You are on page 1of 34

DEZ 2005

NBR 9441

DETECÇÃO E ALARME DE INCÊNDIO
Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio
REVISÃO: 16DEZ05

Procedimento ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Av. Treze de Maio,13-28º andar Caixa Postal 1680 20003-900 Rio de Janeiro - RJ Tel.: 55 21 3974 2000 www.abnt.org.br/cb24 Copyright © 2004 ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil / Impresso no Brasil Todos os direitos reservados

Origem: Projeto NBR 9441/1994 CB-24 Comitê Brasileiro de Segurança Contra Incêndio CE-24:202.03 Comissão de Estudo de Sistemas de Detecção e Alarme de Incêndio NBR 9441 - Automatic fire detection systems - Design, installation and maintenance – Procedure Descriptors: Fire. Fire Alarm. Fire Detector. Fire Safety in Buildings Esta Norma substitui a NBR 9441/1998 Válida a partir de dd.mm.2007 Palavra-chave: Incêndio. Alarme de Incêndio. Detector. Segurança contra incêndio em edificações. 35 páginas

SUMÁRIO Prefácio Introdução 1. Objetivo 2. Referências normativas 3. Definições 4. Requisitos técnicos 5. Projeto do sistema 6. Testes de aceitação 7. Manutenção do sistema

Prefácio A ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, tais como: consumidores, fabricantes, autoridades competentes, órgãos fiscalizadores, e neutros. Os projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos CB e ONS, circulam para votação nacional entre os associados da ABNT e demais interessados, antes do inicio de sua vigência.

Introdução Esta Norma foi elaborada tendo por finalidade definir para os projetistas, autoridades competentes, consumidores, inspetores, fabricantes, laboratórios e usuários de sistemas de detecção e alarme de incêndio de edificações, o entendimento dos objetivos da detecção de incêndios e suas implicações básicas para a segurança de pessoas, do patrimônio e do meio ambiente. A tecnologia dos sistemas de detecção e alarme de incêndio é uma das que mais tem evoluído dentro da área de segurança contra incêndios, devido sua grande importância na proteção da vida humana e diminuição de perdas materiais.

TEXTO APROVADO

16DEZ2005

2

Todo incêndio se distingue pelas suas características intrínsecas. Cada uma das características presentes em um incêndio tem natureza bastante diversa. Assim sendo, a proteção adequada de determinada área ou equipamento somente será possível após cuidadoso estudo de todas as particularidades, visando o emprego dos componentes e sistemas mais eficazes para cada caso.

1. Objetivo Esta Norma estabelece as condições mínimas para elaboração de projeto, instalação, operação e manutenção de sistemas de detecção e alarme de incêndio de edificações.

2. Referências normativas As Normas relacionadas a seguir possuem disposições e informações complementares, que podem auxiliar no entendimento aos requisitos desta Norma. Recomenda-se consulta sempre a última revisão. NBR 5410 - Instalações elétricas de baixa tensão – Procedimento NBR 6146 - Invólucros de equipamentos elétricos - Proteção - Especificação NBR 7195 - Cor na segurança do trabalho - Procedimento NBR 11836 - Detectores automáticos de fumaça para proteção contra incêndio - Especificação NBR 13848 Acionador manual para utilização em sistemas de detecção e alarme de incêndio NFPA 72 - National Fire Alarm Code EN 54 - ...................................

3. Definições Para efeito desta Norma, aplicam-se as seguintes definições: 3.1 Acionador manual Dispositivo a ser acionado manualmente para dar o alarme de incêndio. 3.2 Acionador manual com função de combate Dispositivo a ser acionado manualmente para dar o alarme de incêndio e desencadear o processo de disparo de um sistema automático de combate a incêndio. 3.3 Alarme de incêndio Sinal para dar aviso de um incêndio. 3.4 Alarme falso Sinal de incêndio gerado no sistema de detecção, sem que haja princípio de incêndio ou partículas em suspensão no detector. 3.5 Alarme geral Alarme de incêndio transmitido para todas as partes da edificação. 3.6 Avisador Dispositivo sonoro e/ou visual, previsto para alertar as pessoas de situações de incêndio. 3.7 Avisador audiovisual Avisador que emite simultaneamente sinais sonoros e visuais.

TEXTO APROVADO

16DEZ2005

3

3.8 Avisador por voz Avisador destinado a alertar e orientar, através de voz ou mensagens gravadas, atitudes ou procedimentos a serem tomados, como por exemplo, o abandono da área. 3.9 Base de montagem do Detector Suporte do detector com conectores para o circuito de detecção. 3.10 Campo de visão Região de atuação de um detector representada por um cone sólido que se estende a partir do detector. 3.11 Central Equipamento destinado a processar e supervisionar os sinais provenientes dos detectores, e outros dispositivos de campo, convertendo-os em sinalizações adequadas, comandando e controlando os demais componentes do sistema de detecção e alarmes, bem como suas interfaces com outros sistemas. 3.12 Central supervisora Central que supervisiona uma ou varias subcentrais. 3.13 Chave de Bloqueio Equipamento destinado a bloquear um disparo automático ou manual de um sistema de combate a incêndios através da ação humana. 3.14 Circuito classe A Circuito supervisionado, no qual existe uma fiação de retorno à central, partindo do ultimo elemento. Este anel formado deve ser alimentado pelos dois extremos desde a central em caso de uma interrupção da continuidade da fiação. O retorno deve ter trajeto distinto da fiação de ida. 3.15 Circuito classe B Todo circuito supervisionado no qual não existe a fiação de retorno à central, de forma que uma eventual interrupção deste circuito implique em paralisação parcial ou total de seu funcionamento. 3.16 Circuito de comando Circuito destinado a comandar equipamentos relacionados ao sistema de incêndio. 3.17 Circuito de detecção Circuito supervisionado pela central, no qual são conectados os detectores, acionadores manuais ou quaisquer outros dispositivos de entrada, compatíveis com a função do sistema. 3.18 Circuito de sinalização e alarme Circuito supervisionado pela central, no qual estão conectados os avisadores. 3.19 Circuito supervisionado Circuito elétrico cuja integridade é continuamente monitorada pela central. 3.20 Comissionador Pessoa ou grupo de pessoas do cliente ou nomeado por este, com a função de supervisionar o teste e certificar o perfeito funcionamento de um sistema instalado, de acordo as normas vigentes. 3.21 Combustão Reação de oxi-redução com liberação de calor e luz e/ou fumaça 3.22 Detector ajustável Detector de incêndio que possui meios para alterar determinados valores físicos de sua operação, limitada à faixa de ajuste certificada. 3.23 Detector algorítmico

36 Detector termovelocimétrico Detector de incêndio que contém sensor termovelocimétrico.24 Detector analógico Detector de incêndio que possibilita monitorar continuamente toda a faixa de operação de seus elementos sensores. 3.25 Detector convencional Detector de incêndio que possui apenas dois estados de funcionamento: Normal e Alarme. 3.37 Indicador Dispositivo que sinaliza sonora e/ou visualmente qualquer ocorrência auxiliar relacionada ao sistema. 3.29 Detector de temperatura Detector de incêndio que contém sensor de temperatura.39 Manutenção Corretiva Serviço realizado para sanar as falhas que surgirem no sistema de detecção e alarme de incêndio. 3. cujos sinais são comparados por um circuito de lógica pré-programada para ativar o alarme. 3. 3. fumaça.30 Detector de temperatura fixa Detector de incêndio que contém sensor de temperatura fixa. 3.28 Detector de incêndio Detector de incêndio que contem sensor para identificar um ou mais fenômenos (calor.33 Detector linear Detector de incêndio destinado a atuar ao longo de uma linha física ou feixe de luz direcionado. pré-alarme e/ou falha. 3. 3. 3.34 Detector multisensor Detector de incêndio que possui mais de um elemento sensor. 3. entre outros.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 4 Detector analógico com dois ou mais critérios de avaliações das medições do ambiente.27 Detector de fumaça Detector de incêndio que contém sensor de fumaça. 3. chama) decorrentes da combustão.26 Detector de chama Detector de incêndio que emite sinal de alarme em presença de uma determinada intensidade de radiação emitida por uma chama. 3. 3. 3. 3. microprocessador e memória. capaz de realizar algumas tomadas de decisões e comunicar-se com a central.32 Detector Microprocessado Detector de incêndio dotado de sensor.38 Laço de detecção O mesmo que circuito de detecção.40 Manutenção Preventiva . indicando sua localização e estado de alarme. 3.35 Detector pontual Detector de incêndio destinado a atuar em uma área de cobertura de detecção em torno de seu ponto de instalação.31 Detector endereçável Detector de incêndio cuja localização é identificada na Central.

diagnósticos. de um alarme de incêndio e ou sistemas de emergência aos ocupantes de uma edificação ou área de risco. 3.44 Painel repetidor Equipamento destinado a repetir os eventos sinalizados pela central. cujos sinais são comparados por um circuito de lógica pré-programada. vapor ou gases que compõem a fumaça. 3.47 Sensibilidade do detector Capacidade do detector de incêndio em responder num intervalo de tempo. 3.52 Sistemas de Avisadores por Voz Sistema manual ou automático que gera e distribui instruções de voz.54 Sistema de detecção analógica Sistema de detecção que possibilita monitorar continuamente os níveis de temperatura ou fumaça. 3. 3. 3. 3. . que possui detectores com pelo menos duas unidades sensoras com critérios diferentes. calibragem.43 Módulo isolador Dispositivo utilizado para interromper parte do circuito de detecção em caso de curto-circuito. 3. 3. cujas condições de alarme. como sinal de alerta e abandono. destinado a alimentar. falha ou normal.53 Sistema de detecção algorítmica Sistema de detecção analógica. 3. ao estímulo de pelo menos um dos produtos da combustão. 3. 3.45 Painel sinóptico Equipamento que apresenta graficamente eventos sinalizados pelo sistema.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 5 Serviço realizado para efetuar testes periódicos de funcionamento.41 Módulo de entrada e/ou saída Dispositivo supervisionado interligado ao circuito de detecção. interligado a uma central. 3.56 Sistema de detecção endereçável Sistema de detecção capaz de identificar individualmente o dispositivo acionado. presentes no ambiente. fumaça e chama. supervisionar e identificar um circuito de detecção convencional.55 Sistema de detecção convencional Sistema de detecção. 3.46 Produtos de combustão Elementos desenvolvidos na combustão constituídos de calor. 3.42 Módulo endereçável para laço convencional Dispositivo conectado a um circuito de detecção endereçável. 3.49 Sensor de fumaça Dispositivo que atua na presença de partículas sólidas. que permite receber e/ou enviar sinais para os equipamentos ligados ao sistema.50 Sensor de temperatura fixa Dispositivo que atua a uma temperatura determinada. são classificadas por valores elétricos. identificando somente o laço correspondente.51 Sensor termovelocimétrico Dispositivo que atua na variação de temperatura em um determinado intervalo de tempo.48 Sensor de chama Dispositivo que atua na presença de chama. regulagem e limpeza do sistema de detecção e alarme de incêndio.

i) Deve possuir borne adequado para aterramento com cabo de bitola calculada para o sistema. h) Quando metálico.1.1. devem ser executadas através de bornes apropriados e devidamente identificados. d) Desligamento de um ou mais circuitos de detecção por meios adequados. 4.firma instaladora. dos avisadores e ativar os circuitos de comando necessários. k) Deve possuir identificação com no mínimo as seguintes informações: .58 Subcentral Central auxiliar autônoma.5 mm2. em casos de emergência. que ocorrem em sua área de atuação. 4.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 6 3. no caso de sistemas convencionais e para cada evento.1 Quanto ao aspecto construtivo: a) Construção em estrutura rígida e grau de proteção de acordo com o local de instalação. a central deve possuir: a) Indicação visual individual de incêndio para cada circuito de detecção. 3. modelo e número de série.3 Quanto às indicações e controles. no caso de outros sistemas. supervisionada pela central supervisora.1.Data de entrega do sistema 4.ano de fabricação. deve permitir: a) Ligação de avisadores. Requisitos Técnicos Todos os equipamentos pertencentes ao Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio deverão atender aos requisitos mínimos descritos a seguir: Nota: Normas brasileiras deverão prevalecer sobre as internacionais. ao seu dispositivo de detecção.nome do fabricante. o armário da central deve possuir fundo anticorrosivo antes da pintura de acabamento. d) Face frontal protegida contra operações acidentais ou dolosas. impedindo o acesso de pessoal não autorizado ao manuseio dos instrumentos e controles. como também alarme de abandono do local. parcial ou total. expresso em anos. . controles.59 Vida útil do detector Tempo. contudo.57 Sistema de detecção por amostragem de ar Sistema destinado a atuar quando produtos da combustão. b) Instalação de tipos diferentes de indicação sonora ou visual. a contar da sua fabricação. alarme e comando. permitindo. c) Instalação de dispositivo de inibição dos indicadores sonoros no campo. são levados através de rede de tubulação e sucção de ar. dentro do qual o detector deve atender aos requisitos estipulados pelo fabricante 4. endereço e telefone. f) Deve possuir meios para identificar os circuitos de detecção e indicação da respectiva área ou local protegido. . e bornes de ligação. .2 Quanto aos recursos. indicadores externos e comandos necessários. sinalizando tal evento. j) Todas as ligações entre central e os componentes externos.Norma atendida e edição . b) Construção adequada à manutenção sem remoção do local de instalação.1 Central 4. 3. e) Instalação de dispositivos manuais destinados ao acionamento seqüencial. c) Acesso aos instrumentos. e) Deve possuir compartimento adequado para alojar as baterias seladas. g) Dimensões compatíveis com a quantidade de circuitos de detecção. a leitura dos principais sinais visuais. preferencialmente pela face frontal. alimentados pela própria fonte ou por uma fonte secundária. . endereço e telefone. sendo uma para incêndio e outra para falha. sendo a mínima permitida de 2.

f) O equipamento de recarga das baterias deve ser dimensionado para atingir 80% da carga nominal do sistema.1. d) As cores das indicações deverão ser: vermelho para alarme de incêndio. ao circuito de maior consumo do sistema em alarme de fogo. circuitos de sinalização e alarme e circuitos de comando. devem ser dimensionados para atuarem entre 150 % e 250 % da máxima corrente em alarme. por um período mínimo de 24 horas e. 4. O reset do alarme memorizado deve ser manual. a indicação sonora seja ativada novamente. deve ser previsto um tipo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. permitindo sucessivas inibições. a central deve: a) Possuir sempre uma fonte de alimentação principal e uma de emergência. b) Indicações visuais de incêndio dos diferentes circuitos de detecção devem ser memorizadas individualmente. para não ser danificado quando conectado a baterias completamente descarregadas. e entre fonte de alimentação e o modulo eletrônico principal da central. c) Indicação visual individual de falha para cada circuito de detecção. mantém-se o período mínimo em condições normais.1. As fontes de alimentação devem ser supervisionadas e dimensionadas para o consumo máximo do sistema. baterias ou fonte de emergência.5 Quanto à filosofia de funcionamento: a) Indicações de incêndio devem ter prioridade sobre as demais indicações. de modo que na ocorrência de novo alarme de incêndio ou falha. Caso seja um sistema de voz. durante pelo menos 15 minutos. g) Os circuitos de alarme e comando devem ser protegidos contra rompimento e curto-circuito. as baterias devem possuir capacidade de operar todos os avisadores de alarme usados para o abandono ou localização de emergência por 5 minutos. em no máximo 18 horas.4 Quanto à alimentação elétrica. alarme e comando. e) O equipamento para recarga das baterias deve possuir limitador automático de corrente. 4. f) Dispositivo de inibição do indicador sonoro da central. com capacidades iguais e tensão nominal de 24 Vcc. que possibilite a atuação automática de qualquer nova informação de incêndio ou falha. destinado ao comando de equipamentos auxiliares. amarelo para falha e verde para funcionamento normal. devem ser supervisionados contra interrupção de linha e esta sinalizada como falha. depois do fim deste período.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 7 b) Indicação sonora e visual geral de incêndio. com a bateria ou fonte de emergência desconectada. c) A fonte de emergência ou bateria deve ter suficiente capacidade para operar o sistema de detecção e alarme em condições normais (sem alarmes). e no caso de abandono deve operar todos os equipamentos de voz por 15 minutos. avisadores e comandos acionados. b) A fonte de alimentação principal deve ter capacidade para atender simultaneamente. . g) Os fusíveis e disjuntores de proteção da fonte de alimentação principal ou de emergência. j) A central deve ter pelo menos um contato reversor. sem antes normalizar ou reparar o elemento que gerou a ocorrência. d) São aceitáveis duas ou mais fontes de alimentação. sinalizando a ocorrência. i) As indicações visuais de incêndio ou falha não poderão ser canceladas ou inibidas. f) Todos os circuitos de detecção devem ser protegidos contra curto-circuito. e) Indicação sonora e visual de fuga à terra. deve ser no máximo 30 segundos e para falha. h) Tempo de resposta para a sinalização de um alarme de incêndio na central. d) Indicação sonora e visual de falha geral . com todos os indicadores. sinalizando a ocorrência. g) Sinalização de interrupção na alimentação da rede elétrica Vca. h) A partir de 10 indicadores (LED’s ou lâmpadas). e) Todos os circuitos de detecção. c) Deve ser possível silenciar manualmente a indicação sonora dos eventos. no máximo 2 minutos. que em conjunto constituem a fonte principal e suprem as necessidades do sistema.

de maneira que não possa causar lesões às pessoas. 4.5 mm2.3. d) As cores a serem utilizadas nas indicações visuais são: vermelho para alarme de incêndio.2 Quanto às indicações: a) Utilização de indicadores acústicos e visuais.3 Devem ser resistentes à umidade e à corrosão existentes no ambiente. 4.TEXTO APROVADO 4.2 Devem ser resistentes às possíveis mudanças de temperatura do ambiente. f) Existência de borne para aterramento. 4. deve ser construído sem cantos vivos. sendo uma para incêndio e outra para as demais indicações. tipo.10 Todos os equipamentos utilizados em áreas classificadas. que opere automaticamente no caso de atuação do mesmo. 4. g) Todas as ligações entre o painel repetidor e os componentes externos deste.3. 4. 4. 4. h) O armário do painel repetidor ou sinóptico.9 Os detectores de chama cuja detecção pode ser prejudicada pela sujeira no sistema óptico. devem ser à prova de explosão ou intrinsecamente seguros. temperatura.3.3.8 A indicação de alarme deve ser vermelha e a de funcionamento (opcional) de acordo com a especificação de cada fabricante.3. com aprovações para a classe de risco do local de instalação por entidades competentes.1 Quanto ao aspecto construtivo: a) Construção em estrutura rígida e grau de proteção de acordo com o local de instalação. que podem ocorrer normalmente.6 Todas as referências de valores dos detectores deverão ser apresentadas no sistema internacional de medidas (SI). sem gerar alarmes falsos ou falhas.3. devem indicar falha nesta condição.1 Devem atender no mínimo aos requisitos especificados nesta Norma. 4. 4.7 Os detectores pontuais devem conter indicação visual no próprio corpo ou em sua base. b) Repetir no mínimo.2 Painel repetidor e Painel Sinóptico 16DEZ2005 8 4. e) Dimensões compatíveis com a quantidade de circuitos de alarme. deve ser previsto um tipo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos.2. devidamente identificados.3 Detectores de Incêndio 4. d) Deve possuir meios para identificação dos circuitos e indicação da respectiva área ou local protegido.3. e deve ser fixado de forma segura.2. 4. as sinalizações gerais de incêndio. c) Acesso aos componentes e ligações preferencialmente pela face frontal. ou alterações na sensibilidade. . e) A partir de 10 indicadores (LED’s ou lâmpadas). com memória e possibilidade de reset somente pela central.5 Devem ter identificação de seu fabricante.3.4 Devem ser resistentes a vibrações e impactos existentes no ambiente protegido. devem ser executadas através de bornes apropriados. para um cabo até 2. amarelo para falha e verde para funcionamento. faixa e/ou parâmetros para atuação convenientemente impressos em seu corpo. c) Possuir tipos diferentes de indicação sonora.3.3. dentro da previsão de vida útil fornecida pelo fabricante. b) Construção que permita manutenção no local de instalação. 4.

2 Os condutores elétricos devem ser de cobre. que tragam risco ao operador.2 Devem atender às normas de especificação quanto à robustez mecânica. devem atender aos requisitos da 4. Sua fixação na parede pode ser de maneira sobreposta ou embutida. 4. permitindo a identificação do dispositivo acionado.1 Os circuitos dos sistemas de detecção e especificação NBR 5410.75 mm2. 4. e ter isolação não propagante a chama.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 9 4.2 Devem conter informações de operação no próprio corpo. de tal maneira que evitem lesões às pessoas. umidade e pontos de ligações elétricas. deverão possuir tensão de isolação mínima de 600 Vca e bitola adequada. são necessários meios de proteção mecânica e contra indução eletromagnética.6.4. nas condições normais de trabalho desse ambiente. para impedir dano mecânico ao dispositivo de acionamento.6.4.3 No caso de possuir dispositivo de rompimento para acionar.6 Fiação 4.4. ambas supervisionadas eletronicamente.3 Quando utilizados fios ou cabos elétricos sem blindagem.6.5. deformação.5 Avisadores e indicadores 4. 4. de intensidade luminosa mínima de 30 candelas em seu eixo principal. Em caso de grandes áreas externas ou pátios. com resistência térmica maior ou igual a 70ºC.5. Quando estas forem na forma escrita. 4.50 mm2.5. esse dispositivo quando rompido. sendo a mínima permitida de 0. sendo a mínima permitida de 0.4 Deve ser de acionamento do tipo travante. rígidos ou flexíveis.4. Nestes casos devem ser utilizados eletrodutos .4. devem ser em língua portuguesa (Brasil). 4.3 Não devem apresentar falhas.4. 4. de forma clara e em lugar visível após a instalação. 4.5. 4.5. resistência à corrosão. 4.1 Devem ser na cor vermelha e possuir corpo rígido. é permitido utilizar tensões superiores desde que a fonte de energia seja garantida por fonte de alimentação principal e fonte de emergência.5 Os avisadores visuais deverão possuir luz piscante.6 É recomendado que o acionador manual sinalize localmente as condições de alarme e supervisão da linha de detecção.5 Devem ser construídos sem cantos vivos. Os fios e cabos singelos. queda de rendimento sonoro ou visual perceptível. 4. não deve formar fragmentos cortantes. todos os avisadores sonoros e visuais deverão possuir tensão de operação nominal de 24 Vcc. de alarme. Este tipo de acionamento obriga coloca-lo manualmente em posição normal e não eletronicamente via central de alarme.4 Nos sistemas de detecção e alarme de incêndio.4 Acionadores manuais 4. 4. deverão possuir tensão de isolação mínima de 300 Vca e bitola adequada.1 Devem ter características de audibilidade ou visibilidade compatíveis com o ambiente em que estão instalados. 4. de forma a serem ouvidos ou vistos em qualquer ponto do ambiente em que se encontram. Os cabos multipares. por pelo menos 60 minutos de funcionamento continuo.

5 O sistema deve ter todos os eletrodutos. para quaisquer outros sistemas. em complemento a esta norma. caixas de ligação e conduletes.18 Para instalações em locais ao tempo. 4. acionadores manuais.6. Estas cores deverão ser mantidas ao longo de toda a extensão do circuito. calha ou bandejamento aberto. devem ser instaladas nas interfaces com outros tipos de fios ou cabos.15 Em cada circuito do sistema. calhas. deve ser pelo menos 20ºC superior à máxima temperatura esperada.6. sendo seguramente aterrados. 4.6.14 Todas as interligações dos componentes entre si e destes com a central.13 A utilização de fios flexíveis somente é aceita. aterramentos individuais. Quando necessárias.8 Quando o encaminhamento de fios e cabos passar por locais sujeitos a altas temperaturas. os condutores elétricos devem possuir cores distintas. quando todas as ligações forem executadas com terminais apropriados à bitola do cabo e dos parafusos dos terminais.17 A distância mínima entre cabos ou fios do sistema de detecção e os fios de energia de alimentação 127/220 Vca. de forma a identificar a correta polaridade do circuito. conduletes. a isolação térmica dos condutores elétricos.6. ou em caixas terminais com bornes apropriados.6. 4. 4. com as características do item 4. devidamente aterrados e identificados. ou quaisquer meios sujeitos a interferências eletromagnéticas. calhas e bandejamentos metálicos fechados. os fios e cabos devem ser necessariamente blindados. devem ser protegidas contra danos mecânicos. de uso exclusivo do sistema de detecção de incêndio. blindagens adicionais. deverão ser obedecidas as normas específicas.6. 4. áreas classificadas ou à prova de explosão.6. 4. . perfilados.6. 4.4 Em caso de utilização em eletrodutos não metálicos. 4. Não é permitida a utilização dos condutores de um mesmo cabo multipar. deve ser de 50 cm.6. bandejas. 4. ligados a um mesmo referencial de terra. 4.11 Os fios. 4.6.6 Nos casos de cabos multipares. preferencialmente o da área de instalação da central. 4.9 Para o dimensionamento elétrico dos condutores.6. 4. A capa externa dos cabos aparentes deve ser vermelha. A blindagem deve ser devidamente aterrada na central. as emendas deverão ser feitas nos bornes de detectores. a máxima queda de tensão admissível para os circuitos de detecção é de 5% e para os circuitos de alarme e comando. devem ser adotadas medidas complementares de isolamento eletromagnético.6. entre a central e o ponto mais distante do sistema. etc.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 10 metálicos rígidos ou flexíveis. avisadores. blindagens de cabos e partes metálicas.12 A resistência Ohmica da blindagem dos cabos não pode exceder 50 Ohm. correspondentes ao grau de proteção e classificação dos ambientes protegidos.10 Não são permitidas soldas ou emendas de fios ou cabos dentro de eletrodutos.6.6. devem ser claramente identificadas.2.6. tais como: separação física. no mínimo até uma altura de 2 m.7 Em locais sujeitos a fortes campos eletromagnéticos. em condições de operação normal. de 10%. caixas de distribuição com terminais apropriados para este tipo de cabo. 4. 4.16 Descidas de cabos para a interligação de acionadores manuais.6. cabos e cabos multipares do circuito de detecção e alarme de incêndio devem ser de uso exclusivo do sistema.

4.7 A resistência Ohmica dos eletrodutos metálicos. conduletes.7.7. a cada 3 m no máximo.5 Quando utilizadas tensões de alimentação diferentes de 24 Vcc nos circuitos de sinalização. atender exclusivamente a este sistema. 4.7.11 e 5. 4.8 A blindagem eletrostática dos fios ou outros tipos de proteção contra influências de campos eletromagnéticos. não pode exceder 50 Ohm entre a central e o ponto mais distante do sistema.7. rigidez mecânica compatível com o ambiente de instalação e condições satisfatórias de aterramento. Projeto do sistema .19 Fibras ópticas são permitidas na interligação entre os equipamentos do sistema de detecção de incêndio.12.6. deve-se prever uma adequada separação entre os circuitos para a proteção física dos cabos. 5. em complemento a esta norma. garantindo a proteção mecânica e eletromagnética da fiação que passa por eles. Se a continuidade elétrica dos eletrodutos não pode ser garantida pela própria interligação. ou seja.7 Eletrodutos 4.9 No caso da interligação subterrânea de vários edifícios a uma única central de detecção e alarme.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 11 4. 4.7.30 m para circuitos instalados na vertical e 1.11 Para circuito Classe A.7.2 Devem ser preferencialmente metálicos.7. Podem ainda.7. 4.20 m quando os circuitos estiverem instalados na horizontal.3 O sistema deve ter todos os eletrodutos. ser aparentes ou embutidos. áreas classificadas ou à prova de explosão. alarme e comando. No caso de ser inevitável a penetração de água. recomenda-se uma separação mínima de 0. na cor vermelha. especial atenção deve ser tomada com relação à impermeabilização dos eletrodutos entre os prédios. devem ser instalados cabos de cobre nus e abraçadeiras para interligar os eletrodutos eletricamente.6 O eletroduto deve ter perfeita continuidade elétrica. deverão ser obedecidas as normas específicas. desde que atendam aos requisitos de supervisão ininterrupta entre transmissor e receptor. 4.12 Para instalações em locais ao tempo. não deve permitir que tensões induzidas sobre os fios dos circuitos superem 5% da tensão nominal de trabalho e a flutuação contra o potencial de terra supere 15 Vpp. Bandejas abertas só podem receber cabos com blindagem eletrostática. preferencialmente o da área de instalação da central. o projetista ou instalador. 4. ligados a um mesmo referencial de terra. 4. blindagens de cabos e partes metálicas. sendo seguramente aterrados.4 Para facilitar a manutenção.7. deve prever meios eficientes de drenagem.7.7. 4. é recomendável a instalação de caixas terminais junto à prumada de cada andar de edifícios. A fiação deverá ser instalada conforme item 5.10 Toda a rede de eletrodutos do sistema de detecção e alarme de incêndio deve ser identificada com anéis de 2 cm de largura mínima. correspondentes ao grau de proteção e classificação dos ambientes protegidos. 4.1 Toda a rede de eletrodutos de um sistema de detecção e alarme de incêndio deve ser dedicada. Cada eletroduto deve possuir pelo menos uma identificação.19.7. com bornes devidamente identificados. 4.19. os eletrodutos destes circuitos deverão ser distintos dos eletrodutos dos circuitos de detecção. 4.

consumo e os respectivos locais de instalação. os requisitos a seguir: 5. utilizando-se as convenções gráficas contidas na Tabela 1 e nas demais normas brasileiras.7. mostrando uma interligação entre todos os equipamentos interligáveis nos circuitos de detecção.2 A área de instalação da central não deve estar próxima a materiais inflamáveis ou tóxicos. O projeto deve conter no mínimo. consumo e os respectivos locais de instalação.6 Quadro resumo da instalação. 5. caixas e identificação dos bornes de ligação de todos os equipamentos envolvidos. deve ser ventilada e protegida contra a penetração de gases e fumaça. para não causar pânico na atuação de um detector.1 No desenho do projeto devem estar localizados todos os equipamentos do sistema e o esquema típico de instalação dos mesmos. c) Quantidade e tipo de indicadores ou avisadores correspondentes a cada circuito.5 Deve-se prever um espaço livre mínimo de 1 m2 em frente à central. e entre estes e a central.4 O local de instalação da central deve permitir a rápida comunicação entre este e o Corpo de Bombeiros e Brigada de Incêndio. Todos os equipamentos deverão possuir numeração de circuito e sua identificação dentro do sistema. como salas de controle.4 Manuais de Operação. normalmente se opta por ativar somente a sirene da central da sala de segurança. 5. 5. salas de segurança ou bombeiros. em pelo menos dois locais supervisionados por pessoal treinado.7.7. 5. 5. Manutenção Preventiva e Corretiva do Sistema. 5.2 Especificação dos equipamentos e as características dos materiais de instalação. sob vigilância 24 horas por dia de operadores habilitados e treinados.8 Bateria ou fonte de emergência .3 O local de instalação da central deve possuir rotas de fuga seguras para os operadores.3 Trajeto dos condutores elétricos nas diferentes áreas. a central de detecção deverá ativar automaticamente avisadores sonoros. d) Quantidade e tipos de equipamentos a serem atuados em cada circuito de comando. local ou pavimento. 5. acionadores manuais e módulos eletrônicos correspondentes a cada circuito. cinema.7. . como shopping center. 5.5 Diagrama multifilar típico. comandos e ferramentas necessárias. temporizações.7. 5. e) Tabela da lógica dos alarmes. b) Quantidade e tipo de detectores. 5.7 Central 5. 5. destinado a manutenção preventiva e corretiva. Neste caso. alarme e comando. sinalizações. hospital.7. com identificação dos riscos envolvidos. comandos e avisadores para abandono do local. dimensões dos eletrodutos. portaria principal de edifícios. consumo e os respectivos locais de instalação. 5.7 Em locais de grande público. recomenda-se que a central ative automaticamente o alarme geral. conforme Tabelas 2 e 3: a) Número de circuitos de detecção e sua respectiva área.6 Na atuação de um detector. ar condicionado e o fechamento dos damper’s e portas corta-fogo da área em alarme.1 Deve ser localizada em áreas de rápido acesso. Se o alarme não for reconhecido em no máximo 5 minutos. 5. a central deve possibilitar o comando automático do sistema de ventilação.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 12 O projeto de sistemas de detecção e alarme de incêndio deve conter todos os elementos necessários ao seu completo entendimento.7. com instruções completas de todas as operações.

ou que indiquem a possibilidade de alarmes indesejáveis. 5.9.9 Painel repetidor e painel sinóptico 5. Nesta corrente.3 No interior das centrais só deverão ser instaladas baterias seladas. materiais existentes nas áreas protegidas. ficar 20% abaixo de sua tensão nominal. quando a tensão com carga medida em seus terminais.8. 5.11 Detectores de temperatura São detectores de incêndio utilizados para monitorar ambientes com presença de materiais.7 No cálculo da capacidade da bateria. adicionar 10% e calcular a bateria com os dados do fabricante. cuja característica no início da combustão é gerar muito calor e pouca fumaça. 5. 5. b) Somar todas as correntes presentes na central em estado de alarme no local de maior consumo de corrente. em estado de repouso.4 Baterias não seladas devem ser instaladas em uma caixa separada da central. o projetista deve anotar essas considerações no projeto e manual de manutenção e o período de manutenção deve ser ajustado para essa realidade.1 O local de instalação da bateria deve ser bem ventilado e deve permitir fácil acesso para manutenção. com todos os avisadores de alarme usados para o abandono ou localização da emergência.8.1 Deve ser instalado nos locais onde seja necessária ou conveniente a informação precisa da área ou setor onde ocorre o alarme.6. 5.6 Considerar a bateria descarregada.9. Nesta corrente. 5. que diminuem o intervalo entre as manutenções e a vida útil dos detectores . Deve ser inibida a penetração de gases da bateria no interior da central através dos eletrodutos.5 Para o calculo da capacidade da bateria ou fonte de emergência. do ambiente em que esta estará instalada.2 Quando não for alojada no interior da central. adicionar 10% e calcular a bateria com os dados do fabricante. forma e altura do teto. NOTA: Se a área supervisionada possui poeira. para evitar acúmulo de gases tóxicos e corrosivos.8.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 13 5. c) A bateria escolhida deverá possuir a capacidade maior que a soma dos dois cálculos acima. considerar a temperatura mínima.8. entre outras características de cada instalação.10 Detectores de incêndio A seleção do tipo e local de instalação dos detectores deve ser efetuada com base nas características mais prováveis de um princípio de incêndio e do julgamento técnico considerando-se os parâmetros: aumento da temperatura. ou seja. onde os detectores de fumaça estariam sujeitos a alarmes indesejáveis. seguir o procedimento abaixo: a) Somar todas as correntes internas e externas presentes na central. a bateria deve ser instalada em área protegida e ventilada. gases ou muitas partículas em suspensão. São também indicados para ambientes com vapor.2 O local escolhido deve ser suficientemente protegido para evitar a inutilização prematura do painel pela fumaça ou pelo fogo. 5. produção de chama. para 5 minutos de autonomia. manutenções mais freqüentes do que indicado no item 7.8. 5. produção de fumaça. ventilação do ambiente. para 24 horas de autonomia. . 5.8.8. fumaça ou gases agressivos. 5.

conforme tabela abaixo. 5.11.5 m de largura por 16.20 m (ver Figura 10). a seleção da temperatura ou faixa de atuação do detector deve ser feita de acordo com a Tabela 4. são necessários 2 detectores (ver figura 9a). 5.1 A máxima área de cobertura para um detector pontual de temperatura. devendo o mesmo ser instalado na laje.11. 5. 5.11.21 m e 0. sendo permitidas interpolações para valores intermediários: . ou em casos específicos. a máxima área de cobertura do detector deve ser reduzida para dois terços. é de 36 m2. partindo-se dos detectores. 5.60 m.2 Os detectores de temperatura devem estar localizados no teto.15 m e 0. que excedam as especificadas no item 5. desde que obedecendo a máxima área de cobertura do detector de 36 m2.11. 5. devem estar contidos nesse círculo (ver Figuras 6a e 6b). não precisa ser aplicada quando for instalado pelo menos 1 detector em cada “caixa” formada por vigas. de um detector de temperatura. o posicionamento dos detectores de temperatura deve ser executado de forma que.7 A redução da área de cobertura. inscrito em um círculo cujo raio será igual a 4. qualquer ponto do teto não esteja a distância superior a 4. embora sua área seja 72 m2. Da mesma forma.11.11. a localização dos detectores deve ser definida dividindo-se a área a ser protegida em quadrados ou retângulos menores. Ex: para proteção de um local com 1.6 Se a altura da viga medida abaixo da laje for maior que 0.9 Em locais com teto plano e altura superior a 5 m. Essa área pode ser considerada como um quadrado de 6 m de lado. de dimensões compatíveis com as da referida figura.30 m do teto (ver Figura 7). embora sua área seja de 24.8 Em áreas cuja temperatura do teto seja normalmente elevada. ou seja 18 m2. devendo o mesmo ser instalado na laje. um ambiente de 8 m x 9 m. o espaçamento entre detectores térmicos deverá ser reduzido. 5.5 m de comprimento. Para proteção de áreas retangulares.15 m da parede lateral ou vigas.75 m2. na parede lateral. indique seguramente um princípio de incêndio.11.8 – Faixa de atuação do detector Temperatura máxima do teto (ºC) 47 69 111 152 194 249 Temperatura de atuação do detector (ºC) 57 a 79 80 a 121 122 a 162 163 a 204 205 a 259 260 a 302 5. b) termovelocimétricos: instalados em ambientes cuja rapidez na elevação da temperatura no sensor.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 14 Os tipos de detectores pontuais de temperatura mais utilizados são: a) temperatura fixa: instalados em ambientes onde ao se atingir determinada temperatura no sensor.11. indique seguramente um princípio de incêndio.3 Em áreas com teto plano. instalado à uma altura de até 5 m e em teto plano ou com vigas de até 0.20 m.11.61 m.5 Se a altura da viga medida abaixo da laje for entre 0.20 m. distantes no mínimo 0. a uma distância entre 0.1 (figuras 6a e 6b).11. 5. a máxima área de cobertura do detector deve ser reduzida para a metade. deve ser protegido por 4 detectores. ou seja 24 m2.4 Para proteção de áreas irregulares.11. os retângulos correspondentes a essas áreas. Tabela 5.

20 m.50 m2.12. 5. distantes no mínimo 0.11. 5. devem estar contidos nesse círculo (ver Figuras 11a e 11b). inscrito em um círculo.0 Espaçamento máximo (m) 6.2 Os detectores de fumaça devem estar localizados no teto.30 m do teto (ver Figura 7).61 m. onde os detectores de fumaça estariam sujeitos a alarmes indesejáveis. alternativas com outros tipos de detectores de incêndio deverão ser analisadas pelo projetista.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 15 Tabela 5. ou seja.12.12.0 >10. de dimensões compatíveis com as da referida figura. a localização dos detectores deve ser definida dividindo-se a área a ser protegida em quadrados ou retângulos menores. .12.11. 5.8 Em tetos com vigas. Da mesma forma.12.12. Se a altura da viga medida abaixo da laje for entre 0.4 4. a máxima área de cobertura do detector deve ser reduzida para a metade.4 Para proteção de áreas irregulares. a máxima área de cobertura do detector deve ser reduzida para dois terços. em casos específicos. os detectores podem ser instalados junto à laje ou abaixo da viga. Para proteção de áreas retangulares.0 8. deve ser protegido por 4 detectores (ver figura 18b). Essa área pode ser considerada como um quadrado de 9 m de lado. Ex: para proteção de um local com 1. qualquer ponto do teto não esteja a distância superior a 6. gases ou muitas partículas em suspensão.0 9.6 5. ou para conseguir menor tempo de resposta em um caso específico.0 6. ou.15 m e 0.5.30 m. partindo-se dos detectores. a uma distância entre 0. cuja característica no início da combustão é a geração de fumaça. não precisa ser aplicada quando for instalado pelo menos um detector em cada “caixa” formada por vigas.1 A máxima área de cobertura para um detector pontual de fumaça. 5.12.50 m de largura por 25 m de comprimento. 5.0 7. que excedam as especificadas no item 5. Em ambientes com presença de vapor. quando ocorrer estratificação da fumaça conforme 5. na parede lateral.0 5. 40.12. um ambiente de 12 m x 23 m.2 4. são necessários 2 detectores (ver figura 18a).8 4. ou seja. os retângulos correspondentes a essas áreas.21 m e 0. instalado à uma altura de até 8m e em teto plano ou com vigas de até 0. 5. é de 81 m2. o posicionamento dos detectores de fumaça deve ser executado de forma que.12.50 m2.3 Em áreas com teto plano.15 m da parede lateral ou vigas.7 A redução da área de cobertura. de um detector de fumaça.6 Se a altura da viga medida abaixo da laje for maior que 0.1 (figuras 11a e 11b). Os detectores pontuais de fumaça mais utilizados são dos tipos óptico (fotoelétrico) e iônico.0 5.60 m. embora sua área seja de 37. desde que obedecendo a máxima área de cobertura do detector de 81 m2.9 – Redução de espaçamento em função da altura Altura do local (m) Até 5.30 m (ver Figura 19).12. 5. 5.12 Detectores de fumaça São detectores de incêndio utilizados para monitorar basicamente todos os tipos de ambientes contendo materiais. cujo raio será igual a 6. 54 m2.

no máximo a 1 metro da cumeeira.0 15.4 58.8 46.9 Para a distribuição de detectores de fumaça em tetos inclinados. devem ser tomados cuidados adicionais na escolha e localização dos detectores de fumaça. A estratificação ocorre quando.35 Plantas industriais ∠ 10.13 Áreas com alta velocidade de ar Trocas de ar por hora 60. o ar aquecido através da combustão de algum material.0 12. deve ser feita de acordo com as características de início de combustão dos materiais contidos na área supervisionada.0 Figura 5.6 Área de ação do detector (m2) 11. Como a temperatura do ar próximo ao teto é normalmente mais alta.0 30.12. com ou sem chama.12. o ar aquecido por uma combustão sem chama. A velocidade do ar ambiente junto aos detectores. ou pequeno foco de incêndio. deve-se locar uma fileira de detectores.10 5.7 81.1 69. deve ser obtida através da tabela abaixo. deve-se prever a instalação de detectores alternadamente no teto e em níveis alterados.10 A escolha do detector de fumaça.2 34. pode ter força de ascensão insuficiente para atingir o detector. Esta troca de ar é expressa em trocas de ar por hora. 5.6 23.12. 5.0 10.12. Este fenômeno é chamado estratificação.50 Tabela 5. áreas limpas ∠ 4.12.5 ∠ 0.12. Todos os detectores devem possuir sensibilidade mínima de acordo com os valores da tabela abaixo: Tipos de ambiente Sensibilidade % obsc/m dB/m Hospitais.12.11 O fenômeno da estratificação do ar pode impedir que partículas de fumaça ou gases gerados por uma combustão.7 ∠ 0. acrescentando-se a seguir a quantidade de detectores necessária. Em instalações onde haja a possibilidade de ocorrer o fenômeno da estratificação e seja necessária a detecção de combustão sem chama.12 Em locais cuja velocidade do ar é elevada.20 Escritórios e similares ∠ 7. tornando-se menos denso que o ar ambiente.13 Áreas com alta velocidade de ar (não aplicável em entrepisos e entreforros) .9 ∠ 0.12. sobe até alcançar um nível onde a temperatura do ar ambiente é equalizada. não pode ser maior que a velocidade máxima especificada pelo fabricante dos mesmos. sendo permitidas interpolações para valores intermediários: Tabela 5.0 < 8.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 16 5. alcancem um detector instalado no teto.0 20. A redução da área de ação do detector a ser aplicada em função da troca de ar.13 A área de ação dos detectores de fumaça diminui à medida que aumenta o volume de ar trocado no ambiente. conforme Figura 13. 5. baseando as medidas na projeção horizontal do teto (ver Figura 12).

12). 5.13 Detectores de chama São instalados em ambientes onde o surgimento de uma chama pode provocar uma rápida propagação do incêndio. esta deve ser claramente registrada no projeto executivo e aceita pelo cliente.12.20 Num ambiente totalmente protegido por um tipo de detector. sistemas de ar condicionado. O sistema de detecção deve funcionar com e sem ventilação ou ar-condicionado ligados. os detectores de fumaça devem ser instalados em níveis de no máximo 8 metros de altura cada. utilizando-se outro tipo de detecção com maior sensibilidade.12.21 Quando a detecção da fumaça só pode ser garantida em uma condição específica do ambiente. Recomenda-se a instalação de coletores de fumaça com área mínima de 900 cm2.15 Quando detectores forem instalados em dutos. é permitida uma proteção adicional em uma determinada área. 5. Por exemplo.12. para assegurar a detecção do foco de incêndio na área por ele protegida. Exemplo: portas ou janelas abertas.50 m dos pontos de insuflamento ou entrada de ar no ambiente.19 Cada ambiente deve ser protegido por um tipo único de detector. sistema de ventilação. 5. os detectores devem ser instalados preferencialmente próximos aos retornos deste fluxo e adicionados detectores apropriados para dutos.12. 5.18 Em locais de armazenamento com prateleiras com altura superior a 8 m. em todos os detectores localizados nos níveis intermediários. 5. Sua instalação deve ser executada de forma que seu campo de visão não seja impedido por obstáculos. utilizando-se detectores específicos para dutos ou dispositivos especiais.12. Os detectores devem cobrir a área protegida de forma que não haja pontos encobertos onde uma possível chama possa ser gerada. etc. 5. 5.1 Os detectores de chama são recomendados nas seguintes aplicações: .12.17 Em locais com altura superior a 8 metros.14 Em ambientes dotados de sistemas de ar condicionado ou ventilação forçada.12. não é permitido proteger parte de um ambiente com detectores de fumaça e a parte restante com detectores térmicos. especial atenção deve ser tomada com relação à velocidade do ar (ver 5. 5. são complementares e não substituem os detectores destinados a proteger uma determinada área.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 17 5. 5.13. recomenda-se a distribuição de detectores nas prateleiras em níveis.12. Deve-se evitar a instalação dos detectores a menos de 1.12. de acordo com a Figura 17.16 Detectores instalados no interior de dutos ou retornos de ar.

TEXTO APROVADO 16DEZ2005 18 a) Áreas onde uma chama possa ocorrer rapidamente. c) Áreas ou instalações de alto risco de incêndio. deve ser de 5 segundos.13.14. áreas de armazenagem e transferência de materiais inflamáveis. necessitando manutenção. pela fonte da central ou fonte auxiliar. b) Áreas abertas ou semi-abertas onde ventos podem dissipar a fumaça e calor.35 mícron IR : 0.11 Os tempos de resposta na detecção de chama variam de acordo com o combustível. ou áreas com solventes.distancia entre detector e a provável chama .1.2 A localização. considerando: . de forma a não diminuir sua sensibilidade entre as manutenções preventivas.tipo principal de radiação gerada em função do combustível envolvido . infravermelho de comprimento de onda simples.3 O máximo alcance do detector se encontra no eixo de um cone imaginário. os detectores devem ser protegidos por anteparos ou instalados de forma a evitar alarmes indesejáveis.13. tais como: ultravioleta.5 Os detectores de chama devem possuir as mesmas supervisões eletrônicas exigidas para os detectores pontuais de fumaça ou temperatura.propósito do sistema . espaçamento e tipo dos detectores de chama deverão resultar de uma análise do risco.13. áreas de produção petroquímica. tais como hangares.3.tempo de resposta desejado 5.76 a 4. 5. os detectores devem ser alimentados em 24 Vcc. O tempo máximo de resposta requerido para detecção de uma chama conforme definido em 6. 5. para todo ambiente. conforme especificação do detector.16. o projeto do sistema deve considerar o combustível mais desfavorável para detecção. 5. 5.70 mícron 5.4. quando não definido na especificação do detector. 5.4 Em locais com vários tipos de combustíveis.8 Dispositivos para evitar acúmulo de pó ou sujeira na lente do detector deverão ser previstos. obedecendo aos requisitos do item 4. Cada uma dessas tecnologias possui tempo de resposta específico e as seguintes faixas espectrais: UV: 0.13. não originados por um incêndio.presença de outras radiações . distância e tecnologia de detecção.sensibilidade do detector . instalações de gás combustível.13.13.10 a 0.13.campo de visão do detector . 5. cabines de pintura. infravermelho de comprimento de onda múltiplo e combinação de ultravioleta e infravermelho.13.9 Durante a execução do projeto devem ser verificadas possíveis fontes de emissão de radiação que possam atuar o detector sem a presença de chamas.13. deve ser prevista uma redução da distancia de cobertura ou acrescentados mais detectores. ressalvando o disposto no item 5. 5.tamanho da chama a ser detectada . . impedindo a ação dos detectores de fumaça e temperatura. 5.13. freqüentemente conjugados com um sistema de combate automático de incêndios. Nas áreas protegidas fora deste eixo.7 Quando necessário. Esta redução de sensibilidade nos extremos do campo de visão do detector.6 Quanto à alimentação elétrica. deve ser considerada de 50 % do valor do eixo principal do cone.13. Recomenda-se que o detector de chama possua um dispositivo que indique sujeira na lente.10 Detectores de chama são classificados pelo tipo de radiação.

2 O detector deve detectar obscurecimento causado por pequenas partículas na projeção do raio de luz. os detectores devem ser alimentados em 24 Vcc.locais de difícil acesso para instalação e manutenção de detectores pontuais.7 Detectores lineares de fumaça serão posicionados com seus feixes projetados em direção paralela ao teto. 5. ambientes industriais e áreas de plataformas móveis.13. turbinas. Existem dois tipos de detectores lineares de fumaça.5 Quanto à alimentação elétrica.15 Quando os detectores de chama forem utilizados para comandar sistemas automáticos de combate a incêndios.13. enviando um sinal ao receptor para análise. 5.14. campo de visão e sensibilidade a serem utilizados no projeto executivo do sistema. devem ser aprovados por norma especifica que possua ensaios de vibração.locais com forte ventilação .14. desde que instalados fora do local de interferências.1 É um sistema composto por um emissor.3 Caso o feixe de luz no receptor se interrompa totalmente. para evitar atuação indevida. devem constar no projeto e Manual de Operação. fornecidas pelo fabricante. para seu funcionamento normal conforme estabelecido nesta norma.16 Em riscos especiais com alto potencial de explosão ou rápida propagação de chamas. .Locais com grande interferência eletromagnética ou vibração. compressores.locais com altura elevada (teto alto) . Em casos especiais os feixes poderão ser instalados verticalmente ou em qualquer angulo necessário para oferecer proteção a riscos como prumadas de cabos elétricos em um edifício. enviando um sinal de alarme à central. aquele que o emissor e receptor se encontram alinhados e distantes um do outro. pela fonte da central ou fonte auxiliar.14. deve-se escolher o detector de chama com tempo de resposta mais adequado ao tipo de risco.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 19 5. 5. durante um período e tamanho pré-determinado. 5.4.14.13. a máxima e mínima distancia entre emissor e receptor. .14.12 Os detectores de chama e respectivos suportes de fixação. até um receptor que manda um sinal a uma unidade de controle para análise.4 Devido à característica do emissor e receptor poderem ser instalados a grande distancia ou fora da área de interferências. compatíveis com o tempo de resposta exigido no risco protegido.13 Devem possuir proteção contra interferências eletromagnéticas e de rádio freqüência. 5. conforme as instruções documentadas do fabricante. 5.6 Além dos requisitos normais. obedecendo aos requisitos do item 4.14.14. tais como. um sinal de falha deverá ser ativado na central de alarme. atuando em circuito simples ou cruzado.14 Os critérios de alcance.14 Detector Linear de Fumaça 5. Especial atenção deve ser tomada com o agente extintor. que deve possuir velocidade de descarga e extinção. sendo que o raio emitido pelo emissor reflete em um prisma (refletor) colocado no extremo oposto. 5. . devem ser obrigatoriamente verificados através das características técnicas do detector.13. bem como valores máximos e mínimos para o ajuste de sensibilidade. recomenda-se a atuação simultânea de pelo menos dois detectores. 5. antes da descarga do agente extintor.13. 5. e aquele onde ambos fazem parte de um conjunto. 5.1. é indicado para ambientes com as seguintes características: . quando instalados em ambientes com muita vibração.locais onde o comprimento é proporcionalmente bem superior à largura. que projeta um feixe de luz cônico modulado através de uma área livre. 5.

00 m.9 Em instalações que requeiram mais de um conjunto de detector linear de fumaça.14. e nunca ultrapassar 7.. Este tipo de detector linear de temperatura é normalmente utilizado em bandejas de cabos.15. 5.6..75 metros.14.1 Detector utilizado para aplicações localizadas.13 Normalmente o emissor é instalado junto à uma parede e o receptor/refletor na parede oposta. Utilizados em aplicações especiais.50 metros. O cabo é composto de dois ou mais condutores. recomenda-se adotar entre 0.15 Em locais que possuem vigas.) 5. 5. levando em consideração as características do teto e ventilação.1.. Em caso de atuação entra em curto-circuito e a localização da elevação de temperatura pode ser determinada neste tipo de detector linear de temperatura. 5.14..TEXTO APROVADO 16DEZ2005 20 5. de forma a proteger integralmente o ambiente.12. Os detectores lineares possuem diversos princípios de funcionamento citados a seguir.1 Detector linear de temperatura tipo cabo É um cabo que detecta o aumento de temperatura em qualquer parte de sua extensão constituído de um sensor de temperatura fixa. e nunca ultrapassar 15 metros. não deve exceder a máxima distancia especificada pelo fabricante. para evitar interferência entre equipamentos vizinhos (emissor/receptor).5 e 5.. esteiras rolantes e similares.. como também nos detectores instalados longitudinalmente.15 Detectores lineares de temperatura São dispositivos lineares que detectam aumento de temperatura ao longo de sua extensão.14. isolados individualmente com um polímero sensível ao calor.12 O feixe de detecção deverá estar preferencialmente instalado no sentido longitudinal do teto e próximo das saídas de ar do ambiente..16 Em locais cuja área a ser protegida for maior que 50% da área coberta por um detector linear. não deve exceder a máxima distancia especificada pelo fabricante.14. 5... Neste caso a distancia entre as extremidades adjacentes dos feixes. o espaçamento entre feixes dos detectores lineares deverá obedecer aos requisitos dos itens 5. Entretanto é permitido instalá-los em um ponto rígido.14. A distancia entre o detector e o plano do teto deverá ser a especificada na documentação do fabricante e caso não definida.12. a uma distancia da parede de até 1/4 da máxima distancia entre feixes de detecção especificada pelo fabricante.) 5...14. é permitida a instalação de dois ou mais feixes de detecção alinhados e complementares.15. devendo ser instalado próximo ou em contato direto com o material a ser protegido.. deve ser inferior a 1/4 da máxima distancia entre feixes de detecção especificada pelo fabricante. (ver figura .10 A distancia entre o emissor e o receptor/refletor. 5. (ver figura . mas nunca excedendo 3.14. mas nunca excedendo 3. 5.14 Em locais cujo comprimento seja maior que a máxima distancia entre emissor e receptor/refletor especificada pelo fabricante.. (ver figura .) 5. devendo ser instalados próximos ou em contato com o material a ser protegido. a fim de se evitar movimentos de ar ou estratificação que impeça o funcionamento normal do detector.14.11 A distancia entre os feixes de detecção.30 e 1. e nunca ultrapassar 100 metros.8 Os detectores lineares não devem ser localizados rentes ao teto. Para definir comprimento . no mínimo dois detectores deverão ser instalados. Os detectores próximos às paredes deverão ser instalados a uma distancia de até a metade da máxima distancia especificada pelo fabricante.75 metros. recomendase que estes sejam instalados de forma alternada. 5. 5. Essa forma de instalação deverá ser prevista tanto na instalação dos componentes transversais.

16. se utilizado.2 O tempo máximo de transporte da amostra de ar do ponto mais distante até a câmara de análise do dispositivo detector.4 Detectores por amostragem de ar devem emitir um sinal de falha caso o fluxo de ar saia da faixa especificada pelo fabricante.16.1 Cada ponto de amostragem de um sistema de detecção de fumaça por amostragem de ar será considerado como um detector pontual para o propósito de posicionamento e espaçamento. através de uma tubulação calculada. Os pontos de amostragem e o filtro de linha.16.15.16. Este detector tem sensores de pressão instalados nas extremidades de um tubo. raio limite da área de cobertura e características físicas do cabo deve-se consultar o fabricante. não poderá exceder a 120 segundos.15. de forma a realizar uma verificação imediata do local e tomar as providências apropriadas ao estágio em questão. A área de proteção deste detector e as aplicações típicas. implicará num aumento da pressão e esta atuará os sensores das extremidades. a localização da elevação de temperatura pode ser determinada neste tipo de detector linear de temperatura.7 A tubulação e as conexões da tubulação de amostragem de ar devem ser estanques e instaladas de forma permanente. resistência mecânica. devem ser mantidos limpos conforme as instruções documentadas do fabricante.16. A tubulação do sistema de amostragem deve ser claramente identificada a cada 3 m. A área de proteção deste detector e as aplicações típicas.5 O sistema de detecção por amostragem de ar deverá ser capaz de distinguir partículas de poeira das de fumaça.16. Pela sua arquitetura e sensibilidade. cujas informações são importantes para programar os níveis de alerta e alarmes. Locais onde é desejado ter um aviso de incêndio num estágio bastante precoce. através de filtro de ar ou circuito eletrônico discriminador de tamanho de partícula. 5. com as seguintes características: Locais com grande interferência eletromagnética ou de rádio freqüência. são iguais ao item 5. flexibilidade. a pressão também aumenta.1. 5. conforme se aumenta a temperatura. 5. É considerado um sistema de alta sensibilidade. com o texto “Detecção de incêndio – Tubo de amostragem” . 5.2 Detector linear de temperatura tipo fibra óptica Grandezas físicas mensuráveis como temperatura. 5. Caso exista alteração da temperatura ao longo de qualquer ponto deste tubo. Esse tipo de sistema torna-se ainda mais eficiente quando monitorado por uma equipe treinada. desde que o detector seja instalado fora do local da interferência.15. 5.16. Locais onde existam equipamentos ou processos sensíveis à contaminação por fumaça. 5.6 O sistema detector deve possuir meios de monitoração do ar ambiente. 5. aspirando o ar do ambiente.16 Sistema de detecção por amostragem de ar O sistema de detecção por amostragem de ar opera de forma ativa. são iguais ao item 5. Como resultado da atenuação da luz na fibra de vidro devido à dispersão luminosa. pressão ou força tem influência sobre as fibras de vidro e mudam localmente as características da luz refletida no interior desta.3 O projeto da rede de tubulação de amostragem deve garantir uma sensibilidade e tempo de resposta do sistema no mínimo equivalente a uma rede de detectores pontuais.1. 5. e fazendo-o passar pela câmara do detector. 5.15.1. é recomendado para ambientes especiais.1.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 21 máximo.3 Detector linear de temperatura tipo pneumático Este tipo de detector é baseado no principio físico que mantendo um volume de gases constante.

.16.10 Em instalações onde o l cal protegido é estanque ou com diferença de pressão com a o atmosfera externa. a sensibilidade dos pontos de amostragem determina a sensibilidade do sistema.3 Sistema de Detecção Vertical. Deverá ser obedecida a mínima sensibilidade para cada ponto de amostragem de acordo com a tabela do item 5. ou encaminhada para um ambiente onde não possa formar uma atmosfera explosiva.16. conforme item 5. onde os pontos de amostragem são localizados dentro de painéis elétricos. eqüivale à sensibilidade da câmara de detecção. A sensibilidade do sistema será calculada como uma relação direta entre a sensibilidade da câmara de detecção e a quantidade de pontos de amostragem como em 5. esta configuração é utilizada para otimizar a sensibilidade do sistema de detecção e diminuir sensivelmente seu tempo de resposta. protegendo ambientes separados. escadaria. eqüivale a um sistema de detecção com 40 detectores pontuais. com o mínimo de perdas em materiais de alto valor agregado ou que afetem a linha de produção. 5. quando for instalado o tubo de amostragem na posição vertical ou inclinada. equipamentos de telecomunicações. limitada pela velocidade máxima do ar no ponto de amostragem especificada pelo fabricante. pode ser calculada como uma relação direta entre a sensibilidade da câmara de detecção e a quantidade de pontos de amostragem. 5. a sensibilidade do sistema nesta configuração.1. aparelhos de diagnóstico médico. Exemplo: Um equipamento de detecção por amostragem de ar com sensibilidade de 0.16. 5. assumindo que todos os pontos foram calculados para uma sensibilidade uniforme. podem ser aplicados e configurados como segue: 5.11 Quando o local protegido for uma área classificada. quando os pontos de amostragem são localizados diretamente no fluxo de ar do ambiente protegido.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 22 5.1% obscurecimento/metro.8. a sensibilidade do sistema nesta configuração eqüivale à sensibilidade da câmara de detecção. Nesta configuração. limitada pela velocidade máxima do ar no ponto de amostragem especificada pelo fabricante.16. A tubulação de exaustão deverá retornar ao mesmo ambiente onde ocorreu a aspiração.16. atrium.16. cada um com sensibilidade de 4% obsc/m.8. máquinas industriais.9 Sistemas de Detecção de Alta Sensibilidade possuem a capacidade de detectar um princípio de incêndio num estágio bastante precoce e emitir um aviso. informática.16. 5. devido à sua alta sensibilidade. Esta configuração é opcional e deve ser usada como um sistema complementar a outros sistemas de detecção do ambiente. Quando este aviso precoce é gerenciado por uma equipe treinada para uma imediata verificação do local em alarme. o equipamento de detecção por amostragem de ar deverá ser aprovado para a mesma classificação de Zona Ex. A efetiva sensibilidade de cada ponto de amostragem.8.1 Sistema de Detecção Principal.8 Os sistemas de detecção por amostragem de ar.2 Sistema de Detecção Secundário.4 Sistema de Detecção Localizada.12. Este requisito é aplicável quando o equipamento de detecção estiver instalado dentro ou fora da área protegida e classificada como explosiva. etc. etc.12. Devido ao efeito da cumulatividade e poucos pontos de amostragem. 5. o tubo de exaustão do ar de amostragem deverá retornar ao mesmo ambiente onde ocorreu a aspiração. onde os pontos de amostragem são localizados com o mesmo critério especificado para os detectores pontuais de fumaça. 5. Esta configuração é opcional e deve ser usada como um sistema complementar a outros sistemas de detecção do ambiente.16. utilizado quando o objetivo é a detecção rápida.16.10. Devido ao efeito da cumulatividade e poucos pontos de amostragem.8.8. tomando as providências apropriadas neste estágio precoce do sinistro. em locais com altura elevada como torres. este sistema de detecção torna-se mais eficiente. Devido à característica de alta sensibilidade da câmara de detecção. com um total de 40 pontos de amostragem. para evitar alteração no fluxo de ar de amostragem calculado no projeto.

CPVC ou outro material autorizado pelo fabricante do detector.16. c) O tubo capilar poderá ser de material flexível desde que este material seja estruturado. não deve ser superior a 30 metros. como sinal de laço cruzado destinado à descarga de agente extintor de incêndio. que se garanta que não haverá deformação no orifício amostral com o passar do tempo. na forma embutida ou de sobrepor.16. isto é.20 m e 1. 5. . d) Tubo capilar é um recurso especial dos sistemas de aspiração e sua utilização pressupõe um completo domínio desta técnica. de qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo. Deve ser indicado no desenho o comprimento máximo dos tubos de amostragem permitido pelo fabricante do detector e o comprimento máximo atingido no projeto.1.16. pela fonte da central ou fonte auxiliar.17 A utilização de tubos capilares como ponto de amostragem de ar em sistemas de detecção por aspiração.10.16. na cor vermelho segurança. de um mesmo detector de amostragem de ar.50 m para evitar a deformação após alguns meses. deve ser fornecido o desenho isométrico com os comprimentos e diâmetros dos tubos. 5. fica condicionada às seguintes regras: a) O projeto deve fazer menção específica do uso do tubo capilar e este deve constar claramente nos cálculos de vazão do sistema. Devido sua alta sensibilidade. executado através de software específico do fabricante do detector. tais como: nas saídas de áreas de trabalho. suportes rígidos deverão ser instalados no máximo a cada 1. 5.3 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa.16.17. tubos semi-rígidos poderão ser utilizados. obedecendo aos requisitos do item 4.4.8. principalmente no quesito comprimento máximo de cada capilar e quantidade destes por sistema. Os tubos serão unidos por conexões do mesmo material dos tubos. tanto por parte do projetista com o software apropriado. também deve obedecer à mínima sensibilidade por ponto exigida na tabela do item 5.12.1.12 Não se recomenda a atuação de sistemas de combate a incêndios somente pelo sinal de um detector de amostragem de ar.17 Acionador Manual 5. conexões.2 Deve ser instalado a uma altura entre 1.16. como do instalador e do comissionador do sistema.14 No projeto de sistemas de detecção por amostragem de ar. tempo de transporte da amostragem e sensibilidade total do sistema. 5. A sensibilidade total do sistema será calculada como uma relação direta entre a sensibilidade da câmara de detecção e a quantidade de pontos de amostragem como em 5. respeitando as recomendações e limitações especificadas pelo fabricante. Quando fabricados em PVC ou CPVC. saídas de emergência para o exterior. latão. etc. b) Cada ponto de amostragem que utilize capilar. Em projetos especiais.17. em corredores.18 Quanto à alimentação elétrica. 5.17.1 a 5. desde que sejam respeitados os raios mínimos de curvatura e teste para verificar que a sensibilidade do sistema não é afetada. 5.16. recomenda-se confirmar seu sinal de alarme com outro tipo de detector de fumaça.1 Devem ser instalados em locais de alto trânsito de pessoas em caso de emergência.60 m do piso acabado. áreas de lazer. e que sua fixação não interfira no fluxo de ar. 5. PVC.6.13 Não se permite utilizar dois níveis de alarme. de forma estanque e sem deformação na temperatura máxima do local de instalação. além dos documentos requeridos nos itens 5.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 23 5.16 Os tubos de amostragem deverão ser rígidos e poderão ser fabricados em cobre. posição e diâmetro dos pontos de amostragem.15 O projetista deverá fornecer memória de calculo indicando o diâmetro e pressão negativa em cada ponto de amostragem. 5. os detectores devem ser alimentados em 24 Vcc.16. 5.

. a uma altura entre 2. 5.17.4 Nos edifícios com mais de um pavimento. for inferior a 30 metros. com relação a rompimento de fios e cabos em suas ligações. Os mezaninos só estarão dispensados desta exigência.18 Avisadores 5. cada pavimento da edificação deve possuir pelo menos um acionador manual. em qualquer ponto do ambiente no qual estão instalados.1. 5. 5. em quantidades suficientes. devendo ser instalados preferencialmente na parede.18. sem impedir a comunicação verbal próximo do local de instalação. nos locais que permitam sua visualização e/ou audição.1 Devem ser instalados.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 24 5. nas condições normais de trabalho deste ambiente.50 m.2 Avisadores devem ser supervisionados pela central. do ponto mais desfavorável do mezanino até o acionador manual mais próximo.5g.3 Os avisadores visuais deverão ter intensidade luminosa mínima de 15 cd e máxima de 300 cd. conforme item 4.18.20 a 3. de forma embutida ou sobreposta. se a distância percorrida por uma pessoa.18.

seguir as tabelas de corrente máxima por bitola de fios e cabos.19.12 Em locais sujeitos a alagamentos.10 O tipo de fusível escolhido para cada ponto de proteção. devem ser obedecidos os requisitos de normas específicas de sistemas de combate a incêndios. 5.7 Os circuitos destinados a fechamento automático de portas corta-fogo. devem ser supervisionados contra rompimento dos fios.20. 5. 5. esta também deverá ser supervisionada contra interrupção. e atender ao requisito de máxima queda de tensão. deverão ser utilizados fios e cabos com isolação e proteção própria para estes ambientes.20. consegue chegar a um local seguro. deve ser do tipo de laço cruzado ou pelo menos dois detectores independentes devem entrar em estado de alarme.3 Em locais habitados. caminhando em velocidade não superior a 40 metros/minuto.20 Sistemas automáticos de combate a incêndios 5. deve ser indicado nos desenhos técnicos da central ou da instalação.4 Para o calculo do tempo de abandono. 5. e somente após isto.19. deve-se considerar o tempo que uma pessoa. devem ser supervisionados eletronicamente. 5.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 25 5.20. mesmo situada em local e condição mais desfavoráveis da área protegida.1 Os requisitos deste capítulo se destinam somente à parte elétrica e eletrônica dos sistemas automáticos de combate a incêndios.7 Os acionadores manuais para atuação de sistema de combate. tempos de descarga.9 Os fusíveis e disjuntores de proteção utilizados no sistema.6 O sistema de detecção com laço simples só pode ser utilizado para comandar sistema de extinção. conforme item 4. alarmes e comandos no campo.13 A utilização de quaisquer dispositivos de seccionamento ou bloqueio nos circuitos de detecção.19. 5. fica condicionada à existência da correspondente sinalização do estado destes na central. podem atuar sobre os dois laços simultaneamente. 5.2 Todos os circuitos de comando para descarga de sistemas automáticos de combate a incêndios. durante um tempo suficiente para abandono das pessoas presentes no local.19. 5. 5.19. configurações do sistema.11 Circuitos de interligação entre várias edificações com uma única central devem: a) Possuir fiação blindada eletrostaticamente.8 Para o dimensionamento dos fios e cabos. da corrente nominal do circuito protegido.20.20.6. e esse sinalizado como falha na central. preferencialmente na central. dispositivos de segurança.9.20. c) A blindagem dos cabos de interligação deve ser devidamente aterrada em um único ponto. . efetuar a descarga do agente extintor. 5. Para os cálculos de agente extintor. e outros meios mecânicos. 5. em sistemas convencionais. a central deve atuar dispositivos sonoros e visuais.7.9. b) Possuir dispositivos que evitem induções ou neutralizem diferença de potencial.19. temporizador e após isto atuar o sistema de combate.5 O sistema de detecção que comanda um sistema de combate automático em local habitado. devem ser selecionados para atuação entre 150 a 250%. Caso seja utilizada fonte auxiliar de energia para o fechamento. 5. 5.20.19. d) Os eletrodutos deverão ser instalados conforme item 4. em locais onde o agente extintor não apresente risco às pessoas. atuar os avisadores de abandono.

a central energizará o dispositivo de descarga do agente extintor. de acordo com 5.18 Recomenda-se que as passagens horizontais e verticais de cabos. devam ser fechadas permanentemente contra passagem de fumaça e calor.20. com elementos de vedação resistentes ao fogo. deverão possuir sons diferentes.8 As sonorizações de alarme na área protegida para primeiro detector atuado. bandejamentos e tubulações. em tom distinto do pré-alarme.19 Deve ser previsto um dispositivo de disparo manual mecânico do sistema de combate. 5. 5.20. primeiro alarme.10 Em áreas habitadas. 5. o sistema de combate automático. com pelo menos 15 cd de intensidade luminosa. deve obedecer à seqüência abaixo.14 A função de bloqueio não pode inibir a supervisão eletrônica dos elementos de detecção e dos equipamentos a serem comandados. o sistema deve prever uma chave de bloqueio do sistema de combate montada próxima da porta principal. devem ser na cor vermelha 5R4/14 Munsell. 5. com indicação visual das saídas de emergência disponíveis. 5.20. quando aplicável. d) Iniciar temporização para ativação do sistema de combate. que inibe a descarga do agente extintor. para a brigada de incêndio poder verificar a origem do alarme.20. se não houver bloqueio.15 O sistema deve possuir chave manual de seleção de descarga principal ou descarga reserva. 5. A chave de bloqueio possui comutador travante ou não. sistemas de ventilação.20 Toda tubulação. e dispositivos de alívio de pressão.13 A função de bloqueio deve ser operável.16 Em áreas com presença humana.20. b) Desligamento da energia elétrica.17 É recomendado que o sistema automático de combate comande as operações abaixo. 5. 5. damper’s de insuflamento e retorno de ar.20.20.20. devem ser sinalizadas na central. b) Na atuação do segundo detector. que impossibilite a descarga do agente na presença de pessoas. 5.20. confirmação da necessidade da descarga do sistema de combate automático. tanques e cilindros do sistema automático de combate.20. 5. onde aplicável: a)Ativação do pré-alarme na atuação do primeiro detector. imediata ativação do alarme sonoro de abandono. e) Ao termino da temporização. por um tempo predeterminado.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 26 5.9 Em áreas com sistemas de combate. 5.20. antes e durante todo o período de temporização. diretamente na válvula do agente extintor e nas válvulas direcionais. devidamente identificada. e válvulas de alimentação de combustíveis. deverão ser instalados avisadores visuais de abandono.12 No caso de um sistema de combate para proteção de várias áreas isoladas.4. ar condicionado e bombas de combustíveis. onde aplicável. .11 Todas as operações de bloqueio no sistema de combate.20. 5.20. e para segundo detector atuado. o bloqueio deve ser individual. c) Abertura da válvula direcional correspondente ao risco. que estejam bloqueadas pelo sistema de controle de acesso ou outros meios. c) Fechamento de portas corta-fogo.20. onde aplicável: a) Destravamento de saídas de emergência e portas de fuga.

7 Devem ser executados testes de circuito aberto. pessoal técnico capacitado e demais meios necessários. No caso de extinção com CO2. devendo este atuar dentro de 30 segundos. Estes eventos devem ser sinalizados na central.20. no mínimo às exigências desta norma.6 Acionadores manuais Todos os acionadores manuais devem ser ativados adequadamente.4 Todos os detectores térmicos e termovelocimétricos devem ser ensaiados através do uso de gerador de ar quente. Devem ser executados dois testes em cada dispositivo. sendo um de atuação e outro de audibilidade e visibilidade.2 Em locais cuja ventilação forçada. 6.3 Os resultados dos testes devem ser registrados e assinados pelo cliente e fornecedor. vigas. 6. devem ser efetuados testes para verificação das condições de funcionamento de todos os equipamentos e atender.1 Na impossibilidade de execução dos testes com o equipamento de injeção de gás. 6. atualizados de acordo com a montagem final. este deve atuar no máximo em 60 segundos. que produza próximo ao detector. O teste de curto-circuito deve ser efetuado conectando-se condutores de cada circuito. devendo dispor de todos os equipamentos. anteparos ou qualquer ocorrência que possa colocar em dúvida a detecção do sinistro. estes podem ser realizados produzindo-se fumaça através da combustão de materiais semelhantes aos existentes no ambiente protegido. antes da entrada de pessoas. 6. especial atenção deve ser tomada nas partes baixas como pisos elevados. o sinal de alarme na central deve atuar no máximo em 30 segundos. diagrama de interligação. indicando corretamente o local ou a linha em alarme. uma temperatura 10% superior à nominal do detector. no máximo em dois minutos. Quaisquer ensaios de combustão devem ser realizados sob autorização e responsabilidade do cliente.21 Depois da extinção do incêndio. entre si. recomenda-se realizar o ensaio prático para avaliar o desempenho do sistema conforme 6. manuais.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 27 5. O teste de fuga a terra consiste em conectar cada condutor do circuito de detecção ao aterramento do sistema. em 15 segundos. instrumentos. a área deve ser bem ventilada e oxigenada.5. deverão atuar automaticamente no tempo especificado. 6. fazendo-se operar um detector ou acionador manual correspondente ao circuito do avisador em teste.14. pois envolve risco de acidente e ocorrerá deposição de resíduos de combustão nos detectores e equipamentos do local. fazendo parte do certificado de garantia do sistema. devendo este operar no máximo. dutos. 6. O teste de circuito aberto consiste em desconectar um dos fios de cada tipo de equipamento existente no circuito ensaiado ou retirar o detector de sua base.6. etc. desenhos de instalação. na presença de um representante do cliente final. 6 Testes de Aceitação Para efeito de entrega e aceitação dos sistemas de detecção e alarme de incêndio. 6. Os avisadores temporizados pela central.5 Utilizando-se equipamento adequado e injetando-se o gás de teste apropriado dentro da câmara de detectores de fumaça. porão de cabos. em 90 segundos.8.1 Verificação da documentação técnica do sistema. Tais testes devem ser executados pelo fornecedor do sistema. em pontos aleatórios de cada um dos circuitos de detecção. No caso de detectores com retardo no sinal de alarme.1 a 5. fuga a terra e curto-circuito. 6.1 O teste de atuação em todos os avisadores deve ser efetuado. . eliminando os gases tóxicos originados no processo de combustão. galerias subterrâneas e outras dependências interligadas. 6. e verificado que a central seja ativada no máximo. conforme itens 5. 6.8 Teste dos avisadores e indicadores.

borne de ligação. 6. 6. estando a fonte de emergência ou bateria do sistema desconectada. verificar que é perfeitamente identificável seu estado de operação. . existe a informação de como operar a central. 6. A fonte principal não poderá apresentar nenhuma falha neste período. na distância mínima frontal de 15 m de qualquer avisador.9 Central de Detecção O teste da central objetiva a verificação de funcionamento de cada uma das funções desta e dos circuitos de detecção.3 O teste de visibilidade consiste em . em português.3 Verificação da acessibilidade para a operação e manutenção. mantendo uma área livre mínima de 1 m2 em frente à central.2 O teste de audibilidade consiste em verificar que o avisador sonoro é perfeitamente audível em qualquer ponto do ambiente no qual está instalado. nem tensão de saída abaixo de 24 Vcc ou acima de 32 Vcc. verde para funcionamento. e repetida na subcentral.9.8. em caso de alarme ou falha.9.9. 6. 6. 6. no caso do alarme ser recebido durante um falha anunciado. A Central deve possuir tecla para inibir o aviso sonoro manualmente. 6. 6.9.deve ser verificada a comunicação entre as subcentrais e a central supervisora. somente são eliminadas com a normalização do elemento defeituoso.1 Nos casos de sistemas com subcentrais controlando vários prédios independentes: . mas a cada novo evento. deve ser indicado na central supervisora. circuito ou fusível são identificados adequadamente e de que os pontos alimentados com 115/230 Vca estão devidamente sinalizados e protegidos contra toque acidental.9. 6. b) falha na ligação da bateria ou sistema de alimentação de emergência. Esta verificação deve ser feita na pior situação. O som de alarme tem prioridade sobre o som de falha e muda o tom. c) baixa isolação ou fuga à terra. reativar o alerta sonoro automaticamente. conforme item 4.4 Verificação de que cada módulo. 6.10 Verificação de que dentro da central ou na parede perto dela.8 Verificação de que todas as indicações de falha na Central. considerando-se a luz natural e artificial do ambiente. apesar do nível de ruído do local nas condições normais de trabalho.7 Verificação de que todos os alarmes são memorizados na central e a indicação do alarme somente é eliminada com a normalização do elemento em alarme e reset da central. energizar o circuito de maior consumo de corrente por 10 minutos. . 6.1.2 Verificação de que o armário da central está apropriado ao lugar da instalação.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 28 6.5 Verificação da sinalização padrão: vermelho para alarme.um curto-circuito ou uma interrupção nos fios de interligação. 6.12 Com a fonte de alimentação principal. com sons distintos para falha e alarme.os testes de funcionamento dos subsistemas devem ser executados com cada subcentral funcionando independentemente da central supervisora.9 Verificação das seguintes sinalizações de falha: a) falha na alimentação primária.9.8. Outras cores somente podem ser utilizadas para a indicação de informações secundárias.11 Verificação das informações de identificação do fabricante.9.9.9.9. alarme e comandos a ela interligados. amarelo para falha.9.9.1-k. 6. 6.6 Verificação de que a alteração de um estado de funcionamento para outro é acompanhada por um aviso sonoro. .

Recomendamos a utilização de lanternas compatíveis com o modelo / fabricante do detector. recomenda-se o teste de chama real conforme o item 6. térmicos ou de chama.quem garante que os resíduos da combustão não prejudicarão nem contaminarão os equipamentos. deverão atuar automaticamente no tempo especificado. h) Caso haja dúvidas na sensibilidade ou posicionamento dos detectores. pintura. e) Repetir este teste para todos os detectores de chama do sistema.13. c) Verificar se o sistema não apresenta falha nos circuitos utilizados pelos detectores. d) Utilizando uma fonte de emissão UV e/ou IR dentro do cone de visão de um detector e dentro da distância aprovada para o mesmo. teste a operação do detector e o tempo de resposta adotado no sistema.quem autoriza a execução do teste e o local onde será realizado . além daqueles mencionados neste Capítulo. definindo claramente as datas inicial e final. 6. devendo este atuar dentro de 30 segundos. Verificar a existência de objetos que possam bloquear a visão dos detectores e confirmar se os mesmos foram previstos em projeto. Os comandos temporizados pela central. fazendo-se operar um detector ou acionador manual correspondente ao circuito do comando em teste. Verificar em campo que todos os detectores estão firmemente montados e corretamente posicionados conforme o projeto. que não pode ultrapassar 5 segundos. odor. pessoas. 6. Os valores utilizados para se determinar o campo de visão deverão seguir rigorosamente o manual e tabelas do fabricante. que deverá ser realizado em local reconhecidamente seguro para esta finalidade.12 O fornecedor do sistema deverá fornecer após os testes de aceitação. 6. Quaisquer ensaios de combustão devem ser realizados sob autorização e responsabilidade do cliente. 6. alimentação e configuração dos detectores e respectivo sistema de controle e alarme. devem ser claramente definidas e registradas as seguintes responsabilidades: . 6. incluindo seus campos de visão.10 Comandos.quem extinguirá o incêndio em caso de acidente durante o teste.9. os equipamentos a serem protegidos e os possíveis obstáculos existentes no local. produção.13 Verificar os dados técnicos da fonte de emergência ou bateria.14 Ensaios Práticos de Campo Devido ser um processo que envolve combustão e seus conseqüentes riscos.14. deverão ser realizados testes em campo.1 A revisão conforme construído (as built) do projeto deverá mostrar o posicionamento de todos os detectores em planta baixa e de elevação (cortes). controlados pelo sistema a ser testado. com propagação das chamas.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 29 6.13. quando tomada a decisão de executar o ensaio prático dos detectores de fumaça. o certificado de garantia do sistema e de todos os seus componentes. sendo verificadas todas as sinalizações previstas no projeto executivo. b) Ligar a alimentação do sistema.11 Os painéis repetidores serão ensaiados em conjunto com a central. de acordo com a planilha de cálculo da bateria. f) Efetuar simulação de falha em todos os circuitos conectados aos detectores de chama. 6. O teste de atuação em todos os comandos deve ser efetuado. após completar os testes. . .3. etc.2 Com o objetivo de confirmar a correta ligação. devem ser atendidos os seguintes procedimentos. conforme descritos abaixo: a) Desabilitar todos os sistemas automáticos de combate a incêndios e desligamento de equipamentos. 6. g) Habilitar todos os sistemas automáticos de combate a incêndios e desligamento de equipamentos. antes de iniciar os testes. controlados pelo sistema testado.13 Para aceitação de sistemas que possuam detectores de chama. pois envolvem risco de acidente e ocorrerá deposição de resíduos de combustão nos detectores e equipamentos do local.

as condições de ensaio apresentadas nesta Norma podem ser alteradas com aceitação do usuário e dos órgãos competentes . A fumaça gerada na condição sem chama. g) Em locais sujeitos ao fenômeno de estratificação da fumaça. paralisar o teste e reiniciar com 24 peças. Se nenhum detector atuar em no máximo 7 minutos.uma placa de material incombustível e isolante térmico de 100 cm x 100 cm para proteção do piso . contra queda acidental de materiais incandescentes durante o teste. possibilita visualizar a movimentação do ar quente nas várias alturas do ambiente. l) Mesmo o sistema sendo aprovado no teste prático. f) Nas áreas com ar condicionado ou ventilação forçada.1 Ensaio prático para detectores de fumaça.pessoas com conhecimentos para combater eventual princípio de incêndio. caso aconteça. para cada teste. j) Em condições difíceis de detecção de fumaça. principalmente o item 5. ferramentas e extintores adequados . i) O tempo de 7 minutos é aplicável para ambientes até 8 metros de altura. tais como o aquecimento do teto pela radiação solar ou lâmpadas de iluminação da área. . c) O lugar escolhido para o ensaio deve ser o mais desfavorável em relação à posição dos detectores de fumaça e da movimentação do ar. k) Pode haver alteração no tempo de resposta (alarme). b) O aquecedor elétrico deverá ser colocado a pelo menos 2 metros de quaisquer materiais inflamáveis. regular a potência do aquecedor e reiniciar o teste após a retirada da fumaça remanescente da queima anterior. paralisar o teste e reiniciar com 12 peças.evitar que a fumaça seja transportada para outros ambientes pelo ar condicionado . Se novamente nenhum detector atuar em 7 minutos. não exime o projetista de obedecer aos critérios mínimos de projeto de detectores conforme esta norma. Somente com movimentação de ar e se nenhum detector atuo em no máximo 7 minutos no teste anterior. quando estas forem previamente aceitas por escrito por todos os interessados. o ensaio deve ser executado com ventilação ligada e ventilação desligada.TEXTO APROVADO . d) Ligar o aquecedor.14. . Quando uma fumaça densa começar a se elevar do aquecedor.pinça ou alicate para manusear as peças de madeira em combustão. h) O tempo de resposta do sistema deve ser medido entre o começo da subida da fumaça e a sinalização de alarme de qualquer detector instalado na área. aguardar seu aquecimento e colocar seis peças de madeira para gerar fumaça. recomenda-se a realização do ensaio em condições de temperatura e umidade próximas desta situação. inicie a contagem de tempo para o teste. com resistências de aquecimento blindadas e temperatura final de aproximadamente 600ºC . 16DEZ2005 30 a) Providências necessárias: . e) Não é permitida chama aberta durante o teste. e o piso protegido com a placa de isolante térmico incombustível de 100 cm x 100 cm.um aquecedor elétrico de aproximadamente 1500 W a 2000 W de potência.12. ou outras alterações que possibilitem o êxito do ensaio. O teste inicia-se com 6 peças de madeira.aproximadamente 30 peças de madeira de 1 cm x 2 cm x 5 cm. o sistema não atende ao desempenho requerido.quem será o coordenador técnico do ensaio. 6. interromper o teste. Locais de altura superior são considerados como aplicações especiais. tendo seu tempo de atuação definido pelas autoridades competentes. na quantidade ou tipo de material queimado. especialmente em áreas com tetos acima de 8m de altura. munidos com roupas.

conforme o projeto aprovado. com 92% de pureza.4. colocam-se até 04 litros de álcool etílico hidratado com 92% de pureza. f) O recipiente deve ser fabricado com aço de pelo menos 2.0 metros com pisos de concreto ou de resistência a altas temperaturas. Cronômetro Projeto com a posição dos detectores no ambiente testado. c) O ambiente a ser realizado o teste.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 31 6.22 x 0.14. o qual não deixa resíduos e não libera fumaça. Planilha com os dados obtidos no teste para ser anexada ao processo. a) Materiais e equipamentos necessários: 04 litros de álcool etílico hidratado. liquido.2 Ensaio prático para detectores térmicos. fogo aberto com álcool. 01 par de luvas com isolação térmica. e) Para o ensaio prático de detectores de temperatura utiliza-se o tipo TF8.44 x 0. .5 e 5. chão e teto). em local aberto e externo.44 x 0. sistema de ventilação e ar condicionado). o ensaio deve ser realizado com álcool. Por questão de segurança e transporte. poeiras ou líquidos inflamáveis e/ou explosivos em suspensão ou impregnados no ambiente de teste (parede. 01 placa de isolante térmico de pelo menos 1 cm de espessura com superfície de 1.0 m. recomenda-se que sejam feitos 2 recipientes retangulares que totalizem a área do recipiente quadrado.2 – medidas em mm g) Para verificar que o recipiente é realmente seguro para o teste devem ser feitos dois testes com 4 litros de álcool sem deformação das chapas ou abertura de solda dos cantos. Recomenda-se a instalação de alças nas laterais dos recipientes para facilitar o transporte e melhorar a segurança. b) Este ensaio se aplica a ambientes fechados com altura entre 3. deverá permanecer nas mesmas características para o funcionamento de algum tipo de atividade ou instalação de um determinado equipamento. conforme figura abaixo.0 X 1.44 m. nas condições normais de uso (portas e janelas. 02 pç extintores de 4kg de PQS (pó químico) ou CO2 (dióxido de carbono).5 mm de espessura e soldados somente nos quatro cantos com paredes de pelo menos 6 cm de altura. Num recipiente com superfície de até 1900cm² ou aproximadamente 0. Para garantia da segurança. Figura 6.10 metros. d) Não se deve realizar este ensaio em locais com presença de gases. Material isolante térmico e incombustível. 02 recipientes metálicos nas dimensões de 0.

c) Os testes devem ser repetidos pelo menos 3 vezes para garantir a validade dos dados. e o recipiente isolado do chão. Se uma tocha ou outra chama aberta é exigida para fazer a ignição de um material. no que se refere a este registro / controle. m) Mesmo o sistema sendo aprovado no teste prático.5 cm de altura. a) Para realização deste teste utilize um local apropriado e seguro. o sistema estará indeferido. pressão e ventilação do ambiente. l) Pode haver alteração no tempo de resposta (alarme).5 metros e no máximo 5 metros. . ou outro método.3 Ensaio prático para detectores de chama. devendo um dos detectores ser acionado até 6 minutos. no local mais desfavorável da área a ser testada. não exime o projetista de obedecer aos critérios mínimos de projeto de detectores conforme esta norma. antes de iniciar os testes.5 cm e 7. na quantidade ou tipo de material queimado. instalação e materiais que estejam próximo do ponto de teste e que não possam ser removidos sejam protegidos com material isolante térmico e incombustível. repetindo o teste com 2 litros de álcool. a temperatura e umidade do ambiente. Uma troca de ar limpo deve ser providenciada através de um sistema de exaustão. com placa incombustível e isolante térmico de recipiente. . antes e entre todos os testes internos. tais como campos de alta energia eletrostática. especialmente em áreas com tetos acima de 5 m de altura. Testes internos são suscetíveis ao acúmulo de materiais em suspensão tais como fumaça. j) Procedimento para o ensaio: . poeira e vapores de solventes que poderão afetar os dados de resposta. É recomendável a utilização de um laboratório ou área livre.14. no mínimo.No início da chama comece a marcar o tempo. .Inflame o álcool do recipiente a uma distancia segura. Registre sempre e controle se possível. . tenha certeza que os detectores de chama não estarão respondendo à esta fonte de ignição antes da medida do tempo.Caso o detector não funcione no referido tempo.Posicione os recipientes com 1 litro de álcool cada. Os testes em áreas internas oferecem vantagens significantes sobre testes realizados em áreas externas. ou outras alterações que possibilitem o êxito do ensaio. i) Nos ensaios. as condições de ensaio apresentadas nesta Norma podem ser alteradas.5 x 30. contido em um recipiente metálico de 30. 3m. Aconselha-se que equipamentos.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 32 h) A distância horizontal entre o detector mais próximo e o recipiente deve ser de. principalmente o item 5. para detectar uma chama padrão do combustível mais crítico presente no local. k) Em condições difíceis de detecção de temperatura. Tenha certeza que uma quantidade suficiente de extintores portáteis esteja disponível e facilmente acessível no local dos testes.Se o detector não atuar. com capacidade de acesso e saída segura para todo o pessoal envolvido. que aumenta o tempo de queima mas não o calor liberado por minuto. a direção e velocidade do vento. b) Testes externos são suscetíveis às variações nas características de emissão de radiação da chama. deverá ser realizado um novo teste seguindo o mesmo procedimento descrito acima. 6. . protegendo o piso com a placa de isolante térmico. detectores de temperatura devem atuar com as condições normais de temperatura. Identifique e inclua qualquer condição ambiente atípica dentro do escopo do plano de teste. O objetivo deste teste de chama real é confirmar o tempo de resposta e o alcance adotado no projeto dos detectores. quando estas forem previamente aceitas por escrito por todos os interessados. se eles são normalmente presentes na área ou processo a ser protegido. Este teste aplica-se em área com pé direito de no mínimo 3.11.

1 Visando manter os sistemas de detecção e alarme de incêndios em plenas condições de funcionamento.3 A manutenção preventiva deve garantir que.13. citando as condições de funcionamento do sistema. Poderá ser necessário encobrir o campo de visão do detector até que o fogo tenha atingido este estágio. as manutenções preventiva e corretiva. 7 Manutenção 7. d) Verificação do estado e carga das baterias. deverão ser executadas por técnicos habilitados e treinados. . Inicie cada teste com um combustível novo. posição (distância e ângulo) relativos ao fogo e tempo de resposta máximo adotado no projeto. o executante deverá apresentar relatório de manutenção assinado. i) Dê um destino apropriado a todo material residual queimado. h) Normalize todos os equipamentos do sistema e providencie para que todos os detectores estejam alinhados apropriadamente e suas lentes estejam limpas. não exime o projetista de obedecer aos critérios mínimos de projeto de detectores conforme esta norma. hora do serviço e período de garantia dos serviços executados. Nunca queime um combustível mais de uma vez.5 O roteiro mínimo de manutenção consiste das seguintes atividades: a) Medição da corrente dos sistemas em cada circuito de detecção.2 Após cada manutenção. nos sistemas convencionais. Mantenha a temperatura do combustível dentro de +/. j) Mesmo o sistema sendo aprovado no teste prático. alarme e comandos. 7. Tenha certeza que todo o líquido esteja a 2. o prazo máximo para as correções necessárias é de 15 dias. o sistema está em pleno funcionamento.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 33 d) Inicie a contagem do tempo de resposta depois que o fogo tenha atingido um estado de equilíbrio. e) Medição de tensão da fonte primária. pois a água irá afetar significativamente a taxa de crescimento e as características de emissão espectral do fogo. Não coloque o combustível em flutuação sobre uma lâmina de água para atingir esta altura.2ºC das condições de operação normal típica. alarme e comandos. Meça e controle o volume e a configuração de todos os combustíveis líquidos utilizados. Variações na temperatura do combustível irão afetar a taxa de crescimento e as características de emissão espectral do fogo. números de série. que deverá ser no máximo de 5 segundos. 7.4 Após a correção das falhas ou pontos irregulares. 7. principalmente o item 5. nova verificação deverá ser efetuada no funcionamento do sistema e emitir relatório atestando o perfeito funcionamento. Registre todos os ajustes de detecção e tempo de retardo feitos nos detectores. c) Verificação do estado geral de chaves e comandos da central. após emissão do relatório. Neste caso. que não pode ultrapassar 5 segundos. registrando data. 7. e) Tenha certeza que todos os combustíveis de teste estejam livres de água ou outros contaminantes. ou registrar no relatório. para aí então remover a cobertura e rapidamente começar a contar o tempo de resposta. f) Meça e controle a temperatura do combustível antes da ignição. suas restrições ou falhas. nos sistemas endereçáveis ou analógicos.5 cm do topo do recipiente de teste. quanto ao aspecto e condições de operação. b) Verificação da supervisão em cada circuito de detecção. g) Registre todos os tipos de detectores.

7.7 Pelo menos uma vez ao ano. 7. às novas dimensões e tipo de detector a ser utilizado. garantindo que todos sejam testados no mínimo uma vez ao ano. os detectores devem ser submetidos a uma manutenção preventiva ou limpeza. menor deve ser o intervalo entre as manutenções.9 Em áreas com muita poeira ou partículas em suspensão.11 No caso de alteração das dimensões ou tipo de ocupação das áreas protegidas. área protegida. o sistema de detecção deve ser adequado em até 30 dias. ventilação.13. quantidade de detectores.12 e 5. ocupação. j) Teste funcional dos painéis repetidores. novos equipamentos. k) Verificação se houve alteração nas dimensões da área protegida. às novas condições de movimentação do ar. piso falso. tipos de ambientes. deverá ser realizado um teste operacional em todos os detectores. conforme itens 5. h) Teste funcional de todos os avisadores. o sistema de detecção deve ser adequado em até 30 dias. teste da lógica programada na central. em intervalos menores que os especificados.12. ar condicionado.8 Devem ser tomadas precauções especiais quando a execução de manutenção exigir a interrupção parcial ou total do funcionamento do sistema. verificada a sensibilidade de detectores programada na central. supervisões e comandos de elementos dos sistemas de combate a incêndios. forro. logo após os testes de aceitação.12. temporizações. i) Teste funcional de todos os comandos.10 Na instalação posterior de um sistema de ventilação ou ar condicionado. 7. A periodicidade definida para as manutenções preventivas. utilização. 7. 7. É necessário observar que quanto mais crítica e agressiva for a área protegida. l) Verificação de danos na rede de eletrodutos ou fiação. com gás apropriado ou fonte de calor. considerando a redução na área de cobertura dos detectores. não poderá ultrapassar três meses. g) Teste funcional de todos os acionadores manuais do sistema. população ou criadas novas áreas. alarme e combate a incêndios. O usuário final é responsável pelos treinamentos posteriores e reciclagem dos operadores do sistema de detecção. xxxxxxxxxxxxx Final do texto xxxxxxxxxxxx . no sentido de suprir a necessária vigilância dos locais cujos circuitos encontram-se inoperantes. 7.6 A periodicidade das manutenções preventivas deverá ser definida pelo usuário do sistema levando em conta a dimensão da instalação. insetos e nível de confiabilidade desejado.12 O fornecedor do sistema deve dar o primeiro treinamento aos operadores. vapores. presença de poeira.TEXTO APROVADO 16DEZ2005 34 f)Teste funcional dos detectores por amostragem. 7.