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FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES

PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO

M10

MANUAL PEDAGÓGICO DO FORMANDO

Elisabete Barros

ELISABETE BARROS 2009 . @ Planificar sessões de formação.FORMAÇÃO PEDAGÓGICA INICIAL DE FORMADORES PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO OBJECTIVOS DO MÓDULO: NO FINAL DO MÓDULO O FORMANDO DEVERÁ SER CAPAZ DE: @ Identificar os princípios orientadores para a concepção e elaboração de planos de formação.

............................................................................................................................................................................................................................................................................................................... 4 O PLANEAMENTO DA FORMAÇÃO ................... 13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS................................................................................................................................................... 5 O plano de sessão ..................................................................................... 5 Finalidade do plano de sessão ......... 6 Elaboração do plano de sessão ............................. 15 CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS ............................. 10 Leitura do plano de sessão ........ 14 DOCUMENTOS ANEXOS ....................................................................................................................................................................................................ÍNDICE INTRODUÇÃO........................................................................ 11 CONCLUSÃO .......... 7 Constituição do plano de sessão .............................................................................................................

Pretenderemos com ele desenvolver e promover a aquisição de competências técnicas indispensáveis à planificação de uma sessão de formação. no futuro. o que seria de uma casa se não existisse um planeamento prévio?! Ou o que seria do orçamento familiar se os membros da família não planearem a sua gestão? Assim sendo. De qualquer forma.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO INTRODUÇÃO Se tens um problema e apenas dispões de dez minutos para solucioná-lo. reserva os três primeiros minutos para planear a sua solução. Este será o tema deste novo módulo. um recurso de apoio ao desempenho da sua actividade enquanto profissional da formação. tentamos abreviar os seus conteúdos. AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 4 .17 . Sendo uma unidade essencialmente prática. Autor desconhecido O planeamento é uma actividade essencial a qualquer profissional ou até mesmo para o próprio indivíduo enquanto membro de uma família. também a formação e a aprendizagem requerem um planeamento cuidado e atento. dando-lhe um carácter mais funcional. esperamos que o manual possa constituir-se. Ora vejamos.

dá AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 5 . ao grupo e ao indivíduo em particular. lhe confere unidade e coesão. sempre novos e diferentes” (131). ao primeiro. investigar e recolher um conjunto sistematizado de informações indispensáveis ao adequado desenvolvimento da actividade formativa. ao segundo. planificar e ajustar cada conteúdo aos objectivos. um segundo momento. estando agora capaz de reflectir. definir o “fio condutor” que. formular objectivos gerais e organizar logisticamente a formação). uma seta indicadora de caminhos a percorrer. “a elaboração do plano de uma actividade formativa é. às quais compete organizar e planificar toda a formação (identificar necessidades de formação. e. Este documento é essencial ao formador e à formação. uma oportunidade para o animador (formador):    reforçar a confiança em si próprio e nas suas potencialidades. antes de mais.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO O PLANEAMENTO DA FORMAÇÃO Acompanhando a linha de pensamento dos módulos anteriores. perpassando por toda a actividade formativa. Também aqui poderemos evidenciar dois momentos: um primeiro. pois. a cargo do profissional da formação – o formador – a quem compete organizar e planear as diversas sessões de formação. a planificação é também uma actividade fundamental para a realização de um qualquer curso ou acção formativa. fornece directrizes para a realização da sessão formativa (o que quer e como quer que ocorra) e. caracterizar perfis de entrada e saída. da responsabilidade e competência das entidades formativas e/ou de entidades superiores. O plano é. definir temáticas de estudo e elaborar programas de formação. Assim. O plano de sessão O plano de sessão é um instrumento que reúne todas as informações sobre as actividades pedagógicas desenvolvidas numa determinada sessão. geralmente.17 . para que o formador possa planificar eficazmente as suas sessões é essencial o conhecimento adquirido anteriormente. Como refere Paulo Ferreira (2001).

dócil e cegamente. quer no seu desenvolvimento. servindo-se dele como meio orientador e condutor. se submete. no momento da sessão. por parte do formador. elabora materiais didácticos (manuais. efectuar reajustamentos. ajudando na sua própria preparação e à vontade com a matéria.” (152). eventualmente. AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 6 . A elaboração do plano de sessão permite ao formador reflectir sobre o desenvolvimento e execução do(s) módulo(s) da sua responsabilidade. Este instrumento é fundamental para a actividade do formador.17 . por outro lado. devendo ser concebido com o máximo rigor. Partilhando da opinião de Ferreira (2001). fichas de trabalho. dando-lhe a perspectiva clara sobre o que fazer. define actividades pedagógicas. define os objectivos pedagógicos a alcançar. Finalidade do plano de sessão O plano de sessão tem uma dupla finalidade: por um lado. serve de referência para o formador. uma reflexão cuidada e rigorosa. Além de transmitir confiança. facilmente o formador:       ordena pedagogicamente os conteúdos a ministrar. serve de registo e. qual o tempo disponível e quais os conhecimentos teóricos necessários. dos conteúdos e da aprendizagem. toda a planificação requer. mas sim deverá ser utilizado permitindo-nos. é empobrecê-lo. ajudando-o quer na planificação das suas sessões de formação.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO indicações para o quadro de avaliação (como foi planeada. Deste modo. quais os conteúdos abordados e quais as metodologias utilizadas). tendo em atenção que não é necessariamente inflexível. controlo/avaliação da entidade formadora. define métodos e técnicas a utilizar. apresentações multimédia. Esta perspectiva quer-se coerente. sendo facilmente perceptível a sequência ordenada e gradual da sessão. como transmitir. como fazer. etc…). “fazer dele uma cartilha a que o animador. Obtidas respostas a estas questões e traçado o plano de realização da(s) sessão(ões) de formação. o porquê fazer. no entanto. define tempos para cada um dos conteúdos. os objectivos e a aprendizagem/evolução que se pretende dos formandos (a avaliação). dá-lhe uma perspectiva global sobre os conteúdos. Esta tarefa exige deste profissional um certo nível de conhecimentos.

   Após conhecimento destas condicionantes. Estes instrumentos podem apresentar um aspecto gráfico e organização diferentes. são semelhantes relativamente aos momentos e aos elementos que o compõem. minimizando eventuais desfasamentos entre estes dois mundos que se querem próximos.17 . do contexto real de trabalho.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO Elaboração do plano de sessão Aquando da elaboração do plano de sessão. quais os estilos de aprendizagem. INTRODUÇÃO SESSÃO DE FORMAÇÃO DESENVOLVIMENTO FECHO/CONCLUSÃO Esquema 1 – Momentos de uma sessão de formação AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 7 . De seguida. do que serão capazes os formandos no final da formação. bem como os meios e os instrumentos ao seu dispor. as condições logísticas da formação – dever-se-á conhecer o local (sala) onde decorrerá a formação. o máximo possível. quais as suas motivações e expectativas. variando estes de entidade formativa para entidade formativa. o formador deverá ter em conta:  as características do grupo de formandos – quem são os formandos. os objectivos do curso. deste manual. Tratando-se de sessões formativas que podem variar no tempo. 2005). o formador estará apto a conceber o(s) seu(s) plano(s) de sessão. módulo ou acção de formação – dever-se-á conhecer os objectivos gerais de forma a saber claramente quais os conteúdos a transmitir e. também. qual o nível de habilitações. encontra um conjunto de modelos de planos de sessão para consulta. avaliando as suas potencialidades de utilização. a utilidade dos conteúdos para o contexto empresarial – é necessário aproximar os conteúdos e a aprendizagem. daremos lugar a uma breve explicação sobre as fases que compõem uma sessão de formação e que estão previstas no plano de sessão. quais as suas necessidades. no entanto. a sua realização poderá ser subdivida em três momentos: introdução. Na secção de documentos de apoio. desenvolvimento e fecho ou conclusão (Oliveira.

onde são D abordados os conteúdos que servirão de suporte às actividades propostas e. à aprendizagem. vídeos ou outros elementos podem contribuir para a produção de um clima agradável e susceptível à aprendizagem. o grupo e os equipamentos disponíveis. Para a concretização deste momento é necessário definir métodos e técnicas pedagógicas a utilizar. consequentemente. Exponha claramente as ligações entre os conteúdos – o facto de assegurarmos a continuidade das sessões permite aos formandos a percepção da gradação dos conteúdos.      Informe os formandos sobre os objectivos da sessão – estes não deverão ter dúvidas sobre o que deles é esperado. Será aqui que o formador poderá motivar os formandos. O desenvolvimento é o momento mais consistente da sessão.17 . Prepare materiais ilustrativas para produzir um bom clima – a utilização de exemplos práticos. A título sugestivo. Seja criativo. expomos algumas propostas para a realização de uma boa introdução. que vantagem teremos nós em saber sobre determinado assunto. tendo em conta o(s) objectivo(s) da sessão. isto é. Esta aplicação prática à realidade é essencial. Por outro lado. alterando o comportamento e atitude dos formandos face à formação.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO A introdução é necessariamente o momento de preparação dos formandos para a sessão. imagens. da concepção de recursos didácticos que considere pertinentes. AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 8 . Este momento carece da definição de estratégias. Evidencie a aplicabilidade do conteúdo – é importante sabermos para que nos serve determinado conteúdo. eventualmente. de métodos e de técnicas pedagógicas a utilizar e. É também importante definir estratégias alternativas. o conteúdo. estas ligações poderão ser realizadas sobre a forma de revisão. histórias interessantes. prevendo possíveis alterações. verificando-se assim as condições para o prosseguimento ou não da aprendizagem. I preparando-os para os conteúdos e actividades a ser desenvolvidas ao longo da sessão. Relembre ou utilize experiências e interesses dos formandos – o facto de chamarmos a atenção para estes elementos poderá ser um factor de motivação.

Sabemos que aprendemos melhor se partirmos do simples para o complexo. dificuldades ou necessidades dos formandos. Também para este momento. pois esta sequência tem que fazer sentido para os formandos. do concreto para o abstracto. definindo-se os instrumentos de avaliação a utilizar.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO O formador é o principal e único responsável pela determinação do desenvolvimento da sua sessão.17 . pela realização de um exercício prático de aplicação ou de (auto-)avaliação. É importante quer para o formador. Para finalizar. apresentamos algumas sugestões:  Apresente os conteúdos segundo uma sequência lógica de entendimento. Deste modo. A avaliação deve manter-se continuamente no plano de sessão. uma conclusão. Este F pode ser marcado por um apanhado das ideias principais a reter. propor actividades práticas e úteis e controlar a aprendizagem dos formandos. Só assim conseguirá avaliar e controlar objectivamente o desempenho de cada formando. incentivar a participação de todos os formandos. Tenha em atenção. A conclusão da sessão poderá depender de diversos factores: do formador. consegue-se identificar necessidades ou conteúdos a ser revistos. Divida os conteúdos em unidades de aprendizagem de forma a trabalhar progressivamente. Evidencie os objectivos. a realização da correcção e o tempo necessário à sua aplicação.      Após o decorrer da sessão existe sempre um fecho. Promova a discussão e a participação. Avalie constantemente o desempenho dos formandos. as nossas sugestões para este momento: AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 9 . cabendo-lhe apresentar uma sequência lógica de conteúdos. Só assim poderá evidenciar facilmente as capacidades. Este item é especialmente relevante quando se tratam de temas mais complexos. dando a perceber aos formandos a sua progressão gradual. ou pela realização de outras actividades consideradas relevantes. quer para o formando ter uma noção sobre o progresso da aprendizagem. que possam ainda ser recuperados. as condições de realização e os critérios de avaliação nos exercícios práticos ou fichas de trabalho. promover a discussão entre todos os intervenientes. devendo estar relacionada com os interesses dos mesmos e mostrar utilidade prática. do tipo de sessão desenvolvido ou das necessidades dos formandos. percepcionando dificuldades e progressos. Tenha em atenção a hierarquia da aprendizagem.

Este atributo poderá desdobrar-se. O público-alvo normalmente é definido a posteriori pela entidade formadora. em dois possíveis campos: a duração da sessão. Neste campo apresentar-se o assunto geral da sessão. Estabeleça as relações entre os diferentes conteúdos. sendo estes ajustáveis ao que é pretendido. o formador CURSO/MÓDULO/N. ENTIDADE FORMADORA Normalmente.º DA SESSÃO FORMADOR DATA DE REALIZAÇÃO A data de realização da sessão para a qual foi efectuado o planeamento é também importante para que possamos localizar ou enquadrar no local respectivo. Este campo compreende a apresentação dos objectivos DURAÇÃO DA SESSÃO / TEMPO TEMA DA SESSÃO PÚBLICO-ALVO OBJECTIVOS GERAIS AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 10 .17 . onde apresentar-se-á a duração total da sessão. o plano de sessão é fornecido pela entidade formadora que usa um modelo próprio e personalizado. que será descriminado consoante o momento. ao módulo e ao número da sessão a que respeita. mostrando de que forma é que poderão ser utilizados na prática e como poderão ajudar à resolução de problemas. A duração da sessão é um indicativo do tempo disponível para a concretização da mesma. sendo aqui já identificada. dando ênfase aos tópicos mais importantes. De modo facilitar a identificação do documento é importante que neste conste informações relativamente ao curso. ou o tempo. realize uma síntese dos conteúdos abordados. Constituição do plano de sessão Um plano de sessão poderá conter vários campos.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO   Sempre que possível. Neste campo dever-se-á identificar responsável pelo plano em questão. pelo que deverá ser do conhecimento do formador. num plano de sessão.

facilmente poderemos ler e percepcionar o seu desenvolvimento.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO gerais (ver módulo 6). horizontalmente faremos a leitura das actividades a realizar na sessão em cada um dos momentos. MOMENTO CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS MÉTODOS / TÉCNICAS PEDAGÓGICAS RECURSOS DIDÁCTICOS AVALIAÇÃO / TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO Leitura do plano de sessão Estando exposto e descriminado num plano de sessão toda a sequência de uma determinada sessão de formação. Os métodos e técnicas a utilizar na sessão deverão estar aqui expressos. poderemos alargar a nossa leitura. o que vai ser abordado. mas sim uma apresentação por tópicos. Neste campo deverão ser enumerados os conteúdos a abordar na sessão. AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 11 . E. desenvolvimento e conclusão. Assim sendo. por exemplo. Tal como descrito anteriormente. verificando as especificidades em cada campo. como vai ser trabalhado. Aqui não é pretendido uma descrição detalhada. o que vai ser utilizado.17 . isto é. o plano de sessão deverá dividir-se em três momentos: introdução. Sendo semelhante a disposição dos diversos campos na maioria dos modelos de plano de sessão. OBJECTIVOS ESPECÍFICOS Este campo compreende a apresentação dos objectivos específicos (ver módulo 6). Como. poderemos ler na vertical quais os aspectos evidenciados em cada um dos campos. o tipo de avaliação a aplicar e/ou as suas técnicas. também. verificando a ordem cronológica da apresentação dos conteúdos. por fim. Sob o olhar do outro prisma. poderemos propor a leitura sob dois prismas: um vertical e um horizontal. e usando o esquema abaixo apresentado como referência. como vai ser avaliado e quanto tempo durará. Os recursos didácticos a utilizar durante a sessão deverão ser contemplados neste campo. saberemos quais os conteúdos a abordar em determinada sessão e quando ocorrerá.

AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 12 . constituindo-se um excelente instrumento de orientação.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO MOMENTO CONTEÚDOS MÉTODOS E TÉCNICAS RECURSOS DIDÁCTICOS AVALIAÇÃO E TÉCNICAS TEMPO INTRODUÇÃO DESENVOLVIMENTO CONCLUSÃO Como podemos verificar. esta esquematização permite-nos uma leitura simples e intuitiva.17 .

Esta poderá ser uma tarefa enfadonha. permitindo alterações sempre que necessárias. por forma a proporcionar o envolvimento activo e criativo dos formandos e facilitar o processo de ensino/aprendizagem” (13). na diversidade de metodologias indo ao encontro dos diferentes estilos de aprendizagem e. Terminando com as palavras de Fernando Oliveira (2005) “uma sessão de formação deverá ser concebida e desenvolvida recorrendo a metodologias e técnicas diversificadas. Por exemplo. AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 13 . No entanto. tal como foi mencionado anteriormente. utilizando meios didácticos variados. nas necessidades individuais e de grupo. guiando o formador no seu caminho. é um bom instrumento de orientação.PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO CONCLUSÃO Nesta décima unidade formativa tivemos a oportunidade de analisar e reflectir sobre a importância da planificação na formação. no modo de avaliação de todo o processo de aprendizagem.17 . mas necessária. Este deverá ser seguido com alguma flexibilidade. se o formador sentir que há necessidade de reforçar determinado conteúdo. Apesar de tudo. convém neste momento chamar a atenção de todos os futuros formadores ou formadores para o facto de que o sucesso de uma sessão ou módulo de formação não depende apenas de um bom plano de sessão. pois os formandos mostram algumas dificuldades no seu entendimento. O plano de sessão. este deverá optar pela realização de readaptações indo assim ao encontro das carências dos formandos. Podemos garantir que uma sessão devidamente planeada corre certamente melhor do que uma não planeada. claro. o planeamento é essencial pois focaliza a nossa atenção na aplicabilidade dos conteúdos.

PLANIFICAÇÃO DA FORMAÇÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Ferreira.ª edição). Lisboa: Multinova – União Livreira e Cultural. A. Oliveira. S.. P. Preparação e desenvolvimento de sessões de formação (5.ª edição).17 . (2001). T. AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 14 . Guia do animador – Animar uma actividade de formação (4. Lisboa: Instituto de Emprego e Formação Profissional. Colecção Aprender. (2005). F.

Modelos de Planos de Sessão DOCUMENTOS ANEXOS .DOCUMENTOS ANEXOS A1.

17 .Modelo 1 Logótipo da entidade PLANO DE SESSÃO Curso: Formador: Data da Sessão: Módulo: Local: PLANIFICAÇÃO DA SESSÃO OBJECTIVOS CONTEÚDOS PROGRAMÁTICOS METODOLOGIA RECURSOS DIDÁCTICOS N.º da Sessão: Horário: DURAÇÃO OBSERVAÇÕES DESENVOLVIMENTO DA SESSÃO: Introdução Desenvolvimento Conclusão AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 16 .

17 .Modelo 2 Logótipo da entidade PLANO DE SESSÃO Curso: Módulo: Objectivos: MOMENTO Introdução CONTEÚDOS MÉTODOS/ESTRATÉGIAS RECURSOS DIDÁCTICOS AVALIAÇÃO TEMPO Desenvolvimento Conclusão AnySolutions – Consultoria de Informática e Serviços de Networking Elisabete Barros 17 .