CENTRO UNIVERSITÁRIO DE LAVRAS

Manual de Procedimentos: Unidade de Terapia Intensiva (UTI)
Componentes:
Leidiane Mendes Lilian Rafaela Luisa Mariana Brito Luciana Custódio Maria Amélia Rodrigues Pollyana Gomes Sulmaya Acácia

LAVRAS-MG 2007

SUMÁRIO

1

Unidade de Terapia Intensiva.................................................................................05

1.1 Conceito de UTI.....................................................................................................05 1.2 Planta física e equipamentos de dotação do pessoal..............................................06 2.1 Planta física............................................................................................................06 2.2 Localização.............................................................................................................06 2.3 Número de leitos....................................................................................................07 2.4 Forma da Unidade...................................................................................................07 2.5 Elementos da Unidade.............................................................................................08 2.6 Equipamentos..........................................................................................................08 2.7 Dotação de Pessoal..................................................................................................09 3. Normas e Rotinas.....................................................................................................11 3.1 Boletins.....................................................................................................................11 3.2 Visita ao paciente na UTI..........................................................................................11 4 Procedimentos básicos realizados em UTI...............................................................12

4.1 Lavagem das mãos.....................................................................................................12 4.2 Aferição de sinais vitais.............................................................................................13 4.3 Preparo do leito/boxe.................................................................................................21 4.4 Limpeza da unidade...................................................................................................24 4.5 Higiene oral do paciente intubado.............................................................................26 4.6 Troca e/ou fixação do cadarço da cânula endotraqueal.............................................29 4.7 Aspiração traqueal.....................................................................................................32 4.8 Aplicação da bolsa de colostomia.............................................................................38 4.9 Aplicação da bolsa coletora Combehisive.................................................................41 4.10 Lavagem intestinal pela colostomia........................................................................44

4.11 Coleta de amostra de sangue arterial (adulto).........................................................47 4.12 Heparinização de cateter..........................................................................................51 4.13 Curativo de incisão simples e limpa........................................................................53 4.14 Curativo de incisão limpa com pontas subtotais ou totais......................................57 4.15 Curativo de incisão aberta (limpa ou contaminada)................................................62 4.16 Aproximação das bordas em deiscência cirurgica abdominal................................67 4.17 Curativos de punção...............................................................................................70 4.18 Curativo de punção de subclávia.............................................................................74 4.19 Curativo de traqueostomia.......................................................................................78 4.20 Troca de conjunto de cânula de traqueostomia de metal.........................................82 4.21 Composição do carro de urgência...........................................................................86 4.22 Reanimação cardiorrespiratória...............................................................................91 4.23 Monitorização cardíaca..........................................................................................102 4.24 Desfibrilação cardíaca...........................................................................................106 4.25 Cardioversão..........................................................................................................109 4.26 Eletrocardiograma.................................................................................................113 4.27 Marcapasso............................................................................................................119 4.28 Instalação de sistema de derenagem de tórax fechada..........................................121 4.29 Instalação de sistema de aspiração torácdica contínua..........................................125 4.30 Sistema de aspiração contínua intermitente...........................................................131 4.31 Instalação da diálise peritoneal..............................................................................133 4.32 Retirada do cateter de diálise peritoneal...............................................................139 4.33 Hemodiálise...........................................................................................................142 4.34 Passagem de balão gastroesofágico.......................................................................151 4.35 Sistema de colchão hiper-hipotermia....................................................................154 4.36 Cuidados com balão intra aórtico..........................................................................159

4.37 Restrição no leito...................................................................................................167 4.38 Higiene íntima feminina........................................................................................169 4.39 Higiene íntima masculina......................................................................................170 4.40 Banho no leito........................................................................................................172 4.41 Aplicações quentes e frias.....................................................................................176 4.42 Punção lombar.......................................................................................................180 4.43 Mensuração da pressão venosa central.................................................................184 4.44 Tricotomia.............................................................................................................185 4.45 Punção venosa com agulha....................................................................................187 4.46 Lavagem gástrica...................................................................................................190 4.47 Lavagem intestinal.................................................................................................193 4.48 Dissecção de veia...................................................................................................195 4.49 Medicamentos utilizados em UTI..........................................................................196 4.50 Cateterismo vesical................................................................................................197 4.51 Coletando amostra de fezes...................................................................................203 4.52 Alimentação por gavagem.....................................................................................207 4.53 Alimentação nasojejunal/nasoduodenal................................................................209 4.54 Nebulização opu aerosol........................................................................................210 4.55 Coleta de sangue para hemocultura.......................................................................212 4.56 Valores laboratoriais normais................................................................................215 4.57 Coleta de urina.......................................................................................................219 4.58 Valores laboratoriais normais................................................................................221 4.59 Sonda nasogástrica................................................................................................223 4.60 Sonda nasoentérica................................................................................................226 4.61 Traqueostomia.......................................................................................................227 4.62 Extubação .............................................................................................................230

4.63 Intubação endotraqueal..........................................................................................232 4.64 Pressão arterial média invasiva..............................................................................234 4.65 Cateterismo cardíaco-Cuidados pré e pós instalação...........................................236 4.66 Assistência de enfermagem na instalação de cateter Suan-ganz e mensuração do débito cardíaco pelo método de termodiluição.....................................................238 4.67 Introdução e manutenção do cateter......................................................................240 4.68 Mensuração do débito cardíaco.............................................................................243 4.69 Retirada do cateter.................................................................................................245 4.70 Assistência de enfermagem na instalação e monitorização da PIC.......................246 4.71 Cateterismo venosa central....................................................................................250 4.72 Pressão arterial média-invasiva.............................................................................252 4.73 Cuidados após a morte..........................................................................................253 5 Referencias Bibliográficas......................................................................................255

5 1 Unidade de Terapia Intensiva 1. que ofereça segurança e um efetivo apoio emocional. de tempo e de talento. que necessitam de cuidados altamente complexos e controles estritos. O tratamento intensivo baseia-se no conceito de que. A observação e manutenção das funções básicas de vida desse paciente são as finalidades da unidade. passiveis de serem influenciados. atingidas através de um atendimento em tempo hábil. . Onde em qualquer situação. o paciente é o objetivo de uma unidade. Entre eles estão: 1) Segurança de melhor qualidade de cuidado do paciente seriamente enfermo. organizada e operada. reunidos em uma área. em um contexto onde um relacionamento humano. A Unidade de Terapia Intensiva não é apenas um serviço com equipamento especial: implica uma atitude particular da equipe que ali trabalha. 4) Maior garantia para o médico de que seu paciente necessitado de cuidado intensivo esteja recebendo a observação e o tratamento requerido. Portanto. embora haja uma multidão de doenças. Adequadamente planejada. Com base no conceito geral de UTI. bastando para isso que haja um grupo inteiramente motivado e com o espírito voltado para os objetivos e finalidades da unidade. Uma atitude orientada para o aproveitamento das facilidades técnicas. 2) Uso mais eficiente do pessoal de enfermagem e de terapêutica especial. conceituamos Unidade de Terapia Intensiva como uma área onde os pacientes em estado grave podem ser tratados por uma equipe qualificada. podemos afirmar que é possível planejá-la e organizá-la em qualquer tipo de hospital. a Unidade de Cuidado Intensivo pode servir a uma variedade de propósitos importantes. sob as melhores condições possíveis: centralização de esforços e coordenação de atividades.1 Conceito de UTI Os serviços de Terapia Intensiva são áreas hospitalares destinadas a pacientes em estado crítico. por estarem concentrados numa área planejada funcionalmente. o mecanismo de morte está sempre limitado a um número relativamente pequeno de fenômenos fisiológicos. 3) Uso mais econômico do pessoal e do equipamento. onde os pacientes necessitados de observação e cuidados especializados estejam agrupados. deve ser considerada como fator preponderante.

1 Planta Física A planta física da Unidade de Terapia Intensiva deve proporcionar: 1) Observação individual e de conjunto dos pacientes.6 2 Planta Física. Uma relativa privacidade e uma íntima proximidade de cada paciente com o posto de enfermagem devem ser consideradas na construção da unidade. 7) Boa iluminação e boa aeração. .∑ área total dos leitos A área reservada para cada leito é de cerca de 9m2 a 12m2. mas tendo fácil acesso aos elevadores. É importante que esteja bem afastada das áreas de intensa movimentação (passagens para outros serviços ou unidades do hospital). 3) Tranqüilidade e ambiente agradável. 2) Espaço suficiente para mobilização do paciente e locomoção do pessoal. facilitando os cuidados de enfermagem. a Unidade de Terapia Intensiva deve localizar-se próxima ao Centro Cirúrgico e ao Centro de Recuperação Pós-Anestésica.2 Localização Idealmente.Área total = 2.5. sem discriminação de grupos etários. 8) Rápido atendimento. 5) Meios para intercomunicação. com facilidade acesso aos serviços auxiliares de radiologia e laboratórios. Equipamentos e Dotação do Pessoal 2. Como guia para estimativa do tamanho da unidade sugere-se a seguinte fórmula: -. 6) Fácil acesso. 4) Atendimento a pacientes de ambos os sexos. 2.

4 Forma da Unidade A área comum (aberta) para a disposição dos leitos é a melhor para a observação continua do paciente. com algumas vantagens:  Isolamento dos pacientes infectados. providas de instalação de água.3 Número de Leitos O número de leitos que a Unidade de Terapia Intensiva deve ter depende. do tipo de hospital em que esteja localizada. Quando se determina um numero de leitos de uma unidade deve-se levar em consideração o numero de pacientes atendidos no hospital e potencialmente destinados ao cuidado intensivo. para leitos de isolamentos. preconizase a organização de varias unidades. por normas. para a instalação de uma Unidade de Terapia Intensiva. Torna-se impraticável e extremamente onerosa uma unidade com menos de cinco leitos – o rendimento é insatisfatório em termos de atendimento e o custo para a instituição torna-se inviável. É recomendável. da função da unidade e de sua especialidade. para que não haja necessidade de multiplicidade de recursos auxiliares. 2. A separação dos leitos é feita com divisórias leves e laváveis. estima-se que o número de leitos da UTI deva ser da ordem de 5% a 10 % do total de leitos. A eficiência de atendimento da equipe de trabalho tende a cair quando um número de pacientes internados na unidade é superior a oito. quando a área é comum. Em relação a um hospital geral. de maneira geral. bem como tipo de serviço a ser implantado. 2. O custo diário por paciente em uma UTI é estimado em quatro ou cinco vezes mais que para aquele internado em uma área comum do hospital. quando houver necessidade de maior número de leitos para o atendimento ao paciente grave. . a criação de pelo menos duas áreas fechadas. Os leitos da UTI podem ainda ser disposto em quartos separados.  Redução do nível de ruído. Um máximo de doze leitos é fixado.7 Se mais que uma UTI é planejada é desejável que estejam situadas na mesma área (lado a lado). que propiciam uma relativa privacidade aos pacientes. Por esta razão.

4) Área de preparo de medicação. Os organizadores e planejadores da unidade devem estar cientes e convictos de que o . 12) Área para recepção do paciente. 13) Sala para o serviço de nutrição e dietética. A desvantagem de uma unidade com leitos em quartos separados é a maior demanda da equipe de enfermagem. Usualmente. 2. 2) Sala de utilidades. 10) Copa. Há uma necessidade real em se estabelecer adequação entre o equipamento a ser utilizado e a práticas desenvolvidas na unidade. 3) Posto de enfermagem. 9) Quarto para plantonistas. 2.6 Equipamentos É regra geral que a escolha do equipamento para a unidade esteja diretamente ligada às características da mesma.8  Diminuição do risco de infecção cruzada. 15) Sala de reuniões. 16) Sala para visitas. 6) Vestiários. 8) Laboratórios.  Confinamento do paciente agitado. a combinação dos dois tipos de forma é adotada com bons resultados. 14) Área de cada leito. 5) Sanitários para pacientes. 7) Secretaria.5 Elementos da Unidade Os elementos da unidade são compostos por: 1) Área para estocagem de material e equipamento. 11) Área para higienização de leitos.

2) Número de leitos. Para que haja atendimento adequado ao paciente. 6) Quantidade e qualidade do equipamento. 5) Suprimentos. um índice suficientemente alto de pessoal deve se mantido na unidade. 2) Equipamento de apoio. é organizado em função das necessidades do paciente e inteiramente voltado para os objetivos da UTI. Portanto. na Unidade de Terapia Intensiva. mas alguns itens são essenciais e podem ser agrupados nas seguintes áreas: 1) Equipamento especializado para o atendimento de algumas patologias. Os pacientes de terapia intensiva são totalmente dependentes e necessitam de continua assistência de enfermagem. e calculado para a sua capacidade total. a dotação do pessoal é uma conseqüência do padrão da unidade e visa a alcançar os seguintes objetivos: adequada atenção ao paciente e harmônica dinâmica de grupo. 3) Equipamento geral. fundamentalmente. estima-se em 4. 4) Grau de dependência dos pacientes. deve haver na unidade uma enfermeira-chefe em tempo integral.25 funcionários (auxiliares e . O pessoal deve ser calculado com base em alguns quesitos como: 1) Planta física. A Organização Mundial de Saúde estipula um padrão a respeito de pessoal: uma enfermeira para até quatro pacientes. 3) Características do hospital. 4) Equipamento ou material para consumo. O recrutamento do pessoal baseia-se em aspectos e características individuais e. O tipo de equipamento varia de uma unidade para outra.9 equipamento sempre assessora o pessoal que atua junto ao paciente jamais o substituindo.7 Dotação de Pessoal O pessoal. 6) Medidas de segurança. 5) Capacidade do pessoal. 2.

pelo secretário de enfermagem (controle de estoque. Auxiliares de enfermagem bem treinados e motivados contribuem significativamente para a manutenção de um bom padrão de atendimento. .  Um funcionário exclusivo responsável pelo serviço de limpeza. Outros profissionais alem da equipe de enfermagem. É altamente desejável que a equipe de enfermagem se dedique inteiramente aos pacientes. da tarde e noite.10 enfermeiros) por leito. aliada a uma organização medica eficiente. para cada 10 leitos ou fração. Nossas equipes são compostas por:  Um responsável técnico com título de especialista em terapia intensiva. são definidos e delimitados de acordo com as características da unidade e têm como objetivo central à recuperação do paciente e a prevenção de danos.  Um enfermeiro coordenador responsável pela área de enfermagem.  Um médico diarista (rotineiro) para o turno da manhã e um à tarde com título de especialista em terapia intensiva para cada 10 leitos ou fração.  Um fonoaudiólogo e/ou terapeuta ocupacional disponível para a unidade. propicia uma melhor proposta ao problema do paciente critico. participam do atendimento ao paciente.  Um psicólogo disponível para a unidade. em quase sua totalidade.  Um fisioterapeuta para cada 10 leitos ou fração no turno da manhã. transferência. Os papeis de cada um se revestem de igual importância. exclusivo da unidade. pedido de almoxarifado e farmácia etc).  Um enfermeiro assistencial por turno.  Um médico plantonista por turno exclusivo da unidade para cada 10 leitos ou fração.  Um técnico de enfermagem para cada 2 leitos/fração por turno. encaminhamentos de altas. As atividades relacionadas às rotinas administrativas devem ser desenvolvidas. As responsabilidades são então divididas e procura-se uma pratica terapêutica harmônica na unidade. Portanto uma enfática administração de enfermagem.

ocupando um box exclusivo. Entrada de alimentos na UTI .2 Visitas ao paciente na UTI Os pacientes internados na UTI ficarão sem acompanhantes. no quadro geral do paciente. Transitar pela UTI.1 Boletins São fornecidos três boletins diários a fim de tornar a família ciente de todas as evoluções ocorridas. não havendo a possibilidade de rodízio das visitas.11 3 Normas e Rotinas 3. 3.3 É vedado ao visitante Entrada de criança com idade inferior a 14 anos. 3. Será permitido que 2 (DUAS) pessoas visitem o paciente. Dirigir-se a outros leitos. Dois teleboletins manhã e noite e uma visita diária com boletim médico. Utilização de aparelho celular. pois os mesmos podem interferir na monitorização do paciente.

4. Friccionar o dorso das mãos com auxílio da mão oposta. 7. . Friccionar o punho com movimentos rotatórios com o auxílio da palma da mão oposta. 3. Fechar a torneira e a seguir ensaboá-la e esfregá-la. 5.1-Lavagem Das Mãos Realizado por: equipe multiprofissional  MATERIAL ● ● ● ● Papel toalha Álcool glicerinado a 1% Sabão líquido PVPI degermante somente para procedimentos especializados  PROCEDIMENTOS 1. Friccionar a região perineal dos dedos da mão com as pontas dos dedos da mão oposta. friccionando-as. 8. 11. Unir as palmas das mãos.12 Procedimentos Básicos Realizados em UTI 4. 13. 12. 14. 10. Enxaguar as mãos iniciando pelo punho sem repetir os movimentos. Repetir o movimento para a mão oposta. Acionar o dispensador de sabão líquido e umedecer as palmas das mãos. Umedecer as mãos. Repetir o movimento para a outra mão. Repetir o movimento no punho oposto. 6. 2. 9. Abrir a torneira. Espalhar a solução fazendo movimentos de fricção com as palmas das mãos. Abrir a torneira.

Enxaguar a torneira e fechá-la. 4. seguindo a mesma seqüência da lavagem ou posteriormente utilizar álcool glicerinado. 16. Pegar o papel toalha e enxugar as mãos.13 15. 17. Desprezar o papel toalha.enfermeiros técnicos e auxiliares de enfermagem  PRESSÃO ARTERIAL Método Auscultatório-membro superior .2-Aferição De Sinais Vitais Realizado por: equipe multiprofissional: médicos. OBSERVAÇÃO: Não usar álcool glicerinado quando usar detergente.

Determinar o nível de insuflação máxima observando a pressão em que o pulso braquial não é mais palpável à medida que o manguito é rapidamente insuflado. Fechar a válvula da pêra e insuflar. Adicione então 30mmHg (note a presença de um pulso irregular). suficientemente perto para ler as calibrações marcadas pelo ponteiro ou coluna. Marcar a pressão sistólica quando ocorrem duas batidas consecutivas. Lavar as mãos. Deixar o indivíduo. 8.algodão embebido em álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1. esvazie o manguito completamente e espere 15 a 30 segundos. Enrolar o manguito confortavelmente ao redor do braço centrando a bolsa inflável sobre a artéria braquial. 13. 12.5cm acima do espaço antecubital. Selecionar o manguito de tamanho apropriado (ver observações. se possível.14  MATERIAL . por palpação. O ponto a .estetoscópio . 2. 4. Colocar o diafragma do estetoscópio sobre a artéria evitando pressão muito forte. Explicar ao paciente o que será feito. num ambiente silencioso e tranqüilo e com o braço repousando ao nível do coração. Localizar com os dedos a artéria braquial na dobra do cotovelo. 9.esfignomanômetro . 10. 11. 14.) 6. Expor o membro do paciente enrolando a manga da roupa sem que haja compressão. Localizar a artéria braquial ao longo da superfície ventromedial do braço. Desinsuflar o manguito rápida e regularmente (velocidade de aproximadamente 2mmHg/seg). Se for necessário reinsuflar. Deixá-lo à vontade e permitir um repouso de cinco minutos. A margem inferior deve ficar 2. Fazer isso apenas uma vez. 3. pelo menos. 5. 7. Colocar o manômetro no nível dos olhos.

o método indireto exige cuidados para minimizar a influência dos inúmeros fatores de erro. marcar também o ponto onde há amortecimento. Deixar o paciente confortável. para adultos. Lavar as mãos. 17. OBSERVAÇÃO: ● Esperar de um a três minutos antes de repetir a medida de pressão do mesmo braço a fim de permitir o escoamento do sangue represado nas veias do antebraço. a medida da pressão arterial é realizada pelo método indireto. 16. utilizando-se a técnica auscultatória. a medida indireta é utilizada porque é simples. Apesar de imprecisa e sujeita a vários fatores de erro. Anotar na ficha de controle. em casos de lesões da pele. Promover assepsia das olivas e do diafragma no início e término do procedimento. A PA poderá ser verificada também nos membros inferiores. ● ● ● Não verificar a PA nos membros com fístulas arteriovenosas. ● Para centrar a bolsa inflável sobre a artéria braquial. 20.  A MEDIDA NA PRÁTICA Na clínica diária. A largura do manguito deve ser de 40% da circunferência do braço e o comprimento de 80%. 19. Remover o manguito. Portanto apesar de relativamente simples. . Retirar todo ar do manguito.15 ser marcado é aquele correspondente à primeira batida. caso o desaparecimento dos sons ocorra muito próximo a zero. 21. Marcar a pressão diastólica no desaparecimento dos sons. não exige equipamento sofisticado e apresenta boa correlação com a morbidade e a mortalidade por hipertensão arterial. determinar o ponto médio dobrando a bolsa inflável no meio. com álcool a 70%. 15. 18.

Leituras falsamente baixas também prejudicam o paciente por privá-lo dos benefícios do tratamento da hipertensão arterial. Manter o paciente confortável. obrigando-o a seguir tratamento desnecessário. Lavar as mãos.16  AS CONSEQUÊNCIAS DA MEDIDA Estes cuidados na medida são fundamentais porque as conseqüências de um diagnóstico de hipertensão arterial erroneamente firmado ou excluído são extremamente graves.  PULSO  MATERIAL Relógio com ponteiro de segundos  PROCEDIMENTOS 1. 2. . Leituras de pressão falsamente altas podem prejudicar o paciente. preferencialmente em repouso.

radial. 4. 8.17 3. Contar as pulsações durante um minuto (avaliar freqüência. volume e ritmo). braquial. Lavar as mãos. Anotar na ficha de controle OBSERVAÇÕES: ● Evitar verificar o pulso em membros afetados de pacientes com lesões neurológicas ou vasculares. Procurar sentir bem o pulso antes de iniciar a contagem. tibial posterior. femural. . ● ● Não verificar o pulso em membro com fístula arteriovenosa. 7. pediosa. A verificação do pulso pode ser feita nas artérias: carotídea. 5. 6. Colocar as polpas dos dedos médio e indicador sobre a artéria (não usar o polegar). temporal. poplitea. Pressionar suavemente até localizar os batimentos.

18  RESPIRAÇÃO  MATERIAL ● Relógio com ponteiro de segundos.  PROCEDIMENTOS 1. Lavar as mãos. 7. Anotar na ficha de controle. ritmo e profundidade da respiração. apoiando-o sobre o tórax. contando-os durante um minuto. 3. 6. 5. Colocar os dedos no pulso do paciente como se fosse verificá-lo. 2. Observar os movimentos respiratório (inspiração + expiração). Observar tipo. Colocar o paciente deitado confortavelmente. 4. Lavara as mãos.  TEMPERATURA Temperatura Axilar  MATERIAL ● ● Termômetro Recipiente com bolas de algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS . OBSERVAÇÃO: ● Anotar qualquer anormalidade.

Temperatura Oral  MATERIAL ● ● Termômetro. Recipiente com bolas de algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1. Proceder à leitura movimentando o termômetro até visualizar a linha de mercúrio. Introduzir o termômetro sob a língua e deslizá-lo lentamente ao longo da linha da . Abduzir o braço do paciente e enxugar a axila sem friccionar. Acomodar o paciente em decúbito dorsal. Lavar as mãos. 2. Pedir ao paciente para comprimir o braço de encontro ao corpo. 5. 8. Limpar o termômetro com bola de algodão com álcool a 70%. Estar seguro de que o paciente não ingeriu alimentos ou bebidas quentes e frias. colocando-o transversalmente sobre o tórax. Explicar ao paciente o que será feito. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial. 11. 7.19 1. 6. 6. Retirar o termômetro após sete minutos. Lavar as mãos. Preparar o material. Explicar ao paciente o que será feito. 5. 3. 4. Lavar a mãos. 12. fumou ou realizou a higiene oral. 2. Preparar o material. 9. Observar a coluna de mercúrio que deve estar abaixo de 35º C. da haste para o bulbo. durante o período de 30 minutos antes. 3. Encostar o bulbo do termômetro no ápice da axila posicionando-o perpendicularmente à parede medial da axila. 4. 10.

10. Inserir lentamente. . Explicar ao paciente o que será feito. 11. 11. 3. 9. Proceder à leitura. 9. o termômetro por 4cm em direção à coluna vertebral. Lavar o termômetro com água corrente.20 gengiva. Preparar o material e avaliar a necessidade de se colocar biombo. Solicitar ao paciente o fechamento de forma acomodada. Anotar na ficha de controle. Proceder à leitura. Lubrificar a ponta do termômetro que vai ser inserido no reto. 5. 4. 12. Retirar o termômetro após cinco minutos. Retirar o termômetro após dois minutos. 8. de seus lábios ao redor do termômetro. Temperatura Retal  MATERIAL ● ● ● Termômetro retal Lubrificante (vaselina líquida) Luvas  PROCEDIMENTOS 1. 2. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial. 6. Descobrir o paciente e separar as nádegas de modo que o esfíncter anal seja visto claramente. 10. 13. Lavar as mãos. 7. em direção á porção posterior da boca. Lavar as mãos. Calçar luvas. secá-lo com papel e fazer assepsia com álcool a 70%. Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo e protegê-lo com lençol. 7. Observar se a coluna de mercúrio está abaixo de 35º C. 8.

Lavar as mãos.21 12. Imergir o termômetro em solução de hipoclorito de sódio a 1% por 30 minutos e após enxaguar em água corrente. Reunir o material necessário. Anotar na ficha de controle. Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. Retirar luvas. 3. 4. c) Lençol de baixo. 14. 13. Retornar a coluna de mercúrio ao ponto inicial. 15. no carro de banho ou na mesa auxiliar.3-Preparo Do Leito/ Boxe Realizado pela equipe de enfermagem  CAMA SEM PACIENTE  MATERIAL ● ● ● ● 2 lençóis 1 lençol móvel 1 cobertor (se necessário) 1 fronha  PROCEDIMENTOS 1. 2. . se necessário). Lavar as mãos. o qual ficará na porta do quarto ou na mesa do lado em que for iniciar a técnica. 16. Ordenar a roupa no encosto da cadeira. colocando-o no carrinho de banho. 17. b) Lençol móvel (forro ou lençol dobrado. dispondo da seguinte maneira: a) Lençol de cima.

Lavar as mãos. 5. Passar para o lado oposto e completar a arrumação da cama.o sob o colchão. 10. 9. Colocar o lençol móvel. posicionando-o na lateral do leito. Estender o lençol protetor. completando a vira de cabeceira e fazer os cantos dos pés. Esticar o lençol móvel prendendo. 11.o sob o colchão. esticando o lençol de baixo. fixando.22 4. fazendo o canto ou prepará-lo para o nó. se necessário. na cabeceira. Deixar a unidade em ordem. . Estender o lençol de cima (protetor) em sentido longitudinal sobre o colchão. 8. Colocar o travesseiro.  CAMA COM PACIENTE  MATERIAL ● ● ● ● ● ● ● 1 travesseiro 2 lençóis 1 lençol móvel 1 cobertor (se necessário) 1 forro de cabeceira (se necessário) 1 fralda (se necessário) 1 impermeável (se necessário) sanito branco. 7. se necessário. ● Fazer a prega de conforto. fazendo os cantos ou completar o nó. não colocar travesseiro e dobrar o lençol de cima juntamente com o cobertor. 6. Estender o lençol de baixo passando-o sob o colchão e. OBSERVAÇÃO: ● Em cama de pós-operatório. 12.

na cadeira ou carrinho de banho. Colocar o travesseiro sem fronha na mesa ou cadeira. protegido com lençol de cima. 4. 6. Colocar a fronha no travesseiro. acomodar o paciente. Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 2. 11. 10.23  PROCEDIMENTOS 1. 13. 5. esticar os lençóis. Lavar as mãos. Desprender a roupa do leito. . e deixar frouxo observando a dobra dos pés. nunca expondo o paciente. Trazer a roupa de cama. Passar para o lado oposto. colocando-a dobrada e na ordem de uso da mesma. e o lençol móvel. 14. 8. Enrolar o lençol móvel e o lençol de baixo separadamente. realizar a técnica com duas pessoas. até o meio da cama e sob o corpo do paciente. 9. 7. fazendo o canto. OBSERVAÇÃO: ● Em caso de pacientes graves. fazendo os cantos começando pela cabeceira da cama. Retirar a roupa usada e colocar no hamper e ao mesmo tempo. começando pela cabeceira. Colocar o paciente em decúbito lateral. preparando-os e fazendo os cantos. Colocar o hamper próximo à cama. 12. Trocar o lençol protetor do paciente. Substituir o lençol protetor do colchão. 3. Virar o paciente para o lado pronto.

sempre do mais distante para o mais próximo. 9. umidificador. 12. deixando espaço suficiente para a realização da limpeza. Recolher objetos da mesa de cabeceira e armário.24 4. Continuar a limpeza do colchão. e guardálos no guarda-roupa do quarto. 8. apoiando a parte já limpa na mesa-de -cabeceira. do centro para os pés. Limpar a mesa-de-cabeceira por dentro e por fora. Encaminhar a garrafa de água à copa. 11. . da cabeceira para o centro. inclusive as laterais do colchão. aspirador. Limpar os travesseiros. 10. inclusive as laterais do colchão. o suporte de soro. Lavar as mãos. prateleira e gabinete. Desprender a roupa de cama e desprezá-la no hamper. Recolher materiais e equipamentos (ambu. Iniciar a limpeza do leito pela do leito pela parte superior do colchão. 5. painel de gases. 2. campainha. sempre do mais distante para o mais próximo. papagaio. 7. 4. Afastar a cama e a mesa-de-cabeceira da parede. frasco de diurese) e encaminhá-los ao expurgo. Calçar as luvas. 3. 6. e encaminhá-lo aos seus respectivos lugares.4-Limpeza da Unidade Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL ● ● ● Solução desinfetante (fenol sintético) 1 par de luvas Panos de limpeza  PROCEDIMENTOS 1. comadre. Reunir o material e levá-lo à unidade do paciente.

grades e pés do leito. Limpar a cadeira (espaldar. Passar para o lado mais próximo e limpar a lateral. Elevar o estrado e proceder a limpeza de sua parte inferior. assento e pés) e a escadinha. . 17. 22. de preferência). 20. Retirar as luvas. inclusive o espaldar dos pés. Limpar o estrado do centro para a cabeceira. do centro para a cabeceira. 14. OBSERVAÇÃO: ● Enxaguar o pano de limpeza na pia do banheiro. ● Utilizar desinfetante em recipiente próprio (bisnaga. em direção ao centro. Elevar o estrado e proceder à limpeza da sua parte inferior. 18. painel e campainha. Dobrar o colchão ao meio e limpar a parte posterior do colchão. do centro para os pés. Limpar o estrado do centro para os pés. Recolocar o estrado na posição horizontal. 23. 21. sempre que necessário. 19. grades e pés do leito. Lavar as mãos. Recolocar o estrado na posição horizontal. 15. Dobrar o colchão para o lado contrário e limpar a outra metade da parte posterior. em direção ao centro.25 13. 16. Testar luminárias. Passar para o lado mais distante e limpar a lateral. 24.

solução antisséptica (solução bicarbonatada a 1%). .lâmina de bisturi. .um metro de cadarço.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: . 2.Aspirador montado.lubrificante (vaselina líquida). .Calçar luvas 6. se necessário.Colocar uma toalha ou forro na parte superior do tórax do pescoço do paciente.copo com água.5.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 4.cânula de guedel. . .Lavar as mãos. elevado 45º.Colocar o paciente em decúbito dorsal. . . .seringa de 20ml. 5.Reunir o material.  PROCEDIMENTO 1. .Evitar a contaminação da traquéia.Proporcionar conforto ao paciente.espátulas envoltas em gazes .par de luvas. 3. . .manter a cavidade oral limpa.26 4.Higiene Oral do Paciente Intubado Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .prevenir a formação de escaras e lesões de mucosa. .forro ou toalha .

16. 3. Proceder à limpeza da própria cânula de guedel. 9. proporcionar maior conforto ao paciente. 19.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.facilitar o procedimento ao executante. 7. 9. 13. usando as espátulas envoltas em gazes e embebidas em solução antisséptica.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 8.retiraras luvas. 4. 15.Instilar água bicarbonatada pelo orifício da cânula de guedel.Evitar contaminação. 10-Retirar a cânula de guedel e lavá-la em água corrente na pia do sanitário do paciente ou proceder à troca por outra estéril.Proteger a roupa de cama. .Lavar as mãos 17. durante a higienização. caso haja conteúdo gástrico. e fazer a aspiração em seguida. conforme a rotina da unidade.Prevenir infecção 2.Garantir que toda a secreção depositada logo acima do cuff da cânula endotraqueal seja removida.Enxugar os lábios com forro ou toalha e lubrificá-la com vaselina.Verificar se o cuff da cânula endotraqueal ou traqueostomia está rigorosamente insuflado.Economizar tempo e poupar o funcionário. 5. 18.Abrir sonda nasogástrica.Evitar náuseas e refluxos de conteúdo gástrico para a boca.recompor a unidade e recolher o material. 14. 8. 6. 12-Enxaguar a cavidade oral com água bicarbonatada e proceder à aspiração ao mesmo tempo. 11-Proceder à limpeza de toda a boca do paciente.Evitar que a solução antisséptica e/ ou salivação penetre na traquéia.Anotar no prontuário o procedimento feito e anormalidades da dentição.27 7.Deixar o paciente em ordem.recolocar a cânula de guedel.Assegurar a salubridade de funcionário e evitar contaminação. com auxílio de uma seringa. 10.

Evitar a formação de escara na rima bucal. . 14. 19.28 11-Limpar o palato superior. 4.A desinsuflação do cuff. OBSERVAÇÕES: 1.Prevenir infecção 13. 15.Manter o ambiente em ordem. para prevenir infecção.Para evitar formação de escaras.A coleta de secreções traqueobrônquicas para cultura não deve ser feita de rotina é recomendada apenas na vigência de surtos. 2. com indicação da comissão de controle de infecção hospitalar. 18-Proporcionar conforto ao paciente. após a higiene oral.manter vias aéreas livres. toda a arcada dentária (superior inferior) e lábios com solução bicarbonatada a 1% 12. 17.Observar lesões de mucosa e anormalidades de dentição.A higiene oral do paciente intubado deverá ser feita três vezes ao dia (uma vez por plantão). colaborando com a equipe. não é indicada.Prevenir infecção. 3. deverá ser providenciada.facilitar procedimento. em pacientes com sonda enteral recebendo dieta. 16. a troca de cadarço ao se reposicionar a cânula endotraqueal.

Evitar a formação de escaras. 7.material para aspiração traqueal (sondas. .Aspirador montado.Colocar o paciente e decúbito dorsal.  PROCEDIMENTO 1.Desinsuflar o cuff da cânula endotraqueal e posicioná-la no meio da boca. . .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.reunir o material 4.Fixar cânula endotraqueal. 2. 5.Aspirar a cânula endotraqueal e a boca do paciente. 8.Lavar as mãos.um metro de cadarço . se necessário.6. 6. elevado 45º.Aliviar o desconforto do paciente. gazes e luvas) . .um par de luvas. .Calçar luvas.29 4. 3. com auxílio de uma seringa.uma lâmina de bisturi ou tesoura.Troca e/ ou Fixação do Cadarço da Cânula Endotraqueal Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE .Insuflar o cuff da cânula endotraqueal.uma seringa de 5ml para insuflar o cuff. .  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .

amarrando-a por baixo e a seguir por cima. . 13.Prevenir infecção.registrar possíveis intercorrências.Iniciar amarração do cadarço.Manter o ambiente em ordem colaborando com a equipe.recompor a unidade e recolher o material. 16. 12.Evitar incômodos ao paciente.Evitar a formação de escaras na rima bucal.Economizar tempo e poupar o funcionário. acima das orelhas.Assegurar salubridade do funcionário e evitar contaminação. onde se dá uma laçada e em seguida três nós. passando-o pela região occipital.Assegurar a tranqüilidade do paciente. duas ou mais vezes.retirar as luvas 13.Evitar aspiração brônquica do conteúdo gástrico. 7. 11.Cotar o cadarço que sobrou com a lâmina de bisturi ou a tesoura. evitando assim a formação de escara neste local. 14. Não amarrar a cânula demasiadamente apertada para não obstruí-la.facilitar o procedimento ao executante e proporcionar maior conforto ao paciente.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1-Prevenir infecção 2. 12. 5. continuando pela face até a metade do lábio superior. 6.lavas as mãos. 15. tipo “trança”. 10-Garantir que a cânula fique realmente presa. 4. até que a cânula esteja realmente fixa.Deixar o paciente em ordem. 15.Anotar no prontuário o procedimento feito. 11.facilitar os próximos passos. 10-Passar o cadarço em seguida na parte inferior da cânula endotraqueal. 9-Dar distância necessária entre o lábio superior e o tubo endotraqueal.30 9.Evitar a entrada de secreção da cavidade oral na traquéia. 14. quando dor desinsuflar cuff. 16. 3.Proporcionar conforto ao paciente. 8.

utilizar de preferência cânula de guedel grande.Ao utilizar lâmina de bisturi para cortar o cadarço antigo. caso não seja possível.para pacientes inconscientes. 3.A troca do cadarço do tubo endotraqueal deve ser feita quando necessário e não de rotina. preferencialmente após a fixação do novo. 2.A cânula de guedel.Remover o cadarço antigo. pois provoca intenso desconforto e vômitos. 4. proceder á técnica com duas pessoas. pois causa desconforto.31 OBSERVAÇÕES. a fim de eu uma delas segure firmemente a cânula. não se deve fixar a cânula endotraqueal no meio da boca. evitando que a mesma se desloque do local certo. de preferência. Além disso. facilita a deglutição e a retirada para limpeza. 5.Para pacientes conscientes. 1. sempre com o aspirador de secreções montado e ligado. para pacientes conscientes. 6. . pois poderá ocorrer vômito. 7. acúmulo de salivação e dificuldade para paciente deglutir. pois a mesma permite que a sonda de aspiração chegue mais próximo do cuff da cânula endotraqueal. tomar o cuidado para não cortar a cânula endotraqueal. Neste caso. fixá-la na lateral da boca.Ao fazer a troca do cadarço da sonda endotraqueal. e se retire com eficiência toda a secreção mais profunda. não deve ser fixada junto com o tubo endotraqueal. estando solta na boca.

.ampola de água destilada .um frasco com água comum.32 4.Aspiração Traqueal Realizado por fisioterapeutas. . . se necessário. . 2.garantir ventilação e oxigenação adequadas. .2 pares de luvas estéreis.aspirador elétrico. .Manter as vias aéreas livres e permeáveis.ambu conectado a rede de oxigênio com extensão de látex. provocada por acúmulo de secreções nos pulmões. enfermeiro e técnico  FINALIDADES DA TÉCNICA . .7.Lavar as mãos.sonda de aspiração (nº4 a 10 para crianças e nº10 a 14 para adultos).máscara facial. . .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.gazes .rede de gases testada (vácuo.um saco plástico pequeno (tipo bolsa de colostomia).Prevenir complicações no quadro clínico geral do paciente.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: . . ar comprimido e oxigênio). .frasco coletor de secreções com extensão de látex estéril.seringa de 20ml com proteção. .  PROCEDIMENTO 1. .Óculos (se necessário).

13-Despressionar o látex para criação de sucção. 7. caso trate-se de respirador a volume. 11. inversão ou achatamento da onda T. 14. com uma FIO2 de 100. voltar a cabeça do paciente para o lado direito.Não ultrapassar 15 segundos no total de sucção (incluindo as cinco vezes). 6-Utilizar sonda de aspiração compatível com o número da sonda endotraqueal do paciente.Para a sucção do brônquio direito. . 5-Verificar tipo de característica da respiração e condições dos batimentos cardíacos. Para a sucção do brônquio esquerdo. . .Fazer a aspiração de três a cinco segundos na fase expiratória até no máximo cinco vezes. e simultaneamente. 8-Ventilar o paciente três vezes consecutivas.Introduzir a sonda de aspiração com a mão direita no tubo endotraqueal na FASE INSPIRATORIA mantendo o látex pressionando com a mão esquerda.Religar o respirador mecânico ou o nebulizador no paciente.Colocar máscara a óculos se necessário.Abrir a embalagem da sonda de aspiração esterilizada e conecta-la à extremidade do látex.Suspender a aspiração e ventilar o paciente quando ocorrer extra-sístole.reunir material 4. com a mão direita. utilizando o próprio respirador mecânico. fazer movimentos circulares lentos na sonda de aspiração. caso se trate de respirador à pressão. Observar o paciente encontra-se em ventilação mecânica (assistida ou controlada) ou espontânea.Calçar luvas 10-Desconectar o respirador com a mão esquerda ou solicitar que um segundo elemento o faça. cianose e sangramento.33 3. 12.Apanha a sonda de aspiração e ligar o aspirador. arritmias. voltar a cabeça do paciente para o lado esquerdo. 9. 16. trazendo-a para fora do tubo endotraqueal. desligar o aspirador de secreções. ou com ambu e oxigênio a 100% (cinco litros). . 15-Repetir as operações dos itens 13 e 14 vezes necessárias e de acordo com as condições clínicas do paciente. utilizando a mesma sonda. com a mão esquerda e desprezar a sonda de aspiração.

e simultaneamente. 3. mantendo o látex sob sucção. 24. 6-Sondas de aspiração muito calibrosas podem produzir excessivas pressão negativa. 4.Assegurar a tranqüilidade do paciente. procedendo da seguinte forma: Introduzir a sonda alternadamente em cada narina e na boca até a faringe. .Desprezar a sonda de aspiração e desligar o aspirador de secreções.Prevenir infecção. -Prevenir atelectasia. 21. 22. hipotensão e aumento da pressão intracraniana.Lavar a extensão do látex. além de piorar a hipóxia que a aspiração normalmente já provoca.Auscultar os pulmões do paciente após a aspiração. 19.retirar a luva e lavar as mãos. 18. 23. 20. estar muito atento ao tempo de aspiração.  PONTOS IMPORTANATES/ JUSTIFICATIVA 1. para não contaminá-la.Lavar as mãos. arritmias cardíacas. o qual terá que ser inferior ao padronizado. 25.Deixar o paciente em ordem. parada cardíaca e morte.Anotar no prontuário o procedimento feito e eventuais anormalidades. no final do ciclo de aspirações. 7-Não retirar a sonda da embalagem antes do momento da aspiração.34 17. 5-Conforme o padrão respiratório do paciente. bronca-constrição.Cada hiperinsuflação deve durar cerca de 5 segundos. lesar a mucosa traqueal.Economizar tempo e poupar o funcionário. 8-Prevenir hipóxia.Recompor a unidade e recolher o material. uma vez que a aspiração traqueal reduz a pressão arterial de oxigênio cerca de 35mmhg.Realizar aspiração orofaríngea. 2. aspirando a água do frasco.Evitar contaminação do paciente e promover proteção do próprio funcionário. fazer movimentos circulares com a sonda de aspiração. com uma nova sonda. 9-Prevenir contaminação seguindo técnica asséptica: .

Garantir que o cuff da sonda endotraqueal esteja insuflado.Observar simultaneamente o padrão respiratório e monitorização cardíaca. .Usar uma das mãos para manipular a sonda de aspiração a sonda de aspiração (a mão esquerda). .Avaliar a eficácia da aspiração e se houve melhora da ventilação pulmonar. . A sonda de aspiração deve ser introduzida em toda a sua extensão. . com a mão direita. aspirar uma boa quantidade de água.Evitar hipóxia prolongada. para depois reiniciar a aspiração. 17.A segunda pessoa que auxiliar precisa utilizar máscara também.A sucção não deve ocorrer neste momento da introdução para aspirar o ar. 14-Para corrigir a hipóxia provocada pela sucção devido à pressão negativa do aspirador. 20. . o paciente deverá ser ventilado. e não permitir que a secreção do látex retorne ao frasco de água. 15-Lembrar sempre que a cada cinco aspiração (15 segundos). durante as aspirações.Não contaminar as conexões.Nunca lavar a sonda de aspiração. .Evitar hipóxia -Evitar possível parada cardiorrespiratória. .Para lavar a extensão de látex. 19-Não esquecer de aspirar o orifício da cânula de guedel.ligar o aspirador com a mão esquerda e com a mão direita. 18-Não esquecer de aspirar o orifício da cânula de guedel. retirar a sonda da embalagem. 21. 10. introduzindo completamente a sonda de aspiração. na água do frasco. proceder da seguinte forma: .Para evitar contaminação de estetoscópio que será utilizado na etapa seguinte. 16-Certificar-se de que o respirador ou nebulizador estejam com os parâmetros anteriores sob controle. 11-Para apanhar a sonda e ligar o aspirador sem contaminar o sistema e a mão direita.Os movimentos lentos são para permitir que haja uma sucção: . introduzindo completamente a sonda de aspiração. 13.Segurar o pacote da sonda com a mão esquerda e. a cânula endotraqueal e a extremidade do respirador ao desconectá-lo. para que toda a secreção seja eliminada do sistema.35 . 12.

aspecto das secreções e quantidade. para isso. caso haja diminuição de freqüência cardíaca ou arritmias. 5. protegido em saco plástico (bolsa de colostomia). colaborando com a equipe. alterações eletrocardiográficas etc.Manter a extremidade do látex. fixado na lateral do painel de gases. ventilar os pulmões com o ambu e em seguida fazer aspiração traqueal. como: sangramento.36 22. através de ambu ou do próprio respirador. é a não utilização de outra pessoa para auxiliar na técnica.Em caso de secreção espessa.Proporcionar conforto ao paciente. além de reduzir o risco de contaminação.Prevenir infecção. 6. rolhas ou mesmo grande quantidade de secreção.Testar sempre o aspirador de secreções. . A grande vantagem desta válvula. quando em desuso. Anotar reações do paciente e intercorrências. OBSERVAÇÕES 1. prescrever o número de vezes que será feita à aspiração.A técnica de aspiração traqueal deve ser feita de preferência sem desconectar o respirador.A técnica de aspiração traqueal deve ser feita de preferência por duas pessoas.O cateter de sucção deve ter um diâmetro externo menor que o diâmetro interno na cânula endotraqueal ou traqueostomia. 24. a qual permite que se faça aspiração sem desconectar o paciente do respirador.Durante a aspiração. utilizar na conexão paciente/ respirador a válvula tipo “unidirecional”. Para adultos. Portanto. utilizar de preferência sondas de aspiração nº12/ ou nº14. 7.Aspirar o tubo endotraqueal somente quando necessário e nunca como rotina. o enfermeiro deverá avaliar o paciente.manter o ambiente em ordem. 8. 4. 25. 2. após a instilação. e de acordo com a característica e quantidade da secreção. para evitar a contaminação do sistema tubo/ circuito. 23. parar imediatamente o procedimento e oferecer oxigênio a 100%. pode ser instilada água destilada estéril no tubo endotraqueal (cerca de 3ml). antes de utilizá-lo. 3.Descrever característica. cianose.

37 9.Utilizar sempre o frasco coletor intermediário para evitar que entre secreção na rede de gases do painel.O aspirador de secreções mais indicado é o aspirador a vácuo. pois sua pressão de sucção é controlada. 10. ou seja. Assim.Caso o elemento que estiver realizado a aspiração for canhoto. cuja pressão de sucção é muito forte. 11. . onde diz mão direita considerar esquerda e viceversa. evita-se utilizar aspiradores elétricos. a descrição deverá ser invertida.

.Limpar a região fistulosa do dreno ou a colostomia com soro fisiológico a 0.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3. .  PROCEDIMENTO 1. .pacote de curativo.Lavar as mãos 2. 5.Controlar o débito da drenagem fistulosa. 8.Reunir o material. . .Abrir o pacote de curativo.solução de benjoim.38 4. expondo apenas a região a ser limpa. .luvas . .gazes estéreis. 10.tesoura não estéril.8. 9.Aplicar solução de benjoim ao redor da área. .Proteger a pele contra ação dos sucos digestivos  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo – bolsa de colostomia.Secar a área ao redor. com gaze.soro fisiológico a 0.9%.secador de cabelos (se possível). 4.9% . drenos ou colostomias.Calçar luvas.Biombo.Aplicação da Bolsa de Colostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.Colocar biombo 6.Colocar o paciente em posição confortável. 7. .

7. 9. 15.Promover melhor adesão da bolsa.Lavar as mãos.Ao realizar a troca da bolsa. edema.Verificar se o diâmetro da bolsa é compatível a área a ser explicada.Evitar contaminação do ambiente.Recompor a unidade e recolher o material. 2. 16.Anotar no prontuário o procedimento feito. .retirar o adesivo da bolsa. 14. estar sempre atento a possíveis complicações como: necrose.Proporcionar conforto ao paciente. 17. 11. 14.Fixar a bolsa. 8. 12.Evitar contaminação do ambiente. colaborando com a equipe. de fora para dentro.Prevenir infecção. OBSERVAÇÕES: 1.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Assegurar a privacidade do paciente. e promover a pele do paciente. 13.Registrar características e quantidade do débito e aspecto de colostomia.Utilizar secador de cabelos.Conter secreções drenadas. 15. se possível. retração. 6. dermatite periestomal. . 16.Manter o ambiente em ordem. 10. 4. 17.Prevenir infecção. 1.retirar as luvas. 3. ou seja.Obedecer à técnica de curativo da ferida séptica. 12. hemorragia. infecção.Economizar tempo e poupar o funcionário.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS.Deixar o paciente em ordem.39 11. 13.Assegurar a privacidade do paciente. 5.Assegurar a salubridade do funcionário.Observar técnica asséptica.

40 colapso e distensão abdominal. bem como parada de eliminação de flatos e conteúdo intestinal. . 3.As colostomias são classificadas. com o ânus com orifício de saída natural. quando forem definitivas. colostomia descendente (o estoma está a nível de cólon descendente) e colostomia sigmóidea ( o estoma esta a nível de sigmóide).As colostomias são classificadas em: temporárias. e permanentes. quando posteriormente haverá restabelecimento do trato intestinal. quanto a sua localização anatômica. 2. em: colostomia ascendente (o estoma está nível de cólon ascendente). colostomia transversa (o estomago está a nível de cólon transverso).

Uma lâmina de bisturi.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 6.9%.9%.Secador de cabelos (se possível). . ostomias ou drenos. .  PROCEDIMENTO 1. . .Um par de luvas.Calçar luvas.Limpar a região fistulosa com soro fisiológico 0.Solução de benjoim . drenos e/ ou ostomias.Abrir o pacote de curativo.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .41 4.9. 5. 2. 7. .Máscara.Lavar as mãos.Evitar a maceração e escoriação da região cutânea ao redor de fístulas. .Manter a pele seca.Conjunto de bolsa e placa com diâmetro correspondente a ostomia.Reunir o material 4. .Aplicação da Bolsa Coletora Combehisive Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.Soro fisiológico a 0. 3.Controlar débito da drenagem fistulosa.Colocar o paciente em posição confortável expondo apenas a região a ser limpa.Um pacote de curativo. se necessário. . . .

9.Adaptar a bolsa plástica à parte inferior do aro da placa. . dreno ou ostomia com gaze. 16. 17. de acordo com o diâmetro da fístula. 9. . 13. a partir da parte inferior da bolsa plástica.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 10.Lavar as mãos. . 4. até que esteja seguro. . de fora para dentro. para confirmar se a mesma se encontra devidamente encaixada à roda do aro.Colocar a bolsa da seguinte maneira: Marcar o círculo com o guia de corte. 2. ou utilizar o secador de cabelos novamente.Recompor a unidade e recolher o material.Prevenir infecção. para impedir a drenagem das secreções.Anotar no prontuário o procedimento feito.Exercer uma leve pressão à roda.Secar a região com gaze seca e posteriormente com ar quente. .Evitar a contaminação do ambiente e da roupa de cama. 3.Aplicar solução de benjoim somente na pele íntegra. ou seja.Assegurar a salubridade do funcionário 6.Obedecer à técnica de curativo de ferida séptica. 15. 18.42 8.  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVA 1.Deixar o paciente em ordem.Observar técnica asséptica.Recortar o orifício marcado.Retirar as luvas. solicitando ao paciente que enrijeça a região. 7.Aplicar a placa com o aro sobre a região.Retirar o papel protetor siliconado que cobre a face posterior da placa.Esperar a pele secar totalmente. 11. .Puxar suavemente a bolsa para baixo. 8.Utilizar o secador de cabelos (se possível). . 5.Economizar tempo e poupar o funcionário. dreno ou ostomia.Assegurar a privacidade do paciente.Proteger o orifício da fístula.Retirar o adesivo da bolsa. 14. 12.

14.Prevenir infecção. 2. 11.Promover melhor aderência da bolsa. 3. 18.A durabilidade da bolsa plástica é de aproximadamente 15 dias. 17. soltando apenas o clampe que fecha a bolsa na parte inferior da mesma.Certificar-se de que as paredes internas da bolsa plástica não estão colocadas.Volume e características da eliminação.43 10.Para trocar a bolsa não há necessidade de retirar a placa aderente à pele. OBSERVAÇÕES 1.Lavagem Intestinal pela Colostomia .Certificar-se de sua aderência. 16. colaborando com a equipe. basta puxar apenas o aro da bolsa plástica.Garantir a aderência da bolsa. 12.Manter o ambiente em ordem.Evitar contaminação do ambiente. 4.Guardar p clampe. 6. 5.lavar a bolsa com água a cada vez que desprezar o conteúdo no vazo sanitário. 15.Esvaziar periodicamente a bolsa (uma vez por plantão. quando efetuar a troca da bolsa.Proporcionar conforto ao paciente. de preferência). 13.

7. se houver.luvas. .benjoim. 3.Lavagem Intestinal pela Colostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . 5-Dependurar o frasco da solução comercial no suporte de soro.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo – solução comercial para lavagem intestinal. 6. .papel higiênico.9%. .Lavar as mãos.uma tesoura comum.  PROCEDIMENTOS 1.uma toalha ou forro.medicação prescrita. . .sonda retal fina. .bolsa de colostomia.Limpeza de cólon. . 2. .Conectar a sonda retal na extremidade do equipo.10.Retirar o ar da extensão do equipo.Reunir material.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 4-Colocar biombos. . . com o equipo de soro já conectado.Um biombo e uma comadre.gazes.Eliminação fecal . .44 4. .solução fisiológica a 0.

Desprezar a sonda no lixo do sanitário envolvida em papel higiênico ou na própria embalagem da sonda retal.Anotar no prontuário o procedimento feito.Secar a área ao redor da colostomia com gaze.Retirar as luvas. 27. 9.Providenciara higiene do paciente. 4. 28. 23. Executar a técnica no sanitário caso possa deambular. 1.retirar a sonda. 3-Economizar tempo e poupar o funcionário.Deixar a solução correr vagarosamente.Prevenir infecção.Pedir ao paciente. 12. clampando-a e puxando-a. .Lavar as mãos.Providenciar que o banheiro seja higienizado. 17. 26. 15.Dependurar cerca de 45 a 50cm acima da colostomia. desprezando-as no lixo próprio.45 8.Introduzir cerca de 15 a 20cm da sonda.Garantir a privacidade do paciente.Calçar as luvas.Passar a solução de benjoim. 20. que segure a sonda com uma gaze. 11-Proceder à limpeza ao redor da colostomia com gaze e soro fisiológico a 0. 16. 13. 29.Verificar o diâmetro da colostomia para o encaixe da bolsa. se ele puder.Recompor a unidade e recolher o material.9%. 5.Após o efeito satisfatório da lavagem. caso tenha sido utilizado.Segurar a sonda retal com auxílio de uma gaze. 30.Retirar a bolsa de colostomia e despreza-la no lixo do sanitário do quarto.Abrir a pinça do equipo as soluções. 21. 25. 18.Deixar o paciente em ordem. proceder a limpeza ao redor da colostomia. 19.Fechar a pinça quando terminar a solução evitando entrada de ar. 14. 2-Assegurar a tranqüilidade do paciente.Lubrificar a sonda usando gaze com anestésico.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 10. 24. 22.

13.Garantir a salubridade do funcionário. 18. 25. 14. 21. 22.Facilitar o procedimento.Evitar contaminação do ambiente. 23-Aumentar a circunferência do orifício da bolsa de acordo com o diâmetro da colostomia.Evitar contaminação do ambiente.Facilitar a aderência da bolsa de colostomia. se assim mesmo.Prevenir infecção 27. quantidade e aspecto do líquido retornado.Utilizar gaze e soro fisiológico a 0.Evitar contaminação.Proporcionar conforto ao paciente. abrir a pinça e deixar correr um pouco da solução.Facilitar a entrada da sonda.facilitar a aderência da bolsa. 20.Promover o conforto do paciente.46 6. não insistir e comunicar o médico. 19. diminuir a pressão do mesmo ou tentar introduzir mais 5cm da sonda. 10.Evitar contaminação do quarto. 12. 9. não resolver. 28.Promover alívio imediato ao paciente. 26.Facilitar o procedimento. 11.9%. . 29.Facilitar procedimento. .Se encontrar resistência. 24. 16. 8.Deixar a solução correr.manter ambiente em ordem.Ligar a sonda ao frasco as soluções 7.Evitar distensão abdominal e desconforto ao paciente.Irrigar o estoma coberto. 17. 15.Evitar a distensão e cólica abdominal. colaborando com a equipe.Efeito da lavagem.Se houver refluxo de grande quantidade de líquido. 30.

Em caso de haver dois estomas. fazer o procedimento no próprio leito. levando uma comadre para desprezar o conteúdo. 2. observar na prescrição médica qual estoma a ser irrigado. .47 OBSERVAÇÕES: 1. um forro e um impermeável para colocar sob o local da colostomia.Caso paciente não possa ir ao banheiro.

Trocar a agulha.11.1ml do frasco de heparina.luvas. 9.Levar o material na bandeja junto ao paciente. 1. .  PROCEDIMENTOS.Aspirar. 2.heparina.Calçar luvas 4.um forro. .saco plástico.Lavar as mãos. . puxando o êmbolo da seringa até a porção final da mesma para heparinizá-la corretamente. 10. .Explicar o procedimento e finalidade 3. .  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .uma seringa descartável 25 x 7.Identificar a seringa com o nome do paciente. leito e número do registro.uma tampa pequena de borracha.Escolher o local de melhor condição para a punção da artéria.uma seringa de vidro de 5ml. 8. 7.48 4.algodão com álcool a 70%. retirar todo o ar da seringa e proteger a agulha. horário da coleta.Fazer anti-sepsia do frasco de heparina 6. .Montar a seringa com agulha. 5.Coleta de Amostra de Sangue Arterial (Adulto)  FINALIDADE DA TÉCNICA . 0.Coletar sangue arterial para obter-se uma avaliação das alterações ácidobásicas do paciente. . 25 x 6 .

49 11.Posicionar a seringa e agulha corretamente. 15. Excesso de heparina altera o PCO2. 12.Lavar as mãos. 25. A angulação oblíqua de 30º e 45º favorece a compressão natural para estacar o sangramento. 19-Retirar todo o ar da seringa fixando o seu êmbolo através da ponta da agulha espetada numa tampa de borracha.Deixar o paciente em ordem e confortável. ou até que haja para do completamente o sangramento.Palpar e sentir a pulsação. 10.Proteger a região a ser puncionada com um forro impermeável. 7. 16-Puncionar a artéria introduzindo a agulha lentamente. 14.Utilizar técnica asséptica. ao puncionar a artéria.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. . 17.Deixar o êmbolo as seringa subir normalmente logo que o sangue torne-se visível.Fazer a antissepsia da pele com algodão e álcool a 70%.Dar preferência às artérias radial ou branquial.Assegurar a salubridade do funcionário durante todo o procedimento.Evitar a entrada de ar na seringa. consequentemente alteração da PaO2. 8.Retirar luvas. 1. 5.Usar técnica asséptica durante todo o procedimento.Fixar a artéria entre os dedos indicador e médio.Anotar no prontuário o procedimento feito. 18.Colocar a seringa no saco plástico. 4. 24. 21. devido à diferença entre abertura cutânea e a artéria.Evitar troca do material.Economizar tempo. 9.Prevenir infecção.Umedecer toda a seringa para facilitar a subida do êmbolo. 2.Recompor a unidade e recolher o material. 23.Colher 2ml de sangue arterial. com o bisel voltado para cima.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 20-Pressionar firmemente a artéria por cerca de cinco minutos. 6. 3. 26. 22. 13.

13. Observar açor das palmas. 15.Realizar teste de Allen.Diminuir o risco de erro. 26. e seringa de vidro ou descartável. Não confundir o reflexo da pulsação da artéria com artéria propriamente dita.Prevenir infecção. pois esta manobra pode provocar entrada de ar na seringa. 16.45º para artéria braquial. 2. 17.Em ângulo de: .Evitar a movimentação da artéria.Assegurar a salubridade do funcionário. Repetir o teste ocluindo a artéria cubital.30º para artéria radial pediosa. 25. antes de ser encaminhada. 3. 20. . 19. Em condições normais ficam rosadas prontamente. 18.Manter quantidade suficiente para realização do exame.Proporcionar conforto ao paciente. Consiste em solicitar ao paciente que descanse seus braços. 24.Para colher gasometria utilizar agulha 25 x 6 ou até agulha de insulina. colaborando com a equipe. Consiste em verificar a permeabilidade das artérias radial e cubital.Evitar a formação de hematoma trauma da artéria. Comprima firmemente a artéria radial a seguir peça ao paciente que abra as mãos numa posição relaxada. 23.manter o ambiente em ordem.Evitar infecção 14.Teste de Allen. . .Evitar deslizamento do êmbolo e consequentemente entrada de ar na seringa.50 11.90º para artéria femoral.Procurar não puxar o êmbolo manualmente.A seringa heparinizada com sangue colhido poderá permanecer em geladeira até 30 minutos.Evitar a transfixação da artéria. Condições do paciente: parâmetro do respirador OBSERVAÇÕES 1. 21. .Hora da coleta. Em seguida pressione os polegares sobre as artérias do paciente e peça-lhe que feche a mão com força.

Manter a permeabilidade da via. .água destilada .Evitar punções venosas repetitivas.frasco de heparina.Evitar coagulação sanguínea nos cateteres (scalps.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .51 4.Heparinização de Cateteres Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .12. Abocaths. .seringa de 10ml. etc). .agulha 25 x 8. . .

data e hora.Deixar paciente em ordem.52 . 3.Lavar as mãos. A cada administração endovenosa.Fechar o cateter com a tampinha estéril própria. 9. deverá ser mantida no balcão do posto de enfermagem.tampinha estéril. ou abertura do sistema. durante 24 horas. colaborando com a equipe.cateter (scalp.Prevenir infecção 2.0 ml . 3. se necessário.Aspirar 0. . utilizar o equipo tipo polifix tampa. 2. de preferência) .  PONTOS IMORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1.Caso trate-se de Abocaths. 8.  PROCEDIMENTOS 1. .A seringa com solução heparinizada. 6. para preencher o cateter: . 4.Preparar a solução heparinizada: . 7. identificada com o nome do paciente.Identificar a seringa corretamente. 5. .Completar a seringa com água destilada ou soro fisiológico até atingir 10ml.cerca de 1.2ml de heparina (5. 5.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 4. 7.Administrar a solução heparinizada no cateter.Anotar no prontuário o procedimento feito.Lavar as mãos.Recompor a unidade e recolher o material.Para Abocaths .Prevenir infecção. manter a tampinha do cateter protegida com agulha estéril.Administrar a quantidade necessária. até 72 horas e na seringa.Para Scalp – cerca de 2.000 unidades). A solução heparinizada preparada poderá ser mantida em geladeira.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.5ml. fora da geladeira.manter o ambiente em ordem. ou plug adaptador. 6.

durante até 72 horas. 4.Limpar a lesão -Evitar infecção ou reduzir as infecções cruzadas. caso não haja administração de medicamentos de forma periódica. de preferência.Manter o cateter heparinizado no paciente.gazes. também poderá ser utilizado para coleta de sangue. Nesse caso.um par de curativo ou sistema de curativo comercializado.Promover cicatrização. pois estes traumatizam a veia e são mais propensos a trombo flebites.O cateter heparinizado.Curativos de Incisão Simples e Limpa Realizado por médicos. . Scalps e não Abocaths.13.Heparinizar. .Trocar a solução heparinizada contida no interior do cateter a cada oito horas. e em seguida. 4. lavar o cateter som soro fisiológico e aspirar à solução heparinizada no cateter. . aspirar o sangue e heparinizar o cateter novamente. 5.Observar anormalidade como: infiltração ou trombose na veia. enfermeiros e técnicos.  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: .solução antisséptica .  FINALIDADE .53 8. 2. OBSERVAÇÕES: 1. 9.Proporcionar conforto ao paciente.

7. 19. .Datar o curativo se estiver ocluído.éter e/ ou solução de benjoim. -um biombo (se necessário)  PROCEDIMENTO 1.um saco plástico pequeno.9%.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. .Manter o curativo ocluído ou aberto.Fazer a limpeza da incisão.Passar éter e/ou solução de benjoim.esparadrapo comum e/ ou especial.Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ou bandeja e da mesa da cabeceira. se necessário. com solução de fenol. . de dentro para fora. 18.Colocar o paciente em posição adequada. 9. desprezando-a na borda do campo.um par de luvas estéreis.Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. de cima para baixo. 15-Colocar solução anti-séptica e/ou medicamentos na incisão.54 . com movimentos semicirculares. 8.soro fisiológico a 0. de cima para baixo. 6.Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril. 13. com uma gaze seca. quando houver indicação.Secar as laterais da incisão. auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com soro fisiológico a 0. de cima para baixo.Secar a incisão.9% . 3. 17. 4. sem voltar ao início da incisão. . de cima para baixo.Proteger o paciente com biombo. 14. expondo apenas a área a ser tratada. 11-Montar a pinça Kelly com gaze. utilizando as duas faces da gaze. nunca voltando à gaze onde já passou.Lavar as mãos.Reunir o material numa bandeja auxiliar. 5. 10-Remover o curativo antigo com a pinça dente de rato. de cima para baixo. 12. ao redor da incisão.Fechar a porta.Explicar o procedimento. 2. 16.

Garantir a privacidade do paciente. 14.Promover maior aderência do esparadrapo.Anotar no prontuário o procedimento feito.55 20.Prevenir infecção. 17. 10.Economizar tempo e poupar o funcionário. 15. Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 11-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes.Utilizar cada face de gaze apenas uma vez. 21.Estar atento para não contaminar o material estéril do campo. 2. limpa ou contaminada. 7. . 6. Não Voltar a gaze para a parte mais limpa. Não levar o carro de curativo para a unidade do paciente.Ferida séptica (contaminada): a limpeza deve ser feita de fora para dentro. . 4. 8.Trocar de gaze quantas vezes for necessário.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. .A umidade impede a ação da solução antisséptica. 22.Recompor a unidade e recolher o material.) 13.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Conforme o tamanho do curativo a região exposta. 9. . Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 12-Não voltar à gaze para a parte mais limpa. .Ferida asséptica (limpa): a limpeza deverá ser feita de dentro para fora.Evitar contaminação.Deixar o paciente em ordem. 3.Trocar de gaze quantas vezes for necessário.Evitar desperdício.Lavar as mãos.Evitar correntes de ar contaminação. (Vide técnica do curativo de incisão aberta.Evitar contaminação do material.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 16. 5. 23.Evitar a formação de meio de cultura. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo.

22.56 18.Expor material de curativos e a ferida o mínimo possível. utilizando sempre uma mesa ou bandeja auxiliar para apoio do material. 2.Remover curativos úmidos. não ultrapassando o período de seis horas (tempo provável da multiplicação das bactérias).Lavar as mãos antes e depois da realização dos curativos.Nunca desprezar curativos sujos e dejetos no lixo do quarto e sim num saco plástico individual. o mesmo tempo deverá ser adotado para a poupa de cama. 10-Não abrir curativos para encaminhar o paciente para o banho. e orientar o paciente para que faça o mesmo. colaborando com a equipe. . 5. . 9. 21. 19.Solução antisséptica: trata-se da polivinilpirrolidona-iodo a 1% (PVPI). 24. após a execução de cada curativo. 6. sempre que necessário.Evitar contaminação do próximo paciente. preconizada pelo Ministério da Saúde. conforme o tipo de cirurgia.Proceder à desinfecção da bandeja ou da mesa auxiliar. 4. OBSERVAÇÕES: 1.Proporcionar conforto ao paciente. 8. 23. e após ter retirado o curativo sujo.Não falar próximo à ferida.Prevenir infecção.Data e hora da realização do curativo.Manter o controle de dia e hora de realização do curativo. 3.Reação do paciente. .Curativos simples e limpos deverão ser mantidos ocluídos até 2º ou 3º pósoperatório. 7.Aspecto e características da ferida.Manter o ambiente em orem. suja de secreção. 20. protegê-lo com plástico.Manter o carro de curativo da unidade foro do quarto do paciente. .Intercorrências.Após cada curativo feito encaminhar ao expurgo o material de curativo usado bem como o saco plástico dos dejetos.

. com Pontas Subtotais ou Totais Realizado por médicos.esparadrapo e/ou esparadrapo especial. 13-Não utilizar soluções detergentes (ex:sabão) nos curativos.Promover a cicatrização. .Limpar a lesão . . . prejudicado a circulação. enfermeiros e técnicos.Retirar corpos estranhos da ferida.Curativos de Incisão Limpa. .  MATERIAL Bandeja auxiliar contendo: -um pacote de curativo ou sistema de curativo comercializado. agravam o trauma tissular e retardam a cicatrização.14. . . 12-Manter os membros afetados elevado.57 11-Não usar faixas ou ataduras que comprimam os tecidos.Fazer hemostasia (compressão) .Proteger e manter contato de medicamentos juntos ás feridas a adjacências.Drenar e/ou absorver secreções.gazes . 4. sem detergentes.Evitar infecção ou reduzir as infecções cruzadas. para que a circulação de retorno se processe. beneficiando os tecidos.  FINALIDADE DA TÉCNICA. Portanto. somente utilizar soluções antissépticas aquosas. .solução antisséptica.

Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril.soro fisiológico a 0. 4. 11-Remover o curativo antigo com a pinça dente de rato. 8. . 6.um biombo (se necessário)  PROCEDIMENTOS.Proteger a roupa de cama com impermeável ou forro sob o local do curativo. 15-Fazer a limpeza incisão propriamente direta (central) de dentro para fora. 3.Reunir o material numa bandeja auxiliar.éter e/ou solução de benjoim.Proteger o paciente com biombos se necessário. 9. 12-Calçar luvas.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.9%. no interior dos pontos subtotais ou totais. expondo apenas a área a ser tratada. conforme a região a ser expostas.9%. incluindo os pontos totais ou subtotais. com movimentos semicirculares.uma seringa de 20ml . . . 14.Limpar as regiões laterais da incisão cirúrgica após a limpeza da incisão principal e do primeiro ponto total o subtotal. e umedecê-la com soro fisiológico 0. com auxilio de uma seringa. utilizado as duas faces da gaze sem voltar ao início da incisão. 13-Introduzir soro fisiológico.um saco plástico pequeno .Colocar as pinças com cabos voltados para borda do campo. 16.medicamentos específicos.Lavar as mãos 2.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica. 7.58 .Montar a pinça Kelly com gaze auxiliada pela pinça anatômica. . desprezando-a na borda do campo.Fechar a porta 5. 10. de cima para baixo. 1.Colocar o paciente em posição adequada.

29. seguindo a mesma direção anterior não voltando a gaze onde já passou. 1.Aplicar solução antisséptica na incisão principal e nos pontos totais e subtotais.Secar a região fora da incisão.Garantir a privacidade do paciente. 26. 18.Proceder à limpeza.Garantir a privacidade do paciente.Secar a incisão principal desde o início acompanhada dos pontos totais ou subtotais e das laterais.Recompor a unidade e recolher o material. 2. .Deixar o paciente em ordem. 32.Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ou bandeja e da mesa de cabeceira com solução fenólica.Manter o curativo ocluído ou aberto. 23. 31.Datar o curativo de estiver ocluído 28. 27.Evitar correntes de ar e contaminação. 6. 21. 20. Não levar o caro de curativo para a unidade do paciente.Prevenir infecção.Retirar o impermeável e deixar o paciente confortável.Passar o éter e/ou solução de benjoim ao redor da incisão. 3.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. dos pontos totais ou subtotais e das laterais conforme descrita nos itens 14 e 15.Proteger a área principal (incisão central e ponto totais e subtotais) com gaze seca quantidade suficiente para cobrir a área.59 17-Continuar a limpeza da incisão central. quando houver indicação.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 30. fora da incisão. até chegar ao final da incisão e do ultimo ponto total ou subtotal.Anotar no prontuário procedimento feito. 22. 4. 19. com soro fisiológico. 5.Retirar o excesso da solução antisséptica. 25.Economizar tempo e poupar o funcionário.Lavar as mãos. 24. com auxilio de gaze seca de cima para baixo do mesmo modo já descrito anteriormente.

14-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes. . . 23. 18-Trocar a gaze sempre que necessário . 26.Trocar a gaze quantas vezes for necessário. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo. .Utilizar a face da gaze apenas uma vez.Ferida séptica (contaminada): a limpeza deverá ser feita de fora para dentro. 25-Curativos limpos deverão ser mantidos ocluídos até o segundo ou terceiro pósoperatório. . Remover ataduras de crepe. caso existam.60 7. com auxilio de uma lâmpada de bisturi. 16-Trocar de gaze quantas vezes for necessário.Trocar gaze quantas vezes for necessário.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 13.Não voltar à gaze para a parte mais limpa.Evitar contaminação 9.Evitar a formação de meio de cultura.Assegurar a salubridade do funcionário.Não voltar à gaze para a parte mais limpa. 21. .Não voltar à gaze para a parte mais limpa. conforme o tipo de cirurgia. 15. 10-Evitar desperdício.Evitar contaminação do próximo paciente.A umidade impede a ação da solução antisséptica.Promover maior aderência do esparadrapo.A umidade impede a ação da solução antisséptica. 12.Evitar sujar a roupa de cama 8.Ferida asséptica (limpa): a limpeza deverá ser feita de dentro para fora. os quais podem funcionar como meio de cultura. . . 19-Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. . Não voltar a gaze para a parte mais limpa. Trocar a gaze quantas vezes for necessário. 22. 27.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Evitar contaminação do material.Retirar resíduos dos pontos. 11-Estar atento para não contaminar o material estéril do campo. . 17-Trocar de gaze sempre que necessário. 24.Manter o controle de dia e hora da realização do curativo. 20.Evitar contaminação proteger região.

32-Reação o paciente.PONTO TOTAL: é feito com equipo de soro e passa através do peritônio.61 28.Proporcionar conforto ao paciente. recoberto com equipo. Geralmente é feito quando está previsto o retorno do paciente à cirurgia. 33-Intercorrências. 2. para reabertura da incisão e lavagem da cavidade peritoneal.Data e hora da realização do curativo 31-Aspecto e características da ferida. 30. OBSERVAÇÕES: 1.Prevenir infecção. . e não passa pelo peritônio.PONTO SBTOTAL: é aquele feito com fio de satura. 29.

9% -um saco plástico pequeno ou grande.Bandeja auxiliar contendo: . . .Proteger e manter o contato de medicamento junto às feridas e adjacências.éter e/ ou solução de benjoim.medicamentos prescritos .solução antisséptica . .62 4. . se necessário: . . .Limpar a lesão.gazes .esparadrapo comum e/ou esparadrapo especial .Drenar e/ou absorver secreções. .Retirar corpos estranhos da ferida.  MATERIAL .Acrescentar.soro fisiológico a 0.15.Evitar infecção ou reduzir infecção cruzada.Fazer hemostasia (compressão).gaze vaselinada estéril.solução degermante p/ as mãos -um pacote de curativo ou sistema comercializado . .Retirar tecido necrótico. .Curativo de Incisão aberta (Limpa ou Contaminada) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Promover cicatrização . se necessário.

Fechar a porta.Colocar o paciente em posição adequada. 3. 6. -chumaço de algodão estéril ou compressa estéreis.9%.Calçar luvas. 11-Colocar as pinças com os cabos voltados à borda do campo. 17. desprezando-a na borda do campo. 8. 7.ataduras de crepe. . 9.Reunir o material numa bandeja auxiliar. 5.sacarose.Proteger o paciente com biombo. . . expondo apenas a área a ser tratada. 14-Remover o curativo antigo com a pinça dente d rato. 13-Retirar ataduras com auxílio da lâmina de bisturi.máscara. 2. 12-Colocar gazes em quantidade suficiente sobre o campo estéril. .Colocar máscara e avental.avental.63 .um par de luvas estéreis.Secar a região de fora da incisão. utilizando as duas faces da gaze.aspirador de secreções. 4. . . .Proteger a roupa de cama com impermeável ou forro sob o local do curativo.Lavar as mãos com solução degermante. iniciando de fora para dentro. 10-Abrir o pacote de curativo em técnica asséptica.um biombo  PROCEDIMENTOS 1.uma bacia estéril. . 16-Fazer a limpeza da incisão aberta. 15-Montar a pinça Kelly com gaze auxiliada pela pinça anatômica e umedecê-la com soro fisiológico 0. .uma lâmina de bisturi.Explicar o procedimento ao paciente.

Manter o curativo ocluído.Anotar no prontuário o procedimento feito e aspecto do curativo.Retirar o impermeável. 19. 27.Retiras máscara.Economizar tempo e poupar funcionário. 4. 36.Colocar solução antisséptica e/ou solução de benjoim.Recompor a unidade e recolher o material. 25. 28. Não levar o carro de curativo para a unidade do paciente . 35.Datar o curativo.Secar a parte limpa de dentro da incisão.Passar o éter e/ou solução de benjoim. 22.  PONTOS IMPORTANTES. ao redor da incisão. 33. 21.64 18.Secar a região dentro da incisão (deiscência).Deixar o paciente em ordem. ao redor da incisão.Prevenir infecção.Lavar as mãos.Fazer limpeza da parte limpa de dentro da incisão soro fisiológico e as duas faces da gaze.Repetir o item 18 quantas vezes forem necessárias. 31.Retirar luvas. 34.Retirar o excesso de solução antisséptica. 3. 1.Evitar contaminação da área aberta a ser tratada. 20. 32-Fazer a desinfecção da mesa auxiliar e/ ou bandeja da mesa de cabeceira com solução fenólica. 30. conforme técnica descrita a seguir. 26. de cima para baixo. 24.Assegurar a tranqüilidade do paciente. Fazer ponto de aproximação de bordos de deiscência com espátulas.Cobrir a incisão aberta com gaze seca. chumaço ou vaselina estéril. 2.Fazer a limpeza da parte de dentro da incisão (região da deiscência) utilizando soro fisiológico e as duas faces da gaze. 23. com auxilio de uma gaze seca. se houver indicação. 29.

Não voltar à gaze para parte mais limpa. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Trocar d gaze quantas vezes for necessário. 16-A umidade impede a ação da solução antisséptica. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 12. drenando secreções em grande quantidade. caso existam. 20.Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.Evitar sujar a roupa de cama. 7. Utilizar cada face da gaze apenas uma vez. 14-A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes. . Remover ataduras de crepe. 9. Não voltar a gaze para a parte mais limpa. . 10. 8. . Realizar instalação concomitante. Utilizar gaze vaselinada estéril. Não voltar a gaze para a parte mais limpa. .Garantir a privacidade do paciente.A umidade a ação as soluções antisséptica.Evitar desperdício.Evitar contaminação e corrente de ar. 23. caso trate-se de deiscência com evisceração de órgãos. 21. com auxilio de uma lâmina de bisturi.Garantir a privacidade do paciente. Trocar de gaze quantas vezes for necessário. caso trate-se de deiscência ampla.Facilitar o procedimento e evitar manipular muito o paciente. com presença de fístula. 11. 18. 6. 13-Estar atento para não contaminar o material estéril do campo. 17.Economizar tempo. Não voltar a gaze à parte mais limpa.Assegurar a salubridade do funcionário.Não voltar à gaze para a patê já limpa. 15. 22-Utilizar cada face da gaze apenas uma vez.A umidade impede a ação da solução antisséptica. a fim de evitar trazer contaminação da lesão para o campo. Trocar a gaze quantas vezes for necessário.Evitar a formação de meio de cultura.Utilizar cada face de gaze apenas uma vez. 19.Não voltar à gaze para a parte mais limpa.Garantir a retirada total das secreções.65 5. Trocar de gaze se necessário. Trocar de gaze quantas vezes for necessário.

tornando-se posteriormente a causa das infecções.Os curativos de incisão aberta. 31. uma incisão aberta com tecido de granulação sem secreção purulenta deve ser feita como curativo contaminado. Isso porque o sangue e/ou fluidos corporais.Evitar contaminação do próximo paciente. colaborando com a equipe. 36-Aspecto e característica da ferida. As mais adequadas. caso haja indicação. uma vez estagnados na ferida.Data e hora da realização do curativo. de fora para dentro. 32.Proporcionar conforto ao paciente.O curativo já está protegido. ou seja. lavando-a com soro fisiológico. OBSERVAÇÕES: 1. 26. 3. caso haja presença de fístula com drenagem de grande débito.Manter o controle de dia e hora de realização do curativo. 34. 30.66 24-Deixar a região aberta. serão sempre realizados conforme a técnica do curativo contaminado.Trata-se de soluções detergentes-antissépicas.Facilitar o procedimento. independente do seu aspecto. colocar bacia sob a área a ser tratada. Utilizar instalação contínua de soro fisiológico (gota a gota) com aspiração intermitente.Proporcionar conforto ao paciente. facilitam a infecção e perdem seus poderes bactericidas.Prevenir infecção. 27. especialmente tratando-se de membros inferiores e superiores. O mesmo ocorre com dreno de penrose ou com uma escara aberta em fase de cicatrização. 29. Assim. conforme orientação do Ministério da Saúde. são as soluções de .Manter o ambiente em ordem. 25. 2. mesmo não estando infectados. 37-Reação do paciente. pois entre a pele e a ferida. 33. 35.Para curativos contaminados com uma secreção.SABÃO ESPECIAL .Promover melhor aderência do esparadrapo. 38-Intercorrências. 28.Evitar contaminação. a pele é a área mais limpa.

9. -Bandeja auxiliar contendo: . e por ultimo as colostomias e fístulas em geral. seguindo-se de ferida aberta não infectada. 5.16. em quantidade suficiente para impedir que a drenagem atinja outras áreas do corpo.67 P. associadas a detergentes compatíveis e a substâncias protetoras da pele. I a 10% (1% de iodo livre) cloro-hexidina a 4%. .  MATERIAL.Acelerar o processo de cicatrização.Aproximação dos Bordos em Deiscência Cirúrgica Abdominal.Colher material para cultura e bacterioscopia de feridas infectadas ou com suspeita de infecção. para colocar nos curativos abertos onde haja exposição de vísceras e/ou outros tecidos.O uso de chumaço ou compressa depende da extensão da deiscência.P.Utilizar gazes secas ou chumaços em cima da ferida. 7.um pacote de curativo . 6. depois da ferida infectada. .Quando uma pessoa for trocar vários curativos num mesmo paciente.Evitar evisceração dos órgãos. 8.Amenizar a deformidade . deverá iniciar pelos curativos de incisão limpa e fechada. Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA. indicando apenas para áreas que necessitem de uma limpeza mecânica. 4. 4.Utilizar máscara para curativos grandes e abertos.Utilizar gaze vaselinada estéril. V.

Recompor a unidade e recolher o material.Secar a região com gaze. 13. 10. exercendo tensão adequada. a qual irá ser fixada nos flancos direito e esquerdo do paciente.Preparar o material para fixação usando espátulas de madeira unidas por duas tiras de esparadrapo próximas das extremidades destas espátulas.Lavar as mãos 3.Colocar espátulas nas bordas da ferida procurando aproximá-las o máximo possível. 2.Colocar o paciente em decúbito dorsal.máscara .Lavar as mãos.duas tiras de esparadrapo de 3 cm de largura e 20 cm de comprimento . 11.Limpar a região com soro fisiológico 0. utilizando o material de curativo. até completo fechamento da ferida.Fixar com exatidão no meio de cada espátulas uma tira de esparadrapo. 9. na altura da coluna lombar.Reunir o material. no sentido longitudinal.  PROCEDIMENTOS 1. sendo a distância entre elas variada conforma a extensão da deiscência. e se necessário até mesmo contornar as costas.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.soro fisiológico 0. 8. Exercer tensão com duas tiras de esparadrapo.9% .éter e/ ou solução de benjoim. esterilizadas) . ou cruzamento uma espátula com outras fixando-as com elástico.Limpar a pele ao redor da deiscência com éter e/ou tintura de benjoim.68 -duas espátulas de madeira (de preferência. expondo a área a ser aproximada.Proteger com gaze as proximidades da deiscência onde ocorre pressão das espátulas.Vestir a máscara. à medida que o processo de cicatrização evoluiu e a deiscência se torna menos externa. de modo e manter a deiscência fechada ou semifechada. 5.Fixar a tira de esparadrapo no tecido cutâneo íntegro. 12. . 16. 14-Diminuir a distância entre as espátulas. 4.9%. 7. 6. 15.

4. 13-Proteger pele macerada. 5. Usar técnica de curativo. dor ou desconforto abdominal. 12-Evitar maceração da pele.Evitar contaminação da área de deiscência. 17.Soltar as espátulas do abdômen caso ocorra distensão. OBSERVAÇÕES: 1.Facilitar aderência da espátula e esparadrapo.Prevenir infecção 3.Diminuir tempo e movimentos do funcionário. 18-Registrar o quanto em centímetros a deiscência está fechando ou não é característica da lesão. . no local certo e evitar a maceração da pele.Deixar o paciente em ordem. 15-Prevenir infecção. .Proporcionar conforto ao paciente.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSFICATIVAS 1. pois isto poderá provocar mal-estar. colaborando com a equipe.Facilitar procedimento 6.Assegurar tranqüilidade do paciente. distensão abdominal e dores. 9.O uso de sacarose em deiscência é utilizado como tratamento auxiliar no processo de cicatrização e prevenção do processo infeccioso. 2. 2.Usar técnica asséptica ao abrir o pacote de curativo. 8.Manter o ambiente em ordem. 16.69 17. 10-Garantir a real fixação das espátulas. 14-Auxiliar no fechamento da deiscência.Observar a extensão da deiscência. 11-Não apertá-las em excesso.A tira de esparadrapo deverá ser dupla exceto nas extremidades para aderência à pele e espátulas.

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4.17- Curativos de Punção
Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA

- Manter o local da inserção do cateter limpo e seco. - Prevenir infecção.  MATERIAL.

-Bandeja auxiliar contendo: - um pacote de curativos - solução antisséptica. - esparadrapo comum e / ou especial. - solução fisiológica 0,9%. - água oxigenada, se necessário. - um saco plástico para desprezar os dejetos. - éter e/ ou benjoim.  PROCEDIMENTOS.

1- Lavaras mãos.

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2- Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3- Reunir o material. 4- Colocar o paciente em decúbito dorsal horizontal, orientando-o para que permaneça com o rosto voltado para o lado oposto ao curativo. 5- Expor a área. 6- Abrir ao pacote de curativo com técnica asséptica, fixando o pacote à mesa auxiliar para evitar dobradura e contaminação do campo, caso ele seja de papel. 7- Soltar o esparadrapo com as mãos, iniciando-se do canhão da agulha do cateter venoso central até o termino da capa protetora. 8- Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica. 9- Umedecer a gaze com soro fisiológico ou éter. 10- Remover o esparadrapo com a pinça de dente de rato. 11- Remoer o curativo com a pinça de dente de rato. 12- Desprezar a gaze no saco plástico próprio. 13- Desprezar a pinça dente de rato na borda do campo. 14-Pega a pinça anatômica com uma das mãos para movimentar todo o material estéril do campo. 15- Montar a pinça Kelly com gaze, umedecendo-a com soro fisiológico. 16-Proceder à limpeza do local da inserção do cateter, com soro fisiológico, utilizando movimentos semicirculares, e as duas faces da gaze. 17- Proceder à limpeza da região ao redor do ponto de inserção com soro fisiológico. 18- Secar primeiro, a região do ponto de inserção, com uma gaze seca. 19- Secar, a seguir, a região ao redor do ponto de inserção com outra gaze seca. 20-Aplicar a solução antisséptica na região ao redor do ponto de inserção, em direção, ao cateter, incluindo a placa protetora. 21- Aplicar a solução antisséptica na região ao redor do ponto de inserção. 22- Retirar o excesso da solução antisséptica do ponto de inserção, da placa protetora e da pele ao redor do ponto de inserção com gaze seca. 23- Colocar a gaze cortada no local da inserção do cateter. 24- Limpar as marcas de esparadrapo com éter e com o auxilio da pinça Kelly. 25-Fixar a placa protetora com duas tiras de esparadrapo, partindo do ponto de inserção, até a junção cateter-equipo, unindo suas bordas. 26-Reforçar a fixação do curativo, utilizando-se de duas tiras de esparadrapo interpostas de modo perpendicular entre o ponto de inserção e a pele.

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27- Datar e rubricar o curativo. 28- Lavar as mãos. 29- Recompor a unidade e recolher o material. 30- Deixar o paciente em ordem. 31- Anotar no prontuário o procedimento feito.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVOS

1- Prevenir infecção. 2- Assegurar a tranqüilidade do paciente. 3- Economizar tempo e poupar funcionário. 4- Evitar contaminação, impedindo que o paciente respire sobre o local. 5- Facilitar o procedimento. 6- Colocar as pinças com cabos voltados para bordas do campo. 7- Não puxar o cateter venoso central, ao tracionar o esparadrapo. Utilizar a pinça dente de rato, caso consiga desprender o esparadrapo sem soltar o cateter venoso central. 8- A pinça anatômica é para movimentar o material estéril do campo e dobrar as gazes a fim de evitar trazer contaminação de lesão para o campo. 9- Utilizar as mãos, caso não consiga soltar o esparadrapo. 10- Utilizar as mãos caso não consiga soltar o esparadrapo. 11- Evitar contaminação. 12- Utilizar um saco plástico pequeno para cada curativo, evitando contaminação. 13- Cuidar para que esta pinça não contamine o resto do material que está estéril. 14- Evitar trazer a contaminação da lesão para o campo estéril. 15- Trocar a gaze sempre que necessário. 16- Trocar a gaze sempre que necessário Utilizar água oxigenada caso haja presença de sangue vivo ou coágulos ressecados. 17- Trocar a gaze sempre que necessário e não voltá-la. 18- Secar a região se estiver úmida de soro fisiológico, a solução antisséptica não agirá corretamente. 19- Umidade impede a ação da solução antisséptica. 20- Desprezar a gaze, sempre que necessário. 21- Trocar a gaze sempre que necessário. 22- Evitar a formação de meio de cultura.

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23- Prevenir a formação de meio de cultura. 24- Assegurar a aderência do esparadrapo. 25- Fixar melhor o cateter, evitando a sua saída acidental. 26- Proteger melhor o ponto de inserção. 27- Manter o controle de data e hora da realização do curativo. 28- Prevenir infecção. 29- Manter o ambiente em ordem, colaborando com a equipe. 30- Proporcionar conforto ao paciente. 31- Aspecto e características da inserção.

OBSERVAÇÕES:

1- A troca do curativo deve ser feita a cada 24 horas. 2- Ao executar o banho de pacientes com cateter venoso central, procurar proteger o local, para que não seja necessário abrir o curativo mais vezes. 3- A troca do curativo de cateter venoso central é uma técnica rigorosamente asséptica, e deve, portanto, ser sempre um curativo oclusivo. 4- Proceder à tricotomia da região onde se localiza o cateter venoso central se necessário, a fim de facilitar a fixação do mesmo. 5- Fixar os equipos dos sobre a pele do paciente, pois as conexões, como torneirinhas e equipo de duas vias, pesam muito podendo deslocar o cateter venoso central da posição correta. 6- Ao auxilio o médico na instalação do cateter venoso central, nunca abrir o equipo de soro e manipula-lo, mas sim, abrir a embalagem com técnica e colocá-lo no campo estéril. 7- Quando houver presença de hiperemia, mesmo sem secreção purulenta, significa presença de infecção e contaminação do cateter venoso central, e isto indica a necessidade de retirar o mesmo. 8- Para punção de jugular, utilizar de preferência o cateter venoso central de duas vias, pois além de evitar contaminação, a técnica de curativo para este tipo de cateter é muito mais simples evita acidentes do cateter, tão comuns com tipos convencionais de cateter venoso central.

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4.18- Curativo de Punção de Subclávia
Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.

- Manter limpo o local da inserção do cateter. - Prevenir infecção.  MATERIAL

-Bandeja auxiliar contendo: - um saco plástico - solução antisséptica - esparadrapo - solução fisiológica a 0,9% - água oxigenada, se necessário - um saco plástico pequeno para desprezar dejetos - éter e/ ou benjoim  PROCEDIMENTOS.

1- Lavar as mãos. 2- Explicar procedimento e finalidade ao paciente. 3- Reunir material. 4- Colocar o paciente em posição confortável, orientando-o para que permaneça com o rosto voltado para o lado posto do curativo. 5- Expor a área. 6- Abrir pacote de curativo com técnica asséptica fixando o pacote à mesa auxiliar para evitar dobradura contaminação do campo, caso este seja de papel. 7- Soltar completamente o esparadrapo com as mãos, começando no canhão da agulha do cateter venoso central. 8- Montar a pinça Kelly com gaze, auxiliada pela pinça anatômica. 9- Umedecer a gaze com sôo fisiológico ou éter.

Aplicar a solução antisséptica (P. 24-Colocar uma gaze dobrada longitudinalmente em cima da placa protetora. 28. 23-Colocar uma gaze dobrada e cortada ao meio no local da inserção do cateter e ocluir a região com esparadrapo. incluindo a placa protetora. apoiando-se a placa do cateter venoso central sobre a pele. 21.Secar. com soro fisiológico utilizando movimentos semicirculares.Limpar as marcas do esparadrapo com éter.Se primeiro. 25. incluindo a placa protetora.Desprezar o curativo no saco plástico próprio.Remover o curativo (pequena gaze cortada ao meio na inserção do cateter). 30.P. 15. e as duas faces da gaze.Retirar o excesso da solução antisséptica do ponto de inserção.Datar e rubricar o curativo. 16.Fechar o curativo com esparadrapo.Deixar o paciente em ordem.Aplicar a solução antisséptica no ponto de inserção em direção ao cateter. da placa protetora e da pele. 14.Proceder à limpeza da local da inserção do cateter. 29. a seguir.Montar a pinça Kelly com gaze. a região ao redor do ponto de inserção em direção ao cateter. 19. englobando o ponto de inserção. 17. 26. 11. o redor do ponto de inserção.75 10.V.Desprezar a pinça dente de rato na borda do campo. a região do ponto de inserção com uma gaze seca. 20.Proceder à limpeza da região ao redor do ponto de inserção.Anotar no prontuário o procedimento feito. 12. com auxilio da pinça Kelly.Pegar a pinça anatômica com uma das mãos para movimentar todo o material estéril do campo. tópico) na região ao ponto de inserção. 27. umedecendo-o com soro fisiológico. 22. 31. com soro fisiológico. .I.Lavar as mãos.Remover o esparadrapo com a pinça dente de rato. 18. 13.Recompor a unidade e recolher o material.

6.Prevenir contaminação.Visualizar a área.Facilitar a aderência do esparadrapo.Proteger a região para evitar contaminação.Utilizar uma gaze de cada vez. 5. .Trocar a gaze sempre que necessário.Reforçar a proteção do ponto de inserção. 21. Utilizar a pinça dente de rato. 27. 10. 11.Evitar contaminação.76  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 16. caso consiga desprender o esparadrapo.Manter a controle da data e hora de realização do curativo. 7. 8.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Cuidar para que esta pinça não contamine o resto do material que está estéril.Garantir a fixação do cateter. sem soltar o cateter venoso central.Evitar trazer a contaminação da lesão estéril para o campo estéril.Economizar tempo a poupar o funcionário. 23. impedindo que o paciente respire sobre o local.Trocar a gaze sempre que necessário. 12.Cuidar para não puxar o cateter venoso central ao tracionar o esparadrapo. 9-Utilizar o soro fisiológico para retirar o esparadrapo especial e o éter para o esparadrapo comum.Trocar a gaze sempre que necessário. 20. 25. 17. 4.Preparar área.Trocar a gaze sempre que necessário. 22. Utilizar água oxigenada caso seja necessário (presença de sangue vivo ou coágulos ressecados). 26.Utilizar um saco plástico pequeno para cada curativo.Utilizar uma gaze de cada vez.Facilitar o procedimento. 14.Colocar as pinças com os cabos voltados para borda do campo. 28. 15. 19. 13. 1-Prevenir infecção 2. 18-Se a região estiver de soro fisiológico.Utilizar as mãos caso não consiga retirar o esparadrapo. 3. 24.Prevenir a formação de meio de cultura e assegurar a aderência do esparadrapo. a solução antisséptica não agirá corretamente.

Quando houver presença de hiperemia. OBSERVAÇÕES: 1. nunca abrir o equipo de soro e manipula-lo. para que não seja necessário abrir o curativo mais vezes.Proceder à tricotomia da região supra clavicular. 2.A troca do curativo deve ser feita a cada 24 horas. 5. e isto indica a necessidade de retirada do mesmo. mas sim abrir a embalagem com técnica e jogá-lo no campo estéril. pesam e muitas vezes deslocam o cateter venoso central da posição correta. pois o mesmo evitar contaminação e acidentes de saída do cateter.Manter o ambiente em ordem. procurar proteger o local. pois as conexões.Ao executar o banho de paciente com cateter venoso central. a fim de facilitar a fixação do mesmo. 31. colaborando com a equipe. portanto ser sempre um curativo oclusivo.Fixar os equipos dos soros sobre a pele do paciente.Ao auxiliar o médico. 4. se necessário.A troca do curativo de cateter venoso central é uma técnica rigorosamente asséptica a deve. mesmo sem secreção purulenta. impedindo a manipulação excessiva do local.Utilizar preferência o cateter venoso central de duas vias. 6. 30. 8. durante a instalação do cateter venoso central.Aspecto e característica da inserção. significa presença de infecção e contaminação do cateter venoso central. . onde se localiza o cateter venoso central.77 29. 7. 3.Proporcionar conforto ao paciente. com as torneirinhas e equipos de duas vias.

.uma cuba rim .solução antisséptica .gazes .Colocar a máscara.óculos. .19.um pacote de curativo .Lavar as mãos. 3. .máscara . 2.uma lâmina de bisturi .Reunir material.Manter a área limpa.saco plástico pequeno .cadarço .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.9% .um biombo  PROCEDIMENTO 1.Prevenir infecção. 4.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: .Curativo de Traqueostomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA.material para aspiração traqueal . se necessário.78 4.uma seringa para insuflar o cuff .um forro .solução fisiológica 0. .dois pares de luvas .

Aspirar as vias aéreas acima do balonete (cuff).Limpar a área ao redor da traqueostomia. passando quantas gazes forem necessárias pelo interior da cânula. . 10. 23.Certificar-se que o cuff da cânula de traqueostomia esteja insuflado. e proteger o tórax do paciente com forro.Calçar luvas. 21.Retirar luvas. 13.Aspirar à traquéia através da cânula de traqueostomia.Passar solução antisséptica ao redor da traqueostomia. 29. 15. utilizando preferência outra sonda. 22. 26. caso se trate de cânula tipo descartável. 30-Trocar o cadarço. 6. 19.Remover o curativo antigo com auxílio da pinça dente de rato.Adaptar uma nova sonda de aspiração na extensão de látex. 16.Aspirar novamente à árvore traqueobrônquica. 20. 9. 17-Remover as secreções e crostas da cânula interna.Calçar luvas. 18-Enxaguar a cânula interna. 7. colocar o novo conjunto de cânula (interna + externa) girando-o no interior da traquéia. 8. em quantidade mínima.79 5-Colocar o paciente em decúbito elevado a 45º.Retirar a luva.Desprezar o curativo sujo em saco plástico próprio. na extremidade do campo. auxiliando com a pinça anatômica. colocando-a na cuba rim com água oxigenada.Proteger o tórax do paciente com o forro. com soro fisiológico e colocá-la no campo estéril do curativo. 12.Umedecer a gaze com solução fisiológica.Colocar biombo. deixando-a protegida pela própria embalagem. 28. por alguns minutos.Introduzir a cânula interna no orifício da externa ou.Abrir o pacote de curativo com técnica asséptica.Retirar a cânula metálica interna.Montar a pinça Kocher com gaze. com auxílio da pinça anatômica. na cuba rim.Colocar gaze em quantidade suficiente dentro do campo estéril. 24.Secar a área.Desprezar a pinça dente de rato. pela cavidade oral. 11. se for o caso. 27. 14. 25.

Evitar desperdício.Evitar contaminação do ambiente. 20. 19.Utilizar uma gaze de cada vez.Prevenir infecção.Evitar maior contaminação da cânula interna.Economizar tempo e poupar o funcionário. 2.Tomar cuidado para não contaminar o resto do material estéril. 15-Seguir técnica de “aspiração traqueal”. 23.Facilitar o procedimento. 34. 35. 3.Anotar no prontuário o procedimento feito. 36. Evitar contaminação.Seguir técnica asséptica já descrita.Prevenir infecção e garantir a salubridade do funcionário. 21. 11.Para evitar a saída acidental da mesma. para possíveis arritmias.Garantir a privacidade do paciente 7.Evitar contaminação 12. 37. 13. e substituí-lo por outro estéril.80 31. Garantir a salubridade do funcionário.Aspirar novamente se necessário.  PONTOS IMPORTANTES. 16.Evitar obstrução da cânula. Manter vias áreas livres.Prevenir contaminação. Ficar atento a sinais de insuficiência respiratória e observar o monitor cardíaco.Garantir a salubridade do funcionário. 1.Deixar o paciente em ordem. se necessário.Evitar contaminação da sonda. 33. 9.Retirar conjunto completo da traqueostomia. 17. 5.Colocar as pinças com os cabos voltados para as bordas do campo estéril.Recompor a unidade e recolher o material.Retirar o forro do tórax do paciente. 4. 10. 6.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 18.Evitar contaminação do ambiente.Lavar as mãos. 14.Evitar que se suje a roupa de cama. 22. 8. .

Utilizar técnica asséptica.Aspecto e características de secreção e do curativo. 36.Girar para facilitar a entrada da cânula na traquéia.Proporcionar conforto ao paciente. Troca do conjunto da cânula de traqueostomia (se houver).Cadarço muito apertado cauda desconforto ao paciente e pode comprimir a veia jugular externa. 26. 33. 32. Intercorrências. Cadarço muito frouxo faz com que a cânula deslize na traquéia.Facilitar a limpeza. . Calçar novo par de luvas. .Evitar a contaminação direta na traquéia. 37. 30-Proteger a pele e absorver a secreção. 31. 25.Prevenir infecção. 28. 34.Não encostar a mão no interior da cânula.Manter a higiene e conforto do paciente.Promover o conforto e higiene do paciente. colaborando com equipe.81 24. 29. 35.Prevenir escaras.Manter o ambiente em ordem. Limpar a trocar curativo quantas vezes for necessário. Estar atento para não penetrar solução antisséptica na traquéia. segurando-a pelas laterais. correndo risco de sair.Prevenir infecção. 27.

.máscara.um conjunto de cânula de traqueostomia (cânulas interna e externa) . .um pacote de curativo .um par de luvas estéreis .óculos. .  MATERIAL.um saco plástico pequeno .um forro .material para aspiração traqueal . 1.soro fisiológico a 0.Lavar as mãos. .Explicar procedimento e finalidade. se necessário. 2. -Bandeja auxiliar contendo: .cadarço .um biombo.Manter a via aérea desobstruída.Troca de conjunto de Cânula de Traqueostomia de Metal Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE TÉCNICA.9% . 3.Colocar a máscara e óculos.20. se necessário. .82 4.Prevenir infecção.  PROCEDIMENTO.uma lâmina de bisturi .

Retirar todo conjunto e colocá-lo sobre a borda do campo.Remover o curativo antigo com o auxílio da pinça dente de rato. 28. 6.Desprezar o curativo sujo em saco plástico próprio. 16.Desamarrar o cadarço. 8. 25. 14.Com auxilio das pinça Kelly e anatômica. 22.Amarrar o cadarço.Deixar o paciente em ordem.Realizar aspiração traqueal. 20.Colocar biombo. retirar travesseiro e proteger o tórax do paciente com forro.Lavar as mãos. 18. com auxilio da pinça anatômica ou comas mãos. girando-o 180º. adaptar a gaze dobrada sob a cânula. 19. 27.Proteger o tórax do paciente com o forro. 9.Retirar o mandril imediatamente após introdução da cânula.Apanhar o conjunto da cânula estéril pelas laterais e introduzi-lo lentamente pelo orifício da traqueostomia. 13.Abrir pacote de curativo com técnica asséptica.Colocar o paciente em decúbito elevado a 45º. 26. 17. 23.Adaptar a cânula interna. 31.Aplicar a solução antisséptica ao redor da traqueostomia. 7. 15.Desprezar a pinça dente de rato na extremidade do campo.Colocar gaze em quantidade suficiente e o conjunto da cânula dentro do campo estéril. 12. 21. 10. .Calçar luvas.Reunir material.Limpar área ao redor da traqueostomia. auxiliada com a pinça anatômica. 24. 5.Retirar as luvas.83 4. 30. 29.Umedecer a gaze com solução fisiológica.Secar área.Montar a pinça Kelly com gaze.Anotar no prontuário o procedimento feito. através da cânula de traqueostomia.Recompor a unidade e recolher o material. 11.

Assegurar a privacidade do paciente.Prevenir contaminação.Tomar cuidado para não contaminar o resto do material estéril. 14.Evitar contaminação do ambiente e do próximo passo da técnica.Expor a região a ser tratada.Manter a higiene e conforto do paciente.Economizar tempo e poupar o funcionário. 10. 26.Evitar que se suje a roupa de cama.Procurar não encostar a mão na região já limpa do pescoço. .O mandril (obturador) deve estar adaptado à cânula externa. 8. 11. 7. 18.Facilitar a limpeza. 12. 24.Proteger contra possíveis traumatismos e facilitar a limpeza. para possíveis arritmias. para a própria proteção do executante. 2.A hiperextensão da cabeça facilita a introdução da cânula.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Evitar desperdício e contaminação da cânula.Se necessário.Prevenir infecção.Seguir técnica de aspiração traqueal. 16.Prevenir infecção. caso necessário. 5.Garantir a salubridade do funcionário. realizar a aspiração traqueal. 3.Prevenir infecção e garantir a salubridade do funcionário.Fixar a cânula externa no pescoço. 17. por isso precisa ser imediatamente retirado após a introdução da cânula.Evitar contaminação do meio ambiente. 13.Colocar as pinças com os cabos voltados para a borda do campo. 4. 15. porém impede a respiração.A presença do mandril direciona a colocação da cânula externa.Soltar cânula. 20.Utilizar uma gaze de cada vez. Utilizar outro par de luvas.84  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICTIVA 1. 28. 21. Não se deve forçar a cânula ao ser introduzida. Evitar contaminação. 27. 25. 22. 9.Prevenir escaras. Ficar atento a sinais de insuficiência respiratória e observar o monitor cardíaco. 19. 6. 23.

.Quando o paciente está com cânula descartável: . Desconectar o respirador da cânula. as secreções. 30. colaborando com a equipe. . . sem excesso de pressão.Manter o ambiente em ordem. Fazê-lo sempre com duas pessoas. exceto se o paciente estiver com respirador mecânico ou no ato de passagem de dieta enteral. . OBSERVAÇÕES 1. especialmente se o paciente estiver sob ventilação mecânica.Manter o cuff da cânula desinsuflado. a cada sete dias. somente no momento da troca conectando-o imediatamente após.Verificar aspecto da traqueostomia.85 29.Quando o paciente estiver no respirador. caso contrário poderá causar sérias complicações (estenose na traquéia.Quando a cânula estiver com ponto na pele. retirá-lo após alguns dias para evitar a maceração da pele ao redor. . o suficiente para que fique fixa. pele etc.Proporcionar conforto ao paciente. sangramentos.O cuff da cânula descartável precisa adaptar-se suavemente na traquéia.). desinsuflar o cuff da cânula antes de retirá-la. . traqueomalácia etc.Manter o fio do ponto interno da traqueostomia fixado com micropore na região do esterno (este fio é destinado a abrir a traquéia caso haja fechamento da mesma). 31.Proceder à primeira troca da cânula descartável no décimo dia após.

6.O carro de urgência deverá ter acoplado em sua lateral a tábua para massagem cardíaca. Realizado por enfermeiro  ORIENTAÇÕES GERAIS.O carro de urgência deverá ser sempre propriamente do enfermeiro.Manter o caro de urgência com etiqueta. 3. no início de cada plantão e imediatamente após o uso. 2. onde serão guardados os medicamentos de “segunda” urgência. ou ainda ter um aspirador elétrico com extensão com longa para rede elétrica. portanto ele não poderá falhar no momento da urgência.O carro de urgência devera ser revisado e complementado pelos enfermeiros das unidades.Bicarbonato de sódio a 10% .Xylocaína – dois frascos.Manter o cardioversor do carro de urgência ligado à rede elétrica quando em desuso.21. 5. a data.Sulfato de atropina – 25 ampolas .000ml) o qual será posteriormente conectado ao sistema de aspiração do painel de gases do quarto. 8. 7.A limpeza geral do carro de urgência deverá ser feita no primeiro dia útil de cada mês. 2. GAVETA Nº. 1.Composição do Carro de Urgência. 1 1. denominada “medicação de suporte”. 4.cinco ampolas.Manter ao lado do carro de urgência o frasco coletor de secreções (5. na qual deverá ser registrado: o nome do enfermeiro que revisou o carro. por não ter sido checado com antecedência. a hora da última revisão e material em falta no hospital. 3.  COMPOSIÇÃO DO CARRO DE URGÊNCIA DO ADULTO.86 4.Todo posto de enfermagem das unidades de internação deverá ter uma gaveta.

5mm com cuff nº.Cateter intravenoso nº. 34.Duas cânulas de intubação com conector nº. 28. 20. 32. 3. 21 .Uma cânula de traqueostomia descartável.Scalp nº. 11.Uma cânula de guedel grande. 19 – duas unidades. 14. GAVETA Nº. 10. 9. 5.duas unidades. 8.Revivan – 10 ampolas. 23 . 7. 9.1% .três ampolas.Uma cânula de intubação com conector nº. 36.Cloreto de potássio 19. 15. 26.uma unidade.Duas cânulas de intubação com conector nº.Duas cânulas de intubação com conector nº. 6.Adrenalina – 25 ampolas. 18. 8. 2 1.0mm com cuff nº.Agulhas intracardíacas – três unidades.Uma cânula de guedel pequena.Scalp nº.Agulhas descartáveis 40 x 12 – cinco unidades.Diempax – cinco ampolas. . 18 – duas unidades.Scalp nº. 6. 13. 16. 21.Lâmina de bisturi – uma unidade. 12.Duas cânulas de intubação com conector nº. 25. 9. 6. 24.Algodão com álcool.5mm com cuff nº. 5. 7. 16 – duas unidades.0mm com cuff nº. 17.5mm com cuff nº.Cateter intravenoso nº.Gluconato de cálcio 10% .Uma cânula de guedel média. 19.Peça de cadarço – duas unidades de 80 cm. 23. 8.87 4. 38.Jogo de eletrodos – uma unidade. 2. 4. 8.Flebocortid 500mg – três frascos.Gazes – quantos pacotes. 7.Agulhas descartáveis 25 x 8 – 10 unidades.três ampolas.Garrote simples.Lâmina própria para cortar soro.Serrilhas.

Quatro pares de luvas nº.Dois cateteres de oxigênio nº 8.9% de 500ml .duas seringas de 20ml .Um tubo de xylocaína geléia.Dois fios guia. 11.uma lâmina pequena.Uma pinça Maguil. 14. .dois equipos comuns.Uma tesoura.5 e/ ou 8.uma lâmina grande . 16. PRATELEIRA INFERIOR Bandeja contendo: . 13. 15. 19.um frasco de soro fisiológico a 0. .0.Duas pilhas médias novas de reserva para o laringoscópio.dois pares de luvas estéreis nº. 23. . 25. 24.Duas extensões de látex de 2.uma lâmina média. 26.uma lâmina pequena. 20. .dois cateteres venosos centrais (adulto) . 12.um frasco de soro glicosado a 5% de 500ml . 7.88 10-Um jogo de laringoscópio com lâminas curvas: . 8 . 21.dois equipos micro gotas. para a rede de oxigênio e vácuo.duas lâminas grandes.Um microrressucitador.Cinco sondas de aspiração nº.Um ambu adulto com máscara.duas lâminas médias.0m. 18.Uma seringa descartável de 20ml.duas seringas de 10ml . 22.Um frasco de xylocaína a 2% spray. 14. 16.Cinco sondas de aspiração nº.Um jogo de laringoscópio com lâminas retas: . . 17.Um rolo de esparadrapo.

19.Dopamina – cinco ampolas.um aspirador de secreções para rede de oxigênio ou para rede de ar comprimido (na hipótese de o aspirador a vácuo não funcionar).Águas destilada – cinco ampolas. 16.Fenergan – cinco ampolas.Valium/ Diempax – cinco ampolas.Bicarbonato de sódio a 10% . 18. . .cinco ampolas. TAMPO SUPERIOR .um frasco de bicarbonato de sódio a 8. 5.Hidantal ou fenotoína – cinco ampolas.  COMPOSIÇÃO DO CARRO DE URGÊNCIA PEDIÁTRICO.Sulfato de atropina – 10 ampolas. 7.três garrotes de látex de grosso calibre.Adrenalina – 10 ampolas.Solucortex ou Flebocortid – dois frascos.Soro fisiológico – cinco ampolas. 17. 6.cinco ampolas. 1 1. 9.Dormonid – cinco ampolas. 3.Fenergan – cinco ampolas.Aminofilina – três ampolas. 13. acrescentar outros medicamentos pertinentes ao tipo de paciente atendido. 10. 2.Decadron – três frascos.89 .Cardiovascular com pás e cabo para monitorização.Glicose a 50% .Solu-witer ou Flebocortid – três frascos 14. 8. Obs: Conforme a característica da unidade. 12.4% de 250ml . 4. GAVETA Nº.cinco ampolas.Lasix – cinco ampolas.Gluconato de cálcio a 10% .Cedilanide – cinco ampolas. 11. 15.

Heparina – dois frascos.Um frasco de xylocaína spray.Um cadarço.90 20. 6 e 8. 13. 11. 9. 6.Duas pilhas novas pequenas.Três cânulas de guedel – RN – I – A. 8. 21. 4 – Dois cabo de laringoscópio (pequeno e grande). 2 – Dez agulhas descartáveis 25 x 7. 7. 15. 25.Três máscaras – RN – I – A.Um jogo de lâminas (reta. 14. tamanhos 23.Xulocaína a 2% sem adrenalina – dois frascos.Duas sondas de aspiração.Cinco seringas descartáveis 1cc.Um tubo de xylocaína gel.Dois ambu (infantil e adulto). 10. 8. 26.Cinco agulhas descartáveis 40 x 12. curva. 6.Duas lâminas de bisturi. 18.Dois scalp. 5. 10 e 12.Cinco serrilhas. 12. . 17. 22.Um rolo de esparadrapo.Um micropore.Cinco seringas descartáveis 10cc.22 e 24. 20.Seis eletrodos.Cinco seringas descartáveis 5cc. e semicurva) – RN – I – A. 19. 3 .Dois cateteres de oxigênio – nº. tamanhos 20. 2 1 . tamanhos 4. 23. 24. 16. 21.Dois pares de luvas. GAVETA Nº. 25 e 27.Dois cateteres intravenosos.Quatro pacotes de gaze estéril.Uma pinça Maguil.

. 5. . 6.500ml.Algodão com álcool. PARTE POSTERIOR .Reanimação Cardiorrespiratória Realizado por médicos e equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . .22.Corrigir distúrbio metabólico  MATERIAL .500ml. 4.Uma extensão elétrica. 3.Dois equipo micro gotas.Tábua para ressuscitação cardíaca TAMPO SUPERIOR .Dois tubos endotraqueais nºs 2.Promover circulação adequada.Garrote.Um soro glicosado a 5% .9% . 2. 8.Dois fios guia. 3 1.Um microfix.Um soro fisiológico a 0. 7. 5 a 7 sem cuff.Dois equipos comuns.91 GAVETA Nº.Promover assistência ventilatória adequada. 4.

Verificar se há ventilação (durante três a cinco segundos). .Chamar por ajuda solicitando que tragam carro de urgência e biombo. chamar por AJUDA.Biombo  PROCEDIMENTOS 1.AMBU COM MÁSCARA E OXIGENIO a 100% com cerca de 12 litros/ minuto: . processando da seguinte forma: determinar o nível de consciência do paciente: para isso. ouvir.Ventilar o paciente em duas pessoas: uma fixa a máscara na boa e nariz do paciente e a outra ventila com as duas mãos. oxigênio e ar comprimido. a) Se o paciente respira manter a via aérea aberta e observar a sua ventilação.Monitor cardíaco .Posicionar a vítima corretamente em decúbito horizontal dorsal e retirar próteses.Material para dissecção de veia central.5 segundo cada) da seguinte forma: . e observar os movimentos respiratórios do tórax. . para isso.Ajustar adequadamente a máscara na face do paciente. 6. dar duas ventiladas rápidas e consecutivas (1 a 1. sentir e observar a passagem do ar. caso não obtenha resposta.Constatar a parada cardiorrespiratória.Abrir as vias aéreas (usar o método de hiperextensão da cabeça: com uma mão à testa. chamá-lo em voz alta.Colocar a tábua.Carro de urgência completo (de preferência com cardioversor/ desfibrilador) . 5.92 . .Painel de gases com os acessórios em ordem: aspirador. se necessário. . b) Se o paciente não respira. olhando sempre para o tórax do paciente. ou caso não esteja em ambiente hospitalar) com hiperextesão da cabeça. . ou material para passagem de cateter venoso central.BOCA A BOCA (se não houver ambu disponível. se possível. 3.Respirador montado . 2. 4. e dois dedos da outra mão elevando o mento do paciente.).

nesse momento.Aspirar secreções se necessários. As mãos não devem se perder a posição correta (Fig.Solicitar a monitorização cardíaca. enche o gradeado costal e siga-o. de maneira rítmica. segurando firmemente o tubo endotraqueal. glote e epiglote). 11.DOIS REANIMADORES: cinco massagens e uma ventilação. . O pulso deve ser verificado sempre na artéria carótida. O local das compressões se faz dois terços no inferior do esterno. As regiões ternar e hipoternar da outra mão são colocadas sobre o eixo maior de esterno.0 segundos para realizar as compressões. verificá-lo a cada três a cinco minutos. 14. Para colocar as mãos. 12. Gasta-se 3. Coloque o dedo médio no ponto de união entre apêndice xifóide o esterno. Entregar: as luvas.Proceder a intubação somente mediante total e completa visualização das vias aéreas (cordas vocais. lubrificado e o fio-guia conectado na mão direita do médico e o laringoscópio montado na sua mão esquerda. -UM REANIMADOR: 15 massagens e duas ventilações. a) Se existir pulso: continuar boca a boca cinco segundos e monitorar o pulso. 13. o tubo endotraqueal com o cuff testado. e o indicador imediatamente ao lado. e de 1.Retirar o fio-guia.Insuflar o cuff da cânula endotraqueal com auxílio de uma seringa. 9. O primeiro faz a massagem contando em volta: UM e DOIS e TRÊS e QUANTRO e CINCO e diz para o outro reanimador em voz alta VENTILA. a partir daí. b) SE NÃO EXISTIR PULSO: iniciar a compressão do tórax. A primeira mão ai sobre a outra. O segundo reanimador ventila no intervalo entre a 5ª e 1ª compressão. comprimir 4 a 5cm.10).93 7-Verificar ausência de pulso (durante cinco a 10 segundos). e abrir sonda nasogástrica especialmente se houver conteúdo gástrico. 10. mas nunca devem tocar o gradeado costal.5 segundo para ventilar. sendo metade do circulo compressão. 20. . 8.Preparar o material para intubação e entregá-lo montado e testado para o elemento que irá intubar.Após um minuto (quatro ciclos de 15:12 ou 12 ciclos de 5:1) deve-se verificar novamente o pulso.5 e 4.0 a 1. Manter os braços estendidos e os ombros perpendiculares aos tórax do paciente. do mesmo lado do reanimador se encontra. gentilmente. se possível.

coloração das mucosas e extremidades.94 15-Testar o posicionamento do tubo endotraqueal através da insuflação manual (ambu) dos pulmões. 20. 3. massagem adequada. observando a expansão torácica.Observar periodicamente as pupilas. 23. 17-Observar a eficácia da massagem através da palpação do pulso carotídeo e/ou observação do traçado do monitor cardíaco.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 4. 21. para pronto uso.Anotar no prontuário do paciente: horário da parada. 26.Evitar obstrução da glote por queda da língua. e não de um sono profundo. especialmente se tratando de pacientes com cateteres e sondas. enquanto o outro elemento segura o tubo endotraqueal. posteriormente.Posição correta necessária para ventilação e massagem.Manter o controle doa sinais vitais de modo rigoroso e contínuo. 5. .Tomar cuidado ao colocar a tábua. 19.Agilizar o atendimento o mais rápido possível e promover a distribuição das tarefas conforme as prioridades.Trazer o cardioversor/ Desfibrilador junto do leito do paciente e deixá-lo pronto para uso. até que ocorra estabilização do quadro clínico. 2. 22. 18.Recolher o material deixar o carro de urgência em ordem e checado.Observar respiração. -Evitar a hiperextensão da cabeça para os pacientes politraumatizados.Promover. 16-Fixar a cânula endotraqueal com cadarço de acordo com a técnica.Deixar o paciente em ordem e confortável.Instalar respirador mecânico se necessário. os quais poderão desconectar-se. e colocar a cânula de guedel.Garantir que realmente se trata de uma para cardiorrespiratória. tempo de reanimação e intercorrências. Após o términio da reanimação. 24.Lavar as mãos. . 25.

sendo permitido se fazer as duas ao mesmo tempo. proceder à retirada do membro. logo que possível (de preferência nesse momento). 8. sem as compressões.Evitar escape do oxigênio e manter a cabeça bem posicionada. 10.Se houver tempo e condições. a) Providenciar o monitor cardíaco. fechar o nariz do paciente e selar os lábios do socorrista contra a boca do paciente.O pulso carotídeo. . ATENÇÃO: Quando o paciente estiver intubado.O pulso. . pode ser devido à presença de obstrução por corpo estranho. utilizar de preferência anestésico em spray. 7. aí então.Verificar se o paciente permanece em parada cardiorrespiratória. b) Durante a massagem cardíaca.Utilizar a lâmina adequada para o laringoscópio. bem como desperdiça-se energia do socorrista. se palpando em excesso. . em seguida mandar o massageador parar e verificar. este deve: palpar o pulso e verificar se a massagem está sendo ou não eficiente. lembrar que se têm cinco segundo para confirmar a parada respiratória.Evitar escape do oxigênio.Prevenir hipóxia.Ao chegar o segundo reanimador. b) É importante iniciar a reanimação. . não há necessidade de se parar a ventilação. tipo geléia. . para facilitar a manutenção de um ritmo e freqüência corretos (80 a 100 movimentos/ minutos) o reanimador deve contar em voz alta: UM e DOIS e TRÊS e QUATRO e CINCO e SEIS etc. Se for incapaz de dar as duas ventilações. . caso contrário. . . pode obstruir o fluxo e impedir a percepção da pulsação.Facilitar o acompanhamento dos batimentos cardíacos durante a emergência. Se ainda não conseguir. pede a eficácia bem como atrapalha a equipe socorrista. ou a massagem. se há pulso. pois o cérebro não pode ficar mais do que três minutos sem oxigenação. por cinco a 10 segundos.BOCA A BOCA: para ser efetiva. de preferência anestésico a mais calibrosa. reposicionar melhor à cabeça e ventilar outra vez o paciente.95 6. . se verificado do lado oposto do reanimador. 9.Não se precipitar. a) Ventilar paciente que respira prejudica-o.Escolher a cânula endotraqueal de diâmetro adequado ao paciente.

.Evitar extubação acidental.Ao auxiliar o médico. .Auxiliar o médico mantendo o paciente com o pescoço hiperestendido.Palpar o pulso carotídeo com cuidado reflexo vagal: . além de provocar vômitos.Pupilas midriáticas não fotorreagentes.O cardioversor deve.Evitar vazamento ao redor da cânula. indicam hipóxia e provável lesão cerebral grave. para pronto uso.96 11. 23. 15. . ou ainda. não esteja posicionada na carina. . 12. caso seja necessário. . o qual deverá indicar sinal característico. para facilitar a visualização do campo.Evitar aspiração traqueobrônquica e consequentemente pneumonia aspirativa. dar pausas. ou somente esteja ventilando o pulmão direito. 21. 17. 14. observando se ocorre escape de ar pela boca.Manter o aspirador de secreções ligado e junto à cabeça do paciente.Prevenir atelectasias.Se durante o procedimento houver dificuldades para intubar (mais de 15 segundos). .Verificar a eficiência da reanimação realizada.Observar a quantidade de ar a ser insuflado no cuff. . para ventilação com ambu. manter-se sempre no lado oposto à mão do médico que segura o laringoscópio.Garantir que o tubo endotraqueal não tenha penetrado no esôfago. fazer parte do carro de urgência. 16.Evitar a formação de escara na rima bucal.Não fixar cânula de guedel junto o tubo endotraqueal.Proporcionar conforto ao paciente. 19. 13. . 18.Verificar se os pulmões estão sendo ventilados de modo simétrico. . de preferência. 20.Intubar sem visualização completa das vias aéreas pode traumatizar e prolongar o tempo de hipóxia. a qual varia de acordo com o tipo de cânula.Prevenir hipóxia. . 22. e afastando o lábio superior da boca. durante a expiração. enquanto que pupilas fotorreagentes indicam massagem e ventilação eficientes.Garantir que o cuff foi suficientemente insuflado.Observar o traçado do monitor enquanto massageia.Avaliar eficácia da ventilação e massagem. para não atrapalha-lo. máscara e oxigênio a 100%.

ventila mais uma vez indicando que se deve reiniciar a técnica. Se voltar o pulso.97 24. . . 27. 25.Acompanhar a evolução do paciente que poderá apresentar nova parada cardiorrespiratória. indicando a necessidade de trocar.Quem está agora à cabeça do paciente.Controlar débito urinário e aliviar distensão gástrica que pode estar prejudicando a ventilação. 4.Quem está ventilando. quando necessário e possível.O indivíduo que estiver massageando diz: TROCA e dois e três e quatro e cinco. aspiração brônquica de conteúdo gástrico.Prevenir infecção. A equipe deve preocupar-se com a ventilação e massagem.Registrar a reanimação feita. -Anotação de intercorrências como: quebra de costelas durante a massagem. 28. convulsões etc. 3. antes de ventilar.Quem estava massageando vai à cabeça e verifica o pulso. puncionar uma veia periférica e administrar os medicamentos prescritos. ventila ao final do ciclo. fazer o seguinte: .Levar sempre em conta a possibilidade de se ter uma nova urgência logo em seguida. .Assim que for a parada cardiorrespiratória. OBSERVAÇÕES 1. . O TROCA é dito no lugar do um. a punção da veia não deve ser prioridade. 26.Providenciar material para dissecção ou punção da veia central. . logo que possível. antes de trocar de posição. e move-se para o tórax e coloca corretamente as mãos. caso não tenha número suficiente de socorristas. e continuar a assistência respiratória. deve-se avisar quem está no tórax.Quando houver dois reanimadores socorrendo o paciente e um deles cansar-se de massagear e for necessário de trocar de posição. Portanto. 2.Descrição de todos os procedimentos feitos. VENTILA.Não retirar a tábua do paciente enquanto suas condições gerais não estiverem estáveis.

11. evitando aspiração brônquica. e da lâmina de laringoscópio na cavidade oral. de forma indireta. sugerir para que se passe uma sonda nasogástrica. o elemento da enfermagem que estiver auxiliando o médico na cabeceira deverá permanecer o tempo todo com o aspirador de secreções ligado em posição de ser reutilizado. o paciente deverá estar em decúbito horizontal dorsal e a cabeça estendida para trás.A lâmina curva traumatiza menos que a reta. língua muito grande. diretamente.5mm). logo que necessário. facilitando e melhorando a expansão torácica. 14.Caso não haja veias disponíveis para serem puncionadas. Caso haja cabeceira no leito. pois a absorção nesta área é rápida e eficiente. tanto quanto por uma veia central. 12. Este . não tocando a laringe.Durante o momento da intubação. 13. posteriormente. no momento da reanimação. o que facilitará a visualização das cordas vocais e traquéia. cavidade oral estreita ou ainda lâmina de laringoscópio curta para paciente com pescoço longo. além do médico.O sucesso de uma intubação rápida está no correto posicionamento do paciente no leito. anormalidade anatômica. 10-Todos os tubos endotraqueais devem estar sempre com respectivos conectores “manchos”. Se houver indicação e tempo. posicionar a cabeça lateralmente e aspirar às secreções da cavidade oral. pois estes reduzem a resistência das vias aéreas na ventilação mecânica. afastar a cabeça do paciente para a lateral do mesmo. 6. 7. Assim. instalar a adrenalina e atropina pelo tubo endotraqueal.A intubação demorada ou difícil acontece quando existe relaxamento muscular inadequado. no respirador. Assim. A lâmina reta destina-se a abrir a epiglote.Interromper imediatamente a intubação caso ocorra vômitos nesse momento. o qual irá encaixar no ambu e.Durante o atendimento da parada cardiorrespiratória manter três elementos da enfermagem. e oferece melhor visualização do campo. 8-Dar sempre preferência aos tubos endotraqueais de maior calibra (8. técnica precária. destina-se a afastar a epiglote da laringe.0 e 8. pois sua ponta é colocada logo acima da epiglote. de diâmetro padronizado de 15mm. 9.98 5-Pode-se utilizar somente respirador a volume em substituição à ventilação com ambu.

ambu e abrir o fluxômetro . DISTRIBUIÇÃO DAS TAREFAS PARA CADA ELEMENTO QUE ATENDE A PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA. mas na realidade.99 parece ser um detalhe sem importância. 15. 17. ou corpo estranho se houver. preparar o 2º Levar o carro de urgência paciente O2. 2º Calçar luvas Posicionar o início da parada. -MARCAR a hora de início da -MARCAR parada. portanto. provocando ma falsa impressão de boa ventilação. a equipe se esquece deste procedimento e só se lembra quando percebe que não consegue visualizar as vias aéreas. 16.Ao ventilar o paciente com ambu.Durante o atendimento da parada cardiorrespiratória é aconselhával que três elementos de enfermagem se posicionem da seguinte maneira. observar atentamente a expansão torácica e o som característico do ambu. 2º Calçar luvas. seu uso fica a critério da equipe. desde que é considerado um meio de cultura. pois é comum a válvula do ambu estar emperrada. se necessário. como a intubação é um momento de alto estresse.Abrir as vias aéreas (5seg) e em cerca de 12litros/ min. .Montar o aspirador com do sistema de oxigenação e látex e a sonda de aspiração. ELEMENTO A ENFERMEIRO ELEMENTO B ATENDENTE ELEMENTO C TÉCNICO/ AUXILIAR. para a montagem . e desempenhando as seguintes funções junto com o médico socorrista.Auxiliar o elemento B. conectando a extensão e passar o ambu com a corretamente e retirar próteses de látex no umidificador e máscara para o elemento A.O uso de xylocaína geléia para lubrificação do tubo endotraqueal é discutido. 1º Caso seja o primeiro a 1º Caso seja o primeiro a 1º1º Caso seja o primeiro a chegar: chegar: chegar: -CHAMAR o paciente pelo -CHAMAR o paciente pelo -CHAMAR o paciente pelo nome -GRITAR por ajuda e nome -GRITAR por ajuda e nome -GRITAR por ajuda e -ABAIXAR a cabeceira do -ABAIXAR a cabeceira do -ABAIXAR a cabeceira do leito leito a hora leito de -MARCAR a hora de início da parada. verificar se há respiração .

médico e solicitar que ventile TET até estar firme e conforme solicitação médica. quando do paciente. tubo intubação. após a 7º Segurar o tubo 7º Insuflar o cuff e entregar o estetoscópio para o médico e o cadarço para o elemento A. se 6º Retirar do carro: a seringa para insuflar o cuff. 8º Solicitar ao médico que 8º Continuar segurando o 8º Calçar luvas. cabeceira ou em cima do próprio leito. + O2 100% com cinco litros. Avisar que já tentar ata laringoscópio endotraqueal com fio guia. enquanto ventila para a tubo endotraqueal. 9º Passar o ambu para o 9º Continuar segurando o 9º Preparar as drogas puncionar veias. 6º Ventilar cerca de três vezes.100 aspiração. dando apoio emocional. intubação e ventilar com ambu endotraqueal. o passaram os 15seg estetoscópio e o cadarço. puxando o lábio deixando-o superior. 6º interrompendo a intubação. em local litros. caso for asculte. 4º Ventilar com ambu + O2 4º Segurar a máscara na 4º Preparar o material de 100% com mais ou menos 12 boca e no nariz do paciente intubação. aspirando (SN) e 15seg. endotraqueal testado com fio guia e lubrificado com xylocaína geléia. mantendo adequado (ex: na mesa de Manter o aspirador ligado se a cabeça hiperestendida. . chegar: e luvas. com o aspirador ligado. . juntamente com e elemento e colocar sob o paciente.Abrir a sonda nasogástrica se houver. segurando a cabeça médico leva para intubar. nos pés). com as duas mãos. tubo Laringoscópio. passando-a para o elemento A. enquanto amarra o tubo amarrado no cadarço. confirmação da posição correta do tubo endotraqueal. A para colocação da tábua. com duas mãos. 5º Auxiliar o médico na 5º Controlar o tempo que o 5º Entregar para o médico. necessário. 3º levantar o paciente para a 3º Levantar o paciente 3º Apanhar a tábua do carro colocação da tábua. 7º Retirar o fio guia.

solicitar um respirador . caso haja parada cardíaca. respirador substituindo imediatamente o ambu. .colher uma gasometria . se necessário. que ventile enquanto observa 100% com cinco litros as pupilas e o pulso carotídeo. o laringoscópio. bem como outros matérias e medicamentos utilizados. carro mantendo organizado. 12º Solicitar ao elemento B 12º Ventilar o ambu + O2 12º Administrar drogas. ATENÇÃO – As posições sugeridas para os elementos da enfermagem poderão ser alteradas conforme a disponibilidade dos hospitais e capacitação das equipes. vesical. 13º Caso haja sucesso na 13º reanimação: . massagem cardíaca com o médico. Preparar as o drogas. monitor cardíaco passar a ventilar sem parar. 11º Manter ventilação + 11º Apanha a lanterna 11º administrar drogas. 10º Verificar o pulso carotídeo 10º Buscar a escadinha e 10º e. o importante é que os três elementos estejam treinados e conheçam bem o protocolo.checar o carro de parada sugerir um cateterismo Providenciar o 13º Reorganizar o carro de parada cardiorrespiratória.101 endotraqueal. enquanto o médico massageia.

Lavar as mãos. 7.  PROCEDIMENTOS 1.Reunir o material. onde está escrito paciente. 5. 4. .Registrar a atividade cardíaca (ritmo e freqüência). 6.Álcool .102 4. 2.Pasta condutora.Eletrodos . 3.Fazer tricotomia do local de adesão dos eletrodos.Ligar o cabo de força do monitor à rede elétrica de acordo com a tensão da rede local. . limpeza do local com álcool ou éter.Explicar procedimento e finalidade ao paciente.Detectar possíveis arritmias.Monitorização Cardíaca Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .Cardioscópio completo (cabo-paciente.Esparadrapo .Conectar obrigatoriamente a garra jacaré ou fio terra acessório a algum ponto de aterramento elétrico do local da instalação. .Conectar o cabo paciente ao receptáculo do monitor.Gazes . cabo de força e fio terra). se necessário.  MATERIAL .23.

no painel dianteiro. 13.Dispor e fixar os eletrodos (discos adesivos) com pasta condutora no tórax do paciente. 2º Disco: no IV espaço intercostal esquerdo. 24. através do controle BRILHO do painel traseiro. no painel dianteiro. na derivação desejada. no painel dianteiro. 22.Ajustar a intensidade sonora do sinalizador de onda R através do controle VOLUME R.Ajustar o nível sonoro de alarme por intermédio do botão correspondente no painel traseiro. (Fio Preto).Colocar a chave de derivações (7) do painel dianteiro na posição CAL. 3. 23. 19. 18. Fio amarelo: conectá-lo ao disco nº. pressionando a tecla SEGUE/ CONGELA. 15. conforme níveis específicos para pacientes. 20. ao lado do osso esterno.Congelar o traçado se desejar.Ligar o aparelho acionando a chave Rede (1). 11. 14. 3. 21.Lavas as mãos. Fio preto: conectá-lo ao disco nº.Conectar os três fios do cabo-pacientes aos discos adesivos (eletrodos descartáveis) da seguinte forma: Fio vermelho: conectá-lo ao disco nº.Ajustar a amplitude da onda R através do nível R. do seguinte modo: 1º Disco: no IV espaço intercostal direito ao lado do osso esterno.103 8. no painel dianteiro. (Fio vermelho). 9.Selecionar a amplitude do sinal através da chave GAHO. 12. 2. 17.Colocar a tecla SEGUE/CONGELA do painel dianteiro na posição SANGUE. 16.Ligar o alarme da freqüência no painel dianteiro na chave correspondente. (Fio amarelo). .Colocar a tecla 22 mm/s – 50 mm/s do painel dianteiro na velocidade desejada. 3º Disco: no IV espaço intercostal esquerdo na linha hemiclavicular.Ajustar conveniente e intensidade de traçado. 10.Limpar os eletrodos com algodão embebido em álcool ou água.Posicionar a chave de derivações.Ajustar alarme para os limites inferiores de freqüência cardíaca. do painel traseiro.

Permitir que a equipe de enfermagem possa ouvir os batimentos.Obter o aparecimento do sinal da ECG.Fio Amarelo: negativo 10. .Escolher o tamanho do traçado que desejar. conforme calibração de cada aparelho. 7.Fio Preto: neutro .Uma indicação luminosa aparece no painel dianteiro e um traço aparece na TELA (13) do painel dianteiro do monitor.Alertar a equipe quanto à possíveis oscilações na freqüência cardíaca.Neta posição o monitor deve reproduzir uma onda de pulsos padrão. 17.Prevenir infecção.Permitir a continuidade do traçado. próxima de 80bpm. 8.O mostrador digital do painel dianteiro indica.Proporcionar boa imagem no monitor.104  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 6. 15. a cada no pulso.Garantir a tranqüilidade do paciente. 12. 9. .Acompanhar adequadamente o traçado.Não colocar pasta condutora na parte adesiva do disco e sim somente no centro do mesmo.Obter boa aderência do eletrodo. 5. 11. 19.Detectar o momento em que houver bradicardia ou taquicardia acima dos limites se segurança.Para simular uma condição de alarme. 21. apertar o botão PROT do painel dianteiro.Obter um bom traçado. 13.Permitir boa visualização da onda R e complexo QRS. 14. 3.Fio Vermelho: positivo .Evitar interferência. . ou ainda.Evitar danificar do aparelho.O indicador luminoso de onda R. do painel dianteiro. sai freqüência correspondente. 18. . 4. acende sincronicamente com o aparecimento de cada novo ciclo. 20. 16. até que o alarme dispare. 2.Segurar na plugue do cabo para não danificar material.Economizar tempo e poupar o funcionário.

Evitar a operação ou armazenamento do parelho em ambientes de calor intensos ou úmidos. com o pano torcido.105 22. 23. em prateleira própria. 5.Caso ocorra o aparecimento de sinais espúrios interferindo no sinal do monitor. 2.Limpar o aparelho com solução de fenol. . 4. 1. mantenha a chave FILTRO do painel traseiro.Prevenir infecção.MANUSEIO DOS CABOS: quando for necessária a retirada de algum cabo de sua tomada. retire-o puxando sempre pelo plug e nunca pelos fios.Não limpar com qualquer tipo de metal nem palha de aço o interior dos eletrodos. mantendo-o de preferência fixo na unidade do paciente. álcool ou água e sabão neutro.Evitar transportar muito o aparelho. na posição LIGA. 6.Evitar a operação do aparelho próximo a campos magnéticos intensos. para evitar infiltração de liquido no aparelho. 24.Analisar qualquer alteração que julgar importante. OBSERVAÇÕES. 3.

Biombos .Colocar biombos se houver tempo e condições. tentando de preferência a volta dos batimentos cardíacos. Observar se o local da fixação dos eletrodos está correto.Manter o sicronizador do aparelho desligado.  PROCEDIMENTOS 1. palpando o pulso carotídeo.Certificar-se que realmente se trata de uma fibrilação ventricular.Desfibrilador com pás.Acionar a chave Liga/ Desliga. .Carro de urgência. . ou assitolia.106 4. 6. caso não seja possível o ritmo sinusal. 2.Desfibrilação Cardíaca Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA -Despolarização completa de todas as fibras miocárdicas retirando o paciente da Fibrilação Ventricular.24. 8. 7.Observar se a voltagem do aparelho à tomada elétrica da rede local. 4.Aplicar a pasta condutora na superfície metálica das pás e deslizar suavemente uma pá sobre a outra. . 3.Monitor cardíaco (ou cabo de monitorização do próprio cardioversor/ desfibrilador).Descobrir o tórax do paciente.Pasta condutora.  MATERIAL . ajustando-a em Liga. de modo uniforme. 9.Trazer o desfibrilador próximo ao paciente. .

17.Recompor a unidade e recolher o material.Desconectar o cabo do monitor do paciente.Repetir operação.Conectar o fio terra.Observar respiração. 24. até que o desfibrilador. 14.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1-Evitar erro diagnosticado por mau contato dos eletrodos.Iniciar ressuscitação cardiopulmonar. . enquanto for necessário. 12. 23. éter ou álcool. 18. caso trate-se de monitor proteção interna. 3.Conectar novamente o cabo de monitorização. descarregue a energia programada. reversão do ritmo cardíaco gerais do paciente.Evitar trauma psicológico aos demais pacientes da unidade. 4. 25.Pressionar as pás sobre a parede torácica. observando simultaneamente o monitor cardíaco. abaixo da clavícula e a outra logo à esquerda do ápice cardíaco ou do mamilo esquerdo.Afastar do leito do pacientes objetos e móveis que possam atrapalhar a movimentação da equipe. 2.Lavar as mãos.107 10.Orientar para que o cabo do monitor do paciente.Pressionar o botão de carga até atingir a carga elétrica desejada. caso fibrilação ventricular persista. caso ocorra assistolia ventricular. 21. 16. 11. 19. acionando simultaneamente os botões de descarga. 20.Desligar o defibrilador através da chave Liga/ Desliga. caso o mesmo não possua proteção interna automática contra choque elétrico.Proceder a limpeza do aparelho e acessórios com fenol. 22.Deixar o paciente em ordem 26. ao monitor cardíaco.Anotar no prontuário o procedimento feito. caso o mesmo não possua proteção interna automática contra choque elétrico.Evitar acidentes e danificação do aparelho.Retirar as pás imediatamente depois de efetuada a desfibrilação. 13. 15. caso não seja tomada previamente terrada.Posicionar corretamente as pás: uma logo à direita da parte superior do esterno. 5. Observar se os eletrodos estão todos devidamente conectados no paciente.Manter o desfibrilador próximo ao leito.

23.Permitir o procedimento.Evitar que as pessoas recebam descarga elétrica.Obter eficiência da descarga elétrica. eletrodos. do painel frontal do aparelho.Evitar curto-circuito. 11. disparo.Evitar danificar o monitor cardíaco externo. 9.O operador não metálico das pás. 17.Evitar que a pasta escorra entre as pás.Optar pelos botões das pás.Evitar desgastes caso o paciente apresente novamente fibrilação ventricular. número de choques. intubação etc. 7.Favorecer indução elétrica. 18. de acordo a orientação média e necessidade do paciente.Prevenir queimadura. colaborando com a equipe. 16.Manter o ambiente em ordem. 14. 8.Para verificar se o paciente saiu da fibrilação ventricular.Data e hora.Aumentar a voltagem da carga. 10. 26. somente em casos de cardioversão. .108 6.A carga normalmente utilizada para desfibrilação varia de 50 a 400 watts/ s. . 15. fios etc. nome e assinatura.Procurar sempre fixar os eletrodos do cabo de monitorização.Prevenir infecção. 21.Verificar se o paciente saiu da fibrilação ventricular e como estão os seus batimentos cardíacos. pois a pasta condutora danifica o desfibrilador. 12.Não permitir que as pás sejam acondicinadas no aparelho sem antes serem limpas. 25. . . reversão ou não do ritmo de intercorrências. 22.Proporcionar conforto ao paciente. de modo a não atrapalhar a colocação das pás de desfibrilador no tórax do paciente. . e não pelo botão vermelho. 19.Acionar o sicronizador (botão SINC). 13. . 24.Observar técnica de Reanimação Cardiopulmonar.Para saber se será necessária reanimação cardiorrespiratória. de acordo com a idade e o peso do paciente. voltagem utilizada.Uma indicação luminosa aparecerá nesta tecla.

.A desfibrilação é a utilização do choque elétrico na fibrilação ventricular. proceder da seguinte forma: .Segurar a superfície das pás firmemente uma contra a outra. 4. .Cardioversão Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA .P e complexo QRS.Pasta condutora.  MATERIAL . flutter atrial. portanto na há confirmação da onda T. onde não importa o momento em que a carga elétrica é aplicada. . uma vez que na fibrilação ventricular não ocorre contração miocárdica efetiva e.Monitor cardíaco.109 OBSERVAÇÕES 1.Biombo. taquicardia ventricular. .Caso seja necessário fazer desfibrilação interna (abertura do tórax). .Conversão de arritmias cardíacas graves.Pressionar os botões de descarga ou descarregar o aparelho através do botão próprio.25. .Se não houve necessidade de proceder à descarga elétrica sobre o paciente. fibrilação atrial para o ritmo sinusal.Colocar o controle de energia em zero. 2. 3. tais como: taquicardias paroxística supra ventricular.Cardioversor/ Desfibrilador. utilizar pás próprias.

Colocar o plug do aparelho na tomada.Monitorar o paciente com o cabo de monitoração do próprio cardioversor.Acionar a tecla Sinc. 4. 15. um segundo elemento.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 7. do painel dianteiro.Lavar as mãos. Quando este chegar próximo do ponto de carga desejado. 13. para espalhar a pasta de modo mais uniforme. 3.Carro de urgência.Retirar as pás do suporte e colocar pasta condutora na parte metálica de uma das pás e. 9. para aquisição do sinal de sincronismo (ECG). pressionar a tecla disparo.Cateter de oxigênio.Acionar a tecla LIGA do painel dianteiro.Pressionar as pás firmemente no tórax do paciente. na posição CABO-PAC ou PÁS de acordo com o meio escolhido. As pás deverão ficar acondicionadas no suporte e o conector no seu receptáculo. 8.110 . tomando o cuidado de ligar primeiro a garra jacaré à terra. ligando o aparelho. 12.Puncionar veia calibrosa ou preparar material para dissecção de veia. repetir o procedimento partir do item 15. .Garantir vias aéreas livres e boa oxigenação. se houver indicação médica. 14. do painel dianteiro. 2.Colocar biombos. 17-Pressionar a tecla CARGA.Reunir o material a trazer o carro de urgência próximo leito. 11-Pressionar os botões da trava da tampa do cardioversor abri-lo. do painel dianteiro. depois friccionar uma pá contra a outra. 18. Apertar os botões de ambas as pás. Se necessário. . 5. 16.Preparar o paciente. 10-Observar a voltagem do aparelho em relação à rede elétrica local. ou como segunda opção.  PROCEDIMENTOS 1. observando o indicador de energia. 6. quando então o indicador de energia retorna a zero.Posicionar a chave ECG. soltar a tecla.Checar e testar todo material de urgência.

. . até que o paciente esteja estável. 12.Não utilizar nunca monitor externo.Retirar próteses e expor o tórax do paciente.Assegurar a tranqüilidade do paciente. . 11.Economizar tempo e poupar o funcionário. 13. mesmo com a tecla DESL do painel dianteiro pressionada (aparelho fora de uso). 9.Lavras as mãos. 8.Não espalhar pasta pelo tórax do paciente pois a mesma poderá causar um curtocircuito. 23.Evitar imprevistos.Observar o traçado cardíaco no monitor. 6.Manter o cardioversor próximo ao leito do paciente até que o médico considere a situação sob controle e a arritmia devidamente tratada.Recompor a unidade e recolher o material.111 19. 2. . 10. deixar o cabo de força do aparelho ligado à tomada.Principalmente para pacientes intubados ou traqueostomizados. 4.Sedar o paciente de acordo com a prescrição médica. 7.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 3.Manter o paciente monitorado após a cardioversão por tempo indeterminado.ATENÇÃO: Para carregar a bateria interna do cardioversor e mantê-la carregada. 22. 24.Evitar trauma psicológico aos demais pacientes da unidade. caso seja necessária. 5.Prevenir infecção. diminuindo sensivelmente a eficiência da descarga e causando queimaduras.Anotar no prontuário o procedimento feito. 21.Cuidar para posicionar o aparelho com firmeza para que a tampa não se feche na hora do procedimento. de forma que o choque não caia sobre a onda T. 20.Deixar o paciente em ordem.Para que seja possível a cardioversão.Evitar curto-circuito e danificação do aparelho. não usando o termo CHOQUE.Garantir uma via de acesso para a administração de medicamentos.

. não esquecer de posicionar os eletrodos no tórax do paciente. no sentido do choque não atingir a onda T.112 Evitar aplicar pasta na superfície dos cabos das pás. . 14. colaborando com a equipe. quem está apertando a tecla DISPARO. de forma a deixar livres os locais para a aplicação das pás do cardioversor. 19.O sincronizador desliga-se automaticamente após cada síncrono. por apresentar melhor qualidade e dar maior segurança de sincronismo.Sinais vitais pós-cardioversão.Normalmente. .Resultado da cardioversão aplicada. 22.Manter o ambiente em ordem.Proporcionar conforto ao paciente. .Utilizando a via cabo-paciente.Observar que o indicador luminoso da tecla Sinc. 18.Observar a conversão do ritmo cardíaco após a cardioversão e acompanhar o traçado cardíaco. .Uma indicação luminosa aparecerá nesta tecla. 17. Nestas condições sinal é satisfatório para o disparo síncrono. 15.Prevenir infecção. 21.Nível de consciência. estar sempre atento para que as pessoas ao redor do leito se afastem. a carga para cardioversão varia de 50 a 100 Watts. . 16. altera sua intensidade sincronicamente com a onda R mostrada na tela do monitor ou o sinalizador sonoro. 20. .Observar atentamente as reações do paciente.Quantidade de energia utilizada.A tecla Sinc tem por objetivo sincronizar o cardioversor com a atividade cardíaca. .Ao realizar o disparo.Dar preferência para a primeira opção de sincronia entre. . 24. 23. .Aspecto do traçado eletrocardiográfico: ritmo e freqüência.Recomenda-se a captação de sinal via cabo-paciente.Estado geral do paciente após cardioversão.

 MATERIAL -Eltrocardiógrafo completo: .Antes de conectar o aparelho à rede. 3. .10 pilhas alcalinas C-15v . .Fazer registro da atividade elétrica do coração para fins diagnósticos.Larvar a mãos.Reunir material. 6. 7. 2. .Eletrocardiograma Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . .Limpar a pele do paciente com gaze embebida em álcool nos locais onde serão fixados os eletrodos.pasta condutora.  PROCEDIMENTOS 1. colocar a chave REDE/ DESLIGA/PILHA em DESLIGA. .26.quatro eletrodos metálicos.quatro braçadeiras de borracha para eletrodos.um cabo para paciente.um cabo de força com terra. . .Colocar o paciente em decúbito dorsal.um eletrodo precordial universal (pêra). 5.Colocar biombos. 4.um fio terra .um rolo de papel termossensível de 48 mm.113 4.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.

Colocar o SELETOR DE DERIVAÇÃO na posição CAL. girando o controle TEMPERATURA à direita. 9. se necessário. 24-Ajustar o GANHO para obtenção de 10mm de amplitude no traçado do sinal de calibração. 13. pressionar as teclas PROT N e esperar de 10 a 15s. 25-Em caso de deformação do traçado do sinal de calibração.Antes de ligar o aparelho.Pressionar a tecla PROT. 22. para evitar danos ao painel superior.Conectar uma das extremidades do cabo de força no receptáculo REDE do aparelho e a outra tomada de força.114 8. Em seguida. para diminuição.5 A para rede 220v. 20. 17.Ligar o aparelho. 18. de forma a obter um traçado nítido. a posição do estilete através do controle POSIÇÃO.Ligar o aparelho optando por REDE-PILHA-BATERIA.Colocar a chave seletora de tensão 110 v/ 220 v de acordo com a rede local. 14. 15. ligando primeiro a garra jacaré ao terra ou tomada terrada. 19. através do controle de amortecimento.Pressionar intermitentemente a tecla CAL. 1 A para rede 110V e 0.Posicionar a chave seletora VELOCIDADE. tomando o cuidado de fazê-lo com sua tampa fechada. travandoo.Pressionar a tecla OBSV e ajustar.Conectar o cabo do paciente ao receptáculo PACIENTE do painel lateral do eletrocardiógrafo. utilizando a chave correspondente. para aumento ou à esquerda. utilizando a chave REDE-DESL-PILHA e verificar a indicação bicolor LIGAD-PILHA-DESCARREGADA. para a agulha esquentar. fechar o basculante. 21.Colocar o fusível no suporte FUSÍVEL. 10.Pressionar simultaneamente as travas da tampa. 23-Ajustar adequadamente a temperatura do estilete. 26. ajustar o amortecimento.Pressionar a tecla RGST. . 16. 12-Colocar as pilhas no compartimento existente na parte inferior do aparelho. 11. elevando a trava na face lateral esquerda do aparelho e girando o basculante de papel para cima.Colocar o papel de registro.

AVR. . .Centralizar o traçado através do controle POSIÇÃO.FIO VERDE: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferior esquerdo). d) Fazer o eletrocardiograma: .Lavar as mãos. COM PÊRA: para as derivações precordiais.FIO AZUL.FIO VERMELHO: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferir direito).115 27.Após o exame. V3. AVL e AVF. c) Fixar os eletrodos nos membros do paciente com ambiente com as braçadeiras de borracha da seguinte maneia: . a) Certificar-se de que o paciente esteja calmo. V5 e V6. V4. 2.Pressionar a tecla de sensibilidade em N/2.Acionar a tecla OBSV. . .Posicionar o SELETOR DE DERIVAÇÃO para obtenção das derivações precordiais: V1.Posicionar o seletor de derivação para obtenção de outras derivações de ECG: CAL.FIO AMARELHO: colocar nas imediações da artéria radial (antebraço esquerdo). ou 2N. . 28.Deixar o paciente em ordem. . b) Aplicar a pasta condutora nas placas metálicas dos eletrodos. DI. . V2. DII. 29.Acionar a tecla RGST. .Assegurar a tranqüilidade do paciente.Selecionar através do SELETOR DE DERIVAÇÃO a derivação a derivação CAL. . 31.Recompor a unidade e recolher o material.Anotar no prontuário o procedimento feito. .Prevenir infecção. . . 32.FIO PRETO: colocar nas imediações da artéria tibial anterior (membro inferior direito). limpe os eletrodos com algodão embebido em álcool ou água.Selecionar a velocidade de registro desejada através do controle VELOCIDADE. II.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 30.Obtenção do EGG.

Permitir a conexão do paciente com o aparelho. . girando no sentido anti-horário os dois parafusos. POSIÇÃO PILHA: o aparecimento é alimentado pelas pilhas.Desengordurar a pele para facilitar a condução elétrica. tomando cuido para não romper os fios de conexão.116 3. 4. 15. 13-A conexão ao terra pode ser feita através do terra mediante o fio terra fornecido com acessório. 12-Ao colocar as pilhas. 8. 9. ATENÇÃO: caso a indicação luminosa assuma a cor vermelha ou não acenda com a chave na posição PILHA verificar a corretamente instalação e o estado das pilhas. c) Coloque 10 pilhas. apertando os parafusos. 10. b) Extraia o porta-pilha.ATENÇÃO: A NÃO OBSERVÂNCIA DESTE ITEM PODE SER DANIFICAR SEVERAMENTE O APARELHO.Obter o traçado 18. 14.Proteger o aparelho.Economizar tempo e poupar o funcionário.POSIÇÃO REDE: aparelho é alimentado pela rede local.Garantir a privacidade do paciente.Colocar corretamente o papel para evitar possíveis danos. 6.Permitir o acesso ao painel superior e aos acessórios contidos no estojo.Para informar o acionamento do aparelho e suas condições de alimentação. 16. 5. ATENÇÃO: retire as pilhas quando o aparecimento não for por elas alimentado durante um lono período para que não ocorra vazamento das mesmas dentro do aparelho. -Afastar o paciente de pontos metálicos. 17. do compartimento. e recoloque a tampa. conforme as indicações no porta-pilha.Registrar adequadamente a atividade cardíaca. 7. POSIÇÃO BATERIA: o aparelho é alimentado pele bateria. certificar-se de que a chave REDE-DESL-PILHA esteja na posição DESL e observar as seguintes instruções: a) Retire a tampa do compartimento de pilha. d) Retorne o porta-pilha ao compartimento.PROT significa parada do papel milimetrado.

. a aquecer.Para registrar o pulso de referência correspondente o sinal de calibração.Agora o eletrocardiógrafo ECG-40 está pronto para o registro dos sinais desejados. . 23. 26.Gravar o impulso elétrico do coração de acordo com as diferentes posições anatômicas relativas a superfície cardíaca. .Caso ocorram interferências: a) Verificar se o fio terra está bem conectado.ATENÇÃO: Se forem observados ruídos excessivos durante o procedimento. ganho e amortecimento são realizados com auxílio de uma chave de fenda. Neste caso a interferência será menor. acionar imediatamente a tecla PROT e verificar a correta instalação dos eletrodos.A pressão do estilete sobre o papel de registro influi nos ajustes de temperatura e amortecimento. .Para selecionar a amplitude do traçado. c) Se persistir a interferência. .Só conectar este fio no momento de se fazer as derivações precordiais.Para obter o melhor registro possível. 25. . para que as pilhas tenham maior durabilidade. ligar o filtro no painel lateral do aparelho para atenuar freqüências altas. b) Se isto não for suficiente. .O ponto ótimo de ajuste do controle TEMPERATURA é atingido quando obtém um traço fino e contínuo sem borrões (temperatura extremamente alta) e sem falhas nas inscrições rápidas (temperatura baixa).ATENÇÃO: Os ajustes de temperatura. .ATENÇÃO: .Para impressão do traçado no papel. .Para obter a velocidade de registro desejada. . desligar o aparelho da rede.Recomenda-se desligar o aparelho no final de cada exame. 22. 20.A pressão do estilete sobre o papel de registro influi nos ajustes e temperatura e amortecimento.ATENÇÃO: Os ajustes de temperatura. desconectando o cabo de força da tomada elétrica e posicionar a chave REDE/ DESL/ PILHA/. para que o mesmo funcione a pilha. ganho e amortecimento são realizados com o auxílio de uma chave de fenda.Neste instante o papel começa a se deslocar e o estilete. . .Para pausa e observação do eletrocardiograma. 21.117 .

118 recomenda-se acionar a tecla prot na troca de posição do eletrodo precordial.Possíveis arritmias importantes e que exijam observação rigorosa. colaborando com a equipe. 30. 31. 32. 29.Não limpe os eletrodos com metal ou abrasivos e mantenha-os sempre limpos e secos. .Manter o ambiente em ordem. 28.Proporcionar conforto ao paciente.Prevenir infecção.

Lavar as mãos.um rolo de esparadrapo.solução antisséptica.avental. . . .um gerador de pulso bipolar de demanda. . 3.uma extensão esterilizada entre o eletrodo e o gerador.Checar a validade da bateria do marcapasso. 4. 2.119 4.um cateter venoso esterilizado. .Reunir o material. . . .  MATERIAL.  PROCEDIMENTOS 1.Marcapasso Realizado por médicos  FINALIDADE .bandeja de flebotomia.Emitir estímulos elétricos ao coração.um frasco de anestésico sem adrenalina.uma lâmina de bisturi. determinando sua despolarização e conseqüente contração.aparelho de tricotomia.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. .duas agulhas 25x 8.um fio de algodão 2-0 com agulha. .27. . . .um par de luvas estéril. -um cabo de marcapasso bipolar. . .dois campos cirúrgicos médios. máscara e gorro. .uma seringa descartável de 20ml.

13.Prevenir infecção.Registrar possíveis arritmias ou qualquer outra intercorrências.Lavar as mãos.Prevenir infecção.Prevenir infecção.120 5. 11. se necessário. 6.Realizar curativo oclusivo na inserção do eletrodo. OBSERVAÇÕES: . .Colocar para o bom andamento do procedimento. 1.Ligar o aparelho e pressionar o botão preto.Fixar gerador 10.Recompor a unidade e recolher o material 12.Realizar a limpeza pele com sabão especial e tricomia.Auxiliar o médico durante todo o procedimento.Economizar tempo e poupar o funcionário.BRASCOR-12 (Bipolar): . 4.Anotar no prontuário o procedimento feito. 10.Evitar desconexão do eletrodo. 5.Deixar o paciente em ordem.Proporcionar conforto ao paciente.Testar o gerador.Prevenir desgaste de bateria durante uso de gerador. Se permanecer na faixa vermelha deve ser trocada a bateria. 3.Evitar o mau funcionamento do aparelho. 13. 11.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. colaborando com a equipe. 6. procedendo da seguinte maneira: com o auxilio de . 8. 2-Garantir a tranqüilidade do paciente.Manter o ambiente em ordem. 9. 12.Observar presença de arritmias durante a passagem. 7.Para checar a validade da bateria. 7. 9. verificando se o ponteiro do mostrador atinge e se mantém na faixa azul.Prevenir infecção. 8.

50 metros. trocar a bateria. soltar os dois parafusos situados na parte póstero-inferior do aparelho. 4. 2.um pacote de curativo .BRASCOR-20: .28.Instalação de Sistema de Drenagem de Tórax Fechada Realizado por médicos  FINALIDADE . que deve encontrar-se na caixa do gerador.esparadrapo . retirar a tampa e a bateria. por obstrução ou falha do sistema.um frasco de 1000 ml (frasco coletor de tampão d’água). abrindo a tampa na parte póstero-superior do gerador. . fechando a caixa em seguida.Controlar a permeabilidade e funcionamento do sistema de drenagem torácica para garantir expansibilidade pulmonar.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: . graduado tampa de borracha montada: dois intermediários de vidro: um longo (20 cm) e um curto (8 cm) . Se permanecer na faixa vermelha. Utilizar sempre duas baterias. .121 uma chave de fenda.água esterilizada ou soro fisiológico . detectar hemorragia e evitar acúmulo de líquido e ar na cavidade torácica.Ligar o aparelho e observar se o ponteiro do mostrador da bateria atinge e se mantém na faixa azul.uma pinça Kelly com proteção (ou clampe).um par de luvas estéril . Colocar a nova bateria.extensão do látex de 1.

Lavar as mãos.Calçar as luvas. 14. a fim de restabelecer uma pressão negativa interpleural.Anotar no prontuário o procedimento feito.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Observar a oscilação de coluna d’água de acordo com a respiração profunda. 6. 8. 15. 9.Lavar as mãos. mantendo a extremidade do látex protegida com um campo estéril.Conectar a tampa montada no frasco de drenagem. mantendo o sistema impermeável ao ar. 22.Conectar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax. 17.Recompor a unidade e recolher o material.Deixar o paciente em ordem. 20.Vedar a tampa de borracha com esparadrapo. 3.122  PROCEDIMENTOS 1.Retirar a extensão de látex do dreno de tórax e deixar escorrer o conteúdo para dentro do frasco.Fixar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax com esparadrapo. o nível de água e escrever: data. 5-Colocar soro fisiológico ou água esterilizada no frasco. 4. hora e assinar. 19.Observar o aspecto e volume e líquido drenado. 10.Levar o frasco de drenagem junto ao paciente. . 21. 18. de modo que o intermediário de vidro longo fique imerso 2 cm na água.Proceder à troca de curativo de dreno de tórax. 12.Retirar a pinça do dreno. 7. Demarcar no esparadrapo com um traço horizontal.Pinçar o dreno de tórax do paciente com pinça Kelly.Colocar no frasco de drenagem uma tira de esparadrapo de 2 cm de largura em sentido vertical. 13. 11.Abrir pacote esterilizado do rasco de drenagem montado. 2. 16.Reunir o material.

ou seja mais do que 2 cm de água. o paciente necessitará de uma pressão interpleural mais alta para conseguir respirar. o látex deverá estar rigorosamente ao intermediário de vidro longo.Manter o frasco de drenagem (coletor) sempre em nível inferior ao tórax do paciente. 5. 8. 17.Prevenir infecção.Observar técnica asséptica. prejudicando assim a expansão pulmonar.123  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema. 9. b) quando o volume drenado chegar ao ponto de prejudicar a continuidade da drenagem torácica. 7. o qual irá imerso no frasco de drenagem. 3. 12. assegurando o fluxo gravitacional evitando o refluxo e ar drenados da cavidade pleural. . 2. 11. 1.Evitar contaminação.Observar técnica asséptica. 16.Montar o novo sistema. .Observar técnica asséptica e verificar se o sistema está em ordem.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema. c) quando houver obstrução do sistema.Obedecer à técnica asséptica e utilizar antisséptico adequado.Evitar a contaminação do ambiente.Proceder à troca do frasco de drenagem (coletor) quando: a) o volume drenado aproximar-se cerca de 2 cm da extremidade do respiro. 13. 18.Economizar tempo e poupar o funcionário. 6.A oscilação da coluna d’água mostra que há uma comunicação efetiva entre a cavidade pleural e o frasco de drenagem. 15. 4. 14. 10.Evitar entrada de ar (pneumotórax).Controlar o débito.Garantir a salubridade do funcionário.Se o intermediário longo estiver submerso muito profundamente. .Água colocada no frasco de drenagem atua impedindo o ar de voltar para o espaço pleural (pneumotórax).

20. É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos: um que é ligado ao tubo longo do frasco do selo d’água e outro que é ligado ao dreno de tórax do paciente.Proporcionar conforto a paciente. Este frasco coleta o líquido e o ar drenados do pulmão. Qualquer que seja o método usado (mãos ou pinça) deve ser feito com cuidado. Deixe que a borracha volte ao tamanho normal e repita a manobra por duas a três vezes.124 19. É constituído de uma tampa de borracha com um tubo curto que funciona como suspiro e um tubo longo que fica imerso a 2 cm abaixo do nível da água. deslizando-a através do látex com auxilio de algodão embebido em álcool ou talco.No momento em que a pleura visceral encostar na extremidade aberta do dreno. OBSERVAÇÕES: 1.A oscilação da coluna d’água cessará em duas situações: . característica e aspecto. . 3. FRASCO DE DRENAGEM (COLETOR). através de extensões do látex.À aquele que faz o tampão de água formando vácuo. 2.Prevenir contaminação. Tracionar o látex com auxílio da pinça em direção descendente. NUNCA ORDENHAR EM DIREÇÃO AO PACIENTE: . . utilizar a própria mão direita. aí então faz-se a ordenha.Técnica da ordenha: .Caso não se tenha disponível a pinça de ordenha. 22. data e hora da troca.A drenagem do tórax fechada simples poderá também ser feita através de dois frascos: FRASCO DO SELO D’ÁGUA: .Manter o ambiente em ordem.Obstrução do dreno por coágulos.Segurar com firmeza o tubo de extensão de látex próximo ao dreno com a mão esquerda e adaptar logo abaixo a pinça de ordenha.Mensuração do débito drenado. q que provavelmente não há mais conteúdo a ser drenado. provoca dor e pode deslocar o dreno. uma vez que lê altera a pressão intrapleural. colaborando com a equipe. 21. .É aquele que está em contato com o paciente. indicando que houver a reexpansão do pulmão.

Controlar a permeabilidade e funcionamento do sistema de drenagem torácica para garantir expansibilidade pulmonar. .125 4. por obstrução ou falha do sistema.Acelerar a retirada de ar e de líquido do espaço pleural.  MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: .29.um frasco esterilizado de 3.Instalação do Sistema de Aspiração Torácica Contínua Realizado Por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TECNICA . 4.um frasco de drenagem de tórax simples montado esterilizado (coletor) .uma extensão de látex de 2 m . quando a troca ocorreu nas primeiras 24 horas.000 ml com tampa (redutor) de três vias: este frasco faz o controle da aspiração da rede de vácuo . detectar hemorragias e evitar acúmulo de líquido na cavidade torácica.Não tocar o látex do frasco.Não pinçar o dreno ao sair do leito para deambular. 6.um aspirador a vácuo completo .um esparadrapo .uma extensão de late de 20 cm .Orientar o paciente que a deambula quando aos cuidados com dreno: .A troca do sistema de drenagem de tórax ( látex e vidro) deverá ser feita com técnica asséptica a cada 24 horas. .Manter o frasco sempre abaixo do nível da região coxofemoral. 5.

mantendo o sistema impermeável ao ar. 19-Montar o frasco redutor (3. 12-Calçar as luvas. 2. 6.Colocar soro fisiológico ou água destilada esterilizada no frasco. .Reunir o material.000 ml). 7. mantendo a extremidade do látex protegida com um campo estéril.Colocar no frasco de drenagem uma tira de esparadrapo de 2 cm de largura em sentido vertical.água destilada ou soro fisiológico .000 ml (redutor). o qual faz o controle da aspiração na cavidade pleural. 10-Levar o frasco de drenagem junto ao paciente.126 . 18-Colocar soro fisiológico ou água destilada esterilizada no frasco 3. 16-Retirar a pinça do dreno. . 17-Observar a oscilação da coluna d’água de acordo com a respiração profunda do paciente. 4.Abrir o pacote esterilizado do frasco de drenagem montado.Montar o frasco de drenagem de tórax simples fechado (coletor) conforme técnica já descrita.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. Demarcar no esparadrapo horizontal o nível da água e escrever: data. 13-Retirar a extensão de látex do dreno de tórax e deixar escorrer o conteúdo para dentro do frasco. 15-Fixar extremidade da extensão de látex ao dreno do tórax com esparadrapo.  PROCEDMENTOS 1.uma pinça Kelly não estéril.Conectar a tampa montada no frasco de drenagem. 11-Pinçar o dreno de tórax com a pinça Kelly. 8.Lavar as mãos. de modo que o intermediário de vidro longo fique imerso 2 cm na água. 14-Conectar a extremidade da extensão de látex ao dreno de tórax.um par de luvas. 3.Vedar a tampa de borracha com esparadrapo. 9. hora e assinar. através da profundidade que o tubo de vidro é mergulhado na água. ou seja: 5. a fim de restabelecer uma pressão negativa intrapleural.

ou seja.Se o intermediário longo estiver submerso muito profundamente. 4. mais do que 2 cm de água. o qual irá imerso no frasco de drenagem.Recompor unidade e recolher material.Economizar tempo e poupar o funcionário. 26. .Assegurar a tranqüilidade do paciente.Lavar as mãos. 2.Observar técnica asséptica. prejudicando assim a expansão pulmonar.A água colocada no frasco de drenagem atua impedindo o ar de voltar para o espaço pleural (pneumotórax). 3.Soltar a pinça de dreno.Observar técnica asséptica.Pinçar o dreno de tórax antes de ligar o aspirador.Utilizar técnica asséptica. . 9.  PONTOS IMPORTANYES JUSTIFICATIVAS 1.Prevenir infecção.Anotar no prontuário o procedimento feito. 21-Conectar a extensão de látex de 2 m ao primeiro tubo curto do frasco redutor até o aspirador a vácuo do painel. 7. 6. 8. o látex deverá está conectado rigorosamente ao intermediário de vidro longo. 23. 5. 31. 30.127 20-Conectar o aspirador (“de parede”) à rede de vácuo do painel de gases.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema.Deixar o paciente em ordem. 27.Controlar o débito. 28. . 29.Observar o aspecto e volume do líquido drenado.Testar todo o sistema.Ligar o aspirador.Conectar a extensão de látex de 20 cm ao segundo tubo curto do frasco redutor até o respirador do frasco de drenagem simples (coletor). o paciente necessitará de uma pressão interpleural mais alta para conseguir respirar. 25. 24. 22.Observar técnica asséptica e verificar se o sistema está em ordem.

Fazer a conexão entre o frasco redutor e o coletor do paciente. 26.Montar o novo sistema. 22. 18. .000) contém: uma tampa de borracha com três orifícios.Para testar o sistema.128 10. 21. 17-A oscilação da coluna d’água mostra que há uma comunicação efetiva entre a cavidade pleural e o frasco de drenagem. assegurando o fluxo gravitacional e evitando o refluxo de líquido e de ar drenados da cavidade pleural.Aconselha-se utilizar uma válvula medidora de pressão para controlar a aspiração. 14. 20.2º tudo curto. 23. 15. e a outra extremidade fica em contato com o ar. que é submerso de 15 a 20 cm abaixo do nível da água.Proceder à troca do frasco de drenagem (coletor) quando: a) o volume drenado atingir a extremidade respiro. 13. b) quando o volume drenado chegar ao ponto de prejudicar a continuidade da drenagem torácica (ocorre o movimento ascendente do líquido da extensão de látex). .Colocar quantidade suficiente para o tubo longo fique mergulhado cerca de 20 cm abaixo do nível da água.Evitar contaminação. 24.Evitar a contaminação do ambiente. 19-Frasco redutor (3. 16-Manter o frasco de drenagem (coletor) sempre em nível inferior ao tórax do paciente. . oscilação da coluna líquida do rasco coletor (5.Tubo longo: de mais ou menos 40 cm.000ml) de acordo com a respiração e borbulhamento do frasco coletor com expiração forçada ou tosse.Para dar início à sucção. Atenção: Borbulhamento no frasco coletor indicará pneumotórax ou fístula pulmonar. .Evitar o excesso de sucção e aumento da pressão negativa.Evitar entrada de ar (pneumotórax). traumatizando assim a pleura e o pulmão do paciente.Fazer conexão entre o frasco redutor e ar rede de vácuo. 27.Evitar entrada de ar e desconexão acidental do sistema.Sistema correto: borbulhamento contínuo no frasco redutor (3. 12-Garantir a salubridade do funcionário. 25. 11. ao quais são conectados três tubos de vidro.1º tubo curto.000 ml).

O sistema de aspiração torácica contínua pode também ser feito através de três frascos: . através de uma conexão em Y. 4. A vantagem deste sistema é que o volume e a natureza da drenagem do tórax podem ser avaliados com maior precisão. colaborando com a equipe. 28. não devem.Proporcionar conforto ao paciente. desconectando a água que havia sido colocada anteriormente no frasco coletor. 2: FRASCO CO SEO D’ÁGUA é aquele que faz um tampão de água formando vácuo.Quando o paciente estiver com dois drenos torácicos. 30. É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos de vidro e um tubo longo que fica imerso a 20 cm abaixo do nível da água. Este frasco coleta um volume de ar e líquido drenados da cavidade pleural. . pois além de dificultar a aspiração pode provocar acotovelamento e acidentes. É constituído de uma tampa de borracha com dois tubos curtos de vidro.3: FRASCO REGULADOR DE PRESÃO (REDUTOR) é aquele que fica em contato com aspirador a vácuo. 29. .Manter o ambiente em ordem. 31.Frasco nº. OBSERVAÇÕES: 1. .O sistema de aspiração contínua poderá ser feito através de uma bomba de sucção. 1: FRASCO DE DRENAGEM ( COLETOR) é aquele que está diretamente em contato com o dreno do paciente.Prevenir infecção. entretanto ser demasiadamente longas. 3. É constituído de uma tampa de borracha com um tubo longo que fica imerso a 2 cm abaixo do nível da água e um tubo curto.Mensuração do débito drenado e suas características. conectá-los ao sistema de drenagem.As extensões de látex devem ter comprimento suficiente para permitir a livre movimentação do paciente no leito.Frasco nº.129 c) quando houver obstrução no sistema. .Frasco nº.NOTA: No sistema de três frascos existe o frasco de drenagem (coletor) separado do frasco que contém o selo água. 2.

13. fazer o seguinte: . dispensado-se assim o frasco redutor (3. pode-se utilizar o aspirador torácico a vácuo. Aí então faz-se necessário comunicar o médico. o qual é diretamente adaptado à rede de vácuo. e de acordo com a escala graduada do copo. 10.Proteger todos os intermediários de vidro com esparadrapo.Para se verificar a permeabilidade do sistema.Abrir a válvula de vácuo de acordo com o borbulhamento. proporcionando o suspiro de ar da coluna d’água. 9. .130 5.Se o dreno de tórax for acidentalmente retirado do paciente. 11. a falha está no próprio sistema. 7. tossir e respirar fundo para melhorar a permeabilidade do tubo torácico. . deve-se comprimir rapidamente o orifício com uma gaze esterilizada ou mesmo com a mão.Conectar a extensão de látex do aspirador torácico ao suspiro do frasco de drenagem simples. correspondente a pressão em cm H2O desejada.No caso de ocorrer falhas no sistema de aspiração. em substituição ao frasco redutor.Desconectar o copo da tampa do aspirador torácico. o motivo está no próprio dreno do tórax. 8. .000 ml) e o aspirador a vácuo. faz-se necessário desligar o aspirador e desconectar o látex do frasco redutor.Se o sistema de drenagem não funcionar.Proteger com borrachas macias extremidade da pinça Kelly para evitar a danificação do dreno de tórax.Colocar água esterilizada em quantidade suficiente. 12. pinçar o dreno de tórax e ligar o aspirador: .Mandar o paciente vira-se.Os frascos deverão permanecer sempre abaixo do nível do tórax (mais ou menos 1 metro). 6.Se o sistema de drenagem funcionar corretamente. . Neste caso. . deixando o paciente somente com frasco de drenagem simples.Manter sempre uma pinça disponível para situações de urgência.Neste sistema de aspiração torácica contínua.

7. . A primeira extensão (menor) deve conectar o frasco de vácuo ao frasco coletor. 8.  PROCEDIMENTOS 1-Lavar as mãos.Reuni material. 3. .30. A segunda extensão (maior) deve a outra saída do frasco coletor e a extremidade livre. .Duas extensões de látex esterilizadas (uma de aproximadamente 50 cm e outra maior de 1.Um par de luvas.20 cm). 5.Ligar a bomba à rede elétrica.131 4.Calçar luvas. de forma que não faça alça. 2.  MATERIAL -Bomba de aspiração com frasco coletor e frasco de vácuo.Instalar as extensões de látex esterilizadas.Escolher o modo de funcionamento da bomba (se contínuo ou intermitente).Sistema de Aspiração Contínua/ Intermitente Realizado pela equipe de enfermagem e fisioterapeutas  FINALIDADE DA TECNICA -Drenagem e aspiração e intermitente de fluidos corporais em procedimentos cirúrgicos ou fistulas (gástricas ou torácicas). ficar protegida para ser posteriormente conectada ao paciente (DRENO).Esparadrapo. 6. .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Verificar se os frasco coletor e de vácuo estão devidamente conectados. 4.

Economizar tempo e poupar o funcionário.Garantir um funcionamento eficaz do aparelho. . . 3. 10. 9.Ligar o aparelho. dependendo do caso.Lavar as mãos. .Garantir a salubridade do funcionário.O procedimento deve ser suave e ao mesmo tempo firme para não deslocar o dreno e nem causar dor ao paciente.Deixar o paciente em ordem. para que não cause prejuízos ao paciente.Observar atentamente a voltagem do aparelho e da rede elétrica local.A escolha deve ser feita pelo médico.Ao conectar a extensão de látex. 11. 13.Prevenir infecção.Fixar a conexão com esparadrapo. 10. para evitar danos ao mesmo. 7. 17. 14. 12. 5. observar as instruções contidas na tampa do frasco coletor. 15.Garantir o bom funcionamento do aparelho. 6. 11-Verificar se está funcionando.Observar tipo e quantidade da secreção drenada.Se intermitente: definir a freqüência e também posicionar o seletor de vácuo na pressão desejada.132 9-Conectar a extremidade livre da extensão de látex ao dreno instalado no paciente.Anotar no prontuário o procedimento feito.Retirar as luvas. a fim de evitar o derrame de secreção. lembrando-se de clampar o dreno antes de realizar o procedimento. 2. 4. Evitar obstrução do dreno.Evitar contaminação e posterior infecção.Evitar desconexão acidental. 16.Assegurar a tranqüilidade do paciente.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. . 8.Recompor a unidade e recolher o material.

Retirar excesso de líquidos. 13. 2.bandeja de diálise .Material para tricotomia . .Os frascos coletor e de vácuo devem ser lavados e desinfetados.31.pacote estéril contendo: avental.Instalação da Diálise Peritoneal (Sistema Aberto) Realizado por médicos  FINALIDADE DA TECNICA .  MATERIAL .Mensuração do débito drenado e suas características. OBSERVAÇÕES 1.Depois de ser usada. campo e compressa . a bomba de aspiração deve ser limpa com pano molhado em água e sabão.Manter o ambiente em ordem. lavadas após em água corrente e enviadas para esterilização m óxido de etileno. .Ajudar a regular o equilibro hidroeletrolítico.133 12-Detectar se está havendo algum traumatismo para o paciente com o funcionamento da bomba. 15. 3-As extensões de látex devem ser colocadas em solução desencrostante. colaborando com a equipe.Prevenir infecção.Retirar substâncias tóxicas e detritos do metabolismo. 16. 14. 17.Término do procedimento. 4.Proporcionar conforto ao paciente.

máscara . 4.um par de luvas estéril .bandeja pequena com dispositivo para cortar soro.Reunir todo o material.sistema de aquecimento .Colocar máscara no paciente e deixá-lo em decúbito horizontal dorsal.equipo de diálise . 6. e limpeza da pele com solução degermante.solução de diálise . .duas seringas descartáveis de 10 ml . algodão com álcool a 70%.Colocar biombos.mesa auxiliar se necessário .  PROCEDIMENTOS 1.Solicitar ao paciente que esvazie a bexiga ou realizar cateterismo vesical. 8. serrilha e medicamentos prescritos .anestésicos sem adrenalina . fazer tricotomia do abdômen.lâmina de bisturi . 2.fio sutura mononylon 3-0 .solução antisséptica .solução degermante para a pele.cateter de diálise . 3. colocar máscara em si próprio e auxiliar o médico durante o procedimento.suporte de soro para diálise .Pesar o paciente.Lavar as mãos.impresso próprio para diálise .Fechar portas. 7. caso seja necessário.134 . 5.quatro agulhas descartáveis 25/8 .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.duas seringas de insulina . verificar sinais vitais. se necessário.esparadrapo ou micropore .

25.Fechar todas as pinças do equipo e dependurar os frascos de diálise no suporte do soro. logo após o médico ter fixado a extremidade do equipo ao cateter de diálise. conforme orientação médica. 26. 16. 17.Abrir o sistema. este primeiro banho.Verificar com médico a previsão do número de banhos e exames laboratoriais necessários. término da drenagem e o volume do líquido infundindo e drenado. 21.Conectar a via da drenagem a um frasco coletor. já instalado na cavidade abdominal.Logo após a infusão destes dois principais litros. 12.Pinçar o equipo no término da infusão e deixar a solução na cavidade por 30 minutos.Segurar o frasco. é todas as pinças do equipo de diálise e deixar a solução correr.Fornecer antisséptico ao médico. campos e compressas estéreis. 22. agulhas. 11-Colocar no campo estéril o material necessário: seringa. ou mais.Deixar os sistemas abertos. . 14. anotando início. abrir a via da “drenagem” e deixar drenar todo o líquido no rasco coletor. 19. abaixo do nível do leito. 15.Fazer a antissepsia do frasco de anestésico com álcool a 70%. 27. isto. mantendo a via da drenagem fechada.135 9. logo após terminada a drenagem do banho ZERO. e infundir os dois primeiros litros da solução na cavidade abdominal. permitindo que a solução dialisadora penetre na cavidade abdominal. 10.Abrir todo o sistema. 18. fio de sutura. a via da drenagem. 20. equipo de diálise. 24.Registrar com ZERO. fechada.Conectar as extremidades do equipo de diálise aos frascos de solução de diálise. para que o médico possa aspirar o anestésico.Infundir o primeiro banhos. 23. com álcool a 70% e cortá-los com o dispositivo próprio. abrindo as pinças dos frascos.Auxiliar o médico a vestir-se. gazes.Abrir em cima da mesa auxiliar o pacote contendo: avental.Anotar na ficha de controle a hora de início e término da infusão. 13. cateter de diálise. mantendo.Fazer a antissepsia dos frascos de diálise.

31. como: sangramento.Fazer antissepsia as pele.Fechar a pinça da via de drenagem. 36. 5.Recompor a unidade e recolher o material. no vaso sanitário do banheiro do quarto.Prevenir infecção.Evitar correntes de ar e circulação de pessoas provocando contaminação.Evitar perfuração da bexiga.Prevenir contaminação e possível infecção cruzada. 3. 34.Anotar no prontuário o procedimento feito.Continuar os banhos até a retirada do cateter.Avisar o médico para providenciar a retirada do cateter. 29.Utilizar técnica rigorosamente asséptica. 12. utilizando luvas. 9. turvação do líquido etc. . 7. .Fazer o balanço da diálise na folha de controle.Registrar os dados inicias para se ter um parâmetro ao final da diálise. 32. 10. 37.Preparar material para retirada do cateter de diálise. 38.Garantir a privacidade do paciente. 4. 6. aspecto ou qualquer outra anormalidade ocorrida durante o banho. 35.Deixar no paciente em ordem. 33. 8.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Auxiliar o médico no sentido de evitar conversas desnecessárias no quarto e assim poder dar mais atenção e apoio ao paciente.Lavar as mãos. 2. 39. Esvaziar o frasco coletor e medir o volume drenado com precisão. 11. e registrar na folha de controle o início e término da drenagem. marcando hora de início e fim da infusão.Infundir o segundo banho.Prevenir a contaminação da área a ser puncionada.Abrir a via da drenagem após os 30 minutos. 40. bem como de todos os outros. 30.Observar e anotar: volume.Economizar tempo a e poupar funcionário.Evitar que o médico se contamine.136 28.Desprezar o líquido drenado do primeiro banho.Assegurar a tranqüilidade do paciente.

Tomar cuidado para não contaminar o ambiente. . 17.Utilizar frasco de anestésico novo.Os frascos de diálise devem ser pré-aquecidos em aquecedor próprio.Não permitir o contado da mão do auxiliar com a mão do médico. . .Utilizar técnica rigorosamente asséptica.Balanço positivo (+): quando ficou líquido retido na cavidade abdominal. 19. que está enluvada. 23.Lavar a cavidade abdominal e testar a permeabilidade do sistema.Deixar 30’ é importante para que a solução tenha tempo de retirar as toxinas do organismo. pois poderá haver ganhado ou perdido. 14.Manter o controle dos dados. .Utilizar técnica asséptica. 22.Utilizar frasco graduado. 28. 25.Para posteriormente reabrir parte do sistema. . dura em média 10 a 15 minutos.Anotar início e término da drenagem é fundamental pois muita demora pode significar mau funcionamento da diálise. indicam problema na instalação do cateter ou mau posicionamento do mesmo.Prevenir chamados desnecessários possíveis complicações.Registrar este primeiro banho é importante. 18.Manter o controle dos dados. e sangramento.Balanço negativo (-) quando foi eliminado mais líquido do que o infundido.Não utilizar banho-maria. .Observar com atenção o código vigente. . 16. 26.Retirar todo ar do sistema.Estar atento para não haver acotovelamento das conexões. 24. 29.Evitar obstrução do sistema. bem como é o indicador se a técnica de colocação do cateter for correta.Testar a infusão e drenagem antes de iniciar o balanço hídrico. apesar de não permanecer na cavidade.Manter a via de drenagem clampada.Turvação pode significar infecção.Lembrar que o tempo de infusão para a entrada da solução na cavidade. trauma. provavelmente. 20.Para evitar o acúmulo nos próximos banhos. pois a água estagnada no mesmo constitui meio cultura. 30. 31. 15. 32.137 13. 21. isto é: . 27. Tempo superiores a estes.

9. 6. chamar o médico. durante a diálise. faz-se necessário chamar o médico. pois caso se trate de vazamento importante. 37.Proporcionar alívio e conforto ao paciente.Manter a porta fechada durante a instalação e manuseio do cateter de diálise. 39. quando o médico da nefrologia autorizar e se fizer presente.Se a drenagem do líquido de diálise da cavidade abdominal estiver lenta e difícil. 35. a retenção de líquido na cavidade persistir.Data e hora da instalação e retirada do cateter de diálise e se o balanço final for positivo ou negativo. 3. 7.Evitar contaminação do ambiente. a cada troca. 11-Caso se trate de reinstalação de diálise.Proporcionar conforto ao paciente. pois provavelmente será necessário fazer alguns banhos hipertônicos. OBSERVAÇÕES: 1.Prevenir contaminação 38.Só suspender os banhos.Proporcionar alívio e conforto ao paciente. 2.Lavar as mãos sempre antes e após o manuseio a troca dos frascos da solução de diálise. ou seja.Fazer a antissepsia da boca dos frascos de diálise.138 33. 34. Caso seja grande ou permaneça sem melhora. 4. sem forçar o cateter para dentro da cavidade abdominal. ao retirar a prótese de Deanne encaminha-la a Unidade de Diálise Peritonel. 36.Controlar diurese. chamar o médico.Verificar se ocorre sangramento durante a drenagem. Caso isto não resolva. 10-Caso a diálise se mostre ineficaz. chamar o médico. de forma circular. para não correr o risco de perder material. rigorosamente. .Providenciar um lixo adequado para os frascos vazios de solução de diálise. bem como o estado geral do paciente. para provável refixação do cateter ou reposicionamento do mesmo. 8.Verificar se ocorre vazamento ao redor do cateter. solicitar ao paciente para mudar de posição ou tentar manipular com cuidado o cateter.

17.139 12. no final da infusão.2 ml por cada 2.Observar o paciente quando a: hipertemia. para entrar ar. hipotensão e/ ou arritmias.um par de luvas estéril . mas pode e deve virar-se.Desligar a diálise.A heparina é utilizada de rotina (0. uma vez que geralmente os dois frascos correm juntos. com cuidado. Estes podem indicar desequilíbrio hidroeletroliítico e alterações hemodinâmicas (choques ou hiper-hidratação).máscara .Pacote estéril contendo: avental. para não provocar contaminação no manuseio.000 ml) para garantir a permeabilidade do cateter.Quando se tratar de solução hipertônica não usar glicose 50% em ampola . em embalagem de soro. A sua movimentação previne escaras. 13. encaminhar uma amostra para cultura.Desconectar o equipo do frasco de diálise somente uma vez. pois se não o frasco ao dá vazão ao restante da solução. 15-Caso haja medicamentos prescritos.  MATERIAL .32-Retirada do Cateter de Diálise Peritoneal Realizado por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA . campo e compressa . e sim. além de facilitar a drenagem. se necessário. estes poderão ser colocados em um dos frascos.Deixar o pertuito da cavidade abdominal preparado para futuras diálises. 16. 18. complicações pulmonares etc. .Orientar o paciente no sentido de que não precisa permanecer imóvel no leito.Caso o líquido drenado da cavidade abdominal esteja com aspecto turvo.. 14. 4.

7) Auxilir o medico na retirada do cateter. fio de sutura. após a introdução da prótese no orifício do cateter de diálise. 12) Colocar no campo estéril o material necessário: seringa. . 13) Fornecer o antisséptico ao médico. o pacote de avental. ou de cabeceira.140 . colocar máscara em si próprio e auxiliar o médico durante o procedimento. 17) Fechar a ficha de balanço. se necessário -campo fenestrado -biombos  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos. 11) Auxiliar o médico amarrando as tirar do avental. campo e compressa. ingestão hídrica e sal. 8) Colocar mascara no paciente e deixa-lo em decúbito horizontal dorsal. a drenagem deve ser prolongada. 10) Abrir em cima da mesa auxiliar. 16) Pesar o paciente. gazes. 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3) Reunir o material 4) Colocar biombos 5) Manter a diálise peritoneal até o momento da retirada do cateter 6) Após a ultima infusão. 14) Fazer curativo oclusivo. 18) Orientar o paciente quantos aos cuidados com a prótese. material de curativo e prótese de Deanne. Lâmina de bisturi -fio de sutura mononylon 3-0 -antisséptico -esparadrapo comum ou especial -prótese de Deanne -anestésicos sem adrenalina se necessário -agulha e seringa. 9) Fechar portar e janelas. 15) Verificar sinais vitais do paciente.material de curativo. agulha.

13.Evitar corrente de ar e circulação de pessoal provocando contaminação. 20 Prevenir contaminação. 15. . 20) Lavar as mãos.Verificar se houve alterações. 4. 2. 3. evitando conversas desnecessárias no quarto. 18. 5.Economizar tempo e poupar o funcionário.Obter o controle final. 21.Garantir a privacidade do paciente.141 19) Colher sangue para dosagem de eletrólitos. 6. 9.Manter o ambiente em ordem. Posicionar corretamente o paciente. para facilitar o procedimento.Para saber da eficácia da diálise. 8. 14. 16. colaborando com a equipe. ou desconectar o sistema.Permitir que a cavidade peritoneal fique completamente. 7. 1.Prevenir infecção.Dar apoio ao médico e ao paciente.Prevenir a contaminação da área de inserção do cateter.Não desligar a diálise. uréia e creatinina.Fazer a antissepsia no local da inserção do cateter. e assim dar mais atenção e apoio ao paciente. enquanto o médico não chegar. 11-Evitar que o médico se contamine. 12-Auxiliar o médico no sentido de agilizar o procedimento.Assegurar a tranqüilidade do paciente. 23) Anotar no prontuário o procedimento feito. 10-Utilizar técnica rigorosamente antisséptica. PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS. 22) Deixar o paciente em ordem. 19.Prevenir complicações e tranqüilizar o paciente.A próteses de Deanne mantém o pertuito abdominal para a próxima diálise a ser instalada. 21) Recompor a unidade e recolher o material.Verificar-se ao final da diálise se o balanço foi positivo ou negativo. 17.

um par de luvas estéreis. .142 22. O dializador tem fibras ocas e é pré-esterilizado.Máquina hemodialisadora . .  MATERIAL .soro fisiológico de 1000 ml. interna e subclávia). jugular. . os produtos finais do catabolismo protéico.seringas descartáveis de 5 ml.gazes estéreis. 23.equipo simples. .dializadores .Eliminar.seringas descartáveis de 20 ml.equipo arterial (saída) – Linha arterial. Métodos temporários utilizam a inserção percutânea de um cateter em uma grande veia (femoral.Proporcionar conforto ao paciente.Linha venosa. . .agulhas descartáveis.equipo arterial (entrada) .Métodos permanentes permitem um acesso vascular e incluem anastomose subcutânea de uma artéria de extremidade a uma veia vizinha.Hemodiálise Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA .Possíveis intercorrências e avaliação final da diálise realizada. . . . através de dialisadores que funcionam como rim artificial.duas agulhas de punção de fístula. 4. água e substancia tóxicas exógenas do sangue. . (Fístula arteriovenosa) e a interposição subcutânea de um enxerto tubular entre uma artéria de extremidade e uma veia. .33.

. . 2.Conectar o equipo venoso na parte inferior do capilar.soro heparinizado (2. . colocando a trava na posição drenar. 7. .  PROCEDIMENTOS 1. -concentrados para hemodiálise (acetato ou bicarbonato).formol a 3%.soro fisiológico 2000 ml.5 ml de heparina para 1000 ml de soro fisiológico).dispositivo cortante para o soro.Verificar a voltagem da máquina. 6.Acrescentar concentrado para hemodiálise ( acetato de bicarbonato). invertendo o equipo inferior capilar.Conectar o equipo na parte superior do capilar.Passar água limpa no tanque e recircular a água por pouco tempo.Lavar as mãos. . -óculos de proteção.PVPI tópico.esparadrapo comum e/ ou especial. 9. 3. . 5. 2.Mexer bem a solução. . 8.heparina sódica pura.Drenar o restante da água. .  QUANTO AO CAPILAR a) Montagem de dializador: 1. 3.Adaptar o dializador ás conexões de recirculação de concentrados de diálise nas mangueiras da máquina.álcool a 70%. .Calçar luvas.143 . .recipiente para armazenamento de dializadores.fita adesiva. 4.Encher o tanque com 120 litros ou 240 litros.Erguer a trave para posição de diálise.

3. sem ligar o rolete. com identificação do paciente. fazendo-se o nível. 5.Passa-se 500 ml de soro fisiológico para baixo ( equipo arterial).000 ml/min.Ligar a recirculação da máquina em 1.Proteger as pontas dos equipos com gaze embebida em solução antisséptica.  SEM DIALISADOR REPROCESSADO (armazenamento com formal a 3%. ligando-se a bomba de sangue em 80/ 100 ml/ min.Pinçar o equipo arterial e deixa-se passar para o equipo venoso. seguindo a rotina: . 2. 6. 7.Adaptar o soro fisiológico no equipo e essa conexão apropriada do equipo arterial. sem ligar a bomba de sangue e deixar-se correr 1. observando o sentido correto. 5.Pinça-se o equipo arterial e deixa-se passar para o catabolhas.Colocar as ponteiras do equipos num recipiente.500 ml pelo equipo venoso para o recipiente inferior.Lavar o capilar com dois litros de soro fisiológico a um fluxo de 200 ml/ min. 8.) 1. 6.Trocar-se o soro fisiológico por soro heparinizado e passa-se 200 ml pelo cabo arterial.Adaptar a porção siliconizada do equipo arterial à bomba de sangue. .Pinçar o euipo onde está adaptada a seringa.  SE PRIMEIRO USO: 1.Colocar um recipiente onde possa ser colocado o equipo que será conectado ao manômetro de PV (pressão venosa) e que irá ter uma seringa de 20 ml vazia e pinçada.Rotular o dialisador.144 4.Conectar o sistema com heparina que é prescrita pelo médico e diluída em poucos ml de soro fisiológico. 4. 2. 9.Colocar um outro recipiente sendo este as ponteiras que irão ser adaptadas ao paciente. ou pode ser pura.

Calçar luvas.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1.Colocar o campo estéril sob membro a ser puncionado. 13.Secar com papel-toalha. onde há frênito.Chegar à punção e fixar a agulha. 12. agulhas de punção de fístula.Seguir a mesma rotina.145 3.Verificar variação de peso de uma sessão para outra e excesso em relação ao peso seco. 5. 6.Não verificar a pressão arterial mo membro que possua a fístula arteriovenosa.  QUANTO AO PACIENTE 1. Soltar o garroteamento. gazes. 15. 2. 4-Orientar o paciente para sentar-se ao lado do dialisador já preparado e identificado com nome completo. primeiramente.Colocar no campo: seringa de 20 ml. Checa-se a punção. 9. 3. Deitado.Encher a seringa com soro heparinizado (que restou da heparinização do sistema) com auxilio de outra pessoa. 2.Puncionar.Lavar bem o braço com solução degermante e água em abundância. fixa a agulha na fita crepe e solta-se o garroteamento. no sentido mão/ braço na parte mais distal da fístula. 8.Preparar psicologicamente o paciente para as punções. pois poderá perder a fístula.Embeber uma gaze com PVPI tintura para antissepsia no local da punção. 7. sendo que há mudança na quantidade de soro fisiológico (5 litros de soro fisiológico + 1 litro heparinizado).Garrotear novamente. quando não for possível. verificar a pressão arterial com o paciente sentado e em pé.Puncionar a parte próxima da fístula no sentido/ mão. 14. 11-Garrotear o membro (próximo á axila) e manter o garroteamento até que e peça para soltá-lo.Pesar. 10. .

Solicitar ao paciente que lê mesmo faça o garroteamento. 4.Soltar lentamente a pinça que está abaixo do catabolhas. 8.Calçar luvas. 5.Checar a recirculação da máquina se está ligada. 11-Conectar o equipo venoso à agulha distal da fístula (venosa). 6. (Exceto a que será utilizada para coleta de sangue e que após a coleta deverá ser preenchida com soro heparinizado). 12-Pinçar o equipo menor que sai do catabolhas e nele colocar uma seringa vazia com 5ml de ar. 13. mantendo um nível mínimo e completando-o quando o sangue estiver completando o “primming do sistema”.Fixar o equipo arterial em dois lugares distintos.Desligar a bomba de sangue.Ligar o termostato da máquina.Garantir a salubridade do funcionário.Ligar a bomba de sangue em fluxo de aproximadamente 120 ml/ min.Aumentar o ingurgitamento (o próprio paciente faz o garroteamento).Aumentar a segurança a fim de impedir a contaminação. 12. 9.Utilizar técnica asséptica. 2. O equipo maior do catabolhas deve ser conectado ao manômetro de pressão transmembrana (PV).146 3.Conectar o equipo arterial á agulha proximal da fistula (arterial).Usar como via de acesso para devolução sangüínea.Usar como via de acesso para retirada sanguínea. 10. 8.Evitar contaminação na hora da punção.Fazer assepsia do equipo arterial com solução antisséptica. 6. 7. 7. 3. .  LIGANDO PACIENTE Á MÁQUINA 1.Evitar possível troca de dialisadores prevenindo assim a infecção cruzada. 4.Preencher as agulhas de punção. 5. 11.Fazer assepsia do equipo venoso com solução antisséptica (PVPI tópico). 10. 14. 9.Facilitar o procedimento.Evitar traumas ao paciente.

Hemólise por contato com solução não homogênea.Conectar todo o sistema ao paciente.Se venoso: puncionar mais distal se possível.Resíduos de fibras. 5.Sucção de influxo: 16.Evitar tração que possa desconectar o equipo da agulha.Observar se o paciente refere mal estar ou se há escurecimento do sangue. 12. 9.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1. . 10. pinçar novamente mantendo-o conectado ao sistema. . devido a reação à: 8. 14-Injetar a heparina e pinçar novamente. 4. 17-Manter a eficácia na diálise.Descobrir a agulha arterial e movimenta-la para cima e para baixo ligeiramente ou.Garantir a salubridade do funcionário. 15-Conectar o equipo com soro fisiológico e deixar correr mais ou menos 10 ml. 14. e não causar pressão ( choque) na devolução do sangue.Repor volume.Evitar a contaminação do paciente. 16-Observar se há intercorrências nas punções (hematomas. 3. 13. 6. 11. .Evitar que o sangue esfrie sem contato com a solução fria.147 13-Ligar a bomba de sangue em mais ou menos 120ml/min e ir retirando a pinça abaixo do catabolhas lentamente. se novo.Se arterial: puncionar mais proximal.Ligar o paciente efetivamente ao sistema.Resíduos de formal. 15.Evitar hemólise. 7. 2. sucção de influxo).Iniciar o processo de hemodiálise ao sistema.Hemantoma: Desligar imediatamente: . se houver necessidade. se possível.O ar colocado na seringa á utilizado para controlar o nível de catabolhas. então gire-a sempre coma bomba de sangue desligada.

3) Retirar PV e erguer o catabolhas. 20. hipertensão.Manter eficácia na diálise. e deixando que o paciente a segure. 10) Religar a bomba de sangue e colocar a extremidade no galão inferior.  DESLIGANDO O PACIENTE DA MÁQUINA 1) Calçar luvas.Manter eficácia na diálise. 9) Desligar a bomba de sangue e abrir a pinça deixando o soro fisiológico chegar até a extremidade do equipo arterial. 22-Estar atento a qualquer queixa. assim que cessar o sangramento. cefaléia. 17. observando presença de vômitos. 4) Abrir o soro fisiológico. 5) Desligar a bomba de sangue. dobrando a extremidade.148 .Evitar embolia gasosa. retirando o equipo venoso e colocando-o no galão inferior. 11) Dobrar uma gaze em tamanho bem pequeno e retirar a agulha arterial comprimindo simultaneamente. 8) Ligar a bomba de sangue e deixar que o sangue chegue até a conexão do soro. se necessário. bacteremia. 16) Pesar e verificar a pressão arterial do paciente sentado e em pé. 19. 14) Retirar a agulha venosa e colocar a gaze dobrada no local para que o paciente a segure.Retirar mais líquido do paciente.Evitar contaminação e danos ao equipamento. 6) Pinçar a agulha arterial. 21. devolver o sangue de uma vias e providenciar bolsa de gelo. quando o soro que esta sendo injetado tiver uma concentração sanguínea baixa. câimbras. 2) Colocar o galão no chão e o outro sobre a máquina. 18. após pinçar o equipo arterial. mantendo a pinça de Reynolds no equipo.Caso não seja possível. . 7) Desconectar o equipo arterial. sudorese etc. 12) Parar a bomba de sangue. 13) Pinçar a agulha venosa e dobrar a extremidade. 15) Trocar a gaze e colocar esparadrapo.

9.Desinfecção da máquina. Anotar. 4.  LIMPEZA DE MÁQUINA 1.Aproveitamento maior do sangue. 5.Erguer a chave para posição Diálise.149  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTFICATIVAS 1. passando por toda a parte interna. 15. 7. 14.Evitar sangramento. 3.Colocar 30 litros de água e adicionar hipoclorito puro se atingir a diluição em 1%.Esvaziar a máquina.Diminui a pressão no sistema.Ligar a bomba e recirculação durante a 30 minutos. 2. 5. . 8. ligando a bomba e as recirculações. 4.Desligar o paciente do sistema.Evitar contaminação. para evitar hemólise no paciente e danos no equipamento. 7.Iniciar a devolução do sangue para o paciente. 16-Retirada completa do hipoclorito da máquina.Controlar eficiência das fibras. 12. além do necessário.Colocar água no tanque e colocar ácido muriático (3%) para inativar bicarbonato de sódio e recirculação por 15 minutos. 10. até próxima sessão de hemodiálise. 8.Verificar parâmetros inicial e final.Lavar com água.Devolução total de sangue e não infundir soro fisiológico. 2. 9.Drenar solução. 3. além de baixar a trave para posição DRENAR.Drenar o restante da solução de hemodiálise.Inativar o bicarbonato. 11-Armazenar adequadamente para reutilização. 6. 6.Evitar trocas de dialisadores.Colocar água limpa.Garantir a salubridade do funcionário. 13.Fechar a torneira e deixar drenar.

é um processo pelo qual o sangue é passado através de um cartucho carregado com um cartão vegetal ativado ou carbono.Hemoperfusão-uma associação útil usada em overdose e envenenamento (Paraquart).Se o paciente não tem fístula em sim um cateter percutâneo. Na parte superior do dialisador é conectada uma mangueira própria que está ligada a um frasco de aspiração e este por sua vez ligado ao vácuo.150 10. 3. se estiver impossibilidade de lavar o braço. usa-se um campo fenestrado.Drenar água e repetir o item 9. 2. Fazer assepsia na linha arterial com solução antisséptica e conecta-la na via de saída.No preparo do paciente para hemodiálise. 11. 4. Fazer assepsia com solução adequada. irá removê-la da circulação.Drenar e desligar toda a máquina. Depois de ligar o equipo arterial do sistema o processo na ponta venosa. Isto é feito através da colocação de uma PV alta com a bomba de recirculação desligada. OBSERVAÇÕES: 1. absorverá a droga e desse modo. porque o carvão do cartucho competirá com as proteínas plasmática pela droga. colocamos um campo cirúrgico e fazemos a antissepsia no próprio local.Ultrafiltração (UF). . 12. 13.tem. retirar o conector da ponta arterial.Recolocar água e deixar recircular durante 15 minutos. Aspirar heparina residual e observar permeabilidade. como finalidade retirar uma grande quantidade de líquido do paciente.Reunir o material e deixar a máquina em ordem. A hemoperfusão é mais efetiva do que a hemodiálise na eliminação do sangue de muitas drogas ligadas as proteínas.

 MATERIAL -Bandeja auxiliar contendo: . 5.Reunir material.gazes .34 – Passagens do Balão Gastroesofágico (Sengstaken-Blackmore) Realizado por médicos e enfermeiros  FINALIDADE DA TÉNICA -Combater sangramento digestivo alto.um frasco coletor. 4.Calçar luvas e vestir avental.151 4.Caso a sonda não possua as identificações corretas para o balão gástrico e esofágico. com anestésico. promovendo hemostasia varizes esofagianas.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.avental. . 3. (geléia) . fazê-lo com esparadrapo.sonda de Sengstaken-Blackmore. . 8.seringa de 50 ml .Testar a sonda utilizando a seringa de 50 ml i injetando ar. 2.Lubrificar muito bem toda a extensão da sonda. 7.  PROCEDIMENTOS 1.Colocar o paciente em posição Fowler.esparadrapo .um par de luvas . 6. com extensão de látex.Lavar as mãos. antes de passar a sonda.solução anestésica. .

152 9-Instalar anestésico pelas narinas do paciente e solicitá-lo a inspirar profundamente. com auxílio de intermediário plástico.Economizar tempo e poupar o funcionário. deixando apenas uma porta para fora. 2-Acalmar o paciente. 21.Lavas as mãos. conforme indicação médica. 3. 17. 23.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. 19.Tracionar a sonda até sentir resistência.Insuflar o balão gástrico com 40 a 60 ml de ar conforme indicação médica.Anotar no prontuário do paciente a procedimento feito. 11.Deixar o paciente em ordem.Retirar as luvas. .Fixar a extremidade da sonda na região frontal do paciente. 15.Introduzir a sonda pela narina em toda a extensão. 12. 20.Facilitar a introdução da sonda.Recompor a unidade e recolher o material. pois o mesmo provavelmente estará extremamente estressado e irrequieto devido o sangramento e o mal-estar geral. conforme a pressão da coluna de mercúrio. 14. ou utilizar o esfigmomanômetro. 4.Pedir ao paciente para abrir a boca e verificar se o balão está corretamente posicionado. 16. para que haja penetração do anestésico até a nasofaringe. 18. .Insuflar o balão esofágico com 60 a 100 ml de ar. 5. ou utilizar o esfigmomanômetro conforme a pressão da coluna de mercúrio. 10.Orientar o paciente para deglutir no momento em que for solicitado.Verificar com mito cuidado e atenção se realmente não existe nenhum orifício nos balões.Evitar perda de tempo e maior traumatismo para o paciente. visto que a passagem desta sonda é altamente dolorosa e incômoda.Conectar uma extensão à via gástrica até o frasco coletor. 22.Verificar se a sonda está corretamente posicionada.Prevenir infecção. 13.

21.Evitar maiores traumatismos.Permitir a saída do conteúdo gástrico.Facilitar a passagem da sonda.Esta quantidade de ar poderá variar.Prevenir infecção. pode ser pelo fato de o paciente ter pescoço curto ou caixa torácica pequena. dificuldade respiratória e/ ou persistir sangramento.Fixar a sonda de maneira adequada. .Oferecer água.Fazer a marcação das duas vias para evitar injetar medicação nos balões. 22. o balão esofágico ultrapassar o esôfago. .Proteger o executante. 8. se necessário.Auxiliar a passagem da sonda. Neste caso.Escutar o timbre de voz do paciente. no esfigmomanômetro. quando ocorrem.50 ml de ar correspondente a 40 mmHg.Balão gástrico: cuff de cor BRANCA.facilitar a progressão da sonda até o estômago. 16.100 ml de ar correspondente a 80 mmHg no esfigmomanômetro.Evitar a saída acidental da sonda.153 6. 11.Assegurar o tamponamento da cárdia e fixação da sonda. 23. podendo ser até mesmo visualizado na boca do paciente. 19. -Balão esofágico: cuff de cor VERMELHA. se houver desconforto intenso. 9. para ajudar o paciente a deglutir. 14. 10.Promover o conforto do paciente. 12.Utilizar o mesmo processo da sonda nasogástrica. 7. evitando a formação de necrose de asa do nariz. .Manter o ambiente em ordem. 17. Apesar de raros. 15. colaborando com a equipe. 18. prejudicam a respiração do paciente e provoca intenso desconforto. Se este estiver alterado. 13. características do conteúdo gástrico e a presença ou não de sangramento. . sendo necessário retirar essa sonda e providencia outra menor.Facilitar o procedimento 20.Quantidade de ar colocada em cada balão. .

O colchão de hipohipertermia pode ser usado ou dois sistemas de operação manual ou automático (modelo utilizado no HC-UNICAMP0).termômetro retal.algodão ortopédico e atadura de crepe.Posicionar o aparelho aos pés da cama do paciente. . 2.cobertores de hipo-hipertermia (conforme a necessidade.35.Sistema de Colchão Hiper-Hipotermia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA .154 4.Reunir o material.  MATERIAL .Conectar o (s) cobertores (es) ao reservatório de água.lençóis de algodão (um para cada cobertor térmico) ou cobertor .5 litros) cobrindo completamente as serpentinas de cobre. .Colocar água destilada no reservatório (12.  PROCEDIMENTOS 1.água destilada (aproximadamente a quantidade de 12.Lavar as mãos. 6.Aparelho de hipertermia . através da transferência de calor. 4.5 litros) .Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. 3. 5.Baixar ou elevar a temperatura do corpo do paciente e/ ou manter a temperatura normal do corpo. pelo contato do corpo do paciente com o (s) cobertor (es). os cobertores ou apenas um cobertor) .

Prevenir infecção. sobre o paciente. 6.Posicionar o paciente sobre o cobertor térmico. 10. 7. 9.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1. 5.Não utilizar extensões elétricas ou peças em T e ligar numa rede independente à do painel de gazes. 3.Facilitar o manuseio. 9.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Colocar o termômetro retal.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO.Cobrir o paciente com lençol de algodão.Estender um cobertor térmico sobre o lençol da cama.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS . 2. 4.Acionar a alavanca MANUAL.155 7.  OPERAÇÃO MANUAL 1. 8-Proporcionar a circulação de água nos cobertores (e observação do funcionamento). 7.Estender um lençol de algodão ou cobertor sobre o cobertor térmico. 5. com o botão em OFF. 2. 6.Evitar a queima de resistência.Ligar o aparelho na rede elétrica.Para proceder ao aquecimento ou resfriamento. 9-A s duas opções exigem observação da enfermagem. 4. 3.Monitorizar a temperatura axilar com regularidade.Colocar o outro cobertor térmico. sob o paciente. caso seja necessário.Posicionar no termômetro (de dois ponteiros) do aparelho a temperatura desejada. 8.Desligar o aparelho e optar por um dos sistemas: manual ou automático. 8.Economizar tempo e poupar u funcionário.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃ.

9. do paciente com algodão ortopédico a atadura de crepe.De preferência. . 3. 2.Proteger o papel do paciente.156 1-Evitar o acúmulo de água e deslizamento. 9. 3.Monitorizar a temperatura axilar.Mobilizar o paciente de 2/2 horas e observar a coloração da pele. 2.Avaliar sempre que possível os níveis gasométricos de glicemia. 3. 5.Poder haver somente alteração da temperatura periférica.Aspirar com freqüência o paciente em hipotermia.Será temperatura da água mantida no reservatório do aparelho.Área sujeita a vasoconstrição severa.Avaliar balanço hídrico regularmente.Evitar a formação de escaras e queimaduras por calor ou frio. 7.Avaliar o nível de consciência.Proporcionar o efeito desejado.Permitir maior área de exposição 5.Proteger as extremidades (mãos e pés).Proteger o paciente. 6. com freqüência.Monitorizar as freqüências cardíaca e respiratória. 8. 8.Proteger o pavilhão auricular do paciente. associado a pressão arterial e pressão venosa central.Área sujeita a vasoconstrição severa. 2. mesmo que o paciente esteja com termômetro retal.Permitir o funcionamento da circulação da água evitar danos ao sistema. 6. 10.rapidez no efeito de hipo ou hiperdermia. 7. pois haverá um controle preciso do paciente/ aparelho: 4. 4.  USO DO COBERTOR TÉRMICO 1.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.

6. 5. . 8-Tracionar a alavanca do SERVO CONTROL para TEMP/ SET ajustar o ponteiro para a temperatura desejada.  OPERAÇÃO “AUTOMÁTICO” 1.hipertermia causa: o inverso.157 4. sudorese) e aumento da pressão intracraniana (PIC). aumento da pressão venosa central (PVC).Estender um cobertor térmico sobre o lençol da cama. . 5. 8.Hipotermia causa: midriase (às vezes. sobre o paciente. 9. pulso filiforme PA inaudível. 10.Acionar a alavanca AUTOMÁTICO.Hipotermia causa: bradicardia e bradipneia com arritmia.Hiporermia causa: Confusão mental. .Monitorar a temperatura axilar com freqüência.Hipotermia causa: diminuição dos movimentos ciliares com conseqüente aumento de secreção brônquica.Colocar outro cobertor térmico.Hipotermia causa: Obnubilação e torpor.Tracionar a alavanca do SERVO CONTROL para RED LINE ajustar o ponteiro para incidir exatamente sobre a linha vermelha.Hipotermia causa: aumento da diurese. caso seja necessário. . 2. e convulsões. aumento da pressão intracraniana (PIC). . 6. 4.Posicionar o paciente sobre o cobertor térmico. 7.Estender um lençol de algodão e cobertor térmico. paralítica).Hipotermia causa: hiperglicemia (corrigida com o aumento da temperatura).Hipertermia causa: diminuição da diurese. 11. pela diminuição do consumo de oxigênio. . 3.Introduzir e fixar o termômetro retal no paciente com proteção de látex fino na ponta. diminuição da pressão venosa central (desidratação.Hipertermia aumenta o consumo de oxigênio. 10.Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO.Hipotermia diminui o consumo de oxigênio.Cobrir o paciente com lençol de algodão. 7. 9.Pode haver diferenças o resfriamento ou aquecimento apenas periférico. sob o paciente.

9. 11.158 12. 8. 4. 6. LIMPAR E GUARDAR O EQUIPAMENTO 1. 10. 2.Pode haver aquecimento ou resfriamento apenas periférico.Proporcionar o aquecimento ou resfriamento da água. 3.Proporcionar rapidez do efeito de hipo ou hipertermia.Conectar ao aparelho no reservatório de água a mangueira de drenagem.Passar pano embebido em solução desinfetante nos cobertores e na superfície do aparelho.Proporcionar maior área de exposição ao calor ao frio. 7.  PARA RETRAR.retirar o termômetro retal do paciente.Monitorização constante da temperatura retal. .Checar o material.Promover a proteção do paciente. 6. 9. 7. 12.Guardar um lugar próprio.Utilizar látex do tipo do dreno de penrose.Secar o reservatório.Lê as instruções para uso de coberto térmico.Proporcionar a exatidão na mensuração da temperatura.Permitir o funcionamento da circulação da água e evitar queima do sistema.Retirar os cobertores térmicos do paciente. . 2. 10.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Evitar Iatrogênias. 4. 11. 5.Para não haver acúmulo de água e deslizamento. 8. 3. .Proteção do equipamento e paciente.Desligar o aparelho em OFF e REFRIGERAÇÃO.Proporcionar a proteção da pele do paciente.Corresponde ao esforço do aparelho em atingir essa temperatura.Dependurar as conexões de drenagem do reservatório. 5.Desconectar os cobertores do aparelho e a mangueira de drenagem.Trocar a roupa de cama do paciente e colocá-lo em posição confortável.

2. 3.Para limpeza.Para escoamento e secagem. 9.Para esvaziamento dos cobertores.Evitar danificação do sistema.Para escoamento da água no ralo. 11.Deixar o paciente em ordem.Para evitar extravios e danos.duas máscaras . 10.Dar continuidade à mudança de decúbito.Documentar as atividades realizadas para recuperação do paciente.Não imergi-los em solução química. 8. 5.Encaminhar para desinfecção. 4. 7. 4.159 12. 13 -Anotar no prontuário p procedimento feito.  MATERIAL .Álcool a 70% .  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIICATIVA 1.36.Favorecer a relação oferta –consumo de oxigênio. desinfecção e guarda. 12.Manter o ambiente em ordem.Cuidados com Balão Intra-Aórtico (BIA) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TECNICA . 6.Proporcionar conforto ao paciente. aumentando o fluxo coronariano e reduzindo o trabalho cardíaco.

torneirinhas. -uma seringa descartável de 20 ml. Cateter intravenoso.dois aventais esterilizados . 5. 6. domo.Fazer a assepsia do bocal do frasco anestésico. 3.um frasco de xylocaína a 2% sem vaso constritor .dois pares de luvas .dois gorros .160 . 2.Fazer anti-sepsia com PVPI tintura mais colocação dos campos esterilizados.um rolo de esparadrapo comum e/ ou especial .Lavar as mãos. dispondo-o sobre mesa auxiliar.Reunir material e levar para local próximo do paciente. finalidade e cuidados. .avental de chumbo .bomba de contra pulsação AVCO modelo 10 .duas agulhas descartáveis 40 x10.dilatador 12 F.solução antisséptica (PVPI tintura) .material de tricotomia.duas agulhas descartáveis 30 x 8 ou 30 x 7 . conjunto introdutor mais dilatador 18 F.  PROCEDIMENTOS 1-Orientar paciente e família quanto ao procedimento: técnica.uma bandeja de flebotomia . extensão de polietileno. fio guia tipo J .cinco pacotes de gazes estéreis .cateter-balão bomba de contra pulsação AVCO modelo 10 . .dois fios de sutura de algodão 2-0 agulhado (2) . 4.pacote com seis campos cirúrgicos .fluoroscópio . seringas e transdutor de pressão .torpedo reserva de gás hélio -material para punção (PAM).Preparar a região inguinal (tricotomia “em calsão”).

Assistir à remoção do fio guia e do dilatador 12 F.Fornecer agulha ou dispositivo intravenoso nº.Assistir à introdução do balão desinsuflado através do introdutor e posicionado sob fluoroscopia na aorta torácica descendente. após a retirada da agulha.Assistir a adaptação do cateter-balão ao console da bomba e a pulsação intraáortica é iniciada. 8. 14. .  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVAS 1.Deve-se procurar minimizar o estresse psicológico do paciente ou da família. objetivando também sua colaboração.161 7. 9. 13.Inicia-se nesse ponto a técnica propriamente dita. sendo necessária a presença do enfermeiro para proporcionar assistência ao paciente e auxilio à equipe médica durante o procedimento. O Balão desinsuflado é enrolado em volta do cateter-balão. 5. 11-Assistir à troca do dilatador 8 F por uma combinação de introdutor mais dilatador 12 F que é avançado sobre o guia para dentro da artéria femoral. 2. 3.097 cm). realizada pelo hemodinamicista e/ ou intensivista. 6.Prevenir infecção. enquanto um assistente mantém imóvel a porção distal do cateter-balão.Prevenir infecção. 4. começando da parte distal.Assistir à introdução do fio guia tipo J (0.Racionalizar e agilizar o procedimento.Assistir à passagem do dilatador 8 F sobre o fio guia. 15.O paciente deve ser orientado quanto às etapas do procedimento e quanto aos sintomas que sejam decorrentes da técnica. deixando locado na artéria femoral o dilatador 12 F. 7. 8.Sua finalidade é dilatar o tecido subcutâneo e o local da punção arterial.Qualquer ar remanescente no balão e retirado completamente com uma seringa.O material deve ser fornecido de maneira pronta e organizada a fim de agilizar o procedimento. na artéria femoral. 9. 12-Assistir à preparação do cateter-balão da seguinte maneira: o balão é umedecedor em solução salina e enrolado sobre si mesmo. 18 para punção da arterial femoral. 10.Fornecer material para botão anestésico. através da agulha.

 CUIDADOS AO PACIENTE COM BALÃO INTRA-AORTICO 1. e o cateter de Swan-Gang. medicamentosa máxima. 1. 14.1 .Quanto mais próximo à aorta for a artéria da PAM.Pacientes com angina refratária pós IAM ou angina instável que serão submetidos ao cateterismo ou cirurgia cardíaca. 11.E através as curva de pressão arterial periférica que percutem os nível pressóricos a nível de raiz de aorta em paralelo com o traçado eletrocardiográfico. 15.O sangramento é controlado pela compressão firme do introdutor exposto.3 .162 10. que serão feitas as insuflações e desinsuflações do cateterbalão.O cateter atreial periférico para obtenção da pressão arterial média.Se for encotrada resitencia na passagem do cateter balão através da bifurcação aorto-iliaca. o BIA deve ser instalado antes da cinecorinariografia e mantido no período perioperatório até estabilização clínica/hemodinâmica. 13.4 – Em cirurgia cardíaca: .IAM com defeitos mecânicos corrigíveis: insuficiência mitral aguda e CIV (comunicação interventricular). Nos pacientes com IAM complicado com choque cardiogênico.INDICAÇÃO: -Paciente com falência ventricular esquerda geralmente refratária ao tratamento usual. Deve ser inserido antes da instalação do balão intra-aortico (BIA).Esse preparo tem a finalidade de reduzir ao máximo o diâmetro do cateter-balão. 1. mais fidedigna será a curva de pressão. 12.2 . 1.Choque cadiogênico pós IAM. 1. refratário à terapêutica. Sua finalidade é avaliar o comportamento hemodinâmico. antes e após a instalação do BIA. A extensão apropriada do cateter a ser inserida pode ser estimada colocando-se o cateter sobre o abdômen e tórax do paciente com 1 cm acima de ângulo de Louis. o cateter pode ser rodado mais nem uma força deve ser empregada para que não ocorra dissecção.

3.Nas cirurgias da fase aguda do IAM (infarto agudo do miocárdio) complicado com choque cardiogênico.1 – Menores: . 3 – COMPLICAÇÕES 3. . 1.7 – Para proporcionar suporte circulatório mecânico durante reanimação cardiocirculatória.Insuficiência aortica severa (porque o refluxo aórtico seria aumentado.Mau posicionamento do balão na aorta ascendente. .Nos pacientes que apresentam dificuldade de saída da CEC (circulação extracorpórea). . . 1. 2.Presença de doença aorto-ilíaca (que poderia impedir a penetração do cateterbalão (CB) na aorta pela via usual).6 – Pacientes de alto risco cardíaco submetidos a grandes cirurgias.Aneurisma dissecante da aorta (porque a introdução do cateter calibroso na luz arterial pode aumentar a área de dissecção ou romper a arteria).5 – Para suporte circulatório em pacientes candidatos a transplante cardíaco.2litros/min e pressão capilar pulmonar – PCP maior que 18 mnHg).2 – Relativa: .8 – Para melhorar performance de ventrículo esquerdo. 1. mesmo que não cardíacas. .Na síndrome de baixo débito.163 . 2 – CONTRA-INDICAÇÃO: 2.Bacteremia transitória. após contusão miocárdica (especialmente quanto instalada precocemente a lesão). .1 – Absolutas: . 1.Perda transitória do pulso pedioso após a retirada do cateter.Profilática em cirurgias de alto risco (pacientes com fração de ejeção – FE menor que 30%. agravando a sobrecarga de ventrículo esquerdo).2 – Maiores: . índice cardíaco – 1C menor que 2.

Um rolo de esparadrapo comum e/ou especial.2 – Nunca deixar bomba desligada por mais de 30 minutos enquanto o BIA estiver implantado. glicemia. . a cada 30 minutos. . 4. uréia.4 – Cuidados com a remoção do cateter-balão: antes de ser removido. aumentando a perfusão e o aporte de oxigênio ao miocárdio.Fuoroscópio. sódio. . .Bomba de contrapulsação AVCO modelo 10.Embolia renal. creatinina. A artéria femoral distal do balão é fortemente comprimida antes que o cateter-balão e o introdutor sejam retirados juntos. .Morte relacionada ao cateter. com auxilio de uma seringa. 4. deverá ser insuflado o balão manualmente.7 – O aumento da pressão diastólica da Ao é responsável pela melhora da circulação coronariana.Extremidades isquêmicas. 4.3 – Controle sistêmico: .164 . diminuindo .Falência pulmonar – assistência respiratória. diminui a resistência periférica. 4 – CUIDADOS GERAIS 4. . O balão é então retirado. 4. gasometria arterial.Aquelas associadas com hemorragia no local da punção. . coagulograma. A desinsuflação do cateter-balão.5 – Deve ser feita compressão no local de punção por 30 minutos. Nesta intercorrência.6 – Os pulsos distais devem ser monitorizados cuidadosamente utilizando-se Doppler. . 4. enzimas. se necessário. .1 – Controle laboratorial diário: coleta de sangue para hemograma.Falência renal – métodos dialíticos. 4.Dissecção do eixo aorto-ilíaco. potássio. fazendo desaparecer um espaço virtual criado pela insuflação anterior.Avental de chumbo. obtendo-se com isso melhor rendimento cardíaco. o balão deve ser completamente colapsado com uma seringa.

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a impedância à ejeção ventricular e, portanto diminuindo o trabalho cardíaco. Os efeitos do balão levam a uma diminuição na pressão sistólica da Ao e aumento da pressão distólica. Essa inversão da curva pressórica é chamada de contrapulsação.  CUIDADOS AO PACIENTE COM BALÃO INTRA-AÓRTICO (BIA) (de acordo com os problemas em potencial)  PROCEDIMENTO A – INFECÇÃO 1 – Empregar técnica asséptica no implante do cateter-balão. 2 – Lavar as mãos antes e após manipular o (BIA e as conexões). 3 – Observar antibioticoterapia antes e após passagem do BIA. 4 – Remover curativo no local de inserção a cada 24 horas ou antes se houver umidade. 5 – Controlar temperatura detectando picos febris com coleta de hemocultura, se necessário.

B - ALTERAÇÕES HEMATOLOGICAS 1 – Observar presença de sangramentos no local da inserção, através da verificação constante do curativo. 2 – Atentar quanto a sinais de hipovolemia. 3 – Realizar controle periódico de tempo de coagulação, coagulograma, dosagem de plaquetas, hematócrito e hemoglobina com reposição de derivados sanguineos, se necessário. C – ALTERAÇÃO DE PERFUSÃO PERIFERICA 1 – Comparar a intensidade do pulso (tibial posterior, pedioso) antes e após inserção do platão8-Acionar a alavanca ON e REFRIGERAÇÃO. D – ALTERAÇÕES HEMODINAMICAS E ELETROCARDIOGRAFICAS

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1 – Manter conexões do monitor eletrocardiográfico bem adaptadas para obtenção de traçado nítido. 2 – Detectar precocemente ocorrência de arritmias ajustando o funcionamento do BIA às arritmias. 3 – Realizar monitorização habitual no mínimo a cada hora (PC, ritmo cardíaco, PAM, PAD, PAP, PCP, e DC). E – DOBRADURA OU MAU POSICIONAMENTO DO BIA 1 – Realizar raio X – tórax diários. 2 – Não elevar a cabeceira do leito acima de 30º. 3 – Manter membro cateterizado sempre em extensão.  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVA 1 – Infecção após implante do BIA pode determinar endocardite ou outras complicações como septicemia, devendo portanto ser empregado todo o esforço na prevenção de infecção e/ou seu controle. 2 – A inserção de um cateter de grande calibre na artéria femoral, associada ao uso de heparinização, aumenta a probabilidade de ocorrência de sangramento de intensidade variável. 3- O BIA aumenta o risco de embolização periférica e dissecção da parede e pode desencadear espasmo arterial. A ocorrência de alteração das condições de perfusão periférica pode indicar a necessidade de retirada do cateter-balão, uma vez que o comprometimento poderá tornar-se irreversível. 4- A obtenção do traçado eletrocardiografio e da PAM é fundamental para a sincronia da insuflação do cateter balão com a diástole ventricular, bem como avaliação da percussão hemodinâmica do funcionamento do BIA. 5- Com a finalidade de iddentificar o posionamento do BIA. Pequenos deslocamentos em relação à posição ideal são tolerados e não necessitam ser corrigidos. 6- A angulação inadequada entre tronco e membro cateterizado pode levar a dobra ou fratura do cateter ou deslocamento do balão para o arco aortico.

OBSERVAÇÕES

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1 – O balão intra-aórtico é um método de assistência circulatória que consiste na introdução por via percutanea, ou dissecção da artéria femoral, de um cateter-balão (CB), que fica locado no porção descendente da aorta, próximo à artéria subclávia esquerda, e é conectado externamente a um equipamento eletrônico para insuflar o balão. O balão é insuflado durante a diástole e desinsuflado na sístole. 2 – Nossa experiência com essa técnica é limitada e esporádica.

4.37- Restrição no Leito
Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL

- Lençóis - atadura de crepe - algodão ortopédico ou chumaço.

 PROCEDIMENTO

RESTRIÇÃO DOS OMBROS (um lençol)

1- Lavar as mãos. 2- Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente (se possível). 3- Dobrar o lençol em diagonal, até formar uma faixa de 25 cm de largura. 4- Colocar a faixa sob as costas do paciente, passando pelas axilas, cruzando sob a cabeça e amarrando na cabeceira da cama. 5- Lavar as mãos. 6- Anotar.

RESTRIÇÂO DE ABDOME (dois lençóis)

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1- Colocar o lençol em faixa sobre o abdome do paciente e outro sob a região lombar. 2- Torcer juntas as pontas do lado direito dos dois lençóis, amarrando-as no estrado da cama, repetir o mesmo procedimento para o lado esquerdo.

RESTRIÇÃO DOS JOELHOS (dois lençóis)

1- Colocar o lençol em faixa sob os joelhos do paciente. 2- Passar a ponta do lado direito sobre o joelho direito e por baixo do joelho direito e amarrar no estrado da cama. Proceder da mesma maneira para o joelho esquerdo.

RESTRIÇÃO DOS JOELHOS: TÉCNICA DO 8

1- Colocar o lençol em faixa sob o joelho direito e sobre o joelho esquerdo. 2- Passar o outro lençol em faixa sob o esquerdo e sobre o direito. 3- Juntar as pontas de ambos os lençóis e amarrar no estrado da cama.

RESTRIÇÃO DOS MEMBROS COM ATADURA DE CREPE

1- Lavar as mãos. 2- Explicar o procedimento e a finalidade ao paciente (se possível). 3- Colocar o membro em posição anatômica. 4- Proteger a região do membro a ser restringido com algodão ortopédico. 5- Dobrar a atadura de crepe em forma de oito. 6- Colocar a atadura de crepe no membro, ajustar para que não fique frouxa e nem garroteie o membro. 7- Amarrar as extremidades da faixa na lateral da cama. 8- Lavar as mãos. 9- Anotar.

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4.38 - Higiene Íntima Feminino
Realizado pela equipe de enfermagem

 MATERIAL

- Balde - bacia, se necessário - pacote de gaze - comadre - pano de banho - luvas - sanito e hamper - sabão líquido ou glicerina - biombo - forro.  PROCEDIMENTO

1-Lavar as mãos. 2-Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. 3-Explicar o que será feito à paciente. 4-Calçar luvas. 5-Trazer o hamper próximo ao leito. 6-Colocar a paciente em posição ginecológica, procurando expô-la ao mínimo. 7-Colocar o forro sob a região glútea. 8-Colocar a comadre sob a região glútea. 9-Irrigar a vulva com água. 10-Ensaboar a região vulvar por fora, de cima para baixo. 11-Afastar os grandes lábios e lavá-los no sentido anteroposterior, sem atingir o ânus, utilizando pano de banho. 12- Lavar o ânus por último. 13-Colocar o material usado no hamper.

luvas . .Enxaguar a comadre no banheiro juntamente com o balde.forro. se necessário .sanito e hamper .Higiene Íntima Masculina Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL .170 14-Irrigar a vulva com água limpa.Se houver presença de secreção uretral e/ou vaginal.Se a paciente estiver com sonda vesical. OBSERVAÇÕES . 16-Deixar a paciente confortável e a unidade em ordem. 15-Retirar o forro.sabão líquido ou glicerinado . antes de iniciar à limpeza com água e sabão. retirar a comadre e enxaguar a vulva com o forro que está sob a paciente. .pano de banho .biombo . utilizar gaze para retirar o excesso. 20-Anotar.39 .comadre .Balde . 19-Lavar as mãos.pacote de gaze . 18-Retirar as luvas. fazer o asseio perineal duas vezes ao dia. 17. 4.bacia.

Retirar a comadre e enxaguar a região com o forro. 4. 11. 7. juntamente com o balde. 17. 6. 16.Retirar as luvas.Irrigar. prepúcio. . 3.Anotar. 5. glande e depois o corpo do pênis.Ensaboar e lavar e região anal.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. . 20.Colocar o forro sob a região glútea. Iniciar a limpeza ensaboando a meato urinário. 18. 8.Lavar as mãos. OBSERVAÇÕES: .Colocar a comadre sob a região glútea. 14.Lavar as mãos. 15.Enxaguar a comadre no banheiro. 12. 21.Se o paciente estiver com sonda vesical ou preservativo. 9.Irrigar a região genital.Afastar o prepúcio para baixo. retirando o sabão. 10.Explicar ao paciente o que será feito. 2.171  PROCEDIMENTO 1.Posicionar o paciente.Calçar luvas.Retirar o forro. 19. 13.Trazer o hamper próximo ao leito.Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente.Irrigar para retirar o sabão.Reposicionar o prepúcio. expondo somente a área necessária. fazer o asseio perineal duas vezes ao dia. limpá-la com gaze antes de proceder à limpeza com água e sabão.Se houver a presença de secreção purulenta na região uretral.

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4.40 -Banho no leito
Realizado pela equipe de enfermagem

Paciente dependente total - Duas pessoas
 MATERIAL  Carro de banho contendo:

- 1 caixa de luvas (não estéreis); - 1 frasco de sabão líquido; - 1 frasco de álcool glicerinado; - 1 frasco de álcool a 70%; - 1 frasco de vaselina líquida; - 1 pente; - copos descartáveis; - 1 glicofita; - 5 pacotes de gaze; - 1 fita adesiva ou esparadrapo; - 6 preservativos urinários; - 6 aparelhos de tricotomia descartáveis; - eletrodo; - xilocaína geléia; - cadarço; - 1 vidro de bicarbonato de sódio a 1%; - 1 frasco de fenol; - 1 pacote de atadura de crepe; - 1 pacote de algodão; - 20 pares de luvas para banho; - 40 espátulas para higiene oral; - sanito e grande, para hamper;

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- balde; - bacia; - panos para banho; -comadre e/ou papagaio (do próprio paciente); - roupa de uso pessoal (camisola, pijama, fraldão); - roupa de cama: 2 lençóis, 1 lençol móvel, 1 forro (se necessário), 1 cobertor, 1 lençol para fralda (se necessário) e 1 impermeável (se necessário); - biombos; - hamper; - gazes, se necessário.

 PROCEDIMENTO

1- Lavar as mãos. 2- Trazer o carro de banho e o hamper próximo ao leito do paciente. 3- Explicar ao paciente o que será feito. 4- Fechar portas e janelas. 5- Proteger a unidade com biombos. 6- Calçar luvas. 7- Desprender a roupa de cama, iniciando do lado oposto de onde vai permanecer. 8- Fazer higiene oral no paciente. 9- Lavar a cabeça e fazer a barba, se necessário. 10- Lavar os olhos, limpando-os do canto interno para o externo, usando uma parte separada do pano de banho para cada olho; se houver secreção purulenta, limpar os olhos inicialmente com gaze. 11- Lavar, enxaguar e enxugar o rosto, orelhas e pescoço. 12- Remover a camisola ou camisa do pijama, mantendo tórax protegido com a toalha ou lençol protetor. 13- Lavar, enxaguar e enxugar o braço e a mão do lado mais distante, depois o mais próximo com movimentos longos e firmes do punho à axila. 14- Lavar e enxugar o tórax e abdome com movimentos circulares, ativando a circulação. 15- Enxugar a região lavada observando condições da pele e mamas.

174

16- Cobrir o tórax com lençol limpo, abaixando o lençol em uso até a região genital. 17- Lavar, enxaguar e enxugar as pernas; do tornozelo à raiz da coxa, do mais distante para o mais próximo. 18- Colocar um dos pés do paciente na bacia. 19- Lavar, enxaguar e enxugar o pé, principalmente nos interdígitos, observando condições das unhas. 20- Repetir o procedimento para outro pé, retirando a bacia e trocando a água.] 21- Virar o paciente em decúbito lateral. 22- Lavar, enxaguar e enxugar, massageando as costas, nádegas e cóccix e colocar a toalha ou lençol protetor sob as costas e nádegas. 23- Encaixar a comadre e virar o paciente em decúbito dorsal (em cima da comadre). 24- Fazer o asseio perineal de acordo com a técnica (neste momento utilizar um novo pano, caso trate-se de paciente com sonda vesical, e trocar a água). 25- Retirar a comadre e deixá-la ao lado do leito, juntamente com a bacia e o balde. 26- Colocar o paciente em decúbito lateral, empurrar a roupa úmida para o meio do leito, enxugando o colchão. 27- Lavar as mãos enluvadas, para não contaminar a roupa limpa. 28- Proceder à arrumação do leito como paciente em decúbito lateral, com lençol de baixo, impermeável se necessário lençol móvel, e forro para a cabeceira. 29- Virar o paciente sobre o lado pronto do leito. 30- Retirar a roupa suja e desprezá-la no hamper. 31- Lavar as mãos enluvadas e terminar a arrumação do leito. 32- Fazer os cantos da cabeceira e dos pés. 33- Vestir o paciente ou colocar o fraldão se necessário. 34- Pentear os cabelos do paciente. 35- Trocar a fronha. 36- Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. 37- Lavar balde, bacia e comadre com água e sabão, passar álcool a 70%. 38- Limpar a superfície do criado-mudo, das grades do leito, do carro de banho e dos equipamentos, com solução desinfetante. 39- Lavar o pente. 40- Retirar as luvas. 41- Lavar as mãos. 42- Anotar.

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OBSERVAÇÕES:

- Oferecer comadre ou papagaio ao paciente e procurar saber se tem clister prescrito. Se houver, fazê-lo em primeiro lugar. - Trocar a água sempre que necessário e desprezar a suja no vaso sanitário. - Ao utilizar o carro de banho, considerar a parte superior como a contaminada (para o apoio do balde e bacia) e a inferior como limpa. - Quando houver colostomia ou drenos de qualquer espécie, esvaziá-los, antes do banho, trocar luvas, anotar o débito e iniciar o banho. - Quando o banho for dado por apenas uma pessoa, considerando-se que o paciente pode ajudar, seguir a mesma técnica, porém este elemento não deverá se esquecer de lavar as mãos enluvadas antes de manipular a roupa limpa. - Caso não haja o carro de banho, utilizar-se a mesa-de-cabeceira como a parte contaminada e a cadeira como a limpa. - O uso de máscara para realizar o banho é opcional como rotina, e obrigatória nos casos de isolamento. Poderá também ser usada na presença de odores desagradáveis. - Uma vez iniciado o banho, todo material do carro de banho, de uso comum dos pacientes, não deverá ser manipulado.

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4.41 -Aplicações Quentes e Frias
Realizado pela equipe de enfermagem

 Bolsa de Gelo
 MATERIAL

- bolsa de gelo; - gelo; - forro.

 PROCEDIMENTO

1- Lavar as mãos. 2- Verificar a indicação do tratamento (local e duração). 3- Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente após: a) Ter colocado gelo na bolsa, até 1/3 de sua capacidade e apoiá-la sobre uma superfície plana, comprimindo-a e erguendo o gargalo para retirar o ar do seu interior; b) Ter fechado hermeticamente a rolha e invertido a posição da bolsa, observando se há vazamento. 4- Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. 5- Colocar o paciente em posição confortável, expondo a área que deve receber o tratamento. 6- Proteger a bolsa com o forro e colocá-la sobre a área programada. 7- Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem ao término do tratamento. 8- Lavar as mãos. 9- Anotar.

OBSERVAÇÕES:

. .177 .Acompanhar a aplicação durante todo o tempo. inguinal e posterior do pescoço com as compressas previamente molhadas na mistura de água e álcool. . lavar e enxaguar a bolsa.Verificar a indicação do tratamento (plano de cuidados ou recomendação verbal da enfermeira).Proteger a unidade do paciente com biombos. .Colocar na bacia uma mistura de água e álcool.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente.  PROCEDIMENTO – (Nas hipertermias) 1.bacia.pacotes de compressas grandes.forro.biombo. .Enchê-la de ar. usando os dois líquidos sempre em quantidades iguais. sempre guardando a proporção de 1:1.  Compressas Frias  MATERIAL .Descobrir o paciente e envolver as regiões axilar. 2. 3. 8.água. 5. 6. trocando freqüentemente as mesmas.álcool. .Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. se necessário. .Aplicar as compressas frias durante pelo menos 30 minutos. evitando assim paredes colabem.Lavar as mãos.Ao final do procedimento esvaziar. 4. . 7. isto é.

12.bolsa de água quente. 13.  PROCEDIMENTO 1.178 9. 11.Controlar a temperatura do paciente a cada 15 minutos.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. comprima-as retirando todo o excesso da água+ álcool.  Bolsa de água quente  MATERIAL .Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. até 1/3 de sua capacidade. observando se há vazamento. após: a) Ter verificado a integridade da bolsa. . ao final do tratamento. 4. . 2. b) Ter colocado a água na bola. 3. para acompanhar a eficiência do processo. Antes de colocá-las sobre o paciente. 10.Anotar. OBSERVAÇÕES: Não há necessidade de deixar as compressas completamente encharcadas.Verificar a indicação do tratamento (local e duração).Lavar as mãos. com especial atenção à rolha.Enxugar o paciente e trocar a roupa de cama.forro.Reunir o material e levá-lo ao leito do paciente. c) Ter fechado hermeticamente e rolha e invertido a posição da bolsa.Lavar as mãos.

Se o paciente estiver inconsciente. .Lavar as mãos.179 5. observar com freqüência o local da aplicação da bolsa quente.forro.Acompanhar a aplicação todo o tempo. 6. . 9. .Enchê-la de ar para que as paredes internas não colabem. -Diante de qualquer anormalidade (hiperemia acentuada. 10. esvaziar. para conservar o aquecimento.  PROCEDIMENTO .Proteger a bolsa com forro e colocá-la sobre a área programada observando o tempo previsto para a aplicação quente. 8.Manter a região protegida ao término do tratamento.A temperatura da água deve ser quente. .Anotar.Ao final de cada aplicação. por exemplo) interromper a aplicação.bacia. . expondo a área que deve receber o tratamento.Colocar o paciente em posição confortável.2 compressas.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem. OBSERVAÇÕES: . 7. . . lavar e enxaguar a bolsa.  Compressas Quentes  MATERIAL . mas tolerável pelo paciente.Remover a água da bolsa sempre que esfriar.

Lavar as mãos.Verificar a indicação do tratamento (local e duração).Lavar as mãos.Anotar.Repetir as aplicações assim que o tempo indicado seja atingido. 8. Também é usado terapeuticamente para administração de medicamentos ou anestésicos.180 1.Enxugar o paciente e trocar a roupa da cama. 10. 12.Reunir o material e levá-lo próximo ao leito do paciente. 2. para obter amostras do LCR para análise laboratorial e também para injetar corantes ou gases para acentuar o exame radiológico do cérebro e da medula espinhal. 6. 3. 9.42-Punção Lombar Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA O procedimento é executado para detectar o aumento da pressão intracraniana (PIC) ou a presença de sangue no liquido cérebro espinhal (LCR). 4.Trocar a compressa aplicada assim que começar a esfriar. bem como aliviar a pressão intracraniana por meio da remoção de LCR.Colocar água quente na bacia.Colocar outra compressa na bacia.Deixar o paciente confortável e a unidade em ordem.Observar as condições da pele e estar atento as anormalidades durante todo o procedimento. 15. 5.Aplicar a compressa no local indicado. 4.Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente. 7. 14. retirar o excesso de água. antes de aplicá-las. 11.Molhar as compressas e. . cobrindo-o com uma toalha ou forro para evitar que ocorra a perda de calor. 13. ao final do tratamento. o que indica a hemorragoa cerebral.

7. 4. 6. 2. 9. próximo do medico. aplica pressão direta no ponto da punção com compressa de gaze esterilizada.É necessário certificar de que a coluna do paciente esteja curvada e as costas perto da beirada da cama. 3. permitindo ao medico inserir a agulha mais facilmente.O médico insere uma agulha espinal no espaço intervertebral no nível L3-4 ou L4-5.  Ventilação Mecânica Realizado por médicos e fisiterapeutas  FINALIDADE DA TÉCNICA .Lavar as mãos. 5.Após alguns minutos. esta posição abre os espaços entre as vértebras.Conforme o médico retira a agulha.Quando o medico atinge o espaço subaracnóide removerá o manguito ou guia e drenará um pouco do LCR.Reverter ou prevenir atelectasias em pacientes com respirações superficiais (ex: pós-operatório.Reunir o material. 8. aplique uma tira de bandagem adesiva sobre o ponto. .O medico acopla a torneira e o manômetro à agulha espinal.181  PROCEDIMENTO 1. coloque o paciente em decúbito dorsal. 11. doenças neuromusculares).Quando o procedimento estiver completo.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente. onde ele deve permanecer nessa posição de 4 á 6 horas para prevenir cefaléia devido a perda de LCR.Colocar o paciente em decúbito lateral. 10. flexionando os joelhos em direção a cabeça.

A ventilação mecânica basicamente é feita através do uso de pressão positiva nas vias aéreas.Permitir sedação e/ou curarização para realização de cirurgias ou outros procedimentos na UTI. mesmo na ausência de indicação gasométrica. através de hiperventilação. sistema nervoso central e território esplâncnico).182 . . . ao contrário do que se utilizava no início do seu uso clínico que era a pressão negativa. a ventilação mecânica. diminuindo o consumo de oxigênio pelos músculos respiratórios. pode-se dividir a ventilação a pressão positiva em quatro fases: 1) Fase Inspiratória 2) Mudança da fase inspiratória para a fase expiratória 3) Fase expiratória 4) Mudança da fase expiratória para a inspiração  MODOS DE VENTILAÇÃO MECÂNICA Existem 4 modos básicos de ventilação: 1) Controlado 2) Assistido 3) Assistido-controlado 4) Mandatório intermitente .Reduzir a pressão intra-craniana.Reduzir o consumo de oxigênio em condições graves de baixa perfusão. com necessidade de monitorização dessa pressão. . Nas formas graves de choque circulatório. Desta forma. pode favorecer a perfusão de outros órgãos (sobretudo coração.E fazer a estabilização torácica em pacientes com múltiplas fraturas de arcos costais.

é fundamental para um adequado tratamento do paciente grave ventilado artificialmente. deve sempre ter presente que este é um elemento importante na situação assistencial e que todos os membros da equipe devem trabalhar de forma eficiente e integrada. é importante que a enfermagem saiba executar a assistência holística ao paciente. monitorização respiratória à beira do leito. Os parâmetros ajustados inicialmente são: Fração inspirada de oxigênio: 100% Freqüência respiratória: 12-16 respirações por minuto Volume corrente: 10ml/kg Fluxo inspiratório: 50-60l/min PEEP: 5cmH2O Sensibilidade: 1cmH2O Os ajustes posteriores dependerão das condições do paciente. ao prestar assistência ao paciente sob ventilação mecânica.183  AJUSTES INICIAIS DA VENTILAÇÃO MECÂNICA A modalidade inicial da ventilação mecânica é a assistido-controlada. (ventilação mecânica) ou seja. extensa e complexa.M.  ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM 1) O controle do paciente em V. 2) A equipe de enfermagem. Na tentativa de propor um eixo norteador da prática de enfermagem na ventilação mecânica. 3) A atração da enfermagem na ventilação mecânica é intensiva. .

5) É necessário preparar a pele do paciente com solução de clorohexidina alcoólico. -Manuseio volêmico de pacientes em choques (choques séptico.Cateter central com indutor. 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Curativo transparente.Fio de sutura agulhado. cardiogênico).Luvas esterilizadas.Gaze esterilizadas. -Via de administração de nutrição parenteral.43-Mensuração da Pressão Venosa central (PVC) Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA -Indicado para terapias intravenosas de longa duração por diminuição de riscos relacionados a terapias diversas e comodidade ao paciente.  PROCEDIMENTO 1) Lavar as mãos. hipovolêmico. . em posição de Trendelemburg tornando os vasos mais turgidos e reduzindo a chance de embolia gasosa. 4) Colocar o paciente em decubito dorsal. .Campos esterilizados. . . -Medida de pressão venosa central  MATERIAL . . .184 4. 3) Reunir o material.

. -Permitindo assim.Éter ou álcool 90% . .185 6) Serão utilizadas ou a subclávia ou a jugular.Tesoura.Luvas descartáveis. .Pinça. . 4. .Impermeável (para a proteção do leito). . .Chumaços de algodão. uma melhor observação da parte a ser tratada e redução dos riscos de infecções.Iluminação auxiliar. .A tricotomia tem por objetivo preparar a região para cirugia. .  MATERIAL .Biombo.Sabão de barba (em tubo ou aerosol). para a realização de exames especificos.Aparelho de barbear descartavel. nos casos de atendimento emergencial nos prontos de socorros. colocação de drenos e sondas.44-Tricotomia Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . .Cuba rim. .Cuba com água filtrada. . em procedimentos de curativos.Papel toalha.

3) Fazer a anti-sepsia da área. isolar o leito com biombo para dar privacidade ao paciente.186  PROCEDIMENTO 1) Separar todo o material. E normalmente é feito em torno de duas a três horas antes da cirugia. sempre obedecendo ao ponto da cirurgia e adjacências: 1) Cirurgia craniana= raspa-se todo pescoço e o couro cabeludo. 7) A tricotomia deverá se limitar à área onde será realizada a cirurgia ou exame especializados. 8) Na rapagem da cabeça. 4) Com a mão não dominante. a tricotomia se dará da seguinte forma. E esta raspagem deverá ocorrer de forma a que as lâminas do aparelho desloquem-se no sentido do crescimento dos pêlos. Com um chumaço de algodão seguro por uma pinça. espalhar o sabão de barba pela área a ser tricotomizada. 9) Por fim. o aparelho descartável e demais materiais utilizados. ou então do ato que a indicou. estirar a pele e com movimentos suaves da outra da mão. 2) Cirurgia do pescoço= raspa-se o pescoço. inicialmente faz-se o corte com a tesoura e em seguida inicia-se a tricotomização. axilas. 6) Em se tratando de pêlos longos. com o aparelho de barba iniciar a raspagem dos pêlos. Após o término da raspagem retirar o excesso de sabão com o papel toalha. . dispondo-o numa bandeja. 2) Sendo necessário. retirá-los com papel toalha ou higiênico. estando o profissional de enfermagem com as luvas calçadas. com algodão embebido em álcool. toda a região torácica e os ombros. jogando no lixo as luvas. pode-se utilizar o aparelho elétrico denominado “máquina zero”. 5) Havendo excesso de pêlos no aparelho. OBSERVAÇÕES: No preparo do paciente para cirurgia. faz-se nova assepsia com algodão embebido em álcool sobre toda a extensão da área tricotomizada.

. 6) Cirurgia renal= raspa-se todo o tronco (posterior e anterior).Garrote de látex. a região pubiana e as nádegas. iodo. 7) Cirurgia dos membros inferiores= raspa-se toda a extensão dos membros inferiores (anterior e posterior) e a região genital.Sabão anti-séptico (álcool. axilas. possibilita a obtensão de amostras de sangue para análises laboratoriais. iodo.45-Punção Venosa com Agulha ou Cateter Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .187 3) Cirurgia nos ombros superiores= raspam-se todos os membros superiores e axilas. 4. além de permitir a adequada administração de medicamentos e fluidos.  MATERIAL . 4) Cirurgia torácica= raspa-se toda a região do tórax até o ponto umbilical (frente e costas). . . ou de nutrição parenteral. membros superiores e pescoço. de cateteres para diálise. os membros superiores.poridona).Luvas descartáveis. 5) Cirurgia abdominal= raspa-se todo o tórax (tronco).O acesso a circulação venosa. quando se tem uma veia central. e. axilas. ombros. membros superiores e área genital. a inserção de cateteres para monitorização de dados fisiológicos e para colocação de cabo para marcapasso.

.Solução IV. Silastic. Os pulsos dstais devem permanecer palpáveis. . caso o local não esteja muito visível. 9) Limpar o local: a) Fazer tricotomia. 4) Calçar as luvas.Curativo transparente ou outro material para curativos.  PROCEDIMENTO 1) Realizar lavagem das mãos. .188 Em saco de infusão: . 5) Selecionar o local para a punção. . .Cateter (teflon. . 2) Explicar o procedimento ao paciente.Scalp tipo borboleta.Equipo. . prendendo a agulha nele ou através da irrigaçao do sccalp com solução fisiológica em seringa esterilizada). Poliuretano ou cloreto de polivinila) no calibre escolhido (número 14 e 25) . Com dispositivo heparinizado: . também do equipo do scalp (pode retirar o ar com liquido a partir do equipo de infusão. Fazer com que o paciente deite no leito. Determinar se o paciente é destro ou sinistro 3) Retirar o ar do equipo.Esparadrapo.Tala de braço revestida quando necessário. 7) Fazer com que o paciente abra e feche a mao várias vezes. 6) Aplicar o garrote 5-10cm acima do local da punçao desejado. antes de manusear materiais esterilizados e iniciar a punçâo venosa.Heparina ou solução fisiológica (1-2 ml) em seringa esterelizada. 8) Retirar o garrote. e verificar a distenção satisfatória da veia.Extensor do equipo ou do dispositivo intermediário.

189 b) Limpar a pele com algodão com álcool. soltar o garrote e remover cuidadosamente a agulha eo cateter. . com o bisel voltado para cima. parar.Sendo a veia penetrada. a fim de separar a agulha do cateter em 0. Tentar outra punção com um novo cateter . e não pelo manúbrio colorido. abaixar o cateter pea câmara plástica transparente de refluxo. através da pele em um ângulo.Como alternativa. se o cateter não avançar livremente. Fase da realização: inserção do cateter . começando a partir do centro do local proposto para a periferia. 10) Reaplicar o garrote.Introduzir a agulha. e irrigar tentando fazer com que o cateter flua dentro a veia. Utilizar um movimento lento e continuo. d) Permitir que a área seque ao ar livre. enquanto tentar avançar o cateter.3 cm para dentro da veia. c) Preparar a pele com iodo-poridona (um iodafos) durante 1 min. . . . . acoplar o equipo ou outro dispositivo heparinizado.Avançar o cateter aproximadamente por 0.6 cm.Quando o vaso é “bailarina”. e avançar o cateter para dentro da veia.Puxar a agulha para trás. .Retirar a proteção da agulha.6 -1. . em seguida empurrar a agulha em paralelo á pele. .Quando encontrar resistência..Segurar o braço do paciente de modo que o polegar do enfermeiro fique posicionado aproximadamente a 5cm do local. pode haver a neessidade de penetrar primeiramente na pele em um ângulo de 20° e. Exercer tração sobre a pele na direção da mão. até que tenha sido desinfetado um círculo de 5-10 cm.

Fazer uma alça no equipo e fixar com esparadrapo ao curativo ou ao braço. data.Registrar no esparadrapo do curativo com uma seta indicando o trajeto do cateter. tamanho do cateter. hora da inserção e as iniciais do profissional.Aplicar o curativo transparente no local ou usar o curativo de acordo com o protocolo da instituição. OBSERVAÇÕES: O tempo de permanência padronizado para um cateter periférico de curta duração é de três dias. Irrigar com tomando cuidado de manter a esterilidade do equipo.Se for um dispositivo heparinizado. tomando cuidado de manter a esterilidade do equipo. podem ser feitas exceções ao acesso venoso do paciente.190 . acoplá-lo ao manúbrio do cateter e ajustar o fluxo de infusao á velocidade prescrita. acima da extremidade do cateter com o dedo mínimo ou anelar. . colocar a tampinha e o extebsor. . . Irrrigar com 0.46-Lavagem Gástrica Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA A lavagem gástrica é a aspiraçao do contéudo do estômago e a lavagem do estômagfo por meio de sonda nasogástrica.Aplicar pressão sobre a veia. tipo de solução e material do cateter. Entretanto. . Quando não for trocado de acordo com a política da instituição registrar a justificativa. soltar o garrote e remover lentamente a agulha enquanto mantém o maúbrio do cateter em posiçãao. .Se for um equipo. Registrar essa informção a cada troca de curativo. . 4.5ml de solução fisiologica ou heparina.

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Realizado por: Tecnico sobe supervisão do enfermeiro.

-

Remover o veneno não absorvido depois da ingestão do veneno.

-

Diagnosticar e tratar a hemorragia gástrica, para fazer cessar a hemorragia.

-

Limpar o estômago antes de procedimento endoscópicos. Remover o líquido ou pequenas partículas de material do estômago.

 MATERIAL

- Sonda nasogástrica de grosso calibre ou sonda de Ewald de grosso calibre. - Seringa de 20 a 50 ml com adaptador para sonda. - Funil de plástico grande com adaptador para se acoplar á sonda gástrica. - Lubrificante hidrossolúvel. - Soluçao de lavagem (soro fisiológico aquecido ou outra soluçao prescrita). - Recipiente para o aspirado. - Tubos nasotraqueais ou endotraqueais com balonetes infláveis; para quando o paciente está inconsciente. - Frascos para amostras.

 PROCEDIMENTO

1) Remover a dentadura e inspecionar a cavidade oral para dentes soltos. 2) Medir a distância entre a crista do nariz e o processo xifóide, utilizando a sonda, marcar na sonda, com uma caneta indelével ou esparadrapo, a distância medida. 3) Lubrificar a sonda com lubrificante hidrossolúvel. 4) Quando o paciente está comatoso, é intubado com tubo nasotraqueal ou endotraqueal com balonete. 5) Colocar o paciente inconsciente em posiçao de decubito lateral esquerdo com a cabeça (abaixada aproximadamente em 15°, o pescoço e o tronco formando linha reta.

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6) Introduzir a sonda pela via oral (ou nasal), enquanto mantém a cabeça em posição neutra. Introduzir a sonda até a marca com esparadrapo ou área de 50 cm. Depois que a sonda da lavagem é introduzida, a cabeceira do leito deve ser abaixada. Ter um aspirador dísponível e pronto. 7) Submergir a extremidade livre da sonda dentro da água no memento da expiraçaõa do paciente ou auscultar o estômago durante a injeção de ar cm uma seribga, para confirmar a localização gástrica. 8) Aspirar o conteúdo gástrico com a seringa presa á sonda, antes de instilar a água ou ant´doto. Preservar a amostra para análise. 9) Remover a seringa. Prender o funil na sonda gástrica ou usar seringa de 50 ml, para colocar o líquido de lavagem na sonda gástrica. 10) Elevar o funil acima da cabeça do paciente e derramar aproximadamente 150 a 200 ml da solução no funil. 11) Abaixar o funil e sifonar o conteúdo gástrico para dentro de recipiente. 12) Preservar amostras das duas primeiras lavagens. 13) Repetir o procedimento de lavagem, até que o líquido que retoma seja relativamente claro e não se observem partículas. 14) Ao término: a) O estômago deve ficar completamente vazio. b) Um absorvente (carvão ativado em pó misturado com água para foramr uma pasta, com a consistência de sopa espess) pode ser instilado no tubo e deixado no estômago. c) Catártico salino pode ser instilado na sonda 15) Pinçar a sonda durante a remoção ou manter a aspiração, enquanto a sonda está sendo retirada. 16) Administrar um catártico para o paciente, quando prescrito. Advertir o paciente que as fezes ficarão escuras por causa do carvão.

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4.47-Lavagem Intestinal
Realizado pela equipe de enfermagem

 FINALIDADE DA TÉCNICA

Vem a ser a introduçaõ de líquido no intestino grosso, por uma sonda retal, através do ânus ou da entrada da colostomia, que é uma abertura ciruurgica de uma alça intestinal funcionando como um ânus artificial. - Preparação intestinal pra exames diagnóstico ou ciruurgica, a fim de esvaziar o contéudo fecal do intestino. - Introduçao de medicamento no cólon (como enemas que contêm neomicaiexalato, visando diminuir o nível sérico de potássio. - Amolecer as fezes (enema de retençao oleoso) - Aliviar os gases (leite, melado ou Fleet enema). - Promover defecação e eliminar as fezes do cólon do paciente com constipação ou impactação.  MATERIAL

- Enema pronto ou recipiente de enema; - Luvas descartáveis; - Geléia hidrossolúvel; - Oleado; - Toalha; - Comadre ou cadeia higiênica; - Cuba; - Papel higiênico.

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 PROCEDIMENTO

Fase Preparatória
1) Aliviar os hábitos intestinais do paciente (última evacuação, uso de laxativos, padrões intestinais) e condição física (hemorróidas,

mobilidade, controle do esfíncter externo). 2) Fornecer privacidade e explicar o procedimento ao paciente.

Fase de Realização
1) Lavras as mãos; 2) Colocar o paciente em decúbito lateral esquerdo com o joelho direito flexionado (posição de Sims). 3) Ajeitar o oleado por baixo do paciente e cobrir com toalha de banho; 4) Colocar a comadre ou cadeira higiênica em posição para os pacientes que não podem deambular até o vaso sanitário ou têm dificuldade de controlar o esfíncter. 5) Remover a tampa de plástico da sonda e lubrificar a extremidade da sonda por 7,5 a 10 cm exceto quando pré-embalado. Mesmo assim o enema embalado pode precisar de mais lubrificante; 6) Calçar as luvas descartáveis; 7) Separar as nádegas e localizar o reto; 8) Informar ao paciente que você está inserindo a sonda, para que ele faça respirações lentas e profundas; 9) Instilar lentamente a solução usando pinça em rolete e a altura do frasco para ajustar a velocidade do fluxo, quando se empregam bolsas de enema e sonda. Para os enemas altos, elevar o frasco do enema 40 a 50 cm acima do ânus; para os enemas baixos, 30 cm. Quando se utiliza enema pré-embalado, apertar lentamente o recipiente, até que toda a solução tenha sido instilada; 10) Abaixar o recipiente ou fechar a pinça do equipo, quando o paciente se queixar de cólicas; 11) Retirar a sonda retal, depois que toda a solução de enema foi instilada ou até que o refluxo fique claro (não mais que três enemas);

195

12) Instruir o paciente a prender a solução o maior tempo possível e avisar que uma sensação de distensão pode ser sentida; 13) Descartar os suprimentos no recipiente de lixo apropriado; 14) Auxiliar o paciente com a comadre ou na cadeira higiênica ou no vaso sanitário, quando ocorre a urgência de defecar; 15) Observar o retorno do enema para quantidade, conteúdo fecal, instruir o paciente a não dar descarga no vaso sanitário, até que o enfermeiro tenha observado os resultados.

4.48-Dissecção de Veia
Realizado por médicos

 FINALIDADE DA TÉCNICA

Em algumas situações, quando há total impossibilidade de se proceder a punção venosa, principalmente quando o objetivo é uma veia central e existe maior risco de hemorragias, como nos portadores de coagulopatias, ou pacientes submetidos à terapia trombolítica, ou ainda por dificuldades locais, como deformidades anatômicas, celulites ou grandes queimaduras, a dissecação de veia representa uma boa alternativa. Dá-se preferência à veia basílica no terço distal do braço, ou à safena junto ao maléolo interno, embora outras possam ser utilizadas, como a cefálica, a jugular externa, ou mesmo a porção proximal da safena interna. Quando realizado pro médicos experientes e dentro das rigorosas técnicas de um ato cirúrgico, esse procedimento é rápido e seguro, com baixo risco de lesão de estruturas adjacentes e outros complicações sérias. No entanto algumas desvantagens deve ser apontadas; maior chance de infecção e menor durabilidade de acesso venoso pela ocorrência de flebite, trombose venosa, ou mesmo celulite.

. 24) Difenidramina. 18) Cetamina. 23) Rocurônio. 4) Flebocortid. 2) Adrenalina 3) Gluconato de cálcio.49-Medicamentos utilizados em UTI Realizado pela equipe de enfermagem 1) Atropina. 10) Dopamina. 13) Naloxone. 17) Morfina. 19) Midazolan. 22) Pancurônio. 21) Succinilcolina. 16) Fentanila. 9) Bicarbonato de sódio. 20) Propofol.196 4. 5) Diempax. 25) Dofretamina. 12) Flumasenil. 8) Adenosina. 14) Lidocaína. 15) Dobritamina. 11) Metilprenidisolona. 7) Perivan. 6) Cloreto de potássio.

6m. . para aliviar a retenção urinária aguda ou crônica.Toalha de banho/ lençol para cobrir . determinar a quantidade de urina residual depois de urinar. esponjas. Cobrir a paciente.  CATETERISMO VESICAL (ALÍVIO)  MATERIAL . Posicionar a paciente confortavelmente.197 4. Abrir a bandeja de cateterismo usando a técnica asséptica.Refletor com suporte  PROCEDIMENTO  PACIENTE DO SEXO FEMININO Fase preparatória 1. . 3. 2. drenar a urina nos períodos pré-e pós-operatório. quadris flexionados e pés repousando sobre o leito.Solução anti-séptica para a limpeza periuretral (estéril) . Colocar a paciente em posição de decúbito dorsal com os joelhos flexionados. .Luvas.Cateterismo Vesical Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA O cateterismo pode ser realizado.Colocar o recipiente para os resíduos em local acessível.Conjunto de sonda estéril descartável com lubrificante . afastados em 0.Recipiente estéril pra cultura .Luvas estéreis . ou determinar a menstruação exata da drenagem urinária em pacientes criticamente doentes.50. campos.

Separar os pequenos lábios. Posicionar o oleado sob as nádegas da paciente.  PACIENTE DO SEXO MASCULINO 1. . 2. b. Calçar as luvas estéreis. Direcionar a luz para a visualização da área genital. antes de coletar uma amostra. Limpar ao redor do meato uretral com uma solução de iodopovidona. Garantir que a sonda não é muito grande ou fica muito apertada no meato uretral. Manter a retração do prepúcio. a. 3. Lavar a glande do pênis ao redor do meato urinário com uma solução iodófora. 4. Introduzir a sonda bem-lubrificada por 5 a 7 cm no meato uretral.198 4. Quando o paciente é sensível ao iodo. usando a pinça para fixar as compressas limpas. c. Descartar o chumaço de algodão após cada uso. 5. Lavar as mãos. 2. 7. Lubrificar bem a sonda com lubrificante ou anestésico tópico prescrito. Fase de Realização 1. uma das mãos deve manter o afastamento dos lábios. até que o cateterismo termine. b. de modo que o meato uretral seja visualizado. limpeza com movimentos para baixo no sentido antero-posterior. Evitar contaminar a superfície da sonda. empregam-se o cloreto de benzalcônio ou outro agente de limpeza. Manipular as compressas de limpeza com pinça. Manter a esterilidade da mão dominante. utilizando técnica asséptica estrita. 6. a. Permitir que alguma urina flua através da sonda.

tornar o paciente confortável. introduzir a sonda dentro da uretra.Solução antibacteriana para limpeza. quantidade e aspecto da urina.Compressas de gaze.Bandeja de cateterismo com coletor de urina de sistema fechado de drenagem urinária. para ajudar a relaxar o esfíncter. 4. 4. Fase de acompanhamento 1. procedimento. Segurar a diáfise do pênis (com a mão não-dominante) e eleva-lo. enquanto a sonda é introduzida. 3. . 6.5 cm. . aumentar discretamente a tração do pênis e aplicar pressão suave e contínua sobre a sonda. . 5. quando a urina parar de fluir. Secar a área.Lubrificante.199 3. . avançar o cateter por mais 2. Usar as luvas estéreis. Registrar a hora. Enviar amostra para o laboratório. quando indicado. 2. Aplicar tração suave no pênis. Pedir que o paciente faça força (como se estivesse urinando). avançar a sonda por 15 a 25 cm. até que a urina flua. Recolocar (ou reposicionar) o prepúcio.  CATETERISMO VESICAL DE DEMORA  MATERIAL . Pinçar a sonda e remove-la suavemente. Quando a resistência é sentida no esfíncter externo. 7.  PROCEDIMENTO 1) Cateterizar o paciente usando uma sonda pré-conectada a um coletor de drenagem de sistema fechado. Quando a urina começa a fluir.

c) Manter o equipo sobre a perna do paciente. em seguida. Certificar-se de que a sonda está drenada adequadamente. 3) Evitar a tração sobre o cateter durante a limpeza. b) Insuflar o balão de acordo com as orientações do fabricante. . 5) Remover a agulha da seringa e liberar cuidadosamente a urina dentro do frasco estéril de coleta.  OBTENDO URINA PARA CULTURA 1) Clampear o equipo de drenagem abaixo da porta de aspiração durante alguns minutos. para retirar os resíduos. 6) Soltar o clamp da sonda. para acomodar os movimentos do paciente. 4) Aspirar um pequeno volume de urina para cultura. a menos que a obstrução seja prevista (sangramento após cirurgia da bexiga/próstata).200 a) Avançar a sonda quase até sua bifurcação (para o paciente do sexo masculino). antes de insuflar o balão. 2) Limpar a porta de aspiração com iodopovidona ou álcool a 70%. 2) Evitar o uso de talco e sprays na área perineal. 3) Introduzir uma agulha 21G estéril (presa a uma seringa estéril) na porta de aspiração do equipo da sonda. puxar discretamente a sonda. 2) Fixar a sonda de demora. para permitir que a urina seja coletada.  CUIDADOS COM A SONDA DE DEMORA 1) Limpar ao redor da área onde o cateter penetra no meato uretral (junção meatocateter) com água e sabão durante o banho diário. a) Sexo feminino: prender a sonda e o equipo de drenagem na coxa. b) Permitir alguma folga do equipo. 7) Enviar a amostra imediatamente ao laboratório.  PARA IRRIGAR A SONDA Nota: Isto não é realizado. Sexo masculino: prender a sonda na coxa do paciente.

b) Não permitir que a urina seja coletada no equipo. 7) Remover a seringa e colocar a extremidade da sonda sobre a cuba de drenagem. 6) Conectar uma seringa de grande volume na sonda e irrigar a sonda. bem como a reação do paciente. permitindo que o retorno do líquido drene para dentro da cuba. 4) Desconectar a sonda do equipo de drenagem. reconectar a sonda e o equipo. 2) Manter o fluxo urinário desobstruído.  MANTENDO UM SISTEMA FECHADO DE DRENAGEM 1) Lavras as mãos imediatamente antes e depois de manusear qualquer parte do sistema. Retirar as luvas. 3) Limpar ao redor da conexão sonda/dreno com gaze estéril embebida em solução de iodopovidona. presença de sedimento/coágulos sangüíneos. porque deve ser mantido um fluxo de urina.  TROCANDO A SONDA Trocar a sonda de acordo com as necessidades do paciente. a) Manter a bolsa de drenagem em uma posição pendente abaixo da bexiga. para evitar a infecção.201 1) Lavar as mãos. 10) Documentar o tipo e a quantidade de solução irrigante. . coloração e caráter do líquido de retorno. 8) Repetir o procedimento de irrigação. Lavar as mãos. derramar a solução irrigante estéril em um recipiente estéril. usando a quantidade prescrita de irrigante estéril. Usar luvas limpas e descartáveis. 9) Desinfetar a extremidade distal do cateter e a extremidade do equipo de drenagem. Calçar as luvas. até que o líquido esteja claro ou de acordo com as orientações do médico. quando manusear o sistema de drenagem. 2) Usando técnica asséptica. Cobrir o equipo com uma tampa estéril. 5) Colocar uma cuba de drenagem estéril sob a sonda.

quando ocorre a contaminação. a) Lavar as mãos. O médico e o enfermeiro devem usar luvas.  AÇÃO DE ENFERMAGEM FASES DE REALIZAÇÃO 1. aplicar pressão sobre o local da punção com uma compressa de gaze 4x4 e a mão enluvada. Para evitar a micção durante o procedimento. comprimir a uretra da criança: a) meninos: pressão sobre o pênis. b) Desinfetar a torneira. d) Trocar a bolsa de drenagem. calce as luvas. Enquanto o procedimento está sendo realizado. 3) Verificar os pacientes em risco. 2. observar a condição do paciente e qualquer sinal de sofrimento. Esvazie a bolsa em um recipiente coletor separado para cada paciente. Quando a urina foi obtida ou o procedimento é interrompido e a agulha foi removida.  EVITANDO A CONTAMINAÇÃO CRUZADA 1) Lavras as mãos antes e depois de manusear a sonda/sistema de drenagem e entre os pacientes. quando o fluxo de urina se torna obstruído. Desinfetar novamente a torneira. Quando isto não for possível. 4. c) Evitar deixar a bolsa de drenagem tocar no solo. . separar o paciente infectado com uma sonda de demora de um paciente não-infectado. b) meninas: pressão digital para cima sobre a uretra pelo reto.202 3) Para esvaziar a bolsa de drenagem. ou quando as junções de conexão começam a extravasar. 2) Designar apenas um paciente com sistema de drenagem por quarto. 3. Confortar a criança através da conversa e do sorriso.

quando necessário.Revestimento de celofane ou plástico (usado quando as fezes estão amolecidas ou aquosas) . 2) Anotar o horário da primeira micção depois do procedimento. Segurar e confortar a criança durante alguns minutos. para avaliar se houve sangramento ou transudação. Observar a coloração da urina (pode ser rósea).Abaixador de língua .203 5. A urina sanguinolenta deve ser comunicada ao médico. 4. c) Como o paciente tolerou o procedimento. 3) Descrever com exatidão e colocar em uma tabela o procedimento. Aplicar um Band-Aid.Recipiente da amostra . b) Se foi obtida ou não a amostra.51-Coletando Amostras de Fezes Realizado pela equipe de enfermagem  MATERIAL .Fralda . e) Condição do paciente e atividade depois do paciente. d) Descrição e quantidade da urina obtida. incluindo: a) Horário do procedimento. Recolocar a fralda.Luvas .  FASES DE ACOMPANHAMENTO 1) Verificar periodicamente a criança durante uma hora após o procedimento.

colocar só a fralda.  PROCEDIMENTO FASE PREPARATÓRIA 1. Descrever e registrar com exatidão o seguinte: a) Horário em que a amostra foi coletada. Quando há necessidade de amostra de paciente cujas fezes estão amolecidas ou aquosas o suficiente para ser absorvidas na fralda. colocar a fralda na criança e posicionar de modo que a cabeça fique ligeiramente elevada. 4. para ver se ocorreu a evacuação. d) Natureza do exame para o qual a amostra foi coletada. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1. Colocar este revestimento entre a fralda e a pele. Remover pequena quantidade de fezes das fraldas com o abaixador de língua e colocar no recipiente da amostra. quantidade e consistência das fezes (anotar qualquer odor fétido). b) Coloração. 3. Usar luvas. Em seguida. .204 Nota: A coleta de amostra de fezes de criança com mais idade que já possui treinamento nos hábitos intestinais é idêntica à coleta em adulto. e) Condição da pele. c) Tipo de amostra coletada. FASE DE REALIZAÇÃO 1. colocar uma fralda limpa e deixar a criança confortável. Limpar a área perineal. 5. 2. revestir a fralda com um pedaço de celofane ou plástico. Enviar de imediato a amostra rotulada ao laboratório. Quando as fezes são macias ou formadas. Retirar a fralda suja da criança. Verificar a criança com freqüência.

SECREÇÃO DE OLHO .205  COLETA DE SECREÇÃO  MATERIAL . .  COLETA ESCARRO  MATERIAL .Saco plástico. SECREÇÃO DO TEGUMENTO .Coletar dois frascos estéreis esfregando a conjuntiva da parte interna da pálpebra inferior. colocar no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido ( o mais rapidamente possível).Frasco tipo swab identificado.Coletar dois frascos estéreis da parte mais profunda.Coleta dois frascos estéreis da parte mais profunda da ferida. SECREÇÃO DE FERIDA CIRÚRGICA . colocar o frasco no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido ( o mais rapidamente possível). SECREÇÃO VAGINAL - Coletar dois frascos estéreis na parte interna. coloca o frasco no saco e eviar ao laboratório o material úmido (o mais rápido possível). colocar o frasco no saco plástico e enviar ao laboratório o material úmido (o mais rapidamente possível).

3) Explicar o procedimento e sua finalidade ao paciente.Luvas. 5) Colher amostra em jejum.Recipiente padronizado. .206 .Obtenção postural do escarro deve ser utilizada quando não conseguir que o paciente expectore.  PROCEDIMENTO 1) Lavar as mãos. Escarro com resto alimentar altra o resultado do exame.Saco plástico. 11) Encaminhar imediatamente ao laboratório OBSERVAÇÕES: . depois do paciente ter enxaguado a boca com água simples. . . para retirar resto alimentar .Orientar o paciente na véspera sobre o exame a ser feito. 10) Anotar. 8) Retirar as luvas. 9) Lavras as mãos. colher somente uma por dia. . 6) Orientar o paciente a esforça-se profundamente para tossir.O escarro para cultura deverá ser encaminhado imediatamente ao laboratório. . 4) Calçar luvas. . 7) Colocar o recipiente no saco plástico.Caso tenha duas ou mais amostras pedidas. 2) Preparar o recipiente e identificá-lo.

Alimento líquido na temperatura ambiente .Seringa . paciente que apresenta distúrbio respiratório (freqüência respiratória maior que 60/min) ou paciente intubado. quando da alimentação por mamadeira. descendo pelo esôfago e até dentro do estômago.Esparadrapo – hipoalergênico .Reservatório limpo e calibrado para o líquido de alimentação . paciente delibitado ou com anomalias do trato digestivo.  MATERIAL . paciente inquieto.52-Alimentação por Gavagem Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA A alimentação por gavagem é um meio de fornecer o alimento por meio de sonda introduzida através das narinas ou boca. Ela pode proporcionar um método de alimentação ou de administração de medicamentos que não exige esforço da criança. Pode a alimentação por gavagem evitar a fadiga ou a cianose que podem ocorrer. podendo fornecer as calorias suplementares ou adicionais. a alimentação por gavagem propiciar um método seguro de alimentação em paciente flácido. com extremidade arredondada.Sonda de borracha ou plástico estéril. Pode. A alimentação por gavagem pode fornecer o suplemento para uma criança que se alimenta mal com mamadeira. A referida alimentação proporciona uma via que permite a ingesta adequada de calorias ou líquido.207 4. um pouco além do esfíncter da cárdia. tamanho 5-12G (sonda de alimentação de French Argyle) .Chupeta . ainda. quando ela é incapaz de sugar ou deglutir adequadamente. além da faringe.Água para lubrificação . Essa alimentação pode ser contínua ou intermitente.Estetoscópio .

Quando não há deglutição. Ter um aspirador disponível. Quando a sonda foi inserida até o comprimento pré-medido.208  AÇÃO DE ENFERMAGEM FASE PREPARATÓRIA 1. a) Inserção através das narinas: deslizar a sonda para dentro da narina e direcionar ao occipício em plano horizontal ao longo do assoalho da cavidade nasal. medir a distância entre a ponta do nariz e a orelha até o processo xifóide do esterno. fixa-la com esparadrapo na face do paciente. 3. com uma fralda enrolada sob os ombros. 3. 5. se encontrar resistência. Posicionar a criança em decúbito lateral ou dorsal. No recém-nascido em especial. inserir a sonda ao longo do dedo indicador e reclinar a cabeça um pouco para diante. Testar. . introduzir a sonda de forma suave e rápida. 4. para introduzir a sonda. para manter esta posição. Estabilizar a cabeça do paciente com uma das mãos. Tentar girar suavemente a sonda. 7. 6. Abaixar a porção anterior da língua com o dedo indicador. Quando o paciente deglute. Não empurrar contra a resistência. observar para a estimulação vagal. usar a outra. b) Inserção através da boca: passar a sonda através da boca no sentido da parte posterior da faringe. para certificar-se de que a posição da sonda está correta. Contenção corporal total pode ser necessária. Medir a sonda de alimentação e marcar com esparadrapo. FASE DE REALIZAÇÃO 1. a passagem da sonda pode ser sincronizada com a deglutição. Observar para o sofrimento respiratório. Lubrificar a sonda com água estéril ou soro fisiológico. 2. 2. Não direcionar a sonda para cima.

auscultar o típico som de gargarejo gástrico com um estetoscópio colocado sobre a região epigástrica. Incentivar a criança a sugar a chupeta durante a alimentação. 8. antes de iniciar a alimentação. . quando possível. (A anatomia de um bebê torna relativamente difícil adentrar na traquéia. Encaixar o reservatório à sonda e encher com o alimento líquido. A posição de alimentação deve ser em decúbito lateral direito com a cabeça e o tórax ligeiramente elevados. porque o esôfago se localiza atrás da traquéia). c) Aspirar pequena quantidade do conteúdo gástrico e testar a acidez através de fita de pH. devolve-los ao estômago e diminuir tal quantidade da quantidade total da fórmula a ser administrada. Ao mesmo tempo.5 a 5 ml de ar na sonda. Evitar inserir a sonda dentro da traquéia da criança. a) Quando mais da metade da alimentação anterior for aspirada. b) Aspirar o ar injetado no estômago. Aspirar a sonda. 9.As alimentações nasojejunal (N-J) ou nasoduodenal (N-D) são meios de fornecer alimentação enteral total através de sonda inserida pelas narinas. d) Observar e palpar suavemente o abdômen para a extremidade da sonda. 4. suspender a alimentação.53-Alimentação Nasojejunal/Alimentação Nasoduodenal Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA . b) Quando pequenos resíduos da fórmula são aspirados. Colocar a criança no colo.209 a) Injetar 0.

4.As alimentações duodenal ou jejunal diminuem o risco de aspiração. .210 faringe.Tipo de aerossóis: . . o eolo. diretamente no tubo endotraqueal ou na cânula de traqueostomia do paciente.A cada duas ou quatro horas.Podem ser administrado em nebulizador ou através de um dispositivo de forma cônica. diminuindo o broncoespasmo.Com ação antibiótica: quando existe uma infecção no trato respiratório.54-Nebulização Ou Aerossol Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . . o enfermeiro administra o medicamento mediante insuflações de ambu. .Mucolíticos: são medicamentos que liquefazem as secreções. . e ultrapassando o piloro do estômago para dentro do duodeno ou jejuno.As alimentações N-J e N-D proporcionam uma via que permite a ingesta calórica ou hídrica adequada (alimentação enteral total) por meio de gotejamento intermitente ou contínuo. tornando mais fácil expectoração. . quando a criança ou bebê são incapazes de tolerar os métodos alternativos de alimentação (baixo peso de nascimento. esforço respiratório persistente no paciente entubado). porque o alimento ultrapassa o piloro. podem minimizar a regurgitação e a distensão gástrica.As alimentações N-D ou N-J podem fornecer um método de alimentação que não exige esforço do paciente. .Com ação broncodilatora: são medicamento que aumenta com o calibre das vias respiratórias. . esôfago. .As alimentações N-D ou N-J também podem propiciar uma via para a administração de medicamentos orais.

se for necessário dissolver o medicamento. . 9) Os aerossóis são programado em tempo e freqüência dependendo da situação clinica do paciente. 5) Se o paciente está conectado a ventilação mecânica.  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos 2) Verificar se o aerossol se encontra em perfeitas condições: não está turvo e no prazo de validade. 4) O aerossol é introduzido no dispositivo nebulizador. Traquéia). . deve ser corretamente informado.211  MATERIAL . 3) Se o paciente esta consciente.Aerossol prescrito. 8) Se o paciente está consciente e é colaborativo.Soro fisiológico. programa se o seu funcionamento no ventilador. 7) O nebulizador deve ser projetado diretamente para o ponto de entrada.Seringa e agulha para preparo do medicamento. 10) Uma vez finalizada a sessão de aerossóis. pede se lhe que faça uma ligeira pausa inspiratória enquanto inala o aerossol. . 6) Se estiver respirando espontaneamente conecta-se um dispositivo especial ao ventilador ou mascara provida de arnês. deve se desligar o comando correspondente do aparelho.Dispositivo nebulizador. . para que a ação terapêutica do aerossol seja eficaz. sendo a técnica realizada sob a vigilância do enfermeiro. (Boca.

frasco de hemocultura à temperatura ambiental.  MATERIAL.duas agulhas 25 x 8. 4.Detectar e identificar a presença de microrganismo na corrente sangüínea. . . .Colocar a máscara. - Proceder á limpeza do nebulizador e secagem correta do mesmo. .gaze seca estéril. .álcool 70%.par de luvas estéril.uma seringa descartável. . .212 OBSERVAÇÕES: - É freqüente que cada sessão de aerossóis se complemente com fisioterapia respiratória.garrote .solução antisséptica. com a finalidade de retirar partículas de sessões anteriores. .máscara .55-Coleta de sangue para Hemocultura Realizado por bioquímicos e enfermeiros  FINALIDADE TÉCNICA.  PROCEDIMENTO 1. . que são reservatório de agentes infeccioso.sabão especial. manobra que ajudara a expulsão das secreções retidas. Bandeja auxiliar contendo: .

22.Fazer antissepsia da boca do frasco de hemocultura com álcool a 70%. 12.  PONTOS IMPORTANTES.Garrotear o membro e localizar a veia a ser puncionada. 10-Fazer a anti-sepsia da pele com auxílio do material de curativo e solução antisséptica.Anotar no prontuário o procedimento feito. agulhas.Trocar a agulha da seringa.Aspirar o volume de sangue necessário (cera de 5ml). 7.Levar imediatamente o frasco ao laboratório. 17. 15. 6. 4.Deixar o paciente em ordem. (PVPI degermante) 3.213 2.Lavar as mãos com sabão especial.Soltar a garrote do membro.Abrir o pacote de material de curativo. 16.Retirar as luvas. 18. 20.Lavar as mãos. 13.Palpar a veia e puncioná-la. 1.Garrotear o membro novamente. 24.Soltar garrote. 8.Colocar dentro do campo estéril: seringa.Retirar o excesso da solução antisséptica com gaze estéril seca.Assegurar a tranqüilidade do paciente.Reunir o material 5.Calçar as luvas 14. . 21. 19. 9. gaze seca estéril e antisséptico na gaze.Prevenir infecção 3. 23. 2. 25.Recompor a unidade e recolher o material. 26.Prevenir contaminação da área a ser puncionada.Misturar delicadamente o sangue ao meio de cultura.Explicar o procedimento e finalidade ao paciente.Colocar o sangue no frasco de hemocultura lentamente. 11.Colocar o frasco em saco plástico.

20. não utilizar frasco gelado. colocar 1 a 5ml em frasco de 5 a 10ml. 16. 21.Garantir a salubridade do funcionário. colaborando com a equipe. 22. 26.Evitar hemólise. 8.A quantidade certa é importante. pois haverá mais sangue do ÁGAR.Para engurgitar as veias e facilitar a sua visualização. 11.Nunca deixar o material colhido na geladeira. 15. 13.Prevenir infecção. pois se for colocado mais do que 5ml ficará difícil a leitura da hemocultura. 14.Economizar tempo e poupar o funcionário 5.Utilizar técnica correta.Manter o ambiente em ordem. 19-O frasco de hemocultura deve estar em temperatura ambiente. 9. evitando aumento de outra pessoa. 6.Observar técnica asséptica.214 4.Facilitar o procedimento.Prevenir infecção.Prevenir infecção. 25. 24. 17.Evitar contaminação.Prevenir contaminação da região a ser puncionada. Portanto. 23. .Para não deixar o paciente longo tempo garroteando.Aliviar a tensão do membro.Proporcionar conforto ao paciente. 18.Horário da coleta e temperatura do paciente. 12.Racionalizar a tarefa.Evitar alteração do exame devido ao excesso da solução antisséptica.Localizar a veia novamente para puncioná-la definitivamente. 10. 7.

As hemoculturas deverão ser colhidas de preferência no início da ascensão da temperatura corporal e jamais no pico máximo.Coletar no máximo três amostras em 24 horas. segunda e terceira amostra.Retirar o frasco da geladeira no mínimo uma hora antes as coleta do sangue. preferencialmente.56-Valores Laboratoriais Normais  Testes Sanguíneos Tempo parcial ativado de tromboplastina 25 a 36 segundos Tempo de sangramento: Tabela: 2 a 8 minutos. Homens: 0 a 10mm/hora Mulheres: 0 a 20mm/hora Produtos de desintegração da fibrina Prova de exclusão: > 10mcg/ml Ensaio quantitativo: > 3mcg/ml . Velocidade de hemossedimentação. Ivy: 1 a 7 minutos. 7. 6. Duke: 1 a 3 minutos.Puncionar. a veia cefálica ou basílica na porção medial do braço. 2. 8-Coletar o sangue de preferência antes da administração de antibioticoterapia.Colher hemocultura de paciente sem febre só justifica os casos de quadro clínico grave (septicemia. com intervalos mínimos de uma hora entre as duas primeiras amostras.215 OBSERVAÇÃO: 1. 4. 3.Identificar o frasco de hemocultura anotando: primeira.Rodiziar o local da punção. 5. 4. endocardite).5º C. portanto até em 38.

5 a 11.4 milhos/ l sangue venoso Índice de eritrócitos MCV: 84 a 99 3 / eritrócito MCH: 26 A 32 pg/ eritrócito MCHC: 30% A 36% Contagem de reticulócitos 0.6% Eosinófilo: 0. soro .3% a 2% Amilase.8 segundos Mulheres: 9.5% a 2% da contagem total de eritrócitos Contagem de leucócitos 4.2 milhoes/ l sangue venoso Mulheres: 4.000/mm3 Tempo de protrombina Homens: 9. sangue Neutrofilos: 47.2 % a 43% Monócitos: 0. 5% a 76. 8% Linfócitos: 16.5 a 6.3% a 7% Basófilos: 0. plasma 195 a 365 mg/dl Hematócrito Homens: 42% a 54% Mulheres: 38% a 46% Hemoglobina.000 a 370.6% a 9. total Homens: 14 a 18g/dl Mulheres: 38% a 46% Contagem de plaquetas 130.6 a 11.900/ l Tempo de coagulação.100 a 10. sangue total 5 a 15 minutos Diferencial de leucócitos.216 - Fibrinogênio.3 segundos Contagem de eritrócitos Homens: 4.2 a 5.

nitrogênio. Indireto. soro 4.6:1 Ferro.217 60 a 180 unidades Somogyi/dl Bilirrubina.5 a 5. sangue 8 a 20 mg/dl Cálcio. jejum.9 a 10.6 mg/dl Mulheres: 0.5 mEq/ litro Absorção atômica: 8.1 mg/dl Uréia.9mg/dl Glicose.2 a 0. 15 a 57 unidades/litro CPK-BB: Nenhum CPK-MB: 0 A 7UI/Litro Creatina. Mulheres.6 a 0. soro 120 a 330mg/dl Creatina fosfoquinase Total: Homens.1 a 1. < ou igual 1.1 mg/dl Dióxido de carbono total. total. sangue . <0. soro 100 a 108 mEq/litro Colesterol. soro Homens: 70 a 150 mcg/dl Mulheres: 80 a 150 mcg/dl Ácido lático.5 mg/dl. soro Adulto: direto. sangue 22 a 34 mEq/litro Cloreto. plasma 70 a 100mg/dl Desidrogenase Hidroxibuírica Soro HDB: 114 A 290 unidade/ml LDH/HDB Média:1. 23 a 99 unidades/litro. soro Homens: 0.

soro 1.5 mEq/litro - Proteína.9g/dl - Transaminase Glutâmicooxaloacética (TGO).8% A 26% LDH4: 9.6 mEq/ litro - Potássio.1 mg/dl - Fosfatos.8 a 2.5% LDH3: 18. .4% - Magnésio.3 a 8 mg/dl Mulheres: 2.5% LDH5: 5.65 mEq/ litro - Desidrogenase lática Total: 48 a 115 UI/ litro LDH1: 18. soro 135 a 145 mEq/litro - Ácido úrico.8 a 5.6 a 7.5 mEq/litro Absorção atômica: 1. soro 6.93 a 1.4% A 37. soro 3. soro 1.218 0. total. Certifique-se de estar familiarizado com os laboratórios disponíveis.3 a 6 mg/dl OBSERVAÇÃO: Os valores variam entre os laboratórios. soro 8 a 20 unidades/ litro - Sódio.1%a 29% LDH2: 29.7 a 2.3% A 13.2% A 16.5 a 2. soro Homens: 4.

2) Lavar as mãos. Luvas de procedimento. 5) Lavar os genitais com água e sabão (conforme protocolo correspondente). Sabão. Comadre. Luvas estéreis (utilizada em paciente com sonda vesical) Cuba rim esterilizada Etiquetas de identificação.  PROCEDIMENTOS 1) Informar o paciente todos os procedimentos. 6) Despreza-se o primeiro jato de urina. 3) Colocar luvas de procedimento.  MATERIAL - Pinça de Kocher ou similar (Em caso de sondagem vesical). Frasco estéril. 4) Com o paciente em decúbito dorsal colocar as extremidades inferiores fletidas e abertas. recolhendo o jato médio diretamente na cuba rim esterilizada. . Solução Anti-séptica. se for possível. Agulha IM e seringa de 20cc. Gaze esterilizada.57-Coleta De Urina Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA Coleta de urina para Urocultura: é coletado uma amostra de urina estéril para pesquisa de micoorganismos.219 4.

10) Registrar na folha de anotações de enfermagem o procedimento realizado  SE O PACIENTE ESTÁ COM SONDA VESICAL: - Manter a sonda fechada cerca de meia hora.Encaminhar a amostra no prazo estabelecido pelo laboratório ou na sua impossibilidade conservar as amostras segundo a norma estabelecida. - Extrair cerca de 10 ml de urina com a seringa. em geral. Colocar luvas esterilizadas e puncionar a região de conexão com sonda com agulha e seringa de 20 ml. - Colocar luvas de procedimento. Colocar a urina extraída dentro do frasco esterilizado e identifica-lo. utilizar material esterilizado e evitar manipulações desnecessárias. OBSERVAÇÃO: . . evitar desconexões desnecessárias. com uma pinça de Kocher ou similar. Retirar a pinça de clampagem. Recolher o material.220 7) Passar parte da urina coletada para o frasco estéril (pelo menos 20 ml) sem contaminar e enviar ao laboratório. 9) Lavar as mãos. Desinfetar o látex da sonda com solução anti-séptica. Registrar na folha de anotações de enfermagem. Enviar a amostra ao laboratório. 8) Recolher os materiais. . Lavar as mãos.Em pacientes com sonda.

9g/24horas Mulheres: 0.7 g/24horas Glicose.8 a 1. urina <150mg/24horas Eritrócitos. urina Homens: 1 a 1.58-Valores Laboratoriais Normais:  Química de urina Amilase.5 a 12 mg/24horas Mulheres: 4 a 17 mg/24horas Proteínas. urina Negativo Cálcio. urina Homens: 4.5 a 12 mg/24horas Mulheres:2. urina Amostra de 24 horas: 0 a 135 mcg Amostra aleatória: 0 a 18 mcg/dl Creatinina.5 a 10 mg/24horas Esteróides 17-cetogênicos. urina Homens: 4. urina 0 a 3 por campo de grande amplitude . urina 10 a 80 unidades/ hora de amilase Bilirrubina.221 4. urina Homens: <275 mg/24 horas Mulheres: <250mg/24 horas Catecolaminas. urina Negativo 17-cetoesteróides. urina Negativo 17-hidroxicorticoesteróides. urina Homens: 4 a 14 mg/24horas Mulheres: 2 a 12mg/24 horas Cetonas.

0 Açucares: Ausente Célula epiteliais: Ausentes Cilindros: Ausentes. Cor: Palha Odor: Levemente aromático.025 a 1. Aparência: Clara Gravidade especifica: 1. urina Depuração máxima: 64 a 99ml/minuto. exceto cilindros hialinos ocasionais Cristais: Presentes Células fúngicas: Ausentes Concentração de urina Gravidade especifica: 1.8mg/24horas Contagem de leucócitos 0 a 4 por campo de grande amplitude OBSERVAÇÃO: - Os valores variam entre os laboratórios. urina 30 a 280 mEq/24horas - Cloreto de sódio.222 - Sódio. Análise de urina. urina 5 a 20g/24horas - Uréia.5 a 8.7 a 6. rotina. urina 0.032 Osmolalidade: <100mOsm/kg: 80% da água excretada em 4 horas Ácido vanililmandélico. Certifique-se de estar familiarizado com os laboratórios disponíveis .030 pH: 4.025 a 1.

Esparadrapo hipoalergênico .Toalha. lenço de papel e cuba rim . tratar a obstrução mecânica. determinar a quantidade de pressão e atividade motora no trato gastrintestinal (exames diagnósticos). evitar ou aliviar a náusea e vômito após cirurgia ou eventos traumáticos.223 4. quando prescrito .Copo de água e canudo .Seringa de 20 ml . obter amostras do conteúdo gástrico para exames laboratoriais.Lanterna .Curativo transparente biooclusivo .Estetoscópio .59-Sonda Nasogástrica Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA A introdução de sonda nasogástrica (SNG) refere-se à inserção de sonda através da nasofaringe dentro do estômago. quando se suspeita de obstrução pilórica ou intestinal. A sondagem nasogástrica é realizada para remover líquidos e gases do estômago.Lubrificante hidrossolúvel .Aspirador.  MATERIAL .Tintura de benjoim .Sonda nasogástrica . administrar medicamentos e alimentos (gavagem) diretamente dentro do trato GI.Clamp para a sonda .Luvas descartáveis .Abaixador de língua .

. antes de introduzir a sonda na narina. para limpar as narinas. Esta medição representa a distância até a nasofaringe. calçar as luvas descartáveis. 3) Remover as dentaduras. colocar a cuba-rim e os lenços de papal no alcance do paciente.Soro fisiológico  PROCEDIMENTOS 1) Explicar o procedimento ao paciente e dizer como a respiração pela boca e engolir podem ajudar na passagem da sonda. 4) Fazer com que o paciente assoe o nariz. o lóbulo da orelha e o apêndice xifóide do paciente. Esta mediçáo constitui o comprimento necessário para alcançar o estômago. 3) Inclinar a cabeça do paciente para trás. é feita uma segunda marca. 2) Lubrificar a porção enrolada da sonda com o lubrificante hidrossolúvel. direcionando para baixo e para trás no sentido da orelha. pôr a toalha sobre o tórax. o que ajuda a determinar qual narina está mais permeável. b) Quando a sonda alcança o processo xifóide (extremidade do esterno). a) A distáncia do nariz ao lóbulo da orelha é a primeira marca na sonda. 2) Colocar o paciente em posição sentada ou de Fowier alta.224 . 6) Lavar tuas mãos. e enfiar suavemente a sonda dentro da nasofaringe posterior. FASE DE REALIZAÇÃO 1) Enrolar os primeiros 7 a 10cm da sonda se redor dos seus dedos. 5) Inspecionar as narinas com uma lanterna. 4) Fazer com que o paciente incline a cabeça para diante. e marcar corretamente na sonda. Ocluir cada narina e pedir que o paciente respire. observando para qualquer obstruçâo. 7) Medir a distância entre o nariz.

prender a extremidade íntegra do ou esparadrapo no nariz e cruzar as extremidade as separadas ao redor da sonda. 7) Quando surge obstrução para impedir a passagem da sonda. para fazer um nó corrediço. tosse cianose. 16) Garantir ao paciente que o desconforto máximo que ele pode sentir irá diminuir. até que a marca alcance a narina do paciante. Usar uma faixa de borracha. dividi-lo em seu comprimento apenas até a metade. como dispnéia. b) Colocar um curativo biooclusivo transparente na saída da narina. a) Pedir que o paciente fale. 15) Clampear a sonda. até que a finalidade da inserção da sonda aconteça. c) Aspirar a conteúdo do estômago com urna seringa de 50 ml. . 8) Quando existirem sinais de angústia. de modo a fixar a sonde na roupa do parciente. não empregar força. logo que se acostume com a sonda. prender a sonda à aspiração ou clampear a sonda. 13) Fixar a sonda: a) Esparadrapo antialérgico. 9) Continuar a avançar a sonda. para confirmar a posição da sonda. 6) Continuar a avançar a sonda gentilmente a cada vez oue O paciente engole. 10) Para verificar ao a sonda está no esiônmago. remover imediatamente a sonda. quando o paciente dsglute. 12) Aplicar tintura de benjoin na área onde o esparadrapo é colocado. Colocar o estetoscópio sobre o quadrante superior esquerdo do abdome e injetar l0 a 20 ml de ar. enquanto esculta o abdome. para redirecionar a curvatura. 11) Depois que a sonda é introduzida e a colocação correta confirmada. 14) Fixar a sonde na roupa do paciante. d) Radiografia pode ser realizada. b) Prender a seringa na extremidade da SNG.225 5) Rodar suavemante a sonda em 180º.

de forma a evitar vômito e reduzir a tensão ao longo da linha de incisão. As sondas nasoentéricas podem ser usadas tanto para alimentação quanto para aspiração e descompressão. quantidade e consistência da drenagem. é introduzida através do nariz e passada pelo esôfago e estômago até o trato intestinal. ou sonda longa. 8) Vaselina líquida . tipo e tamanho da sonda inserida. 3) Aumentar o fluxo sangüíneo para a linha de sutura. 2) Reduzir edema. A sucção é necessária pelas seguintes razões: 1) Evacuar líquidos e flatos. 4) Gazes. 6) Esparadrapo.226 17) Registrar a hora.60-Sonda Nasoentérica Realizado por enfermeiros  FINALIDADE DA TÉCNICA A sonda nasoentérica. 5) Seringa 20 ml. 4. Documentar as verificações da posição depois de cada avaliação. 7) Xilocaína. que pode causar obstrução. desta forma fornecendo nutrição ao local cirúrgico. 3) Fio guia.  MATERIAL 1) Sonda nasoentérica (Doobhoff) 2) Luvas. juntamente com a coloração.

indicado em emergências e nas . 19) Anotar 4.Traqueostomia Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA Traqueostomia é um procedimento cirúrgico ao nível do pescoço que estabelece um orifício artificial na traquéia. 11) Solicitar ao paciente que inspire profundamente e degluta várias vezes. 3) Explicar o procedimento ao paciente. 17) Deixar o paciente confortável. abaixo da laringe. 8) Introduzir o fio guia no interior da sonda. 2) Reunir o material próximo ao leito.227  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos. 12) Introduzir a sonda até a delimitação. 16) Fixar a sonda. Acrescentar de 15 a 25 cm e marcar. 6) Medir a distância do lóbulo da orelha até a ponta do nariz e deste até o apêndice xifóide.61. 13) Retirar o fio guia. 9) Lubrificar a ponta com xilocaína. 4) Colocar o paciente em decúbito elevado. 7) Injetar a vaselina no interior da sonda. 18) Lavar as mãos. 14) Executar testes e fechar a sonda. 15) Retirar luvas. 10) Introduzir a sonda através da narina até a orofaringe e solicitar ao paciente que mantenha o pescoço em flexão. 5) Calçar luvas.

O mm para a maioria dos adultos).Instrumentos sestéreis: pinça hemostática.Fazer a tricotomia da região cervical. fórceps. A técnica.Aspirador e sondas de aspraçâo. . O objetivo é não prejudicar as cordas vocais do paciente ao passar o tubo de ar.Gorro e viseira.Bandeja de tricotomia ..Seringa para a insuflação do balonete. . . apresenta diversas vantagens quando comparada com o tubo orotraqueal. .0 a 9.Solução anti-séptica.Explicar o procedimento ao paciente.Sedaçâo.Bolsa de reanmaçào e mâscara com fonte de oxigênio. material de sutura. tesouras.228 intubações prolongadas.Obter o consentimento formal para o procedimento cirúrgico. . mais facilidade de remoção de secreções da árvore traqueobrônquica e manutenção segura da via aérea  MATERIAL Cânula de traqueostomia (tamanhos de 6. 4 . Frequentemente realizado em pacientes necessitando de ventilação mecanica prolongada. FASE DE REALIZAÇÃO 1 . 2 . luvas e campos cirúrgicos estéreis.Compressas de gaze. bisturi e lâmina.Reunir o material. . . .Suporte respiratório disponivel para pós-traqueostomia (ventilação mecânica.Anestësico local e sringa . . . nestes pacientes. incluindo maior conforto do paciente. . 3 . .Avental. mâscara de oxigénio traqueal). .

e aplicar o curativo. c) Ar subcutânea . FASE DE ACOMPANHAMENTO 1 . 6 . fornecer o medicamento conforme e prescrição e estar preparado para administrar os cuidados de emergência.lmediatamante após a introdução da cânula.Realizar a radiografia do tórax.Fixar a cânula de traqueostomia com fitas ou outro disposiltivo da fixação. monitorar os sinais vitais do paciente.Administrar o medicamento.Avaliar os sinais vitais e o estado respiratório.Avaliar e registrar a condição do estoma.. insuflar o balonete. quando prescrito.Auxiliar na colocação dos campos cirúrgicos estéreis.Posicionar o foco luminoso. dose e via dos medicamentas. 15 . 7 .. 10 . 11 . 12 -Durante o procedimento.229 5 .Auxiliar na preparação anti-séptica. a) Sangrameanto.Colocar viseira. com um apoio sob os ombros). aspirar quando necessário.Verificar a pressão do balonete da cânula de traqueostomia..Ajudar a vestir o avental e as luvas. 13 .Posicionar o paciente (decúbito dorsal com a cabeça estendida. administrados. 2 . tipo. 14 . anotar o tamanho dacânula empregada. médico que realizou o procedimento. 3 . 8 . 9 . b) Edema.

Aspirar a cânula endotraquial. CV e FM. . Monitorar a freqüência cardiaca. 6 .Aspirador da tonslta (instrumento de aspiração cirúrgica). 3 . FASE DE REALIZAÇÃO 1 . Avaliar o paciente pera outros sinais de força muscular adequada: a) Instruir a paciente a apertar com força os dedos indicador e médio da mão do enfermeiro. umidificador e fonte de oxigênio.Colocar o paciente sentado ou na posição de semi-Fowler.Colocar a viseira.Preparar o equipamento necessário. FASE PREPARATÓRIA 1. 2 .230 4.Seringa de 10 ml.Bolsa de reanimação (AMBU) e máscara com fluxo de oxigênio.Obter as prescrições para e extubaçãoo e a terapia com oxigénio pósextubação. b) Pedir ao paciente que levante a cabeça do travesseiro a mantenha-a deste modo por dois ou três segundos. 4 . . 5 .Máscara facial conectada ao tubo corrugado de grosso calibre.62-Extubação Realizado por médicos. 2. Registrar V. . . expansão pulmonar e sons respiratórios entes da extubação. enfermeiros e fisioterapeutas  MATERIAL .Explicar o procadiimentc ao paciente.

tentar ventilá-lo com a bolsa da reanimação e máscara. b) Na inspiração maxima. aspirar a parte posterior da via aérea do paciente com o aspirador. 12 .Pode ser prescrita a oxigênoterapia. 8 .Calçar as luvas.Aspirar a via aérea orofaríngea acima do balonete endotraqueal da forma mais completa possivel. Quando o paciente desenvolver qualquer um dos referidos problemas. FASE DE ACOMPANHAMENTO 1 . pedir ao paciente que tussa ou expire vigorosamante. fornecer uma respiração profunda com a bolsa de reanimação). e preparar para a reintubação.Extubar o paciente: a) Pedir ao paciente que faça a respiração mais profunda possível (quando o paciente não estiver seguindo os comandos. ou dificuldade respiratória.Quando o cânula estiver plenamente removida. A seguir. 9 . para remover as secreções.231 7 . 10 . desinsuflar o balonete por completo a puxar a cânula para fora na direção da curva (para fora e para baixo).Avaliar imediatamente qualquer sinal-da obstrução das vias aéreas.Observar o aspecto da voz a os sinais de sangue na secreção.Fornecer o oxigênio suplementar usando a máscara facial . 2 . 11 .

Tubo de Guedel (ou de Mayo. conexão. Ponto de vacúo. Fio guia para facilitar a introdução do tubo. Realizado por: médico. ou cânula orofaringea).  MATERIAL - Fonte de oxigenio. permitindo ventilar o paciente até concentrações de 100% de oxigênio. conexões. - Larigoscópio com lâminas de diferentes tamanhos. por um tubo flexível provido de um balão proximo a sua extremidade. durante certo tempo. manômetro-fluxômetro com água bidestilada pelo nível indicado pelo recipiente. as vias respiratorias superiores do paciente. para dirigir facilmente o tubo nasotraqueal até a traquéia ou se a intubação oral se mostrar dificíl. até ocupar a região traqueal correspodente. . O paciente apresenta hipersecreção salivar.Intubação Endotraqueal Realizado por médicos  FINALIDADE DA TECNICA Consiste em substituir.63. - Ventilador manual tipo ambu. que se insufla a partir do exterior. dispositivo de ventilação ou reservatório de oxigênio. - Tubo oral ou nasal de calibre adequado ao paciente. tapando o nariz e a boca do paciente para o ventilar antes de proceder á intubação endotraqueal.232 4. Pinças de Magyll. para evitar que o paciente morda o tubo uma vez intubado oralmente. aspirador. ou como meio de aspirar as secreções bucais. - Mascara de oxigenio corretamente insuflada. sondas de aspiraçao de diferentes calibres. - Lubrificante hirossolúvel.

cama na horizontal. - Ventilador: verificando as conexoes e tendo programaddos os parâmetros ventilatórios.233 - Seringas descartaveis par administrar medicação. 7) Uma vez no local.] 5) Introduzir o larigoscópio na boca do paciente e proceder a aspiraçao das secreções orais. paciente em decúbito dorsal.  PROCEDIMENTOS 1) Explicar o procedimento ao paciente segundo o seu nível de consciência e capacidade de compreensão. verificando as conexõess os alarmes e a melhoria ventilatória. conforme a dificuldade que se apresente. 2) Verificar o funcionamento de todo o material: a integridade do tubo. Medicação: sedativos. . testar o balão do tubo e enchê-lo. 8) Verficar a coreta localização do tubo mediante a ausculta de ambos os campos pulmonares com o estetoscópio. - Carro de urgencia. 6) O médico visualiza a glote e introduz o tubo até a traquéia. 3) Baixa se a cama do paciente. 4) Posiciona-se o paciente. e desde o exterior insufla-se o balão para isolar a via respiratória. - Luvas estéreis e de procedimento. não permitindo escapes de ar. com tábua de massagem cardíaca. para despistar uma intubação seletiva do bronquio direito.. para deixar espaço á pessoa que vais intubá-lo. 11) Proceder as aspiração de secreçoes sempre que necessário. com ou sem ajuda do fio-guia. 10) Conectar o paciente ao ventilador. relaxantes de ação rápida que favorecem a ação rapida do tubo. 9) Fixar bem o tubo.

2) Segurança nos dados obtidos. 6) Zerar o sistema. 3) Lavras as mãos. 45º para braqueal. 3) Prevenir infecção. 13) Conectar torneirinhas duas vias no cateter intravenovo. 14) Adpatar tubo extensor à torneirinha do cateter intravenoso. 7) Explicar o procedimento ao paciente. 11) Fazer assepsia do local com PVPI tintura. .venoso numero 20. 4) Conectar o domo ao transdutor. 12) Puncionar artéria com cateter intra. ou quando necessário (curva achatada). 8) Avaliar o sistemaarterial do paciente.Invasiva Realizado por médicos  PROCEDIMENTOS 1) Reunir o material. equipo de soro e tubo extensor. 5) Preencher o sistema com soro fisiologico heparinizado. 15) Irrigar o sistema. 90 º para artéria femoral. 2) Montar o sistema monitor transdutor conferindo o funcionamento do transdutor. 18) Irrigar sistema de hora em hora. 16) Abrir torneirinha transdutor e cateter extensor. adaptar torneirinha. 10) Calçar luvas. 9) Fazer teste de Allen antes de puncionar artperia radial. mantendo 30 para artéria radial. pediosa.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1) Economizar tempo.234 4. seringas.64. 17) Fazer curativo.Pressão Arterial Média .

6) Proporcionar valores e curvas fidedignas. 8) As artérias radial e pediosa têm preferência pois ambas contam com circulação colaratel da artéria ulnar e tibial respectivamente e são de facil acesso. domo. 10) Manter assepsia na execução de técnicas. 13) Facilitar coleta de sangue. 11) Prevenir infecção. 12) Evitar transfixão da matéria. torneirinha. seringas e cateter extensor) a cada 24h de acordo com normas do CCIH. 16) Manter o sistema pérvio. Observar as extremidades do membro. 14) Evitar vazamento no conexão. Trocar sistemas (SF.235 4) Monitorizar a pressão imediatamente após o termino do procedimento. - Trocar cateter a cada 72h de acordo com normas do CCIH. 7) Evitar ansiedade. OBSERVAÇÃO: - Fixar o membro de punção caso o paciente esteja confuso e ou ajeitado. A artéria femoral é calibrosa. puncionado a fim de detectar sinais de insufciencia arterial. Se teste negativo. Média. 9) Verificar presença de fluxo colateral. A artéria braqueal não possui circulação colateral e tem maoir possibilidade de trombose. porém o local dificulta a manutenção do sistema e aumenta o risco de infecção. evitando riscos de infecção. 5) Evitar prsença de bolhas. escolher outra via de acesso. 15) Observar curva e valores da PA: Sistólica. liquido. Diastólica. - Trocar curativo do local. .

uma cuba rim .espessômetro . estruturas valvulares e vasos pulmonares. artérias e veias cardíacas.Prevenir contaminação 2.um frasco de soro fisiológico ou glicosado a 5% de 500ml  PONTOS IMPORTANTES/JUSTIFICATIVAS 1.solução degermante de PVPI .236 4.um equipo de soro microgotas .um cateter intravenoso nº 20 .aparelho de tricotomia .Evitar choque anafilático pelo contraste (que é à base do iodo) .algodão com álcool .um rolo de esparadrapo .65. através de injeção de material radiopaco (contraste) na corrente sanguínea.Assegurar a tranquilidade do paciente 3.Demonstrar o perfil das câmaras.um pacote de gases .  MATERIAL Pré-Cateterismo: .Cateterismo Cardíaco– Cuidados Pré e Pós-Instalação Realizado por médicos e equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA .um par de luvas .balança antropométrica .

perfusão periférica e temperatura do membro cateterizado a cada 30 minutos nas primeiras duas horas e a cada hora até seis horas após o procedimento. 5-Colaborar na antissepsia e facilitar o procedimento 6.água para beber  PROCEDIMENTO 1) Monitorizar o paciente.estetoscópio . e movimentar artelhos e pés.237 4-Garantir que o paciente permaneceu por horas em jejum. prevenindo a o vômitos durante o procedimento. 9)Abrir e fechar mão. se .  MATERIAL Pós-Cateterismo . 4) Orientar o paciente para relatar sensação de formigamento ou dor neste membro 5) Observar presença de sangramento no local do curativo 6) Manter o membro cateterizado em extensão por seis horas (se membro superior) ou por oito horas (se membro inferior) 7) Repouso no leito conforme evolução do paciente 8) Orientar o paciente para movimentar extremidades do membro cateterizado. 2) Verificar sinais vitais 3) Checar pulso. antes do procedimento. se membro superior.esfigmomanômetro .monitor cardíaco . bem como à quantidade de contraste a ser utilizada.termômetro .Prevenir infecção 7-Adequar os equipamentos disponíveis na sala de hemodinâmica à constituição física do paciente.

Evitar sangramento local 7. de 1m de comprimento. Melhorar perfusão periférica 9. Sinais de complicações conseqüentes ao procedimento 5.238 membro inferior. situado a 30cm do distal. Facilitar a eliminação do contraste 4. caso haja alteração. Detectar precocemente a ocorrência de arritmias 2. Realizar compressão que sejam tomadas outras medidas. diminuindo o trabalho cardíaco 8. A terceira luz . Comunicar equipe médica imediatamente.66-Assistência De Enfermagem Na Instalação Do Cateter De Swan-Ganz e Mensuração do Débito Cardíaco pelo Método de Termodiluição Realizado por médicos  CATETER DE SWAN-GANZ Trata. 6. 10) Incentivar ingestão líquida (200ml/h)  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. Avaliar condições básicas do paciente 3.6F (utilizado para crianças) orifício distal e um proximal. Evitar esforço físico. 4. calibres 5. Detectar precocemente sangramento. Detectar precocemente sinais de isquemia no membro cateterizado. para proceder a hemostasia em tempo hábil.se de um cateter triplo lúmen termorresistente. feito de cloreto de plivilinilina. com balonete inflável.

 FINALIDADE DA TÉCNICA Realizar estudo hemodinâmico. Contém ainda um fio que leva à termorresistência. PCP (pressão capilar pulmonar). de forma a reconhecer objetiva e mensuravelmente a função cardíaca e os distúrbios circulatório.9% . RVP (resistência vascular pulmonar). e a programação de condutas terapêuticas mais adequadas. logo acima do balonete. IC (índice cardíaco) e cálculo da diferença arteriovenosa de oxigênio. os grupos de maior risco. AP (artéria pulmonar). da terminação numérica do débito cardíaco.250ml  um frasco de heparina  um frasco de xylocaína 2% sem vasoconstritor  dois equipos macrogotas  um cortaplast  uma seringa descartável de 20ml  duas agulhas descartáveis de 30 x 8 (ou 25 x 7)  duas agulhas descartáveis 40 x 12  um kit introdutor (com introdutor + dilatador e protetor)  um cateter de Swan-Ganz 7.239 termina no balonete inflável na extremidade da sonda. embutida na parede do cateter. AE (átrio esquerdo).0F .  MATERIAL PARA A INTRODUÇÃO DO CATETER Kit contendo:  dois domos  dois tubos extensores com conexão “lee-look” 8F  quatro torneiras de duas vias  cinco seringas descartáveis de 5ml ou “Intra-flow”  dois frascos de SF a 0. determinação indireta da RSV (resistência vascular sistêmica). através de índices diagnósticos e prognósticos. A investigação hemodinâmica permite definir. através da mensuração das pressões AD (átrio direito).

67-Introdução e Manutenção do Cateter Realizado por médicos  PROCEDIMENTO 1) Posicionar o paciente adequadamente no leito. procedendo à . se necessário  uma bandeja de flebotomina  dois aventais estéreis  um pacote de campo cirúrgico  um cuba rim estéril  um frasco de PVPI – tintura  um monitor com saída para ECG e três pressões (transdutor)  um televisor  algodão com álcool a 70% 4.240  uma lâmina de bisturi  um envelope de fio cirúrgico mononylon 3-0  micropore  esparadrapo  dois pares de luvas estéreis tamanho médio  dois gorros  duas máscaras  duas bolsas de pressão  material para tricotomia.

observando alterações da morfologia das ondas ou dos valores pressóricos. Economizar tempo e poupar o funcionário . 13) Manter o cateter-balão sempre desinsuflado. tornando como referência a linha axilar média do paciente 4)Manter monitorização eletrocardiográfica durante e após todo procedimento 5)Acompanhar equipe médica na passagem do cateter 6)Montar mesa auxiliar com material esterilizado 7)Fornecer PVPI tintura 8)Fornecer material para botão anestésico 9)Assistir à introdução do jogo introdutor + dilatador. que deve ter sido previamente preenchido com solução salina heparinizada e conectado aos transdutores de pressão 10)Realizar curativo oclusivo no local da inserção do cateter. utilizando o intraflow 12)Fixar com esparadrapo a parte externa do cateter no tórax do paciente.  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. que deve ser renovado a cada 24h ou com maior frequência. 11) Fazer irrigação do cateter com soro fisiológico heparinizado de h/h ou quando for observado achatamento da curva ou fazer irrigação intermitente com sistema fechado.241 colocação de coxins s/n 2) Conferir a calibração das pressões do aparelho 3)Zerar o aparelho. com posterior retirada do dilatador e introdução do cateter de Swan-Ganz. Assegurar a tranquilidade do paciente 2. se necessário. e quando proceder a mensuração da PCP não manter a oclusão por mais de 60 segundos 14) Manter monitorização contínua das pressões de AP e AD e avaliar a forma das curvas.

Expor a área onde será feita a introdução do cateter 14. Detectar precocemente a ocorrência de arritmias 17. Utilizar técnica asséptica 19. 15. Evitar alterações dos resultados das pressões 9.Verificar se o transdutor está íntegro e funcionando adequadamente 12. Evitar dor. Lembrar ao médico para testar a integridade do cateter de Swan-Ganz e o balonete 21. oferecendo o material adequado. Manter permeabilidade do cateter. Fazer antissepsia da pele 20. Prevenir infecção. PAP (pressão artéria pulmonar). Auxiliar na técnica. evitando alterações nas mensurações das pressões 13. deve ser insuflado o balonete para facilitar sue deslocamento em direção à artéria pulmonar 22. PCP (pressão capilar pulmonar) quando insuflado o balão (curva e valores de normalidade). Garantir a obtenção de um traçado adequado e valores de pressão fidedignas. PVD (pressão ventrículo D). Evitar infecção . Zerar o equipamento 10. Evitar interferências (artefatos na transdução da pressão).Garantir a estabilidade hemodinâmica do paciente e assistir a urgências se necessário 7. Prevenir infecção 6.242 3. Prevenir infecção 5. Garantir a obtenção fidedignas dos valores de pressão 16. 23. que são. Para retirar todas as bolhas de dar sistema. sequencialmente: PAD (pressão átrio D). Manter permeabilidade do cateter evitando a formação de trombos 8. Quando o cateter chega ao átrio direito (AD). Garantir privacidade d paciente 4. Proporcionar apoio ao paciente durante todo o procedendo 18. Durante a passagem do cateter dever ser avaliadas as curvas de pressão que vão surgindo na tela do visor.

.uma seringa descartável de 20ml .um par de luvas estéreis tamanho médio.duas formas de gelo .uma caixa de isopor .uma sonda de aspiração traqueal nº 12 . Evitar exteriorização do cateter 25. Checar a integridade do sistema 4.duas seringas descartáveis lavadas com heparina para a gasometria arterial e venosa  EQUIPAMENTOS Monitor para mensuração do débito cardíaco contendo: -termômetro para solução glicosada -termossensor para o cateter -um televisor.dois frascos de SG a 5% de 250ml em temperatura de 0º . Evitar a ocorrência de isquemia pulmonar 26.68 Mensuração Do Débito Cardíaco Realizado por médicos  MATERIAL .  PROCEDIMENTO 1)Reunir material .243 24.

Prevenir infecção 4. Assegurar a tranquilidade do paciente 3.Deve. Certificar a temperatura adequada da solução a ser injetada e mensurar a temperatura sanguínea 6. É aceitável a variação de 0-4ºC 8. Garantir a obtenção de traçados e valores de pressão fidedignos 5.244 2)Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3)Lavar as mãos 4)Calibrar o aparelho de pressão após irrigação das vias com solução salina heparinizada 5)Colocar termômetro apropriado em um dos frascos de SG 5% a 0ºC.Economizar tempo e funcionário 2. simultaneamente ao início da infusão da solução. de forma rápida e regular. 11)Proceder a coleta simultânea (com duas pessoas) de gasometria arterial e venosa  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. antes de serem realizadas as outras medições. PCP. Prevenir infecção 7. PAP. 10)Proceder o registro das pressões de: PAD.se aguardar o aparecimento da curva de débito no televisor e o valor numérico (em 1/min) do DC. Repetir o procedimento mais duas vezes. Outro profissional pressionar o botão adequado no aparelho de débito cardíaco. . conectando a ele uma seringa descartável de 20ml 8)Realizar a mensuração do DC da seguinte forma: 9)Injetar na porção proximal do cateter (via de acesso ao átrio D) 10ml de SG 5% a 0ºC. e adaptar o termossensor do cateter ao transdutor de temperatura do aparelho 6)Calçar luvas 7)Colocar a sonda de aspiração no segundo frasco de SG 5% a 0ºC.

se hemostasia 13)Realizar curativo compressivo . observando o traçado eletrocardiográfico 11)Retirar rapidamente o introdutor 12)Realizar compressão local durante o tempo necessário para obter. 9.69 Retirada Do Cateter Realizado por médicos e enfermeiros  MATERIAL -pacote de curativo -lâmina de bisturi -rolo de esparadrapo -um par de luvas  PROCEDIMENTO 1)Reunir material 2)Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3)Lavar as mãos 4)Proceder a desconexão entre o cateter e os transdutores de pressão 5)Abrir o material de curativo 6)Proceder a retirada do curativo 7)Proceder a antissepsia do local com PVPI tópico 8)Retirar ponto de fixação com auxílio de lâmina de bisturi 9)Checar desinsuflação do balonete 10)Retirar cuidadosamente o cateter. repetir o procedimento até que sejam obtidos três valores próximos para a média.245 A finalidade é “zerar” o momento da infusão. Se os valores obtidos forem díspares.Possibilitar cálculos de diferença A-V de O2 4.

Manter monitorização contínua da pressão intracraniana para auxiliar no diagnóstico.  MATERIAL -Um monitor de uma pressão e ECG -um televisor -um suporte de transdutor -um domo -um tubo extensor de polietileno -duas torneirinhas -um obturador de torneirinha -uma seringa de 5ml -um cateter uretral siliconizado nº 10 -um equipo macrogotas -um frasco de soro fisiológico a 0. orientar terapêutica médica e cuidados de enfermagem.70 Assistência de Enfermagem na Instalação e Monitorização da Pressão Intracraniana (Pic) Realizado pela equipe de enfermagem  FINALIDADE DA TÉCNICA . Utilizar técnica asséptica 4. Assegurar a tranquilidade do paciente 3.246  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. Retirar com cuidado e delicadeza 5. Economizar tempo e poupar funcionário 2. Prevenir infecção 4.9% de 250ml .

25ml de heparina. 6) Proceder à montagem do sistema.247 -um frasco de heparina -um aparelho para tricotomia -uma lâmina Gilette -uma bandeja de PIC -um gorro -uma máscara -um avental -um par de luvas -dois pacotes de gazes -um campo fenestrado -um vidro de solução antisséptica PVPI tintura -um vidro de éter -um fio de sutura nylon 2. 7) Conectar em cada extremidade do domo uma torneirinha de duas vias. 5) Preparar heparinização do soro fisiológico a 0. 8) Testar o transdutor. Conectar o domo + torneirinha ao transdutor 9) Adaptar equipo da solução heparinizada à extremidade da torneirinha .0 -duas agulhas 25 x 8 -uma seringa descartável 20ml -um frasco de xylocaína 2% S/A -esparadrapo -micropore -algodão com álcool a 70%  PROCEDIMENTOS 1) Reunir material e equipamento necessário ao procedimento 2) Colocar biombos 3) Lavar as mãos 4) Fazer tricotomia do couro cabeludo e limpeza com solução degermante.9% 250ml + 0.

cateter uretral nº e tubo extensor.lo na extremidade da torneirinha. 21) Zerar o sistema na altura do condutor auditivo externo (TRAGUS). 16) Oferecer solução antisséptica PVPI tintura para antissepsia do local. Mensurar com fidelidade a pressão 8. Facilitar o procedimento . após abrir o primeiro campo. gazes. agulhas. Garantir a privacidade do paciente 3. luvas e avental) 14) Oferecer a bandeja de PIC ao médico. Agilizar o procedimento 7. na lateral da torneirinha inferior ao domo. Prevenir infecção 4. 22) Realizar curativo oclusivo no local da inserção do cateter  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. Facilitar o acesso e evitar infecção 5. adaptá. Racionalizar tempo e agilizar o procedimento 2. Manter o sistema preenchido de solução 6. com cabeceira elevada à 30º. máscara. 20) Preencher o sistema com solução fisiológica heparinizada. 18) Fazer antissepsia com álcool a 70% da tampa do frasco de xylocaína e oferecer para aspiração da solução. no sentido torneirinha-domo-torneirinha-tubo extensor. 11) Calibrar e zerar o sistema 12) Posicionar o paciente adequadamente no leito (decúbito dorsal 30º) 13) Auxiliar o médico na paramentação (gorro . 10) Adaptar uma seringa de 5ml. 17) Oferecer campo fenestrado para delimitar área de procedimento. seringa de 20ml. evitando presença de bolhas no mesmo.248 superiordo domo + obturador na lateral da mesma. 15) Dispor sobre a bandeja de PIC o fio de sutura. 19) Receber do médico o tubo extensor.

Valor normal PIC: 0 – 15mmHg.PIC < ou igual 10mmHg. 2 3 4 5 6 7 8 Manter cabeceira elevada 30 a 45º.  2.PIC entre 21 e 40mmHg: moderadamente Elevada. mesmo em D. 9 Manter a cabeça alinhada com a coluna para facilitar drenagem jugular. Prevenir infecção OBSERVAÇÕES: 1 O paciente com monitorização de PIC pode ser mobilizado quando mantém estabilidade em decúbito dorsal e lateral. Não deve irrigar a PIC para evitar infecção e aumento da mesma. Média 10. 11 Para efeito de classificação dos níveis de PIC.PIC entre 11 e 20mmHg: levemente elevada. Agilizar o procedimento 11. Evitar infecção 12. 10 Protocolo de tratamento utilizado no TCE. Evitar manobras evitar decúbito horizontal. .PIC > ou igual 41mmHg: gravemente elevada.  4. Evitar manipulação do sistema pois há grande risco de infecção.249 9.H. Tempo de permanência do cateter: até cinco dias. Trocar curativo a cada 48h ou S/N. mesmo em procedimentos como passagem de cateter venoso central e intubação. Manter fidedigna a mensuração 13. normal.  3. utilizamos na UTI-HCUNICAMP os seguintes critérios:  1. Evitar infecção 10.

Manter via de acesso para infusões e monitorização da pressão venosa central (PVC)  MATERIAL .uma seringa 20ml .um frasco de xylocaína à 2% sem vasoconstritor .um par de luvas .algodão com álcool a 70% .um frasco de PVPI tintura .uma bandeja flebotomina .um rolo de esparadrapo .um avental estéril .um cateter venoso central .um soro fisiológico 250ml .um fio de sutura algodão ou mononylon 00 ou 3-0 .um equipo .uma torneirinha três vias .250 4.um pacote de gaze estéril .um gorro .uma máscara .71-Cateterismo Venoso Central Realizado por médicos Via de acesso – Jugular ou Subclávia  FINALIDADE DA TÉCNICA .

11) Solicitar ao médico que fixe a parte proximal do equipo ao campo fenestrado.Facilitar a punção . 10) Fazer assepsia da tampa do frasco de xylocaína e oferecer ao médico para aspirar anestésico. após o médico ter aberto a bandeja de flebotomina (seringa 20ml. 7) Oferece bandeja de flebotomina para o médico. cateter venoso central. equipo e gazes). gorro e luva). fazer teste de refluxo sanguíneo abaixando o frasco de soro até o surgimento de sangue. conforme técnica já descrita  PONTOS IMPORTANTES/ JUSTIFICATIVA 1. Garantir a tranquilidade do paciente 2. 14) Fazer o curativo. fio de sutura.251  PROCEDIMENTOS 1) Lavar as mãos 2) Explicar o procedimento e finalidade ao paciente 3) Reunir material 4) Fazer tricotomia no local da punção s/n e limpeza com solução degermante. Evitar infecção 5. Prevenir infecção 4. 6) Posicionar o paciente Trendelenburg invertido. 8) Abrir material que vai ser usado. 9) Oferecer solução antisséptica local (PVPI – tintura). 12) Desconectar respirador do tubo endotraqueal ou traqueostomia se o paciente estiver em uso de prótese ventilatória. Racionalizar tempo e agilizar procedimento 3. 13) Após a punção. em caso de punção subclávia. após abertura do primeiro campo. 5) Auxiliar o médico a se paramentar (máscara.

Evitar infecção 8. Quando surgir qualquer sinal de infecção(hiperemia local. jamais injetar e sim solicitar passagem de novo cateter. Racionalizar tempo e agilizar o procedimento 7. 2 3 Deve ser feito controle radiológico após a punção. secreção purulenta.72-Pressão Arterial Média-Invasiva Realizado por médicos  FINALIDADE DA TÉCNICA . aspirar com seringa de 1ml para não deslocar trombo. febre). Material .Manter via de acesso para coleta de sangue arterial. . Evitar infecção e sensibilidade do paciente no local da punção 9.um cateter intravenoso nº 20 . . Facilitar adaptação do equipo ao cateter sem contaminação 10. Segurança da manutenção da via venosa puncionada 12. se persistir a obstrução. evitar contaminação. OBSERVAÇÕES: 1 O curativo do cateter deve ser trocado diariamente ou na presença de secreção.252 6. 4. o cateter deve ser retirado. Evitar acidente de punção (pneumotórax) 11. 4 Em caso de obstrução.Manter monitorização contínua da pressão arterial. Fixação do cateter.três torneirinhas 2 vias . tremores.

um domo . 4) Retirar as drenagens cateteres e sondas. procurando fazer com que os demais pacientes não fiquem afetados pelo falecimento. .um rolo micropore .um monitor com transdutor.um soro fisiológico 250ml com 0.PVPI tintura . visor e/ ou display . colocando um lençol de baixo e o que ira embrulhar o corpo.um cateter extensor .253 .um suporte transdutor . segundo as normas estabelecidas na unidade.um par de luvas . 2) Permitir a entrada da família. devendo agir respeitosamente em todo o procedimento. se for este o caso.25ml de heparina . 5) Limpar o corpo.um material de curativo . 3) Verificar se o medico certificou o óbito. mas flexibilizando as nestes momentos. mobilizando com cuidado e respeito: Tampar os orifícios naturais e artificiais com algodão.um campo fenestrado 4. 6) Mudar a roupa de cama. de forma silenciosa.um equipo de soro macrogotas .duas seringas de 5ml .  PROCEDIMENTO 1) Proporcionar ao paciente atendimento religioso.73-Cuidados Após a Morte Realizado pela equipe de enfermagem O enfermeiro deve realizar um trabalho rápido.

9) Envolver o cadáver com um lençol. 11) Identificar. 14) No prontuário deverá ser registrado a hora do falecimento e as observações de enfermagem relacionadas com o mesmo. 10) Cobrir o corpo completamente com outro lençol. Não se deve submeter o corpo a manipulações desnecessárias. o médico notificará os serviços respectivos. Anula-se o procedimento habitual e procedem-se á cobertura do cadáver com um lençol. os dados pessoais do cadáver. Os outros pacientes não devem perceber a situação. OBSERVAÇÃO: - No final do procedimento deve ser feita limpeza e desinfecção da sala. 12) Avisar os funcionários que irão fazer o transporte ate o necrotério 13) Recolher a roupa e os materiais em sacos. A equipe deverá ser cuidadosa nos seus comentários Se a morte constitui um caso judicial. 8) Alinhar o corpo e fechar-lhe as pálpebras. . deixando a face visível. em uma placa ou adesivo. Se a patologia do paciente é infecciosa.254 7) Entregar aos familiares os objetos pessoais do paciente. para não criar obstáculos á instituição do processo familiar. a roupa e objetos deverão ser colocados em sacos apropriados.

et al. 2 ed. T.McGraw-Hill.255 Referencias Bibliográficas ANDRADE. S. 185p. et al. M. Ed.Guias Pratico de Enfermagem – Cuidados Intensivos. SOS Cuidados Emergenciais. São Paulo: Ed. Procedimentos Especializados de Enfermagem – Departamento de Enfermagem do Hospital das Clínicas. . et al. Atheneu. 1° ed. A. 580p. Pedagógica e Universitária LTDA. UNICAMP. 118p. Enfermagem na Unidade de Terapia Intensiva. Atheneu. GOMES. et al. 1994. São Paulo: Ed. 2004 ROGANTE. Rideel. M. 2000. AMADIO I. ALEXANDRE N. Rio de Janeiro: Ed. 392p. 2002. São Paulo: Ed. M. 2000. C. São Paulo. M. Procedimentos Básicos de Enfermagem – Departamento de Enfermagem da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas. M.

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