RICMS (Decreto nº 43.

080/2002)

Anexo V

ANEXO V DOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS
(a que se referem os artigos 130, 131 e 160 deste Regulamento)

SUMÁRIO
PARTE 1 TÍTULO I CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV Seção I Seção II CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VI-A CAPÍTULO VI-B CAPÍTULO VII CAPÍTULO VIII CAPÍTULO IX TÍTULO II CAPÍTULO I CAPÍTULO I-A CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VI-A CAPÍTULO VII CAPÍTULO VIII CAPÍTULO IX CAPÍTULO X CAPÍTULO XI CAPÍTULO XII CAPÍTULO XIII CAPÍTULO XIV TÍTULO III CAPÍTULO I CAPÍTULO II TÍTULO III-A CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III TÍTULO IV CAPÍTULO I CAPÍTULO II DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS AOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS DOS DOCUMENTOS RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS DA NOTA FISCAL DO ROMANEIO DA NOTA FISCAL A SER EMITIDA NA ENTRADA DE MERCADORIA DOS DOCUMENTOS FISCAIS EMITIDOS POR ECF E DA NOTA FISCAL DE VENDA A CONSUMIDOR Dos Documentos Fiscais Eletrônicos Emitidos por ECF Da Nota Fiscal de Venda a Consumidor DA NOTA FISCAL DE PRODUTOR E DA NOTA FISCAL AVULSA DE PRODUTOR DA NOTA FISCAL AVULSA DA NOTA FISCAL ELETRÔNICA AVULSA - Revogado DA NOTA FISCAL AVULSA EMITIDA POR MEIO DO SIARE DA NOTA FISCAL/CONTA DE ENERGIA ELÉTRICA DO PRAZO DE VALIDADE DA NOTA FISCAL DO CERTIFICADO DE CRÉDITO DO ICMS DOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS ÀS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DO EXCESSO DE BAGAGEM DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS E DO MANIFESTO DE CARGA DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE AQUAVIÁRIO DE CARGAS DO CONHECIMENTO AÉREO E DO RELATÓRIO DE EMISSÃO DE CONHECIMENTOS AÉREOS DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE FERROVIÁRIO DE CARGAS DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO DO BILHETE DE PASSAGEM RODOVIÁRIO DO BILHETE DE PASSAGEM AQUAVIÁRIO DO BILHETE DE PASSAGEM FERROVIÁRIO DA AUTORIZAÇÃO DE CARREGAMENTO E TRANSPORTE DO DESPACHO DE TRANSPORTE DO RESUMO DE MOVIMENTO DIÁRIO DA ORDEM DE COLETA DE CARGAS DO CONHECIMENTO DE TRANSPORTE MULTIMODAL DE CARGAS - CTMC DOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS ÀS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO DA NOTA FISCAL DE SERVIÇO DE TELECOMUNICAÇÕES DOS FORMULÁRIOS DE SEGURANÇA DO FORMULÁRIO DE SEGURANÇA DA AUTORIZAÇÃO PARA AQUISIÇÃO DE FORMULÁRIO DE SEGURANÇA DA UTILIZAÇÃO DO FORMULÁRIO DE SEGURANÇA DOS DOCUMENTOS FISCAIS COMUNS ÀS OPERAÇÕES DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E ÀS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE E DE COMUNICAÇÃO DO CARTÃO DE INSCRIÇÃO DE PRODUTOR DA SOLICITAÇÃO E DA AUTORIZAÇÃO PARA IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS ARTIGOS PARTE 1

1º a 17 18 e 19 20 a 27

28 a 34 A 35 e 36 37 a 46 47 a 53 53-A e 53-B 53-C e 53-H 54 a 57 58 a 67 68 a 70 71 a 75 75-A a 75-C 76 a 79 80 a 87 88 a 92 93 a 102 103 a 106 106-A a 106-F 107 a 109 110 a 112 113 a 116 117 a 121 122 a 126 127 a 133 134 a 136 136-A a 136-G

137 a 141 142 a 145 145-A e 145-B 145-C e 145-D 145-E e 145-F

146 147

1

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V ARTIGOS 148 a 151 152 a 155

CAPÍTULO III CAPÍTULO IV TÍTULO V CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV TÍTULO VI CAPÍTULO I CAPÍTULO II CAPÍTULO III CAPÍTULO IV CAPÍTULO V CAPÍTULO VI CAPÍTULO VII CAPÍTULO VIII TÍTULO VII CAPÍTULO I CAPÍTULO II Seção I Seção II CAPÍTULO III Seção I Seção II Seção III Seção IV CAPÍTULO IV PARTE 2 PARTE 3 PARTE 4 PARTE 5

DA DECLARAÇÃO ANUAL DO MOVIMENTO ECONÔMICO E FISCAL DA DECLARAÇÃO DE APURAÇÃO E INFORMAÇÃO DO ICMS E DA GUIA NACIONAL DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA. DA TRANSMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS POR INTERMÉDIO DA INTERNET DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DAS OBRIGAÇÕES DO USUÁRIO DO PRAZO PARA TRANSMISSÃO DA VALIDAÇÃO E DA RECUSA DE TRANSMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS PELA INTERNET DOS LIVROS FISCAIS DO REGISTRO DE ENTRADAS DO REGISTRO DE SAÍDAS DO REGISTRO DE CONTROLE DA PRODUÇÃO E DO ESTOQUE DO REGISTRO DE IMPRESSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS DO REGISTRO DE UTILIZAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS E TERMOS DE OCORRÊNCIAS DO REGISTRO DE INVENTÁRIO DO REGISTRO DE APURAÇÃO DO ICMS DO CONTROLE DE CRÉDITO DE ICMS DO ATIVO PERMANENTE DOS SISTEMAS DE CONTROLE DE MERCADORIAS EM TRÂNSITO DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES DO SISTEMA DE CONTROLE INTERESTADUAL DE MERCADORIAS EM TRÂNSITO (SCIMT) E DO PASSE FISCAL INTERESTADUAL (PFI) Da Emissão do Passe Fiscal Interestadual Da Baixa do Passe Fiscal Interestadual DO SISTEMA INTEGRADO DE EXPORTAÇÃO E DO REGISTRO DE TRÂNSITO ESTADUAL (RITE) Do Registro de Início de Trânsito Estadual Do Registro da Nota Fiscal e da Emissão do Registro de Início de Trânsito Estadual Da Conclusão do Trânsito Rodoviário Estadual Do Registro de Passagem do Trânsito Estadual pela via Ferroviária DAS DISPOSIÇÕES COMUNS CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES DO CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA MODELOS DE DOCUMENTOS FISCAIS MODELOS DE LIVROS FISCAIS

156 a 158 159 a 161 162 163 a 165 166 a 171 172 a 175 176 a 188 189 a 192 193 a 196 197 a 201 202 a 203 204 a 206

207

208 a 211 212 213 e 214 215 e 216 217 a 219 220 221 a 223 PARTE 2 PARTE 3 PARTE 4 PARTE 5

2

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 1 - Art. 1º

ANEXO V DOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS (a que se referem os artigos 130, 131 e 160 deste Regulamento) PARTE 1 DAS DISPOSIÇÕES RELATIVAS AOS DOCUMENTOS E LIVROS FISCAIS TÍTULO I DOS DOCUMENTOS RELATIVOS ÀS OPERAÇÕES DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS CAPÍTULO I Da Nota Fiscal
(1756) Art. 1º Os estabelecimentos, inclusive o de produtor rural inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS, emitirão Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, ou Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), modelo 55: Efeitos de 1º/04/2008 a 30/09/2010 - Redação dada pelo art. 2º, IV, e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 44.765, de 28/03/2008: “Art. 1º Os estabelecimentos, inclusive o de produtor rural, inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS, emitirão Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, ou Nota Fiscal Eletrônica (NF-e):” Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 - Redação original: “Art. 1. Os estabelecimentos, inclusive o de produtor rural inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS, emitirão Nota Fiscal, modelos 1 ou 1-A, vedada sua utilização simultânea, salvo quando adotadas séries distintas nos termos do § 2º do artigo 136 deste Regulamento:” I - sempre que promoverem a saída de mercadorias; II - na transmissão da propriedade das mercadorias, quando estas não devam transitar pelo estabelecimento transmitente; III - sempre que, no estabelecimento, entrarem bens ou mercadorias, real ou simbolicamente, nas hipóteses do artigo 20 desta Parte. (1610) Parágrafo único. Relativamente à NF-e: (1610) I - será obrigatória: Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 - Acrescido pelo art. 2º, IV, e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 44.765, de 28/03/2008: “Parágrafo único. Relativamente à utilização da NF-e: I - será obrigatória nas hipóteses definidas em protocolo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal;”

______________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 - Redação dada pelo art. 2º, I, e vigência estabelecida pelo art. 4º, III, ambos do Dec. nº 45.328, de 17/03/2010. (1756) Efeitos a partir de 1º/10/2010 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 2º, ambos do Dec. nº 45.477, de 30/09/2010. 3

328. e vigência estabelecida pelo art. e vigência estabelecida pelo art.080/2002) Anexo V .” (1611) III . (1757) IV .328.Acrescido pelo art.será facultativa. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . ou no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). nº 45. IV. I. nº 44. nº 45.não será obrigatória para o estabelecimento do contribuinte cuja atividade exercida ou constante de seus atos constitutivos. na hipótese de contribuinte que possua estabelecimento somente neste Estado. de 17/03/2010. ______________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 .765.RICMS (Decreto nº 43. 4 . nº 45. previsto nos artigos 197 a 200 deste Regulamento. de 3 de julho de 2009. 1º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec.Redação dada pelo art. ambos do Dec.Art. 4º. ou no cadastro de Contribuintes do Estado. (1611) b) conforme portaria da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF). III. não esteja dentre os códigos da CNAE relacionados no Anexo Único do Protocolo 42. III. 1º (1611) a) nas hipóteses definidas em protocolo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal. desde que o contribuinte utilize Sistema de Processamento Eletrônico de Dados nos termos do Anexo VII.Acrescido pelo art. ambos do Dec. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art. de 28/03/2008: “II .Parte 1 . 2º.477. 2º. 2º.será facultativa. 4º. (1757) Efeitos a partir de 1º/10/2010 . de 17/03/2010. (1610) II . nos demais casos. para as hipóteses não indicadas no inciso I. de 30/09/2010. 3º.a sua Autorização de Uso poderá ser denegada mediante Regime Especial de Controle e Fiscalização.Acrescido pelo art. I. (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 . 2º.

o número e destinação da via da nota fiscal. 2º.o nome ou razão social. 14 .o bairro ou distrito. 13. consignação. nº 44. 2 .o município. 5 . compra. ou a indicação "00. observados os requisitos da legislação pertinente. se adotada nos termos do § 2º do artigo 136 deste Regulamento. 9 . deverá conter as indicações previstas na legislação pertinente.Parte 1 . 8 e 12. 6 . 16 e 17 serão impressas tipograficamente. observada a disposição gráfica dos modelos 1 e 1-A. DESTINATÁRIO/ REMETENTE Nas operações de exportação. 4 .a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento. em corpo "8".a data-limite para emissão da nota fiscal. tais como: venda. 12 . 3 . o campo destinado ao município será preenchido com a cidade e o país de destino. as indicações do quadro a seguir: Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . 19 .o município.A nota fiscal fornecida e visada pela repartição fazendária terá a denominação “Nota Fiscal Avulsa”.00.RICMS (Decreto nº 43. 5 .As indicações a que se refere o campo 11 serão prestadas quando o emitente da nota fiscal for substituto tributário. 3 . observando-se o seguinte: a) os dados relativos ao emitente serão inseridos no quadro “Emitente”.o telefone ou fax.o número de inscrição no CNPJ ou no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do Ministério da Fazenda.o número de inscrição no CNPJ.o número de inscrição estadual. observada a respectiva disposição gráfica. 16 .o Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP).o CEP.Redação original: “Art. quando for o caso.a unidade da Federação. nos quadros e campos próprios. 1 . 2 . 3º. transferência.00" quando não estabelecida. 6 .o bairro ou distrito. 15. imediatamente abaixo.a denominação "Nota Fiscal". se de entrada ou de saída. 7 .o nome ou razão social.Redação dada pelo art.o endereço. de 28/03/2008. 2 .As indicações dos campos 2 a 8. não condensado. de industrialização ou outra). 2º A nota fiscal conterá. 11 . hipótese em que ficam dispensadas de impressão tipográfica as indicações dos campos 1 a 8 e 12. 10 . no mínimo. b) o quadro “Destinatário/ Remetente” será desdobrado em quadros “Remetente” e “Destinatário”. FATURA Quando adotado pelo emitente. 4 . 7 .o Código de Endereçamento Postal (CEP).o endereço.765. acompanhada do número correspondente. 2º (1133) Art.a data de emissão da nota fiscal. com a inclusão de códigos destinados a identificar os respectivos municípios.a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento.As indicações dos campos 1. 12 e 15 poderão ser impressas pelo sistema de processamento eletrônico de dados. as indicações do quadro a seguir:” QUADROS EMITENTE CAMPOS 1 . conterá.a unidade da Federação. 18 .a indicação da operação. 4 . OBSERVAÇÕES 1 . ambos do Dec. remessa (para fins de demonstração. ______________________________ (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . 2º A Nota Fiscal. 5 . 8 . 17 . 15 . 4/1 . 3 .o telefone ou fax.o número de ordem da nota fiscal e. serão impressas.Art.080/2002) Anexo V . 13 . a expressão "Série". devolução. 8 . nos quadros e campos próprios. 12. 20 . e vigência estabelecida pelo art. modelo 1 ou 1-A. importação.As indicações dos campos 1 a 8.o número de inscrição estadual. 9 .o número de inscrição estadual do substituto tributário na unidade da Federação em favor da qual é retido o imposto. IV.a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada.

Art.RICMS (Decreto nº 43.080/2002) Anexo V . 2º 4/2 .Parte 1 .

a alíquota do ICMS. 2 . 4º. seja impressa.o Código de Situação Tributária 3 . no campo "Classificação Fiscal".o valor total dos produtos. fiscal for o substituto tributário. quando for o caso. 2 . 8 .a unidade de medida utilizada para a do quadro "Dados do Produto" deverão quantificação dos produtos. Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2010 . 8 .o valor do seguro. no campo "Informações Complementares" do quadro "Dados Adicionais". nº 45. alíquota ou situação tributária.a classificação fiscal dos produtos. tipo. ou no verso da nota fiscal. quando for o caso. tabela com a respectiva decodificação. (1612) 3 . compreendendo: nome. 10 . nas operações realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado. se o contribuinte utilizar o referido código para o seu controle interno.o valor do frete. 3 . 2º OBSERVAÇÕES 1 . quando for o caso.a alíquota do IPI.o valor unitário dos produtos.o código estabelecido na Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado NBM/SH. As indicações dos campos 3 e 4 serão 2 .o valor total dos produtos.a descrição dos produtos. ambos do Dec. de 17/03/2010.Nas operações sujeitas a mais de uma (CST). “ 4 . situação tributária. b) poderá ser dispensada e suprimida a coluna "Código Produto".a quantidade dos produtos. quando for o caso. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. 5 . (1612) 2 .Redação original: “ 3 . poderá ser indicado outro código.Parte 1 .080/2002) QUADROS DADOS PRODUTO CAMPOS DO 1 o código adotado pelo estabelecimento para identificação do produto.a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ICMS retido por substituição tributária. os dados 5 . 11 . Anexo V .a base de cálculo total do ICMS.o valor do ICMS incidente na prestadas quando o emitente da nota operação. 9 . CÁLCULO DO IMPOSTO ______________________________ (1612) Efeitos a partir de 1º/04/2010 .Nas operações não realizadas por estabelecimento industrial ou a ele equiparado. marca.A indicação do campo 1: a) deverá ser efetuada com os dígitos correspondentes ao código de barras. 7 . 2º.o valor de outras despesas acessórias. 4 . nos termos da legislação federal.Redação dada pelo art. e nas operações de comércio exterior. 1 . 9 . 10 . na hipótese de o contribuinte não utilizar códigos para identificação de seus produtos.Em substituição à aposição dos códigos da Tabela do Imposto sobre Produtos Industrializados (TIPI). e vigência estabelecida pelo art. ou que não se referirem ao comércio exterior.RICMS (Decreto nº 43. série. II.o valor do IPI. quando for o caso. 5 . modelo. 6 . 7 . desde que. quando exigida pela legislação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).o valor do ICMS retido por substituição tributária.Art.328. espécie.o valor total do IPI. será obrigatória somente a indicação do correspondente capítulo da Nomenclatura Comum do Mercosul/Sistema Harmonizado NBM/SH.o valor total da nota fiscal. I. por meio indelével. ser subtotalizados por alíquota ou 6 . nos termos da legislação federal.

ainda. com a expressão "Remetente" ou "Destinatário". quando for o caso. quando for o caso.no campo "Reservado ao Fisco".o município do transportador. local de entrega. 3 .o peso bruto dos volumes transportados. 4 . redução de base de cálculo. 13 . os valores do ICMS retido. ou outro elemento identificativo nos demais casos. impressas ou mediante carimbo. diferimento.a quantidade de volumes transportados. 2º OBSERVAÇÕES 1 .a placa do veículo. 2 .a unidade da Federação do domicílio do transportador. 7 . indicações de uso exclusivo do Fisco. se for o caso.a unidade da Federação de registro do veículo. 15 . 2 . 6 . 5 . quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de veículo. no campo.Na operação interestadual com produtos tributados e não tributados acobertada pela mesma nota fiscal. 6 . deverão ser indicados. 9 . no caso de nota fiscal emitida por processamento eletrônico de dados. quantidade. número do pedido. 2 .o nome ou razão social do transportador e a expressão "Autônomo". tais como: não-incidência.o endereço do transportador.o número de controle do formulário.Parte 1 . ser indicada no campo "Informações Complementares". no campo "Informações Complementares". 11 . 3 . preço final. 8 . 10 . DADOS ADICIONAIS 1 . indicações sobre a operação. no caso de transporte rodoviário. quando esta for emitida em separado. a data de emissão e o valor da operação do documento original. quando não houver emissão de nota fiscal-fatura ou de fatura ou. 3 . indicações exigidas neste Regulamento e dados de interesse do emitente. tais como: preço à vista.No campo "Placa do Veículo" deverá ser indicada a placa do veículo tracionado. valor e datas de vencimento das prestações. a nota fiscal. em que tenha ocorrido a retenção do imposto por substituição tributária. no campo "Informações Complementares".RICMS (Decreto nº 43. quando for o caso. devendo a placa dos demais veículos tracionados. dispensadas as indicações dos campos 2 e 5 a 9. separadamente. 14 .a numeração dos volumes transportados. nas hipóteses previstas na legislação. quando houver. isenção. suspensão.a espécie dos volumes transportados. e propaganda. além dos requisitos exigidos neste Capítulo.a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário.080/2002) QUADROS TRANSPORTADOR/ VOLUMES TRANSPORTADOS CAMPOS 1 .o número de inscrição estadual do transportador. 12 .a marca dos volumes transportados.Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário. 2 . emissor da nota fiscal. em relação aos produtos tributados e aos não tributados.o número de inscrição do transportador no CNPJ ou CPF.Nas vendas a prazo. quando diverso do endereço do destinatário. esta circunstância será indicada no campo "Nome/Razão Social".Na nota fiscal emitida relativamente à saída de mercadorias em retorno ou em devolução deverão ser indicados. deverá conter. vendedor. 1 no campo "Informações Complementares". "Informações Complementares". ainda. o número.o peso líquido dos volumes transportados.Art. Anexo V .

impressos tipograficamente. para a aposição de carimbos pela fiscalização. o nome. Os quadros terão largura mínima de 203mm. II . Art. o número e a data da AIDF e a identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. 3º. desde que não prejudique a sua clareza. sejam grafadas em. em qualquer sentido. "Inscrição Estadual do Substituto Tributário" e "Inscrição Estadual". 5º Observados os requisitos da legislação pertinente.Art. com a dimensão mínima de 100 X 150mm. os números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectiva série. 10. no mínimo. que terá largura mínima de 172mm. observados os requisitos da legislação pertinente. deverão constar. o endereço e os números de inscrição. em corpo "5" não condensado. V . Art. III . 17 (dezessete) caracteres por polegada. excepcionalmente. IV . quando for o caso. na hipótese de uso de impressora matricial. e os campos "CNPJ/CPF" e "Inscrição Estadual". II . § 1º O campo "Reservado ao Fisco" terá tamanho mínimo de 80 X 30mm.a declaração de recebimento dos produtos. do impressor da nota. do quadro "Emitente". a nota fiscal poderá ser emitida por processamento eletrônico de dados. ______________________________ (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . 7º Poderão ser incluídas. Art. estadual e no CNPJ. 3º No rodapé ou na lateral direita da nota fiscal deverão constar. 2º. 9º A nota fiscal será de tamanho não inferior a 210 X 280mm e 280 X 210mm para os modelos 1 e 1-A. entre os quadros "Dados do Produto" e "Cálculo do Imposto". 6º Os dados relativos ao Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN) serão inseridos. do quadro "Destinatário/Remetente". 3º No rodapé ou na lateral direita da Nota Fiscal.765. com espaço em branco de até 5. Art. Art. de 28/03/2008.0cm na margem superior. impressas tipograficamente no verso.a data do recebimento dos produtos. o número e a data da AIDF e a identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.a nota fiscal poderá ser impressa em tamanho inferior ao previsto. § 2º Os campos "CNPJ". II . (1133) Art. após a descrição do produto. a data e a quantidade impressa.a expressão "Nota Fiscal". em corpo "5" não condensado.Redação dada pelo art.Parte 1 . conforme legislação municipal.” Art. e vigência estabelecida pelo art. 4º No comprovante de entrega dos produtos. os números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectiva série. Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . 7 . impressa tipograficamente.Caso o campo "Informações Complementares" não seja suficiente para conter as indicações exigidas. modelo 1 ou 1-A. operações enquadradas em diferentes códigos.RICMS (Decreto nº 43.o quadro "Destinatário/Remetente".o número de ordem da nota fiscal. hipótese em que será reservado espaço. em qualquer sentido. no modelo 1-A. impresso tipograficamente ou por processamento eletrônico de dados. na forma de canhoto destacável.(s) 2º a 10 OBSERVAÇÕES 4 . no mínimo.a identificação e assinatura do recebedor dos produtos. observado o seguinte: I .Redação original: “Art. o nome. o endereço e os números de inscrição.o quadro "Dados Adicionais". IV.suas vias não poderão ser impressas em papel jornal. desde que as indicações a serem impressas quando de sua emissão. respeitados os tamanhos mínimos dos quadros e campos estipulados neste Capítulo e a sua disposição gráfica. o quadro "Dados do Produto". hipótese em que estes serão indicados no campo "CFOP" do quadro "Emitente". impressos tipograficamente.080/2002) QUADROS CAMPOS Anexo V . Art. exclusivamente nos casos de emissão por processamento eletrônico de dados. ambos do Dec. nº 44. deverá constar: I . quando for o caso. estadual e no CNPJ. exceto: I . poderá ser utilizado. na linha correspondente a cada item. 8º A nota fiscal poderá conter. que integrará apenas a 1ª (primeira) via da nota fiscal. terão largura mínima de 44mm. a data e a quantidade impressa. quando for o caso. no máximo. numa mesma nota fiscal. e no quadro "Dados do Produto". respectivamente. do impressor da nota. informações complementares de interesse do emitente.

3º. 2º. IV. ambos do Dec. com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil. e vigência estabelecida pelo art.328. 3º. de existência apenas digital. feita a inclusão dos elementos necessários no quadro "Fatura". caso em que a denominação do documento passará a ser "Nota Fiscal-Fatura". que comporá a “chave de acesso” de identificação da nota.RICMS (Decreto nº 43. de 28/03/2008. nº 45. após: (1134) I . 4º. de 17/03/2010. (1611) § 5º Aplicam-se à NF-e os prazos de validade previstos no art. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária.ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso da NF-e.Acrescido pelo art. de 28/03/2008: “IV .(s) 11 e 11-A Art. A NF-e é o documento emitido e armazenado eletronicamente. 8 . contendo o registro fiscal dos documentos recebidos e emitidos. (1134) II . via internet. ______________________________ (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . I. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. gerado pelo emitente.Acrescido pelo art. observado o disposto em portaria da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF) da referida Secretaria. ambos do Dec.Acrescido pelo art.Acrescido pelo art. IV. 2º. nº 44.Art. 2º. (1610) Art.Parte 1 . e vigência estabelecida pelo art. nº 44. 11-A.deverá conter um “código numérico”. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 58 desta Parte. (1134) III . Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . e vigência estabelecida pelo art. de 28/03/2008: “Art. e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e autorização de uso da Secretaria de Estado de Fazenda. III.ser transmitido eletronicamente à Secretaria de Estado de Fazenda. número e série do documento.328. contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . III.765. 2º.Acrescido pelo art. com utilização de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela Secretaria de Estado de Fazenda.deverá ser emitida com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração da Nota Fiscal Eletrônica) NF-e. a fim de garantir a autoria do documento digital.terá seu leiaute estabelecido em ato COTEPE. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . A nota fiscal poderá servir como fatura. I. e vigência estabelecida pelo art. nº 45. nº 44. ambos do Dec. (1610) § 2º O contribuinte optante ou obrigado à emissão de NF-e deverá efetuar previamente seu credenciamento na Secretaria de Estado de Fazenda.765. por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. de que trata o art.080/2002) Anexo V . (1611) § 4º O contribuinte optante ou obrigado à emissão de NF-e deverá manter e entregar arquivo eletrônico. § 2º O contribuinte obrigado à emissão de NF-e deverá efetuar previamente seu cadastramento na Secretaria de Estado de Fazenda. com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil.765. prevalecendo a data de emissão do documento na hipótese de não indicação da data da efetiva saída da mercadoria. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso pela administração tributária da unidade federada do contribuinte. juntamente com o CNPJ do emitente. 11.Redação dada pelo art. destinado a documentar operações e prestações. de existência apenas digital.” (1134) § 1º A NF-e atenderá ao seguinte: (1610) I . (1610) IV . 4º. IV. pela Secretaria de Estado de Fazenda. 3º.” (1134) § 3º O arquivo digital da NF-e só poderá ser utilizado como documento fiscal. 3º.o respectivo arquivo digital será elaborado no padrão XML (Extended Markup Language). a fim de garantir a autoria do documento digital. ambos do Dec.será assinada pelo emitente. de 17/03/2010. referente à totalidade das operações de entrada e de saída de mercadorias ou bens e das aquisições e prestações de serviços realizadas no período de apuração. IV. destinado a documentar operações e prestações. 2º. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 .” (1134) II . 11-A. 10 da Parte 1 do Anexo VII. 2º. ambos do Dec. observado o disposto em portaria da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF) da referida Secretaria. A NF-e é o documento emitido e armazenado eletronicamente. nº 44. de 28/03/2008: “I .será assinada pelo emitente. (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 . e vigência estabelecida pelo art.765.

4º. desde que mantidos os campos obrigatórios relativos à NF-e. ser alterado para adequá-lo às operações do contribuinte. (1134) § 5º A cientificação de que trata o caput será efetuada mediante protocolo disponibilizado ao emitente ou a terceiro autorizado pelo emitente. IV. (1134) § 1º Para a emissão do DANFE.conterá código de barras. podendo ser utilizadas folhas soltas. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. (1134) IV . nº 44. mediante autorização da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF). 4º. Recebido o arquivo digital relativo à NF-e.da concessão da Autorização de Uso da NF-e. conforme padrão estabelecido no Manual de Integração da NF-e. ambos do Dec.RICMS (Decreto nº 43. nº 44. desde que reservado espaço com dimensão mínima de 10x15 cm. III. desde que não prejudiquem a leitura de seu conteúdo.conterá código de barras. no tamanho mínimo A4 (210 x 297 mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm). de 28/03/2008. 3º. (1134) e) falha na leitura do número da NF-e. imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. o arquivo digital transmitido ficará arquivado na administração tributária para consulta. e vigência estabelecida pelo art. sendo permitido ao interessado nova transmissão do arquivo da NF-e nas hipóteses das alíneas “a”. a data e a hora do recebimento da solicitação pela Secretaria de Estado de Fazenda e o número do protocolo. (1134) f) outras falhas no preenchimento ou no leiaute do arquivo da NF-e. nos termos da cláusula décima quinta.terá seu leiaute estabelecido no Manual de Integração da NF-e. permitida a indicação de informações complementares de interesse do emitente. II. e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. mediante autorização da SAIF. nº 45. imediatamente após o recebimento da autorização de uso da NF-e. nº 45.080/2002) Anexo V . Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 .os títulos e informações dos campos constantes do documento serão grafados de forma legível.765.(s) 11-B e 11-C (1134) Art. ambos do Dec. nº 45. a NF-e não poderá ser alterada. ambos do Dec. II . (1134) § 6º Nos casos dos incisos I ou II do caput. 11-C. (1134) b) falha no reconhecimento da autoria ou da integridade do arquivo. (1610) II . a Secretaria de Estado de Fazenda cientificará o emitente: (1134) I . conforme o caso. IV. desde que mantidos os campos obrigatórios relativos à NF-e.765. o mesmo não será arquivado na Secretaria de Estado de Fazenda para consulta eletrônica. III. (1134) III . podendo. a “chave de acesso”. Efeitos de 18/03/2010 a 25/11/2010 . (1134) II . (1134) d) duplicidade de número da NF-e. 2º.Acrescido pelo art. ou para facilitar a consulta da respectiva nota. identificado como “Denegada a Autorização de Uso”.Art. 2º. ambos do Dec. 2º.Parte 1 . (1134) § 4º Na hipótese do parágrafo anterior não será possível sanar a irregularidade e solicitar nova Autorização de Uso da NF-e que contenha a mesma numeração.506. de 28/03/2008: “I . podendo. via internet. (1134) § 1º Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. (1134) § 2º Em caso de rejeição do arquivo digital. ser alterado para adequá-lo às operações do contribuinte. contendo.terá seu leiaute estabelecido em ato COTEPE. formulário de segurança. 11-B.. Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 .328. I. e vigência estabelecida pelo art. de 25/11/2010. (1610) VI . (1134) c) remetente não credenciado para emissão da NF-e. (1794) Efeitos a partir de 26/11/2010 . 2º. em virtude da irregularidade fiscal do emitente.Redação dada pelo art.Acrescido pelo art. de 17/03/2010. 2º. encaminhar ou disponibilizar download do arquivo eletrônico da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário e ao transportador contratado.poderá conter outros elementos gráficos. 3º. Para acompanhar o trânsito de bens e mercadorias acobertadas por NF-e. em qualquer sentido. e vigência estabelecida pelo art. de 17/03/2010: “§ 7º O emitente da NF-e deverá. ambos do Dec. I. o contribuinte emitirá o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE). obrigatoriamente.328.da denegação da Autorização de Uso da NF-e. exceto papel jornal. (1134) § 3º Em caso de denegação da Autorização de Uso da NF-e. inclusive do código de barras por leitor óptico. obrigatoriamente. 3º. 9 . conforme padrão estabelecido em ato COTEPE. “b” e “e” do inciso I do caput. em virtude de: (1134) a) falha na recepção ou no processamento do arquivo. o protocolo de que trata o parágrafo anterior conterá informações que justifiquem de forma clara e precisa o motivo pelo qual a Autorização de Uso não foi concedida.da rejeição do arquivo.” (1134) Art. o número da NF-e. encaminhar ou disponibilizar download do arquivo eletrônico da NF-e e seu respectivo Protocolo de Autorização de Uso ao destinatário.o verso do documento destina-se à aposição de carimbos de controle do Fisco. ______________________________ (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . e vigência estabelecida pelo art. será observado o seguinte: (1610) I .” (1134) III .será impresso em papel. (1794) § 7º O emitente da NF-e deverá. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. (1134) V .Acrescido pelo art.

ambos do Dec.765.Acrescido pelo art. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e. 4º. nº 45. de que trata o Título III-A da Parte 1 deste Anexo. (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 .” (1684) II . (1134) § 2º O DANFE: (1134) I .Acrescido pelo art.765. 2º. IV. (1134) II . ambos do Dec. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art. IV. 11-D. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . IV. 3º. 10 .506.(s) 11-C e 11-D Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . e vigência estabelecida pelo art. formulário contínuo ou formulário pré-impresso. 11-D. (1794) Efeitos a partir de 26/11/2010 . (1134) c) uma via será mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. caso em que será denominado "DANFE Simplificado". e vigência estabelecida pelo art. II.765. (1795) Efeitos a partir de 26/11/2010 . (1684) Efeitos a partir de 1º/07/2010 . Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a Secretaria de Estado de Fazenda. I. o contribuinte poderá gerar novo arquivo. formulário de segurança.328. I.Redação dada pelo art. e vigência estabelecida pelo art. nº 45. IV. IV.na hipótese de venda ocorrida fora do estabelecimento.765. e vigência estabelecida pelo art.Acrescido pelo art.Receita Federal do Brasil.506. 2º.imprimir o DANFE em Formulário de Segurança . ambos do Dec. Impresso em decorrência de problemas técnicos”. devendo ser observadas as definições previstas no Manual de Integração da NF-e. exceto papel jornal.imprimir o DANFE em formulário de segurança.080/2002) Anexo V . observado o seguinte: Efeitos de 1º/04/2008 a 30/06/2010 . observado o seguinte:” (1134) a) o DANFE deverá ser impresso em duas vias. e vigência estabelecida pelo art. no tamanho A4. 3º.Redação dada pelo art.410. e vigência estabelecida pelo art. I. poderá ser impresso em qualquer tipo de papel. 2º.Acrescido pelo art. Quando em decorrência de problemas técnicos não for possível transmitir a NF-e para a Secretaria de Estado de Fazenda. de 25/11/2010. ambos do Dec. de 25/11/2010. nº 44.Art. nº 44. nº 44.será impresso em papel. quinta e sexta deste ajuste. e vigência estabelecida pelo art.Acrescido pelo art. II. 2º. e vigência estabelecida pelo art. exceto papel jornal.Acrescido pelo art. em tamanho inferior ao A4 (210 x 297 mm).RICMS (Decreto nº 43. III. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art. de 28/03/2008: “VI . 4º. 3º. (1134) b) uma via permitirá o trânsito das mercadorias ou bens e será mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais. 2º. 3º. 3º. 2º. ambos do Dec.” (1611) VII .Parte 1 . informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas: Efeitos de 1º/04/2008 a 25/11/2010 . 3º.Documento Auxiliar (FS-DA).Acrescido pelo art. nos termos do § 3º do art. ambos do Dec.328. de 28/03/2008: “II . 2º. (1795) III . de 28/03/2008: “I . nº 45. de 24/06/2010.transmitir a NF-e para a Receita Federal do Brasil nos termos das cláusulas quarta.328.transmitir a NF-e para o Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN) . ______________________________ (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . nº 45. constando no corpo a expressão “DANFE em Contingência. de 28/03/2008 e ver art. podendo ser utilizadas folhas soltas. 1º. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 .servirá de base para escrituração da NF-e. nº 44.somente poderá ser utilizado para acompanhar o transporte de mercadorias ou bens após autorização de uso da respectiva NF-e. ambos do Dec. informando que a respectiva NF-e foi emitida em contingência e adotar uma das seguintes alternativas:” (1610) I . 2º. nº 44. 3º. nº 45. 4º.utilizado para acompanhar o trânsito de mercadorias acobertado por NF-e será impresso em uma única via. de 17/03/2010. III. de 17/03/2010.Redação dada pelo art. de 17/03/2010: “Art. caso o destinatário não esteja obrigado à emissão de NF-e. ou obter resposta à solicitação de Autorização de Uso da NF-e. o contribuinte deverá gerar novo arquivo. de 28/03/2008. ambos do Dec. 2º. (1794) Art. 3º do Dec.765. nº 45. 11-A desta Parte.

(1611) c) outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido no § 1º do art. ambos do Dec.após decorridos 30 (trinta) dias do recebimento da mercadoria ou bem.caso a NF-e transmitida nos termos da alínea “d” vier a ser rejeitada pela Secretaria de Estado de Fazenda. 3º. (1134) b) solicitar nova Autorização de Uso da NF-e. de 28/03/2008: “IV . ambos do Dec.328. II . Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . I.Acrescido pelo art. (1134) III . I. de 17/03/2010. ambos do Dec. o emitente deverá transmitir à Secretaria de Estado de Fazenda as NF-e geradas em contingência. informando o motivo da entrada em contingência. ambos do Dec.” (1611) V . 2º.dispensa-se a exigência de formulário de segurança para a impressão das vias adicionais do DANFE.Acrescido pelo art. ______________________________ (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . contado a partir da emissão da NF-e de que trata o inciso V. 2º. ambos do Dec. 11-J. nº 44. 2º. (1611) b) uma via permitirá o trânsito das mercadorias e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido no § 1º do art. (1134) d) entregar a NF-e autorizada bem como o novo DANFE impresso nos termos do inciso anterior.transmitir Declaração Prévia de Emissão em Contingência) DPEC (NF-e).caso a NF-e transmitida nos termos do inciso I seja rejeitada pela Secretaria de Estado de Fazenda. IV. conforme a alternativa adotada. 2º. nº 45. constando no corpo a expressão "DANFE impresso em contingência) DPEC regularmente recebido pela Receita Federal do Brasil". ambos do Dec. (1610) IV . nos termos do art.Art. o emitente deverá transmitir à Secretaria de Estado de Fazenda as NF-e geradas em contingência. de 28/03/2008. IV. III. o destinatário deverá comunicar o fato à Administração Fazendária a que estiver circunscrito. o contribuinte deverá: Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . bem como a numeração e série das NF-e geradas neste período. modelo 6. e até o prazo limite definido em Ato Cotepe. (1610) II . 3º. e vigência estabelecida pelo art.765. de 28/03/2008: “§ 1º Na hipótese do inciso II do caput: I . a data e hora do seu início e seu término. e vigência estabelecida pelo art. e vigência estabelecida pelo art.765. 3º. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . IV. conforme o caso. 2º. 96 deste Regulamento. de 17/03/2010. 4º. e vigência estabelecida pelo art. nº 44.Acrescido pelo art. 4º. caso a geração saneadora da irregularidade da NF-e tenha promovido alguma alteração no DANFE.RICMS (Decreto nº 43. juntamente com a via mencionada na alínea "b" do inciso II ou III do caput. (1610) § 1º Nas hipóteses dos incisos II e III do caput: (1610) I . de 28/03/2008: “d) imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e. IV. nº 45. (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 .Parte 1 . Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 .o contribuinte deverá lavrar termo no livro Registro de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrência. 2º.080/2002) Anexo V .” (1611) III . caso não possa confirmar a existência da Autorização de Uso da NF-e. (1134) c) imprimir em formulário de segurança o DANFE correspondente à NF-e autorizada.765.o destinatário manterá a via do DANFE referida na alínea "d" do inciso II deste parágrafo. para a Receita Federal do Brasil. e vigência estabelecida pelo art. o contribuinte deverá:” (1134) a) gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. 11 . ou no momento da regular recepção da DPEC pela Receita Federal do Brasil. 96 deste Regulamento.328. observado o seguinte: (1611) a) o DANFE deverá ser impresso em no mínimo duas vias.Redação dada pelo art.765.imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediram a transmissão ou recepção do retorno da autorização da NF-e.Acrescido pelo art. e vigência estabelecida pelo art. sanando a irregularidade. 11-D (1610) d) dispensa-se a exigência de formulário de segurança para a impressão das vias adicionais do DANFE. nº 44. nº 44. 3º. III.considera-se emitida a NF-e em contingência no momento da impressão do respectivo DANFE em formulário de segurança. número dos formulários de segurança utilizados.Acrescido pelo art.

o emitente deverá. (1134) Art.solicitar o cancelamento das NF-e que retornaram com Autorização de Uso e cujas operações não se efetivaram ou foram acobertadas por NF-e emitidas em contingência. (1795) § 4º É vedada a reutilização. (1134) § 4º A cientificação do resultado do Pedido de Cancelamento de NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente. a "chave de acesso". 12 .765. havendo problemas técnicos de que trata o caput. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . ambos do Dec. a data e a hora do recebimento da solicitação pela Secretaria de Estado de Fazenda e o número do protocolo.Acrescido pelo art. observado o leiaute estabelecido em Ato COTEPE.Redação dada pelo art. (1134) II . ambos do Dec.328. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. nº 44. 4º. e vigência estabelecida pelo art.(s) 11-D a 11-F (1613) § 2º O contribuinte deverá informar no arquivo da NF-e o motivo da entrada em contingência.” (1611) § 3º Na hipótese do inciso VII do § 1º do art. 11-D desta Parte. de 28/03/2008: “§ 2º Na hipótese da alínea “d” do inciso II do parágrafo anterior. nº 44. ambos do Dec. 2º. transmitido via Internet.765. (1613) Efeitos a partir de 1º/04/2010 . em no mínimo duas vias. contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. ambos do Dec.Redação dada pelo art. IV. (1795) Efeitos a partir de 26/11/2010 . e vigência estabelecida pelo art. (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 . ambos do Dec. III.Acrescido pelo art.Acrescido pelo art. nº 45. a fim de garantir a autoria do documento digital. III. o número da NF-e. IV.765. o destinatário manterá a via do DANFE juntamente com a via mencionada na alínea “b” inciso I do caput. nº 45.Parte 1 . desde que não tenha havido a circulação da respectiva mercadoria ou prestação de serviço. 11-F. de 17/03/2010. 2º.” (1134) § 3º A transmissão poderá ser realizada por meio de software desenvolvido ou adquirido pelo contribuinte ou disponibilizado pela administração tributária. o DANFE Simplificado em contingência. Efeitos de 1º/04/2008 a 31/03/2010 . e vigência estabelecida pelo art.Acrescido pelo art. bem como a data. I. 3º. e vigência estabelecida pelo art. IV. 11-C desta Parte.328. I. 2º. e vigência estabelecida pelo art. pelo emitente à Secretaria de Estado de Fazenda. de 28/03/2008: “§ 1º O cancelamento da NF-e será efetuado mediante Pedido de Cancelamento de NF-e. e vigência estabelecida pelo art. 4º. de 17/03/2010. de 17/03/2010. 4º. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 2º. I. 2º. I. conforme o caso. em contingência. contendo.solicitar a inutilização da numeração das NF-e que não foram autorizadas nem denegadas. nº 45. o emitente poderá solicitar o cancelamento da NF-e. 3º.506. com a expressão "DANFE Simplificado em Contingência". após a cessação das falhas: (1134) I . via Internet. (1134) Art. de número de NF-e transmitida com tipo de emissão „Normal‟. 3º. o contribuinte deverá emitir.080/2002) Anexo V . observadas as destinações de cada via previstas nas alíneas "b" e "c" do inciso II do art. ______________________________ (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . ambos do Dec. Relativamente às NF-e que foram transmitidas antes da contingência e que ficaram pendentes de retorno. 11-E.Acrescido pelo art. devendo tais informações ser impressas no DANFE. observado o disposto no Manual de Integração da NF-e. sendo dispensada a utilização de formulário de segurança. a fim de garantir a autoria do documento digital. de 28/03/2008. hora com minutos e segundos do seu início. transmitido via Internet. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 .Art. § 2º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil. nº 45. pós a concessão de Autorização de Uso da NF-e. (1610) § 1º O cancelamento da NF-e será efetuado mediante Pedido de Cancelamento de NF-e.328. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. e vigência estabelecida pelo art. pelo emitente à Secretaria de Estado de Fazenda. de 25/11/2010. ambos do Dec. 2º.RICMS (Decreto nº 43. 2º. (1610) § 2º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil. nº 44. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º. II.

” (1134) § 2º A cientificação da recepção da CC-e será feita mediante protocolo disponibilizado ao emitente. 3º. contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte. de 28/03/2008: “§ 1º A Carta de Correção Eletrônica) CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil. pelo emitente à Secretaria de Estado de Fazenda. nº 45. o número da NF-e. 3º. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e.CC-e. o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e. conforme o caso. § 2º O Pedido de Inutilização de Número da NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil. IV. a fim de garantir a autoria do documento digital. de 28/03/2008: “§ 1º A inutilização de números de NF-e será efetuada mediante Pedido de Inutilização de Número da NF-e.765. e vigência estabelecida pelo art. transmitida à Secretaria de Estado de Fazenda. 11-G. 2º. de 17/03/2010.765.Redação dada pelo art. 2º. deste Regulamento. via Internet. O contribuinte deverá solicitar. 2º. até o 10 (décimo) dia do mês subseqüente. ambos do Dec. contendo. pelo emitente à Secretaria de Estado de Fazenda. III. 11-H. 96. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. 3º. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. a “chave de acesso”.Redação dada pelo art.RICMS (Decreto nº 43. por meio de protocolo de segurança ou criptografia. contendo. os números das NF-e.765. a data e a hora do recebimento da solicitação pela Secretaria de Estado de Fazenda e o número do protocolo. e vigência estabelecida pelo art. nº 44. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento.Parte 1 . por meio de protocolo de segurança ou criptografia.765.080/2002) Anexo V . 13 . o emitente poderá sanar erros em campos específicos da NF-e. observado o disposto no art.328. 2º. transmitida à Secretaria de Estado de Fazenda. a fim de garantir a autoria do documento digital. XI. 3º.CC-e. por meio de Carta de Correção Eletrônica . (1794) Efeitos a partir de 26/11/2010 . ambos do Dec. nº 44. e vigência estabelecida pelo art. via Internet. o emitente deverá consolidar na última todas as informações anteriormente retificadas.” (1610) § 1º A Carta de Correção Eletrônica) CC-e deverá atender ao leiaute estabelecido em Ato COTEPE que aprova o Manual de Integração da NF-e e ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil. 2º. IV. de 28/03/2008. II. nº 44. transmitido via Internet. Efeitos de 1º/04/2008 a 25/11/2010 . 2º.(s) 11-G e 11-H (1134) Art. nº 45. a inutilização de números de NF-e não utilizados. de 25/11/2010. ambos do Dec. conforme o caso. e vigência estabelecida pelo art. 11-H. podendo ser autenticado mediante assinatura digital gerada com certificação digital da Secretaria de Estado de Fazenda ou outro mecanismo de confirmação de recebimento. contendo o CNPJ do estabelecimento emitente ou da matriz.Acrescido pelo art. ambos do Dec. via internet. deste Regulamento. observado o disposto no Manual de Integração da NF-e. a data e a hora do recebimento da solicitação pela Secretaria de Estado de Fazenda e o número do protocolo. observado o leiaute estabelecido em Ato COTEPE. (1610) § 2º O Pedido de Cancelamento de NF-e deverá ser assinado pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infra-estrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil.Acrescido pelo art.506. IV. e vigência estabelecida pelo art. de 28/03/2008: “Art.Acrescido pelo art. na eventualidade de quebra de seqüência da numeração da NF-e. durante o prazo estabelecido no „Manual de Integração . 96.Art.” (1134) § 3º A cientificação do resultado do Pedido de Inutilização de Número da NF-e será feita mediante protocolo de que trata o § 2º disponibilizado ao emitente. (1794) Art. ambos do Dec. transmitido via Internet. (1134) § 3° Havendo mais de uma CC-e para a mesma NF-e.Acrescido pelo art. 4º. por meio de Carta de Correção Eletrônica . via Internet. a fim de garantir a autoria do documento digital. XI. a fim de garantir a autoria do documento digital. ambos do Dec. (1610) § 1º O cancelamento da NF-e será efetuado mediante Pedido de Cancelamento de NF-e. 3º. ______________________________ (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 .Contribuinte‟. nº 44. observado o disposto no art. Após a concessão da Autorização de Uso da NF-e. e vigência estabelecida pelo art. I. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . IV. contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte.

Parte 1 . quando esta não transitar pelo estabelecimento transmitente. II . Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. no caso de transmissão de propriedade de mercadoria ou de título que a represente.080/2002) Anexo V . V . e vigência estabelecida pelo art. aprovado pelo Decreto nº 36. bebida ou outra mercadoria. 11-I.antes da tradição real ou simbólica da mercadoria. a Secretaria de Estado de Fazenda disponibilizará em seu endereço eletrônico na internet (http://portalnfe. nº 45. nº 44.br/) consulta relativa à NF-e.a identificação do emitente. no campo “Informações Complementares”. no mínimo. § 1º Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal constante da Tabela 1. quando de sua regular recepção pela Receita Federal do Brasil.sef.328. contendo. 3º.br) consulta relativa à NF-e. 2º. de 17/03/2010. o número do documento fiscal que acobertou a saída da mercadoria. no momento do abastecimento. a fim de garantir a autoria do documento digital.pela entrada de bens ou mercadorias. café e estabelecimento similar.Acrescido pelo art. na forma prevista nos artigos 20 a 27 desta Parte.110. IV . de 4 de outubro de 1994.seja indicado. Após a concessão de Autorização de Uso da NF-e. (1611) f) valor do ICMS retido por substituição tributária.328. II . IV. o contribuinte deverá emitir nota fiscal com as indicações do nome da Administradora e do número do respectivo comprovante. os quais passarão a fazer parte integrante da nota fiscal global. 14 . a Secretaria de Estado de Fazenda disponibilizará em seu endereço eletrônico na internet (www.Acrescido pelo art. 3º. § 2º Na hipótese em que o pagamento seja efetuado por meio de cartão de crédito. nº 45. hipótese em que serão mencionados o número. Cupom Fiscal ou Nota Fiscal Modelo 2. A consulta relativa à NF-e poderá ser efetuada também no ambiente nacional disponibilizado pela Receita Federal do Brasil. IV. em restaurante. Art. no mínimo: (1611) I .manejo florestal. (1611) c) unidade federada de localização do destinatário.gov. em decorrência de locação ou de remessa para armazém-geral ou depósito fechado. uma das seguintes informações relativas à sua origem: I . 4º. (1611) Art. por ocasião da saída da mercadoria. a nota fiscal poderá ser emitida de forma periódica.RICMS (Decreto nº 43. ainda. 11-J. bar.a DPEC deverá ser assinada pelo emitente com assinatura digital certificada por entidade credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira) ICP-Brasil. de 28/03/2008.” (1134) Parágrafo único. para cada NF-e: (1611) a) chave de Acesso. (1611) d) valor da NF-e.seja emitido. III. (1611) b) CNPJ ou CPF do destinatário. (1611) § 1º O arquivo da DPEC conterá informações sobre a NF-e e. ambos do Dec.informações das NF-e emitidas.Art. ambos do Dec. desde que observado o seguinte: I . I.floresta plantada. ______________________________ (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 .a transmissão do arquivo digital da DPEC deverá ser efetuada via internet. e vigência estabelecida pelo art. (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 . no campo destinado à descrição dos produtos. III . contendo o CNPJ de qualquer dos estabelecimentos do contribuinte.mg. III .o arquivo digital da DPEC deverá ser elaborado no padrão XML (Extended Markup Language).765. e vigência estabelecida pelo art. deste tenha saído sem o pagamento do IPI e ICMS. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . anexa ao Regulamento da Taxa Florestal.mg. na nota fiscal deverá constar.fazenda. ambos do Dec. série e data da nota fiscal emitida anteriormente. (1611) III . de 17/03/2010. I.Acrescido pelo art. 12. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . 2º. § 3º Tratando-se de estabelecimento varejista de combustíveis derivados ou não de petróleo.antes da tradição real ou simbólica da mercadoria. 4º.765. (1611) § 2º Presumem-se emitidas as NF-e referidas na DPEC. III. observadas as seguintes formalidades: (1611) I .Redação dada pelo art. A nota fiscal será emitida: I . tendo transitado pelo estabelecimento transmitente.no momento do fornecimento de alimentação.antes de iniciada a saída da mercadoria. II .floresta nativa. nestes consignando os números da placa e do hodômetro do veículo abastecido. 2º.(s) 11-I a 12 (1610) Art. ambos do Dec.gov. no caso de ulterior transmissão de propriedade de mercadoria que. Declaração Prévia de Emissão em Contingência) DPEC (NF-e) deverá ser gerada com base em leiaute estabelecido no Manual de Integração da NF-e. nº 44. de 28/03/2008: “Art. 11-I. e vigência estabelecida pelo art. (1611) II . (1611) e) valor do ICMS. 2º. englobando os abastecimentos ocorridos no mês. (1611) II .

etc. e 3004 (medicamentos). ambos do Dec. exceto nos itens 3002. etc. 7º. IV . ambos do Dec. (115) Efeitos a partir de 24/09/2003 .90. pensos.00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios). devendo a discriminação ser feita em função dos diferentes lotes de fabricação e respectivas quantidades e valores. a subtotalização bem como a identificação dos itens. gazes.367. 3306. (115) II .30 e 3002.10 (ataduras.Redação original: "§ 4º Na hipótese do parágrafo anterior.60.60. nº 43. relativamente à saída dos produtos classificados nos códigos 3002.773. 1° da referida Lei. seja por este remetida a terceiro. até o dia 10 (dez) do mês subseqüente. o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial. 3003 (medicamentos). conforme as expressões a seguir indicadas. e 3004 (medicamentos).com o sistema de classificação adotado a partir de 1º de janeiro de 1997).Revogado pelo art. relação das notas fiscais emitidas para contribuinte do ICMS.Acrescido pelo art.com o sistema de classificação adotado a partir de 1º de janeiro de 1997).Redação dada pelo art.90. na falta deste preço. 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadoria) Sistema Harmonizado (NBM/SH . ambos do Dec. quantidade e valor total da mercadoria fornecida.46. (115) §6º Os estabelecimentos industriais ou importadores que realizarem operações com os produtos de que trata a Lei Federal nº 10. na forma do § 2° do art. todos da NBM/SH (com o sistema de classificação adotado a partir de 1º de janeiro de 1997). 13. 3003. e vigência estabelecida pelo art. quando beneficiados com a outorga do crédito presumido para o PIS/PASEP e para a COFINS na forma prevista no art. 8º.30 e 3002. nº 43.“LISTA POSITIVA” .com o sistema de classificação adotado a partir de 1º de janeiro de 1997). exceto no código 3004. 15 .Art. ______________________________ (2) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . pensos. 3306.00 (escovas dentifrícias). exceto aqueles de que tratam os incisos anteriores desde que não tenham sido excluídos da incidência o PIS/PASEP e da COFINS. II . 5º.número do documento fiscal.Acrescido pelo art. na nota fiscal deverá constar. de 02/09/2004. o valor correspondente ao preço máximo de venda a consumidor sugerido ao público pelo estabelecimento industrial. exceto nos itens 3002. deverá o importador ou arrematante emitir nota fiscal. V. VI. exceto aquela relativa às operações com produtos veterinários. deverá conter no quadro “Dados do Produto”. ambos do Dec. exceto no código 3004. todos da NBM/SH (com o sistema de classificação adotado a partir de 1º de janeiro de 1997). de 21 de dezembro de 2000.10 (ataduras.“LISTA NEGATIVA” . de 03/06/2003. deverá conter no quadro “Dados do Produto”. 2º e vigência estabelecida pelo art. 3º. do Dec." Art.080/2002) (71) § 4º Anexo V . por agrupamento. No caso de mercadoria de procedência estrangeira que. sinapismos.identificação do emitente e do destinatário. homeopáticos ou amostras grátis.relativamente aos produtos classificados nos códigos e posições relacionados na Lei nº 10.864. (300) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . 6º e vigência estabelecida pelo art.) e 3006. 3º. 3003 (medicamentos).10.Parte 1 . 3006. exceto no código 3003. I. 3004 e 3006.90.147/00. V.605 de 23/09/2003. ainda. esparadrapos.90. nº 43. sem prejuízo de outras informações adicionais que entenderem necessárias: (115) I .00 (preparações químicas contraceptivas à base de hormônios) e 9603.RICMS (Decreto nº 43. de 27/12/2002. relativamente à saída dos produtos classificados nos códigos 3002. importador ou distribuidor. nos itens 3306.relativamente aos produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas). esparadrapos. 3° da Lei Federal nº 10. farão constar no campo “Informações Complementares” da nota fiscal. gazes.relativamente aos produtos classificados nas posições 3002 (soros e vacinas). mencionando nesta que a mercadoria sairá diretamente da repartição federal em que se processou o desembaraço.60 da Nomenclatura Brasileira de Mercadoria) Sistema Harmonizado (NBM/SH .“LISTA NEUTRA” .Redação dada pelo art. a qual conterá: I . o contribuinte deverá apresentar na Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito. e nos códigos 3005.20 (fios dentais). a indicação do valor correspondente ao preço constante da tabela. no campo destinado à descrição dos produtos.21. 7ºe vigência estabelecida pelo mesmo art. importador ou distribuidor.147/00. 11.(s) 12 e 13 Não surtiu efeitos .90. a indicação do valor correspondente ao preço constante da tabela.128.56. "b".90. nº 43. de 31/03/2004: "§ 7º A Nota Fiscal emitida por fabricante. Efeitos de 1º/10/2004 a 31/12/2004 . o número do lote de fabricação a que unidade pertencer.10 (dentifrícios). na falta deste preço. sinapismos. (71) Efeitos a partir de 15/12/2002 . 2º e vigência estabelecida pelo art.56. (300) § 7º A Nota Fiscal emitida por fabricante.46. (115) III .147.10. exceto no código 3003.90 (enxaguatórios bucais) e nos códigos 3005. sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e. nº 43.descrição." (2) § 5º Tratando-se de operação com produtos classificados nos códigos 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadoria) Sistema Harmonizado (NBM/SH .). sugerido pelo órgão competente para venda a consumidor e. III . sem entrar no estabelecimento do importador ou arrematante.valor total do ICMS informado no documento fiscal.

§ 3º Nas hipóteses dos incisos III e IV do caput deste artigo. será observado o seguinte: I . (1473) III .antes de iniciado qualquer procedimento do Fisco. para aplicação em seus produtos.152. IV. mencionando-se o número. nº 45.Redação original: “II . a nota fiscal será também emitida. ambos do Dec. na via fixa da nota fiscal deverão constar essa circunstância e o número e data do documento de arrecadação. de 28/03/2008. quando a mesma for efetuada no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal original. III. a série e a data da nota fiscal inicial. inclusive.152.RICMS (Decreto nº 43. nº 45.765. em virtude de erro de cálculo. será observado o seguinte: I .Acrescido pelo art. devendo a diferença do imposto devido ser recolhida em documento de arrecadação distinto. quando o documento fiscal relativo à operação promovida por produtor rural informar valor superior ao efetivamente praticado. e.Parte 1 .Redação dada pelo art. 6º.Art. contados do reajustamento do preço. II . (1473) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . em virtude de diferença de quantidade ou de preço da mercadoria. na hipótese de NF-e. quando a regularização ocorrer no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal original. § 4º Na hipótese do inciso V do caput deste artigo. observado o disposto no § 2º deste artigo. 3º. e vigência estabelecida pelo art. o documento fiscal será emitido dentro de 3 (três) dias. (1562) II . Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2009 . 1º. observado o disposto no § 3º deste artigo. 6º. nº 45.Redação dada pelo art. observado o disposto nos §§ 3º e 5º deste artigo. desde que o IPI ou o ICMS devam incidir sobre o todo. IV. A nota fiscal será também emitida nas hipóteses abaixo e nos demais casos em que houver lançamento do imposto. hipótese em que o destinatário emitirá nota fiscal de devolução simbólica relativamente à diferença verificada entre a quantidade indicada na nota fiscal e a efetivamente recebida. Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 .na regularização.080/2002) Anexo V . IV.para débito do ICMS não escriturado na época própria.a cada remessa corresponderá nova nota fiscal. 4º. mencionando-se o número. 14. observado o disposto no § 1º deste artigo. de 17/08/2009: “§ 5º O disposto no inciso III do caput aplica-se. nº 44.o excesso de selos caracteriza saída de produtos sem aplicação do selo e sem pagamento do imposto.na regularização. e para os quais não esteja prevista a emissão de outro documento fiscal: I . quando o documento fiscal emitido pelo remetente produtor rural consigne quantidade de mercadoria superior ao da efetiva operação.a cada remessa corresponderá nova nota fiscal. nº 45.na devolução simbólica de mercadoria quando o documento fiscal relativo à operação promovida por produtor rural informar quantidade superior à recebida pelo destinatário. com anexação de cópia da mesma ou indicação da chave de acesso. (1562) Efeitos a partir de 22/12/2009 . (1561) Efeitos a partir de 22/12/2009 .Acrescido pelo art. com o destaque do imposto e com a observação de que a remessa será feita em peças ou partes.” IV . (1133) II .no caso de mercadoria cuja unidade não possa ser transportada de uma só vez. e vigência estabelecida pelo art. para regularização de diferenças apuradas no estoque de selos especiais de controle. 2º.Redação dada pelo art. ambos do Dec. (s) 14 e 14 Art.se o preço de venda se estender para o todo. de 17/08/2009.” § 2º Na hipótese do inciso II do caput deste artigo.253.na devolução simbólica de valores. e vigência estabelecida pelo art. sem destaque do imposto.253. observado o disposto no § 4º deste artigo. de 21/12/2009. observado o disposto no § 3º deste artigo. sem indicação correspondente a cada peça ou parte. sem destaque do imposto.Redação original: “III . 16 . V . quando a mesma for efetuada no período de apuração do imposto em que tenha sido emitido o documento fiscal original.a falta de selos caracteriza saída de produtos sem a emissão de nota fiscal e sem pagamento do imposto.no caso de reajustamento de preço de que decorra acréscimo do valor da mercadoria. com anexação de cópia reprográfica da mesma. 2º. III. 1º. a série e a data da nota fiscal inicial. e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. fornecidos ao usuário pelas repartições do Fisco federal. _______________________________ (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . e vigência estabelecida pelo art. (1561) § 5º O disposto no inciso III do caput aplica-se.” (1562) I . de 21/12/2009. 4º. se a regularização não se efetuar dentro do período neles previsto. inclusive: Efeitos de 1º/09/2009 a 21/12/2009 . 2º. ambos do Dec. com as especificações necessárias à regularização. ambos do Dec. a nota fiscal inicial será emitida com especificação de toda a unidade. II . em virtude de diferença de quantidade ou de preço da mercadoria. § 1º Na hipótese do inciso I do caput deste artigo.

Redação original: “ 2ª 2 .Redação original: “Art. 16. 16.nas operações interestaduais: Receita Estadual.080/2002) Anexo V .008. podendo o contribuinte utilizar cópia reprográfica da 1ª (primeira) via quando a legislação exigir via adicional. A nota fiscal será extraída em. nº 43.nas saídas para o exterior. modelos 1 ou 1-A. ambos do Dec. Permanecerá presa ao bloco.Arts. (1327)-3 . será extraída em. no mínimo. acompanhada da 3ª (terceira) via da nota fiscal emitida na entrada. nota fiscal emitida na saída deverá retornar ao estabelecimento emitente. 3 . a 4ª (quarta) via será visada pela fiscalização e encaminhada pelo destinatário à Coordenadoria de Cadastro e Registro do Instituto Estadual de Florestas (COODECAR/IEF). a operação deverá estar acompanhada da Guia de Controle Ambiental Eletrônica (GCA-Eletrônica). ambos do Dec. "e".RICMS (Decreto nº 43. para os fins previstos no artigo 80 da Parte 1 do Anexo IX. em que o embarque se processe em outra unidade da Federação: acompanhará a mercadoria para ser entregue ao Fisco estadual do local do embarque. no mínimo. de 03/06/2003: “ 2ª 2 .Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal. “ Não surtiu efeitos .Redação dada pelo art. Fora dos casos previstos neste Regulamento.Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal. acompanhada da 3ª (terceira) via da nota fiscal emitida na entrada. 4 (quatro) vias. 6º.765. a 1ª (primeira) via da entregue ao destinatário.Redação dada pelo art. 2º e vigência estabelecida pelo art. 4 (quatro) vias. e vigência estabelecida pelo art. 15.Tratando-se de operação com produto ou exibição ao Fisco. 3º. “ 1 . 2º.Parte 1 . (1327) Efeitos a partir de 15/01/2009 . nº 44. para (1327)-2. 2ª Efeitos de 15/12/2002 a 14/01/2009 .Nas operações internas: emitente. IV. 15 e 16 Art. a 4ª via será visada pela fiscalização e (quarta) encaminhada pelo destinatário à Coordenadoria de Cadastro e Registro do Instituto Estadual de Florestas (COODECAR/IEF). de 14/01/2009.SAÍDA DE MERCADORIAS DESTINAÇÃO DA VIA OBSERVAÇÕES Acompanhará a mercadoria e será 1 .Redação dada pelo art. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente. as quais terão a destinação indicada nos quadros I e II a seguir. de 28/03/2008. 17 . nº 45. as quais terão a destinação indicada nos quadros I e II a seguir. acompanhará a mercadoria para fins de controle da unidade da Federação do destino. subproduto florestal. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente. hipóteses previstas em portaria da Subsecretaria da 2 . 2º.367. (1133) Art. I. ambos do Dec. podendo o contribuinte utilizar cópia reprográfica da 1ª (primeira) via quando a legislação exigir via adicional: Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . e vigência estabelecida pelo art. é vedada a emissão de nota fiscal que não corresponda a uma efetiva saída de mercadoria.O Carimbo Administrativo será afixado na 1ª salvo se prevista destinação diversa na (primeira) via. nas hipóteses previstas em portaria do Instituto Estadual de Florestas (IEF). A Nota Fiscal. 3ª _______________________________ (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 .No caso de venda ambulante. I. nas legislação tributária.” QUADRO I VIA 1ª NOTAS FISCAIS . 3º. no campo destinado ao Fisco.

I. 4ª QUADRO II VIA 1ª NOTAS FISCAIS . ambos do Dec. ambos do Dec.Nas operações internas: emitente. " Acompanhará a mercadoria em seu 4 . 3º.Art. e vigência estabelecida pelo art. deste quadro. será afixado na 4ª (quarta) via. de 19/04/2005: “ 3ª 1 . observado o item "2" da coluna "Observações". instituído pelo IEF.A fiscalização que interceptar o trânsito visará as 1ª transporte. 2º. 18 . a 3ª (terceira) via será visada pela fiscalização que interceptar o trânsito e encaminhada. instituído pelo IEF. “ Permanecerá presa ao bloco. no campo destinado ao Fisco. e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. devendo ser retida pela (primeiras) e 3ª (terceiras) vias.O Selo Ambiental Autorizado (SAA). em que o embarque se processe em outra unidade da Federação: acompanhará a mercadoria para ser entregue ao Fisco estadual do local do embarque. remetida à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o contribuinte.015. 3 . à COODECAR/IEF. acompanhada da 4ª (quarta) via da nota fiscal emitida pelo remetente da mercadoria. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente. 2º.Redação original: “ 1ª 1 .Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal. pelo emitente. será afixado na 4ª (quarta) via. em qualquer hipótese.nas operações interestaduais: acompanhará a mercadoria para fins de controle da unidade da Federação do destino. nº 44. para exibição ao Fisco.Redação original: " 3 . para fins de controle. 3 . a operação deverá estar trânsito de mercadoria. nº 45. (1327)-1 .Tratando-se de operação com produto ou tenha ou não servido para acobertar o subproduto florestal. 2 . acompanhada da Guia de Controle Ambiental Eletrônica (GCA-Eletrônica). nas operações fiscalização que interceptar o trânsito e interestaduais e para o exterior. para fins de arquivamento. 4º.080/2002) VIA DESTINAÇÃO DA VIA Anexo V . “ Efeitos de 15/12/2002 a 19/04/2005 . 2ª ________________________________ (1327) Efeitos a partir de 15/01/2009 .nas saídas para o exterior.O Selo Ambiental Autorizado (SAA). no campo destinado ao Fisco. IV.008. nas hipóteses previstas em portaria do Instituto Estadual de Florestas (IEF).RICMS (Decreto nº 43. de 14/01/2009. Efeitos de 15/12/2002 a 14/01/2009 .Redação dada pelo art.ENTRADA DE MERCADORIAS DESTINAÇÃO DA VIA OBSERVAÇÕES Emitente. salvo se prevista destinação diversa na legislação tributária. exceto na hipótese de apresentação da Guia de Controle Ambiental Grande Consumidor (GCA-GC).Parte 1 . 16 OBSERVAÇÕES Efeitos de 20/04/2005 a 14/01/2009 .

Acrescido pelo art. que passará a constituir parte inseparável da nota fiscal. de 28/03/2008. quando as operações realizadas forem predominantemente internas. ambos do Dec. hipótese em que serão dispensadas as indicações do quadro "Dados do Produto" a que se refere o artigo 2º desta Parte. deverá entregá-la ao Fisco. e vigência estabelecida pelo art. de 14/01/2009. quando o contribuinte realizar operação interestadual. (1133) Art. nº 44. nas hipóteses previstas em portaria da Subsecretaria da Receita Estadual.Redação original: " 2 . ou de entrada de mercadoria. quando as operações realizadas forem predominantemente internas. 19 . IV. A critério do Chefe da Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o contribuinte. 2º. Na hipótese de utilização de NF-e. de 28/03/2008. Na hipótese deste artigo. 2º.080/2002) VIA 3ª DESTINAÇÃO DA VIA Acompanhará a mercadoria em seu transporte.Redação dada pelo art. até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente à emissão. e vigência estabelecida pelo art. poderá ser autorizada a confecção de Nota Fiscal. observado o item "1" da coluna "Observações" deste quadro. no campo destinado ao Fisco. será utilizada cópia do DANFE. IV. IV.RICMS (Decreto nº 43. 2º. que passará a constituir parte inseparável da nota fiscal. modelos 1 ou 1-A. I.Art. poderá ser autorizada a impressão de romaneio. que visará a 1ª (primeira) via. (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . a 4ª (quarta) via será substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via da nota fiscal. ambos do Dec.O Carimbo Administrativo será afixado na 1ª (primeira) via. desde que obedecidos os requisitos abaixo: Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . nº 45. de 19/04/2005: “ 2 . Poderá ser autorizada a impressão de romaneio. no campo destinado ao Fisco. ambos do Dec.765. nº 44. se for produtor rural.Redação dada pelo art. desde que obedecidos os requisitos abaixo:” ________________________________ (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . Anexo V . se for o caso. 3ª (1134) Parágrafo único. 18.O Selo Ambiental Autorizado (SAA) será afixado na 3ª (terceira) via. e vigência estabelecida pelo art. 3º.008.Redação original: “Art. 3º.Redação original: “Art. 4º. 3º. no campo destinado ao Fisco. 17. nº 44. Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . e vigência estabelecida pelo art. exceto na hipótese de apresentação da Guia de Controle Ambiental Grande Consumidor (GCA-GC). em substituição às vias indicadas no campo Observações dos quadros I e II. que. 2º. (s) 16 a 18 OBSERVAÇÕES (1327)-2 . modelos 1 ou 1-A.765. devendo ser retida pela fiscalização que interceptar o trânsito. ambos do Dec. Na utilização de Nota Fiscal. 18. (1327) Efeitos a partir de 15/01/2009 .015. de exportação.Parte 1 . poderá ser autorizada a confecção de nota fiscal em 3 (três) vias. em 3 (três) vias. " 4ª Remetente da mercadoria. CAPÍTULO II Do Romaneio (1133) Art. “ Efeitos de 15/12/2002 a 19/04/2005 . 17. Efeitos de 20/04/2005 a 14/01/2009 . hipótese em que serão dispensadas as indicações do quadro "Dados do Produto" a que se refere o artigo 2º desta Parte.O Selo Ambiental Autorizado (SAA) será afixado na 3ª (terceira) via.” Parágrafo único. A critério do Chefe da Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o contribuinte.Redação dada pelo art.

Parte 1 . peças usadas ou veículos destinados a desmonte ou comercialização. (632) VI . CAPÍTULO III Da Nota Fiscal a ser Emitida na Entrada de Mercadoria Art. ambos do Dec.080/2002) Anexo V . II.novos ou usados. observado o disposto no §1° deste artigo e no § 6º do art. 4º.207. 10. remetidos a qualquer título por pessoas físicas ou jurídicas não obrigadas à emissão de documentos fiscais. VIII .RICMS (Decreto nº 43. Efeitos de 15/12/2002 a 19/01/2006 . 12." II . 5º. observado o disposto no § 1° deste artigo. I." VII . observado o disposto no § 1º deste artigo. do quadro "Cálculo do Imposto" e 1 e 3 a 8. 15. (1473) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . 19. inclusive por meio de veículo. 8 e 9.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento.nas hipóteses dos incisos I a IV. (755) IV . 20. observado o disposto no § 3º deste artigo. para as quais tenham sido remetidos exclusivamente para fins de exposição ao público.em retorno de remessas feitas para venda fora do estabelecimento. nº 44. 2º. remetidos a qualquer título por particulares. 1 a 4. de 27/07/2006. VIII. IV. Art. de 17/08/2009. As vias do romaneio serão em quantidade idêntica às vias da nota fiscal de que este fizer parte e terão a mesma destinação. 2º. do quadro "Transportador/Volumes Transportados".Redação original: "VI . arrematados em leilão ou adquiridos em concorrência promovidos pelo Poder Público.em retorno. III . (1477) IX Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2009 . Efeitos de 15/12/2002 a 27/07/2006 . 336 da Parte 1 do Anexo IX.Redação dada pelo art. aos quais tenham sido enviados para industrialização. 18 e 19.na nota fiscal deverão constar o número e data do romaneio e. nº 44. real ou simbolicamente.Redação original: " I . 8.o romaneio deverá conter. (1477) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . e vigência estabelecida pelo art. hipótese em que conterá as indicações do número. todos do artigo 2º desta Parte. produtores rurais ou pessoas físicas ou jurídicas não obrigados à emissão de documentos fiscais.” V .Redação original: “IV . bens ou mercadorias: (1473) I .importados diretamente do exterior.no rodapé ou na lateral direita do romaneio. 4º. inclusive por meio de veículo.em decorrência de aquisição de café cru de produtor rural.(s) 18 a 20 I . VI e VII deste caput. e vigência estabelecida pelo art.Redação original: "IX . o número e a data daquela.importados diretamente do exterior ou adquiridos em licitação promovida pelo Poder Público. deverão constar todas as indicações previstas no artigo 3º desta Parte. do quadro "Destinatário/Remetente". O contribuinte emitirá nota fiscal sempre que em seu estabelecimento entrarem.em retorno quando não forem entregues ao destinatário.152.Revogado pelo art. de 17/08/2009. 4º. observado o disposto no § 1º deste artigo. IV. ambos do Dec. 16. de 19/01/2006. observado o disposto no § 4º deste artigo.Art. e vigência estabelecida pelo art. da data da emissão e do valor do documento original. II .Redação dada pelo art.Redação dada pelo art.em decorrência de operações com trânsito livre previstas neste Regulamento. III. nº 45. quando remetidos por profissionais autônomos ou avulsos. no momento da aquisição da propriedade. ambos do Dec.152. no mínimo.novos ou usados. 6. as indicações dos campos 1 a 5. Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2009 . da série. 2º. 20 . III . do quadro "Emitente". ambos do Dec. IV.366. 4º. hipótese em que:" ________________________________ (632) Efeitos a partir de 20/01/2006 . (755) Efeitos a partir de 28/07/2006 . neste. "c". quando os bens e mercadorias não devam transitar pelo estabelecimento do adquirente. e vigência estabelecida pelo art.em retorno de exposições ou feiras. nº 45.

4º. e vigência estabelecida pelo art. I. 2º. (1477) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . Efeitos de 15/12/2002 a 19/10/2005 . ambos do Dec. via adicional ou cópia reprográfica autenticada da nota fiscal. 20 Efeitos de 1º/04/2008 a 31/08/2009 . nº 45.Redação dada pelo art. de 28/03/2008: “b) quando se tratar de operação com veículo. o vendedor deverá remeter ao Departamento de Trânsito do Estado de Minas Gerais (DETRAN/MG). V. e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. ________________________________ (340) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . no prazo de 30 (trinta) dias. "c". 5º. de 17/08/2009. inclusive aduaneira. e vigência estabelecida pelo art.para regularização do recolhimento do imposto. a ser aposta no campo “Informações Complementares”. ambos do Dec. a ser aposta no campo “Informações Complementares”. quando for o caso. relativamente à despesa.Redação original: “b) quando se tratar de operação com veículo. 21 . IV. e vigência estabelecida pelo art. nº 43.080/2002) (1477) a) Anexo V .Redação original: "X .” (1477) b) Efeitos de 1º/04/2008 a 31/08/2009 . quando se tratar de operações com café cru. ou cópia do DANFE.152. 7º. 2º. anexando-lhe o respectivo Certificado de Registro de Veículo (CRV). 463.Redação dada pelo art. I. nº 44.152.765. relativamente à despesa aduaneira conhecida após o desembaraço aduaneiro.132. entregando-lhe a 4ª (quarta) via. 2º." (340) XII .Parte 1 ." (340) XI . 3º. e vigência estabelecida pelo art.765.” (538) X . em virtude de quantidade de mercadoria ou preço superior ao indicado no documento fiscal emitido pelo remetente produtor rural pessoa física na hipótese prevista no art. nº 44. de 28/03/2008: “a) o comprador deverá exigir a assinatura do vendedor na nota fiscal. da Parte 1 do Anexo IX. 4º. nº 44. no prazo máximo de 30 (trinta) dias.Redação original: "XI . e vigência estabelecida pelo art. IV. 2º. conhecida após o desembaraço aduaneiro e aos impostos federais suspensos. ou no DANFE. 2º.” Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . ambos do Dec. (538) Efeitos a partir de 20/10/2005 .” Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 .para regularização. IV. (1474) XIII . quando se tratar de operações com café cru. VI. ressalvada. III.Redação dada pelo art. ressalvada. entregando-lhe uma via do documento. (1474) Efeitos a partir de 1º/09/2009 – Acrescido pelo art. de 03/12/2004. I.em decorrência de operação acobertada por Nota Fiscal Avulsa a Consumidor Final.em outras hipóteses previstas na legislação. quando houver a cobrança desses pela União. ambos do Dec. a hipótese de emissão de nota fiscal pelo produtor. de 17/08/2009.924.para regularização do recolhimento do imposto. nº 45. Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . 3º.em outras hipóteses previstas na legislação. o vendedor deverá remeter ao Departamento de Trânsito do Estado de Minas Gerais (DETRAN/MG). de 19/10/2005. a hipótese de emissão de nota fiscal pelo produtor.Art. 4º. via adicional ou cópia reprográfica autenticada da nota fiscal. "b".Redação dada pelo art. anexando-lhe o respectivo Certificado de Registro de Veículo (CRV).Redação original: “a) o comprador deverá exigir a assinatura do vendedor na nota fiscal. IV.Revogado pelo art.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec.

e vigência estabelecida pelo art. nº 44. I. 4º.quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias remetidas por particulares ou por produtores rurais pessoas físicas.Revogado pelo art. nº 44. 2º.Redação original: “§ 1º A nota fiscal prevista neste artigo servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. de 17/08/2009. 3º.a 3ª (terceira) via da nota fiscal utilizada para acobertar o trânsito de mercadorias adquiridas de produtor. II . (1473) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . nº 44.Redação dada pelo art.152.765. de 17/08/2009. 20 (1133) § 1º A nota fiscal prevista neste artigo ou o respectivo DANFE. 2º. (1477) § 2º Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2009 .nos retornos a que se referem os incisos II e III do caput deste artigo.quando o estabelecimento destinatário assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias remetidas por particulares ou por produtores rurais. (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . 3º.Redação dada pelo art. I.Redação dada pelo art. ou a cópia do respectivo DANFE. exceto em se tratando de:” Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2006 . será entregue pelo emitente até o dia 10 (dez) do mês subseqüente. I.Acrescido pelo art. de 28/03/2008: “I .Redação original: “§ 2º Na hipótese do inciso I do parágrafo anterior. e vigência estabelecida pelo art. nº 45.RICMS (Decreto nº 43. III . 2º.357. 4º. ambos do Dec. a remeterá à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o remetente da mercadoria.a 3ª (terceira) via da nota fiscal utilizada para acobertar o transporte de mercadorias adquiridas de produtor será entregue pelo emitente até o dia 10 (dez) do mês subseqüente. 22 . nas seguintes hipóteses: Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . IV. servirá para acompanhar o trânsito das mercadorias. de 20/07/2006 “I .” (744) (744) a) destinatário armazém-geral. à repartição fazendária a que estiver circunscrito que. ambos do Dec.Redação dada pelo art. no prazo de 5 (cinco) dias. assumir o encargo de retirar ou de transportar as mercadorias a qualquer título. remetidas por particulares ou por produtores rurais. (1477) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . no prazo de 5 (cinco) dias. nas seguintes hipóteses:” (1473) I . ambos do Dec. nº 45.Redação original: “I . exceto armazém-geral. ambos do Dec. ambos do Dec. IV.080/2002) Anexo V . até o local do estabelecimento emitente.nos casos do inciso VI do caput deste artigo.Redação original: “I . de 28/03/2008.Parte 1 . 3º. 5º. observado o disposto no artigo 336 da Parte 1 do Anexo IX do RICMS. de 20/07/2006.quando o estabelecimento destinatário. IV. à repartição fazendária a que estiver circunscrito que. 2º. ambos do Dec. será observado o seguinte:” (1477) I Efeitos de 1º/04/2008 a 31/08/2009 . a remeterá à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o remetente da mercadoria.765. e vigência estabelecida pelo art. III. IV. nº 44.357. b) operações com carvão vegetal.” Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . e vigência estabelecida pelo art.152. 3º. e vigência estabelecida pelo art. até o local do estabelecimento emitente.” ________________________________ (744) Efeitos a partir de 1º/09/2006 . e vigência estabelecida pelo art. 2º.Art. exceto em se tratando de: Efeitos a partir de 1º/09/2006 a 31/08/2009 .

14 desta Parte. III. nº 45. no prazo de 30 (trinta) dias.Acrescido pelo art. (1565) Efeitos a partir de 22/12/2009 . ou no DANFE. 2º.os números e as séries. ambos do Dec. 448 da Parte 1 do Anexo IX deste Regulamento. 1º. 23 . utilizando o CFOP 1. de 29/01/2009. nº 45.Redação original: “§ 4º Na nota fiscal emitida por ocasião da entrada da mercadoria recebida de produtor rural inscrito nos termos do § 3º do artigo 115 deste Regulamento. de 21/11/2011. (1346) § 4º Na nota fiscal emitida por ocasião da entrada da mercadoria recebida de estabelecimento produtor inscrito nos termos do art.o adquirente deverá exigir a assinatura do vendedor na nota fiscal. III . e vigência estabelecida pelo art. procurará a repartição fazendária a que estiver circunscrito o remetente para que sejam feitas as anotações de controle.080/2002) (1477) II -. deverá constar o endereço do estabelecimento onde a mercadoria foi produzida. no Estado. se for o caso.o valor das operações realizadas fora do estabelecimento. anexando-lhe o respectivo Certificado de Registro de Veículo (CRV). no campo "Informações Complementares".na imobilização de mercadoria originária do estoque do ativo circulante para utilização nas atividades operacionais do contribuinte.030. I. 5º. 4º. 2º. 2º e vigência estabelecida pelo art.253. também: (1977) I . ainda que a operação tenha sido acobertada por nota fiscal do produtor. ambos do Dec. nº 45. a nota fiscal conterá.RICMS (Decreto nº 43. e vigência estabelecida pelo art.quando a mercadoria não conferir com a descrita na nota fiscal previamente emitida.776.Acrescido pelo art. (1474) Efeitos a partir de 1º/09/2009 .quando se tratar de operação com veículo. de 21/12/2009.152. nº 45.Art. IV. e a nota fiscal de entrada. de 21/12/2009. 4º. o interessado. a ser aposta no campo "Informações Complementares". ainda. (1977) II .Acrescido pelo art. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art.na imobilização de bem fabricado no estabelecimento do próprio contribuinte.253. (1562).Ver art. (1977) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . será observado o seguinte: (1474) I .Revogado pelo art.(1565) § 6º Na operação promovida por produtor rural inscrito no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física e destinada a contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS. I. o vendedor deverá remeter ao Departamento de Trânsito do Estado de Minas Gerais (DETRAN/MG). ambos do Dec. o estabelecimento destinatário poderá emitir nota fiscal relativa à entrada da mercadoria. II . 3º do Dec. III. IV. no momento da conclusão da fabricação. ou cópia do DANFE. Efeitos de 15/12/2002 a 18/02/2008 . (1562) II .deverá escriturar no livro Registro de Entradas a nota fiscal do produtor. nº 45. deverá constar o endereço do estabelecimento onde a mercadoria foi produzida. Anexo V . de 17/08/2009.Redação dada pelo art. (1477) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . (1977) § 7º A nota fiscal de que trata este artigo será emitida. nº 45.Parte 1 . em outra unidade da Federação. ________________________________ (1346) Efeitos a partir de 19/02/2009 .o valor das operações realizadas fora do estabelecimento. (1562) Efeitos a partir de 22/12/2009 .949. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art. hipótese em que o valor do ICMS será o resultante do somatório dos valores do ICMS de seus componentes.Redação original: “II . 10. mediante opção registrada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO) e após comunicação desta à Administração Fazendária a que estiver circunscrito. 6º. de 17/08/2009. das notas fiscais emitidas por ocasião das entregas das mercadorias. 20 Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2009 . via adicional ou cópia reprográfica autenticada da nota fiscal.ficará dispensado de emitir as notas fiscais a que se referem o inciso XIII do caput deste artigo e o § 5º do art. 7º.” § 3º Na hipótese do inciso IV do caput deste artigo. entregando-lhe uma via do documento.152. antes de iniciar o transporte. (1474) II . as seguintes indicações: I . hipótese em que: (1562) I .” (1474) § 5º Na hipótese em que a nota fiscal de que trata o inciso I do caput se referir a peças usadas ou veículos destinados a desmonte ou comercialização.

nº 44. e vigência estabelecida pelo art." (663) II Efeitos de 19/07/2005 a 14/03/2006 .074.110. 5º do Dec. 5º.110. o contribuinte deverá: (659) I .Redação dada pelo art. separadamente das relativos às saídas. 24 .no caso de emissão por processamento eletrônico de dados. ambos do Dec.152. IV. de 18/07/2005: "II .030. Efeitos de 1º/03/2009 a 31/08/2009 . quando existente. O disposto no art. de 14/03/2006. 22. separadamente das vias relativas às saídas. reservar blocos ou faixa de numeração seqüencial de formulários contínuos.Parte 1 . 10.Revogado pelo art.RICMS (Decreto nº 43. I." (1477) Art. registrando o fato no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO).nos demais casos. ambos do Dec. ________________________________ (659) Efeitos a partir de 15/03/2006 . O disposto no artigo 20 desta Parte não se aplica ao contribuinte que receba mercadoria do produtor rural de que trata a alínea “b” do inciso II do caput do artigo 98 deste Regulamento. 4º. e vigência estabelecida pelo art. aprovado pelo Decreto nº 36.” Art. 23.Redação original: "I . aprovado pelo Decreto nº. III. os relativos aos dados do transportador e o canhoto de recebimento somente serão preenchidos na hipótese em que o documento servir para acompanhar o trânsito de mercadoria. ambos do Dec. reservar blocos ou faixa de numeração seqüencial de jogos soltos ou formulários contínuos. 2º.” Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 . Art. e vigência estabelecida pelo art. nº 45. 21. quando exigida. nº 44. ressalvada a hipótese de operação com produto ou subproduto florestal. 23. de 14/03/2006.256. de 17/08/2009. ambos do Dec.Redação original: “Art. (1477) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . arquivar as 2ªs (segundas vias – arquivo fiscal) dos documentos emitidos. constantes da Tabela 1 anexa ao Regulamento da Taxa Florestal. 2º.Art. nº 44. nº 45. de 4 de outubro de 1994.(s) 21 a 24 Art. 2º. de 29/01/2009: “Art. Efeitos de 15/12/2002 a 14/03/2006 .Redação dada pelo art. 4º. será o único documento a ser escriturado no livro Registro de Entradas. Para emissão de nota fiscal na entrada. IV.Redação original: "II . de 4 de outubro de 1994. sem prejuízo do disposto no inciso anterior. O campo “Hora da Saída”." Efeitos de 15/12/2002 a 18/07/2005 . constantes da Tabela 1 anexa ao Regulamento da Taxa Florestal. II. 24. devendo ser a ela anexado o documento fiscal correspondente à operação.no caso de emissão por processamento eletrônico de dados. 98 deste Regulamento. (663) Efeitos a partir de 15/03/2006 . 20 desta Parte não se aplica ao contribuinte que adquira mercadoria do produtor rural de que trata o inciso II do caput do art. sem prejuízo do disposto no inciso anterior. IV. e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art.Revogado pelo art. ressalvada a hipótese de operação com produto ou subproduto florestal.080/2002) Anexo V . A nota fiscal emitida na entrada. arquivar as 2ªs (segundas) vias dos documentos emitidos. 36. 23. registrando o fato no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências (RUDFTO).256.nos demais casos. 3º.

com diferimento ou suspensão do imposto). nº 45. para o efeito de escrituração global prevista no parágrafo único do artigo 167 desta Parte. 26. 6º. 3º. II . (731) I . I.à alíquota aplicada.enquadrado como microempresa ou empresa de pequeno porte. hipótese em que a emissão será individualizada em relação: I .Art. amparada por não-incidência. 6º. II . e vigência estabelecida pelo art. de 07/11/2007. 2º. A nota fiscal poderá ser emitida. (1025) Efeitos a partir de 1º/07/2007 . ambos do Dec.Acrescido pelo art. 25 .507.311.RICMS (Decreto nº 43.311. relativamente às entradas de mercadorias destinadas ao uso e consumo.ao Código Fiscal de Operação e Prestação.usuário de Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED). 14. de 06/06/2006. pelo tomador de serviços de transporte. de 25/11/2010. nº 44. O disposto no caput deste artigo não se aplica ao contribuinte: Efeitos de 04/06/2003 a 30/06/2006 . de 03/06/2003: “Parágrafo único.367. III .Redação dada pelo art. e vigência estabelecida pelo art. na forma do Anexo X.à condição tributária da prestação (tributada. 5º e vigência estabelecida pelo art.650. (1025) II . II . (731) Efeitos a partir de 1º/07/2006 . nº 44. III. nº 43. A nota fiscal poderá ser emitida no último dia de cada período de apuração.Redação original: “Art. II . (1810) Efeitos a partir de 1º/03/2011 . e vigência estabelecida pelo art.311. no último dia de cada período de apuração. Efeitos de 1º/07/2006 a 30/06/2007 . e vigência estabelecida pelo art. devendo ser a ela anexada relação das notas fiscais que lhe deram origem.(s) 25 e 26 Art.Redação dada pelo art.080/2002) Anexo V . III III Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2011 . II. autorizado nos termos da Parte 1 do Anexo VII. 2º. nº 44. nº 44.Revogado pelo art. 2º. e vigência estabelecida pelo art. I. O disposto no caput deste artigo não se aplica ao contribuinte usuário de Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED). I. 26.” ________________________________ (730) Efeitos a partir de 1º/07/2006 .enquadrado como microempresa ou empresa de pequeno porte. 2º. ambos do Dec.” (1810) (1810) (1810) (1810) Art. II. de 06/06/2006: “II .Parte 1 . ambos do Dec. 25. ambos do Dec. ambos do Dec. de 06/06/2006. I. para atendimento ao disposto no § 2º do artigo 63 deste Regulamento e no parágrafo único do artigo 169 desta Parte. isenta. (730) Parágrafo único. autorizado nos termos da Parte 1 do Anexo VII”.Acrescido pelo art. 6º. ambos do Dec. 6º. 2º.Acrescido pelo art. ainda.

e vigência estabelecida pelo art. 26 . 27. I. II .” (1810) (1810) (1810) (1810) (1810) (1810) (1810) (1810) Art. II. O disposto no caput deste artigo não se aplica ao contribuinte usuário de Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED).Art. nº 44. 5º e vigência estabelecida pelo art. na forma do Anexo X. de 25/11/2010. nº 44. 2º. III. 2º. O disposto no caput deste artigo não se aplica ao contribuinte:” Efeitos de 04/06/2003 a 30/06/2006 .enquadrado como microempresa ou empresa de pequeno porte. autorizado nos termos da Parte 1 do Anexo VII.Redação original: Art.Revogado pelo art.” (1810) II Efeitos de 1º/07/2007 a 28/02/2011 .080/2002) (1810) Parágrafo único. 6º. 6º. e vigência estabelecida pelo art. os valores totais: a) das prestações. I. de 06/06/2006: “Parágrafo único. I. 2º.650.enquadrado como microempresa ou empresa de pequeno porte” Efeitos de 1º/07/2006 a 30/06/2007 .Acrescido pelo art. II . e vigência estabelecida pelo art.311. Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2011 . 14. ambos do Dec. 2º. de 07/11/2007 “II . e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. ambos do Dec.usuário de Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED). ambos do Dec. ambos do Dec.” (1810) I Efeitos de 1º/07/2006 a 28/02/2011 .Acrescido pelo art. 3º. 6º. de 06/06/2006: “II . e vigência estabelecida pelo art. I.a expressão: "Emitida nos termos do artigo 26 da Parte 1 do Anexo V do RICMS". II . ambos do Dec.507.a indicação dos requisitos individualizados previstos.367.em relação às prestações de serviços englobadas. A nota fiscal emitida na forma do artigo anterior conterá: I .Acrescido pelo art.Redação dada pelo art. 2º. II . ambos do Dec.RICMS (Decreto nº 43. III III a) b) c) Parágrafo único. nº 44. c) do imposto destacado. nº 44. 6º.311. Parágrafo único. II.311. III . A 1ª (primeira) via da nota fiscal ficará em poder do emitente.Parte 1 . juntamente com os conhecimentos. de 06/06/2006: “I . autorizado nos termos da Parte 1 do Anexo VII. 27. Anexo V . nº 45. ________________________________ (1810) Efeitos a partir de 1º/03/2011 .(s) 26 e 27 Efeitos de 1º/07/2006 a 28/02/2011 . b) das respectivas bases de cálculo do imposto. nº 43. de 03/06/2003: “Parágrafo único.

RICMS (Decreto nº 43. 27 26/1 .Art.080/2002) Anexo V .Parte 1 .

de 11/11/2008. 2º. o disposto neste artigo não se aplica:” (1260) I Efeitos de 1º/07/2007 a 11/11/2008 . de 11/11/2008.Redação dada pelo art. 5º e vigência estabelecida pelo art. bar e similares. nº 44. nº 44. É obrigatória a emissão de documento fiscal por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). 2º. e vigência estabelecida pelo art. ressalvado o disposto no § 5º deste artigo. 28. ambos do Dec. ambos do Dec.ao contribuinte que exercer as atividades compreendidas nos incisos I e II do caput deste artigo e estiver enquadrado na forma do Anexo X como microempresa e com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120. ambos do Dec. nº 43.na prestação de serviço de transporte público rodoviário regular de passageiros.Revogado pelo art.829. 28. à vista ou a prazo. nos arts. ambos do Dec. de 02/07/2004: “Art. 26/2 .938. nº 44. (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 .000. I.080/2002) Anexo V . 28 CAPÍTULO IV Dos Documentos Fiscais Emitidos por ECF e da Nota Fiscal de Venda a Consumidor (1262) Seção I (1262) Dos Documentos Fiscais Emitidos por ECF (1259) Art. ressalvado o disposto no § 5º deste artigo. Efeitos de 03/07/2004 a 11/11/2008 .Parte 1 .Art.Redação original: “§ 1º Observada a faculdade prevista no artigo 31 desta Parte.” Efeitos de 1º/07/2006 a 30/06/2007 . de 11/11/2008. observado o disposto no § 1º deste artigo. ambos do Dec. II . interestadual ou intermunicipal. 2º.ao contribuinte que exercer as atividades compreendidas nos incisos I e II do caput deste artigo e estiver enquadrado como microempresa com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120. inclusive restaurante.Redação dada pelo art. 4º.RICMS (Decreto nº 43.938. nº 44.650.00 (cento e vinte mil reais).Redação dada pelo art. observado o disposto no § 1º deste artigo. 3º.” (1260) § 1º Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 .Redação original: "Art. II. e vigência estabelecida pelo art. exceto quando mantiver no recinto de atendimento ao público equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operação com mercadorias ou prestação de serviços ou a impressão de documento que se assemelhe ao Cupom Fiscal. 14.na operação de venda.” ________________________________ (1259) Efeitos a partir de 12/11/2008 . e vigência estabelecida pelo art. I.Acrescido pelo art.311. 2º. nos artigos 29 e 34 desta Parte e no Anexo VI:" (1260) I (1260) II Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 . 4º. exceto quando mantiver no recinto de atendimento ao público equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operação com mercadorias ou prestação de serviços ou a impressão de documento que se assemelhe ao Cupom Fiscal.000. ambos do Dec. 6º.Redação dada pelo art. (1262) Efeitos a partir de 12/11/2008 . promovida por estabelecimento que exercer a atividade de comércio varejista. 1º e vigência estabelecida pelo art. É obrigatória a emissão de documento fiscal por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF) nas hipóteses previstas no Capítulo II do Anexo VI. I. 4º. e vigência estabelecida pelo art.938. 34 e 34-A desta Parte e no Anexo VI:” Efeitos de 15/12/2002 a 02/07/2004 . I. 28. de mercadoria ou bem.Redação original: “I .00 (cento e vinte mil reais). II . É obrigatória a emissão de documento fiscal por equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). 29. nº 44. de 06/06/2006: “I . de 07/11/2007: “I .

ambos do Dec.ao estabelecimento que exercer as atividades compreendidas nos incisos I e II do caput deste artigo e estiver enquadrado na forma do Anexo X como microempresa e com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120. ressalvado o disposto no § 5º deste artigo. II. V . 28 Efeitos de 1º/01/2005 a 30/06/2006 . nº 43. à oficina de manutenção e reparação de veículos automotores. 4º. 2º. interestadual e intermunicipal. ambos do Dec. ambos do Dec. ambos do Dec. IV. ambos do Dec.ao estabelecimento que exercer as atividades compreendidas nos incisos I e II do caput deste artigo e estiver enquadrado.ao estabelecimento que exercer as atividades compreendidas nos incisos I e II do caput deste artigo e estiver enquadrado na forma do Anexo X como microempresa. 3º.Redação original: "II . e vigência estabelecida pelo art. à concessionária de veículos.ao estabelecimento de hotelaria. à cooperativa de produtores rurais e à prestadora de serviço de transporte público rodoviário regular de passageiros. 4º.RICMS (Decreto nº 43. de 27/10/2004: "I . 4º. para todas as operações ou prestações. 27 . "c". nº 43.906. quando emitirem documentos fiscais por Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED). ressalvado o disposto no § 5º deste artigo.” Efeitos de 03/07/2004 a 31/05/2006 . para todas as operações. e vigência estabelecida pelo art. 2º. exceto quando mantiver. às concessionárias de veículos e às cooperativas de produtores rurais.829." Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . de 24/05/2006: “II . exceto quando mantiver no recinto de atendimento ao público equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operação com mercadorias ou prestação de serviços ou a impressão de documento que se assemelhe ao Cupom Fiscal. como microempresa. nº 44.Parte 1 . autorizado nos termos do Anexo VII.950. autorizado nos termos do Anexo VII. 1º e vigência estabelecida pelo art. autorizado nos termos do Anexo VII. 1º e vigência estabelecida pelo art. nº 43. interestadual e intermunicipal.” Efeitos de 28/10/2004 a 31/12/2004 .000.Redação dada pelo art. equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operação com mercadorias ou prestação de serviços ou a impressão de documento que se assemelhe ao Cupom Fiscal. nº 44." Efeitos de 15/12/2002 a 02/07/2004 .aos estabelecimentos de hotelaria.aos estabelecimentos de hotelaria.Art. quando emitirem documentos fiscais por Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED). de 02/07/2004: "II . exceto quando mantiver no recinto de atendimento ao público equipamento que possibilite o registro ou o processamento de dados relativos a operação com mercadorias ou prestação de serviços ou a impressão de documento que se assemelhe ao Cupom Fiscal. às concessionárias de veículos. 5º e vigência estabelecida pelo art. no recinto de atendimento ao público.Revogado pelo art.Redação original: "I . 4º.938. de 11/11/2008.080/2002) Anexo V .Redação dada pelo art. para todas as operações ou prestações. na forma do Anexo X.301." (1260) II Efeitos de 1º/06/2006 a 11/11/2008 . às cooperativas de produtores rurais e às prestadoras de serviço de transporte público rodoviário regular de passageiros. quando emitirem documentos fiscais por Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED).00 (cento e vinte mil reais). de 05/01/2005: “I .Redação dada pelo art.Redação dada pelo art." (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) III a) b) c) d) e) f) g) IV a) b) V- ________________________________ (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 .

§ 3º Tratando-se de venda a prazo. do artigo 15 da Parte 1 do Anexo VI.Redação original: “Art.” (1260) § 4º Efeitos de 1º/01/2005 a 11/11/2008 .Redação original: “§ 2º Os estabelecimentos a que se referem o inciso II do parágrafo anterior e o artigo 34 desta Parte deverão atender ao disposto no caput deste artigo. 32-A desta Parte. 4º. estando as atividades do contribuinte compreendidas nos incisos I ou II do caput deste artigo e não alcançadas pelas ressalvas do § 1º também deste artigo. no campo destinado a informações complementares.Redação original: "§ 4º O estabelecimento inscrito como microempresa que.080/2002) Anexo V . ambos do Dec.” (1260) § 2º (1260) § 3º Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 . a utilização de ECF será obrigatória: I .Redação dada pelo art. reboque e semi-reboque. Para os estabelecimentos indicados a seguir. “c” e “d”.observado o disposto nos incisos I. 2º. por qualquer motivo. o documento fiscal deverá conter. 4º. 4º.Art. na hipótese de cassação da autorização para emissão de documento fiscal por PED.RICMS (Decreto nº 43.Parte 1 . relativamente às operações: a) realizadas fora do estabelecimento.relativamente à prestação de serviço de transporte rodoviário de passageiros.906. d) destinadas a contribuinte do ICMS ou a órgão público. estando as atividades do contribuinte compreendidas nos incisos I ou II do caput deste artigo e não alcançadas pelas ressalvas do § 1º também deste artigo. 2º e vigência estabelecida pelo art.” (1260) Art. ambos do Dec.nas hipóteses previstas nas alíneas “a” e “b” dos incisos I. se desenquadrar. máquinas agrícolas e de terraplanagem. quando houver emissão da nota fiscal de simples faturamento. e) com mercadoria destinada a integrar o ativo permanente de pessoa jurídica. g) interestaduais. assim considerado aquele no qual são emitidos até 100 (cem) documentos por dia. e vigência estabelecida pelo art.Revogado pelo art. desde que o estabelecimento usuário observe o disposto no art. quando a emissão do documento fiscal ocorrer: a) no interior do veículo utilizado na prestação do serviço. b) com veículos automotores. e III. de 05/01/2005: “§ 4º O estabelecimento inscrito como microempresa que ultrapassar o valor previsto no inciso I do § 1º deste artigo. 5º e vigência estabelecida pelo art. estará obrigado ao uso de ECF após 60 (sessenta) dias da data do desenquadramento. “c”. b) em locais onde é diminuta a quantidade de documentos emitidos. II. contado da ciência da cassação.Acrescido pelo art. no prazo de 60 (sessenta) dias. nº 44. (s) 28 e 29 Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 . de 27/10/2004: “§ 5º A exceção referida no inciso I do § 1º deste artigo não se aplica em se tratando de equipamento eletrônico destinado a viabilizar o pagamento da operação ou prestação por meio de cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente. c) de venda para entrega futura." (1260) § 5º Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 .938. IV . f) realizadas com empresa seguradora ou de construção civil. estará obrigado ao uso de ECF após 60 (sessenta) dias da data que ultrapassar o referido valor. 29. 29. (1260) I Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 . II e III do caput do artigo 15 da Parte 1 do Anexo VI. V . a indicação do preço final e dos valores e datas de vencimento das prestações.a partir de 1º de janeiro de 2003:” ________________________________ (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 .950. nº 43. de 11/11/2008. observado o disposto nas alíneas “c” e “d” do inciso II do caput do artigo 15 da Parte 1 do Anexo VI. nº 43. ambos do Dec. 28 .” Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 .Redação original: “III .

5º e vigência estabelecida pelo art. e vigência estabelecida pelo art.00 (cento e vinte mil reais). 29 . 3º e vigência estabelecida pelo art. de 18/06/2003: “II .Redação original: "II . e vigência estabelecida pelo art. nº 44. ambos do Dec. observado o disposto no parágrafo único deste artigo.000. bar e similares. para o estabelecimento no qual o contribuinte exerça a atividade de prestador de serviço de transporte rodoviário de passageiros. de 05/01/2005: “II .Redação dada pelo art. 14.Art." ________________________________ (1031) Efeitos a partir de 1º/07/2007 . (1031) I Efeitos de 15/12/2002 a 30/06/2007 .950. inclusive restaurante.Redação dada pelo art. II. 13. 8º.00 (cento e vinte mil reais).RICMS (Decreto nº 43.Revogado pelo art. 4º.” Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . ambos do Dec. ambos do Dec.” (1031) II Efeitos de 1º/01/2005 a 30/06/2007 .deverá ser considerado o somatório da receita bruta anual de todos os estabelecimentos da mesma empresa situados no Estado." (1031) Parágrafo único.” Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 .Redação dada pelo art. (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 . ambos do Dec. assim considerado o somatório da receita bruta anual de todos os estabelecimentos da mesma empresa situados no Estado. Para fins do disposto na alínea “a” do inciso I deste artigo: I . 2º.Redação original: "b) estabelecimento inscrito como microempresa. de 11/11/2008. com receita bruta anual igual ou inferior a R$120. II. na hipótese da exceção prevista no inciso I do § 1º do artigo 28 desta Parte.00 (cento e vinte mil reais). II.” Efeitos de 15/12/2002 a 30/06/2007 .considera-se receita bruta o valor apurado segundo os critérios previstos nos artigos 23 a 29 do Anexo X. e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. de 07/11/2007: “a) estabelecimento no qual o contribuinte exerça a atividade de comércio varejista.Revogado pelo art. 2º. I. inclusive restaurante." (1260) II Efeitos de 19/06/2003 a 11/11/2008 .a partir de 1° de janeiro de 2004.390. 14. com receita bruta anual igual ou inferior a R$120.Redação original: “a) estabelecimento no qual o contribuinte exerça a atividade de comércio varejista. nº 43.a partir de 1º de julho de 2003.650.Redação dada pelo art. 29 Efeitos de 1º/07/2007 a 11/11/2008 . 5º da Parte 1 do Anexo X. nº 44. e vigência estabelecida pelo art. II.080/2002) (1260) a) Anexo V .950. ambos do Dec.” Efeitos de 15/12/2002 a 18/06/2003 .” (1260) b) Efeitos de 1º/01/2005 a 11/11/2008 . de 05/01/2005: “b) estabelecimento inscrito como microempresa e com receita bruta anual igual ou inferior a R$ 120. nº 44. nº 43. na hipótese da exceção prevista no inciso I do § 1º do artigo 28 desta Parte.Redação original: "II . 4º.000.Redação original: “Parágrafo único. bar e similares.938. de 07/11/2007. 2º. para o estabelecimento no qual o contribuinte exerça a atividade de prestador de serviço de transporte rodoviário de passageiros.000.650. nº 43.considera-se receita bruta o valor apurado conforme disposto no inciso II do parágrafo único do art. II.Parte 1 . 4º.

32.311. para acobertarem as operações ou prestações que realizarem. 5º e vigência estabelecida pelo art. 31. ambos do Dec. inclusive do tipo Point Of Sale (POS) com esta característica. vedada a utilização de qualquer outro equipamento:” Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . nº 44.Revogado pelo art. hipótese em que deverão observar o disposto no artigo seguinte e as disposições constantes do Anexo VI. nº 43.RICMS (Decreto nº 43. nº 44.Redação dada pelo art. II e IV do § 1º do artigo 28 desta Parte. é facultado aos contribuintes requerer autorização para uso do equipamento. e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/10/2004: “I . nº 43.Redação dada pelo art. de 11/11/2008. Relativamente aos estabelecimentos dispensados do uso de ECF de que tratam os incisos I. devendo o comprovante estar vinculado ao documento fiscal relativo à operação ou prestação.Art. para acobertarem as operações ou prestações que realizarem.938. ainda que no verso do documento fiscal.” (1260) Art. 31. (s) 30 a 32 Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 . 31. vedada a utilização de equipamento:" (1260) I Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 . § 2º Ao documento fiscal de que trata este artigo aplicam-se os prazos de validade previstos no artigo 58 desta Parte. o número de um documento oficial de identificação. Na hipótese deste artigo. I. 4º. 30 .080/2002) (1260) Art. deverá ser utilizado equipamento adequado para este fim e dotado de Dispositivo de Armazenamento de Memória de Fita-Detalhe ou com capacidade de emissão do documento Mapa Resumo de Viagem. ambos do Dec. sendo permitido registrar os demais dados por outro meio.” (1260) Parágrafo único. de 06/06/2006: “Art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 32. A emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente por estabelecimento usuário de ECF será feita:” Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 .906. ou o número de outro documento oficial de identificação do adquirente. (1260) § 1º (1260) § 2º Anexo V . para a emissão de documento fiscal por ECF no interior do veículo utilizado na prestação de serviço de transporte rodoviário de passageiros. é facultado requerer autorização para uso do equipamento. Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 . devendo o comprovante estar vinculado ao documento fiscal emitido na operação ou prestação respectiva.” (1260) Art. 4º. endereço. II . hipótese em que deverão observar o disposto no artigo seguinte e as disposições constantes do Anexo VI. II e IV do § 1º do artigo 28 desta Parte.com a utilização do próprio ECF.que possibilitar ao contribuinte a não-emissão do comprovante. no mínimo. 32.906.Redação original: "Art. 30. ambos do Dec.Redação original: "I .Parte 1 . de 27/10/2004: “Art. Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 . 4º. 2º. 6º.Redação original: “Art. ambos do Dec. Na hipótese de estabelecimento usuário de ECF.Redação original: “Art. § 1º Na hipótese do equipamento não possibilitar a inserção total dos dados do adquirente. a emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente somente poderá ser feita com a utilização do ECF. deverá imprimir.Redação original: “Parágrafo único." ________________________________ (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 . O trânsito de mercadoria destinada a consumidor final situado no Estado poderá ser acobertado por documento fiscal emitido por ECF. ambos do Ministério da Fazenda. Relativamente aos contribuintes dispensados do uso de ECF de que tratam os incisos I. 30. desde que o próprio equipamento imprima o nome ou a razão social. Efeitos de 01/07/2006 a 11/11/2008 .” Efeitos de 15/12/2002 a 30/06/2006 . número de inscrição no Cadastro de Pessoa Física (CPF) ou no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

” Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 .4) b) c) ________________________________ (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 .Art. nº 43. 4º. nº 43.para transmissão eletrônica de dados. 4º. § 1° Na hipótese do inciso I do caput deste artigo.Redação original: "§ 2º O não-atendimento ao previsto no caput deste artigo sujeita o contribuinte ao disposto no artigo 29 da Parte 1 do Anexo VI.906. ambos do Dec. inclusive os referidos nas alíneas do inciso anterior." (1260) III (1260) § 1º Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 . em formato digital. de 27/10/2004: “III .Redação dada pelo art. 4º.Redação dada pelo art.Redação original: "§ 1° A operação de pagamento por cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente não deverá ser concretizada sem que a impressão do comprovante tenha sido realizada no ECF. observado o disposto no inciso I do § 3º. 29 da Parte 1 do Anexo VI. 4º. 31 . desde que o estabelecimento usuário adote os procedimentos previstos no art.906.” Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . de 27/10/2004: “§ 2º O não-atendimento ao previsto neste artigo sujeita o contribuinte ao disposto no art. 1º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec.com a utilização de equipamento eletrônico não integrado ao ECF.3) a.RICMS (Decreto nº 43. ou” Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . em formato digital. (1260) § 2º Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 .Redação dada pelo art. nº 43. 1º e vigência estabelecida pelo art. nº 43. sem a correspondente emissão dos comprovantes de pagamento pelo ECF." (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) § 3º Ia) a. por meio de redes de comunicação de dados. 5º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. de 11/11/2008. capaz de capturar assinaturas digitalizadas que possibilite o armazenamento e a transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento.938. 32-A desta Parte.Redação dada pelo art. sem a correspondente emissão dos comprovantes de pagamento pelo ECF. nº 44. a operação de pagamento por meio de cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente não poderá ser concretizada sem que a impressão do comprovante de pagamento tenha sido realizada no ECF. de 27/10/2004: “II . ambos do Dec.Redação original: "II . ambos do Dec.906.1) a. 32 Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 .906. 1º e vigência estabelecida pelo art.” (1260) II Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 . b) para transmissão eletrônica de dados.manualmente.Revogado pelo art. capaz de capturar assinaturas digitalizadas que possibilite o armazenamento e a transmissão de cupons de venda ou comprovantes de pagamento. de 27/10/2004: “a) que possibilite a não-emissão do comprovante.080/2002) (1260) a) (1260) b) Anexo V . 1º e vigência estabelecida pelo art.2) a. por meio de redes de comunicação de dados.Parte 1 . 4º. inclusive do tipo Point Of Sale (POS).

Redação original: "§ 3º Em qualquer situação em que o ECF não possa ser utilizado ou na hipótese de falha na comunicação de dados entre o estabelecimento usuário e a administradora de meios de pagamento que impossibilite a emissão do comprovante. b) a expressão “EXIJA O DOCUMENTO FISCAL DE NÚMERO INDICADO NESTE COMPROVANTE”. (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 ." (1260) § 4º Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 .Redação original: "§ 4º A utilização de equipamento.Revogado pelo art. de 27/10/2004: “II . para Nota Fiscal. este deverá ser emitido manualmente. 4º.a expressão “EXIJA O DOCUMENTO FISCAL DE NÚMERO INDICADO NESTE COMPROVANTE”.o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação.Redação dada pelo art.906. de 11/11/2008.906.906.938. c) NC. nº 43. desde que o estabelecimento usuário adote os procedimentos previstos no art.manualmente.” Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . a.com a utilização de equipamento eletrônico não integrado ao ECF. a. devendo o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por: a. 5º e vigência estabelecida pelo art. 4º.080/2002) Anexo V Parte 1 . se o documento fiscal for emitido por ECF. ambos do Dec. para Bilhete de Passagem. nº 43. a emissão do comprovante somente poderá ser feita manualmente. 1º e vigência estabelecida pelo art. para Cupom Fiscal. devendo esta circunstância ser indicada no documento fiscal. 32 Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 . impressa tipograficamente em caixa alta. II .3) NF.” Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . nº 43. ambos do Dec.Redação original: "§ 5º Na hipótese de autorização de ECF que não possua recursos que possibilitem a emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito vinculado ao documento fiscal. para Nota Fiscal de Venda a Consumidor.Redação dada pelo art. em caixa alta. para Bilhete de Passagem.2) BP. este será emitido: I . para a emissão do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente deverá observar o disposto nos incisos II ou III do caput deste artigo. tipograficamente ou pelo equipamento." (321) § 5º Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . 5º e vigência estabelecida pelo art. 4º. eletrônico ou não. ambos do Dec.Revogado pelo art. 32 . 4º. devendo esta circunstância ser indicada no documento fiscal e constar no anverso do comprovante de pagamento as seguintes informações: a) o tipo e o número do documento fiscal vinculado à operação ou prestação.” (1260) II Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 . nº 43.Redação dada pelo art.Art. nº 44. sob pena de aplicação do disposto no artigo 29 da Parte 1 do Anexo VI. c) o número seqüencial do ECF no estabelecimento. para Nota Fiscal. ambos do Dec. 1º e vigência estabelecida pelo art. devendo o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por: a) BP.906. observado o disposto nos §§ 4º e 6º deste artigo quanto às informações a serem lançadas no anverso do comprovante. ambos do Dec. a. de 27/10/2004: “§ 3º Em qualquer situação em que o ECF não possa ser utilizado ou quando houver falha na comunicação de dados entre o estabelecimento usuário e a administradora de cartão de crédito ou débito que impossibilite a emissão do comprovante pelo ECF.RICMS (Decreto nº 43.4) NC. 4º. destinado ao registro de operação financeira com cartão de crédito ou de débito por contribuinte não-usuário de ECF somente será permitida se constar no anverso do respectivo comprovante: I .1) CF." ________________________________ (321) Efeitos a partir de 28/10/2004 . para Nota Fiscal de Venda a Consumidor. b) NF. de 27/10/2004: “§ 4º O estabelecimento não-usuário de ECF. 32-A desta Parte. de 27/10/2004. 1º e vigência estabelecida pelo art. impressa.

II. ambos do Dec.Redação dada pelo art.Redação original: "§ 8º A SRE. deverá ser observado o disposto no § 4º deste artigo.” Efeitos de 28/10/2004 a 30/06/2006 .Parte 1 .Acrescido pelo art. poderá definir procedimento alternativo à exigência prevista no caput deste artigo.RICMS (Decreto nº 43. no entanto. nº 43.Redação original: "§ 7º Ao contribuinte usuário de ECF com recurso para emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito vinculado ao documento fiscal que.” (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) § 1º III § 2º III § 3º § 4º § 5º ________________________________ (321) Efeitos a partir de 28/10/2004 . deverá autorizar a empresa administradora de cartão de crédito ou de débito a fornecer à Secretaria de Estado de Fazenda as informações relativas às transações efetuadas. de 11/11/2008. no caso de Cupom Fiscal. 32-A. II . nº 44. nº 44. 4º." (321) § 8º Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . inclusive o enquadrado no Simples Minas. 2º e vigência estabelecida pelo art. Para a emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente nos termos do inciso II do artigo anterior o contribuinte deverá autorizar a empresa administradora de cartão de crédito ou de débito a fornecer à Secretaria de Estado de Fazenda as informações relativas às transações cujos pagamentos foram efetuados com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente. Para a emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente nos termos do inciso II do artigo anterior. de 06/06/2006: “Art. 2º. mediante portaria. e vigência estabelecida pelo art.080/2002) (321) § 6º Anexo V . utilize equipamento manual para a referida emissão aplica-se o disposto nos §§ 4º e 6º deste artigo quanto às informações a serem lançadas no anverso do comprovante.906. 32-A. 32-A. nos termos definidos em Convênio específico celebrado pelo CONFAZ. 32-A. nº 43. ambos do Dec. de 27/10/2004: “Art.938. 5º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. no anverso do comprovante. sendo que. o contribuinte.906. além das informações constantes do seu inciso I. I. deverá constar." (1260) Art. (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 . inclusive a microempresa e a empresa de pequeno porte. nº 44.311. 4º.650. de 27/10/2004. I. 6º.” Efeitos de 01/07/2006 a 30/06/2007 .Revogado pelo art. deverá autorizar a empresa administradora de cartão de crédito ou de débito a fornecer à Secretaria de Estado de Fazenda as informações relativas às transações efetuadas. Para a emissão eletrônica do comprovante de pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito automático em conta corrente nos termos do inciso II do caput do artigo anterior.Art. 4º. a indicação do número seqüencial do equipamento no estabelecimento e o tipo do documento fiscal emitido ser indicado por CF. o contribuinte. e vigência estabelecida pelo art.Redação original: "§ 6º Na hipótese do parágrafo anterior. Efeitos de 1º/07/2007 a 11/11/2008 . ambos do Dec." (321) § 7º Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . ambos do Dec. (s) 32 e 32-A Efeitos de 15/12/2002 a 27/10/2004 . 14. 33 .Redação dada pelo art. 5º e vigência estabelecida pelo art.Revogado pelo art. 2º. de 07/11/2007: “Art.

relativamente à seção de varejo. ou II . § 2º O formulário a que se refere o parágrafo anterior deverá ser acompanhado de: I . por meio de listagem impressa em papel timbrado da administradora. vedado o abatimento de qualquer valor a título de crédito do imposto. individualizado por estabelecimento e por empresa administradora de cartão de crédito ou de débito. total ou parcial.080/2002) Anexo V . modelo 06. quando por ele intimada. a empresa administradora de cartão de crédito ou de débito deverá prestar as informações à Diretoria de Controle Administrativo Tributário da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (DICAT/SAIF) até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao da realização das operações de crédito ou de débito. da empresa administradora de cartão de crédito ou de débito. isolada ou cumulativamente: I . escrituração fiscal distinta dos livros Registro de Entradas.declaração. § 3º A partir da data do documento a que se refere o inciso I ou II do parágrafo anterior. 34 . contendo as informações sobre as operações e as prestações de todos os estabelecimentos que fizerem a autorização prevista neste artigo. 2º e vigência estabelecida pelo art. distribuidores ou atacadistas que praticarem com habitualidade a venda no varejo deverão criar a seção de varejo e nela utilizar obrigatoriamente o ECF. Registro de Saídas e Registro de Inventário. de 24 de setembro de 2001.cópia do contrato celebrado entre o contribuinte e a empresa administradora de cartão de crédito ou de débito. nas notas fiscais emitidas na forma do artigo 15 da Parte 1 do Anexo VI. das obrigações previstas nos §§ 3º e 4º deste artigo. pela empresa administradora de cartão de crédito ou de débito. distribuidor ou atacadista e a seção de varejo. observado o disposto no Anexo VI. II . a empresa administradora de cartão de crédito ou de débito deverá fornecer ao fisco.” (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) Art. que terão a seguinte destinação: I . § 3º Os estabelecimentos a que se refere o caput deste artigo.Acrescido pelo art. § 1º O Chefe da Administração Fazendária (AF) fiscal a que estiver circunscrito o contribuinte poderá exigir.906.Parte 1 . § 5º O disposto neste artigo não se aplica em caso de não-atendimento. em 2 (duas) vias.Revogado pelo art. que contenha cláusula autorizando a empresa administradora a fornecer ao fisco as informações relativas às transações realizadas.Redação original: “Art. ambos do Dec. nº 43. (s) 32-A e 33 Efeitos de 28/10/2004 a 11/11/2008 . que os estabelecimentos referidos no caput deste artigo.2ª via) contribuinte) arquivo. debitar-se-ão pelo total das saídas acusado nos documentos fiscais emitidos pelo ECF e. para a seção de varejo. de 27/10/2004: “§ 1º A autorização de que trata o caput deste artigo deverá ser formalizada por meio do formulário TEF/CC) Comunicação de Opção de Usuário de ECF – Autorização para Empresa Administradora de Cartão de Crédito ou Débito.” ________________________________ (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 . e no livro Registro de Saídas. III . por meio de arquivo eletrônico com as especificações estabelecidas no Manual de Orientação anexo ao Protocolo ECF 04/01.1ª via) repartição fazendária da circunscrição do contribuinte usuário . § 4º Sem prejuízo do disposto no parágrafo anterior. modelo 2. a ser escriturada no livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. sem débito do imposto. § 2º Os procedimentos previstos no parágrafo anterior também poderão ser adotados a requerimento do contribuinte. 4º. de 11/11/2008. hipótese em que o estabelecimento usuário de ECF estará obrigado a observar o disposto nos incisos I ou III do caput do artigo anterior.mantenham separação física entre o setor fabricante. nº 44. as informações de que trata o referido parágrafo.938. assinado pelo sócio.RICMS (Decreto nº 43.07. 5º e vigência estabelecida pelo art.Art.mantenham. de que está autorizada pelo contribuinte a fornecer ao fisco as informações relativas às transações realizadas. § 1º III III § 2º § 3º Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 .emitam nota fiscal de transferência do setor fabricante ou atacadista para a seção de varejo. em 2 (duas) vias. na coluna “Outras” sob o título “Operações sem Débito do Imposto”.arquivo. II . 33.100. quando for o caso. modelo 3. responsável ou representante legal do contribuinte e protocolizado na repartição fazendária de circunscrição do contribuinte. ambos do Dec. 4º. mediante despacho fundamentado. Os estabelecimentos industriais. 33.

III III Efeitos de 03/07/2004 a 11/11/2008 . § 6º Na hipótese de se apurar. ambos do Dec. 2º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. na forma do Anexo X. 34-A.4ª via) contribuinte) comprovante de protocolo. II . Excepcionalmente e considerando as peculiaridades da atividade do contribuinte.” ________________________________ (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 . que terão a seguinte destinação: I . em 4 (quatro) vias. será protocolizado na AF a que estiver circunscrito o contribuinte.3ª via) Administração Fazendária (AF). de 02/07/2004: “Art. 34-A. independentemente de outras análises e verificações. § 2º O requerimento deverá ser acompanhado do arquivo eletrônico previsto no Manual de Orientação do Usuário de Sistema de Processamento Eletrônico de Dados (PED). observado o disposto nos §§ 1º a 6º do artigo anterior. de 11/11/2008. 4º. 3º. desde que emita todos os documentos fiscais por PED.processamento .829. que determinará as diligências e verificações necessárias para fins de análise e decisão do pedido. de 06/06/2006: “§ 4º Os procedimentos previstos neste artigo não se aplicam ao contribuinte enquadrado como microempresa ou empresa de pequeno porte. 35 . 2º.processamento . nº 44.processamento/arquivo. e vigência estabelecida pelo art. II .650.o contribuinte emita Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A para todas as suas operações. previsto na alínea “h” do inciso II do artigo 3º da Parte 1 do Anexo VI. relativamente às demais operações. 14. contendo registros da movimentação relativa aos últimos 12 (doze) meses.1ª via) Administração Fazendária (AF) . o Delegado Fiscal poderá dispensá-lo do uso obrigatório de ECF. declarações inexatas prestadas pelo contribuinte.RICMS (Decreto nº 43.(s) 33 a 34 A Efeitos de 1º/07/2007 a 11/11/2008 . em qualquer momento.Art. IV .” (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) (1260) Art. de 07/11/2007: “§ 4º Os procedimentos previstos neste artigo não se aplicam à microempresa ou à empresa de pequeno porte. § 1º III -. modelo 06.311. O estabelecimento que praticar com habitualidade as operações previstas no inciso III do § 1º do artigo 28 desta Parte poderá ser dispensado do uso obrigatório de ECF pelo Chefe da Administração Fazendária (AF) fiscal a que estiver circunscrito.a dispensa não prejudique o controle fiscal. § 4º A decisão quanto à dispensa do uso obrigatório de ECF cabe ao Chefe AF fiscal a que estiver circunscrito o requerente. III IV § 2º § 3º § 4º § 5º § 6º Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 . 34. 2º.” Efeitos de 01/07/2006 a 30/06/2007 . 6º. se o arquivo eletrônico não atender às especificações estabelecidas no Anexo VII. § 3º O requerimento poderá ser indeferido. constante do Anexo VII.” (1260) (1260) (1260) (1260) Art.contribuinte após processamento/arquivo. a dispensa de utilização será cancelada.938.88.DICAT/SRE após processamento.Acrescido pelo art. e vigência estabelecida pelo art. autorizado nos termos do Anexo VII.Redação original: “Art. ficando o contribuinte sujeito ao regime especial de controle e fiscalização de que trata o artigo 197 deste Regulamento.080/2002) (1260) § 4º Anexo V . III .Redação dada pelo art. ambos do Dec. III .Revogado pelo art. II. nº 44. utilizando PED. nº 44. I. 5º e vigência estabelecida pelo art.Parte 1 . 34.Acrescido pelo art. § 1º O formulário Requerimento para Dispensa do Uso Obrigatório de ECF. II . I. § 5º A dispensa de utilização de ECF poderá ser revista a qualquer tempo pelo Chefe da AF fiscal.2ª via) Administração Fazendária (AF) . ambos do Dec.o contribuinte tenha cumprido regularmente suas obrigações tributárias. nº 43. desde que: I .07.

endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ do estabelecimento emitente. 3º. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.765. I.080/2002) (1260) IV - Anexo V . A Nota Fiscal de Venda a Consumidor.Revogado pelo art.número de ordem. série. I. modelo.nome da administradora e número do respectivo comprovante. será de tamanho não inferior a 74 x 105mm e conterá as seguintes indicações: Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 .Parte 1 .609. nº 44. (1260) Efeitos a partir de 12/11/2008 . ambos do Dec. (1259) Efeitos a partir de 12/11/2008 . 35. de 28/03/2008: “IV . por quantidade.(s) 34 A e 35 Efeitos de 1º/04/2008 a 11/11/2008 . ambos do Dec. 2º.Redação dada pelo art. nº 44. II.Acrescido pelo art. IV e VII do caput deste artigo serão impressas tipograficamente. ambos do Dec. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação.nome. 4º. V .Redação original: “Art. Efeitos de 15/12/2002 a 06/09/2007 . 2º. (1259) § 3º O estabelecimento dispensado do uso do equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF).data da emissão.Art. fica dispensada a citação do valor total da mesma.RICMS (Decreto nº 43. 4º. subsérie e número da via.Redação dada pelo art.938. e vigência estabelecida pelo art. unitário e total. § 1º As indicações contidas nos incisos I. nº 44. de 06/09/2007. ambos do Dec. ambos do Dec. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor. modelo 1 ou 1-A. (1262) Efeitos a partir de 12/11/2008 .Acrescido pelo art.o contribuinte emita NF-e para todas as operações.nome. deverá emitir a nota fiscal de que trata este artigo. § 2º No caso de operação com apenas uma espécie de mercadoria. e vigência estabelecida pelo art. data e quantidade de impressão. números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectivas séries e subséries. desde que no documento fiscal constem o seu valor unitário e o valor total da operação. marca. 36 . será de tamanho não inferior a 74 x 105mm e conterá as seguintes indicações:” I .nome. e vigência estabelecida pelo art. 4º. ________________________________ (988) Efeitos a partir de 07/09/2007 . 35. números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectivas séries e subséries. III . modelo 2. das mercadorias e valor total da operação.Redação original: “VII .” VIII . VI . quando não obrigado a emitir nota fiscal. data e quantidade de impressão. IV . espécie.938. tipo. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ do impressor da nota.discriminação da mercadoria. quando não emitida por ECF. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ do impressor da nota. 3º. modelo 2. nº 44.” (1262) Seção II (1262) Da Nota Fiscal de Venda a Consumidor (1259) Art. 5º e vigência estabelecida pelo art. de 11/11/2008. quando se tratar de operação cujo pagamento seja efetuado por meio de cartão de crédito. II . de 11/11/2008.valores. IV. de 11/11/2008. e vigência estabelecida pelo art.denominação: Nota Fiscal de Venda a Consumidor. 2º. 2º. (988) VII .938. nº 44.

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 1 - Art.(s) 35 a 37

Efeitos de 1º/07/2007 a 11/11/2008 - Redação dada pelo art. 2º, I, e vigência estabelecida pelo art. 14, II, ambos do Dec. nº 44.650, de 07/11/2007: “§ 3º O estabelecimento de microempresa dispensado do uso do ECF deverá emitir a nota fiscal de que trata este artigo.” Efeitos de 15/12/2002 a 30/06/2007 - Redação original: “§ 3º O estabelecimento enquadrado, na forma do Anexo X, como microempresa e dispensado do uso do ECF deverá emitir a nota fiscal de que trata este artigo.” (1259) § 4º O estabelecimento usuário de ECF deverá emitir, nas hipóteses previstas no inciso I do caput do art. 16 da Parte 1 do Anexo VI, a nota fiscal de que trata este artigo. Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 - Redação original; “§ 4º O estabelecimento usuário de ECF deverá emitir, nas hipóteses previstas no inciso I do caput do artigo 15 da Parte 1 do Anexo VI, a nota fiscal de que trata este artigo.” (989) § 5º Efeitos de 15/12/2002 a 06/09/2007 - Redação original: “§ 5º O trânsito de mercadoria destinada a consumidor final situado no Estado poderá ser acobertado pela nota fiscal prevista neste artigo, observados os prazos de validade previstos no artigo 58 desta Parte e desde que no documento fiscal seja informado o nome ou a razão social, o endereço, o CPF ou CNPJ, ou o número de outro documento oficial de identificação do adquirente.” (1259) § 6º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, relativamente ao pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito, deverá conter o nome da Administradora e o número do respectivo comprovante de pagamento. Efeitos de 15/12/2002 a 11/11/2008 - Redação original: “§ 6º A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, quando não emitida por ECF, relativamente ao pagamento efetuado com cartão de crédito ou de débito, deverá conter o nome da Administradora e o número do respectivo comprovante de pagamento.” § 7º Na hipótese do parágrafo anterior, o estabelecimento emitirá, ao final do período, Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, global, por Administradora, discriminando: I - os valores totais das vendas; II - no campo “Informações Complementares”, os números dos documentos fiscais emitidos para acobertar as operações. Art. 36. A Nota Fiscal de Venda a Consumidor, modelo 2, será emitida em, no mínimo, 2 (duas) vias, as quais terão a seguinte destinação: I - 1ª via) entregue ao comprador; II - 2ª via) presa ao bloco, para exibição ao Fisco.

CAPÍTULO V Da Nota Fiscal de Produtor e da Nota Fiscal Avulsa de Produtor
(1347) Art. 37. A Nota Fiscal de Produtor e a Nota Fiscal Avulsa de Produtor, modelo 4, serão os documentos utilizados pelo contribuinte inscrito no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física, sempre que: Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 - Redação original: “Art. 37. A Nota Fiscal de Produtor e a Nota Fiscal Avulsa de Produtor, modelo 4, serão os documentos utilizados pelo estabelecimento de produtor inscrito no Cadastro de Produtor Rural, sempre que:” I - promover a saída ou a transmissão de propriedade de mercadoria; II - entrar, no estabelecimento, bens ou mercadorias, real ou simbolicamente, nas hipóteses do artigo 20 desta Parte.

________________________________ (989) Efeitos a partir de 07/09/2007 - Revogado pelo art. 4º, e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 44.609, de 06/09/2007. (1259) Efeitos a partir de 12/11/2008 - Redação dada pelo art. 2º, I, e vigência estabelecida pelo art. 4º, ambos do Dec. nº 44.938, de 11/11/2008. (1347) Efeitos a partir de 1º/03/2009 - Redação dada pelo art. 2º, III, e vigência estabelecida pelo art. 10, IV, ambos do Dec. nº 45.030, de 29/01/2009. 37

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 1 - Art. (s) 37 e 38

§ 1º Ao produtor rural será autorizada a impressão da Nota Fiscal de Produtor, desde que: I - pratique com habitualidade a movimentação de mercadoria; II - realize com pontualidade o cumprimento de suas obrigações tributárias, principal e acessórias; III - apresente o bloco de notas fiscais na Administração Fazendária (AF) que o tenha autorizado, sob pena de ser cassada a autorização concedida, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da emissão do documento, para que sejam destacadas as vias destinadas ao Fisco, inclusive as canceladas, contra recibo na via indestacável. § 2º Fica dispensada a emissão do documento na travessia de mercadoria em rodovia ou ferrovia que divida o imóvel rural, quando o estabelecimento constitua unidade autônoma de produção e tenha sido objeto de inscrição única. Art. 38. A Nota Fiscal de Produtor conterá, nos quadros e campos próprios, observada a disposição gráfica do modelo 4, as indicações do quadro a seguir: QUADROS EMITENTE CAMPOS 1 - o nome do produtor 2 - a denominação da propriedade; 3 - a localização (bairro, distrito, endereço); 4 - o município; 5 - a unidade da Federação; 6 - o telefone ou fax; 7 - o Código de Endereçamento Postal (CEP); 8 - o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF) do Ministério da Fazenda; 9 - a natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada, tais como: venda, compra, transferência, devolução, importação, consignação, remessa (para fins de demonstração, de industrialização ou outra), retorno de exposição ou feira; 10 - o número de inscrição no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física; Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 - Redação original: “ 10 - o número de inscrição no Cadastro de Produtor Rural; “ 11 - a denominação "Nota Fiscal de Produtor"; OBSERVAÇÕES 1 - As indicações dos campos 1 a 8, 10 e 11, 13 a 15 serão impressas tipograficamente. 2 - As indicações dos campos 1, 8, 10 e 11 serão impressas, no mínimo, em corpo "8", não condensado. 3 - Nas hipóteses de entrada de mercadoria ou bem na propriedade rural a qualquer título, quando o remetente não estiver obrigado a emitir documento fiscal, o produtor deverá especificar essa circunstância no campo “natureza da operação”. 4 - As indicações dos campos 2 a 8, 10 e 13 poderão ser impressas pelo sistema de processamento eletrônico de dados, observados os requisitos da legislação pertinente.

(1347)

________________________________ (1347) Efeitos a partir de 1º/03/2009 - Redação dada pelo art. 2º, III, e vigência estabelecida pelo art. 10, IV, ambos do Dec. nº 45.030, de 29/01/2009. 38

RICMS (Decreto nº 43.080/2002) QUADROS CAMPOS

Anexo V - Parte 1 - Art. 38 OBSERVAÇÕES

12 - a indicação da operação, se de entrada ou de saída; 13 - o número de ordem da Nota Fiscal de Produtor e, imediatamente abaixo, a expressão "Série", acompanhada do número correspondente, se adotada nos termos do § 2º do artigo 136 deste Regulamento; 14 - o número e destinação da via da Nota Fiscal de Produtor; 15 - a data-limite para emissão da Nota Fiscal de Produtor, ou a indicação "00.00.00" quando não estabelecida; 16 - a data de emissão da nota fiscal; 17 - a data da efetiva saída ou entrada da mercadoria no estabelecimento; 18 - a hora da efetiva saída da mercadoria do estabelecimento. DESTINATÁRIO/ 1 - o nome ou razão social; Nas operações de exportação, o campo REMETENTE 2 - o número de inscrição no CNPJ destinado ao município será preenchido com ou no CPF; o nome da cidade e do país de destino. 3 - o endereço (bairro, distrito, CEP, nome da propriedade quando o destinatário for produtor rural); 4 - o município; 5 - a unidade da Federação; 6 - o número de inscrição estadual. FATURA Quando adotado pelo emitente, deverá conter as indicações previstas na legislação pertinente. DADOS DO PRODUTO 1 - a descrição dos produtos, 1 - É facultada a impressão de pautas no compreendendo: nome, marca, tipo, quadro “Dados do Produto”. modelo, série, espécie, qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação; 2 - o Código de Situação Tributária 2 - Nas operações sujeitas a mais de uma (CST); alíquota ou situação tributária, os dados do 3 - a unidade de medida utilizada quadro "Dados do Produto" deverão ser para a quantificação dos produtos; subtotalizados por alíquota ou situação 4 - a quantidade dos produtos tributária. 5 - o valor unitário dos produtos; 6 - o valor total dos produtos; 7 - a alíquota do ICMS. CÁLCULO DO 1 - o número de autenticação do IMPOSTO Documento de Arrecadação Estadual (DAE) e a data do recolhimento, quando exigidos; 2 - a base de cálculo total do ICMS; 3 - o valor do ICMS incidente na operação;

39

a unidade da Federação de registro do veículo. DADOS ADICIONAIS 1 . 3 . no campo "Informações Complementares". devendo a placa dos demais veículos tracionados. dispensadas as indicações dos campos 2 e 5 a 9.o peso bruto dos volumes transportados. quando diverso do endereço do destinatário.a quantidade de volumes transportados. serão indicados. ser indicada no campo "Informações Complementares". 5 . 10 . 4 . 6 . quando esta for emitida em separado. preço final. 14 . além dos requisitos exigidos neste Capítulo.o município do transportador. diferimento.a marca dos volumes transportados. indicações exigidas neste Regulamento e dados de interesse do emitente. ou outro elemento identificativo nos demais casos. ainda. tais como: não-incidência. valor e datas de vencimento das prestações. vendedor. quando não houver emissão de Nota Fiscal Fatura de Produtor ou de fatura ou. nas hipóteses previstas na legislação. indicações sobre a operação. local de entrega.o valor do frete. quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de veículo. quando for o caso. deverá conter.Nas vendas a prazo. ou mediante carimbo. no caso de transporte rodoviário. 2 . 7 .o número de controle do formulário. 2 . tais como: preço à vista.no campo "Informações Complementares".o valor total dos produtos. impressas.a placa do veículo.Caso o transportador seja o próprio remetente ou o destinatário.Art.o valor de outras despesas acessórias. 38 OBSERVAÇÕES TRANSPORTADOR/ VOLUMES TRANSPORTADOS 1 . 6 . quando for o caso. a data de emissão e o valor da operação do documento original. a Nota Fiscal. emitida relativamente à saída de mercadorias em retorno ou em devolução. número do pedido.Parte 1 . emissor da nota fiscal.o peso líquido dos volumes transportados. no campo "Informações Complementares". ainda. no caso de nota fiscal emitida por processamento eletrônico de dados. 12 . 2 .No campo "Placa do Veículo" deverá ser indicada a placa do veículo tracionado. 8 . 1 .o endereço do transportador. 5 . suspensão.o número de inscrição do transportador no CNPJ ou CPF.a unidade da Federação do domicílio do transportador.a numeração dos volumes transportados.a condição de pagamento do frete: se por conta do emitente ou do destinatário. quando houver.Na Nota Fiscal de Produtor. esta circunstância será indicada no campo "Nome/Razão Social".o valor total da nota fiscal. isenção.o número de inscrição estadual do transportador. quantidade. quando for o caso.o nome ou razão/denominação social do transportador e a expressão "autônomo". 1 . 11 . redução de base de cálculo. com a expressão "Remetente" ou "Destinatário". 8 . 9 .o valor do seguro. 15 . o número. 2 . se for o caso. 13 . 7 . Anexo V .RICMS (Decreto nº 43. e propaganda.080/2002) QUADROS CAMPOS 4 . 40 .a espécie dos volumes transportados.

II . do número e data daquela. e vigência estabelecida pelo art. sejam grafadas em. que integrará apenas a 1ª (primeira) via da Nota Fiscal de Produtor. 5 . será preenchido quando se tratar de operação com gado bovino ou bufalino. II .Caso o campo "Informações Complementares" não seja suficiente para conter as indicações exigidas. exclusivamente nos casos de emissão por processamento eletrônico de dados.a Nota Fiscal de Produtor deverá conter as indicações do número e data do romaneio e. indicações de uso exclusivo do Fisco. nº 45. § 2º No comprovante de entrega dos produtos. ambos do Dec. em qualquer sentido.080/2002) QUADROS (1329) Anexo V . 41 . poderá ser utilizado. as indicações dos campos 1 a 5. impresso tipograficamente ou por processamento eletrônico de dados. o Quadro "Dados do Produto". “ 3 . os números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectiva série. informações complementares de interesse do emitente. deverá constar: I . 4 . § 5º A Nota Fiscal de Produtor poderá conter. dos campos 1 a 8 do quadro “Transportador/Volumes Transportados” e do § 1º deste artigo. a data e a quantidade da impressão.a data do recebimento dos produtos. a Nota Fiscal de Produtor poderá ser emitida por processamento eletrônico de dados. 3º. na forma de canhoto destacável. no mínimo. desde que as indicações a serem impressas quando de sua emissão. 16 e 17 do quadro “Emitente”. 13. § 3º Observados os requisitos da legislação pertinente.a declaração de recebimento dos produtos.RICMS (Decreto nº 43.Art. de 14/01/2009. em corpo "5" não condensado.o romaneio deverá conter. § 1º No rodapé ou na lateral direita da Nota Fiscal de Produtor deverão constar. dos campos do quadro “Destinatário/Emitente”. o número e a data da AIDF e a identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. impressas tipograficamente no verso. impressa tipograficamente. na hipótese de uso de impressora matricial. IV . em qualquer sentido.Redação original: “ 3 .Revogado pelo art.o número de ordem da Nota Fiscal de Produtor. § 6º A Nota Fiscal de Produtor será de tamanho não inferior a 210 X 203 mm. excepcionalmente. o endereço e os números de inscrição. com espaço em branco de até 5. § 4º Serão dispensadas as indicações do quadro “Dados do Produto” se estas constarem de romaneio que passará a constituir parte inseparável da Nota Fiscal de Produtor.no campo “Processo Desmate”.no campo "Reservado ao Fisco".poderá ser confeccionada em tamanho inferior. este.008. no mínimo. 10.no campo “Reservado ao IEF”.Parte 1 . do impressor da nota. observado o seguinte: I .o campo “Certificado de Vacina Documento Sanitário”. no máximo. desde que obedecidos os seguintes requisitos: I . 17 (dezessete) caracteres por polegada. ________________________________ (1329) Efeitos a partir de 15/01/2009 . espaço para anotação do número da Autorização para Exploração Florestal. estadual e no CNPJ. com a dimensão mínima de 100 X 150 mm.a expressão "Nota Fiscal de Produtor". V . 38 CAMPOS 3OBSERVAÇÕES Efeitos de 15/12/2002 a 14/01/2009 . 14. III . do campo 5 do quadro “Cálculo do Imposto”. espaço destinado à fixação do Selo Ambiental Autorizado (SAA). I. 4º. o nome.suas vias não poderão ser impressas em papel jornal. desde que não prejudique a sua clareza.a identificação e assinatura do recebedor dos produtos. impressos tipograficamente. hipótese em que será reservado espaço. II .0 cm na margem superior. 8. 6 . para a aposição de carimbos pela fiscalização.

e número da Autorização para Exploração Florestal.descrição da unidade administrativa emitente ou da entidade autorizada à emissão. marca. unidade da Federação. § 9º Na hipótese do § 3º do artigo 115 deste Regulamento. ou floresta plantada). fone ou fax. quando se tratar de operação com produto ou subproduto florestal. retorno de exposição ou feira. país. no campo destinado à descrição dos produtos.demais composições do modelo.Redação dada pelo art.” XVII . no campo destinado à descrição dos produtos. tipo. tipograficamente impressas: I . consignação.Redação original: “XVI .base de cálculo do ICMS da operação. modelo e ano.nome/razão social do transportador e o endereço. constantes de palavras. observado o disposto nos artigos 68 a 70 desta Parte. tais como: venda. o endereço. números de inscrição. tendo sido emitida nota fiscal pelo produtor. estadual e no CNPJ ou CPF.indicação da operação.natureza da operação de que decorrer a saída ou a entrada. estadual e no CNPJ ou CPF. valor do seguro.(s) 38 e 39 § 7º A Nota Fiscal de Produtor poderá servir como fatura. números de inscrição. bairro ou distrito. transferência. valor total dos produtos. durante o trânsito da mercadoria.080/2002) Anexo V . endereço. VIII .descrição dos produtos compreendendo: nome. afixado no campo destinado ao IEF. código do município. endereço.número do Certificado de Vacinação. valor do ICMS da operação. feita a inclusão dos elementos necessários no quadro "Fatura". data da entrada ou da saída efetiva da mercadoria do estabelecimento. nas hipóteses previstas em portaria da Subsecretaria da Receita Estadual. XVIII . unidade administrativa). e vigência estabelecida pelo art. confeccionada pela Secretaria de Estado da Fazenda.a denominação “Nota Fiscal Avulsa de Produtor”. IV . de 4 de outubro de 1994. números de inscrição.data da emissão. 3º. § 2º A Nota Fiscal Avulsa de Produtor conterá as seguintes indicações. no campo destinado ao Fisco.00. XIII . quando se tratar de operação com produto ou subproduto florestal.00”. placa do veículo e unidade da Federação de registro. exercício. espécie. § 3º Tratando de operação com produto ou subproduto florestal constante da Tabela 1 anexa ao Regulamento da Taxa Florestal.peso bruto e peso líquido dos produtos transportados. 42 .assinatura e identificação do responsável pela emissão da nota fiscal e a hora da emissão.Código Fiscal da Operação (CFOP).110. município. se de entrada ou saída. o valor total dos produtos e a alíquota do ICMS. estadual e no CNPJ ou CPF. do destinatário. valor do ICMS ST/operação.data limite para emissão da Nota Fiscal Avulsa de Produtor: “00. X . do remetente. do número e data da nota fiscal emitida em decorrência do disposto no inciso I do § 1º do artigo 20 desta Parte. V . a quantidade dos produtos. aprovado pelo Decreto nº 36. município. Art. para fornecimento em suas repartições.Parte 1 . § 10. o município. anotado no campo "Processo Desmate". informações sobre o recolhimento do imposto (tipo de documento. e número da respectiva licença para exploração ou colheita. XII .110. II .nome/razão social.indicação. modelo.município e local da emissão. código do município. Efeitos de 15/12/2002 a 14/01/2009 .nome/razão social. manejo florestal. XIX . IV . base de cálculo ICMS ST/operação. de 14/01/2009. ou floresta plantada). de industrialização ou outra). número da carteira de habilitação e a unidade da Federação. linhas e retângulos. a informação relativa a sua origem (floresta nativa. CEP. VII . A Nota Fiscal de Produtor. unidade da Federação. 39. § 1º Na Nota Fiscal Avulsa de Produtor serão lançados. devolução. marca ou número dos volumes ou produtos transportados. de 4 de outubro de 1994.008. os seguintes elementos: I .Art. na nota fiscal deverá constar. valor do ICMS frete. código RENAVAM. a unidade da Federação. código do banco/agência. § 8º Tratando de operação com produto ou subproduto florestal constante da Tabela 1 anexa ao Regulamento da Taxa Florestal. o valor unitário dos produtos. fone ou fax. na mesma deverá constar o endereço do estabelecimento onde a mercadoria foi produzida. importação. data do recolhimento e valor do crédito do ICMS. XX . III . CEP. II . A aposição de carimbos na Nota Fiscal de Produtor. série. caso em que a denominação do documento passará a ser "Nota Fiscal Fatura de Produtor". ainda. marca.código da unidade administrativa emitente e descrição da respectiva SRF. 2º. ________________________________ (1327) Efeitos a partir de 15/01/2009 .nome do motorista. município. nos campos próprios. receberá a denominação de Nota Fiscal Avulsa de Produtor. expressões. outras despesas acessórias. remessa (para fins de demonstração. ainda. e hora da saída. na nota fiscal deverá constar. valor do frete. a informação relativa a sua origem (floresta nativa. será feita no verso da mesma.quantidade. ambos do Dec.assinatura do produtor rural ou de pessoa por ele credenciada. XIV . valor total da nota. aprovado pelo Decreto nº 36. a unidade da Federação e CPF. número da carteira de identidade. (1327) XVI . VI . modelo 4. quando se tratar de operação com gado bovino ou bufalino. o Código da Situação Tributária (CST).número de ordem e número e destinação da via. IX . país. salvo quando as vias forem carbonadas.Selo Ambiental Autorizado (SAA). XV . III . bairro ou distrito. I.Carimbo Administrativo. XI . qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação.RICMS (Decreto nº 43. nº 45. manejo florestal. a unidade de medida utilizada para quantificação dos produtos.

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 1 - Art.(s) 40 a 44

Art. 40. No momento da emissão da Nota Fiscal Avulsa de Produtor, não sendo possível identificar o nome do transportador, no campo “Nome/Razão Social” do quadro “Transportador/Volume Transportado/Veículo e Motorista” será feita a observação: "Dados lançados no verso". Parágrafo único. Na hipótese deste artigo, os dados relativos ao transportador, veículo e motorista serão lançados com aposição de carimbo, mediante preenchimento dos espaços, no verso de todas as vias do documento, que acompanharão a mercadoria em seu transporte. Art. 41. A Nota Fiscal Avulsa de Produtor será emitida a requerimento do produtor: I - na Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito; II - na repartição fazendária de seu domicílio civil, da sede social ou do principal estabelecimento no Estado; III - nas cooperativas ou entidades de classe que congreguem produtores rurais e das quais seja ele cooperado ou associado e nos armazéns-gerais, desde que autorizados a emitir o documento, na forma dos incisos I e II do caput do artigo 42 desta Parte; (1477) IV Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2009 - Redação original: “IV - no Instituto Estadual de Florestas (IEF), tratando-se de produto ou subproduto florestal constante da Tabela 1, anexa ao Regulamento da Taxa Florestal, aprovado pelo Decreto nº 36.110, de 4 de outubro de 1994, observado o disposto no inciso III do caput do artigo 42 desta Parte.” Parágrafo único. Estando o produtor rural submetido ao regime especial de controle e fiscalização previsto nos artigos 197 a 200 deste Regulamento, a nota fiscal somente poderá ser obtida na AF a que estiver circunscrito. Art. 42. Os blocos de notas fiscais de produtor, confeccionados pela Secretaria de Estado da Fazenda, poderão ser distribuídos: I - mediante requerimento, às cooperativas ou entidades de classe, situadas no Estado, que congreguem produtores rurais, as quais ficarão responsáveis pela emissão dos documentos, desde que assinem termo de compromisso com a Administração Fazendária (AF) a que estiverem circunscritos; II - mediante requerimento, a armazém-geral situado no Estado, para utilização no acobertamento de operações com a mercadoria de propriedade de produtor rural mineiro, nele armazenada, desde que assine termo de compromisso com a AF a que estiver circunscrito, observado o disposto no parágrafo único. (1477) III Efeitos de 15/12/2002 a 31/08/2009 - Redação original: “III - ao IEF, que ficará responsável pela emissão dos documentos, exclusivamente para acobertar operações com produtos ou subprodutos florestais, constantes da Tabela 1, anexa ao Regulamento da Taxa Florestal, aprovado pelo Decreto nº 36.110, de 4 de outubro de 1994.” Parágrafo único. Na hipótese do inciso II do caput deste artigo, a nota fiscal será emitida após a comprovação do cumprimento das obrigações relacionadas com a operação, principalmente com referência ao recolhimento do imposto, podendo o mesmo ser efetuado na localidade do domicílio fiscal do armazém-geral, vedado o abatimento de qualquer valor a título de crédito do imposto. Art. 43. As cooperativas e as entidades de classe sub-rogam-se em todas as responsabilidades relativas ao cumprimento das obrigações fiscais a serem observadas por contribuinte que tenha em sua posse bloco de notas fiscais. Art. 44. O IEF, as cooperativas, as entidades de classe e o armazém-geral autorizados, na forma do artigo 42 desta Parte, a manter em seu poder bloco de notas fiscais de produtor, apresentá-lo-ão na Administração Fazendária (AF) que o tenha autorizado, sob pena de ser cassada a autorização concedida, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da emissão do documento, para que sejam destacadas as vias destinadas ao Fisco, inclusive as canceladas, contra recibo na via indestacável. § 1º O armazém-geral entregará, juntamente com o bloco de notas fiscais de produtor, quando for o caso: I - o documento comprobatório do credenciamento previsto no inciso XIX do § 1º do artigo 39 desta Parte; II - a 4ª (quarta) via da nota fiscal emitida, pela entrada correspondente, pelo adquirente da mercadoria. § 2º A AF a que estiver circunscrito o armazém-geral remeterá à AF a que estiver circunscrito o produtor alienante a 4ª (quarta) via da nota fiscal emitida na entrada, quando houver obrigatoriedade de sua emissão.

________________________________ (1477) Efeitos a partir de 1º/09/2009 - Revogado pelo art. 5º, I, e vigência estabelecida pelo art. 4º, IV, ambos do Dec. nº 45.152, de 17/08/2009. 43

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 1 - Art. 45

Art. 45. A Nota Fiscal de Produtor e a Nota Fiscal Avulsa de Produtor serão emitidas em 04 (quatro) vias, com a seguinte destinação: I - relativamente à Nota Fiscal de Produtor: VIA 1ª 2ª 3ª OPERAÇÃO DESTINAÇÃO DA VIA Interna e Acompanhará a mercadoria em seu transporte e será entregue ao destinatário. Interestadual Interna e Permanecerá presa ao bloco para exibição ao Fisco - arquivo do produtor. Interestadual Interna e Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o remetente) arquivo. Interestadual Acompanhará a mercadoria para fins de controle da unidade da Federação do destinatário. Interna e Acompanhará a mercadoria juntamente com a 1ª (primeira) via, devendo ser retida Interestadual pela fiscalização que interceptar o trânsito, para remessa à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o destinatário; não havendo interceptação, o destinatário deverá entregá-la à AF a que estiver circunscrito.

44

RICMS (Decreto nº 43.080/2002) II - relativamente à Nota Fiscal Avulsa de Produtor: VIA 1ª 2ª 3ª OPERAÇÃO Interna e interestadual Interna e interestadual Interna e interestadual Interna e interestadual

Anexo V - Parte 1 - Art. (s) 45 e 46

DESTINAÇÃO DA VIA Acompanhará a mercadoria em seu transporte e será entregue ao destinatário. Arquivo fiscal - Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o remetente. Arquivo do produtor remetente. Acompanhará a mercadoria para fins de controle da unidade da Federação do destinatário. Acompanhará a mercadoria juntamente com a 1ª (primeira) via, devendo ser retida pela fiscalização que interceptar o trânsito, para remessa à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o destinatário; não havendo interceptação, o destinatário deverá entregá-la na AF a que estiver circunscrito.

Art. 46. Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal constantes da Tabela 1, anexa ao Regulamento da Taxa Florestal, aprovado pelo Decreto nº 36.110, de 4 de outubro de 1994, será observado o seguinte: (1473) I - a nota fiscal emitida pelo produtor deverá conter no campo próprio o número do Documento Autorizativo para Intervenção Ambiental (DAIA); Efeitos de 15/01/2009 a 31/08/2009 - Redação dada pelo art. 2º, I, e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 45.008, de 14/01/2009: “I - tratando-se de Nota Fiscal de Produtor, o produtor deverá fazer constar no campo próprio o número do Documento Autorizativo para Intervenção Ambiental (DAIA);” Efeitos de 15/12/2002 a 14/01/2009 - Redação original: “I - tratando-se de Nota Fiscal de Produtor, o produtor deverá fazer constar no campo próprio o número da Autorização para Exploração Florestal, e afixar o Selo Ambiental Autorizado (SAA), fornecido pelo IEF, no campo próprio da 4ª (quarta) via;” (1327) II - tratando-se de Nota Fiscal Avulsa de Produtor, o responsável pela emissão da nota fiscal deverá solicitar ao produtor rural a apresentação do Documento Autorizativo para Intervenção Ambiental, cujo número deverá constar no campo próprio da Nota Fiscal Avulsa de Produtor. Efeitos de 15/12/2002 a 14/01/2009 - Redação original: “II - tratando-se de Nota Fiscal Avulsa de Produtor, o responsável pela emissão da nota fiscal deverá solicitar ao produtor rural a apresentação da Autorização para Exploração Florestal, cujo número deverá constar no campo próprio da Nota Fiscal Avulsa de Produtor, e do Selo Ambiental Autorizado (SAA), fornecido pelo IEF, que será afixado, em sua presença, no campo próprio da 4ª (quarta) via;” (1330) (1330) (1330) (1330) III IV VVI Efeitos de 15/12/2002 a 14/01/2009 - Redação original: “III - a fiscalização que interceptar o trânsito deverá, na hipótese de operação interna, visar a 4ª (quarta) via, que acompanhará a mercadoria até o destinatário juntamente com a 1ª (primeira) via; IV - o produtor deverá encaminhar, ao escritório local do IEF de origem do produto, cópia reprográfica da 4ª (quarta) via da nota fiscal emitida pelo destinatário na entrada da mercadoria, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da emissão do documento; V - o destinatário deverá encaminhar, até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente, a 4ª (quarta) via da Nota Fiscal de Produtor, ou da Nota Fiscal Avulsa de Produtor, à Coordenadoria de Cadastro e Registro do IEF (COODECAR/IEF), acompanhada da 3ª (terceira) via da nota fiscal emitida pela entrada; VI - a COODECAR/IEF, após sua conferência, enviará as vias dos documentos recebidas na forma do inciso anterior, até o 30º (trigésimo) dia do mês subseqüente ao do seu recebimento, à Superintendência Regional da Fazenda a que estiver circunscrito o destinatário.” ________________________________ (1327) Efeitos a partir de 15/01/2009 - Redação dada pelo art. 2º, I, e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 45.008, de 14/01/2009. (1330) Efeitos a partir de 15/01/2009 - Revogado pelo art. 4º, II, e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 45.008, de 14/01/2009. (1473) Efeitos a partir de 1º/09/2009 – Redação dada pelo art. 2º, III, e vigência estabelecida pelo art. 4º, IV, ambos do Dec. nº 45.152, de 17/08/2009. 45

" CAPÍTULO VI Da Nota Fiscal Avulsa Art. 3º. A Nota Fiscal Avulsa não poderá ser emitida para operação sujeita ao IPI. e vigência estabelecida pelo art. 49. a acobertar mercadoria em trânsito ou a regularizar o seu depósito. 48. Efeitos de 15/12/2002 a 19/10/2005 . nº 45.na saída de mercadoria ou bem remetido por pessoa não-inscrita. (1474) Efeitos a partir de 1º/09/2009 – Acrescido pelo art.080/2002) Anexo V . II . o Carimbo Administrativo aposto pela Administração Fazendária.Revogado pelo art. sem destinatário certo. 2º. impressa pela Secretaria de Estado da Fazenda.Revogado pelo art.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec.exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular. devolução de objeto de uso. IV. ambos do Dec.Redação original: "II . V. de 14/01/2009: " Parágrafo único.Art.Acrescido pelo art. nas hipóteses previstas em portaria da Subsecretaria da Receita Estadual. nº 44. A Nota Fiscal a que se refere este artigo deverá conter o Carimbo Administrativo aposto pela Administração Fazendária na 1ª (primeira) via da nota fiscal.na saída de mudança. nº 44. ambos do Dec. 48. originária de fora do Estado e destinada a comércio em território mineiro. 7º. Efeitos de 15/01/2009 a 31/08/2009 . vasilhame. será emitida pela repartição fazendária. e vigência estabelecida pelo art. 2º.152. (1474) § 2º O contribuinte que promover operações com e sem exigência do carimbo na respectiva nota fiscal deverá utilizar série distinta para cada uma delas.Redação original: "III . e em outras saídas não especificadas e não sujeitas à tributação. nº 45. III .mercadoria em trânsito ou a regularizar o seu depósito." (539) a) apreensão de documentos fiscais.Redação original: "Art. ambos do Dec." Art. (539) c) mercadoria em trânsito. na 1ª (primeira) via.mercadoria em trânsito. nº 45. (539) Efeitos a partir de 20/10/2005 . do Dec.a prestação de serviço de transporte interestadual para destinatário localizado em outra unidade da Federação. V. e vigência estabelecida pelo art.(s) 46 a 49 (1474) § 1º As Notas Fiscais referidas neste artigo conterão. I. nos casos de:" (538) I . de 19/10/2005. (1477) Efeitos a partir de 1º/09/2009 . III. nas hipóteses previstas em portaria da Subsecretaria da Receita Estadual. A Nota Fiscal Avulsa destina-se.008. ambos do Dec. ainda. (538) Art.apreensão de documentos fiscais. (539) b) exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular.Acrescido pelo art. A Nota Fiscal Avulsa. de 17/08/2009. 2º. de 19/10/2005. aparelho para conserto. 5º. quando o remetente for pessoa não-inscrita como contribuinte. (538) II . originária de fora do Estado e destinada a comércio em território mineiro. V.132. mas sujeita ao imposto. nos casos de: Efeitos de 15/12/2002 a 19/10/2005 . e vigência estabelecida pelo art.Parte 1 .em outras hipóteses.152. 4º. A Nota Fiscal Avulsa destina-se. de 17/08/2009. 2º. (1477) Parágrafo único. VI.132. a critério do Chefe da repartição fazendária. 47." (542) III Efeitos de 15/12/2002 a 19/10/2005 . "b". 4º.Redação original: "I . sem destinatário certo. IV. à vista de requerimento do interessado e mediante o recolhimento da taxa de expediente: I . nos casos de exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular. "b". ________________________________ (538) Efeitos a partir de 20/10/2005 . 2º. e vigência estabelecida pelo art.132. de 19/10/2005. 46 .Redação dada pelo art. I. nº 44. a acobertar: Efeitos de 15/12/2002 a 19/10/2005 . VI. (542) Efeitos a partir de 20/10/2005 . 7º. ainda.

3 . observada a disposição gráfica do modelo 1.o valor do seguro. 3 . 10 . expressões. a identificação do banco e da agência. ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF).a data e hora da efetiva saída da mercadoria.o código da unidade administrativa emitente e a descrição da respectiva SRF. 12 . tipograficamente impressas: I .o valor do frete.a alíquota do ICMS.a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos/serviços. tipo. 1 .a quantidade dos produtos/serviços. 2 a descrição dos produtos/serviços. 2 . II .o valor unitário dos produtos/serviços. 11 . modelo. 6 . se for o caso. qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação.o valor total da nota fiscal. compreendendo: nome. DO 1 . espécie. 5 .o número de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes (CNPJ).o Código do município. 6 .o valor total do IPI. 2 . 50.o número do Termo de Apreensão e Depósito ou do Auto de Infração. as indicações do quadro a seguir: QUADRO EMITENTE CAMPOS 1 .o endereço.RICMS (Decreto nº 43.número de ordem e número da via. 4 . 6 . se for o caso.a unidade da Federação. o campo destinado ao município será preenchido com o nome da cidade de destino.o município e o local da emissão. III .Art. 7 . Na Nota Fiscal Avulsa serão lançadas.o valor total dos produtos/serviços. 10 . 7 .o valor do ICMS incidente sobre a operação ou prestação. quando for o caso. 3 . 3 . 9 . 5 . 13 . OBSERVAÇÕES REMETENTE/ DESTINATÁRIO Na operação de exportação. quando for o caso.o número e a data do documento de arrecadação relativo à operação ou à prestação. marca.080/2002) Anexo V . A Nota Fiscal Avulsa será de tamanho não inferior a 210 X 280mm e conterá as seguintes indicações.o país.o nome ou a razão social. 7 . 51.o município.o telefone ou fax. 5 . 2 . 4 . 8 .a data de emissão da nota. 8 .o Código de Situação Tributária (CST).Parte 1 . 4 .número de ordem do item. 8 .o Código de Endereçamento Postal (CEP).a data de pagamento do documento de arrecadação.a natureza da operação e o código fiscal da operação (CFOP). DADOS PRODUTO/ SERVIÇOS CÁLCULO IMPOSTO 47 .o número de inscrição estadual. 6 . 5 . constantes de palavras. 9 .o valor das despesas acessórias.o valor do ICMS retido por substituição tributária. linhas e retângulos.(s) 50 e 51 Art.o bairro ou distrito.demais composições do modelo.a descrição da unidade administrativa emitente.o valor total dos produtos ou das prestações. 4 . DO 1 . série. ou da unidade fiscal onde foi efetuado o recolhimento do imposto. Art.denominação: Nota Fiscal Avulsa. 11 . do Ministério da Fazenda.a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ICMS retido por substituição tributária.a base de cálculo total do ICMS.

o número.o número da carteira de habilitação do motorista.o número de inscrição do transportador no CNPJ. o modelo e o ano do veículo. ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF).a indicação do tomador do serviço.o peso bruto dos volumes transportados.o nome. 48 . 18 . poderá ser utilizado. do Ministério da Fazenda. 23 . 2 . o motivo de seu fornecimento e outras indicações exigidas neste Regulamento. 15 .o nome do motorista. se for o caso. a identificação e a assinatura do requerente.o município do transportador. 5 . 24 . no trânsito de mercadorias.o endereço do transportador. 19 . no caso de transporte rodoviário ou outro elemento identificado nos demais casos. quando for o caso.o exercício referente ao licenciamento do veículo.no campo “Informações Complementares”. REQUERENTE 1 .o código RENAVAM do veículo. na hipótese de emissão pela fiscalização. a identificação e a assinatura do transportador/motorista.o nome ou a razão social do transportador e a expressão.Na emissão de nota fiscal na saída de mercadorias em retorno. 12 . 2 . 2 . 7 .o número do documento de identidade do motorista. 51 OBSERVAÇÕES DADOS ADICIONAIS 1 . 22 . 6 .o nome.Caso o campo “Informações Complementares” não seja suficiente para conter as indicações exigidas.no campo “Reservado ao Fisco”.o peso líquido dos volumes transportados. esses campos serão preenchidos com o nome. ou em devolução. 20 . o quadro “Dados do Produto/Serviços”. RESPONSÁVEL PELA 1 .a numeração dos volumes transportados.a quantidade de volumes transportados.Art. 17 . 13 . desde que não prejudique a clareza do documento. 4 .a marca dos volumes transportados. 8 . se for o caso.o número de inscrição estadual do transportador. 11 .a placa do veículo.Parte 1 . 14 .080/2002) QUADRO TRANSPORTADOR/ VOLUMES TRANSPORTADOS CAMPOS 1 . 3 . 1 .a unidade da Federação do domicílio do transportador.a unidade da Federação de registro do veículo. a data de emissão e o valor da operação do documento original.a espécie dos volumes transportados. 16 . deverão ser indicados.o endereço do motorista. 10 .o número de inscrição do motorista no Cadastro de Pessoa Física (CPF) do Ministério da Fazenda. aposição de carimbo. 21 . excepcionalmente. a identificação e a assinatura do EMISSÃO funcionário responsável pela emissão.a unidade da Federação que expediu a carteira de habilitação do motorista. no campo ”Informações Complementares”.a marca. ainda. “Autônomo”. 9 . Anexo V .RICMS (Decreto nº 43.

para fins de controle do Fisco de destino. ambos do Dec. III Parágrafo único. 53-B. 9º. III .RICMS (Decreto nº 43. § 2° Na hipótese da subalínea “a. “a”. Efeitos de 10/07/2008 a 31/12/2011 . será utilizada cópia reprográfica da 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa. 53-B. acompanhará a mercadoria ou o bem. será observada a mesma destinação das vias adotada para as operações. no que couber. poderá acobertar a operação utilizando-se de Nota Fiscal Eletrônica Avulsa (NF-e Avulsa). Parágrafo único. Para fins de emissão da NF-e Avulsa serão observadas. tenha requerido a emissão de NF-e.” ________________________________ (2003) Efeitos a partir de 1º/01/2012 . Na saída de mercadoria ou bem destinados a órgãos da Administração Pública Estadual direta.1) se o destinatário for contribuinte do imposto. a fiscalização visará a 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa.Acrescido pelo art. 53-A.o contribuinte deverá possuir certificado digital da cadeia ICP-Brasil tipos A1 ou A3. § 1° Quando a emissão de Nota Fiscal Avulsa acobertar prestação de serviço.Revogado pelo art. II . as quais terão a seguinte destinação: I . em substituição à Nota Fiscal modelos 1 ou 1-A.Art. ou a suas fundações ou autarquias. II.a nota fiscal será emitida pela Secretaria de Estado de Fazenda. embora não obrigado.2” do inciso III do caput deste artigo. § 3° Na hipótese da operação ou prestação exigir mais de 03 (três) vias. II . 52. 53-A.080/2002) Anexo V . e vigência estabelecida pelo art. b) nas operações interestaduais. de 09/07/2008: “CAPÍTULO VI-A Da Nota Fiscal Eletrônica Avulsa Art.2) nas demais hipóteses. O disposto neste artigo não se aplica ao contribuinte obrigado à emissão e ao que. nº 44. 53. o contribuinte do imposto.856. acompanhará a mercadoria ou o bem e será recolhida pela fiscalização ao interceptar o trânsito.3ª via: a) nas operações internas: a. observado o seguinte: I . Art.2ª via) arquivo fiscal. A Nota Fiscal Avulsa está sujeita aos mesmos prazos de validade e de prorrogação previstos nos artigos 58 a 67 desta Parte. será remetida à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o destinatário.801. (2003) CAPÍTULO VI-A Da Nota Fiscal Eletrônica Avulsa (2003) (2003) (2003) (2003) (2003) Art. mediante solicitação eletrônica assinada pelo contribuinte. I. A Nota Fiscal Avulsa será emitida em 3 (três) vias. ambos do Dec. 2º e vigência estabelecida pelo art. (2003) Art. nº 45. 49 .1ª via) acompanhará a mercadoria ou o bem no seu transporte e será entregue ao destinatário. de 07/12/2011. 11-A a 11-I desta Parte. 8º. as disposições constantes dos arts.Parte 1 .(s) 52 a 53-B Art. 3º. a. Art.

080/2002) Anexo V .Parte 1 50 .RICMS (Decreto nº 43.

080/2002) (1580) Anexo V . (1580) III . no que couber. no estabelecimento de produtor rural inscrito no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física. real ou simbolicamente. 53-C CAPÍTULO VI-B (1580) Da Nota Fiscal Avulsa Emitida por meio do SIARE (1580) Art. a critério do Chefe da repartição fazendária. (1580) § 1º Na hipótese do inciso III do caput deste artigo. A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do Sistema Integrado de Administração da Receita Estadual (SIARE) da Secretaria de Estado de Fazenda será utilizada nas seguintes hipóteses: (1580) I . nas hipóteses previstas no artigo 20 desta Parte.na saída ou transmissão de propriedade de mercadoria ou bem promovida por pessoa não-inscrita.nas operações de saída promovidas pelo produtor rural inscrito no Cadastro de Produtor Rural Pessoa Física. (1580) II . mas sujeita ao imposto. ________________________________ (1580) Efeitos a partir de 30/12/2009 . nº 45. de 29/12/2009. fica dispensada a emissão do documento na travessia de mercadoria em rodovia ou ferrovia que divida o imóvel rural.na saída de mudança. 50/1 . quando o remetente for pessoa não-inscrita como contribuinte. vasilhame. e vigência estabelecida pelo art. devolução de objeto de uso.Acrescido pelo art.272.Art.na entrada. 53-C. aparelho para conserto. (1580) IV . (1580) § 2º A Nota Fiscal de que trata o caput será emitida mediante requerimento do interessado no Módulo “Nota Fiscal Avulsa” do SIARE. quando o estabelecimento constitua unidade autônoma de produção e tenha sido objeto de inscrição única. ambos do Dec.em outras hipóteses. (1580) V .Parte 1 .RICMS (Decreto nº 43. de bens ou mercadorias. 3º. e em outras saídas não especificadas e não sujeitas à tributação. 2º.

o nome ou nome empresarial. II . de 29/12/2009. 9 . A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE destina-se. III . OBSERVAÇÕES (1580) REMETENTE/DESTINATÁRIO Na operação de exportação. ou no Cadastro de Pessoa Física (CPF). A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE conterá as seguintes indicações: I . 3 . linhas e retângulos. 53-E. (s) 53-D a 53-F (1580) Art. (1580) b) exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular. e vigência estabelecida pelo art.o Código de Endereçamento Postal (CEP). originária de fora do Estado e destinada a comércio em território mineiro. do Ministério da Fazenda. (1580) (1580) (1580) (1580) Art. nos casos de exigência de tributo e multa por inexistência de documento fiscal ou em razão de documentação irregular. 5 . Na Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE serão lançadas. nos casos de: (1580) a) apreensão de documentos fiscais.a hora da saída. 5 .demais composições do modelo. expressões.o código da unidade administrativa emitente e a descrição da respectiva SRF.o código e o nome do município.o telefone ou fax. 6 . (1580) Art.o país. (1580) II .e o código fiscal da operação (CFOP). ainda. 53-F.o endereço. sem destinatário certo.Parte 1 . ________________________________ (1580) Efeitos a partir de 30/12/2009 . nº 45.Acrescido pelo art. as indicações do quadro a seguir: (1580) (1580) QUADRO EMITENTE CAMPOS 1 . constantes de palavras.a data da emissão.a natureza da operação.a descrição da unidade administrativa emitente. 8 .a data da saída/entrada. observada a disposição gráfica do modelo 1. 7 .272.o bairro ou distrito. 8 . 1 .o município e unidade administrativa ou entidade autorizada à emissão. 4 .a inscrição estadual do substituto tributário.o número de inscrição no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). 2º. 3º.número e destinação da via. 53-E. (1580) c) mercadoria em trânsito. 53-D. 2 . o campo destinado ao município será preenchido com o nome da cidade de destino.Art. 6 . 10 . a acobertar: (1580) I .a unidade da Federação.RICMS (Decreto nº 43. além das indicações previstas no art. se for o caso. 7 . 9 . 2 .denominação “Nota Fiscal Avulsa”. ambos do Dec. 50/2 .a prestação de serviço de transporte interestadual para destinatário localizado em outra unidade da Federação.o número de inscrição estadual. 4 .mercadoria em trânsito ou a regularizar o seu depósito.080/2002) Anexo V . 3 .

13 .o valor do ICMS incidente sobre a operação ou prestação.o número e a data do AAD ou do AI. quando for o caso. 4 .Art. 3º. 14 . quando for o caso.o valor do frete. 8 .o número do documento de arrecadação relativo à prestação de serviço de transporte (frete). série.a unidade de medida utilizada para a quantificação dos produtos/serviços. nº 45. tipo.RICMS (Decreto nº 43. 1 . 2 a descrição dos produtos/serviços. ambos do Dec. 2º. modelo.o número do documento de arrecadação relativo à operação ou à prestação.número de ordem do item. 5 .a base de cálculo aplicada para a determinação do valor do ICMS retido por substituição tributária.Acrescido pelo art.o valor das despesas acessórias. 7 o valor total dos produtos/serviços.o valor do ICMS retido por substituição tributária. 6 . qualidade e demais elementos que permitam sua perfeita identificação. se for o caso. 3 .o valor do seguro. e vigência estabelecida pelo art.272. 2 . 9 . Anexo V . marca.o valor total dos produtos ou das prestações. 5 a quantidade dos produtos/serviços. de 29/12/2009. se for o caso. 3 .a alíquota do ICMS.o valor total do IPI.o Código de Situação Tributária (CST). 7 .Parte 1 . 4 .080/2002) (1580) (1580) QUADRO DADOS DO PRODUTO/ SERVIÇO CAMPOS 1 . 10 . espécie. 53-F OBSERVAÇÕES (1580) CÁLCULO IMPOSTO DO ________________________________ (1580) Efeitos a partir de 30/12/2009 . compreendendo: nome.o valor total da nota fiscal. 6 .o valor unitário dos produtos/serviços.a base de cálculo do ICMS da operação ou prestação. 8 . 11 . 51 .

9 . b) a espécie.o município do transportador. e) o peso bruto. será dispensada a identificação do transportador. nº 45. no caso de transporte rodoviário ou outro elemento identificado nos demais casos.a unidade da Federação do domicílio do transportador. Anexo V .a placa do veículo. devendo a placa do veículo tracionado. 6 . 5 . 4 . quando se tratar de reboque ou semi-reboque deste tipo de veículo. 2 .Art.o número de inscrição estadual do transportador. quando houver.o bairro ou distrito do transportador. 11 . c) a marca.Acrescido pelo art.Quando o serviço de transporte tiver início no mesmo município de destino da mercadoria. 2 . 8 . ser indicada no campo "Informações Complementares/Motivo de Emissão" do quadro “Dados Adicionais”. f) o peso líquido. 3º. quando for o caso. 3 .No momento da emissão da Nota Fiscal Avulsa. ________________________________ (1580) Efeitos a partir de 30/12/2009 . 7 .Os campos 4 a 8 são de preenchimento opcional.080/2002) (1580) (1580) QUADRO TRANSPORTADOR/ VOLUMES TRANSPORTADOS CAMPOS 1 . e vigência estabelecida pelo art. 2º.o número de inscrição do transportador no CNPJ ou no CPF. 53-F OBSERVAÇÕES 1. d) a numeração. 10 . no campo “Informações Complementares/Motivo da Emissão” do quadro “Dados Adicionais” será feita a observação: "O requerente deverá informar os dados do transportador no verso da NFA”. 4 .RICMS (Decreto nº 43.o nome ou nome empresarial do transportador.o Código de Endereçamento Postal (CEP). 12 – com relação aos volumes transportados: a) a quantidade.No campo "Placa do Veículo" deverá ser indicada a placa do veículo tracionado.o código RENAVAM do veículo. 52 . de 29/12/2009.Parte 1 . 3 .a indicação do tomador do serviço. ambos do Dec.272. não sendo possível identificar o transportador.o endereço do transportador.

Tratando-se de operação com animais. no campo “Informações Complementares /Motivo de Emissão”. ou em devolução. nº 45. será utilizada cópia reprográfica da 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa. o motivo de seu fornecimento e outras indicações exigidas neste Regulamento. (1580) Art. 1 .272. 3 . aposição de carimbo. o quadro “Dados do Produto/Serviços”. 3º. com campo para assinatura e documento de identidade.3ª via: acompanhará a mercadoria ou o bem. de 4 de outubro de 1994. de 29/12/2009.no campo “Reservado ao Fisco”.Art. ainda.”. ________________________________ (1580) Efeitos a partir de 30/12/2009 . no campo ”Informações Complementares”. (1580) Art.campo reservado ao IEF. (1580) § 3° Na hipótese da operação ou prestação exigir mais de 3 (três) vias. (1580) II . poderá ser utilizado. informar o Documento Autorizativo da Intervenção Ambiental (DAIA). aprovado pelo Decreto nº 36. 2 Caso o campo “Informações Complementares/Motivo de Emissão” não seja suficiente para conter as indicações exigidas. A Nota Fiscal Avulsa emitida por meio do SIARE está sujeita aos mesmos prazos de validade e de prorrogação previstos nos artigos 58 a 67 desta Parte. 2 . A Nota Fiscal Avulsa de que trata este Capítulo será emitida em 2 (duas) vias nas operações internas e em 3 (três) vias nas operações interestaduais e para o exterior. se for o caso. no campo “Informações Complementares/Motivo de Emissão”.2ª via) acompanhará a mercadoria ou o bem e será recolhida pela fiscalização ao interceptar o trânsito. 4 . 4 . 5 . anexa ao Regulamento da Taxa Florestal. 5 . 3 .a expressão “Declaro estar ciente e de acordo com os dados apostos neste documento.(s) 53-F a 53-H OBSERVAÇÕES 1 . (1580) § 1° Quando a emissão de Nota Fiscal Avulsa acobertar prestação de serviço.Acrescido pelo art. que servirá para certificar o documento e o número da folha e número total de folhas.110. informar o número da Guia de Trânsito Animal (GTA).RICMS (Decreto nº 43.Na emissão de nota fiscal na saída de mercadorias em retorno.080/2002) (1580) (1580) QUADRO DADOS ADICIONAIS CAMPOS Anexo V .no campo “Informações Complementares/Motivo de Emissão”.Tratando-se de operação com produto ou subproduto florestal constantes da Tabela 1. (1580) § 2° Na hipótese do inciso II do caput deste artigo. se for o caso. para fins de controle do Fisco de destino. 2º.o número do Termo de Apreensão e Depósito ou do Auto de Infração.Parte 1 . 53-H. a data de emissão e o valor da operação do documento original. deverão ser indicados. e vigência estabelecida pelo art. desde que não prejudique a clareza do documento. (1580) III . o número. será observada a mesma destinação das vias adotada para as operações. 53 .Código de Barras/Código de Acesso. as quais terão a seguinte destinação: (1580) I . a fiscalização visará a 1ª (primeira) via da Nota Fiscal Avulsa. 53-G.1ª via) acompanhará a mercadoria ou o bem no seu transporte e será entregue ao destinatário. ambos do Dec. 6 .No rodapé do documento será impresso o código de controle. excepcionalmente.

V." (356) II . X . e conterá as seguintes indicações: (356) I . 54 . VII .valor total da operação. 55.discriminação da mercadoria.base de cálculo do ICMS. IX . 4º. A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. VI .Art.denominação: Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. VIII . XI . ambos do Dec. nº 43. Art. A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será de tamanho não inferior a 90 X 150mm.valor do ICMS. de 29/12/2004. 2º. endereço e números de inscrição. VI.identificação do emitente: nome.alíquota aplicável. será utilizada por qualquer estabelecimento que promover saída de energia elétrica. e vigência estabelecida pelo art.número da conta.Parte 1 . 54. estadual e no CNPJ. modelo 6. IV . endereço e números de inscrição.RICMS (Decreto nº 43. se for o caso." III .identificação do destinatário: nome.Redação dada pelo art.datas da leitura e da emissão.080/2002) Anexo V . XII . impressa tipograficamente.943. estadual e no CNPJ.acréscimos a qualquer título.identificação do emitente: nome. Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . "a". impressos tipograficamente.valor do consumo/demanda. endereço e números de inscrição estadual e no CNPJ.denominação: Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica.Redação original: "I .(s) 54 e 55 CAPÍTULO VII Da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica Art. ________________________________ (356) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . V .Redação original: "II .

XXXX. Na hipótese de isenção prevista no item 79 da Parte 1 do Anexo I.999. derivado ou não de petróleo. e vigência estabelecida pelo art. V. de 29/12/2004. a nota fiscal de que trata este Capítulo poderá ser emitida englobando mais de um período de medição.Acrescido pelo art. ambos do Dec. (356) Parágrafo único. (357) § 2º As Notas Fiscais/Conta de Energia Elétrica serão numeradas. cuja conservação depende de baixa temperatura.XXXX”.RICMS (Decreto nº 43.943. c) quando se tratar de produtos perecíveis. II e XIII do caput serão impressas tipograficamente quando a Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica não for emitida por processamento eletrônico de dados.XXXX. (357) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . 57.Redação original: "Parágrafo único. A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida em. 2º. microfilme ou listagem.(s) 55 a 58 (357) XIII . d) quando se tratar de combustível.XXXX. nos termos do Capítulo V-A da Parte 1 do referido Anexo. e vigência estabelecida pelo art.XXXX. desde que não ultrapasse a 3 (três) meses. as quais terão a seguinte destinação: I . identificado com a expressão “Reservado ao Fisco”. (357) § 1º As indicações a que se referem os incisos I. assim considerados aqueles capazes de gerar ou produzir frio.943. nº 43. Fica dispensada a emissão da 2ª via da Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica. VI. desde que o contribuinte faça sua emissão em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados. V.999. o prazo de validade será o mesmo do campo anterior. de forma clara e legível. independentemente das distâncias entre as localidades de origem e de destino.saída de mercadoria. próxima ao valor total da operação. bem como de aves vivas e semoventes.2ª via) arquivo do emitente. a série e a subsérie. em campo de mensagem de área mínima de 12 cm²." Art. 40-B da Parte 1 do Anexo VII. em ordem crescente e consecutiva. . 55 .XXXX. (357) XIV . 4º. de 29/12/2004. ambos do Dec. 4º. compreendendo o período de fornecimento adotado pela empresa. 2 (duas) vias.o número de ordem. PRAZO DE VALIDADE . VI. em arquivo magnético. "a". Art. 2º. Parágrafo único. b) para localidade distante até 100km (cem quilômetros) da sede do emitente. com a formatação “XXXX. Ficará dispensada a 2ª (segunda) via se o estabelecimento emitente mantiver.saída de mercadoria: a) para a mesma localidade. nos termos do Capítulo VA da Parte 1 do Anexo VII.1ª via) destinatário.a chave de codificação digital prevista no inciso IV do caput do art. II . sendo o especificado no quadro a seguir: HIPÓTESE I . para localidade situada acima de 100km (cem quilômetros) da sede do emitente. Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . nº 43. II . os dados relativos aos documentos emitidos. para o percurso dos 100km iniciais.XXXX.000.Redação dada pelo art. 58. CAPÍTULO VIII Do Prazo de Validade da Nota Fiscal Art. no mínimo. O prazo de validade da nota fiscal inicia-se na data de saída do estabelecimento do contribuinte.3 (três) dias ________________________________ (356) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . (357) § 3º A chave de codificação digital a que se refere o inciso XIV do caput deverá ser impressa no sentido horizontal.080/2002) Anexo V . 56.001 a 999.até as 24 (vinte e quatro) horas do dia imediato àquele em que tenha ocorrido a saída da mercadoria.Art. de 000. "a".Parte 1 . quando emitida em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados. A Nota Fiscal/Conta de Energia Elétrica será emitida. e que estejam sendo transportados em veículos não dotados de acondicionamento frigorífico. observando-se que.

quando se tratar de semovente tangido. 56 . (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . 62.765. § 1º Nas operações destinadas a outra unidade da Federação. numa mesma operação. o local de início de cada modalidade de movimentação da mercadoria deve ser indicado nos documentos fiscais.Quando se tratar de nota fiscal cuja natureza da operação seja de demonstração.quando se tratar de nota fiscal referida no artigo 78 da Parte 1 do Anexo IX.3 (três) dias. . ambos da Parte 1 do Anexo IX. nº 44. Os prazos de validade da nota fiscal poderão ser prorrogados. Anexo V . Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . pequeno produtor da agricultura familiar ou garimpeiro. 4º. § 2º Na hipótese de a nota fiscal não conter indicação da data de saída efetiva da mercadoria do estabelecimento remetente. que lhe assegure dilatação do prazo de validade de nota fiscal. os prazos serão apurados. para percursos: a) até 50km b) de mais de 50 até 100km c) de mais de 100 até 150km d) de mais de 150 até 300km e) acima de 300km IV . ressalvadas as hipóteses discriminadas no campo I do quadro constante do artigo anterior. ou quando estiver rasurada ou ilegível. de semovente tangido e embarcado. o prazo inicia-se na data de sua emissão. ambos do Dec. 3º. de 13/03/2008.” Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . antes de expirados.950. o prazo previsto no “Campo V” é de 30 (trinta) dias. exclusivamente. os prazos serão apurados. Art.Redação original: "§ 6º Tratando-se de operação promovida pelo cooperado ou associado de que trata o artigo 5° do Anexo X. . o prazo previsto no “Campo V” é de 30 (trinta) dias.753.quando se tratar de nota fiscal mencionada nos artigos 78 e 205.10 (dez) dias. IV. ou vice-versa.25 (vinte e cinco) dias. § 5º Para o efeito do disposto no inciso I do caput do artigo 66 desta Parte. de 05/01/2005: “§ 6º Tratando-se de operação promovida por pequeno comerciante. deverá portar. . . a critério da autoridade fiscal. e vigência estabelecida pelo art. na localidade do emitente. VI .” ________________________________ (1096) Efeitos a partir de 14/03/2008 . tendo em vista a distância entre o estabelecimento emitente e a empresa de transporte. 62. Efeitos de 1º/01/2005 a 13/03/2008 .60 (sessenta) dias. (1133) Art.15 (quinze) dias. .Redação original: “Art. A nota fiscal referida no § 1º do artigo 78 deste Regulamento terá seu prazo de validade renovado a partir da data da declaração prevista no § 2º do mesmo artigo. 4º.(s) 58 a 62 PRAZO DE VALIDADE .Redação dada pelo art. e vigência estabelecida pelo art. filiado à cooperativa ou associação enquadrada no regime previsto no Anexo X. . nº 44. para eventual exibição ao Fisco. não perderá a eficácia.RICMS (Decreto nº 43. 61. a nota fiscal com prazo de validade vencido. nº 43. ambos do Dec.Redação dada pelo art.40 (quarenta) dias. Os prazos fixados para a validade da nota fiscal são contínuos. feirante.Art. comerciante ambulante.Redação dada pelo art. exclusivamente. § 4º Tratando-se. 59.5 (cinco) dias. no caso de remessa para vendas.30 (trinta) dias. excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de seu vencimento. II. tendo em vista a distância entre o estabelecimento emitente e a fronteira. 2º. o prazo previsto no “Campo V” é de 30 (trinta) dias. produtor artesanal. e vigência estabelecida pelo art. de 28/03/2008. fora da localidade do emitente. 60. para os demais efeitos previstos na legislação tributária. em veículo que funcione como extensão de seu estabelecimento.Parte 1 . no caso de remessa para vendas. III. (1096) § 6º Tratando-se de operação promovida por filiado à cooperativa ou associação prevista no art. § 3º O contribuinte beneficiário de regime especial de tributação. Sem prejuízo da penalidade referida no inciso XIV do caput do artigo 216 deste Regulamento. cópia do expediente concessório. A nota fiscal referida no § 1º do artigo 78 deste Regulamento terá seu prazo de validade renovado a partir da data da declaração constante de seu verso e prevista no § 2º do mesmo artigo. V ." Art.080/2002) HIPÓTESE III . IV. 2º. Art. 441 do Anexo IX. . ambos do Dec. 2º. por até igual período e por uma só vez.

b) na nota fiscal emitida deverá constar a data da efetiva saída da mercadoria e o número do regime especial. em veículo próprio.utilizada dentro do prazo autorizado em regime especial. tipo e número de série de fabricação. marca. de 24/02/2010. IV. III. funcionário fiscal responsável pelo expediente. ou contratado por escrito com transportador autônomo. 57 .Art. dentro do seu prazo de validade. ambos do Dec. vedada. deva ser objeto de operação também isenta ou não tributada. neste caso. II .(s) 63 a 66 Art. 1º. aplica-se o disposto no caput apenas na hipótese do seu inciso II. comprovado mediante emissão de conhecimento de transporte de cargas. cuja cópia deverá ser portada pelo transportador.em operação isenta ou não tributada pelo ICMS. e vigência estabelecida pelo art. Excepcionalmente. nº 44. a nota fiscal poderá ser revalidada por uma só vez. A nota fiscal não perderá sua validade como documento hábil para acobertar trânsito de mercadoria quando: (505) I . 2º. acompanhado de cópia do conhecimento de transporte de cargas anterior. observado o seguinte: a) o transporte das mercadorias deverá ser realizado por conta do vendedor. na sua falta.313. em razão de circunstância que o justifique.Redação dada pelo art. Os prazos de validade da nota fiscal não se aplicam quando se tratar de transporte de mercadoria. funcionário responsável pelo expediente. II.a mercadoria for entregue em depósito de empresa de transporte organizada e sindicalizada. ambos do Dec. Art. de 29/08/2005.RICMS (Decreto nº 43. Parágrafo único. Quando se tratar de operação com diferimento ou suspensão.ocorrer transbordo da mercadoria. a critério de qualquer das autoridades fiscais mencionadas no artigo anterior e diante de fatos que o justifiquem. 65. II . Excepcionalmente. nas saídas de mercadorias de atacadista situado neste Estado com destino a estabelecimentos situados em cidades diversas.quando haja possibilidade de sua perfeita identificação. a critério de qualquer das autoridades mencionadas no artigo anterior e diante de fatos que o justifiquem.092. 63. ressalvadas as hipóteses previstas nas letras "c" e “d” do campo I do quadro de prazo de validade constante do art. a prorrogação do novo prazo de validade. 2º.Redação original: "Art. Efeitos de 15/12/2002 a 29/08/2005 .Parte 1 . a nota fiscal poderá ser revalidada por uma só vez. 65. III . por substituição da empresa transportadora ou alteração na modalidade de transporte.080/2002) Anexo V . modelo. pela quantidade. 66. qualidade. (1603) Art. Efeitos de 15/12/2002 a 24/02/2010 . e vigência estabelecida pelo art. se comprovado por emissão do respectivo conhecimento de transporte de cargas ou da Ordem de Coleta de Cargas." Art. dentro do seu prazo de validade.a mercadoria for entregue em depósito de empresa de transporte organizada e sindicalizada ou for por esta coletada. com a descrita no documento. (1603) Efeitos a partir de 25/02/2010 . se comprovado por emissão do respectivo conhecimento de transporte de cargas ou da Ordem de Coleta de Cargas. São competentes para prorrogar prazo de validade de nota fiscal as seguintes autoridades: I ." II . no qual constem a identificação do primeiro transportador e o número e data do conhecimento por ele emitido. desde que a mercadoria ou qualquer outro produto dela resultante.Chefe da Administração Fazendária (AF) ou. III . concedido pelo Chefe da Administração Fazendária (AF) fiscal a que estiver circunscrito o contribuinte. vedada.Redação original: "I . 64. exceto de semovente: I . nº 45. na sua falta. a prorrogação do novo prazo de validade.Chefe do Posto de Fiscalização ou. 3º. c) o regime não se aplicará quando o destinatário da mercadoria estiver localizado a menos de 100km (cem quilômetros) da sede do detentor da autorização. 58 desta Parte. ressalvada a hipótese prevista na letra "c" do campo I do quadro de prazo de validade constante do artigo 58 desta Parte. ________________________________ (505) Efeitos a partir de 30/08/2005 .funcionário fiscal em fiscalização de mercadorias em trânsito.Redação dada pelo art. neste caso.

” CAPÍTULO IX Do Certificado de Crédito do ICMS (1356) (1356) (1356) (1356) (1356) Art. O Certificado de Crédito do ICMS será utilizado para lançamento. na hipótese de emissão de Nota Fiscal de Produtor fora da AF a que estiver circunscrito. ambos do Dec. 5º do Dec.366. o prazo de sua validade inicia-se na data da entrada da mercadoria em território mineiro. 70. comprovada por carimbo do Posto de Fiscalização de fronteira.Art.030. (765) Parágrafo único – Efeitos de 30/08/2005 a 27/07/2006 . pela Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o produtor rural.RICMS (Decreto nº 43. (1356) I (1356) II Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 . III.” ________________________________ (765) Efeitos a partir de 28/07/2006 .Revogado pelo art. de 29/01/2009.092.Revogado pelo art. § 2º Não será admitida a utilização do crédito constante do certificado. e vigência estabelecida pelo art. No caso de nota fiscal emitida fora do Estado. 67. 70.2ª via) Administração Fazendária (AF) emitente.Redação original: “Art. ou. relativos às operações e prestações que gerem direito a créditos para abatimento do imposto devido por suas operações. A Administração Fazendária (AF) emitente do certificado manterá conta corrente para controle da utilização do crédito. I. 2º. na data da primeira interceptação pelo Fisco mineiro. dos documentos fiscais por ele apresentados. Não perderá a validade a nota fiscal que estiver acompanhada de conhecimento de transporte de cargas emitido por empresa de transporte organizada e sindicalizada. de 27/07/2006. IV.Redação dada pelo art. 10. ambos do Dec.080/2002) Anexo V . § 3º Após utilizado todo o crédito constante do certificado.(s) 67 a 71 Art. nº 44.” (1356) Art. 68. na sua falta. nº 44. e vigência estabelecida pelo art. 69. Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 . 68. de 29/08/2005: “Parágrafo único. II . 3º. será o documento arquivado pela AF emitente. § 1º § 2º § 3º § 4º Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 . 69. 11. (1356) Efeitos a partir de 1º/03/2009 . as quais terão a seguinte destinação: I .Redação original: “Art. 58 .Redação original: “Art.1ª via) produtor rural.Parte 1 .” (1356) Art. § 1º O valor do imposto destacado a maior nos documentos fiscais não será lançado no certificado. “c”. § 4º É vedada a utilização do certificado pelo produtor rural de que trata a alínea "b" do inciso II do artigo 98 deste Regulamento. nº 45. O certificado será emitido em 2 (duas) vias.

Art. 1º.456.pelo transportador que executar serviço de transporte intermunicipal. “e”. observado o disposto no § 5º deste artigo. IX . desde que o contribuinte faça. IV . X .pelo transportador de passageiros. a Nota Fiscal de Serviço de Transporte poderá ser impressa centralizadamente. modelo 7.Acrescido pelo art. 4º. estadual e no CNPJ ou CPF. nº 45.identificação do emitente: nome. 3º. 71. utilizando-se de outros meios ou formas em relação aos quais não haja previsão de documento fiscal específico. V . quando se tratar de transporte rodoviário.Acrescido pelo art. § 4º No transporte de pessoas com características de transporte metropolitano. mediante contrato. para englobar. § 5º Na hipótese do inciso IV do caput deste artigo. de modo que permita sua perfeita identificação. § 2º No caso de excursão com contratos individuais. e vigência estabelecida pelo art. estadual e no CNPJ. por veículo. no mínimo. interestadual ou internacional de bens ou mercadorias. e terá numeração seqüencial por unidade da Federação. modelo 57. as prestações executadas no período de apuração do imposto.328. VI . após o encerramento da prestação do serviço. para englobar.identificação do veículo transportador. desde que devidamente autorizado pela Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o contribuinte. § 3º Na hipótese do parágrafo anterior. será utilizado Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). sendo obrigatória a emissão de 1 (um) documento por veículo. II . VI. sendo que a 1ª (primeira) via acompanhará o transporte e. no final do período de apuração do imposto.denominação: Nota Fiscal de Serviço de Transporte. (1745) Efeitos a partir de 1º/09/2010 . no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. será utilizada: I . V . III. esta deverá ser emitida mensalmente e em até dois dias úteis após o encerramento do período de apuração. IV .(s) 71 e 72 TÍTULO II DOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS ÀS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE CAPÍTULO I Da Nota Fiscal de Serviço de Transporte Art. III . será arquivada no estabelecimento do emitente.valor do serviço prestado e acréscimos a qualquer título. da numeração a ser utilizada.percurso. (1611) § 6º Nas hipóteses dos incisos III e VI do caput deste artigo. 59 .discriminação do serviço prestado. § 1º Na hipótese do inciso I do caput deste artigo. acrescida do respectivo código fiscal. e vigência estabelecida pelo art. Art. VIII . VI . na forma do artigo 76 desta Parte. de 18/08/2010.pelo transportador ferroviário de passageiros. III . quando se tratar de transporte aéreo.data da emissão. será anexada a autorização do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Minas Gerais (DER/MG) ou do Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (DNER).natureza da prestação do serviço. ________________________________ (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 .identificação do usuário: nome.número de ordem. I.pelo transportador de valores. 2º. as prestações executadas no período de apuração do imposto. por estabelecimento. os documentos "Excesso de Bagagem" emitidos durante o mês. poderá ser postergada a emissão da Nota Fiscal de Serviço de Transporte até o final do período de apuração do imposto. para englobar os documentos simplificados de embarque emitidos na forma do artigo 116 desta Parte. de 17/03/2010. II. 72. VII .pelo transportador ferroviário de cargas. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte. a nota fiscal será emitida antes do início da prestação do serviço. o controle de utilização com a indicação. dos estabelecimentos centralizador e usuário do documento. para englobar. nº 45. impressos tipograficamente. pelos contribuintes obrigados ao seu uso. e conterá.pela agência de viagem ou por qualquer transportador que prestar serviço de transporte intermunicipal. é facultada a emissão de uma única nota fiscal. série. observado o disposto no § 1º deste artigo. em relação a cada tomador de serviço. subsérie e número da via. endereço e números de inscrição.RICMS (Decreto nº 43. impressa tipograficamente. para cada viagem contratada. em relação a cada tomador de serviço. em veículo próprio ou afretado. (1745) § 7º Quando a Nota Fiscal de Serviço de Transporte acobertar a prestação por modal dutoviário. as seguintes indicações: I . mediante autorização da AF a que estiver circunscrito o estabelecimento no qual se realizar a escrituração contábil do contribuinte.Parte 1 . ambos do Dec. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será de tamanho não inferior a 148 X 210mm. endereço e números de inscrição. II . ambos do Dec.080/2002) Anexo V . impressos tipograficamente. interestadual e internacional de turistas e de outras pessoas.

Presa ao bloco. Art. modelo 27. nº 45. de 17/03/2010. 5º.inciso I do caput do Artigo 71 desta Parte.RICMS (Decreto nº 43. “b”.Art.328. endereço e números de inscrição. as vias da Nota Fiscal de Serviço de Transporte terão a destinação indicada no quadro a seguir: HIPÓTESES I .inciso III do caput do artigo 71 desta Parte. Art. Contratante ou usuário. impressos tipograficamente. e vigência estabelecida pelo art. V. 75. poderá ser utilizada pelo transportador ferroviário de cargas. 2ª 1ª Presa ao bloco. (839) CAPÍTULO I . Emitente. Contratante ou usuário. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. data e quantidade de impressão. Presa ao bloco.449. Art. As indicações de percurso e de identificação do veículo transportador não se aplicam às hipóteses previstas nos incisos II a V do caput do artigo 71 desta Parte. 2 (duas) vias. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte será emitida: I . em.alíquota aplicável. e vigência estabelecida pelo art. modelo 57." ________________________________ (839) Efeitos a partir de 1º/01/2007 . Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário. Parágrafo único. 2º. ambos do Dec. de 26/01/2007. “b”. Presa ao bloco. Fisco de destino.Acrescido pelo art. V. modelo 27.transporte ferroviário de cargas .449. em. 4º. Contratante ou usuário. 75-A. XIII . estadual e no CNPJ. Contratante ou usuário. Presa ao bloco.nas hipóteses dos incisos II a V do caput do artigo 71 desta Parte. modelo 7.base de cálculo do ICMS. nº 44. Presa ao bloco. I.A Da Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário (1610) Art. Emitente.(s) 72 a 75-A XI . 60 .inciso V do caput do artigo 71 desta Parte.na hipótese do inciso I do caput do artigo 71 desta Parte: a) nas prestações internas. poderá ser utilizada pelo transportador ferroviário de cargas. no mínimo. 2º. ambos do Dec. b) nas prestações interestaduais. VIA 1ª PRESTAÇÕES INTERNAS Contratante ou usuário. Fiscalização do trânsito. 2ª 3ª 4ª 1ª 2ª 1ª 2ª 1ª Fiscalização do Trânsito. em. XV . Emitente. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. Presa ao bloco.transporte ferroviário de passageiros. no mínimo. 74. 75-A. Presa ao bloco.080/2002) Anexo V .inciso IV do caput do artigo 71 desta Parte. no mínimo. Presa ao bloco.valor do ICMS. em substituição à Nota Fiscal de Serviço de Transporte. de 26/01/2007: "Art.transporte de turistas e outras pessoas . 4 (quatro) vias.nome. Emitente. Efeitos de 1º/01/2007 a 17/03/2010 . IV . ambos do Dec. do impressor da nota.inciso II do caput do artigo 71 desta Parte. V. III. 73. II . 3 (três) vias. II . ou o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). 2º. 2ª (839) Presa ao bloco. XII . III . 5º.transporte de valores . PRESTAÇÕES INTERESTADUAIS Contratante ou usuário. V. modelo 7. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 .Acrescido pelo art. nº 44.Redação dada pelo art.Parte 1 .transporte de passageiros e excesso de bagagem . V . números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectivas série e subsérie. A exigência da identificação do usuário do serviço de transporte não se aplica à hipótese prevista no inciso IV do caput do artigo 71 desta Parte.valor total da prestação. XIV . e vigência estabelecida pelo art. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.

75-B. Na prestação de serviço de transporte ferroviário. Art. que terão a seguinte destinação: (839) I . o endereço.presa ao bloco. II. ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco.a identificação do emitente: o nome. (839) XII . III . impressos tipograficamente.Parte 1 . do impressor da nota fiscal.Acrescido pelo art. o número de ordem da primeira e da última nota fiscal impressa e respectivas série e subsérie. do impressor do documento.449. a série e subsérie e o número da via. Art. (839) Parágrafo único. 75-C.o número de ordem. No final de cada período de apuração do imposto será emitida Nota Fiscal de Serviço de Transporte. 5º.2ª via . IV . (839) XV . em substituição ao conhecimento de transporte. no mínimo.a identificação do tomador do serviço: o nome.será entregue ao usuário do serviço. endereço e números de inscrição. em qualquer sentido.a base de cálculo do ICMS.a alíquota aplicável. (839) XI . nº 44. estadual e no CNPJ. Parágrafo único.nome. o endereço. a data e quantidade de impressão. as seguintes indicações: (839) I . V . (839) VI . no caso de transporte de passageiros com excesso de bagagem. (839) XIII . impressos tipograficamente. (839) III . a Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será emitida no mínimo em 2(duas) vias.Art.o valor do ICMS.o nome. O Excesso de Bagagem será emitido antes da prestação do serviço em. 78. e conterá. 76. e vigência estabelecida pelo art. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.denominação: Excesso de Bagagem. VI . (839) IV . V. 2º. as quais terão a seguinte destinação: I . data e quantidade de impressão e números de ordem do primeiro e do último documento impressos. bem como os acréscimos a qualquer título.(s) 75-B a 79 (839) Art. (839) Art. Art. O documento Excesso de Bagagem será emitido pela empresa transportadora. e os números da inscrição estadual e no CNPJ ou CPF. As indicações dos incisos I.a denominação "Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário”.o valor total dos serviços prestados. englobando os documentos Excesso de Bagagem. (839) VII . de modo que permita sua perfeita identificação. (839) V . o endereço. de 26/01/2007. e o número da autorização para a impressão dos documentos fiscais. os números da inscrição estadual e no CNPJ. ambos do Dec. A Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário será de tamanho não inferior a 148 X 210mm.a data limite para utilização. 79. acrescido do respectivo código fiscal de operação. (839) IX .2ª via.1ª via . ________________________________ (839) Efeitos a partir de 1º/01/2007 . XIV e XV serão impressas. além dos requisitos exigidos. II .o valor do serviço prestado.identificação do emitente: nome. (839) XIV .local e data da emissão. e os números de inscrição estadual e no CNPJ. impressos tipograficamente.preço do serviço. II . endereço e números de inscrição. estadual e no CNPJ. “b”. (839) VIII .a data da emissão. 2 (duas) vias.a natureza da prestação do serviço. V. no mínimo. (839) II .RICMS (Decreto nº 43. No corpo da Nota Fiscal de Serviço de Transporte será anotada. CAPÍTULO II Do Excesso de Bagagem Art. impressa tipograficamente. (839) II . 61 . 77. O documento Excesso de Bagagem conterá as seguintes indicações: I .080/2002) Anexo V . a numeração dos documentos Excesso de Bagagem emitidos.a discriminação do serviço prestado. V. será entregue ao tomador do serviço.1ª via. (839) X .origem e destino.números de ordem e da via.

80. endereço e números de inscrição.identificação do remetente e do destinatário: nome. 4º.local e data da emissão. III . III.Redação dada pelo art. ou o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). impressos tipograficamente.indicações relativas ao redespacho e ao consignatário. ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . IV . do destinatário. V . 2º. VII . nº 45. 1º. do Manifesto de Carga e do Conhecimento de Transporte Eletrônico” Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . ambos do Dec. estadual e no CNPJ. modelo 8. 2º. nº 45. XV .valor total da prestação.328.Parte 1 . O CTRC será de tamanho não inferior a 99 X 210mm.Redação dada pelo art.Redação original: "Art. XVII . XVIII .RICMS (Decreto nº 43.410. dentro do Estado.328.denominação: Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. o responsável pelo transporte poderá portar e emitir. X . Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . II . endereço e números de inscrição. impressos tipograficamente." Art. do impressor do documento. será utilizado por qualquer transportador rodoviário de cargas que executar serviço de transporte rodoviário intermunicipal. Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . (1610) Art. I. Na hipótese de transporte iniciado em localidade do Estado onde o contribuinte mineiro não possua estabelecimento inscrito. estadual e no CNPJ ou no CPF. 82. de 17/03/2010. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. interestadual e internacional de cargas.base de cálculo do ICMS.valores dos componentes do frete. 4º. I. de modo que permita sua perfeita identificação. e vigência estabelecida pelo art. interestadual e internacional de cargas. 62 . valor e natureza da carga e quantidade expressa na unidade de medida correspondente. acrescida do respectivo código fiscal. XIII . XVI . ambos do Dec. No transporte internacional serão desconsideradas as indicações relativas às inscrições. de 17/03/2010: “Do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. O CTRC será emitido antes do início da prestação do serviço. CTRC de subsérie distinta. XIV .(s) 80 a 82 CAPÍTULO III (1684) Do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas e do Manifesto de Carga Efeitos de 18/03/2010 a 30/06/2010 .alíquota aplicável. 81. Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC). em veículo próprio ou afretado.indicação do frete: pago ou a pagar.identificação do veículo transportador: placa.Art. para acobertar a prestação do serviço. modelo 8. local e unidade da Federação onde o mesmo foi licenciado.Redação dada pelo art. VI .número de ordem. IX .discriminação do serviço prestado. de 24/06/2010.número da nota fiscal.Redação original: "Art. será utilizado por qualquer transportador rodoviário de cargas que executar serviço de transporte rodoviário intermunicipal. ambos do Dec." Parágrafo único. e conterá as seguintes indicações: I . O Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC). modelo 57. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. O CTRC ou o CT-e será emitido antes do início da prestação do serviço. VIII . 82. impressa tipograficamente. XII .percurso: local de recebimento e de entrega. data e quantidade de impressão. III. estadual e no CNPJ. endereço e números de inscrição. I.identificação do emitente: nome. nº 45.valor do ICMS. XI . Parágrafo único. e vigência estabelecida pelo art. subsérie e número da via.Redação original: "Do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas e do Manifesto de Carga" (1610) Art. e vigência estabelecida pelo art. em veículo próprio ou afretado. 4º.080/2002) Anexo V . estadual e no CNPJ. (1684) Efeitos a partir de 1º/07/2010 .quantidade e espécie dos volumes ou das peças transportadas. impressos tipograficamente. XIX .nome. série.natureza da prestação do serviço. 80.

." (1610) Art. de 14/11/2005 “Art." Art. 4º..080/2002) Anexo V . 83.3ª via . no mínimo. estadual e no CNPJ. proprietário do veículo marca . (1610) Parágrafo único.acompanhará o transporte até o destino. antes do início da prestação do serviço. modelo 25. modelo 25. havendo necessidade de utilização de via adicional de conhecimento. CT-e ou o CTRC e. em.. havendo necessidade de utilização de via adicional de conhecimento. por veículo. modelo 25.será entregue ao tomador do serviço. no mínimo.. desde que seja emitido o Manifesto de Carga.. assim entendida a que corresponder a mais de um Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. nas prestações internas. 84. serão emitidos pelo transportador. Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 .Parte 1 .328. O CTRC e. O Manifesto de Carga deverá conter as seguintes indicações: I . Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 .identificação do emitente: nome. devendo fazer constar a expressão: "Transporte subcontratado com . esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do documento ou pelo Documento Auxiliar do CT-e (DACTE)." (1610) Art. UF. podendo servir de comprovante de entrega. O transportador que subcontratar outro transportador. impressa tipograficamente. desde que seja emitido o Manifesto de Carga. na hipótese de sua emissão. ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . mencionadas nos incisos III e V do caput do artigo 83 desta Parte. endereço e números de inscrição. A empresa subcontratada. o Manifesto de Carga. de 17/03/2010. O CTRC será emitido. Na prestação de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal. nº 44. para fins exclusivos de ICMS. que visará a 2ª (segunda) via. IV . 5 (cinco) vias.4ª via . nas prestações interestaduais. por veículo. inclusive quando subcontratar outro transportador para realizar o transporte. mencionadas nos incisos III e V do caput do artigo 83 desta pa Parte. (1610) Parágrafo único. Parágrafo único. III . o Manifesto de Carga. V . serão dispensadas a identificação do veículo transportador e as vias do conhecimento destinadas ao controle do Fisco. O disposto no caput não dispensa o transportador subcontratado da emissão do CTRC relativo à prestação de serviço de transporte que realizar.1ª via . nas prestações interestaduais.. nº 45.(s) 83 a 86 Art. 86. Na prestação de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal.".número de ordem. para fins de controle do Fisco de destino..Art.denominação: Manifesto de Carga. se for o caso. se for o caso. O disposto no caput não dispensa o transportador subcontratado da emissão do CTRC ou CT-e relativo à prestação de serviço de transporte que realizar. se for o caso. ambos do Dec.. impresso tipograficamente.Redação original: "Parágrafo único.Redação dada pelo art.local e data da emissão. 84. 85. devendo a prestação do serviço ser acobertada pelo documento referido no caput deste artigo.Redação original: "Art.Redação dada pelo art.. assim entendida a que corresponder a mais de um conhecimento de transporte. o Manifesto de Carga. Efeitos de 1º/12/2005 a 17/03/2010 . II . 85. 4º. I. emitirá o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas e.RICMS (Decreto nº 43. 63 .presa ao bloco. II .. serão emitidos pelo transportador.2ª via .Redação original: "Art. IV . Parágrafo único. ambos do Dec. 84. impressos tipograficamente. III. No transporte de carga fracionada. em. placa n° . para dar início à prestação do serviço.5ª via) acompanhará o transporte. No transporte de carga fracionada. 4 (quatro) vias. fica dispensada da emissão do conhecimento. IV. serão dispensadas a identificação do veículo transportador e as vias do conhecimento destinadas ao controle do Fisco.” Efeitos de 15/12/2002 a 30/11/2005 . as quais terão a seguinte destinação: I . inclusive quando subcontratar outro transportador para realizar o transporte. com destino à Zona Franca de Manaus e às Áreas de Livre Comércio. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do documento. 2º. e vigência estabelecida pelo art. antes do início da prestação do serviço.147. com destino à Zona Franca de Manaus e às Áreas de Livre Comércio. 2º. III . e vigência estabelecida pelo art.acompanhará o transporte e será recolhida pelo Fisco. e..

4º. estadual e no CNPJ. I.porto de desembarque. marca e número. I. impressa tipograficamente. endereço e números de inscrição. XIII . as quais terão a seguinte destinação: I . 89.Parte 1 .2ª via) acompanhará o transporte e será recolhida pelo Fisco. CAPÍTULO IV (1684) Do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas Efeitos de 18/03/2010 a 30/06/2010 . endereço e números de inscrição. e vigência estabelecida pelo art. 88. IV . XIV . V . será utilizado pelo transportador aquaviário de cargas que prestar serviços de transporte intermunicipal. ambos do Dec. IX . de 24/06/2010. VIII .identificação do armador: nome. XV .RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec.natureza da prestação do serviço. que visará a 1ª (primeira) via. XI . O CTAC será de tamanho não inferior a 210 X 300mm. de 17/03/2010: “Do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas e do Conhecimento de Transporte Eletrônico” Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . VII . estadual e no CNPJ ou no CPF. VI . XII .Art.Redação original: "Do Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas" (1610) Art. No transporte internacional serão desconsideradas as indicações relativas às inscrições.valores dos componentes tributáveis do frete. Art.local e data da emissão. em destaque. após encerrada a prestação de serviço. subsérie e número da via. IX . 2 (duas) vias.número de ordem." Art. espécie. 2º. X . deverá ser arquivada juntamente com os conhecimentos de transporte nele relacionados.identificação do consignatário: nome. 87. ambos do Dec.nome. O Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas (CTAC).328. nº 45.identificação da carga transportada: discriminação da mercadoria.identificação do destinatário: nome.valor da mercadoria. I.identificação da embarcação. nº 45. XII . estadual e no CNPJ. 4º. data e quantidade de impressão. 64 .nome do remetente. X . VII .porto de transbordo. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. VIII . 4º. II . impressos tipograficamente. 2º. série. estadual e no CNPJ ou no CPF. Parágrafo único. e vigência estabelecida pelo art. local e unidade da Federação onde o mesmo foi licenciado. será utilizado pelo transportador aquaviário de cargas que prestar serviços de transporte intermunicipal. código.identificação do veículo transportador: placa.identificação do motorista. do destinatário.porto de embarque.identificação do embarcador: nome.Redação dada pelo art. 88. 1º.410. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. estadual e no CNPJ ou no CPF. II .denominação: Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. endereço e números de inscrição. III. Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . e vigência estabelecida pelo art. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas (CTAC). no mínimo.328.nome do destinatário.números das notas fiscais.Redação dada pelo art. série e subsérie dos conhecimentos de transporte. O Manifesto de Carga será emitido em. VI . modelo 9. modelo 57.Redação original: "Art. de 17/03/2010.número de ordem. endereço e números de inscrição. XI . e conterá as seguintes indicações: I . do impressor do documento.Redação dada pelo art. nº 45. modelo 9. ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 .número da viagem.1ª via) acompanhará o transporte e. endereço e números de inscrição. impressos tipograficamente. impressos tipograficamente. estadual e no CNPJ. III. volume e quantidade expressa na unidade de medida correspondente.080/2002) Anexo V . ou o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). (1684) Efeitos a partir de 1º/07/2010 .(s) 86 a 89 V . acrescida do respectivo código fiscal. interestadual e internacional de cargas. podendo os componentes de cada grupo ser lançados englobadamente. interestadual e internacional de cargas. III .

Na prestação de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal.1ª via . no mínimo. CTAC ou o CT-e será emitido antes do início do serviço. havendo necessidade de utilização de via adicional de conhecimento. para fins de controle do Fisco de destino. em. ambos do Dec. nas prestações interestaduais. II . 5 (cinco) vias. estadual e no CNPJ. no caso do CTAC. 91. 2º. 4 (quatro) vias. data e quantidade de impressão. III. 90.presa ao bloco.2ª via . nas prestações internas.Redação original: "Art. com destino à Zona Franca de Manaus e às Áreas de Livre Comércio.assinatura do armador ou agente.indicação do frete: pago ou a pagar. 90. as quais terão a seguinte destinação: Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . as quais terão a seguinte destinação:" I . Na prestação internacional.será entregue ao tomador do serviço.Parte 1 . nº 45. V .Redação dada pelo art. ou do DACTE. XX . no mínimo.valor do ICMS devido. no mínimo. no mínimo.local e data do embarque. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. 91.acompanhará o transporte. a prestação de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal. XXI . em. XXII . esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do documento. em. XVIII . de 17/03/2010. 4º.acompanhará o transporte até o destino.Art. (1610) Art. ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 ." Art. e vigência estabelecida pelo art. O CTAC será emitido antes do início do serviço.valor total da prestação. endereço e números de inscrição. e.328. 65 . I. nas prestações internas. segundo acordos internacionais.(s) 89 a 92 XVI . XIX .5ª via . e.080/2002) Anexo V .acompanhará o transporte e será recolhida pelo Fisco.nome. do impressor do documento. havendo necessidade de utilização de via adicional de conhecimento. em. XVII . podendo servir de comprovante de entrega. nas prestações interestaduais.3ª via .4ª via . ficando dispensadas as indicações relativas às inscrições. Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.RICMS (Decreto nº 43. 5 (cinco) vias. 4 (quatro) vias.alíquota aplicável. o conhecimento poderá ser redigido em outro idioma e os valores expressos em moeda estrangeira. nas prestações interestaduais. III . IV . impressos tipograficamente. estadual e no CNPJ. com destino à Zona Franca de Manaus e às Áreas de Livre Comércio. e.Redação original: "Art. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do documento. que visará a 2ª (segunda) via. (1610) Art. do destinatário ou do consignatário. 92.

será utilizado pela empresa que prestar serviços de transporte aeroviário intermunicipal. VI . 66 .1ª via) será entregue ao tomador do serviço. 2º. e vigência estabelecida pelo art. endereço e números de inscrição. e vigência estabelecida pelo art. no mínimo.Redação original: "Art.indicação do frete: pago ou a pagar. acrescida do respectivo código fiscal.2ª via) acompanhará o transporte até o destino. 95.Art. subsérie e número da via. estadual e no CNPJ ou no CPF.328.410. estadual e no CNPJ. IV . 4º. II . Conhecimento Aéreo.identificação do remetente: nome.local de destino. III .nome." Art.alíquota aplicável. XI . em. endereço e números de inscrição.RICMS (Decreto nº 43.local de origem. XII . de 17/03/2010: “Do Conhecimento Aéreo. 4 (quatro) vias. 4 (quatro) vias.Redação dada pelo art. em. no mínimo. ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . XVII . ou o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). VII . (1684) Efeitos a partir de 1º/07/2010 . estadual e no CNPJ. VIII . III. 2º. nº 45. do Relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos e do Conhecimento de Transporte Eletrônico” Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 .identificação do destinatário: nome. 93.Redação original: "Art. ambos do Dec.3ª via) presa ao bloco. para fins de controle do Fisco de destino. nas prestações interestaduais. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. XVIII . Conhecimento Aéreo ou o CT-e será emitido antes do início do serviço. 95.natureza da prestação do serviço. e. XIII . data e quantidade de impressão.Redação dada pelo art. ambos do Dec. estadual e no CNPJ ou no CPF.(s) 93 a 95 CAPÍTULO V (1684) Do Conhecimento Aéreo e do Relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos Efeitos de 18/03/2010 a 30/06/2010 . O Conhecimento Aéreo. e. valor e natureza da carga e a quantidade expressa na unidade de medida correspondente.4ª via) acompanhará o transporte.identificação do emitente: nome.número da nota fiscal. impressa tipograficamente. I. XVI . O Conhecimento Aéreo será de tamanho não inferior a 148 X 210mm. interestadual e internacional de cargas. III. de 24/06/2010. as quais terão a seguinte destinação: Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 .valor total da prestação. endereço e números de inscrição. I. ambos do Dec. impressos tipograficamente. III . nas prestações internas.local e data da emissão. O Conhecimento Aéreo será emitido antes do início do serviço.valores dos componentes do frete. no mínimo. XV .número de ordem. as quais terão a seguinte destinação:" I . e. nas prestações internas. em.080/2002) Anexo V . no caso do Conhecimento Aéreo. modelo 10. 93.Redação dada pelo art. XIV . modelo 57. I. nº 45. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.base de cálculo do ICMS.Parte 1 . Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . nas prestações interestaduais.valor do ICMS. 4º. 1º. (1610) Art. II . 3 (três) vias. em. e conterá as seguintes indicações: I . do impressor do documento. endereço e números de inscrição. 4º. V .Redação original: "Do Conhecimento Aéreo e do Relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos" (1610) Art.denominação: Conhecimento Aéreo. X . será utilizado pela empresa que prestar serviços de transporte aeroviário intermunicipal. podendo servir de comprovante de entrega.328. IX . no mínimo. impressos tipograficamente. nas prestações interestaduais.quantidade e espécie dos volumes ou peças transportados. nº 45. impressos tipograficamente. IV . interestadual e internacional de cargas. de 17/03/2010. e vigência estabelecida pelo art. série. modelo 10. 94. 3 (três) vias.

IV . com destino à Zona Franca de Manaus e às Áreas de Livre Comércio. agência ou posto emitente. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do documento. Art. Art. no mínimo. nas agências. do destinatário. A empresa que optar pela impressão centralizada do Conhecimento Aéreo. o conhecimento será escriturado no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. § 1º O Relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos será emitido no prazo de apuração do imposto em. 4º. 97. 101. V . 102. ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . II . I. loja ou posto emitente.(s) 96 a 102 (1610) Art. 2º. segundo acordos internacionais.Redação dada pelo art. Os Relatórios de Emissão de Conhecimentos Aéreos serão registrados individualmente. 99. 97. 100. da loja.Redação original: "Art. pelos estabelecimentos centralizador e usuário. do destinatário. 2 (duas) vias. e vigência estabelecida pelo art. por seus totais. o conhecimento poderá ser redigido em outro idioma e os valores expressos em moeda estrangeira. com destino à Zona Franca de Manaus e às Áreas de Livre Comércio. o transporte internacional. havendo necessidade de utilização de via adicional do conhecimento. ou do DACTE. havendo necessidade de utilização de via adicional do conhecimento.080/2002) Anexo V ." Art. III . 98.Redação original: "Art. estadual e no CNPJ. 96. estadual e no CNPJ. de 17/03/2010. 96.denominação: Relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos. Na prestação de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal. por agência. dispensadas as indicações relativas às inscrições.1ª via) estabelecimento centralizador no Estado. esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do documento.nome do transportador e identificação. poderão imprimir centralizadamente o Conhecimento Aéreo. data da emissão e valor da prestação.numeração seqüencial atribuída pela concessionária.RICMS (Decreto nº 43. englobados por código fiscal. nº 45. dispensadas as indicações relativas às inscrições. podendo ser elaborado em folhas soltas. no Demonstrativo de Apuração do ICMS (DAICMS).2ª via) sede da escrituração fiscal e contábil. ainda que por meio de códigos. nacionais e regionais.registro dos Conhecimentos Aéreos emitidos: números inicial e final dos conhecimentos. segundo acordos internacionais. ambos do Dec. Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 .328. As empresas. § 2º As concessionárias regionais manterão as 2 (duas) vias do Relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos na sede da escrituração fiscal e contábil. No transporte internacional. O Relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos será de tamanho não inferior a 250 X 210mm. postos e lojas autorizados a emitir o Conhecimento Aéreo." (1610) Art. Art. II . Na prestação de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal. o relatório de Emissão de Conhecimentos Aéreos.período de apuração. III. concessionárias de serviço público de transporte aéreo regular de passageiros e de cargas. com a indicação da respectiva numeração em função do estabelecimento usuário.Parte 1 . e terá numeração seqüencial única para toda a Federação. as quais terão a seguinte destinação: I . emitirão. Art. o Conhecimento Aéreo poderá ser redigido em outro idioma e os valores expressos em moeda estrangeira. mediante autorização da Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o estabelecimento no qual se realizar a escrituração contábil do contribuinte. e conterá as seguintes indicações: I . nos termos do artigo 98 desta Parte. 67 . Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . Na hipótese do artigo anterior.Art.

endereço e números de inscrição. 103. modelo 11. do impressor do documento.destino. 4º.local e data da emissão.identificação do emitente: nome.Ferrovia MRS Logística. de 24/06/2010. Parágrafo único. III .A (FERROBAN). do destinatário. VIII . números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. VI . III .Parte 1 .nome. 4º. VIII .alíquota aplicável. V .indicação do frete: pago ou a pagar. 1º.A. XVI . (1684) Efeitos a partir de 1º/07/2010 . X .natureza da prestação do serviço.condição de carregamento e identificação do vagão. XVIII .Ferrovia Centro-Atlântica S. modelo 11. (RFFSA) . III.410. No transporte internacional serão dispensadas as indicações relativas às inscrições. 103. e vigência estabelecida pelo art. e conterá as seguintes indicações: I .A.Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM).080/2002) Anexo V . modelo 57. excluídas as seguintes concessionárias de serviço público. V .identificação do destinatário: nome.valor do ICMS. 2º. XV . estadual e no CNPJ. ambos do Dec.identificação do remetente: nome.Art. IX .Ferrovia Paulista S. impressa tipograficamente. XX . acrescida do respectivo código fiscal. impressos tipograficamente.328. ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . IV . O Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas (CTFC).Redação dada pelo art. 4º. nº 45.Redação original: "Do Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas" (1610) Art. nº 45. estadual e no CNPJ. valor e natureza da carga e a quantidade expressa na unidade de medida correspondente.Redação dada pelo art. estadual e no CNPJ. (RFFSA) . interestadual e internacional de cargas.procedência.A. XIX .(s) 103 e 104 CAPÍTULO VI (1684) Do Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas Efeitos de 18/03/2010 a 30/06/2010 .RICMS (Decreto nº 43. (FEPASA).Rede Ferroviária Federal S. subsérie e número da via.Ferrovias Bandeirantes S. XI . XIII .quantidade e espécie dos volumes ou peças transportados. excluídas as seguintes concessionárias de serviço público. (RFFSA) . Art. 68 . endereço e números de inscrição. nº 45. II .A.base de cálculo do ICMS. I.A. I.denominação: Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. que observarão o disposto nos artigos 12 a 20 da Parte 1 do Anexo IX: Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . endereço e números de inscrição.Divisão Operacional Campos (DOCAM). número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. II . VI . IV .Superintendência Regional Salvador (SR 7). O CTFC será de tamanho não inferior a 190 X 280mm. XVII . e vigência estabelecida pelo art. endereço e números de inscrição.número da nota fiscal.Rede Ferroviária Federal S.valores dos componentes do frete. impressos tipograficamente. 104. será utilizado pelo transportador que prestar o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. de 17/03/2010.valor total da prestação. ambos do Dec.328.Superintendência Regional Belo Horizonte (SR 2). Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas (CTFC). 2º. estadual e no CNPJ ou no CPF.. XII .Redação dada pelo art. ambos do Dec.via de encaminhamento.Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) .Rede Ferroviária Federal S. VII . impressos tipograficamente.número de ordem. será utilizado pelo transportador que prestar o serviço de transporte ferroviário intermunicipal. interestadual e internacional de cargas. que observarão o disposto nos artigos 12 a 20 da Parte 1 do Anexo IX:" I . de 17/03/2010: “Do Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas e do Conhecimento de Transporte Eletrônico” Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . VII . ou o Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). estadual e no CNPJ ou no CPF. e vigência estabelecida pelo art. III. XIV . data e quantidade de impressão.Redação original: "Art. série. I.

" Art.gov. (1611) II .efetuar previamente seu credenciamento na Secretaria de Estado de Fazenda.Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. modelo 8. observado o disposto em portaria da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF) da referida Secretaria. Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . TFC ou o CT-e será emitido antes do início da prestação do serviço. nas prestações internas. 105 . 4º. nº 45.será facultativo. (1611) V . no mínimo. (1611) III . Acompanha o transporte) controle do Fisco de destino. nº 45. referente à totalidade das operações de entrada e de saída de mercadorias ou bens e das aquisições e prestações de serviços realizadas no período de apuração. contendo o registro fiscal dos documentos recebidos e emitidos.Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. de 17/03/2010.Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas.CT-e disponibilizado no endereço eletrônico www.Conhecimento Aéreo. 4ª 5ª CAPÍTULO VI-A (1611) Do Conhecimento de Transporte Eletrônico (1611) Art.br/confaz/.Nota Fiscal de Serviço de Transporte. em substituição aos seguintes documentos: (1611) I . Remetente da mercadoria. é o documento emitido e armazenado eletronicamente. (1611) b) conforme portaria da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF). Presa ao bloco. ambos do Dec. 2º. Acompanha o transporte) será recolhida pelo Fisco. com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte de cargas.observar as especificações técnicas previstas no Manual de Integração do Contribuinte do Conhecimento de Transporte Eletrônico .080/2002) Anexo V . O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). que visará a 1ª (primeira) via. (1611) II . modelo 27. (1611) § 1º Relativamente ao CT-e: (1611) I . (1611) § 3º O CT-e também poderá ser utilizado na prestação de serviço de transporte de cargas efetuada por meio de dutos. e. (1611) IV . modelo 57. III.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec. 106.O CTFC será emitido antes do início da prestação do serviço. cuja validade jurídica é garantida pela assinatura digital do emitente e pela autorização de uso da Secretaria de Estado de Fazenda.Parte 1 . que visará a 1ª (primeira) via. 4º. (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 . na hipótese de contribuinte que possua estabelecimento somente neste Estado.será obrigatório: (1611) a) nas hipóteses definidas em protocolo celebrado entre os Estados e o Distrito Federal. O CTFC será emitido. modelo 9. nas prestações interestaduais. (1611) II . 4 (quatro) vias. para as hipóteses não indicadas no inciso I. previsto nos artigos 197 a 200 deste Regulamento.Redação original: "Art. no mínimo. de existência apenas digital. modelo 11.328.a sua Autorização de Uso poderá ser denegada mediante Regime Especial de Controle e Fiscalização. de que trata o art. (1611) III .328. modelo 7. (1611) § 4º O contribuinte optante ou obrigado à emissão de CT-e deverá: (1611) I . III. 5 (cinco) vias. (1611) § 2º Fica vedada a emissão dos documentos relacionados nos incisos do caput por contribuinte obrigado à emissão de CT-e. de 17/03/2010. (1611) III . (1611) VI . quando utilizada em transporte de cargas. 2º. (1611) ________________________________ (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . modelo 10. I. 10 da Parte 1 do Anexo VII. 106-A. Presa ao bloco. e vigência estabelecida pelo art. em.Redação dada pelo art.Art. e vigência estabelecida pelo art. 105. em.(s) 105 e 106-A (1610) Art. Acompanha o transporte) será recolhida pelo Fisco.fazenda. 69 .Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas.Acrescido pelo art.manter e entregar arquivo eletrônico. as quais terão a destinação indicada no quadro a seguir: VIA PRESTAÇÃO 1ª Interna e interestadual 2ª Interna e interestadual 3ª Interna Interestadual Interna Interestadual Interestadual DESTINAÇÃO DAS VIAS Acompanha o transporte) será entregue ao destinatário. I.

(1611) Parágrafo único.(s) 106-B e 106-F (1611) Art. (1611) VIII . 2º.emissão e Autorização de Uso de CT-e. (1611) Art.Pedido de Cancelamento de CT-e. ________________________________ (1611) Efeitos a partir de 18/03/2010 . 96 deste Regulamento. especialmente no que se refere a: (1611) I . O arquivo digital do CT-e só poderá ser utilizado como documento fiscal após ter seu uso autorizado por meio de Autorização de Uso do CT-e. (1611) Parágrafo único.328. desde que não descaracterizada a prestação. o contribuinte emitirá o Documento Auxiliar do CT-e (DACTE). de 17/03/2010. bem como o previsto no Ajuste SINIEF nº 9. 106-E. manter em arquivo o DACTE relativo ao CT-e da prestação. 70 . (1611) II . nº 45.uso de CT-e na hipótese de subcontratação ou redespacho. O tomador do serviço de transporte que não seja contribuinte credenciado à emissão de documentos fiscais eletrônicos poderá. conforme leiaute estabelecido no Manual de Integração do Contribuinte do CT-e.080/2002) Anexo V .anulação de valores relativos à prestação de serviço de transporte de cargas. escriturando o documento fiscal com base nas informações contidas no respectivo DACTE. alternativamente ao disposto no caput.Carta de Correção Eletrônica (CC-e).DACTE.Pedido de Inutilização de CT-e. mediante autorização da Superintendência de Arrecadação e Informações Fiscais (SAIF). 4º. (1611) Art. desde que mantidos os campos obrigatórios relativos ao CT-e.Art. 106-F. (1611) VII . valores e informações constantes no documento autorizado. (1611) Art. ou para facilitar a consulta do respectivo conhecimento. É vedado o cancelamento de CT-e após sua autorização de uso. de 25 de outubro de 2007.RICMS (Decreto nº 43. 106-D. (1611) IV . 106-C. pela Secretaria de Estado de Fazenda. (1611) Art. O transportador e o tomador do serviço de transporte deverão manter em arquivo digital os CT-e no prazo estabelecido no § 1º do art. 106-B. ambos do Dec. (1611) III . (1611) VI . (1611) V .Parte 1 . O leiaute do DACTE poderá ser alterado para adequá-lo às prestações do contribuinte.contingência na emissão de CT-e. em virtude de erro. III. O contribuinte emitente de CT-e deverá observar o disposto neste Capítulo. I. A concessão de Autorização de Uso do CT-e não implica em validação da regularidade fiscal de pessoas. caso tenha sido emitida Carta de Correção Eletrônica relativa ao mesmo. (1611) Parágrafo único. e vigência estabelecida pelo art.Acrescido pelo art. Para acompanhar a carga durante o transporte.

VII . 71 .número de ordem. subsérie e número da via. X . interestadual e internacional de passageiros.nome. estadual e no CNPJ. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. O Bilhete de Passagem Aquaviário. modelo 14. as vias do documento terão a seguinte destinação: I . impressos tipograficamente. § 1º No caso de cancelamento de bilhete de passagem. impressos tipograficamente. 2 (duas) vias.2ª via) será entregue ao passageiro. no mínimo. posto ou veículo que efetuou a venda. Art. 111. será utilizado pelo transportador que executar transporte aquaviário intermunicipal. O Bilhete de Passagem Aquaviário será de tamanho não inferior a 52 X 74mm. 107.local onde for emitido o bilhete. subsérie e número da via. IX . e conterá as seguintes indicações: I .local ou respectivo código da matriz. O Bilhete de Passagem Rodoviário será emitido antes do início da prestação do serviço em. interestadual e internacional de passageiros. que deverá conservá-la durante a viagem.identificação do emitente: nome. V . impressos tipograficamente.2ª via) ficará em poder do emitente. impressos tipograficamente. agência. IV . III . havendo direito à restituição do valor ao usuário. e conterá as seguintes indicações: I .observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". CAPÍTULO VIII Do Bilhete de Passagem Aquaviário Art. nos casos de cancelamento previstos neste Capítulo. II . Art. O Bilhete de Passagem Rodoviário. 109.valor do serviço prestado e acréscimos a qualquer título. II . § 2º A via destinada ao passageiro não poderá ser retida pela empresa transportadora. impressa tipograficamente.percurso. estadual e no CNPJ. IX .1ª via) será entregue ao passageiro. V . modelo 13. § 2º Os bilhetes cancelados deverão constar em demonstrativo para fins de dedução no final do período de apuração. do impressor do documento.Art. impressos tipograficamente.identificação do emitente: nome.denominação: Bilhete de Passagem Rodoviário.Parte 1 . data e quantidade de impressão.valor total da prestação.data da emissão e data e hora do embarque. VIII .valor do serviço prestado e os acréscimos a qualquer título. impressos tipograficamente. IV . que deverá conservá-la durante a viagem. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. VI . 110. § 1º Na hipótese de emissão por processamento eletrônico de dados. as quais terão a seguinte destinação: I .RICMS (Decreto nº 43. endereço e números de inscrição. data e quantidade de impressão. com a devida justificativa. para exibição ao Fisco. Art.data da emissão e data e hora do embarque. estadual e no CNPJ. série. impressa tipograficamente.número de ordem. endereço e números de inscrição.observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". 108. impressa tipograficamente. filial. série. ressalvada a hipótese de substituição do bilhete por outro.1ª via) ficará em poder do emitente. posto ou veículo onde for emitido o bilhete. impressa tipograficamente. para exibição ao Fisco.080/2002) Anexo V .percurso. do impressor do documento. III . números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. VII . VI . II .(s) 107 a 111 CAPÍTULO VII Do Bilhete de Passagem Rodoviário Art. VIII . será utilizado pelo transportador que prestar serviço de transporte rodoviário intermunicipal. endereço e números de inscrição.valor total da prestação. o documento fiscal deverá conter assinatura e identificação do adquirente que solicitou o cancelamento e do responsável pela agência. endereço e números de inscrição.denominação: Bilhete de Passagem Aquaviário. O Bilhete de Passagem Rodoviário será de tamanho não inferior a 52 X 74mm. II . X .nome. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. estadual e no CNPJ.

Parte 1 . de combustíveis líquidos ou gasosos e de produtos químicos ou petroquímicos.valor do serviço prestado e acréscimos a qualquer título. mediante autorização do Fisco. no final do período de apuração. data e quantidade de impressão. que deverá conservá-la durante a viagem. modelo 16. impressa tipograficamente. VII . do impressor do documento. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. O Bilhete de Passagem Aquaviário será emitido antes do início da prestação do serviço em. do emitente.RICMS (Decreto nº 43. endereço e números de inscrição. VII . II . não forem conhecidos os dados relativos a peso. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.assinatura do emitente e do destinatário. emita Nota Fiscal de Serviço de Transporte. e a indicação de que a sua emissão ocorreu na forma deste Capítulo. V .observação: "O passageiro manterá em seu poder este bilhete para fins de fiscalização em viagem". III . inicial e final. que deverá conservá-la durante a viagem. 2 (duas) vias.identificação do emitente: nome. estadual e no CNPJ.Art. III . e conterá as seguintes indicações: I . números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. Em substituição ao Bilhete de Passagem Ferroviário. Art.1ª via) ficará em poder do emitente. será utilizada no transporte de carga. impressos tipograficamente. o transportador poderá emitir documento simplificado de embarque de passageiro. endereço e números de inscrição. as quais terão a seguinte destinação: I .(s) 112 a 119 Art 112. II . impressos tipograficamente. data e quantidade de impressão. Art. interestadual e internacional de passageiros. valor e natureza da carga e quantidade expressa na unidade de medida correspondente. II . X . Autorização de Carregamento e Transporte será de tamanho não inferior a 150 X 210mm. com base em controle diário de renda auferida por estação. distância e valor da prestação do serviço.nome. impressa tipograficamente. desde que.2ª via) será entregue ao passageiro.2ª via) será entregue ao passageiro. V . no mínimo. 72 .nome. no mínimo. O Bilhete de Passagem Ferroviário. endereço e números de inscrição. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. CAPÍTULO X Da Autorização de Carregamento e Transporte Art. 114. Art. II . impressa tipograficamente. estadual e no CNPJ. subsérie e número da via.local da emissão. § 2º Na autorização de carregamento deverão ser anotados o número. IX .denominação: Bilhete de Passagem Ferroviário.local e data da emissão. subsérie e data do CTRC correspondente.indicação relativa ao consignatário.número de ordem. para exibição ao Fisco. as quais terão a seguinte destinação: I . CAPÍTULO IX Do Bilhete de Passagem Ferroviário Art.nome. estadual e no CNPJ. a granel. 113. do impressor do documento.denominação: Autorização de Carregamento e Transporte. endereço e números de inscrição. do remetente e do destinatário.1ª via) ficará em poder do emitente.número de ordem. 118. impressos tipograficamente.data da emissão e data e hora do embarque. impressos tipograficamente. será utilizado pelo transportador que prestar serviço de transporte ferroviário intermunicipal. série.percurso. IX . impressos tipograficamente. quando. Art.nome. horários e quilometragem. no momento da contratação do serviço. 116. IV . VIII . 2 (duas) vias. VI .valor total da prestação.locais de carga e descarga com as respectivas datas. subsérie e número da via. VI . série. modelo 24.número da nota fiscal. para exibição ao Fisco. e conterá as seguintes indicações: I . 117. endereço e números de inscrição. 115. O Bilhete de Passagem Ferroviário será emitido antes do início da prestação do serviço em. VIII . estadual e no CNPJ. X .080/2002) Anexo V . série. impressos tipograficamente. estadual e no CNPJ. A Autorização de Carregamento e Transporte. O Bilhete de Passagem Ferroviário será de tamanho não inferior a 52 X 74mm. IV . § 1º A utilização da autorização de carregamento não dispensa a posterior emissão do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas (CTRC).

no mínimo. será considerada a data da emissão da autorização de carregamento. endereço e números de inscrição. O Despacho de Transporte será emitido antes do início da prestação do serviço.2ª via) acompanhará o transporte e será recolhida pelo Fisco. estadual e no CNPJ.RICMS (Decreto nº 43. em. 121. IV . IV .Art. que visará a 1ª (primeira) via.identificação do transportador: nome. 120. O Despacho de Transporte conterá as seguintes indicações: I .denominação: Despacho de Transporte. Art. X . individualizado para cada veículo.3ª via) presa ao bloco.procedência.5ª via) acompanhará o transporte. as quais terão a seguinte destinação: I . somente será permitida a adoção do despacho de transporte se a empresa contratante possuir estabelecimento inscrito no Estado. que visará a 1ª (primeira). V . no momento do retorno da 1ª (primeira) via deste documento. modelo 17. V . II . Art. subsérie e número da via.assinatura do transportador. 73 . série.3ª via) será entregue ao destinatário. 124. VIII . Art.acompanharão o transporte. XI . Art. A Autorização de Carregamento e Transporte será emitida antes do início da prestação do serviço em. Parágrafo único. no mínimo. matrícula no Instituto de Administração Financeira da Previdência e Assistência Social (IAPAS). impressa tipograficamente. endereço e números de inscrição.destino. para o efeito de apropriação do crédito do imposto retido. valor e natureza da carga e quantidade expressa na unidade de medida correspondente.nome. 123. VI . 6 (seis) vias. número do certificado do veículo. 122 O Despacho de Transporte. as quais terão a seguinte destinação: I .identificação do emitente: nome. 119. será enviada à empresa contratante. CPF. data e quantidade de impressão. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. XII . II . será emitido pela empresa transportadora que contratar transportador autônomo.cálculo do frete pago ao transportador: valor do frete. XIII .1ª via) acompanhará o transporte e retornará ao emitente para emissão do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. havendo necessidade de utilização de via adicional da autorização de carregamento. após o transporte. estadual e no CNPJ. cujo prazo não poderá ser superior a 10 (dez) dias.informações relativas ao conhecimento originário e número de cargas desmembradas. 126. VII . do impressor do documento. impressos tipograficamente. com destino à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio. IAPAS reembolsado.valor do ICMS retido.local e data da emissão. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. número da carteira de habilitação e endereço completo. impressos tipograficamente. devendo ser arquivada juntamente com a via fixa do conhecimento.número de ordem. XIV . III . Na prestação interestadual. Para os fins de apuração e recolhimento do imposto.Parte 1 . para complementar a prestação do serviço cujo preço tenha sido cobrado até o destino.assinatura do emitente. O transportador deverá emitir o Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas correspondente à Autorização de Carregamento e Transporte. sendo a 2ª (segunda) recolhida pelo Fisco.1ª e 2ª vias . para controle do Fisco do Estado de destino. para os efeitos do inciso V do caput do artigo 272 da Parte 1 do Anexo IX. a mesma poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª (primeira) via do documento. IX .remetente. 125. XV .6ª via) presa ao bloco. III . Art. 3 (três) vias.número da nota fiscal. a 1ª (primeira) via do documento. VI . que substituirá o Conhecimento de Transporte.4ª via) será entregue ao remetente. Art.080/2002) Anexo V . CAPÍTULO XI Do Despacho de Transporte Art. impressos tipograficamente. placa do veículo/UF.(s) 119 a 126 Art. II . Nas prestações de serviço de transporte de mercadoria alcançada por benefício fiscal. Quando for contratada complementação de transporte por empresa transportadora estabelecida fora do Estado. IR-Fonte e valor líquido pago.

no livro Registro de Saídas. 4º.Redação dada pelo art. § 2º Os demonstrativos de vendas de bilhetes. observadas as normas deste Capítulo.(s) 127 a 131 CAPÍTULO XII Do Resumo de Movimento Diário (368) Art. será emitido pelo estabelecimento que prestar serviço de transporte intermunicipal. sendo obrigatório o procedimento previsto nos §§ 1º e 2º deste artigo Art. filiais ou veículos.identificação do estabelecimento centralizador: nome. englobando todas as prestações do contribuinte. os números inicial e final dos bilhetes e o local onde serão emitidos. ambos do Dec. 127. 2 (duas) vias. X . O Resumo de Movimento Diário. 127. e pelo número das voltas a 0 (zero). e os artigos 21 e 22 da Parte 1 do Anexo VI. O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao da ocorrência do fato gerador. Parágrafo único.Art. 130. subsérie e número da via. postos. estadual e no CNPJ. o Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido apenas pelo estabelecimento centralizador. XIII . 2º. com base em demonstrativo de venda de bilhetes. impressos tipograficamente. estadual e no CNPJ. V . No caso de uso de catraca.1ª via) para escrituração do livro Registro de Saídas.Parte 1 . O Resumo de Movimento Diário. utilizados como suporte para elaboração do resumo. interestadual e internacional e que possuir inscrição única.1ª via) será enviada pelo emitente ao estabelecimento centralizador.identificação do emitente: nome. ________________________________ (368) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . endereço e números de inscrição. em. no livro Registro de Saídas.080/2002) Anexo V . II . as quais terão a seguinte destinação: I . o estabelecimento remetente deverá anotar no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. endereço e números de inscrição. série. ainda que situada fora do Estado.2ª via) para exibição ao Fisco. XII . dos documentos emitidos pelas agências. Art.valores fiscais sem débito do imposto: isento ou não tributado e outros. o número de ordem do Resumo de Movimento Diário. II . postos.campo "observações". VI .numeração. O Resumo de Movimento Diário será de tamanho não inferior a 210 X 295mm. Parágrafo único.denominação: Resumo de Movimento Diário.2ª via) ficará em poder do emitente. endereço e números de inscrição. VII . usuária de ECF. II. modelo 18.Redação original: "Art. XI . e conterá as seguintes indicações: I . a indicação prevista no inciso VI do caput deste artigo será substituída pelos números registrados na primeira e na última viagem. o Resumo de Movimento Diário será emitido diariamente pelo estabelecimento centralizador. emitido por qualquer posto de venda. do impressor do documento. IV . e deverão ser conservados pelo prazo previsto no § 1º do artigo 96 deste Regulamento. que terão a seguinte destinação: I . no mínimo. e enviado pelo estabelecimento emitente para o estabelecimento centralizador. impressa tipograficamente. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. alíquota e imposto debitado. terão numeração e seriação controladas pela empresa. II . usuária de ECF. Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . especialmente o § 3º do artigo 130 e o parágrafo único do artigo 133. filiais ou veículos. 2 (duas) vias.número de ordem. § 3º Na hipótese de empresa prestadora de serviço de transporte rodoviário de passageiros. interestadual e internacional e que possuir inscrição centralizada.data da emissão do documento. dos documentos emitidos pelas agências. O Resumo de Movimento Diário deverá ser emitido em. no prazo de 3 (três) dias. Na hipótese de o transportador de passageiros remeter blocos de bilhetes de passagem para serem emitidos em outra localidade. IX .RICMS (Decreto nº 43. para escrituração no livro Registro de Saídas. contado da data de sua emissão. de 05/01/2005 74 . VIII . no mínimo. estadual e no CNPJ. para fins de escrituração. III . § 1º As empresas de transporte de passageiros poderão emitir o resumo no estabelecimento centralizador.codificação: contábil e fiscal. Na hipótese de empresa prestadora de serviço de transporte rodoviário de passageiros. 131." Art.nome. e número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido.950. que deverá ser mantido à disposição do Fisco. e vigência estabelecida pelo art. série e subsérie dos documentos emitidos e denominação do documento.soma dos valores mencionados nos incisos IX e X deste caput .valores fiscais: base de cálculo. Art. para fins de escrituração. modelo 18.valor contábil. para exibição ao Fisco. data e quantidade de impressão. 129. nº 43. será emitido pelo estabelecimento que prestar serviço de transporte intermunicipal. impressos tipograficamente. 128. impressos tipograficamente.

Art. em retorno.quantidade de volumes a ser apanhada. a emissão da Ordem de Coleta de Cargas. "b".OTM. a requerimento do interessado. seja matriz. impressos tipograficamente. modelo 20. impressos tipograficamente. para emissão obrigatória do conhecimento de transporte. estadual e no CNPJ. III . usuária de ECF.via) será entregue ao remetente da mercadoria ou bem. observadas as normas deste Capítulo. A Administração Fazendária (AF) poderá dispensar. e os artigos 21 e 22 da Parte 1 do Anexo VI. desde o endereço do remetente até o do transportador. IV . e vigência estabelecida pelo art. devendo ser arquivada após a emissão do respectivo conhecimento de transporte. ________________________________ (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . endereço e números de inscrição. CAPÍTULO XIII Da Ordem de Coleta de Cargas (1610) Art.080/2002) Anexo V . I. e vigência estabelecida pelo art. para emissão obrigatória do Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. agência ou posto. número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido. I. desde que a coleta seja efetuada no município da sede do transportador. o Resumo de Movimento Diário para escrituração no livro Registro de Saídas e. II . Efeitos de 15/12/2002 a 17/03/2010 . e conterá as seguintes indicações: I . O Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas . VIII .CTMC (171) (171) Art.” Parágrafo único.Art. englobando todas as prestações do contribuinte. subsérie e número da via.Redação original: “Art.CMTC.(s) 132 a 136-A Art. do endereço do remetente até o do transportador.número de ordem. nº 43. IX .assinatura do recebedor. nº 45. 136. A Ordem de Coleta de Cargas será de tamanho não inferior a 148 X 210mm. II . A Ordem de Coleta de Cargas será emitida em. VII . que executar serviço de transporte Intermunicipal. III.RICMS (Decreto nº 43. 4º.identificação do emitente: nome. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . estadual e no CNPJ.denominação: Ordem de Coleta de Cargas. 4º. será utilizada pelo estabelecimento transportador que prestar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente e destina-se a acobertar a prestação de serviço. filial. III . data e quantidade de impressão. do endereço do remetente até o do transportador. 133. interestadual e internacional de cargas. no mínimo. 6º. será utilizado pelo Operador de Transporte Multimodal . endereço e números de inscrição. do impressor do documento. desde a origem até o destino. 2º. ao estabelecimento centralizador. 75 . A Ordem de Coleta de Cargas. e destina-se a acobertar a prestação de serviço. Na hipótese de empresa prestadora de serviço de transporte rodoviário de passageiros. O estabelecimento emitente localizado fora do Estado deverá remeter. será utilizada pelo estabelecimento transportador que prestar serviço de coleta de cargas no endereço do remetente. impressos tipograficamente. especialmente o parágrafo único do artigo 129 e o § 3º do artigo 130. III.Redação dada pelo art. emitirá o Resumo de Movimento Diário. números de ordem do primeiro e do último documento impressos e respectivas série e subsérie. 3 (três) vias. de 17/03/2010.local e data da emissão. 134.número e data do documento fiscal que acompanhar a mercadoria ou bem. 134. contado da data da sua emissão. após esgotados. VI . Art. no qual será anotado o número da respectiva ordem de coleta. as quais terão a seguinte destinação: I . a emissão do Resumo de Movimento Diário será feita apenas pelo estabelecimento centralizador.3ª via) presa ao bloco. em veículo próprio. ambos do Dec. modelo 26. no prazo de 5 (cinco) dias.2ª .Acrescido pelo art.Parte 1 .1ª via) acompanhará a mercadoria ou bem coletados. Art. e a mercadoria ou bem estejam acompanhados de nota fiscal com indicação do transportador como responsável pelo serviço. modelo 20. os blocos de passagens para serem arquivados. de acordo com a distribuição efetuada pelo estabelecimento centralizador e registrada no livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências. utilizando duas ou mais modalidades de transporte. impressa tipograficamente. (171) CAPÍTULO XIV Do Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas .738 de 05/02/2004.328. no qual será anotado o número da respectiva ordem de coleta. série.identificação do cliente: nome e endereço. V . 135. 136-A. afretado ou por intermédio de terceiros sob sua responsabilidade. Parágrafo único. Ordem de Coleta de Cargas. ambos do Dec.nome. 132. Cada estabelecimento.

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 1 - Art.(s) 136-B a 136-E

(171) Art. 136-B. O CTMC conterá, no mínimo, as seguintes indicações: (171) I - a denominação: “Conhecimento de Transporte Multimodal de Cargas”; (171) II - espaço para código de barras; (171) III - o número de ordem, a série e subsérie e o número da via; (171) IV - a natureza da prestação do serviço, o Código Fiscal de Operações e Prestações -CFOP e o Código da Situação Tributária; (171) V - o local e a data da emissão; (171) VI - a identificação do emitente: o nome, o endereço e os números de inscrição, na unidade federada e no CNPJ; (171) VII - do frete: pago na origem ou a pagar no destino; (171) VIII - dos locais de início e término da prestação multimodal, município e UF; (171) IX - a identificação do remetente: o nome, o endereço e os números de inscrição, na unidade federada e no CNPJ ou CPF; (171) X - a identificação destinatário: o endereço e os números de inscrição, na unidade federada e no CNPJ ou CPF; (171) XI - a identificação do consignatário: o nome, o endereço e os números de inscrição, na unidade federada e no CNPJ ou CPF; (171) XII - a identificação do redespacho: o nome, o endereço e os números de inscrição, na unidade federada e no CNPJ ou CPF; (171) XIII - a identificação dos modais e dos transportadores: o local de início, de término e da empresa responsável por cada modal; (171) XIV - a mercadoria transportada: natureza da carga, espécie ou acondicionamento, quantidade, peso em quilograma (kg), metro cúbico (m3) ou litro (l), o número da nota fiscal e o valor da mercadoria; (171) XV - a composição do frete de modo que permita a sua perfeita identificação; (171) XVI - o valor total da prestação; (171) XVII - o valor não tributado; (171) XVIII - a base de cálculo do ICMS; (171) XIX - a alíquota aplicável; (171) XX - o valor do ICMS; (171) XXI - a identificação do veículo transportador: deverá ser indicada a placa do veículo tracionado, do reboque ou semireboque e a placa dos demais veículos ou da embarcação, quando houver; (171) XXII - no campo “INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES”: outros dados de interesse do emitente; (171) XXIII - no campo “RESERVADO AO FISCO”: indicações estabelecidas na legislação e outras de interesse do fisco; (171) XXIV - a data, a identificação e a assinatura do expedidor; (171) XXV - a data, a identificação e a assinatura do Operador do Transporte Multimodal; (171) XXVI - a data, a identificação e a assinatura do destinatário; (171) XXVII - o nome, o endereço e os números de inscrição, na unidade federada e no CNPJ, do impressor do documento, a data e a quantidade de impressão, o número de ordem do primeiro e do último documento impresso e as respectivas série e subsérie e o número da autorização para impressão dos documentos fiscais. (171) § 1º As indicações dos incisos I, III, VI e XXVII serão impressas. (171) § 2º O CTMC será de tamanho não inferior a 21,0 x 29,7 cm, em qualquer sentido. (171) § 3º No transporte de carga fracionada ou na unitização da mercadoria, serão dispensadas as indicações do inciso XXI deste artigo, bem como as vias dos conhecimentos mencionadas no inciso III do art. 136D e a via adicional prevista no art. 136E, desde que seja emitido o Manifesto de Carga, mod. 25, de que trata o art. 85 desta Parte. (171) Art. 136-C. O CTMC será emitido antes do início da prestação do serviço, sem prejuízo da emissão do Conhecimento de Transporte correspondente a cada modal. (171) Parágrafo único. A prestação do serviço deverá ser acobertada pelo CTMC e pelos Conhecimentos de Transporte correspondente a cada modal. (171) Art. 136-D. Na prestação de serviço para destinatário localizado na mesma unidade federada de início do serviço, o CTMC será emitido, no mínimo, em 4 (quatro) vias, que terão a seguinte destinação: (171) I - a 1ª via será entregue ao tomador do serviço; (171) II - a 2ª via ficará fixa ao bloco para exibição ao fisco; (171) III - a 3ª via terá o destino previsto na legislação da unidade federada de início do serviço; (171) IV - a 4ª via acompanhará o transporte até o destino, podendo servir de comprovante de entrega. (171) Art. 136-E. Na prestação de serviço para destinatário localizado em unidade federada diversa a do início do serviço, o CTMC será emitido com uma via adicional (5ª via), que acompanhará o transporte para fins de controle do fisco do destino. (171) § 1º Poderá ser acrescentada via adicional, a partir da 4ª ou 5ª via, conforme o caso, a ser entregue ao tomador do serviço no momento do embarque da mercadoria, a qual poderá ser substituída por cópia reprográfica da 4ª via do documento. (171) § 2º Nas prestações de serviço de transporte de mercadorias abrangidas por benefícios fiscais, com destino à Zona Franca de Manaus, havendo necessidade de utilização de via adicional do CTMC, esta poderá ser substituída por cópia reprográfica da 1ª via do documento.

________________________________ (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 - Acrescido pelo art. 4º, III, e vigência estabelecida pelo art. 6º, I, "b", ambos do Dec. nº 43.738 de 05/02/2004. 76

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Anexo V - Parte 1 - Art.(s) 136-F a 138

(171) Art. 136-F. Nas prestações internacionais poderão ser exigidas tantas vias do CTMC, quantas forem necessárias para o controle dos demais órgãos fiscalizadores. (171) Art. 136-G. Quando o Operador de Transporte Multimodal - OTM utilizar serviço de terceiros, deverão ser adotados os seguintes procedimentos: (171) I - o terceiro que receber a carga: (171) a) emitirá conhecimento de transporte, lançando o frete e o imposto correspondente ao serviço que lhe couber executar, informando de que se trata de serviço multimodal e a razão social e os números de inscrição na unidade federada e no CNPJ do OTM; (171) b) anexará a 4ª via do conhecimento de transporte emitido na forma da alínea anterior, à 4ª via do conhecimento emitido pelo OTM, os quais acompanharão a carga até o seu destino; (171) c) entregará ou remeterá a 1ª via do conhecimento de transporte, emitido na forma da alínea “a” deste inciso, ao OTM no prazo de 5 (cinco) dias, contados da data do recebimento da carga; (171) II - o Operador de Transportador Multimodal de cargas: (171) a) anotará na via do conhecimento que ficará em seu poder, o nome do transportador, o número, a série e subsérie e a data do conhecimento referido na alínea “a” do inciso I, deste artigo; (171) b) arquivará em pasta própria os conhecimentos recebidos para efeito de comprovação de crédito do ICMS, quando for o caso.

TÍTULO III DOS DOCUMENTOS FISCAIS RELATIVOS ÀS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO CAPÍTULO I Da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação
Art. 137. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação, modelo 21, será utilizada por qualquer estabelecimento que prestar serviço de comunicação. Art. 138. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será de tamanho não inferior a 148 X 210mm, e conterá as seguintes indicações: I - denominação: Nota Fiscal de Serviço de Comunicação, impressa tipograficamente; II - número de ordem, série, subsérie e número da via, impressos tipograficamente; III - natureza da prestação do serviço, acrescida do respectivo código fiscal; IV - data da emissão; V - identificação do emitente: nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, impressos tipograficamente; VI - identificação do destinatário: nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ ou CPF; VII - discriminação do serviço prestado, de modo que permita sua perfeita identificação; VIII - valor do serviço prestado e outros valores cobrados a qualquer título; IX - valor total da prestação; X - base de cálculo do ICMS; XI - alíquota aplicável; XII - valor do ICMS; XIII - data ou período da prestação do serviço; XIV - nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do impressor da nota, data e quantidade de impressão, números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectivas série e subsérie, número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido, impressos tipograficamente; (357) XV - a chave de codificação digital prevista no inciso IV do caput do art. 40-B da Parte 1 do Anexo VII, quando emitida em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos do Capítulo V-A da Parte 1 do referido Anexo. (357) § 1º As Notas Fiscais de Serviço de Comunicação serão numeradas, em ordem crescente e consecutiva, de 000.000.001 a 999.999.999. (357) § 2º A chave de codificação digital a que se refere o inciso XV do caput deverá ser impressa no sentido horizontal, de forma clara e legível, com a formatação “XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX”, próxima ao valor total da prestação, em campo de mensagem de área mínima de 12 cm², identificado com a expressão “Reservado ao Fisco”.

________________________________ (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 - Acrescido pelo art. 4º, III, e vigência estabelecida pelo art. 6º, I, "b", ambos do Dec. nº 43.738 de 05/02/2004. (357) Efeitos a partir de 1º/01/2005 - Acrescido pelo art. 2º, VI, e vigência estabelecida pelo art. 4º, V, "a", ambos do Dec. nº 43.943, de 29/12/2004. 77

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Anexo V - Parte 1 - Art.(s) 139 a 143

Art. 139. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação poderá servir como fatura, feita a inclusão dos elementos necessários, caso em que a denominação passará a ser Nota Fiscal-Fatura de Serviço de Comunicação. Art. 140. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será emitida, nas prestações internas, em, no mínimo, 2 (duas) vias, e, nas prestações interestaduais, em, no mínimo, 3 (três) vias, as quais terão a seguinte destinação: I - 1ª via) será entregue ao usuário do serviço; II - 2ª via: a) presa ao bloco, nas prestações internas; b) controle do Fisco da unidade da Federação de destino, nas prestações interestaduais; III - 3ª via) presa ao bloco, nas prestações interestaduais. (357) Parágrafo único. Nas operações internas, fica dispensada a emissão da 2ª via da Nota Fiscal de Serviço de Comunicação, desde que o contribuinte faça sua emissão em em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos do Capítulo V-A da Parte 1 do Anexo VII. Art. 141. A Nota Fiscal de Serviço de Comunicação será emitida no ato da prestação do serviço. Parágrafo único. Na impossibilidade de emissão de Nota Fiscal de Serviço de Comunicação para cada um dos serviços prestados, estes poderão ser englobados em um único documento para cada destinatário, abrangendo período nunca superior ao fixado para apuração do imposto.

CAPÍTULO II Da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações
Art. 142. A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações, modelo 22, será utilizada por qualquer estabelecimento que prestar serviços de telecomunicações. Art. 143. Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será de tamanho não inferior a 150 X 90mm e conterá as seguintes indicações: I - denominação: Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações, impressa tipograficamente; II - número de ordem, série e subsérie e número da via, impressos tipograficamente; III - classe do usuário do serviço: residencial ou não residencial; IV - identificação do emitente: nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, impressos tipograficamente; V - identificação do usuário: nome e endereço; VI - discriminação do serviço prestado de modo que permita sua perfeita identificação; VII - valor do serviço prestado e outros valores cobrados a qualquer título; VIII - valor total da prestação; IX - base de cálculo do ICMS; X - alíquota aplicável; XI - valor do ICMS; XII - data ou período da prestação do serviço; XIII - nome, endereço e números de inscrição, estadual e no CNPJ, do impressor da nota, data e quantidade de impressão, números de ordem da primeira e da última nota impressas e respectivas série e subsérie, número e data da AIDF e identificação da Administração Fazendária (AF) que a houver concedido, impressos tipograficamente; (357) XIV - a chave de codificação digital prevista no inciso IV do caput do art. 40-B da Parte 1 do Anexo VII, quando emitida em em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados, nos termos do Capítulo V-A da Parte 1 do referido Anexo. § 1º A nota fiscal poderá servir como fatura, feita a inclusão dos elementos necessários, caso em que a denominação passará a ser Nota Fiscal-Fatura de Serviço de Telecomunicações. § 2º A critério da Secretaria de Estado da Fazenda, poderá ser dispensada a AIDF e a indicação da série e subsérie para a Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações. (357) § 3º As Notas Fiscais de Serviço de Telecomunicações serão numeradas, em ordem crescente e consecutiva, de 000.000.001 a 999.999.999. (357) § 4º A chave de codificação digital a que se refere o inciso XIV do caput deverá ser impressa no sentido horizontal, de forma clara e legível, com a formatação “XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX.XXXX”, próxima ao valor total da prestação, em campo de mensagem de área mínima de 12 cm², identificado com a expressão “Reservado ao Fisco”.

________________________________ (357) Efeitos a partir de 1º/01/2005 - Acrescido pelo art. 2º, VI, e vigência estabelecida pelo art. 4º, V, "a", ambos do Dec. nº 43.943, de 29/12/2004. 78

A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida por serviço prestado ou no final do período de prestação do serviço. 79 . desde que não ultrapasse a 12 (doze) meses. no mínimo. de 29/12/2004.2ª via . V.ficará em poder do emitente. desde que o estabelecimento emitente mantenha em arquivo magnético ou listagem os dados relativos à nota fiscal. 2 (duas) vias. desde que o contribuinte faça sua emissão em uma única via por sistema eletrônico de processamento de dados. Parágrafo único. 144. quando este for medido periodicamente.(s) 144 e 145 Art. Em razão do pequeno valor da prestação do serviço. para exibição ao Fisco. ambos do Dec.será entregue ao usuário.RICMS (Decreto nº 43. poderá ser emitida Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações englobando os serviços prestados em mais de um período de medição. Fica dispensada a emissão da 2ª via da Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações.1ª via .Redação dada pelo art. VI. as quais terão a seguinte destinação: I .Redação original: "Parágrafo único. (356) Parágrafo único. a critério da Secretaria de Estado da Fazenda. e vigência estabelecida pelo art. 145. A Nota Fiscal de Serviço de Telecomunicações será emitida em. II . "a".943. nº 43.080/2002) Anexo V . A 2ª (segunda) via poderá ser dispensada." Art. ________________________________ (356) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . nos termos do Capítulo VA da Parte 1 do Anexo VII. 2º. mediante requerimento do interessado.Art.Parte 1 . 4º.

(1685) II . (1685) § 2º O PAFS conterá as seguintes indicações: (1685) I . Para a aquisição de formulários de segurança.080/2002) (1685) Anexo V .numeração tipográfica sequencial de 000. exclusiva por estabelecimento fabricante do formulário de segurança.Acrescido pelo art.410. conforme disposto no Convênio ICMS nº 96/09. (1685) § 2º O fabricante de formulário de segurança será credenciado pela Comissão Técnica Permanente do ICMS (COTEPE/ICMS).(s) 145-A a 145-C TÍTULO III-A (1685) DOS FORMULÁRIOS DE SEGURANÇA Capítulo I (1685) Do Formulário de Segurança (1685) (1685) Art. nos termos dos arts.001 a 999. (1685) IV .Documento Auxiliar” (FS-DA). vedada a sua reinicialização. (1685) II . (1685) § 1º A seriação do formulário de segurança utilizado para uma das finalidades descritas no art.quantidade solicitada de formulário de segurança.Parte 1 . para uso do Fisco.identificação do fabricante. I. do contribuinte e da repartição fazendária.tipo de formulário solicitado: FS-IA ou FS-DA.Art.numeração e seriação. sendo denominados “Formulário de Segurança . sendo denominados “Formulário de Segurança . 21 a 26 da Parte 1 do Anexo VII deste Regulamento. o contribuinte deverá solicitar a sua autorização mediante a apresentação do Pedido para Aquisição de Formulário de Segurança (PAFS). 80 . Os formulários de segurança serão utilizados para as seguintes finalidades: (1685) I . (1685) Capítulo II Da Autorização para Aquisição de Formulário de Segurança (1685) (1685) Art. 1º. e terão: (1685) I . em caráter tipo “leibinger”. de 24/06/2010. 4º. 145-A. (1685) V . (1685) Art. Os formulários de segurança serão fabricados em papel dotado de estampa fiscal com recursos de segurança impressos ou em papel de segurança com filigrana. e vigência estabelecida pelo art. 145-A. 145-B. nº 45. (1685) III . para uso do Fisco. corpo 12. (1685) II .número com 9 (nove) dígitos. ambos do Dec.2ª via: adquirente do formulário. É vedada a utilização de formulário de segurança em destinação diversa daquela para a qual foi autorizado.RICMS (Decreto nº 43. (1685) VIII .3ª via: fornecedor do formulário.impressão dos documentos auxiliares de documentos fiscais eletrônicos. definida no ato de seu credenciamento. de formulários de segurança fornecido. em 3 (três) vias. (1685) § 3º O PAFS será impresso em formulário de segurança. 145-C. com as seguintes destinações: (1685) I .999. deverá ser distinta da seriação daquele utilizado para a outra finalidade. inicial e final.1ª via: Fisco.quantidade autorizada de formulário de segurança. (1685) § 1º O modelo do PAFS será disponibilizado pela Comissão Técnica Permanente do ICMS (COTEPE/ICMS).000. ________________________________ (1685) Efeitos a partir de 1º/07/2010 . (1685) III . (1685) Parágrafo único.Impressor Autônomo” (FS-IA).denominação: Pedido de Aquisição de Formulário de Segurança (PAFS). (1685) II . (1685) VI . (1685) VII .999. observadas as especificações técnicas previstas em Ato Cotepe.seriação de “AA” a “ZZ”.impressão e emissão simultânea de documentos fiscais.número do pedido.

(1685) §1º Na hipótese do caput.410. contado do encerramento do exercício de apuração em que ocorreu o fato. deverão ser enfeixados em grupos uniformes de até 200 (duzentos) jogos. Módulo Controle de Documentos Fiscais Autorizados. será solicitada autorização única. observar-se-ão os seguintes procedimentos: (1685) I . 1º. (1685) §2º O uso dos formulários de segurança poderá ser estendido a estabelecimento não relacionado na correspondente autorização.Art. devendo ser comunicada eventuais alterações à Administração Fazendária (AF) de circunscrição do estabelecimento encomendante. nº 45.no caso de FS-IA. ambos do Dec. (1685) II . solicitar que o estabelecimento adquirente do formulário de segurança apresente relatório de utilização dos formulários anteriormente adquiridos. ________________________________ (1685) Efeitos a partir de 1º/07/2010 . antes de conceder a autorização de aquisição. (1685) Art. o contribuinte solicitará por meio do SIARE. o contribuinte comunicará por meio do SIARE.o fabricante fornecerá ao contribuinte. o contribuinte imprimirá o PAFS por meio do SIARE. em ordem numérica seqüencial. e vigência estabelecida pelo art. desde que situados neste Estado. após o seu recebimento.AIDF.os números de ordem dos formulários destinados aos estabelecimentos a que se refere o inciso II. e o controle de sua utilização será exercido nos estabelecimentos do encomendante e do usuário do formulário. 80/1 . Autorização para Impressão de Documento Fiscal . 145-F.RICMS (Decreto nº 43. (1685) Capítulo III Da Utilização do Formulário de Segurança (1685) (1685) Art. conforme disposto em Ato Cotepe. Módulo Controle de Documentos Fiscais Autorizados (CDFA). Os formulários de segurança.no caso de FS-DA.os dados cadastrais dos estabelecimentos usuários.a quantidade dos formulários a serem impressos e utilizados em comum. (1685) III .Parte 1 . de 24/06/2010. (1685) V . nos termos do artigo 152 do RICMS. (1685) II . com apresentação à Administração Fazendária (AF) do respectivo PAFS. 145-E. os dados dos formulários adquiridos.após a autorização da Adminsitração Fazendária (AF). (1685) III . e o encaminhará ao fornecedor do formulário de segurança para a sua entrega. 145-D. Para a obtenção da autorização para aquisição de formulários de segurança. Os formulários de segurança poderão ser utilizados por mais de um estabelecimento da mesma empresa. mediante apresentação do respectivo PAFS. desde que haja aprovação prévia da Delegacia Fiscal (DF) de sua circunscrição. permanecendo em poder do estabelecimento emitente pelo prazo de 5 (cinco) anos.Acrescido pelo art. as 1ª e 2ª vias do PAFS.o contribuinte obterá o número do PAFS junto ao fabricante do formulário de segurança e solicitará a sua autorização. junto com os formulários de segurança. indicando-se: (1685) I . por meio do Sistema Integrado de Administração da Receita (SIARE). Módulo Controle de Documentos Fiscais Autorizados. sem a informação de que trata o inciso VII do § 2º do art. I. (1685) § 1º A Administração Fazendária poderá. (1685) IV .(s) 145-D a 145-F (1685) Art. 145-C. quando inutilizados antes de se transformarem em documentos fiscais. (1685) § 2º É vedada a fabricação de FS-IA antes da autorização do PAFS. 4º.080/2002) Anexo V .

respectivamente. de 29/01/2009.11. observadas as exceções previstas no parágrafo único deste artigo. a que se refere o artigo 150 deste Regulamento. de 15/04/2004: “Art. previsto no art. IV. IV. 146. constantes da Parte 4 deste Anexo. “c”. I. 80/2 . 146. ambos do Dec. Efeitos de 1º/03/2009 a 07/10/2010 ." CAPÍTULO II Da Solicitação e da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais Art. "c". deverá entregar. I. 148. englobando os dados referentes ao período de janeiro a dezembro:” ________________________________ (225) Efeitos a partir de 16/04/2004 . 147. (1760) CAPÍTULO III Da Declaração Anual do Movimento Econômico e Fiscal Efeitos de 15/12/2002 a 07/10/2010 .37 e 06. 148.” Efeitos de 15/12/2002 a 15/04/2004 .02. e vigência estabelecida pelo art.RICMS (Decreto nº 43. modelo 06. 3º e vigência estabelecida pelo art. 3º e vigência estabelecida pelo art.Revogado pelo art. de 15/04/2004. 11.Redação original: "Art.Redação dada pelo art. nº 45. observarão os modelos 06. 146. deverá entregar.785.785.Redação dada pelo art. (1356) Efeitos a partir de 1º/03/2009 .Redação original: “Art. (1760) Efeitos a partir de 08/10/2010 . e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. observarão os modelos constantes da Parte 4 deste Anexo. 2º e vigência estabelecida pelo art. 10. ambos do Dec. nº 43. nº 43.Redação dada pelo art. "c". observadas as exceções previstas no parágrafo único deste artigo.Redação original: "Do Cartão de Inscrição Estadual" (1356) Art.02. Efeitos de 16/04/2004 a 28/02/2009 . anualmente. 5º. inclusive o produtor rural de que trata a alínea “b” do inciso II do artigo 98 deste Regulamento. ambos do Dec. O formulário Solicitação para Impressão de Documentos Fiscais (SIDF).480. constante da Parte 4 deste Anexo. 10.16. anualmente.Redação dada pelo art. em relação a cada estabelecimento. anualmente. modelo 06.Parte 1 . previstos nos artigos 102 e 118 deste Regulamento.04.04. englobando os dados referentes ao período de janeiro a dezembro. O Cartão de Inscrição de Produtor. nº 45. observadas as exceções previstas no § 1º. em relação a cada estabelecimento. nº 45. A pessoa inscrita no Cadastro de Contribuintes do ICMS.030.080/2002) Anexo V .Art. observará o modelo 06. deverá entregar. 118 deste Regulamento. a Declaração Anual do Movimento Econômico e Fiscal (DAMEF).Redação original: “Da Declaração Anual do Movimento Econômico e Fiscal.16. A pessoa inscrita no Cadastro de Contribuintes do ICMS. 3º. O Cartão de Inscrição Estadual e o Cartão de Inscrição de Produtor. I.030. do Anexo Valor Adicionado Fiscal-A e da Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais” (1760) Art.80. III.(s) 146 a 148 TÍTULO IV DOS DOCUMENTOS FISCAIS COMUNS ÀS OPERAÇÕES DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E ÀS PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE E DE COMUNICAÇÃO (225) CAPÍTULO I Do Cartão de Inscrição de Produtor Efeitos de 15/12/2002 a 15/04/2004 . 2º. A pessoa inscrita no Cadastro de Contribuintes do ICMS. ambos do Dec. de 29/01/2009: “Art. de 07/10/2010. 5º.01. e a Autorização Para Impressão de Documentos Fiscais (AIDF). 148. em relação a cada estabelecimento. englobando os dados referentes ao período de janeiro a dezembro:” Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 .

e vigência estabelecida pelo art. 5º deste Regulamento. operação de circulação de mercadoria ou prestação de serviço de transporte interestadual. (1763) Efeitos a partir de 08/10/2010 .Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais (GI/ICMS). 2º e vigência estabelecida pelo art.030.Revogado tacitamente em virtude da redação dada pelo art. III - Anexo V . 4º. 11.relativamente ao documento a que se refere o inciso II do caput deste artigo:” (373) a) Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . e vigência estabelecida pelo art. exceto o que opera no sistema de marketing porta-a-porta a consumidor final. II.080/2002) (1762) (1762) (1762) (1762) (1762) III Parágrafo único. na forma prevista no Anexo X. 148 Efeitos de 15/12/2002 a 07/10/2010 . ambos do Dec. de 07/10/2010. nº 45. nº 45.Redação original: "a) ao contribuinte enquadrado como microempresa. exceto quando realizar.ao contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS exclusivamente como depósito fechado ou unidade auxiliar. ambos do Dec. no exercício.Art. II . exceto quando realizar. O disposto no caput deste artigo não se aplica: I . de 05/01/2005.Revogado pelo art. IV e VI do caput do art. 80/3 .Acrescido pelo art.ao contribuinte enquadrado no regime de recolhimento Isento ou Imune." (1356) b) Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 . de 07/10/2010. 3º.RICMS (Decreto nº 43. (1356) Efeitos a partir de 1º/03/2009 . ou operação amparada pela não-incidência a que se referem os incisos III. nº 45. de 29/01/2009. (1763) III .ao contribuinte enquadrado no regime de recolhimento “Isento ou Imune”. (1762) Efeitos a partir de 08/10/2010 . 2º e vigência estabelecida pelo art. (1763) II . 3º.ao contribuinte inscrito neste Estado. “c”. na forma prevista no Anexo XI. I. ou operação amparada pela não-incidência a que se referem os incisos III. domiciliado em outra unidade da Federação. ambos do Dec.480.ao contribuinte inscrito neste Estado.950.480. nº 43. 5º.Redação original: “b) ao produtor rural enquadrado como microprodutor. exceto ao que opera no sistema de marketing porta-a-porta a consumidor final.à microempresa ou empresa de pequeno porte. II . durante o período.Redação original: “I . operação ou prestação sujeita à incidência do ICMS. (1763) § 2º Integram a DAMEF a Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais (GI/ICMS) e o Valor Adicionado Fiscal (VAF). ambos do Dec. Parágrafo único. domiciliado em outra unidade da Federação. IV e VI do caput do artigo 5º deste Regulamento. IV.Declaração Anual do Movimento Econômico e Fiscal (DAMEF) e respectivo anexo Valor Adicionado Fiscal A (VAF-A).Redação original: “III . ________________________________ (373) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . (1763) IV . intermunicipal ou de comunicação sujeita à incidência do ICMS.” (1356) III Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 . “ (1763) § 1º O disposto no caput deste artigo não se aplica: (1763) I .Revogado pelo art.Parte 1 . 10.

149.480. observado o disposto nos arts.Redação original: “Art. de 07/10/2010.Redação original: “Art. A DAMEF.Redação dada pelo art. na hipótese do inciso I. Além da entrega anual a que se refere o artigo anterior. nº 45.Art. 2º e vigência estabelecida pelo art. (1762) I (1762) II Efeitos de 15/12/2002 a 07/10/2010 . ressalvadas as hipóteses previstas no artigo anterior em que a entrega se dará juntamente com: I . Além da entrega anual a que se refere o artigo anterior.080/2002) Anexo V . observado o disposto nos artigos 156 a 165 desta Parte. 80/4 .Revogado tacitamente em virtude da redação dada pelo art.Parte 1 . exceto quando contribuinte prestador de serviço de transporte.” (1760) Art. 150.o pedido de baixa.” ________________________________ (1760) Efeitos a partir de 08/10/2010 . 3º. a DAMEF será entregue pelo contribuinte na hipótese de encerramento de atividade. (1762) I (1762) II Efeitos de 15/12/2002 a 07/10/2010 . na hipótese do inciso II. II . (1762) Parágrafo único. II . A DAMEF. 150. A DAMEF será preenchida com a utilização do programa “VAF” e entregue via transmissão pela internet. o VAF-A e a GI/ICMS serão entregues via transmissão pela internet.” (1760) Art.encerramento de atividades.mudança de município. os documentos serão entregues pelo contribuinte nas hipóteses de: I .(s) 149 a 151 (1760) Art. 151. juntamente com o pedido de baixa. 2º e vigência estabelecida pelo art. (1762) Efeitos a partir de 08/10/2010 . A Secretaria de Estado da Fazenda poderá estabelecer forma e local diferentes para a entrega dos documentos nas hipóteses que especificar. nº 45. 149.480. ambos do Dec. ambos do Dec.RICMS (Decreto nº 43. o VAF-A e a GI/ICMS serão entregues no prazo estabelecido pela Secretaria de Estado da Fazenda. Efeitos de 15/12/2002 a 07/10/2010 .Redação original: “Art.a alteração cadastral. de 07/10/2010. na hipótese de encerramento de atividade. 156 a 165 desta Parte. A DAMEF será entregue no prazo estabelecido em portaria da Subsecretaria da Receita Estadual ou. 151. 3º. Parágrafo único.

empresa de pequeno porte. ambos do Dec. 2º. 2º. de 03/12/2004: “II . quando se tratar de empresa de pequeno porte. I.” (1025) II .Revogado pelo art. 5º. 2º.a Declaração de Apuração e Informação do ICMS.a Declaração de Apuração e Informação do ICMS. I. quando se tratar de empresa ou produtor rural enquadrados no regime normal de apuração do ICMS. e vigência estabelecida pelo art.” Efeitos de 15/12/2002 a 30/06/2007 . de pequenos produtores da agricultura familiar ou de garimpeiros. de 03/12/2004. IV. em relação a cada Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2009 . II. ambos do Dec. 152. O contribuinte.924.Redação original: “I .562. exceto o produtor rural inscrito no Cadastro de Produtor Rural.Redação dada pelo art. quando se tratar de contribuinte localizado em outra unidade da Federação que promova operações sujeitas à retenção do imposto em favor deste Estado. nº 44. 5º.“ Efeitos de 1º/01/2005 a 30/06/2007 .650. entregará.030.a Declaração de Apuração e Informação do ICMS. ________________________________ (342) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . enquadrada no regime de tributação previsto no Anexo X. e vigência estabelecida pelo art. e vigência estabelecida pelo art. 152 CAPÍTULO IV Da Declaração de Apuração e Informação do ICMS e da Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS Substituição Tributária (1347) Art. nº 45.a Declaração de Apuração e Informação do ICMS Complementar ao Simples Nacional (DAPI-SN) quando se tratar de microempresa ou empresa de pequeno porte. associação ou cooperativa de comerciantes ambulantes ou associação de pequenos produtores da agricultura familiar enquadradas no regime de apuração previsto no Anexo X. nº 44. (1025) Efeitos a partir de 1º/07/2007 . 5º e vigência estabelecida pelo art. nº 43. modelo 1 (DAPI 1).a Declaração de Apuração e Informação do ICMS.924.080/2002) Anexo V . quando se tratar de empresa ou produtor rural enquadrados no regime normal de apuração do ICMS. de 29/06/2007: “I . 2º. modelo 3 (DAPI 3). quando se tratar de microempresa.RICMS (Decreto nº 43. cooperativa ou associação de pequenos comerciantes.562.a Declaração de Apuração e Informação do ICMS por meio do Sistema de Apuração e Pagamento Informatizados (DAPI Simples).Redação original: "III . de 29/01/2009. II. II. Não surtiu efeitos . quando se tratar de microempresa e associação ou cooperativa de produtores artesanais. de feirantes. ambos do Dec.Redação original: “Art.” Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . quando se tratar de empresa ou produtor rural enquadrados no regime normal de apuração do ICMS e à microempresa ou empresa de pequeno porte consideradas sujeito passivo do ICMS devido a título de substituição tributária.Redação dada pelo art.a Declaração de Apuração e Informação do ICMS modelo 1 (DAPI 1). ambos do Dec. III." IV . ambos do Dec. 81 .Art. Não surtiu efeitos .Redação original: "II . modelo 2 (DAPI 2).Revogado pelo art." (342) III Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 .A Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS Substituição Tributária (GIA-ST).Parte 1 . nº 44. (1347) Efeitos a partir de 1º/03/2009 . de 29/06/2007: “II . modelo 1 (DAPI 1). em relação a cada estabelecimento:” (1025) I . 4º. nº 43. de comerciantes ambulantes. 10. de 07/11/2007. enquadradas no regime previsto no Anexo X.Redação dada pelo art. 152.Redação dada pelo art. de produtores artesanais. 14. 6º. 4º. e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art. estabelecimento: O contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do ICMS entregará.

ambos do Dec.Acrescido pelo art. III .até o dia 04 (quatro) do mês subseqüente ao da apuração: a) pela indústria de bebidas e do fumo. 13. b) pelo laticínio. b) pelo extrator de substâncias minerais ou fósseis.Parte 1 . inclusive hipermercados. exceto de combustíveis de origem vegetal. 14.650. de cigarros. de 29/06/2007: “e) pela microempresa ou empresa de pequeno porte consideradas sujeito passivo do ICMS devido a título de substituição tributária.Art. b) pelo atacadista ou distribuidor de bebidas. exceto aéreo. c) pela cooperativa de produtores de leite. II. V . c) pela indústria de combustíveis e lubrificantes. supermercados e lojas de departamentos.” ________________________________ (1031) Efeitos a partir de 1º/07/2007 . (1031) e) Não surtiu efeitos .080/2002) Anexo V . II. fumo em folha e artigos de tabacaria e de combustíveis e lubrificantes. d) pelas empresas de táxi aéreo e congêneres. IV . b) pelo prestador de serviço de comunicação na modalidade de telefonia.Revogado pelo art. exceto na modalidade de telefonia. e vigência estabelecida pelo art.562. 152 § 1º A DAPI 1 será entregue: I . VI . 2º. de 07/11/2007. c) pelo prestador de serviço de comunicação. 82 .RICMS (Decreto nº 43. II .até o dia 15 (quinze) do mês subseqüente ao da apuração: a) pelas demais indústrias não especificadas neste parágrafo. nº 44. exceto empresa de táxi aéreo.até o dia 08 (oito) do mês subseqüente ao da apuração: a) pelo gerador ou distribuidor de energia elétrica e de gás canalizado. 5º. b) pela CONAB/PGPM.até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao da apuração: a) pelo prestador de serviço de transporte aéreo. II. d) pelo produtor rural. b) pelos varejistas. nº 44.até o dia 20 (vinte) do mês subseqüente ao da apuração: a) pelo frigorífico e abatedor de aves e de outros animais. ambos do Dec.até o dia 09 (nove) do mês subseqüente ao da apuração: a) pelos demais atacadistas não especificados neste parágrafo. e vigência estabelecida pelo art. c) pelo prestador de serviço de transporte.

até o dia 17 (dezessete): empresa com núcleo de inscrição estadual final 1.Redação dada pelo art. III . VIII .Parte 1 . ambos do Dec. 5º. IV . VII . por meio de estabelecimento centralizador. nº 44. VI .até o dia 21 (vinte e um): empresa com núcleo de inscrição estadual final 5. VIII .até o dia 22 (vinte e dois): empresa com núcleo de inscrição estadual final 6. VI .Revogado pelo art.Revogado pelo art. IX .até o dia 21 (vinte e um): empresa com núcleo de inscrição estadual final 5. 2º. ambos do Dec.até o dia 25 (vinte e cinco): empresa com núcleo de inscrição estadual final 9. transmitirá a Declaração de Apuração e Informação do ICMS (DAPI) englobando os dados relativos aos seus estabelecimentos situados no Estado. e vigência estabelecida pelo art. III . ambos do Dec.até o dia 18 (dezoito): empresa com núcleo de inscrição estadual final 2. § 5º O contribuinte enquadrado no regime de recolhimento Isento ou Imune entregará a DAPI 1 somente quando realizar operações ou prestações sujeitas ao recolhimento do imposto. 14. II . VII .até o dia 24 (vinte e quatro): empresa com núcleo de inscrição estadual final 8.” § 3º A Guia Nacional de Informação e Apuração do ICMS Substituição Tributária (GIA-ST) será entregue até o dia 10 (dez) do mês subseqüente ao da apuração. ambos do Dec. ________________________________ (1025) Efeitos a partir de 1º/07/2007 .RICMS (Decreto nº 43. observada a seguinte escala:” Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 .Art.até o dia 20 (vinte): empresa com núcleo de inscrição estadual final 4. I.até o dia 18 (dezoito): empresa com núcleo de inscrição estadual final 2. II. e vigência estabelecida pelo art. 83 . o contribuinte. V .até o dia 19 (dezenove): empresa com núcleo de inscrição estadual final 3.até o dia 22 (vinte e dois): empresa com núcleo de inscrição estadual final 6. de 29/06/2007: “I II III IV VVI VII VIII IX X -“ Efeitos de 15/12/2002 a 30/06/2007 . II . de 07/11/2007. 2º. § 6º Em se tratando de escrituração centralizada. 6º. IX .650. e vigência estabelecida pelo art.até o dia 23 (vinte e três): empresa com núcleo de inscrição estadual final 7. 6º.até o dia 24 (vinte e quatro): empresa com núcleo de inscrição estadual final 8.080/2002) Anexo V . nº 43. 152 (1025) § 2º A DAPI-SN será entregue no mês subseqüente ao de apuração do imposto.até o dia 16 (dezesseis): empresa com núcleo de inscrição estadual final 0.até o dia 16 (dezesseis): empresa com núcleo de inscrição estadual final 0. observada a seguinte escala: Não surtiu efeitos . V . Não surtiu efeitos . IV .924. de acordo com o último número do núcleo da inscrição estadual do contribuinte.até o dia 25 (vinte e cinco): empresa com núcleo de inscrição estadual final 9.Redação original: “I . nº 44. 5º.562. § 4º As informações relativas ao ICMS relacionado com as operações internas sujeitas ao regime de substituição tributária serão lançadas na mesma DAPI utilizada para o lançamento dos dados relativos às operações próprias.Redação dada pelo art. X .até o dia 17 (dezessete): empresa com núcleo de inscrição estadual final 1. II.até o dia 19 (dezenove): empresa com núcleo de inscrição estadual final 3.Redação original: "§ 2º A DAPI 2 e a DAPI 3 serão entregues no mês subseqüente ao da apuração. nº 44. de 03/12/2004: “§ 2º A DAPI Simples será entregue no mês subseqüente ao de apuração. de 29/06/2007: “§ 2º “ Efeitos de 1º/01/2005 a 30/06/2007 . e vigência estabelecida pelo art.até o dia 23 (vinte e três): empresa com núcleo de inscrição estadual final 7. X . de acordo com o último número do núcleo da inscrição estadual do contribuinte. de acordo com o último número do núcleo da inscrição estadual do contribuinte. 4º. observada a seguinte escala:" (1025) (1025) (1025) (1025) (1025) (1025) (1025) (1025) (1025) (1025) I .562. II. I.até o dia 20 (vinte): empresa com núcleo de inscrição estadual final 4.

1º. A DAPI 1 e a GIA-ST serão preenchidas com base nos lançamentos extraídos da escrita fiscal e contábil do contribuinte. (1026) e) na entrada.o registro das entradas de mercadorias e do inventário. (1026) Efeitos a partir de 1º/07/2007 . a GIA-ST será preenchida com base nas notas fiscais emitidas no período. ambos do Dec. ainda que a apuração do período não acuse imposto a recolher. Efeitos de 1º/01/2005 a 30/06/2007 . II. A DAPI 1. ambos do Dec. II.Redação original: "Art. 2º. de lubrificante e combustível líquido ou gasoso dele derivados ou de energia elétrica. 3º. por contribuinte deste Estado.056. e vigência estabelecida pelo art. nº 43.” Efeitos de 18/07/2003 a 31/10/2003 . e vigência estabelecida pelo art. 4º.575.Acrescido pelo art. e entregues.Redação dada pelo art. de 03/12/2004: "Art. a DAPI 3 e a GIA-ST serão preenchidas com base nos lançamentos extraídos da escrita fiscal e contábil do contribuinte do ICMS. de 17/07/2003: "§ 7º O contribuinte classificado no gênero 33 do Código de Atividade Econômica constante do Anexo XIV deste Regulamento somente estará obrigado à entrega da DAPI 1 relativamente ao período em que realizar operação ou prestação sujeita ao recolhimento do imposto. 2º.a indicação do imposto devido: (1026) a) nas operações com antecipação do recolhimento. 8º. nº 43. ambos do Dec. (952) Efeitos a partir de 1º/01/2007 . 2º. II.924. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art. I. de 29/06/2005.Parte 1 . nº 44. 3º.(s) 152 a 153-A (952) § 7º O contribuinte classificado na Divisões 41 a 43 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) constante do Anexo XIV deste Regulamento somente estará obrigado à entrega da DAPI 1 relativamente ao período em que realizar operação ou prestação sujeita ao recolhimento do imposto. de 07/11/2007. ainda que a apuração do período não acuse imposto a recolher." Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . o prazo de entrega da DAPI 1 será antecipado para até a data de entrega do referido demonstrativo.Redação dada pelo art. consumo ou ativo permanente e de utilização do respectivo serviço de transporte. (1026) b) nas operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Redação dada pelo art.080/2002) Anexo V . 4º. 9º do Anexo VIII. 2º. em território mineiro. (1025) Efeitos a partir de 1º/07/2007 . nº 43. 14. ________________________________ (215) Efeitos a partir de 1º/05/2004 . quando não destinados à comercialização ou à industrialização do próprio produto. 84 . (1026) d) na entrada. a GIA-ST será preenchida com base nas notas fiscais emitidas no período. nº 43. Efeitos de 1º/01/2005 a 29/06/2005 .Redação dada pelo art. A DAPI-SN será preenchida por meio de sistema informatizado e deverá conter: (1026) I .443. de 25/07/2007.655 de 19/11/2003: “§ 7º O contribuinte classificado na Divisão 45 da Classificação Nacional de Atividades Econômicas-Fiscal (CNAE-Fiscal) constante do Anexo XIV deste Regulamento somente estará obrigado à entrega da DAPI 1 relativamente ao período em que realizar operação ou prestação sujeita ao recolhimento do imposto. 2º. de mercadoria destinada a uso. nº 44.924. 14. em decorrência de operação interestadual. decorrente de operação interestadual. e vigência estabelecida pelo art. A DAPI 1 e a GIA-ST serão preenchidas com base nos lançamentos extraídos da escrita fiscal e contábil do contribuinte do ICMS. nº 43. e vigência estabelecida pelo art.Acrescido pelo art. 3º. II. 3º e vigência estabelecida pelo art. 153.Art. (1026) c) na entrada de mercadoria ou bem importados do exterior. ambos do Dec. de 03/12/2004: “Parágrafo único. tenha-se iniciado em outra unidade da Federação e não esteja vinculada a operação ou prestação subseqüentes. (1026) II .Acrescido pelo art. nº 44. Em se tratando de microempresa ou de empresa de pequeno porte. de petróleo. em estabelecimento de contribuinte. 153-A. a DAPI 2. Em se tratando de contribuinte enquadrado no regime previsto no Anexo X. em ambos os casos.769 de 23/03/2004.650. I. e vigência estabelecida pelo art. 5º. 153. nº 44." (215) § 8º Para os efeitos do disposto no § 7º do art. ambos do Dec. (425) Art. ambos do Dec. 4º. de serviço de transporte ou de serviço oneroso de comunicação cuja prestação. ambos do Dec.Redação dada pelo art. ambos do Dec. (425) Efeitos a partir de 30/06/2005 . I. e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. I. 153." (1025) Parágrafo único. de 07/11/2007. II.” (1026) Art. e vigência estabelecida pelo art. 2º.RICMS (Decreto nº 43. nas hipóteses em que o prazo para a entrega da DAPI 1 for posterior à entrega do demonstrativo de créditos acumulados de ICMS a que se refere o mencionado dispositivo. Efeitos de 1º/11/2003 a 31/12/2006 .650. e entregues. (1026) f) na utilização.

Redação original: "Art. 154. nº 44. nº 43. II. A DAPI 1 e a GIA-ST serão entregues via transmissão pela internet.562.RICMS (Decreto nº 43. a DAPI 2. 14.” Efeitos de 1º/01/2005 a 29/06/2005 . 154. 2º.924. 3º.Art.Parte 1 . ainda que a apuração do período não acuse imposto a recolher.Redação dada pelo art." Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . 4º. no prazo de 30 (trinta) dias.650. observado o disposto nos arts. e vigência estabelecida pelo art. de 03/12/2004: "§ 1° Na impossibilidade de transmissão na forma prevista no caput deste artigo.080/2002) Anexo V . 2º. ambos do Dec. A DAPI 1." Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. 2º. 156 a 165 desta Parte. observado o disposto nos artigos 156 a 165 desta Parte. 3º. e vigência estabelecida pelo art. 1º. ambos do Dec. de 29/06/2005: “Art. II. A DAPI 1. nº 44. e vigência estabelecida pelo art. Os dados a serem importados observarão o leiaute estabelecido em arquivo disponibilizado com o programa a que se refere o caput deste artigo. Efeitos de 1º/01/2005 a 29/06/2005 . ambos do Dec. Não surtiu efeitos . ambos do Dec. nº 43. nº 44. 154. 154. 1º. na forma prevista no Anexo VII poderá importar os dados dos livros fiscais para a DAPI. e vigência estabelecida pelo art. observado o disposto nos arts. 85 . observado o disposto nos arts. II. O contribuinte autorizado a escriturar os livros fiscais pelo sistema de Processamento Eletrônico de Dados. I. 155. observado o disposto nos arts.056. 2º. para gerar a declaração. a DAPI 1.(s) 154 e 155 (1025) Art. a DAPI Simples e a GIA-ST serão entregues via transmissão pela internet. 5º. de 29/06/2005. 154.Redação dada pelo art. II. 4º. com a indicação da incorreção. a DAPI 1 poderá ser entregue em disquete na repartição fazendária a que estiver circunscrito o contribuinte. mediante comunicação ao contribuinte. de 29/06/2007: “Art. ________________________________ (425) Efeitos a partir de 30/06/2005 . a DAPI Simples e a GIA-ST serão entregues via transmissão pela internet. e vigência estabelecida pelo art. A DAPI 1.Redação dada pelo art.” Efeitos de 30/06/2005 a 30/06/2007 ." § 2º O documento não validado pelo sistema de processamento de dados da Secretaria de Estado da Fazenda será recusado.056.Redação dada pelo art. A DAPI 1. a DAPI 3 e a GIA-ST serão entregues via transmissão pela internet. 156 a 165 desta Parte. de 03/12/2004: "Art.924.Redação dada pelo art. a DAPI 2 e a DAPI 3 poderão ser entregues em disquete na repartição fazendária a que estiver circunscrito o contribuinte. contado do seu recebimento. a DAPI-SN e a GIA-ST serão entregues via transmissão pela internet. Parágrafo único. por via postal ou correio eletrônico. nº 44. ainda que a apuração do período não acuse imposto a recolher. Art.Redação dada pelo art. a DAPI 1 e a DAPI Simples poderão ser entregues em disquete na repartição fazendária a que estiver circunscrito o contribuinte. por meio de opção específica constante de programa disponibilizado pela Secretaria de Estado da Fazenda. ainda que a apuração do período não acuse imposto a recolher. ambos do Dec. de 07/11/2007. 156 a 165 desta Parte. I. 156 a 165 desta Parte. I." (425) § 1° Na impossibilidade de transmissão na forma prevista no caput deste artigo. (1025) Efeitos a partir de 1º/07/2007 .Redação original: "§ 1° Na impossibilidade de transmissão na forma prevista no caput deste artigo.

ficando o mesmo responsável por seu uso indevido. culposo ou doloso. após o recolhimento da taxa de expediente devida. Art. CAPÍTULO IV Da Validação e da Recusa de Transmissão de Documentos Fiscais pela Internet Art. CAPÍTULO II Das Obrigações do Usuário Art. 158.(s) 156 a 165 TÍTULO V DA TRANSMISSÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS POR INTERMÉDIO DA INTERNET CAPÍTULO I Das Disposições Preliminares Art. 162. para a entrega de documentos fiscais exigidos pela legislação tributária. CAPÍTULO III Do Prazo para Transmissão Art. A substituição da GIA-ST validada pelo sistema de processamento de dados da Secretaria de Estado da Fazenda será efetuada via Internet. a partir da data: I . mensagem de recusa individualizada por documento transmitido. 159. § 1º O programa para a geração da Declaração de Apuração e Informação do ICMS (DAPI) poderá ser obtido na Administração Fazendária (AF) em disquete fornecido pelo contribuinte. efetuado por ele ou por terceiros. Parágrafo único. via correio eletrônico ou serviço postal. Parágrafo único. Parágrafo único.do recebimento. Art.Parte 1 . acompanhado do comprovante de recolhimento da taxa de expediente devida.sef. na hipótese de serem transmitidas pela internet. ou somente após a validação do mesmo. 156. observando o disposto no artigo 163 desta Parte. Os documentos fiscais transmitidos pela internet serão considerados entregues depois de validados pelo sistema de processamento de dados da Secretaria de Estado da Fazenda. Art. Os recibos de transmissão serão gerados imediatamente após a confirmação da transmissão do documento fiscal.080/2002) Anexo V . II . em meio eletrônico ou em papel. caso este seja recusado pelo sistema de processamento de dados da Secretaria de Estado da Fazenda. na repartição fazendária.mg. É de responsabilidade do usuário verificar a existência de mensagens a ele destinadas por parte da Secretaria de Estado da Fazenda. Os prazos para transmissão de documentos fiscais. Art. permitida a livre reprodução.br) programas para a geração dos documentos.RICMS (Decreto nº 43. pelo prazo estabelecido no § 1° do artigo 96 deste Regulamento. 160. Na hipótese de não-validação do documento fiscal transmitido. Perderá a validade o recibo emitido imediatamente após a transmissão do documento fiscal. Os contribuintes. em disquete. 163.gov. para todos os efeitos legais. são os mesmos atribuídos às demais formas de entrega de documentos fiscais previstos neste Regulamento. As informações serão transmitidas por provedores de acesso à internet. 161. Art. 157. na hipótese do envio através de serviços da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. A Secretaria de Estado da Fazenda disponibilizará em seu endereço eletrônico na internet (www. as empresas contábeis e os contabilistas utilizarão a transmissão pela internet. 164. Art. § 2º Os programas poderão conter recursos para impressão e emissão simultâneas do documento utilizado para o recolhimento do tributo.Art. o usuário receberá uma senha que individualizará seu acesso a esse serviço. O usuário deverá manter os arquivos eletrônicos utilizados para a geração dos documentos fiscais e os recibos de transmissão. informando o motivo pelo qual o mesmo não foi processado. Ao contratar com o provedor os serviços que permitirão efetuar as transmissões. 86 . que serão consideradas como recebidas. 165. A substituição de documento fiscal transmitido e validado pelo sistema de processamento de dados da Secretaria de Estado da Fazenda deverá ser efetuada.em que estiverem à disposição para leitura. via internet. a Secretaria de Estado da Fazenda enviará.

ambos do Dec. nº 45. ambos do Dec. A escrituração será feita a cada prestação e operação. denegada ou a que tiver o número inutilizado.RICMS (Decreto nº 43.Redação dada pelo art.765. sem prejuízo.Redação dada pelo art. poderão eles ser totalizados. no último dia útil do período de apuração. Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2011 . IV. 166. ambos do Dec. de 28/03/2008. de 21/11/2011. e vigência estabelecida pelo art.Revogado pelo art. 167. ambos do Dec. 3º e vigência estabelecida pelo art. nº 44. III. Art.(s) 166 e 167 TÍTULO VI (1979) DOS LIVROS E DOCUMENTOS DESTINADOS À ESCRITURAÇÃO FISCAL Efeitos de 15/12/2002 a 30/11/2011 . 3º. alternativamente. (1810) Parágrafo único.a NF-e cancelada. para o efeito de escrituração global. do disposto no artigo 84 deste Regulamento. 2º.765. Serão também escriturados: Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . nº 45. Tratando-se de documentos fiscais relacionados com aquisição de material de uso e consumo.Redação original: “DOS LIVROS FISCAIS” CAPÍTULO I Do Registro de Entradas Art. 3º. no estabelecimento.776. 2º.Art. e vigência estabelecida pelo art. ressalvadas as colunas do livro referentes a valores monetários. se for o caso. II. em ordem cronológica da utilização do serviço e da entrada. e vigência estabelecida pelo art. destina-se à escrituração de serviços de transporte e comunicação utilizados e de entrada de mercadoria. de 25/11/2010. segundo a natureza da operação ou prestação.Redação original: “Parágrafo único. de 28/03/2008. 87 .” ________________________________ (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 .080/2002) Anexo V . (1133) Parágrafo único. 2º. (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 . Será também escriturado o documento fiscal relativo à aquisição de mercadoria que não transitar pelo estabelecimento do adquirente. real ou simbólica. desde que emitida a nota fiscal nos termos do artigo 25 desta Parte. 3º. 7º. modelo 1 ou l-A. (1979) Efeitos a partir de 1º/12/2011 .Acrescido pelo art. IV. (1810) Efeitos a partir de 1º/03/2011 . da mercadoria no estabelecimento ou. da data do respectivo desembaraço aduaneiro.507.” (1134) I . (1134) II .o documento fiscal relativo à aquisição de mercadoria que não transitar pelo estabelecimento do adquirente. a qualquer título.Redação original: “Parágrafo único.Parte 1 . nº 44. O livro Registro de Entradas.

série. número e data do documento fiscal correspondente à operação ou à prestação e o nome do emitente e seu número de inscrição no CNPJ. documento por documento. e valor da parcela correspondente à redução de base de cálculo. quando se tratar de utilização de serviço ou de entrada de mercadoria que não confira ao estabelecimento destinatário crédito do imposto a abater. c) Imposto Creditado: montante do imposto creditado. Espécie. 88 . o valor das operações e prestações sem crédito do imposto e as indicações "isenta". Tratando-se de remetente pessoa física será informado o número do CPF no campo destinado a informar o CNPJ.Valores Fiscais e a) Base de Cálculo: valor sobre o qual incidir o ICMS. ICMS . ou quando se tratar de prestação ou operação realizada com diferimento ou suspensão e outras prestações que não confiram crédito a deduzir. de 03/06/2003. ou a data da efetiva utilização do serviço. se consignada no documento fiscal. "não tributada". quando Imposto se tratar de utilização de serviço ou entrada de mercadoria com isenção ou não tributada pelo imposto. quando for o caso. será informado. _______________________________ (52) Efeitos a partir de 04/06/2003 . onde se localiza o estabelecimento emitente.Parte 1 .080/2002) Anexo V .Redação dada pelo art. se for o caso. 6º ambos do Dec. subsérie. série. e nas colunas próprias. nos termos do artigo 20 desta Parte. nas hipóteses do parágrafo único do artigo 169 e do artigo 170 desta Parte. (52) Documento Fiscal Efeitos de 15/12/2002 a 03/06/2003 .Redação original: " Documento Fiscal Espécie. desdobrado em tantas linhas quantas forem as naturezas das operações ou prestações. subsérie.RICMS (Decreto nº 43. " Procedência Abreviatura de outra unidade da Federação e. 2º e vigência estabelecida pelo art.Valores Fiscais e a) Coluna "Isenta ou Não Tributada": valor da prestação ou da operação.Art. deduzida a parcela do IPI. 168. Operações sem Crédito do deste deduzida a parcela do IPI. 168 Art. se consignada no documento fiscal. "diferida". "suspensa" ou "substituição tributária. para fins de elaboração da DAPI. número e data do documento fiscal correspondente à operação ou à prestação e o nome do emitente e seu número de inscrição no CNPJ. "base de cálculo reduzida". b) Coluna "Outras": valor da prestação ou da operação. b) Código Fiscal: o código próprio previsto na Parte 2 deste Anexo. Valor Contábil Valor total constante do documento fiscal. na forma do quadro a seguir: COLUNAS Data de Entrada ESCRITURAÇÃO Data da efetiva entrada da mercadoria no estabelecimento ou a data da aquisição ou desembaraço aduaneiro.367. segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações constante da Parte 2 deste Anexo. ICMS . A escrituração será feita. a cada aquisição. Codificação a) Código Contábil: o mesmo que o contribuinte utilizar no seu plano de contas. Observações Anotações diversas e. Operações com Crédito do Imposto b) Alíquota: alíquota do ICMS que foi aplicada sobre a base de cálculo. na coluna emitente e número de inscrição serão informados os dados do remetente. Na hipótese de Nota Fiscal emitida pela entrada de bens ou mercadorias. nº 43.

lançando na coluna “Observações” a seguinte informação: “Ativo permanente ICMS a ser apropriado”. 2º.Redação original: “Parágrafo único. no período de sua entrada no estabelecimento. ambos do Dec.Outras”. na coluna “Operações sem Crédito do Imposto .ICMS a ser apropriado”. a que se referem o inciso II do caput do artigo 204 e o artigo 206.RICMS (Decreto nº 43.Imposto Creditado”. de 25/11/2010. 89 .Art. nº 45. calculado de acordo com os incisos I e II do § 3º do artigo 66 e com os §§ 7º e 8º do artigo 70.(s) 168 e 169 (1978) Parágrafo único. Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2011 . ambos deste Regulamento.o contribuinte deverá escriturar a nota fiscal a que se refere o inciso anterior no livro Registro de Entrada. III. ambos do Dec. calculado de acordo com os incisos I e II do § 3º do artigo 66 e com os §§ 7º e 8º do artigo 70.Redação original: “Parágrafo único. A escrituração do documento fiscal relativo à entrada de bem destinado ao ativo permanente e do crédito do imposto correspondente deverá observar o seguinte: I . modelo C. III . ambos do Dec. O documento fiscal relativo à entrada de bem ou componente destinado ao ativo imobilizado será escriturado no livro Registro de Entradas no período de sua entrada no estabelecimento. nº 45. A escrituração do documento fiscal relativo à entrada de mercadoria destinada ao ativo permanente e do crédito do imposto correspondente deverá observar o seguinte: I . desde que emitida nota fiscal nos termos dos artigos 26 e 27 desta Parte.080/2002) Anexo V . 2º e vigência estabelecida pelo art.Parte 1 . de 21/11/2011. ambos desta Parte. o contribuinte deverá emitir. na coluna “Operações com Crédito do Imposto .” Art. Os documentos fiscais relativos à utilização de serviços de transporte poderão ser lançados englobadamente.Revogado pelo art.507. 7º. a que se refere o inciso II do caput do artigo 207 e artigo 209. modelo C. ambos do Dec. ambos deste Regulamento. nota fiscal com utilização de CFOP específico.o contribuinte deverá escriturar no livro Registro de Entradas o documento fiscal relativo à aquisição de mercadoria destinada ao ativo permanente. nº 43. contendo o valor do crédito. na coluna “Operações sem Crédito do Imposto .Outras”. II .776. 2º e vigência estabelecida pelo art. na coluna “Operações sem Crédito do Imposto .” ________________________________ (1810) Efeitos a partir de 1º/03/2011 . e constante do livro Controle de Crédito do Ativo Permanente (CIAP). e constante do livro Controle de Crédito do Ativo Permanente (CIAP). no período de sua entrada no estabelecimento. (1985) I (1985) II (1985) III Efeitos de 1º/01/2003 a 30/11/2011 . informando na coluna “Observações” o seguinte: “Crédito de ICMS relativo à entrada de bem do ativo permanente”.Revogado tacitamente em virtude da redação dada pelo art. e vigência estabelecida pelo art. 7º. (1810) Parágrafo único. na coluna “Operações com Crédito do Imposto . 3º. II . de 21/11/2011. (1985) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . 169.Imposto Creditado”.o valor do crédito.” Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . 1º e vigência estabelecida pelo art. ambos desta Parte. A escrituração do livro Registro de Entradas deverá ser encerrada no último dia útil do período de apuração do imposto. será lançado. (1978) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . de 27/12/2002: “Parágrafo único.Redação dada pelo art. separadamente de acordo com o CFOP. lançando na coluna “Observações” a seguinte informação: “Ativo permanente) ICMS a ser apropriado”.Redação dada pelo art. nº 45.Outras”. lançando na coluna “Observações” a seguinte informação: “Ativo imobilizado . 3º. lançando o valor do crédito do imposto a ser apropriado no período.128. sem preenchimento das demais colunas. informando na coluna “Observações” o seguinte: “Crédito de ICMS relativo à entrada de bem do ativo permanente”.o contribuinte deverá escriturar no livro Registro de Entradas o documento fiscal relativo à aquisição de bem destinado ao ativo permanente. a cada período de apuração.a cada período de apuração.776. pelo total do período. em seu próprio nome. II.

Redação original: “O estabelecimento prestador de serviço de transporte que optar pela utilização de crédito presumido do imposto. destina-se à escrituração da prestação de serviço e da saída de mercadoria. “Base de Cálculo” e “Outras” e. 3º. Ao final do período de apuração. 2º. 170.a NF-e ou CT-e cancelado. 2º. 2º.765. A escrituração será feita em ordem cronológica. de 28/03/2008. 171. nº 44. lançar o valor do imposto cobrado por substituição tributária.” (1760) Art. denegado ou o que tiver o número inutilizado.Redação dada pelo art. 171. para fins de elaboração da Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais. (1760) Efeitos a partir de 08/10/2010 . ambos do Dec. nº 45. e vigência estabelecida pelo art. segundo a natureza da operação e a alíquota aplicada. sendo permitido o registro conjunto dos documentos de numeração seguida. ambos do Dec. de 07/10/2010. Serão também escriturados: Efeitos de 15/12/2002 a 31/03/2008 . Será também escriturado o documento fiscal relativo à transmissão de propriedade da mercadoria que não tenha transitado pelo estabelecimento. I.080/2002) (1810) Art. poderá escriturar os documentos correspondentes à aquisição de mercadorias. ambos do Dec. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço. ambos do Dec.: “II .Acrescido pelo art. as operações e prestações escrituradas nas colunas “Valor Contábil”. por unidade federada de origem das mercadorias ou de início da prestação do serviço.Acrescido pelo art. 4º. a qualquer título. ressalvadas as colunas do livro referentes a valores monetários. ambos do Dec.a NF-e cancelada. e vigência estabelecida pelo art. em substituição ao sistema normal de débito e crédito. nº 44. (1133) Parágrafo único. de 28/03/2008. o contribuinte deverá separar e totalizar. 172. 2º. inclusive lubrificante. de 17/03/2010. promovidas pelo estabelecimento. emitidos em talonário da mesma série e subsérie. lançar o valor do imposto cobrado por substituição tributária. modelo 2 ou 2-A. 3º. no último dia do período de apuração.Revogado pelo art. Efeitos de 15/12/2002 a 07/10/2010 . IV. nos termos do inciso V do caput do artigo 75 deste Regulamento. será lançado. (1610) Efeitos a partir de 18/03/2010 . segundo a data de emissão dos documentos fiscais. relativamente a petróleo. para o efeito de lançamento global. II. 173. o contribuinte deverá separar e totalizar. IV. O livro Registro de Saídas. (1134) Efeitos a partir de 1º/04/2008 .Redação original: “Parágrafo único.Redação dada pelo art. nº 45. totalizandoos. ________________________________ (1133) Efeitos a partir de 1º/04/2008 .Redação original: “Art. de 28/03/2008. pelo total diário das prestações ou operações da mesma natureza. dos demais produtos. 3º. ressalvadas as colunas do livro referentes a valores monetários.Art. se for o caso. “Base de Cálculo” e “Outras” e. Anexo V . as operações e prestações escrituradas nas colunas “Valor Contábil”.RICMS (Decreto nº 43. 3º. Parágrafo único. III. 2º.480.328.” (1134) I . O valor do imposto cobrado por substituição tributária.Redação dada pelo art.” Art. na coluna “Observações”. se for o caso. (1810) Efeitos a partir de 1º/03/2011 . para fins de elaboração da DAMEF. denegada ou a que tiver o número inutilizado. III. 3º.(s) 170 a 173 Efeitos de 15/12/2002 a 28/02/2011 . 2º e vigência estabelecida pelo art.507.765. nº 45. combustível líquido e gasoso dele derivado. nº 44. (1610) II . e vigência estabelecida pelo art. Efeitos de 1º/04/2008 a 17/03/2010 . ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art.765. Ao final do período de apuração. IV. de acordo com o Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP) constante da Parte 2 deste Anexo. de 25/11/2010.” CAPÍTULO II Do Registro de Saídas Art.o documento fiscal relativo à transmissão de propriedade da mercadoria que não tenha transitado pelo estabelecimento. na coluna “Observações”. e vigência estabelecida pelo art.Parte 1 . separadamente. 90 .

a) Coluna "Código Contábil": o mesmo que o contribuinte utilizar no seu plano de contas. lançar o valor do imposto cobrado por substituição tributária. para fins de elaboração da DAMEF. na coluna “Observações”.” Parágrafo único. separadamente. o contribuinte deverá separar e totalizar.Parte 1 . as operações e prestações lançadas nas colunas “Valor Contábil”. série e subsérie. b) Coluna "Código Fiscal": o código próprio previsto na Parte 2 deste Anexo. 175. a) Coluna "Isenta ou Não-tributada": valor da prestação ou da operação. na coluna “Observações”. se for o caso. quando for o caso. ________________________________ (1760) Efeitos a partir de 08/10/2010 . das destinadas a contribuintes. e o valor da parcela correspondente à redução de base de cálculo. 175.Redação original: “Art. as operações e prestações lançadas nas colunas “Valor Contábil”. quando se tratar de prestações ou operações isentas ou não tributadas pelo ICMS. Ao final do período de apuração. "suspensa" ou "substituição tributária. a) Coluna "Base de Cálculo": valor sobre o qual incidiu o ICMS. para fins de elaboração da DAPI. 174. lançar o valor do imposto cobrado por substituição tributária. b) Coluna "Alíquota do ICMS": a alíquota que foi aplicada sobre a base de cálculo indicada na alínea anterior. as operações e prestações destinadas a não-contribuintes serão lançadas. 3º.Art. se consignada no documento fiscal. se for o caso. 91 . na forma do quadro a seguir: COLUNAS Documento Fiscal Valor Contábil Codificação ESCRITURAÇÃO Espécie.080/2002) Anexo V . o valor das operações e prestações e as indicações "isenta". ambos do Dec. Ao final do período de apuração. "diferida". Anotações diversas e. Relativamente à escrituração das colunas “Valor Contábil” e “Base de Cálculo”. nº 45. “Base de Cálculo” e “Outras” e. deste deduzida a parcela do IPI. ICMS .RICMS (Decreto nº 43. deste deduzida a parcela do IPI.480. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço.(s) 174 e 175 Art.Redação dada pelo art. "base de cálculo reduzida". A escrituração será feita nas colunas próprias.Valores Fiscais e Operações com Débito do Imposto ICMS . a cada saída. Efeitos de 15/12/2002 a 07/10/2010 . o contribuinte deverá separar e totalizar. e outras prestações ou operações sem débito do imposto. número inicial e final e data de emissão.Valores Fiscais e Operações sem Débito do Imposto Observações (1760) Art. Valor total constante dos documentos fiscais. para fins de elaboração da Guia de Informação das Operações e Prestações Interestaduais. "não tributada". de 07/10/2010. b) Coluna "Outras": valor da prestação ou da operação. 2º e vigência estabelecida pelo art. se consignada no documento fiscal. c) Coluna "Imposto Debitado": o montante do imposto debitado. quando se tratar de prestação ou operação com diferimento ou suspensão do ICMS. por unidade federada de destino das mercadorias ou da prestação do serviço. “Base de Cálculo” e “Outras” e. será informado.

para industrialização no próprio estabelecimento. destina-se à escrituração dos documentos fiscais e dos documentos de uso interno do estabelecimento.Art. na forma do quadro a seguir: QUADROS/COLUNAS Quadro produto Quadro unidade Quadro classificação fiscal ESCRITURAÇÃO Identificação da mercadoria. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. tipo e modelo de mercadoria. marca. deve ser registrado o valor total atribuído à mercadoria. correspondente a cada operação. quando devido. e) Coluna "IPI": valor do imposto creditado. observando-se que. inclusive a recebida de outro estabelecimento do mesmo titular ou de terceiro.No Próprio Estabelecimento": Quantidade do produto industrializado no próprio estabelecimento. item e alíquota previstos pela legislação do IPI. b) Coluna "Produção . em que o documento fiscal tenha sido escriturado. Colunas sob o título documento Colunas sob o título lançamento Colunas sob o título entradas Colunas sob o título saída Coluna estoque Coluna observações 92 .No Próprio Estabelecimento": tratando-se de matériaprima. de acordo com a legislação do IPI. dúzia. ou quando se tratar de isenção. subposição. litro. observando-se que. Art. Quantidade em estoque.Em Outro Estabelecimento": tratando-se de matériaprima. correspondentes à entrada e à saída. de produto industrializado em estabelecimento de terceiro. a qualquer título. no caso de produto acabado. em caso contrário. a) Coluna "Produção . produto intermediário e material de embalagem. para industrialização e posterior retorno. no caso de produto acabado.Em Outro Estabelecimento": quantidade do produto industrializado em outro estabelecimento do mesmo titular ou de terceiro. etc.). nesta última hipótese. quando a entrada de mercadoria gerar crédito desse tributo. Espécie. Parágrafo único. será registrado o valor total atribuído à mercadoria. Indicação da posição. não compreendida nas alíneas anteriores. série e subsérie do respectivo documento fiscal ou documento de uso interno do estabelecimento. O livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. A escrituração será feita nos quadros e nas colunas próprias. modelo 3. c) Coluna "Diversas": quantidade de mercadoria saída. imunidade ou não-incidência. a qualquer título. a quantidade saída para industrialização em outro estabelecimento do mesmo titular ou de terceiro. quando o produto industrializado deva retornar ao estabelecimento remetente. e a respectiva codificação contábil e fiscal. Número e folha do livro Registro de Entradas ou do livro Registro de Saídas. A escrituração será feita operação a operação. Especificação da unidade (quilograma. a qualquer título. c) Coluna "Diversas": quantidade de mercadoria não classificada nas alíneas anteriores. d) Coluna "Valor": base de cálculo do IPI. quando for o caso. observando-se que. deverá ser registrada a quantidade saída.RICMS (Decreto nº 43. 176. com mercadoria anteriormente remetida para esse fim. consignando-se o fato. quando de direito. de produto industrializado no próprio estabelecimento. Anotações diversas. metro. 177.Parte 1 . deverá ser registrada a quantidade saída. b) Coluna "Produção .080/2002) Anexo V . na coluna "Observações". produto intermediário e material de embalagem. Fica dispensada a escrituração desta coluna para o estabelecimento comercial não equiparado a industrial. a quantidade remetida do almoxarifado para o setor de fabricação. observando-se que. imunidade ou não-incidência do mencionado tributo. a) Coluna "Produção . se a saída estiver amparada por isenção.(s) 176 e 177 CAPÍTULO III Do Registro de Controle da Produção e do Estoque Art. e) coluna "IPI": valor do imposto. à produção e ao estoque de mercadoria. d) Coluna "Valor": base de cálculo do IPI. após cada registro de entrada e saída.

impressas com as mesmas indicações do livro substituído.080/2002) Anexo V . No último dia útil de cada período de apuração deverão ser somados as quantidades e valores das colunas "Entradas" e "Saídas". produto intermediário e material de embalagem. anexando modelos dos formulários adotados para o efeito de substituição. tanto na entrada quanto na saída de mercadorias.RICMS (Decreto nº 43. à Receita Federal a que estiver circunscrito e à Secretaria de Estado da Fazenda. Parágrafo único. 183.o estabelecimento optante deverá manter sempre atualizada ficha-índice ou equivalente. III .para a obtenção de dados destinados ao preenchimento de declaração específica relativa ao IPI. A critério da Administração Fazendária (AF) a que o contribuinte estiver circunscrito.escrituração diária na coluna "Estoque". em vez de ser feita após cada registro de entrada ou saída. Art. VI . desde que atendam aos seguintes requisitos: I .(s) 178 a 186 Art. Na hipótese de o sujeito passivo ser contribuinte apenas do ICMS. a comunicação será feita diretamente à Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito.o estabelecimento deverá comunicar a opção. o livro Registro de Controle da Produção e do Estoque poderá ser substituído por fichas. 184.Art. 182. IV . ou pessoa a ele equiparada. Art. O estabelecimento industrial.o formulário adotado fica dispensado do "visto". em ordem numérica crescente. fica igualmente dispensada a escrituração das colunas sob o título "Documento e Lançamento". contado de cada operação. A.No Próprio Estabelecimento". III . as quais serão: I .Parte 1 . scrituração do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque poderá ser feita com as seguintes simplificações: I . quando remetidos do almoxarifado para industrialização no próprio estabelecimento.a comunicação deverá ser feita por meio do órgão da Receita Federal a que estiver circunscrito o estabelecimento optante. A escrituração do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque e das fichas deverá ser feita no prazo de 15(quinze) dias.999. colunas para indicação do valor e do IPI. 178. o controle quantitativo de mercadorias. Art. V . ou o estabelecimento equiparado a industrial pela legislação do IPI.escrituração do total diário na coluna "Produção . Quando se tratar de produtos da mesma posição da tabela anexa ao Regulamento do IPI. sob o título "Saídas". 185. II . IV . exceto a coluna "Data".individualmente visadas pela AF. que possuírem controle quantitativo de mercadoria que permita apuração do estoque permanente. poderá o industrial. na qual será registrada cada ficha escriturada. Art. Art. em substituição ao livro Registro de Controle da Produção e do Estoque. 179. Art. II . Deverá ser visada pela repartição fazendária a ficha-índice.numeradas tipograficamente em ordem crescente de 000. Parágrafo único. o estabelecimento industrial ou o equiparado a ele poderá adaptar. 181. 180. poderão optar pela utilização desse controle. agrupá-los numa mesma folha. será dispensada a indicação dos valores relativamente às operações indicadas na alínea "a" da coluna "Entradas" e na primeira parte da alínea "a" da coluna "Saídas". Art. quando solicitado. 93 .o estabelecimento fica obrigado a apresentar. antes de iniciada a escrituração. por escrito. Quando se tratar de industrialização no próprio estabelecimento. Não será escriturada no livro Registro de Controle da Produção e do Estoque a mercadoria a ser integrada no ativo permanente ou destinada a uso do estabelecimento.nos casos previstos nos incisos anteriores. aos Fiscos federal e estadual. sob o título "Entradas". III . acusando o saldo em estoque que será transportado para o mês seguinte. tratando-se de matéria-prima.escrituração do total diário na coluna "Produção . II .No Próprio Estabelecimento".001 a 999. desde que autorizado pela Receita Federal. aos seus modelos. e o atacadista.

a Superintendência da Receita Estadual comunicará às respectivas circunscrições fiscais os nomes dos contribuintes que formalizaram a opção de que trata o artigo anterior.RICMS (Decreto nº 43. Art. estadual e no CNPJ.(s) 186 a 192 Art.Art. destina-se à escrituração da impressão. c) Coluna "Endereço": identificação do local do estabelecimento do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. para terceiros ou para uso próprio. 192. b) Coluna "Notas Fiscais": série. c) Coluna "Série e Subsérie": série e subsérie correspondente ao documento fiscal confeccionado. tanto em termos físicos quanto em valor. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". mantidas as demais simplificações. desde que se enquadre na mesma posição da tabela anexa ao Regulamento do IPI. mês e ano da efetiva entrega ao contribuinte usuário dos documentos fiscais confeccionados. poderá ser agrupada numa folha ou linha. Para fins de controle. b) Coluna "Nome": nome do contribuinte usuário do documento fiscal confeccionado. 186. O livro Registro de Impressão de Documentos Fiscais.080/2002) Anexo V . 187. O estabelecimento atacadista não equiparado a industrial e obrigado à adoção do livro Registro de Controle da Produção e do Estoque fica dispensado da escrituração das colunas "Valor" e "IPI". no caso de impressão de documento fiscal sem numeração tipográfica autorizada via regime especial. 190. Art. a) Coluna "Espécie": espécie ou denominação do documento fiscal confeccionado mediante controle ou autorização do Fisco. CAPÍTULO IV Do Registro de Impressão de Documentos Fiscais Art. Anotações diversas. modelo 5. ou número de protocolo de entrada na Administração Fazendária (AF). Impressos Entrega Observações 94 . tão logo receba da Receita Federal comunicação nesse sentido. A escrituração será feita nas colunas próprias. A mercadoria que tenha pequena expressão na composição do produto final. etc. Art. d) coluna "Numeração": número do documento fiscal confeccionado. subsérie e número da nota fiscal emitida pelo estabelecimento gráfico. a) Coluna "Número de Inscrição": números de inscrição. a exceção prevista no artigo anterior não se aplica quando o Fisco exigir autorização para impressão de documentos fiscais. folha solta. A escrituração será feita operação a operação. Art. em ordem cronológica de saída dos documentos fiscais confeccionados. b) Coluna "Tipo": tipo de documento fiscal confeccionado: bloco. 189. 191. formulário contínuo. relativa à saída dos documentos fiscais confeccionados. ou de sua elaboração no caso de serem utilizados pelo próprio estabelecimento. na forma do quadro a seguir: COLUNAS Autorização de Impressão-Número Comprador ESCRITURAÇÃO Número da Autorização de Impressão de Documentos Fiscais. observandose que. quando exigida pelo Fisco para confecção dos documentos fiscais. Art. a) Coluna "Data": dia. 188. das notas fiscais e dos documentos fiscais relacionados no artigo 130 deste Regulamento.Parte 1 . excetuados os mencionados nos incisos V e XVI e XVII do caput do mencionado artigo. Relativamente aos documentos previstos nos incisos V e XVI e XVII do caput do artigo 130 deste Regulamento.

XVI e XVII do caput daquele artigo. 50% (cinqüenta por cento). Do total de folhas do livro de que trata este Capítulo. 195. os números e datas de Termo de Início de Ação Fiscal (TIAF). observando-se que. de termos de ocorrências. nos quadros e colunas próprios. pelo Fisco. b) supressão de série e subsérie. folha solta. do estabelecimento impressor. inclusive: a) extravio. Anotações diversas. a) Coluna "Nome": nome do contribuinte que confeccionou o documento fiscal. A escrituração será feita operação a operação. quando for o caso. c) Coluna "Inscrição": números de inscrição. na forma do quadro a seguir: QUADROS/COLUNAS Quadro Espécie Quadro Série e Subsérie Quadro Tipo Quadro Finalidade da Utilização Coluna Autorização de Impressão Coluna ImpressoNumeração Colunas sob o título Fornecedor Colunas sob o título Recebimento Coluna Observações ESCRITURAÇÃO Espécie do documento fiscal confeccionado mediante controle e autorização do Fisco. Art. perda ou inutilização de bloco de documentos fiscais ou conjunto de documentos fiscais em formulário contínuo. 196. Nos termos lavrados serão relatadas as diligências efetuadas no estabelecimento e. Parágrafo único. formulário contínuo. e confeccionados por estabelecimento gráfico ou pelo próprio contribuinte usuário do documento fiscal. no caso de impressão de documento fiscal sem numeração tipográfica. pelo Fisco. de termos de ocorrências. autorizado via regime especial. destina-se à escrituração da entrada dos documentos fiscais referidos no artigo 130 deste Regulamento. b) Coluna "Nota Fiscal": série. subsérie e número da nota fiscal emitida pelo estabelecimento impressor. Número da Autorização para Impressão de Documentos Fiscais. em ordem cronológica da respectiva aquisição ou confecção própria do documento fiscal. fornecido pelo Fisco. 95 . 194. modelo 6. b) Coluna "Endereço": a identificação do local do estabelecimento impressor. a) Coluna "Data": dia. tal circunstância deverá constar da coluna "Observações". Série e subsérie correspondentes ao documento fiscal. série e subsérie do documento fiscal. A escrituração será feita. 193. serão destinados à lavratura.Parte 1 . Termo de Apreensão e Depósito (TAD) e Auto de Infração (AI). por ocasião da saída do documento fiscal confeccionado. c) entrega de bloco ou formulário de documentos fiscais à repartição para serem inutilizados. excetuados os mencionados nos incisos V. Tipo de documento fiscal confeccionado: bloco. Art. Art. mês e ano do efetivo recebimento do documento fiscal confeccionado. com folhas numeradas e colocadas no final do livro.Art. O livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências.080/2002) Anexo V .RICMS (Decreto nº 43. no mínimo. e à lavratura. devendo ser utilizada uma folha para cada espécie. etc. Fim a que se destina o documento fiscal: venda de mercadorias ou prestação de serviços.(s) 193 a 196 CAPÍTULO V Do Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências Art. estadual e no CNPJ. Número do documento fiscal confeccionado.

A escrituração deverá ser feita dentro de 60 (sessenta) dias. na hipótese do artigo anterior. 2º e vigência estabelecida pelo art. o produto manufaturado e o produto em fabricação existentes no estabelecimento. modelo 7.Redação dada pelo art. § 3º A ordenação prevista no parágrafo anterior e a escrituração da coluna "Classificação Fiscal" não se aplicam ao estabelecimento comercial não equiparado ao industrial. o produto intermediário. (368) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . O livro Registro de Inventário. de 27/12/2002. qualidade. ressalvado o disposto no artigo 50 do Anexo X. item e subitem. c) Coluna "Total": valor correspondente ao somatório dos valores parciais constantes da mesma posição. em poder de terceiros. marca. Art. ou do último dia do ano civil. prevalecendo o critério da estimação pelo preço corrente. modelo e número de série. no caso de matéria-prima e produto em fabricação. na hipótese do artigo 200. 2º. como: espécie. 198. 200. seguindo-se a data e a assinatura do contribuinte ou de seu preposto.(s) 197 a 201 CAPÍTULO VI Do Registro de Inventário Art. e o total geral do estoque existente. contados do balanço.Art. destina-se a arrolar.Parte 1 . 201. deverá ser consignado o valor total de cada grupo mencionado no quadro anterior e no § 1º do artigo 197 desta Parte. a matéria-prima. nº 43. 201. 199. § 1º No livro Registro de Inventário serão também arrolados.com o sistema de classificação adotado a partir de 1º de janeiro de 1997) serão arrolados separadamente por lote de fabricação com a indicação do número do lote a que pertencer.Redação original: "Art. pelo valor e especificações que permitam sua perfeita identificação. dúzia.950. Art. o material de embalagem. em poder do estabelecimento. no caso do artigo 171 deste Regulamento. (368) Art. a matéria-prima. o material de embalagem. a matéria-prima. Após o arrolamento.a mercadoria." ______________________________ (2) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . contados do balanço. 4º. quando este for inferior ao preço de custo.a mercadoria. II. 197.). ambos do Dec. b) Coluna "Parcial": valor correspondente ao resultado da multiplicação da Quantidade pelo valor unitário. litro. o produto manufaturado e o produto em fabricação pertencentes a terceiros. etc. separadamente: I .Redação dada pelo art. Especificação da unidade (quilograma. ou do contabilista. (2) § 4º Os produtos classificados nos códigos 3003 e 3004 da Nomenclatura Brasileira de Mercadoria) Sistema Harmonizado (NBM/SH . subposição. metro. na forma do quadro a seguir: COLUNAS Classificação Fiscal Discriminação Quantidade Unidade Valor ESCRITURAÇÃO Posição. § 2º O arrolamento em cada grupo deverá ser feito segundo a ordenação da tabela prevista na legislação do IPI. A escrituração será feita nas colunas próprias. II . A escrituração deverá ser feita dentro de 60 (sessenta) dias. Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2004 . o produto intermediário. referidos na coluna "Classificação Fiscal". Especificação que permita a perfeita identificação da mercadoria. de 05/01/2005 96 . a mercadoria. o produto intermediário.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec. item e subitem. o inventário será levantado em cada estabelecimento no último dia do ano civil. a) Coluna "Unitário": valor de cada unidade da mercadoria pelo custo de aquisição ou de fabricação ou pelo preço corrente no mercado ou bolsa. Observações Art. em que a mercadoria esteja classificada na tabela anexa ao Regulamento do IPI. Quantidade em estoque na data do balanço. Anotações diversas. o material de embalagem e o produto manufaturado pertencentes ao estabelecimento. ou do último dia do ano civil. subposição. o valor será o de seu preço de custo. e vigência estabelecida pelo art. 3º. nº 43. Se a empresa não mantiver escrita contábil. tipo. de acordo com a legislação do IPI.080/2002) Anexo V .128. à época do balanço.

2º e vigência estabelecida pelo art. extraídos dos livros próprios e agrupados segundo o Código Fiscal de Operações e Prestações. "Guias de Informação" e "Guias de Recolhimento". "Apuração dos Saldos". II . 97 . "Crédito do Imposto" e "Apuração dos Saldos".Redação dada pelo art. de 21/11/2011.Parte 1 . II .os dados serão escriturados em folhas específicas e detalhados nos itens 001 a 016 dos quadros "Débito do Imposto". os débitos e os créditos do imposto. do quadro "Débito do Imposto". (1978) § 1° O crédito de ICMS a ser apropriado no período.RICMS (Decreto nº 43. de 21/11/2011. ambos do Dec. CAPÍTULO VIII Do Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente (1978) Art. a partir do período em que o contribuinte estiver obrigado ou fizer opção pela Escrituração Fiscal Digital.(s) 202 a 204 CAPÍTULO VII Do Registro de Apuração do ICMS Art. do quadro "Crédito do Imposto". para apuração do saldo. por período de apuração: I . o total dos valores contábeis e dos valores fiscais. será escriturada a baixa do bem no CIAP. 202. deverá ser escriturado no Registro de Apuração de ICMS como ajuste de apuração. III . destina-se a registrar. 2º e vigência estabelecida pelo art. 204. será observado o seguinte: I .Revogado tacitamente em virtude da redação dada pelo art. apuração dos saldos. O documento Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente (CIAP) será escriturado pelo contribuinte para a apuração do valor do crédito a ser apropriado em decorrência da entrada de bem do ativo imobilizado. de valor pago anteriormente e relativo ao período. deverá ser creditado no item 007.é vedada a escrituração. 7º.o imposto recolhido no momento da saída da mercadoria. O livro Registro de Apuração do ICMS. o Demonstrativo de Apuração e Informação do ICMS e os documentos de arrecadação. (1985) I (1985) a) (1985) b) (1985) c) (1985) II (1978) § 2º Após a apropriação da última fração de 1/48 (um quarenta e oito avos) de que trata o inciso I do § 3º do art. 203.Art. Art. o valor total das operações cujo pagamento tenha sido efetuado por meio de cartão de crédito.sob o título "Observações". nos modelos a seguir relacionados: (1978) I . como crédito ou como imposto a deduzir.776. Para apuração e registro dos dados de que trata o inciso II do caput do artigo anterior. (1978) II .sob os títulos "Débito do Imposto".sob os títulos "Entradas e Saídas".776. relativamente ao contribuinte não obrigado ou não optante pela Escrituração Fiscal Digital. "Crédito do Imposto". discriminado por administradora.modelo EFD. relativos às utilizações e prestações de serviços e às operações de entrada e saída de mercadorias. cujas operações foram debitadas no item 001. ambos do Dec. modelo 9. 7º.modelo C. (1985) I (1985) II (1985) III (1985) § 3º (1985) § 4º (1985) § 5º (1985) § 6° (1985) I (1985) II (1985) III (1985) IV (1985) V (1985) § 7° (1985) § 8° (1985) I (1985) II (1985) § 9° ______________________________ (1978) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . conforme apuração do CIAP. nº 45. nº 45.080/2002) Anexo V . (1985) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . 66 deste Regulamento. III . respectivamente.

ainda.na transferência do bem. o seguinte: I . conforme o caso.Demonstrativo da Apuração do Crédito a ser Efetivamente Apropriado. 98 . III . § 1° O documento fiscal relativo a aquisição de mercadoria destinada a integrar o ativo permanente. o contribuinte deverá escriturar. b) da emissão da nota fiscal referente à saída do bem. II . apenas na coluna Saída ou Baixa do Quadro 2. § 5º Fica facultado ao contribuinte escriturar o livro por sistema eletrônico de processamento de dados (PED). deterioração. poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. contado da data de aquisição do bem. deterioração. § 6° .encadernadas ou enfeixadas. se a alienação ocorrer no primeiro ano de utilização.RICMS (Decreto nº 43. na coluna Saída ou Baixa do Quadro 2. o Quadro 3.na hipótese de utilização do sistema eletrônico de processamento de dados. § 9° O contribuinte poderá transcrever para o CIAP. IV . modelo C. na coluna Saída ou Baixa do Quadro 2. observado o disposto no inciso II do caput do artigo 205 desta Parte.na alienação do bem.080/2002) Anexo V . baixa ou outra movimentação de bem. O livro Controle de Crédito de ICMS do Ativo Permanente (CIAP) será escriturado pelo contribuinte que adquirir mercadoria para integrar o ativo permanente. perecimento. transferência. II . será observado. na coluna Estorno por Saída ou Perda do Quadro 3. extravio. perecimento. transferência. escriturar a baixa do valor total do crédito apropriado quando da entrada. será escriturado no CIAP nos seguintes momentos: I . extravio. II . os lançamentos referentes aos créditos de ICMS oriundos de aquisição de bens do ativo permanente.modelo C: destina-se à apuração do valor do crédito a ser mensalmente apropriado relativo a bem do ativo permanente cuja entrada no estabelecimento ocorra a partir de 1° de agosto de 2000. ou parcial. modelo A. II . somente se alterando com nova aquisição ou na ocorrência de alienação.Parte 1 . § 8° Na escrituração do CIAP.até o dia subseqüente ao: a) da entrada do bem. desde que obedecidas as normas do Anexo VII.001 a 999. apropriados a partir de 1° de novembro de 1996. os lançamentos referentes aos créditos de ICMS relativos à aquisição de bens do ativo permanente. o seguinte: I .até 05 (cinco) dias após o último dia do período de apuração.Redação original: Art. ainda. § 2º O CIAP poderá ser substituído por folhas ou fichas. § 3º Na hipótese de adoção pelo contribuinte de folhas ou fichas.o saldo acumulado não sofrerá redução em função do estorno mensal de créditos.Na escrituração do CIAP. V . com relação aos lançamentos das parcelas correspondentes. modelo A. II . o valor do crédito total apropriado. o Quadro 3 . poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriação mensal do crédito. na coluna Estorno por Saída ou Perda do Quadro 3. c) da ocorrência do perecimento. baixa ou outra movimentação de bem. por exercício.999. 204. a escrituração de baixa do crédito relativo à sua aquisição será feita pelo valor total.impressas com as mesmas indicações do livro.numeradas em ordem crescente de 000. o conjunto encadernado ou enfeixado deverá ser autenticado pela Administração Fazendária (AF) até o último dia do mês de fevereiro do ano subseqüente. extravio ou deterioração do bem. se ocorrer após esse prazo e até o final do qüinqüênio de aquisição. além de escrituração de baixa do valor total do crédito apropriado quando de sua aquisição. desde que o período de apuração do ICMS não seja fracionado. somente se alterando com nova aquisição ou na ocorrência de alienação.após decorrido o prazo de 5(cinco) anos.na hipótese de utilização de sistema eletrônico de processamento de dados. modelo C.Art. além de sua escrituração nos livros próprios. de acordo com a data de aquisição: I . § 7° O contribuinte poderá transcrever para o CIAP. Demonstrativo do Estorno de Crédito. III . nos modelos a seguir relacionados. desde que estas sejam: I . será observado. e pelo valor proporcional ao período restante para completar o qüinqüênio. apropriados a partir de 1° de agosto de 2000. ao estorno ou ao crédito do imposto. § 4º O contribuinte poderá encadernar ou enfeixar as folhas ou fichas em período inferior ao previsto no inciso III do § 2º deste artigo.modelo A: destina-se à apuração do valor base do estorno de crédito e do total do estorno mensal do crédito relativo a bem do ativo permanente cuja entrada no estabelecimento tenha ocorrido entre 1° de novembro de 1996 e 31 de julho de 2000. 204 Efeitos de 15/12/2002 a 30/11/2011 .

transferência. de forma sucinta.RICMS (Decreto nº 43. a critério do contribuinte.Mês/Ano: o mês e o exercício objeto de escrituração.Quadro 3 . devendo a sua escrituração ser feita nas linhas. O número do documento fiscal relativo à aquisição ou a outra ocorrência. quando for o caso.Demonstrativo da Base do Estorno de Crédito: os lançamentos serão efetuados na forma a seguir: a) colunas sob o título Identificação do Bem: COLUNAS Número ou Código Data Nota Fiscal Descrição Resumida ESCRITURAÇÃO O número ou código atribuído ao bem.Demonstrativo do Estorno de Crédito: a) colunas sob o título Operações e Prestações: ______________________________ (1978) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . alienação ou baixa pelo decurso do prazo de 5 (cinco) anos de utilização. será escriturado observando-se o disposto: I . (1985) Efeitos a partir de 1º/12/2011 .Art.Redação original: “Art. O somatório da coluna Entrada. quando ocorrer a alienação.Parte 1 . 7º. nº 45. o extravio ou a deterioração do referido bem. subtraindo-se desse o somatório da coluna Saída ou Baixa. ainda.776.776. o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. que será seqüencial por exercício. ambos do Dec. acrescido. 99 . vinculados à aquisição do bem. estadual e no CNPJ.no Ato COTEPE ICMS nº 9. modelo A. seguido de dois algarismos. findo o Qual deverá ser reiniciada a numeração. o perecimento.Quadro 1 . quando houver completado o qüinqüênio de sua utilização. tal como: aquisição. da seguinte forma: I . servirá de base para o cálculo do estorno de crédito. anteriormente escriturado na coluna Entrada (Crédito).080/2002) (1978) (1978) (1978) (1985) (1985) (1985) (1985) (1985) (1985) Anexo V . de 21/11/2011. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. de 21/11/2011. 205. nos quadros e nas colunas próprias. a transferência. O valor correspondente ao imposto creditado relativo à aquisição do bem. II . Saída ou Baixa Saldo Acumulado (Base do Estorno) V . IV .no Guia Prático da EFD. publicado no Portal Nacional do Sistema Público de Escrituração Digital (SPED).linha .Identificação do Contribuinte: o nome. II . 2º e vigência estabelecida pelo art. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. consoante a ordem seqüencial de entrada. indicando o exercício. do estabelecimento. A data da ocorrência de qualquer movimentação do bem. b) colunas sob o título Valor do ICMS: COLUNAS Entrada (Crédito) ESCRITURAÇÃO O valor de crédito do imposto relativo à aquisição. No CIAP. modelo EFD. III . no final do período de apuração. cujo resultado. 205. 2º e vigência estabelecida pelo art.Revogado tacitamente em virtude da redação dada pelo art.linha . de 18 de abril de 2008. ou. nº 45. ambos do Dec. O CIAP. 7º.Número: o número atribuído ao documento.Quadro 2 . A identificação do bem. III IV a) b) Va) Efeitos de 15/12/2002 a 30/11/2011 .Redação dada pelo art. 205 Art. endereço e inscrições.

ambos do Dec. o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo permanente será efetuado englobadamente. deduzindo-se. (1977) § 2º O componente utilizado na fabricação de bem no estabelecimento do contribuinte deverá ser escriturado no CIAP no período de apuração em que ocorrer a sua: (1977) I .Demonstrativo da Base do Crédito a ser Apropriado: a escrituração será efetuada na forma a seguir: a) colunas sob o título Identificação do Bem: ______________________________ (1977) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . da seguinte forma:” I .776.a sua entrada no estabelecimento. III . (1977) VI .linha . (1978) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . modelo EFD. antes do término do período de apropriação. antes do término do período de apropriação. de 21/11/2011. Total do Estorno Mensal O valor obtido mediante a soma dos valores escriturados nas colunas Estorno por Saídas Isentas ou não Tributadas e Estorno por Saída ou Perda.Parte 1 .entrada no estabelecimento. na forma prevista neste Regulamento. (1977) V .Ano: o exercício objeto da escrituração. cujo resultado deve ser escriturado.Número: o número atribuído ao documento. endereço e inscrições estadual e no CNPJ do estabelecimento. No CIAP. 4 (quatro) casas decimais. extravio.Quadro 1 . 206. (1977) IV . ambos do Dec. por qualquer motivo.Redação original: “Art.Redação dada pelo art. contado da data da sua aquisição. devendo a sua escrituração ser feita nas linhas. Saldo Acumulado O valor base do estorno mensal.a saída do estabelecimento. O valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. (1977) II . No CIAP. II . (1977) II .linha . da seguinte forma: Efeitos de 15/12/2002 a 30/11/2011 . 206. modelo C.Acrescido pelo art. Estorno por Saída ou O valor do estorno do crédito em função de perecimento. caso o período de apuração seja mensal. 7º.saída do estabelecimento. ” (1977) § 1º O bem do ativo imobilizado será escriturado no CIAP. 7º. que será seqüencial por exercício.a conclusão da fabricação do bem no estabelecimento. 2º e vigência estabelecida pelo art. transcrito da coluna com o mesmo nome do (Base do Estorno) Quadro Demonstrativo da Base do Estorno de Crédito. o valor dos estornos ocorridos no ano da saída ou perda. com a apropriação da última parcela de ICMS.a baixa do bem. considerando-se. no mínimo. 2º e vigência estabelecida pelo art. nº 45.Identificação do Contribuinte: o nome. IV . deterioração Perda ou de alienação do bem antes de completado o qüinqüênio. (1977) III . modelo C.aplicação no bem que estiver sendo fabricado no estabelecimento.080/2002) COLUNAS Mês Isentas ou não Tributadas Total das Saídas Anexo V .Art.(s) 205 e 206 ESCRITURAÇÃO O mês objeto de escrituração. 100 . nº 45. se for o caso. nos quadros e nas colunas próprias. O valor das operações e prestações isentas e não tributadas escrituradas no mês. devendo ser reiniciada a numeração após o término do mesmo. encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações isentas ou não tributadas pelo valor total das saídas e prestações. encontrado mediante a multiplicação Tributadas do coeficiente de estorno pelo saldo acumulado e pela fração mensal.a saída do bem do ativo imobilizado. (1977) III .RICMS (Decreto nº 43. o controle dos créditos de ICMS dos bens do ativo imobilizado será efetuado englobadamente. de 21/11/2011.a imobilização de mercadoria originária do estoque do ativo circulante para utilização nas atividades operacionais da empresa.Quadro 2 .776. (1977) § 3º O valor do ICMS passível de apropriação do bem que for fabricado no próprio estabelecimento do contribuinte deve ser resultante do somatório do valor de ICMS de seus componentes. Coeficientes de Estorno O coeficiente de participação das saídas e prestações isentas ou não tributadas no total das saídas e prestações escrituradas no mês. no período de apuração em que ocorrer: (1977) I . Fração Mensal O quociente de 1/60 (um sessenta avos). devendo a sua escrituração ser feita nas linhas. (1978) Art. nos quadros e nas colunas próprias. Estorno por Saídas O valor do estorno de crédito proporcional ao valor das saídas e prestações Isentas ou não isentas ou não tributadas ocorridas no mês.

quando houver completado o quadriênio de sua utilização. consoante a ordem seqüencial de entrada. a critério do contribuinte. O quociente de 1/48 (um quarenta e oito avos). relativo à aquisição. o perecimento. servirá de base para o cálculo do crédito a ser apropriado. A data da ocorrência de qualquer movimentação do bem. pelo saldo acumulado e pela fração mensal. o extravio ou a deterioração do referido bem.Parte 1 . a transferência. 4 (quatro) casas decimais. encontrado mediante a multiplicação do coeficiente de creditamento. 206 ESCRITURAÇÃO O número ou código atribuído ao bem. do ICMS correspondente ao serviço de transporte e ao diferencial de alíquotas. passível de apropriação. considerando-se.Art. Baixa ou Perda.Quadro 3 . ainda. Baixa ou Perda (Dedução de crédito) ESCRITURAÇÃO O valor do imposto. no final do período de apuração. quando ocorrer a alienação. anteriormente escriturado na coluna Entrada (Crédito passível de apropriação). subtraindose desse o somatório da coluna Saída. O valor base do crédito a ser apropriado mensalmente. passível de apropriação. cujo resultado deve ser escriturado na forma prevista neste Regulamento. encontrado mediante a divisão do valor das saídas e prestações tributadas e de exportação pelo valor total das saídas e prestações. b) colunas sob o título Valor do ICMS: COLUNAS Entrada (Crédito passível de apropriação) Saída. Saldo Acumulado (Base do Crédito a ser Apropriado) (4) Fração Mensal (5) Crédito a ser Apropriado (6 = 3 x 4 x 5) 100/1 . relativo à aquisição do bem. de forma sucinta. O somatório da coluna Entrada (Crédito passível de apropriação). b) colunas com os títulos: COLUNAS Tributadas e Exportação (1) Total das Saídas (2) Coeficiente de Creditamento (3 = 1 : 2) ESCRITURAÇÃO O valor das operações e prestações tributadas e de exportação escrituradas no mês. transferência. acrescido. vinculados à aquisição do bem. O valor do crédito a ser apropriado. A identificação do bem. do Quadro Demonstrativo da Base do Crédito a ser Apropriado. O valor total das operações e prestações de saídas escrituradas pelo contribuinte no mês. alienação ou baixa pelo decurso do prazo de 4 (quatro) anos de utilização. O número do documento fiscal relativo à aquisição ou a outra ocorrência.080/2002) COLUNAS Número ou Código Data Nota Fiscal Descrição Resumida Anexo V . tais como: aquisição.RICMS (Decreto nº 43. no mínimo.Demonstrativo da Apuração do Crédito a ser Efetivamente Apropriado: a) coluna Mês: o mês objeto de escrituração. findo o qual deverá ser reiniciada a numeração. quando for o caso. Saldo Acumulado (Base do crédito a ser apropriado) V . ou. transcrito da coluna com o mesmo nome. seguido de dois algarismos indicando o exercício. O índice de participação das saídas e prestações tributadas e de exportação no total das saídas e prestações escrituradas no mês. cujo resultado. O valor correspondente ao imposto.

é facultada ao contribuinte a escrituração por sistema eletrônico de processamento de dados (PED).001 a 999.1ª via . poderá ser apresentado apenas na última folha do CIAP do período de apuração. (1282) Art. (1977) III . ambos do Dec.o saldo acumulado não sofrerá redução em função da apropriação mensal do crédito. antes do término do período de apropriação. (1977) III . Estão sujeitas ao Controle Interestadual de Mercadorias em Trânsito as operações com mercadorias relacionadas no Anexo II do Protocolo ICMS 10/03. São documentos de controle de mercadoria em trânsito: (1282) I .Art. de 25/11/2008.RICMS (Decreto nº 43. o seguinte: (1977) I . ambos do Dec.080/2002) Anexo V . TÍTULO VII (1282) DOS SISTEMAS DE CONTROLE DE MERCADORIAS EM TRÂNSITO (1282) CAPÍTULO I (1282) Das Disposições Preliminares (1282) (1282) Art. por exercício. (1977) II . transferência. 207. modelo C.da conclusão de sua fabricação no estabelecimento. modelo C. (1282) Art.de sua imobilização. na hipótese de autuação fiscal realizada pela Fiscalização de outra unidade da Federação.Acrescido pelo art. desde que obedecidas as normas do Anexo VII.Posto de Fiscalização emitente. 208.na hipótese de utilização do sistema eletrônico de processamento de dados.Demonstrativo da Apuração do Crédito a ser Efetivamente Apropriado. 4º. com acesso mediante uso de senha. será observado. ______________________________ (1282) Efeitos a partir de 26/11/2008 .2ª via .br/scimt". ainda. nº 45.Parte 1 . modelo C: (1977) I . 2º e vigência estabelecida pelo art. o Quadro 3 . 3º e vigência estabelecida pelo art. (1977) IV . de 21/11/2011. CAPITULO II (1282) Do Sistema de Controle Interestadual de Mercadorias em Trânsito (SCIMT) e do Passe Fiscal Interestadual (PFI) (1282) Seção I (1282) Da Emissão do Passe Fiscal Interestadual (1282) (1282) Art. encadernadas ou enfeixadas.999. (1977) § 2º O bem ou componente do ativo imobilizado. 210.da saída do ativo imobilizado.960.Registro de Início de Trânsito Estadual (RITE). baixa ou outra movimentação de bem. (1977) IV . além de sua escrituração nos livros próprios. quando tratar-se de mercadoria originária do estoque do ativo circulante. antes do término do período de apropriação.Passe Fiscal Interestadual (PFI). O controle de mercadorias em trânsito no Estado oriundas ou destinadas aos Estados signatários do Protocolo ICMS 10/03 será efetuado mediante a utilização do Sistema de Controle Interestadual de Mercadorias em Trânsito (SCIMT) e a emissão do Passe Fiscal Interestadual (PFI). (1977) § 3º Na escrituração do CIAP. (1282) II . desde que o período de apuração do ICMS não seja fracionado. somente se alterando com nova aquisição ou na ocorrência de alienação. nº 44. até o dia subsequente ao: (1977) I . para a apresentação nos Postos de Fiscalização por onde transitar a mercadoria. O Passe Fiscal Interestadual será emitido no primeiro Posto de Fiscalização por onde transitar a mercadoria. será escriturado no CIAP. (1282) Parágrafo único.as folhas serão numeradas em ordem crescente de 000.da entrada no estabelecimento. por intermédio do SCIMT.inf. (1282) Parágrafo único. documento obrigatório ao controle de mercadorias em trânsito rodoviário no Estado.(s) 206 a 210 (1977) § 1º No CIAP. em conjuntos de até 500 (quinhentas) folhas. (1977) V .Acrescido pelo art. em duas vias.portalfiscal. 7º. (1282) II . As informações referentes ao Passe Fiscal Interestadual e o respectivo modelo serão disponibilizadas pelo SCIMT no endereço eletrônico "www. perecimento. extravio. deterioração. observada a seguinte destinação: (1282) I .transportador.o contribuinte poderá encadernar ou enfeixar o conjunto de folhas em período inferior a um exercício. (1977) II . (1977) II . por qualquer motivo. (1977) Efeitos a partir de 1º/12/2011 . O Posto de Fiscalização emitente do Passe Fiscal Interestadual enviará a 1ª via do Passe Fiscal Interestadual ao Fisco de outro Estado. documento obrigatório ao acobertamento do trânsito rodoviário ou ferroviário de mercadoria destinada à exportação e na remessa de mercadoria com o fim específico de exportação.da saída do estabelecimento. 209.cada conjunto de folhas encadernado ou enfeixado deverá ser autenticado pela Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito o estabelecimento até o último dia do mês de fevereiro do ano subsequente. mediante solicitação desta. na hipótese de operação iniciada neste Estado ou iniciada em Estado não-signatário do Protocolo ICMS 10/03. 100/2 .776.

214.usuário: o contribuinte. com senha própria. Na hipótese de inexistência de Posto de Fiscalização no itinerário por onde transitar a mercadoria. mediante acesso. através das funcionalidades disponibilizadas no módulo específico da intranet da Secretaria de Estado de Fazenda. 242-A da Parte I do Anexo IX. (1282) Seção II Do Registro da Nota Fiscal e da Emissão do Registro de Início de Trânsito Estadual (1282) (1282) Art. ao Módulo de Exportação do SIARE. 213 as mercadorias estabelecidas em resolução do Secretário de Estado de Fazenda. (1282) Parágrafo único. (1282) III . O Passe Fiscal Interestadual emitido por outra unidade da Federação deverá ser carimbado e registrado no primeiro Posto de Fiscalização por onde transitar a mercadoria em território mineiro. Na impossibilidade de acesso à internet ou em caráter excepcional. 212. (1282) Parágrafo único. A baixa do Passe Fiscal Interestadual será efetuada: (1282) I . para autorizar o trânsito de mercadorias.080/2002) Anexo V .registrar a nota fiscal de saída para exportação ou de remessa com o fim específico de exportação.no primeiro Posto de Fiscalização por onde transitar a mercadoria em território mineiro. Estão sujeitas ao controle de que trata o caput do art.960. 213. (1282) Seção II Da Baixa do Passe Fiscal Interestadual (1282) (1282) Art. (1282) CAPÍTULO III Do Sistema Integrado de Exportação e do Registro de Trânsito Estadual (RITE) (1282) Seção I Do Registro de Início de Trânsito Estadual (1282) (1282) (1282) Art. o estabelecimento remetente a que se refere o inciso II do art. ______________________________ (1282) Efeitos a partir de 26/11/2008 . 101 . (1282) II .(s) 211 a 215 (1282) Art. O controle de mercadorias em trânsito destinadas a exportação ou remetidas com o fim específico de exportação será efetuado mediante a utilização do Módulo de Exportação do Sistema de Administração da Receita da Secretaria de Estado da Fazenda de Minas Gerais (SIARE) e emissão do Registro de Início de Trânsito Estadual (RITE).na última unidade da Federação do percurso signatária do Protocolo ICMS 10/03. Para os efeitos deste Capítulo.emissão do Registro de Início de Trânsito Estadual: o ato realizado pelo usuário ao final do processo de registro da nota fiscal. 4º. para acessar as aplicações que compõem o processo de exportação no Módulo de Exportação do SIARE com o objetivo de: (1282) I . 3º e vigência estabelecida pelo art.emitir o Registro de Início de Trânsito Estadual. quando a mercadoria for destinada à unidade da Federação não signatária do mesmo. (1282) VI . (1282) Art. as empresas contábeis e os contabilistas que utilizarem o Módulo de Exportação do SIARE. com senha própria. (1282) IV . quando estiver impossibilitado de registrar a informação na forma do inciso anterior. nº 44. quando a mesma for destinada a este Estado.registro de nota fiscal no sistema: o ato que permite ao usuário registrar os dados da nota fiscal. que informará a passagem do Registro de Início de Trânsito Estadual ao longo da via ferroviária.Parte 1 . (1282) II . o usuário poderá solicitar que a Administração Fazendária a que estiver circunscrito registre a nota fiscal e emita o Registro de Início de Trânsito Estadual das operações.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec. (1282) V . Na saída de mercadoria relacionada em resolução da Secretaria de Estado de Fazenda.Art. 215. 213 utilizará obrigatoriamente a internet. de 25/11/2008. (1282) II . o usuário a que se refere o inciso I do parágrafo único do art. na Administração Fazendária (AF) a que estiver circunscrito.declaração de passagem do Registro de Início de Trânsito Estadual: a medida utilizada excepcionalmente pelo prestador de serviço ferroviário de cargas para entregar.Acrescido pelo art. os Registros de Início de Trânsito Estadual para conclusão do trânsito das operações de exportação. 211.conclusão do trânsito estadual: o ato realizado por unidades fazendárias da Secretaria de Estado de Fazenda para verificar o conteúdo do Registro de Início de Trânsito Estadual. a baixa do Passe Fiscal Interestadual será efetuada conforme definido em resolução do Secretário de Estado de Fazenda. entende-se como: (1282) I . (1282) Parágrafo único. as mercadorias que serão exportadas e a sua destinação.registro de passagem do Registro de Início de Trânsito Estadual: o ato realizado pelo Centro de Controle Operacional (CCO) do prestador de serviço de transporte ferroviário de cargas.

de 25/11/2008. (1282) II . 218.080/2002) Anexo V . 102 . 4º. (1282) (1282) Das (1282) CAPÍTULO IV Disposições Comuns (1282) Art.o Passe Fiscal Interestadual cuja baixa não tenha sido efetuada no prazo definido em resolução do Secretário de Estado de Fazenda. (1282) Art. (1282) § 2º A 2ª via do Registro de Início de Trânsito Estadual será carimbada pela unidade fazendária do Posto de Fiscalização de divisa e acompanhará a mercadoria até o destino. 220. O Registro de Início de Trânsito Estadual deverá ser apresentado no prazo previsto em resolução do Secretário de Estado de Fazenda. (1282) III . (1282) § 3º Na hipótese de prestação de serviço de transporte ferroviário. uma via do Registro de Início de Trânsito Estadual será entregue ao prestador de serviço para registro de passagem do documento pela via ferroviária no sistema.2ª via: prestador de serviço de transporte. o prestador de serviço registrará a passagem dos Registros de Início de Trânsito Estadual pela via ferroviária no prazo previsto em resolução do Secretário de Estado de Fazenda. conforme o caso. por veículo ou por composição férrea. (1282) II .Acrescido pelo art. a conclusão do trânsito estadual será efetuada conforme definido em resolução do Secretário de Estado de Fazenda. devendo ser arquivada para exibição ao Fisco quando solicitado. que terão a seguinte destinação: (1282) I . 3º e vigência estabelecida pelo art. pelo prestador de serviço rodoviário de cargas. com senha própria. 217.RICMS (Decreto nº 43. às aplicações que compõem o processo de exportação no Módulo de Exportação do SIARE para o registro de passagem dos Registros de Início de Trânsito Estadual. 216. Na hipótese de transporte ferroviário de cargas. ambos do Dec. (1282) Seção III Da Conclusão do Trânsito Rodoviário Estadual (1282) (1282) Art. essa situação deverá ser informada na via do prestador de serviço de transporte. (1282) § 1º Na impossibilidade de conclusão do trânsito estadual no momento da apresentação do Registro de Início de Trânsito Estadual. entregar os documentos à Administração Fazendária a que estiver circunscrito para conclusão do trânsito das operações de exportação.o Registro de Início de Trânsito Estadual cuja apresentação para conclusão de trânsito ou para registro de passagem não tenha sido efetuada no prazo definido em resolução do Secretário de Estado de Fazenda.Parte 1 . (1282) § 1º O prestador de serviço de transporte ferroviário de cargas terá acesso. 219. (1282) § 2º Excepcionalmente. ______________________________ (1282) Efeitos a partir de 26/11/2008 . O fechamento do Registro de Início de Trânsito Estadual será realizado pela unidade fazendária da Secretaria de Estado de Fazenda por meio do procedimento de conclusão do trânsito estadual das operações de exportação. o prestador de serviço de transporte ferroviário poderá. Será considerado irregular: (1282) I . de posse do transportador sem a respectiva carga objeto do documento de registro de saída. O Registro de Início de Trânsito Estadual será emitido pelo usuário ao final do processo de registro da nota fiscal de exportação ou de remessa de mercadoria com o fim específico de exportação por meio do Módulo de Exportação do SIARE. à unidade fazendária do Posto de Fiscalização de divisa para conclusão do trânsito estadual e para aposição de carimbo na via do prestador de serviço de transporte rodoviário de cargas.1ª via: fiscalização. (1282) § 2º Na hipótese de inexistência de Posto de Fiscalização no itinerário por onde transitar a mercadoria.o Passe Fiscal ou o Registro de Início de Trânsito Estadual. Cada Registro de Início de Trânsito Estadual conterá o registro de tantas notas fiscais quantas forem as operações de exportação ou de remessa com o fim específico de exportação realizadas pelo emitente. nº 44. mediante declaração de passagem dos Registros de Início de Trânsito Estadual pela via ferroviária.(s) 216 a 221 (1282) Art.Art. em duas vias.960. na hipótese de transporte rodoviário de cargas. 221. Seção IV (1282) Do Registro de Passagem do Trânsito Estadual pela via Ferroviária (1282) Art. (1282) Art. (1282) § 1º A 1ª via do Registro de Início de Trânsito Estadual será retida pela unidade fazendária do Posto de Fiscalização de divisa do Estado de Minas Gerais para conclusão do trânsito estadual.

a internalização e comercialização da mercadoria em território mineiro. relativamente ao Passe Fiscal. A comercialização em território mineiro ou a reintrodução no mercado interno de mercadoria objeto de controle de mercadorias em trânsito quando não ocorrido o registro de sua saída deste Estado ensejará a exigência do imposto.763. (1282) Parágrafo único.RICMS (Decreto nº 43.Art. nas hipóteses dos incisos I e III do artigo anterior. 223. 222.Acrescido pelo art. Considera-se ocorrida: (1282) I .Parte 1 . (1282) II .(s) 222 e 223 (1282) Art. 4º. de 26 de dezembro de 1975. nas hipóteses dos incisos II e III do artigo anterior. nº 44. ambos do Dec.960. de 25/11/2008. 55 da Lei nº 6. ______________________________ (1282) Efeitos a partir de 26/11/2008 . A Secretaria de Estado de Fazenda editará normas complementares necessárias ao controle de mercadoria em trânsito. (1282) Art. da multa de revalidação e da multa prevista no inciso XXIX do art.a reintrodução da mercadoria no mercado interno. 103 . 3º e vigência estabelecida pelo art. relativamente ao Registro de Início de Trânsito Estadual.080/2002) Anexo V .

" (1) 1.102 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .Compra para comercialização.(596) Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. de 27/12/2002: "1.111 . quando da entrada real da mercadoria. e vigência estabelecida pelo art.Compra para industrialização Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. 1º e vigência estabelecida pelo art.Compra para industrialização ou produção rural originada de encomenda para recebimento futuro (591).118 .118 PARTE 2 CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA (a que se referem o artigo 187 deste Regulamento e a da Parte 1 deste Anexo) DO CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (acrescido de notas explicativas) (1) 1.101 .Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: "1.128. quando da entrada real da mercadoria.Compra para comercialização Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. nº 43.922 .113 .116 .101 ." (1) 1. nº 44.Compra para industrialização ou produção rural (591). 3º.178. III. (1) 1. em venda à ordem ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .Cod. cuja aquisição tenha sido classificada no código “1. nº 43.922 – Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro". 3º. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 1. ambos do Dec. nº 43. ambos do Dec. 2º do Dec.100 . neste grupo.100 . quando da entrada real da mercadoria.(596) 1. (1) 1.RICMS (Decreto nº 43. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO ESTADO Classificam-se.Parte 2 .000 . ambos do Dec. as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.178. recebidas anteriormente a título de consignação industrial. (1) 1.Redação dada pelo art.Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro”. 4º. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. de 27/12/2002. 1º. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. de 22/12/2005.Compra de mercadoria para comercialização pelo adquirente originário.COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.(596) Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro”. de 22/12/2005 104 . (591). (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . VI. (591).(596) 1. entregue pelo vendedor remetente ao destinatário.922 .(s) 1. ambos do Dec.080/2002) Anexo V .128. de mercadoria recebida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil.(596) 1.Compra para industrialização originada de encomenda para recebimento futuro Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.Redação dada pelo art. cuja aquisição tenha sido classificada no código "1.Compra para industrialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. 3º. b. (596) Ver o art. cuja aquisição tenha sido classificada no código “1.000 a 1. PRODUÇÃO RURAL.116 .Compra para comercialização originada de encomenda para recebimento futuro Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (591).128.117 . nº 44.

1º. já recebida do vendedor remetente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ISSQN.Redação dada pelo art.120 . em que as mercadorias remetidas para utilização no processo de industrialização não transitaram pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias. nº 43. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . sem transitar pelo estabelecimento do adquirente originário. 3º. ambos do Dec. já recebidas do vendedor remetente por ordem do adquirente originário. em operação de venda à ordem. no código “5.Redação dada pelo art.128 .Compra para industrialização em que a mercadoria foi remetida pelo fornecedor ao industrializador sem transitar pelo estabelecimento adquirente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.Compra de material para uso ou consumo”.Compra de bem para o ativo imobilizado” ou “1. em vendas à ordem. 1º e vigência estabelecida pelo art. nº 43. por ordem do adquirente originário. III. já recebidas do vendedor remetente. (1747) Efeitos a partir de 1º/01/2011 . em vendas à ordem.556 . cuja venda seja classificada. ambos do Dec. (1) 1.121 .128. pelo adquirente originário. (1) 1.456. 3º. 3º.RICMS (Decreto nº 43. 1º.128 Classificam-se neste código as compras de mercadorias já comercializadas. sejam entregues pelo vendedor remetente diretamente ao destinatário. (1) 1. e vigência estabelecida pelo art.128.Industrialização efetuada por outra empresa quando a mercadoria remetida para utilização no processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento adquirente da mercadoria Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por outras empresas. já recebida do vendedor remetente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: “1.Redação dada pelo art.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente.Acrescido pelo art. VII.Compra para industrialização.Industrialização efetuada por outra empresa Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por terceiros. que. a entrada deverá ser classificada nos códigos “1.Parte 2 .Cod.556 . (1746) 1.120 a 1.126 . nº 45. em venda à ordem”. ambos do Dec. de 27/12/2002. (1746) Efeitos a partir de 1º/01/2011 .551 Compra de bem para o ativo imobilizado” ou “1.120 . e vigência estabelecida pelo art.” (1747) 1. em venda à ordem. ambos do Dec. VII.Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ICMS. remetidas pelo fornecedor para o industrializador sem que a mercadoria tenha transitado pelo estabelecimento do adquirente. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante.551 .Compra de material para uso ou consumo”. a entrada deverá ser classificada nos códigos “1. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2010 .122 .126 . compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. de 18/08/2010. III.Compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços.Compra para comercialização. em venda à ordem.080/2002) Anexo V .125 . (1) 1. de 18/08/2010. nº 45. (1) 1. 3º.124 . 105 .456. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante.(s) 1. compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial.

para serem utilizadas nas prestações de serviços. 1º. cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de produção do estabelecimento".128.178.128.Transferência para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. nº 44. nº 44. (1) 1.RICMS (Decreto nº 43.151 . 1º e vigência estabelecida pelo art. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . nº 43.178.Devolução de venda de produção do estabalecimento (591)." (1) 1. b.150 a 1. de 27/12/2002. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . ambos do Dec. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 1.(596) 1. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”. 3º.202 . cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do estabelecimento”. (1) 1. 2º do Dec.Transferência de energia elétrica para distribuição Classificam-se neste código as entradas de energia elétrica recebida em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. de 27/12/2002: "1.Cod. que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento.(596) Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. de 22/12/2005 106 . 4º.DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA.Redação dada pelo art.152 . 1º e vigência estabelecida pelo art. (1) 1.Redação dada pelo art. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .150 – TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. para serem comercializadas.(596) 1. para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. ambos do Dec.Redação dada pelo art.Devolução de venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento. para serem utilizadas em processo de industrialização. ambos do Dec. para distribuição. de 27/12/2002: "1.Redação dada pelo art. nº 43. 3º. 1º e vigência estabelecida pelo art. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .201 ." (1) 1.Transferência para comercialização Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.(596) 1. VI.080/2002) Anexo V .Transferência para industrialização Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.(596) Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. de 22/12/2005. nº 43. (596) Ver o art. III.153 .150 .TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.154 .200 . 3º. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (591).128. ambos do Dec.(s) 1. DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DE VALORES (591).151 – Transferência para industrialização ou produção rural (591).201 . PRODUÇÃO RURAL. e vigência estabelecida pelo art.Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.202 (591).Parte 2 .

Parte 2 . (1) 1.203 a 1. nº 44.204 .Cod." (1) 1.203 . ambos do Dec. 1º.Redação dada pelo art.Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.128. de 27/12/2002.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.(596) Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”. III. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: "1. cujas saídas foram classificadas no código “5. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 22/12/2005. ambos do Dec.(596) 1.Redação dada pelo art.109 . nº 44. cujas saídas foram classificadas no código “5.080/2002) Anexo V .Venda de produção do estabelecimento. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio (591). cujas saídas foram classificadas no código "5.207 (591). ambos do Dec. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.205 .Devolução de venda de produção do estabelecimento.Anulação de valor relativo à venda de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio".RICMS (Decreto nº 43.Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . (596) Ver o art. nº 43.206 .(s) 1. nº 43. 2º do Dec. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento. decorrentes de prestações de serviços de transporte.207 .Devolução de venda de produção do estabelecimento. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”. (1) 1.178. 3º. 4º. b. (1) 1. 3º.Redação dada pelo art.109 – Venda de produção do estabelecimento. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. de 22/12/2005 106/1 .203 . decorrentes de prestações de serviços de comunicação.128.178. decorrentes de venda de energia elétrica. 1º e vigência estabelecida pelo art. VI.110 .

(1) 1. de 22/12/2005. (1) 1.Redação dada pelo art.Redação dada pelo art.Devolução de produção do estabelecimento.208 . (596) Ver o art. VI. nº 43. III. e vigência estabelecida pelo art.252 (591).128. ambos do Dec. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento industrial de cooperativa.128. 2º do Dec. de 27/12/2002: "1. remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa. remetida em transferência (591).208 .Devolução de produção do estabelecimento. 1º e vigência estabelecida pelo art.Devolução de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.(596) 1. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativas para distribuição aos seus cooperados. nº 44. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .(s) 1. de 27/12/2002. 1º e vigência estabelecida pelo art. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . de 22/12/2005 106/2 .178.208 a 1.080/2002) Anexo V .(596) Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição ou comercialização.Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada no processo de industrialização. transferidas para outros estabelecimentos da mesma empresa.RICMS (Decreto nº 43.250 . remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados pelo estabelecimento. nº 44.Parte 2 . ambos do Dec. 1º.251 . ambos do Dec.Cod. 3º.” (1) 1. b.Redação dada pelo art. transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa.COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA (1) 1. 4º. 3º. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . nº 43.209 .252 .178.

300 .Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial. (1) 1. (998) Efeitos a partir de 1º/01/2008 .Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial.302 . (1) 1. (1) 1.Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de comunicação.354 . (1) 1.Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento prestador de serviço de transporte. (1) 1.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial. nº 44. V. (1) 1.Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento prestador de serviços de comunicação.Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de produtor rural. 107 .350 .256 .080/2002) (1) Anexo V .356 .253 . VII. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa.360 .301 . que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial de cooperativa.Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza.254 . (1) 1. (1) 1.257 . de 26/09/2007.AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO 1.625. ambos do Dec.Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada Classificam-se neste código as compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada.(s) 1.Parte 2 . Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa. (1) 1. (1) 1.352 . e vigência estabelecida pelo art. nº 43. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa. (1) 1.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de produtor rural.255 .Compra de energia elétrica por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento de produtor rural. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa.304 .Acrescido pelo art. (998) 1.RICMS (Decreto nº 43.AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE POR CONTRIBUINTE SUBSTITUTO EM RELAÇÃO AO SERVIÇO DE TRANSPORTE (998) Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte quando o adquirente for o substituto tributário do imposto decorrente da prestação dos serviços. 6º. 3º.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica. (1) 1. (1) (1) 1. ambos do Dec. (1) 1. 2º. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . de 27/12/2002.253 a 1360 1. 1º e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art.353 .303 .351 . (1) (1) 1.128.Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.306 . (1) 1.355 .Cod.305 .Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza.AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE 1.Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de transporte.

(596) 1. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. III.409 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .400 . (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .408 .Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.178.Redação dada pelo art. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .Cod.Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591).080/2002) Anexo V . 1º e vigência estabelecida pelo art. (591).406 . 1º." (1) 1.Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento.403 . 4º. de 27/12/2002.ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (591). em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária".RICMS (Decreto nº 43. Também serão classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de cooperativa. 3º. 1º e vigência estabelecida pelo art.Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas.Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados e vendidos pelo estabelecimento.(596) Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária”.410 (1) 1.Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária (591). (591). ambos do Dec. 3º. ambos do Dec.Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. b. para serem industrializadas ou consumidas na produção rural no estabelecimento.408 – Transferência para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária (591). de 27/12/2002: "1. 2º do Dec. de 22/12/2005 108 ." ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (596) Ver o art. (1) 1.178. para serem comercializadas.(596) 1. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. 3º. nº 43. nº 44.(596) Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa." (1) 1.Redação dada pelo art. decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.128. 1º e vigência estabelecida pelo art. nº 43.400 a 1. 1º e vigência estabelecida pelo art. decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.Redação dada pelo art. e vigência estabelecida pelo art. nº 44. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. ambos do Dec.Redação dada pelo art.(596) Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. nº 43. 3º.410 . ambos do Dec. de 22/12/2005. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .401 .410 . decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. de 27/12/2002: "1.401 .Parte 2 .128. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.128.Redação dada pelo art. nº 43.(s) 1.(596) 1. (1) 1. ambos do Dec.Transferência para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. VI. decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.407 .Compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. para serem industrializadas no estabelecimento. de 27/12/2002: "1. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.128.

2º. nº 43.415 . 3º. inclusive por meio de veículos. (591). b.128. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.Redação dada pelo art. de 22/12/2005. 1º e vigência estabelecida pelo art.(s) 1." (1) 1.128.500 . remetida para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.501 . de produção do estabelecimento (591). em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. em retorno.450 . (1) 1.500 . remetidos a trading company.501 – Remessa de produção do estabelecimento.452 . inclusive por meio de veículos. de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados pelo estabelecimento.411 a 1.503 (1) 1. de 02/05/2006. 1º e vigência estabelecida pelo art. nº 44. ambos do Dec. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. III.Redação dada pelo art. e não comercializadas. de 27/12/2002: "1. 1º. 1º e vigência estabelecida pelo art.Retorno de produção do estabelecimento.411 . VI. ambos do Dec. ambos do Dec. 3º. inclusive por meio de veículos.Redação dada pelo art. com fim específico de exportação".178. em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. ambos do Dec.178. nº 43. de 27/12/2002. 1º e vigência estabelecida pelo art. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. nº 43. remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591). remetidos para vendas fora do estabelecimento." ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . nº 44.Entrada decorrente de devolução de produto remetido com fim específico de exportação.Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company.451 . cujas saídas tenham sido classificadas no código "5.Parte 2 . e vigência estabelecida pelo art. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . de produtos industrializados pelo estabelecimento. de 27/12/2002: "1. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.Remessa de produção do estabelecimento.Entrada decorrente de devolução de produto remetido com fim específico de exportação.Redação dada pelo art.128.503 .128. nº 43.501 .Retorno de animal do estabelecimento produtor Classificam-se neste código as entradas referentes ao retorno de animais criados pelo produtor no sistema integrado.(596) 1.Cod. com fim específico de exportação.(596) 1. 109 .503 . em retorno. e não comercializadas.Retorno de produção do estabelecimento. com fim específico de exportação. VI.080/2002) Anexo V . (1) (1) 1. remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas. (596) Ver o art.ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE OU COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES Efeitos de 1º/01/2003 a 30/06/2006 .(596) Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. cujas saídas tenham sido classificadas no código “5. VI. ambos do Dec.Redação dada pelo art. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .414 . 3º. de 22/12/2005 (692) Efeitos a partir de 1º/07/2006 . em retorno.ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES” (1) 1.RICMS (Decreto nº 43. 3º. e não comercializadas. e vigência estabelecida pelo art. nº 44.289.(596) Classificam-se neste código as entradas. (692) 1.414 .Redação dada pelo art. 4º.Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Retorno de insumo não utilizado na produção Classificam-se neste código o retorno de insumos não utilizados pelo produtor na criação de animais pelo sistema integrado. 2º do Dec. 6º. com fim específico de exportação. de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas para vendas fora do estabelecimento. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO 1.Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. ambos do Dec. remetidos a trading company. (591). com fim específico de exportação”. remetidos para vendas fora do estabelecimento. de 27/12/2002: “1.

remetidas para formação de lote de exportação. "a". de saldo credor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa.Transferência de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as entradas de bens destinados ao ativo imobilizado recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.Cod. 3º. 3º. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. (162) Efeitos a partir de 1º/01/2004 .738. de 05/02/2004. de 02/05/2006.505 .505 .Entrada decorrente de devolução de mercadoria remetida com fim específico de exportação. VI. adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas a trading company. ambos do Dec.602 (1) 1.Compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento. cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação. (1) 1.OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO (1) 1. nº 43. e vigência estabelecida pelo art. 6º.Recebimento. por transferência.Remessa de mercadorias. 2º. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento”. de crédito de ICMS Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de créditos de ICMS. cujas saídas tenham sido classificadas no código “5. nº 43. destinados à compensação do saldo devedor do estabelecimento.(s) 1.553 . cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.289." ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (1) 1.Parte 2 . (1) 1. remetido para uso no estabelecimento Classificam-se neste código as entradas de bens do ativo imobilizado de terceiros. 6º. (693) 1. entrepostos aduaneiros ou outros estabelecimentos que venham a ser regulamentados pela legislação tributária de cada unidade Federada. de 27/12/2002: "Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS recebidos de outros estabelecimentos da mesma empresa.557 . para compensação de saldo devedor de ICMS (162) Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS recebidos de outros estabelecimentos da mesma empresa.080/2002) Anexo V . de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. com fim específico de exportação.RICMS (Decreto nº 43.601 .CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS 1. (693) 1.504 . cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.554 . 1º e vigência estabelecida pelo art.550 . (1) 1.128. (1) 1. adquiridas ou recebidas de terceiros.555 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2003 .506 .Redação dada pelo art. nº 43. remetidos para uso no estabelecimento. (1) (1) 1. por transferência. inclusive no caso de apuração centralizada do imposto.552 . (1) 1.Retorno de bem do ativo imobilizado remetido para uso fora do estabelecimento Classificam-se neste código as entradas por retorno de bens do ativo imobilizado remetidos para uso fora do estabelecimento.554 .Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.Devolução de venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens do ativo imobilizado. III. (1) 1. para formação de lote de exportação”. 110 . VI.Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias.Compra de material para uso ou consumo Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. efetuadas pelo estabelecimento depositário.Venda de bem do ativo imobilizado”. com fim específico de exportação”.Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro.Recebimento. (693) Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação.551 .Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento”.Redação dada pelo art. cujas saídas tenham sido classificadas no código “5.600 . destinados à compensação do saldo devedor do estabelecimento. e vigência estabelecida pelo art. (693) Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação em armazéns alfandegados. ambos do Dec.504 a 1.602 . (1) 1.556 . nº 44. (693) Efeitos a partir de 1º/07/2006 .Redação dada pelo art. ambos do Dec. ambos do Dec.Acrescido pelo art. recebidos por transferência de outras empresas.Transferência de material para uso ou consumo Classificam-se neste código as entradas de materiais para uso ou consumo recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.502 .128. 1º e vigência estabelecida pelo art. IV.551 . de 27/12/2002. 2º. adquiridas ou recebidas de terceiros.504 – Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação.

603 a 1.Redação dada pelo art. quando o ressarcimento for apropriado pelo próprio contribuinte substituído.Parte 2 . "b". ou.Acrescido pelo art.Acrescido pelo art. ambos do Dec.604 . I. 4º e vigência estabelecida pelo art. nas hipóteses previstas na legislação aplicável.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec.ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS. (1) 1. 3º. de 05/02/2004. 4º. 7º.Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído. para efetivação da apuração centralizada do imposto. de saldo devedor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldo devedor de ICMS recebido de outro estabelecimento da mesma empresa.651 . 1º e vigência estabelecida pelo art. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . 111 . nº 43.651 1.738. ambos do Dec. V. efetuado pelo contribuinte substituto. 6º. nº 43.128.Recebimento. (250) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES 1. e vigência estabelecida pelo art.603 . por transferência.080/2002) (1) Anexo V . de 27/12/2002. ainda.650 . nº 43.Cod. (171) (171) 1.Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto. III.605 .823.(s) 1.Lançamento do crédito relativo à compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da apropriação de crédito de bens do ativo imobilizado (250) 1. de 28/06/2004.

incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador. de 05/02/2004.Redação dada pelo art.Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para venda fora do estabelecimento. b. 4º. de 05/02/2004: "1. Efeitos de 1º/09/2003 a 31/12/2005 . 6º.903 . de 27/12/2002.Retorno de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. e não comercializadas. (1) (1) 1.905 .(596) Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos.Transferência de combustível e lubrificante para industrialização Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto.902 . "b". nº 43. e vigência estabelecida pelo art. (1) 1.Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos.Retorno simbólico de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas em retorno simbólico de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .663 . 1º.658 .659 . "b". ainda que simbólicas. de 22/12/2005 112 . 4º.738. (171) 1. e vigência estabelecida pelo art.Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes. quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e que não tenham retornado ao estabelecimento depositante. III. (171) 1. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . ambos do Dec. (1) 1. (1) 1. 1º e vigência estabelecida pelo art.178. na prestação de serviços ou por usuário final. nº 44.904 . (171) 1. (1) 1.Entrada de bem por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em cumprimento de contrato de comodato. III. por retorno de combustíveis ou lubrificantes.662 . (171) 1.Compra de combustível ou lubrificante para comercialização Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem comercializados.661 .Acrescido pelo art.653 . (1) 1. nº 43. e vigência estabelecida pelo art. na prestação de serviços ou por usuário final. I. (1) 1.652 . cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes por consumidor ou usuário final”.RICMS (Decreto nº 43.080/2002) Anexo V .660 . (1) 1. (171) 1. na produção rural.Entrada de combustível ou lubrificante para armazenagem Classificam-se neste código as entradas de combustíveis ou lubrificantes para armazenagem.908 . nº 44.901 .906 .900 .653 .664 .Redação dada pelo art.OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS 1.Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à comercialização Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes. inclusive por meio de veículos.Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final (591). cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes para comercialização”.178. I.128.Entrada de mercadoria recebida para depósito em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral.(596) 1. VI. 3º. remetidos para armazenagem.652 a 1.Acrescido pelo art. (171) 1. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente”. ambos do Dec.Retorno de combustível ou lubrificante remetido para armazenagem Classificam-se neste código as entradas. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .Parte 2 .738. nº 43.907 . de 22/12/2005. III." (171) 1. 6º. 2º do Dec. ambos do Dec.Cod. (596) Ver o art. 4º.Retorno de mercadoria remetida para industrialização por encomenda Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos para industrialização por encomenda.Entrada para industrialização por encomenda Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para industrialização por encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa.Entrada de mercadoria remetida para industrialização e não aplicada no referido processo Classificam-se neste código as entradas em devolução de insumos remetidos para industrialização e não aplicados no referido processo.Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes.Transferência de combustível e lubrificante para comercialização Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem comercializados. (591).908 (171) 1.(s) 1. ambos do Dec.

em venda à ordem.Compra para industrialização.Retorno de mercadoria ou bem remetido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para conserto ou reparo. (1) 1. onde iniciado o serviço. (1) 1. em venda à ordem.(s) 1.121 . (1) 1. quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos por conta e ordem do adquirente. 4º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002.931 .913 .Entrada de mercadoria recebida do vendedor remetente. doação ou brinde.RICMS (Decreto nº 43.Parte 2 . remetida anteriormente em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas por devolução simbólica de mercadorias vendidas ou utilizadas em processo industrial.128.Entrada para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria.909 a 1.Compra para comercialização. (1) 1.916 . (1) 1.920 . doação ou brinde Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de bonificação.910 . (1) 1.932 1. (1) 1. em venda à ordem Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas do vendedor remetente.Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.Retorno de mercadoria ou bem remetido para demonstração Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para demonstração.Entrada de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil ou industrial. quando a responsabilidade pela retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.922 .Entrada de bonificação. já recebida do vendedor remetente” ou “1.911 . (1) 1.Entrada de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou reparo. foi classificada nos códigos “1. em vendas à ordem. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos. 113 . (250) 1.917 . quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para serem industrializados por conta e ordem do adquirente.Devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas por devolução de mercadorias remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. (1) 1.Aquisição de serviço de transporte iniciado em unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte que tenham sido iniciados em unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte.080/2002) (1) Anexo V .Retorno de bem remetido por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em devolução após cumprido o contrato de comodato. (1) 1.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro.924 . de 28/06/2004. (1) 1.Acrescido pelo art. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.Entrada de mercadoria ou bem recebido para demonstração Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para demonstração.926 .932 . (1) 1. (1) 1.Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial.120 .Retorno de mercadoria remetida para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria. pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde tenha iniciado o serviço (250) Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo tomador do serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação. (1) 1. ambos do Dec. (1) 1. nº 43. (1) 1.915 . (1) 1.925 . já recebida do vendedor remetente”.823.Entrada de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas de vasilhame ou sacaria.919 .921 . ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . para industrialização e incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador.Retorno de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas em retorno de vasilhame ou sacaria. 3º.918 . 7º. nº 43. (250) Efeitos a partir de 1º/01/2005 .Entrada de amostra grátis Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de amostra grátis.Redação dada pelo art.Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou de sua desagregação Classificam-se neste código os registros efetuados a título de reclassificação decorrente de formação de kit de mercadorias ou de sua desagregação.Cod.923 .914 . 1º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec.909 .912 .Retorno de mercadoria ou bem remetido para exposição ou feira Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para exposição ou feira. (250) 1. remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. V. cuja compra do adquirente originário.

933 a 2. (1) 2. nº 45.(596) 2. 3º. 1º e vigência estabelecida pelo art.COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. 3º. (1796) Efeitos a partir de 26/11/2010 . COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (591). III. de 28/06/2004: "1.Entrada simbólica de mercadoria recebida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas simbólicas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. de competência municipal.101 . VI. ambos do Dec. ambos do Dec.100 .922 – Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro". desde que informados em Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.Acrescido pelo art. quando da entrada real da mercadoria.Compra para industrialização ou produção rural (591). 2º do Dec.Acrescido pelo art. de mercadoria recebida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil.933 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . b. cuja remessa tenha sido classificada pelo remetente no código “5. PRODUÇÃO RURAL.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro”. recebidas anteriormente a título de consignação industrial.111 .Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificada Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificadas nos códigos anteriores. (1) 1. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .RICMS (Decreto nº 43. 4º.116 . de 27/12/2002: "2. cuja aquisição tenha sido classificada no código "2.116 (591). quando da entrada real da mercadoria. de 22/12/2005. 3º.Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN Classificam-se neste código as aquisições de serviços.128.COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.949 . 4º e vigência estabelecida pelo art. nº 44. ambos do Dec.(s) 1.128.(596) 1.Redação dada pelo art.Compra para comercialização.113 . nº 44. ambos do Dec.000 . desde que informados em documentos autorizados pelo Estado. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . e vigência estabelecida pelo art. de 25/11/2010.506. neste grupo. nº 43. as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário. ambos do Dec.Compra para industrialização originada de encomenda para recebimento futuro Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS Classificam-se. nº 43.(596) Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. de 27/12/2002: "2. e vigência estabelecida pelo art.823. (591). Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. 114 .Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN (591).101 .Cod.Compra para industrialização Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. (596) Ver o art. ambos do Dec. (591).Redação dada pelo art.116 . Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. de 22/12/2005.Compra para industrialização ou produção rural originada de encomenda para recebimento futuro (591). 1º e vigência estabelecida pelo art. Efeitos de 1º/01/2005 a 31/12/2005 .102 .(596) 2. 3º." ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 2.128. de 27/12/2002. V.(596) Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. (1) 2." (1) 2.100 .Compra para comercialização Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. nº 43.934 .(596) Classificam-se neste código as aquisições de serviços. nº 43. (1) 2.178. cuja aquisição tenha sido classificada no código “2. 1º. de competência municipal.080/2002) Anexo V . Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. III.Compra para industrialização de mercadoria recebida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as compras efetivas de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. 7º.922 .Remessa simbólica de mercadoria depositada em armazém geral ou depósito fechado”.Parte 2 .933 .178.(596) 2.Redação dada pelo art.934 ." (1796) 1.Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 2º.

118 .128. ambos do Dec. pelo adquirente originário. em venda à ordem. quando da entrada real da mercadoria.551 . 3º. (1) 2.Parte 2 . sem transitar pelo estabelecimento do adquirente originário. 3º. nº 43. de 27/12/2002: “2.Compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços.(s) 2. já recebidas do vendedor remetente por ordem do adquirente originário.120 . já recebida do vendedor remetente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas.Compra para industrialização em que a mercadoria foi remetida pelo fornecedor ao industrializador sem transitar pelo estabelecimento adquirente. no código “6. nº 43. (1746) Efeitos a partir de 1º/01/2011 . 115 . ambos do Dec. 1º. 1º e vigência estabelecida pelo art. já recebida do vendedor remetente Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.120 . em vendas à ordem.117 a 2.Compra de bem para o ativo imobilizado” ou “2. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante.122 .” (1747) 2. (1746) 2. (1747) Efeitos a partir de 1º/01/2011 .128 2.RICMS (Decreto nº 43. em que as mercadorias remetidas para utilização no processo de industrialização não transitaram pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias.121 . 1º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec.456.126 . compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial.922 . (1) 2. em operação de venda à ordem. III.Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ISSQN. entregue pelo vendedor remetente ao destinatário.Compra para comercialização.Industrialização efetuada por outra empresa quando a mercadoria remetida para utilização no processo de industrialização não transitou pelo estabelecimento adquirente da mercadoria Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por outras empresas.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro”. e vigência estabelecida pelo art.125 . Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. por ordem do adquirente originário. III.Compra para comercialização originada de encomenda para recebimento futuro Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. remetidas pelo fornecedor para o industrializador sem que a mercadoria tenha transitado pelo estabelecimento do adquirente. em venda à ordem Classificam-se neste código as compras de mercadorias já comercializadas. (1) 2.456. Quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo imobilizado ou de mercadorias para uso ou consumo do estabelecimento encomendante. em vendas à ordem. compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial.117 . 3º.Compra para industrialização.Acrescido pelo art. VII. já recebidas do vendedor remetente. em venda à ordem”.551 Compra de bem para o ativo imobilizado” ou “2. nº 45. VII.128 . de 18/08/2010.080/2002) (1) Anexo V .Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente. em venda à ordem. cuja aquisição tenha sido classificada no código “2. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2010 .Compra de mercadoria para comercialização pelo adquirente originário. sejam entregues pelo vendedor remetente diretamente ao destinatário.Redação dada pelo art. de 27/12/2002. 3º.128. nº 45. (1) 2. ambos do Dec.126 .124 . que. a entrada deverá ser classificada nos códigos “2.556 .Redação dada pelo art.Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ICMS. cuja venda seja classificada.Industrialização efetuada por outra empresa Classificam-se neste código as entradas de mercadorias industrializadas por terceiros. (1) 2.556 . de 18/08/2010.Cod.Redação dada pelo art. 1º.Compra de material para uso ou consumo”.Compra de material para uso ou consumo”. a entrada deverá ser classificada nos códigos “2. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .. e vigência estabelecida pelo art. (1) 2.

151 .(596) 2.TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. para serem comercializadas.128.151 . ambos do Dec. ambos do Dec. nº 44.Transferência para industrialização Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . b. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 2.150 .Redação dada pelo art.Redação dada pelo art.153 . 3º.(596) Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. PRODUÇÃO RURAL.Transferência para comercialização Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.128. (1) 2.080/2002) Anexo V .(s) 2. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (591). para serem utilizadas em processo de industrialização.(596) 2. e vigência estabelecida pelo art. 2º do Dec.Parte 2 .RICMS (Decreto nº 43. VI. de 22/12/2005 116 . de 27/12/2002: "2.154 . ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .150 .Transferência para industrialização ou produção rural (591). nº 43.TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.Transferência para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. nº 44. para serem utilizadas nas prestações de serviços. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .152 . nº 43. de 22/12/2005.Transferência de energia elétrica para distribuição Classificam-se neste código as entradas de energia elétrica recebida em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. 4º.178. de 27/12/2002. 1º e vigência estabelecida pelo art. para distribuição. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º.Cod." (1) 2. ambos do Dec.Redação dada pelo art.178. III. 1º.150 a 2. (1) 2. (596) Ver o art. para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural.154 (591).

cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do estabelecimento”.109 .(596) Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. de 27/12/2002. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”.Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.(596) 2. que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento. nº 43.201 . DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DE VALORES (591). destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento. VI. de 22/12/2005.200 a 2. cujas saídas foram classificadas no código "6.(596) Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.203 .Devolução de venda de produção do estabelecimento (591).128.Venda de produção do estabelecimento". 3º. nº 43.Redação dada pelo art. b. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”.201 . 1º e vigência estabelecida pelo art. e vigência estabelecida pelo art. nº 43. 4º. 2º do Dec. (596) Ver o art. de 27/12/2002: "2.Redação dada pelo art. ambos do Dec.080/2002) Anexo V .(596) 2.RICMS (Decreto nº 43. 1º.178. cujas saídas tenham sido classificadas como "6.Devolução de venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento.101 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . 1º e vigência estabelecida pelo art.178.109 – Venda de produção do estabelecimento.DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA.Devolução de venda de produção do estabelecimento. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .203 (1) 2.Redação dada pelo art. III.128. ambos do Dec.200 . destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio (591).202 .128. nº 44. 3º.Parte 2 .(s) 2.Venda de produção do estabelecimento.Redação dada pelo art. ambos do Dec. (591). de 27/12/2002: "2.Cod. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”." ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .Devolução de venda de produção do estabelecimento. 3º. 1º e vigência estabelecida pelo art. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . cujas saídas foram classificadas no código “6.203 . ambos do Dec. de 22/12/2005 116/1 . nº 44." (1) 2.

128.Parte 2 .Devolução de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. de 27/12/2002: "2. (596) Ver o art. (591).128. Efeitos de 1º/01/2003 de 31/12/2005 . nº 43.Redação dada pelo art.Redação dada pelo art. nº 44. ambos do Dec. (1) 2. remetida em transferência (591). de 22/12/2005 116/2 .206 .204 . nº 44. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio”. transferidas para outros estabelecimentos da mesma empresa.Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. 4º. 2º do Dec. decorrentes de prestações de serviços de transporte.Devolução de produção do estabelecimento. transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa.Cod.Devolução de produção do estabelecimento. cujas saídas foram classificadas no código “6.COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .208 .110 . (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .(s) 2.Anulação de valor relativo à venda de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. transferidos para outros estabelecimentos da mesma empresa. (1) 2.(596) 2.RICMS (Decreto nº 43.080/2002) Anexo V . 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º. remetida em transferência Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados pelo estabelecimento. VI. 1º e vigência estabelecida pelo art. (1) 2.250 . (1) 2.209 .204 a 2.207 .250 (1) 2. b.208 . 3º. III.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. decorrentes de venda de energia elétrica.(596) Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. ambos do Dec.178.Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros." (1) 2.Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. 1º.205 .Redação dada pelo art. decorrentes de prestações de serviços de comunicação. ambos do Dec. de 22/12/2005. de 27/12/2002.178. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. nº 43. e vigência estabelecida pelo art.

Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativas para distribuição aos seus cooperados. 117 .Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de produtor rural.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial de cooperativa.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento prestador de serviços de comunicação.302 .Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial.300 .Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de transporte.Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.(s) 2.AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO 2.Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza. (1) (1) 2.Redação dada pelo art.251 a 2.251 .303 .Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial. (1) 2.Parte 2 .128.Compra de energia elétrica por estabelecimento prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento prestador de serviços de comunicação.Aquisição de serviço de comunicação por estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizado por estabelecimento prestador de serviço de transporte. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002.253 .Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa. (1) (1) 2. (1) 2.305 .254 . (1) 2.304 . (1) 2.355 . que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada Classificam-se neste código as compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada. (1) 2. Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa. (1) 2.256 . (1) 2.RICMS (Decreto nº 43.Compra de energia elétrica por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento de produtor rural.354 . (1) 2.252 . Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa. (1) 2.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial. (1) 2.Compra de energia elétrica por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento comercial. (1) 2.353 . ambos do Dec.AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE 2. (1) 2.257 . (1) 2. (1) 2.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial. 3º.350 . ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .355 2.301 . Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa. nº 43.Cod. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica utilizada por estabelecimento industrial de cooperativa.Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição ou comercialização.080/2002) (1) Anexo V .352 .306 .351 .Compra de energia elétrica por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada no processo de industrialização.255 . (1) 2.

4º. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . 1º." (1) 2. para serem comercializadas. nº 43. Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.(596) 2. b. nº 43.Redação dada pelo art.178.Compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados e vendidos pelo estabelecimento. Também serão classificadas neste código as compras de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária em estabelecimento comercial de cooperativa.401 .Redação dada pelo art. de 22/12/2005 118 .(596) 2. VI. de 27/12/2002: "2.410 2.128. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . (591). (1) 2. ambos do Dec.410 . (1) 2.(596)Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. 2º do Dec. nº 44.128. 3º. decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. ambos do Dec. ambos do Dec.Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento.406 .RICMS (Decreto nº 43. III. ambos do Dec.410 . em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.400 .Transferência para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . (591). para serem industrializadas no estabelecimento. (1) 2.Parte 2 . de 27/12/2002: "2.356 .408 . (596) Ver o art. de 22/12/2005. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .ENTRADAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (591). e vigência estabelecida pelo art. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.407 . 1º e vigência estabelecida pelo art. para serem industrializadas ou consumidas na produção rural no estabelecimento. nº 43.178. 3º. nº 44. decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária (591).128.080/2002) (1) Anexo V .Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.356 a 2. de 27/12/2002: "2.128.408 – Transferência para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária (591).409 .401 . Também serão classificadas neste código as compras por estabelecimento industrial de cooperativa de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.Transferência para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.(s) 2. 1º e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária". em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. ambos do Dec.(596) Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural." (1) 2. decorrentes de operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. 1º e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de produtor rural. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .(596) Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. 1º e vigência estabelecida pelo art.Devolução de venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591).Redação dada pelo art. de 27/12/2002.Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento.403 . cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária”. 3º.(596)2. nº 43.Cod. 3º.

Entrada decorrente de devolução de produto remetido com fim específico de exportação.Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company. VI. com fim específico de exportação.501 .503 (1) 2.503 . b. nº 43.RICMS (Decreto nº 43. em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.Parte 2 .415 . a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. 1º e vigência estabelecida pelo art.503 . 3º. inclusive por meio de veículos.128.Retorno de produção do estabelecimento.Cod. Efeitos a partir de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . com fim específico de exportação. de 27/12/2002: "2. 4º. de 27/12/2002: “2. remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas.411 . com fim específico de exportação. e não comercializadas. e não comercializadas. ambos do Dec.Redação dada pelo art. remetidos a trading company.411 a 2. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. ambos do Dec. ambos do Dec.414 .414 .Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 3º. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. em retorno. em retorno.128.178. 1º e vigência estabelecida pelo art. remetidos para vendas fora do estabelecimento. (596) Ver o art.(596) 2. nº 44. nº 43. em retorno.ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE OU COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES Efeitos de 1º/01/2003 a 30/06/2006 .(s) 2. cujas saídas tenham sido classificadas no código “6.500 .501 – Remessa de produção do estabelecimento. de 27/12/2002. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. 6º." ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas para vendas fora do estabelecimento.Entrada decorrente de devolução de produto remetido com fim específico de exportação. remetida para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591).Remessa de produção do estabelecimento. com fim específico de exportação". remetidos a trading company. 119 . de produção do estabelecimento (591). (591).(596) 2. 2º do Dec.Redação dada pelo art. nº 44. de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados pelo estabelecimento. 3º. nº 43.080/2002) Anexo V .Redação dada pelo art. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .500 .501 . (591). (692) 2. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”. nº 43.178.(596) Classificam-se neste código as entradas." (1) 2. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . 1º e vigência estabelecida pelo art. em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. 2º. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art.Redação dada pelo art. III. e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec. inclusive por meio de veículos.128. com fim específico de exportação”. remetidos para vendas fora do estabelecimento. VI. de 22/12/2005 (692) Efeitos a partir de 1º/07/2006 .(596) Classificam-se neste código as devoluções de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.Redação dada pelo art.128.289.Retorno de produção do estabelecimento. 3º. ambos do Dec.ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES” (1) 2. inclusive por meio de veículos. de 02/05/2006. de 27/12/2002: "2. de produtos industrializados pelo estabelecimento. nº 44. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.Retorno de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. 1º. cujas saídas tenham sido classificadas no código "6. remetida para venda fora do estabelecimento em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as entradas. de 22/12/2005. 1º e vigência estabelecida pelo art. e não comercializadas. VI.

2º.Compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento. remetidas para formação de lote de exportação.OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO 2.Redação dada pelo art. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. 3º. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .Entrada decorrente de devolução de mercadoria remetida com fim específico de exportação. cujas saídas tenham sido classificadas no código “6. (693) Efeitos a partir de 1º/07/2006 . 120 . (693) 2.080/2002) Anexo V .551 .504 . para formação de lote de exportação”. cujas saídas tenham sido classificadas no código “6. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento”.(s) 2.289. 1º e vigência estabelecida pelo art. com fim específico de exportação”.505 .128.Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação. com fim específico de exportação.504 a 2. de 02/05/2006. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. adquiridas ou recebidas de terceiros.552 .505 – Remessa de mercadorias. entrepostos aduaneiros ou outros estabelecimentos que venham a ser regulamentados pela legislação tributária de cada unidade Federada. de 27/12/2002. nº 43. 6º.Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. (1) (1) 2. (693) 2. ambos do Dec.504 – Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação.Parte 2 . (693) Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação. ambos do Dec.RICMS (Decreto nº 43.Entrada decorrente de devolução simbólica de mercadorias. cujas saídas tenham sido classificadas no código “6. (1) 2.Acrescido pelo art. adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros remetidas a trading company. efetuadas pelo estabelecimento depositário. nº 44. (693) Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias remetidas para formação de lote de exportação em armazéns alfandegados.Transferência de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as entradas de bens destinados ao ativo imobilizado recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. VI.550 .552 (1) 2. VI. adquiridas ou recebidas de terceiros. e vigência estabelecida pelo art.506 .Cod.502 .

I.603 .Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 .RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec.557 . 2º do Dec. de 05/02/2004: "2. ambos do Dec.Retorno de combustível ou lubrificante remetido para armazenagem Classificam-se neste código as entradas.Devolução de venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens do ativo imobilizado.Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final (591). 6º.Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos.662 .556 .658 . cujas saídas tenham sido classificadas no código “6.(596) Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos.Compra de material para uso ou consumo Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. 4º. (171) 2. na prestação de serviços ou por usuário final. (1) (1) 2. (1) 2. nº 44. (171) 2. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .080/2002) (1) Anexo V . VI. Efeitos de 1º/09/2003 a 31/12/2005 . "b".600 . cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente”. e vigência estabelecida pelo art. de 05/02/2004.Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído.652 . de 22/12/2005 121 . na produção rural. ambos do Dec.551 .554 . e vigência estabelecida pelo art. III. (171) (171) 2.Redação dada pelo art. de 22/12/2005.555 .738. (171) 2. I.ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS.Cod. remetidos para armazenagem.Retorno de bem do ativo imobilizado remetido para uso fora do estabelecimento Classificam-se neste código as entradas por retorno de bens do ativo imobilizado remetidos para uso fora do estabelecimento.Parte 2 .Acrescido pelo art.653 .Acrescido pelo art. (596) Ver o art.178.Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto.553 . 3º.Compra de combustível ou lubrificante para comercialização Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem comercializados.660 .Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro.664 .Transferência de material para uso ou consumo Classificam-se neste código as entradas de materiais para uso ou consumo recebidos em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. nº 44.Venda de bem do ativo imobilizado”. ainda que simbólicas.128.663 .664 2.554 . (171) 2.Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento”.(s) 2.661 . 4º. III. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (1) 2. por retorno de combustíveis ou lubrificantes. 1º. (171) 2.650 . efetuado pelo contribuinte substituto. b. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes por consumidor ou usuário final”.659 .553 a 2.178. 4º. remetido para uso no estabelecimento Classificam-se neste código as entradas de bens do ativo imobilizado de terceiros.Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à comercialização Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de combustíveis ou lubrificantes para comercialização”. nas hipóteses previstas na legislação aplicável. ambos do Dec.Transferência de combustível e lubrificante para comercialização Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem comercializados. 6º. nº 43." (171) 2.CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS 2. (591).Entrada de combustível ou lubrificante para armazenagem Classificam-se neste código as entradas de combustíveis ou lubrificantes para armazenagem.Redação dada pelo art.738.(596) 2.653 . DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES 2. na prestação de serviços ou por usuário final. nº 43. "b". III.Devolução de venda de combustível ou lubrificante destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as devoluções de vendas de combustíveis ou lubrificantes. (1) 2. (171) 2. nº 43. remetidos para uso no estabelecimento. (171) 2. de 27/12/2002.Transferência de combustível e lubrificante para industrialização Classificam-se neste código as entradas de combustíveis e lubrificantes recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa para serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto. 1º e vigência estabelecida pelo art.651 . (1) 2. cujas saídas tenham sido classificadas no código “6. e vigência estabelecida pelo art.

122 .Entrada de amostra grátis Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de amostra grátis.919 .Entrada de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou reparo.Retorno de bem remetido por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em devolução após cumprido o contrato de comodato.922 . de 27/12/2002. remetida anteriormente em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas por devolução simbólica de mercadorias vendidas ou utilizadas em processo industrial. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e que não tenham retornado ao estabelecimento depositante. (1) 2. e não comercializadas.(s) 2.OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS 2.Redação dada pelo art.Compra para comercialização.Entrada de mercadoria recebida para depósito em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral.900 a 2. 3º.901 .909 .916 . doação ou brinde Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de bonificação.121 . (1) 2.914 . (1) 2. doação ou brinde. 1º e vigência estabelecida pelo art.908 .Parte 2 . (1) 2. (1) 2.904 .913 .Retorno de mercadoria ou bem remetido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para conserto ou reparo.Compra para industrialização. em venda à ordem Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas do vendedor remetente.Entrada de bonificação. (1) 2.Entrada de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas de vasilhame ou sacaria.917 . já recebida do vendedor remetente”.128. (1) 2.080/2002) (1) (1) Anexo V .120 .912 . (1) 2.910 . (1) 2.Retorno simbólico de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas em retorno simbólico de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. (1) 2.Entrada de bem por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as entradas de bens recebidos em cumprimento de contrato de comodato.Retorno de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as entradas em retorno de vasilhame ou sacaria. nº 43.906 . (1) 2.900 .Retorno de mercadoria remetida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral.923 . (1) 2. (1) 2.Retorno de mercadoria ou bem remetido para exposição ou feira Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para exposição ou feira.Cod.903 . (1) 2.Entrada de mercadoria recebida do vendedor remetente.920 .Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de compra para recebimento futuro. já recebida do vendedor remetente” ou “2.Entrada de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas de mercadorias recebidas a título de consignação mercantil ou industrial. (1) 2.921 .Entrada de mercadoria ou bem recebido para demonstração Classificam-se neste código as entradas de mercadorias ou bens recebidos para demonstração.902 .Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias remetidas para venda fora do estabelecimento.Entrada de mercadoria remetida para industrialização e não aplicada no referido processo Classificam-se neste código as entradas em devolução de insumos remetidos para industrialização e não aplicados no referido processo. (1) 2. (1) 2. cuja compra do adquirente originário foi classificada nos códigos “2.RICMS (Decreto nº 43. em vendas à ordem.Retorno de mercadoria remetida para industrialização por encomenda Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos para industrialização por encomenda. (1) 2. (1) 2. incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador. em venda à ordem.Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial.918 .923 2.Devolução de mercadoria remetida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as entradas por devolução de mercadorias remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial.915 .905 .Retorno de mercadoria ou bem remetido para demonstração Classificam-se neste código as entradas em retorno de mercadorias ou bens remetidos para demonstração.Entrada para industrialização por encomenda Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para industrialização por encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa. (1) 2.911 . ambos do Dec. remetidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial.907 . (1) 2. (1) 2. em venda à ordem. inclusive por meio de veículos.

Redação dada pelo art.178.924 a 2. pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde tenha iniciado o serviço Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo tomador do serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação. 123 .933 . V.925 .(596) Classificam-se neste código as aquisições de serviços.Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificado Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores. 3º.Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN (591).Aquisição de serviço tributado pelo ISSQN Classificam-se neste código as aquisições de serviços. ambos do Dec.RICMS (Decreto nº 43.Entrada simbólica de mercadoria recebida para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as entradas simbólicas de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral.931 . quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código o retorno dos insumos remetidos por conta e ordem do adquirente. de 22/12/2005.934 .Entrada para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria.(596) 2. (591). desde que informados em documentos autorizados pelo Estado. de competência municipal. 2º. de competência municipal. e vigência estabelecida pelo art. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos.949 (1) 2. 4º e vigência estabelecida pelo art. (1) 2.823. III.934 .Redação dada pelo art. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .Acrescido pelo art. (1796) Efeitos a partir de 26/11/2010 . b." (1796) 2. (250) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . desde que informados em Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec.(s) 2. para industrialização e incorporados ao produto final pelo estabelecimento industrializador.080/2002) Anexo V .178.Remessa simbólica de mercadoria depositada em armazém geral ou depósito fechado”. nº 45.Aquisição de serviço de transporte iniciado em unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte que tenham sido iniciados em unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte. 1º e vigência estabelecida pelo art. quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as entradas de insumos recebidos para serem industrializados por conta e ordem do adquirente.Acrescido pelo art. de 28/06/2004: "2. de 25/11/2010. (250) 2. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .949 .128. III. (596) Ver o art. nº 43. cuja remessa tenha sido classificada pelo remetente no código “6. ambos do Dec. 4º. 1º.Parte 2 . ambos do Dec.Cod. de 22/12/2005. (250) 2. Efeitos de 1º/01/2005 a 31/12/2005 . ambos do Dec. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente. nº 44. nº 43. nº 44.Lançamento efetuado pelo tomador do serviço de transporte quando a responsabilidade de retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.933 . 4º e vigência estabelecida pelo art. 7º. VI. onde iniciado o serviço. 7º.506. de 27/12/2002.Acrescido pelo art. (1) 2. nº 43.924 .823. 3º. de 28/06/2004.Retorno de mercadoria remetida para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria.932 . V. 2º do Dec. quando a responsabilidade pela retenção do imposto for atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.

101 . VII. b.080/2002) (1) Anexo V . 1º e vigência estabelecida pelo art.100 .COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.Compra para industrialização Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.128. ambos do Dec. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial de cooperativa. e vigência estabelecida pelo art. nº 44. 1º. ambos do Dec. concorrência ou qualquer outra forma de alienação promovida pelo poder público. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . (596) Ver o art. ambos do Dec.128.Compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços.Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ICMS. 3º. e vigência estabelecida pelo art. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 3. de 22/12/2005. III. nº 43.Redação dada pelo art. III. inclusive as decorrentes de aquisição por arrematação.COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.(596) 3." (1) 3. 3º. 2º do Dec.(s) 3.456.Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN Classificam-se neste código as entradas de mercadorias a serem utilizadas nas prestações de serviços sujeitas ao ISSQN.Compra para industrialização sob o regime de “drawback” Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização e posterior exportação do produto resultante.RICMS (Decreto nº 43. 1º.Parte 2 . de 18/08/2010. 3º. COMERCIALIZAÇÃO OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (591).” 3.456. de 27/12/2002. 124 . PRODUÇÃO RURAL.Redação dada pelo art.128.000 . nº 44.102 .178. e vigência estabelecida pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art.Acrescido pelo art.126 .Redação dada pelo art. nº 45. as entradas de mercadorias oriundas de outro país. 3º. (1746) 3.000 a 3.(596) Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. 1º e vigência estabelecida pelo art. e os serviços iniciados no exterior. de 18/08/2010. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . (1746) Efeitos a partir de 1º/01/2011 . nº 43.Redação dada pelo art. ambos do Dec. nº 45. ambos do Dec. nº 43.126 . de 27/12/2002: "3.128 3. de 27/12/2002: “3. cujas vendas serão classificadas no código “7.178.Compra para comercialização Classificam-se neste código as compras de mercadorias a serem comercializadas.127 . III. ambos do Dec. neste grupo. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa. 3º.ENTRADAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO EXTERIOR Classificam-se. (591). (1747) 3.(596) 3. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2010 . 1º. (1747) Efeitos a partir de 1º/01/2011 . de 22/12/2005.Cod. (1) ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento comercial de cooperativa.Venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback”.101 – Compra para industrialização ou produção rural (591). VII.128 .127 . VI. 4º.100 .

205 .201 .Devolução de venda de produção do estabelecimento (591). ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . que não tenham sido objeto de industrialização no estabelecimento.Anulação de valor relativo à venda de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente.128.178.Cod. de 27/12/2002: "3.206 .Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Redação dada pelo art. 1º. 1º e vigência estabelecida pelo art. 2º do Dec. ambos do Dec.211 . e vigência estabelecida pelo art.(596) Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. nº 43.(596) 3." (1) 3.Redação dada pelo art.080/2002) Anexo V . nº 44. b. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 22/12/2005 124/1 . (596) Ver o art.200 a 3. DE TERCEIROS OU ANULAÇÕES DE VALORES (591).211 (1) 3.200 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de produção do estabelecimento”. nº 43. 3º. cujas saídas tenham sido classificadas como "Venda de produção do estabelecimento". (1) 3. nº 44. ambos do Dec.Devolução de venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento.(s) 3. (1) 3. decorrentes de prestações de serviços de transporte.Devolução de venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback” Classificam-se neste código as devoluções de vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento sob o regime de “drawback”. 3º. III. ambos do Dec.201 . decorrentes de prestações de serviços de comunicação. decorrentes de venda de energia elétrica. de 22/12/2005.DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA.Parte 2 .Redação dada pelo art.Anulação de valor relativo à prestação de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. (1) 3.Anulação de valor relativo à prestação de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. de 27/12/2002. (1) 3. 4º.RICMS (Decreto nº 43.207 .128.202 .178. cujas saídas tenham sido classificadas como “Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros”. VI. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .

Parte 2 .352 . Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial de cooperativa.351 .353 .250 .250 a 3.Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização Classificam-se neste código as compras de energia elétrica utilizada em sistema de distribuição ou comercialização.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial. nº 43.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento industrial.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento prestador de serviços de comunicação.AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE 3. 1º e vigência estabelecida pelo art.Cod.301 .080/2002) (1) (1) Anexo V . de 27/12/2002. (1) 3.RICMS (Decreto nº 43.Redação dada pelo art. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativas para distribuição aos seus cooperados. (1) 3.350 . (1) (1) 3. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO 3. 124/2 . 3º.Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de comunicação utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza.Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados nas prestações de serviços da mesma natureza.300 . ambos do Dec. (1) (1) 3.(s) 3.354 3. (1) 3.251 . Também serão classificadas neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento comercial de cooperativa.128.354 .COMPRAS DE ENERGIA ELÉTRICA 3.

Redação dada pelo art.Devolução de venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de vendas de bens do ativo imobilizado.(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.000 .653 . 6º. (596) Ver o art. (171) 3.(596) 5. BENS OU PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 5. b. recebidas com fim específico de exportação.OUTRAS ENTRADAS DE MERCADORIAS OU AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS (1) 3. 1º e vigência estabelecida pelo art.101 3. de 22/12/2005.OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO 3. ambos do Dec. na prestação de serviços ou por usuário final. e vigência estabelecida pelo art. (1) 3.Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos.Compra de material para uso ou consumo Classificam-se neste código as compras de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. de 05/02/2004: "3.Lançamento efetuado a título de entrada de bem sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de entrada de bens amparada por regime especial aduaneiro de admissão temporária.100 .Compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as compras de bens destinados ao ativo imobilizado do estabelecimento.652 .Compra de combustível ou lubrificante para comercialização Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem comercializados. 6º.Exportação de mercadorias recebidas com fim específico de exportação”.550 . (1) (1) 3. 4º.930 .355 a 5. de 05/02/2004. ambos do Dec. ambos do Dec. e vigência estabelecida pelo art.651 .ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES (1) 3. "b". (1) 3. "b". nº 43. as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado na mesma unidade da Federação do destinatário.Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final (591). (1) 3. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . nº 43.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de produtor rural. de 27/12/2002.356 .RICMS (Decreto nº 43.556 .503 .738.500 . cujas saídas tenham sido classificadas no código “7.Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem utilizados em processo de industrialização do próprio produto.Devolução de mercadoria exportada que tenha sido recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias exportadas por trading company.101 .553 .(596) Classificam-se neste código as compras de combustíveis ou lubrificantes a serem consumidos em processo de industrialização de outros produtos. (591).178. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . na produção rural. I. nº 44. III. 1º." (1) 3.178.Acrescido pelo art.653 .949 . neste grupo. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . 4º. 4º.Parte 2 .738.355 . de 22/12/2005 125 .128.551 .650 . (1) 5.Outra entrada de mercadoria ou prestação de serviço não especificado Classificam-se neste código as outras entradas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores.Venda de bem do ativo imobilizado”. III.VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS (591). (1) 3.SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O ESTADO Classificam-se. (1) (1) DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS.501 .(s) 3. (1) 3. (171) (171) 3. nº 44. Efeitos de 1º/09/2003 a 31/12/2005 .080/2002) (1) Anexo V .(596) 3. nº 43. III. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. na prestação de serviços ou por usuário final. cujas saídas tenham sido classificadas no código “7.ENTRADAS DE COMBUSTÍVEIS. e vigência estabelecida pelo art. I. DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES 3.Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as aquisições de serviços de transporte utilizados por estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.Redação dada pelo art. 2º do Dec.Acrescido pelo art.Cod. VI.900 . ambos do Dec.Venda de produção do estabelecimento (591). Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa.551 . 3º.

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 2 - Cod.(s) 5.101 a 5.110

Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002: "5.101 - Venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial de cooperativa destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa." (1) 5.102 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento comercial de cooperativa destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. (591),(596) 5.103 - Venda de produção do estabelecimento, efetuada fora do estabelecimento (591),(596) Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002: "5.103 - Venda de produção do estabelecimento, efetuada fora do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de produtos industrializados no estabelecimento." (1) 5.104 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, efetuada fora do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento, inclusive por meio de veículo, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. (1) 5.105 - Venda de produção do estabelecimento que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, armazenados em depósito fechado, armazém geral ou outro sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. (1) 5.106 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, armazenadas em depósito fechado, armazém geral ou outro, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias importadas, cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro, com destino ao estabelecimento do comprador, sem transitar pelo estabelecimento do importador. (591),(596) 5.109 - Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio (591),(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, destinados à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio. Efeitos de 03/09/2004 a 31/12/2005- Redação dada pelo art. 2º e vigência estabelecida pelo art. 5º, ambos do Dec. nº 43.864, de 02/09/2004: "5.109 - Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio. Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento, destinados à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio, desde que alcançadas pelo benefício fiscal de que trata o item 50 da Parte 1 do Anexo I." Efeitos de 1º/01/2003 a 02/09/2004 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002: "5.109 - Venda de produção do estabelecimento, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento, destinados à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio." (294) 5.110 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002. (294) Efeitos a partir de 03/09/2004 - Redação dada pelo art. 2º e vigência estabelecida pelo art. 5º, ambos do Dec. nº 43.864, de 02/09/2004. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 - Redação dada pelo art. 1º, VI, e vigência estabelecida pelo art. 4º, III, b, ambos do Dec. nº 44.178, de 22/12/2005. (596) Ver o art. 2º do Dec. nº 44.178, de 22/12/2005 126

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 2 - Cod.(s) 5.110 a 5.120

(294) Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, destinadas à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio, desde que alcançadas pelo benefício fiscal de que trata o item 50 da Parte 1 do Anexo I. Efeitos de 1º/01/2003 a 02/09/2004 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002: "5.110 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, destinadas à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio." (1) 5.111 - Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação industrial. (1) 5.112 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação industrial. (1) 5.113 - Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil. (1) 5.114 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas anteriormente a título de consignação mercantil. (1) 5.115 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, recebida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. (591),(596) 5.116 - Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura (591),(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento, quando da saída real do produto, cujo faturamento tenha sido classificado no código "5.922 – Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura". Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002: "5.116 - Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento, quando da saída real do produto, cujo faturamento tenha sido classificado no código “5.922 - Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”." (1) 5.117 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, originada de encomenda para entrega futura Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, quando da saída real da mercadoria, cujo faturamento tenha sido classificado no código “5.922 - Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”. (1) 5.118 - Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de produtos industrializados pelo estabelecimento, entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. (1) 5.119 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário, em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. (1) 5.120 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente, em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, entregues pelo vendedor remetente ao destinatário, cuja compra seja classificada, pelo adquirente originário, no código “1.118 - Compra de mercadoria pelo adquirente originário, entregue pelo vendedor remetente ao destinatário, em venda à ordem”. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002. (294) Efeitos a partir de 03/09/2004 - Redação dada pelo art. 2º e vigência estabelecida pelo art. 5º, ambos do Dec. nº 43.864, de 02/09/2004. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 - Redação dada pelo art. 1º, VI, e vigência estabelecida pelo art. 4º, III, b, ambos do Dec. nº 44.178, de 22/12/2005. (596) Ver o art. 2º do Dec. nº 44.178, de 22/12/2005 127

RICMS (Decreto nº 43.080/2002)

Anexo V - Parte 2 - Cod.(s) 5.122 a 5.200

(1) 5.122 - Venda de produção do estabelecimento remetida para industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento, remetidos para serem industrializados em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que os produtos tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente. (1) 5.123 - Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida para industrialização, por conta e ordem do adquirente, sem transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, remetidas para serem industrializadas em outro estabelecimento, por conta e ordem do adquirente, sem que as mercadorias tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente. (1) 5.124 - Industrialização efetuada para outra empresa Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para terceiros, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. (1) 5.125 - Industrialização efetuada para outra empresa quando a mercadoria recebida para utilização no processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento adquirente da mercadoria. Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para outras empresas, em que as mercadorias recebidas para utilização no processo de industrialização não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias, compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. (1) 5.150 - TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS (591),(596) 5.151 - Transferência de produção do estabelecimento (591),(596) Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos pelo estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002: "5.151 - Transferência de produção do estabelecimento Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa." (1) 5.152 - Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros (103) Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização, comercialização ou para utilização na prestação de serviços e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, transferidas para outro estabelecimento da mesma empresa. Efeitos de 1º/01/2003 a 09/07/2003 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002: "Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento, transferidas para outro estabelecimento da mesma empresa." (1) 5.153 - Transferência de energia elétrica Classificam-se neste código as transferências de energia elétrica para outro estabelecimento da mesma empresa, para distribuição. (1) 5.155 - Transferência de produção do estabelecimento, que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de produtos industrializados no estabelecimento que tenham sido remetidos para armazém geral, depósito fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. (1) 5.156 - Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa, de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização, que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial, remetidas para armazém geral, depósito fechado ou outro, sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. (591),(596) 5.200 – DEVOLUÇÕES DE COMPRAS COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES PARA INDUSTRIALIZAÇÃO, PRODUÇÃO RURAL,

______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 - Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º, ambos do Dec. nº 43.128, de 27/12/2002. (103) Efeitos a partir de 10/07/2003 - Redação dada pelo art. 3º e vigência estabelecida pelo art. 11, II, "a", ambos do Dec. nº 43.605, de 23/09/2003. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 - Redação dada pelo art. 1º, VI, e vigência estabelecida pelo art. 4º, III, b, ambos do Dec. nº 44.178, de 22/12/2005. (596) Ver o art. 2º do Dec. nº 44.178, de 22/12/2005 128

Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros estabelecimentos da mesma empresa. 2º do Dec.Devolução de compra para industrialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização.DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. cujas entradas tenham sido classificadas no código “1.128 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN).126 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS) e 1. (591). 3º. de 18/08/2010. ambos do Dec.Redação dada pelo art.210 . 129 . de 27/12/2002: "5.Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços. 1º e vigência estabelecida pelo art.208 . (1) 5. ambos do Dec. nº 44.080/2002) Anexo V . de 22/12/2005. nº 45.Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços.128.(596) Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural.201 .128.128. 4º.(596) Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros estabelecimentos da mesma empresa.Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005.208 ." (1) 5. nº 44. 1º. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .201 a 5. ambos do Dec.Cod.178.456.Redação dada pelo art.201 .128.Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente.RICMS (Decreto nº 43. 1º.Devolução de compra para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas. 3º.210 . III. III. 1º e vigência estabelecida pelo art. (1) 5.210 (591). ambos do Dec.(596) 5." (1) 5.Compra para utilização na prestação de serviço”. para serem utilizadas em processo de industrialização. decorrentes da compra de energia elétrica. ambos do Dec. de 27/12/2002. 1º e vigência estabelecida pelo art. (1746) 5.Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização ou produção rural (591). Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2010 . de 27/12/2002: “5. VII. de 22/12/2005. (1) 5.126 .Redação dada pelo art.178. para serem comercializadas. decorrentes das aquisições de serviços de comunicação. VI. cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização”.Devolução de compra para industrialização ou produção rural (591). (1746) Efeitos a partir de 1º/01/2011 . cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos 1.101 . e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: "5.Parte 2 .Redação dada pelo art. 3º. 3º.Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente.200 .205 . nº 43.202 . nº 43.206 .Redação dada pelo art. ambos do Dec.Redação dada pelo art.Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. b. COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES 5.207 .(s) 5. 3º. nº 43. e vigência estabelecida pelo art. para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. decorrentes das aquisições de serviços de transporte. (596) Ver o art. 1º e vigência estabelecida pelo art. cujas entradas tenham sido classificadas como "1.(596) 5.” ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .209 .Compra para industrialização ou produção rural". cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização”. nº 43.

(1) 5. (1) 5. (1) 5. (1) 5.128.Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de comunicação.Cod.080/2002) (1) (1) Anexo V .Venda de energia elétrica para estabelecimento comercial Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento comercial. ambos do Dec. 130 .Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por demanda contratada.253 . Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento industrial de cooperativa.257 .Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de transporte. nº 43.252 . (1) 5.Venda de energia elétrica a não contribuinte Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.250 . (1) 5.Redação dada pelo art.Venda de energia elétrica para estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de produtor rural.254 . Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento comercial de cooperativa. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .256 .Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização. que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.251 . (1) 5.RICMS (Decreto nº 43.(s) 5.255 .258 . 3º.Parte 2 . 1º e vigência estabelecida pelo art.VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA 5.Venda de energia elétrica para estabelecimento industrial Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento industrial.258 5.250 a 5. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a cooperativas para distribuição aos seus cooperados. de 27/12/2002.

(1) 5. nº 43.Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica. ambos do Dec. (1) 5.305 .PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO 5. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento comercial de cooperativa.300 .Cod.306 . 1º e vigência estabelecida pelo art. 130/1 .Redação dada pelo art. (1) 5.303 .Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento prestador de serviço de transporte.302 . (1) 5.Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento comercial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento comercial. (1) 5.Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de produtor rural.Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento industrial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento industrial.307 5. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento industrial de cooperativa. (1) 5.128.RICMS (Decreto nº 43.Parte 2 .Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações de serviços da mesma natureza.(s) 5.300 a 5.080/2002) (1) (1) Anexo V .307 . 3º.301 . ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . de 27/12/2002.304 .Prestação de serviço de comunicação a não contribuinte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.

(1) 5.Parte 2 . 6º.128.Cod. 2º.360 5.359 . 130/2 . exclusivamente quando não existe a obrigação legal de emissão de nota fiscal para a mercadoria transportada.080/2002) (1) (1) Anexo V .625. nº 44. 3º.Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinados às prestações de serviços da mesma natureza.354 . de 26/09/2007. (1) 5. de 27/12/2002. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento industrial de cooperativa.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento industrial Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento industrial. e vigência estabelecida pelo art.Prestação de serviço de transporte a contribuinte ou a não contribuinte quando a mercadoria transportada está dispensada de emissão de nota fiscal Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuintes ou a não contribuintes. 4º e vigência estabelecida pelo art. nº 43. (250) Efeitos a partir de 1º/01/2005 .Prestação de serviço de transporte a não contribuinte Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.360 .Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.350 . de 28/06/2004.Acrescido pelo art.Redação dada pelo art.RICMS (Decreto nº 43.355 . ambos do Dec.(s) 5.PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE 5. V.356 . V.353 . (1) 5. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . VII.357 .350 a 5.PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE A CONTRIBUINTE SUBSTITUTO EM RELAÇÃO AO SERVIÇO DE TRANSPORTE (998) Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuinte ao qual tenha sido atribuída a condição de substituto tributário do imposto sobre a prestação dos serviços. ambos do Dec. 1º e vigência estabelecida pelo art.823.352 . nº 43.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de produtor rural. ambos do Dec. (998) 5. (1) 5.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento comercial Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento comercial. (1) 5. (998) Efeitos a partir de 1º/01/2008 .351 . (250) 5.Acrescido pelo art. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento comercial de cooperativa. (1) 5. 7º.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento prestador de serviços de comunicação.

1º.128. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .Parte 2 .(596) 5.Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária.Devolução de compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária (591).400 .Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. na condição de contribuinte substituto.403 . em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. na condição de contribuinte substituto.(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. 1º e vigência estabelecida pelo art. III. na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.408 . 2º do Dec. Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. na condição de contribuinte substituto. na condição de contribuinte substituído. de 27/12/2002. ambos do Dec. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa sujeitos ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial de cooperativa sujeitos ao regime de substituição tributária. nº 44. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . nº 44.Redação dada pelo art. em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.410 . b.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. nº 43. e vigência estabelecida pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. (596) Ver o art.Cod. na condição de contribuinte substituto.401 .Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591).178. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária industrializados no estabelecimento.178. de 22/12/2005. ambos do Dec. 4º. em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto. na condição de contribuinte substituído.SAÍDAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (591).(596) 5.Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa.(s) 5. ambos do Dec.402 . na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. na condição de contribuinte substituto.408 ." (1) 5.Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária.(596) Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos no próprio estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. 3º. (591).(596) 5.401 .410 (1) 5. (591). (1) 5.400 a 5. ambos do Dec.(596) Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária". 3º.409 ." (1) 5. em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.Redação dada pelo art. nº 43.405 .128.Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária. de 27/12/2002: "5. (1) 5. 3º.RICMS (Decreto nº 43.080/2002) Anexo V . VI.Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa. de 22/12/2005 131 . nº 43. de 27/12/2002: "5. (591).Redação dada pelo art.Redação dada pelo art. na condição de contribuinte substituto. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .128.

nº 44. cuja entrada tenha sido classificada no código “1. ambos do Dec. inclusive por meio de veículos. 1º e vigência estabelecida pelo art. VI. em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do estabelecimento. 6º. (692) 5.Redação dada pelo art. inclusive por meio de veículos.Redação dada pelo art.REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES” ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . 1º e vigência estabelecida pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art.Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento. cuja entrada tenha sido classificada no código “1.SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO 5. inclusive por meio de veículos. ambos do Dec. de 27/12/2002: “5. de 27/12/2002: "5. em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. 132 .411 . 3º. 3º.178.500 .(596) 5. tais como: pintos.451 . (1) 5.Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”. em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para serem vendidas fora do estabelecimento. ambos do Dec.Redação dada pelo art.080/2002) Anexo V .410 a 5.128.REMESSAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE E COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES Efeitos de 1º/01/2003 a 30/06/2006 .Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591). em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”. b.Redação dada pelo art.500 Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . leitões. ambos do Dec.Redação dada pelo art. ambos do Dec. 1º. em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.414 . III. de 27/12/2002: "5. ambos do Dec.407 .(s) 5.413 . em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento.128.406 . 3º. de 02/05/2006. nº 44.415 .178. e vigência estabelecida pelo art. nº 43. (1) (1) 5.289. (591). (596) Ver o art. 2º.450 .128.Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo. nº 43.410 .Cod. de 22/12/2005.412 .Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”. VI. de 27/12/2002.Parte 2 . VI.414 . (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .(596) Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento. (1) 5.Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas. 3º." (1) 5." (1) 5.Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados pelo estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento. 4º. rações e medicamentos. 2º do Dec. nº 44. e vigência estabelecida pelo art. nº 43. 1º e vigência estabelecida pelo art.500 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . nº 43.128.RICMS (Decreto nº 43.Remessa de animal e de insumo para estabelecimento produtor Classificam-se neste código as saídas referentes à remessa de animais e de insumos para criação de animais no sistema integrado.Devolução de bem do ativo imobilizado.Devolução de compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”. de 22/12/2005 (692) Efeitos a partir de 1º/07/2006 .

de 27/12/2002. nº 44. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. de mercadorias recebidas com fim específico de exportação. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. (693) Efeitos a partir de 1º/07/2006 .080/2002) Anexo V . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente.289.Redação dada pelo art. nº 44. (596) Ver o art." (1) 5. III.Redação dada pelo art. (1) 5. remetidas com fim específico de exportação a trading company.Parte 2 .(s) 5.Redação dada pelo art.503 . 3º.501 .Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação. 2º do Dec. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . VI. VI. 1º e vigência estabelecida pelo art.550 .Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.178.178.128. (693) 5. 2º. nº 43.501 .551 (591). 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: "5. 1º. adquiridas ou recebidas de terceiros.Remessa de produção do estabelecimento. adquiridas ou recebidas de terceiros. de 22/12/2005.Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação”.Cod.505 .(596) Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. 3º.501 . com fim específico de exportação (591). (693) Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para formação de lote de exportação.(596) 5. remetidos com fim específico de exportação a trading company. (693) Classificam-se neste código as remessas de mercadorias.Remessa de mercadorias. nº 44.Venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as vendas de bens integrantes do ativo imobilizado do estabelecimento. 4º. de 02/05/2006. cujas entradas tenham sido classificadas no código “1.Acrescido pelo art.551 . (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . de 22/12/2005. ambos do Dec. para formação de lote de exportação.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec. com fim específico de exportação Classificam-se neste código as saídas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. para formação de lote de exportação.OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO 5. ambos do Dec. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do destinatário. remetidos com fim específico de exportação a trading company. 6º. (1) (1) 5. b.501 5. VI. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.Devolução de mercadoria recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as devoluções efetuadas por trading company.Remessa de produção do estabelecimento. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente.128. nº 43. e vigência estabelecida pelo art. 133 . e vigência estabelecida pelo art. com fim específico de exportação Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados pelo estabelecimento.502 . ambos do Dec. (693) 5.504 .

600 . (1) 5. recebidos para uso no estabelecimento.SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS.RICMS (Decreto nº 43. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.Acrescido pelo art.Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro. por compensação. 6º.606 .Transferência de material de uso ou consumo Classificam-se neste código os materiais para uso ou consumo transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . ambos do Dec. 3º. para efetivação da apuração centralizada do imposto. inclusive no caso de apuração centralizada do imposto. (605) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . 2º. (162) Efeitos a partir de 1º/01/2004 .555 . III.Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados à industrialização do próprio produto.556 .552 a 5.551 . nº 44.Acrescido pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art.Cod. destinados à compensação do saldo devedor do estabelecimento. cuja entrada tenha sido classificada no código “1. nº 43. nas hipóteses previstas na legislação aplicável.Utilização de saldo credor de ICMS para extinção. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5. ambos do Dec. (171) 5.922 . (250) Efeitos a partir de 1º/01/2005 . de 28/06/2004. cuja entrada tenha sido classificada no código “1.Devolução de bem do ativo imobilizado de terceiro. remetido para uso no estabelecimento”. e vigência estabelecida pelo art.Compra de material para uso ou consumo”.CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS 5.Transferência de crédito de ICMS acumulado Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de créditos de ICMS para outras empresas. de débitos fiscais. de 27/12/2002. recebido para uso no estabelecimento Classificam-se neste código as saídas em devolução. de 05/02/2004.650 . 7º. ambos do Dec. destinado à compensação de saldo devedor de ICMS (162) Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS para outros estabelecimentos da mesma empresa. 6º. VII. IV.Parte 2 .Compra de bem para o ativo imobilizado”.057. de 29/06/2005. cuja entrada foi classificada no código “1. (250) 5. (1) (1) 5.557 . 1º e vigência estabelecida pelo art.128.Redação dada pelo art.651 .Transferência de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código os bens do ativo imobilizado transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa. 3º.Transferência de saldo devedor de ICMS de outro estabelecimento da mesma empresa Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldo devedor de ICMS para outro estabelecimento da mesma empresa.555 . (605) Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de utilização de saldo credor de ICMS em conta gráfica para extinção por compensação de débitos fiscais desvinculados de conta gráfica. (605) 5. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . de 05/02/2004. 2º. ambos do Dec.Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento.601 . III. de 27/12/2002: “Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro da transferência de saldos credores de ICMS para outros estabelecimentos da mesma empresa. de bens do ativo imobilizado de terceiros.” (1) 5. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2003 .552 .Acrescido pelo art. ambos do Dec.823. nº 43.“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”. "b". destinados à compensação do saldo devedor desses estabelecimentos. VII.738.Redação dada pelo art. ambos do Dec. 4º. 134 . (1) 5.602 . 4º. nº 43.128.Transferência de saldo credor de ICMS para outro estabelecimento da mesma empresa.554 .Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído. "a".553 . DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES (171) 5. (1) 5. nº 43. nº 43.080/2002) (1) Anexo V .(s) 5.651 5.556 . 4º e vigência estabelecida pelo art. e vigência estabelecida pelo art.Devolução de compra de material de uso ou consumo Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento.605 . (1) 5. V. (1) 5.Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de bens do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento.738. e vigência estabelecida pelo art. efetuado pelo contribuinte substituto.603 . I. (1) 5.Redação dada pelo art.

para outro estabelecimento da mesma empresa.738. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.657 . (171) 5.(s) 5.653 . (171) 5.Transferência de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiro Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.661 .658 . cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final”.RICMS (Decreto nº 43. (171) 5. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à comercialização Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados à comercialização. _____________________________ (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . 135 .Transferência de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes.652 a 5.652 . inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura. I.922 .660 . cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente”.Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à comercialização Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados à comercialização. (171) 5. (171) 5.080/2002) (171) Anexo V . cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de combustível ou lubrificante para comercialização”.Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para industrialização subseqüente Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para industrialização do próprio produto. 6º. "b".“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados à industrialização do próprio produto.662 5. (171) 5. à prestação de serviços ou a usuário final.“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”. (171) 5. (171) 5.662 . inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura. (171) 5. adquiridos ou recebidos de terceiros para serem vendidos fora do estabelecimento.922 . cujo faturamento tenha sido classificado no código 5. (171) 5. ambos do Dec. para outro estabelecimento da mesma empresa. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido por consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para consumo em processo de industrialização de outros produtos.922 “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.655 . inclusive por meio de veículos. III.Cod.Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos. adquiridos ou recebidos de terceiros. à prestação de serviços ou a usuário final.Acrescido pelo art. na prestação de serviços ou por usuário final. 4º.659 .Parte 2 . industrializados no estabelecimento. nº 43. de 05/02/2004.Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura. e vigência estabelecida pelo art.Remessa de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de combustíveis ou lubrificante.922 “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para comercialização.922 .654 .656 .

Parte 2 .Acrescido pelo art. de 27/12/2002.665 . II. "b". e vigência estabelecida pelo art.664 . (1) (1) 5. (1) 5. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . (1) 5.Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código os retornos simbólicos de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. 6º. nº 43. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . I.Remessa para industrialização por encomenda Classificam-se neste código as remessas de insumos remetidos para industrialização por encomenda.Remessa para armazenagem de combustível ou lubrificante Classificam-se neste código as remessas para armazenagem de combustíveis ou lubrificantes.Cod. a ser realizada em outra empresa ou em outro estabelecimento da mesma empresa.RICMS (Decreto nº 43.Retorno de bem recebido por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as remessas de bens em devolução após cumprido o contrato de comodato.(s) 5. O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos para industrialização. (171) 5. recebidos para armazenagem. nº 45. 136 . (1) 5.080/2002) (171) Anexo V . 1º. (1) 5.192.900 .663 a 5. (1509) 5. (1) 5.Retorno de mercadoria recebida para industrialização e não aplicada no referido processo Classificam-se neste código as remessas em devolução de insumos recebidos para industrialização e não aplicados no referido processo.Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código os retornos de mercadorias depositadas em depósito fechado ou armazém geral ao estabelecimento depositante.667 .128.909 . (171) 5.738. ambos do Dec.907 .OUTRAS SAÍDAS DE MERCADORIAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 5.Retorno de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código as remessas em devolução de combustíveis ou lubrificantes. (171) 5. de 13/10/2009. quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e que não devam retornar ao estabelecimento depositante.910 . (1) 5. quando as mercadorias armazenadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e não devam retornar ao estabelecimento depositante. doação ou brinde Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de bonificação.Redação dada pelo art. (1) 5.Remessa por conta e ordem de terceiros de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código as saídas por conta e ordem de terceiros. (1) 5. III.Remessa em bonificação.Retorno de mercadoria utilizada na industrialização por encomenda Classificam-se neste código as remessas. nº 43.Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra unidade da Federação Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final estabelecido em outra unidade da Federação. 4º.663 . ambos do Dec.666 . ambos do Dec.Acrescido pelo art.Remessa para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para depósito em depósito fechado ou armazém geral. 1º e vigência estabelecida pelo art.904 . inclusive por meio de veículos.908 . recebidos anteriormente para armazenagem.Remessa de bem por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as remessas de bens para o cumprimento de contrato de comodato. (1509) Efeitos a partir de 1º/11/2009 . dos insumos recebidos para industrialização e incorporados ao produto final. (1) 5. por encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa. doação ou brinde. 3º. I.902 . 2º. de combustíveis ou lubrificantes.906 . de 05/02/2004.901 . pelo estabelecimento industrializador.905 .Remessa para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para venda fora do estabelecimento. cujo abastecimento tenha sido efetuado na unidade da Federação do remetente.910 5. e vigência estabelecida pelo art.Retorno simbólico de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código os retornos simbólicos de combustíveis ou lubrificantes recebidos para armazenagem.903 .

506.918 .Remessa de mercadoria ou bem para conserto ou reparo Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para conserto ou reparo. nº 43. (1) 5. pelo estabelecimento industrializador. (1) 5.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. (1) 5.119 .” (1) 5.Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. de 25/11/2010. em venda à ordem”. nº 43.RICMS (Decreto nº 43. ambos do Dec. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.923 . de 27/12/2002. recebida anteriormente em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias vendidas ou utilizadas em processo industrial. cuja venda ao adquirente originário. 3º.Remessa para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria. 1º e vigência estabelecida pelo art.Remessa de mercadoria em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de consignação mercantil ou industrial.Redação dada pelo art. quando aquela não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as remessas.Redação dada pelo art.913 .914 . (1) 5. de 27/12/2002: “5. 3º. em venda à ordem” ou “5. que tenham sido recebidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. (1) 5. 137 .Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. por conta e ordem do adquirente. para serem industrializados por conta e ordem do adquirente.Devolução de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial. (1797) Efeitos a partir de 26/11/2010 . foi classificada nos códigos “5. 2º.Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.911 a 5. em venda à ordem ou em operações com armazém geral ou depósito fechado Classificam-se neste código as saídas correspondentes à entrega de mercadorias por conta e ordem de terceiros. e vigência estabelecida pelo art.118 . (1) 5. Efeitos de 1º/01/2003 a 25/11/2010 .128.Retorno de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou reparo. 3º. em venda à ordem Classificam-se neste código as saídas correspondentes à entrega de mercadorias por conta e ordem de terceiros.Cod. (1) 5.925 5. III. O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos para industrialização. em vendas à ordem. em venda à ordem” ou “5.Devolução de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as saídas por devolução de vasilhame ou sacaria.(s) 5.Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros.Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial.924 .128. nº 45. (1) 5.919 . quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as saídas de insumos com destino a estabelecimento industrializador. ambos do Dec.Retorno de mercadoria ou bem recebido para demonstração Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para demonstração.Remessa de amostra grátis Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de amostra grátis.080/2002) (1) Anexo V . ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (1) 5.925 .119 .Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura.915 . (1797) 5.911 .921 .Retorno de mercadoria recebida para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria.923 . (1) 5.Parte 2 . em vendas à ordem.917 . (1) 5. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos. dos insumos recebidos. cuja venda ao adquirente originário foi classificada nos códigos “5. 1º e vigência estabelecida pelo art.Remessa de mercadoria ou bem para demonstração Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para demonstração.916 . (1) 5. em venda à ordem”.920 .118 .Remessa de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as remessas de vasilhame ou sacaria.912 .Redação dada pelo art. ambos do Dec.922 . para industrialização e incorporados ao produto final.Remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para exposição ou feira.

neste grupo. (596) Ver o art. (591). de 28/06/2004: “5.101 .080/2002) Anexo V . (1796) Efeitos a partir de 26/11/2010 . 2º. 7º. 1º.000 .506. 3º. ambos do Dec. VI.931 .Prestação de serviço tributado pelo ISSQN Classificam-se neste código as prestações de serviços. roubo ou deterioração das mercadorias.(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.178. ambos do Dec.Remessa simbólica de mercadoria depositada em armazém geral ou depósito fechado Classificam-se neste código as remessas simbólicas de mercadorias depositadas em depósito fechado ou armazém geral. desde que informados em Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.928 .Redação dada pelo art. 2º do Dec. III. ambos do Dec.927 .SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OUTROS ESTADOS Classificam-se. ambos do Dec. de 25/11/2010.(596) Classificam-se neste código as prestações de serviços. nº 43.929 .932 .Lançamento efetuado a título de baixa de estoque decorrente de perda.VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS (591).101 (1) 5.Cod.100 .926 . de competência municipal. de 22/12/2005. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º. (1) 5.Lançamento efetuado em decorrência da responsabilidade de retenção do imposto por substituição tributária. e vigência estabelecida pelo art.Prestação de serviço tributado pelo ISSQN (591). b. de competência municipal. as operações ou prestações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em unidade da Federação diversa daquela do destinatário. (1) 5. nº 45.Acrescido pelo art. nº 44. de 22/12/2005.949 . (1) 5. desde que informados em documentos autorizados pelo Estado.128.Acrescido pelo art. Efeitos de 1º/01/2005 a 31/12/2005 .ECF Classificam-se neste código os registros relativos aos documentos fiscais emitidos em operações ou prestações que também tenham sido registradas em equipamento Emissor de Cupom Fiscal .(596) 6. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (1) 5. 4º e vigência estabelecida pelo art.Lançamento efetuado a título de reclassificação de mercadoria decorrente de formação de kit ou de sua desagregação Classificam-se neste código os registros efetuados a título de reclassificação decorrente de formação de kit de mercadorias ou de sua desagregação. (1) 5. atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.178.Parte 2 .933 . efetuadas nas situações em que haja a transmissão de propriedade com a permanência das mercadorias em depósito ou quando a mercadoria tenha sido entregue pelo remetente diretamente a depósito fechado ou armazém geral.(s) 5. roubo ou deterioração Classificam-se neste código os registros efetuados a título de baixa de estoque decorrente de perda.RICMS (Decreto nº 43.933 . V.Venda de produção do estabelecimento (591). e vigência estabelecida pelo art.” (1796) 5.823.Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores. (1) 6. (1) 5. (1) 6.Prestação de serviço de transporte iniciada em unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador Classificam-se neste código as prestações de serviço de transporte que tenham sido iniciadas em unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte.926 a 6.Lançamento efetuado em decorrência de emissão de documento fiscal relativo a operação ou prestação também registrada em equipamento Emissor de Cupom Fiscal . Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa. pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo remetente ou alienante da mercadoria quando lhe for atribuída a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . nº 43.Lançamento efetuado a título de baixa de estoque decorrente do encerramento da atividade da empresa Classificam-se neste código os registros efetuados a título de baixa de estoque decorrente do encerramento das atividades da empresa. 4º. nº 44. de 27/12/2002.934 .Redação dada pelo art.ECF. III. 138 .(596) 5.

Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. 4º. (1) 6. efetuada fora do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento. 3º. que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização.128. VI.Venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. 3º. nº 43.107 . nº 43. ambos do Dec.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização.Redação dada pelo art. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . ambos do Dec. inclusive por meio de veículo.103 .Redação dada pelo art. de 27/12/2002. b.Venda de produção do estabelecimento. ambos do Dec.080/2002) Anexo V .103 . de 27/12/2002: "6.Venda de produção do estabelecimento.(596) 6.Venda de produção do estabelecimento. com destino ao estabelecimento do comprador.(s) 6. de 27/12/2002: "6.(596) Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento. de 22/12/2005. de 27/12/2002: "6. e vigência estabelecida pelo art.178. sem transitar pelo estabelecimento do importador.108 . Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial de cooperativa destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa. nº 44. (596) Ver o art.Redação dada pelo art.Redação dada pelo art. 3º.Venda de produção do estabelecimento que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. (1) 6. armazenados em depósito fechado. armazém geral ou outro sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. armazenadas em depósito fechado. de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento comercial de cooperativa destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. de produtos industrializados no estabelecimento. (591).(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.Venda de produção do estabelecimento.128. 1º e vigência estabelecida pelo art. efetuada fora do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas efetuadas fora do estabelecimento. destinada à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio (591).Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. destinadas a não contribuintes. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . destinados à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio. nº 44.RICMS (Decreto nº 43. 1º e vigência estabelecida pelo art." (1) 6.104 . destinada a não contribuinte Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. destinadas a não contribuintes.Venda de produção do estabelecimento.101 a 6. Quaisquer operações de venda destinadas a não contribuintes deverão ser classificadas neste código." (1) 6.109 . ambos do Dec.106 . Quaisquer operações de venda destinadas a não contribuintes deverão ser classificadas neste código. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. armazém geral ou outro. 1º.Parte 2 .178. destinada a não contribuinte (591). (591). de 22/12/2005 139 . inclusive por meio de veículo. 1º e vigência estabelecida pelo art. ambos do Dec.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias importadas. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. Quaisquer operações de venda destinadas a não contribuintes deverão ser classificadas neste código. destinadas a não contribuintes.107 . (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 ." (1) 6. 3º. inclusive por meio de veículo. cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro. nº 43.128.105 .(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos por estabelecimento de produtor rural. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. efetuada fora do estabelecimento (591).Cod. nº 43. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . destinada a não contribuinte Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização.128. 2º do Dec.101 . que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. 1º e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. (591).109 Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .102 . III.(596) 6.(596) 6.

de 27/12/2002: "6.Redação dada pelo art. 5º. (591).864.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”. e vigência estabelecida pelo art. destinados à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio. nº 44. de 22/12/2005 140 . desde que alcançadas pelo benefício fiscal de que trata o item 50 da Parte 1 do Anexo I.115 . ambos do Dec.128. cujo faturamento tenha sido classificado no código "6.922 – Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura".Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.Redação dada pelo art.110 . (1) 6. 3º. recebidas anteriormente a título de consignação mercantil. nº 43.113 . 3º. 2º do Dec.Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura (591).109 a 6.922 . (294) Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 1º e vigência estabelecida pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. recebida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.116 .Redação dada pelo art. destinados à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio. ambos do Dec. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Cod. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . ambos do Dec. Efeitos de 1º/01/2003 a 02/09/2004 . de 02/09/2004: "6. b. 3º.178. cujo faturamento tenha sido classificado no código “6. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. destinada à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento. nº 43.Venda de produção do estabelecimento originada de encomenda para entrega futura Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento. ambos do Dec. de 02/09/2004.(s) 6. (596) Ver o art.Venda de produção do estabelecimento.Redação dada pelo art. 2º e vigência estabelecida pelo art. III.Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação industrial. destinadas à Zona Franca de Manaus ou Áreas de Livre Comércio. de 22/12/2005. 1º.128.178. ambos do Dec.114 . nº 43. remetidas anteriormente a título de consignação mercantil.128. (1) 6.864.Parte 2 .Redação dada pelo art.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. de 27/12/2002.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.080/2002) Anexo V . nº 43.(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. 2º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: "6.111 . 3º.116 Efeitos de 03/09/2004 a 31/12/2005 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . nº 43. quando da saída real do produto.Redação dada pelo art. ambos do Dec. 5º. quando da saída real do produto. remetidas anteriormente a título de consignação industrial." Efeitos de 1º/01/2003 a 02/09/2004 .109 . Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados pelo estabelecimento. nº 44.116 .110 . ambos do Dec.109 ." (1) 6. destinadas à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio. destinada à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio.128.Venda de produção do estabelecimento remetida anteriormente em consignação mercantil Classificam-se neste código as vendas efetivas de produtos industrializados no estabelecimento remetidos anteriormente a título de consignação mercantil. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. desde que alcançadas pelo benefício fiscal de que trata o item 50 da Parte 1 do Anexo I. destinada à Zona Franca de Manaus ou às Áreas de Livre Comércio. nº 43.RICMS (Decreto nº 43.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. 4º. (1) 6.Venda de produção do estabelecimento. (1) 6.(596) 6.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de Terceiros remetida anteriormente em consignação industrial Classificam-se neste código as vendas efetivas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. (294) Efeitos a partir de 03/09/2004 .112 . de 27/12/2002: "6." ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . VI. 1º e vigência estabelecida pelo art." (294) 6.

Transferência de produção do estabelecimento (591). (1) 6.Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.128. (1) 6.(596) Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos pelo estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa. (596) Ver o art.119 . sem transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. 1º e vigência estabelecida pelo art.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.178. sem transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.150 . em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 3º.Compra de mercadoria pelo adquirente originário.118 . em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de produtos industrializados pelo estabelecimento. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. (103) Efeitos a partir de 10/07/2003 . 4º. de 27/12/2002: "6. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. no código “2.151 .117 .Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. nº 43. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . em que as mercadorias recebidas para utilização no processo de industrialização não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente das mercadorias. entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.605.117 a 6.Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros (103) Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização. 3º e vigência estabelecida pelo art. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . por conta e ordem do adquirente.Venda de produção do estabelecimento remetida para industrialização.TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS (591).124 . 1º e vigência estabelecida pelo art.152 6. compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. (1) 6. remetidas para serem industrializadas em outro estabelecimento. b.Redação dada pelo art. entregues pelo vendedor remetente ao destinatário. nº 44. por conta e ordem do adquirente. cuja compra seja classificada. de 23/09/2003. (1) 6. sem que as mercadorias tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.120 .178.RICMS (Decreto nº 43.128.Transferência de produção do estabelecimento Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa. entregues ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. cujo faturamento tenha sido classificado no código “6.(596) 6. em venda à ordem”. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. (1) 6. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . III. nº 43. remetidos para serem industrializados em outro estabelecimento. de 27/12/2002. ambos do Dec.118 .Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário pelo vendedor remetente. (1) 6.Redação dada pelo art. 11.Industrialização efetuada para outra empresa quando a mercadoria recebida para utilização no processo de industrialização não transitar pelo estabelecimento adquirente da mercadoria Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para outras empresas. pelo adquirente originário. ambos do Dec.Cod.Redação dada pelo art.080/2002) (1) Anexo V . ambos do Dec. II.122 . transferidas para outro estabelecimento da mesma empresa. em venda à ordem Classificam-se neste código as vendas à ordem de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.152 . VI. sem que os produtos tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente." (1) 6.Industrialização efetuada para outra empresa Classificam-se neste código as saídas de mercadorias industrializadas para terceiros. quando da saída real da mercadoria. compreendendo os valores referentes aos serviços prestados e os das mercadorias de propriedade do industrializador empregadas no processo industrial. (1) 6.123 .Parte 2 . ambos do Dec. (1) 6.(s) 6.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros remetida para industrialização. nº 44. entregue pelo vendedor remetente ao destinatário. 3º. "a". por conta e ordem do adquirente.Redação dada pelo art. e vigência estabelecida pelo art.125 . 1º. por conta e ordem do adquirente. de 22/12/2005. comercialização ou para utilização na prestação de serviços e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.151 . nº 43. de 22/12/2005 141 . originada de encomenda para entrega futura Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.922 . 2º do Dec.

nº 44.Redação dada pelo art.201 . 1º e vigência estabelecida pelo art. cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização”. ambos do Dec.205 ." (1) 6. (1) 6.Transferência de produção do estabelecimento. sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. de 27/12/2002. ambos do Dec. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . VI. 1º e vigência estabelecida pelo art. 1º. decorrentes das aquisições de serviços de comunicação. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial. de produtos industrializados no estabelecimento que tenham sido remetidos para armazém geral. COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES (591). ambos do Dec.(596) 6. de 27/12/2002: "6.128.209 Efeitos de 1º/01/2003 a 09/07/2003 . de 22/12/2005 142 . decorrentes da compra de energia elétrica.153 .(596) 6.Devolução de mercadoria recebida em transferência para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outro estabelecimento da mesma empresa.Transferência de energia elétrica Classificam-se neste código as transferências de energia elétrica para outro estabelecimento da mesma empresa.208 – Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização ou produção rural (591). ambos do Dec. decorrentes das aquisições de serviços de transporte.209 . depósito fechado ou outro. de 27/12/2002: "6.Devolução de compra para industrialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização. sem que haja retorno ao estabelecimento depositante.Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. depósito fechado ou outro. nº 44.RICMS (Decreto nº 43. e vigência estabelecida pelo art. para serem utilizadas em processo de industrialização.128.(596) Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. (1) 6.156 . nº 43." (1) 6.Devolução de compra para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas.201 . 2º do Dec." (1) 6. de 22/12/2005. que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa. (591).Parte 2 .(596) Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros estabelecimentos da mesma empresa.(s) 6.Compra para industrialização ou produção rural". para serem comercializadas.155 . ambos do Dec. 4º.Devolução de mercadoria recebida em transferência para industrialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas em transferência de outros estabelecimentos da mesma empresa.DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.208 .201 – Devolução de compra para industrialização ou produção rural (591). de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização. 1º e vigência estabelecida pelo art. que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa.152 a 6.200 – DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES 6. (1) 6.Redação dada pelo art. (1) 6. b. para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural. cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização”.Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente.200 .Cod. (591). cujas entradas tenham sido classificadas como "2. transferidas para outro estabelecimento da mesma empresa.178. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. PRODUÇÃO RURAL. nº 43.(596) 6.Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente.178. III. para distribuição.Redação dada pelo art. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: "Classificam-se neste código as mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização e que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.080/2002) Anexo V .207 . (596) Ver o art. nº 43.202 . remetidas para armazém geral. 3º. (1) 6. nº 43.Redação dada pelo art.206 .128. 3º.128. 3º. 3º.Redação dada pelo art.

de 27/12/2002. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a cooperativas para distribuição aos seus cooperados.210 . 143 .Cod. de 18/08/2010: “6. nº 45.210 .210 a 6.” (1) (1) 6. II.128 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN). 3º. nº 43.254 .Venda de energia elétrica a não contribuinte Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores. 3º. 1º e vigência estabelecida pelo art. 2º.257 . cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos 1.210 .Parte 2 . cujas entradas tenham sido classificadas no código “2. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .251 . e vigência estabelecida pelo art.Compra para utilização na prestação de serviço”.258 . ambos do Dec. Não surtiu efeitos .253 . III. ambos do Dec.Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de transporte.128. que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA 6.Redação dada pelo art. nº 45. 3º. (1) 6.Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização.Venda de energia elétrica para estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de produtor rural. II.Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços.255 .126 .Venda de energia elétrica para estabelecimento comercial Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento comercial. (1) 6. e vigência estabelecida pelo art. de 21/10/2010.Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por demanda contratada.256 . (1) 6.Redação dada pelo art.128 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN).Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços.456.RICMS (Decreto nº 43. (1) 6. (1) 6. (1) 6. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento comercial de cooperativa. ambos do Dec.Redação dada pelo art.Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços.” Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2010 .126 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS) e 2. 3º.126 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS) e 2.250 . de 27/12/2002: “6. nº 43.487.252 . (1) 6.080/2002) Anexo V . (1775) Efeitos a partir de 1º/01/2011 .128.Redação dada pelo art.Venda de energia elétrica para estabelecimento industrial Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento industrial. VII.258 (1775) 6. ambos do Dec.Venda de energia elétrica para estabelecimento prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para consumo por estabelecimento de prestador de serviços de comunicação. Também serão classificadas neste código as vendas de energia elétrica destinada a estabelecimento industrial de cooperativa. 1º. cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos 2.(s) 6. 1º e vigência estabelecida pelo art.

303 .RICMS (Decreto nº 43.Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações de serviços da mesma natureza.353 6.080/2002) (1) (1) Anexo V .Redação dada pelo art. (1) 6.300 a 6.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento industrial Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento industrial.352 .302 . (1) (1) 6. 1º e vigência estabelecida pelo art.Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.Parte 2 . ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento industrial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento industrial.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento comercial Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento comercial.351 .304 . ambos do Dec. Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento comercial de cooperativa.301 . (1) 6.128.307 . (1) 6.PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO 6.(s) 6.353 .Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento de produtor rural. nº 43. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento industrial de cooperativa. 144 . (1) 6.306 .Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento de prestador de serviço de transporte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento prestador de serviço de transporte. (1) 6.350 . (1) 6. 3º.300 . Também serão classificados neste código os serviços de comunicação prestados a estabelecimento industrial de cooperativa.PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE 6.Prestação de serviço de comunicação a estabelecimento comercial Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a estabelecimento comercial.Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinados às prestações de serviços da mesma natureza.305 . (1) 6. (1) 6. Também serão classificados neste código os serviços de transporte prestados a estabelecimento comercial de cooperativa. de 27/12/2002.Cod.Prestação de serviço de comunicação a não contribuinte Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores.

RICMS (Decreto nº 43. de 28/06/2004. V. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .Acrescido pelo art.Parte 2 . nº 43.360 6. 3º.Acrescido pelo art.128. de 27/12/2002.876. 144/1 . ambos do Dec. (1222) Efeitos a partir de 20/08/2008 .359 .Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de prestador de serviço de comunicação Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento prestador de serviços de comunicação. nº 44. 7º.360 .356 . 5º. e vigência estabelecida pelo art. (1222) 6.823. nº 43. (1) 6.355 . V.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de geradora ou de distribuidora de energia elétrica.080/2002) (1) Anexo V .Prestação de serviço de transporte a não contribuinte Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a pessoas físicas ou a pessoas jurídicas não indicadas nos códigos anteriores. ambos do Dec. 2º. (250) Efeitos a partir de 1º/01/2005 .354 .Redação dada pelo art. 4º e vigência estabelecida pelo art.(s) 6. (1) 6.Prestação de serviço de transporte a contribuinte substituto em relação ao serviço de transporte (1222) Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuinte ao qual tenha sido atribuída a condição de substituto tributário do imposto sobre a prestação dos serviços.354 a 6. exclusivamente quando não existe a obrigação legal de emissão de nota fiscal para a mercadoria transportada. (250) 6.357 . 1º e vigência estabelecida pelo art.Cod.Prestação de serviço de transporte a estabelecimento de produtor rural Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a estabelecimento de produtor rural.Prestação de serviço de transporte a contribuinte ou a não contribuinte quando a mercadoria transportada está dispensada de emissão de nota fiscal (250) Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte a contribuintes ou a não contribuintes. (1) 6. ambos do Dec. de 19/08/2008.

128. b. (1) 6. de 27/12/2002.RICMS (Decreto nº 43. nº 43." (1) 6. III.404 .080/2002) Anexo V .403 . na condição de contribuinte substituto. (1) 6. nº 43. na condição de contribuinte substituto. 1º e vigência estabelecida pelo art. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa sujeitos ao regime de substituição tributária.Redação dada pelo art.Cod.Redação dada pelo art. na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. na condição de contribuinte substituto. na condição de contribuinte substituto (591). de 27/12/2002: "6. de 22/12/2005. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .178. na condição de contribuinte substituto Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária. 1º. cujo imposto já tenha sido retido anteriormente Classificam-se neste código as vendas de mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária.SAÍDAS DE MERCADORIAS SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA (591). (596) Ver o art.Venda de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária. em operações entre contribuintes substitutos do mesmo produto.Venda de mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária.128. 2º do Dec.178.Parte 2 .(596) 6.400 a 6.401 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . nº 44. de 22/12/2005 144/2 .Venda de produção do estabelecimento de produto sujeito ao regime de substituição tributária. na condição de substituto tributário. 3º.401 . ambos do Dec. na condição de contribuinte substituto. VI.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária. ambos do Dec. 4º. na condição de contribuinte substituto.(s) 6. em operação entre contribuintes substitutos do mesmo produto Classificam-se neste código as vendas de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária industrializados no estabelecimento. em operação com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as vendas de produtos industrializados por estabelecimento industrial de cooperativa sujeitos ao regime de substituição tributária. 1º e vigência estabelecida pelo art. exclusivamente nas hipóteses em que o imposto já tenha sido retido anteriormente. ambos do Dec. nº 44.(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.402 .Redação dada pelo art. 3º. e vigência estabelecida pelo art. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .404 (1) 6.400 .

408 a 6.128.409 . 3º.Devolução de compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária (591).Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código os produtos industrializados no estabelecimento e transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa.Devolução de compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas. 145 . 3º.(596) Classificam-se neste código os produtos industrializados ou produzidos no próprio estabelecimento em transferência para outro estabelecimento da mesma empresa de produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.Parte 2 . (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .Cod.410 . em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária.178. de 27/12/2002: "6. ambos do Dec. de 27/12/2002: "6. (591). nº 43.406 .Compra de bem para o ativo imobilizado cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”.Redação dada pelo art. ambos do Dec. III.412 .Devolução de bem do ativo imobilizado. ambos do Dec. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. 1º.Devolução de compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”.128. (596) Ver o art.411 .(s) 6.Redação dada pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art.Transferência de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as transferências para outro estabelecimento da mesma empresa. de 22/12/2005. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .408 .Redação dada pelo art.RICMS (Decreto nº 43. de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. de 22/12/2005.410 .128. nº 44. em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento. cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária”. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . de 27/12/2002. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .(596) 6.178." (1) 6.Transferência de produção do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591).(596) Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para industrialização ou produção rural em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária". (1) 6. nº 43. 1º e vigência estabelecida pelo art. 3º." (1) 6.080/2002) Anexo V .412 (591). 1º e vigência estabelecida pelo art. nº 44.Redação dada pelo art. ambos do Dec. 4º. e vigência estabelecida pelo art.408 . cuja entrada tenha sido classificada no código “2. b. VI. nº 43.(596) 6. 2º do Dec.

de 27/12/2002: “6.178. de 22/12/2005. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para uso ou consumo do estabelecimento. b. 3º.413 a 6. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente.413 .289.Redação dada pelo art.(s) 6. inclusive por meio de veículos. e vigência estabelecida pelo art.(596) 6.Redação dada pelo art.178.407 .Redação dada pelo art. 2º do Dec.(596) Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. inclusive por meio de veículos.128.128.Redação dada pelo art. III.Parte 2 . (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 .Remessa de produção do estabelecimento.501 . com fim específico de exportação Classificam-se neste código as saídas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária (591). ambos do Dec. ambos do Dec. em operação com mercadoria sujeita ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para serem vendidas fora do estabelecimento. ambos do Dec.REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES” (591).415 . 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: "6. de 27/12/2002. (1) 6. cuja entrada tenha sido classificada no código “2. 1º e vigência estabelecida pelo art. nº 43. 2º. 3º. (596) Ver o art. em operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . remetidos com fim específico de exportação a trading company.501 . ambos do Dec. VI.501 .Cod. e vigência estabelecida pelo art. 1º e vigência estabelecida pelo art. 1º. 6º.Devolução de mercadoria destinada ao uso ou consumo.502 .128.Compra de mercadoria para uso ou consumo cuja mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária”. 146 .REMESSAS PARA FORMAÇÃO DE LOTE E COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES Efeitos de 1º/01/2003 a 30/06/2006 .080/2002) Anexo V .Devolução de mercadoria recebida com fim específico de exportação Classificam-se neste código as devoluções efetuadas por trading company.Remessa de produção do estabelecimento. em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. (591). de 22/12/2005 (692) Efeitos a partir de 1º/07/2006 . nº 44. com fim específico de exportação Classificam-se neste código as saídas de produtos industrializados pelo estabelecimento. 4º.503 .Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros para venda fora do estabelecimento.Remessa de produção do estabelecimento para venda fora do estabelecimento em operação com produto sujeito ao regime de substituição tributária Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados pelo estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento.Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação”. 1º e vigência estabelecida pelo art.414 . empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do destinatário. inclusive por meio de veículos. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 . com fim específico de exportação (591). em operações com produtos sujeitos ao regime de substituição tributária. nº 43. de mercadorias recebidas com fim específico de exportação. 3º.Redação dada pelo art. remetidos com fim específico de exportação a trading company.(596) 6.128.Remessa de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros. de 02/05/2006. nº 44. nº 43. ambos do Dec. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . VI. nº 43.” (1) 6. remetidas com fim específico de exportação a trading company." (1) 6. de 27/12/2002: “6. 3º.500 .503 (1) 6. ambos do Dec.(596) Classificam-se neste código as remessas de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento para serem vendidos fora do estabelecimento.500 .RICMS (Decreto nº 43. nº 44.Redação dada pelo art.414 . VI. cujas entradas tenham sido classificadas no código “2. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. (692) 6.

Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados à industrialização do próprio produto. efetuado pelo contribuinte substituto. (1) 6. III.OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO 6.Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento. cujo faturamento tenha sido classificado no código 6. (1) (1) 6. e vigência estabelecida pelo art.650 .556 . adquiridas ou recebidas de terceiros.128.Parte 2 . cujo faturamento tenha sido classificado no código 6.553 .922 . ambos do Dec. de 05/02/2004. "b". (1) (1) 6.922 “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.738.Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado à comercialização Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados à comercialização.Ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária Classificam-se neste código os lançamentos destinados ao registro de ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído.Compra de bem para o ativo imobilizado”. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.Remessa de mercadorias.080/2002) Anexo V . adquiridas ou recebidas de terceiros. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura. nº 43. de 27/12/2002. (1) 6.556 . de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento.651 .Compra de material para uso ou consumo”.551 .551 .557 .Remessa de bem do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de bens do ativo imobilizado para uso fora do estabelecimento. nº 44. ambos do Dec.505 . cuja entrada tenha sido classificada no código “2.Cod. remetido para uso no estabelecimento”.“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”. cuja entrada tenha sido classificada no código “2. (1) 6.Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos.RICMS (Decreto nº 43.Remessa de mercadorias para formação de lote de exportação. (171) 6. à prestação de serviços ou a usuário final.Devolução de bem do ativo imobilizado de terceiro. ______________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (1) 6. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . cujo faturamento tenha sido classificado no código 6. 1º e vigência estabelecida pelo art.600 .Devolução de compra de material de uso ou consumo Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento. recebidos para uso no estabelecimento.SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS.(s) 6.Acrescido pelo art.603 . 4º.CRÉDITOS E RESSARCIMENTOS DE ICMS 6.653 (693) 6.Acrescido pelo art.552 .Transferência de material de uso ou consumo Classificam-se neste código os materiais de uso ou consumo transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa. nº 43. para formação de lote de exportação. 2º. (693) 6.555 .652 . (171) 6.504 a 6. (693) Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para formação de lote de exportação. ambos do Dec. I. 147 . de 02/05/2006. 6º. (1) 6. VI.Redação dada pelo art. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura. VI. nas hipóteses previstas na legislação aplicável.504 . 3º.Venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as vendas de bens integrantes do ativo imobilizado do estabelecimento. de produtos industrializados ou produzidos pelo próprio estabelecimento. de bens do ativo imobilizado de terceiros. cuja entrada foi classificada no código “2.554 . (1) 6.Transferência de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código os bens do ativo imobilizado transferidos para outro estabelecimento da mesma empresa. para formação de lote de exportação (693) Classificam-se neste código as remessas de mercadorias. 6º.550 .289. (171) 6. e vigência estabelecida pelo art. (693) Efeitos a partir de 1º/07/2006 . recebido para uso no estabelecimento Classificam-se neste código as saídas em devolução.555 . DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES (171) 6.Entrada de bem do ativo imobilizado de terceiro.“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.922 .653 .

663 . cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de combustível ou lubrificante por consumidor ou usuário final”.Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à industrialização subseqüente Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados à industrialização do próprio produto. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”. cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de combustível ou lubrificante para industrialização subseqüente”.654 . 148 .Retorno de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código as remessas em devolução de combustíveis ou lubrificantes. industrializados no estabelecimento. nº 43. e vigência estabelecida pelo art. (171) 6. recebidos para armazenagem.922 . III. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5. "b".Parte 2 .Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado a consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados a consumo em processo de industrialização de outros produtos. (171) 6. de 05/02/2004. (171) 6.Acrescido pelo art.658 . inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.664 (171) 6. adquiridos ou recebidos de terceiros para serem vendidos fora do estabelecimento. (171) 6. inclusive aquelas decorrentes de encomenda para entrega futura.738.Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para industrialização subseqüente Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para industrialização do próprio produto. inclusive por meio de veículos.RICMS (Decreto nº 43.664 . (171) 6. para outro estabelecimento da mesma empresa.659 .662 .Remessa de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de combustíveis ou lubrificante. (171) 6. (171) 6.Remessa para armazenagem de combustível ou lubrificante Classificam-se neste código as remessas para armazenagem de combustíveis ou lubrificantes. adquiridos ou recebidos de terceiros. 6º. I.Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para comercialização.655 .654 a 6.Devolução de compra de combustível ou lubrificante adquirido por consumidor ou usuário final Classificam-se neste código as devoluções de compras de combustíveis ou lubrificantes adquiridos para consumo em processo de industrialização de outros produtos. na prestação de serviços ou por usuário final. 4º.“Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”. para outro estabelecimento da mesma empresa.922 “Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura”.Transferência de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiro Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes.080/2002) Anexo V .660 . cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra de combustível ou lubrificante para comercialização”.Transferência de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as transferências de combustíveis ou lubrificantes. ambos do Dec.661 . à prestação de serviços ou a usuário final. cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.(s) 6. ________________________________ (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . cujo faturamento tenha sido classificado no código 5.Cod. (171) 6.656 .922 . (171) 6.657 .Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros destinado à comercialização Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados à comercialização. (171) 6.

901 . "b".Remessa de amostra grátis Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de amostra grátis.915 . 6º.900 . O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos para industrialização. III. pelo estabelecimento industrializador.914 .738. (1) 6. 3º.908 . (1) 6. (1) 6.Retorno de bem recebido por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as remessas de bens em devolução após cumprido o contrato de comodato.Acrescido pelo art.Remessa para industrialização por encomenda Classificam-se neste código as remessas de insumos remetidos para industrialização por encomenda.665 . (1) (1) 6.Remessa de mercadoria ou bem para conserto ou reparo Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para conserto ou reparo.667 .Remessa de mercadoria ou bem para demonstração Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para demonstração. (1) 6. cujo abastecimento tenha sido efetuado em unidade da Federação diferente do remetente e do destinatário.Remessa para venda fora do estabelecimento Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para venda fora do estabelecimento. (1) 6. (1) 6. 1º.666 . de 27/12/2002. (1) 6.Remessa de bem por conta de contrato de comodato Classificam-se neste código as remessas de bens para o cumprimento de contrato de comodato. dos insumos recebidos para industrialização e incorporados ao produto final. a ser realizada em outra empresa ou em outro estabelecimento da mesma empresa.Remessa de mercadoria ou bem para exposição ou feira Classificam-se neste código as remessas de mercadorias ou bens para exposição ou feira.Cod. (1) 6. 4º. e vigência estabelecida pelo art.Remessa por conta e ordem de terceiros de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código as saídas por conta e ordem de terceiros. 2º.913 . II. inclusive por meio de veículos.907 . (1) 6. 149 . I. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . (1) 6. por encomenda de outra empresa ou de outro estabelecimento da mesma empresa.910 . ambos do Dec.915 6.Retorno simbólico de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código os retornos simbólicos de mercadorias recebidas para depósito em depósito fechado ou armazém geral. (1) 6. I.665 a 6.Remessa para depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código as remessas de mercadorias para depósito em depósito fechado ou armazém geral.Retorno de mercadoria utilizada na industrialização por encomenda Classificam-se neste código as remessas. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 .911 .905 .Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final estabelecido em outra unidade da Federação diferente da que ocorrer o consumo Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final.909 .903 . de 05/02/2004.906 . quando as mercadorias armazenadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e não devam retornar ao estabelecimento depositante. doação ou brinde Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de bonificação.128.Retorno de mercadoria ou bem recebido para demonstração Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para demonstração. (1509) 6.904 .OUTRAS SAÍDAS DE MERCADORIAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 6. ambos do Dec. (1509) Efeitos a partir de 1º/11/2009 . nº 43.Retorno de mercadoria recebida para industrialização e não aplicada no referido processo Classificam-se neste código as remessas em devolução de insumos recebidos para industrialização e não aplicados no referido processo. doação ou brinde.080/2002) (171) Anexo V . nº 43.902 .Remessa em bonificação. quando as mercadorias depositadas tenham sido objeto de saída a qualquer título e que não devam retornar ao estabelecimento depositante. recebidos anteriormente para armazenagem.Parte 2 . e vigência estabelecida pelo art.RICMS (Decreto nº 43.912 . (1) 6. 1º e vigência estabelecida pelo art.Retorno de mercadoria depositada em depósito fechado ou armazém geral Classificam-se neste código os retornos de mercadorias depositadas em depósito fechado ou armazém geral ao estabelecimento depositante. (171) 6. nº 45.(s) 6.Retorno simbólico de combustível ou lubrificante recebido para armazenagem Classificam-se neste código os retornos simbólicos de combustíveis ou lubrificantes recebidos para armazenagem. (1) 6.192. de combustíveis ou lubrificantes. de 13/10/2009. ambos do Dec.Redação dada pelo art.Acrescido pelo art. (1) 6.

3º.128.Retorno de mercadoria ou bem recebido para conserto ou reparo Classificam-se neste código as remessas em devolução de mercadorias ou bens recebidos para conserto ou reparo.Remessa de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as remessas de vasilhame ou sacaria.Devolução de vasilhame ou sacaria Classificam-se neste código as saídas por devolução de vasilhame ou sacaria.921 . em vendas à ordem.Lançamento efetuado em decorrência de emissão de documento fiscal relativo a operação ou prestação também registrada em equipamento Emissor de Cupom Fiscal . (1) 6. (1) 6. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente dos mesmos.924 .919 .Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros.925 . para serem industrializados por conta e ordem do adquirente. 150 . 3º.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. (1) 6. O valor dos insumos nesta operação deverá ser igual ao valor dos insumos recebidos para industrialização.Redação dada pelo art.Remessa de mercadoria por conta e ordem de terceiros. em venda à ordem ou em operações com armazém geral ou depósito fechado Classificam-se neste código as saídas correspondentes à entrega de mercadorias por conta e ordem de terceiros. cuja venda ao adquirente originário. (1797) Efeitos a partir de 26/11/2010 .118 .080/2002) (1) Anexo V . em venda à ordem”. nas hipóteses em que os insumos não tenham transitado pelo estabelecimento do adquirente.Lançamento efetuado a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura Classificam-se neste código os registros efetuados a título de simples faturamento decorrente de venda para entrega futura.Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. dos insumos recebidos. 2º. e vigência estabelecida pelo art.922 . ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . de 27/12/2002: “6.119 .Retorno de mercadoria recebida para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria.918 .” (1) 6.923 . em venda à ordem” ou “5. recebida anteriormente em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as devoluções simbólicas de mercadorias vendidas ou utilizadas em processo industrial. em vendas à ordem.931 6. nº 43. foi classificada nos códigos “6. pelo estabelecimento industrializador.119 .Remessa para industrialização por conta e ordem do adquirente da mercadoria. (1) 6.(s) 6. cuja venda ao adquirente originário foi classificada nos códigos “5.923 . de 25/11/2010. (1) 6. quando esta não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as saídas de insumos com destino a estabelecimento industrializador.Lançamento efetuado em decorrência da responsabilidade de retenção do imposto por substituição tributária. (1) 6.Devolução simbólica de mercadoria vendida ou utilizada em processo industrial. 1º e vigência estabelecida pelo art.Remessa de mercadoria em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as remessas de mercadorias a título de consignação mercantil ou industrial. que tenham sido recebidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial.920 .929 .ECF.Venda de produção do estabelecimento entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário.Cod. (1) 6. (1797) 6. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002. nº 43. em venda à ordem”. III.RICMS (Decreto nº 43.916 a 6.ECF Classificam-se neste código os registros relativos aos documentos fiscais emitidos em operações ou prestações que também tenham sido registradas em equipamento Emissor de Cupom Fiscal .128. Efeitos de 1º/01/2003 a 25/11/2010 . por conta e ordem do adquirente. 3º.Devolução de mercadoria recebida em consignação mercantil ou industrial Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias recebidas anteriormente a título de consignação mercantil ou industrial.Parte 2 .Redação dada pelo art. pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço Classificam-se neste código exclusivamente os lançamentos efetuados pelo remetente ou alienante da mercadoria quando lhe for atribuída a responsabilidade pelo recolhimento do imposto devido pelo serviço de transporte realizado por transportador autônomo ou por transportador não inscrito na unidade da Federação onde iniciado o serviço.917 . nº 45.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros entregue ao destinatário por conta e ordem do adquirente originário. em venda à ordem Classificam-se neste código as saídas correspondentes à entrega de mercadorias por conta e ordem de terceiros. (1) 6. quando aquela não transitar pelo estabelecimento do adquirente Classificam-se neste código as remessas.931 . ambos do Dec. atribuída ao remetente ou alienante da mercadoria.Redação dada pelo art. (1) 6.506.916 . ambos do Dec. em venda à ordem” ou “6. ambos do Dec. para industrialização e incorporados ao produto final.118 .

III. 1º.(596) 6. Efeitos de 1º/01/2005 a 31/12/2005 .(s) 6.506. 3º.Prestação de serviço tributado pelo ISSQN Classificam-se neste código as prestações de serviços. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . VI.127 .(596) 7. ambos do Dec. de 28/06/2004: "6. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial de cooperativa.Redação dada pelo art.128. e vigência estabelecida pelo art.178. cujas compras foram classificadas no código “3. (1) 7. 151 . sem transitar pelo estabelecimento do importador. 1º e vigência estabelecida pelo art. desde que informados em Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A.Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros.127 (1) 6.101 . nº 44. b. de 27/12/2002: "7.106 .(596) Classificam-se neste código as prestações de serviços.Redação dada pelo art. (1) 7. armazenadas em depósito fechado. armazém geral ou outro sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento sem que haja retorno ao estabelecimento depositante. desde que informados em documentos autorizados pelo Estado. de competência municipal.933 . Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias importadas.Acrescido pelo art. que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização. V. ambos do Dec. neste grupo.SAÍDAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O EXTERIOR Classificam-se. (1) 6. de 27/12/2002. as operações ou prestações em que o destinatário esteja localizado em outro país.Prestação de serviço de transporte iniciada em unidade da Federação diversa daquela onde inscrito o prestador Classificam-se neste código as prestações de serviço de transporte que tenham sido iniciadas em unidade da Federação diversa daquela onde o prestador está inscrito como contribuinte. 2º do Dec.(596) Classificam-se neste código as vendas de produtos do estabelecimento. de 22/12/2005. 1º e vigência estabelecida pelo art.000 . nº 44.Venda de produção do estabelecimento (591). que não deva por ele transitar Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. nº 43. 3º.Acrescido pelo art. 7º.105 . (591). de competência municipal. " (1) 7.Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores. 2º.Parte 2 .949 . e vigência estabelecida pelo art. de 25/11/2010.Redação dada pelo art.RICMS (Decreto nº 43. armazém geral ou outro. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento industrial ou produtor rural de cooperativa.Venda de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento. (1796) Efeitos a partir de 26/11/2010 .932 a 7. efetuadas nas situações em que haja a transmissão de propriedade com a permanência das mercadorias em depósito ou quando a mercadoria tenha sido entregue pelo remetente diretamente a depósito fechado ou armazém geral.178. (1) 7.Compra para industrialização sob o regime de “drawback””. 4º e vigência estabelecida pelo art. Também serão classificadas neste código as vendas de mercadorias por estabelecimento comercial de cooperativa. ambos do Dec.080/2002) Anexo V . (1) 7. com destino ao estabelecimento do comprador. ambos do Dec. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . nº 45.Remessa simbólica de mercadoria depositada em armazém geral ou depósito fechado Classificam-se neste código as remessas simbólicas de mercadorias depositadas em depósito fechado ou armazém geral." (1796) 6.102 .Venda de produção do estabelecimento.933 . de 22/12/2005.127 . nº 43. nº 43.100 .128. 4º.Venda de produção do estabelecimento sob o regime de “drawback” Classificam-se neste código as vendas de produtos industrializados no estabelecimento sob o regime de “drawback”.Cod.Prestação de serviço tributado pelo ISSQN (591). armazenados em depósito fechado. cuja saída ocorra do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro. Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .932 . que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.823. ambos do Dec.VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA OU DE TERCEIROS (591). (596) Ver o art.101 .Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros Classificam-se neste código as vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros para industrialização ou comercialização. 3º.934 . (1) 7. III.

128 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN). decorrentes das aquisições de serviços de transporte.200 . (1775) 7. 3º.Compra para industrialização sob o regime de “drawback””. nº 43. 1º e vigência estabelecida pelo art. decorrentes das aquisições de serviços de comunicação. 1º. (1) 7.Redação dada pelo art.206 . de 27/12/2002.Devolução de compras para industrialização sob o regime de “drawback” Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização sob o regime de “drawback” e não utilizadas no referido processo.202 .Redação dada pelo art. II.126 . III.(s) 7.210 .Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços. ambos do Dec.251 . 3º. cujas entradas tenham sido classificadas como "Compra para industrialização ou produção rural".251 (591).127 .Redação dada pelo art. de 18/08/2010: “7. cujas entradas tenham sido classificadas no código “3.” (1) 7. 152 . e vigência estabelecida pelo art.RICMS (Decreto nº 43.Anulação de valor relativo a aquisição de serviço de transporte Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente.Compra para utilização na prestação de serviço”. (1) 7. COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES 7.(596) 7. ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 . cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para industrialização”.487.Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços. 2º.Anulação de valor relativo à compra de energia elétrica Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. 1º. b. Não surtiu efeitos . nº 45. decorrentes da compra de energia elétrica.128.” 7. 3º. nº 45. nº 43. ambos do Dec.080/2002) Anexo V . cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos 1.VENDAS DE ENERGIA ELÉTRICA 7.Redação dada pelo art.178. COMERCIALIZAÇÃO OU ANULAÇÕES DE VALORES (591). II. nº 43.200 . e vigência estabelecida pelo art. 2º do Dec.(596) Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização ou produção rural.128 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ISSQN).205 .201 .Redação dada pelo art. ambos do Dec. de 21/10/2010.DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. (1775) Efeitos a partir de 1º/01/2011 . III. 3º.Cod. de 22/12/2005. (591) Efeitos a partir de 1º/01/2006 . Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2005 .(596) 7.Anulação de valor relativo à aquisição de serviço de comunicação Classificam-se neste código as anulações correspondentes a valores faturados indevidamente. VI. ambos do Dec.DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.128.201 – Devolução de compra para industrialização ou produção rural (591). PRODUÇÃO RURAL. 1º e vigência estabelecida pelo art.Redação dada pelo art. 4º.126 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS) e 3.211 . cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos 3.Parte 2 .210 .207 . cujas entradas tenham sido classificadas no código “3.128.178.250 .456.Devolução de compra para comercialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem comercializadas. 1º e vigência estabelecida pelo art. e vigência estabelecida pelo art. de 27/12/2002: “7.Devolução de compra para utilização na prestação de serviço Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para utilização na prestação de serviços. VII. (1) 7.126 (Compra para utilização na prestação de serviço sujeita ao ICMS) e 3. 3º. cujas entradas tenham sido classificadas como “Compra para comercialização”.210 . ambos do Dec. nº 44.” Efeitos de 1º/01/2003 a 31/12/2010 . ambos do Dec. (596) Ver o art.Devolução de compra para industrialização Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias adquiridas para serem utilizadas em processo de industrialização. de 27/12/2002: “7.200 a 7.Venda de energia elétrica para o exterior Classificam-se neste código as vendas de energia elétrica para o exterior. de 22/12/2005. nº 44. (1) (1) (1) 7.

553 . 153 .OPERAÇÕES COM BENS DE ATIVO IMOBILIZADO E MATERIAIS PARA USO OU CONSUMO 7.900 .PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO 7.930 .556 .192.300 a 7.Compra de material para uso ou consumo”. (1) 7.Cod. ambos do Dec.Venda de combustível ou lubrificante de produção do estabelecimento Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes industrializados no estabelecimento destinados ao exterior. 1º. (1) (1) 7. DERIVADOS OU NÃO DE PETRÓLEO E LUBRIFICANTES 7.Venda de combustível ou lubrificante adquirido ou recebido de terceiros Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes adquiridos ou recebidos de terceiros destinados ao exterior.(s) 7. I. 4º.667 .300 .128. ambos do Dec.Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação”. 2º. (1509) 7. cujas entradas tenham sido classificadas nos códigos “1.654 .EXPORTAÇÃO DE MERCADORIAS RECEBIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO 7.080/2002) (1) (1) Anexo V . Classificam-se neste código as vendas de combustíveis ou lubrificantes a consumidor ou a usuário final.301 .Redação dada pelo art. (1) 7.501 .550 . (1) 7.Exportação de mercadorias recebidas com fim específico de exportação Classificam-se neste código as exportações das mercadorias recebidas anteriormente com finalidade específica de exportação.551 .Entrada de mercadoria recebida com fim específico de exportação” ou “2.500 .651 . e vigência estabelecida pelo art. cuja entrada foi classificada no código “3. (1) (1) 7. e vigência estabelecida pelo art.Prestação de serviço de transporte Classificam-se neste código as prestações de serviços de transporte destinado a estabelecimento no exterior.949 .Devolução de compra de bem para o ativo imobilizado Classificam-se neste código as devoluções de bens adquiridos para integrar o ativo imobilizado do estabelecimento. (171) (171) 7.Compra de bem para o ativo imobilizado”.Outra saída de mercadoria ou prestação de serviço não especificado Classificam-se neste código as outras saídas de mercadorias ou prestações de serviços que não tenham sido especificados nos códigos anteriores. 6º.RICMS (Decreto nº 43.OUTRAS SAÍDAS DE MERCADORIAS OU PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS (1) 7.Devolução de compra de material de uso ou consumo Classificam-se neste código as devoluções de mercadorias destinadas ao uso ou consumo do estabelecimento.556 . II. de 27/12/2002.PRESTAÇÕES DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 7.Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza Classificam-se neste código as prestações de serviços de comunicação destinados às prestações de serviços da mesma natureza. (171) Efeitos a partir de 1º/09/2003 . cuja operação tenha sido equiparada a uma exportação.Venda de bem do ativo imobilizado Classificam-se neste código as vendas de bens integrantes do ativo imobilizado do estabelecimento.358 .350 .Acrescido pelo art.Acrescido pelo art. cuja entrada tenha sido classificada no código “3. ambos do Dec. (1) (1) 7.Lançamento efetuado a título de devolução de bem cuja entrada tenha ocorrido sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária Classificam-se neste código os lançamentos efetuados a título de saída em devolução de bens cuja entrada tenha ocorrido sob amparo de regime especial aduaneiro de admissão temporária.650 . "b". III.SAÍDAS DE COMBUSTÍVEIS. (1) 7.551 . nº 43. nº 43. I. de 05/02/2004. 3º.Venda de combustível ou lubrificante a consumidor ou usuário final. (171) 7.949 7.Parte 2 .” ________________________________ (1) Efeitos a partir de 1º/01/2003 .738. 1º e vigência estabelecida pelo art. de 13/10/2009. nº 45.501 . (1509) Efeitos a partir de 1º/11/2009 .501 .

Transferências para utilização na prestação de serviços: Referentes às mercadorias para serem utilizadas na prestação de serviços. 1.Compra de energia elétrica para consumo no comércio: Compras de energia elétrica consumida pelo estabelecimento comercial.11 .COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.” 154 .Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . inclusive cooperativa. bem como anulação de valores.14 .40 . Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa. 1. 1.32 .41 . exceto quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo permanente ou de consumo do estabelecimento encomendante. COMERCIALIZAÇÃO ou PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 1. 1. cujas saídas tenham sido classificadas no código 5.00 . 1.43 . 1. cujas saídas tenham sido classificadas no código 5. DE TERCEIROS ou ANULAÇÕES DE VALORES Compreenderão as entradas de mercadorias que anulem saídas feitas anteriormente pelo estabelecimento a título de venda. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativa quando recebida para distribuição a cooperados.Compras para industrialização: Entradas por compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.RICMS (Decreto nº 43. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa.20 .22 .Anulações de valores relativos à prestações de serviços: Correspondentes a valor faturado indevidamente. 1.Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização: Compras de energia elétrica a ser utilizada em sistema de distribuição ou comercialização.080/2002) Anexo V .Compras para comercialização: Entradas por compras de mercadorias a serem comercializadas. 1.ENTRADAS ou AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO ESTADO Compreenderão as operações em que o estabelecimento remetente esteja localizado neste Estado.44 . 1. considerando-se: 1.10 . Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica para consumo por estabelecimento de cooperativa. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica pelo estabelecimento de cooperativas.Transferências para distribuição de energia elétrica: Referentes as operações para distribuição. 1.Transferências para industrialização: Referentes às mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.Industrialização efetuada por outras empresas: Valores cobrados por estabelecimentos industrializadores compreendendo os dos serviços prestados e os das mercadorias empregadas no processo industrial.vendas de produção do estabelecimento.Devoluções de vendas de produção do estabelecimento: Referentes aos produtos industrializados no estabelecimento.42 .11 . 1.Compra de energia elétrica para utilização no processo industrial: Compras de energia elétrica a ser utilizada em processo de industrialização. quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA 1.13 .33 .23 .30 . COMERCIALIZAÇÃO ou PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS: Compreenderão as entradas de mercadorias transferidas do estoque de outro estabelecimento do mesmo titular.Compras para utilização na prestação de serviços: Entradas de mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços.Compra de energia elétrica para utilização na prestação de serviços: As compras de energia elétrica a serem utilizadas pelo prestador de serviços. 1. quando recebidas para utilização em processos de industrialização. quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.24 .Anulações de valores relativos à venda de energia elétrica: Correspondentes a valor faturado indevidamente. 1.DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA. 1.31 .Devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: Referentes às vendas de mercadorias.12 .21 . 1.34 .Redação original: “PARTE 2 CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES E CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA (a que se referem o artigo 187 deste Regulamento e a da Parte 1 deste Anexo) DO CÓDIGO FISCAL DE OPERAÇÕES E PRESTAÇÕES (acrescido de notas explicativas) DAS ENTRADAS DE MERCADORIAS E BENS E DA AQUISIÇÃO DE SERVIÇOS 1. 1.vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.12 .Transferências para comercialização: Referentes às mercadorias a serem comercializadas. 1.

73 . de bens destinados ao ativo permanente.AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 1.72 .53 . 1. de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.74 .vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.61 . por transferência.Compras para ativo permanente em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas. 1.Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada: Compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada. 1. Também será classificada neste código a aquisição para consumo em estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no item anterior. 1. de mercadorias a serem industrializadas. 1. diverso do indicado no item anterior. por compras. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Aquisição de serviço de comunicação pelo prestador de serviço de transporte: Pela aquisição de serviço de comunicação para consumo em empresa de transporte. de mercadoria a serem comercializadas.64 .46 .65 . quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente. de materiais destinados ao uso ou consumo.71 . Também será classificada neste código a aquisição de serviço de comunicação para consumo em estabelecimento industrial das cooperativas.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . 1. por compras. 1. por transferência.76 .ENTRADAS DE MERCADORIAS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 1.50 . que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.Transferências para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas.54 .77 .vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. ou 5.52 . Também será classificada neste código a aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial de cooperativa. Também será classificada neste código a aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de cooperativa. 1.Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza: Aquisição de serviço de transporte para emprego na execução de serviço da mesma natureza. quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.Aquisição de serviço de transporte pelo comércio: Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial. por compras.Aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação: Aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 1.Aquisição de serviço de comunicação pela geradora ou distribuidora de energia elétrica: Pela aquisição de serviço de comunicação para consumo em empresa geradora ou distribuidora de energia elétrica.51 .Transferências para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas. por compras.75 .62 .AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 1.55 . decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 1.Aquisição de serviço de transporte pela indústria: Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial.70 .Aquisição de serviço de comunicação pelo comércio: Pela aquisição de serviço de comunicação para consumo no comércio. 1. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: “ 155 . Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa. 1.Aquisição de serviço de transporte pela geradora ou distribuidora de energia elétrica: Aquisição de serviço de transporte pela geradora ou distribuidora de energia elétrica.Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza: Pela aquisição de serviço de comunicação.72 . decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Devoluções de vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Referentes a produtos industrializados no estabelecimento. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa.080/2002) Anexo V .63 . 1. quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.71 . cujas saídas tenham sido classificadas nos códigos 5.Compras para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas.45 . 1. quando destinadas a consumidor ou usuário final. 1. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Aquisição de serviço de comunicação pela indústria: Pela aquisição de serviço de comunicação para consumo na indústria.78 .60 .Compras para uso ou consumo em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas. 1.Compras para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas. 1. 1. 1.RICMS (Decreto nº 43.Redação original: “1. de mercadorias a serem comercializadas.Compra de energia elétrica por produtor rural: Compras de energia elétrica a ser utilizada por estabelecimentos rurais.

97 .96 .Entradas para industrialização por encomenda: Entradas destinadas à industrialização por encomenda de outro estabelecimento.ENTRADAS ou AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DE OUTROS ESTADOS Compreenderão as operações em que o estabelecimento remetente esteja localizado em outra unidade da Federação.Compras de materiais para uso ou consumo: Entradas por compras de materiais destinados ao uso e consumo. quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.11 .13 . e não comercializadas.Retornos de remessas para vendas fora do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas.Compras para industrialização: Entradas por compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. 1. em retorno. 1.85 .Redação original: “Referentes a vendas de mercadorias.79 . de mercadorias remetidas para vendas fora do estabelecimento. tais como: . em devolução.Compras para comercialização: Entradas por compras de mercadorias a serem comercializadas.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. .vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Entradas de mercadorias remetidas com o fim específico de exportação: As entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company.73 . 1. em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.80 . bens e serviços não compreendidos nos códigos anteriores. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa. COMERCIALIZAÇÃO ou PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS.10 . 1.Transferências de materiais para uso ou consumo: Entradas de materiais para uso ou consumo transferidos de outros estabelecimentos do mesmo titular. 2. 2. 2.91. e não comercializadas.Retorno de mercadorias do estabelecimento produtor: Entradas referentes a recebimentos de animais criados pelo produtor no sistema integrado.Retorno simbólico de insumos utilizados na industrialização por encomenda: Retorno simbólico de insumos remetidos para industrialização por encomenda em outro estabelecimento.99 .OUTRAS ENTRADAS. . 1.SISTEMA DE INTEGRAÇÃO 1.” 156 . compreendendo os dos serviços prestados e os das mercadorias empregadas. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa. AQUISIÇÕES ou TRANSFERÊNCIAS 1. pelo sujeito passivo por substituição.95 .Transferências para o ativo permanente: Entradas de bens destinados ao ativo permanente transferidos de outros estabelecimentos do mesmo titular. de mercadorias remetidas para venda fora do estabelecimento. 1.vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 1.74 . inclusive por meio de veículos. ou 5.92 . 2.retornos de mercadorias remetidas para industrialização e não aplicadas no referido processo. 1. em retorno.Ressarcimentos de ICMS retido por substituição tributária: Referentes a ressarcimentos de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído.90 . consignação e demonstração. com o fim específico de exportação.Outras entradas ou aquisições de serviços não especificados: Entradas de mercadorias. no processo industrial.Compras para o ativo permanente: Entradas por compras destinadas ao ativo permanente. exceto quando a industrialização efetuada se referir a bens do ativo permanente ou de consumo do estabelecimento encomendante.entradas por doação. cujas saídas tenham sido classificadas no código 5.COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.Industrialização efetuada por outras empresas: Valores cobrados por estabelecimentos industrializadores.Retornos de remessas para vendas fora do estabelecimento: Entradas.86 . com o fim específico de exportação.ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO As entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company.080/2002) Anexo V . inclusive por meio de veículo. 1. 1. 1. 1. nas hipóteses previstas na legislação aplicável.12 . quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente.81 . de insumos não utilizados pelo produtor na criação de animais pelo sistema integrado.retornos de remessas para depósitos fechados ou armazéns-gerais.98 . 2.RICMS (Decreto nº 43.entradas de amostra grátis e brindes. 1.82 . empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente.Retorno de insumos não utilizados na produção: Recebimento. qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação ou prestação. considerando-se: 1.93 . quando destinadas a consumidor ou usuário final.94 .00 . .

Compra de energia elétrica por produtor rural: Compras de energia elétrica a ser utilizada por estabelecimentos rurais. 2. 2.41 . quando recebida para utilização em processos de industrialização.46 .vendas de produção do estabelecimento. 2.Transferências para utilização na prestação de serviços: Referentes às mercadorias para serem utilizadas na prestação de serviços.Transferências para comercialização: Referentes às mercadorias a serem comercializadas.vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 2. 2.Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização: Compras de energia elétrica a ser utilizada em sistema de distribuição ou comercialização. 2.40 .50 .43 .Aquisição de serviço de comunicação pelo prestador de serviço de transporte: Pela aquisição do serviço de comunicação para consumo em empresa de transporte.12 .30 .21 .Redação original: “2.51 .24 . 2. Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por estabelecimentos de cooperativas. a título de venda. inclusive por transferência 2.AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 2. 2.35 .53 . 2.080/2002) Anexo V . Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica para consumo por estabelecimento de cooperativa.55 .Aquisição de serviço de comunicação pela indústria: Pela aquisição de serviço de comunicação para consumo na indústria. Também será classificada neste código a aquisição de serviço de comunicação para consumo em estabelecimento industrial das cooperativas. 2.14 .20 . Também serão classificadas neste código as compras de energia elétrica por cooperativa quando recebida para distribuição a cooperados. 2.61 .AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 2.TRANSFERÊNCIAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.33 .DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA.32 . 2.11 .22 . 2.45 . considerando-se: 2. 2.RICMS (Decreto nº 43.Compra de energia elétrica para consumo por demanda contratada: As compras de energia elétrica para consumo por demanda contratada. 2. 2.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 .Compra de energia elétrica para consumo no comércio: Compras de energia elétrica consumida pelo estabelecimento comercial.Aquisição de serviço de comunicação pela geradora ou distribuidora de energia elétrica: Pela aquisição de serviço de comunicação para consumo em empresa geradora ou distribuidora de energia elétrica. cujas saídas tenham sido classificadas no código 6. 2. 2.31 .42 .Compra de energia elétrica para utilização no processo industrial: Compras de energia elétrica a ser utilizada em processo de industrialização.Transferências de energia elétrica: Referentes às operações para distribuição.Compras para utilização na prestação de serviços: Entradas de mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços.Anulações de valores relativos à venda de energia elétrica: Correspondente ao valor faturado indevidamente. 2.Anulações de valores relativos à prestação de serviços: Correspondente ao valor faturado indevidamente.52 .Compra de energia elétrica para utilização na prestação de serviços: Compras de energia elétrica a ser utilizada pelo prestador de serviço. DE TERCEIROS ou ANULAÇÕES DE VALORES Entradas de mercadorias que anulem saídas feitas anteriormente pelo estabelecimento. bem como anulação de valores.COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA 2. Também será classificada neste código a aquisição para consumo em estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no item anterior.As entradas interestaduais referentes a devolução de mercadorias ou bens remetidos. COMERCIALIZAÇÃO ou PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Entradas de mercadorias transferidas do estoque de outro estabelecimento do mesmo titular.Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza:” 157 .Aquisição de serviço de comunicação pelo comércio: Pela aquisição de serviço de comunicação para consumo no comércio.23 .54 .Devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: Referentes a vendas de mercadorias cujas saídas tenham sido classificadas no código 6. inclusive cooperativa. 2.60 .34 .Transferências para industrialização: Referentes às mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. 2. que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo.44 .Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza: Pela aquisição de serviço de comunicação.Devoluções de vendas de produção do estabelecimento: Referentes aos produtos industrializados no estabelecimento.

Compras para uso ou consumo em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas. por compras.Compras para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas.79 .vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Transferências para o ativo permanente: Entradas de bens destinados ao ativo permanente transferidos de outros estabelecimentos do mesmo titular. AQUISIÇÕES ou TRANSFERÊNCIAS 2. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente. 2.Compras para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas. de mercadorias a serem comercializadas. diverso do indicado no item anterior. quando destinadas a consumidor ou usuário final.64 . 2. quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente. quando destinadas a consumidor ou usuário final. Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa. 2. 2.72 . 2.70 .Aquisição de serviço de transporte pela geradora ou distribuidora de energia elétrica: Pela aquisição de serviço de transporte pela geradora ou distribuidora de energia elétrica. por compras.90 . por compras.RICMS (Decreto nº 43. 2. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 2.78 .74 .OUTRAS ENTRADAS. de mercadorias a serem industrializadas.ENTRADAS DE MERCADORIAS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 2. empresa comercial exportadora ou outro estabelecimento do remetente.vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. por compras. ou 6.63 .ENTRADAS DE MERCADORIAS REMETIDAS COM O FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO Entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company.Entradas de mercadorias remetidas com o fim específico de exportação: As entradas de mercadorias em estabelecimento de trading company.62 .71 . Também serão classificadas neste código as entradas de mercadorias em estabelecimento de cooperativa. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.Aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação: Pela aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação. considerando-se: 2.Aquisição de serviço de transporte pela indústria: Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial.71 . de bens destinados ao ativo permanente. 2.76 . decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Devoluções de vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Referentes a produtos industrializados no estabelecimento. por transferência. por transferência. de mercadorias a serem comercializadas. de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização.86 . quando recebidas de seus cooperados ou de estabelecimento de outra cooperativa.vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.75 .92 .85 . cujas saídas tenham sido classificadas nos códigos 6. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.080/2002) Anexo V . cujas saídas tenham sido classificadas no código 6.Transferências para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas.65 .73 . 2. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. ou 6. Também será classificada neste código a aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de cooperativa.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . pelo sujeito passivo por substituição.vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 2.Redação original: “Aquisição de serviço de transporte para emprego na execução de serviço da mesma natureza.Devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Referentes a vendas de mercadorias.72 . 2. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. de materiais destinados ao uso ou consumo.74 .Compras para ativo permanente em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas. nas hipóteses previstas na legislação aplicável.Aquisição de serviço de transporte pelo comércio: Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial.77 . Também será classificada neste código a aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial de cooperativa. com o fim específico de exportação.Transferências para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas.Compras para o ativo permanente: Entradas por compras destinadas ao ativo permanente. 2.91 . 2. 2.73 . quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente.” 158 . 2. com o fim específico de exportação.Ressarcimentos de ICMS retido por substituição tributária: Referentes a ressarcimentos de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído. 2.

Devoluções de vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: As referentes a vendas de mercadorias. 2. 2. não compreendidos nos códigos anteriores. 3.Retorno de remessas para venda fora do estabelecimento: Entradas.23 .11 .31 .AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 3.Compras para utilização na prestação de serviços: Entradas por compras de mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços.COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO. . .entradas por doação. 3.50 . 2.99 . em retorno.24 . de mercadorias remetidas para vendas fora do estabelecimento.AQUISIÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 3. tais como: .vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 3.10 .retornos de depósitos fechados ou armazéns-gerais. 3. inclusive por meio de veículo. não comercializadas.vendas de produção do estabelecimento. cujas saídas tenham sido classificadas no código 7. consignação e demonstração. 3.00 .21 .98 .97 . a título de venda. inclusive por meio de veículo. 3. 3. DE TERCEIROS ou ANULAÇÕES DE VALORES: As entradas de mercadorias que anulem saídas feitas anteriormente pelo estabelecimento.Retornos de remessas para vendas fora do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Entradas.080/2002) Anexo V . considerando-se: 3.12 .53 .Compras para comercialização: Entradas por compras de mercadorias a serem comercializadas.” 159 . 2.Compras para industrialização: Entradas por compras de mercadorias a serem utilizadas em processo de industrialização. em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Aquisição de serviço de transporte pela indústria: Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial. 3.51 . de mercadorias remetidas para vendas fora do estabelecimento.13 . importadas diretamente pelo estabelecimento. 3.DEVOLUÇÕES DE VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . 2. 3. COMERCIALIZAÇÃO ou PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 3. não comercializadas.96 .Anulações de valores relativos à venda de energia elétrica: Correspondentes a valores faturados indevidamente. Também será classificada neste código a aquisição de serviço de transporte por estabelecimento de cooperativa diverso do indicado no item anterior. cujas saídas tenham sido classificadas no código 7. bem como as decorrentes de aquisição por arrematação.Retorno simbólico de insumos utilizados na industrialização por encomenda: Retorno simbólico de mercadorias remetidas para industrialização por encomenda em outro estabelecimento. 3.Anulações de valores relativos à prestação de serviços: Correspondentes a valores faturados indevidamente. qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação.retornos de mercadorias remetidas para industrialização e não aplicadas no referido processo.entradas de amostras grátis e brindes.94 .Aquisição de serviço de transporte pelo comércio: Aquisição de serviço de transporte por estabelecimento comercial.11 .Outras entradas ou aquisições de serviços não especificados: Entradas de mercadorias.COMPRA DE ENERGIA ELÉTRICA 3.Transferências de materiais para uso ou consumo: Entradas de materiais para uso ou consumo transferidos de outros estabelecimentos do mesmo titular. 2.Compra de energia elétrica para distribuição ou comercialização: Compras de energia elétrica a ser utilizada em sistema de distribuição ou comercialização.12 .20 .Compras de materiais para uso ou consumo: Entradas por compras de materiais destinados ao uso e consumo. .Redação original: “2.95 .RICMS (Decreto nº 43. Também será classificada neste código a aquisição de serviço de transporte por estabelecimento industrial das cooperativas. concorrência ou qualquer outra forma de alienação promovida pelo Poder Público ou serviços iniciados nos exterior. 3. em retorno.93 .Devoluções de vendas de produção do estabelecimento: As referentes a produtos industrializados no estabelecimento.Entradas para industrialização por encomenda: Entradas destinadas a industrialização por encomenda de outro estabelecimento.30 .ENTRADAS ou AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS DO EXTERIOR Compreenderão as entradas de mercadorias de origem estrangeira.52 . bens e serviços. 3.Aquisição de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza: Aquisição de serviço de comunicação.Aquisição de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza: Aquisição de serviço de transporte para emprego na execução de serviço da mesma natureza.22 .41 .40 .

sem que tivessem sido objeto de qualquer processo industrial. por vendas efetuadas fora do estabelecimento. armazenados em depósito fechado. armazém-geral ou outro.Entradas sob regime de drawback: Entradas de mercadorias importadas para sofrer processo de industrialização e posterior exportação do produto resultante.24 . considerando-se: 5.” 160 . 3.Compras de materiais para uso ou consumo: Entradas por compras de materiais destinados ao uso e consumo. 5. inclusive por meio de veículo.25 .20 . compreendendo o dos serviços prestados e os das mercadorias empregadas no processo industrial. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Saídas. em ambos os casos se não compreendidos nos códigos anteriores.VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA ou DE TERCEIROS 5. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante.SAÍDAS ou PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA O ESTADO Compreenderão as operações ou prestações em que os estabelecimentos envolvidos estejam localizados na mesma unidade da Federação. armazenados em depósito fechado. inclusive por meio de veículo. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.Transferências de energia elétrica: Referentes às operações para distribuição.Vendas de produção do estabelecimento: Saídas por vendas de produtos industrializados no estabelecimento. 5. 5. 5.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Saídas por vendas de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização. 3. 5.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 .Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: Saídas por vendas de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.080/2002) Anexo V .Transferências para utilização na prestação de serviços: Referentes às mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviços. por vendas efetuadas fora do estabelecimento. efetuadas fora do estabelecimento: Saídas.Aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação: Aquisição de serviço de transporte pelo prestador de serviço de comunicação. por vendas.Compras para o ativo permanente: Entradas por compras de mercadorias destinadas ao ativo permanente.TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA ou DE TERCEIROS: Saídas de mercadorias transferidas para o estoque de outro estabelecimento do mesmo titular.00 . 5. armazém-geral ou outro.91 .14 .Vendas de produção do estabelecimento. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. 5. do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro. de produtos industrializados no estabelecimento.Outras entradas ou aquisições de serviços não especificados: As entradas de mercadorias.RICMS (Decreto nº 43.12 . 5.23 .13 . DAS SAÍDAS DE MERCADORIAS E BENS ou DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 5. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. por vendas.15 . Serão classificadas neste código as saídas de mercadorias importadas. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. de produtos industrializados no estabelecimento. com destino ao estabelecimento do comprador.17 . efetuadas fora do estabelecimento: Saídas. 3. sem transitar pelo estabelecimento do importador. ou aquisições de serviços iniciados no exterior.94 . 5.90 .54 .97 .Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Transferências de produção do estabelecimento: Referentes a produtos industrializados no estabelecimento. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. armazém-geral ou outro. 5.10 .21 . 5.Vendas de produção própria.Transferências de produção do estabelecimento que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Referentes a produtos industrializados no estabelecimento.99 .Transferências de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: Referentes a mercadorias entradas para industrialização ou comercialização. de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização e que não tiverem sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.11 . qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação.OUTRAS ENTRADAS ou AQUISIÇÕES DE SERVIÇOS 3.16 . armazenadas em depósito fechado. 3. 5.22 . Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa.Industrialização efetuada para outras empresas: Valores cobrados do estabelecimento encomendante.Redação original: “3.

53 .Devoluções de compras para industrialização: Referentes às mercadorias compradas para serem utilizadas em processo de industrialização.Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza: Pela prestação de serviço de comunicação.26 .44 . 5. COMERCIALIZAÇÃO ou ANULAÇÕES DE VALORES Saídas de mercadorias que anulem entradas anteriores no estabelecimento.43 . quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente: Saídas.Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza: Prestação de serviço de transporte para o emprego na execução de serviço da mesma natureza.30 . 5.Transferências de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.45 . Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa.41 . bem como anulações de valores. por vendas. 5.52 .Venda de energia elétrica a não-contribuinte: Vendas deste produto a pessoas físicas ou não indicadas nos itens anteriores.Anulações de valores relativos à compra de energia elétrica: Anulações de valores faturados indevidamente.Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada: Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada. Também será classificada neste código a execução de serviço de transporte destinada a estabelecimento industrial de cooperativas.72 . cujas entradas tenham sido classificadas no código 1.12 .SAÍDAS DE MERCADORIAS EM OPERAÇÕES SUJEITAS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA 5.34 . 5. 5. 5.61 .Compras para industrialização.compras para comercialização.32 . armazém-geral ou outro sem que tivessem sido objeto de qualquer processo industrial. 5. 5. 5. armazenadas em depósito fechado.080/2002) Anexo V .RICMS (Decreto nº 43.51 . 5. de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.40 . quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente.50 . 5.42 .Venda de energia elétrica para comércio ou prestador de serviço: Vendas de energia elétrica para consumo em estabelecimento comercial ou de prestação de serviço. Também serão classificadas neste código as vendas deste produto para o consumo por estabelecimento de cooperativas. cujas entradas tenham sido classificadas no código 1.Venda de energia elétrica para indústria: Vendas de energia elétrica para o consumo na indústria. 5.71 .63 . 5. Também serão classificados neste código as vendas deste produto para consumo do estabelecimento industrial das cooperativas. 5. 5.VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA 5.Vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 5.Vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.46 . comercial ou de prestação de serviço.62 .33 .Venda de energia elétrica para consumo rural: Referente às vendas deste produto a estabelecimentos rurais.11 . que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. a título de compra. que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo. comercial ou de prestação de serviços não compreendidos no item anterior. 5.Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização: Vendas de energia elétrica destinada a distribuição ou comercialização. 5. 5.Prestação de serviço de comunicação a não-contribuinte: Referentes às prestações deste serviço a pessoas físicas ou não enquadradas nos itens anteriores.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 .Anulações de valores relativos à aquisições de serviços: Correspondente a valores faturados indevidamente.Prestação de serviço de comunicação para contribuinte: Prestação de serviço de comunicação destinada a estabelecimento industrial.31 .PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 5.Prestação de serviço de transporte a não-contribuinte: Referente à prestação deste serviço a pessoas físicas ou não enquadradas nos itens anteriores. quando destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa.PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 5.Devoluções de compras para comercialização: Referentes às mercadorias compradas para serem comercializadas.Prestação de serviço de transporte para contribuinte: Prestação deste serviço destinada a estabelecimento industrial.60 . que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Referentes a mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.70 . exceto os da mesma natureza. quando destinadas a consumidor ou usuário final:” 161 .Redação original: “5. exceto o industrial.

” 162 .Remessa de produção do estabelecimento. destinadas a trading company. destinadas a trading company. de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.87 .REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES Remessas de mercadorias destinadas a trading company. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa.74 . 5. 5. por transferência.78 . 5. com fim específico de exportação. leitões.71 .75 .73 . que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.81 .85 .Compra para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Devolução de produção do estabelecimento. quando destinadas a consumidor ou usuário final.77 . a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. por vendas. com fim específico de exportação.79 . 5.RICMS (Decreto nº 43. de produtos industrializados no estabelecimento. rações e medicamentos. por transferência.80 .Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . 5. com fim específico de exportação: Saídas referentes a remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Ressarcimentos de ICMS retido por substituição tributária: Referentes a ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído. com fim específico de exportação. 5. remetida com fim específico de exportação: Devoluções referentes às remessas de produção do estabelecimento. quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa.Transferências de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Saídas. com fim específico de exportação: Saídas referentes às remessas de produção do estabelecimento. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa. destinadas a trading company. 5.88 .Devoluções de compras para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Referentes a mercadorias compradas para serem comercializadas. com fim específico de exportação. pelo sujeito passivo por substituição. por vendas. 5.89 . de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização. cujas entradas tenham sido classificadas no código 1. quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente: Saídas. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. 5.Devoluções de compras para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Referentes a mercadorias compradas para serem utilizadas em processo de industrialização. quando destinadas a consumidor ou usuário final. quando destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa.76 . a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.Devolução de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 5.SISTEMA DE INTEGRAÇÃO 5. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.Transferências de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Saídas.72 . nas hipóteses previstas na legislação aplicável. tais como pintos.86 . 5. com fim específico de exportação. quando destinadas a consumidor ou usuário final: Saídas.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Redação original: “Saídas. quando destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa.080/2002) Anexo V .Compra para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. por vendas. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. destinadas a trading company. cujas entradas tenham sido classificadas no código 1. em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. considerandose: 5. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. 5.Remessa de insumos para estabelecimento produtor: Saída referente a remessa de insumos básicos para criação de animais no sistema integrado.Remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. bem como eventuais devoluções. remetidas com fim específico de exportação: Devolução referente a remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa.

por vendas. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa quando destinadas a seus cooperados ou a estabelecimento de outra cooperativa.080/2002) Anexo V . sem que tivessem sido objeto de qualquer processo industrial. 6.91 . por vendas de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização. consignações e demonstrações.95 . que não devam transitar pelo estabelecimento depositante.compras para o ativo permanente ou de material para uso ou consumo.Devoluções de compras para o ativo permanente ou de material para uso ou consumo: Saídas de bens que anulem entradas anteriores no estabelecimento.99 . compreendendo os dos serviços prestados e os das mercadorias empregadas no processo industrial. 6.14 . 6.” 163 .Outras saídas ou prestações de serviços não especificados: Serão classificadas neste código todas as demais saídas de mercadorias. por venda de produtos industrializados no estabelecimento. Serão classificadas neste código as saídas de mercadorias importadas. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. inclusive por meio de veículo. por vendas efetuadas fora do estabelecimento. . 6.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: Saídas por vendas de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.97 . em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 5. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa.Remessa para venda fora do estabelecimento: Saídas de mercadorias remetidas para vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento. não compreendidas nos códigos anteriores. qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação ou prestação.11 .Vendas de produção do estabelecimento: Saídas por vendas de produtos industrializados no estabelecimento.Industrialização efetuada para outras empresas: Valores cobrados do estabelecimento encomendante.94 .92 . armazém-geral ou outro.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Transferências do ativo permanente ou de material para uso ou consumo: Saídas por transferências de bens do ativo permanente ou de material de uso ou consumo. inclusive por meio de veículo.Vendas de produção do estabelecimento. 5. 6. 5. armazenadas em depósito fechado.90 .Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.remessa para depósitos fechados ou armazéns-gerais.Remessas para vendas fora do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Saídas de mercadorias remetidas para vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento. tais como: . inclusive por meio de veículo. 5. para estabelecimento do mesmo titular.retornos de mercadorias recebidas para industrialização e não aplicadas no referido processo. armazém-geral ou outro.Vendas de produção própria.RICMS (Decreto nº 43.OUTRAS SAÍDAS ou PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 5.00 . que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Saídas.Remessa simbólica de insumos utilizados na industrialização por encomenda: Referente a remessas simbólicas de insumos recebidos e incorporados ao produto final sob encomenda de outro estabelecimento. sem transitar pelo estabelecimento do importador.10 . que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Saídas.VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA ou DE TERCEIROS 6.saídas de amostras grátis e brindes. por vendas efetuadas fora do estabelecimento.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 .Redação original: “5.Vendas do ativo permanente: Saídas por vendas de bens pertencentes ao ativo permanente. do recinto alfandegado ou da repartição alfandegária onde se processou o desembaraço aduaneiro.saídas por doações. 5. .13 . de produtos industrializados no estabelecimento. 5. efetuadas fora do estabelecimento: Saídas.15 .96 . 6. efetuadas fora do estabelecimento: Saídas.93 .16 . a título de compras. . de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização e que não tiverem sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. inclusive por meio de veículo. 5.SAÍDAS ou PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS PARA OUTROS ESTADOS: Compreenderão as operações ou prestações em que os estabelecimentos envolvidos estejam localizados em unidades da Federação distintas.Saídas para industrialização por encomenda: Referentes aos insumos destinados a industrialização em outro estabelecimento. com destino ao estabelecimento do comprador. classificadas no código 1.12 .17 . 6.91 . 6. bens e serviços. armazenados em depósito fechado.

6. inclusive por transferência.080/2002) Anexo V . 6.32 . que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. 6.40 .RICMS (Decreto nº 43. 6.33 . 6. que prevalecerá sobre os demais códigos deste subgrupo 6. destinadas a não-contribuintes: Saídas por vendas de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.31 . 6. armazém-geral ou outro.Venda de energia elétrica para consumo rural: Referentes às vendas deste produto a estabelecimentos rurais.Vendas de mercadorias de produção do estabelecimento.45 .VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA 6. 6.30 . armazenados em depósito fechado.compras para industrialização. 6.22 .11 . Também serão classificadas neste código as vendas deste produto para consumo por estabelecimento industrial das cooperativas.26 . 6. 6. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante.44 .Prestação de serviço de comunicação para execução de serviço da mesma natureza: Pela prestação de serviço de comunicação.Transferências de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: Referentes a mercadorias entradas para industrialização ou comercialização. exceto o industrial. destinadas a não-contribuintes.23 . 6.18 .Venda de energia elétrica para indústria: Vendas de energia elétrica para o consumo na indústria. 6.Venda de energia elétrica a não-contribuinte: Venda deste produto a pessoas físicas ou não indicadas nos itens anteriores.51 . 6. inclusive por transferência: Saídas interestaduais referentes a devolução de mercadoria ou bens recebidos.Devoluções de compras para industrialização: Referentes a mercadorias compradas para serem utilizadas em processo de industrialização.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . 6.PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 6.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Anulações de valores relativos à aquisição de serviços: Correspondem aos valores faturados indevidamente.43 .19 . 6.21 . cujas entradas tenham sido classificadas no código 2. 6. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. destinadas a não-contribuintes.Anulações de valores relativos à compra de energia elétrica: Anulações de valores faturados indevidamente. sem que tivessem sido objeto de qualquer processo industrial.Venda de energia elétrica para distribuição ou comercialização: Vendas de energia elétrica destinada à distribuição ou comercialização.35 . armazém-geral ou outro.46 .DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada: Venda de energia elétrica para consumo por demanda contratada.34 .41 .Devoluções de compras para comercialização: Referentes a mercadorias compradas para serem comercializadas.compras para comercialização.Redação original: “6.50 . Também serão classificadas neste código as vendas deste produto para consumo por estabelecimento de cooperativas. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Referente a produtos industrializados no estabelecimento. 6. considerando-se: 6.Transferências de produção do estabelecimento: Referentes a produtos industrializados no estabelecimento. cujas entradas tenham sido classificadas no código 2.TRANSFERÊNCIAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA ou DE TERCEIROS Saídas de mercadorias transferidas para o estoque de outro estabelecimento do mesmo titular. armazenadas em depósito fechado.Transferências para utilização na prestação de serviços: Referentes a mercadorias a serem utilizadas na prestação de serviço.” 164 .Venda de energia elétrica para comércio ou prestador de serviço: Vendas de energia elétrica para o consumo em estabelecimento comercial ou de prestação de serviço.Transferência de produção do estabelecimento. COMERCIALIZAÇÃO ou ANULAÇÕES DE VALORES: Saídas de mercadorias que anulem entradas anteriores no estabelecimento. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Referentes a mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.25 . bem como anulações de valores. 6.24 .Transferências de energia elétrica: Referentes a transferências deste produto para distribuição. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.12 .Devolução de mercadoria ou bem recebido. destinadas a não-contribuintes: Saídas por vendas de produtos industrializados no estabelecimento.20 . a título de compras.Transferências de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. 6.42 .

por vendas. por vendas. por transferência. quando destinadas a consumidor ou usuário final. 6. cujas entradas tenham sido classificadas no código 2.77 . quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente: Saídas.Devoluções de compras para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Referentes a mercadorias compradas para serem comercializadas. por transferência.52 .85 . quando destinadas a consumidor ou usuário final. 6. quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa.76 . a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente.71 .79 . que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento.Prestação de serviço de transporte para execução de serviço da mesma natureza: Prestação de serviço de transporte para o emprego na execução de serviço da mesma natureza. de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.Devoluções de compras para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Referentes a mercadorias compradas para serem utilizadas em processo de industrialização. 6. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa. quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente: Saídas. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa. quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. 6. em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 6.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Redação original: “6. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. nas hipóteses previstas na legislação aplicável. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa. 6. que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.62 . comercial ou de prestação de serviço não compreendida no item anterior. com fim específico de exportação. quando destinadas a consumidor ou usuário final: Saídas. comercial ou de prestação de serviço.74 .Prestação de serviço de comunicação a não-contribuinte: Referente a prestações deste serviço a pessoas físicas ou não enquadradas nos itens anteriores.75 .PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 6.72 .Transferências de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Saídas.Compra para industrialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. considerandose:”.71 .78 .Vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. cujas entradas tenham sido classificadas no código 2. 6. de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.63 . de produtos industrializados no estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.61 . 165 . 6. decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 . 6.Ressarcimentos de ICMS retido por substituição tributária: Referentes a ressarcimento de ICMS retido por substituição tributária a contribuinte substituído. por vendas.53 . 6.72 . por vendas. quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente. 6.080/2002) Anexo V . decorrentes de operações sujeitas ao regime de substituição tributária. quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. Também será classificada neste código a execução de transporte destinado a estabelecimento industrial de cooperativas.73 . exceto os da mesma natureza. 6. quando destinadas a seus cooperados ou estabelecimento de outra cooperativa. de produtos industrializados no estabelecimento. pelo sujeito passivo por substituição. 6. quando destinadas a comercialização ou industrialização subseqüente.Compra para comercialização em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. quando destinadas a consumidor ou usuário final: Saídas. bem como eventuais devoluções.Transferências de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Saídas.Prestação de serviço de transporte a não-contribuinte: Referente à prestação deste serviço a pessoas físicas ou não enquadradas nos itens anteriores.Prestação de serviço de comunicação para contribuinte: Prestação de serviço de comunicação destinada a estabelecimento industrial. de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização. Também serão classificadas neste código as saídas de mercadorias de estabelecimento de cooperativa.Vendas de produção do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros em operações sujeitas ao regime de substituição tributária.Prestação de serviço de transporte para contribuinte: Prestação deste serviço destinada a estabelecimento industrial.REMESSAS COM FIM ESPECÍFICO DE EXPORTAÇÃO E EVENTUAIS DEVOLUÇÕES: As remessas de mercadorias destinadas a trading company.60 . em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. 6.RICMS (Decreto nº 43.

sem que tivessem sido objeto de qualquer processo industrial.Outras saídas ou prestações de serviços não especificados: Serão classificadas neste código todas as demais saídas de mercadorias. tais como: .080/2002) Anexo V .Transferências do ativo permanente ou de material para uso ou consumo: Saídas por transferências de bens do ativo permanente ou de material de uso ou consumo para estabelecimento do mesmo titular. de produtos industrializados no estabelecimento. destinada a trading company.RICMS (Decreto nº 43.00 . 6.Vendas do ativo permanente: Saídas por vendas de bens pertencentes ao ativo permanente.Devolução de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Remessas de mercadorias para venda fora do estabelecimento. inclusive por meio de veículo.SAÍDAS ou PRESTAÇÕES DE SERVIÇO PARA O EXTERIOR: Compreenderão as operações ou prestações em que o destinatário esteja localizado em outro país. 6.Vendas de produção do estabelecimento.88 .10 .87 . com fim específico de exportação. 6.Remessa simbólica de insumos utilizados na industrialização por encomenda: Referente a remessa simbólica dos insumos recebidos e incorporados ao produto final sob encomenda de outro estabelecimento. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Saídas. bens e serviços.Devolução de produção do estabelecimento.Saídas para industrialização por encomenda: Referentes aos insumos destinados à industrialização em outro estabelecimento. destinadas a trading company. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. com fim específico de exportação 6. não compreendidas nos códigos anteriores.Devolução de compras para o ativo permanente ou de material para uso ou consumo: Saídas de bens que anulem entradas anteriores no estabelecimento.Vendas de produção do estabelecimento: Saídas por vendas de produtos industrializados no estabelecimento. por vendas de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização.86 . . a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. . 7.95 . a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente. 6.91 .97 . Serão classificadas neste código as exportações de mercadorias armazenadas em recinto alfandegado para onde tenham sido remetidas com o fim específico de exportação”. 6.93 . com fim específico de exportação: Saída referente à remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.11 . inclusive por meio de veículo: Saídas de mercadorias remetidas para vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento. 6.99 . 6. a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente.12 . remetidas com fim específico de exportação: Devolução referente à remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros. armazenadas em depósito fechado.17 .Redação original: “6. por vendas.94 . que não devam transitar pelo estabelecimento depositante: Saídas. armazém-geral ou outro. 7.91 . que não tenham sido objeto de qualquer processo industrial no estabelecimento. em operações sujeitas ao regime de substituição tributária. armazenados em depósito fechado. com fim específico de exportação.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.saídas por doações. 6. inclusive por meio de veículo. qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação ou prestação. 6.Remessa de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 .96 .92 . a empresa comercial exportadora ou a outro estabelecimento do remetente.OUTRAS SAÍDAS ou PRESTAÇÕES DE SERVIÇO 6. 7. que não devam transitar pelo estabelecimento depositante. consignações e demonstrações. destinada a trading company. 7. armazém-geral ou outro.remessas para depósitos fechados ou armazéns-gerais.saídas de amostras grátis e brindes.89 . a título de compras classificadas no código 1. destinadas a trading company.Vendas de mercadorias adquiridas ou recebidas de terceiros: Saídas por vendas de mercadorias entradas para industrialização ou comercialização. 166 . .retornos de mercadorias recebidas para industrialização e não aplicadas no referido processo.Remessa de produção do estabelecimento.90 . com fim específico de exportação. 6. com fim específico de exportação: Saídas referentes à remessa de produção do estabelecimento.16 .compras para o ativo permanente ou material para uso ou consumo. 7. remetida com fim específico de exportação: Devolução referente à remessa de produção do estabelecimento.Remessas para vendas fora do estabelecimento em operações sujeitas ao regime de substituição tributária: Saídas de mercadorias remetidas para vendas a serem efetuadas fora do estabelecimento.VENDAS DE PRODUÇÃO PRÓPRIA ou DE TERCEIROS 7.

33 .90 .” 167 .Venda de energia elétrica: Venda de energia elétrica para o exterior.DEVOLUÇÕES DE COMPRAS PARA INDUSTRIALIZAÇÃO.Anulações de valores relativos a aquisições de serviços: Correspondentes a valores faturados indevidamente 7. 7.Outras saídas ou prestações de serviços não especificados: Serão classificadas neste código todas as demais saídas de mercadorias.Prestação de serviço de transporte: Prestação de serviço de transporte destinado a estabelecimento no exterior.11 .40 . retransmissão ou para usuário final no exterior.60 .OUTRAS SAÍDAS ou PRESTAÇÕES DE SERVIÇOS 7.VENDA DE ENERGIA ELÉTRICA 7.080/2002) Anexo V . qualquer que seja a natureza jurídica ou econômica da operação ou da prestação. destinada a distribuição. cujas entradas tenham sido classificadas no código 3.41 .50 .Redação original: “7. bens e serviços não compreendidas nos códigos anteriores.34 .PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE TRANSPORTE 7.RICMS (Decreto nº 43. cujas entradas tenham sido classificadas no código 3.Parte 2 Efeitos de 15/12/2002 a 31/12/2002 .compras para industrialização. 7. COMERCIALIZAÇÃO ou ANULAÇÕES DE VALORES Saídas de mercadorias que anulem entradas anteriores no estabelecimento a título de compras.compras para comercialização. 7. 7.Devoluções de compras para comercialização: Referentes às mercadorias compradas para serem comercializadas. 7.Devoluções de compras para industrialização: Referentes às mercadorias compradas para serem utilizadas no processo de industrialização.61 . considerando-se: 7.99 .Prestação de serviço de comunicação: Prestação de serviço de comunicação.31 .Anulações de valores relativos à compra de energia elétrica: Anulações de valores faturados indevidamente. 7.12 .30 .PRESTAÇÃO DE SERVIÇO DE COMUNICAÇÃO 7. bem como anulações de valores.51 .32 .

60 .951. 90 . 1º.Parte 3 PARTE 3 DO CÓDIGO DE SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA (a que se refere o artigo 187 deste Regulamento) (1272) O Código de Situação Tributária será composto de três dígitos na forma ABB. 70 .Redação dada pelo art. e vigência estabelecida pelo art. e os dígitos subseqüentes a tributação pelo ICMS. ______________________________ (1272) Efeitos a partir de 19/11/2008 . onde o primeiro dígito indicará a origem da mercadoria.Outras. 40 .Diferimento. Tabela B) Tributação pelo ICMS: 00 . 51 .Tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária. com base na Tabela B. 30 . 1 .Com redução de base de cálculo e cobrança do ICMS por substituição tributária.Com redução de base de cálculo. 3º. de 18/11/2008.Nacional. 10 . 2 . e os dígitos subseqüentes a tributação pelo ICMS. Efeitos de 15/12/2002 a 18/11/2008 . 41 . ambos do Dec.Suspensão. 168 .Tributada integralmente.Estrangeira) Adquirida no mercado interno. onde o primeiro dígito indicará a origem da mercadoria ou serviço.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária. 50 .Redação original: Tabela A) Origem da Mercadoria: 0 .RICMS (Decreto nº 43. V. com base na Tabela A.Estrangeira) Importação direta. com base na Tabela A.Isenta. VI. 20 . com base na Tabela B.” (1272)-Tabela A) Origem da Mercadoria ou Serviço Efeitos de 15/12/2002 a 18/11/2008 .Redação original: “O Código de Situação Tributária será composto de três dígitos na forma ABB.080/2002) Anexo V . nº 44.Isenta ou não tributada e com cobrança do ICMS por substituição tributária.Não tributada.