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Encontro de Gerações 1

Posse do Acadêmico Paulo Modesto

ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DA BAHIA

ENCONTRO DE GERAÇÕES

Posse do Acadêmico Paulo Modesto

Salvador – 2008

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Jurídicas da Bahia

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Revisão:
Madalena Ferreira

Bibliotecária:
Leila Aparecida Anastácio - CRB 2513 – 6ª Região

Design:
Angela Leal

Editoração:
Raimundo Cardoso

M691e Modesto, Paulo

Encontro de gerações: posse do acadêmico Paulo Modesto /
Paulo Modesto; [apresentação] Carlos Ayres Britto; [saudação] J. J.
Calmon de Passos. Salvador: Academia de Letras Jurídicas da Bahia,
2008.

81 p.

1. Direito - História. 2. Academia de Letras Jurídicas da Bahia.
3. Discursos. 4. Posse. 5. Jurista. 6. Biografia. I. Britto, Carlos Ayres.
II. Passos, J. J. Calmon de. III. Título.

CDD: 340.9
CDU: 34:929

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Posse do Acadêmico Paulo Modesto

SUMÁRIO GERAL

Apresentação:
Ministro Carlos Ayres Britto .................................................... 5

Discurso de Posse:
Paulo Modesto ....................................................................... 7

Discurso de Saudação:
J. J. Calmon de Passos ............................................................. 23

Curriculum Vitae do Recipiendário ........................................ 33

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Posse do Acadêmico Paulo Modesto

APRESENTAÇÃO

CARLOS AYRES BRITTO
Ministro do Supremo Tribunal Federal

Paulo Modesto é, antes de tudo, um intelectual. Intelectual no
conceber modelos próprios de teorização, intelectual no levar às últimas
conseqüências a dissecação de teses alheias. As duas inconfundíveis mar-
cas de todo operador mental de alongado vôo.

Essa vocação para o pensar refinado vem de longe. Vinte e pou-
cos anos apenas de vida e Paulo já dava sobejas demonstrações de
atualizadas leituras. Temperamento polemista. Disposição para freqüen-
tar e até organizar os mais qualificados fóruns do debate jurídico em todo
o nosso País. Com o que revelava um homem de pensamento e de ação,
virtudes tanto mais importantes quanto se sabe que não costumam andar
de braços dados.

Hoje Paulo Modesto já é uma referência nacional. Subjetivada
expressão do que a nossa Magna Lei designa por “notável saber jurídi-
co”. Tudo por efeito de um curriculum vitae mais e mais superlativo, a
incorporar os títulos de professor da tradicional Faculdade de Direito da
Universidade Federal da Bahia, promotor de justiça, conferencista e
organizador de eventos jurídicos, autor dos mais instigantes temas de Teoria

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do Direito, Direito Administrativo e Direito Constitucional, com brilhan-
te passagem pelos bancos acadêmicos do mestrado em Direito da Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo.

Numa frase, então, Paulo Modesto alia talento e cultura. Tudo con-
forme o testemunho intelectual de Calmon de Passos, esse outro baiano
que tanto confirma a vocação nordestina para fazer das coisas do Direito
um relicário de arte e ciência. Desde Tobias Barreto e Teixeira de Freitas,
no Império, a Ruy Barbosa, Clóvis Beviláqua, Pontes de Miranda, Lourival
Vilanova e Paulo Bonavides, na República.

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DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA DE LE-
TRAS JURÍDICAS DA BAHIA
PAULO MODESTO

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DR. ANTÔNIO CARLOS NOGUEIRA REIS,
PRESIDENTE DA ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DA BAHIA

EXCELENTÍSSIMA SENHORA DRA. ALICE GONZALEZ BORGES, SECRE-
TÁRIA-GERAL DA ACADEMIA DE LETRAS JURÍDICAS DA BAHIA
EXCELENTÍSSIMO SENHOR DR. BENITO FIGUEIREDO, PRESIDENTE
DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA BAHIA

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DR. LIDIVALDO BRITO, PROCURADOR-
GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DA BAHIA

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DR. RUI MORAES CRUZ, PROCURADOR
GERAL DO ESTADO DA BAHIA

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DR. PEDRO GUERRA, PROCURADOR GE-
RAL DO MUNICÍPIO DE SALVADOR

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DR. JOSÉ GOMES BRITO, OUVIDOR GE-
RAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA

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EXCELENTÍSSIMA SENHORA DRA. NORMA ANGÉLICA, PRESIDENTE DA
ASSOCIAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA

EXCELENTÍSSIMO ACADÊMICO PROFESSOR JOSÉ JOAQUIM CALMON
DE PASSOS, RESPONSÁVEL PELA SAUDAÇÃO AO RECIPIENDÁRIO
NESTA SOLENIDADE

EXCELENTÍSSIMAS AUTORIDADES PRESENTES OU REPRESENTADAS,
SENHORES ACADÊMICOS, SENHORAS E SENHORES, FAMILIARES E
AMIGOS

1. PREÂMBULO

ORTEGA Y GASSET, o genial filósofo espanhol do vitalismo, atri-
buía ao suceder de gerações uma importância fundamental na explica-
ção do próprio movimento histórico. Distinguia esse filósofo, com rara
felicidade, entre os que habitam a mesma quadra histórica, os contem-
porâneos e os coetâneos. Os contemporâneos são os indivíduos que
vivem no mesmo tempo cronológico. Os coetâneos, além disso, são os
indivíduos que integram uma mesma geração, compartilham experiênci-
as de formação e crescimento semelhantes e identificam, por essa razão,
um tempo vital comum. Para ORTEGA, a história é feita pelos encontros
e desencontros de indivíduos com tempos vitais distintos, no horizon-
te do mesmo tempo cronológico, o que ele denominava anacronismo
essencial da história. Por força desse desequilíbrio interior, dizia o
filósofo, a “história muda, roda e flui”. (En torno a Galileo, V: 37-38).

Nesta noite essas lições de ORTEGA Y GASSET ganham plena atu-
alidade. Nesta Academia, casa de cultura e diálogo, espaço de encontro
de gerações distintas, de partilha de experiências e de aprendizagem,
ingresso com humildade e alegria.

Consciente de minhas limitações, não cogitava de nela ingressar
tão cedo. Basta assinalar que nesta Casa pontifica a maior parte dos meus
professores, felizmente em plena atividade, atualmente colegas no Cur-

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so de Graduação em Direito da Universidade Federal da Bahia.
Recordo haver recusado por duas vezes os incentivos generosos do Aca-
dêmico CÉZAR SANTOS, ex-presidente deste sodalício, para candidatar-
me a uma de suas cadeiras. Na terceira oportunidade, no entanto, aceitei
a provocação, fiz-me candidato e, eleito à unanimidade pelo expressivo
quorum de trinta e quatro votos, ingresso hoje neste centro de cultura,
para ocupar a cadeira 28, de que é patrono ALMACHIO DINIZ, vaga
com o falecimento do ilustre Acadêmico OLDEGAR FRANCO VIEIRA.

É essa a breve história de minha candidatura precoce, que con-
tou também com a cumplicidade inicial e honrosa para mim dos Acadê-
micos JOSÉ JOAQUIM CALMON DE PASSOS, ALICE GONZALEZ BORGES,
JOSÉ AUGUSTO RODRIGUES PINTO, FERNANDO SANTANA, EDSON
O’DWYER, EDIVALDO BOAVENTURA, GERALDO SOBRAL FERREIRA,
MANOEL JORGE E SILVA NETO, RODOLFO PAMPLONA FILHO, ANTÔ-
NIO CARLOS NOGUEIRA REIS, MARÍLIA MURICY MACHADO PINTO,
MARIA AUXILIADORA MINAHIM, JOHNSON BARBOSA NOGUEIRA,
entre muitos outros confrades e confreiras amigos, que deixo de registrar,
para não abusar em excesso da assistência.

É tradição desta Casa que o recipiendário promova uma home-
nagem ao seu antecessor e ao patrono da Cadeira. Tradição correta e
necessária para enraizar os novos acadêmicos nos valores intelectuais
que inspiraram a própria Academia.

Tradição, como se sabe, vem de traditio, e denota aquilo que se
transmite, aquilo que é transmitido. Essa tradição de reverência aos
antecessores não significa aqui um rito ultrapassado, ou a pregação irra-
cional de lições fora do seu contexto histórico, mas sim uma experiência
necessária de contato com o passado e a contribuição dos que nos ante-
cederam. Contato fecundante, que permite ao recipiendário alcançar
a dimensão de sua responsabilidade perante a própria Academia.

Farei esse registro com enorme prazer, mas também com brevi-
dade. Recordo aqui a advertência que li, certa feita, em JOSUÉ

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MONTELLO, em seu saboroso ANEDOTÁRIO GERAL DA ACADEMIA
BRASILEIRA, edição de 1974. Escreveu o imortal, como advertência con-
tra o abuso dos longos discursos de posse, que certa feita o zelador da
Academia Brasileira de Letras encontrou, no chão, depois de uma ceri-
mônia de posse, a seguinte trova:

“Vir à Academia é desdita
Que atenta contra a existência:
Um morto se ressuscita,
Mas morre toda a assistência.”

Espero não merecer semelhante reprimenda. Serei breve por
prudência e por estilo.

Por prudência, pois na expectativa da voz sempre inspirada do
Acadêmico JOSÉ JOAQUIM CALMON DE PASSOS, meu mestre e amigo
há mais de vinte anos, sem qualquer favor um dos melhores oradores
deste país, tudo o que eu disser será mera introdução da oração princi-
pal de que seremos testemunhas. Por estilo, pois aprecio frases curtas e
diretas, econômicas no fraseado imaginoso, na retórica e nas figuras de
linguagem que fazem a festa dos oradores sem medida.

2. ELOGIO A ALMACHIO DINIZ

Os antigos, segundo Merleau-Ponty (ELOGIO DA FILOSOFIA), di-
ferenciavam elogio e apologia.

Apologia (do grego apologeo) significava originalmente defender-
se de alguma acusação, apresentar-se perante um tribunal para justificar
especialmente o uso de fundos públicos.

Elogio, reversamente, do grego eulogeo, denotava falar com ve-
neração, deferência ou admiração respeitosa.

A apologia, neste sentido original, é feita para resguardar acusa-
dos ou suspeitos de alguma imputação insidiosa. O elogio é uma oração
espontânea, de afeto e afeição intelectual.

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O primeiro elogio cabe ao patrono da cadeira n. 28: ALMACHIO
DINIZ.

ALMACHIO DINIZ GONÇALVES nasceu em Salvador, em 7 de
maio de 1880, e faleceu em 2 de maio de 1937. Foi filho do farmacêuti-
co ADOLFO DINIZ GONÇALVES e de D. Maria ROSA GUIMARÃES
DINIZ.

Diplomou-se em 15 de dezembro de 1899, com dezenove anos,
pela Faculdade Livre de Direito da Bahia. De imediato, exerceu as car-
reiras de advogado e jornalista.

Na Faculdade de Direito da Bahia, foi professor de filosofia do
direito, entre 1903 e 1915, e lente-substituto da cadeira de Direito Civil.
Na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, foi docente-
livre de Direito Civil, em 1924.

Personalidade inquieta, foi membro do Instituto dos Advogados
do Brasil, da Academia Carioca de Letras, da Academia Baiana de Letras,
do Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, além de crítico teatral de
A Bahia e do Diário da Bahia.

ALMACHIO DINIZ foi autor fecundo, de obra numerosa. Dis-
crepam, no entanto, os estudiosos quanto ao número de suas obras.

Para DINORAH CASTRO e FRANCISCO PINHEIRO LIMA JR.,
autores de IDÉIAS FILOSÓFICAS DA FACULDADE DE DIREITO DA BAHIA,
ALMACHIO foi autor de 36 obras, nos mais variados gêneros, embora
com prevalência em estudos jurídicos.

PARA JORGE JAIME, autor da HISTÓRIA DA FILOSOFIA NO BRA-
SIL, em quatro volumes, ALMACHIO DINIZ foi autor de mais de 50 obras.

Segundo JORGE JAIME, “havia anos em que publicava de quatro
a cinco livros sobre assuntos diferentes. Escreveu desde o romance de

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folhetim, passando pelo de costumes e psicológico, até ensaios sobre di-
reito e filosofia. Os seus contemporâneos apelidaram-no de Almanaque
Diniz e duvidavam da profundidade dos seus textos, que eram feitos às
pressas e, logo depois, jogados ao público”. (ob.cit., p. 33).

No entanto, a sua obra foi apreciada e enaltecida por estudio-
sos de reputação no Brasil.

CLÓVIS BEVILAQUA, ao prefaciar o livro QUESTÕES ATUAIS DE
FILOSOFIA DO DIREITO, de ALMACHIO, cobriu-lhe de elogios, reco-
nhecendo no autor a expressão mais integral de aplicação do “monismo
mecânico” ao direito no Brasil, de que “resultou uma doutrina jurídica,
muitos pontos da qual lhe são incontestavelmente próprios”.

ETIENNE BRASIL, por sua vez, cita-o em FILOSOFIA DO BRASIL,
como “o defensor mais notável do monismo entre nós”.

ALMACHIO DINIZ não acreditava em milagres nem no sobrena-
tural. Considerava que a causalidade, a relação das coisas entre si, permi-
tia a explicação e a compreensão de todos os fenômenos. Sustentava que
acreditar em milagres é “adotar o transcendente, é renegar o natural.
Logo, em suas palavras, é alienar a razão pura, dar-lhe fé, ter-lhe
crença”(Curso de Filosofia Elementar, Bahia, 1912, apud JORGE JAIME,
ob.cit., p. 35).

Acreditava ser possível aplicar ao direito conceitos do
evolucionismo de DARWIN, na vertente monista de ERNEST HAECKEL,
que ajudou a difundir no Brasil.

Para ALMACHIO, o “direito é uma das formas da mecânica geral
dos mundos e uma fórmula da lei universal de equilíbrio, com aplicação
nos organismos sociais” (apud CASTRO & LIMA, ob. Cit., p. 94).

ALMACHIO DINIZ se considerava marxista e anticlerical.

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Os historiadores reconhecem a sua adesão ao marxismo, embora
para alguns, como WILSON MARTINS, ela se fez sem maior coerência.
Sobre esse tópico, uma curiosidade que pode refutar WILSON MARTINS
e acredito ainda não tenha sido objeto de registro: pesquisando no
sítio do Supremo Tribunal Federal, encontrei entre os julgamentos históri-
cos do Tribunal, referência ao mandado de segurança 111, impetrado
por ALMACHIO DINIZ em favor da ALIANÇA NACIONAL LIBERTADORA,
o famoso movimento contestador e revolucionário, conduzido por LUÍS
CARLOS PRESTES, no ano de 1935, ao regressar da União Soviética.

O mandamus objetivava manter aberta a associação, porque “fe-
chadas as suas sedes em todo o território nacional, por força de decreto,
e ação da polícia, durante seis meses”. No resumo disponível no sítio do
Supremo Tribunal, afirma-se que o fechamento das sedes da Aliança Na-
cional Libertadora em 11 de julho foi providenciado “por serem conside-
radas subversivas as suas atividades, vinculadas ao Partido Comunista,
objetivando a tomada violenta do poder e um governo popular revoluci-
onário, tudo em desconformidade com a lei”. Alegava-se que o fecha-
mento da organização violava direitos, porque a Constituição garantia a
liberdade de associações e a dissolução dessas somente poderia ocorrer
por sentença judiciária. Basta recordar que o fechamento da ALN ocor-
reu com base na Lei de Segurança Nacional, publicada poucos meses
antes, em abril de 1935. ALMACHIO DINIZ, correndo riscos óbvios, foi
patrono do mandado de segurança contra a dissolução da ANL. No en-
tanto, a ação foi logo julgada em 21.8.1935, com relatoria do Ministro
Arthur Ribeiro, sendo indeferido o pedido da segurança sob o argumento
falacioso de que o decreto autoritário havia fechado a associação apenas
temporariamente, por seis meses, mas não a dissolvido em termos defini-
tivos.

ALMACHIO DINIZ era legitimamente anticlerical.

Materialista, iconoclasta, monista, chegou a considerar o clerica-
lismo o “maior de todos os males sociais”. Para não deixar dúvidas, em

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1910, publica um livro de ficção sobre a vida de Jesus, denominado “A
Carne de Jesus”. O livro foi objeto de excomunhão pela Igreja Católica,
pelo Arcebispo da Bahia DOM GERONYMO THOMÉ DA SILVA, consti-
tuindo hoje uma raridade bibliográfica.

Para finalizar essa parte, mantendo-me fiel à promessa de brevi-
dade, registro que no livro BOITEMPO, CARLOS DRUMMOND DE
ANDRADE faz referência direta ao livro proibido de ALMACHIO DINIZ,
no poema LIVRARIA ALVES, com os seguintes versos:

“Primeira livraria, Rua da Bahia.
A Carne de Jesus, por Almachio Diniz
(não leiam, obra excomungada pela Igreja)
rutila no aquário da vitrina.
Terror visual na tarde de domingo.
Volto para o colégio. O título sacrílego
relampeja na consciência.
Livraria, lugar de danação,
lugar de descoberta.
Um dia, quando? Vou entrar naquela casa,
vou comprar
um livro mais terrível que o de Almachio
e nele me perder - e me encontrar.”

3. ELOGIO A OLDEGAR FRANCO VIEIRA

OLDEGAR FRANCO VIEIRA foi uma personalidade igualmente
inquieta e multifacetada.

Sobre a sua vida, além do breviário da Academia de Letras da
Bahia, que recebi gentilmente do Acadêmico e amigo EDIVALDO
BOAVENTURA, tive o privilégio de ler as duas recentes orações que lhe
foram dedicadas por acadêmicos de sua própria família: a primeira, pro-
ferida pelo Acadêmico e amigo JOÃO EURICO MATTA, na sessão especi-
al de homenagem póstuma ocorrida no dia 12 de abril do ano em curso,

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na Academia de Letras da Bahia; a segunda, proferida no último dia 22
de maio, há poucos dias, por sua irmã, Acadêmica JOANA ANGÉLICA
RIBEIRO, na solenidade de sua posse na Academia de Letras e Artes “Mater
Salvatoris”, em que me fiz presente.

De todos esses registros, ressalta uma personalidade vigorosa,
dedicada às letras desde a mocidade, mas igualmente vocacionado à ação,
a interferir em concreto sobre a realidade.

OLDEGAR VIEIRA nasceu em Salvador, em 28 de abril de 1915,
filho de ANTONIO VIEIRA E GUIOMAR FRANCO VEIRA.

Foi ginasiano no Instituto Baiano de Ensino e, aos 17 anos, desco-
briu com a leitura do livro “Miçangas”, de AFRÂNIO PEIXOTO, a forma
poética que haveria de inspirá-lo por toda a vida: o “haikai”, estrutura
poética de origem japonesa, sutil e concisa, surgida por volta do século
XVI, composta sempre em 17 sílabas e em 3 versos (o 1º. e o 3º, com 5
sílabas; o verso do meio, com 7 sílabas).

OLDEGAR VIEIRA descobriu-se poeta e passou a compor os seus
próprios “haikais”, alguns publicados, em outubro de 1932, pelo jornal A
Tarde e, posteriormente, em 1933, na Revista da Academia Brasileira de
Letras, por indicação do próprio AFRÂNIO PEIXOTO.

JOÃO EURICO MATTA, primo do OLDEGAR VIEIRA, transcreveu
na saudação à sua memória, a carta enviada por AFRÂNIO PEIXOTO ao
novo “haicaísta”:

“Meu caro conterrâneo e amigo:
Gostei de sua ousadia (você o disse). Gostei mais ainda dos seus
versos. Têm poesia, o que é raro. Alguns são admiráveis. ...Poe-
mas breves, gotas de essência, a diluir... Muito poeta há, por aí,
que, destilado o poema, não lhe dará essa gota ou gema de po-
esia. Você, num punhado de versinhos, tem toda uma primave-
ra...

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Jurídicas da Bahia

Apita o comboio:
um lenço vai agitando
como asa cativa...

Bachô ou Kikaku ficariam contentes de ter feito esse. Eu, este e os
outros. Seu distante amigo, Afrânio Peixoto”.

A década de 30 também marcou os estudos universitários de
OLDEGAR VIEIRA na Faculdade Livre de Direito da Bahia, onde se formou
aos 22 anos.

Formado, encaminhou-se para o magistério, inclusive no Colégio
da Bahia, onde foi contratado para ensinar Psicologia e Lógica no curso
complementar, de 1939 a 1940. Nesta época, recebeu bolsa do Governo
da Bahia para fazer curso de Ciências Sociais na recém-fundada Faculdade
de Filosofia, no Rio de Janeiro.

Com a mudança de governo, sem bolsa, já no Rio de Janeiro, em-
pregou-se no IBGE e, posteriormente, no Instituto Nacional de Estudos Pe-
dagógicos, dirigido por LOURENÇO FILHO. No período de trabalho no
IBGE, publicou o seu livro inicial, de 1943, o primeiro publicado no Brasil
sobre educação extra-escolar. Mas, em seguida, por indicação de LOU-
RENÇO FILHO, foi nomeado o primeiro diretor dos serviços educacionais
do recém-criado Território do Guaporé (atual Estado de Rondônia). Nesta
época conhece EDITH TOLENTINO DE SOUZA, sua futura esposa, com
quem se casou em 1945, sua companheira pelo resto de sua vida, que tive
a honra de conhecer pessoalmente, para entregar-lhe um convite para esta
cerimônia.

OLDEGAR VIEIRA regressou a Bahia em 1947. Foi nomeado Di-
retor de Ensino do SENAC e atuou como professor de Sociologia da Esco-
la de Serviço Social da UCSAL. Mas logo em seguida, quase nômade,
retornou ao Rio de Janeiro, como Professor do curso de formação de
médicos Puericultores, na companhia do pesquisador GUERREIRO RA-
MOS.

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Novamente de volta à Bahia, em 1953, regressou aos bancos uni-
versitários como professor de Sociologia da Faculdade de Filosofia da
UCSAL.

Criada a UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, recebeu do reitor
EDGARD SANTOS o convite para auxiliá-lo na implantação da universi-
dade, cumprindo ainda a missão de organizar a Escola de Administração.

Nesta mesma época, assumiria a cátedra de Instituições de Direi-
to Público, da Faculdade de Ciências Econômicas da UFBA, aposentan-
do-se desta função em 1987.

Neste período, ao lado da função de professor, exerceu a partir
de 1952 a atividade de Adjunto da Promotoria Pública na Comarca da
Capital, passando, por lei, a atuar depois na Procuradoria do Estado, onde
também veio a aposentar-se na 1ª. Classe, em 1978.

OLDEGAR VIEIRA foi bem sucedido em sua atividade profissional
e literária.

Em 1990, a UFBA lhe concedeu o título de “professor emérito”,
coroando a sua atividade universitária.

Como pesquisador, publicou diversos opúsculos e livros de direi-
to e educação, entre os quais o Estado e a Educação Autônoma (1953),
Introdução do Estudo do Direito Público (1957) e, pela UFBA, o volume
Estado de Direito e Estado de Cultura (1983).

Em 1983, participou do grupo dos fundadores da Academia de
Educação da Bahia e, em 1984, da Academia de Letras Jurídicas da Bahia.

Mas parece ter sido como poeta, autor do famoso livro “Folhas de
Chá”, publicado em 1940, o primeiro inteiramente dedicado a forma
poética dos haicais no Brasil, que OLDEGAR VIEIRA encontrou a sua ple-
na realização.

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Em 1966, foi eleito para a Academia de Letras da Bahia. A partir
de então, dedicou-se a pesquisar sobre a literatura japonesa, publicando
em 1975 um ensaio intitulado O Haicai – exclusivamente japonês?, além
de um outro estudo, ainda não publicado, intitulado Uma Notícia – breve
e cautelosa – da poesia japonesa. Com este último trabalho, recebe, em
1978, o prêmio YASSUNARI KAWABATA e uma viagem ao Japão, que o
encanta e entusiasma.

Em 1994, OLDEGAR VIEIRA publica o seu último livro de haicais,
intitulado GRAVURAS NO VENTO (São Paulo, Massao Ohno Editor, 1994).
Assiste neste período à publicação de seus haicais em coletâneas, inclusi-
ve em línguas estrangeiras.

No ano de 1995, OLDEGAR VEIRA recebe a COMENDA DA
ORDEM DO TESOURO SAGRADO DO IMPÉRIO JAPONÊS, agraciada
por sua majestade o Imperador AKIHITO, do Japão, em “reconhecimento
a sua destacada atuação no desenvolvimento da amizade entre o Brasil e
o Japão”.

A sua contribuição poética foi destacada por ALCEU AMOROSO
LIMA, CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE e PEDRO CALMON, entre
muitos outros.

Aos 87 anos, por doença sem diagnóstico oportuno, perdeu a vis-
ta. Cego, sofreu frustrações, apegando-se ainda mais à família e à
espiritualidade.

Faleceu em 16 de novembro de 2006, deixando dois filhos, sete
netos e cinco bisnetos, além do legado de seu pensamento e de sua poe-
sia, como esses versos de GRAVURAS NO VENTO:

Já secas e mortas
mas ao vento, em revoadas,
— serão... folhas mortas?
(...)

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Lanterna de pedra.
Quando apagada, mais viva
sua luz eterna.

4. PALAVRAS FINAIS

É preciso caminhar para o encerramento.

Não pretendo alongar essas palavras com qualquer registro sobre
o meu próprio percurso pessoal ou intelectual. Não há honra no auto-
elogio, seja o direto, seja o dissimulado.

Mas preciso, antes de encerrar, registrar agradecimentos
impostergáveis. Afinal, como ponderou NORBERTO BOBBIO, em TEM-
PO DE MEMÓRIA, “somos aquilo que lembramos”.

Em primeiro lugar, agradeço aos meus pais, MARIA CÉLIA e
GIOVALDO, aqui presentes, não apenas por me incentivarem em todos
os momentos importantes de minha vida, mas por constituírem para mim
e para minhas filhas modelos reais de correção, amor sem reservas e
respeito ao valor do trabalho.

Agradeço, por igual, a MONIKA, minha esposa e namorada cons-
tante, artífice do meu diário rejuvenescimento, companheira de alegrias e
tristezas, com quem aprendi a festejar a vida todos os dias e que, aqui,
também foi a responsável pela organização de toda a cerimônia de posse.

É preciso agradecer também a CAMILA e RAFAELA, minhas filhas
queridas, que me constroem e me encantam todos os dias, também aqui
presentes, pelo amor incondicional e por me ensinarem a cada momento
o valor da simplicidade e do saber autêntico da infância.

Decerto, muitos outros agradecimentos vão me faltar neste mo-
mento de emoção. Como esquecer MADALENA, aqui presente, amiga
e professora de português, que me incentivou no segundo grau a escre-

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ver e publicar poesias? Como esquecer a contribuição, para este mo-
mento, dos meus avós, todos falecidos, que me ensinaram o valor da
serenidade? Como esquecer o apoio constante dos meus irmãos, MÁR-
CIA, ANDRÉA E GIOVALDO JR.? Como esquecer que mantive AMIGOS
FIÉIS, desde o segundo grau até hoje, compartilhando comigo as dúvidas
dessa travessia? Como deixar de registrar, ainda que brevemente, a influ-
ência madura e generosa que recebi durante todos esses anos de mestre
CALMON DE PASSOS, de CELSO ANTÔNIO BANDEIRA DE MELLO, de
ALICE GONZALEZ, de JOSÉ BARROSO FILHO, entre tantos outros pro-
fessores amigos, de quase todos os Estados do país? A família numerosa, as
amizades fraternas, a boa convivência com os colegas de trabalho e com
os próprios auxiliares, fazem a vida valer a pena. Mesmo numa socieda-
de líquida, intrinsecamente instável, de que nos fala ZYGMUNT
BAUMAN, em que não há sequer tempo suficiente para a consolidação
de hábitos e rotinas, em que tudo reclama ação imediata e consumo
imediato, é preciso saber parar, ou ao menos como diminuir o ritmo,
para agradecer, repensar e valorizar o que realmente é estrutural na vida.

Agradeço também aos eminentes acadêmicos desta Casa a confi-
ança que em mim depositaram. Espero ter condições para atender às
expectativas dos eminentes mestres que aqui dialogam, ensinam e apren-
dem, perpetuando a lembrança dos que se foram.

Esta é uma casa de convivência, como bem a define EDIVALDO
BOAVENTURA, que gesta cultura e cultiva a cordialidade. A sua ma-
téria prima é a linguagem, com todo o fascínio, perigo e beleza que essa
matéria-prima contém.

Estejamos conscientes: toda linguagem é ao mesmo tempo codi-
ficada e codificadora, uma estrutura de comunicação reconhecida em
termos sociais e condicionadora de nossa própria experiência do mundo.

A linguagem secciona o real, valora o agir, filtra e limita o nosso
horizonte cultural. A linguagem oculta estruturas de poder, aliena, mas
também pode ser instrumento de descoberta e estranhamento.

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Encontro de Gerações 21
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

Pela linguagem nos entendemos e seduzimos o outro. Pela lingua-
gem nos emocionamos, com a descoberta fugaz de que partilhamos um des-
tino comum, mas também nos distanciamos, especialmente quando constru-
ímos dialetos e linguagens especializadas, acessíveis a alguns poucos.

Em uma Academia de Letras, como esta, horizontes culturais se
cruzam, pois convivem gerações distintas no mesmo tempo cronoló-
gico. Vivemos na mesma quadra histórica, mas trazemos linguagens dife-
rentes e experiências culturais variadas. Este encontro se alimenta de tra-
dição, respeito mútuo e humildade intelectual. É uma experiência
rica, um verdadeiro privilégio, mas somente é um encontro possível para
os que exercitam a tolerância do diálogo e compreendem que o pensar
divergente é legítimo, além de outros aspectos, por representar uma fra-
ção do contínuo da história.

O ethos da Academia repele o dogmatismo e a cultura do ressen-
timento, de que nos falava CAMUS.

Por isso, é uma honra e uma imensa alegria estar entre vós nesta
noite.

Para traduzir o meu sentimento, faço minhas, por fim, as palavras
de ROLAND BARTHES, ao ser recebido no Colégio de França, “a honra
pode ser imerecida; a alegria nunca o é”. (Aula, p. 8, Cultrix, 1978).

Agradeço a atenção e a presença de todos. Muito obrigado. (Sal-
vador, 30/05/2007).

PAULO MODESTO
Professor de Direito Administrativo da Universidade Federal da Bahia e do Centro de Cultura
Jurídica da Bahia. Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Público e do Instituto de Direito
Público da Bahia. Vice-Presidente do Instituto de Direito Administrativo da Bahia. Promotor de
Justiça. Diretor da Revista Brasileira de Direito Público. Conselheiro Técnico da Sociedade Brasileira
de Direito Público. Membro do Instituto Brasileiro de Direito Administrativo e do Conselho de
Pesquisadores do Instituto Internacional de Estudos de Direito do Estado. Titular da Cadeira 28 da
Academia de Letras Jurídicas da Bahia. Editor do site www.direitodoestado.com.br

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22 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

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Encontro de Gerações 23
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

DISCURSO DE SAUDAÇÃO AO
NOVO ACADÊMICO

J. J. CALMON DE PASSOS

A vida é curiosa. Um caminhar que não sabemos por onde será
nem quanto durará. E, em nossa caminhada, nunca estamos sós. Há sem-
pre companheiros de viagem. Alguns, por toda a vida; outros, ocasionais.
E ambos se colocam ao nosso lado ou porque tentamos acompanhá-los,
ou porque simplesmente passamos por eles ou eles passaram por nós.
Companhias transitórias, algumas palavras, frágil interação, tão estranhas
para nós quanto a roupa que trocamos inúmeras vezes em nossa vida.
Outras, ao contrário, quase que se tornam afetivamente xifópagas, fica-
mos presas a elas e tão prazerosamente que jamais pensamos em nos
submeter à delicada cirurgia de nossa separação. Nem ela é necessária,
porque não nos fazemos um biologicamente, mas nossa unidade é fruto
de vínculos que submetem afetivamente e nos deixam livres fisica e inte-
lectualmente.

Eu posso dizer que sou uma pessoa afortunada, desse ponto de
visita. Minha vida é rica de vínculos com pessoas às quais me uni e das
quais jamais pretendi nem pretendo me libertar. Desde aqueles que me
deram a vida até aquela que escolhi para com ela perpetuar a vida, soman-
do a isso os muitos que foram, são e serão, assim espero, meus amigos.

Preciso deles como preciso de oxigênio para sobreviver. Há uma
ressalva, entretanto. Sou uma pessoa desabrida, sem capacidade de con-
ter meus ímpetos, meus sentimentos e minhas paixões, por isso mesmo

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24 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

incapaz de conviver com quem quer que seja que de mim exija reserva,
cuidado e cautela. Quando isso não é possível, simplesmente ponho à
margem quem não consigo ver num espelho cristalino, ou simplesmente
sepulto em meu cemitério particular os que preciso esquecer que exis-
tem ou já existiram.

Paulo Modesto, com idade para ser meu filho, foi um com quem
cruzei já no fim de minha maturidade e no começo de meu envelhecer.
Foi nos idos de 1988, no portal de minha compulsória, coordenando e
lecionando no Curso de Especialização em Processo ministrado na Fun-
dação Faculdade de Direito, que fui surpreendido com a solicitação de
um jovem estudante da graduação que me consultava se lhe permitiria
freqüentar minhas aulas. A resposta foi afirmativa e imediata. De minhas
vaidades, que não sei quanto somam, a mais resistente é a de ter diante
de mim jovens que me provoquem e sejam por mim provocados, que
me contestem e sejam por mim contestados, ajudando-me, com isto, a
retardar o meu envelhecer.

Foi um sim muito rico de conseqüências. Paulo Modesto, que é
meu lado oposto, associou-se a minha vida, desde então, e espero que
seja indissolúvel o nosso casamento.

Comecei a descobrir em Paulo Eduardo Garrido Modesto um alu-
no da graduação com uma bagagem de conhecimentos surpreendente,
acuidade e interesse incomuns, a par de uma sede de saber sem submis-
são, mas sem a mediocridade da exibição. E descobertas desta natureza
são o maior prêmio para quem faz da sala de aula o seu pórtico do Para-
íso.

Se nisso nos assemelhamos, em tudo o mais somos cara e coroa.
Duas faces diferentes de uma única moeda. Paulo tem uma capacidade
incomum de domesticar seus ímpetos e civilizar suas paixões. Eu sou um
cavalo velho que ainda corcoveia e arremessa as patas. Paulo tem acentu-
ado senso prático, uma objetividade que chega quase à frieza e eu sou
um sujeito que sem paixões murcha como planta sem água.

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Encontro de Gerações 25
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

Paulo é um administrador nato. Tudo que empreende leva a bom
termo, sem pressa, com determinação, cético o bastante para ser caute-
loso, mas nunca para ser indiferente. Eu sou, como costumo dizer, al-
guém privilegiado neste campo, pois tenho a capacidade de levar à fa-
lência qualquer próspera empresa que me seja confiada por algum tem-
po. Não sei dirigir gente nem gerenciar organizações.

Paulo é objetivo, com ideais e capacidade de plantá-los em terra
fértil, eu sou um semeador sem a prudência que vai jogando sementes
que caem nas pedras, nos espinheiros, em terrenos estéreis e só algumas
em solo fecundo. Talvez porque somos assim diferentes, mas no âmago
nos assemelhamos, é que, desde então, nossos caminhos foram paralelos.
Vitorioso em concurso para o Ministério Público Estadual, tornou-se, como
eu, um membro do Parquet. Fez concurso para ingressar no corpo do-
cente da Faculdade de Direito da UFBa e dela se tornou professor, como
eu o era. Coordenou o Curso de Especialização em Direito Público da
UNIFACS no mesmo tempo em que também nessa instituição coordena-
va o Curso de Especialização em Processo. Resolvemos tentar nossa pró-
pria experiência e Paulo fundou (aqui uso o singular, porque ele foi o
artífice de tudo, privilegiado que é no conciliar a dimensão de intelectual
e pensador à de um administrador impecável) o Centro de Cultura Jurídi-
ca da Bahia onde, juntos, temos tentado realizar algo mais consentâneo
com nosso modo de entender a responsabilidade de fazer os jovens pen-
sar criticamente antes de armazenarem informações. Num mundo em
que elas superabundam, o que se revela prioritário é adestrar os homens
na tarefa de serem capazes de separar o joio do trigo, com a sabedoria de
não tentar arrancar o joio quando o trigo ainda não amadureceu, para
não fazê-lo com sacrifício do trigo, que é verdadeiramente alimento e
vida.

Agora, ingressa na Academia de Letras Jurídicas da Bahia e nela
eu também estou. E tenho certeza de que aqui será uma presença fecun-
da e um seu membro atuante e motivado para fazê-la presente no mun-
do da inteligência baiana, pois repugna a Paulo ser apenas um título, como
muitos que se vangloriam de ser como os muros em que todo e qualquer

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26 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

cartaz pode ser colocado. Já comprovou isso em todas as entidades de
que participa, com sua presença e atuação em congressos, no corpo edi-
torial de muitas publicações, tudo isso documentado num currículo que
surpreende. E digo surpreende, na minha acepção, pois nele não sobram
títulos formais, e sim efetivas realizações.

Li outro dia um currículo em que seu beneficiário dizia falar e
escrever muito bem o inglês, o francês, o italiano e o alemão. O que fez
com sua condição de poliglota era bem murcho, como se tanta raiz não
fosse capaz de gerar nem mesmo uma despretensiosa grama.

Paulo tem poucos títulos formais. Não é poliglota. É uma árvore
derreada de dourados pomos, como nos versos de Vicente de Carvalho,
mas, ao contrário da do poeta, ela existe, e nós a alcançamos, porque ela
está sempre onde a pomos e a colocamos sempre onde nós estamos. Daí
podermos colher seus frutos e fazê-los nosso alimento.

Continue assim, Paulo, abrigando e nutrindo os seus familiares.
Monika, esta companheira corajosa, determinada, sempre a seu lado e
sempre presente na sua vida como o Cruzeiro do Sul no céu dos que
enfrentam à noite o mar imprevisível. Amando as suas filhas e sendo ama-
do por elas, duas criaturinhas lindas e maravilhosas: Camila, uma pintura
renascentista na sua postura elegante e comedida, sem vaidade; Rafaela,
um colibiri esvoaçante, inquieto, indo de flor em flor sugar o néctar que
generosamente distribui com quantos com ela convivem.

Também seus pais, Maria Célia e Giovaldo, com os quais quero
compartilhar o orgulho de tê-lo como filho pelo coração. Não lhes tomo
nada daquilo a que têm direito. Apenas pretendo ocupar um pequeno
espaço que, paradoxalmente, nada tira, ainda quando alguma coisa acres-
cente. Há uma história de que não me lembro quem seja o seu autor.
Alguém pretendia ingressar numa sociedade seleta e exigente quanto aos
que a ela desejassem pertencer. Disseram-lhe ser isso impossível, pois
inexistia vaga. E o pretendente simplesmente colheu de uma flor que
estava próxima uma de suas pétalas e colocou-a na superfície de um copo

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Encontro de Gerações 27
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

cheio de água até as bordas. Nem uma só gota de líquido foi derramada.
E seu interlocutor compreendeu a mensagem: é sempre possível admitir
mais um, quando ele chega como a pétala sobre a água, simplesmente
compartilhando sem nada tirar.

É isto simplesmente que eu peço a vocês: permitam que conti-
nue vendo em Paulo o que vejo nos filhos que gerei - alguém a quem
desejo estar preso pelo coração, porque nas relações de amizade, quan-
do sinceras, a gente nada tira e sempre recebe. O amigo nunca nos priva
de nada, sempre nos acrescenta alguma coisa.

Agora que já falei da criatura humana quero, por dever de oficio,
falar sobre o intelectual.

Dele disse Carlos Ayres de Brito:

“Paulo Modesto é, antes de tudo, um intelectual. Intelectual no
conceber modelos próprios de teorização, intelectual no levar às últimas
conseqüências a dissecação de teses alheias. As duas inconfundíveis mar-
cas de todo operador mental de alongado vôo.

Essa vocação para o pensar refinado vem de longe. Vinte e pou-
cos anos apenas de vida e Paulo já dava sobejas demonstrações de
atualizadas leituras. Temperamento polemista. Disposição para freqüen-
tar e até organizar os mais qualificados fóruns de debate jurídico em todo
o nosso País. Com o que revelava um homem de pensamento e de ação,
virtudes tanto mais importantes quanto se sabe que não costumam andar
de braços dados.”

Acrescento para documentar o que disse o Ministro do Supremo
Tribunal Federal: Paulo é Diretor Executivo do Instituto Brasileiro de Di-
reito Administrativo, Presidente do Instituto de Direito Público da Bahia
e seu fundador, Presidente do Instituto Brasileiro de Direito Público e
Secretário Executivo do Instituto de Direito Administrativo; também Con-
selheiro Técnico da Sociedade Brasileira de Direito Público e membro

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28 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

do Instituto Internacional de Estudos de Direito do Estado, Diretor da
Revista Brasileira de Direito Público, de responsabilidade da Editora Fórum,
e responde, ainda, pela coordenação científica do primeiro site multimídia
do Brasil na área do direito público, o site Direito do Estado, que divulga
gratuitamente textos e vídeos de longa duração de professores brasileiros
de direito público.

Foi pessoa da imediata confiança do Ministro Bresser Pereira,
exercendo os cargos de eu Consultor Jurídico e de Assessor Especial para
a Reforma do Estado, destacando-se, em tais termos, apesar de sua pouca
idade, que adquiriu renome nacional.

Tem 52 trabalhos publicados e 12 trabalhos em livros coletivos.
101 participações em congressos, seminários e simpósios nacionais e in-
ternacionais, somando-se a isso sua atividade docente, tanto em nível de
graduação quanto de pós-graduação, inclusive fora do Estado da Bahia.

É este o jovem talentoso, de caráter firme, vontade determinada
e invejável cultura que estamos recebendo hoje e somará, nesta Casa,
com os que a honram e integram, em favor de uma presença maior da
Bahia no panorama jurídico de nosso País, desesperadamente necessita-
do, neste momento histórico, da ousadia dos que se desinstalam e ten-
tam a jornada na direção do amanhã, sem medo do que o futuro por
acaso lhes reserve.

Paulo, esta Casa agora já é também sua casa. Sinta-se à vontade,
porque nós o recebemos de braços abertos e esperamos usufruir do mui-
to que você tem para dar, e por muito tempo, em favor do aprimoramen-
to de nossa ordem jurídica e dignificação da tarefa que nos propusemos
realizar, como profissionais do Direito, em favor de nosso Brasil.

Cada geração se reveza à que a antecedeu para levar adiante a his-
tória humana, que é sempre um ir adiante, na direção do horizonte, pouco
importa o que encontremos ao fim da jornada. Nossa responsabilidade é
caminhar, teimosamente seguir adiante, exista ou não o El-Dourado.

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Encontro de Gerações 29
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

Nesta casa, várias gerações dialogam. Há os que, como eu, per-
tencem ao mundo que se dilacerou entre direita e esquerda, fé e ateís-
mo em termos radicais e sucumbiu em Verdun e Auschwitz. Há os que,
como meus filhos, são da geração de quarenta, que herdou os sonhos e a
euforia da vitória contra o totalitarismo e acreditou ser capaz de escrever
sua própria história. Geração cujo símbolo mais significativo, a meu ver, é
a canção de Paul Anka, imortalizada por Frank Sinatra – My way. Ela diz:
eu sou capaz de traçar o meu próprio caminho : I did my way – e este é
o seu tom maior, por isso mesmo símbolo de jovens que acreditaram ser
capazes de instituir um mundo melhor, integrantes da geração que tam-
bém sepultou sua utopia nas ruas de Paris, em 1968, quando o sonho
acabou.

Você, Paulo, e os de sua geração nesta Academia são os que her-
daram o espólio dilapidado por mais de um século. A geração sem utopi-
as que a nutram, que vive intensamente o hoje, o agora e o instante, mas
também constituída pelos que insistem em não se deixar afogar e lutam
contra as ondas e continuam a nadar, alimentados pela certeza de que há
sempre a possibilidade de terra à vista pondo fronteira à extensão dos
oceanos, pelo que vale a pena continuar nadando.

E é dessa diversidade que se pode nutrir esta Casa e é de nossa
convivência e partilha de experiências e transfusão de ousadias que se
constituirá sua respeitabilidade.

Seja bem vindo, Paulo, para realizar também aqui o que tem sabi-
do realizar em todos os espaços e em todos os momentos que a vida lhe
proporcionou.

JOSÉ JOAQUIM CALMON DE PASSOS
Professor Emérito da Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia. Livre-Docente da
Faculdade de Ciências Econômicas da mesma Universidade. Fundador do Centro de Cultura
Jurídica da Bahia e primeiro coordenador do seu curso de Especialização em Processo. Ex-
Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (seccional Bahia). Ex-Procurador Geral de Justiça
do Estado da Bahia. Titular da Cadeira n. 20 da Academia de Letras Jurídicas da Bahia. Advogado
e Parecerista.

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Jurídicas da Bahia

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Encontro de Gerações 31
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

PAULO EDUARDO GARRIDO MODESTO

CURRICULUM VITAE

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32 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

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Encontro de Gerações 33
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

PAULO EDUARDO GARRIDO MODESTO

CURRICULUM VITAE

DADOS DO CURSO SUPERIOR

1. Universidade Federal da Bahia 1995 - 1989
Salvador - Bahia
BACHAREL EM DIREITO

2. Universidade Federal da Bahia 1989
Salvador - Bahia
RECEBIMENTO DO DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO - LÁUREA UNIVERSITÁ-
RIA - ALUNO COM MAIOR PONTUAÇÃO NO CURSO DE GRADUAÇÃO

DADOS EM NÍVEL DE PÓS-GRADUAÇÃO

1. Universidade Federal da Bahia 1988 - 1990
Salvador - Bahia
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM PROCESSO
PROF. DR. J. J. CALMON DE PASSOS/
ALUNO ESPECIAL CONVIDADO

2. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo 1990 - 1992
São Paulo - São Paulo
MESTRADO EM DIREITO DO ESTADO
SUB-ÁREA DIREITO ADMINISTRATIVO
CRÉDITOS CONCLUÍDOS

3. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo 2006-
São Paulo - São Paulo
RETOMADA DA ORIENTAÇÃO DE DISSERTAÇÃO
PROF. DR. CELSO ANTÔNIO BANDERIA DE MELLO

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34 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

TRABALHOS PUBLICADOS - ARTIGOS
(53 ARTIGOS PUBLICADOS)

1. Pronunciamento sobre a Vida e a
Obra de A. L. Machado Neto 1988

 REVISTA DO CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS JURÍDICAS DA FACULDADE
DE DIREITO DA UFBA, SALVADOR, V.1, N° 01, JAN/JUN, P. 56-60, 1988.

2. Da Realização da Justiça 1988 - 1989

 REVISTA ÂNGULOS, N°19, P.82-93, SALVADOR, 1998-1989.

 TRABALHO DEFENDIDO NO PRIMEIRO SEMINÁRIO DO CURSO DE ESPECI-
ALIZAÇÃO EM PROCESSO DA UFBA- 1988.
SALVADOR-BAHIA

3. Desvio de Poder nos Atos Administrativos 1988 - 1989

 REVISTA ÂNGULOS, SALVADOR, V.19, P. 168-187, DIRETÓRIO ACADÊMICO
RUI BARBOSA

4. Hermenêutica do Testamento 1989

 REVISTA DO CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS JURÍDICAS DA FACULDADE
DE DIREITO DA UFBA,N° 03, JAN/JUN. SALVADOR-BAHIA

 REVISTA DOS TRIBUNAIS, VOL. 81, NUMERO 676, FEV., 1992, PP. 72-78. SÃO
PAULO -SÃO PAULO.

 BOLETIM INFORMATIVO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA
BAHIA.1994. SALVADOR-BAHIA.

5. Inconstitucionalidade por Omissão 1991
- Categoria Jurídica e Ação
Constitucional Específica" ( 1a Versão)

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Encontro de Gerações 35
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

 REVISTA DE DIREITO PÚBLICO (RDP), Nº 97, JAN -MAR, PP, 216-227, 1991.
SÃO PAULO -SÃO PAULO.

 REVISTA DA FACULDADE DE DIREITO DA BAHIA, VOL. XXXV,1991 - EDIÇÃO
COMEMORATIVA DO CENTENÁRIO DA FACULDADE DE DIREITO DA UFBA.
SALVADOR-BAHIA.

 ADV ADVOCACIA DINÂMICA: SELEÇÕES JURÍDICAS, PP 3-13, MAR.1992..

6. Inconstitucionalidade por Omissão - 1991
Categoria Jurídica e Ação Constitucional
Específica" (2ª Versão)

 REVISTA DE DIREITO PÚBLICO (RDP), Nº 99, JUL/SET., P. 115-127, JUL.SET.,
1991. SÃO PAULO -SÃO PAULO.

 TRABALHO DEFENDIDO E APROVADO COMO TESE DE INGRESSO NO INS-
TITUTO DOS ADVOGADOS DA BAHIA EM DEZEMBRO DE 1991.

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA, N. 3, JAN/JUN, 1993. SALVA-
DOR-BAHIA.

 CADERNOS DE DIREITO CONSTITUCIONAL E CIÊNCIA POLÍTICA, VOL.3 , N.
12, PP. 173-217. JUL/SET, 1995, SÃO PAULO, ED. REVISTA DOS TRIBUNAIS.

7. Função Administrativa 1992

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA,N. 02. SALVA-
DOR-BAHIA, 1992.

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO (RTDP), Nº 02, ED. MALHEIROS,
PP. 211-224, 1993. SÃO PAULO -SÃO PAULO.

 REVISTA DO SERVIÇO PÚBLICO, ANO 46, VOL. 119, Nº 2/3, MAI - DEZ, PP. 95-
119, 1995, ENAP- ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.
BRASÍLIA - DISTRITO FEDERAL.

 REVISTA DA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS, VOL. 1,
Nº 1,1996, PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS -BELO
HORIZONTE - MINAS GERAIS.

 REVISTA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, VOL. 12,
Nº 3,JUL/SET, PP. 47-69, 1994.-BELO HORIZONTE - MINAS GERAIS.

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36 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

8. O Ministério Público e a Garantia da 1992
Irredutibilidade de Vencimentos em
Face da Inflação

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 02, P. 71-76,
SALVADOR-BAHIA.

 ANAIS DO 9º CONGRESSO NACIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, TOMO II,
SET., 1992. SALVADOR -BAHIA.

 TESE DEFERNDIDA E APROVADA À UNANIMIDADE NO 9º CONGRESSO NA-
CIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO, SET., 1992. SALVADOR -BAHIA.

9. Ética e Poder Político 1992

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA,V. 02, PP 64-70,
SALVADOR-BAHIA.

10. Regime Constitucional da Remuneração dos 1992
Vereadores e Prefeitos Municipais (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA,N. 02. SALVADOR-
BAHIA.

 PARECER PREMIADO COM O 1º PRÊMIO NO CONCURSO ‘MELHOR ARRA-
ZOADO FORENSE’ PROMOVIDO PELA ASSOCIAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚ-
BLICO DA BAHIA. SALVADOR-BAHIA EM 1992.

 REVISTA CIÊNCIA JURÍDICA, VOL. 9, N. 65, SET/OUT., PP. 324-334, 1995.MI-
NAS GERAIS, BELO HORIZONTE.

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO (RTDP), N. 11, P. 113-121, 1995.
SÃO PAULO, ED. MALHEIROS.

11. Ângulos, Exercício de Cidadania" (Discurso) 1992

 REVISTA ÂNGULOS, REVISTA DOS ESTUDANTES DE DIREITO DA UFBA, SAL-
VADOR-BA, V. 20, PP. 21-24, DIRETÓRIO ACADÊMICO RUI BARBOSA,

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Encontro de Gerações 37
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

12. Competência Para Julgamento de Vereadores 1992
Municipais por Crimes Comuns (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA,V.2,N. 01, JAN-
JUN, PP. 40-43, SALVADOR-BAHIA.

 REVISTA CIÊNCIA JURÍDICA, V. 7, N. 51, PP. 243-246, MAIO-JUN, 1993. BELO
HORIZONTE - MINAS GERAIS

13. Cartilha do Plebiscito 1993

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, N. 01, V.2, JAN-
JUN, P. 35-39, SALVADOR-BAHIA.

 TRABALHO REDIGIDO A PEDIDO DA ASSOCIAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLI-
CO DO ESTADO DA BAHIA PARA A CAMPANHA DE ESCLARECIMENTO POPU-
LAR SOBRE O PLEBISCITO DE 21 DE ABRIL DE 1993 E DISTRIBUÍDO EM
SEPARATA ( 5.000 EXEMPLARES).

14. Intervenção do Ministério Público na Fase 1993
Cognitiva do Processo Falimentar (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 03, JAN- JUN.
SALVADOR-BAHIA.

15. Direito e Poder Político. Estado e Direito 1993
- O Problema da Legitimidade

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, N. 04, JUL- DEZ.
(PUBLICADO COM INCORREÇÕES). SALVADOR-BAHIA.

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, N. 05, JAN -JUN.
PP. 87-94 (REPUBLICAÇÃO CORRIGIDA), 1994. SALVADOR-BAHIA.

 REVISTA DOS TRIBUNAIS, ANO 84, VOL. 711, JAN, PP. 57-62, 1995. SÃO
PAULO - SÃO PAULO.

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38 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

16. Mandado de Segurança - Ação de Cognição 1993
Sumária -Ausência de Prova de Direito
Líquido e Certo (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 04, PP. 153-
155, JUL -DEZ. SALVADOR-BAHIA.

17. Estupro - Hipótese de Inutilidade da Perícia 1994
- Valor Probatório das Declarações da Vítima
(Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 05, JAN- JUN.
SALVADOR-BAHIA.

18. Defensor Nomeado - Defesa Negligente 1994
- Violação do Princípio Constitucional do
Contraditório e da Ampla Defesa (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 3, N. 05, JAN-
JUN, PP.296-299.

19. Investigação de Paternidade - Revelia (Parecer) 1994

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 05,PP.260-261,
JAN- JUN. SALVADOR-BAHIA.

20. Investigação de Paternidade. Defesa Processual 1994
e "Exceptio Plurium Concubentium" (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 05,PP.258-259,
JAN- JUN/1994.

21. Interrogatório em Ação Penal Eleitoral 1994
- Ato Processual Atípico
- Ausência de Nulidade (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO Público do Estado da Bahia, v.03, n. 05, jan- jun., pp.
291-295, Salvador-Bahia.

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Encontro de Gerações 39
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

22. Reversão de Imóvel Desapropriado 1994
- Valor de Reaquisição Pelo Particular (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 03, N. 05, JAN-
JUN, PP. 283-283.

23. Regime Jurídico da Substituição Cumulativa 1994

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V.3, N. 1, PP. 143-
162, JAN- JUN. SALVADOR-BAHIA.

24. "Constituicídio" 1994

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 05, P. 76-78,
JAN- JUN. SALVADOR-BAHIA, 1994.

 JORNAL "A TARDE", CADERNO 2, DOMINGO, 24/04/1994.SALVADOR-BAHIA.

25. Desapropriação - Revelia do Demandado 1995
- Obrigatoriedade da Audiência de Instrução e
Julgamento - Nulidade da Perícia de Avaliação
- Requisitos de Validade da Perícia (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 4 N. 06, JAN -
DEZ, PP. 258-260, SALVADOR-BAHIA, 1995.

26. Recurso em Sentido Estrito - Estupro 1995
- Representação Não Exige Rigorismo Formal
- Miserabilidade Admite Prova por Notoriedade
(Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V.04 N. 06, JAN -
DEZ, PP. 323-326, SALVADOR-BAHIA, 1995.

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40 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

27. Exercício Arbitrário das Próprias Razões 1995
- Descaracterização do Crime de Dano
- Hipótese de Inviabilidade da Ação Penal
Pública (Parecer)

 BOLETIM JURÍDICO PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA, MAIO-OUT, SAL-
VADOR-BAHIA, 1995.

28. Reforma Administrativa e Direito Adquirido 1995
ao Regime da Função Pública

 SÉRIE TEXTOS PARA DISCUSSÃO, VOL. 5 , MARE -MINISTÉRIO DA ADMINIS-
TRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO/ENAP-ESCOLA NACIONAL DE
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. BRASÍLIA -DISTRITO FEDERAL, 1995.

 REVISTA DE INFORMAÇÃO LEGISLATIVA, VOL. 32, N. 128, OUT.-DEZ, PP. 191-
196, 1995. SENADO FEDERAL, SUBSECRETARIA DE EDIÇÕES TÉCNICAS.
BRASÍLIA- DISTRITO FEDERAL

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 4 N. 06, JAN -
DEZ, PP. 172, 1995. SALVADOR-BAHIA.

 REVISTA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, MINAS
GERAIS, VOL. 17, N. 4, PP. 33-46, OUT.DEZ., 1995, BELO HORIZONTE, MINAS
GERAIS.

 JURÍDICA -REVISTA DE ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL - VOL. 1, N. 03, PP. 31-
36, MARÇO, 1996. SALVADOR-BAHIA.

 BDA - BOLETIM DE DIREITO ADMINISTRATIVO - EDITORA NDJ LTDA. - SÃO
PAULO - ANO XII, VOL. 12, Nº 8, PP. 503-507, AGOSTO, 1996.

 REVISTA TRAVELNET JURÍDICA, REVISTA VIRTUAL, PUBLICADA NA INTERNET,
A PARTIR DE 27DE AGOSTO DE 1996, URL: WWW.TRAVELNET.COM.BR/
JURIDICA/ART28C96.HTM

29. Remuneração dos Cargos em Comissão do Grupo 1996
-Direção e Assessoramento Superiores-DAS e
dos Cargos de Natureza Especial (....). (Parecer)

 DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO, SEÇÃO I, EM 7.2.96. BRASÍLIA -DISTRITO FEDERAL.

academia jurídica.pmd 40 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 41
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

30. Controle Jurídico do Comportamento Ético da Administração
Pública no Brasil

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO (RDA), RIO DE JANEIRO, FUNDAÇÃO
GETULIO VARGAS/ED. RENOVAR, V. 209, PP. 71-80, JUL./SET., 1997

31. Reforma Administrativa e Marco Legal das 1997
Organizações Sociais no Brasil

 REVISTA DO SERVIÇO PÚBLICO, 48(2) MAIO/AGOSTO, 1997:27-58. ENAP-
ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. BRASÍLIA -DISTRITO FE-
DERAL.

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO (RDA), RIO DE JANEIRO, FUNDAÇÃO
GETÚLIO VARGAS/RENOVAR, N.210, OUT/DEZ, 1997.

 BDA - BOLETIM DE DIREITO ADMINISTRATIVO - EDITORA NDJ LTDA. - ANO
XIV, Nº 4, PP. 231-244, ABRIL, 1998. SÃO PAULO - SÃO PAULO.

 BDM - BOLETIM DE DIREITO MUNICIPAL - EDITORA NDJ LTDA. - ANO XIV, Nº
4, P. 231-244, ABRIL, 1998. SÃO PAULO - SÃO PAULO.

 REVISTA DE INFORMAÇÃO LEGISLATIVA, VOL. 34, N. 136, PP. 315-331, OUT/
DEZ, 1997- SENADO FEDERAL, BRASÍLIA-DISTRITO FEDERAL.

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO (RTDP), N. 16, SÃO PAULO, ED.
MALHEIROS, 1996

 REVISTA TEIA JURÍDICA, REVISTA VIRTUAL, PUBLICADA NA INTERNET, A PAR-
TIR DE 06/03/1999, URL: http://www.teiajuridica.com/m/marcoatu.htm

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, V. 7, N.º 9, JAM.-
DEZ, SALVADOR, ED. CIÊNCIA JURÍDICA, 1998, P. 87-120

 REVISTA JURÍDICA JUS NAVEGANDI, REVISTA VIRTUAL, PUBLICADA NA
INTERNET, A PARTIR DE ABRIL DE 1999, URL: http://www.jus.com.br/doutrina/
orgsoci2.html

 CAPÍTULO DO LIVRO: MEREGE, LUIZ CARLOS (COORD) E BARBOSA, MARIA
NAZARÉ LINS (ORG.). TERCEIRO SETOR: REFLEXÃO SOBRE O MARCO LEGAL.
RIO DE JANEIRO, ED. FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS, 1998. ISBN - 85-225-
0262-5

 CAPÍTULO DO LIVRO PETRRUCCI, VERA; SCHWARZ, LETÍCIA. ADMINISTRA-
ÇÃO PÚBLICA GERENCIAL: A REFORMA DE 1995: ENSAIOS SOBRE A REFOR-
MA ADMINISTRATIVA BRASILEIRANO LIMIAR DO SÉCULO XXI. BRASÍLIA, EDI-
TORA UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA, ENAP, 1999. ISBN: 85-230-0544-7

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42 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

32. Reforma Administrativa e Direito Adquirido 1998

 SÉRIE TEXTOS PARA DISCUSSÃO, VOL. 23, MARE -MINISTÉRIO DA ADMINIS-
TRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO/ENAP-ESCOLA NACIONAL DE
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. BRASÍLIA -DISTRITO FEDERAL.

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO (RDA), VOL. 211, JAN/MAR, PP. 79-94,
1998, FUNDAÇÃO GETÚTLIO VARGAS/RENOVAR, RIO DE JANEIRO-RIO DE
JANEIRO.

 BDA - BOLETIM DE DIREITO ADMINISTRATIVO - EDITORA NDJ LTDA. - SÃO
PAULO - ANO XII, Nº , 1998.

 PAPERS DA REFORMA", SELEÇÃO DE TEXTOS DO MINISTÉRIO DA ADMINIS-
TRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO, PUBLICADA NA INTERNET,
url:www.mare.gov.br/Publicacoes/Papers/Adquirido.pdf

 REVISTA TEIA JURÍDICA, REVISTA VIRTUAL, PUBLICADA NA INTERNET,
url:www.teiajuridica.com/mz/refoadmdad.htm/

 REVISTA DOS FORMANDOS EM DIREITO DA UFBA, ANO III, VOL. III, 1998,
GRUPO DE FORMANDOS DE 1998.1. SALVADOR, FACULDADE DE DIREITO
DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA, 1998, PP. 27-47.

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO (RTDP), n. 18, p. 165-178, 1997.
São Paulo , ED. MALHEIROS.

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO & CONSTITUCIONAL, CURITIBA, ED.
JURUÁ, V. 1, ANO 1, 1999, PP. 23-48.

33. Inconstitucionalidade da Progressividade 1998
na Contribuição Previdenciária dos Agentes Públicos

 REVISTA TEIA JURÍDICA, REVISTA VIRTUAL, PUBLICADA NA INTERNET,
www.teiajuridica.com, A PARTIR DE 30.10.1998

 REVISTA SUBSÍDIOS, REVISTA VIRTUAL, PUBLICADA NA INTERNET, URL: http:/
/www.geocities.com/Athens/Olympus/7393/assuntos.htm, A PARTIR DE FEVEREI-
RO DE 1999.

academia jurídica.pmd 42 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 43
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO (RDA), n. 215. RIO DE JANEIRO, ED.
RENOVAR, JAN.-MAR, 1999, PP. 53-59

 REVISTA JURIDICA VITUAL DO MINISTERIO PUBLICO DO ESTADO DA BAHIA,
VOL. 1, ABRIL DE 2000, PUBLICADA NA INTERNET, URL: http://
ministeriopublico.homepage.com/revista-virtual-vol-1.htm

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO, SÃO PAULO, V.25, P. 56-60, 1999.

34. Reforma do Marco Legal do Terceiro Setor no Brasil 1998

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO (RDA), n. 214, p. 55-68, out.dez., 1998.
RIO DE JANEIRO, ED. RENOVAR

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO (RTDP), V. 24, 75-86, 1998. São
Paulo , ED. MALHEIROS.

 REVISTA JURÍDICA VIRTUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE DIREITO PÚBLI-
CO (SBDP), PUBLICADA NA INTERNET, A PARTIR DE MAIO DE 1999, URL:
http://www.sbdp.org.br/newsbdp/index.htm

 REVISTA INTERESSE PÚBLICO (RIP), ANO 1, V. 01, 1999, PP. 31-46, JAN-MAR,
SÃO PAULO/SAPUCAIA DO SUL, ED. NOTADEZ.

 REVISTA JURÍDICA - ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL (JAM), V. IV, N.º 5, SALVA-
DOR, ED. JAM - JURÍDICA EDITORAÇÀO E EVENTOS LTDA., MAIO, 1999, PP.
41-53.

 CAPÍTULO DO LIVRO FALCÃO, JOAQUIM; CUENCA, CARLOS (ORG.). MU-
DANÇA SOCIAL E REFORMA LEGAL: ESTUDOS PARA UMA NOVA LEGISLA-
ÇÃO DO TERCEIRO SETOR, BRASÍLIA, CONSELHO COMUNIDADE SOLIDÁ-
RIA, UNESCO, BID, FBB, 1999. (SÉRIE MARCO LEGAL DO TERCEIRO SETOR,
N. 3).

35. A Nova Lei de Processo Administrativo

 REVISTA PÚBLICA E GERENCIAL: A REVISTA DO GESTOR PÚBLICO. ANO I, N º
2, SALVADOR, ED. TALENTOS, 1999, P. 50.

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44 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

36. Convênio entre Entidades Públicas Executado por 1999
Fundação de Apoio. Serviço de saúde. Conceito de
Serviço Público e Serviço de Relevância Pública na
Constituição de 1988. Forma de Prestação de Contas
das Entidades de Cooperação após a Emenda
Constitucional n. 19/98 (Parecer).

 REVISTA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, V. 33, N.
4, P. 13-60, OUT./DEZ. 1999.

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO, N. 28, P. 109-128, 1999.

37. Teto Constitucional de Remuneração: 2000
impasse artificial

 REVISTA JURÍDICA CONSULTOR JURÍDICO, PUBLICADA NA INTERNET, URL:
http://cf6.uol.com.br/consultor/arti.cfm?numero=2331, A PARTIR DE 26 FEVE-
REIRO DE 2000

 JORNAL A TARDE, DE 1 DE MARÇO 2000, SALVADOR-BAHIA

 BOLETIM DE DIREITO ADMINISTRATIVO, BDA - ED. NDJ. V.16, N. 10- OUTU-
BRO, ANO XVI, 2000, SÀO PAULO-SP - PP.731-32.

38. Conflito de Atribuições entre Membros do 2000
Ministério Público Federal e Estadual (Parecer)

 REVISTA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA, PP. 536-555, JA-
NEIRO-MARÇO, 2000.

39. Notas para um Debate sobre o Princípio 2000
da Eficiência

 REVISTA INTERESSE PÚBLICO, V. 2, N.. 7, JULHO/SETEMBRO, 2000, SÃO PAU-
LO, ED. NOTADEZ, 2000, PP. 65-75.

 REVISTA DA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DA BAHIA, SALVADOR, V.
25, P. 45-55, 1999.

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO CONSTITUCIONAL, CURITIBA, V. 7, P.
33-46, 2002.

academia jurídica.pmd 44 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 45
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

 REVISTA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, BELO
HORIZONTE, V. 2, P. 193-212, ABR/JUN 2001.

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO, SÃO PAULO, V. 31, P. 47-55,
2000.

 BOLETIM DE DIREITO ADMINISTRATIVO, V.16, N.11, P.830-837, NOV.2000.

 REVISTA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DO PARANÁ, N. 135, P. 33-
45, JUL./SET. 2000.

 REVISTA DO SERVIÇO PÚBLICO, V. 51, N.2, P. 107-121, ABR./JUN. 2000.

 INFORMATIVO DE DIREITO ADMINISTRATIVO E RESPONSABILIDADE FISCAL,
V.1, N.2, P. 120-128, SET. 2001.

40. Teto Constitucional de Remuneração: 2000
uma crônica de mutações e emendas
constitucionais

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO, N. 222 , P. 1-21, OUT./DEZ. 2000.

 REVISTA INTERESSE PÚBLICO, SÃO PAULO, V. 7, P. 65-75, 2000.

 REVISTA TRIMESTRAL DE PÚBLICO, N. 30, P. 28-44, 2000.

 BOLETIM DE DIREITO ADMINISTRATIVO - BDA, SÃO PAULO, V. 17, N. 1, P. 6-
20, JAN. 2001.

 FÓRUM ADMINISTRATIVO, V. 3, N. 24, P. 1875-1887, FEV. 2003.

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO E CONSTITUCIONAL - A&C, CURITIBA,
V. 6, P. 29-57, 2001

41. Composição do Tribunal de Contas do Estado 2000
diante da Ausência de Instituição do Ministério
Público Especial.

 REVISTA DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS, BELO
HORIZONTE, V. 37, N. 4, P. 151-176, OUT./DEZ. 2000.

 REVISTA INTERESSE PÚBLICO, SÃO PAULO, V. 7, P. 65-75.

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46 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

42. Responsabilidade do Estado pela demora 2001
na Prestação Jurisdicional.

 FÓRUM ADMINISTRATIVO DIREITO PÚBLICO, BELO HORIZONTE, V. 1, P. 1178-
1184, 2001.

 REVISTA DE JURÍDICA, SÃO PAULO, V. 49, N. 282, P. 78-92, ABR. 2001.

 REVISTA TRIMESTRAL DE DIREITO PÚBLICO, N. 35, P. 78-93, 2001.

43. Participação Popular na Administração Pública: 2001
mecanismos de operacionalização.
 REVISTA DIÁLOGO JURÍDICO, SALVADOR, CENTRO DE ATUALIZAÇÃO JURÍ-
DICA - CAJ, V. I, N. 7, OUT. 2001.

44. Agências Executivas: a organização administrativa 2002
entre o casuísmo e a padronização.
 INTERESSE PÚBLICO, SÃO PAULO, V. 4, N. 13, P. 124-144, JAN./MAR. 2002.

 FÓRUM ADMINISTRATIVO, BELO HORIZONTE, N. 17, P. 900-908, JUL. 2002.

 JURÍDICA: ADMINISTRAÇÃO MUNICIPAL, V. 7, N. 5, P. 11-22, MAIO. 2002.

 REVISTA DE DIREITO ADMINISTRATIVO, RIO DE JANEIRO, N. 228, P. 75-84,
ABR./JUN. 2002.

45. A Reforma da Previdência e a Definição de 2004
Limites de Remuneração e Subsídio dos
Agentes Públicos no Brasil.
 REVISTA BRASILEIRA DE DIREITO PÚBLICO - RBDP, BELO HORIZONTE, V. 2, N.
5, P. 9-42, ABR./JUN. 2004.

46. A Reforma da Previdência e suas Normas 2004
de Transição.

 REVISTA BRASILEIRA DE DIREITO PÚBLICO - RBDP, BELO HORIZONTE, V. 2, N.
6, P. 87-105, JUL./SET. 2004.

academia jurídica.pmd 46 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 47
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

47. A Emenda Constitucional nº 41/2003 e a 2004
definição de limites de remuneração e subsídio
 REVISTA DO MAGISTRADO, SALVADOR-BA, ANO 1, N. 1, AGOSTO, 2004, P.
24-28.

48. Parcerias Público-Privadas (PPP)
 REVISTA GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE EXTERNO, SALVADOR-BA, TCE-BA/
IDAB, V. 1, P. 211-228, NOV, 2005.

49. Reforma do Estado, Formas de Prestação de 2005
Serviços ao Público e Parcerias Público-Privadas:
demarcando as fronteiras dos conceitos de serviço
público, serviços de relevância pública e serviços
de exploração econômica para as parcerias
público-privadas.

 REVISTA DE BRASILEIRA DE DIREITO PÚBLICO - RBDP, SÃO PAULO, V. 3, N. 10,
P. 9-53, JUL.SET/, 2005.

 REVISTA DIREITO & CIDADANIA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL,
BRASÍLIA, OAB EDITORA, V. 1, P. 45-118, 2006.

50. Reforma da Previdência e Regime Jurídico da 2006
Aposentadoria dos Titulares de Cargo Público.
 REVISTA DE BRASILEIRA DE DIREITO PÚBLICO - RBDP, BELO HORIZONTE,
ANO 4, N. 13, P. 9-111, ABR. JUN/ 2006.

51. Sistema Previdenciário dos Servidores Públicos. 2006
 BOLETIM DE DIREITO MUNICIPAL (BDM), SÃO PAULO, V. 4, P. 253-260, 2006.

52. Organizações Sociais (Lei nº 9.637/98) e 2006
OSCIPs - Organizações da Sociedade Civil
de Interesse Público (Lei nº 9.790/99).

 BOLETIM DE DIREITO MUNICIPAL (BDM), SÃO PAULO, V. 1, P. 8-16, 2006

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48 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

53. As Fundações Estatais de Direito Privado e o 2006
Debate sobre a Nova Estrutura Orgânica da
Administração Pública

 REVISTA BRASILEIRA DE DIREITO PÚBLICO (RBDP), SÃO PAULO, V. 19,
OUT.DEZ, P.1-17, 2007

C A P Í T U LO S D E L I V R O S P U B L I C A D O S
(12 TRABALHOS EM LIVROS COLETIVOS)

1 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Reforma da Previdência e Regi-
me Jurídico da Aposentadoria dos Titulares de Cargo Público. In:
FIGUEIREDO, Marcelo e PONTES FILHO, Valmir. Estudos de Direito
Público em Homenagem a Celso Antônio Bandeira de Mello (Org.).
São Paulo, Ed. Malheiros, 2006, p. 570-666.

2 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Reforma do Estado, Formas de
Prestação de Serviços ao Público e Parcerias Público-Privadas: De-
marcando as Fronteiras dos Conceitos de Serviço Público, Serviços
de Relevância Pública e Serviços de Exploração Econômica para as
Parcerias Público-Privadas. In: OSÓRIO, Fábio Medina e SOUTO,
Marcos Juruena Villela (Org.). Direito Administrativo: estudos em
homenagem a Diogo de Figueiredo Moreira Neto. Rio de Janeiro,
Lúmen Juris, 2006, p. 1009-1051.

3 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Reforma do Estado, Formas de
Prestação de Serviços ao Público e Parcerias Público-Privadas: De-
marcando as Fronteiras dos Conceitos de Serviço Público, Serviços
de Relevância Pública e Serviços de Exploração Econômica para as
Parcerias Público-Privadas. In: SUNDFELD, Carlos Ari. (Org.). Parce-
rias Público-Privadas. São Paulo, 2005, v. 1, p. 433-486.

academia jurídica.pmd 48 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 49
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

4 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. A Reforma da Previdência e a
Definição de Limites de Remuneração e Subsídio dos Agentes Pú-
blicos no Brasil. In: MODESTO, Paulo. (Org.). Reforma da Previdên-
cia Análise e Crítica da Emenda Constitucional nº 41/2003. Belo
Horizonte, 2004, v. 1, p. 345-379.

5 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Reforma da Previdência e Regi-
me Jurídico da Aposentadoria dos Titulares de Cargo Público. In:
MODESTO, Paulo. (Org.). Reforma da Previdência: Análise e Crítica
da Emenda Constitucional nº 41/2003. Belo Horizonte, 2004, v. 1,
p. 21-105.

6 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. A Reforma da Previdência e a
Definição de Limites de Remuneração e Subsídio dos Agentes Pú-
blicos no Brasil. In: WAGNER JÚNIOR, Luiz Guilherme (Org.). Di-
reito Público: estudos em homenagem ao professor Adilson Abreu
Dallari. Belo Horizonte, Ed. Del Rey, 2004, p. 593-626.

7 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Globalização e Administração
Pública Indireta: Agencias Executivas e a Transplantação Linguística.
In: LEÃO, Adroaldo; PAMPLONA FILHO, Rodolfo. (Org.). Globalização
e Direito. Rio de Janeiro, 2002, v. 1, p. 227-239.

8 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Estágio Probatório: questões Con-
troversas. In: MODESTO, Paulo; MENDONÇA, Oscar. (Org.). Novos
Rumos do Direito do Estado. 2. ed. Max Limonad , 2001, v. 2, p. 49-
88.

9 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. A Reforma de 1995: Ensaios sobre
a Reforma Administrativa Brasileiro no Limiar do século XXI. In:
PETRRUCCI. Brasília-DF, 1999. ISBN: 85-230-0544-7.

academia jurídica.pmd 49 13/3/2008, 11:57
50 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

10 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Reforma do Marco Legal do Ter-
ceiro Setor no Brasil. In: FALCÃO, Joaquim; CUENCA, Carlos (Org.).
Mudança Social e Reforma legal: estudos para uma nova legislação
do Terceiro Setor, Brasília-DF, Conselho Comunidade Solidária/
UNESCO, 1999 (Série Marco Legal do Terceiro Setor, n. 3).

11 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Reforma Administrativa e Mar-
co Legal das Organizações Sociais no Brasil: as dúvidas dos juristas
sobre o modelo das Organizações Sociais. In: PETRUCCI, Vera e
SCHWARZ, Letícia. A Administração Pública Gerencial: a reforma
administrativa brasileira no limiar do século XXI. Brasília, Editora
Universidade de Brasília/ ENAP, 1999, p. 169-195.

12 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido. Reforma Administrativa e Mar-
co Legal das Organizações Sociais no Brasil. In: BARBOSA, Maria
Nazaré Lins & Luiz Carlos (Org.). Terceiro Setor: reflexões sobre o
marco legal. Rio de Janeiro, Editora Fundação Getúlio Vargas, 1998,
p. 11-35, ISBN - 85-225-0262-5

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Encontro de Gerações 51
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

LIVROS PUBLICADOS

1 MODESTO, Paulo. A Nova Reforma da Previdência dos Servidores
Públicos. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2007. (no prelo).

2 MODESTO, Paulo. (Organização). Reforma da Previdência: análise
e crítica da Emenda Constitucional n. 41/2003 (doutrina, pareceres
e normas selecionadas). 01. ed. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2004.

3 MODESTO, Paulo & MENDONÇA, Oscar. (Organizadores). Novos
Rumos do Direito do Estado. Três volumes. 1. ed. São Paulo: Editora
Max Limonad, 2001. Três Volumes.

4 MODESTO, Paulo Eduardo Garrido; BAHIA, Saulo Casali; et al. Qua-
tro Pontos. Poesia. Salvador, Ed. Dos Autores, 1981.

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52 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

EXPOSIÇÕES EM CONGRESSOS E
OUTROS EVENTOS

1. 9º Congresso Nacional do Ministério Público 1992
Salvador - Bahia

DEFESA DE TESE

2. 3º Congresso do Ministério Público da Bahia
Salvador - Bahia

DEFESA DO ANTE-PROJETO DE LEI ORGÂNICA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA
BAHIA NA QUALIDADE DE PARTICIPANTE DA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO

3. 4º Congresso do Ministério Público da Bahia 1993
Porto Seguro - Bahia

PROFESSOR-DEBATEDOR SOBRE O TEMA "ÉTICA NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLI-
CA: O CASO BRASILEIRO"

4. I Congresso Mineiro de Direito Administrativo 1994
Belo Horizonte - Minas Gerais

PROFESSOR-DEBATEDOR SOBRE O TEMA
"CONTROLE DO COMPORTAMENTO ÉTICO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA
NO BRASIL". PROMOÇÃO DO INSTITUTO MINEIRO DE DIREITO ADMINIS-
TRATIVO.

5. Concurso para Professor Substituto de Introdução 1995
ao Estudo do Direito da Faculdade de Direito da
Universidade Federal da Bahia
Salvador - Bahia

MEMBRO DA BANCA EXAMINADORA

6. Oficina de Trabalho sobre o tema "Participação 1995
Popular da Sociedade em Setores Especiais da
Administração Pública"
São Paulo - São Paulo
PROFESSOR-DEBATEDOR.
OFICINA PROMOVIDA PELO CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM DIREI-
TO SANITÁRIO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SÃO PAULO-USP EM
3.7.95.

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Encontro de Gerações 53
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

7. Seminário sobre a Reforma do Estado 1995
São Luís - Maranhão

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "REFORMA DO ESTADO"
SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA UNAFISCO - SINDICATO NACIONAL DOS AU-
DITORES FISCAIS DA RECEITA FEDERAL, EM 23.06.95.

8. Simpósio sobre a Reforma no Direito Brasileiro 1995
Boa Vista - Roraima

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA",
SIMPÓSIO PROMOVIDO PELA ESCOLA SUPERIOR DA MAGISTRATURA DO ES-
TADO DE RORAIMA, EM 25.08.95.

9. Seminário sobre Privatização e Concessão 1995
de Serviços Públicos
Salvador - Bahia

PROFESSOR-DEBATEDOR SOBRE O TEMA "CONCESSÕES PÚBLICAS E
PRIVATIZAÇÃO" SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS
DO ESTADO DA BAHIA - FIEB, EM 30.11.95.

10. Simpósio Sobre Reforma Administrativa e 1996
Plano de Carreira no Serviço Público
Belo Horizonte - Minas Gerais

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA"
SIMPÓSIO PROMOVIDO PELA ASSOCIAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS FISCAIS DO
ESTADO DE MINAS GERAIS, EM 30.04.96.

11. Conselho da Reforma do Estado São Paulo 1996
- São Paulo
EXPOSIÇÃO SOBRE O TEMA "TÓPICOS SOBRE A REFORMA DO PODER JUDICI-
ÁRIO". DEBATE PROMOVIDO PELO CONSELHO DA REFORMA DO ESTADO EM
28.06.96.

12. Curso Reforma do Estado e Direito 1996
Administrativo
Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "REFORMA CONSTITUCIONAL
DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA". CURSO PROMOVIDO PELA ESCOLA NACIO-
NAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - ENAP,EM 16.07.96.

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54 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

13. Curso Reforma do Estado e Direito Administrativo 1996
Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "DISCIPLINA JURÍDICA DAS OR-
GANIZAÇÕES SOCIAIS", CURSO PROMOVIDO PELA ESCOLA NACIONAL DE
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - ENAP,EM 24.07.96.

14. X Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 1996
Curitiba - Paraná

PROFESSOR-PAINELISTA SOBRE O TEMA "O REGIME JURIDICO DO FUNCIONÁ-
RIO PÚBLICO E A REFORMA DO ESTADO", CONGRESSO PROMOVIDO PELO
INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO ADMINISTRATIVO - IBDA. PAINEL REALIZA-
DO EM 9.09.96.

15. XXII Congresso Nacional de Procuradores de Estado 1996
Belo Horizonte - Minas Gerais

PROFESSOR-PAINELISTA SOBRE O TEMA "REFORMA CONSTITUCIONAL E MU-
TAÇÃO CONSTITUCIONAL - OS TRÊS PARADOXOS DA REFORMA ADMINISTRA-
TIVA", CONGRESSO PROMOVIDO PELO GOVERNO DO ESTADO DE MINAS
GERAIS PELA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO DE MINAS GERAIS. PAINEL
REALIZADO EM 21.11.96.

16. Teleconferência Sobre Reforma Constitucional 1997
da Administração Pública
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro

PROFESSOR-PAINELISTA SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA", PAINEL
PROMOVIDO PELO PSDB- PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA E
TRANSMITIDO PARA TODO O BRASIL PELA EMBRATEL. TELECONFERÊNCIA RE-
ALIZADA EM 20.02.97

17. Conselho Nacional de Saúde 1997
- 64ª Reunião Ordinária
Brasília - Distrito Federal
PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "AS ORGANIZAÇÕES SOCIAIS NA
ÁREA DE SAÚDE". EXPOSIÇÃO FEITA A CONVITE DO CONSELHO NACIONAL DE
SAÚDE E REALIZADA EM 03.04.97.

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Encontro de Gerações 55
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

18. Curso de Formação de Especialistas em 1997
Políticas Públicas e Gestão Governamental
Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "FUNÇÃO ADMINISTRATIVA E SEPA-
RAÇÃO DE FUNÇÕES NO ESTADO BRASILEIRO", DURANTE CURSO PROMOVI-
DO PELA ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - ENAP, EM 02.06.97.

19. Curso de Formação de Especialistas em 1997
Políticas Públicas e Gestão Governamental
Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "INTERFERÊNCIAS ENTRE PODERES
DO ESTADO: O SISTEMA BRASILEIRO", DURANTE CURSO PROMOVIDO PELA
ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - ENAP, EM 02.06.97(TAR-
DE).

20. Seminário sobre Interpretação e Teoria 1997
da Argumentação
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO JURÍ-
DICA", SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS-
CEPEJ, EM 05.06.97.

21. Curso de Formação de Especialistas em 1997
Políticas Públicas e Gestão Governamental

Brasília - Distrito Federal
PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA: TÓ-
PICA E PERSPECTIVA", DURANTE CURSO PROMOVIDO PELA ESCOLA NACIO-
NAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - ENAP, EM 16.06.97.

22. XXVIII Fórum Nacional de Secretários de 1997
Estado da Administração
São Luís - Maranhão

PROFESSOR PALESTRANTE SOBRE O TEMA "APLICABILIDADE DA REFORMA
ADMINISTRATIVA NOS ESTADOS". ENCONTRO PROMOVIDO PELO GOVERNO
DO ESTADO DO MARANHÃO. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 26.06.97.

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56 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

23. II Congresso Interamericano do Centro 1997
Latino-Americano para o Desenvolvimento
- CLAD sobre Reforma do Estado e
Administração Pública
Ilha Margarita - Venezuela

PROFESSOR PALESTRANTE SOBRE O TEMA "MARCO LEGAL DAS ORGANIZA-
ÇÕES SOCIAIS NO BRASIL", CONGRESSO PROMOVIDO PELO CLAD -CEN-
TRO LATINOAMERICANO DE ADMINISTRACIÓN PARA EL DESARROLLO; BID
- BANCO INTERAMERICANO DE DESARROLLO; BM- BANCO MUNDIAL; ONU
- ORGANIZAÇÕES DAS NAÇÕES UNIDAS. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM
16.10.97.

24. I Seminário sobre Organizações Sociais 1997
Brasília - Distrito Federal

PROFESSORPALESTRANTE SOBRE TEMA "PROJETO ORGANIZAÇÕES SOCIAIS
- ASPECTOS LEGAIS", SEMINÁRIO DESTINADO AOS SECRETÁRIOS ESTADUAIS
DE ADMINISTRAÇÃO E TÉCNICOS, SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA ENAP -
ESCOLA NACIONAL DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. PALESTRA REALIZADA EM
04.11.97.

25. Seminário Direito Público e Reforma do Estado 1997
Belo Horizonte - Minas Gerais

PROFESSOR PALESTRANTE SOBRE O TEMA "O DIREITO ADMINISTRATIVO FREN-
TE À REFORMA DO ESTADO". SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA FUNDAÇÃO JOÃO
PINHEIRO, GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. PALESTRA REALIZADA
EM 07.11.97.

26. XXX Fórum Nacional de Secretários de Estado 1997
da Administração
Belo Horizonte - Minas Gerais

PROFESSOR PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA". EN-
CONTRO PROMOVIDO PELO GOVERNO DO ESTADO DE SERGIPE. EXPOSI-
ÇÃO REALIZADA EM 04.12.97.

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Encontro de Gerações 57
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

27. Seminário Internacional sobre Ética e 1997
Administração Pública
Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-COORDENADOR MESA SOBRE TEMA "A ÉTICA NA GESTÃO PÚBLI-
CA", CONGRESSO PROMOVIDO PELA ONU - ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES
UNIDAS E PELO CRE- CONSELHO DA REFORMA DO ESTADO. MESA REALIZADA
EM 08.12.97.

28. Seminário "A Emenda Constitucional da 1998
Reforma Administrativa"
São Paulo - São Paulo

PROFESSOR DEBATEDOR SOBRE O TEMA "O QUE MUDA NO REGIME JURÍDI-
CO DOS SERVIDORES?" SEMINÁRIO PROMOVIDO PELA SOCIEDADE BRASILEI-
RA DE DIREITO PÚBLICO - SBDP. EM 19.05.98.

29. V Ciclo Nacional de Conferências e Debates 1998
sobre Temas de Administração Pública
Recife - Pernambuco

PROFESSOR-PAINELISTA EM DOIS PAINÉIS. TEMAS "REFORMA CONSTITUCIO-
NAL E DIREITO ADQUIRIDO" E "REGIME JURÍDICO DOS SERVIDORES PÚBLICOS
E DIREITO ADQUIRIDO". CONGRESSO PROMOVIDO PELA ZÊNITE- INFORMA-
ÇÃO E CONSULTORIA. MESAS REALIZADAS EM 03.06.98.

30. Workshop sobre Emenda Constitucional da 1998
Reforma Administrativa
Natal - Rio Grande do Norte

PROFESSOR CONFERENCISTAS EXCLUSIVO DO WORKSHOP DE EXPOSIÇÕES
E DABATES COM OS SECRETÁRIOS ESTADUAIS DE ADMINISTRAÇÃO E TÉCNI-
COS SOBRE A EMENDA DA REFORMA ADMINISTRATIVA. EVENTO PROMOVIDO
PELO GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE. EXPOSIÇÃO
REALIZADAO EM 05.06.98.

31. Curso de Formação de Especialistas em 1998
Políticas Públicas e Gestão Governamental
Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "APLICAÇÃO DA REFORMA ADMI-
NISTRATIVA", DURANTE CURSO PROMOVIDO PELA ESCOLA NACIONAL DE
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - ENAP, EM 15.06.98

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58 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

32. Encontro dos Secretários de Estado da 1998
Administração Pública
Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-DEBATEDOR SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA: ASPEC-
TOS PRÁTICOS". ENCONTRO PROMOVIDO PELO MINISTÉRIO DA ADMINIS-
TRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO. REALIZADO EM 01.07.98

33. Conferência sobre Emenda Constitucional 1998
da Reforma Administrativa
Aracajú - Sergipe

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "APLICAÇÃO DA REFORMA AD-
MINISTRATIVA NOS ESTADOS". CONFERÊNCIA ISOLADA PATROCINADA PELA
SECRETARIA DE ESTADO DA ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DE SERGIPE. EXPO-
SIÇÃO REALIZADA EM 20.07.98

34. XII Congresso Brasileiro de Direito 1998
Administrativo e II Congresso Sul-americano
de Direito Administrativo
Foz do Iguaçú - Paraná

PROFESSOR-PAINELISTA SOBRE SOBRE O TEMA "ORGANIZAÇÕES SOCIAIS -
CONTRATOS DE GESTÃO", EVENTO PROMOVIDO PELO IBDA - INSTITUTO BRA-
SILEIRO DE DIREITO ADMINISTRATIVO. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 06.08.1998.

35. I Seminário Nacional sobre Administração 1998
Pública Gerencial
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "O NOVO SISTEMA DE REMUNERA-
ÇÃO DOS AGENTES PÚBLICOS: ASPECTOS JURÍDICOS", EVENTO PROMOVIDO
PELO IBAP. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 03.09.1998.

36. Seminário sobre A Nova Organização 1998
Administrativa
São Paulo - São Paulo

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "OS CONTRATOS DE GESTÃO E AS
AGÊNCIAS EXECUTIVAS", EVENTO PROMOVIDO PELA SOCIEDADE BRASILEIRA
DE DIREITO PÚBLICO -SBDP. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 14.09.1998.

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Encontro de Gerações 59
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

37. Curso de Especialização em Gestão de Cidades 1998
Salvador - Bahia

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA E
O PODER PÚBLICO MUNICIPAL. OS CONTRATOS DE GESTÃO", PROMOÇÃO
DA PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR/FUNDESP. EXPOSIÇÃO REALIZADA
EM 22.09.1998.

38. Encontro dos Procuradores da União dos 1998
Prefeitos da Bahia/UPB
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA E O
SISTEMA REMUNERATÓRIO DOS AGENTES PÚBLICOS", PROMOÇÃO DA UNIÃO
DOS PREFEITOS DA BAHIA/UPB/DEPARTAMENTO JURÍDICO, EXPOSIÇÃO REA-
LIZADA EM 06.10.1998.

39 Seminário sobre Reforma do Estado 1998
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "CONTRATO DE GESTÃO E AGÊNCI-
AS EXECUTIVAS", PROMOÇÃO DOS CENTRO DE ESTUDOS E PESQUISAS JURÍ-
DICAS DA UFBA-CEPEJ E DO INSTITUTO DE ESTUDOS JURÍDICOS DA UNIFACS-
IEJ. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 08.10.1998.

40. VI Congresso Nacional dos Procuradores 1998
da Previdëncia Social (CONPPREV)
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA - A
REGULAMENTAÇÃO E A ADVOCACIA PÚBLICA", EVENTO PROMOVIDO PELA
ANPPREV- ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROCURADORES DA PREVIDËNCIA
SOCIAL. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 17.11.1998.

41. Seminário "A Emenda Constitucional da 1998
Reforma Administrativa"
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PAINELISTA SOBRE O TEMA "O NOVO SISTEMA REMUNERATÓRIO
NA EMENDA CONSTITUCIONAL N. 19, PROMOÇÃO DA ESCOLA SUPERIOR DA
ADVOCACIA DA SECCIONAL BAIANA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRA-
SIL. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 19.11.1998.

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60 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

42. Palestra na Escola Superior do Ministério 1998
Público do Estado da Bahia
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA: O
NOVO SISTEMA REMUNERATÓRIO E O MINISTÉRIO PÚBLICO", EVENTO PRO-
MOVIDO PELA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DA
BAHIA. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 20.11.1998.

43. Seminário Autonomia da Receita Federal 1998
- Região Sul
Curitiba - Paraná

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "AUTARQUIAS ESPECIAIS, AGËNCIAS
REGULADORAS, AGÊNCIAS EXECUTIVAS E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS", EVENTO
PROMOVIDO PELO SINDICATO NACIONAL DOS TÉCNICOS DA RECEITA FEDE-
RAL -SINDTTEN, EXPOSIÇÃO REALIZADA NO DIA 30.11.1998 (14:00 H).

44. Curso de Especialização em Direito 1998
Administrativo do IEJ
Curitiba - Paraná

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "CONTRATO DE GESTÃO", EVENTO
PROMOVIDO PELO INSTITUTO. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 30.11.1998 (19:00
H).

45. Curso de Especialização em Direito 1998
Administrativo do IEJ -
Curitiba - Paraná

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "EMENDA CONSTITUCIONAL N. 19
E CONTRATO DE GESTÃO:", A CONVITE DA ESCOLA SUPERIOR DO MINISTÉ-
RIO PÚBLICO DO ESTADO DO PARANÁ. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 1.12.1998.

46. Seminário Autonomia da Receita Federal, 1998
Região Centro-Oeste
Goiânia - Goiás

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "AUTARQUIAS ESPECIAIS, AGËNCIAS
REGULADORAS, AGÊNCIAS EXECUTIVAS E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS", EVENTO
PROMOVIDO PELO SINDICATO NACIONAL DOS TÉCNICOS DA RECEITA FEDE-
RAL -SINDTTEN, EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 07.12.1998.

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Encontro de Gerações 61
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

47. Seminário Descentralização, Orçamento 1998
e Universidade Salvador - Bahia

PROFESSOR-DEBATEDOR SOBRE O TEMA "UNIVERSIDADE PÚBLICA: AUTARQUIA
E AUTONOMIA", EVENTO PROMOVIDO PELA UNIVERSIDADE FEDERAL DA
BAHIA, EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 11.12.1998.

48. Seminário A Reforma da Previdência e o 1999
Setor Público Brasília - Distrito Federal

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA DA PREVIDÊNCIA - O
NOVO REGIME DO SERVIDOR PÚBLICO", EVENTO PROMOVIDO PELA ANPREV
- ASSOCIAÇÃO NACIONAL DOS PROCURADORES DA PREVIDÊNCIA SOCIAL,
EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 29.04.1999.

49. Curso de Especialização em Direito 1999
Administrativo Contemporâneo
Curitiba - Paraná

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "NOVA ORGANIZAÇÃO ADMI-
NISTRATIVA", CURSO PROMOVIDO PELAS FACULDADES INTEGRADAS CURITIBA,
EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 30.04.1999.

50. Sedam99 - Seminário Nacional de Direito 1999
Administrativo e Municipal
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA ADMINISTRATIVA",
SEMINÀRIO PROMOVIDO PELA CONGRESS PARTICIPAÇÕES. EXPOSIÇÃO REA-
LIZADA EM 14.05.1999.

51. III Congresso Sul-americano de Direito 1999
Administrativo
Foz do Iguaçu - Paraná

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "CONTRATO DE GESTÃO", CON-
GRESSO PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO ADMINIS-
TRATIVO. EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 10.06.1999.

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62 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

52. Curso de Especialização em Direito Processual 1999
Civil da UNIFACS
Salvador - Bahia

PROFESSOR-CONVIDADO, SÉRIE DE TRÊS AULAS SOBRE O TEMA 'SISTEMA
JURÍDICO E ORDENAMENTO JURÍDICO", CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO COOR-
DENADO PELO PROF. J. J. CALMON DE PASSOS, EXPOSIÇÕES REALIZADAS EM
24, 26 E 31 DE AGOSTO DE 1999.

53. XIII Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 1999
Florianópolis - Santa Catarina

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "O PRINCÍPIO DA EFICIÊNCIA - DE-
SAFIOS PRÁTICOS", CONGRESSO PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO
DE DIREITO ADMINISTRATIVO (IBDA). EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 30.09.1999.

54. Curso de Especialização em Direito Administrativo 1999
do IBEJ
Curitiba - Paraná

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E LICITA-
ÇÃO", CURSO PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS JURÍ-
DICOS (IBEJ). EXPOSIÇÃO REALIZADA EM 27.10.1999.

55. Workshop Organizações Sociais 1999
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "ORGANIZAÇÕES SOCIAIS SOB O
PONTO DE VISTA CONSTITUCIONAL". WORKSHOP ORGANIZADO PELA SE-
CRETARIA DA ADMINISTRAÇÃO DO ESTADO DA BAHIA. EXPOSIÇÃO REALIZADA
NO DIA 17.11.99, NO AUDITÓRIO DA FUNDAÇÃO LUÍS EDUARDO MAGA-
LHÃES.

56. Seminário "Aspectos Jurídicos do Terceiro Setor" 1999
São Paulo - São Paulo

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "O MARCO LEGAL DO TERCEIRO
SETOR NO BRASIL. ASPECTOS INSTITUCIONAIS. ORGANIZAÇÕES DA SOCIE-
DADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO E ORGANIZAÇÕES SOCIAIS: SEMELHAN-
ÇAS, DIFERENÇAS, LACUNAS E INCONGRUÊNCIAS DA LEGISLAÇÃO VIGENTE".
SEMINÁRIO/CURSO ORGANIZADO PELA ASSOCIAÇÃO DOS ADVOGADOS DE
SÃO PAULO (AASP). EXPOSIÇÃO REALIZADA NO DIA 07/12/99.

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Encontro de Gerações 63
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

57. IV Encontro Técnico do Tribunal de Contas 1999
do Estado da Bahia
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO
E AS NOVAS FORMAS DE GESTÃO". SEMINÁRIO ORGANIZADO PELO TRIBUNAL
DE CONTAS DO ESTADO DA BAHIA. EXPOSIÇÃO REALIZADA NO DIA 14/12/99.

58. II Conferência Estadual dos Advogados Sergipanos 1999
Aracaju - Sergipe

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "PARTICIPAÇÃO POPULAR NA AD-
MINISTRAÇÃO PÚBLICA. MECANISMOS DE OPERACIONALIZAÇÃO". CONGRES-
SO ORGANIZADO PELA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, CONSELHO
SECCIONAL DE SERGIPE. EXPOSIÇÃO REALIZADA NO DIA 16/12/99.

59. IV Encontro Técnico do Tribunal de Contas 1999
do Estado da Bahia
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " O CONTROLE ADMINISTRATIVO E
AS NOVAS FORMAS DE GESTÃO - CONTRATOS DE GESTÃO - AGÊNCIAS EXECU-
TIVAS - ORGANIZAÇÕES SOCIAIS. EXPOSIÇÃO REALIZADA ENTRE OS DIAS 13 E
20 DE DEZEMBRO.

60. III Congresso Brasiliense de Direito Constitucional 2000
Limites do Estado e I Congresso Brasiliense de
Direito Administrativo
Brasília - DF

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " REFORMA ADMINISTRATIVA. BA-
LANÇO E PERSPECTIVAS. CONGRESSO ORGANIZADO PELO INSTITUTO
BRASILIENSE DE DIREITO PÚBLICO - IDP. EXPOSIÇÃO REALIZADA ENTRE OS DIA
25 E 27 DE OOUTUBRO.

61. I Congresso Brasileiro de Direito do Estado 2001
Salvador - Bahia

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " ESTÁGIO PROBATÓRIO DOS SER-
VIDORES PÚBLICOS: QUESTÕES CONTROVERSAS. EXPOSIÇÃO REALIZADA
ENTRE OS DIAS 25, 26 E 27 DE ABRIL.

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64 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

62. IV Congresso da Associação de Direito 2002
Público do Mercosul
Curitiba - PR

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " CONCEITO DE SERVIÇO PÚBLI-
CO" CONGRESSO PROMOVIDO PELA ASSOCIAÇÃO DE DIREITO PÚBLICO DO
MERCOSUL, REALIZADO ENTRE OS DIAS 22, 23 E 24 DE MAIO.

63. III Simpósio Paranaense de Direito Administrativo 2002
Curitiba - PR

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " O REGIME JURÍDICO DO TERCEI-
RO SETOR NO BRASIL. ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E ENTIDADES DA SOCIEDADE
CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO. RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS ES-
TATAIS. SIMPÓSIO REALIZADO PELO INSTITUTO PARANAENSE DE DIREITO AD-
MINISTRATIVO ENTRE OS DIAS 23, 24 E 25 DE OUTUBRO.

64. I Seminário Amazonense de Direito Público 2002
Manaus - Amazonas

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " AGÊNCIAS EXECUTIVAS. ORGANI-
ZADO PELO CENTRO DE ESTUDOS JURÍDICOS/PGE, ENTRE OS DIAS 20, 21 E 22
DE NOVEMBRO.

65. XVI Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 2002
Fortaleza - CE

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " OS CONTRATOS DE GESTÃO NA
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA BRASILEIRA. PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASI-
LEIRO DE DIREITO ADMINISTRATIVO - IBDA, ENTRE OS DIAS 4, 5 E 6 DE SETEM-
BRO.

66. II Congresso Brasileiro de Direito do Estado 2002
Salvador - BA

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " A REGULAMENTAÇÃO DA REFOR-
MA CONSTITUCIONAL DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: LACUNAS PARADOXOS.
PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE ESTUDOS TRIBUTÁRIOS E INS-
TITUTO BAIANO DE DIREITO TRIBUTÁRIO, ENTRE OS DIAS 24, 25 E 26 DE
ABRIL.

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Encontro de Gerações 65
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

67. I Fórum Brasileiro sobre a Reforma do Estado 2002
Salvador - BA

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " AGÊNCIAS EXECUTIVAS E AGÊNCI-
AS REGULADORAS: DIFERENÇAS E SEMELHANÇAS.PROMOVIDO PELO INSTI-
TUTO BRASILEIRO DE REFORMA DO ESTADO - IBRE, 15 A 17 DE AGOSTO.

68. I Fórum Brasileiro de Direito Urbano 2002
Salvador - BA

PROFESSOR COORDENADOR CIENTÍFICO. PROMOVIDO PELO INSTITUTO
DE DIREITO ADMINISTRATIVO DA BAHIA, ENTRE OS DIAS 12 A 13 DE DEZEM-
BRO.

69. III Simpósio Paranaense de Direito Administrativo 2002
Curitiba - PR

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " O REGIME JURÍDICO DO TERCEI-
RO SETOR NO BRASIL. ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E ENTIDADES DA SOCIEDADE
CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO. RESPONSABILIDADE SOCIAL DAS EMPRESAS.
EVENTO PROMOVIDO PELO INSTITUTO PARANAENSE DE DIREITO ADMINIS-
TRATIVO - IPDA, NOS DIAS 23 A 25 DE OUTUBRO.

70. I Fórum Brasileiro de Direito Administrativo 2002
Econômico
Salvador - BA

PROFESSOR COORDENADOR CIENTÍFICO. EVENTO PROMOVIDO PELO INSTI-
TUTO DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA - IDPB, ENTRE OS DIAS 16 A 18 DE
OUTUBRO.

71. II Congresso Goiano de Direito Administrativo 2002
Goiânia - GO

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA " A REFORMA DA PREVIDÊNCIA
DOS SERVIDORES PÚBLICOS - QUESTÕES PONTUAIS". EVENTO REALIZADO
NO PERÍODO 04 A 06 DE JUNHO.

academia jurídica.pmd 65 13/3/2008, 11:57
66 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

72. XVII Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 2003
Belo Horizonte - MG

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " AS MUDANÇAS NA ADMINISTRA-
ÇÃO PÚBLICA. EVENTO REALIZADO NO PERÍODO DE 17 A 19 DE SETEMBRO.

73. II Fórum Brasileiro sobre a Reforma do Estado 2003
Salvador - BA

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA " PECULIARIDADE DA PREVIDÊNCIA
DOS SERVIDORES PÚBLICOS. EVENTO PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASI-
LEIRO DE REFORMA DO ESTADO-IBRE E PELO INSTITUTO DE DIREITO PÚBLI-
CO DA BAHIA-IDPB, NO PERÍODO DE 07 A 09 DE AGOSTO.

74. III Congresso Brasileiro de Direito do Estado 2003
Salvador - BA

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "A NOVA REFORMA DA PREVIDÊN-
CIA E A INSTITUIÇÃO DE ENTIDADES DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR PARA
OS SERVIDORES PÚBLICOS. EVENTO PROMOVIDO PELO INSTITUTO DE DIREI-
TO PÚBLICO DA BAHIA - IDPB, NO PERÍODO DE 23 A 25 DE ABRIL.

75. II Congresso Goiano de Direito Administrativo 2003
Goiânia - GO

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "TERCEIRO SETOR: ORGANIZA-
ÇÕES SOCIAIS E OSCIP - ASPECTOS JURÍDICOS; PROMOVIDO PELO INSTITU-
TO DE DIREITO ADMINISTRATIVO DE GOIÁS, NO PERÍODO DE 04 A 06 DE
JUNHO.

76. I Fórum Brasileiro sobre as Agências Reguladoras 2004
- Debatendo o Novo Marco Legal das Agências
Reguladoras no Brasil
Brasília - DF

COORDENADOR CIENTÍFICO E PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA
"CONTRATO DE GESTÃO: INSTRUMENTO DE PROGRAMAÇÃO DO CONTRO-
LE ADMINISTRATIVO". PROMOVIDO PELO INSTITUTO DE DIREITO PÚBLICO
DA BAHIA E INSTITUTO DE DIREITO ADMINISTRATIVO ECONÔMICO, NO PERÍ-
ODO DE 05 A 06 DE ABRIL.

academia jurídica.pmd 66 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 67
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

77. II Fórum Brasileiro de Direito Público da Economia 2004
- Debatendo a Regulação do Estado na Economia e
o papel das Agências Reguladoras no Brasil
Rio de Janeiro - RJ

COORDENAÇÃO CIENTÍFICA. PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE
DIREITO PÚBLICO DA ECONOMIA E INSTITUTO DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA,
NO PERÍODO DE 25 A 26 DE NOVEMBRO.

78. III Fórum Brasileiro sobre a Reforma do Estado 2004
- Debatendo a Reforma Previdenciária
Administrativa e Tributária
Salvador - BA

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "PREVIDÊNCIA COMPLEMEN-
TAR DOS SERVIDORES PÚBLICOS EFETIVOS: QUESTÕES POLÊMICAS". PRO-
MOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE REFORMA DO ESTADO E INSTITU-
TO DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA, NO PERÍODO DE 12 A 14 DE AGOSTO.

79. XVIII Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 2004
- Direito Administrativo e Cidadania
Salvador - BA

COORDENADOR GERAL E PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "O DIREI-
TO DE GREVE DOS SERVIDORES PÚBLICOS". PROMOVIDO PELO INSTITUTO
BRASILEIRO DE DIREITO ADMINISTRATIVO, NO PERÍODO DE 15 A 17 DE SE-
TEMBRO.

80. I Fórum Brasileiro de Direito Administrativo 2004
Belo Horizonte - MG

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "ANÁLISE DA SITUAÇÃO DOS SERVI-
DORES INATIVOS, SERVIDORES EM ATIVIDADE E FUTUROS TITULARES DE CAR-
GO PÚBLICO". PROMOVIDO PELA EDITORA FÓRUM, NO PERÍODO DE 06 A 07
DE MAIO.

81. IV Congresso Brasileiro de Direito do Estado 2004
Salvador - BA

COORDENADOR CIENTÍFICO E PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "A
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E EFICIÊNCIA". PROMOVIDO PELO INSTITUTO DE
DIREITO PÚBLICO DA BAHIA, NO PERÍODO DE 12 A 14 DE MAIO.

academia jurídica.pmd 67 13/3/2008, 11:57
68 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

82. Centro de Estudos da Procuradoria-Geral 2004
do Estado
Porto Alegre - RS

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA DA PREVIDÊNCIA". PRO-
MOVIDO PELA ESCOLA SUPERIOR DE ADVOCACIA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO
DOS PROCURADORES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, EM 6 DE DE-
ZEMBRO.

83. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul 2004
- Departamento de Economia e Administração
Cuiabá - MS

PROFESSOR DA DISCIPLINA "ESTATUTO DOS SERVIDORES PÚBLICOS DE MS".

84. Centro de Estudos Victor Nunes Leal
Salvador-BA

PROFESSOR PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA DA PREVIDENCIA - ANÁ-
LISE CRÍTICA DA EC Nº 41/2003", PROMOVIDO PELA UNIDADE DO CENTRO DE
ESTUDOS VICTOR NUNES LEAL, DA ADVOCACIA GERAL DA UNIAO, NO ESTA-
DO DA BAHIA, REALIZADO NO DIA 03 DE DEZEMBRO DE 2004.

85. III Congresso Goiano de Direito Administrativo 2004
Goiânia-GO

PROFESSOR PAINELISTA COM O TEMA: "INDEPENDENCIA DOS ENTES REGULA-
DORES NO DIREITO BRASILEIRO", DURANTE O PAINEL: "REGULAÇAO E SERVI-
ÇOS PÚBLICOS", REALIZADO NO PERÍODO DE 16 A 18 DE JUNHO DE 2004, NO
CASTRO'S PARK HOTEL.

86. V Encontro Anual da Asociacion de Entes 2005
reguladores de Agua Potable y Saneamiento
de las Américas - ADERASA
Gramado - RS

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "INDEPENDÊNCIA DOS ENTES REGU-
LADORES NO DIREITO BRASILEIRO E ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA". PRO-
MOVIDO PELO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE AGÊNCIAS DE REGULAÇÃO - ABAR E
AGÊNCIA ESTADUAL DE REGULAÇÃO DOS SERVIÇOS PÚBLICOS DELEGADOS
DO RIO GRANDE DO SUL - AGERGS, NO PERÍODO DE 02 A 04 DE OUTUBRO.

academia jurídica.pmd 68 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 69
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

87. V Encontro Regional de magistrados do 2005
Estado da Bahia
Salvador - BA

PROFESSOR-PALESTRANTE. PROMOVIDO PELO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ES-
TADO DA BAHIA, NO PERÍODO DE 01 DE ABRIL.

88. III Fórum Brasileiro de Direito Público da Economia 2005
- Debatendo a Regulação do Estado na Economia e
o papel das Agências Reguladoras no Brasil
Rio de Janeiro - RJ

COORDENAÇÃO CIENTÍFICA. PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE
DIREITO PÚBLICO DA ECONOMIA E INSTITUTO DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA,
NO PERÍODO DE 10 A 11 DE NOVEMBRO.

89. IV Congresso Goiano de Direito Administrativo 2005
Goiânia - GO

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "PARCERIAS ADMINISTRATIVAS E O
TERCEIRO SETOR". PROMOVIDO PELO INSTITUTO DE DIREITO ADMINISTRATI-
VO DE GOIÁS, NO PERÍODO DE 22 A 24 DE JUNHO.

90. V Congresso Brasileiro de Direito do Estado 2005
Salvador - BA

COORDENADOR CIENTÍFICO E PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "PRE-
VIDÊNCIA COMPLEMENTAR DOS SERVIDORES PÚBLICOS: RISCOS, VANTAGENS
E CONSEQUENCIAS DA ADESÃO". PROMOVIDO PELO INSTITUTO DE DIREITO
PÚBLICO DA BAHIA, NO PERÍODO DE 4 A 6 DE MAIO.

91. I Congresso Brasileiro de Licitações, Contratos 2005
e Compras Governamentais
Salvador - BA

COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "AS
PPP'S E AS 'CONCESSÕES ADMINISTRATIVAS'". PROMOVIDO PELO INSTITUTO
DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA, NO PERÍODO DE 01 A 03 DE JUNHO.

academia jurídica.pmd 69 13/3/2008, 11:57
70 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

92. IV Congresso Brasileiro de Regulação 2005
Manaus - AM

COORDENAÇÃO CIENTÍFICA E PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "AS-
PECTOS JURÍDICOS DA REGULAÇÃO". PROMOVIDO PELA ASSOCIAÇÃO BRASI-
LEIRA DE AGÊNCIA DE REGULAÇÃO, NO PERÍODO DE 15 A 18 DE MAIO.

93. IV Fórum Brasileiro sobre a Reforma do Estado 2005
- Gestão Pública e Desenvolvimento
São Paulo - SP

COORDENAÇÃO CIENTÍFICA. PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE
REFORMA DO ESTADO, INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO DO ESTADO E
INSTITUTO DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA, NO PERÍODO DE 01 A 03 DE
SETEMBRO.

94. XIX Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 2005
Gramado - RS

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REGIME PREVIDENCIÁRIO". PRO-
MOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE ADMINISTRATIVO, NO PERÍODO
DE 05 A 07 DE OUTUBRO.

95. Congresso Brasileiro de Operadores e 2005
Estudantes de Direito - Seminário Nacional
sobre o Ensino Jurídico
Fortaleza - CE

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "REFORMA DA PREVIDÊNCIA - ANÁ-
LISE DA EC 41 E DA LEI N°. 10.887/2004". PROMOVIDO PELO INSTITUTO
DELMIRO GOVEIA PARA O DESENVOLVIMENTO, NO PERÍODO DE 26 A 28 DE
ABRIL.

96. II Fórum Brasileiro sobre as Agências Reguladoras 2005
- Debatendo o Novo Marco Legal das Agências
Reguladoras no Brasil
Brasília - DF

COORDENADOR CIENTÍFICO E PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA
"LIBERDADE DE COMUNICAÇÃO E CONTROLE SOCIAL DA PRODUÇÃO
AUDIOVISUAL". PROMOVIDO PELO INSTITUTO DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA
E INSTITUTO DE DIREITO PÚBLICO DA ECONOMIA, NO PERÍODO DE 14 A 15
DE MARÇO.

academia jurídica.pmd 70 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 71
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

97. Seminário Nacional de Direito Administrativo 2005
São Paulo - SP

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "SISTEMA PREVIDENCIÁRIO DOS
SERVIDORES PÚBLICOS". PROMOVIDO PELO INSTITUTO DELMIRO GOVEIA
PARA O DESENVOLVIMENTO, NO PERÍODO DE 26 A 28 DE ABRIL.

98. Jornada de Estudos NDJ Direito Administrativo 2005
São Paulo - SP

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "ORGANIZAÇÕES SOCIAIS (LEI
Nº 9.637/98). ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE INTERESSE PÚBLICO(LEI
Nº 9.790/99). NO PERÍODO DE 17 E 18 DE OUTUBRO.

99. Congresso "Consórcios Públicos e Parcerias 2005
Público-Privadas"
Vitória-ES

PROFESSOR-PALESTRANTE, DO CONGRESSO "CONSÓRCIOS PÚBLICOS E PAR-
CERIAS PÚBLICO-PRIVADAS", REALIZADO NO AUDITÓRIO ZEMAR MOREIRA
LIMA, PREFEITURA DE VITÓRIA, NO PERÍODO DE 14 A 16 DE SETEMBRO.

100. V Fórum Brasileiro sobre a Reforma do Estado 2006
Belo Horizonte - MG

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "CONTRATOS DE GESTÃO E TER-
MOS DE PARCERIAS: ESPECIFICIDADE E DISCIPLINA JURÍDICA. PROMOVIDO
PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO, NO PERÍODO DE 21 A 23
DE AGOSTO.

101. VI Congresso Brasileiro de Direito do Estado 2006
Salvador-BA

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "DIMENSÕES DA ÉTICA NA ADMI-
NISTRAÇÃO PÚBLICA, PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO
PÚBLICO E INSTITUTO DE DIREITO PÚBLICO DA BAHIA, NO PERÍODO DE 17 A
19 DE MAIO.

academia jurídica.pmd 71 13/3/2008, 11:57
72 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

102. XX Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 2006
Goiânia - GO

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "PREVIDÊNCIA MUNICIPAL". PRO-
MOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO ADMINISTRATIVO, NO PE-
RÍODO DE 23 A 25 DE AGOSTO.

103. II Congresso Brasileiro de Licitações, Contratos 2006
e Compras Governamentais
Salvador - BA

EXPOSITOR, COORDENADOR CIENTÍFICO E PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE
O TEMA "APLICAÇÃO DA LEI DE LICITAÇÕES A ENTIDADES DO TERCEIRO SE-
TOR: ORGANIZAÇÕES SOCIAIS E ORGANIZAÇÕES DA SOCIEDADE CIVIL DE
INTERESSE PÚBLICO". PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO
PÚBLICO, NO PERÍODO DE 02, 03 E 04 DE AGOSTO.

104. II Congresso Cearense de Direito Administrativo 2006
Fortaleza - CE

PROFESSOR-CONFERENCISTA SOBRE O TEMA "OS NOVOS RUMOS DA PREVI-
DÊNCIA PÚBLICA". PROMOVIDO PELO INSTITUTO CEARENSE DE DIREITO AD-
MINISTRATIVO - ICDA, NO PERÍODO DE 21, 22 E 23 DE SETEMBRO.

105. Curso de Especialização em Direito Tributário 2007
Porto Alegre-RS

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "DIREITO TRIBUTÁRIO, NO CURSO
DE ESPECIALIZAÇAO EM DIREITO TRIBUTÁRIO, REALIZADO PELA UNIVERSIDA-
DE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL, EM 16.03.2007, NA FACULDADE DE
DIREITO DA UFRGS, EM PORTO ALEGRE-RS.

106. IV Fórum Brasileiro sobre as Agencias Reguladoras 2007
Brasília-DF

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "PARAMETRIZAÇAO DO CONTRO-
LE ADMINISTRATIVO: ALTERNATIVAS AO PARECER AGU N. 51/2006 PARA O
CONTROLE ADMINISTRATIVO DAS AGENCIAS REGULADORAS, PROMOVIDO
PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO, NO PERÍODO DE 26 E 27
DE MARÇO DE 2007, NO HOTEL GRAND BITTAR - BRASÍLIA-DF.

academia jurídica.pmd 72 13/3/2008, 11:57
Encontro de Gerações 73
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

107. VII Congresso Brasileiro de Direito do Estado 2007
Salvador-BA

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "ENRIQUECIMENTO SEM CAUSA
DO ESTADO NA PREVIDENCIA DOS SERVIDORES PÚBLICOS: DIREITOS E
CONTRIBUIÇOES EQUITATIVA, PROMOVIDO PELO INSTITUTO DE DIREITO
PÚBLICO, NO PERÍODO DE 18 A 20 DE ABRIL DE 2007, NO BAHIA OTHON
PALACE HOTEL EM SALVADOR-BA.

108. Programa de Pós Graduação Stricto Sensu 2007
Porto alegre-RS

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "DIREITO PREVIDENCIÁRIO", NO
CURSO DE ESPECIALIZAÇAO EM DIREITO TRIBUTÁRIO, REALIZADO PELA UNI-
VERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL, NO DIA 16 DE MARÇO DE
2007, NA FACILDADE DE DIREITO DA UFRGS, EM PORTO ALEGRE-RS.

109. Congresso Brasileiro de Direito Ambiental e 2007
Urbanístico
Salvador - BA

COORDENADOR CIENTÍFICO DO CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO
AMBIENTAL E URBANÍSTICO, PROMOVIDO PELO INSTITUTO BRASILEIRO DE
DIREITO PÚBLICO, NO PERÍODO DE 17 A 19 DE MARÇO DE 2007.

110. III Congresso Brasileiro de Licitações, Contratos 2007
e Compras Governamentais
Salvador - BA

COORDENADOR CIENTÍFICO E PALESTRANTE SOBRE O TEMA " CONTRATOS
DE GESTÃO NO SISTEMA JURÍDICO BRASILEIRO, PROMOVIDO PELO INSTITU-
TO BRASILEIRO DE DIREITO PÚBLICO, NO PERÍODO DE 01 A 03 DE AGOSTO
DE 2007.

111. Congresso Brasiliense de Direito Administrativo 2007
Brasília-DF

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "EXAME DE DECISÕES SOBRE O DI-
REITO ADQUIRIDO E O SISTEMA REMUNERATÓRIO DOS AGENTES PÚBLICOS,
REALIZADO PELA EDITORA FÓRUM, NOS DIAS 22 A 24 DE AGOSTO DE 2007,
NO NAOUM PLAZA HOTEL,EM BRASÍLIA-DF.

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74 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

112. XXI Congresso Brasileiro de Direito Administrativo 2007
Aracajú-Sergipe

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "TETO CONSTITUCIONAL DE RE-
MUNERAÇÃO: NOVAS QUESTÕES, REALIZADO PELA EDITORA FÓRUM, NOS
DIAS 19 A 21 DE SETEMBRO DE 2007, NO TEATRO TOBIAS BARRETO E CENTRO
DE CONVENÇÕES, PROMOVIDO PELO IBDA - INSTITUTO BRASILEIRO DE DI-
REITO ADMINISTRATIVO.

113. VI Fórum Brasileiro sobre a Reforma do Estado 2007
Rio de Janeiro - RJ

COORDENADOR CIENTÍFICO E PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "A
AUTONOMIA DAS FUNDAÇÕES ESTATAIS DE DIREITO PRIVADO NO DIREITO
BRASILEIRO", PROMOVIDO PELO IBDP - INSTITUTO BRASILEIRO DE DIREITO
PÚBLICO, NO PERÍODO DE 01 A 03 DE OUTUBRO, NO HOTEL SOFITEL.

114. II Congresso Internacional de Direito Administrativo 2007
Rio de Janeiro - RJ

PROFESSOR-PALESTRANTE SOBRE O TEMA "PROIBIÇÃO DE IR CONTRA ATOS
PRÓPRIOS E AUTOVINCULAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA DA BOA-FÉ
ADMINISTRATIVA", PROMOVIDO PELO IBDP - INSTITUTO BRASILEIRO DE DI-
REITO PÚBLICO E PELA ROCURADORIA GERAL DO MUNICÍPIO DO RIO DE
JANEIRO, NO PERÍODO DE 30 DE OUTUBRO A 01 DE NOVEMBRO, NO RIO
OTHON PALACE HOTEL.

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Encontro de Gerações 75
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

E N T I D A D E S C I E N T Í F I C A S E C U LT U R A I S
A QUE PERTENCE

1. Ordem dos Advogados do Brasil 1990
- Seccional Bahia e Seccional São Paulo

2. Instituto dos Advogados da Bahia 1991
DEFESA DE TESE EM DEZ/91

3. Fundação Escola Superior do Ministério Público 1993
MEMBRO FUNDADOR
MEMBRO ELEITO DO 1º CONSELHO ADMINISTRATIVO
COMO REPRESENTANTE DA 1 INSTÂNCIA

4. Instituto Brasileiro de Direito Administrativo 1994
MEMBRO ASSOCIADO
DIRETOR EXECUTIVO - ELEITO PARA BIÊNIO 2004-2006

5. Sociedade Brasileira de Direito Público 1998
MEMBRO DO CONSELHO TÉCNICO

6. Instituto de Direito Público da Bahia 2003
PRESIDENTE

7. Centro de Cultura Jurídica da Bahia 2003
PRESIDENTE

8. Instituto Brasileiro de Direito Público 2005
PRESIDENTE

9. Instituto Internacional de Estudos de 2005
Direito do Estado
MEMBRO DO CONSELHO DE PESQUISADORES

10. Academia de Letras Jurídicas da Bahia 2007
TITULAR DA CADEIRA N. 28 DA ACADEMIA.
POSSE EM 30/05/2007.

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76 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

AT I V I D A D E S P R O F I S S I O N A I S

1. Advogado em São Paulo 1990-1992

2. Professor Assistente de Direito Administrativo 1991
(Auxiliar de Ensino), da Pontifícia Universidade
Católica de São Paulo
PROFESSOR ASSISTENTE DO PROF. CLÓVIS BEZNOS

3. Professor Assistente de Prática Forense em 1992
Direito Administrativo (Auxiliar de Ensino),
da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
PROFESSOR ASSISTENTE DO PROF. CLÓVIS BEZNOS

4. Promotor de Justiça do Estado da Bahia 1992
CONCURSO DE INGRESSO EM 1992
NOMEAÇÃO PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO
DA BAHIA DE 22.05.1992.

5. Professor da Faculdade de Direito da 1994
Universidade Federal da Bahia
CONCURSO PÚBLICO DE INGRESSO EM 1993
NOMEAÇÃO PUBLICADA NO D.O.DA UNIÃO DE 1.10.1993

6. Consultor Jurídico do Ministério da 1995
Administração Federal e Reforma do Estado
NOMEAÇÃO PUBLICADA NO D.O.DA UNIÃO DE 31.03.1995

7. Assessor Especial do Ministério da 1995-1998
Administração Federal e Reforma do Estado
para a Reforma Constitucional
NOMEAÇÃO PUBLICADA NO D.O.DA UNIÃO DE 17.05.1995

8. Coordenador Geral do Curso de 1998-2002
Especialização em Direito Público da
Universidade Salvador - UNIFACS

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Encontro de Gerações 77
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

9. Professor de Direito Constitucional do Curso 1998-2004
de Especialização em Direito Público da
Universidade Salvador - UNIFACS

10. Professor de Direito Administrativo do Curso 1999-2004
de Graduação da Universidade Salvador
- UNIFACS

11. Professor de Marco Regulatório e Gestão 1999-2006
(Direito Administrativo) no Curso de Mestrado
Profissional da Faculdade de Administração
da Universidade Federal da Bahia - FAUFBA

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78 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

PARTICIPAÇÃO EM COMISSÕES E PROGRAMAS DE
COOPERAÇÃO TÉCNICA INTERNACIONAL

1. Cooperação Técnica Brasil- Estados Unidos da 1996
América - Programa de Visitas Técnicas sobre
Direito Administrativo Americano
Washington - EUA

2. Cooperação Técnica Brasil-França - Programa 1996
de Visitas ao "Conseil d´Etat" Paris - França.

3. Representante do Brasil na II Reunião de 1997
Coordenação de Presidências da América
Latina e do Caribe Santiago - Chile

4. Cooperação Técnica Brasil-Portugal Programa 1997
de Visitas Técnicas sobre Direito Administrativo
Português Lisboa/Coimbra - Portugal

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Encontro de Gerações 79
Posse do Acadêmico Paulo Modesto

TR A B A L H O D E A S S E S S O R A M E N TO L E G I S L AT I V O E
PA R T I C I PA Ç Ã O E M C O M I S S Õ E S E S P E C I A I S D E
E L A B O R A Ç Ã O L E G I S L AT I VA

1. Membro da Comissão de Elaboração do Esboço 1993
do Anteprojeto de Lei Orgânica Estadual do
Ministério Público da Bahia
Salvador - Bahia

PROJETO SOLICITADO PELA PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA DO ESTADO
DA BAHIA E PUBLICADO PELA ASSOCIAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA BAHIA
EM 1993.

2. Assessor para Discussão e Elaboração do 1995-1998
Texto Original da Proposta de Emenda
Constitucional da Reforma Administrativa
Brasília - Distrito Federal

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO/PRESI-
DÊNCIA DA REPÚBLICA/CÂMARA DOS DEPUTADOS E SENADO FEDERAL. EMEN-
DA CONSTITUCIONAL N. 19, PROMULGADA EM 6/06/98

3. Membro da Comissão de Juristas para Elaboração 1996
do Anteprojeto de Lei sobre Normas Gerais de
Processo Administrativo da União
Brasília - Distrito Federal

COMISSÃO INTERMINISTERIAL DEFINIDA PELA PORTARIA N. 047 DO
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E DO MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDE-
RAL E REFORMA DO ESTADO. PUBLICADA NO D.O. DA UNIÃO DE
1.02.96, SEÇÃO 2. PROJETO DE LEI N.2.464, APROVADO E CONVERTI-
DO NA LEI 9.784, DE 29 DE JANEIRO DE 1999. SECRETÁRIO GERAL DA
COMISSÃO.

academia jurídica.pmd 79 13/3/2008, 11:57
80 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

4. Membro da Comissão de Juristas para Elaboração 1998
do Anteprojeto de Lei sobre Defesa do Usuário
de Serviço Público e sobre Formas de Participação
Popular na Administração Pública
Brasília - Distrito Federal

COMISSÃO DEFINIDA PELA PORTARIA N. 894 DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E
DO MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO.
PUBLICADA NO D.O. DA UNIÃO DE 17/04/98.

5. Membro da Comissão de Juristas para Elaboração do Antepro-
jeto de Lei sobre Contrato de Gestão na Administração Pública
e Consórcios Públicos
Brasília - Distrito Federal

COMISSÃO DEFINIDA PELA PORTARIA N. 895 DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA E
DO MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO FEDERAL E REFORMA DO ESTADO.
PUBLICADA NO D.O. DA UNIÃO DE 17/04/98..

6. Membro da Comissão de Juristas para Elaboração do Antepro-
jeto de nova Lei Orgânica da Administração Federal e Entes de
Colaboração
Brasília - Distrito Federal

COMISSÃO DEFINIDA PELA PORTARIA N. 426, DE 06/12/2007, DO MINISTÉRIO
DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO. PUBLICADA NA SEÇÃO 2 DO
D.O.U. DE 10/12/2007.

BOLSA DE PESQUISA

1. CAPES - Bolsa de Mestrado São Paulo - São Paulo
ORIENTAÇÃO DO PROF. DR. CELSO ANTÔNIO BANDEIRA DE MELLO.

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82 Academia de Letras
Jurídicas da Bahia

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