PLANO ANUAL DE

PREVENÇÃO DE CHEIAS
CICLO 2010/2011

Operador Nacional do Sistema Elétrico
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ONS RE 3/158/2010

PLANO ANUAL DE
PREVENÇÃO DE CHEIAS
CICLO 2010/2011

Agosto de 2010

Sumário

1
1.1
1.1.1
1.1.2
1.2

Introdução
Prevenção e controle de cheias no âmbito do SIN
Breve histórico
Caracterização do problema
Objetivos do trabalho

2

2.5.3
2.5.4
2.6

Bacia do rio Paraná até o posto
fluviométrico Porto São José
Localização e principais características da bacia
Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia
Restrições operativas hidráulicas existentes na
bacia do Paraná
Séries de vazões naturais médias diárias
Aplicação da metodologia
Tendências de padrões climáticos
Sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná
até Porto São José
Sistema de reservatórios Camargos-Funil
Sistema de reservatórios Caconde-Limoeiro
Alternativas de volumes de espera

3
3.1
3.2
3.2.1
3.3
3.4
3.5
3.6
3.7

Bacia do rio Paraíba do Sul
Localização e principais características da bacia
Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia
Aproveitamentos utilizados no controle de cheias
Restrições hidráulicas existentes na bacia
Séries de vazões naturais médias diárias
Aplicação da metodologia
Considerações adicionais dos estudos
Alternativas de volumes de espera

56
56
56
56
59
60
61
63
63

4
4.1
4.2
4.3
4.4

65
65
66
68

4.5
4.6

Bacia do rio São Francisco
Localização e principais características da bacia
Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia
Restrições hidráulicas existentes na bacia
Séries de vazões naturais e incrementais médias
diárias
Aplicação da metodologia
Alternativas de volumes de espera

5
5.1
5.2
5.3
5.4
5.5

Bacia do rio Parnaíba
Localização e principais características da bacia
Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia
Restrições hidráulicas existentes na bacia
Série de vazões naturais médias diárias
Aplicação da metodologia

74
74
75
75
76
76

2.1
2.2
2.3
2.4
2.5
2.5.1
2.5.2

ONS RE 3/158/2010 Plano Anual de Prevenção de Cheias - Ciclo 2010/2011

6
10
10
10
12

13
13
13
18
21
22
23
28
50
52
54

69
69
70

3 / 150

4 7.Ciclo 2010/2011 4 / 150 .1 6.6 7.2 9 9. Sudeste/Centro-Oeste.2 9.5 8.5.6.1 8.4 6.6 Bacia do rio Jequitinhonha Localização e principais características da bacia Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia Restrições hidráulicas existentes na bacia Série de vazões naturais médias diárias Aplicação da metodologia Alternativas de volumes de espera 79 79 80 80 80 80 81 7 7.3 7.1 8.1 8.6.6 Alternativas de volumes de espera 76 6 6. Norte e Nordeste Premissas Resultados Considerações finais 95 96 98 100 100 103 10 Conclusões e recomendações Referências bibliográficas 104 106 Anexo I Metodologias para a prevenção de cheias 109 ONS RE 3/158/2010 Plano Anual de Prevenção de Cheias .6 8.7 Bacia do rio Iguaçu Localização e principais características da bacia Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia Restrições hidráulicas existentes na bacia Séries de vazões naturais médias diárias Aplicação da metodologia Tendências de padrões climáticos Considerações adicionais dos estudos Alternativas de volumes de espera 82 82 83 85 86 86 87 89 90 8 8.2 6.1 7.1 7.1 Bacia do rio Jacuí Localização e principais características da bacia Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia Aproveitamentos utilizados no controle de cheias Restrições hidráulicas existentes na bacia Séries de vazões naturais médias diárias Aplicação da metodologia Tendências de padrões climáticos Alternativas de volumes de espera Caso 1: Restrição de 1.4 8.5 6.400m³/s a jusante da usina Passo Real 92 92 93 93 94 94 94 94 95 8.2 8.2.5.3 Avaliação dos impactos energéticos decorrentes da alocação de volumes de espera para a prevenção de cheias nos subsistemas Sul.1 9.5 7.5.2 7.3 8.3 6.450m³/s a jusante da usina Dona Francisca Caso 2: Restrição de 2.

quadros e tabelas 145 ONS RE 3/158/2010 Plano Anual de Prevenção de Cheias .Ciclo 2010/2011 5 / 150 .Anexo II Volumes de Espera – Ciclo 2010/2011 126 Lista de figuras.

ONS RE 3/158/2010 Plano Anual de Prevenção de Cheias .1 Introdução O Plano Anual de Prevenção de Cheias é um instrumento de planejamento da operação hidráulica dos aproveitamentos hidrelétricos integrantes do Sistema Interligado Nacional – SIN . e • sistema de reservatórios da bacia do rio Jacuí – novembro/outubro. o período de controle de cheias é de maio a outubro.Ciclo 2010/2011 6 / 150 .que estão sujeitos a restrições operativas hidráulicas de vazões ou de níveis máximos para a proteção contra inundações de locais situados a jusante ou a montante. • sistema de reservatórios Camargos-Funil – novembro/abril. O controle de cheias na bacia do rio Jacuí. • sistema de reservatórios da bacia do rio Paranapanema até Chavantes (Jurumirim e Chavantes) – maio/outubro. Nordeste e Norte do Brasil o período de controle de cheias varia entre os meses de outubro ou novembro e abril ou maio. De forma geral. • sistemas de reservatórios da bacia do rio Paraíba do Sul – novembro/abril. e de maio a outubro para o controle de cheias da própria bacia do rio Paranapanema. durante todo o ano. denominado de período de controle de cheias. é realizado durante o ano todo. • sistema de reservatórios da bacia do rio Parnaíba – outubro/maio. localizada na região Sul. bem como seus períodos de controle de cheias são os seguintes: • sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José novembro/abril. por não se observar nenhuma sazonalidade marcante. de novembro a abril. Tendo em vista a integração de conjuntos de aproveitamentos para a operação de controle de cheias no âmbito das bacias hidrográficas. • sistema de reservatórios Caconde-Limoeiro – novembro/abril. localizada na região Sul. • sistema de reservatórios da bacia do rio Iguaçu – maio/outubro. é diferenciado para cada sistema de reservatórios. Os sistemas de reservatórios para controle de cheias tratados neste plano. • sistema de reservatório de Barra Bonita (bacia do rio Tietê): novembro/junho. uma vez que. cujos volumes alocados são superiores aos necessários para o controle de cheias do próprio Paranapanema. de novembro a outubro. as unidades de planejamento adotadas no plano são os sistemas de reservatórios para controle de cheias. em função do regime hidrológico das bacias hidrográficas nas quais estão inseridos. • sistemas de reservatórios da bacia do rio São Francisco – outubro/maio. o seu período de controle de cheias é o ano todo. Na bacia do rio Paranapanema. para as bacias localizadas nas regiões Sudeste. e uma outra permanente. Esta bacia apresenta duas restrições distintas. entre os meses de novembro e abril. O período de vigência deste plano. que se localiza numa área de transição entre os regimes hidrológicos das regiões Sul e Sudeste. sendo uma com vigência sazonal. • sistema de reservatórios da bacia do rio Jequitinhonha – outubro/maio. Na bacia do rio Iguaçu. aloca-se volumes de espera para o controle de cheias na bacia do rio Paraná até Porto São José.

De acordo com estes procedimentos. 2009). todas as demais bacias consideram a metodologia desenvolvida pelo CEPEL para cálculo de volumes de espera. neste ciclo de controle de cheias foram alterados o índice que mensura este fenômeno e o critério de classificação.3 do Módulo 9 (ONS. os quais tiveram sua autorização de utilização definitiva através da resolução normativa nº 372 da ANEEL. Esta alteração será detalhada nos itens de tendências de padrões climáticos das bacias onde esta metodologia é aplicada. Com exceção da bacia do rio Paraíba do Sul. de 28 de julho de 2009 (ANEEL. o plano é realizado de forma conjunta entre o ONS e os Agentes de Geração responsáveis pelos aproveitamentos envolvidos.As restrições operativas hidráulicas para o controle de cheias nos aproveitamentos hidrelétricos do SIN são apresentadas no Quadro 1. referente aos procedimentos de Recursos Hídricos e Meteorologia. Esta metodologia foi aprimorada no ciclo 2006-2007 com a inclusão de opção de limitação de volume máximo por reservatório e/ou sistema de reservatórios a ser considerado no cálculo de volumes de espera (ANEXO I). ONS RE 3/158/2010 Plano Anual de Prevenção de Cheias . Com o objetivo de aprimorar a classificação das estações chuvosas a partir da consideração do fenômeno ENSO – El Niño South Oscillation. A elaboração do Plano Anual de Prevenção de Cheias é regulamentada pelos Procedimentos de Rede do ONS através do Submódulo 9. 2009).Ciclo 2010/2011 7 / 150 .

520 592 16.de Moraes Igarapava Volta Grande Porto Colômbia Marimbondo Caconde Armando de Salles Oliveira (Limoeiro) Theodomiro Carneiro Santiago (Emborcação) Miranda Itumbiara São Simão Barra Bonita Engº.400 4.Bon.Rib.000 6 62 13 3 - 126 366 - 1. Souza Dias (Jupiá) us.200 - 5.130 (2) 16.278 04/02/83 675 2. de acesso cid.112 05/01/97 1.000/h - 1.270 24.864 2.032 7.300 4./naveg Paraná áreas ribeirinhas Paranapanema Paraná Paraíba do Sul Usina Camarg/Itutinga Funil Furnas M.530 2.552 78 157 2.000 7.481 9.73 - 3.Vermelho áreas rib/balsa casa de força rodovia áreas ribeirinhas ponte rodoviária ponte/usina cid.342 30.000 10 5 7 5 43 66 40 100 6 250 6 6.984 150/d 2.600 7.080 1.440 50.731 26/01/92 923 7. Barra Mansa Santa Branca Funil Funil Funil Tipo IJ IJ IJ IJ IJ IJ IJ M/IJ IJ IJ Empresa CEMIG CEMIG FURNAS FURNAS CEMIG CEMIG FURNAS FURNAS AES Tietê AES Tietê IJ CEMIG IJ IJ IJ IJ J CEMIG FURNAS CEMIG AES Tietê CESP IJ DUKE IJ J DUKE Posto Fluv.720 1.752 20/02/80 972 8.Quadro 1 Restrições operativas consideradas para controle de cheias e dados de usinas Dados observados Bacia Grande Local da restrição estr.Pardo UHE Itaipava Paranaíba acesso à usina Tietê ponte a jusante cidade Itumbiara ponte a jusante cid.S.100 4.000 1.500/d (1) 3.577 2. LIGHT FURNAS FURNAS FURNAS J M/IJ J J ONS RE 3/176/2008 Plano Anual de Prevenção de Cheias Restrições de nível Restrições de vazões 236 585 1.000 11 61 67 - 348 3.500 08/02/83 6.700 16.410 19/02/59 25/03/73 13/03/47 15/03/47 Turbin Cap max Taxa de nominal vertedor variação total max.572 - 1.000/d 1.000 16.500 5.000 10.393 07/06/83 340 2.Paranapanema Armando pontes/usina Avellanal Laydner (Jurumirim) Chavantes áreas ribeirinhas Porto São José cidade Jacareí adotada na usina cidade Resende cid.295 1.321 8.B.100 4.497 27/01/92 1.048 24/01/97 8.481 - 100/h - 340 700 850 800 4 3 - 14 16 - <2 <2 2 - 466.000 3 32 4 - 2.600 1.458 13.500/d 2.max (m³/s/tpo) (m³/s) (m³/s) Vazão (m³/s) Vazã o/ MLT Vazão / cap verted or (%) Níveis máximos de montante (m) - - 8 / 150 .951 14/02/83 2.870 05/02/83 435 4.000 600 550 8 48 Freq vazão natural TR (anos) <2 4 4 4 4 5 4 11 6 31 42 32 39 44 34 38 18 7 9 3 3 11 - 445.000 2. da usina Vazão (m³/s) Data 131 1253 26/01/92 304 3.096 7.000 24.70 - MLT (m³/s) Afluência máxima Dados hidr.252 - 2.189 1.700 42.917 30/01/92 1.367 30/01/92 1.515 1.070 13.799 29/01/92 1.000 13/02/83 640 3.368 07/02/83 54 564 25/12/66 89 757 01/01/46 463 222 Ciclo 2010/2011 80 231 - 625 873 1.000 23.200 5 47 10 - 340 5.162 7.000 8.100 12.858 2.000 4.798 28/01/92 1.400 14.000/d 2.J.842 10.

U. da usina Turbin Cap max Taxa de nominal vertedor variação total max.959 22.948 15/01/02 4. ONS RE 3/176/2008 Plano Anual de Prevenção de Cheias Ciclo 2010/2011 9 / 150 .392 220 352 1.525 09/03/79 18.830 7. Na cidade de Belém do São Francisco.Petr.909 3. Francisca Tipo J IJ IJ M IJ J IJ J IJ J IJ IJ J J J M IJ IJ IJ Empresa FURNAS LIGHT LIGHT LIGHT CEMIG CEMIG CEMIG CEMIG CHESF CHESF CHESF CHESF CHESF CHESF CEMIG COPEL Tractebel CEEE CEEE MLT (m³/s) 299 20 581 682 53 2.000 2.582 5.300 28. caso esta seja distante da usina indica a razão entre a restrição e a MLT indica a abertura máxima.000 170 250 8.160 9.851 11/03/79 2.00 175 9 variável - Legenda: TIPO IJ J M DADOS OBSERVADOS AFLUÊNCIA MÁXIMA VAZÃO/MLT VAZÃO CAP.VAZÃO NATURAL indica o tempo de recorrência da vazão de restrição.000 m³/s é igual a 10% da vazão defluente anterior.767 2.758 8.000 12.200 592 291 1. V.000 8.700 1. Barra Piraí ferrovia adotada na usina cidade Pirapora adotada na usina cidade de Unaí cid.000 m³/s/dia.000 2. em condições naturais.258 24/12/45 09/07/83 09/07/83 30/05/92 30/05/92 Dados hidr. a freqüência com que a restrição seria rompida caso não houvesse os reservatórios na bacia Para defluências acima de 1. isto é.183 7.872 594 Data 14/03/47 15/03/47 24/01/92 01/02/24 12/02/83 13/02/83 09/02/92 18. Murta cid.VERTEDOR (1) (2) (3) (4) restrição imediatamente a jusante da usina restrição distante da usina com influência de vazão na área intermediária restrição a montante da usina MLT vazão média de longo termo na usina ou seção da restrição (período 1931-2003) máxima afluência observada na usina ou vazão máxima na seção de restrição.500 4.000/d 1.max (m³/s/tpo) (m³/s) (m³/s) 0 0 636 900 64 4.000/d 1.000 10.000 1.504 12/03/79 18.488 1.Dados observados Bacia São Francisco Parnaíba Jequitinhonha Iguaçu Jacuí Local da restrição cid.850 14.500 35.290 2.185 376 4.600 2.100 19.400 (4) 1. que os vertedores podem ser abertos sem causar rompimento da restrição FREQ.000/d 500/d 600/4h 150/h Vazão (m³/s) 880 10 2.400 3.370 2.245 5.532 7. Para defluências acima de 9. exceto em situação de emergência./Juazeiro áreas urbanas áreas urbanas adotada na usina cidade Floriano cidade Teresina Cidade Cel.830 16.710 1.368 Restrições de nível Restrições de vazões 500/d 150/d 1.000 m³/s é igual a 10% da vazão defluente anterior.030 27.450 Vazã o/ MLT 4 1 4 5 3 3 3 3 4 14 19 11 5 Vazão / cap verted or (%) 64 1 29 9 36 23 29 13 68 31 10 Freq vazão natural TR (anos) 2 <2 <2 3 <2 5 3 3 2 2 Níveis máximos de montante (m) 140. limitada a 2.683 2. em % da capacidade. Barra Piraí cid.60 (3) 304.820 2.Vitória casa força/usina substação usina arrozais Usina Funil Santa Cecília Santana Ilha dosPombos Três Marias Três Marias Queimado Queimado Sobradinho Itaparica Moxotó/PA IV Boa Esperança Boa Esperança Boa Esperança Irapé Foz do Areia Salto Santiago Jacuí D. Restrição sazonal: de novembro a abril. Redonda cid.786 453 150 726 1006 209 322 Afluência máxima Vazão (m³/s) 1.

A partir de 1979. com o objetivo de estudar e propor uma metodologia aplicável à operação de controle de cheias do sistema de reservatórios da bacia do rio Grande.Grupo ELETROBRÁS) nos trabalhos e pesquisas na área de controle de cheias. Paranaíba. a partir daquele ano. Dessa forma. em 1977. o GTEH. as quais provocaram diversos danos. em 1999 extinguiu-se o GCOI e suas atribuições foram absorvidas pelo ONS. Ao longo dos anos. contribuíram as grandes enchentes verificadas na bacia do rio Grande em fevereiro daquele ano. depois denominado GTHO (Grupo de Trabalho de Hidrologia Operacional). no âmbito do Subcomitê de Estudos Energéticos . ampliou os estudos de controle de cheias e implementou o acompanhamento e a coordenação da operação de sistemas de reservatórios situados nas bacias dos rios Grande.SCEN do GCOI. sendo então dissolvida a CECCA e criado o Grupo de Trabalho de Estudos Hidrológicos .GTEH. a metodologia adotada foi estendida para os rios Paranaíba e Paraná. em sua maioria. os quais apresentavam a característica comum de possuírem aproveitamentos hidrelétricos pertencentes a diferentes empresas. com a participação dos Agentes de Geração com aproveitamentos nos sistemas de reservatórios considerados. São Francisco.1. ou de menor período ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 10 / 150 . o GCOI (Grupo Coordenador para Operação Interligada) constituiu a CECCA (Comissão de Estudos para Controle de Cheias e Armazenamento). 1. Paraíba do Sul e Iguaçu. o rio Pardo. Paraná. foi constatado que o suporte técnico-hidrológico do GCOI deveria ser mais amplo e de caráter permanente. A implantação desses grandes reservatórios propiciou uma considerável regularização das cheias fazendo com que as de menor porte. No ano de 1979.1. após a criação do GTEH. iniciado a partir da segunda metade da década de 90.1 Breve histórico A partir de 1977 a área de planejamento da operação dos sistemas elétricos interligados brasileiros começou a contemplar sistematicamente o controle de cheias. tem início também a participação do CEPEL (Centro de Pesquisas de Energia Elétrica . em bacias hidrográficas que após a construção desses adquiriram um acentuado grau de ocupação socioeconômica. localizadas em um dos seus afluentes.2 Caracterização do problema Os reservatórios do parque de aproveitamentos hidrelétricos do SIN estão distribuídos por extensas regiões geográficas e foram implantados. os estudos de prevenção de cheias e a coordenação da operação de controle de cheias passaram a ser atribuições do ONS.1. Desta forma. incluindo o rompimento das barragens de Euclides da Cunha e Armando de Salles Oliveira (Limoeiro). Com o processo de reestruturação do setor elétrico brasileiro. Para tal. No ano seguinte.1 Prevenção e controle de cheias no âmbito do SIN 1.

optou-se por uma decisão baseada na escolha de uma alternativa que não acarrete apreciável aumento do custo total de operação do SIN. Devido à concepção inicial desses reservatórios. fossem amortecidas. que correspondem à grandeza estatística que estima a probabilidade da ocorrência de uma determinada cheia no intervalo de tempo de um ano da qual se quer proteger o ponto de controle. denominados pontos de controle. Como o levantamento de tais benefícios é de difícil consecução. o planejamento da operação deve procurar minimizar este conflito. conduz a um aumento do risco de que os mesmos não sejam totalmente recuperados até o final da estação chuvosa. Em conseqüência deste fato. por conseqüência. como obras civis. Assim. A manutenção de volumes de espera sazonais nos reservatórios.de recorrência. com um risco prefixado. a otimização da relação entre o custo total de operação e os benefícios socioeconômicos promovidos pelo controle de cheias. agricultura e urbanização. além dos aspectos hidrológicos. através de uma alocação criteriosa de espaços vazios nos reservatórios para o controle de cheias. a contribuição dada pelo Setor Elétrico para o controle de cheias tem uma característica conjuntural. O estabelecimento dos valores ótimos dos volumes de espera a serem alocados nos aproveitamentos deveria levar em consideração. Estes volumes têm o objetivo de proteção de restrições operativas hidráulicas de vazões ou de níveis máximos a jusante. Para efetuar o controle de cheias. que vieram a se refletir na forma de operar estes reservatórios. ou "rebaixamento de nível" para não agravar restrições de vazões ou níveis máximos a montante. Portanto. Estes estudos são realizados anualmente. deu origem a restrições operativas hidráulicas para o escoamento dos rios. denominados "volumes de espera". capazes de absorver parcelas das afluências. Isto traz como implicação uma redução nas disponibilidades energéticas que. em vários casos. Tendo em vista que a maioria dos aproveitamentos hidrelétricos não foi projetada para a utilização no controle de cheias. para evitar. qual seja. bem como o rebaixamento de nível. não causando impacto a jusante destes reservatórios. a utilização dos reservatórios para a geração de energia e controle de cheias simultaneamente. podem causar impactos nos custos de operação. que fossem causados danos a jusante nos locais sujeitos a inundações. tornou-se evidente a existência de um conflito. A utilização destas áreas para fins diversos. Os riscos adotados foram traduzidos a partir do estabelecimento dos tempos de recorrência. embora ainda sujeitas a um determinado risco. o de controle de cheias. abrangendo os reservatórios de aproveitamentos hidrelétricos de usinas despachadas centralizadamente pelo ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 11 / 150 . ao objetivo inicial de geração de energia dos aproveitamentos hidrelétricos do sistema brasileiro veio se somar. para efeito de remanso dos reservatórios. o Setor Elétrico passou então a prever a disponibilidade de volumes vazios nos reservatórios. áreas que eram freqüentemente inundadas passaram a ser protegidas e utilizáveis.

devido as usinas de Paraibuna e Jaguari serem dotadas de vertedores de lâmina livre e à utilização da metodologia da curva volume-duração. Parnaíba. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 12 / 150 . Tietê e Paranapanema – e das bacias dos rios São Francisco. Os estudos das bacias dos rios Iguaçu e Jacuí (Capítulos 7 e 8) foram revistos em função da atualização das séries de vazões naturais desta bacia até o ano de 2008. alteração de tempos de recorrência associados à proteção dos pontos de controle. 1. tendo em vista a definição de volumes de espera a serem alocados no reservatório de Irapé para a proteção da cidade de Coronel Murta. Desde o ciclo 2006-2007 está sendo considerado um estudo de alocação de volumes de espera para a bacia do rio Jequitinhonha. tais como: mudança nas configurações dos sistemas de reservatórios. Nos sistemas de reservatórios da bacia do rio São Francisco e da bacia do rio Parnaíba (Capítulos 4 e 5) foram revistos os estudos considerando a atualização das séries até 2010 (maio). Para a bacia do rio Paraná (Capítulo 2) foi incluído o ano de série histórica de 2008. Na bacia do rio Paraíba do Sul (Capítulo 3). foi realizada a revisão dos volumes de espera em função da diferença dos níveis de partida previstos para o início desta estação chuvosa com os considerados no último estudo. No Capítulo 9 é apresentada a avaliação dos impactos energéticos das alternativas de volumes de espera consideradas neste estudo. Iguaçu e Jacuí é a principal motivação para a revisão dos estudos destas bacias. atualização de séries de vazões e aprimoramento metodológico. Jequitinhonha.2 Objetivos do trabalho Este trabalho tem por objetivo apresentar os resultados dos estudos efetuados para o ciclo de planejamento 2010/2011.SIN. alteração de restrições operativas hidráulicas de vazões máximas ou níveis máximos.ONS que estejam sujeitos às restrições operativas hidráulicas de vazões máximas ou níveis máximos. A revisão anual dos estudos de prevenção de cheias contempla as modificações nos elementos que definem a obtenção dos volumes de espera. Cada alternativa foi obtida em função da freqüência da cheia a ser controlada.envolvendo as sub-bacias dos rios Paranaíba. Este estudo foi feito considerando uma série histórica de vazões de 1945 a 2010 (Capítulo 6). indicada em termos de tempo de recorrência dos diferentes cenários hidrológicos associados aos padrões de tendências climáticas. Nos Capítulos 2 a 8 são apresentados os estudos realizados para cada bacia hidrográfica e as alternativas de alocação de volumes de espera para os sistemas de reservatórios de aproveitamentos integrantes do SIN. A atualização das séries de vazões naturais para a bacia do rio Paraná . quanto ao aspecto da prevenção de cheias nos aproveitamentos do Sistema Interligado Nacional . Grande.

São Simão. de restrições associadas a outras usinas a jusante. Marimbondo. Mascarenhas de Moraes. os rios Paranaíba.1 Localização e principais características da bacia A bacia do rio Paraná até Porto São José (posto fluviométrico situado no rio Paraná. é a mais importante da região Sudeste do Brasil. Chavantes e Capivara formam um sistema de reservatórios para a operação de controle de cheias. As principais características desses aproveitamentos estão apresentadas no Quadro 2. Armando Avellanal Laydner (Jurumirim).2 Bacia do rio Paraná até o posto fluviométrico Porto São José 2. Sua área até Porto São José é de 673. b) Sistema de Reservatórios da Bacia do rio Paranapanema até Chavantes durante o período de maio a outubro ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 13 / 150 . Nova Ponte. em particular áreas do Distrito Federal e dos estados de Goiás. Jurumirim. Araguari.000 km² e drena partes das regiões Centro-Oeste e Sudeste do Brasil. Barra Bonita. para fins da operação de controle de cheias. Água Vermelha. Nova Ponte. Este sistema. pois está localizada num eixo de grande desenvolvimento do país. Furnas. Corumbá. Ilha Solteira/Três Irmãos. Formam o sistema de reservatórios para controle de cheias desta bacia os seguintes reservatórios: Camargos. Minas Gerais e São Paulo. Marimbondo. Itumbiara. 2. Chavantes e Escola de Engenharia Mackenzie (Capivara). pouco a jusante da foz do rio Paranapanema). Pardo. a saber: a) Sistema de Reservatórios da Bacia do rio Paraná até Porto São José Furnas. A Figura 1 apresenta a localização dos aproveitamentos hidrelétricos situados nesta bacia. Caconde. José Ermínio de Moraes (Água Vermelha). Promissão e Ilha Solteira/Três Irmãos. Mascarenhas de Moraes. Barra Bonita. Seu período de controle de cheias abrange os meses de novembro a abril. Itumbiara. Mário Lopez Leão (Promissão). São Simão.2 Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia Seu sistema de aproveitamentos hidrelétricos abrange além do trecho do rio Paraná. Grande. visando não só a proteção de suas próprias restrições. Mato Grosso do Sul. Tietê e Paranapanema. Theodomiro Carneiro Santiago (Emborcação). assim como das restrições a jusante de Porto São José. A Figura 2 mostra um diagrama esquemático do sistema de reservatórios desta bacia. foi subdividido em quatro outros sistemas. Emborcação.

Estudo complementar. c) Sistema de Reservatório de Barra Bonita O aproveitamento hidrelétrico de Barra Bonita. onde se considerou a série histórica de vazões incrementais médias diárias de Barra Bonita além do mês de abril. formam um sistema de reservatórios para a operação de controle de cheias. localizado na bacia do rio Tietê. em razão da inexistência de uma sazonalidade bem definida das vazões. no rio Paranapanema.Jurumirim e Chavantes. e) Sistema de Reservatórios Caconde-Limoeiro Caconde. visando apenas a proteção das restrições operativas hidráulicas localizadas na própria bacia. seu período de controle de cheias abrange os meses de novembro a junho. no rio Grande. d) Sistema de Reservatórios Camargos-Funil Camargos. visando a proteção do ponto de controle a jusante (cidade de São José do rio Pardo) e do ponto de controle localizado a jusante de Armando de Salles Oliveira – Limoeiro . ora estão sob o regime de chuvas da região Sul. indicou a necessidade de extensão do período de alocação de volumes de espera. forma um sistema de reservatório para a operação de controle de cheias. Desta forma. visando a proteção do ponto de controle a jusante (estrada de acesso às usinas de Camargos/Itutinga) e o ponto de controle localizado a 7 Km a jusante do reservatório de Funil e a 70 Km de Camargos (cidade de Ribeirão Vermelho). Seu período de controle de cheias abrange todo o ano hidrológico. forma um sistema de reservatórios para a operação de controle de cheias que visa à proteção de sua própria restrição operativa hidráulica. Seu período de controle de cheias abrange os meses de novembro a abril. forma um sistema de reservatório para a operação de controle de cheias. Seu período de controle de cheias abrange os meses de novembro a abril. que ora sofrem influência do regime de chuvas predominante da região Sudeste. no rio Pardo. no período de novembro a abril os reservatórios de Jurumirim e Chavantes estarão protegendo de forma integrada as restrições operativas hidráulicas locais e a restrição operativa hidráulica em Porto São José e de maio a outubro estarão protegendo apenas as restrições operativas hidráulicas do sistema de reservatórios da bacia do rio Paranapanema.e a 70 Km da usina Caconde (Usina Hidrelétrica de Itaipava). Desta forma. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 14 / 150 .

Figura 1 Localização dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Paraná ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 15 / 150 .

471 0.454 708 99.302 0.218 560 171.165 98 - 1.279 0.DOURADA SÃO SIMÃO BARRA BONITA ÁLVARO DE SOUZA LIMA (BARIRI) IBITINGA MÁRIO LOPEZ LEÃO (PROMISSÃO) RUI BARBOSA (N.427 0.MORAES GRANDE 999 59.488 NAmax= 445.252 0.000 923 15.025 786 94.483 3.197 5.000 180 1. (km³) 6.871 63.000 (6) - - PARANAPANEMA 548 17.000 2.000 - PARANAPANEMA 411 38.100 1312 4.923 (3) 0.691 77.104 - CEMIG CEMIG CEMIG FURNAS LUIZ CARLOS BARRETO (ESTREITO) JAGUARA IGARAPAVA V.40 NAmin= 325.515 5.0164 32 GRANDE 644 118.672 6.124 FURNAS M.124 0.797 0.056 132 - - TIETÊ 512.5 58.D.000 GRANDE 464 139.169 1.336 27.007 52.GRANDE P.029 74 - - ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 16 / 150 .217 RESTRIÇÕES POT.404 1.200 PARANAPANEMA PARANAPANEMA PARANAPANEMA 530 464 437 18.000 7.192 - 5.380 848 18.480 10. (km²) V.000 NAmin= 478 4.0047 108 PARDO 980 4.000 Max=600 Min=32 - 691 36.418 8.294(5) 1.127 264 - - TIETÊ 450 62.708 TIETÊ CESP CESP - PARANÁ 60 571.710 140 - 7.106 (3) 2. OPERATIVAS INST.400 663.AVANHANDAVA) ARAGUARÍ ARAGUARI CORUMBÁ PARANAÍBA PARANAÍBA PARANAÍBA TIETÊ 0.146 -1 (2) 27.693 67.268 0.855 4.540 NAmin= 325.090 0.060 144 - - 620 44.392 0.Quadro 2 Principais características dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná até Porto São José CEMIG CEMIG CEMIG FURNAS CAMARGOS ITUTINGA FUNIL FURNAS GRANDE GRANDE GRANDE GRANDE DIST.234 424 210 380 328 - AES Tietê CACONDE PARDO 1.252 PARANÁ 280 476.931 4.GRANDE) PARANÁ 334 377.221 (3) 3.500 5.260 1.73 8.50(1) GRANDE 974 61.U. ATÉ PORTO S.VERMELHA) THEODOMIRO CARNEIRO SANTIAGO (EMBORCAÇÃO) NOVA PONTE MIRANDA CORUMBÁ I ITUMBIARA C.396 - - PARANAÍBA 951 29.728 12.604 1.770 0.730 2.394 1.COLÔMBIA GRANDE GRANDE GRANDE GRANDE 954 906 824 754 61.178 1.048 2. (MW) MONT(m) JUS(m³/s) 46 1.000 52 1.540 731 33.504 80 AES Tietê E.041 0 80 414 44 - 2.448 808 CESP ILHA SOLTEIRA ILHA SOLTEIRA/ TRÊS IRMÃOS (4) ENGº.035 0.775 0. JOSÉ (km) 1.163 1.891 3.00 - - 16.444 PARANÁ/TIETÊ 334 448.CUNHA ARMANDO DE SALLES OLIVEIRA (LIMOEIRO) PARDO 1.000 16.719 0.437 5.000 FURNAS AES Tietê FURNAS AES Tietê CEMIG CEMIG CEMIG FURNAS FURNAS CDSA CEMIG AES Tietê AES Tietê AES Tietê AES Tietê AES Tietê MARIMBONDO JOSÉ ERMÍRIO DE MORAES (A.727 (3) 0.050 13. SOUZA DIAS (JUPIÁ) ENGº SÉRGIO MOTTA (PORTO PRIMAVERA) ARMANDO AVELLANAL LAYDNER (JURUMIRIM) PIRAJU CHAVANTES OURINHOS LUCAS NOGUEIRA GARCEZ (S.138 17.588 0.567 510 408 375 2.309 1.004 4.007 15.380 347 - - TIETÊ TIETÊ 330 71.056 1.769 27942 0 3.474 5.551 CESP DUKE ENERGY CBA DUKE ENERGY CBA DUKE ENERGY Max=550 Min=19 (3) TRÊS IRMÃOS CESP 4.156 (3) 2.500 EMPRESA APROVEITAMENTO RIO A.280 658 1.

ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 17 / 150 .531 41.540 MW.725 619 - - PARANAPANEMA 153 88.00 e 328. totalizando 1.707 0.028 (1) para fins de alocação de volumes de espera o NAmin é de 664. (MW) MONT(m) JUS(m³/s) 72 81 - PARANAPANEMA PARANAPANEMA DIST.715 5.U. (3) considerando 5. pode-se considerar Ilha Solteira e Três Irmãos como um único reservatório.276 0.000 RIO PARANAPANEMA PARANÁ A.000 0. sendo o volume útil obtido pelo somatório dos volumes entre as cotas 323. JOSÉ (km) 375 341 PARANAPANEMA 233 84.138 526 - - 38 100.00 de cada reservatório.799 0 673. APROVEITAMENTO CANOAS II CANOAS I ESCOLA DE ENGENHARIA MACKENZIE (CAPIVARA) ESCOLA POLITÉCNICA (TAQUARUÇU) ROSANA PORTO SÃO JOSÉ RESTRIÇÕES POT.EMPRESA DUKE ENERGY DUKE ENERGY DUKE ENERGY DUKE ENERGY DUKE ENERGY POSTO FLUV. (5) P. ATÉ PORTO S. (km²) V.00m.023 0. (km³) 39. Primavera está operando na cota mínima 257.01m. sendo o seu volume útil atual igual a zero. (4) com a interligação através do canal Pereira Barreto.810 km² de área em Pirapora. (6) Atualmente em operação 14 máquinas de 110 MW.408 - 353 - - 24.D. OPERATIVAS INST. (2) o valor "-1" indica falta de informação disponível.

Figura 2 Diagrama esquemático do sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Paraná até Porto São José.3 Restrições operativas hidráulicas existentes na bacia do Paraná A bacia do rio Paraná possui diferentes tipos de restrições operativas hidráulicas em pontos de controle a serem protegidas com medidas preventivas de controle de cheias. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 18 / 150 . A seguir. destacamos algumas das restrições existentes na bacia do rio Paraná. Tais restrições estão descritas no FAX “Restrições Hidráulicas para Controle de Cheias – Ciclo 2008/2009” – FAX ONS 173/300/2008 e complementadas com as restrições contidas no documento “Inventário das Restrições Operativas Hidráulicas dos Aproveitamentos Hidrelétricos – Revisão-3 de 2008” – RE 3/201/2008. 16000 1200 1200 1200 2.

embora com restrições decorrentes de diferentes causas. ranchos ribeirinhos e portos de areia. FURNAS declarou que para fins de alocação de volume de espera para controle de cheias. no trecho entre as cidades de Delta e Igarapava. Além disso. para o conjunto Camargos/Itutinga existem duas restrições de defluência máxima: 1. ranchos de pescadores e causa a erosão do acesso à ponte rodoviária da BR-153. o nível mínimo desse reservatório deverá ser de 664. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 19 / 150 . para o reservatório de Mascarenhas de Moraes.000 m3/s. ou seja. não pode defluir vazões superiores a 4.73 m (95% V. Vale ressaltar que.U.400 m³/s devido ao risco de inundação da sua Casa de Força.000 m3/s devido a um porto de balsas em São João Batista do Glória. devido ao represamento de ilhas flutuantes. evitando o acúmulo de plantas aquáticas. O reservatório de Camargos é o único com capacidade de controle de cheias. A usina de Mascarenhas de Moraes. 7 km a jusante do reservatório de Funil. sem capacidade de regularização para manutenção de tais restrições. A usina Igarapava possui uma restrição de 4. com o aumento da pressão sobre as colunas da ponte devido a velocidade da água. O último aproveitamento do rio Grande com restrições operativas é Marimbondo que possui uma restrição de nível máximo em 445. que atinge áreas urbanizadas da própria usina. e as sucessivas submersões e emersões da viga da ponte. Esta restrição visa manter o nível na ponte Gumercindo Penteado. Para jusante. Esta restrição poderá ser menos severa e a vazão máxima de restrição elevada até 6000 m³/s quando a operação deste reservatório for realizada de forma conjugada com a do reservatório da usina de Estreito.). da BR-364. por problema físico causado pelo posicionamento de seus vertedores. Marimbondo.40 m. da BR-364.000 m3/s para evitar a inundação de casas de campo ao longo do rio.01m (80% do volume útil) a fim de garantir uso consuntivo. Marimbondo possui uma descarga de restrição de 8. 50 cm abaixo do seu tabuleiro.100 m3/s na localidade de Ribeirão Vermelho.000 m3/s devido à estrada de acesso a estas usinas e de 1. na cota 446. A usina Volta Grande deve respeitar a vazão máxima de restrição de 5.000 m3/s para não causar problemas à estrutura da ponte Gumercindo Penteado. considerando o reservatório de Funil apenas como um ponto de controle. e o de jusante. portanto necessitam da operação combinada com os reservatórios de montante.500 m3/s em função de inundação do acesso principal à cidade de Delta e da antiga ponte da rodovia BR-050. A usina Porto Colômbia tem como limite a vazão máxima de restrição de 7. e as conseqüentes obstruções ao fluxo de água entre seus pilares e a montante da viga lateral. Furnas e Mascarenhas de Moraes.Iniciando pelo rio Grande. A jusante de Furnas existe uma restrição de vazão de 4. devido à influência do remanso desse reservatório no canal de fuga da usina Mascarenhas de Moraes. as quatro últimas usinas citadas e a usina de Jaguara são a fio d'água.

000 m³/s. localizada 13 km a jusante da barragem. A restrição de vazão máxima de 24. localizada cerca de 32 Km a jusante e também localizada à jusante da UHE Piraju (CBA). também. a UHE Engº Souza Dias (Jupiá) tem uma restrição de vazão máxima de 16. são considerados os seguintes níveis mínimos para os reservatórios de Barra Bonita e Promissão: 446. bastante severa.000 m3/s.000 m3/s máxima a partir da cheia de 1983. foi incorporada aos estudos após a cheia de 1997 e ratificada pela CESP e DUKE Energy após a realização do monitoramento da cheia de janeiro/fevereiro de 2005 nesta região para a proteção de ribeirinhos e comunidades a jusante. na proteção de comunidades ribeirinhas instaladas em Áreas de Preservação Ambiental. Cruz Geração de Energia S/A).000 m3/s para a proteção da ponte da rodovia BR-365 na fronteira dos estados de Minas Gerais e Goiás. foi levantada a possibilidade de se eliminar esta restrição.000 m3/s. Finalmente. a jusante da UHE Porto Primavera. pela CESP. e localizada a jusante da UHE OuONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 20 / 150 . Além disso. respectivamente. afluente da margem esquerda do rio Grande. o aproveitamento de Barra Bonita tem uma restrição. Na cheia ocorrida em janeiro/fevereiro de 2005 foi realizado um intenso monitoramento dessas áreas. para a bacia do rio Paranaíba.00 m. de 2. A usina de Itumbiara possui uma restrição de vazão máxima de 7. existem duas restrições de vazão máxima. Com o enchimento do reservatório da UHE Engº Sérgio Motta (Porto Primavera). Para a usina de Chavantes.50 m e 381. e a realocação de ilhéus e ribeirinhos. até o posto fluviométrico Porto São José. No rio Tietê. No rio Paranaíba. para não interromper o tráfego na ponte ferroviária Mello Peixoto existente a jusante. a restrição de vazão máxima adotada é de 2. visando evitar a inundação de áreas de benfeitorias da cidade de Itumbiara. a qual interrompe a navegação fluvial por impedimento do funcionamento da eclusa e causa danos à cidade de Barra Bonita. defluências superiores a 1. sendo uma de 600 m3/s em Caconde para a proteção de enchentes na cidade de São José do rio Pardo e outra de 550 m3/s a jusante de Limoeiro para evitar a inundação da UHE Itaipava. no rio Paraná. o aproveitamento de São Simão possui uma restrição de vazão máxima de 16. após a confluência com o rio Paranapanema. Este valor é adotado como restrição de vazão máxima neste aproveitamento. no município de Ourinhos. que se posicionou pela manutenção da restrição. o aproveitamento de Emborcação possui uma restrição de vazão máxima de 5.000 m³/s no posto fluviométrico Porto São José. considerada desde 1980. com o objetivo de se manter a operação da hidrovia Tietê-Paraná. No rio Paraná. para a proteção das comunidades a jusante.000 m3/s para evitar a inundação da estrada de acesso à própria usina.200 m3/s acarretam o início do galgamento e a conseqüente inundação da antiga usina UHE Paranapanema (Sta. auxiliando. a jusante. Para a usina Jurumirim.No rio Pardo. de recorrência estimada em torno de 250 anos. Vale ressaltar que tal restrição corresponde a uma vazão nunca observada.

Estas séries foram obtidas do Projeto de Revisão das Séries de Vazões Naturais (ONS.rinhos. MORAES JAGUARA VOLTA GRANDE P. O Quadro 1. exigindo a alocação de volumes de espera e outras medidas operativas para controlar a restrição de vazão máxima em 2.200 m3/s há possibilidade de danos à Ponte Pênsil Alves Lima (Chavantes-SP/Ribeirão Claro-PR) existente à jusante. adotou-se uma limitação de volume máximo nos reservatórios da bacia do rio Paranapanema. 2003).COLÔMBIA MARIMBONDO ÁGUA VERMELHA EMBORCAÇÃO NOVA PONTE CORUMBÁ ITUMBIARA SÃO SIMÃO ILHA SOLTEIRA TRÊS IRMÃOS BARRA BONITA PROMISSÃO JUPIÁ JURUMIRIM CHAVANTES CAPIVARA PORTO SÃO JOSÉ ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias POSTO 006 007 009 011 012 017 018 024 025 209 031 033 034 243 237 240 245 047 049 061 64575004 ciclo 2010/2011 PERÍODO UTILIZADO 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 21 / 150 . Também com vazão 2. mostra outros aspectos das restrições operativas consideradas nesta bacia e demais bacias hidrográficas dos sistemas interligados brasileiros. cujo tempo de recorrência é inferior a 10 anos. No Quadro 5 são apresentadas as séries utilizadas nos estudos dos sistemas de reservatórios Camargos-Funil e Caconde-Limoeiro. Também com vazão de 2. 2. Quadro 3 Séries de vazões naturais utilizadas APROVEITAMENTO/LOCAL FURNAS M. incompatíveis com a natureza da bacia. respectivamente nos Quadros 3 e 4.4 Séries de vazões naturais médias diárias As séries de vazões naturais totais e incrementais utilizadas para os estudos de prevenção de cheias da bacia do rio Paraná estão listadas. Além disso. com posterior tratamento efetuado para minimizar grandes oscilações diárias de vazões existentes.000 m3/s. As soluções de realocação da ponte e instalações do seu núcleo administrativo são de custo elevado.100 m3/s surgem problemas na bacia de dissipação da usina e inicia-se o alagamento do seu núcleo administrativo. apresentado no Capítulo 1. com o objetivo de se preservar o volume armazenado na usina Capivara.

Solteira (ISO) + T.5 PERÍODO UTILIZADO 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 PERÍODO UTILIZADO 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 Aplicação da metodologia Na primeira etapa de estudo.000 períodos chuvosos de vazões diárias através do modelo DIANA (CEPEL.Colômbia / V.Irmãos (TRI) / [SSI+AVE+PRO] Jupiá (JUP) / [ISO + TRI] Jurumirim (JUR) Chavantes (CHA) / Jurumirim Capivara (CAP) / Chavantes P.Grande Marimbondo / P. Bonita I. foi realizado um estudo adicional para o cálculo de volumes de espera. Para a determinação dos volumes de espera foi adotada a metodologia baseada no cálculo a partir de série de vazões sintéticas. através da metodologia CEPEL. a partir do histórico de vazões naturais incrementais médias diárias disponível na bacia para todos os locais de interesse. Emborcação (EMB) N.Ponte (NPO) Itumbiara/[EMB+NPO+COR] S. integrante da bacia do rio Paraná até Porto São José. Para Barra Bonita. Como na bacia do rio Paranapanema. de 1949 a 2008. o período de controle de cheias abrange o ano por inteiro. bacia do rio Tietê.Quadro 4 Séries de vazões naturais incrementais adotadas APROVEITAMENTO/LOCAL Furnas M. foram gerados 12. Moraes / Furnas Jaguara / M. um estudo complementar indicou a ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 22 / 150 .Moraes V. 1999).Colômbia Avermelha (AVE) / Marimb. Bonita Promissão (PRO) / B.Grande / Jaguara P. O período considerado como estação chuvosa nas séries desta bacia foi o período de novembro a abril.Simão (SSI) / Itumbiara B. descrita no Anexo I deste relatório.S.José / Capivara + Jupiá Quadro 5 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 1951-2008 Séries hidrológicas incrementais adotadas nos estudos dos sistemas APROVEITAMENTO/LOCAL Camargos Camargos / Funil Caconde Caconde / Limoeiro 2.

seus efeitos nas condições hidrológicas das regiões sob influência deste fenômeno só se manifestam após certo tempo.necessidade de extensão do período de alocação de volumes de espera de novembro a junho. Para incorporar a consideração das fases do fenômeno ENSO na caracterização dos cenários hidrológicos adotados no cálculo dos volumes de espera. e • Sistema de Reservatórios Caconde-Limoeiro. possibilitando a elaboração de estudos prévios.2. caracterizadas pela ocorrência de eventos do tipo El Niño nos meses antecedentes. para anos à frente.5. sistema de reservatórios Camargos-Funil e sistema de reservatórios Caconde-Limoeiro. Além de ser possível se prever atualmente com razoável precisão as oscilações do fenômeno ENSO com antecedência de até três meses. como o planejamento da operação de controle de cheias (CEPEL.5. • Sistema de Reservatórios Camargos-Funil. 2.1 Tendências de padrões climáticos O fenômeno ENSO – El Niño South Oscillation – e suas relações com a ocorrência de anomalias climáticas em diversas regiões do planeta (teleconexões) têm sido foco de investigações desde o início da década de 60. 1997). A forma de consideração de eventos do tipo ENSO no estudo está descrita no item 2.4 são apresentadas as aplicações da metodologia nos sistemas de reservatórios referidos acima.6.2. associados aos três eventos de fenômenos do tipo ENSO (Normal. no qual não foi considerada nenhuma das tendências. conforme descrição apresentada no item 2. foram classificadas as estações chuvosas do histórico de vazões em relação à ocorrência de eventos El Niño ou La Niña nos meses antecedentes. a série histórica foi agrupada em estações denominadas Úmidas.6. Na aplicação desta metodologia é incorporada a consideração de tendências de padrões climáticos para os seguintes sistemas de reservatórios: sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José. A bacia do rio Paraná. Seco e Úmido) e o cenário independente. foi dividida nos cinco seguintes trechos. para o cálculo dos volumes de espera. respectivamente. Estas tendências foram expressas pela consideração de três possibilidades de cenários hidrológicos de afluências. estações ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 23 / 150 . Nos sistemas de reservatórios da bacia do rio Paranapanema e para Barra Bonita – considerandose todo o período anual e até o mês de junho. por essas razões. a saber: • Sistema de Reservatórios da Bacia do rio Paraná até Porto São José. considerando-se todo o período anual. Nos itens 2. os quatro cenários hidrológicos foram integrados ao Cenário Independente. 2.3 e 2.1.6. • Sistema de Reservatórios da Bacia do rio Paranapanema até Chavantes. • Sistema do Reservatório de Barra Bonita. Deste modo. Para o cálculo dos volumes de espera foram considerados os cinco sistemas de reservatórios para a operação de controle de cheias.

que não foram antecedidas por eventos caracterizados como El Niño nem como La Niña. para anos úmidos. foram os seguintes: • junho – novembro. Abaixo é apresentada uma exemplificação numérica da aplicação deste critério: ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 24 / 150 . referente à diferença de pressão ao nível do mar entre Tahiti e Darwin. denominado I-SOMASE-S. Com vistas ao aprimoramento dos estudos. denominado SOMAT-U. desde que estes sejam inferiores a um determinado valor de referência. Vale ressaltar que o índice SOI é apenas um dos parâmetros utilizados na classificação do fenômeno ENSO. Os períodos de informações do SOI. e • julho – dezembro. Para a classificação da estação chuvosa serão considerados dois índices de análise: o SOMASE (soma se) e o SOMAT (soma total). A estação será classificada como SECA se pelo menos um destes índices for superior a um valor de referência total de estação seca. denominado ISOMASE-U. A não consideração deste período se justifica pela possível influência de fenômeno ENSO associado à estação chuvosa anterior sobre o mês de maio. ou superiores a um determinado valor de referência. em base mensal. foram apurados os índices SOI mensais de períodos antecedentes à estação chuvosa na região Sudeste. Esta classificação se baseou unicamente no índice SOI. o que poderia interferir de forma inapropriada na classificação da estação chuvosa do ano seguinte. a partir do ciclo 2009/2010. O índice SOMASE é um somatório de índices SOI Non Standard. Cabe destacar que a partir deste ciclo não será mais considerado para a bacia do rio Paraná até Porto São José o período SOI de Maio a Outubro. que leva em conta a temperatura superficial e subsuperficial do mar no Pacífico Equatorial e o fluxo atmosférico na região de atuação dos ventos alísios Para a definição da classificação das estações chuvosas para o Sistema de Reservatórios da Bacia do rio Paraná até Porto São José. por exemplo. passou a se utilizar o índice SOI Non Standard. para anos secos. a estação chuvosa será classificada como ÙMIDA se pelo menos um destes índices for inferior a um determinado valor de referência total de estação úmida. denominado SOMAT-S. Após a obtenção dos índices SOMASE para os dois períodos analisados (junho – novembro e julho – dezembro). a classificação baseada somente nesse índice pode levar a uma classificação diferente de outras que utilizam mais parâmetros como. a classificação considerada como oficial pelos centros de pesquisa de todo o mundo.Secas caracterizadas pela ocorrência de eventos do tipo La Niña nos meses antecedentes e estações Normais. Essa alteração busca a adoção do índice com toda a sua amplitude de variação e tem como objetivo aprimorar a classificação dos anos hidrológicos. Caso uma estação chuvosa não seja classificada como ÚMIDA ou SECA. a estação será classificada como NORMAL. Em alguns casos. adotados. por exclusão.

2 -2.3 -2.3 13.9 0. consideraram-se as cheias históricas verificadas.8 1.8 0 -0.1 -1.1 -3.8 SOMAT-S = +8.9 1 0.7 -0.7 1952 -2 1953 0.Índices históricos SOI Non Standard Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set 1951 2.1 -0.5 2. a partir dos volumes excedentes em relação às restrições de vazão máxima.0 A aplicação dos critérios acima apresentados para o sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José.3 0. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 25 / 150 .0 SOMAT-U = -8.6 0 0 ---------- ---------- 0 1. com o objetivo de se classificar as estações chuvosas com vazões acima da média.5 -0.5 -2.6 -0.6 0.4 2.1 ---- ANÁLISE SECO I-SOMASE-S= SOMAT-S= 1 10 Classificação SOMASE-U Classificação Final Jun-Nov Jul-Dez Jun-Nov Jul-Dez Úmido 0 0 ------- 0 -2.7 -0. Deve-se ressaltar que a série histórica de vazões naturais foi classificada a partir do ano de 1951 devido à falta de informações do índice SOI Non Standard anteriores a este.4 1.6 -1.4 0.4 1954 1 1955 -1.2 -3.5 -11.4 1. Nesta análise.6 -1.3 0.4 -0.1 -2.6 -1.3 -1.5 0.3 -1.1 -2.1 0.7 ANÁLISE ÚMIDO I-SOMASE-U= SOMAT-U= -1 -10 SOMASE-U Classificação Jun-Nov Jul-Dez Jun-Nov Jul-Dez Úmido -9.5 2.5 • Estações chuvosas SECAS: I-SOMASE-S = +0.1 -1.6 ------Seco ------Seco Normal Normal Seco A definição dos índices SOMASE e SOMAT foi obtida a partir de um processo de calibração considerando a série histórica de vazões naturais diárias.7 13. e também considerou-se a ordenação das médias de vazões verificadas no período de controle de cheias.6 -1.4 -0.3 -1. dentro da média e abaixo da média. gerou a classificação apresentada no Quadro 6.3 -0.6 ---- ---- 0 0 ---- ---- Normal -5.7 -1. Abaixo apresentamos os valores dos índices calibrados para a bacia do rio Paraná: • Estações chuvosas ÚMIDAS: I-SOMASE-U = -1.4 -0.3 -0.2 -0.8 0.6 0 3.5 0.7 2.5 0 0 -6.7 2 2.2 2.1 1951 1952 1953 1954 1955 Out Nov Dez 1 -1.2 1.7 -0.

Em função do número reduzido de estações chuvosas Secas e estações chuvosas Úmidas no histórico disponível de cada sistema. para a geração de séries sintéticas correspondentes ao cenário Seco e ao cenário Úmido foram agregadas a estes as séries com estações chuvosas classificadas como Normais. todas as séries históricas de vazões naturais incrementais foram separadas em séries históricas formadas apenas pelas estações chuvosas de mesma classificação. Para isto. Na aplicação deste critério. para uso no estudo de prevenção de cheias do sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José. Desta forma. como uma proposta de aprimoramento para a formação dos cenários Seco e Úmido. buscou-se assegurar também que as séries normais com maiores volumes a serem retiradas não estivessem próximas de serem classificadas como anos secos (SOMA-S ≥ 8. foram retiradas as 4 estações chuvosas classificadas como normais de maiores volumes de cheias. considerando a restrição de Jupiá. Neste ciclo (2010/2011).Quadro 6 Classificação das estações chuvosas segundo o fenômeno ENSO Estação Chuvosa 51/52 52/53 53/54 54/55 55/56 56/57 57/58 58/59 59/60 60/61 61/62 62/63 63/64 64/65 65/66 66/67 67/68 68/69 69/70 70/71 71/72 72/73 73/74 74/75 75/76 76/77 77/78 78/79 79/80 Classificação Úmida Normal Normal Normal Seca Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Úmida Normal Normal Normal Normal Seca Seca Úmida Seca Normal Seca Normal Úmida Normal Normal Estação Chuvosa 80/81 81/82 82/83 83/84 84/85 85/86 86/87 87/88 88/89 89/90 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 Classificação Normal Normal Úmida Normal Normal Normal Normal Úmida Seca Normal Normal Úmida Normal Úmida Úmida Normal Normal Úmida Seca Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Úmida Normal A partir desta classificação. Pela classificação das 4 séries normais com maior volume seriam retiradas as séries correspondentes aos anos: ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 26 / 150 . considerou-se como limite o valor de SOMA-S maior ou igual a 6.0.0). foram retirados do processo de geração de séries sintéticas para a formação do cenário Seco os 10% anos normais com maiores volumes de cheias.

1952/1953 e 1954/1955 – ver tabela abaixo.0 SOMA-U -23.4 Úmido Úmido Normal Úmido Normal Normal Normal Normal Úmido Normal Séries retiradas do cenário Seco Analogamente. 1953/1954.0 64 0. esta estação chuvosa foi mantida na formação do cenário seco.0 0.0 61 0.7 124 5.0 0.8 -3.9 143 10.0. JUPIÀ 1º 2º 3º 4º 5º 6º 7º 8º 9º 10º VE %MLT (km³) Nov-Abr Classificação SOMA-S Ciclo 35. Na análise das séries normais de menores vazões não considerou o índice SOMA-U uma vez que qualquer uma das 20 séries de menor vazão tem volumes de espera nulo considerando a restrição de Jupiá.0 0.1981/1982. +6. Logo. 1996/1997 e 1960/1961. ou seja.3 121 5.0.6 161 8. sendo estas: 1968/1969.3 -2.0 61 0.0 85 0. 1996/1997 e 1964/1965 – ver tabela abaixo.5 129 5.0 61 0.3 0.0 0.7 113 6. Entretanto.3 4.1 0.4 111 4.9 179 22.0 80 0. 1960/1961.0 0.9 -1.0 -11. A configuração final das 4 séries normais com maior volume a serem retiradas para a formação do cenário seco seriam: 1981/1982. foram retirados do cenário Úmido os 10% anos normais com menores vazões – uma vez que estas não possuem volumes de espera considerando a restrição de Jupiá. 1984/1985.8 -8. ou seja.0 59 0.0 0.0 6.2 -15.0 45 Ciclo 1971 1985 1974 2000 1963 1955 1968 1953 1952 1954 1970 1972 1986 1975 2001 1964 1956 1969 1954 1953 1955 1971 Seco Normal Normal Normal Normal Seco Normal Normal Normal Normal Seco Séries retiradas do cenário Úmido ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 27 / 150 .7 122 5. ou seja.0 78 0.5 2.5. como a série 1964/1965 possui um valor de SOMA-S acima de 6. JUPIÀ VE (km³) 47º 48º 49º 50º 51º 52º 53º 54º 55º 56º 57º Classificação %MLT Nov-Abr 0.0 0.0 55 0. foi selecionada então para ser retirada da formação do cenário seco a série seguinte de maior volume que não possuísse um valor de SOMA-S maior ou igual a 6.0 88 0.9 115 1982 2006 1981 1994 1984 1964 1996 1960 1991 1990 1983 2007 1982 1995 1985 1965 1997 1961 1992 1991 0. 1984/1985. foram retiradas as 4 séries normais de menores vazões.

5. Sistema de reservatórios Camargos-Funil (1951/2008) • Cenário Seco: 7 estações chuvosas Secas + 39 anos estações chuvosas Normais = 46 estações chuvosas Secas ou Normais.2 Sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José Nos cálculos dos volumes vazios para o controle de cheias foram consideradas todas as restrições de vazões máximas levantadas e consideradas até então pelas empresas com usinas em operação neste trecho da bacia. • Cenário Úmido: 11 estações chuvosas Úmidas + 39 estações chuvosas Normais – 4 estações chuvosas Normais com menores vazões = 46 estações chuvosas Úmidas ou Normais. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 28 / 150 . e • Cenário Independente: todos os 57 estações chuvosas (7 estações chuvosas Secas + 39 estações chuvosas Normais + 11 estações chuvosas Úmidas). • Cenário Úmido: 11 estações chuvosas Úmidas + 39 estações chuvosas Normais = 50 estações chuvosas Úmidas ou Normais. foram consideradas as seguintes composições de estações chuvosas: Sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José (1951/2008) • Cenário Seco: 7 estações chuvosas Secas + 39 estações chuvosas Normais – 4 estações chuvosas Normais com mais volumes= 42 estações chuvosas Secas ou Normais. • Cenário Normal: 39 estações chuvosas Normais. Sistema do reservatório Barra Bonita (1951/2008) • Cenário Seco: 7 estações chuvosas Secas + 39 estações chuvosas Normais = 46 estações chuvosas Secas ou Normais. 2. Sistema de reservatórios Caconde-Limoeiro (1937/2008) • Cenário Independente: todos as 71 estações chuvosas. e • Cenário Independente: todos as 57 estações chuvosas (7 estações chuvosas Secas + 39 estações chuvosas Normais + 11 estações chuvosas Úmidas).Em resumo. • Cenário Úmido: 11 estações chuvosas Úmidas + 39 estações chuvosas Normais = 50 estações chuvosas Úmidas ou Normais. Sistema de reservatórios da bacia do rio Paranapanema (1949/2008) • Cenário Independente: todos os 59 anos. e • Cenário Independente: todos as 57 estações chuvosas (7 estações chuvosas Secas + 39 estações chuvosas Normais + 11 estações chuvosas Úmidas). • Cenário Normal: 39 estações chuvosas Normais. Esta configuração é apresentada na Figura 2. • Cenário Normal: 39 estações chuvosas Normais.

Conforme descrita na introdução deste item 2.6, a aplicação da metodologia
foi realizada em duas etapas: geração de séries sintéticas de vazões e cálculo
dos volumes vazios necessários e suficientes para o controle de cheias.
Os volumes de espera foram calculados a partir das séries geradas para os
três cenários hidrológicos Seco+Normal, Normal e Úmido+Normal para o próximo
ano e o cenário Independente para ser considerado nas avaliações energéticas
de mais de um ano à frente.
As Tabelas 1, 2, 3 e 4, a seguir, apresentam os resultados dos cálculos dos
volumes de espera, para estes quatro cenários hidrológicos, nos sistemas de reservatórios a montante das restrições, para a alternativa de tempo de recorrência
de 30 anos nos reservatórios da bacia. A exceção ocorre com as alternativas
correspondentes aos reservatórios de Jurumirim e Chavantes, tempo de recorrência de 50 anos, e com o reservatório de Barra Bonita, tempo de recorrência
de 20 anos.
Com a implementação no modelo de cálculo de volumes de espera da possibilidade de limitação dos volumes máximos a serem alocados para controle de
cheias por sistema parcial e por reservatórios (Anexo I), foi adotada, em consenso com os agentes de geração, a limitação de 15 km³ para o sistema parcial dos
reservatórios a jusante de Jupiá (sistema parcial 176) e o sistema parcial total
(sistema parcial 760) para os cenários hidrológicos Normal e Seco. Para os cenários hidrológicos Independente e Úmido, este volume limitado não foi suficiente para atender aos tempos de retorno recomendados pelos agentes de geração,
sendo necessário adotar para o cenário Independente 17 km³ para os sistemas
parciais 176 e 760 e, para o cenário Úmido, a adoção de 17 km³ para o sistema
parcial 176 e 18 km³ para o sistema parcial 760.

ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias

ciclo 2010/2011

29 / 150

Tabela 1

Volumes de espera nos sistemas de reservatórios a montante das restrições (km³) - Cenário Seco+Normal

Local com restrição
Período
30/10/10
06/10/10
13/10/10
20/10/10
27/10/10
04/12/10
11/12/10
18/12/10
25/12/10
01/01/11
08/01/11
15/01/11
22/01/11
29/01/11
05/02/11
12/02/11
19/02/11
26/02/11
05/03/11
12/03/11
19/03/11
26/03/11
02/04/11
09/04/11
16/04/11
23/04/11

1

a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a

05/10/10
12/10/10
19/10/10
26/10/10
03/12/10
10/12/10
17/12/10
24/12/10
31/12/10
07/01/11
14/01/11
21/01/11
28/01/11
04/02/11
11/02/11
18/02/11
25/02/11
04/03/11
11/03/11
18/03/11
25/03/11
01/04/11
08/04/11
15/04/11
22/04/11
29/04/11

P.S.José
TR=30

Jupiá1
TR=30

Furn 1
TR=30

MMor1
TR=30

Igar1
TR=30

VGra1
TR=30

PCol1
TR=30

Mari 1
TR=30

Embo 1
TR=30

Itum 1
TR=30

SSim 1
TR=30

0,00
0,00
0,00
4,88
9,82
14,19
14,21
13,42
12,82
12,08
11,59
10,73
10,16
9,35
8,75
8,12
6,99
6,10
5,23
4,87
4,37
3,00
2,60
1,55
0,98
0,05

0,00
0,00
0,16
5,46
10,35
14,65
14,68
13,88
13,05
12,55
12,02
11,32
10,52
9,73
9,01
8,33
7,33
6,59
5,71
5,17
4,48
3,51
2,98
2,01
1,48
0,51

0,00
0,00
0,00
0,00
0,08
0,19
0,39
0,39
0,38
0,36
0,34
0,30
0,29
0,28
0,24
0,20
0,21
0,16
0,09
0,14
0,13
0,09
0,04
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,06
0,23
0,46
0,55
0,50
0,47
0,46
0,42
0,39
0,34
0,32
0,27
0,23
0,23
0,16
0,17
0,17
0,11
0,05
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,12
0,38
0,74
0,79
0,72
0,71
0,65
0,60
0,56
0,53
0,47
0,44
0,41
0,33
0,25
0,24
0,23
0,20
0,16
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,11
0,37
0,72
0,78
0,72
0,67
0,66
0,58
0,57
0,51
0,45
0,42
0,40
0,31
0,25
0,23
0,21
0,15
0,13
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,25
0,61
0,58
0,56
0,54
0,48
0,46
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0,41
0,32
0,31
0,31
0,22
0,13
0,10
0,11
0,08
0,04
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,24
0,59
0,65
0,60
0,57
0,56
0,51
0,46
0,46
0,37
0,39
0,32
0,28
0,22
0,16
0,15
0,13
0,10
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,75
0,95
0,98
0,93
0,29
0,73
0,73
0,71
0,64
0,58
0,53
0,49
0,47
0,41
0,33
0,31
0,25
0,21
0,10
0,05
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,03
0,00
0,00
0,01
0,00
0,02
0,00
0,01
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00

aproveitamento existente imediatamente a montante da restrição

ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias

ciclo 2010/2011

30 / 150

Tabela 2

Volumes de espera nos sistemas de reservatórios a montante das restrições (km³) - Cenário Normal

Local com restrição
Período
30/10/10
06/10/10
13/10/10
20/10/10
27/10/10
04/12/10
11/12/10
18/12/10
25/12/10
01/01/11
08/01/11
15/01/11
22/01/11
29/01/11
05/02/11
12/02/11
19/02/11
26/02/11
05/03/11
12/03/11
19/03/11
26/03/11
02/04/11
09/04/11
16/04/11
23/04/11

1

a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a
a

05/10/10
12/10/10
19/10/10
26/10/10
03/12/10
10/12/10
17/12/10
24/12/10
31/12/10
07/01/11
14/01/11
21/01/11
28/01/11
04/02/11
11/02/11
18/02/11
25/02/11
04/03/11
11/03/11
18/03/11
25/03/11
01/04/11
08/04/11
15/04/11
22/04/11
29/04/11

P.S.José
TR=30

Jupiá1
TR=30

Furn 1
TR=30

MMor1
TR=30

Igar1
TR=30

VGra1
TR=30

PCol1
TR=30

Mari 1
TR=30

Embo 1
TR=30

Itum 1
TR=30

SSim 1
TR=30

0,00
0,28
3,04
8,77
12,34
12,39
13,42
14,65
14,84
14,31
14,86
14,59
14,69
13,62
12,57
11,27
10,55
9,09
8,37
7,65
6,02
4,71
3,81
2,39
0,69
0,08

0,00
0,46
3,59
9,30
12,67
12,76
13,82
14,62
14,94
14,79
14,88
14,81
14,87
13,98
12,90
12,23
11,10
9,27
8,85
7,72
6,44
5,19
4,31
2,99
1,29
0,54

0,00
0,00
0,00
0,00
0,30
0,82
0,90
0,86
0,81
0,75
0,71
0,67
0,64
0,60
0,52
0,41
0,41
0,26
0,29
0,32
0,25
0,10
0,03
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,37
0,80
0,99
1,07
1,01
0,99
0,91
0,87
0,82
0,77
0,57
0,58
0,56
0,38
0,41
0,38
0,34
0,28
0,12
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,14
0,76
0,95
1,40
1,42
1,40
1,36
1,26
1,18
1,09
1,02
0,91
0,77
0,78
0,54
0,52
0,55
0,46
0,28
0,19
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,12
0,72
0,92
1,38
1,39
1,43
1,33
1,24
1,18
1,12
1,00
0,89
0,76
0,76
0,53
0,44
0,53
0,45
0,32
0,30
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,58
0,77
1,25
1,29
1,28
1,20
1,13
1,04
0,97
0,89
0,77
0,64
0,65
0,44
0,33
0,42
0,35
0,24
0,21
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,03
0,38
0,77
1,28
1,29
1,31
1,23
1,14
1,11
1,04
0,97
0,86
0,73
0,69
0,47
0,37
0,43
0,39
0,27
0,29
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,53
1,69
1,65
1,58
1,27
0,97
1,33
1,23
1,16
1,10
0,91
0,86
0,84
0,74
0,60
0,56
0,48
0,41
0,31
0,21
0,05
0,00

0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,54
0,45
0,56
0,54
0,44
0,48
0,46
0,41
0,35
0,30
0,31
0,26
0,21
0,02
0,02
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00

aproveitamento existente imediatamente a montante da restrição

ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias

ciclo 2010/2011

31 / 150

00 0.66 0.00 0.00 0.66 0.00 0.14 0.00 0.47 0.85 17.28 0.57 1.72 0.00 0.81 0.45 0.16 0.22 1.03 13.01 0.92 1.95 0.00 0.00 0.86 0.00 0.91 0.10 0.86 1.44 1.11 0.60 15.81 16.00 0.38 1.00 0.00 0.00 0.76 1.05 0.24 0.68 0.85 1.62 1.02 0.35 0.18 8.00 0.02 0.42 0.14 0.89 9.Cenário Úmido + Normal Local com restrição Período 30/10/10 06/10/10 13/10/10 20/10/10 27/10/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 1 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/10/10 12/10/10 19/10/10 26/10/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 P.47 0.21 9.75 0.00 0.00 0.70 0.42 16.00 0.00 0.75 4.68 1.87 9.00 0.46 0.99 16.01 0.47 0.00 0.00 0.17 17.70 1.48 1.93 1.00 0.00 0.00 0.32 1.00 0.49 0.00 0.45 1.53 1.56 1.50 1.20 1.68 16.06 0.70 1.23 1.26 6.00 0.80 5.20 1.00 0.33 1.99 1.21 14.91 1.92 1.64 8.53 0.99 13.83 1.00 0.00 0.83 1.53 1.64 1.41 0.01 14.24 1.José TR=30 Jupiá1 TR=30 Furn 1 TR=30 MMor1 TR=30 Igar1 TR=30 VGra1 TR=30 PCol1 TR=30 Mari 1 TR=30 Embo 1 TR=30 Itum 1 TR=30 SSim 1 TR=30 2.11 0.54 10.59 0.34 0.96 0.45 15.58 2.70 14.84 0.05 0.74 1.92 1.37 3.33 1.87 0.92 0.04 0.67 0.93 0.99 1.01 1.76 0.78 1.00 0.44 0.82 0.75 0.41 1.41 4.03 2.77 0.99 1.30 1.04 0.16 17.00 0.00 0.73 0.66 1.72 4.00 0.39 0.97 0.57 1.47 0.00 0.16 0.58 0.00 0.32 11.15 1.00 0.60 0.53 1.29 0.00 0.47 0.80 0.00 0.84 16.79 0.86 1.62 1.84 16.16 0.69 12.00 0.87 0.25 1.64 0.98 0.37 15.36 1.50 1.43 1.27 0.00 0.55 1.27 1.36 0.00 0.00 0.22 0.00 0.04 0.91 4.00 aproveitamento existente imediatamente a montante da restrição ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 32 / 150 .54 1.58 0.00 0.00 0.42 0.00 0.05 0.04 0.00 0.66 1.92 0.35 2.59 6.00 0.72 7.00 0.00 0.23 0.19 1.00 0.97 0.59 1.53 1.25 1.73 11.51 1.62 1.00 0.00 0.86 15.92 0.00 0.58 16.90 16.35 5.00 0.Tabela 3 Volumes de espera nos sistemas de reservatórios a montante das restrições (km³) .00 0.07 1.30 10.19 0.72 1.07 1.09 1.46 0.22 1.44 1.13 1.00 0.30 13.00 0.61 1.91 0.82 1.62 15.64 0.00 0.33 1.00 0.00 0.00 0.99 1.28 15.43 1.95 1.00 0.00 0.82 0.91 16.00 0.79 1.32 0.69 0.00 0.S.13 1.24 1.53 17.80 1.68 16.50 1.00 0.00 0.00 0.00 0.51 1.00 0.00 0.

47 0.75 16.19 1.24 1.00 0.33 1.37 1.Tabela 4 Volumes de espera nos sistemas de reservatórios a montante das restrições (km³) .46 1.85 0.59 0.46 1.30 0.35 1.47 16.00 0.14 0.34 1.94 0.40 0.39 0.00 0.41 0.00 0.29 1.21 1.90 0.23 16.00 0.83 0.75 1.28 0.06 0.00 0.54 0.35 1.10 0.18 1.41 13.00 0.13 0.96 0.00 0.83 0.00 0.00 0.70 0.José TR=30 Jupiá1 TR=30 Furn 1 TR=30 MMor1 TR=30 Igar1 TR=30 VGra1 TR=30 PCol1 TR=30 Mari 1 TR=30 Embo 1 TR=30 Itum 1 TR=30 SSim 1 TR=30 0.13 0.00 0.28 0.58 0.00 0.34 1.00 0.30 13.11 0.43 1.82 0.00 0.00 1.39 16.83 0.00 0.61 1.84 8.41 0.06 16.72 17.00 0.96 16.00 0.00 0.34 1.60 3.59 0.35 1.00 0.35 1.74 0.00 0.Cenário Independente Local com restrição Período 30/10/10 06/10/10 13/10/10 20/10/10 27/10/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 1 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/10/10 12/10/10 19/10/10 26/10/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 P.78 0.14 0.60 1.77 0.46 0.00 0.18 16.48 1.42 0.92 0.52 12.00 0.00 0.00 0.23 1.00 0.98 16.00 0.83 1.22 5.34 1.00 0.41 1.15 0.68 0.01 0.58 0.15 1.42 0.46 1.46 1.73 0.31 1.03 0.31 1.75 1.00 0.24 14.47 8.26 0.85 0.00 0.32 1.34 0.03 0.00 0.96 0.47 0.33 0.43 1.66 16.37 1.96 0.00 0.00 0.43 1.36 1.66 1.00 16.14 0.51 14.00 0.96 16.07 0.97 7.82 0.02 0.63 0.93 0.00 0.05 1.02 0.73 0.37 0.01 1.61 0.80 0.38 1.06 2.24 1.00 2.10 1.59 0.24 0.87 12.00 0.59 0.01 15.62 9.75 0.89 16.54 1.10 1.57 16.00 aproveitamento existente imediatamente a montante da restrição ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 33 / 150 .46 1.12 0.31 1.62 0.00 0.64 14.00 0.19 11.00 0.12 8.39 1.00 0.70 16.19 0.00 0.00 0.00 0.07 0.80 0.08 0.65 0.69 1.00 2.50 6.00 0.28 0.00 0.21 1.68 2.00 0.90 0.73 16.70 5.00 0.37 1.13 1.98 1.00 0.72 10.00 0.38 1.44 1.08 16.47 16.00 0.00 0.72 13.21 1.00 0.00 0.58 1.01 0.00 0.01 0.09 2.16 0.00 0.00 0.00 0.50 1.29 0.45 1.25 1.17 1.00 0.62 0.S.00 0.20 0.85 0.40 1.35 1.00 0.02 0.37 1.00 0.20 10.00 0.00 0.00 0.81 0.79 1.38 15.86 1.50 0.40 1.00 0.00 0.00 0.00 0.43 1.00 0.70 16.36 1.12 0.00 0.70 0.05 1.89 0.93 0.66 0.02 0.52 16.43 0.10 0.00 0.90 0.74 0.80 16.71 1.36 0.43 1.41 0.

6 4.566 3.934 Índice de potencial de cheia (% da soma das média das Qmax até Jupiá) 3.3 11. os reservatórios de Jurumirim e Chavantes foram considerados nos estudos para cálculo de volumes de espera do Sistema de Reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José (sem as restrições de Jurumirim e Chavantes) e do sistema formado somente por estes dois de reservatórios. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 34 / 150 . além de se considerar as restrições a jusante destes.2 14.º 1 e n.212 5.9 10. b) Alocação das eventuais diferenças entre os volumes calculados para o sistema parcial n. para o cenário hidrológico Independente. No caso dos estudos do sistema de reservatórios de Jurumirim e Chavantes.º 3 e a soma dos volumes alocados nos 2 reservatórios. A partir dos resultados de volumes de espera por sistemas parciais.979 6.º 2.A partir dos resultados de volumes de espera para os sistemas de reservatórios a montante de cada local sujeito a restrição de vazão máxima. para a determinação da alocação espacial dos volumes de espera nos reservatórios. Solteira / Três Irmãos Média das vazões máximas mensais no período dezembro/abril (m³/s) 1.9 Destaca-se que a determinação da alocação espacial foi aplicada para os três cenários hidrológicos Seco+Normal.786 991 5. a determinação da alocação espacial ótima dos volumes de espera nos reservatórios foi realizada considerando-se a opção da curva guia a partir dos índices mostrados no Quadro 7 a seguir: Quadro 7 Média das vazões máximas mensais no período dezembro/abril e Índice de potencial de cheia Reservatório EMBORCAÇÃO NOVA PONTE ITUMBIARA SÃO SIMÃO FURNAS MARIMBONDO ÁGUA VERMELHA PROMISSÃO I. conforme o procedimento descrito no item (a). Considerando-se as séries geradas pelo modelo DIANA foram calculados os volumes de espera para os 3 sistemas parciais formados pelos reservatórios e pontos de controle (locais sujeitos à restrição de vazão) localizados nesta bacia.8 6.1 34. utilizou-se a série histórica anual de vazões incrementais naturais diárias – outubro a novembro.7 12. Na bacia do rio Paranapanema. foram utilizados os seguintes procedimentos e critérios: a) Alocação inicial dos volumes calculados para os sistemas parciais n.128 17.456 2.5 1. Normal e Úmido+Normal para o próximo ciclo e o cenário Independente para mais de um ciclo à frente.233 7. preferencialmente no reservatório de menor alocação de volume vazio até então. respectivamente nos reservatórios de Jurumirim e Chavantes.

A tabela 6 apresenta os resultados para estes mesmos reservatórios quando considerados nos estudos para cálculo de volumes de espera do Sistema de Reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José (sem suas restrições próprias). as envoltórias do sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José e a envoltória obtida para cada um dos cenários hidrológicos durante os meses de novembro a junho – considerando-se o tempo de recorrência de 20 anos. localizado na bacia do rio Tietê. Ou seja. a restrição a jusante de Barra Bonita e. Normal e Úmido+Normal. como envoltórias resultantes. A série histórica de vazões incrementais naturais diárias considerada para Jurumirim e Chavantes compreende todo período anual (novembro a outubro) e até o mês de junho para Barra Bonita. A tabela 5 apresenta os resultados dos cálculos dos volumes de espera considerando suas restrições próprias para os reservatórios de Jurumirim. as envoltórias do sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José e as descritas nos itens (a) e (b). Chavantes e Barra Bonita (para os quatros cenários hidrológicos). considerando-se o tempo de recorrência de 50 anos. procedimento análogo ao descrito para a bacia do rio Paraná. utilizouse a série histórica anual de vazões incrementais naturais diárias. Para o aproveitamento de Barra Bonita. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 35 / 150 . foram considerados os cenários hidrológicos Seco+Normal.Para a definição do volume de espera final. foram consideradas como envoltórias resultantes para Jurumirim e Chavantes.

08 0.00 0.34 0.48 0.01 0.00 0.00 0.22 0.00 0.00 0.00 0.07 0.00 0.32 0.00 0.00 0.00 0.53 0.24 0.05 0.00 0.41 0.60 0.65 0.00 0.00 0.48 0.00 0.07 0.05 0.95 0.35 0.06 0.00 0.00 0.69 0.00 0.14 0.35 0.00 0.25 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.61 0.00 0.23 0.00 0.00 0.40 0.40 0.08 0.12 1.23 0.30 0.27 0.00 0.00 0.09 0.00 0.00 0.00 0.29 0.00 0.36 0.23 0.17 0.04 0.07 0.00 0.00 0.03 0.00 0.00 0.97 1.00 0.00 0.38 0.00 0.00 0.31 0.09 0.00 0.88 0.00 0.00 0.44 0.00 0.00 0.00 0.08 0.12 1.06 0.43 0.20 0.67 0.00 0.03 0.20 0.36 0.51 0.01 0.00 0.15 0.01 0.00 0.29 0.40 0.00 0.00 0.15 1.14 0.00 0.82 0.18 0.03 0.02 0.04 0.00 0.00 0.15 0.00 0.07 0.08 0.11 0.10 0.Tabela 5 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da bacia do rio Paranapanema (período anual) e Barra Bonita (até o mês de junho) Período 30/10/10 a 05/10/10 06/10/10 a 12/10/10 13/10/10 a 19/10/10 20/10/10 a 26/10/10 27/10/10 a 03/12/10 04/12/10 a 10/12/10 11/12/10 a 17/12/10 18/12/10 a 24/12/10 25/12/10 a 31/12/10 01/01/11 a 07/01/11 08/01/11 a 14/01/11 15/01/11 a 21/01/11 22/01/11 a 28/01/11 29/01/11 a 04/02/11 05/02/11 a 11/02/11 12/02/11 a 18/02/11 19/02/11 a 25/02/11 26/02/11 a 04/03/11 05/03/11 a 11/03/11 12/03/11 a 18/03/11 19/03/11 a 25/03/11 26/03/11 a 01/04/11 02/04/11 a 08/04/11 09/04/11 a 15/04/11 16/04/11 a 22/04/11 23/04/11 a 29/04/11 30/04/11 a 06/05/11 07/05/11 a 13/05/11 14/05/11 a 20/05/11 21/05/11 a 27/05/11 28/05/11 a 03/06/11 04/06/11 a 10/06/11 11/06/11 a 17/06/11 18/06/11 a 24/06/11 25/06/11 a 01/07/11 02/07/11 a 08/07/11 09/07/11 a 15/07/11 16/07/11 a 22/07/11 23/07/11 a 29/07/11 30/07/11 a 05/08/11 06/08/11 a 12/08/11 13/08/11 a 19/08/11 20/08/11 a 26/08/11 27/08/11 a 02/09/11 03/09/11 a 09/09/11 10/09/11 a 16/09/11 17/09/11 a 23/09/11 24/09/11 a 30/09/11 01/10/11 a 07/10/11 08/10/11 a 1410/11 15/10/11 a 21/10/11 22/10/11 a 28/10/11 29/10/11 a 05/11/11 Jurumirim TR=50 anos Chavantes TR=50 anos 0.34 0.03 0.17 0.12 0.00 0.01 0.00 0.00 0.00 0.05 0.00 0.39 0.13 0.00 0.00 0.00 0.15 0.51 0.00 0.35 0.00 0.00 0.20 0.73 1.40 0.37 0.00 0.23 0.34 0.05 0.90 0.22 0.42 0.65 0.01 0.40 0.00 0.05 0.26 0.00 0.00 0.26 0.00 0.75 0.00 0.27 0.25 0.35 0.09 0.00 0.05 1.00 0.38 0.00 0.00 0.09 0.00 0.16 0.31 0.34 0.26 0.00 0.00 0.82 0.43 0.03 0.94 0.03 0.24 0.18 0.39 0.01 0.13 0.00 0.43 0.00 0.14 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.40 0.00 0.01 0.00 0.00 0.49 0.00 0.34 0.18 0.13 0.29 0.00 0.27 0.43 0.00 1.00 0.00 0.33 0.64 0.32 0.22 0.05 0.00 0.07 0.76 0.00 0.29 0.42 0.10 0.00 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Barra Bonita TR=20 anos Normal Seco Úmido Independente 0.02 0.00 0.00 0.33 0.24 0.00 0.00 0.06 0.44 0.19 0.00 0.00 0.00 0.00 0.38 0.00 0.00 0.38 0.07 0.00 0.04 0.38 0.00 0.01 0.00 0.14 0.00 0.04 0.00 0.43 0.00 0.03 0.29 0.28 0.46 0.20 0.00 0.00 0.00 0.36 0.00 0.43 0.03 0.23 0.18 1.25 0.42 0.00 0.42 0.48 0.00 0.00 0.10 1.34 0.00 0.98 0.39 0.00 0.00 ciclo 2010/2011 36 / 150 .00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.00 0.87 1.00 0.38 0.00 0.25 0.38 0.00 0.59 0.

220 0.530 0.000 0.000 0.070 0.290 0.440 0.000 0.000 0.316 0.000 0.000 0.120 1.000 0.400 0.670 0.030 1.820 0.000 0.090 Úmido + Normal 0.000 0.382 0.221 0.000 0.230 0.000 0.340 0.410 0.000 0.360 0.380 0.340 0.120 1.000 Normal 0.730 1.221 0.304 0.430 0.090 0.005 0.240 0.000 0.000 0.377 0.420 0.000 0.760 0.000 0.760 0.398 0.430 0.330 0.377 0.000 0.370 0.221 0.000 0.430 0.180 0.380 0.190 0.900 0.430 0.229 0.393 0.480 0.200 0.041 0.000 0.420 0.480 0.400 0.030 0.880 0.200 0.410 0.000 0.000 0.000 0.240 0.000 0.000 0.393 0.000 0.420 0.000 0.000 0.750 0.000 0.000 0.670 0.030 1.330 0.390 0.410 0.000 Normal 0.039 0.039 0.290 0.041 0.304 0.430 0.400 0.382 0.000 0.240 0.000 0.170 Normal 0.350 0.000 0.000 ciclo 2010/2011 Seco + Normal 0.180 0.940 0.000 0.000 0.400 0.380 0.420 0.400 0.870 1.000 0.000 0.000 0.250 0.000 0.360 0.000 Seco + Normal 0.380 0.000 0.510 0.304 0.110 0.005 0.000 Úmido + Normal 0.280 Independente 0.380 0.377 0.221 0.030 1.000 0.000 0.280 0.000 Úmido + Normal 0.200 0.039 0.190 0.430 0.670 0.000 0.000 0.050 1.000 0.190 0.229 0.005 0.340 0.230 0.000 0.180 1.000 0.398 0.480 0.000 0.400 0.490 0.000 0.180 0.005 0.398 0.380 0.000 0.360 0.041 0.382 0.000 0.460 0.000 0.230 0.430 0.270 37 / 150 .070 0.030 0.005 0.480 0.000 0.377 0.420 0.382 0.380 0.440 0.000 0.000 0.390 0.360 0.000 0.400 0.400 0.390 0.000 0.430 0.480 0.070 0.820 0.200 0.530 0.316 0.000 0.230 0.000 0.000 0.760 0.420 0.160 0.330 0.005 0.000 0.000 0.000 0.150 1.430 0.041 0.000 0.430 0.180 0.160 0.380 0.000 0.000 0.420 0.480 0.430 0.000 0.000 Barra Bonita Independente 0.000 0.420 0.229 0.000 0.304 0.400 0.393 0.398 0.230 0.400 0.000 0.000 0.000 0.005 0.950 0.390 0.Tabela 6 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da bacia do rio Paranapanema e Barra Bonita considerados nos estudos para cálculo de volumes de espera do Sistema de Reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José Jurumirim Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Seco + Normal 0.330 0.530 0.280 0.400 0.000 0.000 0.360 0.000 0.410 0.290 0.160 0.100 1.590 0.393 0.330 0.240 0.980 0.316 0.160 0.000 0.000 0.000 0.310 0.260 0.000 0.190 0.000 0.530 0.000 0.000 0.000 0.000 0.250 0.000 0.430 0.000 0.000 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Chavantes Independente 0.070 0.070 0.180 0.430 0.640 0.000 0.000 0.316 0.380 0.000 0.005 0.039 0.240 0.229 0.650 0.000 0.310 0.000 0.000 0.000 0.180 0.290 0.510 0.000 0.000 0.000 0.

a seguir. apresentam os resultados dos cálculos dos volumes de espera dos quatro cenários hidrológicos em todos os reservatórios do Sistema de Reservatórios da Bacia do rio Paraná até Porto São José para a alternativa de tempo de recorrência de 30 anos recomendado pelos Agentes de Geração responsáveis pelos reservatórios desta bacia. tempo de recorrência de 50 anos recomendado pela DUKE ENERGY. estes resultados são apresentados nas Figuras de 3 a 16. 20 anos recomendado pela AES Tietê. 8. e para o reservatório de Barra Bonita. Para os reservatórios de Jurumirim. Chavantes e Barra Bonita estes resultados contemplam o estudo realizado considerando suas restrições próprias. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 38 / 150 .As Tabelas 7. As exceções desta alternativa ocorrem com os reservatórios de Jurumirim e Chavantes. com a evolução temporal dos volumes de espera em cada reservatório para os quatro cenários hidrológicos. Em seguida. 9 e 10.

326 0.430 0.909 1.956 0.575 0.000 0.190 0.315 0.079 10.575 0.184 1.731 1.509 4.287 0.208 0.263 0.656 0.000 0.000 0.930 1.304 0.470 0.180 0.000 0.391 1.051 0.066 0.460 0.000 0.598 0.751 4.031 3.206 0.000 0.137 0.000 0.Cenário Seco + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Reservatórios Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Volume total 0.475 0.000 0.000 0.093 0.425 1.999 1.500 0.000 0.490 0.380 0.453 0.400 0.610 0.304 0.641 1.518 1.353 0.000 0.260 0.000 0.226 1.046 0.163 0.340 0.171 0.145 0.000 0.173 0.500 0.295 1.259 0.105 1.366 0.000 0.500 0.000 0.799 1.494 0.392 0.328 0.325 1.594 0.000 0.382 0.000 0.000 0.118 0.171 1.104 0.016 0.261 0.604 3.022 0.584 14.392 0.041 0.232 4.000 0.259 0.557 0.000 0.208 1.732 10.000 0.245 0.703 1.000 0.U.410 1.820 1.000 0.742 0.400 0.249 0.119 0.398 0.077 0.444 0.287 0.625 1.187 0.986 0.500 0.330 0.723 14.057 0.000 0.339 0.500 0.249 0.225 0.460 0.331 2.000 0.500 0.480 0.792 0.557 0.500 0.410 0.542 0.397 0.000 0.375 1.187 0.400 0.000 0.121 1.469 AVer TR=30 Embo TR=30 NPon TR=30 Itum TR=30 SSim TR=30 Bbon TR=20 Prom TR=30 Ilh+TIr TR=30 Juru TR=50 Chav TR=50 Capi TR=30 0.000 0.684 0.654 1.199 0.869 2.625 2.834 0.263 0.760 4.000 0.696 4.290 0.423 5.000 0.475 0.098 1.240 0.460 0.530 0.054 0.400 0.826 0.723 4.000 0.161 0.199 9.000 0.040 0.398 0.000 0.000 0.125 0.490 0.739 3.000 (1) Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.486 0.197 0.413 1.000 0.160 0.269 0.620 0.470 0.350 0.019 0.304 1.117 1.557 1.483 1.857 1.000 0.382 0.471 0.379 0.000 0.054 1.380 0.196 0.000 0.000 0.187 0.025 14.277 0.000 0.121 0.176 3.344 3.000 0.000 0.592 1.886 0.420 0.000 0.000 0.290 0.083 0.330 0.000 0.725 1.141 0.271 0.000 0.217 0.360 0.090 0.835 3.000 0.500 0.290 4.494 1.000 0.188 14.170 0.240 0.341 0.403 0.263 0.959 1.000 0.204 1. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 39 / 150 .000 0.360 0.684 1.658 12.233 0.723 0.000 0.899 0.399 0.420 1.411 0.740 0.460 0.500 0.500 0.131 1.513 0.000 0.641 1.000 0.000 0.000 0.233 2.140 0.218 0.950 0.510 0.500 0.365 0.141 0.971 0.623 14.689 0.000 0.765 0.240 0.772 0.411 0.230 0.073 0.000 0.114 0.530 0.000 0.313 0.400 0.000 0.000 0.156 0.168 0.000 0.922 15.070 0.000 0.510 0.113 0.000 0.370 0.909 0.180 0.017 0.751 1.420 1.842 0.136 1.000 0.000 0.398 0.930 1.612 1.324 0.000 0.170 0.132 0.000 0.950 0.034 0.536 0.000 0.687 0.000 0.000 0.000 0.685 0.013 0.554 7.418 0.130 0.945 6.000 0.000 0.240 0.512 0.000 0.000 0.654 1.055 0.861 1.460 0.755 0.093 0.537 8.263 0.000 0.950 0.511 0.Tabela 7 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José com operação de controle de cheias .290 0.166 0.000 0.140 0.999 0.844 0.018 0.022 0.039 0.597 11.000 0.130 2.340 0.397 0.370 5.801 6.440 0.382 0.000 0.388 13. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.722 Furn TR=30 MMor TR=30 Mari TR=30 (1) 0.654 2.208 1.693 0.000 0.006 0.437 1.228 0.307 1.000 0.297 1.274 0.843 0.093 2.500 0.645 0.210 0.428 0.398 0.470 0.

030 0.263 0.280 16.228 0.275 0.825 1.240 0.790 0.334 0.585 0.405 0.392 0.415 0.110 0.341 0.096 0.400 0.352 0.420 1.878 1.399 0.856 1. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 40 / 150 .411 0.950 0.704 1.000 0.479 AVer TR=30 Embo TR=30 NPon TR=30 Itum TR=30 SSim TR=30 Bbon TR=20 Prom TR=30 Ilh+TIr TR=30 Juru TR=50 Chav TR=50 Capi TR=30 0.734 16.249 0.000 0.930 1.405 0.000 0.930 1.842 0.244 5.452 1.650 1.353 0.000 0.000 0.218 0.470 0.186 1.250 0.790 0.000 0.930 1.398 0.905 1.062 1.274 0.549 0.419 0.107 0.654 1.000 0.420 1.071 4.239 0.000 0.000 0.240 0.500 0.304 0.196 0.000 0.114 0.000 0.722 0.013 0.062 0.844 0.049 0.400 0.298 0.360 0.Cenário Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Reservatórios Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Volume total 0.295 1.500 0.406 4.263 0.470 0.500 0.241 0.654 1.300 0.411 0.078 0.712 1.304 0.382 0.444 0.000 0.500 0.150 0.060 1.878 1.150 0.950 0.332 0.000 0.420 1.215 1.162 2.328 0.740 0.000 0.500 0.580 Furn TR=30 MMor TR=30 Mari TR=30 (1) 0.859 1.920 0.197 0.460 0.057 0.412 0.133 1.450 0.572 0.500 0.342 0.860 0.950 0.598 0.000 0.298 0.000 0.949 2.000 0.490 1.000 0.030 0.157 2.354 12.486 0.399 0. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.034 0.290 9.823 4.470 0.900 0.536 4.398 0.930 0.382 0.000 0.916 3.166 0.950 0.420 1.950 0.324 17.240 0.000 0.521 0.723 0.065 1.283 1.460 0.000 0.000 0.312 16.272 1.420 1.654 1.000 0.792 0.158 15.351 0.734 1.884 0.062 0.156 0.U.380 0.500 0.994 2.052 0.401 1.400 0.330 0.583 0.000 0.300 0.594 0.250 0.382 0.243 0.304 16.000 0.583 0.Tabela 8 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José com operação de controle de cheias .500 0.000 0.150 0.183 1.342 0.000 0.470 0.078 2.290 0.859 0.190 0.930 1.170 0.000 0.228 0.500 0.089 0.790 0.723 3.320 0.372 0.360 14.331 0.000 0.000 0.950 0.532 2.000 0.349 0.844 0.172 0.218 0.500 0.500 0.347 1.000 0.844 0.456 2.463 1.157 2.538 6.820 0.575 0.400 0.460 0.352 0.583 0.164 0.000 0.036 0.663 0.183 1.009 1.000 0.510 1.000 0.240 0.136 0.496 0.515 1.196 1.000 0.166 0.480 0.823 4.822 0.500 0.093 0.958 4.015 0.742 4.071 4.113 0.000 (1) Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.157 2.482 1.000 0.420 0.873 1.470 0.974 2.773 17.000 0.292 0.000 0.351 1.139 2.468 1.000 0.478 1.017 0.721 7.000 0.457 0.400 0.000 0.405 0.000 0.382 0.143 1.390 1.000 0.247 1.320 0.310 0.744 0.148 14.019 0.479 0.073 0.894 1.414 1.003 13.247 1.701 1.930 1.495 0.815 2.110 0.000 0.000 0.000 0.135 0.582 0.072 0.866 8.823 4.039 0.000 0.000 0.070 0.052 0.632 13.500 0.000 0.440 0.000 0.340 0.654 1.500 0.460 0.360 0.000 0.823 4.487 0.370 3.015 13.000 0.100 0.654 1.444 0.274 0.000 0.089 0.336 0.157 2.092 0.000 0.462 0.000 0.087 0.500 0.094 10.090 0.230 0.411 0.913 9.041 0.398 0.450 0.000 0.841 4.165 3.240 0.000 0.250 0.000 0.984 0.000 0.000 0.930 1.698 0.061 0.582 1.583 0.500 0.350 0.689 0.359 0.220 0.000 0.870 0.483 0.640 1.000 0.360 0.000 0.628 1.259 0.000 0.654 1.

694 1.986 20. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.280 0.320 2.225 0.320 0.357 1.405 0.166 0.500 0.400 0.763 17.Tabela 9 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José com operação de controle de cheias - Cenário Úmido + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Reservatórios Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Volume total 4.856 4.000 0.000 0.208 1.790 0.734 2.452 0.120 1.279 0.405 0.000 0.299 2.138 0.768 1.304 0.168 1.115 1.460 0.380 0.000 0.651 1.000 0.380 0.464 0.040 0.500 0.995 1.430 1.392 0.000 0.039 0.619 0.569 1.382 0.500 0.611 0.000 0.040 0.760 0.501 0.319 13.587 0.040 0.447 3.039 0.522 0.240 0.000 0.038 1.100 1.062 0.223 0.296 1.492 0.666 0.418 0.000 0.245 3.500 0.293 13.280 0.460 0.000 0.400 0.000 0.273 1.856 4.548 0.332 0.746 4.148 1.894 2.259 0.899 0.435 0.460 0.669 1.500 0.360 1.651 1.750 0.395 1.940 0.000 0.500 0.233 2.880 0.382 0.840 1.405 0.000 0.535 0.420 0.119 0.632 0.905 11.150 2.694 1.681 1.000 0.703 15.505 5.000 0.062 0.670 0.457 0.360 0.040 0.470 0.904 2.400 0.982 0.895 1.535 0.000 0.367 2.411 0.947 0.242 0.062 0.146 0.106 0.279 0.950 0.496 0.950 0.320 2.934 1.304 0.052 1.161 1.000 0.000 0.500 0.050 1.569 1.653 0.000 0.000 0.873 16.040 0.726 1.457 0.236 2.431 0.U.411 1.385 0.706 0.146 0.950 19.471 0.522 1.502 0.078 2.482 7.339 0.000 (1) Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.400 0.150 1.181 0.856 4.856 4.218 0.636 AVer TR=30 Embo TR=30 NPon TR=30 Itum TR=30 SSim TR=30 Bbon TR=20 Prom TR=30 Ilh+TIr TR=30 Juru TR=50 Chav TR=50 Capi TR=30 0.790 0.740 0.856 4.546 1.694 0.500 0.745 1.403 0.000 0.372 2.273 14.280 0.500 0.079 0.346 1.188 1.000 0.940 0.362 Furn TR=30 MMor TR=30 Mari TR=30 (1) 0.139 1.296 16.856 4.634 0.790 0.530 0.856 4.132 0.760 0.500 0.635 0.000 0.169 8.587 0.500 0.160 0.748 11.000 0.500 0.394 0.070 0.030 0.379 0.694 1.928 19.228 0.193 10.294 2.316 2.000 0.360 0.257 0.500 0.861 1.324 0.436 1.538 0.650 0.041 0.856 4.167 16.572 0.775 0.192 4.170 0.240 0.270 1.211 0.083 0.030 1.431 0.398 0.609 1.236 2.000 0.856 4.398 0.792 0.000 0.000 1.470 0.152 0.803 19.733 2.405 0.520 0.839 1.677 0.000 0.176 0.384 0.000 0.500 0.060 0.323 0.989 0.400 0.000 0.385 0.000 0.239 0.470 0.000 0.010 1.170 0.950 0.500 0.000 0.120 1.000 0.000 0.000 0.610 1.351 2.156 0.120 1.112 0.933 1.797 0.760 0.666 0.670 0.964 2.450 0.152 0.606 19.260 2.830 1.978 1.984 2.995 1.450 1.383 2.368 1.240 0.133 0.030 1.385 0.861 0.500 0.398 0.914 0.062 0.423 0.950 0.826 0.631 1.000 0.856 4.030 0.000 0.136 0.641 0.000 0.500 0.964 1.582 1.066 2.338 2.382 0.118 0.681 1.666 0.259 0.000 0.005 0.338 2. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 41 / 150 .801 10.291 0.378 0.907 1.390 1.280 0.527 19.000 0.176 0.240 0.443 3.742 4.730 1.364 0.700 2.259 0.670 0.589 1.152 2.706 1.247 1.781 0.891 15.897 0.666 0.500 0.000 0.500 0.000 0.666 0.313 0.166 0.950 0.790 0.367 2.980 1.431 0.927 3.460 0.000 0.883 1.294 2.000 0.000 0.489 1.290 0.210 4.856 4.

187 0.394 0.666 0.434 Furn TR=30 MMor TR=30 Mari TR=30 (1) 0.000 0.228 0.694 0.900 0.666 0.000 2.544 1.500 0.500 0.500 0.462 0.023 17.000 0.418 1.325 2.706 1.005 0.739 14.150 0.290 0.168 0.000 0.732 1.126 0.666 0.000 0. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.000 0.384 0.856 4.470 0.933 17.405 0.500 0.000 2.394 0.394 0.000 0.500 0.010 0.413 1.000 2.069 0.884 9.263 2.457 1.160 0.000 0.325 2.470 0.000 0.551 1.204 1.000 0.216 0.511 0.000 0.640 1.000 0.523 0.910 0.270 0.233 1.000 0.641 0.229 1.229 1.856 4.670 0.200 0.325 2.010 0.431 0.325 2.962 1.000 0.241 1.000 0.000 0.470 0.600 0.218 0.470 0.410 0.706 1.950 0.120 0.896 3.670 0.856 4.834 2.000 1.499 17.249 0.879 18.856 4.420 0.000 0.525 1.790 0.000 1.000 2.166 0.681 1.000 2.751 4.000 0.681 1.515 1.325 2.483 0.950 0.000 0.500 0.000 0.030 1.000 0.790 0.856 4.419 8.672 13.000 0.470 0.820 0.413 1.000 1.856 4.300 0.000 0.000 0.129 0.900 1.950 0.900 1.029 0.000 0.689 0.856 4.359 0.133 1.325 2.909 19.000 (1) Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.930 2.900 1.970 0.500 0.856 4.900 1.666 0.452 2.666 0.325 2.000 0.067 0.000 0.202 0.394 0.000 0.405 0.590 0.775 0.357 1.844 1.513 14.420 0.000 0.790 0.500 0.355 1.856 4.149 0.568 19.241 0.258 1.640 0.500 0.790 0.607 1.272 0.060 0.290 0.004 0.056 0.667 6.409 0.500 0.025 0.311 0.338 0.000 0.670 0.120 1.325 2.215 0.753 0.325 2.856 4.005 0.093 17.000 0.681 1.784 1.000 1.299 4.972 2.418 0.606 19.263 1.575 1.272 10.673 0.878 0.666 0.596 12.950 0.413 0.000 0. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 42 / 150 .000 0.244 0.405 0.U.694 1.500 0.470 0.250 0.480 0.389 3.470 0.872 1.000 1.790 0.999 19.000 0.871 18.647 AVer TR=30 Embo TR=30 NPon TR=30 Itum TR=30 SSim TR=30 Bbon TR=20 Prom TR=30 Ilh+TIr TR=30 Juru TR=50 Chav TR=50 Capi TR=30 0.916 4.380 0.500 0.666 0.827 0.900 1.500 0.180 1.Tabela 10 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José com operação de controle de cheias - Cenário Independente Reservatórios Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Volume total 0.805 1.000 0.000 0.758 0.851 2.900 1.300 1.392 0.856 4.000 0.290 0.071 0.358 0.000 1.325 2.405 0.370 0.156 0.000 0.500 0.980 0.887 1.470 0.420 0.000 0.396 1.060 0.294 1.000 0.069 0.000 0.438 1.900 1.820 1.000 1.000 0.355 0.150 0.000 0.694 1.470 0.804 1.994 4.125 0.060 0.211 0.820 0.511 0.666 0.681 1.500 0.900 1.000 1.000 2.694 1.883 13.000 0.000 0.383 0.000 0.790 0.000 1.073 0.278 2.181 0.405 0.500 0.900 1.259 0.500 0.681 0.678 1.000 0.493 16.100 0.790 0.413 1.500 0.043 0.462 0.405 0.900 1.310 0.478 1.716 3.000 2.030 0.470 0.000 0.263 0.981 19.339 0.295 1.462 0.666 0.790 0.000 0.463 0.790 0.098 0.449 0.000 0.778 1.000 2.550 0.000 0.063 2.694 1.000 2.870 1.280 0.000 0.000 0.640 0.500 0.000 1.229 1.270 0.878 0.373 0.500 0.000 0.239 0.229 1.950 0.080 1.000 1.062 0.000 2.470 0.000 0.000 2.000 0.856 4.093 0.052 0.817 1.344 0.000 0.834 0.666 0.083 2.009 0.010 0.

00 85.00 80.00 Úmido+Normal Independente ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias a 16 /0 4/ 11 19 /0 3/ 11 ciclo 2010/2011 22 /0 4/ 11 25 /0 3/ 11 a 25 /0 2/ 11 19 /0 2/ 11 a 28 /0 1/ 11 a 22 /0 1/ 11 25 /1 2/ 10 a 31 /1 2/ 10 03 /1 2/ 10 a 27 /1 0/ 10 30 /1 0/ 10 a 05 /1 0/ 10 70.TR = 30 Anos 100.Figura 3 Furnas: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Furnas .00 98.00 Seco+Normal Úmido+Normal Independente a 16 /0 4/ 11 a 19 /0 3/ 11 22 /0 4/ 11 25 /0 3/ 11 25 /0 2/ 11 a 19 /0 2/ 11 22 /0 1/ 11 25 /1 2/ 10 27 /1 0/ 10 a 31 /1 2/ 10 a 03 /1 2/ 10 a 05 /1 0/ 10 a 30 /1 0/ 10 Figura 4 28 /0 1/ 11 90.00 94.00 43 / 150 .00 Normal 92.00 95.00 Normal Seco+Normal 75.00 % VU 96.00 % VU 90.TR = 30 Anos 100.00 Mascarenhas de Moraes: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Mascarenhas de Moraes .

00 70.00 Seco+Normal 60.00 95.TR = 30 Anos 100.00 Independente a 22 /0 4/ 11 25 /0 3/ 11 16 /0 4/ 11 19 /0 2/ 11 19 /0 3/ 11 a a 25 /0 2/ 11 28 /0 1/ 11 22 /0 1/ 11 27 /1 0/ 10 25 /1 2/ 10 a a 03 /1 2/ 10 a 05 /1 0/ 10 a 30 /1 0/ 10 Figura 6 31 /1 2/ 10 50.00 65.00 Úmido+Normal 55.00 75.00 Água Vermelha: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Água Vermelha .00 44 / 150 .00 Normal Seco+Normal 60.00 Normal Úmido+Normal 55.00 85.00 90.00 75.TR = 30 Anos 95.00 70.00 65.00 90.00 85.00 % VU 80.Figura 5 Marimbondo: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Marimbondo .00 Independente ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 16 /0 4/ 1 1 a 22 /0 4/ 11 25 /0 3/ 11 19 /0 3/ 1 1 a 25 /0 2/ 11 19 /0 2/ 1 1 a 28 /0 1/ 11 a 1 22 /0 1/ 1 25 /1 2/ 1 0 a 03 /1 2/ 10 27 /1 0/ 1 0 a 05 /1 0/ 10 a 0 30 /1 0/ 1 31 /1 2/ 10 50.00 % VU 80.

00 % VU 96.TR = 30 Anos 100.00 94.00 45 / 150 .TR = 30 Anos 100.00 Normal Seco+Normal 92.Figura 7 Emborcação: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Emborcação .00 Normal 92.00 94.00 Seco+Normal Úmido+Normal Independente ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias a 16 /0 4/ 11 a 19 /0 3/ 11 ciclo 2010/2011 22 /0 4/ 11 25 /0 3/ 11 25 /0 2/ 11 19 /0 2/ 11 a 28 /0 1/ 11 22 /0 1/ 11 a 31 /1 2/ 10 a 25 /1 2/ 10 a 27 /1 0/ 10 30 /1 0/ 10 a 05 /1 0/ 10 03 /1 2/ 10 90.00 % VU 96.00 98.00 Úmido+Normal Independente Figura 8 22 /0 4/ 11 16 /0 4/ 11 a 25 /0 3/ 11 19 /0 3/ 11 a 19 /0 2/ 11 22 /0 1/ 11 a 25 /0 2/ 11 28 /0 1/ 11 a 31 /1 2/ 10 a a 25 /1 2/ 10 30 /1 0/ 10 27 /1 0/ 10 a 05 /1 0/ 10 03 /1 2/ 10 90.00 98.00 Nova Ponte: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Nova Ponte .

00 Independente ciclo 2010/2011 11 4/ 3/ /0 22 a 25 1 a /1 /0 4 16 19 /0 3/ 11 1 /1 19 /0 2 /1 /0 1 22 /0 2/ /0 25 a 28 1a a 0 /1 /1 2 25 11 11 /0 /1 31 /1 03 a 10 0/ /1 27 1/ 2/ 10 2/ 0/ /1 05 0a /1 /1 0 30 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 11 55.00 Úmido+Normal 50.TR = 30 Anos 100.00 70.00 São Simão: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos São Simão .00 95.00 46 / 150 .00 Normal 65.00 90.TR = 30 Anos 100.00 75.00 10 Seco+Normal 10 60.00 Seco+Normal Úmido+Normal Independente 22 /0 4/ 11 16 /0 4/ 11 a 19 /0 3/ 11 a 25 /0 3/ 11 25 /0 2/ 11 19 /0 2/ 11 22 /0 1/ 11 a a 31 /1 2/ 10 25 /1 2/ 10 27 /1 0/ 10 a 03 /1 2/ 10 a 05 /1 0/ 10 a 30 /1 0/ 10 Figura 10 28 /0 1/ 11 80.Figura 9 Itumbiara: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Itumbiara .00 % VU 80.00 90.00 % VU 95.00 85.00 Normal 85.

00 40.00 Úmido+Normal 55.00 Seco+Normal 60.00 90.00 % VU 60.00 Independente ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 22 /0 4/ 11 a 16 /0 4/ 11 19 /0 3/ 11 a 25 /0 3/ 11 25 /0 2/ 11 a 19 /0 2/ 11 22 /0 1/ 11 a 28 /0 1/ 11 31 /1 2/ 10 25 /1 2/ 10 a 03 /1 2/ 10 a 27 /1 0/ 10 30 /1 0/ 10 a 05 /1 0/ 10 0.00 47 / 150 .00 Normal 65.00 Promissão: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Promissão .00 75.00 Independente Figura 12 15 /0 7/ 11 a 09 /0 7/ 11 11 /0 6/ 11 a 17 /0 6/ 11 20 /0 5/ 11 a 22 /0 4/ 11 14 /0 5/ 11 19 /0 3/ 11 16 /0 4/ 11 a a 25 /0 3/ 11 25 /0 2/ 11 19 /0 2/ 11 22 /0 1/ 11 25 /1 2/ 10 a 28 /0 1/ 11 a 31 /1 2/ 10 a a 27 /1 0/ 10 30 /1 0/ 10 a 05 /1 0/ 10 03 /1 2/ 10 50.00 80.00 % VU 80.00 85.00 Normal 30.00 50.00 90.00 Seco+Normal 20.Figura 11 Barra Bonita: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Barra Bonita .00 Úmido+Normal 10.TR = 20 Anos 100.TR = 30 Anos 100.00 70.00 70.00 95.

00 80.00 90.00 Normal 85.00 Seco+Normal Úmido+Normal 30.00 Jurumirim: evolução temporal dos volumes de espera para o cenário Independente Jurumirim .00 50.00 % VU 95.00 90.00 % VU 70.TR = 50 Anos 100.00 Normal 40.00 48 / 150 .Figura 13 Ilha Solteira Equivalente: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Ilha Solteira Equivalente .TR = 30 Anos 100.00 60.00 Seco+Normal Úmido+Normal Independente ciclo 2010/2011 a 14 10 /1 1 16 /0 9/ 11 08 /1 0/ 11 10 /0 9/ 11 a 19 /0 8/ 11 a 13 /0 8/ 11 16 /0 7/ 11 a 22 /0 7/ 11 24 /0 6/ 11 a 27 /0 5/ 11 a 21 /0 5/ 11 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 18 /0 6/ 11 29 /0 4/ 11 a 23 /0 4/ 11 a 01 /0 4/ 11 04 /0 3/ 11 26 /0 3/ 11 a a 04 /0 2/ 11 26 /0 2/ 11 07 /0 1/ 11 29 /0 1/ 11 a a 01 /0 1/ 11 04 /1 2/ 10 06 /1 0/ 10 a 12 /1 0/ 10 10 /1 2/ 10 80.00 Independente Figura 14 22 /0 4/ 11 16 /0 4/ 11 a 19 /0 3/ 11 19 /0 2/ 11 22 /0 1/ 11 a 25 /0 3/ 11 25 /0 2/ 11 a 28 /0 1/ 11 a a 25 /1 2/ 10 30 /1 0/ 10 27 /1 0/ 10 a a 05 /1 0/ 10 03 /1 2/ 10 31 /1 2/ 10 20.

00 % VU 90.Figura 15 Chavantes: evolução temporal dos volumes de espera para o cenário Independente Chavantes .00 % VU 95.00 85.TR = 50 Anos 100.00 Capivara: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Capivara .00 Seco+Normal 75.00 95.00 Úmido+Normal Independente Figura 16 14 10 /1 1 a 16 /0 9/ 11 08 /1 0/ 11 a 19 /0 8/ 11 10 /0 9/ 11 a 16 /0 7/ 11 13 /0 8/ 11 a a 18 /0 6/ 11 22 /0 7/ 11 24 /0 6/ 11 27 /0 5/ 11 a 21 /0 5/ 11 23 /0 4/ 11 26 /0 3/ 11 a a 29 /0 4/ 11 01 /0 4/ 11 04 /0 3/ 11 a 04 /0 2/ 11 26 /0 2/ 11 a 07 /0 1/ 11 29 /0 1/ 11 a 10 /1 2/ 10 01 /0 1/ 11 a 04 /1 2/ 10 06 /1 0/ 10 a 12 /1 0/ 10 70.00 Seco+Normal Úmido+Normal Independente ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 04 /1 /1 29 / 04 01 / a 11 4/ 23 /0 26 /0 3/ 11 a a 11 2/ 26 /0 ciclo 2010/2011 1 1 1 03 04 / 02 04 / a 29 /0 1/ 11 a 11 1/ 01 /0 /1 1 /1 1 /1 01 07 / 12 10 / a 10 2/ 04 /1 06 /1 0/ 10 a 12 / 10 /1 /1 0 0 80.TR = 30 Anos 100.00 49 / 150 .00 Normal 85.00 90.00 Normal 80.

cuja recorrência estimada não chega a 2 anos. volumes de espera associados à recorrência de 50 anos calculados pela metodologia da Curva Volume-Duração. sem capacidade para a alocação de volumes de espera. da localização e da severidade de sua restrição. foi possível aplicar a metodologia CEPEL para o sistema Camargos-Funil. Em Camargos o volume de espera alocado até a estação chuvosa 1991/1992 era tido como suficiente para garantir uma proteção de 100 anos à cidade de Ribeirão Vermelho.5. SP2 e SP3. Desde o ciclo 2004-2005. a CEMIG fez uma revisão do cálculo dos volumes de espera em Camargos. mas considerando apenas o reservatório de Camargos. A representação esquemática deste sistema é apresentada na Figura 17 a seguir. Em razão da conclusão da construção da ponte ferroviária sobre o rio Grande em Ribeirão Vermelho. Nesta metodologia. adotando-se simplesmente o método das Trajetórias Críticas. Após a atualização da série histórica até 1996. tal volume passou a representar uma proteção de apenas 17 anos. a CEMIG passou a adotar neste aproveitamento. definidos com base em avaliações energéticas. Figura 17 Representação esquemática do Sistema Camargos-Funil Camargos SP1 Funil-Grande SP2 3 SP3 Q restr =1000m /s ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 Q restr =1100m 3 /s 50 / 150 . Após a atualização da série de vazões com o período 19771992. parcialmente destruída durante a cheia de 1992. com a composição dos três sistemas parciais SP1. por ser um aproveitamento a fio d’água. Esta metodologia proporcionou um acréscimo no grau de proteção à cidade de Ribeirão Vermelho. a partir da revisão das séries de vazões naturais diárias do projeto de Revisão das Séries de Vazões Naturais.3 Sistema de reservatórios Camargos-Funil O reservatório de Camargos não é considerado no sistema de reservatórios da bacia do rio Paraná até Porto São José em razão do seu pequeno tamanho em relação aos demais. desta vez utilizando a metodologia CEPEL (Anexo I).2. desde a estação chuvosa 1993/1994. não agregando nenhuma proteção adicional às demais restrições existentes a jusante do mesmo. o reservatório de Camargos é considerado como reservatório para controle de cheias e o reservatório de Funil apenas um ponto de controle (local da restrição mais severa). sem a necessidade de se efetuar o cálculo das condições de controlabilidade.

280 0.370 0.370 0.370 0. Em seguida.370 0.370 0.260 0.000 0. em algumas semanas não é possível garantir o tempo de recorrência de 15 anos para a restrição a jusante da UHE Funil-Grande nestas semanas. é apresentada na Figura 18 a evolução temporal destes volumes de espera.000 0.370 0.330 0.370 0.340 0.000 0.370 0.000 0.360 0.370 0.250 0.370 0.370 0.370 0.370 0.370 0.300 0.030 0.230 0.370 0.370 0.370 0.350 0.370 0.180 0.300 0. Tabela 11 Volumes de espera (km³) para o reservatório de Camargos com operação de controle de cheias até Funil Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Seco+Normal TR = 15 anos 0.370 0.350 0.000 0.020 0.370 0.370 0.320 0.370 0.000 51 / 150 .000 0.370 0. apresenta os volumes de espera calculados para Camargos para o tempo de recorrência de 15 anos adotado pela CEMIG.A Tabela 11.350 0.370 0.370 0.250 0.370 0.190 0.360 0.370 0.170 0.370 0.320 0.020 0.000 0.310 0.350 0.290 0.350 0.000 0.310 0.370 0.000 ciclo 2010/2011 Independente TR = 15 anos 0.250 0.290 0.150 0.370 0.350 0.230 0.110 0.370 0.330 0.280 0.370 0.360 0. Destaca-se que. a seguir.210 0.140 0.350 0.310 0. para os quatro cenários hidrológicos considerados.370 0.250 0.350 0.280 0.370 0.000 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Camargos Normal Úmido+Normal TR = 15 anos TR = 15 anos 0.370 0.000 0.280 0.290 0.370 0.370 0.370 0.320 0.370 0.000 0.350 0. devido à indicação de necessidade de alocação de volume de espera em Funil-Grande em algumas semanas e por esta usina não possuir reservatório de regularização.010 0.370 0.170 0.370 0.000 0.

4 /1 1 30 / 04 /1 1 a 06 /0 5 /1 1 22 /0 4 /1 1 04 /1 1 a 08 a 16 / 04 /1 1 a 02 / /1 1 03 19 / /1 1 03 05 / /0 4 /1 1 25 /0 3 a a 11 25 /0 3 /1 1 /1 1 /0 2 /1 1 /1 1 02 19 / /1 1 a 11 /0 2 /1 1 /0 1 02 05 / 01 /1 1 a 22 / /1 1 01 08 / a 14 31 28 /0 1 /1 1 /1 0 /1 2 /1 0 a 25 / 12 /1 0 a 17 /1 2 /1 0 /1 0 12 11 / 11 /1 0 a 03 /1 2 /1 0 /1 1 19 a 27 / /1 0 11 13 / 30 / 10 /1 0 a 05 /1 1 /1 0 40.00 Normal Seco 50.Figura 18 Camargos: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Camargos . SP2 e SP3.00 90. foi possível aplicar a metodologia CEPEL (Anexo I) para o sistema Caconde-Limoeiro. sem capacidade para a alocação de volumes de espera.5. por ser um aproveitamento a fio d’água.00 %VU 80. A representação esquemática deste sistema é apresentada na Figura 19 a seguir. a partir da revisão das séries de vazões naturais diárias do projeto de Revisão das Séries de Vazões Naturais.TR = 15 Anos 100. com a composição dos três sistemas parciais SP1.00 70. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 52 / 150 .00 60.00 Sistema de reservatórios Caconde-Limoeiro Deste o ciclo 2003-2004.00 Úmido Independente 2. O reservatório de Caconde é considerado como reservatório para controle de cheias e o reservatório de Limoeiro apenas um ponto de controle (local da restrição mais severa).

040 0.000 0.030 0.000 0. Em seguida.000 0. a seguir.030 0.030 0.040 0.000 0.010 0.040 0.020 0.060 0.030 0.020 0.030 0.050 0.060 0.060 0. apresenta os volumes de espera calculados para Caconde para o tempo de recorrência de 20 anos adotado pela AES -Tietê para os quatro cenários hidrológicos considerados.060 0.060 0.Figura 19 Representação esquemática do Sistema Caconde-Limoeiro Caconde SP1 SP3 Limoeiro SP2 Qrestr=600m3/s Qrestr=550m3/s A Tabela 12.030 0.030 0.050 0.060 0.060 0.040 0.030 0.010 0.060 0.010 0.000 0.030 0.030 0.070 0.030 0.060 0.000 0.020 0.050 0.030 0.010 0.040 0.040 0.060 0.040 0.050 0.070 0.040 0. Destaca-se que.050 0.000 0.040 0.050 0.000 ciclo 2010/2011 Independente TR = 20 anos 0.020 0.000 0. é apresentada na Figura 20 a evolução temporal destes volumes de espera.000 0.060 0.020 0.040 0.040 0.080 0.050 0.020 0.050 0.060 0.050 0.050 0.030 0.020 0.070 0.030 0.040 0.060 0. Tabela 12 Volumes de espera (km³) para o reservatório de Caconde com operação de controle de cheias até Limoeiro Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Seco+Normal TR = 20 anos 0.000 0.050 0.010 0.040 0.000 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Caconde Normal Úmido+Normal TR = 20 anos TR = 20 anos 0.000 0.020 0.060 0.000 0.050 0.000 0.000 0.050 0.030 0.050 0.070 0.020 0.050 0.010 0.070 0.010 0.050 0.010 0. devido à indicação de necessidade de alocação de volume de espera em Limoeiro em algumas semanas e por esta usina não possuir reservatório de regularização. em algumas semanas não é possível garantir o tempo de recorrência de 20 anos para a restrição a jusante da UHE Limoeiro nestas semanas.060 0.020 0.060 0.000 53 / 150 .010 0.010 0.040 0.

Figura 20

Caconde: evolução temporal dos volumes de espera – Cenário Independente

CACONDE - TR = 20 Anos
100,00

95,00

%VU

90,00

85,00

80,00

Normal
Seco
Úmido

75,00

Independente

2.6

/1
1
/0
4

/1
1
04
16
/

02
/

04

/1
1

a

a

08

22

/0
4

/0
3
25
a

03

/1
1

a
19
/

/1
1
03

/1
1

/1
1

/1
1
/0
3
11

/0
2
25
05
/

02

/1
1

a

a
19
/

02

/1
1

a
05
/

/1
1
01

/1
1

/1
1
/0
2
11

/0
1
28

14
a
22
/

01

/1
1

a
08
/

/1
0
12

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19

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70,00

Alternativas de volumes de espera
No estudo da bacia do rio Paraná foram mostrados somente os resultados correspondentes aos tempos de recorrência indicados pelos Agentes de Geração:
• 30 anos no Sistema de Reservatórios da Bacia do rio Paraná até Porto São
José durante o período de novembro a abril;
• 20 anos no Sistema do Reservatório de Barra Bonita, durante o período de
novembro a junho;
• 50 anos no Sistema de Reservatórios da Bacia do Rio Paranapanema até
Chavantes, considerando-se todo o período anual;
• 15 anos no Sistema de Reservatórios Camargos-Funil durante o período de
novembro a abril; e
• 20 anos no Sistema de Reservatórios Caconde-Limoeiro durante o período de
novembro a abril.
O Anexo II apresenta estas alternativas de volumes de espera semanais para
o controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná em km³ e o armazenamento correspondente em %V.U. Os quatro cenários hidrológicos foram
considerados para o sistema de reservatórios até Porto São José, para o sistema
de Camargos-Funil e para o sistema Caconde-Limoeiro. Nos sistemas de reservatórios da bacia do rio Paranapanema – considerando-se todo o período anual -

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os quatro cenários hidrológicos foram integrados ao Cenário Independente. Para
o reservatório de Barra Bonita, os quatros cenários hidrológicos foram integrados
aos seus respectivos cenários hidrológicos do sistema de reservatórios da bacia
do rio Paraná até Porto São José.

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ciclo 2010/2011

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3

Bacia do rio Paraíba do Sul

3.1

Localização e principais características da bacia
Esta bacia, mostrada nas Figuras 22 e 23, está situada entre os estados de São
Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, em uma região com um acentuado grau
de ocupação populacional e um grande parque industrial.
A bacia do rio Paraíba do Sul é de grande importância econômica e social, haja vista os decretos e portarias do Governo Federal que regulamentam o uso dos
seus recursos hídricos, visando atender às necessidades de geração de energia
elétrica, o abastecimento d'água das cidades ao longo da sua calha, o saneamento, a irrigação etc.
Portanto, o controle de cheias é mais um aspecto dentro dos múltiplos usos
que deve ser considerado no planejamento e operação dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia.

3.2

Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia
A bacia do rio Paraíba do Sul possui um sistema complexo de aproveitamentos,
compreendendo usinas com reservatório de acumulação, usinas a fio d'água, usinas elevatórias etc. Existe um sistema para transposição de bacias com o objetivo original de geração de energia elétrica, mas que garante o abastecimento
d'água da cidade do Rio de Janeiro (Guandu). A Figura 24 mostra todo o sistema
de aproveitamentos da bacia e suas restrições, enquanto o Quadro 8 traz suas
principais características.

3.2.1

Aproveitamentos utilizados no controle de cheias
Os aproveitamentos que participam do controle de cheias através da alocação de
volumes de espera são os reservatórios de regularização de Santa Branca e Funil. O reservatório de Paraibuna tem um papel importante no amortecimento de
cheias, principalmente para as restrições a jusante de Santa Branca, mas seus
órgãos extravasores, válvula de fundo (circuito hidráulico com a turbina com vazão máxima limitada em 120 m3/s) e vertedor tulipa, impossibilitam a alocação de
um volume de espera. Da mesma forma o reservatório de Jaguari tem uma válvula de fundo com capacidade máxima de 60 m3/s e um vertedor a lâmina livre,
não sendo possível também a alocação de volume de espera, mas havendo portanto um amortecimento para jusante, maior ou menor em função do nível de
armazenamento no início da estação chuvosa.
Os aproveitamentos de Santa Cecília e Ilha dos Pombos, por serem a fio d'água, não tem efeito direto no controle de cheias na bacia do rio Paraíba do Sul. A
contribuição pelo bombeamento da Usina Elevatória de Santa Cecília só é efetiva se não estiver ocorrendo cheia simultânea no rio Piraí, devido à sua paralisação, podendo inclusive ocorrer visando à redução das descargas pela barragem
de Santana.

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Figura 22 Localização dos aproveitamentos da bacia do rio Paraíba do Sul Figura 23 Perfil da bacia do rio Paraíba do Sul no trecho dos aproveitamentos hidrelétricos ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 57 / 150 .

PASSOS SOBRAGI 10 Barra do Piraí ILHA DOS POMBOS Detalhe do rio Sacra Família ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 58 / 150 . BRANCA usina de bombeamento 300 Guararema 340 Jacareí FUNIL 700 TOCOS LAJES FONTES 850 Resende 800 Barra Mansa 880 Volta Redonda VIGÁRIO NILO PEÇANHA SANTANA SANTA CECÍLIA 1100 P.Figura 24 Diagrama esquemático do sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Paraíba do Sul Rio Paraíba do Sul CONVENÇÃO usina com reservatório usina a fio d’água restrição de vazão máxima (m³/s) reservatório com volume de espera para o controle de cheias PARAIBUNA reservatório JAGUARI Sta.

100 m³/s. INST.0 (4) Qmax= 700. 800. (6) Para atendimento à calha da CEDAE.004 100 - - 3675 0.793 28 - FURNAS FUNIL PARAÍBA DO SUL 448 13.Quadro 8 Principais características dos aproveitamentos da bacia do rio Paraíba do Sul DIST.0 - - 380 - - 0.5 Qmin= 120. quando da ocorrência de chuvas. RIO CESP PARAIBUNA/ PARAITINGA PARAIBUNA/ PARAITINGA 843/834 4. 3. a formação de um volume de espera dinâmico. (5) Usina elevatória. para minimizar descargas a jusante do reservatório de Santana.005 PARAÍBA DO SUL PARAÍBA DO SUL -32 182 Qmin= 30.516 0. respectivamente). 880 e 1.40 m da régua linimétrica da estação de captação do Serviço Autônomo de Águas e Esgotos – SAAE na cidade de Jaca- ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 59 / 150 .00 LIGHT STA.50 66 322 0.001 -88 - 71 - - LIGHT VIGÁRIO NILO PEÇANHA TOCOS PIRAÍ 402 382 LIGHT LAJES RIB.410 0.00 (6) - (1) Refere-se à foz no oceano Atlântico. (2) Defluência limite do circuito hidráulico: turbina + válvula dispersora.030 0.3 Restrições hidráulicas existentes na bacia Especificamente para controle de cheias.ATÉ A FOZ (km) (1) A.00 NAmax= 140. busca-se.0 Qmin= 40.60 JUS. No rio Piraí.45 CESP JAGUARI JAGUARI 736 1.445 - NAmin= 397.0 Qmin= 80. tem-se para Santa Branca uma restrição condicionada ao valor de 300 m3/s no posto fluviométrico de Guararema. POMBOS 179 32.636 85 - LIGHT STA. estimado como correspondente ao nível 2. (4) Valor condicionado às restrições nas cidades de Resende. mediante o pleno bombeamento na Usina Elevatória de Vigário e a paralisação do bombeamento na elevatória de Santa Cecília. CECÍLIA 337 16.LAJES SOBRAGI PARAIBUNA MINEIRO PARAIBUNA METAIS NAmin= 352.00007 60 - LIGHT SANTANA PIRAÍ 346 889 0. Volta Redonda e Barra do Piraí (850.606 222 NAmin= 449. (MW) RESTRIÇÕES OPERATIVAS EMPRESA APROVEIT. PASSOS RIB.(m³/s) Qmax= 10 m³/s - LIGHT LIGHT (5) MONT.D.300 0.LAJES 74 LIGHT P. (3) Valor máximo condicionado à incremental devido à restrição de 340 m³/s na cidade de Jacareí. (km³) POT.U.002 - 305 0.0 Qmax= (3) Qmin= 10.002 LIGHT I. (km²) V.(m) (5) Qmin= 6.0 Qmin= 71.694 0.0 (2) Qmax= 120.008 - RIB. Para cálculo de volume de espera utiliza-se 300 m³/s como restrição condicionada em Guararema. e se necessário a inversão do fluxo d´água nesta usina através de uma unidade de bombeamento.0 (2) Qmax= 60.308 58 NAmin= 607.150 2. BRANCA PARAÍBA DO SUL 796 5. Barra Mansa.VIGÁRIO 362 30 0.

em função dos problemas nas cidades de Resende (850 m3/s). deverá ser providenciado o desligamento de bombas da Usina Elevatória de Santa Cecília e mantido o pleno bombeamento na Usina Elevatória de Vigário. mesmo sem a abertura de comporta da barragem de Santana.Branca Incremental S. visando evitarem-se descargas pela barragem de Santana. 3. Segundo estudos realizados pela empresa Geotécnica S.Guandu. Volta Redonda (880 m3/s) e Barra do Piraí (1. para a formação de um volume de espera dinâmico no reservatório de Santana. esta cota é alcançada para um nível junto à barragem de 466.. A partir da cota 467. uma restrição de nível máximo. onde a descarga de restrição é de apenas 10 m3/s. Cabe ressaltar que na ocorrência de chuva na bacia contribuinte do rio Sacra Família.reí. situado entre a barragem de Santana e a cidade de Barra do Piraí. afluente da margem direita do rio Piraí.Guandu fica a jusante da barragem de Santana.70 m e uma vazão afluente de 3. a qual provocará uma sobreelevação devido ao remanso na região do aterro da ordem de 30 cm. O reservatório de Funil tem.100 m3/s) a jusante do reservatório. ainda. podem ocorrer vazões superiores à restrição.Branca+Jaguari/Funil Paraibuna-Paraitinga Paraíba do Sul Jaguari Paraíba do Sul Paraíba do Sul - 1927/1996 1928/1996 1935/1996 1927/1986 1927/1996 1928/1996 1935/1996 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 60 / 150 . Pode-se observar que estas séries são as mesmas utilizadas nos estudos anteriores. Nesse trecho do rio Piraí estão localizados diversos bairros das cidades de Piraí e Barra do Piraí.A. que faz parte da ligação entre Rio de Janeiro e São Paulo.Piraí . O trecho crítico do subsistema Paraíba . Em função do estado hidráulico do Sistema de Desvio Paraíba . Barra Mansa (800 m3/s).Piraí . contratada por FURNAS.00 m no local compromete-se a segurança do referido aterro.500 m3/s. Também o reservatório de Funil opera respeitando uma restrição condicionada (700 m3/s).Branca(Guararema) Jaguari Queluz Funil (Resende) Incremental Paraibuna/S. localizado junto ao rio do Salto.4 Séries de vazões naturais médias diárias As séries históricas de vazões naturais médias diárias nos locais de interesse da bacia do rio Paraíba do Sul estão apresentadas no Quadro 9 a seguir. Quadro 9 Séries de vazões naturais médias diárias na bacia do rio Paraíba do Sul LOCAL RIO PERÍODO Paraibuna-Paraitinga S. local da restrição. que é o aterro da estrada de ferro da Rede Ferroviária Federal.

2007 VERIFICADO 36.U.90 74.31. consiste na aplicação do Método da Curva Volume x Duração para cada reservatório do sistema.Volume Útil Em função grande diferença do nível de partida da próxima estação chuvosa com os níveis de partida dos últimos anos.: • %V. O Quadro 10.10.10.3.38 86. a seguir.U.2009 VERIFICADO 83.34 28.24 25. Vale ressaltar que as simulações realizadas nos estudos dos volumes de espera necessitam dos níveis dos reservatórios no início da estação chuvosa. Para 2010 são apresentados os valores previstos para o final do mês de outubro.31.40 V. Considerações: a) Paraibuna-Paraitinga A prática operativa e as simulações já mostraram que.31.35 %V. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 61 / 150 .5 Aplicação da metodologia A metodologia que vem sendo utilizada no sistema de reservatórios da bacia do rio Paraíba do Sul desde o primeiro estudo no âmbito do GCOI para o controle de cheias desta bacia. não é bom.76 47. Os volumes de espera para os reservatórios de jusante são calculados utilizando-se a série de vazões afluentes regularizadas. principalmente no caso de Santa Branca.U. A distribuição de freqüência utilizada no ajuste dos eventos extremos máximos é a distribuição Log-Pearson III. o amortecimento propiciado pelo reservatório de Paraibuna-Paraitinga tem papel importante no controle da restrição de descarga a jusante de Santa Branca.90 %V.78 77. Sabe-se que o ajuste de uma distribuição de freqüência aos eventos extremos máximos de uma série regularizada.34 %V.U. necessário nesta metodologia.U. 2008 e 2009.45 95.Paraitinga a montante. obtidas pelo somatório das defluências resultantes da simulação dos reservatórios de montante com as incrementais do trecho entre os reservatórios. .2010 PREVISTO 75.82 40. o estudo de alternativas de volumes de espera foi revisto.10.2008 VERIFICADO 61.00 94. durante os períodos de cheias.10.60 65. em 1983.31.37 19. mostra os volumes armazenados verificados ao final de outubro de 2007. Quadro 10 Armazenamentos no início das estações chuvosas APROVEITAMENTO PARAIBUNA/PARAITINGA SANTA BRANCA JAGUARI FUNIL OBS. devido à alta regularização do reservatório de Paraibuna .71 31.

Quadro 11 Volumes de espera de Santa Branca (km³) para a restrição condicionada de 300 m³/s TEMPO DE RECORRÊNCIA VOLUME DE ESPERA (ANOS) (km³) 20 30 50 60 70 80 100 120 140 160 170 180 0.017 km3. como dito anteriormente. a determinação dos volumes de espera foi realizada com a vazão de restrição condicionada de 300 m3/s. Os volumes de espera para o controle de cheias neste local foram calculados a partir das séries de vazões afluentes regularizadas a Funil.009 0.016 0.031 0.017 0.007 0. O Quadro 11 apresenta as alternativas de volumes de espera para Santa Branca calculados pelo método da Curva Volume x Duração. Barra Mansa. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 62 / 150 . considerando. c) Jaguari Este reservatório tem pequena capacidade de amortecimento.024 O Tempo de recorrência adotado pela LIGHT para este ciclo será de 100 anos. existe para este aproveitamento uma restrição de descarga condicionada de 700 m3/s. o que corresponde a um volume de espera de 0.b) Santa Branca Os problemas de inundação na cidade de Jacareí surgem para níveis d’água a partir de 2.021 0.013 0.012 0. que corresponde a uma vazão de restrição de 340 m3/s. Como a série histórica de vazões naturais utilizada nos estudos é a do posto fluviométrico de Guararema.017 km3 em Santa Branca correspondente ao nível de armazenamento de 94. Volta Redonda e Barra do Piraí.019 0. a montante da cidade de Jacareí. localizadas a jusante da usina de Funil. d) Funil Em decorrência de problemas de inundação nas cidades de Resende.48% de VU.015 0.40 m no posto fluviométrico da LIGHT junto à estação de captação do Serviço Autônomo de Águas e Esgotos – SAAE.023 0. sendo pouco significativo para o controle das restrições a jusante de Funil. a alocação de volume de espera de 0.

146 0.091 0. de 56 anos para Funil. considerando diversos tempos de recorrência.201 0. por FURNAS. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 63 / 150 .176 0.7 Alternativas de volumes de espera Em face da experiência operativa nesta bacia foi adotada a alternativa de volume de espera pela LIGHT que corresponde à um TR de 100 anos para Santa Branca e.6 Considerações adicionais dos estudos Cabe ainda assinalar que a escolha da alternativa de alocação dos volumes de espera desta bacia é feita a partir dos resultados de estudos que levam em consideração o risco de não atendimento de descargas mínimas em várias seções ao longo do rio Paraíba do Sul. além dos compromissos energéticos. 3.O Quadro 12 apresenta os resultados dos volumes de espera determinados para Funil. Quadro 12 Volumes de espera (km³) de Funil para a restrição de 700 m³/s TEMPO DE RECORRÊNCIA VOLUME DE ESPERA (ANOS) (km³) 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 0.189 0.160 0.132 0. os quais são apresentados na Tabela 13 e no Anexo II com os valores semanais de volumes de espera em km³ e o armazenamento correspondente em %VU.113 0.057 0.211 3.

154 74.48 0.48 0.123 79.154 74.154 74.59 0.90 0.48 0.017 94.00 Funil TR=56 anos km³ %VU 0.031 94.59 0.154 74.59 0.59 0.154 74.48 0.017 94.48 0.154 74.017 94.000 100.83 0.154 74.48 0.59 0.48 0.59 0.014 95.017 94.017 94.154 74.000 100.59 0.154 74.154 74.017 94.003 98.017 94.67 0.48 0.017 94.010 96.062 89.59 0.48 0.: V E %VU a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 Santa Branca TR=100 anos km³ %VU 0.154 74.59 0.Tabela 13 Volumes de espera nos reservatórios da bacia do rio Paraíba do Sul Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 OBS.00 0.59 0.59 0.154 74.48 0.007 97.59 0.017 94.59 0.48 0.48 0.59 0.59 0.48 0.59 0.017 94.48 0.75 0.48 0.154 74.154 74.017 94.92 0.48 0.017 94.017 94.48 0.017 94.00 0.017 94.000 100.59 0.59 0.48 0.000 100.017 94.017 94.154 74.154 74.017 94.154 74.154 74.48 0.59 0.59 0.017 94.00 Volume de Espera (km³) Volume de Espera em % de Volume Útil do Reservatório ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 64 / 150 .79 0.59 0.154 74.154 74.017 94.58 0.017 94.48 0.69 0.154 74.092 84.48 0.

Itaparica. no Estado de Minas Gerais. os estudos realizados nesta bacia geralmente são subdivididos em trechos. Além destes aproveitamentos.6% da capacidade de geração hidráulica instalada no Nordeste.4 Bacia do rio São Francisco 4. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 65 / 150 . como descrito a seguir e apresentado na Figura 26. Figura 25 Localização dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio São Francisco (Fonte: ANA) UHE QUEIMADO Devido à grande extensão do vale. Complexo de Paulo Afonso e Xingó correspondem a 93. ressaltam-se os aproveitamentos de Três Marias e Queimado. bem como os principais postos hidrométricos ao longo do rio. cujas nascentes estão na região Sudeste. Os aproveitamentos de Sobradinho. é de suma importância na geração de energia para a região Nordeste do Brasil.1 Localização e principais características da bacia O rio São Francisco. A Figura 25 apresenta a localização destes aproveitamentos. localizados mais a montante da bacia do rio São Francisco.

pode levar de 15 a 35 dias para chegar até Sobradinho. com área de drenagem de 499. Sistema do Reservatório de Queimado. para controle de cheias. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 66 / 150 . Queimado. e Sistema de Reservatórios de Sobradinho e Itaparica. de forma independente em relação aos reservatórios de Sobradinho e Itaparica. seus principais tributários e as restrições operativas consideradas na bacia.Bacia do rio São Francisco . a saber: • • • Sistema do Reservatório de Três Marias. priorizando a proteção da cidade de Belém de São Francisco devido à não conclusão das obras de proteção nesta cidade. afluente do rio Paracatu. com área de drenagem de 3. O controle de cheias é exercido pelos reservatórios de Três Marias. localizada na extremidade do reservatório. Isto se deve principalmente à grande distância entre estes reservatórios e Sobradinho. Por outro lado.divisão por trechos Rio Preto Figura 26 QUEIMADO Alto Médio Sub-médio Rio Paracatu Baixo COMPLEXO PAULO AFONSO ITAPARICA Rio São Francisco TRÊS MARIAS SOBRADINHO 4. visando atender apenas as suas próprias restrições. os reservatórios de Três Marias e Queimado são operados. O sistema de reservatórios dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio São Francisco. função da magnitude das vazões.084 km2. não afeta significativamente as afluências a Sobradinho. Sobradinho e Itaparica. pois a água liberada em Três Marias. Devido à topologia do sistema e às características físicas desta bacia. foi subdividido em três outros sistemas. Desde a entrada em operação de Itaparica a CHESF efetua medidas de prevenção de enchentes.760 km2. localizado no rio Preto. o aproveitamento de Queimado. O Quadro 13 apresenta as principais características de tais aproveitamentos. para fins da operação de controle de cheias.2 MOXOTÓ XINGÓ Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia O diagrama esquemático (Figura 27) apresenta os aproveitamentos hidrelétricos existentes no rio São Francisco.

270 606.0 0.220 800 A.732 3.050 CHESF ITAPARICA 310 593.(m) JUS.158 0.Quadro 13 Principais características dos aproveitamentos da bacia do rio São Francisco EMPRESA APROVEITAMENTO CEMIG CEMIG CHESF TRÊS MARIAS QUEIMADO SOBRADINHO DIST ATÉ A FOZ (km) 2.000 NAmax= 8.084 V.423 2. (km²) 50.D.U.760 499.669 POT.500 CHESF CHESF CHESF CHESF MOXOTÓ P.AFONSO I.AFONSO IV XINGÓ 270 270 270 210 606.0 0.389 28.INST.278 0. MONT.000 304.000(1) 300(2) 8.384 3.(m³/s) 4.270 610.549 1. (MW) 396 105 1.OPERAT.065 400 1.000 (1) Na cidade de Pirapora (2) Na cidade de Unaí (3) Na cidade de Belém do São Francisco ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 67 / 150 . II e III P.000 REST. (km³) 15.544 0.294 606.00(3) 8.460 3.

influenciada pela contribuição da vazão incremental entre Três Marias e Pirapora representada. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 68 / 150 . pelo rio Abaeté.Figura 27 Diagrama esquemático dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio São Francisco 4.3 Restrições hidráulicas existentes na bacia O aproveitamento de Três Marias opera com uma restrição de 4.000 m3/s na cidade de Pirapora. principalmente.

Todo o trecho do rio São Francisco entre Pirapora e as localidades próximas ao reservatório de Sobradinho encontra-se sem um controle efetivo das cheias.2010 1931. respectivamente. a restrição de nível máximo de montante do reservatório de Itaparica. Quadro 14 Séries de vazões naturais médias diárias disponíveis na bacia do rio São Francisco LOCAL TRÊS MARIAS QUEIMADO SOBRADINHO PERÍODO FONTE 1931 . sendo esta.000 m3/s.00m na cidade de Belém do São Francisco. com defluências destes reservatórios de até 8. No trecho de Sobradinho até a foz do rio São Francisco. Portanto. entre outros. em função dos levantamentos efetuados após a cheia de 1979 e confirmados com os eventos de 1980. Este valor de restrição em Unaí foi obtido através de avaliação realizada no período úmido de 2007. condicionada ao nível máximo de 304. como os rios das Velhas.5 CARACTERÍSTICAS Informada pelo Agente Calculada função da proporção da área de drenagem do reservatório de Queimado e do posto fluviométrico de Unaí Projeto de Revisão das Séries de Vazões Naturais/Atualização pelo ONS Aplicação da metodologia No presente estudo aplicou-se a metodologia CEPEL (Anexo I) para os sistemas de reservatórios de Três Marias. 4. localizada a jusante. Urucuia. Corrente e Grande. Queimado e sistema de reservatórios de Sobra- ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 69 / 150 . indicando que valores superiores provocariam transbordamento na seção próxima à captação do SAAE. tem-se como restrição de vazão 8.A restrição de Queimado estimada correspondente à vazão de 300 m3/s na cidade de Unaí.2010 1966 .4 Séries de vazões naturais e incrementais médias diárias Os Quadros 14 e 15 apresentam os históricos utilizados nos estudos da bacia do rio São Francisco.000 m³/s.2010 Séries de Vazões Naturais Consistidas Séries de Vazões Naturais Consistidas Séries de Vazões Naturais Consistidas Quadro 15 Séries hidrológicas incrementais adotadas POSTO Três Marias / Pirapora PERÍODO 1931-2010 Queimado / Unaí 1966-2010 Sobradinho / Itaparica 1931-2010 4. a alocação de volumes de espera em Sobradinho e Itaparica objetiva o controle de cheias de 17 e 18 anos de período de retorno. Há também. que são acrescidas das contribuições de tributários. 1983 e 1992. Paracatu.

000 séries com o modelo DIANA. flexibilidade para reduzir ou aumentar o volume de espera alocado nos reservatórios no decorrer do período úmido. os valores da tabela correspondem à consideração de uma vazão de restrição de 4. foram gerados. adotado pela CHESF. prioritariamente. Foi decidido. os valores da tabela correspondem à consideração de uma vazão de restrição de 300 m3/s em Unaí e uma recorrência de 10 anos adotada pela CEMIG. Este procedimento de revisão dos volumes ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 70 / 150 . foram utilizadospara a determinação da alocação espacial dos volumes de espera nos reservatórios de Sobradinho e Itaparica.000 m3/s em Pirapora e uma recorrência de 50 anos adotada pela CEMIG. conforme apresentado no item 4. a adoção do cenário independente para todos os sistemas da bacia do rio São Francisco. 4. Na aplicação desta metodologia não foi incorporada a consideração de tendências de padrões climáticos. O período considerado como estação chuvosa nas séries desta bacia foi o período de 25 de setembro a 27 de maio. segundo a teoria das Condições de Controlabilidade.dinho/Itaparica. Para o cálculo dos volumes de espera foram considerados os três sistemas de reservatórios para a operação de controle de cheias. Contudo. respectivamente. No caso de Sobradinho. No caso de Três Marias. nas avaliações energéticas. ou seja. a partir do histórico de vazões naturais e incrementais médias diárias disponíveis. utilizando o critério de faixas de proporcionalidade de perda de produtividade do modelo VESPOT. durante a operação.1. Os resultados de volumes de espera por sistemas parciais. uma vez que não foi observada uma correlação alta entre estes cenários e a ocorrência de cheias. os valores da tabela correspondem à consideração de uma vazão de restrição de 8. Na primeira etapa de estudo. considerou-se todos os anos do histórico de vazões para a geração de 12. No caso de Queimado. descrita no item 2.000 m3/s e um tempo de recorrência de 17 anos e 18 anos. 12.000 períodos chuvosos de vazões diárias através do modelo DIANA. para Sobradinho e Itaparica. uma de geração de séries sintéticas de vazões incrementais através do modelo DIANA e outra de cálculo dos volumes vazios necessários e suficientes para o controle de cheias. de janeiro/1931 a maio/2010 para Sobradinho/Itaparica e de janeiro/1966 a maio/2010 em Queimado. obtidos considerando a alocação dos volumes de espera proporcional à perda de produtividade dos aproveitamentos e processo de descarte de máxima flecha. formulou-se a Tabela 14. portanto.2. a disponibilidade de um sistema de previsão de vazões que garante uma antecedência em grandes cheias de até 30 dias no conhecimento do hidrograma afluente permite ao ONS. Foram considerados os períodos de janeiro/1931 a março/2010 em Três Marias. que retrata uma alternativa de volumes de espera a ser considerada.5.6 Alternativas de volumes de espera Em face da experiência operativa nesta bacia. juntamente com a CHESF. A aplicação desta metodologia abrange duas etapas distintas.

) ou permanecer com 49. do reservatório de Itaparica para a cota 300.00m na barragem).000 m³/s. Assim. já em fevereiro podem ser tomadas decisões para alteração dos volumes de espera estabelecidos no planejamento. para garantir uma proteção para Belém do São Francisco. Durante os meses de fevereiro a abril. como as ocorridas em fevereiro de2001. igual a do restante do Vale. a exemplo de 1992. quando se verificou-se a segunda maior enchente do histórico (120 anos de recorrência). o reservatório pode ser rebaixado para a cota 300. deverá ser avaliada a situação hidrológica da bacia. busca assegurar o reenchimento dos reservatórios para períodos de vazões baixas. Análises efetuadas nos históricos do posto hidrométrico de São Francisco e das vazões afluentes a Sobradinho indicam que uma vez caracterizada a ausência de cheias de porte no rio São Francisco até o dia 31 de janeiro. conforme proposta constante do documento ONS-NT133/2005 .83% V.de espera. Neste caso. bem como controlar cheias com tempo de recorrência superior ao estabelecido no planejamento.Metodologia para revisão dos volumes de espera do reservatório de Sobradinho. que corresponde a 8. com base no quadro hidrológico vigente.00 m. possibilita antecipar a elevação da defluência para o valor da restrição e antecipar a sua quebra de forma controlada.73% V.16m no final de novembro e 301. caso necessário. caso se vislumbre a possibilidade de se ter afluências a Itaparica superiores a 8. objetivando uma definição sobre o rebaixamento.67m no final de fevereiro.U. A operação de reenchimento do reservatório de Itaparica a partir do final do mês de março estará condicionada à situação hidrometeorológica vigente na bacia e aos armazenamentos dos açudes monitorados pelo Governo do Estado de Pernambuco.000 m³/s (cota 302. a ser tratado no relatório “Diretrizes para as Regras de Operação de Controle de Cheias – Bacia do Rio São Francisco”.U. visando à alocação de algum volume de espera adicional para controlar cheias incrementais ou ampliar a garantia da cidade de Belém do São Francisco. Na segunda quinzena do mês de outubro será iniciado o deplecionamento do lago de Itaparica segundo uma curva-guia linear de volumes permissíveis de forma que o seu nível atinja a cota 302. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 71 / 150 .00 m (17. ou não.

040 0.000 0.000 0.000 Itaparica TR = 18 anos km³ 0.926 1.020 0.365 6.731 1.960 4.244 6.000 0.880 0.752 0.203 0.840 0.423 1.050 0.110 0.070 0.365 6.000 0.810 0.060 0.450 0.070 1.534 1.159 3. Período 25/09/10 02/10/10 09/10/10 16/10/10 23/10/10 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 07/05/11 14/05/11 21/05/11 28/05/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 01/10/10 08/10/10 15/10/10 22/10/10 29/10/10 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 13/05/11 20/05/11 27/05/11 03/06/11 Três Marias Queimado TR = 50 anos TR = 10 anos km³ km³ 0. bem como no trecho incremental entre o reservatório e a cidade de Pirapora.633 1.000 0.230 0.423 1.000 0.365 6. foram calculados os volumes de espera pelo sistema SPEC.060 0.365 6.000 0.365 6.110 3.000 0.040 0.000 0.010 0. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 72 / 150 .020 0.423 1.423 1.703 1.000 0.130 5.365 6.000 Sobradinho TR = 17 anos km³ 0.780 1.090 2.000 0.000 0. permite que possa ser procedido o reenchimento do reservatório a partir de 01 de março.096 1.710 0.000 0. no período de dezembro a fevereiro. a ausência de cheias de porte afluentes ao reservatório.970 0.000 0.960 4. Foram excluídos os anos que apresentaram a vazão média superior a 120% da MLT.390 0.365 6.365 6.520 0.306 5.400 0.120 4.670 0.960 4.790 0.000 0.000 0.341 0.000 0. uma vez caracterizada.070 0.Tabela 14 Volumes de espera (km³) para a bacia do rio São Francisco – Cenário Independente.000 0.530 0.100 1.170 0.000 0.030 0.110 3.300 0.000 0.234 6.000 0.365 6.000 0.000 0.120 3.215 1.583 1.080 1.930 0.100 3.070 1.510 5.365 6.390 0.830 0.485 1.460 0.000 0.244 6.030 0.050 0.090 4. objetivando a realização de revisão dos volumes de espera no início do mês de março.730 0.000 0.000 0.230 0.244 6.423 1.080 1.020 0.000 OBS A análise do histórico de vazões afluentes ao reservatório de Três Marias e do posto hidrométrico de Pirapora.423 1.270 0. Assim.000 0.627 1.960 4. até o dia 28 de fevereiro.Metodologia para revisão dos volumes de espera do reservatório de Três Marias.000 0.035 0.423 1.110 4. Os resultados obtidos para os volumes de espera levando em consideração um Tempo de Recorrência de 50 anos são apresentados na Tabela 15.550 1.000 0.280 0.090 2.000 0.620 0.040 0.100 3.564 0. consubstanciadas no documento ONS-NT-109/2006 .274 6.100 2.000 0.508 6.035 0.365 6.000 0.365 6.682 1.365 6.

830 0.000 0.900 0. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 73 / 150 .000 0.000 0.090 0.840 0.230 0.Tabela 15 Volumes de espera de Três Marias para anos de baixa hidraulicidade Período 25/09/10 02/10/10 09/10/10 16/10/10 23/10/10 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 07/05/11 14/05/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 01/10/10 08/10/10 15/10/10 22/10/10 29/10/10 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 13/05/11 20/05/11 Três Marias NT TR = 50 anos km³ 0.820 0.530 0.490 0.000 0.000 0.000 0.720 0.000 0.870 0.300 0.760 0.380 0. a operação do reservatório deverá objetivar a mitigação de cheias que estejam ocorrendo à jusante.680 0.600 0.250 0.730 0.720 0.440 0.000 0.000 0.270 0.000 Havendo indicações de chuvas e incrementais de porte entre o reservatório de Três Marias e o posto hidrométrico de Pirapora.190 0.400 0.660 0.540 0.

parte do Maranhão e uma pequena área do Ceará. Seu leito desenvolve-se do Sul para o Norte e faz a divisa do Estado do Maranhão com o Piauí.1 Localização e principais características da bacia A bacia do rio Parnaíba abrange quase totalmente o Estado do Piauí.U. Estado do Maranhão e tem sua foz na cidade de Parnaíba. Figura 28 Diagrama esquemático com a indicação do aproveitamento hidrelétrico de Boa Esperança e das restrições operativas na bacia do rio Parnaíba CONVENÇÃO restrição de vazão máxima (m³/s) Rio Parnaíba Teresina 2400 3000 Rio Gurguéia Rio Uruçui Preto 1600 Floriano Rio Poti BOA ESPERANÇA Rio Canindé Rio Balsas reservatório com operação para o controle de cheias Quadro 16 Principais características do reservatório de Boa Esperança EMPRESA CHESF APROVEIT. (MW) 225 RESTR. O Quadro 16 apresenta as principais características do aproveitamento hidrelétrico de Boa Esperança. O rio Parnaíba nasce na Chapada das Mangabeiras. OPERATIVAS MONT. RIO BOA ESPERANÇA PARNAÍBA DIST. seus principais tributários e a indicação das restrições operativas consideradas.(m³/s) - 1.000 1.112 km². com aproximadamente 1.5 Bacia do rio Parnaíba 5. Apesar da intermitência de grande parte de seus tributários. (km²) V.D. A Figura 28 apresenta um esboço da bacia.(m) JUS.400 km de extensão. O rio Parnaíba é o principal da região. (km³) 300.ATÉ A FOZ (km) 700 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias A. INST. totalizando 344. no Piauí.917 ciclo 2010/2011 POT.600 74 / 150 . o rio Parnaíba possui uma grande importância econômica para a região.

no período úmido. volume de espera para este fim. Além disso.bacia do rio Parnaíba CIDADE COTA VAZÃO APROXIMADA Floriano Teresina 8.000 m³/s Observações No decorrer das últimas cheias constatou-se.98 m 6. sendo alocado. em Teresina.000 m3/s. de uso múltiplo. Tendo em vista que tais incrementais não são fixas.5. A limitação de defluência em Boa Esperança é considerada uma descarga calculada em função das restrições em Floriano e Teresina e das incrementais Boa Esperança/Floriano e Floriano/Teresina.600 e 2. a defluência permitida em Boa Esperança é variável. Quadro 17 Restrição local . foi incluído o controle de cheias nas regras operativas de Boa Esperança.2 Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia O aproveitamento hidroelétrico de Boa Esperança é. desde o final da década de 70. 5. que o efeito de represamento do rio Parnaíba causado pela confluência com o rio Poti. considera-se que a restrição de defluência de Boa Esperança varia entre 1. tendo a cheia de 1995 se formado a jusante do reservatório. de forma que o valor da cota pode corresponder a vazões inferiores à indicada. bem como o efeito de remanso da confluência dos rios Parnaíba e Poti na cidade de Teresina. capital do Estado.3 Restrições hidráulicas existentes na bacia O aproveitamento de Boa Esperança opera com uma restrição variável devido às contribuições existentes nos trechos do Parnaíba a montante das cidades de Floriano (rio Gurguéia) e de Teresina (rio Canindé). foi projetado para geração e para regularização das vazões com o objetivo de permitir a navegação. atualmente. tendo em seu projeto um sistema de eclusas. cuja implantação limitou-se à execução de obras civis. Após avaliação das últimas cheias (1981. 1995 e 2003). afluente localizado imediatamente a jusante da cidade.400 m³/s 3. sendo a primeira utilizada para o cálculo do volume de ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 75 / 150 . interfere na curva-chave do posto fluviométrico de mesmo nome. O reservatório. como os demais reservatórios do setor elétrico brasileiro. 1985.87 m 2. o único implantado na bacia. são considerados os seguintes valores apresentados no Quadro 17. Na prática.

as séries de vazões naturais diárias no período de janeiro de 1966 a dezembro de 2005 foram substituídas pelas séries obtidas no projeto de revisão de séries de vazões naturais desse aproveitamento (ONS. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 76 / 150 . descrita no item 2.6 Alternativas de volumes de espera A Tabela 16 apresenta a evolução temporal dos volumes de espera de Boa Esperança recomendada para o período úmido 2010/2011. face ao pequeno número de anos do histórico de vazões. a partir do histórico de vazões naturais. na formação das descargas em Floriano e Teresina. como já destacado no ciclo anterior. utilizando precipitação mensal nos postos Amarante e Oeiras e a vazão mensal em Boa Esperança. segundo a teoria das Condições de Controlabilidade. A título de informação.000 períodos chuvosos de vazões diárias através do modelo DIANA. através do modelo DIANA. correspondente ao tempo de recorrência de 36 anos indicado pela CHESF. Na primeira etapa de estudo. as mesmas não foram utilizadas nos estudos de controle de cheias apresentados nesse relatório. uma vez que apenas neste período se dispõe de descargas médias diárias observadas. Na aplicação desta metodologia não foi incorporada a consideração de tendências de padrões climáticos. a série histórica de vazões médias mensais para o período de Jan/1931 a ago/1933 foi obtida através do modelo de regressão múltipla.5 Aplicação da metodologia No presente estudo aplicou-se a metodologia CEPEL (descrita no Anexo I) para o sistema do reservatório de Boa Esperança. e outra de cálculo dos volumes vazios necessários e suficientes para o controle de cheias. Contudo. Para o período de Set/1933 a dez/1965 as vazões médias mensais foram obtidas por meio de um modelo de regressão múltipla utilizando dados de precipitação mensal nos postos de Amarante e Oeiras e dados de vazão observada no posto fluviométrico de Boqueirão.1. pois considera as maiores contribuições já observadas nos rios Gurguéia e Canindé. 5. 5. foram gerados 12.5. de janeiro de 1966 a maio de 2010 em Boa Esperança. 2008b).espera. A mesma abrange duas etapas distintas. O período considerado como estação chuvosa foi o de 25 de setembro a 27 de maio. por serem séries de vazões médias mensais. uma de geração de séries sintéticas de vazões naturais. Salienta-se que.4 Série de vazões naturais médias diárias A série de vazões afluentes a Boa Esperança utilizada para o cálculo do volume de espera está compreendida no período de janeiro de 1966 a maio de 2010. 5.

680 0.000 0.050 0. até o dia 28 de fevereiro.680 0.Metodologia para revisão dos volumes de espera do reservatório de Boa Esperança – Revisão 1.540 0.680 0. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 77 / 150 .530 0.680 0. a ausência de cheias de porte afluentes ao reservatório.680 0.680 0.680 0.120 0.680 0.000 0.Tabela 16 Volumes de espera (km³) de Boa Esperança Período 25/09/10 02/10/10 09/10/10 16/10/10 23/10/10 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 07/05/11 14/05/11 21/05/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 01/10/10 08/10/10 15/10/10 22/10/10 29/10/10 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 13/05/11 20/05/11 27/05/11 Boa Esperança TR = 36 anos km³ 0.680 0.680 0.680 0.680 0.000 0.680 0. Assim.630 0. Os resultados obtidos para os volumes de espera levando em consideração um Tempo de Recorrência de 36 anos encontram-se apresentados na Tabela 17. objetivando a realização de revisão dos volumes de espera no início do mês de março.680 0. consubstanciadas no documento ONS-NT-027/2006 .550 0.550 0.680 0.000 0.000 0.000 0.680 0.000 0. uma vez caracterizada. calcularam-se os volumes de espera pelo sistema SPEC excluindo-se os anos que apresentaram a vazão média dos meses de janeiro e fevereiro superior a 120% da MLT destes meses. constatou-se que o reenchimento do reservatório poderá ser procedido a partir de 01 de março.680 0.560 0.440 0.670 0.000 Através da análise do histórico de vazões afluentes ao reservatório de Boa Esperança.

180 0.180 0.170 0.000 0.000 0.000 0.000 ciclo 2010/2011 78 / 150 .170 0.180 0.180 0.180 0.180 0.180 0.180 0.180 0.180 0.180 0.000 0.170 0.000 0.160 0.180 0.Tabela 17 Volumes de espera (km³) de Boa Esperança para anos de baixa hidraulicidade Período 25/09/10 02/10/10 09/10/10 16/10/10 23/10/10 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 07/05/11 14/05/11 21/05/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 01/10/10 08/10/10 15/10/10 22/10/10 29/10/10 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 13/05/11 20/05/11 27/05/11 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Boa Esperança TR = 36 anos km³ 0.170 0.170 0.180 0.000 0.180 0.050 0.180 0.180 0.180 0.000 0.070 0.000 0.180 0.

pelo Estado de Minas Gerais. próximo à cidade de Belmonte (BA). A bacia está compreendida entre os paralelos 16º e 18º de latitude Sul e 39º e 44º de longitude Oeste. A bacia limita-se com as bacias do rio Pardo (ao norte). os rios Araçuaí. atravessando o sudeste da Bahia até desaguar no Oceano Atlântico. São Pedro e São Francisco e. Salinas. drenando uma área de cerca de 70. nas proximidades das coordenadas 18º 30’ de latitude Sul e 43º 35’ de longitude Oeste.6 Bacia do rio Jequitinhonha 6. pela margem direita. Piauí e São Miguel. A Figura 29 apresenta o reservatório de Irapé com a indicação da localização da restrição operativa considerada. do rio Doce (ao sul) e do rio São Francisco (ao oeste). sendo 66. Desenvolve-se predominantemente no sentido nordeste. Existem dois aproveitamentos na bacia em fase de operação. ambos de construção recente quais sejam: os aproveitamentos de Irapé e Itapebi. na Serra do Espinhaço. destacam-se a irrigação.996 km² no trecho baiano. tendo ao leste o Oceano Atlântico. a mineração e o abastecimento doméstico e industrial. O Quadro 18 apresenta as principais características do aproveitamento hidrelétrico de Irapé.319 km² no trecho mineiro e o 3.200 m. numa altitude de cerca de 1. Entre os principais usos da água praticados na bacia.315 km². O rio Jequitinhonha tem como principais afluentes pela margem esquerda os rios Itacambiruçu. e mais um com entrada em operação prevista até 2012.1 Localização e principais características da bacia O rio Jequitinhonha tem suas nascentes próximas à cidade de Diamantina (MG). Figura 29 Diagrama esquemático do sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Jequitinhonha Irapé Q restr Cidade de Coronel Murta = 2100 m³/s ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 79 / 150 .

e outra de cálculo dos volumes vazios necessários e suficientes para o controle de cheias. regularizando. 6.100 6.3 Restrições hidráulicas existentes na bacia O aproveitamento de Irapé opera com uma limitação de defluência de 2. uma de geração de séries sintéticas de vazões naturais. INST. volume de espera para este fim. A partir de 2006. as vazões afluentes ao reservatório de Itapebi. Na primeira etapa de estudo. o segundo implantado na bacia.4 Série de vazões naturais médias diárias A série de vazões afluentes a Irapé utilizada para o cálculo de volume de espera está compreendida de 1945 a 2010. OPERATIVAS MONT.2 Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia O aproveitamento hidroelétrico de Irapé é.000 períodos chuvosos ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 80 / 150 . conforme Quadro 19. O reservatório foi projetado para geração de energia elétrica. (km³) - 3. a partir do histórico de vazões naturais. (km²) V. foi incluído o controle de cheias nas regras operativas de Irapé. foram gerados 12. segundo a teoria das Condições de Controlabilidade. uma vez que apenas neste período se dispõe de descargas médias diárias observadas. Na aplicação desta metodologia não foi incorporada a consideração de tendências de padrões climáticos.(m³/s) - 2. face ao pequeno número de anos do histórico de vazões.689 POT.U.450 m³/s 6. através do modelo DIANA. A mesma abrange duas etapas distintas.100 m³/s calculada em função da restrição de vazão máxima para controle de cheias de 2.AT É A FOZ (km) - A. atualmente. no período úmido. como os demais reservatórios do setor elétrico brasileiro. (MW) 360 RESTR.5 Aplicação da metodologia No presente estudo aplicou-se a metodologia CEPEL (Anexo I) para o sistema do reservatório de Irapé. Quadro 19 Restrição local . sendo alocado.5.450 m³/s na cidade de Coronel Murta.Quadro 18 Principais características de Irapé EMPRESA CEMIG APROVEIT. de janeiro de 1945 a maio de 2010 em Irapé. atualmente. descrita no item 2.(m) JUS.bacia do rio Jequitinhonha CIDADE VAZÃO APROXIMADA Coronel Murta 2.1. 6.D. IRAPÉ RIO JEQUITINHONHA DIST.

360 0.190 0. O período considerado como estação chuvosa nas séries desta bacia foi o de 25 de setembro a 27 de maio.430 0.000 0.120 0.460 0.390 0.000 0.320 0.180 0.420 0.190 0.220 0.170 0.150 0.240 0.380 0.290 0.000 0.220 0.220 0.360 0.340 0.000 0.310 0. Tabela 18 Volumes de espera (km³) Irapé Irapé TR = 50 anos km³ 0.240 0. 6.000 0.000 Período 25/09/10 02/10/10 09/10/10 16/10/10 23/10/10 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 07/05/11 14/05/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 01/10/10 08/10/10 15/10/10 22/10/10 29/10/10 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 13/05/11 20/05/11 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 81 / 150 .300 0. correspondente ao tempo de recorrência de 50 anos indicado pela CEMIG.000 0.000 0.000 0.220 0.6 Alternativas de volumes de espera A Tabela 18 apresenta a evolução temporal dos volumes de espera de Irapé recomendado para o período úmido 2010/2011.450 0.de vazões diárias através do modelo DIANA.

as declividades se tornam mais suaves. O trecho conhecido como Alto Iguaçu. resultando em escoamentos que possibilitam boa antecedência nas previsões. uma vez que evoluem de forma gradativa. Essa bacia possui características próprias que determinam distintos padrões de enchente ao longo da mesma. menores horizontes de previsão. tendo no planalto de Guarapuava. Baseado nas considerações acima e na análise do histórico das vazões disponíveis. Esta bacia tem também áreas de contribuição no estado de Santa Catarina e na República Argentina. A bacia apresenta características geomorfológicas também distintas. Aliado a este aspecto. Nesta última. resultando em rápidas respostas às precipitações e. uma região de basalto com reduzida capacidade de retenção e regularização da água no seu subsolo. conforme mostra a Figura 29. Médio e Baixo Iguaçu. haja vista os trechos fronteiriços delimitados pelo canal principal do rio Iguaçu. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 82 / 150 . portanto. caracteriza-se por declividades extremamente pequenas. O trecho a jusante de Porto Vitória é caracterizado por acentuada declividade. a distribuição espacial das chuvas na bacia mostra maiores índices de pluviosidade na sua parte central.1 Localização e principais características da bacia A bacia do rio Iguaçu localiza-se na região Sul do país em grande parte no estado do Paraná. área de contribuição do rio Jordão. situada na cabeceira do reservatório de Foz do Areia. correspondente ao trecho denominado Médio Iguaçu. onde se observa um comportamento diferenciado das ondas de cheia ao longo da bacia. conforme mostra a Figura 30.7 Bacia do rio Iguaçu 7. identificam-se três regiões hidrologicamente distintas e conhecidas por Alto. que compreende a área drenada a montante da localidade de Porto Vitória.

Salto Santiago e Salto Osório da Tractebel Energia e GJR (Salto Caxias) da COPEL. Fundão e Jordão. todos operados pela COPEL. afluente do rio Iguaçu pela margem direita. a saber: GBM (Foz do Areia) e GNB (Segredo) da COPEL. No rio Jordão. encontram-se os aproveitamentos de Santa Clara. As principais características desses aproveitamentos estão apresentadas a seguir no Quadro 18. entre GNB e Salto Santiago. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 83 / 150 .Figura 30 Localização dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Iguaçu e perfil com divisão de quedas 7. dispostos em cascata.2 Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia A bacia do rio Iguaçu possui cinco aproveitamentos hidrelétricos de grande porte.

(3) Restrição da ponte da PR-182. (3) Restrição da ponte da PR-182.403 0.007 0.090 4730 0. OSÓRIO GJR (S.000 (3) - (1) N. variável em função do nível da água em Porto Vitória e em União da Vitória. (MW) RESTRIÇÕES OPERATIVAS MONT.025 1.A.127 3. (m) JUS. (km³) POT. determinada pela curva de remanso. SANTIAGO IGUAÇU 357 43.U.240 120 120 - - S.D.852 4.900 4. A Figura 31 mostra a disposição relativa dos aproveitamentos hidrelétricos na bacia do rio Iguaçu.676 COPEL GNB (Segredo) IGUAÇU 450 34. Caxias) SANTA CLARA FUNDÃO JORDÃO - 19. (2) Valor de restrição para proteção da casa de força própria.000 (2) 30.262 0.805 1.769 56. (km²) V. máximo do reservatório.max= variável(1) - TRACTEBEL S. (m³/s) - COPEL GBM (Foz do Areia) IGUAÇU 550 30.346 0.273 0.078 1.420 - TRACTEBEL COPEL COPEL COPEL COPEL IGUAÇU IGUAÇU JORDÃO JORDÃO JORDÃO 307 210 32 23 3 45. Figura 31 Diagrama esquemático do sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Iguaçu O reservatório de Foz do Areia é operado no controle de cheias para evitar a sua influência nos níveis de enchente das cidades de União da Vitória (PR) e ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 84 / 150 .977 3.260 NA.Quadro 18 EMPRESA Principais características dos aproveitamentos da bacia do rio Iguaçu APROVEITAMENTO RIO DIST.113 1.384 1. ATÉ A FOZ (km) A. INST.

de modo a não provocar aumentos na vazão máxima a jusante do sistema de reservatórios. o nível do reservatório de Foz do Areia a ser considerado como restrição. em certas condições de cheia. em áreas situadas acima da cota de desapropriação. em tempo real e para cada situação de cheia. com exceção do reservatório de Salto Santiago que tem regras próprias de operação de controle de cheias. O reservatório de Salto Santiago é utilizado no controle de cheias para evitar a inundação da sua própria casa de força. através da metodologia CEPEL. Sua operação consistirá em controlar as vazões para jusante. em conjunto com os demais reservatórios de jusante. descrito no item seguinte.3 Restrições hidráulicas existentes na bacia O aproveitamento de Foz do Areia. A operação de controle de cheias do reservatório de Foz do Areia visa evitar o agravamento das enchentes em União da Vitória e Porto União. 7. que permitem estabelecer. Salto Santiago poderá alocar ou não volumes de espera para a proteção desta restrição. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 85 / 150 . a restrição de nível do reservatório de Foz do Areia não é um valor constante. O aproveitamento de Salto Santiago possui uma restrição de defluência. nos níveis de inundação das cidades de União da Vitória (PR) e Porto União (SC). Assim. e sim variável e determinado em tempo real através das curvas de remanso deste reservatório. Dependendo da tendência macro-climática. na preservação do fim energético (pela recuperação do nível máximo normal 742. Essa operação é denominada de “rebaixamento dinâmico” e baseia-se no recurso de previsão da vazão afluente. A operação em Foz do Areia deverá ser executada de forma integrada com Segredo. utilizando eventual volume vazio existente no seu reservatório para absorver os efeitos do rebaixamento de Foz do Areia. com base nos níveis da água observados. determinada segundo critérios pré-estabelecidos. Essa influência é determinada pelas curvas de remanso calculadas pela COPEL (CEHPAR. Porto Vitória (localizado no trecho intermediário entre Foz do Areia e União da Vitória) e União da Vitória. em Foz do Areia. A operação de “rebaixamento dinâmico” deverá ser executada sob a coordenação do ONS que deverá levar em consideração as afluências verificadas nas bacias de contribuição das usinas da cascata e a existência os volumes vazios existentes nos reservatórios de jusante. O aproveitamento de Segredo não possui nenhuma restrição conhecida para a operação hidráulica do seu reservatório. simultaneamente. descrita no Anexo I deste relatório. o primeiro da cascata. 2002).Porto União (SC). através de uma metodologia específica denominado de “rebaixamento dinâmico”. localizada na sua cabeceira. caracterizada pela inundação da sua própria Casa de Força para vazões defluentes superiores a 19. possui uma restrição de operação caracterizada pela influência do seu reservatório.00 m no final da cheia) e na disponibilidade de volumes vazios nos reservatórios de jusante.000 m3/s.

000 m3/s naquele local. essas séries foram utilizadas para gerar 12. baseado no estudo “Pesquisa de Período Menos Suscetível a Ocorrências de Cheias em Salto Santiago”. a série histórica de vazões naturais médias diárias de Salto Santiago de 1951 a 2008 foi dividida em séries representativas de cenários hidrológicos relacionados ao fenômeno ENSO.4 Séries de vazões naturais médias diárias O estudo para a determinação dos volumes de espera de Salto Santiago. 7.000 séries sintéticas. 2003). que igualmente não são passíveis de proteção com volumes de espera. associados à restrição da sua casa de força. utilizou a série de vazões naturais médias diárias do rio Iguaçu em Salto Santiago do período compreendido entre 1951 e 2008. 1993). teve o seu reservatório enchido em outubro de 1998.5 Aplicação da metodologia Inicialmente. Sua operação consistirá em controlar as vazões para jusante. o último da cascata e também o mais recente. O aproveitamento de Salto Caxias. Esta vazão corresponde a um tempo de recorrência superior a 100 anos. em consonância com os demais reservatórios da cascata. para a qual a COPEL informou como restrição a vazão de 30.000 m3/s. como aquelas ocorridas em 1983 e 1992. O período de 1951 a 2001 é parte da revisão das séries de vazões diárias do Projeto de Revisão das Séries de Vazões Naturais (ONS.5. usual no dimensionamento deste tipo de obra. A COPEL adota medidas para manter informadas as comunidades usuárias da referida ponte rodoviária. segundo o critério descrito no item 7. O presente estudo utilizou as séries de vazões do ano todo (04/dezembro a 02/dezembro). deve ser considerada nas diretrizes para regras de operação de controle de cheias.1. em situações em que houver perspectiva da vazão atingir valores da ordem de 30. Segundo levantamentos realizados pela COPEL a jusante de Salto Caxias até o final do trecho exclusivamente nacional do Iguaçu. entre os municípios de Capitão Leônidas Marques e Marmelândia. instalações agropecuárias e sedes de fazendas que são gradativamente atingidas para vazões muito altas. com o objetivo de reavaliar o critério de alocação de volumes de espera em Salto Santiago no período de maio a outubro. o que possibilitará uma evacuação ordenada das áreas de várzea durante os eventos de cheias. Neste trecho é importante que Salto Caxias mantenha taxas de variação de defluência compatíveis com as taxas das cheias naturais. há propriedades agrícolas. Esta restrição não é contemplada neste plano de prevenção de cheias. 7. a- ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 86 / 150 . (Eletrosul. que tem sido adotado desde 1993. Na seqüência. entretanto. À jusante deste aproveitamento existe uma ponte rodoviária da PR-182 sobre o rio Iguaçu.O aproveitamento de Salto Osório não possui nenhuma restrição conhecida para a operação hidráulica do seu reservatório.

a classificação baseada somente nesse índice pode levar a uma classificação diferente daquela utilizando outros parâmetros como. • dezembro a maio.5. Essa alteração busca a adoção do índice com toda a sua amplitude de variação e tem como objetivo aprimorar a classificação dos anos hidrológicos. Para classificar as estações chuvosas (anos) da série histórica de Salto Santiago em Úmidos. 1997). foram classificadas as estações chuvosas do histórico de vazões em relação à ocorrência de eventos El Niño ou La Niña nos meses antecedentes. foram apurados os índices SOI Non Standard mensais dos seguintes períodos antecedentes ao período chuvoso na região Sul. para a restrição hidráulica. estações Secas caracterizadas pela ocorrência de eventos do tipo La Niña nos meses antecedentes e estações Normais. Vale ressaltar que o índice SOI é apenas um dos parâmetros utilizados na classificação do fenômeno ENSO. Em alguns casos. como o planejamento da operação de controle de cheias (CEPEL. 7. Secos ou Normais. a partir dessas. descrita no Anexo I deste relatório. possibilitando a elaboração de estudos preventivos. por exemplo. a temperatura superficial e subsuperficial do mar no Pacífico Equatorial e o fluxo atmosférico na região de atuação dos ventos alísios. além de ser possível se prever com razoável precisão as oscilações do fenômeno ENSO com antecedência de até três meses. Deste modo. passou a se utilizar o índice SOI Non Standard. Para incorporar a consideração das fases do fenômeno ENSO na caracterização dos cenários hidrológicos adotados no cálculo dos volumes de espera. Atualmente. e • janeiro a junho ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 87 / 150 . a partir do ciclo 2009/2010. em base mensal.través do modelo DIANA e. Para o cálculo dos volumes de espera foi considerado somente o reservatório de Salto Santiago. caracterizadas pela ocorrência de eventos do tipo El Niño nos meses antecedentes. foram determinados os volumes de espera de acordo com a metodologia CEPEL. de maio a outubro: • novembro a abril. que não foram antecedidas por eventos caracterizados como El Niño nem como La Niña. seus efeitos nas condições hidrológicas das regiões sob influência deste fenômeno só se manifestam após certo tempo. referente à diferença de pressão ao nível do mar entre Tahiti e Darwin. Esta classificação se baseou unicamente no índice SOI. Sendo que. por ser esta a forma mais eficaz na operação de controle de cheias. a série histórica foi agrupada em estações denominadas Úmidas.1 Tendências de padrões climáticos O fenômeno ENSO – El Niño South Oscillation – e suas relações com a ocorrência de anomalias climáticas em diversas regiões do planeta (teleconexões) têm sido foco de investigações desde o início da década de 60. classificação essa considerada como oficial pelos centros de pesquisa de todo o mundo.

A escolha dos índices SOMASE e SOMAT foi realizada por um processo de calibração a partir da série histórica de vazões naturais diárias Salto Santiago de 1951 a 2008.7 SOMAT-Úmido = -10 • Estações chuvosas Secas: SOMASE-Seco = +0. dentro da média e abaixo da média.As estações chuvosas foram classificadas por dois índices de análise SOMASE (soma se) e o SOMAT (soma total) descritos. na bacia do rio Paraná.7 SOMAT-Seco = +10 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 88 / 150 . de modo a permitir classificar os anos com vazões acima da média. anteriormente. Os valores dos índices calibrados para a bacia do rio Iguaçu são os seguintes: • Estações chuvosas Úmidas: SOMASE-Úmido = -0. O ano de 1951 foi considerado o início da série histórica de vazões devido a indisponibilidade de informações do índice SOI Non Standard anterior a esse ano. As vazões médias do período de controle de cheias (maio a outubro) foram organizados em ordem decrescente.

foram consideradas as seguintes composições de cenários para viabilizar a geração de séries sintéticas: • • • • 7. Considerações adicionais dos estudos A ELETROSUL (1993) elaborou um estudo denominado “Pesquisa de Período Menos Suscetível a Ocorrências de Cheias em Salto Santiago”. e Independente: 57 estações chuvosas (8 estações chuvosas Secas + 41 estações chuvosas Normais + 8 estações chuvosas Úmidas). Devido ao número reduzido de anos Secos e de anos Úmidos no histórico disponível.Bacia do rio Iguaçu Estação Chuvosa 51/52 52/53 53/54 54/55 55/56 56/57 57/58 58/59 59/60 60/61 61/62 62/63 63/64 64/65 65/66 66/67 67/68 68/69 69/70 70/71 71/72 72/73 73/74 74/75 75/76 76/77 77/78 78/79 Fase Enso Normal Normal Normal Normal Seca Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Úmida Normal Normal Normal Normal Seca Normal Normal Seca Normal Seca Normal Úmida Normal Estação Chuvosa 79/80 80/81 81/82 82/83 83/84 84/85 85/86 86/87 87/88 88/89 89/90 90/91 91/92 92/93 93/94 94/95 95/96 96/97 97/98 98/99 99/00 00/01 01/02 02/03 03/04 04/05 05/06 06/07 07/08 Fase Enso Normal Normal Normal Úmida Normal Normal Normal Úmida Normal Seca Normal Normal Úmida Úmida Normal Normal Normal Normal Úmida Seca Seca Normal Normal Normal Normal Úmida Normal Normal Seco A partir desta classificação. Normal: 41 anos.: Quadro 19 Classificação das estações chuvosas segundo o fenômeno ENSO . cuja conclusão ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 89 / 150 . Úmido + Normal: 8 estações chuvosas Úmidas + 41 estações chuvosas Normais = 49 estações chuvosas Úmidas e Normais.6 Seco + Normal: 8 estações chuvosas Secas + 41 estações chuvosas Normais = 49 estações chuvosas Secas e Normais. a série histórica de vazões naturais de Salto Santiago foi separada em séries históricas Úmida. Normal e Seca.O Quadro 19 apresenta a classificação resultante dos anos da série histórica de Salto Santiago.

e a maior vazão observada no semestre de novembro a abril foi de 6. com base na série de vazões médias diárias (1941 . indicado pela Tractebel Energia para a restrição hidráulica associada a inundação da casa de força da UHE Salto Santiago. O resultado do cenário Independente será considerado nas avaliações energéticas para mais de um ano à frente. a determinação de volume de espera para o controle de cheias considerou somente a restrição hidráulica associada à inundação da casa de força de Salto Santiago. Salto Santiago deverá alocar volume de espera no período de 21 de maio de 2011 a 22 de julho de 2011. De acordo com o critério descrito no item 7. relativo ao ciclo 2010-2011. As séries sintéticas geradas pelo modelo DIANA foram selecionadas após uma criteriosa análise dos parâmetros do modelo e privilegiando o ajuste às vazões altas ocorridas nas maiores cheias verificadas nesta bacia. de 04/dezembro a 02/dezembro.5.541 m3/s. que varia de 0.000 m3/s. No presente estudo. conforme alternativas apresentadas a seguir.86 %VU) a 0. Nesta série. 7. Os cenários Normal e Seco não apresentaram volume de espera para o tempo de recorrência adotado.1. de 05/dezembro a 03/dezembro e os cenários hidrológicos Seco. devendo realizar a ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 90 / 150 .080 km3 (98. valor este significativamente inferior à restrição existente a jusante de Salto Santiago. A restrição de montante de Foz do Areia é controlada através da operação de rebaixamento dinâmico neste mesmo reservatório. foi utilizada a série histórica de vazões médias diárias de 1951 a 2008 e a consideração do ano todo.estabelece não ser necessária a alocação de volumes de espera em Salto Santiago no período de novembro a abril. devido às restrições consideradas.7 Alternativas de volumes de espera Na bacia do rio Iguaçu.00 m no final da cheia. Normal e Úmido. Essas séries sintéticas foram utilizadas na determinação de volumes de espera para diversas alternativas de cenários hidrológicos e de tempo de recorrênciade 250 anos. de 19. A metodologia CEPEL(1997) foi aplicada à série de vazões diárias de Salto Santiago. com alocação de volume de espera no próprio reservatório. Esses resultados foram analisados pela Tractebel Energia em conjunto com o ONS e COPEL visando a sua adoção no ciclo 2010-2011.05 %VU). Os resultados indicaram a necessidade de volumes de espera apenas no período de maio a julho. respectivamente. o período chuvoso da bacia do rio Iguaçu continua sendo de maio a outubro. realizada em tempo real pela consideração da disponibilidade de volumes vazios nos reservatórios de jusante e da garantia de recuperação do nível máximo normal 742. A Tabela 19 apresenta os volumes de espera resultantes para os cenários Úmido e Independente.1992) verificada até então neste local. Desta forma.120 km3 (97.

00 Independente 65.080 0.000 0.00 95.000 0.00 80.000 0.080 0.000 Salto Santiago: evolução temporal dos volumes de espera para os cenários hidrológicos Salto Santiago . A Figura 32 apresenta a evolução temporal destes volumes de espera para os cenários hidrológicos considerados.090 0.080 0.Cenário Úmido e Independente TR = 250 anos 100.090 0.00 %VU 85.080 0.080 0.090 0.090 0.00 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 1 01 1 7/ 2 01 29 /0 7/ 2 a 15 /0 1 a 20 1 1 23 /0 7/ 20 1 7/ /0 09 06 25 11 /0 6/ 20 1 /2 01 1 1 a a 01 / 17 /0 07 6/ 2 /2 01 01 1 1 1 01 6/ 2 03 /0 a 1 20 1 5/ /0 27 5/ /0 14 30 /0 4/ 20 1 20 1 1 1 a a 20 /0 06 /0 4/ 2 5/ 2 01 01 1 1 60.00 91 / 150 .080 0.transição do nível do reservatório.000 30/04/2011 a 06/05/2011 07/05/2011 a 13/05/2011 14/05/2011 a 20/04/2011 21/05/2011 a 26/05/2011 27/05/2011 a 03/06/2011 04/06/2011 a 10/06/2011 11/06/2011 a 17/06/2011 18/06/2011 a 24/06/2011 2506/2011 a 01/07/2011 02/07/2011 a 08/07/2011 09/07/2011 a 15/07/2011 16/07/2011 a 22/07/2011 23/07/2011 a 29/07/2011 Figura 32 Independente 0.00 90.090 0.120 0. Tabela 19 Volumes de espera (km3) para Salto Santiago – Cenários Úmido e Independente Salto Santiago TR=250 anos Período Úmido 0.000 0.000 0.00 Úmido 70.100 0.090 0.090 0.00 75. na primeira semana que antecede e na primeira que sucede a alocação do volume de espera.080 0.000 0.080 0.090 0.

em altitude aproximada de 700 m. Figura 33 Perfil com divisão de quedas dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Jacuí 489. Neste trecho. nasce nos arredores da cidade de Passo Fundo. quando muda de sentido para sul. numa extensão de mais 200 km. Os primeiros 200 km de seu curso segue no sentido sudoeste até receber o rio Jacuí-Mirim pela margem direita.A.1 Localização e principais características da bacia A bacia do rio Jacuí está situada no estado do Rio Grande do Sul. o rio segue por cerca de 300 km no sentido leste até desembocar no estuário do Guaíba. O rio Jacuí. Nova mudança de rumo se verifica ao receber as águas do rio Vacacaí pela margem direita.50 279. – DFESA.39 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 92 / 150 . quando este passou a elaborar os estudos de prevenção de cheias de todos os aproveitamentos despachados por ele de forma centralizada. um dos principais rios do estado. já na região denominada Depressão Central.8 Bacia do rio Jacuí 8. com exceção de Dona Francisca que pertence a Dona Francisca Energética S. Todos os aproveitamentos desta bacia são operados pela CEEE que é proprietária de quase todas as usinas desta bacia. região Sul do Brasil. A própria CEEE vinha elaborando os estudos para a determinação dos volumes de espera necessários para o controle de cheias até a criação do ONS. A Figura 33 apresenta a planta e o perfil do rio Jacuí com os aproveitamentos hidrelétricos da bacia.

A CEEE mantém um rebaixamento no nível operacional do reservatório Ernestina.2. (Km³) 8. Tendo em vista que este aproveita- ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 93 / 150 . Quadro 21 Principais características dos aproveitamentos da bacia do rio Jacuí Empresa CEEE CEEE CEEE DFESA Aproveit.D.até a foz (km) 508 495 448 414 A. (MW) 158 180 500 125 Restrições operativas Mont.2 Sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia Na bacia do rio Jacuí atualmente existem quatro usinas hidrelétricas em operação. a saber: Passo Real. (2) Restrição devido ao cultivo do arroz no período de novembro a abril.200 3.(m) Jus. despachadas pelo ONS.400 (1) 2. O Quadro 21. inst.140 8. (km²) V.450(2) (1) Restrição devido à inundação na casa de força e subestação da UHE Jacuí. Jacuí. Figura 34 Diagrama esquemático do sistema de aproveitamentos da bacia do rio Jacuí PASSO REAL 2400 JACUÍ ITAÚBA 1450 D. localizada na cabeceira da bacia do rio Jacuí. Ernestina é um aproveitamento constituído de reservatório de armazenamento e uma PCH. com o objetivo de prevenção de cheias e segurança da própria barragem.0628 Pot.FRANCISCA Rio JACUÍ JACUÍ JACUÍ JACUÍ Dist.(m³/s) - 2.3568 0. PASSO REAL JACUÍ ITAÚBA D.U.8. Itaúba e Dona Francisca. mostra as principais características dessas usinas.400 1. FRANCISCA CONVENÇÃO reservatório com operação para o controle de cheias 8.1582 0. enquanto a Figura 34 apresenta a configuração esquemática desses aproveitamentos.1 reservatório usina a fio d’água restrição de vazão máxima (m³/s) Aproveitamentos utilizados no controle de cheias A usina Passo Real é único aproveitamento na bacia do rio Jacuí com capacidade de alocar volumes de espera para o controle de cheias nesta bacia.600 13.220 10.0244 0. abaixo.

devido ao cultivo do arroz.mento não é despachado pelo ONS.000 séries sintéticas.1 Tendências de padrões climáticos No presente estudo para a bacia do rio Jacuí.3 Restrições hidráulicas existentes na bacia A principal restrição que tem sido considerada no controle de cheias na bacia do rio Jacuí refere-se à inundação das instalações da usina Jacuí.5 Aplicação da metodologia As séries históricas de vazões naturais médias diárias de Passo Real e da bacia incremental de Dona Francisca. de 1941 a 2008. descrita no Anexo I deste relatório. O estudo foi dividido em dois casos de alocação de volumes de espera em Passo Real: o primeiro. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 94 / 150 . descargas de 3.000 m3/s atingem o nível de coroamento do aterro da subestação desta usina.400 m3/s.400 m3/s atingem o talude da subestação. o primeiro valor de vazão que passa a ser considerado como restrição local é de 2. associado a restrição hidráulica de vazão máxima de 1450 m³/s relativa ao cultivo do arroz a jusante de Dona Francisca. 8. Este último considerou o período de dezembro a dezembro com objetivo de reavaliar o período de controle de cheias. provocando remoção do material de aterro. foram determinados os volumes de espera de acordo com a metodologia CEPEL.4 Séries de vazões naturais médias diárias No presente estudo.5. foi utilizada as séries históricas de vazões naturais de Passo Real e de Dona Francisca. Estudo realizado pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas-IPH da Universidade Federal do Rio Grande do Sul concluiu que: vazões da ordem de 3. adota-se como restrição de defluência máxima desta usina o valor de 1. reconstituídas no Projeto de revisão de séries de vazões naturais. o controle de cheias desta usina é de responsabilidade exclusiva da CEEE. realizada em 05/08/2009.500 m3/s inundam a casa de força da usina de Jacuí. abrangendo o plantio. o segundo. com danos imprevisíveis. 8. não foi adotado o critério para caracterização de padrões climáticos desenvolvido pelo CEPEL e revisto neste ciclo tendo em vista que na primeira reunião do PAPC. no período de novembro a abril. vazões superiores a 2. No período de novembro a abril. a partir dessas. durante o ano todo. Portanto. 8. através do modelo DIANA e. associado a restrição de vazão máxima de 2400 m³/s relativa a inundação da subestação e casa de força da usina Jacuí. 8.450 m3/s. foram utilizadas para gerar 12. no período de 1941 a 2005 e complementada até 2008 com dados consolidados pelo ONS. o crescimento e a sua colheita na área ribeirinha situada a jusante da usina Dona Francisca. constituída de casa de força e subestação da usina.

340 0.340 0.340 0. indicado pela CEEE.340 0.340 0.340 0.320 0. como nas bacias da região Sudeste.340 0.340 0.340 0.340 0.340 0. devido à indicação de necessidade de alocação de volume de espera em Dona Francisca em algumas semanas e por esta usina não possuir reservatório de regularização.1 Caso 1: Restrição de 1.340 0.340 0.450m³/s a jusante da usina Dona Francisca O estudo de controle de cheias associada a restrição de vazão máxima de 1450 m³/s a jusante da usina Dona Francisca (Caso 1) utilizou as séries históricas de vazões naturais de Passo Real e da bacia incremental entre Dona Francisca e Passo Real. Os volumes de espera foram calculados para tempo de recorrência de 12 anos.340 0. tendo em vista ser este o período de vigência desta restrição.330 0. 8.340 0.340 0. Normal e Seco. Os volumes resultantes estão apresentados na Tabela 20.340 0. a CEEE concordou em utilizar a série integral de vazões.340 0. ou seja.340 0.6 Alternativas de volumes de espera 8.340 0.320 ciclo 2010/2011 95 / 150 . Posteriormente.330 0. Tabela 20 Volumes de espera para controle de cheias em Passo Real – caso 1 – período novembro a abril – TR = 12 anos Período 23/10/2010 30/10/2010 06/11/2010 13/11/2010 20/11/2010 27/11/2010 04/12/2010 11/12/2010 18/12/2010 25/12/2010 01/01/2011 08/01/2011 15/01/2011 22/01/2011 29/01/2011 05/02/2011 12/02/2011 19/02/2011 26/02/2011 05/03/2011 12/03/2011 19/03/2011 26/03/2011 02/04/2011 09/04/2011 16/04/2011 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 29/10/2010 05/11/2010 12/11/2010 19/11/2010 26/11/2010 03/12/2010 10/12/2010 17/12/2010 24/12/2010 31/01/2011 07/01/2011 14/01/2011 21/01/2011 28/01/2011 04/02/2011 11/02/2011 18/02/2011 25/02/2011 04/03/2011 11/03/2011 18/03/2011 25/03/2011 01/04/2011 08/04/2011 15/04/2011 22/04/2011 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias VE Passo Real (Independente) 0.6.foi debatido e concluído que o fenômeno ENSO tem baixa correlação com o regime de chuvas no extremo sul do país. do período de novembro a abril.340 0.330 0. sem a distinção entre série de vazões de anos Úmido.. Destaca-se que. em algumas semanas não é possível garantir o tempo de recorrência de 12 anos para a restrição a jusante da UHE Dona Francisca nestas semanas.

Os volumes de espera estão apresentados na Tabela 21.180 0.180 0.070 0.350 0.350 0.350 0.070 0.350 0.310 0.350 0.350 0. devido a existência dessa restrição durante o ano todo.310 0.350 0.070 0.070 0.180 0.070 0.8.090 0. Os volumes de espera foram calculados para tempo de recorrência de 100 anos. indicado pela CEEE.070 0.350 0.350 0.340 ciclo 2010/2011 96 / 150 .6.350 0.350 0.180 0.2 Caso 2: Restrição de 2.400m³/s a jusante da usina Passo Real O estudo de controle de cheias para a restrição de vazão máxima de 2400 m³/s a jusante da usina Jacui (Caso 2) utilizou a série histórica de vazões naturais de Passo Real do ano todo (04/dezembro a 02/dezembro).070 0.350 0.350 0.280 0.180 0.180 0.070 0.350 0.350 0.350 0.350 0.070 0.350 0. Tabela 21 Volumes de espera para controle de cheias em Passo Real – caso 2 – período dezembro a dezembro – TR = 100 anos Período 23/10/2010 30/10/2010 06/11/2010 13/11/2010 20/11/2010 27/11/2010 04/12/2010 11/12/2010 18/12/2010 25/12/2010 01/01/2011 08/01/2011 15/01/2011 22/01/2011 29/01/2011 05/02/2011 12/02/2011 19/02/2011 26/02/2011 05/03/2011 12/03/2011 19/03/2011 26/03/2011 02/04/2011 09/04/2011 16/04/2011 23/04/2011 30/04/2011 07/05/2011 14/05/2011 21/05/2011 28/05/2011 04/06/2011 11/06/2011 18/06/2011 25/06/2011 02/07/2011 09/07/2011 16/07/2011 23/07/2011 30/07/2011 06/08/2011 13/08/2011 20/08/2011 27/08/2011 03/09/2011 10/09/2011 17/09/2011 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 29/10/2010 05/11/2010 12/11/2010 19/11/2010 26/11/2010 03/12/2010 10/12/2010 17/12/2010 24/12/2010 31/01/2011 07/01/2011 14/01/2011 21/01/2011 28/01/2011 04/02/2011 11/02/2011 18/02/2011 26/02/2011 04/03/2011 11/03/2011 18/03/2011 25/03/2011 01/04/2011 08/04/2011 16/04/2011 22/04/2011 29/04/2011 06/05/2011 13/05/2011 20/05/2011 27/05/2011 03/06/2011 10/06/2011 17/06/2011 24/06/2011 01/07/2011 08/07/2011 15/07/2011 22/07/2011 29/07/2011 05/08/2011 12/08/2011 19/08/2011 26/08/2011 02/09/2011 09/09/2011 16/09/2011 23/09/2011 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias VE Passo Real (Independente) 0.070 0.180 0.070 0.180 0.350 0.070 0.350 0.350 0.350 0.350 0.

Figura 35 Passo Real: evolução temporal dos volumes de espera para as duas restrições hidráulicas 100 Passo Real .1.6. A tabela II. para as duas restrições hidráulicas consideradas. A Figura 35 apresenta a evolução temporal dos volumes de espera a serem alocados no reservatório de Passo Real.Cenário Independente Nov-Abr (1450 m³/s) TR = 12anos e Ano Todo (2400 m³/s) TR = 100anos %VU 95 90 85 Independente 23 /1 0 06 /20 /1 10 1 20 /20 a 2 /1 10 9/1 1 0 04 /20 a 1 /20 /1 10 2/1 10 2 1 18 /20 a 2 /20 /1 10 6/1 10 2 1 01 /20 a 1 /20 /0 10 0/1 10 1/ 2 a 15 20 2 /2 /0 11 4/1 010 1 2 29 /20 a 0 /20 /0 11 7/0 10 1 1 12 /20 a 2 /20 /0 11 1/0 11 2/ 1 a 26 20 0 /2 /0 11 4/0 011 2 2 12 /20 a 1 /20 /0 11 8/0 11 3 2 26 /20 a 0 /20 /0 11 4/0 11 3 3 09 /20 a 1 /20 /0 11 8/0 11 4/ 3 a 23 20 0 /2 /0 11 1/0 011 4 4 07 /20 a 1 /20 /0 11 6/0 11 5 4 21 /20 a 2 /20 /0 11 9/0 11 5 4 04 /20 a 1 /20 /0 11 3/0 11 6 5 18 /20 a 2 /20 /0 11 7/0 11 6/ 5 a 02 20 1 /2 /0 11 0/0 011 7 6 16 /20 a 2 /20 /0 11 4/0 11 7 6 30 /20 a 0 /20 /0 11 8/0 11 7/ 7 a 13 20 2 /2 /0 11 2/0 011 8 7 27 /20 a 0 /20 /0 11 5/0 11 8 8 10 /20 a 1 /20 /0 11 9/0 11 9 8 24 /20 a 0 /20 /0 11 2/0 11 9 9 08 /20 a 1 /20 /1 11 6/0 11 0/ 9 a 22 20 3 /2 /1 11 1/1 011 0 0 05 /20 a 1 /20 /1 11 4/1 11 1 0 19 /20 a 2 /20 /1 11 8/1 11 1/ 20 a 1 0/2 11 1/1 01 1 1 a 25 /20 /1 11 1/ 20 11 80 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 97 / 150 .220 0.220 Tendo em vista a superposição dos 2 períodos de alocação de volume de espera.13 do Anexo II apresenta esses resultados. segundo o critério descrito no item 2.Período 24/09/2011 01/10/2011 08/10/2011 15/10/2011 a a a a 31/10/2011 07/10/2011 14/10/2011 21/10/2011 VE Passo Real (Independente) 0.220 0. os resultados apresentados nas Tabelas 20 e 21 devem ser combinados de modo a envolver os dois casos.340 0. Os volumes de espera resultantes dos estudos foram analisados pela CEEE conjuntamente com o ONS.

Para este fim. com os volumes de espera para controle de cheias das usinas indicadas nos estudos de planejamento da operação hidráulica dos aproveitamentos hidroelétricos integrantes do Sistema Interligado Nacional – SIN.1-a.1-a Energia armazenável máxima com volume de espera SE/CO (%EARm) 100% 98% 96% 94% Úmido 92% 90% % EARmax 88% 86% 84% Seco Normal Período de cenário independente 82% 80% 78% 76% Úmido 74% Seco 72% Normal ago-10 set-10 out-10 nov-10 dez-10 jan-11 f ev-11 mar-11 abr-11 mai-11 jun-11 jul-11 ago-11 set-11 out-11 nov-11 dez-11 jan-12 f ev-12 mar-12 abr-12 mai-12 jun-12 jul-12 ago-12 set-12 out-12 nov-12 dez-12 jan-13 f ev-13 mar-13 abr-13 mai-13 jun-13 jul-13 ago-13 set-13 out-13 dez-13 jan-14 f ev-14 mar-14 abr-14 mai-14 jun-14 jul-14 ago-14 set-14 out-14 nov-14 dez-14 70% ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 98 / 150 . Norte e Nordeste Para avaliação dos impactos energéticos.000 séries sintéticas de energias afluentes e a base de dados do Programa Mensal da Operação – PMO de agosto de 2010. neste ciclo. em cada mês do horizonte de análise. os impactos de três cenários de alocação de volume de espera: Normal. Sul e Nordeste. As Figuras 9.9 Avaliação dos impactos energéticos decorrentes da alocação de volumes de espera para a prevenção de cheias nos subsistemas Sul. respectivamente. Os impactos foram avaliados comparativamente a um cenário sem a consideração de volume de espera. 9. a seguir. transformando-os em restrição de armazenamento máximo por subsistema.1-c. apresentam a energia armazenável máxima dos subsistemas Sudeste/Centro-Oeste. para cada um dos cenários. Úmido e Seco. considerando a alocação dos volumes de espera. o modelo NEWAVE foi utilizado. Sudeste/Centro-Oeste.1-b e 9. Figura 9. foram realizadas simulações com modelo NEWAVE considerando 2. Foram analisados.

1-c Energia armazenável máxima com volume de espera Nordeste (%EARmax) 100% 98% 96% 94% 92% 90% 88% 86% 84% 82% 80% 78% 76% 74% 72% 70% 68% 66% Período de cenário independente 64% 62% 60% ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 99 / 150 .1-b Energia armazenável máxima com volume de espera Sul (%EARmax) 100% 98% 96% 94% 92% Período de cenário independente 90% 88% 86% 84% 82% 80% 78% 76% 74% Úmido 72% Seco 70% Normal Figura 9.ago/10 set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 f ev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 f ev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 jan/13 f ev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 dez/13 jan/14 f ev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 % EARmax ago/10 set/10 out/10 nov/10 dez/10 jan/11 f ev/11 mar/11 abr/11 mai/11 jun/11 jul/11 ago/11 set/11 out/11 nov/11 dez/11 jan/12 f ev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 jul/12 ago/12 set/12 out/12 nov/12 dez/12 jan/13 f ev/13 mar/13 abr/13 mai/13 jun/13 jul/13 ago/13 set/13 out/13 dez/13 jan/14 f ev/14 mar/14 abr/14 mai/14 jun/14 jul/14 ago/14 set/14 out/14 nov/14 dez/14 % EARmax Figura 9.

14 223. Quadro 9.88 Cenário Pode-se observar que a variação do valor esperado do custo total de operação pela consideração de volumes de espera. e que o subsistema Norte não apresenta usina com alocação de volume de espera.2 os resultados da análise. no âmbito do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico – CMSE. coordenado pelo MME.8 746.4 760. com participação da ANEEL.1 Premissas As principais premissas consideradas no estudo estão descritas a seguir: • Versão do Modelo NEWAVE: 15.21 0.Observa-se que as diferenças de alocação de volume de espera nos três cenários acontecem até o 1º semestre de 2011. No item 9. • Cenário de Oferta com base no cronograma de obras estabelecido em reunião do DMSE de Acompanhamento de Cronograma de Usinas. • Níveis iniciais de armazenamento do Programa Mensal de Operação do mês de agosto de 2010. a seguir. a saber: custo total de operação e geração térmica média anual.86 Seco 27359. independentemente do cená- ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 100 / 150 . a partir de então é considerado o cenário independente para todas as alternativas.1 Valor esperado do custo total de operação (106 R$) Valor esperado Variação Desvio Padrão (R$ milhões) (R$ milhões) (%) (R$ milhões) Sem Volume de Espera 27230.95 Normal 27134.1. apresentam-se as principais premissas do estudo e no item 9.24 753.16 -0. assim como sua variação em relação ao cenário sem a consideração de volume de espera. 9. • Carga própria de energia elaborada pela EPE/MME e ONS utilizada no Planejamento Anual da Operação Energética – Ano 2010.08 -96. 9. Ressalta-se que para o subsistema Nordeste foi considerado apenas o cenário independente.45 129. inclusive no primeiro ano.1 apresenta o custo total de operação para cada um dos cenários analisados.90 0.2 Resultados O Quadro 9. realizada em 21 de julho de 2010.44 Úmido 27454.5 753. • Horizonte de análise: agosto/2010-dezembro/2014. ONS e EPE.

000 27.2.000 15.000 Sem Volume de Espera Seco Normal Úmido O Quadro 9.000 29.000 21.000 23.000 Milhões de R$ 25. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 101 / 150 .000 20.2 Valor esperado dos custos totais de operação e desvios padrões associados (106 R$) 30. apresentada a seguir.000 26.000 17. a seguir.000 16.2.000 24. não é significativa.000 18.000 28. apresenta os valores médios anuais de geração térmica dos cenários estudados. como pode ser observado na Figura 9.000 22.rio. Figura 9.000 19. apresentando incrementos inferiores à tolerância do modelo.

2 Geração térmica média anual (MWmed) SUDESTE 5000 4500 4000 3500 MWméd 3000 2500 2000 1500 1000 500 0 Sem VE 2011 3968 2012 3590 2013 4238 2014 4538 Normal 3968 3606 4272 4546 Úmido 3970 3601 4265 4535 Seco 3965 3604 4264 4535 SUL 1200 1000 MWméd 800 600 400 200 0 Sem VE 2011 1092 2012 970 2013 1002 2014 1031 Normal 1097 972 1005 1031 Úmido 1096 972 1004 1029 Seco 1095 971 1004 1029 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 102 / 150 .Quadro 9.

6 MWméd no subsistema Sudeste/Centro-Oeste. no cenário Normal no ano de 2013. não foram significativos. 33. Seco ou Úmido). conclui-se que os impactos energéticos pela consideração de volume de espera. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 103 / 150 .2 Geração térmica média anual (MWmed) – continução NORDESTE 1800 1600 1400 MWméd 1200 1000 800 600 400 200 0 Sem VE 2011 1007 2012 1101 2013 1410 2014 1620 Normal 1012 1105 1420 1623 Úmido 1010 1106 1439 1617 Seco 1010 1103 1431 1620 Pelos resultados apresentados no quadro anterior. pode-se observar que as gerações térmicas médias anuais tiveram uma variação em relação ao cenário sem alocação de volumes de espera de. no máximo. quando analisados sob a ótica do modelo NEWAVE.3 Considerações finais Com base nos resultados apresentados. independentemente do cenário considerado (Normal. 9.Quadro 9.

10

Conclusões e recomendações
De acordo com o que foi exposto nos capítulos anteriores são apresentadas, a
seguir, as conclusões e recomendações relacionadas aos estudos de prevenção
de cheias nos reservatórios de aproveitamentos hidrelétricos do SIN:
a) Os estudos desenvolvidos e a experiência operativa ao longo das últimas
décadas têm demonstrado que os reservatórios dos aproveitamentos
hidrelétricos além de serem utilizados para geração de energia elétrica
podem contribuir, também, dentro de certas limitações, para o amortecimento
de cheias. Como a alocação dos volumes de espera utiliza uma parte do
volume do reservatório destinado a geração de energia, o SIN pode passar a
ter riscos adicionais no que se refere: ao reenchimento dos seus
reservatórios e ao incremento no valor esperado do custo total de operação.
Portanto, somente a partir de estudos dos impactos energéticos causados
pela alocação de volumes de espera é que se pode definir a solução que
permita atender aos compromissos de controle de cheias, com um risco
(tempo de recorrência) fixado, e de atendimento à carga de demanda e
energia, com um acréscimo de custo econômico e risco determinado.
b) Além do esforço para reduzir ou evitar os impactos causados pelas cheias,
através da prática de alocação de volumes de espera e de regras de
operação adequadas, observa-se a necessidade de ações extra-setoriais
complementares, como por exemplo, a implementação efetiva de uma política
de ocupação e uso do solo por parte dos poderes governamentais instituídos.
c) Para o ciclo 2010/2011, os volumes de espera apresentados no Anexo II
abrangem os sistemas de reservatórios localizados nas bacias dos rios
Paraná até Porto São José, Paraíba do Sul, São Francisco, Parnaíba,
Jequitinhonha, Iguaçu e Jacuí. No caso do sistema de reservatórios para a
operação controle de cheias da bacia do rio Paraná, caso seja necessário
planejar ou programar vertimentos durante o período de controle de cheias
para a manutenção dos volumes de espera indicados, deve-se promover uma
avaliação do risco na operação de controle de cheias, considerando outras
alternativas de distribuição espacial dos volumes de espera que, sem violar o
risco associado ao tempo de recorrência adotado, permitam reduzir ou evitar
vertimentos. No caso do sistema de reservatórios da Bacia do rio São
Francisco, a disponibilidade de previsões de vazões de boa qualidade, para
até 30 dias, possibilita a revisão dos volumes de espera de Sobradinho. Os
procedimentos para a revisão dos volumes de espera nestes casos são
estabelecidos nos relatórios de Diretrizes para as Regras de Operação de
Controle de Cheias de cada bacia. Ainda no caso do sistema de reservatórios
da Bacia do rio São Francisco, a operação de reenchimento do reservatório
de Itaparica, a partir do final do mês de março, estará condicionada à

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situação hidrometeorológica vigente na bacia e aos armazenamentos dos
açudes monitorados pelo Governo do Estado de Pernambuco. Para os
reservatórios de Três Marias, no rio São Francisco, e Boa Esperança, no rio
Parnaíba, é possivel a revisão dos volumes de espera estabelecidos, levando
em consideração os documentos: ONS-NT-137/2005 - Metodologia para
revisão dos volumes de espera do reservatório de Três Marias e ONS-NT027/2006 - Metodologia para revisão dos volumes de espera do reservatório
de Boa Esperança.
d) Considerando a heterogeneidade dos tipos de restrições hidráulicas, os
diferentes níveis de severidade dessas restrições em termos quantitativos, a
diversidade dos regimes hidrológicos, e os impactos energéticos, são
adotados diferentes tempos de recorrência para a proteção de cada ponto de
controle.
e) As análises apresentadas no Capítulo 9 concluem que a adoção de volumes
de espera associados aos tempos de recorrência indicados pelos Agentes
aponta para uma tendência de aumento no custo total de operação do SIN,
nos custos marginais de operação e na geração térmica, quando analisados
sob a ótica do modelo NEWAVE. As diferenças entre os impactos energéticos
dos três cenários com volume de espera (Normal, Seco e Úmido) não foram
significativas.
f) Dentre as restrições de vazão máxima protegidas a partir da alocação de
volumes de espera no âmbito do SIN um dos casos que demandam a maior
alocação destes volumes é o da restrição de vazão máxima de 16.000 m³/s
da UHE Jupiá. Esses volumes de espera, os quais são alocados no período
de novembro a abril de cada período hidrológico, chegam a alcançar até 17
km³, o que corresponde a cerca de 10% da capacidade máxima de
armazenamento do subsistema Sudeste. Neste contexto, a ANA no início de
2009 constituiu grupo de trabalho, formado por técnicos da própria Agência,
do MME, do MMA, da ANEEL, do IBAMA, do ONS e da CESP, para a
realização de estudo de reavaliação da restrição de vazão máxima defluente
na UHE Jupiá. Até então, os estudos desenvolvidos não produziram
subsídios suficientes para a revisão desta restrição por parte deste grupo.
g) O Anexo II apresenta os volumes de espera indicados para o ciclo
2010/2011. No caso das bacias dos rios Paraná até Porto São José e Iguaçu
são mostrados os resultados para os quatro cenários hidrológicos
considerados (Úmido+Normal, Normal e Seco+Normal e Independente). Para
as demais bacias, o único cenário considerado foi o cenário Independente.

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Anexo I Metodologias para a prevenção de cheias ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 109 / 150 .

são consideradas duas etapas. Portanto. casas. áreas urbanas. para estudos de planejamento da operação hidráulica. com raras exceções. As medidas de engenharia constam principalmente da coleta. processamento e análise dos dados operativos observados no sistema visando a sua utilização para quantificação e previsão das afluências. objetivando o controle de cheias. que têm início com o levantamento e determinação pelas empresas. De uma maneira geral. o aviso ou a remoção de moradores ribeirinhos etc. bem como as decisões operativas indicadas pelas regras de operação para controle de cheias estabelecidas. bem como o cadastramento dos bens ali existentes. de forma que a manipulação dessas informações forneça elementos para decisões operativas mais adequadas dentro de cada situação. tanto de caráter administrativo como de engenharia. Na primeira. travessias de balsas e. a sua Casa de Força). Os recursos físicos são os rebaixamentos de nível dos reservatórios para proteção de restrições de montante. afluências.No planejamento da operação hidráulica dos reservatórios do sistema interligado. às próprias instalações da usina (por exemplo. da limitação de Marimbondo para evitar afetar a ponte Gumercindo Penteado da Rodovia BR-364. Os recursos materiais do controle de cheias correspondem às redes de medição hidrometeorológicas e sistemas de transmissão de dados. No entanto. basicamente em função da constatação dos problemas verificados após a ocorrência de cheias. o acionamento de equipes para execução de tarefas de emergência. Estas regras são um conjunto de instruções pelas quais devem ser definidas descargas defluentes que garantam a segurança do sistema hidráulico e/ou reservatório. as principais limitações atualmente existentes na operação hidráulica dos reservatórios devem-se a pontes. como ainda não se possui um levantamento completo das planícies de inundação. utilizados para amortecer cheias de magnitudes até ao correspondente tempo de recorrência adotado. o conjunto de informações sobre restrições hidráulicas vem sendo formado. bem como aqueles deixados nos reservatórios para proteção de restrições de jusante. como é o caso. os órgãos responsáveis pela operação dos sistemas dotam-se de recursos físicos e materiais para o controle de enchentes. tendo em vista as condições operativas caracterizadas pelos níveis d'água no(s) reservatório(s). chamada de prevenção. plantações. Tais restrições podem ser de máximas vazões defluentes que não causem danos a jusante ou de nível no reservatório. estradas. taxas de variação do(s) armazenamento(s) etc. chamados neste último caso de volume de espera. Em uma segunda etapa são elaboradas todas as medidas que devem ser tomadas durante a ocorrência de cheias. em alguns casos. O presente relatório trata dos estudos de prevenção de cheias. a consideração de novas restrições é feita de ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 110 / 150 . ao longo destes anos. As medidas administrativas compreendem o estabelecimento de responsabilidades nas decisões operativas entre as diversas pessoas e órgãos envolvidos na operação. tais como. por exemplo. das restrições à operação dos aproveitamentos nas várias bacias.

ou um período de tempo arbitrado para análise econômica). 1977. devido às dificuldades técnicas e materiais da quantificação precisa das mesmas. 1976 e Raudkivi.forma estimada. Com base nestas alternativas e numa avaliação de impactos energéticos tomase uma decisão sobre os volumes a serem implantados. a probabilidade de não ocorrência de um evento com tempo de recorrência superior a Tr é: q = 1• a probalidade de não ocorrência (ou segurança) em n anos é: S = (1 • 1 Tr 1 ) Tr n finalmente a probabilidade (ou risco) que o evento ocorra ao menos uma vez nos n anos é: 1 ) n Tr assim. se tivéssemos um volume de espera para proteger uma ponte para cheias de até 50 anos de recorrência. o Setor Elétrico tem buscado reduzir ou evitar os impactos causados pelas cheias. Pinto e outros. Tradicionalmente os estudos de prevenção de cheias envolvem a consideração de alternativas de volumes de espera associados a tempos de recorrência. Para isso não se possui ainda instrumentos técnicos e políticos que propiciem a definição criteriosa de qual restrição hidráulica. esta análise poderia ser levada mais adiante. por exemplo. Apesar das dificuldades para o estabelecimento das restrições. utilizando o procedimento tradicional em obras hidráulicas (ver Kite. a partir do evento de recorrência Tr e da probabilidade de ocorrência 1/Tr dentro do período unitário de tempo considerado (ano para o nosso caso). num período de 10 anos o risco de inundá-la seria de: R = 1 . deverá ser considerada nos estudos de controle de cheias. No entanto.S = 1. dentro do conjunto levantado.(1• 1 ) 50 10 = 0. conforme já mencionado no capítulo 1. através da prática de alocação de volumes de espera e de regras de operação de controle de cheias adequadas para os seus reservatórios.18 ou 18% a este risco poderia ser atribuído um valor monetário (o custo do risco) multiplicando-o pelo prejuízo com a possível perda da ponte. Um outro aspecto importante é a heterogeneidade dos tipos de restrições. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 111 / 150 . 1975) de calcular o risco dentro de um determinado período de tempo (vida útil da obra ou benfeitoria a ser protegida.(1 - • R = 1. Admitindo a independência dos eventos anuais.

No entanto. o método da Curva Volume x Duração para cálculo de volumes de espera foi adotado no estudo da bacia do rio Paraíba do Sul.. Este volume. pode-se definir. A partir da série histórica de vazões naturais médias diárias e admitindo uma vazão defluente máxima que não cause danos a jusante (descarga de restrição). Este fica definido como: (1) d-1 va(d) = max [ ∑ (q (t + j) .d +1 onde: D q (t+j) ∆t H T va (d) = máximo volume afluente para a duração de d dias. Neste trabalho. = número de dias da estação chuvosa.1 Método da Curva Volume x Duração Dentro da etapa denominada "prevenção de cheias".. constatadas ao longo dos anos. = intervalo de discretização do tempo (1 dia = 86400 s).qr. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 (2) 112 / 150 . denominado volume de espera. apresentado em (Beard. em função do risco em um determinado período de tempo e do custo do risco. 1963).. = dia.2. I. = duração em dias.. d = 1. apesar de algumas dificuldades na sua aplicação. há uma vasta classe de problemas em que a análise acima é aplicável. A solução obtida com este procedimento é ainda utilizada. Este método relaciona cada intervalo de tempo com duração de d dias consecutivos com o máximo volume afluente neste período. o primeiro método adotado pelo Setor Elétrico para o cálculo dos volumes de espera é o chamado "Método da Curva Volume x Duração". quando envolve perdas de vidas humanas. para o período chuvoso de cada ano hidrológico.∆t).h ]. o volume vazio necessário para absorver cheias com qualquer duração. No presente estudo isto ainda não foi possível em razão da não existência de boas estimativas dos custos envolvidos.O custo do risco é diretamente comparável com o custo energético associado à alocação do volume de espera em n anos. Obviamente há casos em que a quantificação das perdas econômicas é difícil ou mesmo não aplicável. ∆t)] j=0 0 < t < h . o que poderia em alguns casos levar a um dimensionamento ótimo dos volumes de espera sob o ponto de vista econômico. pode ser representado pela seguinte expressão: ve(i) = max [ (va(d) . = vazão média diária no dia t + j.d.3. será possível determinar o grau de proteção ótimo a ser adotado. Quando os custos totais resultantes da quebra de restrições puderem ser avaliados.

A Figura I. nada garante que o histórico se repetirá no futuro. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 113 / 150 . então. A Figura I. Como. da série histórica. São levantadas. Figura I. ou mesmo. Qr ve (i) = volume de espera para o período chuvoso do ano hidrológidescarga de restrição. a solução mais comum leva a um estudo de freqüência e à adoção de uma distribuição teórica de probabilidades.onde: co. amostras de eventos máximos de várias durações. Ajustando. uma distribuição de probabilidades a cada duração de d dias torna-se possível construir a Curva Volume x Duração associada a uma probabilidade p fixa de emergência. contudo. que seja viável a alocação deste volume.1 ilustra o conceito da Curva Volume x Duração.1 Curva Volume x Duração Um possível critério para obtenção do volume de espera a ser alocado seria selecionar o máximo volume de espera levantado na série histórica. A duração associada a este volume é chamada duração crítica.2 mostra a obtenção da Curva Volume x Duração associada a uma probabilidade p.

faz com que a curva va(d) não seja côncava. qr. Considerando d* como a duração em que se verificou a máxima diferença calculada.1)). além de lento e trabalhoso. isto é. porém em duas etapas. conforme mostra a Figura I.1. a saber: (d* .∆ ∆ t. va(d* + 1)). Entretanto. pelo Método dos Mínimos Quadrados. va(d* . em parte. mesmo pequenos desvios da curva ajustada. induz a uma perda de precisão em função da escala gráfica adotada. o que. va(d) é tal que: P [ VA(d) > va(d) ] = p (3) Uma das dificuldades observadas na aplicação deste método deve-se à variação amostral que. Contudo. este processo artesanal. como é o esperado. e os volumes passíveis de serem liberados no mesmo período. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 114 / 150 .2. Atualmente utiliza-se um processo computacional de ajuste automático. ocasionalmente. ao conjunto de pares de pontos.Figura I. va(d*)) e (d* + 1. (d*. Na primeira etapa são calculadas as diferenças entre os volumes afluentes para as várias durações. duração) pelo Método dos Mínimos Quadrados.d. em uma segunda etapa o programa computacional efetua o ajuste de uma parábola do 2º grau por três pares de pontos.2 Obtenção da Curva Volume x Duração associada a probabilidade fixa p de emergência Neste caso. em relação aos volumes próprios das várias durações. O procedimento inicialmente adotado para superar este inconveniente consistia no ajuste de uma função analítica aos pares (volume afluente. passou-se a recomendar a construção gráfica com ajuste manual da curva. va(d). implicavam em erros significativos nos volumes de espera resultantes. corrigiu os problemas do ajuste automático de uma parábola do 2º grau. Desta forma.

deve-se levar em consideração que existe a particularidade de não incorrer em grandes extrapolações da faixa amostral. O trabalho de Kite não indica uma distribuição específica. Uma outra dificuldade da aplicação do método da Curva Volume x Duração é que o mesmo determina somente um único volume de espera para toda a estação chuvosa. na medida em que existem interesses conflitantes. consiste na determinação de volumes de espera a partir da censura contínua da série de vazões médias diárias. 1975). conforme o avanço da estação chuvosa. Pode-se acrescentar. a alocação constante do volume de espera superdimensiona a proteção desejada. Há que se ressaltar. ainda. Portanto. Contudo. Realmente.d. duração crítica) associado a cada tempo de recorrência considerado para o aproveitamento. que o evento "cheia" pode não ocorrer. O estudo do NERC recomenda a distribuição Gumbel. ter-se-á o valor mais preciso para o par (volume de espera. e neste caso o objetivo "geração de energia" fica muito penalizado durante a estação seca que se segue. Tal solução. A questão fundamental que se coloca para a utilização do método é relativa a qual distribuição teórica de probabilidades deve ser ajustada. Este assunto é polêmico no meio hidrológico e vem sendo discutido há bastante tempo conforme relatado em (NERC. ainda. atendo-se mais à questão da estimação dos parâmetros das distribuições mais utilizadas.qr. Em geral. Portanto. não é eficiente. é necessário uma análise do ajustamento de diversas distribuições. A estratégia que vem sendo adotada para compatibilizar a manutenção do risco com a evolução dos volumes de espera alocados. o estudo da ELETROBRÁS recomenda a distribuição Exponencial de 2 parâmetros. Com efeito. enquanto o estudo do USWRC a Log-Pearson III. não ultrapassa uma recorrência de 50 anos. Logo. por exemplo. (USWRC. em regiões com sazonalidade bem definida. para então ir decaindo conforme se aproxime o final da estação. o bom ajustamento da distribuição teórica à faixa amostral tem relevância maior nesta situação que no caso do dimensionamento de vertedores. Melhor explicando. admitindo para certos casos o uso de distribuição Gumbel. Para se ter uma noção de quão polêmica é a escolha da distribuição de probabilidades para vazões extremas.Logo. em situações normais. como uma curva do grau n se ajusta perfeitamente a n+1 pontos e utilizou-se os pares de pontos de maiores diferenças va(d) . 1977) e (ELETROBRÁS. uma conclusão bastante difundida é que não se dispõe de uma distribuição "melhor" para o ajuste a séries de vazões extremas. 1987). a proteção considerada no controle de cheias. desejando-se uma maior segurança no estudo. (Kite. que no caso da escolha de uma distribuição de probabilidades para a determinação de volumes de espera.∆ ∆ t. 1977). o risco para o qual o volume de espera foi dimensionado só se verifica no período inicial da estação chuvosa. Este método não considera implicitamente a variação do potencial de cheia com o decorrer da estação chuvosa. três das publicações citadas recomendam distribuições diferentes. a determinaONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 115 / 150 .

ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 116 / 150 . devido à variação amostral. as quais são obtidas através de um modelo de simulação que considere as regras de operação para o controle de cheias.3 mostra este tipo de alocação. Contudo. O procedimento usual. o qual inclusive é utilizado nas bacias do rio Paraíba do Sul.ção do volume de espera para o dia t considera a série de vazões no intervalo que vai do dia t ao final do período chuvoso. o procedimento é discutível pelo fato de haver a necessidade de ajustar a distribuição de probabilidades a séries de vazões regularizadas. as quais ora não existem para alguns aproveitamentos. A aplicação deste expediente nem sempre é possível devido às séries de vazões naturais disponíveis. ora contemplam períodos distintos que inviabilizam a obtenção das séries de vazões afluentes. na prática. Cabe assinalar que a solução apresentada atende a somente um único reservatório. de forma que sua extensão para o caso de um sistema de reservatórios requer algumas considerações. Além disso. O esperado é que os volumes de espera obtidos decaiam continuamente.3 Alocação variável de volume de espera ( tem po ) 0 estação chuvosa ( volum e ) O procedimento indicado na Figura I. Neste caso. Estas séries são obtidas pela soma das vazões defluentes do reservatório de montante. consiste na determinação de volumes de espera para o reservatório de montante a partir da série de vazões naturais.3 consegue promover um rápido reenchimento do volume de espera. então. Entretanto. Figura I. esta solução deixa o Método da Curva Volume x Duração muito vulnerável ao problema da variação amostral. isto pode não ocorrer. com as vazões naturais incrementais da bacia intermediária. para então obter os volumes de espera dos reservatórios de jusante a partir de séries de vazões afluentes. o risco se mantém constante e o volume de espera se torna variável. A Figura I.

2. começou a ser testada nas bacias dos rios São Francisco. pelos resultados encontrados. o chamado "Método das Trajetórias Críticas" para determinação de volumes de espera. dentre outros trabalhos. foi recomendada uma ampla aplicação da metodologia CEPEL para cálculo de volumes de espera. Parnaíba. no caso.1 e I. Os métodos e os seus desenvolvimentos para a aplicação aos estudos de controle de cheias dos sistemas de reservatórios brasileiros são apresentados nos itens I. abrangendo todos os locais de interesse para os estudos de prevenção de cheias do Setor Elétrico. realizado em 1994. Efetivamente. com objetivo de superar as limitações acima referidas. Parnaíba. para que esta opção metodológica ocorresse de forma gradual e consistente.1 Método das trajetórias críticas Utilizando-se o contrato de estudos de controle de cheias que a ELETROBRÁS manteve com o CEPEL foi possível desenvolver por esta entidade. Neste trabalho. Esta nova metodologia.2. o volume de espera associado a uma probabilidade de ocorrência p’. I. esta metodologia vinha sendo estudada desde 1985. relativas ao Método da Curva Volume x Duração. quando houve sua primeira aplicação.I. A aplicação recomendada começou no início de 1995 com a implantação dos programas computacionais da metodologia CEPEL nas empresas. No âmbito do GTHO. Jequitinhonha. Emprega um algoritmo recursivo sobre as vazões naturais médias diárias do local a ser estudado. Paraná e Paraíba do Sul. à bacia do rio Paraná. esta aplicação se estendeu às bacias dos rios São Francisco. observou-se que ainda seria necessário se aprofundar algumas pesquisas.2. previamente estabelecida. a estação chuvosa 1997/1998 constituiu o marco da primeira aplicação integral desta metodologia. que depende essencialmente de um bom gerador de séries de vazões diárias. No presente relatório. Inicialmente. Jequitinhonha.2 a seguir. Durante o III Encontro Técnico de Hidrologia Operacional. a Metodologia CEPEL para cálculo de volumes de espera foi aplicada aos estudos da bacia dos rios Paraná até Porto São José. O conceito de trajetória crítica já vinha sendo utilizado para subsidiar a alocação temporal dos volumes de espera determinados pelo Método da Curva Volume x Duração. que resolve a questão da alocação temporal dos volumes. Partindo-se de um volume de espera nulo no final do último ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 117 / 150 . Iguaçu e Jacuí.2 Metodologia CEPEL A Metodologia CEPEL para cálculo de volumes de espera é composta do método das trajetórias críticas acoplado à teoria das condições de controlabilidade. Tal procedimento já fora utilizado na bacia do rio São Francisco. para auxiliar a determinação de uma alocação temporal assemelhada às trajetórias críticas verificadas no histórico. São Francisco. O método das Trajetórias Críticas foi desenvolvido no CEPEL por Kelman (1987) e permite determinar para cada dia da estação chuvosa. Iguaçu e Jacuí.

(q (h. determinar os volumes necessários nos dias anteriores: ve (t-1.i)] t=h. (q (t -1. (q (h -1.4. A figura I.qr) x ∆t + ve (h. dispondo-se sempre do volume necessário no início do dia posterior. descarga de restrição intervalo de discretização (1 dia = 86400 s).i) . índice do último dia do período chuvoso. o volume de espera deverá ser igual a: ve (h-1) = max [0. recursivamente.i) ..i) qr ∆t - (1) volume de espera.i) = max [0.. h-1. índice do ano vazão média diária no dia h do ano i. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 118 / 150 .i) . .qr) x ∆t + ve (t. então. apresenta a trajetória crítica para o ano i.qr) x ∆t ] onde: ve h i q (h.-i) = max [0.. da vazão média diária neste dia e da descarga de restrição.i)] (2) De uma forma geral. pode-se. Ao início do penúltimo dia. mostrando as regiões segura e insegura para a operação de controle de cheias do reservatório. h-2. no dia h de um ano i.dia do período chuvoso. determina-se o volume no início deste dia da seguinte forma: ve (h. a seguir. 2 (3) A evolução do volume de espera ao longo do tempo para o i-ésimo ano denomina-se trajetória crítica.

4 Evolução do volume de espera para o i-ésimo ano Suponham-se agora.5 Definição da envoltória das trajetórias críticas ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 119 / 150 . A envoltória das mesmas. cujas trajetórias estão na figura I. não importando o ano ocorrido. Figura I. a vazão defluente será superior a descarga de restrição. garantirá que em nenhum instante. três anos distintos.Figura I. representada em linha tracejada.5.

a envoltória garantirá a não ocorrência de violação da descarga de restrição.. A taxa de reenchimento de cada trajetória é obtida por pesquisa. assim como no caso da Curva Volume X Duração. provavelmente. 2. consequentemente n trajetórias. um conjunto de k trajetórias críticas que não serão consideradas na determinação da envoltória de volumes de espera. Dessa forma: k = n + m. a alocação da envoltória obtida das séries sintéticas de vazões seria inviável. Desta forma. A envoltória é definida por: v1 (t) = max [ve (t. ao longo de todos os dias da estação chuvosa...2 Limitação de Volume Máximo O modelo de cálculo de volumes de espera permite ao usuário limitar volumes máximos por reservatório e/ou sistema parcial. Caso o usuário utilize a opção de limitação de volumes.2. Desde os estudos e testes realizados com o Método das Trajetórias Críticas. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 120 / 150 . em seguida. I -1. adota-se. I. A utilização de séries sintéticas é imperiosa. ainda pequeno para a determinação de trajetórias associadas aos tempos de recorrência comumente adotados pelo Setor Elétrico brasileiro.Em uma série de n anos. pois as séries históricas de vazões diárias disponíveis nos locais de interesse para os estudos de prevenção de cheias geralmente não ultrapassam 60 anos. as envoltórias de volumes de espera resultantes deste processo de eliminação de trajetórias críticas apresentam as menores taxas de reenchimento para cada um dos tempos de recorrência considerados. sendo que neste caso o universo de possíveis seqüências de vazões futuras é obtido através de séries sintéticas de vazões. período este.2. A eliminação das k trajetórias críticas é realizada segundo critério que prioriza a retirada de trajetórias com altas taxas de reenchimento ao final do período chuvoso. Define-se. Como. é necessária a aceitação de alguma probabilidade p’ de insucesso no controle de cheias.i).. desenvolvido por Kelman (1986).. m trajetórias críticas necessárias para a composição das k trajetórias críticas que não serão consideradas na determinação da envoltória de volumes de espera. uma abordagem probabilística.. o modelo de geração de séries sintéticas utilizado tem sido o modelo DIANA. então. a envoltória de volumes de espera resultante é obtida inicialmente eliminando-se n trajetórias críticas que necessitarem de volumes superiores ao informado pelo usuário e. de qual é a maior razão entre o volume vazio diário e o tempo existente até o final da estação.n]. t =1.h Como a seqüência de vazões futuras não é conhecida.

6 Sistema de dois reservatórios com restrições de vazão máxima R2 R1 Para o entendimento das condições de controlabilidade é necessária a noção de sistemas parciais (Marien. Para um dia qualquer t.R2}. conforme a Figura I. a determinação de como este volume deve estar disponível espacialmente. formam sistemas parciais os conjuntos {R1}.I. 1984). agregando ainda à esta teoria a noção de envoltórias.3 Teoria das condições de controlabilidade O Método das Trajetórias Críticas resolve a questão da alocação temporal dos volumes de espera. sendo R2 o reservatório de montante. Damázio (1989) estendeu estes resultados de forma a considerar também sistemas com múltiplos locais sujeitos à restrição. em série.6. no qual existem restrições de vazão máxima imediatamente a jusante de cada reservatório.6. o domínio das soluções possíveis é caracterizado pelas seguintes equações. chamadas de condições de controlabilidade: E1 (t) ≥ Ve1 (t) E2 (t) ≥ Ve2 (t) E1 (t) + E2 (t) ≥ Ve1. só um ponto de saída. Figura I. Os problemas de sistemas multireservatórios para controle de cheias foram analisados teoricamente pela primeira vez por Marien (1984). uma para cada sistema parcial.2. permitindo um tratamento estocástico do problemas. O cálculo do volume de espera a ser alocado em cada reservatório e em cada dia deve considerar que existe um mínimo espaço vazio a ser alocado em R2. ou seja. função exclusiva de sua restrição e das afluências a R2 Por outro lado. ainda. Formam sistemas parciais todos os conjuntos de reservatórios de um sistema que dispõem de apenas um exutório. entretanto. para um sistema de reservatórios é necessário. No caso do exemplo da Figura I. R2 e R1. o mínimo espaço vazio a ser alocado a jusante depende do total afluente a R1 (soma da afluência a R2 com a afluência incremental entre R2 e R1) e também do espaço vazio que tiver sido alocado em R2. Tome-se como exemplo um sistema de dois reservatórios. {R2} e {R1. 2 (t) (1) (2) (3) ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 121 / 150 . levando a formulação da teoria das condições de controlabilidade para a análise determinística de sistemas de reservatórios com apenas um local sujeito à restrição.

a operação normal ocorre enquanto houver capacidade de descarga para controlar o reservatório em níveis inferiores àqueles que começariam a causar danos. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 122 / 150 . passa-se à segunda etapa do planejamento da operação hidráulica onde devem ser estabelecidas diretrizes para regras de operação considerando duas condições. a saber: operação normal e operação em emergência. conveniente apresentar os conceitos gerais destas regras de operação.2 I.4 Conceitos gerais das regras de operação para controle de cheias Uma vez escolhida a alternativa de alocação de volume de espera. sob o controle do Centro de Operação.4. ao longo de sua duração. para qualquer sistema multireservatório a região viável será sempre caracterizada por limites inferiores Ve(t) para somas de espaços vazios de reservatórios pertencentes aos vários sistemas parciais existentes neste sistema. Damázio (1989) mostra como os limites inferiores de espaços vazios. Julga-se.Os valores de Ve(t) servem para definir a região viável para os espaços vazios no dia t.1 Operação normal Esta operação pode ser caracterizada pela ocorrência de uma cheia que permanece. Ve(t) são determinados para cada sistema parcial. portanto. não havendo perspectivas de esgotamento dos volumes de espera dos reservatórios nem da liberação de descargas defluentes que ultrapassem restrições a jusante dos aproveitamentos. Figura I. No caso de reservatórios com restrição de montante. com o objetivo de fornecer elementos para melhor compreensão da função dos volumes de espera.7 ilustra a fronteira entre as regiões viável para controle de cheias neste sistema como um todo para um determinado dia.7 Regiões viáveis e inviáveis para os espaços vazios num determinado dia Ve1 Região viável Região inviável Ve2 Ve1. A Figura I. I. Em geral.

sem provocar enchentes mais críticas do que as que ocorreriam sob condições naturais de escoamento. qual defluência deve ser programada de forma a garantir a segurança das estruturas dos aproveitamentos. pode-se invadir o volume de segurança. salienta-se o conceito de curva de sobrecarga induzida.4. Neste caso.4. A sobrecarga induzida. que garantam a segurança da barragem. No esquema a ser desenvolvido para operação em emergência. alturas de chuva etc. entre os níveis máximo normal e máximo maximorum. é indispensável a existência de regras de operação que indiquem. Outra situação possível que caracteriza a condição de emergência é a perda de comunicações da usina com o Centro de Operação. para dispor de um volume adicional para controle de cheias. vazões afluentes em pontos situados a montante ou a jusante dos reservatórios. de modo a possibilitar o armazenamento do excesso de afluência em relação à descarga defluente total. o elemento encarregado da operação da usina deve estar autorizado a tomar as providências cabíveis. As enchentes que impliquem em decisões operativas em condições de emergência podem ocasionar situações críticas que coloquem em risco a própria segurança da barragem. a cada instante. I. vazões dos principais afluentes.2 Operação em emergência Esta operação pode ser caracterizada pela ocorrência de uma cheia com perspectivas de esgotamento dos volumes de espera dos reservatórios. existem meios adequados para a definição da operação integrada do sistema hidráulico para controle de enchentes. Estas regras são frutos de uma longa experiência operativa ou podem ser obtidas de simulações com modelos programados para este objetivo. são recebidas e processadas as informações de dados provenientes de postos hidrometeorológicos da rede de medição. sendo necessário providenciar descargas defluentes totais que superam as limitações impostas por eventuais restrições. I. Se o Centro de Operação se mantém em comunicação com todas as usinas do sistema.Durante a operação normal para controle de cheias. para as quais deve estar disponível uma sistemática de procedimentos bem definidos. para cada ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 123 / 150 .3 Curva de sobrecarga induzida Em aproveitamentos onde existe folga na capacidade de vertimento em relação à cheia de projeto revista. No entanto. tais como níveis em pontos críticos do(s) rio(s). oferecendo um quadro aproximado da situação real do sistema e permitindo uma boa confiabilidade das decisões. Em ambas as situações. provocando danos. através de aberturas parciais. é indispensável a disponibilidade de regras de operação que recomendem os valores das descargas totais em função de vários parâmetros. A sobrecarga induzida é obtida quando as comportas do vertedor são operadas todas ao mesmo tempo. e são apresentadas em relatórios específicos para cada bacia.

tendo em vista uma previsão do mínimo volume afluente que pode ser esperado em uma particular cheia. utilizados para a definição do diagrama de operação normal. O volume mínimo afluente a ser esperado pode ser calculado pela área sob o trecho de descida do hidrograma. pela sua curva de sobrecarga induzida. quando são conhecidos os níveis do reservatório e a taxa de variação dos níveis ou a afluência. para obtenção do valor da defluência mínima necessária em cada aproveitamento.4. Este diagrama define a descarga que deve ser defluída. é o denominado diagrama de operação em emergência apresentado em (U. haja vista o nível de armazenamento no aproveitamento (ou sistema) e o porte da cheia. A hipótese admitida é de que o hidrograma tenha atingido o seu pico para o valor atual e de que os valores futuros ocorrerão segundo uma lei exponencial que governa a recessão das vazões de um rio. Army Corps of Engineers. até o nível em que todas as comportas devem estar totalmente abertas. de modo que seja utilizado o volume do reservatório até a sua capacidade disponível. para a garantia da segurança da barragem. limitada no seu nível máximo normal ou. Portanto. o efeito da utilização da curva de sobrecarga induzida é o de criar uma capacidade adicional de amortecimento de cheias no reservatório. Estes mesmos conceitos foram. o diagrama de operação em emergência é usado para indicar a necessidade de rompimento da descarga de restrição. posteriormente. no nível máximo normal operativo. quando em operação sob sobrecarga induzida. Uma família de curvas características de afluências pode ser traçada a partir destes cálculos. correspondente à sobrecarga induzida máxima. de modo a evitar o galgamento das mesmas. 1977) é recomendado que a curva de sobrecarga induzida seja traçada a partir de um ponto correspondente à descarga máxima de restrição que não provoque danos a jusante. porém garantindo a abertura ordenada total para lâmina livre das comportas. buscando atingir o valor da restrição e a recuperação do nível do volume de ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 124 / 150 .abertura parcial das comportas. quando possível. Em (Beard.S. 1977). 1963) e (CECCA. A partir deste volume afluente mínimo esperado. I. durante a ocorrência de uma cheia. com uma dada afluência presente e o nível atual do reservatório. pelo menos para aquelas mais freqüentes. A curva de sobrecarga induzida é obtida pela união de todos os pontos que representam os máximos níveis permitidos do reservatório. pode ser calculada a descarga defluente. está limitada pela cota do topo das comportas do vertedor para esta mesma abertura. para várias taxas de descargas defluentes totais. Portanto. quando necessário. (Beard. considerando como limite máximo o nível estabelecido para o volume de espera.4 Diagrama de operação normal e em emergência Uma ferramenta bastante utilizada. Por outro lado. 1959). o diagrama de operação normal é adotado para a elevação gradual das defluências.

não é viável generalizar as metodologias para as várias bacias brasileiras.espera no período inicial da subida das vazões afluentes ao aproveitamento ou sistema considerado. Por fim. da heterogeneidade dos tipos de restrições hidráulicas. vale ressaltar que em função dos vários aspectos levantados. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 125 / 150 . das características peculiares das regiões e regimes hidrológicos. e da ausência de séries hidrológicas diárias homogêneas para os locais de interesse. das diferentes configurações topológicas dos aproveitamentos.

Anexo II Volumes de Espera – Ciclo 2010/2011 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 126 / 150 .

10 1.444 96.16 1.259 97.353 97.00 0.20 0.00 0.20 0.00 0.99 1.500 80.496 90.000 100.060 79.40 0.057 99.10 0.283 89.90 0.290 88.500 80.500 80.654 68.905 82.347 74.90 2.336 97.300 97.930 65.036 81.740 95.70 0.114 98.39 1.61 0.157 58.30 1.00 0.70 0.073 99.80 0.052 98.062 99.29 1.013 80.009 61.39 1.00 0.80 0.220 91.218 97.90 0.30 0.249 97.228 97.240 90.60 1.500 80.844 95.594 88.100 99.09 1.00 0.00 0.157 58.00 0.405 96.072 98.88 ¹ Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.32 0.930 65.70 1.40 0.10 0.825 65.40 0.444 96.486 96.061 98.00 0.300 97.878 66.500 80.14 0.000 100.878 64.90 1.40 0.320 98.70 0.247 77.00 0.99 2.000 100.90 0.156 98.39 1.298 97.420 88.00 1.91 0.80 0.272 75.360 97.00 0.230 90.000 100.00 Itumbiara TR=30 anos km³ %VU 0.930 65.342 96.734 68.000 100.884 82.96 0.80 0.00 M.482 91. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 127 / 150 .90 0.10 0.166 98.00 1.405 96.00 Nova Ponte TR=30 anos km³ %VU 0.98 0.30 1.052 99.900 94.16 1.40 0.90 0.40 0.420 83.40 0.75 0.99 0.01 0.000 100.16 1.166 98.701 69.860 95.66 0.59 1.10 0.80 0.00 0.41 0.628 68.822 93.99 1.00 0.420 88.71 0.000 100.00 0.90 1.090 96.20 1.480 81.654 68.00 0.000 100.85 0.56 0.60 0.470 96.856 66.894 63.00 0.820 95.16 1.157 58.162 58.49 1.32 0.36 0.14 0.70 0.500 80.110 95.089 99.19 0.50 0.582 69.000 100.197 98.000 100.078 60.000 100.00 0.654 68.510 71.80 0.16 1.420 88.093 99.26 0.468 72.90 1.859 93.859 93.984 81.000 100.71 0.60 0.405 96.342 96.63 0.50 1. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.000 100.744 85.80 0.414 91.420 88.842 83.49 1.133 90.00 0.00 0.420 88.500 80.51 0.13 0.00 São Simão TR=30 anos Km³ %VU 0.000 100.172 96.40 0.10 0.24 0.250 98.90 0.490 73.654 68.00 0.65 0.000 100.263 95.26 0.91 1.61 0.500 80.470 96.274 97.60 1.582 89.463 71.107 99.10 1.00 0.401 72.00 0.22 0.341 93.00 1.60 1.90 0.00 0.332 86.000 100.704 67.930 65.00 0.10 0.722 94.40 1.00 0.000 100.000 100.30 1.000 100.792 95.452 71.00 0.84 1.60 1.30 0.298 97.330 87.663 87.40 0.392 97.89 0.470 96.500 80.870 84.196 90.062 98.00 1.90 0.930 65.14 0.66 0.50 0.654 68.034 91.29 0.440 82.415 83.030 99.00 0.00 0.49 0.495 80.479 90.000 95.328 87.470 96.994 62.000 100.16 1.698 87. Moraes TR=30 anos km³ %VU 0.90 0.274 97.81 1.70 1.500 80.239 97.000 100.72 0.70 0.41 1.29 0.295 89.42 0.00 0.500 80.00 0.218 97.30 0.247 77.350 86.U.80 0.40 0.000 100.000 100.515 71.30 1.930 94.500 80.00 0.000 100.000 100.92 0.087 99.723 95.09 2.844 95.00 A.275 89.79 1.450 91.352 96.250 90.99 2.10 0.411 83.70 0.00 0.49 1.00 1.60 1.873 64.411 83.00 Marimbondo¹ TR=30 anos km³ %VU 0.470 96.096 99.331 87.26 0.00 0.000 100.40 0.40 0.50 1.930 65.70 0.920 94.1 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .654 68.30 0.10 0.598 95.50 0.71 0.065 79.340 86.99 2.500 80.00 0.70 1.49 0.ciclo de planejamento 2010/2011.90 0.00 Barra Bonita TR=20 anos Km³ %VU 0. Vermelha TR=30 anos km³ %VU 0.40 0.20 0.457 96.183 90.411 83.99 2.60 1.078 79.320 98.183 90.500 80. Cenário Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 Furnas TR=30 anos Km³ %VU 0.50 1.13 0.250 90.000 100.40 0.478 71.190 92.359 86.10 1.00 0.60 1.712 69.50 1.00 0.61 0.71 0.40 1.89 0.43 0.40 0.135 98.49 2.14 0.00 0.30 0.00 0.99 0.00 0.60 0.000 100.399 92.50 0.015 99.44 0.60 0.399 96.089 99.228 97.00 0.000 100.844 95.157 58.00 0.390 88.000 100.575 96.10 0.39 1.00 0.186 78.092 96.00 1.33 0.40 0.110 95.689 96.500 80.98 0.000 100.000 100.00 0.640 70.500 80.310 87.40 1.98 0.352 97.150 97.55 0.70 0.215 76.380 85.00 0.00 0.51 0.83 0.00 0.Tabela II.080 96.10 1.77 0.00 Emborcação TR=30 anos km³ %VU 0.241 90.40 0.

000 100.00 0.000 100.40 4.00 1.450 92.40 0.00 0.398 87.00 0.406 50.400 87.304 90.958 67.30 0.11 0.000 100.11 2.462 78.00 0.949 67.532 60.20 4.00 0.47 0.00 0.583 72.000 100.20 4.000 100.00 0.019 99.00 4.841 46.52 0.000 100.00 0.398 87.00 0.00 0.000 100.00 0.419 80.950 83.42 0.950 83.823 46.000 100.00 0.02 0.143 98.51 0.456 72.70 Capivara TR=30 anos km³ %VU 0.48 0.20 4.000 100.00 0.000 100.549 74.00 0.790 74.170 98.00 0.460 85.000 100.38 0.479 77.60 0.950 89.00 0.000 100.398 87.00 0.823 46.00 0.250 92.00 0.000 100.20 0.815 68.36 0.00 0.382 87.59 4.00 0.63 0.372 84.20 0.113 94.44 0.000 100.196 90.240 92. Cenário Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes)– CONTINUAÇÃO Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Promissão TR=30 anos km³ %VU 0.950 83.00 0.000 100.240 92.030 99.00 0.000 100.36 0.136 93.000 100.44 0.00 0.11 0.38 0.00 0.00 0.000 100.240 92.60 2.382 87.583 72.36 0.243 88.40 0.585 72.000 100.823 46.00 0.29 0.51 0.61 0.351 83.000 100.572 73.00 ciclo 2010/2011 Ilha/T.292 86.36 0.742 47.00 128 / 150 .29 0.40 0.00 0.460 85.40 0.14 0.01 4.039 98.000 100.36 0.69 0.041 98.00 0.20 4.12 0.487 77.400 87.000 100.00 0.062 77.000 100.382 87.000 100.59 4.00 0.11 0.017 99.000 100.521 75.42 0.10 0.536 49.54 3.000 100.049 97.000 100.00 0.00 0.70 0.44 0.10 Chavantes TR=50 anos km³ %VU 0.916 56.31 0.1 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .11 0.40 0.349 83.ciclo de planejamento 2010/2011.49 0.40 1.304 90.70 0.950 83.60 0.070 97.000 100.Tabela II.460 85.164 92.950 83.000 100.790 74.823 46.00 0.460 85.70 0.79 0.00 0.334 84.240 92.000 100.11 0.70 0.000 100.60 1.28 0.650 81.47 0.60 0.30 2.72 0.000 100.000 100.000 100.000 100.60 2.11 4.583 72.00 0.47 0.360 88.412 95.44 0.00 Jurumirim TR=50 anos km³ %VU 0. Irmãos TR=30 anos km³ %VU 0.60 2.00 0.400 87.483 77.02 0.63 0.00 0.42 0.40 0.00 0.58 0.000 100.00 0.790 74.00 0.00 0.85 4.000 100.150 97.139 87.000 100.583 72.000 100.000 100.60 0.000 100.000 100.150 97.47 0.070 97.000 100.400 87.11 0.360 88.40 0.400 87.60 0.02 0.165 53.071 54.382 87.000 100.30 0.32 3.071 54.00 0.

90 0.694 86.631 86.20 0.20 0.666 94.395 88.38 0.546 70.904 63.70 0.29 0.79 1.636 87.19 0.81 1.81 0.70 0.60 0.97 0.69 1.89 0.40 1.09 0.368 75.000 100.10 0.60 0.00 0.681 86.50 1.548 95.40 1.839 66.U.60 1.236 57.70 1.706 86.299 56.457 97.500 80.70 0.00 Emborcação TR=30 anos km³ %VU 0.062 99.582 69.40 0.19 2.339 86.405 96.15 0.20 0.263 95.152 78.00 São Simão TR=30 anos Km³ %VU 0.30 0.59 2.995 61.30 1.38 0.21 0.706 95.895 94.20 0.964 62.71 0.70 1.933 62.470 97.96 1.37 0.50 1.367 55.00 0.000 100.694 86.00 2.589 69.500 80.40 0.20 0.00 0.69 2.09 0.423 96. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 129 / 150 .694 86.030 59.259 89.176 98.861 95.380 85.313 97.00 0.00 0.522 89.635 94.500 80.280 88.420 97.16 2.669 86.00 2.383 54.48 0.500 80. Cenário Úmido + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 Furnas TR=30 anos Km³ %VU 0.80 1.79 1.218 97.775 95.242 98.18 1.50 0.062 99.280 89.00 0.501 90.50 1.148 77.40 0.357 89.00 0.83 0.40 0.21 1.100 57.000 100.19 0.280 89.50 0.040 99.694 86.452 82.30 2. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.666 94.31 0.00 0.000 100.00 0.00 0.30 1.677 86.384 96.569 87.980 61.338 57.50 0.500 80.050 59.91 0.569 87.60 0.00 0.320 55.80 1.500 80. Moraes TR=30 anos km³ %VU 0.394 96.31 1.40 1.38 0.106 78.681 86.030 59.150 61.60 0.00 0.989 81.90 0.826 95.730 71.69 0.80 0.666 94.995 61.80 1.346 75.000 100.403 92.20 0.79 0.10 0.50 0.040 99.09 ¹ Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.40 1.666 94.40 1.40 1.69 0.118 95.418 96.522 96.000 100.470 96.632 95.86 0.61 1.320 98.079 99.166 98.13 1.90 0.19 1.431 96.40 1.80 0.00 Itumbiara TR=30 anos km³ %VU 0.00 0.30 0.19 0.587 89.470 97.726 66.60 0.00 M.405 96.61 1.168 77.00 0.55 1.01 1.152 61.535 95.00 0.50 0.768 65.797 93.00 0.00 0.39 1.150 55.861 64.431 83.740 95.80 2.61 1.760 70.90 0.92 0.247 76.781 84.90 2.146 98.120 93.50 0.35 1.188 93.372 54.40 1.000 100.228 97.392 97.80 1.385 96.062 99.08 1.385 96.90 0.40 0.651 70.360 92.181 96.899 82.000 100.259 97.10 1.280 89.982 81.000 100.139 58.00 1.792 85.138 97.70 0.280 89.00 0.20 0.040 99.436 72.500 80.239 97.978 62.00 0.11 1.351 55.49 2.90 0.500 80.146 90.49 1.411 72.00 Nova Ponte TR=30 anos km³ %VU 0.69 1.10 0.26 2.411 96.20 0.00 0.005 99.083 99.49 2.00 1.496 96.07 0.20 1.225 91.152 79.000 100.133 98.00 0.80 0.457 96.50 1.29 2.14 0.90 0.30 0.830 65.950 94.69 0.00 2.90 1.49 1.00 0.51 0.35 0.430 91.062 99.040 99.176 98.489 71.50 0.609 89.294 58.Tabela II.000 100.80 2.56 0.316 58.650 74.80 0.010 80.00 A.91 0.70 2.500 80.89 2.10 1.897 92.58 1.666 94.00 0.760 70.500 80.760 70.078 60.10 0.500 80.00 0.40 0.67 0.291 97.296 76.750 70.70 0.59 2.80 1.50 0.16 0.279 97.40 0.40 0.000 100.119 97.947 92.00 0.70 1.610 69.700 51.62 1.29 0.233 59.273 92.500 80.27 0.000 100.535 95.49 2.40 1.00 0.86 1.80 2.907 63.120 56.40 0.500 80.115 59.208 90.09 0.435 82.500 80.338 57.00 0.20 0.450 91.21 2.500 80.86 0.79 1.00 0.10 0.940 63.279 97.290 88.39 0.260 59.69 0.500 80.120 93.378 84.00 0.914 83.29 1.530 96.70 0.90 0.40 0.40 0.90 0.000 100.270 89.69 0.19 2.405 96.27 0.19 2.000 100.89 2.86 1.31 0.39 1.136 93.00 Marimbondo¹ TR=30 anos km³ %VU 1.500 80.211 96.745 68.880 65.380 85.90 1.367 55.964 62.040 98.160 99.39 0.039 99.00 0.934 92. Vermelha TR=30 anos km³ %VU 0.431 83.ciclo de planejamento 2010/2011.10 1.40 1.91 0.60 0.77 0.00 0.156 98.90 0.60 1.88 0.840 64.98 0.405 96.052 62.984 64.40 0.00 Barra Bonita TR=20 anos Km³ %VU 0.320 55.294 58.2 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .324 97.030 59.40 0.500 80.236 57.61 1.471 91.80 0.90 0.00 0.500 80.259 97.

00 0.398 87.40 0.587 72.000 100.000 100.000 100.40 0.250 92.400 87.00 0.400 87.88 0.36 0.92 0.63 0.19 0.00 0.400 87.01 0.80 0.83 4.000 100.18 0.00 0.000 100.40 0.447 50.734 69.40 3.670 68.385 81.00 0.90 3.00 0.40 0.02 0.950 83.80 2.000 100.83 4.48 0.00 0.04 4.170 97.400 87.00 0.00 0.304 90.20 0.039 98.000 100.950 83.83 4.83 4.460 85.192 64.450 92.63 0.856 45.856 45. Irmãos TR=30 anos km³ %VU 1.041 98.304 90.52 0.000 100.00 0.00 0.000 100.00 ciclo 2010/2011 Ilha/T.000 100.00 0.000 100.80 3.00 0.83 4.000 100.000 100.40 0.000 100.00 0.30 0.210 53.00 0.88 0.70 0.950 83.58 0.634 70.856 45.36 0.856 45.00 0.000 100.02 0.83 4.00 0.36 0.790 74.02 0.240 92.000 100.950 83.070 97.443 83.240 92.42 0.856 45.83 4.00 0.651 69.52 0.00 Jurumirim TR=50 anos km³ %VU 0.57 0.883 79.000 100.31 0.36 0.379 82.00 0.00 0.47 0.70 0.44 0.47 0.382 87.00 0.00 130 / 150 .856 45.856 45.02 0.060 97.00 0.000 100.856 45.000 100.83 4.670 68.00 0.2 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .132 93.000 100.52 0.82 0.91 0.000 100.460 85.240 92.Tabela II.00 0.520 28.72 0.790 74.00 0.400 87.360 88.000 100.070 97.000 100.000 100.927 56.00 0.364 82.00 0.223 89.50 2.398 87.91 0.611 71.36 0.00 0.000 100.20 3. Cenário Úmido + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) – CONTINUAÇÃO Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Promissão TR=30 anos km³ %VU 0.00 0.00 0.70 Capivara TR=30 anos km³ %VU 0.21 0.42 0.856 45.00 0.11 0.00 0.790 74.856 45.000 100.000 100.03 0.39 4.572 73.240 92.000 100.000 100.000 100.83 4.41 1.502 94.90 1.ciclo de planejamento 2010/2011.47 0.000 100.245 63.460 85.464 78.112 87.382 87.60 0.50 1.11 0.14 0.00 1.000 100.000 100.20 0.000 100.332 96.42 0.44 0.83 4.12 0.52 0.460 85.00 0.538 74.166 92.00 0.000 100.492 76.170 92.00 0.72 0.42 0.066 65.161 75.00 0.00 0.10 Chavantes TR=50 anos km³ %VU 0.000 100.257 87.47 0.89 0.323 84.398 87.83 4.000 100.00 0.790 74.856 45.653 69.619 70.000 100.000 100.641 69.44 0.390 84.00 0.742 47.030 99.038 98.11 0.000 100.11 0.000 100.382 87.00 0.000 100.21 0.670 68.360 88.000 100.00 0.11 4.29 0.00 0.940 83.

40 0.00 1.12 0.093 99.073 79.341 93.792 95.24 0.19 1.290 88.140 99.20 0.000 100.500 80.486 96.10 0.353 97.00 0.70 0.104 99.53 0.21 1.00 0.290 88.799 65.411 97.228 97.89 0.61 0.140 99.00 0.90 0.69 1.40 0.397 84.269 89.39 1.00 0.130 99.437 72.731 86.930 65.844 95.610 95.40 0.857 64.80 0.60 1.500 80.21 0.017 99.49 1.50 0.60 0.000 100.307 76.755 85.114 98.956 81.684 87.80 0.19 0.50 1.742 85.91 1.370 85.620 96.689 96.000 100.365 85.00 0.00 0.60 1.693 87.00 0.460 82.00 0.000 100.000 100.723 95.00 0.510 80.00 0.50 0.40 0.81 1.440 82.90 0.259 97.12 0.00 0.51 0.50 0.130 59.00 0.28 0.70 0.471 91.82 1.99 0.71 1.00 0.09 0.287 88.171 96.00 0.80 1.000 100.00 0.92 0.999 81.40 0.000 100.11 2.00 Marimbondo¹ TR=30 anos km³ %VU 0.00 0.30 1.000 100.411 96.00 1.500 80.80 0.772 93.470 96.500 80.00 0.304 75.066 98.90 0.50 0.60 0.328 98.3 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .00 0.000 100.29 0.60 0.141 98.249 97.959 92.909 63.656 87.75 0.625 87.00 0.00 0.297 74.000 100.420 88.287 97.00 Emborcação TR=30 anos km³ %VU 0.391 74.30 0. Cenário Seco + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 Furnas TR=30 anos Km³ %VU 0.49 0.208 90.225 91.40 0.245 98.80 1.018 99.83 0.87 0.80 0.971 92.324 97.10 1.598 89.000 100.52 0.00 0.60 1. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.230 91.51 2.70 0.413 74.16 1.00 0.000 100.70 0.518 72.500 80.000 100.00 0.80 0.054 99.00 0.20 0.145 98.171 90.10 0.99 0.40 1.89 1.40 0.19 0.70 0.313 97.117 78.000 100.000 100.99 0.909 92.208 98.00 0.083 99.00 0.131 78.000 100.00 0.886 84.260 89.58 0.40 0.233 95.71 1.02 0.00 Nova Ponte TR=30 anos km³ %VU 0.125 98.420 83.41 0.000 100.53 0.057 98.70 0.000 100.184 77.00 0.000 100.37 0.263 95.000 100.016 99.418 96.00 0.842 83.480 81.00 0.592 69.000 100.861 66.187 98.00 0.10 0.19 1.90 0.379 97.051 99.380 85.10 0.19 0.208 78.11 0.00 0.765 86.000 100.380 85.67 0.31 0.08 0.046 91.77 0.013 99.510 80.170 98.00 0.91 1.274 97.000 100.60 0.00 0.834 93.00 São Simão TR=30 anos Km³ %VU 0.166 98. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 131 / 150 .430 83.Tabela II.12 0.350 86.40 0.000 100.512 90.00 0.00 0.70 0.210 98.259 97.375 73.000 100.30 1.00 0.500 80.685 94.000 100.20 1.000 100.105 78.261 98.41 1.022 99.ciclo de planejamento 2010/2011.69 0.60 0.271 95.00 0.52 0.20 1.00 0.81 1.470 96.190 92.58 0.118 95.000 100.397 84.19 0.999 62.00 A.121 91.39 1.000 100.80 0.826 95.187 98.511 95.490 97.51 0.00 0.500 80.470 81.197 98.000 100.59 0.093 99.843 83.034 80.09 0.295 89.00 0.330 86.39 1.654 68.500 80.39 0.641 68.226 76.69 0.00 0.07 0.U.10 0.392 97.136 59.469 91.557 70.490 80.00 0.040 99.40 0.218 97. Moraes TR=30 anos km³ %VU 0.85 0.00 0.00 0.07 0.04 0.500 80.75 0.84 0.340 86.290 88.930 65.69 0.444 96.51 0.30 0.625 69.173 98.000 100.000 100.403 92.180 92.80 0.000 100.40 1.10 0.00 0.684 69.199 96.60 1.00 0.81 0.00 Itumbiara TR=30 anos km³ %VU 0.80 0.80 0.21 1.00 0.000 100.10 0.500 80.022 99.536 95.00 0.263 95.60 1.00 0.00 0.15 0.137 98.483 71.187 98.20 0.20 0.986 82.420 88.156 98.899 82.751 68.160 99.00 1.49 ¹ Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.90 1.00 0.180 92.00 0.50 0.20 0.654 68.50 0.78 0.500 80.263 95.90 0.141 94.00 0.163 98.000 100.00 0.494 71.20 0.339 97.000 100.70 1.000 100.204 76.20 0.20 0.00 1.500 80.00 M.594 88.60 1.119 79.00 0.000 100.170 93.90 0.00 0.16 1.99 1.20 0.70 0.24 0.90 0.325 93.48 0.70 0.01 0.612 70.00 Barra Bonita TR=20 anos Km³ %VU 0.49 0.000 100.91 0.41 1.60 0.80 0.326 97.000 100.60 0.000 100.19 0.090 96.00 0.50 0.09 1.01 0.513 97. Vermelha TR=30 anos km³ %VU 0.399 92.725 67.410 73.740 95.000 100.090 99.

121 87.410 92.400 87.00 0.40 0.40 1.000 100.000 100.57 0.000 100. Cenário Seco + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) – CONTINUAÇÃO Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Promissão TR=30 anos km³ %VU 0.000 100.00 0.20 0.79 4.00 0.425 84. Irmãos TR=30 anos km³ %VU 0.00 0.80 0.00 Jurumirim TR=50 anos km³ %VU 0.11 0.070 97.98 0.11 0.00 0.277 86.00 0.70 0.641 81.000 100.000 100.00 0.400 87.000 100.00 0.077 96.00 0.90 4.760 46.366 82.000 100.240 92.50 0.40 2.687 88.36 0.000 100.00 0.00 0.453 78.290 63.81 0.36 0.42 0.00 2.168 92.031 55.000 100.00 0.217 89.240 92.22 3.10 Chavantes TR=50 anos km³ %VU 0.00 0.32 0.79 0.557 81.00 0.00 0.304 90.000 100.000 100.000 100.00 0.30 0.509 49.Tabela II.53 0.79 0.00 0.30 0.00 0.11 0.000 100.000 100.000 100.68 0.04 3.01 4.00 0.000 100.654 70.000 100.23 0.000 100.330 94.000 100.398 87.00 0.000 100.000 100.00 0.00 2.47 0.70 4.68 0.000 100.530 82.398 81.400 87.950 89.00 0.80 0.428 79.58 0.57 0.42 0.575 72.000 100.475 94.44 0.02 0.869 68.196 90.000 100.70 0.113 94.000 100.00 0.ciclo de planejamento 2010/2011.00 0.36 0.47 0.820 79.00 0.00 0.739 80.00 0.50 2.000 100.00 132 / 150 .00 0.42 0.400 87.00 0.00 0.63 0.000 100.460 85.000 100.460 85.950 83.70 3.070 97.68 0.000 100.10 1.041 98.340 84.11 0.38 0.206 90.00 0.000 100.000 100.645 92.398 87.11 0.000 100.20 0.47 0.000 100.006 99.240 92.604 59.000 100.475 77.70 0.019 99.460 85.000 100.950 83.00 0.360 88.751 47.72 0.00 0.575 72.70 1.835 57.80 0.44 0.382 87.60 1.460 85.304 90.360 88.557 81.80 3.98 0.00 0.71 0.30 4.000 100.382 87.055 97.44 0.331 74.000 100.69 0.000 100.249 88.70 1.60 3.00 0.00 0.72 0.000 100.000 100.42 0.00 ciclo 2010/2011 Ilha/T.00 0.054 99.000 100.63 0.00 0.00 0.392 81.000 100.84 0.00 0.240 92.315 85.000 100.00 0.98 0.344 62.039 98.161 98.00 0.400 87.00 0.00 0.00 0.494 76.70 Capivara TR=30 anos km³ %VU 0.00 0.000 100.250 92.000 100.398 87.093 65.232 52.40 0.11 0.098 76.3 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .542 74.00 0.00 0.132 93.530 82.89 0.000 100.36 0.00 0.36 0.000 100.000 100.40 0.382 87.47 0.00 0.000 100.

00 0.523 95.24 1.90 2.40 1.00 Barra Bonita TR=20 anos Km³ %VU 0.420 83.500 80.86 0.90 1.204 58.00 0.030 59.86 1.00 0.00 0.40 1.056 99.000 100.392 97.81 0.90 0.000 100.689 96.325 55.20 1.000 100.339 97.000 63.000 94.00 0.80 2.000 100.666 94.820 68.90 0.80 0.49 1.834 93.19 1.00 ¹ Nos volumes indicados para Marimbondo está incorporada a parcela de 5% de V.19 1.069 97.90 2.11 1.500 80.544 87.000 100.50 0.00 0.218 97. ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 133 / 150 .093 99.666 94.758 95.133 90.878 94.394 96.10 1.666 94.778 67.00 Marimbondo¹ TR=30 anos km³ %VU 0.25 0.60 0.681 86.60 0.641 87.00 0.00 0.69 1.405 96.732 66.59 0.83 0.551 69.000 100.98 0.590 77.202 78.500 80.000 100.Tabela II.90 0.215 91.694 86.294 75. Vermelha TR=30 anos km³ %VU 0.81 0.900 63.90 2.35 1.30 0.900 63.80 0.000 100.900 63.462 82.357 89.827 84.20 1.59 1.500 80.239 97.10 0.04 0.20 0.00 0.000 100.525 71.90 0.00 0.00 0.000 94.120 78.10 0.40 0.000 94.000 94.000 63.358 85.31 0.666 94.00 0.68 0.40 1.00 Nova Ponte TR=30 anos km³ %VU 0.950 62.00 0.00 1.90 2.80 2.000 100.00 0.99 1.241 75.00 0.00 0.50 0.80 0.156 98.29 0.40 0.81 0.00 0.405 96.009 91.478 71.19 0.500 80.19 0.90 0.325 55.666 94.90 1.844 95.40 0.80 2.500 80.10 1.70 1.420 83.80 2.10 1.678 68.270 89.19 1.500 80.449 91.666 94.69 2.40 1.00 0.24 1.24 1.500 80.418 96.24 1.00 0.462 82.96 0.00 0.01 1.278 56.000 63.029 80.000 100.90 1.90 0.694 86.000 100.04 0.24 1.025 99.000 100.098 99.00 0.681 86.187 98.640 70.4 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .000 63.00 0.000 94.59 0.694 86.71 0.000 100.00 0.85 0.80 2.670 73.19 1.670 73.24 1.40 0.48 0.90 2.930 63.000 63.10 1.00 0.10 1.000 63.90 0.90 0.241 98.90 1. Cenário Independente Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 Furnas TR=30 anos Km³ %VU 0.805 84.463 81.259 97.804 65.431 96.90 0.49 0.666 94.U.420 83.30 0.325 55.000 63.00 0.500 80.180 54.30 1.706 86.31 0.00 M.90 0.300 97.01 1.900 63.20 0.00 A.00 0.233 90.384 96.90 2.90 2.062 99.249 98.80 2.09 0.00 Emborcação TR=30 anos km³ %VU 0.10 1.50 0.00 0.263 95.000 94.40 0.258 89.325 55.30 1.90 0.263 77.640 95.00 0.670 73.93 0.63 0.000 100.962 62.000 63.48 0.900 63.15 0.080 79.40 1.887 63.70 0.50 0.500 80.000 94.870 66.000 100.90 0.50 0.44 0.50 1.20 0.216 96.872 93.50 0.270 97.10 0.00 0.500 80.19 1.00 0.000 100.000 100.380 85.972 64.19 1.10 1.383 92.20 0.000 100.07 0.405 96.396 72.20 0.000 94.500 80.129 97.50 1.20 1.166 98.515 70.00 0.30 0.19 1.70 1.85 0.49 1.325 55.970 82.24 1.030 59.483 96.000 100.300 94.394 96.500 80.980 61.900 63.673 94.325 55.89 0.000 100.00 0.470 96.640 75.10 0.244 90.90 0.325 55.19 1.90 0.50 1.70 1.40 1.80 2.900 63.99 1.80 2.160 99.900 63.70 0.37 0.000 100.30 0.49 0.607 87.280 98.681 86.394 96.10 0.000 63.394 96.40 2.500 80.004 99.000 94.900 64.10 0.149 98.31 2.80 2.753 86.28 0.500 80.01 0.00 0.00 0.90 2.000 63.10 0.666 94.500 80.344 86.263 95.00 0.550 96.500 80.073 99.41 0.325 55.00 0.500 80.000 94.24 1.92 0.40 1.40 0. do próprio reservatório que deve permanecer vazia.00 0.ciclo de planejamento 2010/2011.70 0.325 55.91 1.80 2.706 86.00 São Simão TR=30 anos Km³ %VU 0.99 1.694 86.19 1.900 63.19 1.50 1.083 60.666 94.500 80.355 93.00 0.457 73.325 55.125 98.000 63.24 1.647 87.60 1.405 96.000 63.00 Itumbiara TR=30 anos km³ %VU 0.63 0.878 83. Moraes TR=30 anos km³ %VU 0.60 0.681 86.10 0.24 1.694 86.181 96.000 100.00 0.00 0.405 96.168 93.900 63.775 95.000 94.120 56.373 97.90 2.820 68.150 97.820 65.000 100.63 0.666 94.00 0.00 0.00 0.228 97.80 0.90 2.370 97.10 1.06 0.89 0.000 100.89 0.817 67.10 0.405 96.00 0.80 0.55 0.90 2.311 97.052 97.70 0.000 100.40 2.

000 100.22 0.500 76.20 2.61 0.511 94.00 0.00 0.060 97.83 4.60 1.60 1.438 32.49 2.410 87.15 0.78 0.25 1.83 4.Tabela II.000 100.83 4.00 0.790 74.000 100.80 0.290 90.60 0.15 0.ciclo de planejamento 2010/2011.000 100.83 4.856 45.01 4.751 47.834 90.856 45.00 0.211 90.00 0.272 87.000 100.000 100. Cenário Independente .229 42.00 0.12 0.30 0.060 98.856 45.470 85.46 0.00 134 / 150 .856 45.83 4.54 3.060 98.00 0.010 99.000 100.10 1.790 74.600 71.000 100.480 91.00 0.05 0.100 95.000 100.126 94.470 85.310 90.15 0.229 42.00 0.25 1.00 0.000 100.84 0.07 0.15 0.60 4.994 66.470 85.950 83.000 100.000 100.00 0.856 45.856 45.00 0.856 45.40 0.418 33.000 100.04 3.005 99.200 93.290 90.470 85.40 0.000 100.29 0.000 100.000 100.000 100.21 0.32 0.000 100.229 42.67 0.413 33.511 75.000 100.000 100.00 ciclo 2010/2011 Ilha/T.08 0.00 0.00 0.68 0.000 100.83 4.83 4.000 100. Irmãos TR=30 anos km³ %VU 0.000 100.10 0.575 72.000 100.02 0.46 0.00 0.00 0.02 0.950 83.15 0.98 1.02 0.00 0.010 99.000 100.00 0.70 2.00 0.413 33.00 0.60 1.30 0.470 85.000 100.896 56.851 68.08 0.250 92.10 0.000 100.46 0.00 0.389 51.000 100.99 0.00 0.000 100.000 100.000 100.470 85.4 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .15 0.790 74.452 61.67 0.25 1.84 0.00 0.40 1.15 0.00 0.856 45.00 0.784 80.000 100.355 83.409 80.950 83.36 1.02 0.071 97.000 100.790 74.68 0.790 74.76 0.470 85.000 100.95 0.856 45.02 0.00 0.00 0.790 74.02 0.10 0.856 45.000 100.790 74.00 0.000 100.02 0.000 100.00 Jurumirim TR=50 anos km³ %VU 0.05 4.470 85.856 45.000 100.299 52.83 4.790 74.83 4.470 85.00 0.95 0.950 83.067 88.338 84.00 0.150 95.000 100.00 0.043 97.00 0.00 0.02 0.069 97.229 42.00 0.290 90.413 33.15 0.010 99.00 0.681 68.856 45.470 85.00 0.790 74.42 1.25 1.00 Capivara TR=30 anos km³ %VU 0.000 100.000 100.02 0.00 Chavantes TR=50 anos km³ %VU 0.000 100.462 78.00 0.40 0.00 0.910 84.50 0.000 100.00 0.73 0.CONTINUAÇÃO Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/10 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Promissão TR=30 anos km³ %VU 0.83 4.295 74.413 33.359 96.15 0.83 4.83 4.18 0.00 0.40 0.005 99.98 0.15 0.

83 98.99 94.26 92.030 0.Tabela II.09 89.04 92.050 0.49 97.26 90.200 0.88 96.88 98.09 91.000 ciclo 2010/2011 89.05 100.49 96.61 100.280 0.250 0.37 94.250 0.66 98.180 0.88 96.010 0.150 0.21 93.000 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 96.230 0.26 90.280 0.44 135 / 150 .080 0.49 96.170 0.090 0.15 96.250 0.030 0.49 96.030 0.080 0.ciclo de planejamento 2010/2011 Período 07/05/11 14/05/11 21/05/11 28/05/11 04/06/11 11/06/11 18/06/11 25/06/11 02/07/11 a a a a a a a a a 13/05/11 20/05/11 27/05/11 03/06/11 10/06/11 17/06/11 24/06/11 01/07/11 08/07/11 Barra Bonita TR=20 anos Úmido + Normal Normal km³ %VU km³ %VU Seco + Normal km³ %VU 0.280 0.040 90.88 96.00 Independente km³ %VU 0.050 0.61 100.83 99.010 0.090 0.93 97.130 0.090 0.5 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná (trecho do rio Tietê) .060 0.090 0.66 98.030 0.080 0.080 0.83 98.250 0.09 89.26 90.00 0.000 96.83 99.060 0.00 0.88 98.080 0.05 98.

147 0.000 0.153 0.ciclo de planejamento 2010/2011 Jurumirim TR=50 anos Período 07/05/11 a 13/05/11 14/05/11 a 20/05/11 21/05/11 a 27/05/11 28/05/11 a 03/06/11 04/06/11 a 10/06/11 11/06/11 a 17/06/11 18/06/11 a 24/06/11 25/06/11 a 01/07/11 02/07/11 a 08/07/11 09/07/11 a 15/07/11 16/07/11 a 22/07/11 23/07/11 a 29/07/11 30/07/11 a 05/08/11 06/08/11 a 12/08/11 13/08/11 a 19/08/11 20/08/11 a 26/08/11 27/08/11 a 02/09/11 03/09/11 a 09/09/11 10/09/11 a 16/09/11 17/09/11 a 23/09/11 24/09/11 a 30/09/11 01/10/11 a 07/10/11 08/10/11 a 1410/11 15/10/11 a 21/10/11 22/10/11 a 28/10/11 Chavantes TR=50 anos km³ %VU km³ %VU 0.00 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 136 / 150 .45 100.17 95.22 91.10 89.270 0.68 95.430 0.49 95.056 0.350 0.350 0.Tabela II.17 95.46 90.430 0.47 100.47 91.290 0.054 0.260 0.46 90.390 0.00 100.17 95.23 98.17 95.17 95.00 100.6 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná (trecho do rio Paranapanema) .000 0.41 86.45 91.47 91.153 0.147 0.00 98.17 95.22 98.49 88.00 100.00 0.26 86.260 0.350 0.056 0.147 0.153 0.000 0.000 92.350 0.00 100.00 100.00 100.270 0.147 0.46 88.000 90.153 0.00 100.290 0.054 0.000 0.000 0.270 0.49 88.22 98.00 98.056 0.000 0.17 100.17 95.17 95.000 0.41 87.000 0.147 0.153 0.00 100.390 0.430 0.340 0.260 0.17 95.23 98.290 0.153 0.23 91.147 0.000 0.68 87.45 91.49 88.250 0.000 0.17 100.054 0.17 95.41 86.

38 53.17 83.320 0.000 0.36 55.92 44.sistema de reservatórios Camargos-Funil .370 0.370 0.170 0.73 74.94 46.230 0.370 0.170 0.370 0.94 44.150 0.94 44.300 0.94 44.350 0.370 0.94 44.190 0.94 44.94 44.94 44.370 0.310 0.350 0.00 58.320 0.000 100.00 58.020 0.ciclo de planejamento 2010/2011.370 0.280 0.230 0.94 44.000 0.92 47.000 0.68 100.370 0.36 62.260 0.350 0.94 44.370 0.92 50.280 0.92 47.54 98.290 0.000 0.43 49.00 100.280 0.87 47.000 0.370 0.87 53.94 44.370 0.290 0.370 0.02 100.020 0.38 50.250 0.370 0.77 74.370 0.000 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 100.94 44.80 65.360 0.00 56.370 0.370 0.94 44.02 100.350 0.00 100.280 0.80 68.94 44.94 44.89 56.370 0.370 0.370 0.360 0.370 0.00 100.33 52.370 0.000 0.94 46.33 58.370 0.94 44.00 100.00 0.38 58.94 44.030 0.370 0.94 44.360 0.89 47.370 0.310 0.43 46.250 0.370 0.94 55.77 71.370 0.31 62.94 44.370 0.92 52.94 47.210 0.00 100.370 0.140 0.63 95.000 0.Tabela II.94 44.370 0.94 44.70 79.43 47.000 0.94 44.350 0.94 44.85 47.94 44.350 0. Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Camargos TR=15 anos Úmido + Normal Normal km³ %VU km³ %VU Seco + Normal km³ %VU 0.370 0.370 0.94 44.370 0.33 62.340 0.94 44.94 44.000 0.94 44.92 47.330 0.40 52.33 56.00 0.00 Independente km³ %VU 0.85 65.85 53.80 73.94 44.000 100.180 0.330 0.320 0.94 44.94 44.94 44.000 ciclo 2010/2011 100.350 0.000 0.94 44.010 0.75 77.21 97.110 0.310 0.94 44.370 0.7 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná .92 44.94 44.00 47.70 97.370 0.290 0.80 62.00 100.370 0.94 44.300 0.00 137 / 150 .370 0.250 0.87 61.92 44.94 44.370 0.94 44.51 100.250 0.350 0.370 0.350 0.370 0.92 44.370 0.370 0.

040 0.010 0.05 94.000 100.000 0.05 96.02 98.10 88.060 0.08 90.02 98.05 96.10 88.06 92.050 0.030 0.020 0.050 0.020 0.040 0.040 0.060 0.00 100.010 0.08 90.00 90.02 100.010 0.030 0.010 0.06 94.02 100.050 0.000 0.040 0.060 0.030 0.03 98.030 0.00 100.030 0.000 100.050 0.11 88.00 100.060 0.040 0.050 0.030 0.08 90.02 100.000 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 100.03 98.10 86.060 0.03 96.00 138 / 150 .060 0.030 0.06 92.02 98.10 88.00 0.06 92.030 0.03 96.060 0.05 94.010 0.010 0.030 0.050 0.06 94.040 0.070 0.000 0.040 0.000 0.060 0.06 92.060 0.06 92.08 92.060 0.13 86.05 92.10 90.10 88.00 100.030 0.06 92.06 94.05 94.050 0.020 0.050 0.020 0.05 96.060 0.08 90.03 98.010 0.00 0.000 0.050 0.020 0.10 88.040 0.000 0.030 0.060 0.040 0.10 88.02 98.010 0.08 90.02 98.Tabela II.010 0.00 94.060 0.030 0.00 Independente km³ %VU 0.08 90.040 0.08 88.000 ciclo 2010/2011 100.000 0.05 96.10 88.040 0.10 90.05 94.08 90.020 0.11 86.040 0.02 100.05 94.040 0.05 94.060 0.030 0.060 0.03 96.050 0.10 90.11 88.040 0.00 90.000 0.10 88.020 0.00 100.08 90.08 84.06 92.05 94.05 94.000 0.10 88.020 0.030 0. Período 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 Caconde TR=20 anos Úmido + Normal Normal km³ %VU km³ %VU Seco + Normal km³ %VU 0.000 0.05 94.10 90.11 86.060 0.08 92.08 92.06 88.010 0.8 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná .080 0.000 0.08 90.08 92.000 0.070 0.070 0.06 92.03 96.00 100.050 0.00 100.06 92.00 100.050 0.03 98.00 100.020 0.030 0.020 0.000 0.08 90.070 0.050 0.06 94.10 88.05 88.02 98.050 0.03 96.070 0.sistema de reservatórios Caconde-Limoeiro .03 96.10 88.11 86.050 0.050 0.ciclo de planejamento 2010/2011.00 94.

017 94.48 0.59 0.59 0.017 94.154 74.48 0.48 0.48 0.59 0.014 95.48 0.154 74.59 0.062 89.092 84.007 97.017 94.00 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias Funil TR=56 anos km³ %VU 0.154 74.48 0.48 0.017 94.48 0.154 74.Tabela II.59 0.69 0.017 94.00 0.154 74.031 94.83 0.67 0.017 94.48 0.123 79.154 74.59 0.154 74.017 94.59 0.154 74.90 0.017 94.017 94.017 94.017 94.79 0.017 94.154 74.59 0.59 0.017 94.017 94.154 74.000 100.48 0.154 74.48 0.59 0.59 0.00 ciclo 2010/2011 139 / 150 .017 94.00 0.010 96.154 74.48 0.154 74.59 0.92 0.59 0.017 94.75 0.154 74.59 0.003 98.48 0.017 94.59 0.58 0.ciclo de planejamento 2010/2011 Período 30/10/10 06/10/10 13/10/10 20/10/10 27/10/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 05/10/10 12/10/10 19/10/10 26/10/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 Santa Branca TR=100 anos km³ %VU 0.017 94.48 0.017 94.154 74.017 94.000 100.154 74.59 0.59 0.59 0.48 0.154 74.000 100.000 100.154 74.48 0.59 0.017 94.48 0.154 74.48 0.9 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraíba do Sul .59 0.48 0.48 0.154 74.48 0.59 0.154 74.

365 77.00 Itaparica TR = 18 anos km³ %VU 0.93 3.70 4.Tabela II.16 0.00 0.030 92.000 100.00 0.000 100.000 100.32 0.80 6.00 0.01 0.564 84.234 78.00 abacate ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 140 / 150 .80 6.59 0.00 Queimado TR = 10 anos km³ %VU 0.15 1.000 100.020 73.000 100.16 0.03 0.00 0.120 69.365 77.03 0.110 71.76 1.80 6.80 6.40 1.80 6.44 2.000 100.11 1.170 98.000 100.32 0.45 3.00 0.00 Sobradinho TR = 17 anos km³ %VU 0.64 4.090 76.20 0.25 4.365 77.230 99.000 100.89 1.12 6.00 0.00 0.89 1.070 73.970 87.01 0.05 0.682 52.020 99.365 77.030 92.70 0.59 0.270 78.37 1.00 0.000 100.040 80.39 0.000 100.00 0.000 100.43 0.00 0.10 2.000 100.82 0.280 91.100 74.70 4.86 0.050 87.00 0.060 84.46 0.69 3.830 74.244 78.00 0.89 0.30 0.00 0.46 0.73 0.31 1.159 99.10 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio São Francisco ciclo de planejamento 2010/2011 Período 25/09/10 02/10/10 09/10/10 16/10/10 23/10/10 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 07/05/11 14/05/11 21/05/11 28/05/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 01/10/10 08/10/10 15/10/10 22/10/10 29/10/10 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 13/05/11 20/05/11 27/05/11 03/06/11 Três Marias TR = 50 anos km³ %VU 0.000 100.070 82.80 0.790 77.423 59.99 1.520 94.810 77.080 79.00 0.550 56.530 83.100 74.03 0.50 1.000 100.215 85.00 0.000 100.510 80.960 82.22 6.010 97.62 5.365 77.120 69.110 71.960 82.423 59.30 0.274 78.000 100.99 1.930 93.423 59.365 77.00 0.203 94.10 0.365 77.80 6.244 78.99 0.365 77.035 99.780 49.365 77.423 59.710 95.32 0.28 0.960 82.36 4.000 100.00 0.000 100.89 1.000 100.040 89.35 0.19 0.61 0.75 3.11 1.306 88.040 89.110 79.365 77.80 6.89 0.22 6.79 6.508 80.035 99.90 1.000 100.000 100.000 100.670 95.83 1.78 5.100 74.73 0.244 78.390 60.730 82.960 82.752 78.000 100.89 0.00 0.95 1.22 1.460 96.80 6.30 1.60 3.00 0.400 77.633 53.423 59.090 82.00 0.22 6.423 59.365 77.80 6.70 4.00 0.096 69.070 82.060 84.00 0.620 89.000 100.89 1.731 51.000 100.91 0.450 97.926 73.80 6.00 0.050 87.840 94.000 100.00 0.00 0.880 87.80 6.76 0.100 74.69 3.534 56.00 0.000 100.00 0.000 100.000 100.17 0.000 100.390 90.423 59.000 100.89 1.365 77.00 0.230 93.000 100.130 78.80 6.47 5.070 82.110 71.32 0.70 4.300 84.89 1.583 55.44 0.60 1.365 77.020 94.00 0.000 100.485 58.15 1.080 79.341 90.000 100.00 0.26 6.90 1.76 0.73 0.62 0.13 2.090 76.00 0.89 1.19 0.76 0.52 0.80 6.703 51.000 100.627 54.

220 94.44 0.680 64.000 100.12 0.430 88.000 100.ciclo de planejamento 2010/2011 Período 25/09/10 02/10/10 09/10/10 16/10/10 23/10/10 30/10/10 06/11/10 13/11/10 20/11/10 27/11/10 04/12/10 11/12/10 18/12/10 25/12/10 01/01/11 08/01/11 15/01/11 22/01/11 29/01/11 05/02/11 12/02/11 19/02/11 26/02/11 05/03/11 12/03/11 19/03/11 26/03/11 02/04/11 09/04/11 16/04/11 23/04/11 30/04/11 07/05/11 14/05/11 21/05/11 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a 01/10/10 08/10/10 15/10/10 22/10/10 29/10/10 05/11/10 12/11/10 19/11/10 26/11/10 03/12/10 10/12/10 17/12/10 24/12/10 31/12/10 07/01/11 14/01/11 21/01/11 28/01/11 04/02/11 11/02/11 18/02/11 25/02/11 04/03/11 11/03/11 18/03/11 25/03/11 01/04/11 08/04/11 15/04/11 22/04/11 29/04/11 06/05/11 13/05/11 20/05/11 27/05/11 Boa Esperança TR=36 anos km³ %VU 0.300 91.34 0.220 94.360 90.680 64.000 100.00 0.44 0.290 92.120 96.11 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Parnaíba e Jequitinhonha .00 0.00 0.000 100.450 87.00 0.44 0.000 100.000 100.04 0.44 0.00 0.680 64.44 0.460 87.00 0.000 100.00 0.320 91.680 64.60 0.340 90.170 95.93 0.240 93.630 67.000 100.23 0.360 90.44 0.680 64.71 0.550 71.000 100.000 100.000 100.190 94.680 64.220 94.44 0.24 0.00 0.680 64.550 71.190 94.440 76.000 100.49 0.44 0.76 0.00 0.680 64.38 0.670 64.80 0.00 141 / 150 .24 0.680 64.680 64.04 0.44 0.39 0.44 0.72 0.75 0.85 0.000 100.44 0.00 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 Irapé TR=50 anos km³ %VU 0.44 0.00 0.680 64.420 88.43 0.540 71.680 64.14 0.33 0.78 0.000 100.99 0.00 0.04 0.44 0.050 97.44 0.390 89.310 91.05 0.Tabela II.00 0.44 0.560 70.00 0.00 0.680 64.04 0.44 0.00 0.000 100.28 0.380 89.23 0.000 100.530 72.00 0.680 64.44 0.87 0.96 0.680 64.85 0.49 0.000 100.120 93.61 0.70 0.000 100.680 64.240 93.220 94.180 95.680 64.53 0.150 95.

86 97.080 0.08 98.86 97.090 0.12 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do Iguaçu .090 0.05 98.05 98.Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011 (hm³) VE Salto Santiago (TR 250 anos) Normal e Seco Independente % VU (hm³) % VU (hm³) % VU 0 0 0 0.100 0.090 0.090 0.86 97.86 97.05 100 Período 30/04/2011 a 06/05/2011 07/05/2011 a 13/05/2011 14/05/2011 a 20/04/2011 21/05/2011 a 26/05/2011 27/05/2011 a 03/06/2011 04/06/2011 a 10/06/2011 11/06/2011 a 17/06/2011 18/06/2011 a 24/06/2011 2506/2011 a 01/07/2011 02/07/2011 a 08/07/2011 09/07/2011 a 15/07/2011 16/07/2011 a 22/07/2011 23/07/2011 a 29/07/2011 Úmido ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 ciclo 2010/2011 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 100 0 0 0 0.05 98.080 0.080 0 100 100 100 97.57 97.86 98.05 98.05 98.080 0.080 0.86 97.05 98.090 0.080 0.080 0.080 0 100 100 100 97.090 0.05 100 142 / 150 .120 0.090 0.090 0.86 97.86 97.

53 89.340 0.53 89.340 0.340 0.83 89.350 0.53 89.83 89.350 0.53 89.83 89.340 0.340 89.350 0.340 0.83 89.83 89.340 0.340 0.83 89.340 0.53 89.83 89.340 0.350 0.350 0.53 89.83 89.340 0.53 89.350 0.340 0.340 0.350 0.350 0.340 0.340 0.350 0.83 89.53 89.350 0.340 0.340 0.53 89.350 0.350 0.83 89.83 89.83 89.83 89.350 0.350 0.340 0.83 89.350 0.83 89.83 89.350 0.Tabela II.53 89.53 89.340 0.83 89.53 89.53 89.340 0.340 0.53 89.53 89.53 89.350 0.83 89.83 89.83 89.83 89.83 29/10/2010 05/11/2010 12/11/2010 19/11/2010 26/11/2010 03/12/2010 10/12/2010 17/12/2010 24/12/2010 31/01/2011 07/01/2011 14/01/2011 21/01/2011 28/01/2011 04/02/2011 11/02/2011 18/02/2011 26/02/2011 04/03/2011 11/03/2011 18/03/2011 25/03/2011 01/04/2011 08/04/2011 16/04/2011 22/04/2011 29/04/2011 06/05/2011 13/05/2011 20/05/2011 27/05/2011 03/06/2011 10/06/2011 17/06/2011 24/06/2011 01/07/2011 08/07/2011 15/07/2011 22/07/2011 29/07/2011 05/08/2011 12/08/2011 19/08/2011 26/08/2011 02/09/2011 09/09/2011 16/09/2011 23/09/2011 31/10/2011 07/10/2011 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 143 / 150 .350 0.53 89.350 0.53 89.53 89.340 0.350 0.ciclo de planejamento 2010/2011 .340 0.83 89.53 89.340 0.13 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do Jacuí .53 89.83 89.83 89.TR=12 anos (novembro a abril) e TR = 100 anos (ano todo) Período 23/10/2010 30/10/2010 06/11/2010 13/11/2010 20/11/2010 27/11/2010 04/12/2010 11/12/2010 18/12/2010 25/12/2010 01/01/2011 08/01/2011 15/01/2011 22/01/2011 29/01/2011 05/02/2011 12/02/2011 19/02/2011 26/02/2011 05/03/2011 12/03/2011 19/03/2011 26/03/2011 02/04/2011 09/04/2011 16/04/2011 23/04/2011 30/04/2011 07/05/2011 14/05/2011 21/05/2011 28/05/2011 04/06/2011 11/06/2011 18/06/2011 25/06/2011 02/07/2011 09/07/2011 16/07/2011 23/07/2011 30/07/2011 06/08/2011 13/08/2011 20/08/2011 27/08/2011 03/09/2011 10/09/2011 17/09/2011 24/09/2011 01/10/2011 a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a a VE Passo Real Independente (hm³) VE Passo Real Independente (%VU) 0.53 89.340 0.340 0.53 89.350 0.83 89.350 0.340 0.83 89.350 0.

340 0.340 ciclo 2010/2011 89.83 89.83 144 / 150 .340 0.83 89.340 0.83 89.340 0.340 0.83 89.340 0.08/10/2011 15/10/2011 22/10/2011 29/10/2011 05/11/2011 12/11/2011 19/11/2011 26/11/2011 a a a a a a a a 14/10/2011 21/10/2011 28/10/2011 04/11/2011 11/11/2011 18/11/2011 25/11/2011 02/12/2011 ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias 0.340 0.83 89.83 89.83 89.

quadros e tabelas Figuras Figura 1 Localização dos aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Paraná Figura 2 Diagrama esquemático do sistema de aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio Paraná até Porto São José. Figura 3 Furnas: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 4 Mascarenhas de Moraes: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 5 Marimbondo: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 6 Água Vermelha: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 7 Emborcação: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 8 Nova Ponte: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 9 Itumbiara: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 10 São Simão: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 11 Barra Bonita: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 12 Promissão: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 13 Ilha Solteira Equivalente: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 14 Jurumirim: evolução temporal dos volumes de espera para o cenário Independente Figura 15 Chavantes: evolução temporal dos volumes de espera para o cenário Independente Figura 16 Capivara: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 17 Representação esquemática do Sistema Camargos-Funil Figura 18 Camargos: evolução temporal dos volumes de espera para os quatro cenários hidrológicos Figura 19 Representação esquemática do Sistema Caconde-Limoeiro Figura 20 Caconde: evolução temporal dos volumes de espera – Cenário Independente Figura 22 Localização dos aproveitamentos da bacia do rio Paraíba do Sul ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 15 18 43 43 44 44 45 45 46 46 47 47 48 48 49 49 50 52 53 54 57 145 / 150 .Lista de figuras.

Figura 23 Perfil da bacia do rio Paraíba do Sul no trecho
dos aproveitamentos hidrelétricos
Figura 24 Diagrama esquemático do sistema de
aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio
Paraíba do Sul
Figura 25 Localização dos aproveitamentos hidrelétricos
da bacia do rio São Francisco (Fonte: ANA)
Figura 26 Bacia do rio São Francisco - divisão por
trechos
Figura 27 Diagrama esquemático dos aproveitamentos
hidrelétricos da bacia do rio São Francisco
Figura 28 Diagrama esquemático com a indicação do
aproveitamento hidrelétrico de Boa Esperança e
das restrições operativas na bacia do rio Parnaíba
Figura 29 Diagrama esquemático do sistema de
aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio
Jequitinhonha
Figura 30 Localização dos aproveitamentos hidrelétricos
da bacia do rio Iguaçu e perfil com divisão de
quedas
Figura 31 Diagrama esquemático do sistema de
aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio
Iguaçu
Figura 32 Salto Santiago: evolução temporal dos
volumes de espera para os cenários hidrológicos
Figura 33 Perfil com divisão de quedas dos
aproveitamentos hidrelétricos da bacia do rio
Jacuí
Figura 34 Diagrama esquemático do sistema de
aproveitamentos da bacia do rio Jacuí
Figura 35 Passo Real: evolução temporal dos volumes de
espera para as duas restrições hidráulicas
Figura 9.1-a Energia armazenável máxima com volume
de espera SE/CO (%EARm)
Figura 9.1-b Energia armazenável máxima com volume
de espera Sul (%EARmax)
Figura 9.1-c Energia armazenável máxima com volume
de espera Nordeste (%EARmax)
Figura 9.2 Valor esperado dos custos totais de operação
6
e desvios padrões associados (10 R$)
Figura I.1 Curva Volume x Duração
Figura I.2 Obtenção da Curva Volume x Duração
associada a probabilidade fixa p de emergência
Figura I.3 Alocação variável de volume de espera
Figura I.4 Evolução do volume de espera para o i-ésimo
ano
Figura I.5 Definição da envoltória das trajetórias críticas
Figura I.6 Sistema de dois reservatórios com restrições
de vazão máxima
ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias

ciclo 2010/2011

57

58
65
66
68

74

79

83

84
91

92
93
97
98
99
99
101
113
114
116
119
119
121

146 / 150

Figura I.7 Regiões viáveis e inviáveis para os espaços
vazios num determinado dia

122

Quadros
Quadro 1 Restrições operativas consideradas para
controle de cheias e dados de usinas
Quadro 2 Principais características dos aproveitamentos
da bacia do rio Paraná até Porto São José
Quadro 3 Séries de vazões naturais utilizadas
Quadro 4 Séries de vazões naturais incrementais
adotadas
Quadro 5 Séries hidrológicas incrementais adotadas nos
estudos dos sistemas
Quadro 6 Classificação das estações chuvosas segundo
o fenômeno ENSO
Quadro 7 Média das vazões máximas mensais no período
dezembro/abril e Índice de potencial de cheia
Quadro 8 Principais características dos aproveitamentos
da bacia do rio Paraíba do Sul
Quadro 9 Séries de vazões naturais médias diárias na
bacia do rio Paraíba do Sul
Quadro 10 Armazenamentos no início das estações
chuvosas
Quadro 11 Volumes de espera de Santa Branca (km³)
para a restrição condicionada de 300 m³/s
Quadro 12 Volumes de espera (km³) de Funil para a
restrição de 700 m³/s
Quadro 13 Principais características dos
aproveitamentos da bacia do rio São Francisco
Quadro 14 Séries de vazões naturais médias diárias
disponíveis na bacia do rio São Francisco
Quadro 15 Séries hidrológicas incrementais adotadas
Quadro 16 Principais características do reservatório de
Boa Esperança
Quadro 17 Restrição local - bacia do rio Parnaíba
Quadro 18 Principais características de Irapé
Quadro 19 Restrição local - bacia do rio Jequitinhonha
Quadro 18 Principais características dos
aproveitamentos da bacia do rio Iguaçu
Quadro 19 Classificação das estações chuvosas
segundo o fenômeno ENSO - Bacia do rio Iguaçu
Quadro 21 Principais características dos
aproveitamentos da bacia do rio Jacuí
Quadro 9.1 Valor esperado do custo total de operação
6
(10 R$)
Quadro 9.2 Geração térmica média anual (MWmed)

ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias

ciclo 2010/2011

8
16
21
22
22
26
34
59
60
61
62
63
67
69
69
74
75
80
80
84
89
93
100
102

147 / 150

Quadro 9.2 Geração térmica média anual (MWmed) –
continução

103

Tabelas
Tabela 1 Volumes de espera nos sistemas de reservatórios
a montante das restrições (km³) - Cenário
Seco+Normal
Tabela 2 Volumes de espera nos sistemas de reservatórios
a montante das restrições (km³) - Cenário Normal
Tabela 3 Volumes de espera nos sistemas de reservatórios
a montante das restrições (km³) - Cenário Úmido
+ Normal
Tabela 4 Volumes de espera nos sistemas de reservatórios
a montante das restrições (km³) - Cenário
Independente
Tabela 5 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da
bacia do rio Paranapanema (período anual) e
Barra Bonita (até o mês de junho)
Tabela 6 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da
bacia do rio Paranapanema e Barra Bonita
considerados nos estudos para cálculo de
volumes de espera do Sistema de Reservatórios
da bacia do rio Paraná até Porto São José
Tabela 7 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da
bacia do rio Paraná até Porto São José com
operação de controle de cheias - Cenário Seco +
Normal (integrado ao Cenário Independente no
caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes)
Tabela 8 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da
bacia do rio Paraná até Porto São José com
operação de controle de cheias - Cenário Normal
(integrado ao Cenário Independente no caso dos
reservatórios de Jurumirim e Chavantes)
Tabela 9 Volumes de espera (km³) para os reservatórios da
bacia do rio Paraná até Porto São José com
operação de controle de cheias - Cenário Úmido
+ Normal (integrado ao Cenário Independente no
caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes)
Tabela 10 Volumes de espera (km³) para os reservatórios
da bacia do rio Paraná até Porto São José com
operação de controle de cheias - Cenário
Independente
Tabela 11 Volumes de espera (km³) para o reservatório
de Camargos com operação de controle de cheias
até Funil
Tabela 12 Volumes de espera (km³) para o reservatório
de Caconde com operação de controle de cheias
até Limoeiro

ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias

ciclo 2010/2011

30
31

32

33

36

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41

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51

53

148 / 150

1 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) . Cenário Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Tabela II.2 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) . Tabela 15 Volumes de espera de Três Marias para anos de baixa hidraulicidade Tabela 16 Volumes de espera (km³) de Boa Esperança Tabela 17 Volumes de espera (km³) de Boa Esperança para anos de baixa hidraulicidade Tabela 18 Volumes de espera (km³) Irapé 3 Tabela 19 Volumes de espera (km ) para Salto Santiago – Cenários Úmido e Independente Tabela 20 Volumes de espera para controle de cheias em Passo Real – caso 1 – período novembro a abril – TR = 14 anos Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011. Cenário Seco + Normal (integrado ao ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 64 72 73 77 78 81 91 95 127 128 129 130 131 149 / 150 .ciclo de planejamento 2010/2011.1 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .2 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) . Cenário Úmido + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011.ciclo de planejamento 2010/2011.3 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) . Cenário Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes)– CONTINUAÇÃO Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011.3 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) . Cenário Úmido + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) – CONTINUAÇÃO Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011. Cenário Seco + Normal (integrado ao Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) Tabela II.Tabela 13 Volumes de espera nos reservatórios da bacia do rio Paraíba do Sul Tabela 14 Volumes de espera (km³) para a bacia do rio São Francisco – Cenário Independente.

ciclo de planejamento 2010/2011.12 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do Iguaçu .7 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná sistema de reservatórios Camargos-Funil .4 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .ciclo de planejamento 2010/2011 Tabela II.9 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraíba do Sul .ciclo de planejamento 2010/2011 Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011 .ciclo de planejamento 2010/2011 Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011 Tabela II. Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011 Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011.6 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná (trecho do rio Paranapanema) .TR=14 anos (novembro a abril) e TR = 62 anos (ano todo) ONS RE 3/158/2010 Plano anual de prevenção de cheias ciclo 2010/2011 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 150 / 150 . Tabela II.ciclo de planejamento 2010/2011 Tabela II.8 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná sistema de reservatórios Caconde-Limoeiro .10 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio São Francisco .4 Volumes de espera para controle de cheias dos reservatórios da bacia do rio Paraná (trecho até Porto São José) .Cenário Independente no caso dos reservatórios de Jurumirim e Chavantes) – CONTINUAÇÃO Tabela II.13 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do Jacuí . Cenário Independente CONTINUAÇÃO Tabela II.5 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Paraná (trecho do rio Tietê) .11 Volumes de espera para controle de cheias dos aproveitamentos da bacia do rio Parnaíba e Jequitinhonha .ciclo de planejamento 2010/2011.ciclo de planejamento 2010/2011. Cenário Independente Tabela II.

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