionio. muitos tementes a uma mulher e vários outros.O amor de Deus .A morte e ressurreição de Seu Representante . diálogo. religião e política. Resultados Conflito. 17: A morte e a ressurreição Analise da: de Jesus é o Messias. observava. não existia) aviso (40-41) . A humanidade deve buscar este Deus (274). . contenda.Não habita em templos At. a natureza.Atos 13.A natureza categorias) .A existência de Deus . deles: o mundo. exposição.O juízo A necessidade de arrependimento O confronto At.juízo de Deus . . Um altar “Deus de Israel” país.Chamam-os de ignorantes . Antioquia da Psidia: na intelectuais se reunirem para discutir sinagoga suas filosofias. alguns judeus acreditam. ao “deus desconhecido” / a cultura vitórias.Não é ouro nem prata ressurreição (30).T.Ressurreição (o que os epicureus não aceitavam) O Objetivo Jesus – Morto.2. 17: Jesus = Messias . não há . A (pontos de contato) Exegese do A. . (13) juntos.T. explicação. hx. verdade sobre o Não é servido por mãos povo e lideres judeus (27-8). Todos filhos de Abraão.3) Conteúdo da mensagem At.A identidade do Deus Desconhecido -A fidelidade e grandeza de Deus nas Suas obras.Não é feito com mãos Ressurreição dos mortos . repostas e (canal) Palestra.Religiosidade do povo At. falava.1-6) O Lugar Atos 17. “para ‘nós’ têm os mesmos pais.1) Areópagos em Atenas – o lugar dos Atos 13. Os pontos de identificação As Escrituras (17. poder de Deus. 13 (refere às outras . religião deles/templos/arte. . Os métodos da comunicação Discussão Discussão. chegou a mensagem” Citou poeta deles.14-52 (17. No pé do Paterno e com visão ampla da cidade cheia de templos e ídolos. 13: Arrependimento (vs24). Ele é a fonte da vida e o Dirigente da vida humana (vs 26). disputa. perguntas. usa demonstrando com o A. Jesus – Morto.18-31 Sinagoga em Tessalonia (17.Deus não agrada com imagens perdão do pecado (38).

When they reported back to the Antioch church. Aceitavam idolatria como meio de nutrir a chama divino dentro de cada um. fundado por Zeno (336-263 B. O mundo para eles é cíclico. referência a Atos 14: Em Listra houve um mito que Zeus e Hermes chegaram como homens pobres e foram rejeitados pela maioria. 1989:9).) também eram materialistas.) creram que a realidade consiste em átomos de material. Temos uma natureza em comum. o poeta citado acreditava nisso como Estoico. por isso Paulo e Barnabé provavelmente não entenderam tudo. So the apostles proved that cross-cultural evanglism among the most extreme idolaters was not only possible but greatly successful. Não há conceito de ressurreição. Por isso enfatiza a unidade da humanidade que transpõe a relativa diversidade de culturas. But in each of the towns of that area. p. Não havia sincretismo. This was the most extremem cross-cultural situation the apostles had faced. (Também. Por isso o povo não queria errar de novo. Assim Paulo diz que Deus não está distante. ou Razão. É pecado e rebelião que afasta Deus e corrupta contato com Deus. o resultado foi unia igreja e Timóteo era dessa cidade (vs 21-22 . Paulo. Apesar do tumulto. mas acreditaram em um "logos" divino. they all rejoiced how "He had opened a door of faith to the Gentiles" (Gordon Olson. Assim os homens não têm alma e não há ressurreição. Também falavam uma outra língua. A morte e ressurreição de Cristo são relevantes a todos os homens (Larkin. Timothy was a half-Jewish young man won during that tour. mas era compreensível pelos ouvintes. Paulo usa como ponto de contato. pagans turned to Christ and churches were founded. Os ouvintes sabiam que estavam ouvindo algo de substância.) “The apostles didn't understand the local Lycaonian language and ouly belatedly perceived that the mob was about to make animal sacrifice to them as gods. Quando entenderam. 68). Quem os ajudou foi honrado. e assim se demonstra filhos dos deuses (Aratas. tanto que reagiram violentamente.C. 1993).” Anotações do Bertil: "A Importância e o Perigo de Contextualização na Interpretação das Escrituras" (Trabalho para o Mestrado da FTBSP. que controla o universo. Periodicamente o universo se queima e depois começa de novo. Não há interação com os deuses. even where there were no synagogues. consciente disso.]. Os Estoicos. separando-a da crença dos ouvintes. manteve a integridade da sua mensagem.Notas: Os Epicureus (fundado por Epicurus [342-270 B. contextualizaram sua mensagem (HesselGrave o Rommen. A tarefa da humanidade é obedecer esta razão dentre de cada um. What in the World is God Doing?.C. 1988:319-21). Paulo pede mudança no centro da religião. refinando a definição).

e 16. 2. mostrando-se sensível ao conhecimento prévio do povo. 3. Controla a natureza também. alcança as necessidades. “Que Deus permitiu que os povos andassem nos seus próprios caminhos” mostra que é o agente. Bertil conclui: 1.A mensagem não ora só milagre. Zeus (Júpiter) é deus chefe e Hermes (Mercúrio) era o porta-voz dos deuses.1-2). A s B a s e s B í b l i c a s d a c o n t e xt u a l i z a ç ã o Os Ensinam entos do Apóstolo Paulo . 4.A cura do homem paralítico mostra que o evangelho de Deus é integral.Usou natureza e não as Escrituras para sua comunicação. mas confrontou com a situação pecaminosa dos habitantes e chamou de volta da idolatria para o caminho de Deus.O claro rechaço às homenagens previniu um sincretismo mais tarde. o que controla.

(1)Não causa ao outro tropeço (8:9-13-. 10:32) (2)Ganhá-los (9:19-23. Oração C. Chegue ao ponto de poder aplicar estes mesmos princípios bíblicos de contextualização numa cultura diferente. D. Isaías 42:1-12 B.Numa discussão geral. O limite de contextualização em 10:14-24 é idolatria. 10:14-24) (4)Para manifestar a glória de Deus (10:31) (5)Para a edificação de outros (10:23) (6)Permitir que Jesus atue através de nós--humildade (8:1-7) b.Em grupos pequenos preencher o desenho na página seguinte. 2. . Aprenda por limites na contextualização. Objetivos: Que o aluno 1. Tenha oportunidades de praticar o processo de fazer decisões baseadas na Bíblia 3. Citar pelo menos cinco razões pelas quais deve identificar-se numa cultura (objetivos/razões para contextualização bíblica). Aula 1. baseados na Bíblia 2. responder as seguintes perguntas: a. 10:33) (3)Não pecar contra o Senhor (8:12. Os dois capítulos não se contradizem porque tratam de situações diferentes. Palestra Quem pode decidir? −O que é idolatria? −O que pode fazer/não pode fazer? Paulo dava princípios −Não ser escândalo −Não idolatra −Não ter orgulho −Amar −O ídolo não é nada! (mas o demônio é (não pode ter comunhão com ele)).1 Coríntios 8-10 Profª Bárbara Helen Burns A. c. (1) Ídolo não é nada (8:4) vs ídolo é demônio (10:20) (2) Pode comer (8:10:23-33) vs não pode participar (10:14-22) (Como encaixa em Atos 15:29'?) E.

16:1-3). 14-. legalismo.Paulo conhecia bem a cultura . ninguém entende. evangelizando e ensinando duma forma contextualizada. interpretação errada).e por isso podia dar diretrizes Mas a pessoa mesmo tinha que escolher em situações específicas -Na casa dos outros −Na compra −No lugar −Tinha que discernir o significado para ele e para os outros ao seu redor! Não era regrinhas. 5:13.Paulo conhecia o problema em Corinto (48)--a cultura.Se o centro é Deus Criador e Salvador (45). 4.Sempre há tensão na interpretação do supracultural e cultural (50).A partir da supracultural há diferenças de expressão (51). . 21:23-26) Que significa no Brasil? No exterior? É fácil? ("Esmurrando o corpo") F. 3.. desculturação (48). cap. (Rm. etc. Paulo identificava (I Cor. 5. 9:16-27? Ele estava preocupado com quê? (sincretismo/obediência) −Obedecia a lei −Não obedecia a lei −Circuncidou Timóteo (At. 2. 7. 6. lista de leis Temos liberdade--mas se não edificar .14. 4: 1.Há verdades supraculturais.Há necessidade de confronto.. idolatria é excluída (47). Comparação dom a leitura de Nicholls. −Não é humilde −Não tem direito de confronto ou de levar à transformação chegar forma numa igreja. 9:16-27). O missionário que não se Perguntas: Como foi mesmo que Paulo fez em I Cor.Aplicação no Brasil (47): manipulação de palavras sagradas. 1 Cor. −Não circuncidou Tito (Gl. 2:1-5) −Fez voto no Templo (At. imutáveis (p. 50). GI. 10:23) Para identifica: −Não edifica (escândalo.

.Comer carne se ninguém importa . Comparar com Rm 2:14-14) .Comer carne se alguém disser que é sacrificada aos ídolos (10:28) .Participar de idolatria – associar . não . . Não existem .119) . .Comer carne se vai atingir a consciência do outro (10:29) .Do Senhor é a terra e sua plenitude ..Buscar seu próprio interesse (10:24) 21) .Fazer tudo para a Glória de Deus podemos desprezar ninguém.Deus vive nos fracos também.Ao comer – os cristãos tinham . .Comida não tem nada.I Coríntios 8 O Assunto Tratado I Coríntios 10:14-22 I Coríntios 10:23-33 Os atos permitidos As proibições Os princípios tirados .Comprar carne no açougue (10:25) liberdade porque não era nada (8:4-8) .Todas as coisas são de Deus .Se podiam participar das festas ... .Buscar os interesses dos outros outros “deuses” (8:4-6) ligado com ela .Se podiam ir às festas sociais ligadas com o templo (8:10) (Morris.Ser orgulhoso na liberdade e com os demônios (10:14-21) (10:23) conhecimento que tinham (8:1-3. (10:31) .Não ser tropeço .Agradar muitos (10:33) Aplicação no Brasil ...Ganhar muitos . p.Fugir da idolatria e tudo que está . 14.Comer carne servido numa casa particular (10:27) . . p.Pecar contra o irmão é pecar contra (10:26) (as coisas que Ele fez são Cristo (8:12) boas. 103) .Se podiam comprar ou comer carne aos ídolos (8:1.Se podiam comer carne oferecidas .Ser escândalo (8:9-13) .Cuidar da aparência .(Morris.Zelo para o irmão em Cristo .Ser tropeço (10:32) .Participar daquilo que não edifica . ..4) idólatras (10:14-22) oferecida aos ídolos.

IV.Confronto ("Encontro de Poder"). Um exemplo é na época das Reduções de Paraguai quando no norte alguns padres decidiram caminhar junto com tribos nômades.Devocional: Dt 18:9-13 II. Alemanha. 1988:84).Discussão de Nicholls. prática aminista. Gregório o Grande (590-604) escreveu para Agostinho na Inglaterra no Século VII. 1987:260-63): . prisão para levar a conversão (em Sardínia. pp. Quando as pessoas aceitaram o poder de Deus. Um Pouco da História do Desafio de Contextualização A. Agostinho de Hippo realmente começou esta tendência quando concordou no uso de multas e confisco de propriedade para levar a conversão (Ibid). Luzbetak. p. Por isso não podemos fazer generalizações históricas. Como comunicar com os judeus? Romanos? Gregos? Muitos tipos de modelos de Contextualização na história existiam às vezes totalmente contraditórios durante a mesma época. 89) Mandou conservar os templos.Pergunta: Como ir daqui Para cá? Como comunicar o Evangelho da minha cultura aquela cultura para ? Como comunicar com pessoas onde eles pensam que estão e não onde você pensa que devem estar? Não é uma nova pergunta: os apologistas lutaram com este problema. (Mais tarde. Cada um tinha que responder as seguintes perguntas (Tippett. A. louvor as árvores. "Muito menos podemos culpar o passado. 7-20 III. (Ler Conn. etc. ix-x em Kraft e Wisely. cada uma tinha que fazer uma renúncia dos seus ídolos. p. 1988:223). 1988:96). 1979. mas destruir os ídolos. ou morar nas suas vilas (Luzbetak. no entanto. Cortou a árvore em Geissmar. o próprio povo pediu para os templos serem destruídos) Agostinho fez "adaptação" . tortura. esquecendo que daqui um pouco será nossa vez de receber a condenação" (Luzbetak. não Inglaterra) (Bosch.Bonifácio (672-755) . No mesmo tempo Gregório usava "persuasão" através de altos alugueis.A História da Contextualização Bárbara Helen Burns I.mudou o sentido das formas. pois não podemos julgar eles na luz do nosso conhecimento e contexto social e cultural.

"Renuncia o diabo?" "Renuncio" "E todo salário do diabo'?" "E todas as obras do diabo'!" "Acredita em Deus o Pai Todo Poderoso?" "Acredita em Cristo o Filho de Deus'?" "Acredita no Espírito Santo'?" Bonifácio estava pondo em prática Êxodo 34:13.
C. Outros exemplos de confronto:

Ansgar de Hamburgo foi para Dinamarca e Suécia em 831. O primeiro ato missionário foi declarar que os deuses do povo não tinham poder para livrá-los dos inimigos. Ele disse:
Your vows and sacrificas to idols are accursed by God. How long will ye serve devils and injure and impoverish yourselves by your useless vows? You have made many offerings and more vows and have given a hundred pounds of silver. What benefit has it been to you? ... If you desire to make vows, vow and perform your vows to the Lord God omnipontent, who reigns in heaven, and whom I serve... If ye seek His help with your whole heart, ye shall perceive that His omnipotent power will not fail you (Charles Robinson, Anskar; Apostle of lhe North, trans. from Rimbert's Vita Anskarii [London SPG, 19211, 39, cited in Rommen and Hesselgrave, 1989:22).

O que aconteceu? O povo aceitou e foram libertos de um ataque iminente. Depois os missionários continuaram:
Alas, wretched people,... ye now understand that it is useless to seek for help from demons who cannot succor those who are in trouble. Accept the faith of my Lord Jesus Christ, whom ye have proved to be the true God and who in His compassion has brought solace to you who have no refuge from sorrow... Worship the true God who rides all things in heaven and carth, submit yourselves to Him, adore His almighty power (ibid.).

Constantino de Tessalônica também demonstra sabedoria no confronto com Islamismo em 870 a.C. Foi enviado para os muçulmanos para defender a fé. Uma das conversas foi assim:
Speak no such despicable blasphemy. How well have we learned from the prophets, fathers and teachers to glorify the Trinity, the Father, the Word and the Spirit, three hypostases in one being. And the Word became flesh in the Virgin and was born for the sake of our salvation, as your prophet Mohammed bore witness when he wrote the following: 'We sent our spirit to lhe Virgin, having consented the She give birth.' For this reason I make the Trinity known to you (Ibid., 24).

Confronto e utilização do conhecimento profundo das escrituras e pensamento do outro foram importantes métodos missionários.

C. Cirílio (827-869) e Metódicas (815-885) - dois irmãos da Igreja Ortodoxa

que foram para Morávia em 862 ao convite do rei (já existia Cristianismo lá, mas sem instrução [Luzbetak, p. 90]). Eles traduziram a Bíblia, tinham cultos na língua comum (contra os princípios de Roma), estabeleceram escolas e ordenaram um clero nacional. (Metódicas foi preso por vários anos pelos bispos de Alemanha por causa disto [Cirílio já tinha morrido].)
C.Islândia - no Século XI os islandeses fizeram sacrifícios humanos para se livrarem dos

missionários que tinham chegados à ilha. Os missionários decidiram mostrar que também eram dedicados ao seu Deus, e os dois líderes se jogaram no mar (e a morte) dizendo que era como "uma dádiva de vitória ao Senhor Jesus Cristo"! (Conn em Kraft e Wisley, 1979:xi).)
D.As Cruzadas - no meio do desastre das cruzadas, Raimundo Lull (1232-1316), no

espírito de Francisco de Assis, iniciou escolas para treinar missionários para os muçulmanos. Tinham que aprender a língua e os pensamentos/doutrina. Os missionários celtas, Las Casas e outros são exemplos contra o uso da força. (Destruição [que incluiu St Bernardo de Clairvaux que considerou matar um muçulmano a morte de um "mal", não de uma pessoa] vs comunicação. Usava o paradigma de Lc 14:23 nesta época!) G. Mateus Ricci (1552-1610 ) - foi para China. Usou a forma de Confucionismo. Se apresentou como um homem sábio do Oeste, como um banze da alta classe ou mandarim. Associou-se com a elite. Aceitou como social os ritos aos ancestrais (respeito à família). Concertou relógios (realmente era dar corda...) que ele trouxe para lá. Em 10 anos começou uma igreja em que traduziu Deus como "Senhor do Céu" e continuou usando o termo "Shery" (Venerável) para Confúcio porque referiu a qualquer objeto respeitável. (Identificação/engano'?/Contextualização sem limites'?) H. Roberto Nobili (1577-1616) - nasceu na Roma de uma família nobre, entrou na ordem dos Jesuítas com 17 anos. Foi para Índia e Goa, onde descobriu quais foram os costumes que faziam barreiras entre o povo e os missionários. No início trabalhou com as castas inferiores, mas não entendeu porque só eles aceitavam. Depois foi para os de altas castas. Em Goa (Português) tinha que ter permissão do rei, só falar Português, e ir num navio de Portugal. Trabalhou entre paraivas (intocáveis). Descobriu que eles chamavam os portugueses de "Parangi" - não era "Português" como ele pensava, mas "aqueles que comem carne, bebem, não tomam banho, usam sapatos de couro, ignoram regras sociais"! Os missionários, também, eram Parangi! Depois disso ele se tornou um "homem religioso" indiano e adotou a maneira de

viver e vestir deles, andando na rua, não comia carne, não usava sandálias de couro, aprendeu bem a língua, e ganhou milhares de seguidores. Deixou-os manter casta se não interferisse com o Cristianismo (exemplo de Unidade Homogênea). Não criticou nenhum traço cultural - nem casta, nem saci [comp. com Carey!]. I. Missões Protestantes em maior parte começaram no fim do Século XVIII. Os missionários no início não havia dificuldades de identificação, de posicionar-se contra empresas coloniais (eram até rejeitados por elas). Carey, por exemplo, ou Bartolomeu Ziegenbalg [1682-1719], o l° missionário para Índia com a Missão Halle-Dinamarquêsa, estudou Hinduísmo e levou seus conhecimentos para Europa. Ali foi informado que o trabalho dele era erradicar Hinduísmo, e não trazer superstição pagã para Europa (Conn, 1984:77). Zinzendorf também tentou adaptar a mensagem para as culturas: instruiu seus missionários a usarem termos do local e falou que se a maior necessidade dele era uma agulha, chamaria o Senhor de agulha! (Hesselgrave e Rommen, 1989:26), 1 William Carey é outro exemplo, que organizou uma igreja na Índia, não uma missão. Ele tinha como alvo principal o treinamento de líderes nacionais para dirigir as igrejas. Preocupava-se com justiça social, igualdade, amor. O Grupo Serampore disse: "Another part of our work is the forming of our native brethren to usefulness, fostering every kind of genius, and cherishing every gift and grace in them; in this respect we can scarcely be too lavish of our attention to their improvement. It is only by means of native preachers we can hope for the universal spread of the Gospel through this immense continent" (Wilbert R. Shenk, Internacional Bulletin Jan., 1990). As idéias de Carey repercutiram em muitos lugares. Uma revista missionária em Londres em 1817 publicou o seguinte:
The Christian church must give the impulse, and must long continue to send forth her missionaries to maintain and extend that impulse; but, both with respect to Funds and Teachers, a vast portion of the work will doubtless be found ultimately to arise from among the heathen themselves; who, by the gracious influence which accompanies the Gospel, will he brought gladly to support, as the Christian Church has ever done, those Evangelists whom God, by His Spirit, will call forth from among them (Shenk, Ibid.).

Mas após o Iluminismo, tudo se confundiu. A Era da Razão teve sua repercussão em missões:
− Confundiram amor com paternalismo. Povos são crianças, os "coitados"

(resultado do evolucionismo, iluminismo, industrialização).
−Confundiram Cristianismo com a cultura anglo-saxão ou germânica (como os

missionários católicos confundiram com cultura ibérica), levando a cultura junto ao

etc. geralmente os missionários se reuniam separadamente e tomaram as decisões principais). V.o litoral. −O "Manifest Destiny". . .Aldeias cristãs (Eliott. sem muito preparo (apesar do fato que nas igrejas e lares a Bíblia era mais ensinada do que hoje) −Construíram colônias missionárias . Alguns resultados disso eram: .Muitas vezes o missionário controlava tudo. Paton. . Não apreciaram os valores positivos nas outras culturas como ordem. No meio da sociedade daquela época.Evangelho. amor e compaixão. vários estratégias estavam sendo desenvolvidas . história. ou em centros protegidos pelos seus governos. comunidade. -Eram muitas vezes simples. citando Hutchison 1987:121). (Mesmo quando tinha líderes nacionais. melhorar a sociedade. s ab e mo s q ue nã o conseguimos" (Bosch. etc. família.Não tinham o benefício de missiologia. . Judson." e "Milenianismo" (não "pré" ou "pós".e protegidas pelos poderes governamentais. decidia tudo. pagava tudo. obediência). 1988:299).como exemplos de vida cristã . levaram o Evangelho no mundo inteiro (geograficamente). eram considerados radicais! − Abriram novas fronteiras. Nevius. − Deixaram exemplos de grandes homens e mulheres de Deus que até agora são modelos para nós (Carey.." "civilização. p. 1988:297. lealdade. -Julgaram pobreza=pecado (até hoje tem este problema nas igrejas?) −"Cultura" = má ("primitiva" . 1604-90. . Fizeram geralmente o melhor que sabiam. dirigia tudo.Ficaram nos lugares mais confortáveis .muito ligado com as idéias antropológicas da época: "primitivo" era "inferior") −Tinham motivos mistos (evangelizar. no meio desta ligação entre "Cristianismo. que teve seu ponto mais forte nos anos de 1880-1920 aconteceu em todas as nações ocidentais (Bosch. 103. mas a esperança que os propósitos de Deus logo iam ser cumpridos através do Oeste).Os convertidos tinham que aprender Inglês . comércio. com uma crítica do livro]) . plantar igrejas. construía tudo.Todos os aspectos das suas culturas eram repudiados.Seu modelo foi levado para outros lugares [ler Mendonça. Mesmo quando temos nos esforçado ao máximo de d es en t an gl e a ve r d ad e u ni ve r s al d a f o r ma oc id e nt a l . A História da Discussão No Século XIX.) −Robert Speer disse: "Não podemos ir ao mundo não cristão diferente do que somos e com nada mais do que temos.

Sec. A. auto sustentar. Shenk. Devia durar de 8 a 12 anos. administração.. . Apagou a centralidade da natureza da igreja e elevou assuntos como se a igreja paga salários. O resultado deste sistema chegou ser chamado da A "Igreja Indígena". pastor congregacionalista pregou sobre o assunto em 1826: "Leu it be a great object with us. Os seguintes problemas aconteceram: a.(Wilbert R. que a cultural Ocidental era "Cristã.." Anderson acreditou que os candidatos tinham que se separar das suas culturas com a menor idade possível.). Depois de conseguir isto. não funcionou por ser cedo demais (Stephen Neill). Henry Venn (1796-1873) .sugeriu que este princípio fora baseado numa observação cuidadosa da natureza humana e a dinâmica cultural.elevado e separado. e morar na missão. c. Ibid. Ex. como os demais. a prioridade no trabalho missionário tem que estar no treinamento da liderança indígena (Shenk.clero profissional. do American Board of Cortímissioners for Foreign Missions (Congregacional/USA) de 1826-1866. pago . e auto governar (estas idéias já foram propostas pelo próprio missionário William Carey!). e Rufus Anderson (1796-1880) . idioma e cosmovisão do seu povo..se tomou o "mais reconhecido conceito de emergir do movimento missionário moderno do Século X^X. (Anderson acreditou. 2. Legaram que a Igreja deve: auto propagar. d. Tão somente alguém indígena à cultura realmente pode entender os costumes. Luzbetak disse. Para esta finalidade eles queriam treinar líderes nacionais (não usar escolas como meio de evangelismo). 1 . Levou ao profissionalismo . Ex. O futuro da evangelização e desenvolvimento da igreja tem que estar nas mãos daqueles nativos a uma cultural particular. Isto causou Institucionalismo .cultivou costumes do Ocidente como competição. and selfpropagating" Shenk explicou a mensagem dele dizendo.. b. . Foram os primeiros a consolidar as teorias quanto a situação geral de "imperialismo" ocidental ligado com Cristianismo.Séc. to render our missions self-supporting. Os líderes nacionais tinham que aprender as estruturas dos missionários. Isto por sua vez criou secularismo . Então.") Quando uma missão tentou pôr as suas idéias em prática em Serra Leoa. ordem burocrática. International Bulletin Jan. etc. A "Igreja Indígena" . da CMS (Inglaterra) de 1841-1872.para melhorar a situação. 1990).uma preocupação com detalhes de organização. e outros modelos ocidentais. Mas houve problemas: Para preparar os "ministros nativos. Focalizou na estrutura da igreja. James. os missionários deveriam ir para outros lugares e começar de novo.

Contextualization should be concerned more about creating a genuinely prayerful "God-iswith-us" and "He-is-risen" atmosphere than about rules governing art.os missionários também! b. Resumindo. singing. Cada crente é um mestre e um aprendiz . Métodos e estruturas eclesiásticas devem ser desenvolvidos apenas a medida que as pessoas do lugar podem tomar responsabilidade do mesmo. Dr. é "Povo de Deus"--todos (pp. China que conhecia as idéias de Venn e Anderson. There is something not quite right when the preacher. John Nevius (1829-1893) . Eles tinham que se .uma cultura só (do missionário) para sempre e para todos! 3. etc. Cada crente é um missionário. evangelismo e avivamento) e independência econômica. Nevius construiu seu plano baseado em dois princípios . clioir. Visitou Coréia em 1890 e deixou suas idéias que se tornaram base para um crescimento fenomenal: a. mas com itinerância ajudar outros serem pastores. or others are more concerned about performing well than they are about worshipping well (p. 290-299 de Eternal Word) c.estudo sistemático e profundo da Bíblia (que levaria ao louvor. rather than worship. d.uns bons passos a mais! Um missionário Presbiteriano de Chefoo. criando dependência. O missionário nunca deve ser um pastor. mas as levou adiante. e. e. Assim assumiu uma idéia estática de cultura . organ playing. Construiu umas novas idéias (que chamava do "Novo Plano") que dispensava esta primeira etapa dos missionários construírem e formar a igreja para depois colocar liderança local. (sem aldeias) e testemunhar. Cada crente funciona de acordo com os seus dons. 383). Cada crente deve permanecer onde está .Contextualization should be more concerned about worshipping. Publicou o livro Planting and Development of Missionary Churches in 1885.no seu trabalho. Tornou-se cada vez mais descontente com as estratégias da sua igreja (que ele nomeou o "Velho Plano") de contratar e pagar evangelistas e obreiros.T. or arrangement of candles and flowers. "Laos" no N. however important such rules may be for himilies.

ainda pedindo dinheiro e recursos humanos para os mesmos projetos de 50 anos. e a igreja cresceu. ibid. Nós queremos imitar. 4. quem a igreja podia sustentar.) h. etc.. a missão. ISBEL. homens e mulheres de oração! Não oraram para ver crescimento da igreja. Roland Allen (1868-1947 11895-1903 na China]) Qualquer interesse nos "três autos" de 1850 foi esquecido no início do Século XX.. Financiamento pelos missionários causa muitos problemas: a. As igrejas tinham que ter arquitetura coreana . Não há nenhuma descoberta nova de aspectos novos do Evangelho. . Intrometimento estrangeiro: domínio de fora b. Tinham que fazer muitos estudos. $. nós começamos missões" (Bosch. nenhum desenvolvimento de novas formas da vida cristã" (Shenk. reconhecendo isso.. (exemplos aqui Cianorte. g.) mas fazia verdadeiros discípulos. Ele foi o primeiro a falar contra a dependência das igrejas fundadas por missionários. Não há revelação nova. Representação errada da razão da existência da missão d. 6 missionários da LMS levaram 868 carregadores para entra na África Central no início do trabalho! [Missiology Oct.governar. mas os motivos são diferentes (p/ não falar egoístas e manipuladoras) e não funciona. etc. Paulo não construiu edifícios (hoje constroem em primeiro lugar.'861) Allen sentiu a necessidade de ensinar as pessoas a depender de Deus.feito pelos coreanos dos seus próprios recursos. Os missionários iam com toda a sua mudança. Cada igreja era independente da missão. 2) As próprias missões eram dependentes . etc. Pauperização dos nacionais. Envolvimento em coisas materiais c.). Allen notou três sintomas de problemas: 1) Nenhuma igreja estava independente ainda. enfatizou o Espírito Santo em vez de dependência em dinheiro. A própria igreja deve chamar aqueles dos seus qualificados para a liderança. Ele diz. (Ex. desde que não tem as mesmas condições. 1988:379).. 3) Os resultados em um lugar parece como em qualquer outro lugar. mas oraram pela seu relacionamento com Deus. não dos missionários. cursos intensivos (TODOS) E Coréia hoje? ' Por isso está crescendo! Discípulos de Jesus foram formados. (O missionário deve viver no nível mais perto possível do povo). depois vidas. recursos. mas todos se aparecem. Ele disse: "Nossas missões estão trabalhando em países diversos e no meio de povos diferentes. nem em termos financeiros. f. Roland Allen. nem espirituais. "Paulo começava igrejas.

Seguimos nossos modelos . A invocação para "indigenização" . Resumo do desenvolvimento das igrejas conciliares/evangélicas: . sem levar a Bíblia a sério. etc. portanto o perigo da autonomia da Igreja não era em heresias ou o caráter dos cristãos. os seus discípulos vão querer ter o mesmo poder.) g. A maioria não acreditava nas idéias de Allen! (Hoje. Isabel Kuhn. 1. e. e não depender do exterior. A nova igreja deve logo exercer seus dons espirituais para servir e crescer espiritualmente. h. Por essa razão ele encorajou os missionários dar plena autoridade eclesiástica. (Se o pastor/missionário/professor domina a igreja/campo/sala de aula. mas no paternalismo dos missionários. Mary Slessor." Mudou para "indigenização" em Willingen. Sophie Mueller. Novos convertidos têm que ser tão bem ensinados que eles possam com facilidade pôr as lições em prática. 1952. Alemanha. Para Allen a Igreja é cheia do Espírito Santo e reforçada pelos sacramentos. muito mais daquilo que ouvimos!) Allen estava preocupado com os ensinamentos da Palavra de Deus quanto métodos missionários (não com tradições) (É o mesmo problema de hoje -ficamos impressionados e influenciados facilmente pelas novidades e no mesmo tempo presos às tradições. 1979:18). etc.umas pessoas do movimento conciliar não aceitaram mais as idéias de "igrejas indígenas.) Allen negou a relevância de argumentos baseados em sociologia e antropologia (como os de Warneck que dizia que os "nativos" eram inferiores.aquilo que vemos. Amy Carmichael. Os Cristãos tem que aprender disciplina e responsabilidade mútua. B. H. inclusive o direito de administrar os sacramentos e a Palavra e de ordenar novos ministros (Beyerhaus em Kraft e Wisley.).e. Levanta a pergunta: "de quem é a construção'?" (exemplos no Rio. Outros: No mesmo tempo houve muitos missionários fazendo trabalhos marcantes como Frazer.A base econômica da igreja tem que encaixar na realidade local. Dependência e controle c. sim!) 5. Taylor. d.Organização eclesiástica tem que ser lógica e sustentável dentro da própria cultura. etc.Restrição do trabalho em apenas um lugar f.

e nt ã o. [Philadelphia: Westminster. sem raízes objetivas. Por isso em Willingen houve muito pessimismo. C.."---> praxis (Coe). contemporânea de Deus. sem pensar em criar mais igrejas. Elwood.raízes −Capacidade de fazer elementos da cultura local cativo a Cristo −Ministério treinado para o local (e do local) −Rejeição de colonialismo (já estava passando mesmo) Com isto começaram o FET (Fundo de Educação Teológico) em 1958-59 em Gana com o intuito de ajudar instituições de educação teológica no mundo inteiro. Também começaram a unir com a CMI. escolas. cap. . P a r a e l e s o c o n t e x t o contemporâneo determina o significado do texto. Mas para eles a "Palavra" não é a Bíblia. Shokie Coe (Taiwan) e Aharon Sapsezian (Brasileiro de Minas Gerais) eram os diretores." Para eles era algo "autêntico. se tornaram "igreja-centrado" . D ef in ir a m. etc.Eles tinham perdido a China .) Em 1972 o FET usou pela primeira vez a palavra "contextualização. Douglas J. ed. A ênfase foi para a ajuda dada às igrejas existentes. " in di g en e id a de " ou "indigenização" como: −Relacionamento com a terra . é a interação contínua. mas preocupado consigo mesmo. sempre perfeito. Contextualização. No meio disto também reconheceram que tinham que preparar as ig r e j a s pa r a f az e r a o br a s oz in h as .perdido muitos recursos. Tinham medo de perder de novo. surgindo entre o encontro da Palavra de Deus e seu mundo. Sentiram que tinham que reformar o mandato missionário da igreja. (Veja Asian Christian Theology. A Bíblia demonstra sua autoridade em submeter-se a um questionamento recíproco entre si e o contexto contemporâneo.não centrado no mundo.. O termo "Contextualização" (para mais detalhes verifica Rommen e Hesselgrave. As idéias sobre inspiração e interpretação bíblica nesta época foram informadas em grande parte pela c o n f e r ê n c i a d e F é e O r d e m e m L o u v a m ( B é l g i c a ) . Por isso rejeitaram nesta reunião a importância da evangelização. hospitais. 2.

imóveis. mas da maneira do missionário. 2 April 1985:185-202. privilégio vs opressão. junto com Mendonça e Valdir Steurnagel). −Indigenização .aprecia a flexibilidade das culturas.. −Contextualização . faz a Palavra de “Deus audível e inspira a fé” (Hesselgrave. E era só nas igrejas. Para FET contextualização vai além da indigenização em que o contexto se toma a fonte de verdade teológica.focaliza não nas unidades menores. Quando foram formulados eles estavam pensando em tribos e clãs isolados. −Contextualização .e. −Contextualização . i.) Então os movimentos conciliares não usam mais a palavra contextualização. não nas outras instituições da missão (hospitais. "a selvagem nobre. −Indigenização . significando ajudar os não cristãos serem melhor nos seus próprios . (Veja (i transparência (de Luzbetak comparando os dois. mas nos sistemas econômicos e culturais globais. como a idéia da "unidade homogênea. Também Missiology. móveis. XI.) A influência do Evangelho Social (o Modernismo. arquitetura." −Contextualização . que veio da Alemanha) já estava fortemente instalada no IMC desde o início (Cp Bosch.enfatizou problemas mais superficiais.otimismo. etc. escolas. −Indigenização . Como é que a comunicação reflete e muda a cosmovisão de um povo? −Indigenização . mas quais são os efeitos de comunicação. símbolos.como comunicar. Pecado e sincretismo existem em nossas culturas também.estuda a natureza.vê a mão de Deus e de Satanás em todas as culturas. 1994:115). pp.focalizou nos traços externos da cultura. 319-327 para um resumo deste desenvolvimento.1976:48-55. 1 January 1982:95-111 e XIII.sistemas sócio-culturais são fechados. da comunicação. não só como fazer. estruturas organizacionais.queria dar autoridade para os nacionais.inclui problemas sociais. A Bíblia apenas faz parte da dialética no processo. −Indigenização . Tem uma idéia romântica das culturas . música.inclui outras estruturas também. tradicionais. −Contextualização . Outras diferenças são (refere à páginas 17-20 de Nicholls): −Indigenização . Queria ser nacional nas bases.acontece no campo missionário. etc. que é a maneira de Deus falar conosco.cultura definida em termos estáticos. As culturas são dinâmicas. A igreja necessita prestar atenção para os "sinais" dos tempos.) −Contextualização . "Diálogo" é usado pela maioria. sem mudança.”. Era no nível de "como fazer" . economia.

Em 1974 em Lausanne I Byang Kato (líder evangélico africano) usou a palavra pela 1ª vez entre evangélicos.culturas. Chegaram a conclusão: na igreja ocidental também existe sincretismo! 2. enfatizando a transmissão do Evangelho em termos relevantes à cultura receptora. . falta de reconhecimento que a própria teologia do missionário estava contextualizada (não é verdade absoluta) com influências históricas e culturais. no mesmo tempo cuidando a não fazer sincretismo.) Nesta altura o conceito era limitado à língua. criando os dois ternos: "Equivalência Dinâmica": -Traduz o sentido "Correspondência Formal": -Traduz a forma. tradução da Bíblia para às tribos indígenas. na Coréia não usa o pronome pessoal porque Budismo não aceita o conceito de pessoas como indivíduos. religiões.. "Diálogo" significa que Deus está na frente preparando o caminho em outras religiões. A "Nova Hermenêutica" também teve sua influência: qual a influência da cultura n a co mpr een são da B íblia? N os es cr itores bíblicos? Os evangélicos começaram perceber os problemas de desconfiança.contextos . pluralismo ou extremo holismo são a base para "diálogo" (Bosch.) Desafios novos à influência ocidental nos campos missionários. Permanecer com os pressupostos fundamentais de Cristianismo histórico. 1988:486). Superfície—língua Nível mais profundo-Coração Ex. separação entre teologia e missões. Então Nida distinguiu entre forma e significado. sem preocupar com o sentido (Veja a transparência sobre tradução da Bíblia baseado em Nida. D. Ele construiu 10 fundamentos para fazer contextualização na África. Kato estava preocupado com a probabilidade que contextualização levaria a distorção do evangelho e da teologia. Os Evangélicos tinham como pano de fundo a influência de Eugene Nida e Wycliffe. O uso de "contextualização" pelos Evangélicos 1. e estruturas políticas. levou a maior reflexão na área de contextualização (a Teologia de Libertação). Tudo é um. Nida ensinava que a língua expressa o coração. Ambos. (Mais tarde Charles Kraft leva as implicações para toda e esfera de vida transcultural. a.

Ele acusou Mbiti de não pesquisar as culturas africanas suficientemente e de estar fazendo declarações não verdadeiras (veja pp. e. Disse Padilla que se precisa de líderes profundamente arraigados na Palavra de Deus e na sua cultura (justamente o objetivo principal de um curso de missões!). Não deve ser "unity at any cosi". g. mas não à custa da evangelização. cordeiro. Depois levanta perguntas para apresentar ao texto bíblico. para que eles possam fazer uma exegese correta da Palavra de Deus. Saber que África precisa dos seus Policárpios. Não permite que a cultura tenha precedência sobre Cristianismo.b. Formar organizações baseadas naquilo em que concordam. como foi para os evangelistas do Novo Testamento. Se envolver em ação social. f. não repetindo os erros dos líderes da igreja africana do 3º Século quando se envolveram demais em discussões doutrinárias. sorri ignorar o valor do trabalho de teólogos do Ocidente. Expressar Cristianismo no contexto africano. 109-110 de Hesselgrave e Rommen).) 3. (citado em Hesselgrave e Rommen. É ativista. mas formas literárias superficiais não teriam problema. Conversões verdadeiras resultam em Cristãos que revolucionizam as suas sociedades. Estudar as religiões não cristãs. Definir termos teológicos para evitar sincretismo. b. Fazer evangelismo agressivo. a. René Padilla Em Lausanne I reclamou que América Latina está sem teologia por causa da dependência na América do Norte. Contextualização começa com uma exegese profunda do contexto contemporâneo. O profundo conhecimento do texto . sem reflexão. Ensinar as Escrituras e as línguas originais para os homens. c. d. lembrando que é secundária. O grupo em Lausanne que tratou do assunto de contextualização chegou à conclusão que formas com significados profundos não podiam ser mudadas (ex. Com cuidado combater os sistemas não bíblicos que estão entrando nas igrejas. 1989:110-11) Kato criticou John S. cruz). (Veja a transparência sobre tradução. e Martinho Luteros que estão prontos a defender a fé seja que for o preço. sangue. Recebeu de 2' mão. Padilla enfatiza a necessidade de arraigara hermenêutica no método histórico-gramatical para saber a intenção e significado do escritor original. deixando que o Julgue. c. por isso não há comprometimento com teologia. Mbiti (que defende uma contextualização baseada na cultura) teologicamente e antropologicamente. Athanasius.

O conhecimento de Deus depende da fé. 1989). temos que fazer o mesmo exame como qualquer outro documento. como a posição dos da TL. só para um elite com capacidade de oratório. 1979:307). e não uma responsabilidade de cada membro de cada comunidade cristã. colocando como base principal dela as Escrituras. 92-93). Interpreta Isaías 53 como para os cativos de Babilônia. Apesar de afirmar uma declaração evangélica sobre a inspiração bíblica. Estes modelos (de Kraft. morremos para nossa própria cultura e então somos capazes de reconhecer com maior objetividade as maneiras em que somos condicionados por ela e também podemos apreciar os valores em outras culturas diferentes (em Kraft. Aceita que Deus tem "preferência" para os pobres. Nisto Costas demonstra que ainda é filho da Era da Razão. Fraser e Hessel grave) poderiam oferecer alguma ajuda culturalantropológica. deve primeiro experimentar a realidade da morte de Cristo em relação a cultura . da comunhão com Ele e do Espírito Santo que revela Jesus Cristo. Eles não confrontam suficientemente pecados de opressão social. . Morrendo com Cristo. Orlando Costas (Liberating News: A Theology of Contextual Evangelization. proclamar e ensinar as Escrituras. Com que instrumento vamos criticar a Bíblia? Como vamos decidir o que é condicionado culturalmente e que não é? Que parte vou aceitar como autoridade. sua tradição eclesiástica o sua cultura. e depois a tradição e a experiência.bíblico ajuda responder corretamente e por sua vez fazer perguntas ao contexto contemporâneo. mas às vezes se torna uma posição esotérica. a “expiação” feita para os pecados de Israel (pp. mas são social e teologicamente deficientes. e que parte somente para aquela época? A contextualização de Costas é o tipo liberacional e cultural. Sofreu como membro de um grupo minoritário (Costa Rica) nos Estados Unidos quando criança e adolescente. Afirma a necessidade de teologia. especialmente num contexto em que as necessidades são agudas e a igreja parece estar cega quanto isso. Está preocupado com justiça social como manifestação de uma fé verdadeira cristã. Temos que analisar criticamente o condicionamento históricos em que a Bíblia surgiu para interpretar e comunicar adequadamente sua mensagem" (p. Se a Igreja vai revelar Cristo dentro de cultura. "Isto significa que para entender. mas deve procurar adquirir a perspectiva dos escritores bíblicos (do homem em comunhão com Deus) o mais possível. Dayton. . É por isso que Costas critica severamente vários missiólogos evangélicos. 3. aumenta bastante a dimensão humana e cultural do condicionamento das Escrituras. Sem dúvida é importante. Ele fala em uma nota de roda pé. 17). Pois o reino de Deus é uma realidade . O interprete enfrenta os pressupostos da sua própria atitude sobre Deus.

e. Schlette speaks of their regard for other religions as 'extremely negativo' (Towards a Theology of Religions [New York: Herder and Herder. Isa 44:9-20). sob a liderança de principalidades e poderes demoníacos presentes em quase todas as situações humanas (p.. Dagom. Is 40:18-20. No A. (p. "Deus recusa de sujeitar o mistério da cruz . é uma contextualização superficial e profeticamente acrílica. Olorum. usando os nomes dos seus deuses na tradução de Deus (temos que ver o conteúdo do conceito destes deuses V. .. 2 cor. 2:26-28. cita uma oração das missas de quilombos no Brasil: -.. Obatala." Há restos da revelação e conhecimento de Deus em todas as tribos. Oio... 25). 5. De fato.compreensiva e tratisformadora. não é nada menos que o poder da nova criação (veja 1 Cor. Talvez ele exagera um pouco em dizer em O Fator Melquisedeque que todas a tribos tem uma crença num deus criador. que sempre é uma "vergonha" e impossível a explicar racionalmente. Costas exibe romanticismo e relativismo quanto a relação com a cultura em contextualização.. 168-69). Emil Brunner dismisses as wholly untenable the popular opinion that the biblical record of repeated acts of divine disclosure has its parallels in other religions. 25] and quotes in support such texts as 1 Kings 11:1-13. the gulf between the God of Israel and the gods of the nations is immense. They merely denigrated with vehemence any thought of divinity attributed to lhe fetiches representing these alleged nonentities (i. Indeed. Wilhelm Schmidt produced six volumes (1926-35). O sincretismo católico-africano no Brasil é considerado uma positiva expressão de contextualização. contains no serious reflection on what might be called "authentic paganism. 1966].apresentou a idéia da "analgia da redenção.. reflete um escapismo em vista cia realidade do nosso planeta má. ' Its writers felt no constraint to mount any polemic against the essence of polytheism or belief in other gods..de verdade sua estratégia para a salvação da humanidade ..T. Moloque. 105). "Este Deus de muitos Nomes. 4:20. Arthur Glasser não concorda com Richardson: It has frequently been noted that it never seemed to occur to the writers of the Old Testament to make any positive estimates of the polytheistic religions of their neighbors. 10:1-16..).. Deus não permitiu que fosse chamado de Baal.T.. Assim Costas mantém algumas das suas raízes evangélicas...ao julgamento de sabedoria humana" (p.Yahweh. . 44:9-20. 5:17).. Em contraste o autor enfatiza em capítulo 6 que a mensagem da cruz não pode ser compreendida em outras culturas. Der Ursprung der . e que podemos utilizar estas crenças..the O. 26). etc. Por exemplo. conhecido aos Africanos e Judeus e feito conhecido aos Cristãos por Jesus.. Heinz R. .. Don Richardson . 46:1-7. Jer. Uma evangelização que está interessada em apenas descobrir as necessidades sentidas pelo povo para fazer o evangelho relevante (Kraft) . O Deus de todos os nomes. (p. much less any repudiation of the pagan myths that clustered around these gods.

’ can be found in the legends of many primitive peoples. On closer examination. Charles Kraft . so dependent on the world [rather than its Source]. All could now contend that the existence of poytheistic and animistic religions throughout the world was lhe result of widespread devolution from the biblical monotheism extant at the very beginning of the human race. (Veja a transparência do modelo de Lourenço Rega. 6... Dean Gilliland. Conservative Bible students were likewise excited. A Bíblia é um ponto importante na revelação de Deus (manifesto no fato que ainda . sem a Bíblia transformara cultura. 30. or the belief in ‘High Gods.3-4 e 24-25."Etnoteologia" Kraft não usa a palavra "contextualização" no seu livro. (Considera Lv 18. correndo sério risco de sincretismo ("Epistemologia e Contextualização: Implicações para o Currículo" [apostila não publicada]).. What he unfortunately overlooks is that all alleged evidente for this on Prime Cause of all is so shrouded in mythology. pp 36-38). however.. ed. mas o homem não tem condições de conhecê-la a não ser em termos específicos culturais. At first scholars were impressed with the vast amount of data.. A cultura interpreta a Bíblia. Conhecimento de Deus é "culture-bound". to establish the thesis that monotheism. O que ele aceita deles é que a Bíblia pode falar diretamente para qualquer um se esteja despida das suas formas históricas.' although characterized by a sort of solitariness. record in Genesis. ..) Assim Kraft dá demasiada ênfase à cultura. Realidade depende da cosmovisão da pessoa e uma realidade absoluta não pode ser aproximada. Para Kraft a Bíblia é um "livro de casos" inspirado que mostra o processo de Deus na comunicação. 1989:59-60). Qualquer cultura é aceitável a Deus como meio de comunicação. and so manipulatable by external forces that no common ground exists with the biblical God who is supreme over all (Art Glasser The Word Among us. O sentido é totalmente separado da forma (Hesselgrave e Rommen. were far removed from approximating biblical monotheism in any recognizable form.Goddesidee. it became apparent that Schmidt's 'High Gods. talvez porque não concorda com a maior parte das definições dos primeiros a usarem a palavra. porém é apenas possível "olhadinhos" para uma Teologia no livro de casos. Etnoteologia aceita que há uma teologia absoluta (supracultural).. O processo começa com este livro. sempre modificando conforme as culturas.) Ele tem uma visão romântica e relativista das culturas (cultura=boa). não vice versa. Don Prive reclama que sua etnoteologia está sem critérios e limites externos. It is rather unfortunate that this particular application of Schmidt's thesis hás been recently revived and promoted by Don Richardson.

Por causa da comum humanidade.. 341] As a result. God was concerned with other peoples and acted on their behalf. A revelação de Deus continua hoje através das culturas e é suficiente para salvação sem a Bíblia (pergunta: porque Cornélio tinha que ouvir a mensagem de Pedro.) Kraft extrapola do modelo de tradução da Bíblia em que "as expressões culturais. On the divine level. A Bíblia é uma régua pelo qual medimos o sentido cultural no contexto.. a Bíblia como livro de casos é capaz de trazer compreensão suficiente para salvação e santificação.and they were always positive. o do Espírito Santo (as "pontes hermenêuticas"). da imutabilidade de Deus. p. devem ser locais e não as da cultura bíblica ou da igreja enviados ou da Igreja universal" (Luzbetak.) ou como os Cristãos após Cristo (Larkin. But here the similarit y ends.. então?). 43-44.. 7}] e art Glasser "Old Testament Contexualization: Revelation and Its Environment. this. The Old Testarnent contains the record of his 'mighty acts' over more than a thousand years of history coupled with specific revelations of their meaning. context in which God discolsed himself to them.T.. our interpretation of biblical texts is built upon the certainty that the events recoreded in the Old Teatment acutally happened and bear particular relationwhip to Israel alone. 1988:80). Amos 9:7).." in The Word Among Us: Contextualizaing Theology for . Não precisa introduzir Cristo para ser salvo. redemptive.not primarily for their sake but in order to magnify his own name among the nations. because God's might acts consistently reflected his character . 4:33. God's exercise of power was radical. All this took place in the same ancient world in which the gods of the peoples round about were likewise allegedly at work on behalf of their devotees.his holiness and is grace .g. Martin Noth contends that the things that happened in Israel "simply never happened elsewhere" (The History of Israel. nor to any 'natural' power that may have been latent within his own people. se é equivalente aos casos bíblicos aceitos ou tolerados por Deus. é aceitável hoje. 1968.. trans. He never followed the pagan gods in accomodating hinself to the politically powerful among their devotees. Stanley Godman [New York: Hareper and Row. (Refere a experiência na Colômbia.existe). mas incompreensível hoje por causa da distância cultural entre o escritor e leitor. but not in the same revelatory sense (e. [Dt. 1958]: 33338].. Esta salvação para Kraft envolve submissão a Deus. and powerful. His contention is that "the central elements of Biblical faith are so unique and sui generis that they cannot have developed by any natural evolutionary process from the pagan world im which they appeared [The Old Testament Against Its Environment {London: SCM Press. ou como Abraão (para povos mais ligados a cultura do A. 1988:141. 146-47). for it was always conditioned on the premise that he had separated his people from the nations round about and was detemimed to work on their behalf . como as palavras em uma tradução.

p. as suas contribuições têm sido prejudicadas pela sua posição radical quanto a "equivalência dinâmica" em relação toda a ação missiológica. . Dean S. 12. escravidão. Kraft diz que formas não têm valor nenhum... . Há uma separação essencial entre o A. Gilliland. Apesar do fato que Kraft ajudou ajuntar teologia.) "É interessante observar que os escritores do Novo Testamento não modificam a mensagem do Velho para agradar os Gregos e Romanos" (Taylor e Nuflez. nega a capacidade das pessoas de outras culturas a entenderem algo que não é comum para eles. Para Kraft não há confronto entre teologia e cultura. Porém Paulo usou termos helenistas. Kraft limita a Bíblia àquelas partes aceitáveis à cultura. e Conn [Eternal Word] pp. Jesus continuamente confrontava o pecado e a hipocrisia na cultura judaica.. . e Robert Ramseyer [apostila]. which is inevitable because of the close relation of Semitic languages. But their best efforts at contextualization were utterly destructive.T. (Ler Mirialil Adeney [apostila]. inclusive guerra. etc. The false prophets saw only the immediate present and shouted down all efforts to confront the issue of truth. e N. distortions of truth and deviations from its central concerns will inevitably follow. Mas a Bíblia deixa claro que vida e sentido são inseparáveis. concepts and practices in the neighboring countries that allegedly shaped both Israel's religion and her societal structure. what many herald as insightful contextualizing of theology and praxis will be finally revealed as wide of the mark.. ed. Nichols. The fact remains that the writers of Scripture never introduced the least trace of polytheism into the religious literature they regarded as 'the Word of God.Mission Today. Isto indica um ponto paternalista e uma visão estática de cultura. Kraft não reconhece que em toda a Bíblia há confronto. não apenas na comunicação. Unlles disciplined effort is made to submit to the whole Word of God contained in the whole of Scripture. . He spoke of the faithfulness of God and pointed with conviction to the certainty of God's ultimate triumph in history. antropologia e missões. Sometimes the parallels are linguistic. This has driven scholars to search for those factors. It is not surprising that they have discovered many similarities. 35).. 168ff. 1989:322)..Dallas: Word Pub. mas para confrontar seus conceitos.T.. Glasser combate esta idéia: .. . Prophets like Jeremiah contended with attempts by Israel at contextualization. All which makes painfully clear the reason why evangelical Christians cannot endorse much that passes today for contextualization. But common language does not automatically mean that extrabiblical material has either significantly informed or shaped the biblical text. Without this. religious syncretism was widespread. 19891 p. É evidente também que Kraft aceita a posição de que a Bíblia foi influenciada grandemente pelas culturas na época bíblica e que hoje não seria diferente.

Phil Parshall. A primeira começa com cultura.18-20. Contextualização Dogmática é profética. Nicholls foi uma das primeiras pessoas a reagir contra a "Etnoteologia" de Kraft. . "Distancing" não traz a solução. sempre reformando. heightened ethical imperatives and enlargement of theological understanding. mas a medida que buscamos o verdadeiro sentido da Palavra. 46 e 49). Mas David Hesselgrave (1994:5355) facilmente derruba este argumento citando Salmo 19. All his prophets from Moses onward were intensely 1oya1 to the witness of their prececessors. Nenhuma teologia é perfeita devido nossos pressupostos culturais. A influência de Kraft é extensa: Robinson Calvacante. (Grifos da Profª). but no radical discontinuity. etc. A segunda abordagem começa com a Bíblia como um ponto fixo e autoritativo.Bruce Nicholls .In a very real sense. formas erradas aceitas. começa com dois relativos e espera descobrir apenas formulas tentativas teológicas na progressão de chegar a uma síntese de entendimento" (em Stott.17-18). God's truth remained free from contradiction because there is only one God (Glasser. nas coisas. o até nas palavras (Mt 5. and the new truths they revealed brought changes in worship forms. A base do problema de Kraft é que não acredita que existe a verdade nos símbolos. Transcende as fronteiras da cultura. Nicholls descreve Contextualização como "existencial" ou "dogmática". este corre o perigo de sincretismo e universalismo ( tudo é a verdade). apesar de que quer comunicar bem dentro da cultura. 1980:50). Sem um parâmetro teológico normativo. (Pr. there was only one covenant he made with them. a Bíblia e a teologia são reflexões humanas sobre as ações de Deus no mundo (Bosch cai nisso?). Isto é. os outros envolvidos na discussão. uma tentativa de "desenvolver uma interação entre as perguntas subjetivas humanas na história e um entendimento existencial da Palavra de Deus. O significado existe só nas pessoas.Contextualização 'Dogmática"" Um missionário na Índia e membro da Comissão de Teologia da WEF.) 7. chamando das trevas para fé e obediência. Salomão refuta a aplicação das idéias dele na evangelização dos muçulmanos por várias razões: poder demoníaco negado. mas sim. se colocar debaixo da autoridade das Escrituras e ter a ajuda do Espírito Santo para entender. a influência dos pressupostos vai diminuindo. Há significado no mundo. muçulmano não respeita este tipo de identificação. Acreditam que Deus não se revelou em termos concretos para o homem. 1989:44. etc.1-4 e Romanos 1. em Gilliland. and it provided him with the vehicle for dispensing his grace and fulfilling his promises.

por isso o missionário tem que preencher com outras coisas que são aceitas biblicamente mas que cumprem a função perdida (1987: cap."Possessio" (reafirmando o termo de J.(1987:226).. não conversões individuais.) 8. ele enfatiza a necessidade de movimentos de povos. Deus escolheu uma forma cultural hebraica e a transformou no passar dos séculos para seus propósitos. Um Cristão se torna bi-cultural.Quanto forma e sentido. Tippitt . até um dia fazer uma revolução. E uma questão de Cristo ou Satanás" (1987:75). Herman Bavinck) . com o resultado que há um caráter supracultural na sua revelação de si mesmo" (em Stott. O capítulo sobre "Evangelização dos Animistas" (1987) é excelente. a tendência de um povo esconder crenças sincretistas por anos debaixo do domínio estrangeiro. 15). mas não vejo outra maneira de explicar os fatos. traz princípios permanentes. Temos que "concordar que a Bíblia fornece o critério para missão. Mesmo assim a tendência de Tippett é do lado de antropologia. A Bíblia (inteira) é o ponto de referência pelo que missões são julgadas. há pouca esperança que haverá concordância sobre a natureza da salvação" (1987:148).Peter Beyerhaus . Há perigo de deixar espaços vazios na cultura (ritos de iniciação.). Decisão. Ele interpreta o crescimento da igreja nos primeiros séculos tinha que ter acontecido em grupos sociais."Bi-culturalismo" Para Mayers a Bíblia é absoluta. Tippett foi o primeiro missiólogo moderno a frisar o fato de que o missionário vai encontrar o poder satânico. etc. O "substituto funcional” é outra idéia originária com Tippett. "Os poucos casos de apostasia (em Fiji) eram lugares onde os lugares ou apetrechos sagrados não foram destruídos quando os velhos deuses foram rejeitados" (1987:260).. (Veja transparência do resumo de Nicholls. "Não há diálogo aqui. arrependimento. e libertação são necessários.Marvin Mayers . . Outra ênfase de Tippett é a "Revitalização" ou "Movimentos Nativistas". ou sincretismo é resultado.Alan R. 1980:53). "Em sua soberania. estou especulando. 10. a colocando na categoria de continuidade e não mudança. recusa. professor em Fuller SWM e antropólogo. Tem que ter equilíbrio entre teologia e antropologia em missões. Ele admite —. Por isso tem que fazer crescimento qualitativo Junto com o quantitativo. 9. .. A cultura é relativa. e a "Unidade Homogênea"."Encontro de Poder" Missionário em Fiji. Como um dos fundadores do movimento "Crescimento da Igreja". voltando em parte ou totalmente às velhas crenças.

(Notas mais completas estão no esboço da matéria Contextualização e Missões 12.imutáveis −Sistemas de valores .imutáveis mas expressos de maneiras diferentes. Compromisso do Evangelho é impossível onde há um conflito verdadeiro entre estrutura cultural e o anti-estrutura do Evangelho" (1988:281). and many find themselves feeling either stingy or abused in their exchange relationships with national Christians. É o centro do Evangelho que tem que ser levado a outras culturas (Deus. In situations where national churches have come of age and missionaries have becorne partners or em — Biola. access to mission property.O missionário seleciona traços culturais aceitáveis no Reino de Deus. −Costumes eclesiásticos ."Cristianismo de uso de costume" .Donald McGavran . In many places missionaries and nationals have disagreed about how work should be organized. cabelos (grandemente adaptáveis). 12. 2:1-3). roupa. and whether their partners were doing their fair share. com Ef."Contextualização não significa romantizar maneiras locais. Lingenfelter rejeita as idéias de Kraft e Mayers sobre a neutralidade de cultura e o controle da cosmovisão no comportamento humano. 1988:159). os que são inaceitáveis. Disputes about the use of . Bosch acusa McGavran de ser superficial e sem conteúdo ético. como . −Usos e costumes . but rather the daily routiries of life.arquitetura."Crescimento da Igreja" Para McGavran 951/. who should be in charge."Encarnação" Missionário para os Yap e professor de Missões Jesus. Ele considera 4 componentes de expressão cristã: −Crenças sobre Deus. Missionary families are often mystified by the expectations of nationals. somente importa se tem crescida" (citado em Bosch. mission vehicles.Luiz Luzbetak . etc. Usa a palavra "Enculturação". etc. 11. Condena a aprovação de Peter Wagner em concordar que "Domingo é o dia mais segregado da semana". The issues that so often divide Christian workers are not major theological conflicts or questions of spiritual commitment. liturgia. and the use of mission funds seem to be a universal problem. ligado com "Encarnação".comida. Sherwood Lingenfelter . ."Cristianismo Ético" .'(. e reinterpreta conceitos pagãos para ter sentidos cristãos."Cristianismo Eclesiástico" . como "logos”. Falou “o aluno de crescimento da igreja não liga se a igreja tem credibilidade."Cristianismo Teológico" . mandamentos). Lingenfelter descreve "Encarnação" na experiência missionária como se tomar um bebê e aprendiz. de cultura é inocente (cp. McGavran promoveu a idéia do Princípio da Unidade Homogênea. Bíblia.

while a powerful force for spreading the gospel. Every cultural system brokers power to its members. 17)." The indigenous church without a connection to the universal church and the Word is dead. people frequently resort to violence to reestablish their "programmed" advantage.subordinate workers to national leaders. 9)." because they reflect lhe various power advantages. and seem to be an inevitable product of the institutionalization of the church. Transformation is neither bridging from one system to another. provides a necessary counter-balance. without becoming "of the world. The pilgrim principle. Para ajudar resolver alguns desses problemas. and has no vision and no outreach (p. Por isso o povo procurou matá-lo. Culture. Estava preocupada com a translação da cultura do missionário às outras culturas e também com a contextualização que leva a igreja nacional ao isolamento e independência da igreja universal porque está balada em sua própria cultura mais que a Bíblia. Cita Rm 11:30-32 e Gal." and the indigenous principle. appropriate authority. 18). Estuda a estrutura básica em quatro dimensões. may become a vehicle of compromise and death. Indigenous churches are very common in the history of the church. culture is more like a “slot machine" found in Las Vagas' gambling casinos than a wrench or screw driver. although the "power" advantage may be held by either individuals or groups. conuecting local believers to the universal church with a vision for outreach to the world. access to survival resources. mas começou a destruir e transformá-la. when or if the organized agenda is violated. 3:22. Yet the contextualized indigenous church. and to sustam or gain advantage over others with whom they compete. Os valores e estruturas sociais são a "prisão" que segura as pessoas em desobediência. o autor descobriu o método de "grid e grupo" para avaliar uma sociedade. self-government. a reintegration of the lives of God's people (The church) . Analogies such as Krafts's "map" or "a tool for communication and interaction" (Lingenfelter and Mayers 1986:122) are inadequate to capture the pervasive presence of sin in the livas and thought of human beings." is implicit in all church ministries. Elo cita Andrew Walls em sua idéia de "igrejas peregrinas" que são efetivas porque os seus crentes recebem instrução fiel da Palavra e respondem com obediência como seguidores de Jesus Cristo em um mundo hostil (p. like a slot machine is programmed to be sure that those who hold power “win" and the common players "lose". It becomes so entrenched in its own private vision of righteousness that it cannot contextualize its message to needy people. The structures and organizations of cultures are not neutral. and hostile opposition that typify cultural systems (p. The contradiction between the pilgrim principle. Jesus se encarnou na cultura. and self-propagation in independent "this worldliness. Using the tool analogy. em vez de valores ou cosmovisão. 17). people define and structure their relationships with others to protect their personal or group interests. Video games provide better analogies to culture than Kraft's "map. with its emphasis on the universal church and "other-worldliness. and the exercising of authority in the church abound (p. Christians retain a commitment to "bear witness" to the world. Rather transformation means a new hermeneutic . I reject the notion that culture or worldview is neutral. with its emphasis on self-support. disagreements about leadership roles. O Evangelho desafia e é transforma cultura. nor transferring a "Chrisitian" system to another place and people.a redefinition.

. Seu método é dialético. mas ambos levam a Bíblia mais a séria do que os liberais. O missionário. Hesselgrave se coloca com os ortodoxos clássicos. com umas qualificações. Pelos óculos de grid e grupo analisa as sociedades de quatro povos. "My kingdom is not of this world. Resulta em transformação espiritual daqueles que se arrependem e crêem. 19). Do neoliberalismo e." He thus denied the existente of a Christian sociopolitical system... but called for the transformation of his disciples’ thinking and social relationships with others (p.. Verifica o gráfico da continuam destas posições na p. necessita: a. D a v i d H es s e lg ra v e . Adotar uma perspectiva pluralista do mundo com seus distintivos ambientes sociais e cosmovisões. de sorte que vivem as implicações do evangelho" (1994:119). da palavra e da vontade de Deus de modo fiel à revelação de Deus. tentando descobrir soluções bíblicas." C o mu ni c a çã o" Define quatro tipos de contextualização a. O método é didático . da neo-ortodoxia: são diferentes em muitos aspectos.). "O contexto é das culturas (largamente) pagãs e incrédulas. E sue resultado é a conjunção das palavras e da obra de Deus com as do contextualizador. Temos que descobrir as perguntas e os valores do povo receptor. Da ortodoxia clássica: é "apostólica". O missionário tem que ser dirigido por um compromisso firme com a verdade e autoridade da Palavra de Deus. Compreender a relação entre as forças do ambiente social e cosmovisão. a fim de produzir transformação espiritual e/ou social" (ibid.'ensinando-os a guardar todas as coisas. c. b. como muitas expressões da teologia de libertação. reconhecendo que sua cosmovisão e estruturas sociais não são bíblicas. das obras. 1 4 . Ele define contextualização como segue: . O livro pretende ajudar saber como analisar estes relacionamentos. entendendo como questões de economia e relacionamentos sociais são cruciais na formação de crenças.. 121. A FET parece encaixar nesta categoria. ainda sem a mesma autoridade dos ortodoxos. Jesus said. Aceitam a dialética das situações humanas onde a Palavra é discernida o entregue.within the system in which they find themselves living and working. Do liberalismo teológico: o "diálogo" levando ao sincretismo b. para trabalhar dentro dessas realidades. "Seu contexto é o das aspirações e lutas humanas.pode-se pensar na contextualização como a tentativa de comunicara mensagem da pessoa.

O próprio Senhor igualava a Palavra com o que Deus diz. Em capítulo 10 de Contextualizataion: Meaning. Budistas. confirmar a sua Palavra. Contextualização deve "agradara Deus. ele se encaixa na categoria de escritos dos iluminados. 1989:200 citado em Hesselgrave. Mas a Palavra é mais que um produto deles. à organização da igreja. experiência. Hesselgrave se preocupa que os evangélicos entendam as várias definições da palavra "contextualização". "Não é necessário concordar com cada componente de uma definição. Evangélicos têm errado em tomar a Bíblia como mito ou escritos dos iluminados. 1989:35). à instrução cristã. Taxistas. Envolve discipulado para ensinar (a ajudar o povo construir novas categorias cognitivas) os significados mais profundos das formas.” (Hesselgrave e Rommen. A contextualização é tanto verbal quanto não-verbal e está. (como "Cordeiro") (1989:168). divina e inspirada) com tipos de contextualização que seria apropriada para cada uma. é de Deus.sobretudo como está apresentado nos ensinos das Escrituras Sagradas. como escrito divino. dos iluminados.. cultura. nem pode ser traduzido. ao estilo de culto . por exemplo.ligada à teologização. dos autores humanos. à tradução. ou escritos divinos (dictation). à interpretação e à aplicação da Bíblia. quando uma visão instrumentalista e funcional de linguagem é levado ao extremo. 1994:120). [É tudo a mesma coisa. à criação e ao crescimento de igrejas. Method ano Models o autor traz uma comparação interessante entre os tipos de revelação (mito.— ( . ao estilo de vida encarnacional. Mais medroso é onde sua visão das Escrituras pode levar outros. a ênfase muda de verdades proporcionais para atitudes disposicionais. etc. 1989:141). e que é significativo aos receptores em suas culturas e contextos existenciais respectivos. etc. no nível cognitivo pelo menos. mas é essencial que concorda sobre o critério necessário para uma contextualização autenticamente bíblica. apesar de que nos dá muito a pensar.. comunicar ao mundo. e se comendas ao corpo de Cristo" (ibid. . Envolve o conhecimento da mensagem revelada por Deus e da audiência.. "O que dá medo não são tanto as conclusões (de Kraft). à evangelização. Kraft deixa o defensor de Cristianismo quase sem argumento no encontro com Hindus. Deus usou a linguagem. Contextualização tem que ser feito de acordo com o genro da revelação que a própria Bíblia apresenta. Kraft e outros é que apesar do Evangélico. Escritura inspirada inclui a participação humana.na verdade a todas aquelas atividades relacionadas com a execução da Grande Comissão" (Hesselgrave e Rommen.. pois Alá transmitiu palavra por palavra sem influência humana. O Alcorão.] Construções lingüísticas universais possibilitam a comunicação da mensagem em outras culturas.:38). Também. — “. O perigo maior de.

mas de fato vemos (1989:108s). como podia uma geração passar a outra suas lições (como a Santa Ceia para os Israelitas). Por outro lado. de aderência ao uso convencional da linguagem às convoluções do cérebro do receptor" (1989:191). a língua é a base da cultura e outras áreas são entendidas por ela. que sabe distinguir quando são iguais e quando não são. Sem símbolos. Não significa que tais compreensões são totalmente relativas e subjetivas. Gilliland. em The Word Among Us.O foco tende a mudar da fidelidade da mensagem para a autonomia da fonte o receptor. o cristão afirma os absolutos de Deus. melhora o modelo incluindo conceitos de —praxis" e "ortopraxis" (transparência)."contextualização Crítica (Criteriosa)" Hiebert. os dois foram totalmente separados ---> relativismo e situacionalismo. Apesar da Bíblia ser supracultural . É asocial. Nesta perspectiva. ed.. Isto começa comum a exegese cuidadosa. Divórcio total entre formas e sentidos leva a um dualismo entre a mente e a matéria. missionário na índia.e outras vezes com “t”. Ele indica a necessidade para "Contextualização Crítica". No modelo do relativismo crítico. Nossa segunda responsabilidade é descobrir o significado da mensagem bíblica para nós em nosso contexto cultural e histórico. —A Ligação entre as Formas e Sentidos . (Veja a transparência. forma e significado eram igual-->imposição de formas e da cultural Ocidental.. 15. antropólogo e professor de missões em Fuller SWM e Trinity. explica que na era colonial e científica. Hesselgrave faz um diagrama que ilustra sua concepção da resposta aos problemas de contextualização (transparência). Vemos como por um espelho. mecânico e ahistórico.) Para fazer isto tem que conhecer profundamente o texto e contexto original.tem que ser entendida pelas pessoa que estão vivendo dentro do seu tempo e tradição (1985:19). Todos recebemos o direito de ler e interpretar as Escrituras. 1989 desenvolve este conceito. de forma para função. as vezes com —T. Isto é hermenêutica. Um exemplo: A Teologia Transcultural Supera Diferenças Culturais .acima de todas as culturas . reconhecemos que nossa compreensão destes absolutos é parcial. de conteúdo para impacto. Na era positivista e modernista. portanto nossa primeira responsabilidade é permanecer fieis a verdade bíblica. e a cultural receptora (Hiebert. em que a mensagem da Bíblia é compreendida dentro do contexto histórico e cultural específico. Don Price.) "contextualização não-critica" não reconhece o pecado individual e cooperativo e cultural e leva ao sincretismo (1985:185). do universo que ele criou e da história. Paul Hiebert . Teologia é revelação divina entendida em contextos humanos. a meu ver. obscuramente.

” Quando "as Escrituras interpretam as Escrituras" o perigo de interpretação moldada pela cultura será afastado (Larkin. o Criador. 104-105. William Larkin descreve a posição do Conn: Enquanto Conn concorda com a tentativa de Kraft de achar um elo de ligação entre disciplinas relacionadas. Para ele cultura tem que se sujeitar a autoridade da Bíblia.16. Ele preveniu neste livro que relativismo seria a direção do futuro. (Veja transparência anexa. E o corpo de Cristo que tem que entender a Bíblia e pôr em prática no seu contexto. Eternal Word and Changing Worlds Conn traça a linha histórica da filosofia e sua influência sobre teologia e antropologia. Harvie Conn é uma das principais vozes em estabelecer uma definição equilibrada e bíblica. com uma definição nova. Evangelicals and Liberation. (Ler Conn em Armerding. Harvie Conn .) Foi um dos primeiros a identificar a influência que a missiologia que exalta cultura acima da Palavra teria. "Não teme relativismo. Integrado com o normativo e o equilibrando estão os ângulos situacionais e existenciais" (Larkin. “’ Pacto’ reafirma a prioridade absoluta e a soberania de Deus. 1988:171-2). sacerdotes. pp." Todos os crentes são profetas. Abraça relativismo no sentido criativo. Os Evangélicos adotaram o termo "contextualização" para si. Conn pede uma abordagem teológica multiperspectiva em que a teologia é cercada e bombardeada com os aspectos normativos da Bíblia. que inscripturou a palavra divina de responsabilidade do pacto que suas criaturas têm que vivência em circunstâncias históricas concretas. e não concorda com varias coisas. reis. 1988:26) O remédio que Conn oferece para o problema de cultura e Bíblia está nas Alianças. A perspectiva normativa sempre esta aí para dar equilíbrio.) "contextualização é o processo da conscientização de todo o povo de Deus sobre as obrigações hermenêuticas da Bíblia. Cada membro tem que "fazer . e a perspectiva existencial da nossa humanidade como imagens de Deus. a perspectiva situacional da cultura e época."Descontextualização" No seu livro.

Agora significa "o que significa. Sua conclusão é que "em análise final. 2 Tm. Isto envolve 2 questões: Como os mandamentos da Bíblia podem ser comunicados de uma maneira significante para alcançar as necessidades verdadeiras da pessoa e da sociedade? Como o homem de Deus. 1980:158 e67)." Cada um tem que aplicar os princípios bíblicos na cultura. p. Quando os missionários não confrontaram as tendências religiosas de Confucionismo. ‘significa’?" (1988:21). veracidade.teologia.T. Relevante and Relativism” Conn critica a idéia de um "círculo hermenêutico". E algo em que os próprios pressupostos são moldados . e não temos razão que não foi revelado ao contador. dizendo que há o perigo de confundir "aquilo que é a verdade para mim" é "a verdade" (p 194). (Ler Nicholls. Ferguson. onde há um progressão em compreensão. E monólogo . autoridade. Para Conn. o "resultado pode ser visto na triste história de divisões e facções regionais e entre clãs na igreja coreana" (em Stott. 19. Este autor afirma para toda a humanidade a inspiração. 135). No mesmo livro Bruce Waltke analisa as teorias sobre as tradições orais que supostamente influenciaram os escritos do A.quando a Bíblia julga e transforma as culturas. É Deus comunicando conosco e a reflexão do Seu povo sobre Ele. No capítulo 11. Ele explica que poucos anos atrás "hermenêuticas" significava descobrir o significado de um texto.mas não o praxis da teologia de libertação. “Norrnativity. que passou para o Escrito Santo" (p. Em capítulo 3 "How Does the Bible Look at ltself` '. como membro do corpo de Cristo. 3:16 e Rm 16:25-27 [pela Escritura]. ou de revelação.) Mais recente Conn resume mudanças na base de contextualização. Sinclair B. Prefere usar o modelo de espiral. mas com conhecimento verdadeiro. a hermenêutica.monólogo que derruba nossas barreiras confortáveis que protege o “estatus quo” da igreja de classe média! Um exemplo é na Coréia quando o Evangelho confrontou a mentalidade confúcio de não acreditar em pecado. A Bíblia e o Espírito afirmam que não estamos tratando dom ficção. "Os problemas mudam: a Palavra do nosso Deus permanece eternamente" (p. pode viver em obediência no seu contexto para manifestar o Reino de Deus na sua vida diária e com comunhão com os santos? “Descontextualização” faz parte disto . Praxis é a chave de contextualização . O livro Inerrancy and Hermeneutic examina estas mudanças e questões. no avivamento de 1907 foi justamente neste ponto de auto satisfação que foi central no arrependimento. 34). e necessidade da Bíblia. estas estórias da criação são derivados ou de livre imaginação criativa. apresenta as razões bíblicas da sua veracidade e canonicidade.

Todo plano de distinguir "o cerne do evangelho". o sentido do leitor tendo primazia. rejeição da autoridade divina em favor de autoridade humana é totalmente diferente (George C. caps. 200). O perigo é do leitor procurar aqueles textos que são culturalmente relevantes para ele. pp. Mas. 209). preterindo ins istir que Deus se conforme a imagem humana'? 1 Se é isso. temos que começar com a Palavra. Em conclusão de capítulo 11. como 'testemunhos destas coisas' não podemos fazer menos. 197). descartando palavras como "eterno'. grande ou pequeno. 11-13). "permanente". Esta história redentora cria uma fusão entre o horizonte do texto bíblico e nossa" (p. . ou o que era somente para o contexto da era bíblica. "Cultura não simplesmente dar ilustrações homiléticas para o Senhor.. 17. ou material para espiritualizar. a Escritura permanece. 197). Logan. no outro lado.Fuller e Samuel T.pelo Texto. A revelação de Deus pode utilizar nossas culturas. seja que for a direção em que pode levar. O espiral hermenêutica não deve nos deixar com tontura em uma confusão.. Condicionamento cultural. Para eles o sentido original do autor está colocado em segundo plano. Desacordo sobre o sentido de um texto é uma coisa. O último capítulo do livro nos adverte sobre as diferenças entre evangélicos em questões de hermenêutica: É a (outra) pessoa ansiosa para ouvir Deus falando e obedecer o que ouve? Se está. sua veracidade inteira e incorrupto pelas culturas em que originou ou por elas aonde vai. com a ajuda do Espírito Santo. mas sempre indo para frente (p. e assim o Texto é visto em nova luz. Se torna uma matriz controlada providencialmente de onde sua revelação vem a nós. Conn declara.. tem este perigo. Necessita de exegese. “Se 'todas as Escrituras' podiam ser utilizadas por Jesus para explicar seu ministério (Lc 24:27). porém sempre está em posição de juiz sobre elas. temos que entender a universalidade do evangelho. Emílio Núñez (Crisis in Latin America: An Evangelical Perspective. Os do "Nova Hermenêutica" são subjetivos. ou aquilo que é internamente moral.. "normativo". Contextualização pode ser usado como um pretexto de misenterpretar a Bíblia. no seu intento original. criando um "canoa dentro de dum canoa" (p. as diferenças sobre interpretação das Escrituras estão em (perspectiva certa). contextualização é agora um assunto de estudo sério quase em todo o mundo . 249-50). Para evitar os perigos no espiral hermenêutica. Ou a pessoa está relutando contra a autoridade plena de Deus. Segundo. não devem impedir as escribas de Cristo tentar trazer coisas novas o velhas do tesouro da sua compreensão iluminada” (p.. certamente nós. o perigo espiritual é crítico e a discussão tem que se tornar um desafio.. sempre aprofundando na compreensão e obediência da Palavra.

ao extremo de só importar o social e não o homem espiritual. tirando a importância do indivíduo. etc. 18. Tudo que devemos aprender do passado é descartado. Os contextos contemporâneos são levados a séria. e o perigo de sincretismo é grande. c.: do individualismo ao extremo oposto. do exagero sobre a esperança do porvir ao ponto de nem lembrar mais que temos esta esperança. e. principalmente na área de contextualização. devemos conhecer e usar contextualização para poder apresentar o evangelho de tal forma que nossos contemporâneos vejam a relevância desta mensagem para suas necessidades pessoais e sociais (1989:3212). que não mudam de repente. d.teológico. O interprete injeta seu próprio sentido no texto. Eles não se submetem a ditadura dos seus contemporâneos. Os seus pressupostos incluem a crença que "a prática missionária é totalmente um empreendimento executado no contexto de providência divina e confusão humana" (:9)! Ele escreve este livro mostrando mudanças paradigmáticas através da historia de missões. não importar o social. do seu contexto. Não sei onde categorizar Bosch. Ambos os escritores do Velho e Novo Testamentos passam para sua época e para gerações futuras a mensagem que julga todas as culturas" (1989:322) f. Em América Latina há um "sincretismo sócio-cristão". . Usa a teoria de Thomas Kuhn sobre paradigmas. "E interessante notar que os escritores do Novo Testamento não mudam a mensagem do Velho para agradar os Gregos e Romanos. David Bosch (Transforming Culture. mas a medida que velhas paradigmas se tornam . mas os contextos históricos são marginalizados. . onde o interprete começa consigo mesmo. Núñez fala dos problemas de contextualização: a. Contextualização não-bíblica tira qualquer possibilidade da unidade de igrejas dos diferentes contextos.). Há uma exaltação da palavra de homens acima da palavra de Deus. e vai até as Escrituras. Acima de tudo. Não é uma onda passageira. É um movimento de psicologia e sociologia à teologia. 1988). em vez de buscar o sentido original do escritor inspirado pelo Espírito Santo. Para ele uma mudança radical está acontecendo agora. Desequilíbrio na reação contra missões tradicionais (ex. b. Hermenêutica existencial e política. uma mistura de ciências sociais e alguns princípios cristãos.

. e condicionadas cultural e socialmente”.. não há abundância. mas vemos (citando Hichort. contém muito material. Mas isto não significa que são relativistas.. especialmente sua teoria de "Unidades Homogêneas". 187). Ele é "ecumênico". Tudo é interpretação do autor. Para ele o Iluminismo não funcionou. não das personagens da Bíblia. não uma revelação "(:182). baseado em tradições de confiança” (:123). e por caminhos ecumênicos chega a conclusões evangélicas! Ele critica também o movimento de "Crescimento da Igreja". aceitando pressupostos de análises críticas bíblicas. Contra Kraft. que nem sempre são os que tradicionalmente são aceitos como autores. 1 Cor 8-10 mostra que cristãos não precisam 'Se tomar cópias carbônicas um do outro... Bosch quase não acredita que há uma Teologia. não há paz.. 1985:9 na p. O intelecto humano não resolveu os problemas (:274). ” Temos que ser fieis ao velho texto numa situação nova..tratar o autêntico texto original com o mais respeito sem sacrificá-lo no altar de 'relevância'. Também refuta a idéia que pode trazer princípios da Bíblia para nossa prática missionária de hoje.. Ele fala “Atos. No mesmo tempo fala que temos que “. Bosch critica severamente o Iluminismo dos séculos passados. Jesus já apontou ao caminho à missão quando aceita o gentio e o Samaritano nas suas ações.. Não são absolutas. A Bíblia "nos inspira a prolongar a lógica do seu próprio ministério em uma maneira criativa e imaginativa no meio de condições históricas diferentes" (:34). Bosch vê raízes profundas do Novo Testamento no Velho. tratando Paulo . Cada um tem que fazer sua teologia.inadequadas.as Escrituras. Porém o próprio Bosch provavelmente seja um exemplo do Iluminismo em que sua análise é "de cima". a escatologia escapista de Lindsey e o romanticismo e relativismo de Charles Kraft. "a igreja . Trata o Texto da Bíblia como apenas dos autores. devido a separação e desintegração que trouxe nos sistemas "científicos" e racionalizados. sem usá-lo como texto-prova para apoiar nosso entendimento predileto" (:171). Paulo era o primeiro teólogo justamente porque era o primeiro missionário (:124). A Bíblia é uma interpretação. novos vão se formando até o momento quando são aceitas pela maioria. A hermenêutica de Bosch é um passo removido da posição evangélica. Quanto a teologia. Temos que levar seriamente o nosso texto principal . somente vemos em parte. ainda pessoas não são iguais.(:136). critica os ecumênicos e os evangélicos. “Nossas teologias são parciais. mas não à custa da revelação de Deus através da história de Israel e em Cristo. nos seus termos (o mais possível) antes de aplicá-lo. Temos que também considerar teologia e missão inseparáveis. "Os ditos de Jesus são realmente sobre Jesus" (:182)..

). em uma localidade. entre outros. 2:15 d exemplo. a Igreja não é um novo Israel. Gl 3:27 e Ef. Baseado no pensamento de Paulo é inconcebível que. tem que erguer. temos que tentar achá-lo. O s r i c o s t ê m q u e t e r o E v a n g e l h o contextualizado no meio deles também (ou seja. 1 Cor 12:13. sinais do novo mundo de Deus" (:176). É aquilo que é "divino. Apesar de que não aceita as conclusões da Teologia de Libertação. libertação que leva a comunidade e comunhão (:117-120). 11:23-28 e 12:9- . que em nosso mundo clama para o mundo de Deus de justiça e paz. é desafiado por e l a s . "Deus em Cristo nos aceitou incondicionalmente. sua casa e a igreja que se reunia nela) é mandado aceitar Onésimo como irmão (:152). classe social. uma imagem do Reino de Deus (: 168-169). ou raça. mas um Israel maior" (:165). As igrejas são bolsões de estilo de vida alternativa na sociedade que deve penetrar os mores da sociedade (:153). convertidos compõem duas congregações. Por isso "Cristãos podem combater as estruturas opressivas dos poderes do pecado e morte.) Missão inclui arrependimento. salvação. uma de cristãos judeus que observam o Torá. Não é separada do mundo. Cultura não é para ser aceita acriticamente. 4:9 e 12. "Segregação na igreja é uma negação do evangelho (:172). ela atrai. "Gentios foram incorporados em Israel no Pentecostes . como também os falsos apocalípticos de política opressiva que se manifestam da direita e da esquerda. apesar de posição. Filemon (e com ele. etc. Para Bosch a igreja é missionária por natureza. provam isso. Mas para Bosch o Texto não tem prioridade. Para ele contextualization relativística (Kraft) é – “Contextualismo" (:497).nasce no ventre de Israel" (:96). amor e alegria. 151. transformação). Bosch combata a PUH (Princípio de Unidades Homogêneas) em vários lugares no seu livro (pp. 2 Cor 1:6 e 24. GI 6:17. o início. é "intersujeitivo" (:498).. (Em tudo isso também demonstra sua herança na Igreja Reformada Holandesa.não judeus na igreja'' (:96). frente as estruturas agora. tão somente em contar a esperança que está neles (1 Pe 3:15) e em ser agitadores do Reino vindouro de Deus. verdadeiro e justo" (:498). É uma comunidade de esperança. Te mo s q u e l u t a r p e l a j us t i ç a . Pelo estilo de vida. Bosch combata a euforia e triunfalismo de hoje com a lembrança que missão é feita com sofrimento e em fraqueza (2 Cor . — . Lucas desafiou os ricos abandonar seu estilo de vida e se envolver nas necessidades do povo (:117118). Fl. temos que fazer o mesmo em relação aos outros. 166-168. A unidade da igreja local é central. 3:6. mas traz impacto ao mundo. Há critério para julgar o contexto. e outra de cristãos gentios que não o observam" (:167-168). perdão..

com justiça. É fácil. Não podemos ser controlados pelas "ondas" do momento (como Harvey Cox. Bosch chama o modelo ideal de "enculturação". isto não deve levar a um infinito número de contextual e muitas vezes mutuamente exclusivas teologias. “Os melhores modelos de teologia contextual conseguem seguir inteiros dentro da tensão criativa entre teoria. uma expressão que tem invadida linguagem eclesiástica contemporânea". As teologias devem enriquecer esta teologia e ser informadas por ela. onde cada contexto inventa sua teologia. limitada pelo evangelho que é sempre estranho a cada cultura. não somente para o 3° Mundo. estamos destorcendo o debate sobre contextualização se o interpretamos simplesmente como um problema do relacionamento entre praxis e teoria" Temos que ter também "poiesis" ou criatividade em imagens e símbolos. "Temos que olhar para esta questão de outro ângulo. Isto leva a “enterculturação” em que todos se enriquecem . c. então.os "secularistas"). não deve ser levado como a única autoridade para a reflexão teológica. "Há não somente o perigo de relativismo. mediante esperança da libertação e salvação” (ênfase do autor). . mas também o perigo de absolutismo de contextualização" . apropriada no contexto específico. mesmo quando a teoria não é explícita. Contextualização para Bosch pode ser resumida em sete pontos (:426-432): a. a. d. praxis e poiesis” . O contexto se torna dominador. seguindo o exemplo de Jesus em Fp 2. uma profunda identificação cultural. “.” Porém..algo que chama de "imperialismo teológico". e. sem submeter ao Texto. Bosch enfatiza aqui que há uma teologia universal a ser respeitada. reconciliação do homem com Deus e com os outros.15). que os separa da superstição e falta de fé e de todas outras religiões e ideologias: eles descobrem sua relevância na esperança do reino do Crucificado em tomar posição com firmeza com aqueles que sofrem e são oprimidos. se colocar como os "profetas" do tempo. “Missão como contextualização envolve a construção de uma variedade de ‘teologias locais’. aquilo de 'ler os sinais dos tempos'.. Entra o perigo de relativismo. “Cristãos descobrem sua identidade na cruz de Cristo." Não existe praxis sem teoria.ou “ fé.” Deus está preocupado com a humanidade. f. "Apesar da natureza e papel crucial do contexto. Praxis necessita do controle de teoria. g. com orgulho. "Missão como contextualização é uma afirmação que Deus olha para o mundo. mas para o Ocidente também. etc. esperança e amor”.

em vez da Bíblia julgar nossa sociedade e cultura (Shaetter. um resultado em grande parte de certas escolas de missiologia e de etnoteologia. 24). significados. A Bíblia é torcida à cultura.mutuamente. Jr. removendo dos intérpretes qualquer confiança na sua capacidade de ouvir Deus falar na e pela Sua Palavra" (p. 19. Cita Francis Shaeffer que denominou a situação "o grande desastre evangélico" (p. mas adquire um significado diferente para o leitor contemporâneo. Relativismo Moderado . Larkin cita Gordon Lewis quando pede que os pressupostos sejam examinados à luz da Bíblia. missão tem que criar comunidades dentro da Comunidade (:453-7). Relativismo Radical . Faz tempo que o relativismo influencia os liberais teológicos. Consequentemente a 'Bíblia e feito a dizer somente aquilo que é um eco da cultura corrente em nosso momento histórico. Alguns evangelicais decidiram que ditos bíblicos sobre a história e o cosmos e sobre absolutos morais na área de relacionamentos pessoais são todos orientados culturalmente. d. mas pode avançar neste conhecimento somente na medida em que compara várias perspectivas culturais e históricas. 38). 132). A credibilidade normalmente dada a Platão e Aristóteles não é dado a Bíblia! Em seguida os próprios evangélicos. Relativismo Histórico .valores. em tentar aproveitar ciências sociais para missiologia.há uma realidade e é possível analisá-la. Contra provincianismo de o relativismo. William Larkin é professor de Bíblia e Grego no Seminário Bíblico e Escola de Missões de Colômbia. b. Na análise da história do relativismo Larkin traça raízes filosóficos e teológicos de Kant a Schleiermacher. Analisa o desenvolvimento do relativismo e define os tipos de relativismo que são: a. acabaram abrindo a porta para o relativismo (p. procura analisar os novos paradigmas de hermenêutica e missão à luz da Bíblia. 1984:60-61 citado na p.um texto tinha seu significado na época que foi escrito. 24). práticas são igualmente válidos. William J. chegando a conclusão que "o conteúdo revelado das Escrituras foi transformado a ser notícias de experiência religiosa. Isto levaria a um diálogo entre . (Culture and Biblical Heimeneutics: Interpreting and Applying the Authoritative Word in a Relativistic Age [Baker:1988). c. Larkin.não existe verdade fora do próprio contexto histórico e cultural da pessoa. Relativismo Cultural . Quanto o pre-entendimento do tradutor. Mas agora está atingindo os Evangélicos.

ele o tirou da sua cultura e dele fez uma nova cultura. É eterno (1 Pe 1. Ef. Cl 3.43-47). 33. isso é.30). A Bíblia reconhece três fontes de cultura: Deus. g.25-26).11). Por causa da comunalidade todos tem percepções e faculdades intelectuais em comum.1 1 s). Lewis propõe uma abordagem hipótese-verificação. Deus se envolveu na criação. 18. constituído tal que pode entender e avaliar a veracidade dos próprios pressupostos A imagem de Deus em todos os povos de todos os tempos inclui a capacidade de auto-transcendência. f. não só os valores o cosmovisão. 6-. 1 Pe 2.16-17).16. 201). Jo 10. 10.13) para ser um canal para alcançar as demais (Is 2. Larkin analisa os relacionamentos de Deus com as culturas (cap.1 1. que é uma vergonha. a. 32-40. b. 11. É a régua pelo qual medimos verdade (Hb 4. Foi dada pessoalmente (At 9. pois foi escrito no meio de várias culturas.13-17). etc. A maneira da Bíblia encarar cultura é importante. o homem. h.12).1. A mensagem serve para Judeus e gentios (Ro 10. batismo na Grande Comissão. 42.9-10. É claro para os que pertencem o Senhor (Jo 8. Ex 31. Dt 4. não é necessário uma abordagem relativística (ex. 226-27).intérpretes que ajudá-los-ia sair dos seus círculos hermenêuticos. fazendo a comunicação possível. 13-18). 49.39. 1 Cr 16. e Satanás (p. diferente das demais (' Ex 19.5-8. pois queriam algo como as nações vizinhas). em que os dados bíblicos são aceitos como as fontes principais de teologia e a mente humana é visto como autotranscendente. 2. Este fato é freqüentemente usado para provar que é presa a cultura. Suas palavras são inspiradas por Deus (2 Tm 3:16).12-13.26). Não existe um abismo impossível da história e de culturas. A tese do livro de Larkin é que a própria Bíblia é a estrutura que providencia a ponte hermenêutica entre a mensagem do Evangelho pelo tempo e pela cultura. A unidade é a estrutura em que Deus ainda comunica com os povos. até os que estão "longe" (At 2. mas as estruturas detalhadas da sociedade o família (Ef.13.4.15) e o que foi escrito séculos antes serve para os leitores no primeiro século (Ro 16.13). e. Riu 13. 1 Ts 2. É para todos os povos (At 17. e depois para Abraão e Moisés (não eram empréstimos culturais. Apresenta apenas um caminho para a salvação para todos e para sempre (At 4.2.35).30-31. d. Ele comunicou diretamente com o Adão.15.6. Quando Deus chamou Abraão.16).4. Porém a .25.). Afinal todos os homens têm a mesma herança e unidade (At 17. discernimento moral e comunicação lingüística (pp. É suficiente para saber o que crer e como comportar-se (2 Tm 3. c. 98 e 101. 2 Rs 17.12.4-6. a não ser a instalação do reinado. 10.

). Mt 6. Deus na criação e salvação relaciona-se positivamente com culturas. CI 2.1-3. Tg 4.21).14. Quando Jesus e os escritores do N.T. Jo 15. Somos forasteiros.42. 14. 2.38-41. A própria Bíblia se declara de Deus (2 Tm 3. 17. e a viver como uma cultura que é modelo de Deus. Hb 11. Hb 2. Ele pode incluir empréstimos renovados como parte da sua revelação. Tg 4. etc. Deus se relaciona negativamente com as culturas humanas em julgar tanto o etnocentrismo que promovem e o centro do poder religioso que os energizam. Rm 8. 2 Pe 1.4).16-.11-14.30-31. At 26.116. Resumindo.1-16). Em capítulo 16 Larkin defende a inspiração e inerrância das Escrituras duma forma convincente. Gn 11.2 Pe 1.18. c. no meio das suas culturas (p 222).35. Jr 10. 17. Ele chama homens e mulheres a viver sua nova vida em Cristo dentro das suas culturas.6.25.T. 4. 9.4.9. a.). apesar de não serem mais delas. 2 Pe 1. Tt 1.4. Dão crédito ao Espírito Santo para o que receberam (1 Co 2. cosmovisão.13). Cl 3.9. 1 Tm 1.21).1-4.18). a não ser naquilo que é excelente (Lc 10. 43. desenvolvendo diferentes ramos de crenças e sistemas sociais e materiais.24. Deus falou (Mt 22. eles falam "Deus falou" (contra Bosch). Temos nossa identidade em Cristo e cidadania nos céus (1 Co 1.3.14-15). deturpou esta criação e suas estruturas culturais (Rm 1. Estas estruturas são passadas de geração em geração. 16. 13). incluindo filosofia.16). Jr 3. A fonte satânica é enganosa de fútil.15-17. aceitando o Deus Criador (Is 40. At 26. b. Pedro refere as cartas de Paulo como Escritura também (2 Pe 3. a igreja.8. 4. 46.18-19. referem ao A. f. SI 2. 7. Esta palavra é a verdade. mas usando as pessoas. A Bíblia deixa claro que o discípulo de Cristo não pode servir Deus e o inimigo ou o "mundo" (Mt 6. 1 Co 7. A sociedade não deve dirigir as práticas do povo de Deus (1 Co 5. Mt 24.8.9.6.15-17. Jr 10.18.1-8). 33.24.m 16).5-6. 4. Não é “dictation”.10.15.22. não errada (Jo t0.queda do homem e sua rebelião contra Deus. Não podemos ser "amigos do mundo" (1 Jo 2. 13. estruturas sociais e políticas (Ef 2. falsos centros religiosos com Jesus como Senhor. Tt 1.2 contra Kraft.18-25. na sua linguagem.19-21). distanciados ou até contra nossas culturas (1 Pe 1.11. e. etc.4. Jo 15.4. Ele chama seu povo a substituir os. 16. 1 8s. .5159. At 4.6.20. 20. 1 Co 1. 1 Jo 2. 17. O homem tema capacidade de questionar estas fontes das suas culturas e declarar seus ídolos sem valor. Ef 2. d.8-13. Larkin diz. A cosmovisão cultural não precisa controlar o povo (Is 31. Fp 3. 1 Jo 4.1-3.17.31). G1 4.

h.. que enxergar toda a humanidade desde Cristo vivendo tio mesmo período.3].). d. A Palavra é mais que um documento: tem poder. a chegar mais perto da verdade bíblica (com Padilla).). e tenho que descobrir o sentido para minha realidade. os últimos dias (p. Por isso os escritores do N. a humanidade. Mt 22. É compreensível pelos homens de diferentes épocas e culturas (Ro 3. N ão s omos pres os a noss a cosmovisão e cultura (2 Co 10.14. inspiradas e plenamente revestidas de autoridade. 127. 337s).14. as Escrituras.23: Hb 4.5 etc. O espiral hermenêutico nos leva. consiste em cinco elementos: a linguagem humana. c. a. É útil. Na sua mensagem. 2 Tm 3. 105. cuja unidade é mais básica de que sua diversidade. Pecado e orgulho impedem a compreensão da Palavra (2 Co 3. salvação pela fé em Cristo (Lc 24. A ponte hermenêutica da Bíblia . é amável (Lc 24. Tudo isso não significa que o entendimento das culturas bíblicas é valioso: nos traz maior compreensão do sentido original (pp.7-9 [Gn 12. 304).29). Por isso a Bíblia é autoridade final em tudo que se trata. 285). então é possível rejeitar aquilo que não me agrada. Se forma e sentido são separados em grande parte na Bíblia.9-18: GI 3. não a razão humana ou as ciências sociais. então não adianta pessoas sem ser da Aliança (Conn). ou sem compromisso com o senhorio de Cristo tentar dividi-la e criticá-la (1 Co 2. transforma.T. que propõe instruir a humanidade de todas a gerações e culturas. e. e uma estrutura histórica.Temos que nos dar com a significância da Bíblia. se a Bíblia foi culturalmente condicionada.g.14. a Bíblia é unida. etc.44-48). 18. b.. que pode ser usada para comunicar significado pelo tempo e pelas culturas.32-1 SI 119.8). podiam utilizar os textos antigos para provar seus argumentos.12). (Bailey é exemplo também.Sem o Espírito Santo não podemos discernir a Palavra. Um resultado de poder transformador de Espírito e da Palavra é a possibilidade de avaliar e mudar os nos sos pressupos tos. 1 Pe 1. aplicável. com maior conhecimento da Palavra.) Sincretismo Bárbara Helen Burns . um Deus fiel. que fala verdade eterna e universal e ilumina pelo seu Espírito. A Bíblia se torna um instrumento manipulável nas mãos dos homens. não só seu sentido (p.

Resumo: contextualização não é aceitar a cultura. Devocional: Tg 1:19-20 I. (Um exemplo seria C.A descoberta do centro exige exegese e hermenêutica. Não é cultural. identificação e confronto. Jesus e Paulo identificaram com os pontos culturais. como aplicá-lo nas culturas exige contextualização. é transformação da cultura em termos significante para a cultura. 40-41) D. Cultura e Supracultural A. Não devemos negar aos povos o conhecimento da sua herança cristã através dos Séculos.) Para conhecer o centro. Lewis. III.O centro ultrapassa culturas: é bíblica e histórica. mas supracultural. Cristianismo Puro o Simples. O centro deve ser o mesmo. p. Idolatria (sincretismo) fere o centro. temos que conhecer bem a Palavra de Deus. o Evangelho todo. Como Conn diz. precisa de contextualização e descontextualização. sim. Y parágrafo.S. Desenho C. não é o "come do Evangelho". Identificação deve ser com os pontos da cultura que são diferentes. e coerentes com os princípios da Palavra de Deus. também Satanás! Não podemos ter uma idéia romântica ou estática sobre culturas. p. Envolve identificação e confronto. É imperialismo dizer que este povo não poderia entender tal forma! F. destrói. E. e o máximo .I. Este "centro" é definido biblicamente-. (Ler Nicholls. Deus afeta as culturas. e a parte maior. Willowbank. 24. mas. mas confrontou e ensinou sobre o centro. e confronto deve acontecer no centro.

Usando formas literárias coerentes com a cultura (jograis. Se não há identificação. 3. Dialógica (produzido de e produzindo um diálogo com o povo. há sincretismo. Cristológica (Ele é o centro. Bíblica (conforme o sentido original do texto). Ezequiel 37:11) 1. Tipos de Sincretismo: 1. ou práticas religiosas. d. Muitas vezes não respeitamos o sentido original. Definição: "O sincretismo é a tentativa de reconciliar crenças diversas ou conflitantes. atletismo. b. a. c. Levantando questões relevantes (problemas atuais). Usando sistemas lógicos e processos cognitivos do povo (linear. começando onde ele está)-. o Cabeça da Igreja): d. Em termos culturalmente entendidos (Jesus usou imagens de governos. salvação somente em Cristo. p. (ie. Certa que Deus é transcendente (Ele não é preso às culturas). Sincretismo A. confronto e transformação. Os limites da contextualização (Tabor em Readings in Dynamic Indigeneity). c.possível descobrir os significados originais dos seus autores. f. Sincretismo Teológica--mistura de crenças.. nem importamos. e. poesias. circular [como 1 João!]). (Levar um povo à obediência e louvor a Deus é o alvo de missões!) A teologia tem que ser: a. Manipulamos as Escrituras para dizer o que nós queremos. templos. Não toma a Bíblia como autoridade absoluta (relega a outros tempos e povos/sem temor de Deus) b. num sistema unificado" (Nicholls. contextualização deve ser feita: a. Profética (transformando a cultura). levando à maturação: g. envolve conceitos e imagens nas profundidades da cosmovisão e valores (mais destrutivo). 24). usando espiritualizações e outros métodos hermenêuticas errados.) b. IV. Aberta para mudança (sempre sendo instrumento de orientação nos variados problemas e questões que surgem dentro da cultura). histórias) 2. plantação. Universalização 1) Idealização--todos vão para o mesmo lugar! (Todos os caminhos levar . etc. Sujeita ao Espírito Santo (Ele revela e instrui!). B.

Sincretismo Ético . materialismo. igrejas brasileiras com governos N. a uma salvação especifica. (ie.. etc. Sincretismo Eclesiástico . Diálogo da CMI. Todas as reivindicações a uma Escritura autoritária.T. Absorção progressiva supracultural absorvida pelo cultural "O sincretismo é a religião normativa para a humanidade caída. 4..padrões de comportamento da cultura que são inaceitáveis biblicamente (ie. Complementariedade: A soma total de verdades particulares é maior do que a expressão de qualquer verdade individual. ") 2) Nada concreto ou histórico (misticismo).. Reducionismo: fatos históricos-> generalizações separados (espiritualização do A. Bíblia ---> verdade/pode usar o Alcorão como o A. Americanos/púlpitos na África/roupas). são progressivamente absorvidas num relativismo cultural" (Nicholls.) 3) Todas as formas expressam a "verdade universal" (ie. p. (ie. Igreja Católica brasileira.. 1 Cor 7. não é um desejo jo de poder ter liberdade de servir e glorificar o Senhor em termos autênticos!) C. Humanismo e naturalismo.. Vedas. chantagem) 3.T.) é que é uma defesa puramente cultural. c. Resultados de Sincretismo: 1. dos fatos discipulado fraco [não como Jesus deixou exemplo].elementos não bíblicos da religião tradicional que são incluídos na vida da igreja (ic. Alcorão.) e. O consenso ou síntese de idéias é a verdade (ie. a. posição dominador do pastor na igreja/governo/ceia e batismo como meio da salvação. sobre Israel. Schweitzer e outros. separação entre espiritual/material. Usar todos os símbolos da cultura (mesmo os que ferem princípios bíblicos) ->fusão (ie. a uma Encarnação sem igual. Forçar outros símbolos que não tem o mesmo sentido (ie. 5. d. relativismo (Nicholls. etc. Maria é mão de Deus [misturando com as deusas]).. etc. (Mas o problema de muitos que reclamam a falta de contextualização no Brasil (etc.). pecado é miséria humana. 27). Sincretismo Cultural--satisfazer necessidades da percepção do povo. Sincretismo Mítico--mitos tradicionais se misturam com a história bíblica (ic. materialismo americana) b. 27).). p. "presença cristã".. Teologias erradas . adultério. Papai Noel e Jesus na Índia).a Deus. 2.).

. Manter intercâmbio com a comunidade da Igreja.) D. Entender o sistema de reinterpretação (ic. Estar alerto para todas as implicações nas culturas de qualquer mudança (ie. Nossa compreensão é colorida. do presente e do passado. Analisar histórias e lendas. Movimentos "nativistas" de revitalização 4.2. Manter a mensagem bíblica inteira no máximo possível. Procurar entender maneiras aceitáveis e não aceitáveis de apresentar a mensagem. f. Escutar em vez de falar. (ie. Reconhecer nossas próprias limitações em entender ao fundo a cultura bíblica e suas intenções. culto ao Baal) . (Como temos visto na TV!) 3. Saber comunicar. Ebbie Smith. O Cristianismo do Ocidente também é sincretista em vários pontos (te.. Tradução da Bíblia 1. perguntar. procurando entender a história da crença (ie. não acreditar na Palavra de Deus. "Machados de Aço") 4. (Para achar geralmente tem que inventar 1 Lactilerl. tingida pela nossa cultura e exige esforço para nos aproximarmos da verdade original. Tentar "achar" Cristo numa outra cultura em vez. Confiar no Espírito Santo para discernimento. 5. Compreender a cultura profundamente a. Entender que as culturas têm a tendência de selecionar aquelas partes do Cristianismo que encaixam na sua forma de pensar e entender. Movimentos não-bíblicos que no fim servem de vacinação contra o Evangelho.. ceia. 2.. Totem de Paz) c. Jesus "bate na porta" mas em uma cultura só um ladrão faria isto) d. "show" de culto. Sincretismo não é somente algo que acontece nos campos missionários. Virgem de Guadalupe é realmente uma deusa espírita) b. 3. Ensinar a Bíblia profundamente (Dr. Observar. Como Evitar Sincretismo 1. g.) 5. etc. 53-55) 6. "A study Guide for Missionary Anthropology" pp. e. de levar Cristo aquela mesma cultura. analisar.Salmo 106:24-38 (Sincretismo.

mas um "novo homem" Sturz diz. Estudo objetivo--reflexão. Como definir = Hermenêutica (Interpretação) Como aplicar o Evangelho íntegro = contextualização PRINCIPIOS DE HERMENÊUTICA 1. As Escrituras são normativos para a vida – no meio de culturas caídas Sem parâmetros temos sincretismo: a. compromisso. Cultural −Sem discriminação de símbolos e forma −Forçando símbolos e formas estranhas b. A comunidade interprete em conjunto (hermenêutica não é individualista). sem misturar costumes do missionário/sem misturar costumes não bíblicos do receptor O que é o Evangelho íntegro? Como descobrir = Exegese. 31).) . misturando crenças (ie-"o pecado = miséria humana) -deixando que a cultura absorver Cristianismo. muitas teologias. sentido original. Teológica −Sem tornar a Bíblia como autoridade final. 3. cap.Tradução da Bíblia Tradução da Bíblia depende da hermenêutica. 12 para mais informações. Tem que manter o Evangelho íntegro. Sturz levanta os perigos da hermenêutica contextualizada sem limites que: −Defende o status quo −Não cumpre a tarefa da transformação −Não admite que não há muitas igrejas. Nicholls diz que "A questão preeminente agora é da hermenêutica e das perguntas levantadas pelo condicionamento cultural da nossa compreensão teológica" (p. que tem dimensão histórica. Feito no contexto da missão ao mundo--se não a teologia é sempre truncada e etiópica! PRINCIPIOS DE CONTEXTUALIZAÇAO (veja Contextualização. 4. Rommen e Hesselgrave.9:19-23). Humildade.2. estudo profundo. submissão (estudo subjetivo) 2. Há perigos. "Exige-se um compromisso com a cultura sem conformar-se" (I Cor. O Espírito Santo dá dons ao corpo de Cristo.

usando-se a construção gramatical e as expressões idiomáticas que são naturais na língua receptora' (Katherino Barnwell. é 'transmitir o significado exato da mensagem original. p. 4. toma precedência sobre a dinâmica (Beekman e Callow). 2.. ou histórico ou didático. 3:20. 3. 'O alvo do tradutor é fazer o povo entender a mesma mensagem que os ouvintes da mensagem original entenderam–(Ibid. p. Entendendo o texto dentro do contexto original: 1. O PROCESSO DA TRADUCAO E O USO DE — “EQUIVALÊNICA DINÂMICA” Dra. Jesus usava governos. não usando o texto como "texto prova"..Qual o significado original no contexto original? 2. Usando termos culturalmente entendidos: −Imagens. Entendendo o contexto receptora: 1. Fidelidade ao sentido. e se não é explicito na cultura receptora. O significado é invisível porque está na cabeça. 38). ed. 1979. O observador forasteiro não sabe o que uma forma significa para pessoas de uma outra língua e cultura. 7). Veja Bibliotheca Sacra. pois nós as percebemos com os cinco sentidos: são objetos.Que tipo de literatura é? (Seja fiel ao texto. plantação. jograis. Ap.) B.Quais informações são implícitas? (Temos que conhecer o máximo a cultura original para descobrir isso. sons ou comportamentos. Usando formas literárias adequadas--poesias. Não aumentando ou omitindo nada. etc. entendemos o que elas significam e para nós não há nenhuma diferença entre a forma que observamos e aquela realidade que ela indica. gestos. cheiros. etc. Gerson Salete em Senegal diz que uma tribo cuspe nas pessoas para abençoá-las. [Jan-March. Francis Popovich (na reunião da AMTB em Brasília.A.) 2. pp. categorias certas (ie. historias. “As formas são óbvias. Aplicando-a 'as questões relevantes 3. etc. Usando sistemas lógicos adequados – “processos cognitivos” -intuitivo/linear/circular. etc. . Gilliland. como nenês. Como mudar o significado de que cuspiram em Jesus'?) −Linguagem certa −Símbolos certos (ie. 1990]. 1989) diz: "O que é traduzir" É fazer passar uma mensagem de uma língua para a outra. tem que se tornar explícito [The Word Among Us. Quando elas pertencem às nossas próprias culturas.3-5). pp 148s1. branco como a neve) -ilustrações certas (ie.

para outros="barrar a entrada" COMO AJUDAR EM SITUACOES ASSIM? 1. As palavras que soam iguais podem ter sentidos diferentes.ênfases--I would not have you. Lc 13:32: "raposa" que para os Cuicatecox de México. (ie.Às vezes uma forma parece com uma forma que o forasteiro conhece."não tenho nada ("I don't have nothing?) 3) Usos do retórico--paralelismo. ou para os Otomi que era ladrão de galinhas. ou para os Maxalçali que Herodes tinha cabelo vermelho. Princípios de tradução o contextualização a. As estruturas também podem parecer iguais e ter significados ou funções diferentes. ironia. [traduziu para o Navaio.”. "coiote etc. porém. ou para os Zapotecas que ele chorava constantemente. ignoram. 14:7--p/alguns africanos é magia negra que faz morte −Dragão em Apocalipse p/orientais=boa sorte -sangue vermelho lava p/branco? Como? −Roupa branca p/alguém é luto −Porta--para nós="entrar". "nós" para alguns é inclusivo ("você e eu) e outras vezes é exclusivo ("eu e os outros e não você") -Atos 5:3: 2:7-8 4)Poesia (difícil) 5)Figuras de linguagem −Deve traduzir o sentido e o impacto--o autor original usou para trazer impacto--emocional ou intelectual. Exige exegese cuidadosa do texto. poderia ter um significado bem diferente. brethren! (Rm 1:13 em Inglês). hipérbole. significa homossexual. A forma pode ser modificada se não alterar o conteúdo. . . Exemplos: 1) Nomes próprios --Mary----Maria (transliteração) 2) Formas gramaticais (estruturas morfológicas) -masculino/feminino (os bantus têm 12 formas) -posição de verbos (Alemão!) -negativo duplo -. Equivalência Evita confusões culturais −Rm.. Entender esse fato é muito importante quando traduzimos. perguntas retóricas: - Rm 8:31-35—quem os condenará (ninguém)--é inferência (subentendida).

entrada em vez de permiti-la. etc. o tradutor não pode (ie. A Poesia e o Camponês posição dá sentido no chíasmo -Conversas de Jesus e outros como Jô. 6)A estrutura do discurso--narrativo/descrição/argumento/ diálogo . . João 1 :1). "porta" em uma cultura significa barrar.). [Usaram "portal".ie. 7)O gênero literário--biografias/cartas/poesias/apocalíptico −Neemias 4: 10 (BLH cp com Autorizada) O TRADUTOR NAO E EDITOR! Não é melhorar o original."Toma banho!. mas refletir sobre o original com cuidado.] TC=o homem todo [At 5:91] "pão"=alimento. Quando o escritor não escolheu explicar mais um assunto.

Gen. cruz. Nós temos que estudar para entender. O conteúdo tem que ser mantido --sem aumentar. história de Jesus e o N. 28:19-20. etc. batismo.como circuncisão.T. eles também." A teologia do tradutor não pode entrar. sem diminuir 1) Eventos históricos--especialmente os com significado religioso. (O tradutor não pode editar. Petrus. (Conceitos tirado do livro Meaning Across Culture de Eugene Nida e William D. especialmente quando os autores usaram especificamente "sangue" (quando podiam ter usado "morte") em tantos lugares. não uma ovelha 3) Eventos/objetos figurativos/ilustrações com raízes na história - Sangue (contra BLH)--significa morte sacrificial. cordeiro (pode usar anotações em baixo) 2) Eventos históricos sem significado religioso -Davi--não pode pôr que ele dançou de calção/ou que Não pode adaptar -Abraão matou uma vaca. Orbis Books.) e a ceia.b. eles também.) -Batismo (Mt. 55) Mais Adaptabilidade 5)Nomes próprios -Não pode chamar "Pedro" de "Rocha". 1981. p. -Respeitar as pessoas--se nós podemos entender. não apenas "morte. Reyburn.) . 49:9 Judá é um leão ou como um leão Lc. mas pode chamar Peter. 4)Eventos/objetos figurativos/ilustrações -Pode aumentar no texto uma palavra que esclarecesse como Salmo 23. 22:42--"este cálice de sofrimento" -No Canadá quando o missionário quis substituir cavalo para ovelha--eles não aceitaram e chamaram-no de paternalista! (Nida. "ungir minha cabeça c/óleo me fazendo bem-vindo”.

e redentor (p. 3) −teologia em V lugar ." -condicionamento cultural da Bíblia e do missionário (é a verdade se o missionário não reconhecer a mistura de cultura com princípios bíblicos. pode ser “devastadora” (p. ação social (revolução). 12)A cultura não é neutra--reflete o conflito entre o Reino de Deus e o império das trevas. Resultado: RESISTÊNCIA (por causa da ameaça cultural ou pela maneira estranha apresentada pelo comunicador) (p. 2:103). Comunicar sem entender as influências da própria cultura do comunicador (ambos alteram a mensagem). (Os Evangélicos estão envolvidos em questões sociais porque são de importância Bíblica. Contextualização cultural (existencial) -cultura em Y' lugar -"etnoteologia" −relatividade do texto bíblico--"teologias bíblicas. . Satanás é o príncipe deste mundo o estraga a imagem de Deus onde e quando puder (Ef.Contextualização Diálogo (CMI)----Marxismo. "Haverá um movimento progressivo em direção a uma 'cultura cristã' que refletirá tanto a universalidade do evangelho e a particularidade do meio-ambiente humano" (p. 201) 1. Por isso todos necessitam do Evangelho.Resumo de Contextualização de Bruce Nicholls CAPITULO 1: Fatores Culturais e Supraculturais na Comunicação do Evangelho Problemática: 1. como tem na Bíblia. duas realidades supraculturais. 2. Solução: maior sensibilidade cultural para que o Evangelho possa tocar e transformar as áreas mais fundamentais da cultura. CAPITULO 2: Padrões no Movimento da Contextualização para o Sincretismo Indigenização ---. e do pecado. 9). 13). Contextualização teológica (dogmática--baseada no "dogma" ou verdade da Bíblia-desenvolvida mais no cap. e cada pessoa e cultura (p. 14). mas Evangelismo tem prioridade. O missionário tem que entender que desde a Criação e a Queda há traços da imagem de Deus. 21)). O Evangelho não é hóspede da cultura – é seu juiz.) Modelos de Contextualização (p. Comunicar sem entender a cultura receptora 2.

. Embora o uso de certas frases tais como infalível.uma idéia.Fatores supraculturais--conversão. começa com uma teologia bíblica.Fatores culturais: influência das instituições e dos costumes da sociedade. autoridade: hermenêutica certa é essencial. . 3.-preocupação com cosmovisão e valores (não costumes mais superficiais) . A formação dos nossos pré-entendimentos a. o "consumismo do Ocidente. ie. todos são influenciados pelos seus pre-entendimentos. autografo. O pre-entendimento que o evangélico reconhece supõe que a Bíblia tem uma autoridade sem igual. a mistura com espiritismo da Igreja Cat. sem linha divisionária sólida entre os escritos canônicos e não canônicos. Reformando o pré entendimento dos próprios evangélicos a. 27). condicionamento cultural da Bíblia. existencialismo. inerente. 20). os evangélicos crêem que por detrás delas há verdades supraculturais que são . Sincretismo: Cultural: −fusão (o uso acrítico de símbolos e práticas religiosas. 4. cuja compreensão dogmática é contextualizada numa determinada situação cultural" (p. Romana no Brasil). inerrante. CMI--"Teologias Bíblicas"--cultura 1`. supracultural. que transcende nossa experiência nela. 21).absorção progressiva pelo naturalismo e relativismo CAPITULO 3: Compreendendo a teologia Bíblica 1. o "Jesus histórico" . a Bíblia é transcultural. 3. b... Movimento Evangélico--A Palavra é inspirada. -imposição de fora de formas culturais de convicções religiosas (P. As influências culturais na Bíblia foram controladas por um Deus Soberano (p.Fatores ideológicos: cosmovisão e o sistema de valores do interprete. Teológica: -a Bíblia sem autoridade--culturalmente condicionado. outorgada por Deus. Autores hoje são inspirados também. senhorio ou rejeição de Cristo.. 25). 2. Deus é soberano no escrito da Bíblia.. humanismo. não uma realidade concreta)." levando a síntese (p. confundindo o supracultural com o cultural −universalização da fé--reducionismo (ie. −todos têm a verdade--"a coma total de verdades particulares é maior do que a expressão de qualquer verdade individualmente. b. subjetivismo. etc. c.

c.O princípio de visão do mundo A PROVIDENCIA SOBERANA DE DEUS NO CONDICIONAMENTO CULTURAL DA BIBLIA 1. A autoridadade da Bíblia é derivada da autoridade de Cristo d. O princípio objetivo-subjetivo de distanciamento do texto e da identificação com ele -processo bidirecional: interprete ----Palavra---cultura do receptor -julga sua cultura. A historia dos judeus indica a soberania de Deus preservando a Palavra dele contra o condicionamento corrupto do culto pagão 6. 44). Isto não significa que não pode ter "pontos de contactos. PRINCIPIOS HERMENEUTICOS PARA ENTENDER A TEOLOGIA BIBLICA 1.) neutros).inerentes à própria Palavra de Deus. CAPITULO 4: A Dinâmica da Comunicação Transcultural (Conclusão) O comunicador (ainda com conhecimento imperfeito da Palavra. mas sempre crescendo e aprendendo pontos de contacto. O princípio de um estilo de vida marcado pela fé como compreensivo 2. Através de Abraão e seus descendentes governou uma cultura transmissora que refletia a interação entre o conteúdo supracultural e a forma cultural (Jesus Cristo nasceu Judeu).. O A.. O evangélicos crêem que este pre-entendimento é um ato de fé conseqüente da aceitação de Cristo como Senhor. O ponto de partida tem que ser de "dentro do círculo da fé e da dedicação à autorevelação de Deus em Cristo" (p. Deus na sua soberania escolher uma cultura Hebraico semítica através da qual revelou sua Palavra (Abraão) 3.. assim toda relevância e autoridade da Bíblia se tornam nulos (leva a "um beco sem salda"). etc." ou pontos em comum de cultura (alienada de Deus) desculturação (denúncia de traços não Bíblicos. Na era do Novo Testamento. A cultura não pode ser o ponto de partida. Os evangélicos reconhecem a conexão entre o evento bíblico e interpretação 2. e a renovação de traços bíblicos e .. 3.O princípio da vida do corpo da comunidade cristã 4.bem como a dos seus receptores.T. 5. reflete a interação profunda entre a Palavra supracultura revelada e a vida cultural dos hebreus e das nações em redor.. 4. os escritores bíblicos escreveram dentro arcabouço cultural hebraico.

onde pode estabelecer relacionamento. O princípio da equivalência dinâmica é necessariamente subjetivo. A igreja local ou nacional nunca deve ficar cativa à sua própria cultura" (p. a acomodação a acréscimos culturais e o provincialismo têm destruído a vida de muitas igrejas. Desculturação (p. que todas as igrejas pelo mundo afora têm em comum.50). e as variáveis culturais peculiares a cada igreja nacional" (p. Esta tensão criadora tem que ser mantida entre a "correspondência formal" dos universais e a "equivalência dinâmica" dos variáveis culturais. 51). Humildade é básica em tudo isto. O autor repete sua preocupação com "etnoteologia" na página 48. "Sem os princípios formais da correspondência da Escritura. 48) faz parte da contextualização. Contextualização tem que começar com o missionário! . não é possível fazer julgamentos corretos sobre os valores destes fatores culturais variáveis. "O evangelho julga a totalidade da cultura e não apenas uma parte dela. Deus como Criador-Salvador trino resolve problemas de idolatria e leva ao conhecimento da soberania de Deus. destruindo o que é contrário à Palavra de Deus e criando de novo aquilo que é fiel à revelação universal que Deus deu à humanidade." "Sempre há uma tensão dinâmica entre os universos supraculturais da igreja. No curso da história da igreja.

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