LEI N 5.

905/73, DE 12 DE JULHO DE 1973

(Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem e dá outras providências) Dispõe sobre a criação dos Conselhos Federal e Regionais de Enfermagem e dá outras providências. O Presidente da República Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º - São criados o Conselho Federal de Enfermagem (COFEN) e os Conselhos Regionais de Enfermagem (COREN), constituindo em seu conjunto uma autarquia, vinculada ao Ministério do Trabalho e Previdência Social. Art. 2º - O Conselho Federal e os Conselhos Regionais são órgãos disciplinadores do exercício da profissão de enfermeiro e das demais profissões compreendidas nos serviços de Enfermagem. Art. 3º - O Conselho Federal, ao qual ficam subordinados os Conselhos Regionais, terá jurisdição em todo o território nacional e sede na Capital da República. Art. 4º - Haverá um Conselho Regional em cada Estado e Território, com sede na respectiva capital, e no Distrito Federal. Parágrafo único. O Conselho Federal poderá, quando o número de profissionais habilitados na unidade da federação for interior a cinqüenta, determinar a formação de regiões, compreendendo mais de uma unidade. Art. 5º - O Conselho Federal terá nove membros efetivos e igual número de suplentes, de nacionalidade brasileira, e portadores de diploma de curso de Enfermagem de nível superior. Art. 6º - Os membros do Conselho Federal e respectivos suplentes serão eleitos por maioria de votos, em escrutínio secreto, na Assembléia dos Delegados Regionais. Art. 7º - O Conselho Federal elegerá dentre seus membros, em sua primeira reunião, o Presidente, o Vice-presidente, o Primeiro e o Segundo Secretários e o Primeiro e o Segundo Tesoureiros. Art. 8º - Compete ao Conselho Federal: I - aprovar seu regimento interno e os dos Conselhos Regionais; II - instalar os Conselhos Regionais; III - elaborar o Código de Deontologia de Enfermagem e alterá-lo, quando necessário, ouvidos os Conselhos Regionais; IV - baixar provimentos e expedir instruções, para uniformidade de procedimento e bom funcionamento dos Conselhos Regionais; V - dirimir as dúvidas suscitadas pelos Conselhos Regionais; VI - apreciar, em grau de recursos, as decisões dos Conselhos Regionais; VII - instituir o modelo das carteiras profissionais de identidade e as insígnias da profissão; VIII - homologar, suprir ou anular atos dos Conselhos Regionais; IX - aprovar anualmente as contas e a proposta orçamentária da autarquia,

Art. os profissionais referidos no artigo 11.Compete aos Conselhos Regionais. todos de nacionalidade brasileira.um quarto das anuidades recebidas pelos Conselhos Regionais. em proporção ao número de profissionais inscritos. admitida uma reeleição. deixar de votar nas eleições referidas neste artigo. Art.convocar e realizar as eleições para sua diretoria. II .Os membros dos Conselhos Regionais e respectivos suplentes serão eleitos por voto pessoal. sem causa justa. XIII .O mandato dos membros do Conselho Federal será honorífico e terá a duração de três anos.publicar relatórios anuais de seus trabalhos. Art.rendas eventuais. 12 . 15 .doações e legados. respectivamente. XI .um quarto da taxa de expedição das carteiras profissionais.subvenções oficiais. 13 . em cada chapa. VI .604. 9º .A receita do Conselho Federal de Enfermagem será constituída de: I . Art. e a sua fixação será feita pelo Conselho Federal.O mandato dos membros dos Conselhos Regionais será honorífico e terá duração de três anos. Segundo-secretário e Segundo. em Assembléia Geral especialmente convocada para esse fim. § 2º Ao eleitor que. de 17 de setembro 1955.remetendo-as aos órgãos competentes.Cada Conselho Regional elegerá seu Presidente.tesoureiro. para os Conselhos com mais de doze membros.Os Conselhos Regionais serão instalados em suas respectivas sedes.exercer as demais atribuições que lhe forem conferidas por lei. secreto e obrigatório. admitida a criação de cargos de Vice-presidente. . em época determinada pelo Conselho Federal. admitida uma reeleição.promover estudos e campanhas para aperfeiçoamento profissional.um quarto das multas aplicadas pelos Conselhos Regionais. Art. Parágrafo único. X . § 1º Para a eleição referida neste artigo serão organizadas chapas separadas. V . Secretário e Tesoureiro. com cinco a vinte e um membros e outros tantos suplentes. na proporção de três quintos de Enfermeiros e dois quintos de profissionais das demais categorias do pessoal de Enfermagem reguladas em lei. no que couber. IV . podendo votar. 10 . Parágrafo único. 11 . Na organização dos quadros distintos para inscrição de profissionais o Conselho Federal de Enfermagem adotará como critério. o disposto na Lei nº 2. XII . Art. será aplicada pelo Conselho Regional multa em importância correspondente ao valor da anuidade. Art. III . uma para enfermeiros e outra para os demais profissionais de Enfermagem. 14 . O número de membros dos Conselhos Regionais será sempre ímpar.

publicar relatórios anuais de seus trabalhos e relação dos profissionais registrados. O Conselheiro que faltar.três quartos da taxa de expedição das carteiras profissionais. IV – doações e legados.fixar o valor da anuidade. III . .manter o registro dos profissionais com exercício na respectiva jurisdição.exercer as demais atribuições que lhes forem conferidas por esta Lei ou pelo Conselho Federal.conhecer e decidir os assuntos atinentes à ética profissional.fazer executar as instruções e provimentos do Conselho Federal. II . VIII .três quartos das multas aplicadas. Parágrafo único. III .censura. VII . sem licença prévia do respectivo Conselho. uma vez mensalmente. V .disciplinar e fiscalizar o exercício profissional. 18 .I. II . XII . II . impondo as penalidades cabíveis. 16 . Art. 17 .rendas eventuais.eleger sua diretoria e seus delegados eleitores ao Conselho Federal. Art.propor ao Conselho Federal medidas visando à melhoria do exercício profissional.multa. III . V – subvenções oficiais. IV . até o dia 28 de fevereiro de cada ano. VI . VI . durante o ano. XI .deliberar sobre inscrição no Conselho e seu cancelamento.elaborar a sua proposta orçamentária anual e o projeto de seu regimento interno e submetê-los à aprovação do Conselho Federal. XIII . a cinco reuniões perderá o mandato. de empresas ou entidades particulares. pelo menos.apresentar sua prestação de contas ao Conselho Federal.três quartos das anuidades.Aos infratores do Código de Deontologia de Enfermagem poderão ser aplicadas as seguintes penas: I .expedir a carteira profissional indispensável ao exercício da profissão. X . XIV . IX .O Conselho Federal e os Conselhos Regionais deverão reunir-se.advertência verbal. a qual terá fé pública em todo o território nacional e servirá de documento de identidade.A renda dos Conselhos Regionais será constituída de: I .zelar pelo bom conceito da profissão e dos que a exerçam. Art. observadas as diretrizes gerais do Conselho Federal.

b) promover as primeiras eleições para composição do Conselho Federal.Esta Lei entrará em vigor na data da sua publicação. § 2º O valor das multas.suspensão do exercício profissional. 12 de julho de 1973.O Conselho Federal e os Conselhos Regionais terão tabela própria de pessoal. Art. mediante indicação. V .73 Publicada no DOU de 13. material e local de trabalho. 21 . serão disciplinados no regimento do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais. Brasília. o Ministério do Trabalho e Previdência Social lhe facilitará a utilização de seu próprio pessoal. bem como as infrações que implicam nas diferentes penalidades. 23 . 19 .) Emílio G. com mandato de um ano. Art. Art. § 1º As penas referidas nos incisos I. cujo regime será o da Consolidação das Leis do Trabalho. Médici.A responsabilidade pela gestão administrativa e financeira dos Conselhos caberá aos respectivos diretores. da Associação Brasileira de Enfermagem. 20 . até noventa dias antes do termino do seu mandato. Art. revogadas as disposições em contrário. de 12.Durante o período de organização do Conselho Federal de Enfermagem.A composição do primeiro Conselho Federal de Enfermagem.905.cassação do direito ao exercício profissional. além das atribuições previstas nesta Lei: a) promover as primeiras eleições para composição dos Conselhos Regionais e instalá-los. será feito por ato do Ministro do Trabalho e Previdência Social. 22 .07.07. Presidente da República.IV . em lista tríplice. Ao Conselho Federal assim constituído caberá. Ministro do Trabalho e Previdência Social Lei nº 5. II. 6.73 Seção I fls. Art. III e IV deste artigo são da alçada dos Conselhos Regionais e a referida no inciso V. e Júlio Barata.825 . (Ass. Parágrafo único. do Conselho Federal. ouvido o Conselho Regional interessado.

nos termos da lei.aqueles que. IV . expedido de acordo com a legislação e registrado pelo órgão competente. observadas as disposições desta Lei. respeitados os respectivos graus de habilitação. Art.A Enfermagem e suas atividades Auxiliares somente podem ser exercidas por pessoas legalmente habilitadas e inscritas no Conselho Regional de Enfermagem com jurisdição na área onde ocorre o exercício. Art.São Auxiliares de Enfermagem: . Tamanho da Letra A A + Resenha: (Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências) Dispõe sobre a regulamentação do exercício da Enfermagem e dá outras providências.387.o titular do diploma ou certificado de Enfermeira e a titular do diploma ou certificado de Enfermeira Obstétrica ou de Obstetriz. 8º .(vetado) § 1º (vetado) § 2º (vetado) Art.o titular do diploma de enfermeiro conferido por instituição de ensino. pelo Auxiliar de Enfermagem e pela Parteira. III . conferidos nos termos da lei. ou equivalente. 3º . de 28 de março de 1961. 6º . 4º .O planejamento e a programação das instituições e serviços de saúde incluem planejamento e programação de Enfermagem.o titular do diploma ou do certificado de Técnico de Enfermagem. registrado em virtude de acordo de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil como diploma de Técnico de Enfermagem. Art. Parágrafo único. II . Art. O presidente da República.LEI N 7. de Enfermeira Obstétrica ou de Obstetriz. Art.o titular do diploma ou certificado de obstetriz ou de enfermeira obstétrica. 3º do Decreto nº 50.o titular do diploma ou do certificado legalmente conferido por escola ou curso estrangeiro. 1º . Art. registrado em virtude de acordo de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil como diploma de Enfermeiro.São técnicos de Enfermagem: I . 2º . não abrangidos pelos incisos anteriores. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 5º . A Enfermagem é exercida privativamente pelo Enfermeiro. DE 25 DE JUNHO DE 1986.A programação de Enfermagem inclui a prescrição da assistência de Enfermagem.É livre o exercício da Enfermagem em todo o território nacional. conferido por escola estrangeira segundo as leis do país. 7º . II . obtiverem título de Enfermeiro conforme o disposto na alínea ""d"" do Art. pelo Técnico de Enfermagem.São enfermeiros: I .498/86.

774. conferido por escola ou curso estrangeiro. auditoria e emissão de parecer sobre matéria de enfermagem. até 2 (dois) anos após a publicação desta Lei. i) consulta de enfermagem. g) (VETADO). 1º do Decreto-lei nº 8. de 14 de junho de 1956. Art. cabendo-lhe: I . segundo as leis do país. 9º . e) (VETADO).778. pública e privada.(vetado) Art.604. e da Lei nº 3.I . 2º da Lei nº 2. j) prescrição da assistência de enfermagem. coordenação. de 10 de outubro de 1959. 11. b) organização e direção dos serviços de enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços. h) consultoria. Art.o titular do diploma ou certificado a que se refere o inciso III do Art. expedido até a publicação da Lei nº 4. do Decreto-lei nº 8. de 22 de janeiro de 1946.o titular do diploma a que se refere a Lei nº 2.o titular do certificado de Auxiliar de Enfermagem conferido por instituição de ensino. 10 . . VI .822. nos termos da Lei e registrado no órgão competente.o pessoal enquadrado como Auxiliar de Enfermagem. IV . como certificado de Parteira. de 28 de fevereiro de 1967.o titular do diploma ou certificado conferido por escola ou curso estrangeiro.São Parteiras: I . e chefia de serviço e de unidade de enfermagem. O Enfermeiro exerce todas as atividades de enfermagem.a titular do diploma ou certificado de Parteira. segundo as leis do país. nos termos do Decreto-lei nº 23. ou equivalente. do Ministério da Saúde.privativamente: a) direção do órgão de enfermagem integrante da estrutura básica da instituição de saúde. observado o disposto na Lei nº 3.o titular de certificado de Enfermeiro Prático ou Prático de Enfermagem.640. ou por órgão congênere da Secretaria de Saúde nas Unidades da Federação. de 22 de janeiro de 1946. expedido até 1964 pelo Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia. de 10 de outubro de 1959.778.640. nos termos do Decreto-lei nº 299. de 17 de setembro de 1955. f) (VETADO). de 22 de janeiro de 1934.a titular de certificado previsto no Art. III . execução e avaliação dos serviços da assistência de enfermagem. d) (VETADO). registrado em virtude de acordo de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil como certificado de Auxiliar de Enfermagem. V . II . de 20 de dezembro de 1961. organização. II . registrado em virtude de intercâmbio cultural ou revalidado no Brasil.024. c) planejamento.

b) identificação das distocias obstétricas e tomada de providências até a chegada do médico. II . envolvendo serviços auxiliares de Enfermagem sob supervisão. h) acompanhamento da evolução e do trabalho de parto. m) cuidados de enfermagem de maior complexidade técnica e que exijam conhecimentos de base científica e capacidade de tomar decisões imediatas. bem como a participação em nível de execução simples.l) cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida. As profissionais referidas no inciso II do art. envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de Enfermagem em grau auxiliar. 11 desta Lei. 13 . observado o disposto no Parágrafo único do Art. Art. 12 . ainda: a) assistência à parturiente e ao parto normal. g) assistência de enfermagem à gestante. Art. j) educação visando à melhoria de saúde da população. e participação no planejamento da assistência de Enfermagem. e) prevenção e controle sistemático da infecção hospitalar e de doenças transmissíveis em geral. § 4º Participar da equipe de saúde. d) participação em projetos de construção ou reforma de unidades de internação. exceto as privativas do Enfermeiro. execução e avaliação dos planos assistenciais de saúde. de natureza repetitiva. f) prevenção e controle sistemático de danos que possam ser causados à clientela durante a assistência de enfermagem. c) prescrição de medicamentos estabelecidos em programas de saúde pública e em rotina aprovada pela instituição de saúde. reconhecer e descrever sinais e sintomas. execução e avaliação da programação de saúde. quando necessária. § 2º Executar ações assistenciais de Enfermagem. em processos de tratamento. 6º desta lei incumbe.como integrante da equipe de saúde: a) participação no planejamento.O Auxiliar de Enfermagem exerce atividades de nível médio. i) execução do parto sem distocia. cabendo-lhe especialmente: § 1º Observar. b) participação na elaboração. . cabendo-lhe especialmente: § 1º Participar da programação da assistência de Enfermagem. § 2º Executar ações de tratamento simples. parturiente e puérpera.O Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio. § 3º Participar da orientação e supervisão do trabalho de Enfermagem em grau auxiliar. c) realização de episiotomia e episiorrafia e aplicação de anestesia local. Parágrafo único.

17 .06.(vetado) Art. estadual. federal. somente poderá ser concedida durante o prazo de 10 (dez) anos. os preceitos desta Lei.Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. respeitados os direitos adquiridos quanto a vencimentos e salários. em 25 de junho de 1986. sem possuir formação específica regulada em lei.Revogam-se (vetado) as demais disposições em contrário.(vetado) Art. no provimento de cargos e funções e na contratação de pessoal de Enfermagem. 23 . municipal. 12 e 13 desta Lei. Art. Art. Art.(vetado) Parágrafo único . 14 .(vetado) Art. de 25.Os órgãos a que se refere este artigo promoverão as medidas necessárias à harmonização das situações já existentes com as diposições desta Lei.O Poder Executivo regulamentará esta Lei no prazo de 120 (cento e vinte) dias a contar da data de sua publicação. somente podem ser desempenhadas sob orientação e supervisão de Enfermeiro.(vetado) Art.A autorização referida neste artigo. a contar da promulgação desta Lei.(vetado) Art. a exercer atividades elementares de Enfermagem. 15 . 26 .(vetado) Art. Art. de todos os graus.Os órgãos de pessoal da administração pública direta e indireta. § 4º Participar da equipe de saúde. Parágrafo único . 18 . 22 . 19 . em virtude de carência de recursos humanos de nível médio nesta área.O pessoal que se encontra executando tarefas de Enfermagem. 165º da Independência e 98º da República José Sarney Almir Pazzianotto Pinto Lei nº 7.(vetado) Art.As atividades referidas nos arts. do Distrito Federal e dos Territórios observarão.§ 3º Prestar cuidados de higiene e conforto ao paciente. (vetado) Art. será autorizado. 15 desta Lei. 25 . e em programas de saúde.(vetado) Parágrafo único. 24 . públicas e privadas. 16 . Parágrafo único . Art. 27 . que obedecerá aos critérios baixados pelo Conselho Federal de Enfermagem. quando exercidas em instituições de saúde. 20 . observado o disposto no Art. Brasília.86 .498. pelo Conselho Federal de Enfermagem. Art. 21 .

infecções. Uns têm apenas alguns sintomas leves.Icterícia (cor amarela nos olhos e pele): é o sinal mais freqüente da doença. Em crianças com anemia falciforme.Crise de dor: é o sintoma mais freqüente da doença falciforme causado pela obstrução de pequenos vasos sanguíneos pelos glóbulos vermelhos em forma de foice. tornando-os parecidos com uma foice. é essencial para a saúde de todos os órgãos do corpo. Diagnóstico: A detecção é feita através do exame eletroforese de hemoglobina. . Essas crises têm duração variável e podem ocorrer várias vezes ao ano. proporciona a detecção precoce de hemoglobinopatias. A dor é mais freqüente nos ossos e nas articulações. realizado gratuitamente antes do bebê receber alta da maternidade.Síndrome mão-pé: nas crianças pequenas as crises de dor podem ocorrer nos pequenos vasos sangüíneos das mãos e dos pés. outros apresentam um ou mais sinais. Geralmente são associadas ao tempo frio. Para prevenir o aparecimento das úlceras. porém atingir qualquer parte do corpo. As úlceras podem levar anos para a cicatrização completa. A hemoglobina. principalmente as crianças podem ter mais pneumonias e meningites. No Brasil. daí o nome falciforme. aparece um pigmento amarelo no sangue que se chama bilirrubina. podendo. Sintomas: A anemia falciforme pode se manifestar de forma diferente em cada indivíduo. Essa condição é mais comum em indivíduos da raça negra. problemas emocionais. causando inchaço. mas devido à intensa miscigenação historicamente ocorrida no país. . período pré-menstrual. os pacientes devem usar meias grossas e sapatos.Anemia Falciforme O que é: Anemia falciforme é uma doença hereditária (passa dos pais para os filhos) caracterizada pela alteração dos glóbulos vermelhos do sangue. . como o cérebro e o coração. dor e vermelhidão no local. Por isso elas devem receber vacinas especiais para prevenir estas complicações. .Seqüestro do Sangue no Baço: o baço é o órgão que filtra o sangue. . Quando o glóbulo vermelho se rompe. O quadro não é contagioso e não deve ser confundido com hepatite. . Essas células têm sua membrana alterada e rompem-se mais facilmente. a partir da adolescência.Infecções: as pessoas com doença falciforme têm maior propensão a infecções e. gravidez ou desidratação. que transporta o oxigênio e dá a cor aos glóbulos vermelhos. Ao primeiro sinal de febre deve-se procurar o hospital onde é feito o acompanhamento da doença. O teste do pezinho. como a anemia falciforme.Úlcera (ferida) de Perna: ocorre mais freqüentemente próximo aos tornozelos. o baço pode aumentar rapidamente por seqüestrar todo o sangue e isso pode levar rapidamente à morte por falta de sangue para os outros órgãos. fazendo com que o branco dos olhos e a pele fiquem amarelos. . se não forem bem cuidadas no início do seu aparecimento. pode ser observada também em pessoas de raça branca ou parda. representam cerca de 8% dos negros. É uma complicação da doença que envolve risco de vida e exige tratamento emergencial. causando anemia. Isto certamente fará com que a infecção seja controlada com mais facilidade. Os sintomas geralmente aparecem na segunda metade do primeiro ano de vida da criança.

as crianças devem ter seu crescimento e desenvolvimento acompanhados.Tratamento: Quando descoberta a doença. Além disso. enfermeiras. A equipe é formada por médicos. . etc. assistentes sociais. psicólogos. como normalmente é feito com todas as outras crianças que não têm a doença. os pacientes devem ser acompanhados por toda a vida por uma equipe com vários profissionais treinados no tratamento da anemia falciforme para orientar a família e o doente a descobrir rapidamente os sinais de gravidade da doença. nutricionistas. Nesse programa. a tratar adequadamente as crises e a praticar medidas para sua prevenção. dentistas. o bebê deve ter acompanhamento médico adequado baseado num programa de atenção integral.

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