PPRA

Programa de Prevenção de Riscos Ambientais

Empresa:

FOZ DO RIO CLARO

Novembro 2010 – Outubro 2011

(Responsável Técnico) Ismael Dias de Almeida

São Simão Goiás

ÍNDICE

Artigo I INTRODUÇÃO.................................................................................................3 Artigo II RISCOS AMBIENTAIS.................................................................................3 Artigo III OBJETIVO.....................................................................................................5 Artigo IV Antecipação dos riscos ocupacionais............................................................6 Artigo V RESPONSABILIDADE DO EMPREGADOR.............................................6 Artigo VI RESPONSABILIDADE DO EMPREGADO..............................................7 Artigo VII APRESENTAÇÃO DA EMPRESA...........................................................7 Artigo VIII ATIVIDADE DA EMPRESA....................................................................7 Artigo IX A USINA.........................................................................................................8 Artigo X Artigo XI Artigo XII MEIO AMBIENTE.......................................................................9 COMO FUNCIONA A USINA.................................................24 METODOLOGIA UTILIZADA .........................................26

Artigo XIII LEVANTAMENTO DE RISCO..............................................................27 Artigo XIV RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS.........................27 Artigo XV FUNÇÕES E RISCOS................................................................................33 Artigo XVI EFEITOS DOS AGENTES AMBIENTAIS...........................................35 FISICO...........................................................................................................................35 Ruido..........................................................................................................35 QUIMICO..................................................................................................35 Artigo XVII REDUÇÃO DOS RISCOS ENCONTRADOS......................................35 Artigo XVIII FOTOS....................................................................................................36 Artigo XIX CRONOGRAMA......................................................................................40 Artigo XX ANEXO I.....................................................................................................41 Artigo XXI ANEXO II..................................................................................................42 Artigo XXII BIBLIOGRAFIA.....................................................................................43 Artigo XXIII RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART.........................................44

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

2

ERGO SAUDE OCUPACIONAL (ESO) TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO ISMAEL DIAS

ARTIGO I

INTRODUÇÃO

O P.P.R.A. (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) – Norma Regulamentadora n.º 9, da Lei n.6.514/(1977), é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, devendo estar articulado com as demais NR’s da SST/MTE, em especial com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO, previsto na Norma Regulamentadora n.º 7. O P.P.R.A. consiste em uma série de procedimentos que visa:  O reconhecimento dos agentes ambientais que podem provocar danos à saúde ou integridade do trabalhador;  Planejamento estratégico visando à redução total ou parcial dos riscos ambientais à saúde, segurança e integridade do trabalhador;  Em conjunto com o P.C.M.S.O, acompanhamento da saúde física e mental do trabalhador, entre outras.

ARTIGO II RISCOS AMBIENTAIS Para efeitos legais, são considerados os seguintes agentes ambientais: Consideram-se agentes físicos diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não-ionizantes, bem como o infra-som e ultra-som; Medidas preventivas para evitar os agentes Físicos: Eliminar o risco na fonte geradora, prestar atenção no local de trabalho, verificar as condições de segurança existentes, orientar os colaboradores sobre a necessidade do uso de EPI’s, envolver a CIPA no ambiente de trabalho, ministrar palestra preventiva, manter organizado o ambiente de trabalho, evitando assim possíveis acidentes a saúde e integridade física e psicológica dos colaboradores. Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostas ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeira, fumos, névoas, neblinas,
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

3

gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão; Vias de Contaminação Pela Pele As substâncias químicas penetram pela pele, podendo passar para a corrente sanguínea, fazendo mal à saúde. Pela Boca Ao comer no local de trabalho e comer substâncias nocivas, alimentos estragados, ou contaminados, roer unhas pode causar a entrada de substâncias tóxicas no organismo. Pela Respiração Ao respirar gases, vapores, fumos, poeiras ou fumaças que entram no organismo e vão para diferentes órgãos. Medidas Preventivas Comer, beber líquidos ou fumar no local de trabalho, ou até mesmo beber água com as mãos, são hábitos inadequados que podem causar sérios problemas de saúde; Use sempre os EPI’s recomendados; ter cuidados com o meio ambiente; treinamento constante, quanto às medidas de prevenção, higienização e maneira correta de utilização dos EPI’s. consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus entre outros. Vias de Contaminação Pela Pele
As substâncias químicas penetram pela pele, podendo passar para a corrente sanguínea, fazendo mal à saúde. Pela Boca

Ao comer no local de trabalho e comer substâncias nocivas, alimentos estragados, ou contaminados, roer unhas pode causar a entrada de substâncias tóxicas no organismo. Pela Respiração ao respirar gases, vapores, fumos, poeiras ou fumaças que entram no organismo e vão para diferentes órgãos. Medidas Preventivas Comer, beber líquidos ou fumar no local de trabalho, ou até mesmo beber água com as mãos, são hábitos inadequados que podem causar sérios problemas de saúde;
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

4

Use sempre os EPI’s recomendados;Ter cuidados com o meio ambiente; Treinamentos constantes, quanto às medidas de prevenção, higienização e maneira correta de utilização dos EPI’s.

ARTIGO III OBJETIVO Esta avaliação tem por objetivo atender a Instrução Normativa nº 20/out/2007 da Previdência Social e;a NR09 - “Riscos Ambientais” A Legislação Trabalhista Brasileira é baseada em um conjunto de Leis, denominado Consolidação das Leis do trabalho (CLT). Os artigos nº 154 até 201, da CLT, tratam de Segurança e Medicina do trabalho e está contido no Capítulo V do Título II da CLT, cujo texto foi alterado pela Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1.977. Esses artigos da CLT foram regulamentados pelo Ministério do Trabalho, inicialmente pela Portaria nº 3.214 de 08 de junho de 1.978, que criou as Normas Regulamentadoras (NR’s). Essas Normas foram modificadas ao longo do tempo por outras Portarias Ministeriais e Inter-Ministeriais, mas, a Portaria 3.214 é base de todas as Normas Regulamentadoras.São 33 NR’s, sendo que o PPRA é previsto pela NR-9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais, que teve sua redação alterada pela Portaria nº 25 de 29 de dezembro de 1.994, tendo entrado em vigor em 30 de dezembro de 1.994, com prazo de 180 dias para adaptação às novas exigências quanto ao PPRA, ou seja, está em vigor. A NR-9 foi alterada para adequar-se às Convenções nº 148 e 155 da OIT – Organização Internacional do trabalho. A Convenção 148 da OIT refere-se à Proteção dos Trabalhadores Contra os Riscos Profissionais devido à contaminação do Ar, ao Ruído, Vibrações no Local de trabalho. O Decreto Legislativo nº 93.413, de 15 de outubro de 1.986, determina que seja cumprida a Convenção 148 da OIT. A convenção 155 da OIT refere-se à Segurança e Saúde dos trabalhadores e o Meio Ambiente de Trabalho. O Decreto Legislativo Nº 2, de 17 de março de 1.992, aprovou o Texto da Convenção 155 da OIT.

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

5

O Decreto Nº 1.254, de 29 de setembro de 1.994, promulgou a referida convenção 155, determinando que a mesma seja cumprida “Tão inteiramente como nela se contém” [Dec. 1254 art. 1º.]. A Constituição da República Federativa do Brasil, no título II, Capítulo II, Artigo 7º., inciso XXII, estabelece que “São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social, ...redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança,...”. A análise para efetiva aplicabilidade desta avaliação será o guia da administração: Para Atingir o objetivo principal que é a eliminação ou neutralização dos possíveis Riscos Potenciais de Acidentes; em benefício das relações empregado-empregador em prol da integridade física e da saúde do trabalhador.

ARTIGO IV ANTECIPAÇÃO DOS RISCOS OCUPACIONAIS A antecipação dos riscos ambientais tem por objetivo a identificação prévia dos riscos, a fim de serem introduzidas as correspondentes medidas preventivas necessárias. Sempre que ocorrerem situações de novos projetos e instalações produtivas, alterações de métodos e processos de trabalho, inclusive alteração significativa do número de empregados, será utilizada a técnica de análise preliminar de riscos.

ARTIGO V RESPONSABILIDADE DO EMPREGADOR Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA como atividade permanente na empresa, informar aos trabalhadores, de maneira apropriada e suficiente, sobre os riscos ambientais em seus locais de trabalho e sobre as formas adequadas de se prevenir tais riscos;garantir aos trabalhadores a interrupção de suas atividades, com a comunicação do fato ao superior hierárquico, em caso de situação de risco grave e iminente ou de agravos à saúde por agentes ambientais,executar ações integradas com outros empregadores, caso realizem atividades num mesmo local, visando à proteção de todos os trabalhadores expostos a riscos ambientais; incentivar a participação dos trabalhadores que podem contribuir na elaboração do PPRA e no desenvolvimento de suas ações.
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

6

Deverá ser efetuada, sempre que necessário, e pelo menos uma vez ao ano, uma análise global do PPRA para avaliação do seu desenvolvimento e realização dos ajustes necessários e estabelecimento de novas metas e prioridades.

ARTIGO VI RESPONSABILIDADE DO EMPREGADO Colaborar e participar da implantação e execução do PPRA; seguir as orientações recebidas nos treinamentos do PPRA; informar aos seus superiores hierárquicos as ocorrências que a seu julgamento possam implicar em riscos à saúde dos trabalhadores; apresentar propostas e se empenhar em receber informações ou anotações como forma de prevenção aos riscos ambientais identificados no PPRA.

ARTIGO VII APRESENTAÇÃO DA EMPRESA • • • • • •   • • • • FOZ DO RIO CLARO EMPRESA: 07.823.262/0001-03 C.N.P.J.: Foz Do Rio Claro NOME FANTASIA: Rod. Br 364, Km 8 - Zona Rural ENDEREÇO: (64) 3658.0450/0459 TELEFONE: São Simão CIDADE: Goiás ESTADO: 75890-000 CEP: 35.11-5-00 (CNAE): Geração de energia elétrica. ATIVIDADE PRINCIPAL 3 GRAU DE RISCO: 18 COLABORADORES ARTIGO VIIIATIVIDADE DA EMPRESA

A Empresa: A FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S.A. é uma empresa genuinamente nacional que detém a concessão para explorar os recursos hídricos na geração de energia elétrica do Rio Claro, no estado de Goiás. A empresa foi criada em 2006, pela Alusa Engenharia Ltda para a implantação da Usina Hidrelétrica Foz do Rio Claro. Localizada no Sul de Goiás, entre os municípios de Caçu, São Simão e o distrito de Itaguaçu, a nova usina está a cerca de 400 km da capital, Goiânia. A região é conhecida pela vocação agropecuária e começa a despontar no cenário brasileiro com a formação de
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

7

um complexo energético. A Foz do Rio Claro, juntamente com outros quatro empreendimentos hidrelétricos em construção no local, contribuirão para o aumento da capacidade de energia elétrica do País. Mais que gerar energia, a Foz do Rio Claro Energia tem um compromisso com o meio ambiente. O objetivo de todos os envolvidos no projeto é chegar ao final da implantação com um passivo ambiental zero, minimizando as influências da obra na região e promovendo a interação da empresa com a comunidade positivamente.

ARTIGO IX A USINA O Desafio de transformar o potencial hidráulico em capacidade de geração de energia elétrica é algo enfrentado com determinação e experiência profissional pela Foz do Rio Claro Energia S.A. O projeto da UHE Foz do Rio Claro reúne técnicas de engenharia consolidadas que garantem a qualidade e a segurança do empreendimento. A obra de implantação da nova usina começou em agosto de 2007 e a previsão é que a geração de energia comece em outubro de 2009. A Foz do Rio Claro Energia terá uma

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

8

capacidade instalada de 68,4 MW, energia suficiente para atender as necessidades de uma cidade com cerca de 160 mil habitantes. Para gerar energia, a Foz do Rio Claro irá trabalhar no regime fio d’agua, em que toda a água que passa pela turbina gera energia elétrica. Com este tipo de geração não há a necessidade de represar grandes quantidades de água, criando um reservatório considerado de pequeno porte, diminuindo assim, os impactos da usina nas áreas adjacentes ao empreendimento. A Foz do Rio Claro em números: Área do reservatório: cerca de 7 km2 Altura da barragem: 35 m – do tipo mista (enrocamento e aterro) Comprimento da barragem: 400 metros Volume de concreto utilizado na obra: cerca de 80 mil metros 3 Vertedouros: 3 comportas 2 Turbinas Kaplan de eixo vertical: 34,2 MW cada Previsão para gerar energia: 1ª turbina – 10/2009 2ª turbina – 12/2009

ARTIGO X

MEIO AMBIENTE

Compromisso com o meio ambiente: A implantação da Usina Hidrelétrica Foz do Rio Claro foi precedida por um amplo estudo ambiental (EIA/RIMA). Com base nesses estudos, foi desenvolvido um Plano Básico Ambiental (PBA) que contém 26 programas. O objetivo é gerenciar, monitorar e executar ações que minimizem a influência do empreendimento no meio ambiente. As atividades estão sob a responsabilidade de uma

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

9

equipe de 70 profissionais que cuidam dos aspectos físicos, bióticos, socioeconômicos e do canteiro de obras.
Documentos históricos de licenciamento - Foz do Rio Claro Energia S/A

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

10

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

11

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

12

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

13

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

14

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

15

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

16

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

17

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

18

Fonte:http://www.fozrioclaro.com.br/zpublisher/materias/empresa.asp?id=16677

• •

PBA´s Meio Biótico
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

19

Programa de Desmatamento e Limpeza do Reservatório

O desmatamento da área que será inundada e os procedimentos de higienização de fossas negras, pocilgas e outras áreas contaminadas fazem parte deste programa. O objetivo é evitar a poluição da água do reservatório, a mortandade de peixes e o mau cheiro causados pela emissão de metano (gás produzido pela decomposição da matéria orgânica).
Programa de Implantação da Unidade de Conservação (Aplicação da Lei SNUC)

Neste programa deverá ser aplicado um valor destinado para Unidades de Conservação (UCs), de acordo com a Lei 9.985, que institui o Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza. O destino desta verba é determinada pela Agência Goiana de Meio Ambiente.
Programa de Inventariamento, Monitoramento e Salvamento da Fauna SilvestreAcompanhar o deslocamento dos animais durante o desmatamento da área do reservatório e resgatar animais ilhados, no período de enchimento são objetivos deste programa. Durante a realização das atividades será feita a identificação e o anilhamento das espécies e a soltura destes animais em área idéias para a sobrevivência. • Programa de Inventariamento, Monitoramento e Salvamento da Ictiofauna

Neste programa serão feitos levantamento dos peixes do reservatório e dos córregos que formam o Rio Claro. Profissionais, em sua maioria Biólogos, irão trabalhar na identificação das espécies, no resgate em lagoas que se formarem no canteiro de obras e na implantação do Mecanismo de Transposição de Peixes (MTB). Todas as atividades serão realizadas com a Licença de Pesca para Fins Científicos da Agência Ambiental de Goiás. Além da ictiofauna, o programa também irá monitorar a qualidade da água do Rio Claro, por meio de análises físico-químicas, bacteriológicas, entre outras. O objetivo é garantir um controle e os múltiplos usos, dentro do Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatórios Artificiais.
Programa de Levantamento e Resgate da Flora Atingida

As espécies nativas da região serão conservadas por profissionais da área de Agronomia, Biologia, Engenharia Florestal, entre outros profissionais. O objetivo é recolher, catalogar e conservar sementes para produzir mudas e resgatar a flora da região.
Programa de Monitoramento do Mexilhão Dourado

As atividades deste programa serão executadas durante toda a implantação da obra e na execução também. O mexilhão dourado (Limnoperna fortunei) constitui uma
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

20

grande ameaça ao empreendimento, já que se instala em equipamentos e estruturas da usina. O molusco também interfere nas atividades pesqueiras.
Programa de Reflorestamento da Área de Preservação Permanente (APP) dos Reservatórios

Realizado em conjunto com o programa de Levantamento e Resgate da Flora Atingida, neste programa os profissionais envolvidos delimitam Área de Preservação Permanente (APP). O local vai abrir o plantio de mudas de espécies nativas e poderá recuperar naturalmente a vegetação típica do local.
Subprograma de Monitoramento e Controle de Macrófitas Aquáticas

Juntamente ao programa de Inventariamento, Monitoramento e Salvamento de Ictiofauna, será desenvolvido o Subprograma de Monitoramento e Controle de Macrófitas Aquáticas, que previne e controla a emissão de efluentes e monitoramento dos indicadores de decomposição de matéria orgânica. MEIO FISICO
Estudos Geológicos e Geotécnicos

Atua em interface com outros programas e indica ações para minimizar os impactos ambientais que possam ser causados por causa do enchimento do lago. Um exemplo é a formação de áreas úmidas em fundos de vales, atingindo também, propriedades particulares.
Monitoramento de Parâmetros Meteorológicos Regionais

Analisa as características do clima da região.
Monitoramento do Nível Piezométrico

Monitora o nível do lençol freático nas áreas que circundam o futuro reservatório. O trabalho é realizado em todas as etapas do enchimento e serve para diagnosticar eventuais impactos sobre as estruturas indiretamente atingidas pelo enchimento do lago.
Programa de Levantamento e Indenização dos Processos Minerários

Por meio deste programa serão levantados os processos minerários existentes em um polígono que cerca a região. O trabalho também prevê uma pesquisa no Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério das Minas e Energia (DNPM), para levantar áreas de análise e lavra.
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

21

Programa de Monitoramento do Uso do Solo e do Controle de Processos Erosivos e de Estabilização de Encostas no Entorno do Reservatório

Desenvolvido por engenheiros agrônomos, neste programa são examinadas e controladas possíveis situações de erosão que possam ocorrer por influência da ação do empreendimento.
Programa de Monitoramento Sismológico Regional

Avalia a atividade sísmica natural da área de influência do reservatório. O trabalho é realizado por profissionais de geologia ou geografia, com especialização em Sismologia.

Sócio Econômico
Plano Ambiental de Conservação e Uso de Reservatórios Artificiais – PACUERA

Segundo Resolução CONAMA 302/02, este plano é um conjunto de diretrizees e proposições com o objetivo de disciplinar a conservação, a recuperação, o uso e a ocupação do entorno do reservatório. O Pacuera é submetido à aprovação das comunidades, por meio de audiências públicas e aprovado pelo órgão ambiental responsável.
Plano de Desenvolvimento Local Integrado Sustentavel

Elaborar estudos e ações para potencializar os efeitos econômicos e sociais positivos do empreendimento na região.
Programa de Arqueologia Preventiva

Pesquisa as áreas em que possivelmente possam ocorrer sítios arqueológicos e faz os levantamentos de patrimônio histórico. Também encaminha os resultados ao Instituto do Patrimônio Histórico e Antropológico Nacional (IPHAN). De acordo com o órgão, os materiais resgatados são catalogados e encaminhados a museus locais e estaduais. Este programa possui o subprograma de Educação Patrimonial.
Programa de Capacitação e Apoio aos Municípios
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

22

Uma das vantagens da construção de uma usina é a abertura de vagas de trabalho para os moradores do local atingido. Proporcionar treinamento e qualificação para esta mão-de-obra e apoiar os municípios na manutenção da qualidade de atendimento aos serviços públicos, durante e após a obra são as diretrizes deste programa
Programa de Comunicação Social

É um elo entre o empreendimento e as comunidades afetadas. A Comunicação Social s erve como apoio aos outros programas e faz com que as atividades se tornem conhecidas de todo o público.
Programa de Educação Ambiental no Canteiro de Obras

Cada empregado ou prestador de serviço de uma obra é responsável pelo sucesso na execução do projeto. A Educação Ambiental para os freqüentados do empreendimento em implantação repassa informações essenciais para as atividades sejam desenvolvidas com segurança, compromisso e dedicação.

Programa de Educação Ambiental nos Municípios

Desenvolvido em conjunto com as secretarias municipais de Educação, Meio Ambiente e Cultura dos municípios, este programa envolve toda a sociedade na formação de um cidadão consciente e comprometido com o meio ambiente.
Programa de Gestão e Gerência Ambiental

Conduz o processo de implantação e desenvolvimento de todos os programas ambientais, promovendo a integração entre eles. A redução de custos relativos ao meio ambiente também é um dos objetivos deste programa.
Programa de Monitoramento de Interferências Urbanas e na Comunidade

Os impactos do empreendimento nas comunidades e na infra-estrutura dos locais atingidos são o alvo de estudo deste programa. Os focos de análises serão a saúde, a educação, a segurança pública e a movimentação de vias públicas. Os dados serão coletados por meio de pesquisas junto a população e aos operários que atuam na usina.
Programa de Negociação

Desenvolve políticas para a aquisição de terras e intermedia os contatos entre o empreendedor e os proprietários de áreas atingidas. Os profissionais atuantes neste programa são responsáveis pela avaliação das terras e das benfeitorias.
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

23

Programa de Relocação de Infra-estruturas e Benfeitorias

O projeto de uma usina hidrelétrica interfere, muitas vezes, em rodovias, acessos, residências, prédios públicos e particulares. Proporcionar alternativas e intermediar esses impactos com a população são uma das responsabilidades dos envolvidos neste programa.
Programa de Saúde Pública

Monitora os atendimentos na rede pública de saúde e executa ações preventivas para garantir a população o atendimento de qualidade executado antes da implantação da obra, mesmo durante e até após a conclusão do empreendimento. Atua em parceria com o programa de Capacitação e Apoio aos Municípios e possui subprogramas, como: Subprograma de Saúde do Trabalhador; Subprograma de Monitoramento das Doenças de Veiculação Hídrica; Subprograma de Prevenção de Acidentes com Animais Peçonhentos.
Subprograma de Apoio à Criação do Comitê de Bacia Hidrogéfica

De acordo com a Lei Federal 9.433/97 é uma atribuição da Agência Nacional de Água, a formação de comitês ara a criação e gestão dos recursos hídricos.

Subprograma de Apoio ao Combate à Prostituição Infantil

Atuando em parceria com os Conselhos Tutelares Municipais, este sub-programa visa a luta contra a prostituição infantil, principalmente na região. Artigo XI O COMO FUNCIONA A USINA que é

Uma usina hidrelétrica pode ser definida como um conjunto de obras e equipamentos cuja finalidade é a geração de energia elétrica, através de aproveitamento do potencial hidráulico existente em um rio. O potencial hidráulico é proporcionado pela vazão hidráulica (volume d’água do rio) e pela concentração dos desníveis existentes ao longo do curso de um rio (ex. cachoeiras, corredeiras, etc.). Isto pode se dar:
• •

De forma natural, quando o desnível está concentrado numa cachoeira; Através de uma barragem, quando pequenos desníveis são concentrados na altura da barragem;
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

24

Através de desvio do rio de seu leito natural, concentrando-se os pequenos desníveis nesse desvio

Basicamente, uma usina hidrelétrica compõe-se das seguintes partes:
• • • •

Barragem; Sistemas de captação e adução de água; Casa de força; Sistema de restituição de água ao leito natural do rio.

Cada parte se constitui em um conjunto de obras e instalações projetadas harmoniosamente para operar, com eficiência, em conjunto. Como Funciona A água captada no lago formado pela barragem é conduzida até a casa de força através de canais, túneis e/ou condutos metálicos. Após passar pela turbina hidráulica, na casa de força, a água é restituída ao leito natural do rio, através do canal de fuga. Dessa forma a energia hidráulica é transformada em energia mecânica. Quando a água passa pela turbina faz com que esta gire e, no gerador – que também gira acoplado mecanicamente à turbina – a energia mecânica é transformada em energia elétrica. A energia assim gerada é levada através de cabos ou barras condutoras dos terminais do gerador até o transformador elevador, onde tem sua tensão (voltagem) elevada para adequada condução, através de linhas de transmissão, até os centros de consumo. Daí, através de transformadores abaixadores, a energia tem sua tensão levada a níveis adequados para utilização pelos consumidores. Vantagens A maior vantagem das usinas hidrelétricas é a transformação limpa do recurso energético natural. Não há resíduos poluentes e há baixo custo da geração de energia, já que o principal insumo energético, a água do rio, está inserido na usina. Além da geração de energia elétrica, o aproveitamento hidrelétrico proporciona outros usos tais como irrigação, navegação, pesca turismo, lazer e amortecimentos de cheias.
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

25

Artigo XII

METODOLOGIA UTILIZADA ESTUDO DO LAYOUT DA EMPRESA

Por se tratar de empresa que atua na área de Geração de Energia Elétrica os principais riscos encontrados são: Físico agente ruído em maquinas e equipamentos. Para a elaboração deste documento, foram empregados os seguintes procedimentos: Acompanhamento dos diversos ambientes de trabalho existentes na empresa: Cargos e funções; máquinas, equipamentos e móveis utilizados; Ambiente de trabalho (layout, quantidade suficiente de pessoas, jornada de trabalho) Acompanhamento das rotinas de trabalho de todos os trabalhadores, por amostragem, medições dos níveis de iluminação e ruídos. Questionário aplicado aos empregados, selecionados ao acaso, em cada setor da empresa, contendo:  Descrição das atividades exercidas;  Quantidades de colaboradores na execução das tarefas;  Queixas de dores durantes ou depois da jornada de trabalho;  Antecedentes doenças ocupacionais com ou sem afastamento em outros empregos anteriores; Levantamento de dados contidos nas avaliações ocupacionais periódicas com médico do trabalho, conforme dados do PCMSO anteriores. OS RISCOS SÃO CLASSIFICADOS QUANTO AO GRAU DE INCIDÊNCIA

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

26

Grau de risco 1 2 3 4

Artigo XIII

Prioridade

LEVANTAMENTO DE RISCO

insignificante baixo moderado alto ou sério

Descrição A implantação da medida de controle não é necessária ou manter as medidas já existentes. A implantação da medida de controle é necessária porém a prioridade é baixa. Manter as medidas já existentes A implantação da medida de controle é necessária e a prioridade é média, ou a melhoria das medidas já existentes. Medida de controle necessária e a prioridade são altas. Devem ser adotadas medidas provisórias imediatamente.

Para efeitos legais, conforme estabelecido nas Normas Regulamentadoras NR,s 5 e 9, consideram –se riscos ambientais o agente físico, químico, biológicos, existentes nos ambiente de trabalho que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição, são capazes de causar danos à saúde do trabalhador.

Agentes Físicos: diversas formas de energia a que possam estar expostos os

trabalhadores, tais como ruídos, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, bem como o infra-som e ultra-som. Agentes Químicos: substâncias, compostas ou produtos que possam

penetrar no organismo do trabalhador, quer pela via respiratória, como poeiras, fumos, neblinas, névoas ou vapores quer pelas vias cutâneas ou por ingestão. Agentes Biológicos: bactérias fungos e vírus.

Artigo XIV

RECONHECIMENTO DOS RISCOS AMBIENTAIS

FOZ DO RIO CLARO Ramo de Atividade: Geração de energia elétrica Colaborador: Danilo Ferdinando Carandina Área de atuação: UHE Foz do Rio Claro

CNPJ: 37.275.609/0001-83 CNAE: 35.11-5-00 Cargo/ Função: Engenheiro

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

27

Atividades: Responder técnica e administrativamente pela UHE, inclusive com contatos com órgãos públicos da região; - Programar, supervisionar e acompanhar a manutenção dos equipamentos eletromecânicos e dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle da UHE Foz do Rio Claro;- Dar o suporte e efetuar, se necessário, a operação local dos equipamentos da usina e subestação, sob a coordenação do COG- Centro de Operação da Geração. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência - 02(dois) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas capacete e calçado de segurança quando em serviços na obra. FOZ DO RIO CLARO Ramo de Atividade: Geração de energia elétrica CNPJ: 37.275.609/0001-83 CNAE: 35.11-5-00

Colaborador: Mauro Teixeira Cargo/ Função: Técnico de manutenção mecânica Ferreira pleno Área de atuação: UHE Foz do Rio Claro Atividades: Dar o suporte e, se necessário, efetuar a operação local dos equipamentos da usina e subestação, sob a coordenação do COG; Participar e auxiliar na manutenção dos equipamentos eletromecânicos e dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle da UHE Foz do Rio Claro. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência - 02(dois) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruído Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas capacete e calçado de segurança quando em serviços na obra.

FOZ DO RIO CLARO Ramo de Atividade: Geração de energia elétrica

CNPJ: 37.275.609/0001-83 CNAE: 35.11-5-00

Colaborador: Nicola Prado Cargo/ Função: Técnico de manutenção mecânica pleno Área de atuação: UHE Foz do Rio Claro

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

28

Atividades: Efetuar a manutenção dos equipamentos mecânicos da UHE Foz do Rio Claro;Participar e auxiliar na manutenção dos equipamentos elétricos e dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle da UHE Foz do Rio Claro; Dar o suporte e, se necessário, efetuar a operação local dos equipamentos da usina e subestação, sob a coordenação do COG. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência - 02(dois) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas capacete e calçado de segurança quando em serviços na obra.

FOZ DO RIO CLARO Ramo de Atividade: Geração de energia elétrica

CNPJ: 37.275.609/0001-83 CNAE: 35.11-5-00

Colaborador: Reginaldo Botelho Cargo/ Função: Técnico de manutenção elétrica Soares junior Área de atuação: UHE Foz do Rio Claro Atividades: Efetuar a manutenção dos equipamentos elétricos da UHE Foz do Rio Claro; - Participar e auxiliar na manutenção dos equipamentos mecânicos e dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle da UHE Foz do Rio Claro; - Dar o suporte e, se necessário, efetuar a operação local dos equipamentos da usina e subestação, sob a coordenação do COG. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 03(três) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas,capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas

FOZ DO RIO CLARO Ramo de Atividade: Geração de energia elétrica Colaborador: Celso Henrique Ustolin Moia

CNPJ: 37.275.609/0001-83 CNAE: 35.11-5-00 de manutenção
29

Cargo/ Função: Técnico eletrônica/automação junior

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

Área de atuação: UHE Foz do Rio Claro Atividades: Efetuar a manutenção dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle da UHE Foz do Rio Claro; Participar e auxiliar na manutenção dos equipamentos eletromecânicos UHE Foz do Rio Claro; - Dar o suporte e, se necessário, efetuar a operação local dos equipamentos da usina e subestação, sob a coordenação do COG. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 03(três) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas,capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas FOZ DO RIO CLARO CNPJ: 37.275.609/0001-83

Ramo de Atividade: Geração de energia CNAE: 35.11-5-00 elétrica Colaborador: Rodrigo Dias Cargo/ Função: Técnico de manutenção eletrônica Santos /automação Junior Área de atuação: COG Atividades: Efetuar a manutenção do sistema de supervisão e controle do COG; - Participar e auxiliar na supervisão, controle e execução da operação eletroenergética e hidráulica das UHEs e PCHs da empresa, em tempo real, via Sistema de Supervisão e Controle do COG e em consonância com as orientações emanadas dos Centros de Operação do ONS; - Participar e auxiliar na manutenção dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle dos sistemas de comando, proteção, supervisão e controle da UHE Foz do Rio Claro. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 03(três) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO Ruido QUIMICO Sem risco especifico BIOLOGICOS Sem risco especifico

Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas, capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas

FOZ DO RIO CLARO Ramo de Atividade: Geração de energia elétrica
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

CNPJ: 37.275.609/0001-83 CNAE: 35.11-5-00
30

Colaborador: Gilberto Ferreira dos Cargo/ Função: Técnico de operação sêniorSantos supervisor COG Área de atuação: COG Atividades: Coordenar e supervisionar a atuação das equipes de pré e pós operação e de tempo-real do COG; - Coordenar a elaboração da programação eletroenergética e hidráulica das UHEs e PCHs da empresa de acordo com as orientações emanadas do NOS. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 02(dois) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas, capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas. FOZ DO RIO CLARO CNPJ: 37.275.609/0001-83 Ramo de Atividade: Geração de energia CNAE: 35.11-5-00 elétrica Colaborador: Gilberto Ferreira dos Cargo/ Função: Técnico de operação sêniorSantos supervisor COG Área de atuação: COG Atividades: Coordenar e supervisionar a atuação das equipes de pré e pós operação e de tempo-real do COG; - Coordenar a elaboração da programação eletroenergética e hidráulica das UHEs e PCHs da empresa de acordo com as orientações emanadas do NOS. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 02(dois) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas, capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas.

FOZ DO RIO CLARO

CNPJ: 37.275.609/0001-83

Ramo de Atividade: Geração de energia CNAE: 35.11-5-00 elétrica Colaboradores: Donizetti Vitor Cargo/ Função: Técnico de operação sênior – pré Ferrarezi e e pós operação Nivaldo Maganha Área de atuação: COG

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

31

Atividades: Participar da elaboração da programação eletroenergética e hidráulica das UHEs e PCHs da empresa de acordo com as orientações emanadas do ONS; - Analisar as solicitações de liberações de equipamentos para execução de serviços; - Efetuar a análise das ocorrências e perturbações envolvendo as UHEs e PCHs da empresa; - Apoiar e participar da supervisão, controle e execução da operação eletroenergética e hidráulica das UHEs e PCHs da empresa, em tempo real, via Sistema de Supervisão e Controle do COG e em consonância com as orientações emanadas dos Centros de Operação do NOS. Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 02(dois) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas, capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas. FOZ DO RIO CLARO CNPJ: 37.275.609/0001-83

Ramo de Atividade: Geração de energia CNAE: 35.11-5-00 elétrica Colaboradores: Gilberto Francisco de Cargo/ Função: Técnico de operação Oliveira, Ivan de Sousa e Carlos Cesar sêniortempo real Antunes (turno de revezamento) Área de atuação: COG Atividades: Efetuar a supervisão, controle e execução da operação eletroenergética e hidráulica das UHEs e PCHs da empresa, em tempo real, via Sistema de Supervisão e Controle do COG e em consonância com as orientações emanadas dos Centros de Operação do ONS; Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 03(três) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Ruido Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas, capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas.

FOZ DO RIO CLARO Ramo de Atividade: Geração de energia elétrica

CNPJ: 37.275.609/0001-83 CNAE: 35.11-5-00

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

32

Colaboradores: Cesar Augusto de Lima Cargo/ Função: Técnico de operação Bueno, Fernanda Soares Vilela, Mailson junior – tempo real Donizete Benevenuto, Fernando Bueno (turno de revezamento) Carvalho Silva, Aline Assis Santos, Pedro Henrique e Mauricio Carneiro. Área de atuação: COG Atividades: Participar e auxiliar na supervisão, controle e execução da operação eletroenergética e hidráulica das UHEs e PCHs da empresa, em tempo real, via Sistema de Supervisão e Controle do COG e em consonância com as orientações emanadas dos Centros de Operação do ONS; Iluminação: Natural/Artificial Grau de Incidência – 03(três) Ambiente : local de trabalho com índices satisfatórios de conforto operacional Riscos Ocupacionais: FISICO QUIMICO BIOLOGICOS Sem risco especifico Sem risco especifico Sem risco especifico Medidas de controle Existente EPI´s: Utilizar: protetor auricular plug, quando em serviços com maquinas ruidosas, capacete e calçado isolante de choque elétrico quando em serviços com maquinas energizadas. Artigo XV FUNÇÕES E RISCOS

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

33

Legenda: G1 – Risco físicos; G2 – Risco químicos; G3 – Risco biológicos.

Aparelhos utilizados: Decibelímetro digital Marca: Instrutherm; Modelo: DEC-460; Função Engenheiro Téc. Operação Sênior (mantenedor) Técnico de manutenção mecânica pleno Técnico de manutenção elétrica junior Técnico de manutenção eletrônica/automação junior Técnico de manutenção eletrônica/automação Junior / COG Técnico de operação sênior - supervisor COG Técnico de operação sênio - pré e pós operação COG Técnico de operação sênio - tempo real (turno de revezametno) COG Técnico de operação Junior - tempo real (turno de revezamento) G1 - Ruídos: Ocasional G1 - Ruídos: Ocasional G1 - Ruídos: Ocasional G1 - Ruídos: Ocasional G1 - Ruídos: Ocasional Riscos ambientais G1 - Ruídos: Ocasional G1 - Ruídos: Ocasional G1 - Ruídos: Ocasional

G1 - Ruídos: Ocasional

G1 - Ruídos: Ocasional

COG Calibração em 94dB; Leitura com ponderação A e velocidade Slow. As medidas encontradas nos setores não ultrapassarão Limite de Tolerância = 85 dB, considerando-se jornada de trabalho de 8h/dia, de acordo com o anexo 1, da NR 15. Nível de conforto: 60 dB (A) – OMS (Organização Mundial de Saúde).

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

34

Luxímetro digital Marca Minipa; Modelo: MLM-1010; Precisão +- 4% Leitura + 0,5%f.s, abaixo de 10.000 lux. Calibrado com o padrão de lâmpada incandescente 2856K. Obs: A Iluminação do prédio encontra se de acordo com NBR 5413 Horário das medições das 10:00 as 17:00 Artigo XVI EFEITOS DOS AGENTES AMBIENTAIS

FISICO

EFEITOS

Cansaço, irritação, dores de cabeça, diminuição da audição, Ruido
QUIM ICO

aumento da pressão arterial, problemas no aparelho digestivo. EFEITOS

Contaminação com Irritação, dores de cabeça, vômitos, irritação da pele, produtos químicos Óleos e graxas BIOLOGICO Vírus; bactérias; protozoários; fungos; parasitas; bacilos. mucosas e vias respiratórias, queimaduras, tóxicos quando ingeridos por via respiratória ou digestiva. EFEITOS

Infecções variadas externas e internas

Artigo XVII REDUÇÃO DOS RISCOS ENCONTRADOS

O agente ruído é encontrado na tarefa dos técnicos, portanto, torna-se um agente difícil de ser medido mediante as atribuições dos mesmos sendo seu trabalho desenvolvido ocasionalmente. As medidas de redução devem ser: para técnicos e outros profissionais da
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

35

manutenção usar sempre o protetor auricular plug ou concha; e o

monitoramento

periódico dos efeitos provocados pelo ruído através de exames periódicos de audiometria ocupacional e acompanhamento com médico do trabalho. Com isso, pode-se acompanhar a evolução da capacidade auditiva dos colaboradores que estão expostos a ruído Obs. Art 154, A observância, em todos os locais de trabalho, do disposto neste Capitulo, não desobriga as empresas do cumprimento de outras disposições que, com relação à matéria, sejam incluídas em códigos de obras e regulamentos sanitários dos Estados ou Municípios em que se situem os respectivos estabelecimentos, bem como daquelas oriundas de convenções coletivas de trabalho.

Artigo XVIII FOTOS

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

36

Fotos do acompanhamento da obra 2007.

Fotos Fevereiro de 2008

Fotos Julho de 2008

Fotos Janeiro de 2009

Fotos Junho de 2009

FOTO DOS DEPARTAMENTOS DA EMPRESA
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

37

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

38

Todos os departamentos encontram se com o índice satisfatório operacional

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

39

Artigo XIX

CRONOGRAMA

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

40

Metodologia de ação

FEV 2011

MAR 2011

ABR 2011

MAI 2010

JUN 2011

JUL 2011

AGO 2011

SET 2011

OUT 2011

NOV 2010

DEZ 2010

JAN 2011

Elaboração do PPRA

Renovação do PPRA Fornecimento de EPI´s Fazer ginástica laboral/dia Treinamento Combate Incêndio

Artigo XX

ANEXO I

FICHA DE EPI NOME DO FUNCIONÁRIO_______________________________________________ MATRÍCULA: _______________________SETOR: ___________________________
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

41

FUNÇÃO: _____________________________________________________________ Declaro ter recebido da Empresa Foz do Rio Claro , os Equipamentos de Proteção Individual-EPI abaixo relacionados e que são fornecidos gratuitamente, nos termos do Art. 166 da CLT-Consolidação das Leis do Trabalho e item 6.2 da NR–6, da portaria 3.214 de 08 de junho 1978. Declaro também que recebi treinamento adequado quanto ao uso correto de cada EPI e ainda estar ciente, que de acordo com o Art-158, parágrafo único, letra (B) da CLT e NR-6, que devo usar obrigatoriamente estes equipamentos durante minha jornada de trabalho, responsabilizando-me pela sua guarda e conservação e que devo comunicar a empresa e ao Departamento de Segurança do Trabalho qualquer alteração que os torne impróprio para seu uso, devolvê-los quando solicitado ou por ocasião da rescisão do contrato de trabalho, responsabilizar-me pela sua danificação, pelo uso inadequado ou pelo seu extravio e autorizo desde já a dedução do valor correspondente de cada EPI dos meus vencimentos, que o não cumprimento dos termos aqui estabelecidos implicará em ato faltoso, com aplicação de penalidades previstas em lei ou a critério do empregador, como: ADVERTÊNCIAS, SUSPENSÃO E DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA. São Simão-GO, _____/_____/________. Assinatura do funcionário: ________________________________________________. Qtde. DESCRIÇÃO C.A. ENTREGA DEVOLUÇÃO ASSINATURA

INCLUDEPICTURE "http://images.google.com/images?q=tbn:vmBGdi89UiwC:www%2Ehcnet%2Eu

Artigo XXI

ANEXO II

SINALIZAÇÃO DOS EXTINTORES

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

42

Sinalização da Parede

E X T I N T O R

1,60 m

Sinalização do Piso

Amarelo Vermelho

Largura das faixas 10 cm

Detalhe de sinalização para Pisos abaixo dos extintores

1,00 m

Artigo XXII BIBLIOGRAFIA

 NR-07- Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional  NR-09- Programa de Prevenção de Riscos Ambientais
FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

43

 NR-18- Programa de Condições e Meio Ambiente no Trabalho na Construção civil  NR-23- Proteção contra incêndio  NR- 26- Sinalização de segurança Lei 6.514 de 22 de Dezembro de 1997; Portaria 3.214,de 08 de Junho de 1978. Disponível em:<<http://www.fozrioclaro.com.br/zpublisher/materias/empresa.asp? id=16677>> Acessado dia 02/12/2010

Artigo XXIII RESPONSABILIDADE TÉCNICA - ART

FOZ DO RIO CLARO ENERGIA S/A PPRA NOVEMBRO 2010 A OUTUBRO 2011

44