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A palestra ministrada pela nutricionista nutricionista Virginia Garvazza durante a 2ª Jornada de Nutrição da UNIT, abordou um tema de grande importância

: Nutrição e cancêr: novos desafios. Fica claro que a relação entre cancêr e a alimentação segue caminhos que ora são novos, em consideração a novos biomarcadores, e por outro momento nos transporta para um tempo passado, no que concerne a alimentos, pois que a cozinha da vovó, parece ser o ponto em que essa patologia não era tão evidente quanto atualmente. Portanto a inter-relação não é tão nova assim. Seguiu-se o tema primeiro conceituando o que seja neoplasias ou cânceres, portanto, cancêr é o nome que se dá ao crescimento desordenado e descontrolado de células e configuram atualmente como um dos maiores acometimentos mundiais sem precedente entre: raça, idade e fator econômico. Hoje se sabe que o desenvolvimento de várias das formas de câncer resulta de uma interação entre fatores endógenos e ambientais, sendo o mais notável desses fatores, a dieta. Assim, que querer separar um do outro numa relação tênue em que um vem a retroalimentar o outro, parece o maior desafio da medicina oncológica e para os nutricionistas, um desafio ainda maior, em verificar o ponto em que essa dualidade promova a saúde e não o aumento da neoplasia. Ficou claro diante às palavras da nutricionista, que há várias evidências de que a alimentação tem um papel importante nos estágios de iniciação, promoção e propagação do câncer, destacando-se entre outros fatores de risco. Portanto, deduz-se deste fato que o que se come, não é meramente o que o paladar absorve em contemplação aos sentidos. Vários metabólicos, produtos finais de refeições, configuram hoje em dia, como possíveis elementos desencadeadores de diversos tipos de cânceres. Como fator importante na promoção e manutenção da saúde, durante todo o curso da vida, a nutrição ocupa posição proeminente em atividades de prevenção. A literatura é infinita em proclamar que frutas e verduras são ótimas no sentido de prover fibras e que nenhum alimento in natura, perde seu lugar diante a toda tecnologia moderna impregnada de fatores toxigénos e que é preciso entender melhor as relações entre o consumo alimentar e a ocorrência de neoplasias, para que se possa propor medidas preventivas. Desafio constante.

devem ser mantidos constantemente e repassados aos seus como legado perene. O desafio maior está em aliar sempre o bom senso à ciência. vençam o homem. além de alimentos com teor preventivo. . faz-se necessário um controle do que se come no sentido qualitativo em detrenimento ao quantitativo e mesmo essa observância não bastará se não se incorpora à dieta diária.Assim. uma nova postura em encarar tais procedimento salutares como filosofia de vida. posto que. uma vez que o equilíbrio alimentar é meta em vencer as neoplasias sem que estas.