________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

1

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL – ENGENHARIA

1

DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA

2

1.1
FASE

RELAÇÃO DOS DOCUMENTOS PAR
D O C U M E N T O 1 2 3 4 CARTA PROPOSTA FICHA RESUMO DO EMPREENDIMENTO - FRE MAPA DA CIDADE RESTRITO À REGIÃO DO EMPREENDIMENTO PROJETOS
LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO/ TOPOGRÁFICO LOTEAMENTO TERRAPLENAGEM E PATAMARIZAÇÃO SONDAGEM DO TERRENO (procedimentos da NBR 8036) ARQUITETÔNICO COMPLETO E URBANÍSTICO PLANTA COM MOBILIÁRIO DE CADA TIPO DE UNIDADE (Leiaute) PLANTA COM VAGA DE GARAGEM (com nº da unidade/bloco) CÁLCULO (Fundação e Estrutura) INSTALAÇÕES HIDRO-SANITÁRIAS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO INFRAESTRUTURA (água, esgoto, drenagem, pavimentação, etc) PROJETO DE CANTEIRO DE OBRAS DETALHES (contenções, escadas, acessos, impermeabilização etc) HABITAÇÃO EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS INFRA-ESTRUTURA INFRA-ESTRUTURA NÃO INCIDENTE HABITAÇÃO - GLOBAL HABITAÇÃO POR CASA/BLOCO EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS INFRA-ESTRUTURA INFRA-ESTRUTURA NÃO INCIDENTE MEMÓRIA DE CÁLCULO DE LEVANTAMENTO DE QUANTITATIVO ORÇAMENTOS DISCRIMINADOS (itens cotados em verba) HABITAÇÃO EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS INFRA-ESTRUTURA INFRA-ESTRUTURA NÃO INCIDENTES GLOBAL (SERVIÇOS INCIDENTES) GLOBAL (SERVIÇOS INCIDENTES E NÃO INCIDENTES)

NECESSIDADE DE APRESENTAÇÃO IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL

MODELO
VIDE ANEXO

OBS
VIDE ITENS

ANÁLISE

A B C C D E E E F F G G H H I I L J K L

7.0 1.2.1 1.2.2 1.2.3 1.2.8 1.2.4 1.2.5 12.6 1.2.6 1.2.6 1.2.6 1.2.7 3.0 3.0 3.0 4.0 4.0 4.0 4.0 4.0 5.0 5.0 5.0 5.0 5.0 5.0 1.2.9 e 6.0 1.2.10 1.2.11 1.2.12 1.2.14 1.2.15 1.2.15 -

5

6

7

8 9 10 11
CONTRATAÇÃOATÉ

12 13 14 15 16 17 16 18 19

CONS

20 A.R.T. DE FISCALIZAÇÃO PELO PROPONENTE (ATÉ 1º DESEMBOLSO) 21 Programa de Condições e Meio Ambiente na Indústria da Construção - PCMAT

vide VIII vide II vide VIII IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL vide I MEMORIAL IMPRESCINDÍVEL DESCRITIVO IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL vide IX ORÇAMENTO IMPRESCINDÍVEL DISCRIMINATIVO IMPRESCINDÍVEL E FOLHA RESUMO IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL vide IX IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL CRONOGRAMA IMPRESCINDÍVEL FÍSICO-FINANCEIRO IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL vide IX IMPRESCINDÍVEL vide IX PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE SERVIÇOS - PLS (proposta de eventos) IMPRESCINDÍVEL QUADROS DE I A VIII DA NBR 12.721 INCORPORAÇÃO vide III MINUTA DA CONVENÇÃO DO CONDOMÍNIO IMOBILIÁRIA vide III CERTIDÃO DE INTEIRO TEOR DA MATRÍCULA DO IMÓVEL DOCUMENTAÇÃO IMPRESCINDÍVEL TERMO DE OPÇÃO DE COMPRA E VENDA DO TERRENO DO TERRENO vide IV VIABILIDADE DE ATENDIMENTO DA CONCES. DE ENERGIA DECLARAÇÕES E IMPRESCINDÍVEL VIABILIDADE DE ATENDIMENTO DA CONC. DE ÁGUA E ESGOTO IMPRESCINDÍVEL MANIFESTAÇÕES MANIFESTAÇÃO DOS ÓRGÃOS DO MEIO AMBIENTE vide V PROJETOS APROVADOS IMPRESCINDÍVEL 3ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO OU DOCUMENTO EQUIVALENTE IMPRESCINDÍVEL LICENÇA DE INSTALAÇÃO vide V CERTIDÃO DE REGISTRO DE PESSOA JURÍDICA NO CREA (CONSTRUTOR) IMPRESCINDÍVEL 1CERTIFICADO DE NÍVEL DE QUALIFICAÇÃO DA CONSTRUTORA NO PBQP-H IMPRESCINDÍVEL 6 A.R.T. DOS PROJETISTAS (arquitetura, complementares e infra-estrutura) IMPRESCINDÍVEL 1A.R.T. DO RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA CONSTRUÇÃO IMPRESCINDÍVEL 8 PASTA DA OBRA IMPRESCINDÍVEL CÓPIA DOS PROJETOS EM AUTOCAD, GRAVADOS EM CD-ROM (inclusive memoriais) vide I vide VI IMPRESCINDÍVEL IMPRESCINDÍVEL

22 PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE SERVIÇOS - PLS (PARA CADA DESEMBOLSO)

-

CONSTRUÇÃOFINAL DA TRUÇÃO

.

23 HABITE-SE 24 TERMO DE RECEBIMENTO DA INFRA PELAS CONCESSIONÁRIAS E/OU PREFEITURA 25 MANUAL DO ARRENDATÁRIO

IMPRESCINDÍVEL vide VII IMPRESCINDÍVEL

N

1.2.16 1.2.17

OBSERVAÇÕES SOBRE NECESSIDADE DE APRESENTAÇÃO :
I Exigível a critério da engenharia. VI Dispensável quando o Proponente for a Construtora.
________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA

3

V Nos casos exigíveis. Dispensável quando as redes e ruas não forem sujeitas a manutenção pela concessionária VIII Exigível sempre que for necessária movimentação de terras e/ou patamarização do terreno iX Exigível quando existir obra de infra-estrutura não incidente. IV Exigível quando o terreno não for do Proponente ou da Construtora. inclusive se executada com recursos de outras fontes VII ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA 4 .II Exigível nos casos de parcelamento de solo (lei 6766 e lei 9785/99) III Exigível para todo empreendimento vertical e para empreendimento horizontal em condomínio. de acordo com as normas pertinentes.

bancadas. casa de gás e demais edificações ou edículas devem ser apresentados com planta baixa. poço de ventilação. devem ser objeto de projeto específico. tais como: guarita (com solução elevada). • planta da cobertura. passeio para pedestres. cortes e fachadas.1 INSTRUÇÕES DE ELABORAÇÃO CÓPIA DO MAPA DA CIDADE RESTRITO À REGIÃO DO EMPREENDIMENTO • preferencialmente. peitoris. banheiros. ripas. pavimentação.5 PLANTA COM MOBILIÁRIO DE CADA TIPO DE UNIDADE (Leiaute) Apresentar a disposição do mobiliário (sugestão). PROJETOS COMPLEMENTARES O conjunto de projetos complementares inclui projetos de: • fundações. 1.. LEVANTAMENTO PLANIALTIMÉTRICO Em terrenos planos é dispensável a altimetria. • o mapa deve estar em escala. lixeira. os níveis de projeto e as cotas do terreno natural devem ser indicados no projeto de implantação. quadras. incluindo madeiramento com dimensões de linhas. guias.. 1.2.. inclusive contenções. hospital. definindo a pavimentação de todas as áreas fora da projeção das edificações. lixeira. cotando as distâncias em relação às esquinas (amarrações) e orientação magnética. as ocorrências: supermercado. escadas. jardineiras. Processo e outra para compor a Pasta da Obra (ver 2.2. através de numeração. varandas.4 PROJETO ARQUITETÔNICO COMPLETO O projeto de arquitetura completo deve conter. gás. • Todos os Projetos (arquitetônico. louças. energia. pórticos. salão de festas. • fachadas (todas). centros de saúde ou outros. lavabos. iluminação pública. bancos. identificando as vagas pelo nº da unidade e do bloco. no mínimo: • planta de situação do terreno. na mesma escala (planta da unidade e mobiliário). de elementos estruturais. • realçar as principais vias de acesso.2 1. possibilitando a sua implantação. O projeto da guarita. creches.2. área de lazer. áreas de serviço. localização de armadores e etc.3 1. • planta de previsão de ampliação para residências térreas. etc). 1/10 ou 1/5 de todas as áreas molhadas e seus equipamentos (cozinhas. e também demonstrada a implantação das unidades nesses lotes. nas plantas de pavimentos e fachadas.1. etc). • planta da garagem em escala e com locação de pilares. escola. favela e outros. copas. etc. drenagem. quiosques.18). e podem ensejar nova análise ou parecer complementar. • planta baixa do pavimento térreo. • cortes transversais e longitudinais..6 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA . coleta de lixo e transporte coletivo. parede e teto) de todos os ambientes. implantação. Os projetos complementares devem ser elaborados com base no leiaute proposto. telefone. se for o caso. lixeira (dimensionada adequadamente e não podendo ser conjugada com a guarita nem localizada nas suas proximidades). armários e sentido de abertura de folhas de portas/janelas/armários. urbanização ou paisagismo. contudo devem estar aprovados até a contratação. apresentar em papel tamanho A4 (usar quando possível o mapa do catálogo telefônico). decorativos ou de acabamento (esquadrias. • Deve ser incluída legenda com a indicação dos acabamentos (piso. casa ou central de gás. soleiras. rampas. • planta de implantação. • detalhes construtivos: em escala 1/20. play-ground.2. indústria. • indicar em planta. demonstrando comportar a quantidade de veículos e condições de manobra. • Todos os Projetos Aprovados deverão ser encaminhados à CAIXA em 02 (duas) vias. contudo. esgoto.. Alterações de projeto que porventura venham a ocorrer durante a aprovação devem ser comunicados tempestivamente à CAIXA. salão. constando todas as edificações no terreno demonstrando os afastamentos e orientação magnética. infra e complementares) podem ser apresentados para análise sem aprovação pelos Órgãos Competentes. aeroporto. cozinhas. jardins. sendo uma para o • Sobre projetos veja também os demais itens e anexos pertinentes.2. PROJETO DE LOTEAMENTO Devem ser "iluminados" (identificados) os lotes objeto de financiamento. 5 1. • planta baixa dos pavimentos. • Os Equipamentos Comunitários internos ao empreendimento.1. IMPORTANTE: • O Projeto Arquitetônico deve contemplar os complementos externos. Em uma das seguintes pranchas: habitação. corrimãos. creche. caibros. etc.2 1.2. entendidos como escolas. • informar os serviços junto ao empreendimento como rede de água.

inclusive de águas pluviais. instalações elétricas e telefônicas prediais (inclusive interfone).2. com especificação das áreas. Para os casos de abastecimento de água através de poços artesianos. conforme o caso. instalações de gás (GLP. comprovando a adequação da solução proposta. pode ser apresentada minuta do Memorial de Incorporação ou minuta da Instituição do Condomínio. A PLS aprovada na análise será preenchida e encaminhada mensalmente. de caixas e de bocas de lobo.  traçado das redes com diâmetros e declividades. e. na primeira mensuração. Na fase de análise. detalhes de assentamento de poços de visita. quando elaborados em alvenaria estrutural.  obras especiais (muros de arrimo.8 PROJETO DE TERRAPLENAGEM O projeto de terraplenagem deverá conter os seguintes elementos gráficos: • perfis dos trechos naturais de cada seção. quando empreendimento horizontal. devidamente aprovados pela Prefeitura ou Concessionária. etc. Quando previstas fossas e sumidouros deverão ser apresentados os testes ou ensaios de permeabilidade ou capacidade de absorção do solo.Gás Liqüefeito de Petróleo). tais locais deverão estar perfeitamente demarcados nos projetos.10 1. 1. devem ser apresentados os projetos definitivos ou executivos. Os quadros de I a VIII da NBR 12.2.2.• • • • • estrutura.11 1. 1.  telefone.  abastecimento de água. Na fase de análise. Os projetos de rede de drenagem e esgotamento sanitário devem conter: curvas de nível.2. bitolas e comprimento de tubos. É obrigatória a previsão de tratamento de água. CERTIDÃO DE INTEIRO TEOR DA MATRÍCULA DO IMÓVEL NO REGISTRO DE IMÓVEIS Havendo averbação de restrição de uso (servidões.12 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA .). deve ser comprovada a existência de água potável. áreas e volume de corte e aterro. a critério da CAIXA. e prevenção e combate a incêndios. Neste caso. na ocasião das medições. 1. quando empreendimento vertical. Ainda sobre os quadros da NBR vide item 6. muros divisórios. • indicação do greide das ruas e cotas das estacas nas esquinas. desde que contenha:  largura das vias. frações ideais e confrontações. pode ser apresentado o anteprojeto das obras de infra-estrutura. durante a análise. • planta de terraceamento ou patamarização dos lotes com indicação das respectivas seções transversais.721 podem ser apresentados em forma de minuta.  cotas de implantação de ruas e lotes. com vazão suficiente para abastecimento do empreendimento projetado e estimativa de vida útil do poço. TERMO DE OPÇÃO DE COMPRA E VENDA DO TERRENO 6 1. INCORPORAÇÃO IMOBILIÁRIA E QUADROS DA NBR 12721 Caso a incorporação já esteja registrada. devem seguir as orientações constantes do ANEXO C1 – ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS.9 PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE SERVIÇOS .7 PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA O conjunto de projetos de infra-estrutura ou urbanização inclui projetos de:  terraplenagem. perfis longitudinais. que conte no mínimo com desinfecção (cloração). é facultada a apresentação de anteprojeto contendo:  curvas de nível.0 .  drenagem/ águas pluviais. e  curvas de nível.  esgotamento sanitário (inclusive elevatórias e ETE).2. e  paisagismo. a critério da CAIXA.  energia/Iluminação. instalações hidro-sanitárias prediais.PLS De acordo com modelo da CAIXA apresentar proposta com eventos para medição. O Registro da Incorporação deve preceder o início das vendas. Caso contrário. IMPORTANTE: Os projetos de estrutura.  cotas de implantação de ruas e platô dos prédios. No documento apresentado deve constar a discriminação das partes de propriedade exclusiva e das partes de condomínio.2. apresentar Certidão do Registro da Incorporação ou Instituição de Condomínio. área “non aedificandi”).  pavimentação. cotas de caixa.

2. Quando a estrutura for em alvenaria estrutural. PASTA DA OBRA Concluída a análise.2. A. conforme o caso. O Manual deve conter informações e orientações. Quando o empreendimento for em condomínio.T. a critério da GIDUR. MANUAL DO ARRENDATÁRIO Este documento deve ser entregue aos usuários ao final da construção. em modelo próprio da Construtora. assumindo responsabilidade pela manutenção e operação do sistema. O modelo aprovado deve ser apresentado em quantidade igual ao número de unidades mais dois (arrendatários.17 1. modelos e cores. Administradora do Condomínio e Caixa). tanto pelo representante legal do Proponente. máquinas e equipamentos.15 1. devem ser fornecidos ao Síndico os seguintes documentos: • cópia de todos os projetos aprovados (Prefeitura. a Construtora deverá apresentar a Pasta da Obra com uma via de todos os projetos aprovados e de toda a documentação técnica discriminada no quadro do item 1. devem ser apresentadas as ART de execução (código 53) e direção (código 02) do empreendimento. A atividade que define a responsabilidade técnica perante o CREA é a atividade DIREÇÃO TÉCNICA. Este Responsável Técnico pela obra deve constar na Certidão do CREA citada no item 1. esgoto. caracterização do objeto.2.R. com descrição construtiva. datados e assinados sob identificação. materiais utilizados com marcas.  Na fase de construção: prevalece o que for mais vantajoso para a CAIXA. apresentado em minuta para aprovação prévia pela GIDUR. • cópia dos projetos como construídos (“as built”). planta com esquema de projetos elétrico/telefônico e hidro-sanitário.2.Deve conter: identificação das partes. exigível quando no empreendimento estiverem previstas obras como execução de Estação de Tratamento de Esgotos – ETE. se for o caso).18 1. além dos esquemas com as vistas das paredes (e pisos. caso contrário. planta baixa.2. energia) e Prefeitura (arruamento. até a contratação. 7 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA . com leiaute.2. Deve ser elaborado. • alvará e licenças. como pela Construtora. Bombeiros e demais Órgãos). DOS RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PELOS PROJETOS Todos os projetos e demais atividades técnicas elaboradas para o planejamento do empreendimento devem constar em ART emitidas em nome de seus autores. CERTIDÃO DE REGISTRO DE PESSOA JURÍDICA NO CREA Define responsáveis técnicos da Construtora (citados no Alvará e ART de execução). além do Manual. • manual de uso e manutenção das máquinas e equipamentos. A apresentação do Manual é condição para a liberação da última parcela do valor contratado.R. • termos de garantia de materiais. em escala reduzida. DO RESPONSÁVEL TÉCNICO PELA CONSTRUÇÃO Emitida em nome da Construtora Proponente. TERMO DE RECEBIMENTO DA INFRA-ESTRUTURA PELAS CONCESSIONÁRIAS E PREFEITURA Emitido pelas Concessionárias (água.20 IMPORTANTE: • Todos os documentos deverão estar coerentes entre si.16 1. etc. deve ser apresentada planta com legenda indicando as alvenarias estruturais e de vedação.13 1.13. 1. deverá ser providenciado apostilamento junto à Prefeitura.1. O assunto á regido pela Norma Brasileira – NBR 14037/98.2.2.14 ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO OU DOCUMENTO EQUIVALENTE Emitido em nome da Construtora. assim. citando o Responsável Técnico pela obra. das unidades.2.19 1. restrições e cuidados de uso (como no caso de alvenarias estruturais). 1. procedimentos de manutenção preventiva. drenagem e iluminação pública). com uma cópia para arquivo na CAIXA. forma de pagamento e prazo de validade. descrição construtiva. por onde passarem tubulações e/ou canalizações. definição de valor. • Uma cópia dos projetos como construídos (“as built”) deve ser destinada à CAIXA no final da construção. Devem ser incluídas. A.T. LICENÇA DE INSTALAÇÃO E LICENÇA DE FUNCIONAMENTO Emitido por órgão público competente. • Havendo divergência entre documentos são adotados os seguintes procedimentos:  Na fase de análise: refazer os documentos divergentes.

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ DOCUMENTAÇÃO DE ENGENHARIA 8 .

2 PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 9 .

o déficit e a demanda habitacionais. • A GARANTIA DO FINANCIAMENTO O empreendimento é garantia financeira da operação. bem como utilização de materiais. • RESPEITO AO MEIO-AMBIENTE Toda construção interfere no meio ambiente. que conduzam a um baixo custo de manutenção durante a vida do empreendimento. deve representar um produto final de qualidade compatível com o valor financiado. São valorizadas pela CAIXA as concepções que preservem o meio ambiente. • MANUTENÇÃO DO EMPREENDIMENTO Concepção de projetos.2. sem perder de vista os princípios básicos norteadores. IMPORTANTE: • São analisados também: o potencial do município. suprindo suas necessidades de moradia. • ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 10 . com qualidade e preço justo. empreendimentos menores oferecem simplificação operacional e redução do risco. como : • A SATISFAÇÃO DO CLIENTE O produto ofertado deve atender aos anseios do cliente (adquirente final). Assim. visando a perfeita adequação do porte do empreendimento. Normalmente.1 PRINCÍPIOS BÁSICOS DE ANÁLISE A análise da CAIXA abrange desde a concepção do produto até sua viabilidade mercadológica. consequentemente. que elevem as condições de vida da população. a existência de empreendimentos concorrentes ou empreendimentos problemas. ao longo do prazo de retorno previsto. que promovam melhoria aos bairros e.

conforme sugestão de modelos apresentada em anexo: • Declaração de Viabilidade de Atendimento pela Concessionária de Energia. é obrigatória a apresentação de Declaração de Viabilidade de Atendimento.2. • Proximidade de assentamentos sub-normais ou sub-habitações. energia elétrica e pavimentação. esgoto. energia elétrica.1 LOCAL DO EMPREENDIMENTO E INFRA-ESTRUTURA EXTERNA ANÁLISE DA CAIXA Verifica se o empreendimento está em harmonia com a região. • Em áreas sob a influência de conjunto considerado “problema” pela CAIXA. esgoto e energia elétrica. creches.000 habitantes. São considerados imprescindíveis: água. Nos locais que necessitem de ampliação ou execução de obras de infra-estrutura externa. ou seja. transporte coletivo. IMPORTANTE: • • • A prioridade da CAIXA é para locais dotados de infra-estrutura. ou implantação inadequada (com risco de erosão ou desmoronamento). Verifica a existência ou probabilidade de instalação futura dos equipamentos comerciais: padaria. tais como: • Topografia excessivamente acidentada. • Área de preservação ambiental. essas deverão ser executadas até a contratação do financiamento. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 11 . • Precariedade de transporte coletivo. Verifica a existência de infra-estrutura básica no entorno (água. telefone. • Limítrofe a córrego sem curso definido. ou acima de 200 unidades para municípios acima de 100. drenagem pluvial. coleta de lixo. penitenciária. • Proximidade de locais como: lixão. Para empreendimentos de maior impacto (acima de 100 unidades em municípios até 100. guias e sarjetas. mercearia. açougue. Nos loteamentos já implantados. Em decorrência. • Onde as condições geológicas não aconselhem edificações. Verifica se a Prefeitura e as Concessionárias têm condições de atender a demanda gerada pelo empreendimento. esgoto. nos serviços de água.2 2. • Pólos pioneiros de urbanização (ilhas urbanas descontínuas da malha urbana). • Aterrados com material nocivo à saúde pública. Os demais são ponderados caso a caso. etc.2. Verifica a existência e nível de influência de fatores desvalorizantes. No caso de condomínios e loteamentos não implantados. fábrica poluente. iluminação pública. matadouro. dotados de redes. hospitais. pavimentação e gás).000 habitantes) cabe uma análise mais detalhada sobre a capacidade de atendimento à nova demanda. entende-se por infra-estrutura externa as obras fora do limite da área do terreno que permitirá a formação do condomínio ou da gleba a ser transformada em loteamento. lagoa de tratamento. Não são aceitos locais com as seguintes características: • Alagadiços ou sujeitos a inundação. etc. lazer e outros. • Declaração de Viabilidade de Atendimento pela Concessionária de Água e Esgoto. farmácia.. entende-se por infra-estrutura externa as obras fora do limite de cada um dos lotes. Verifica a existência dos equipamentos públicos comunitários: escolas.

partindo de uma concepção que otimize o seu DESEMPENHO e. Além disso há que se considerar aspectos como a qualidade do projeto. Em outras palavras. • atendimento às exigências dos órgãos públicos (aprovação). A análise do projeto verifica: • atendimento às condições estabelecidas pela CAIXA. habitabilidade e sustentabilidade.2 CONCEPÇÃO DE PROJETO Na concepção dos projetos convém identificar as necessidades e expectativas do usuário quanto à edificação em termos de desempenho. considerando as condições de uso a que estará submetida. Assim. de maneira especial quanto aos aspectos urbanísticos (respeito ao meio-ambiente. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 12 . portanto o seu VALOR. deve ser atendida a mais restritiva.3. devem ser considerados esses aspectos garantindo que o produto atenda as necessidades e estejam de acordo com o conceito de Construção Sustentável.2.3 2. A elaboração do projeto é a forma mais eficaz e barata de identificar problemas. ou seja. o projeto é a representação gráfica dos estudos e soluções arquitetônicas e urbanísticas que busca traduzir em espaços as necessidades vivenciais do homem que ali habitará.3 ANÁLISE DA CAIXA A análise da CAIXA tende a valorizar as soluções arquitetônicas e urbanísticas que não visem somente atender às condições mínimas dos órgãos públicos. econômica e cultural. antecipar e aperfeiçoar as soluções a serem adotadas. na elaboração de projetos. compatível com sua condição social. harmonia com o entorno e harmonia interna). IMPORTANTE: • Havendo divergências entre as condições mínimas da CAIXA e da Legislação Local. propiciando-lhe um abrigo seguro. Paralelamente às necessidades e expectativas do usuário. o projeto deve também atender às exigências da sociedade.1 PROJETO OBJETIVO O objetivo do PROJETO é permitir a execução do empreendimento. 2. especialmente quanto à segurança. duradouro. impacto das soluções nos custos de produção e nos custos de manutenção e sua influência na qualidade final do produto.3. é a forma mais econômica de prevenir patologias ou situações inadequadas às condições e necessidades do futuro morador. Convém esclarecer que tais condições mínimas existem para oferecer o menor parâmetro para determinado aspecto. sem compromisso quanto ao conjunto de itens que formam a solução final de um projeto. saudável. e ainda.3. normalmente traduzidas nas legislações. 2.

 sala: mesa para televisão. etc até o ingresso na unidade. As Condições Mínimas da CAIXA variam em função:  da região: as exigências para as cidades do interior podem ser diferentes das exigências para a região metropolitana da Capital. armário e área de circulação entre móveis. colocação de 3 armadores em cada quarto e 2 na varanda. prevendo a construção de rampas de acesso. um criado-mudo. colocação de corrimãos. dois criados-mudos. uma cozinha e uma área de serviço coberta.  cozinha: pia de 1. Portanto. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 13 . baixo e mínimo. as condições mínimas da CAIXA são diretrizes de cunho ora técnico. normal. Em outras palavras. o mobiliário e aparelhos abaixo:  área de serviço: tanque e máquina de lavar. 2. de ordem cultural.  3° dormitório: uma cama de solteiro.64 m2. • ruas internas e acessos à gleba totalmente pavimentados.. • pé direito mínimo (altura livre entre o piso e o teto de cada ambiente): 2.  dormitório casal: cama de casal. não deve ser confundido com outros conceitos que classificam padrões de acabamento. definidos pelo SINAPI (Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil).2. O conceito de condição mínima adotado pela CAIXA. econômica e social. com caimento mínimo de 2%. • área útil mínima de 37. e 2 na sala. normal e baixo.   do público alvo. fogão 4 bocas. utilizado pela CAIXA. enquanto que a habitabilidade mínima é uma diretriz exclusivamente técnica. normal e baixo.00 m2 .  2o dormitório: duas camas de solteiro.50 m. e em condição de comportar. no mínimo. dois quartos. uma varanda. calçada perimétrica: largura mínima de 60 cm.60 m. também.  padrões alto. sofá e mesa de 4 lugares. sendo os mais conhecidos:  padrões alto. definidos pela NBR 12721.  padrões alto. eliminando-se barreiras e desníveis. • dimensão mínima dos ambientes: conforme legislação municipal / estadual. empreendimentos que adotem as condições mínimas deste MTE não estarão enquadrados necessariamente como padrão de acabamento mínimo do SINAPI. • é exigida a execução de laje de forro para todos os ambientes. armário e área de circulação entre móveis.4. em todo o perímetro da casa. A condição da CAIXA almeja atingir um padrão de qualidade adequado às características regionais. definidos pela Editora PINI. geladeira e armário. utilizados para cálculo do CUBSINDUSCON.  banheiro: box com área mínima de 0.1 CASAS – CONDIÇÕES MÍNIMAS E EXIGÊNCIAS: • programa mínimo: uma sala.4 CONDIÇÕES MÍNIMAS PARA OS PROGRAMAS HABITACIONAIS NO ESTADO DO CEARÁ O conceito de condição mínima adotada pela CAIXA não deve ser confundido com o conceito de habitabilidade mínima. no mínimo em pedra tosca. devidamente isolados entre si. • acessibilidade: as casas devem ser projetadas de forma que permitam acesso a pessoas portadoras de deficiências físicas ou com mobilidade reduzida. garagens: recuo mínimo de forma a comportar um veículo de passeio. excetuando-se a varanda e a área de serviço. com rejuntamento das sarjetas. um criado-mudo. ora negocial. armário e área de circulação entre móveis. quando houver. • • • • espaço mínimo de 80cm para geladeira e 60cm para fogão nas cozinhas. um banheiro. enquanto que o conceito de habitabilidade mínima é único em qualquer situação.20 x 0. do programa habitacional da CAIXA. devendo superar em 10 cm a projeção do beiral.

 3° dormitório: uma cama de solteiro. e 2 na sala. • desnível mínimo de 2cm para o banheiro ou desnível mínimo de 1cm para banheiro com colocação de filete na separação para o box. sofá e mesa de 4 lugares. quando houver. em todo o perímetro do prédio. fogão de 4 bocas. armário e área de circulação entre móveis. no mínimo. um banheiro. devendo superar em 10 cm a projeção do beiral. • calçada perimétrica: largura mínima de 60 cm. conforme Código de Posturas do Município de Fortaleza. • Acesso ao barrilete e ao reservatório superior preferencialmente através da área comum do pavimento.CONDIÇÕES MÍNIMAS E EXIGÊNCIAS: • programa mínimo: uma sala. não sendo permitida vaga presa. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 14 .50m para os compartimentos de permanência prolongada e de 2..00 m2 . • Deverão ser evitados projetos com mais de 04 apartamentos por pavimento em cada bloco.30m para os compartimentos de permanência transitória. quando houver. • Impermeabilização das áreas molhadas (banheiros.64 m2. • pé direito mínimo (altura livre entre o piso e o teto de cada ambiente): 2. áreas de serviço.  2° dormitório: duas camas de solteiro.20 x 0. copas. colocação de corrimãos.4. • acessibilidade: o pavimento térreo deve ser projetado de forma que permita acesso a pessoas portadoras de deficiências físicas ou com mobilidade reduzida. • colocação de ralo para drenagem na área de serviço e varanda. O pé-direito constante no projeto de arquitetura deverá ser o mesmo do projeto estrutural. • estacionamento com pavimentação. • espaço mínimo de 80cm para geladeira e 60cm para fogão nas cozinhas. • desnível mínimo de 1cm para área de serviço/cozinha e varanda. armário e área de circulação entre móveis. um criado-mudo. um criado-mudo. cozinhas. • dimensão mínima dos ambientes: conforme legislação municipal/estadual e em condição de comportar. inclusive guias e sarjetas.  banheiro: box com área mínima de 0. varandas. etc até o ingresso ao Bloco. devidamente isolados entre si. geladeira e armário. lavabos. armário e área de circulação entre móveis. • ruas internas e acessos à gleba totalmente pavimentados (no mínimo em pedra-tosca). prevendo a construção de rampas de acesso. • área útil mínima de 37. quando houver. com caimento mínimo de 2%.  cozinha: pia de 1.2. • número de pavimentos:  máximo de 4 pavimentos (térreo + 3 andares) sem elevador.  sala: mesa para televisão. eliminando-se barreiras e desníveis.60 m. • garagens: mínimo de 1 vaga por apartamento.2 APARTAMENTOS . o mobiliário e aparelhos abaixo:  área de serviço: tanque e máquina de lavar.  dormitório casal: cama de casal. dois criados-mudos. dois quartos. etc) • Colocação de 3 armadores em cada quarto e 2 na varanda. uma cozinha e uma área de serviço coberta. Não é permitido o referido acesso pelo telhado.

pelo menos.80m. play-ground: no mínimo previsão de área livre gramada com 30m². salão. 2. Quando necessário. salão de festas: com área coberta mínima de 50m². deve preferencialmente ser aproveitada para depósito. prevendo a construção de rampas de acesso.4.4. eliminando-se barreiras e desníveis. acessibilidade: deve ser garantido acesso ao empreendimento para as pessoas portadoras de deficiências físicas ou com mobilidade reduzida. etc para todas as áreas comuns e até o acesso às unidades residenciais. área de serviço. não deve possuir abertura para o hall dos pavimentos. Quando necessário. cozinha. além de iluminação no acesso e no seu interior. deve ser evitado o uso de fosso para ventilação/iluminação. Devem ser previstos acesso interno e externo. com capacidade mínima para 200 litros. área sob escada. copa com bancada e pia inox ou de resina (de 1. colocação de corrimãos. com fechamento de alvenaria e abertura com porta de madeira ou portão de ferro para acesso. nem estar localizada nas suas proximidades. quando livre. acrescem as seguintes. quando único. acrescentando as seguintes exigências: • a ventilação e iluminação do banheiro. NÃO poderá comunicar-se diretamente com sala de estar.20m x 0. para todos os condomínios: • lixeira: não poderá ser conjugada à guarita. quarto para zelador e um banheiro para zelador. acesso à barrilete. • a ventilação e iluminação da cozinha e área de serviço NÃO poderá comunicar-se diretamente com o Hall de pavimento. • • • • • • ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 15 .3 VENTILAÇÃO E ILUMINAÇÃO – CASAS E APARTAMENTOS Devem ser atendidas as disposições contidas na legislação municipal e Código Civil Brasileiro. copa.2. Deve ser dimensionada para comportar um recipiente para lixo. devendo ser elevada e dotada de lavabo para o vigia. sala de refeições. • deve ser evitado o uso de fosso para ventilação/iluminação. para cada 16 unidades do conjunto. O fosso deverá ter acesso para limpeza. contendo. ruas internas. circulação interna ou Hall de pavimento. um lavabo para o salão. Acima de três recipientes prever pé-direito interno livre mínimo de 1. não deve possuir abertura para o hall dos pavimentos. Deverá estar localizado próximo à áreas livres. guarita: localizada próxima ao acesso do condomínio.60m).4 ÁREAS COMUNS – CONDOMÍNIOS HORIZONTAIS OU VERTICAIS Além das observações já mencionadas sobre estacionamento.

• Não é admitida a utilização do termo “SIMILAR”. procurando garantir utilização de materiais que atendam a um padrão de qualidade que confira á obra condições de habitabilidade. que servirão de balizamento de qualidade.1 MEMORIAL DESCRITIVO OBJETIVO DO DOCUMENTO O Memorial Descritivo objetiva. esclarecer os materiais. • Havendo utilização de alvenaria estrutural devem ser seguidas as orientações e exigências do ANEXO C1. Observa também o atendimento às exigências e recomendações mínimas quanto à concepção e descrição. deve ser previamente comunicada por escrito à CAIXA. • Qualquer alteração nas especificações. equipamentos e técnicas de execução a serem utilizados na obra. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 16 . vida útil prolongada e baixos custos de manutenção. ou seja. devendo estar presente em todos os serviços independentemente do padrão de acabamento ou tipo de material utilizado.721). 3. • Devem ser especificados materiais com durabilidade adequada. em forma dissertativa. • O Memorial Descritivo apresentado à CAIXA deve estar coerente com aquele apresentado à Prefeitura.Habitação/Equipamentos Comunitários. O Memorial Descritivo é um complemento do projeto. seguindo as orientações do ANEXO D. nos acabamentos de áreas externas (cobertura. intercalando quadros com exigências e sugestões da CAIXA. e caracterizando previamente como ficará a construção após concluída. • Deverá ser seguida a mesma itenização do orçamento de infra-estrutura. IMPORTANTE: • O conceito de qualidade da obra deve ser entendido como resultado da boa técnica de execução. com as citações em stand de vendas (material publicitário) e com o arquivado no Registro de Imóveis (quadros da NBR 12. com desempenho técnico equivalente. 3. Os modelos estabelecem uma sequência de como apresentar o memorial. após a contratação.3 PREENCHENDO O MEMORIAL DESCRITIVO Utilizar os modelos padronizados do item 8: • ANEXO C: Memorial Descritivo . é um complemento dissertativo da peça gráfica PROJETO. • Apresentar separadamente memoriais de infra-estrutura incidente e não incidente. podendo-se especificar até 3 marcas.2 ANÁLISE DA CAIXA Na análise será verificado se o Memorial caracteriza perfeitamente o objeto a ser construído e a coerência entre os documentos. • O memorial descritivo de infra-estrutura deverá ser apresentado em formulário da própria construtora.3. principalmente.0 3. estando sua aplicação condicionada à análise e aprovação por parte da Engenharia da CAIXA. parede e piso) e áreas internas de uso comum.

O uso de valores como verba deve ser restrito. guarita.). • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo global de todas as unidades (o cronograma de habitação deve ser gerado deste orçamento). etc.. instalações. A análise afere também o custo unitário de construção (R$/m²) do empreendimento que é comparado com índices de custo praticados na região e no SINAPI.). quando houver. equipamentos comunitários e infraestrutura. sendo gerado a partir disso: o ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO. O BDI máximo aceito para os empreendimentos do PAR será de 20%. piso. sendo admitido até 60% deste item para “Preliminares”. etc. e que são fornecidos em planilhas EXCEL "inteligentes". e a coluna de valores do CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO. PARA EMPREENDIMENTOS HORIZONTAIS: • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo para cada unidade tipo. Para o item "Serviços Preliminares e Gerais" o máximo aceito é 5% do total da obra. em anexo. Neste item devem estar incluídos todos os custos relativos à legalização da obra.0 4. tendo como exceção unicamente o custo com trabalho social. devendo tal custo ficar contemplado no Orçamento de Habitação. obra e imóvel. • elaborar um Orçamento Discriminativo dos itens cotados como verba em quaisquer um dos anteriores. assim. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 17 . O BDI deve ter seu percentual informado em campo específico.1 ORÇAMENTO OBJETIVO DO DOCUMENTO Tem por objetivo detalhar o custo da obra. • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo para equipamentos comunitários. Neste item devem estar incluídos os custos com seguro de término de obra e de legalização do terreno. A análise da Caixa também verifica a incidência percentual de cada serviço em relação ao custo da obra. • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo para infra-estrutura não incidente. tais como averbações.4. A planilha fornecida solicita primeiramente o lançamento dos quantitativos e custos por serviço. Todas as despesas com terreno. separados em: habitação. • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo para infra-estrutura não incidente. diluído nos itens: movimento de terra. apresentados nos anexos deste Manual. 4.3 PREENCHENDO O ORÇAMENTO Utilizar modelos padronizados da CAIXA. 4. • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo para equipamentos comunitários internos ou de uso comum (escola.. • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo global de todos os blocos (o cronograma de habitação deve ser gerado deste orçamento global). devem estar incluídos no orçamento. • elaborar Orçamento Discriminativo e Folha Resumo para infra-estrutura (em conjuntos de até 2 torres. taxas. Para o item "Ligações e Habite-se" o mínimo aceito é 2% do total da obra. O custo de projetos deve estar incluído em “Preliminares”. inclusive suas legalizações. a folha ORÇAMENTO RESUMO. dispensa-se um orçamento separado para infra. o mesmo ocorrendo com os valores do CRONOGRAMA. que é aferido pela comparação com os custos praticados na região e o sistema de custos do SINAPI. automaticamente a folha ORÇAMENTO RESUMO será gerada com o BDI incluso. • apresentar Memória de Cálculo de Levantamento de Quantitativo.. creche. No preenchimento do ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO os valores devem estar sem BDI.2 ANÁLISE DA CAIXA A análise da Caixa prioriza o exame do custo por serviço.. PARA EMPREENDIMENTOS VERTICAIS: • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo para cada bloco tipo. • elaborar um Orçamento Discriminativo dos itens cotados como verba em quaisquer um dos anteriores. Os itens cotados como verba serão apresentados em orçamentos discriminados. lixeira. • apresentar Memória de Cálculo de Levantamento de Quantitativo. no último item do orçamento. • elaborar um Orçamento Discriminativo e uma folha Orçamento Resumo para infra-estrutura.

jardins.. discriminados separadamente. são considerados serviços complementares. tanto horizontal como vertical. piscinas. e devem constar no Orçamento de infra-estrutura. complementos. tais como: Muros. quadras de esportes etc. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 18 .OBS: no caso de Condomínio fechado.

ao solicitar a medição da etapa. Para o item "Ligações e Habite-se" o mínimo aceito é 2% do total da obra. sendo gerado a partir disso: o ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO. Equipamentos Comunitários. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 19 .2 ANÁLISE DA CAIXA A análise da Caixa observa prioritariamente a coerência da distribuição dos serviços ao longo do tempo. Os três últimos meses do cronograma global deverão somar no mínimo 20% do valor total da obra. sendo admitido até 60% deste valor no primeiro desembolso e o restante distribuído ao longo dos meses. a partir da folha Orçamento Resumo. No CRONOGRAMA deve ser lançada a distribuição dos serviços ao longo dos meses. infra) • • elaborado em função da evolução física da obra. a sequência lógica de serviços de acordo com as etapas de obra. sendo que o último mês não poderá ser inferior a 5%. a Construtora deverá encaminhar uma PLS – Planilha de Levantamento de Serviços. Infra-Estrutura e Infra-Estrutura não incidente). • • Demonstra a utilização de recursos próprios. financiamento e FGTS. equip comunit. devem ser lançados na coluna “Executado”. e que são fornecidos em planilhas EXCEL "inteligentes". • não • demonstra a utilização de recursos próprios. CRONOGRAMA DE DESEMBOLSO • elaborado pela CAIXA • • contempla: terreno.resultante da superposição dos cronogramas para Habitação. apresentados nos anexos deste Manual. Elaborar um cronograma global (serviços incidentes e não incidentes . Equipamentos Comunitários e Infra-Estrutura). ou seja. financiamento e FGTS. Contudo. equipamentos comunitários. ou melhor. de acordo com modelo da CAIXA. OBS: Mensalmente. 5. Este cronograma irá orientar o desembolso de recursos pela CAIXA. bem como os serviços programados e respectivos prazos. elaborar um cronograma para Equipamentos Comunitários (quando houver). e a coluna de valores CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO.3 PREENCHENDO O CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO Utilizar modelos padronizados da CAIXA. a porcentagem de distribuição do serviço ao longo dos meses.resultante da superposição dos cronogramas para Habitação. Quando houver serviços já realizados. 5. os demais dados são preenchidos automaticamente. Elaborar um cronograma de Habitação global. separados em: habitação.5. Para o item "Serviços Preliminares e Gerais" o máximo aceito é 5% do total da obra. elaborar um cronograma para Infra-Estrutura não incidente. construção. • • é decorrente do cronograma de obra conjugado com as regras do programa de financiamento. também é analisado o cumprimento das exigências operacionais. a folha ORÇAMENTO RESUMO. gerado da folha Orçamento Resumo Habitação global. despesas diversas e lucro. Elaborar um cronograma global (serviços incidentes . infra-estrutura e infra-estrutura não incidente. CRONOGRAMA DE OBRA (Físico-Financ) • elaborado pela Construtora • • contempla o custo total de construção (habitação. Importante: não confundir Cronograma de Obra com Cronograma de Desembolso. seguindo a proposta apresentada na análise.0 5.1 CRONOGRAMA OBJETIVO DO DOCUMENTO Tem por objetivo programar o desenvolvimento da obra ao longo do prazo de construção. A planilha fornecida solicita primeiramente o lançamento dos quantitativos e custos por serviço. traduzindo a evolução física da obra em recursos financeiros. elaborar um cronograma para Infra-Estrutura.

. • definir o coeficiente de proporcionalidade. IMPORTANTE: • O conceito de área equivalente é ligado ao custo. SINAPI.). O conceito de equivalência está.. que normalmente (não obrigatoriamente) é adotado como fração • apresentar uma estimativa de custo do empreendimento com base no Custo Unitário SINDUSCON ou ideal. • As áreas de telhado e caixa d´água não devem estar incluídas no quadro de áreas. bombas. ao custo unitário básico. Os quadros têm por objetivo: • definir a área de cada unidade (privativa. bem como da especificação dos equipamentos (elevadores. comum e total). • caracterizar o produto através da especificação de acabamento dos materiais de piso.. sendo exigidos nos empreendimentos que constituam condomínio. • Via de regra. Os quadros são parte integrante do Memorial de Incorporação. É definido em norma como área fictícia que. tenha o mesmo valor construtivo que o efetivamente estimado para a área coberta padrão correspondente.721 foram introduzidos pela lei federal 4591/64 (Lei de Incorporações).1 QUADROS DA NBR 12.721. portanto.6. o conceito de área construída adotado nas Prefeituras é diferente do conceito adotado pela NBR 12. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 20 . vinculado ao projeto padrão.0 6. vinculado ao custo unitário básico e este. parede e teto.721 OBJETIVO DO DOCUMENTO Os quadros da NBR 12.

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 21 .2 PREENCHENDO OS QUADROS DA NBR 12.QUADROS I e II : As vagas de garagem devem ser vinculadas ao apartamento.26 do QII). obviamente. é a orientação da Norma Brasileira.6. sendo as instruções/sugestões da CAIXA complementares à Norma.721 A orientação básica de preenchimento dos quadros. VII e VIII.1 SOBRE VAGAS DE GARAGEM . O Memorial Descritivo apresentado à CAIXA deve estar coerente com os Quadros VI. devem guardar estrita concordância com as áreas apresentadas nos Quadros I e II da NBR. Essas vagas deverão ser demarcadas no projeto de arquitetura. quando exigidas.2. sendo a unidade autônoma constituída pelo conjunto apartamento/vaga ( enquadrada como Área de Divisão Não Proporcional. As descrições de área no Memorial de Incorporação ou Convenção de Condomínio.Uso Comum – Col. 6.

...............6.......................... •Descobertas (pavimentação sobre laje) .50 a CASAS a) CORPO PRINCIPAL .........00 0..... wc........................... •Jardins e áreas não tratadas (sobre solo natural)...... lavanderias.................................................................................0........ •Cobertas e abaixo do greide da rua (subsolo): .........................................00 (*) 1... b) TÉRREO: •Fechado ...............................00 1.......00 0.......................................................................................20 a 0..50 a 1.......50 0..................... •Pilotis .............2 SUGESTÕES SOBRE PONDERAÇÃO DE ÁREA EQUIVALENTE – QUADROS I e II Apresentamos a seguir os pesos usualmente utilizados na CAIXA para cálculo de equivalência da área de construção: APARTAMENTOS a) GARAGENS: •Em pilotis...................................................... etc isoladas ou ligadas ao corpo principal)........ ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 22 ........................25 1.....................50 0...... 1.50 * Obs: jardins e áreas tratadas descobertas não devem acrescer a área equivalente....... podendo ter seus custos computados a parte................................... garagens..50 a •Pavimentação (sobre laje) .......25 0.............................. 0....75 b) EDÍCULAS (quarto de empregada...............................................................................................00 0.................. d) ÁTICO: •Terraço superior descoberto ..... ou pavimento elevado de garagem ................... Barrilete ....0..... •Sacadas e Terraços Cobertos ....... •Coberta e fora da projeção do prédio ..... •Casa de Máquinas.................. 0...............50 0.....................................2..............00 1.............10 0.................... c) PAVIMENTO: •Tipo ou outras coberta padrão ...........00 c) ABRIGO PARA VEÍCULOS (quando cobertos) .....................

demonstrando sua composição de custos.7. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ PARÂMETROS CAIXA PARA ANÁLISE DE VIABILIDADE DE ENGENHARIA 23 . coluna “Custo Unitário (R$) – médio por unidade”. preencher a coluna com os custos da unidade-tipo de maior quantidade..).2 PREENCHENDO A FRE Utilizar o modelo padronizado CAIXA do item 5 – Anexo B. o campo “Valor de Venda Proposto” deve ser igual ao campo de soma da coluna “Valor de Venda Proposto para a Unidade Tipo (R$)” do item 4. Cronograma. No item 5 da FRE. • O cálculo para enquadramento no programa é função do maior entre: VALOR PROPOSTO e VALOR DE AVALIAÇÃO CAIXA. No item 5 da FRE.0 FICHA RESUMO DO EMPREENDIMENTO . 7. Na item 5 da FRE. respeitado os limites máximos do programa. etc. As informações da FRE devem estar compatíveis com os demais documentos: Projeto.1 OBJETIVO DO DOCUMENTO Tem por objetivo descrever as características do empreendimento e os VALORES PROPOSTOS. quando houver várias unidades-tipo (apartamentos de 2 e 3 dormitórios.FRE 7. Memorial.. Opção de Compra e Venda e Orçamento. IMPORTANTE: • O cálculo do valor é estabelecido em função do menor entre VALOR PROPOSTO e VALOR DE AVALIAÇÃO CAIXA. o campo “Valor Proposto para o Terreno” deve ser igual ao campo de soma da coluna “Valor da Quota de Terreno (R$)” do item 4.

L. PLACA DE OBRA MANUAL DO ARRENDATÁRIO _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXOS 24 . ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIOS CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – INFRA-ESTRUTURA CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – GLOBAL DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE ATENDIMENTO – ENERGIA ELÉTRICA DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE ATENDIMENTO – ÁGUA E ESGOTO P.8 ANEXOS ANEXO A : ANEXO B : ANEXO C : ANEXO C1: ANEXO D : ANEXO E : ANEXO F : ANEXO G : ANEXO H : ANEXO I : ANEXO J : ANEXO K : ANEXO L : ANEXO M : ANEXO N : CARTA PROPOSTA FICHA RESUMO DO EMPREENDIMENTO .S.FRE MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO/EQUIPAMENTOS COMUNITÁRIOS ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS MEMORIAL DESCRITIVO – INFRA-ESTRUTURA ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUN.

ANEXO A : CARTA PROPOSTA _____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXOS 25 .

...... Assunto: Proposta de Financiamento Senhor Superintendente de Negócios..... À CAIXA ECONÔMICA FEDERAL Escritório de Negócios ....... .................. Médio por Unidade Valor Venda por Unidade 2 Encaminhamos em anexo..... Técnico CREA: CEP: CPF: Empreendimento Nome Endereço Município/UF Número de Unidades CEP: Financiamento Pleiteado na CAIXA Programa e Modalidade Financiamento Global Financ. a documentação requerida pela CAIXA.....................CARTA PROPOSTA 26 ... e para tanto informamos: Proponente/Entidade Organizadora Nome CGC Endereço Município/UF Nome para contato Telefones e fax e-mail CEP: Construtora Nome CGC Endereço Município/UF Nome para contato Telefones e fax e-mail Responsável Técnico CREA do Resp...../.....(Utilizar papel timbrado da proponente) Local.. 1 Vimos pleitear financiamento imobiliário junto à CAIXA...... Atenciosamente ____________________________________ Responsável pela Proponente Carimbo/Assinatura ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO A ./.......

ANEXO B : FICHA RESUMO DO EMPREENDIMENTO .FRE ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO B: FICHA RESUMO DO EMPREENDIMENTO .FRE 27 .

FRE 28 .INSERIR NESTA PÁGINA O CONTEÚDO DA PASTA: “3Manual-Modelos\FRE” ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO B: FICHA RESUMO DO EMPREENDIMENTO .

COMUNITÁRIO 29 . COMUNITÁRIO ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO/EQUIP.ANEXO C : MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO/EQUIPAM.

. 1. (vide projeto em anexo) IMPORTANTE Exige-se: • Placa modelo padronizado da CAIXA ECONÔMICA FEDERAL.... percussão....... Declarar ainda que....................................MEMORIAL DESCRITIVO  HABITAÇÃO  EQUIPAMENTO COMUNITÁRIO IDENTIFICAÇÃO: Proponente Construtora Empreendimento Endereço : : : : ....... 1...........................gov............3 MÁQUINAS E FERRAMENTAS Declarar: “Serão fornecidos todos os equipamentos e ferramentas adequadas de modo a garantir o bom desempenho da obra”.......... ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO/EQUIP.... ..................... Cidade: .... atribuições e registros dos profissionais responsáveis conforme exigência do CREA e Prefeitura Municipal.1 SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS SERVIÇOS TÉCNICOS Descrever o tipo de sondagem (trado... a ser fixada em local frontal à obra e em posição de destaque.........2 CANTEIROS E INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS Declarar: “Será implantado canteiro de obras dimensionado de acordo com o porte e necessidades da obra”.......................... Esta placa nunca poderá ser menor que a maior placa afixada............................. COMUNITÁRIO 30 ............ constando de: placas com os nomes........ Quadros da NB ou planilhas orçamentárias) prevalece o que for mais vantajoso para a CAIXA.........................................................br Declarar: • As placas serão em chapa de aço zincado...... especificações...................................... Citar quais serviços e materiais serão submetidos a ensaios tecnológicos e testes....... Declarar que os serviços serão executados conforme projetos........... .................. Visite nosso site: www........................... 1.........................................caixa............... de forma a subsidiar a análise do empreendimento e posterior acompanhamento das obras de sua construção 1 1......... MEMORIAL DESCRITIVO IMPORTANTE: • Cada item cotado no orçamento deve ser perfeitamente discriminado e caracterizado no Memorial Descritivo. Declarar: “Os controles e ensaios tecnológicos citados anteriormente serão executados em conformidade com as Normas Brasileiras”.......................................)............ a critério da GIDUR.. montadas em molduras de madeira ........................................................................ em caso de incompatibilidade entre peças técnicas (projetos.................. especificações técnicas e normas técnicas vigentes..............4 LIMPEZA PERMANENTE DA OBRA Declarar: “A obra será mantida permanentemente limpa”.. número de pontos e espaçamento de acordo com a NBR..........

tipo e local de utilização de lajes (para casas).) No caso de lençol freático acima do nível mínimo das escavações. 2. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 31 . Informar espessura.” IMPORTANTE: Informar: • caimento dos lotes de forma a garantir o escoamento de águas pluviais para ruas lindeiras. Descrever de forma sucinta a execução de serviço de terraplanagem. Declarar : “O traço de assentamento da argamassa está de acordo com a resistência requerida pelo cálculo estrutural apresentado. a espessura mínima do bloco será de 14 cm e devem ser seguidas as orientações e exigências do ANEXO C1. acima do baldrame. tipo. 3 SUPRA ESTRUTURA Descrever o tipo de sistema estrutural: convencional (pilar. espessura de raspagem da camada vegetal. de acordo com o projeto de terraplenagem. Descrever medidas preventivas a adotar quanto à estabilidade e contenção de taludes e terrenos vizinhos. Informar o FCK do concreto. etc. No caso de fundação em radier. viga. necessidade de importação e/ou remoção para bota-fora. tipo de forma e de armação previstas. em conformidade com o PBQP-H”. Informar serviços de locação de obra a serem utilizados (topografia. pintura asfáltica. as alvenarias estruturais de cerâmica deverão ser executadas com blocos com espessura mínima de 14 cm. laje). grau de compactação de aterros.. gabaritos.5 SEGURANÇA E HIGIENE DOS OPERÁRIOS Declarar: “A obra será suprida de todas as providências. dimensões e resistência de blocos. etc. espessuras das camadas a compactar. 1. Descrever o processo de impermeabilização (lona plástica. Declarar: “Será executada contenção com muro de arrimo sempre que o desnível ultrapassar o limite estabelecido pela CAIXA no Manual Técnico de Empreendimento. e o tipo de amarração a ser utilizado.2 FUNDAÇÕES Informar o tipo de fundação a ser utilizada. incluindo procedimentos de execução e inspeção. aditivo no concreto. 2 2. informar espessura do lastro de brita.. em função do tipo e características do solo. IMPORTANTE: • Para edificações com 03 ou mais pavimentos. a exemplo do normalizado para os blocos de concreto. etc). Informar as características dos materiais a serem utilizados (fck do concreto. descrever as ações previstas para esgotamento ou concretagem submersa. materiais e equipamentos de proteção. tanto de serviços como de materiais.6 CONTROLE DE QUALIDADE Declarar: “A Construtora implantará um Programa de Controle de Qualidade Total. tipo de formas e de armação previstos. estrutura em aço. da calçada externa. de acordo com as NR.1.Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. IMPORTANTE Declarar: • será executado. traços de argamassa e graute). respaldo com argamassa aditivada. especialmente a NR 18. alvenaria estrutural. informando os serviços a serem executados. da camada de concreto do piso interno.. segurança e higiene dos operários”. necessários para garantir a saúde.1 INFRA ESTRUTURA TRABALHOS EM TERRA Informar edificações a demolir.. cinta de concreto armado impermeabilizada.” No caso de uso de alvenaria estrutural.

Especificar o tipo. 4 4. demostrando o atendimento das normas brasileiras e ao projeto estrutural. IMPORTANTE Exige-se: • verga e contra-verga contínuas em todos os vãos. Descrever o sistema de amarração entre blocos. de concreto armado. • cinta aérea de amarração no respaldo da alvenaria. constando na planta de leiaute. para cada lado. e no mínimo mais um par na sala.1 PAREDES E PAINEIS ALVENARIA Especificar tipo e dimensões de tijolos e blocos e a argamassa de assentamento. B. entre paredes e pisos. Declarar que o traço da argamassa de assentamento obedecerá às normas da ABNT.2 ESQUADRIAS Descrever as portas e janelas no nível de detalhe do exemplo abaixo: PORTAS AMBIENTE Sala Dormitório 1 Dormitório (suíte) Cozinha (porta externa) Banheiro Social Escadaria MATERIAL TIPO E MODELO DIMENSÃO MARCA A. 4. 2 nas varandas (quando houver).• Deverão ser apresentados os resultados dos ensaios tecnológicos realizados nos blocos de alvenaria. • a instalação de 3 armadores ou escápulas devidamente estruturados em cada dormitório. entre paredes e lajes. entre paredes e pilares. com seção definida através do cálculo estrutural. • o traço da argamassa de assentamento obedecerá às normas da ABNT pertinentes. em concreto armado e com traspasse mínimo de 20 cm. a seção e o traspasse de vergas e contra-vergas. C “ “ “ “ “ “ Hall Térreo ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 32 .

Somente Halls voltados para OESTE poderão permanecer com as aberturas livres. Será obrigatória a utilização de portas em todos cômodos. As aberturas para ventilação e iluminação das escadas também devem ser fechadas. 10. os mesmos deverão ser do tipo anti-chuva. 5. • quando utilizar ferro:  quando adotar chapa dobrada. Quando da utilização de cobogós nas áreas comuns do edifício.JANELAS E BASCULANTES AMBIENTE Sala Dormitório 1 Dormitório (suíte) Cozinha/ Área de Serviço Banheiro Social Banheiro Suíte Hall dos Pavimentos Escadas MATERIAL TIPO E MODELO DIMENSÃO MARCA A. Não será aceito cobogó nas áreas privativas das unidades habitacionais. As janelas dos apartamentos serão em madeira ou em “ alumínio e vidro” . no mesmo padrão dos demais ambientes. B. empenadas. por esquadrias ou cobogós anti-chuva. Aconselha-se que as portas internas sejam do tipo Paraná e as portas externas do tipo almofadadas. • que as folhas de porta externa e porta interna de cozinha tenham largura mínima de 80 cm. Deverá ser prevista esquadria para fechamento do vão da cozinha/área de serviço. 3. tais como vazios. rigidez. que as folhas de porta de chapa compensada sejam encabeçadas e tenham espessura mínima de 3 cm • quando utilizar alumínio: que os perfis sejam adequados aos vãos. Os Halls dos Pavimentos devem ter abertura para ventilação e iluminação.  tratamento anti-corrosivo pelo fabricante. brocas e cupins. com fechamento por esquadria. 9. evitando-se madeiras verdes. 8. C “ “ “ ” “ “ “ IMPORTANTE Declarar: • quando utilizar madeira: que a mesma seja de Lei. etc. OBS: 1. vão livre sob lance de escada. atendendo os requisitos mínimos quanto à não vibração. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 33 . definido em projeto. Prever acesso para todas as áreas. deverão ser do tipo Venezianas articuladas. espaço entre blocos. selecionada. As janelas das casas quando de madeira. mesmo que não tenham destinação de uso. que as folhas de porta externa (para casas) e janelas sejam maciças e tenham espessura mínima de 3 cm. que a estrutura do caixilho tenha bitola 18. para evitar entrada de águas. ou com existência de nós. 4. 2. vedação e durabilidade. a serem definidos em projeto. 7. 6.

modelo. • no mínimo 3 palmelas por folha de janela veneziana. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 34 . C “ “ “ “ “ “ “ “ IMPORTANTE  Apresentar catálogos dos fabricantes..2.. BOX. GRADES. PORTÕES.1 ESQUADRIAS ESPECIAIS. B.3 FERRAGENS Descrever no nível de detalhe do exemplo abaixo: FECHADURAS E FERRAGENS ESQUADRIA Porta Entrada Porta Cozinha (externa) Porta Dormitórios e Suítes Janela Dormitórios Basculantes Banheiros Janela Sala Janela Cozinha/ Área de Serviço Porta Hall Térreo Janela Hall dos Pavimentos TIPO E MODELO MARCA A. B. dimensões. • fechadura de cilindro na porta externa.4. ETC. 4. bombas. GRADES. marca e local de aplicação. Especificar: • ferragens com acabamento cromado. C “ “ ” 4. CORRIMÃOS. ARMADORES AMBIENTE Caixa D’água Garagem Depósitos Quintal Escada MATERIAL TIPO E MODELO DIMENSÃO MARCA A.2. Descrever no nível de detalhe do exemplo abaixo: ESQUADRIAS ESPECIAIS.2 BATENTES E GUARNIÇÕES Descrever: material. • fechadura com possibilidade de abertura externa ao compartimento. CORRIMÃOS. lixeira e demais esquadrias de ferro. PORTÕES. perfil. • ferrolhos com porta-cadeado para casas de gás. para banheiro. BOX.

isenta de defeitos que comprometam sua durabilidade. no caso de telhas de fibrocimento. IMPORTANTE Exige-se: • ralos com grelha hemisférica nas saídas para condutores quando em prédios de apartamentos. de fácil acesso.1 COBERTURA E PROTEÇÕES TELHADO Definir os materiais para execução de sua estrutura (no caso de madeira descrever método de imunização). para prédios. Declarar: • que toda a madeira será de lei. Ocorrendo a situação. antenas. abertura de tubos de ventilação. arremates. jatobá. o mesmo será do tipo martelado ou fosco. resistência e aparência. sucupira. angelim. Evitar projeto com queda de águas para taludes. definindo espaçamento entre as peças e suas respectivas dimensões e seções. testeira. • barrilete concentrado. (calhas. muiracatiara ou cedro. Descrever o acabamento dos beirais (tabeira. Definir sistema de captação de águas.) e forros dos beirais. • estrutura do telhado em madeira. • para casas. MODELO E ASSENTAMENTO IMPORTANTE • Declarar que a espessura mínima adotada para vidro é de 4 mm (semiperímetro até 300cm). ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 35 . 5 5. Relacionar os locais cobertos com telhas (eventualmente omissos no projeto de cobertura). especificar também a marca e a espessura. utilizar calha coletora ou outro elemento.4 VIDROS Descrever no nível de detalhe do exemplo abaixo: VIDROS ESQUADRIA Porta Entrada Porta Cozinha (externa) Janela Dormitórios Janela Dormitório Suíte Basculante Banheiro Janela Sala Janela Cozinha/ Área de Serviço Porta Hall Térreo Janela Hall Pavimentos ESPESSURA. • que não haja passagem sobre telhas para acessar: calhas. etc. Especificar as telhas por tipo e sistema para fixação das peças. OBS: Serão aceitas as seguintes madeiras para estrutura de telhado e esquadrias: maçaranduba. rufos e condutores) especificando os materiais a serem utilizados. • telha cerâmica de primeira qualidade.4. tabeira ou testeira arrematando os beirais. • Declarar que nos banheiros e nos lavabos quando especificado vidro. com identificação e iluminação. Descrever a vedação no encontro da alvenaria com o madeiramento do telhado.

60 m de altura. marca A.. Chapisco. Marca da tinta. Marcas. utilizados nos tratamentos anticorrosivos. • banheiros. especiais.. Emboço. Azulejo tipo extra até 1. Emboço. membranas. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 36 .) para: • reservatórios inferior (impermeabilização interna e externa) e superior. Marca da cerâmica Caiação sobre reboco acima da cerâmica até a laje pré-moldada. Definir outros tratamentos porventura necessários. OBS: Nas áreas citadas acima. Emboço. .3 TRATAMENTOS Especificar os materiais e técnicas utilizados no tratamento de concreto armado aparente e juntas de dilatação. B ou C.1 REVESTIMENTOS. pinturas. revestido com piso cerâmico. Chapisco. 5.5. especialmente quanto a prevenção anti-cupins e descupinização. ACABAMENTOS E PINTURA INTERIORES Descrever no nível de detalhe do exemplo abaixo: REVESTIMENTOS. B ou C. em 2 demãos. Cerâmica esmaltada. Marca da tinta. revestido com piso cerâmico. Forro em PVC branco. Caiação sobre reboco. PAREDE Chapisco. Emboço. Reboco. Definir tratamentos em madeiras utilizadas na obra e em árvores existentes. Pintura latex sobre massa corrida. marca A. marca A. Dormitórios e circulação Radier desempenado. Especificar materiais.2 IMPERMEABILIZAÇÕES Especificar separadamente os tipos de impermeabilização (rígidas. • radier. Chapisco. em 2 demãos. B ou C. Emboço. Marca da tinta. até 1. Reboco Pintura latex sobre reboco. Chapisco. B ou C. revestido com piso cerâmico. deverá ser aplicado material hidrófugo ou impermeabilizante até a altura de 25 cm nas paredes do perímetro correspondente. • cozinha e área de serviço. Emboço Reboco Pintura latex sobre reboco. marcas e tipos. ACABAMENTOS E PINTURA AMBIENTE PISO ÁREA PRIVATIVA Sala Radier desempenado. em 2 demãos. definindo fabricantes e indicando o tratamento a que se destina. 6 6. Reboco. • alvenaria de embasamento ou baldrame (quando este funcionar como embasamento). caiação sobre reboco acima azulejo até a laje. sacadas ou varandas. revestido com piso cerâmico. Cozinha Radier desempenado. Banheiro Social Radier desempenado. a serem presrvadas. tipo PEI-4. • laje descoberta.60 m de altura. Reboco. Chapisco. Marca do azulejo. tipo PEI-4. Especificar aditivos utilizados em argamassas ou concretos. tipo PEI-4. Emboço. tipo PEI-4. Marca da tinta. • cinta inferior. marca A. Pintura latex sobre reboco em 2 demãos. TETO Chapisco.

Reboco. marca A. Chapisco. com acabamento alisado (cimento queimado) Chapisco. Marca da tinta. Caiação sobre reboco acima da cerâmica até o forro ou laje prémoldada. Emboço. Chapisco. Emboço. Emboço. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 37 . revestido com piso cerâmico tipo PEI-4. B ou C. Marca da cerâmica. marca A. Pintura acrílica sobre massa texturizada acrílica. Forro em PVC branco ÁREA COMUM Guarita Salão Festas e Jogos Banheiros do Salão Festas. Chapisco. Chapisco. Pintura latex sobre emboço em 2 demãos. Emboço. Piso ceâmico. revestido com piso cerâmico tipo PEI-4. Cerâmica esmaltada. Reboco. B ou C. Chapisco. Chapisco. B ou C. Chapisco. e rodapé em granilite 7 cm. Pintura acrílica sobre massa texturizada acrílica. Emboço. Caiação sobre reboco acima da cerâmica até o forro ou laje prémoldada.60 m de altura. Caiação sobre reboco.REVESTIMENTOS. Caiação sobre reboco acima da cerâmica até o forro ou laje prémoldada. Emboço. Pintura latex sobre reboco em 2 demãos. Chapisco. FACHADAS Chapisco Emboço Reboco Pintura em textura acrílica. Emboço. em 2 demãos.60 m de altura. Chapisco. Marca da tinta. revestido com granilite cinza. Emboço. Chapisco. marca A. Marca das tintas. Marca da tinta TETO Telha vã . Marca das tintas. tipo PEI-4. B ou C. até 1. Reboco. Emboço. revestido com piso cerâmico tipo PEI-4. Pintura a cal sobre emboço em 2 demãos. Cerâmica esmaltada. em 2 demãos. ACABAMENTOS E PINTURA AMBIENTE PISO Área Serviço Radier desempenado. tipo Quantil. (marca das tintas) Contrapiso desempenado 8 cm. Reboco. Copa Salão de Festas Contrapiso 3 cm. e WC Guarita Contrapiso desempenado 8 cm. Reboco. Emboço. Pintura latex sobre reboco em 2 demãos. em 2 demãos. Chapisco. marca A. Marca da cerâmica. até 1. Contrapiso desempenado 8 cm. Caiação sobre reboco. Marca das tintas. Caiação sobre reboco. PAREDE Chapisco. até 1. em 2 demãos. sobre radier. Caiação sobre reboco.60 m de altura. Cerâmica esmaltada. Emboço. revestido com piso cerâmico tipo PEI-4. tipo Quantil. Marca da cerâmica. tipo PEI-4. revestido com piso cerâmico. Emboço. Madeiramento aparente com verniz. Reboco Pintura latex sobre reboco em 2 demãos. Chapisco. Hall Térreo Contrapiso desempenado 8 cm. Hall Andares Caixa de Escada Degraus em concreto. Emboço.

PINTURA E PISOS As pinturas externas devem ter garantia mínima de 5 anos contra defeitos de descascamento. no mínimo até 1. para casas a laje poderá ser substituída por forro de PVC. • revestimento de todas as paredes internas de uso comum. com paginação e catálogo. no lado da parede onde se encontram a pia e o tanque/máquina de lavar roupa (parede molhada) nas cozinhas e áreas de serviço. reboco e pintura cal. as cores definidas devem ser apresentadas. • revestimento cerâmico ou de azulejo/ impermeável em todo o perímetro do WC. . horizontais ou verticais. Em todos os condomínios fechados.00 m de altura em todo o perímetro do terreno do empreendimento. •a textura das fachadas do prédio deverá ser dividida em painéis por meio de frisos. pátios. com chapisco.. com chapisco. para facilitar a aplicação.. etc.2 EXTERIORES. área de serviço. manchamento e empolamento..) Citar a largura e espessura da calçada de contorno.OBS: 1) indicar marcas A. o retoque e a manutenção da mesma. seladora para madeira). emboço.3 PINTURA DE ESQUADRIAS Descrever: • o local de aplicação. eflorescência.. Em condomínios horizontais é opcional a construção de muro em torno do terreno privativo de cada unidade. 3) Descrever o tipo de revestimento das paredes externas (chapisco.). mas os limites devem ser perfeitamente caracterizados e identificáveis no local. • não utilizar gesso em paredes de áreas molháveis (banheiro. cerâmica esmaltada de piso e revestimento e demais materiais especificados no Quadro. Declarar: “Antes da aplicação da pintura. declarando que o traço deverá estar de acordo com as normas da ABNT. • o recobrimento final (tinta óleo.60 m. emboço. para aprovação prévia pela CAIXA. Deverá ainda ter estabilidade cromática. desgregamento. •textura acrílica em toda fachada frontal da casa. tinta esmalte.” IMPORTANTE: SOBRE REVESTIMENTOS. Todo madeiramento aparente deve ter acabamento. no mínimo. no mínimo até a altura de 1. •pintura total da unidade (interna e externa). 6. Nos casos de revestimento especiais (pastilhas. Descrever os barrados impermeáveis.) devem ser especificados o material e o local a ser aplicado. reboco.. FACHADAS E MUROS Descrever o tipo de revestimento das paredes externas (chapisco. as cores definidas devem ser apresentadas. cerâmicas.. no mínimo.). reboco. • a preparação das superfícies (lixamento ou emassamento) • o fundo preparador (anticorrosivo metálico. 2) Antes da aplicação das pinturas das fachadas.. • revestimento cerâmico ou de azulejo. reboco e pintura cal. •aplicar impermeabilização até a altura de 50 cm na parede externa do edifício. quando em unidades isoladas. . Descrever o tipo de revestimento dos pisos externos (calçadas de contorno. saponificação. para posterior pintura. revestimento de todas as paredes externas. tijolo maciço. não sendo admitidos desbotamentos acentuados em curtos períodos de tempo – o parâmetro básico é de um desbotamento máximo de 10 (dez) unidades CIE LAB em dois anos. envernizado. chapisco e reboco em todas as paredes internas (exceto para revestimento em gesso). B ou C para as tintas utilizadas em paredes e tetos. e no caso de edifícios de apartamentos usar textura acrílica. Exige-se: PARA REVESTIMENTOS E PINTURA • • • • chapisco e reboco de lajes (exceto para revestimento em gesso). deverá ser prevista a construção de muro de no mínimo 2. definindo locais a alturas. • o número de demãos. com paginação e catálogos. 6. pelo menos. incluindo varanda. .. etc.60 m.). Prever a construção de muro em todo o perímetro do terreno com altura de 1. • não utilizar gesso em paredes de casas. •todo o madeiramento aparente da coberta deverá ser tratado com pintura ou verniz. no mínimo. declarando que o traço deverá estar de acordo com as normas da ABNT.80m. para aprovação prévia da CAIXA. •tratamento prévio e pintura anti-ferrugem de todas as superfícies em ferro. cozinha e área de serviço). no caso de aplicação de gesso no ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 38 .

ou desnível mínimo de 1 cm para o banheiro com colocação de filete na separação para o box.1 INSTALAÇÕES E APARELHOS INSTALAÇÕES ELÉTRICAS E TELEFÔNICAS Especificar tipos de eletroduto. em todo os pontos internos de luz. • utilizar peitoris de mármore (especificação mínima) em todas janelas. de acordo com os locais de aplicação os diversos materiais utilizados para . especificando tipos e dimensões. tomadas. guarnecido de caixilho com portas com iluminação. PARA PISOS • calçada de contorno ou perimétrica com largura mínima de 60 cm.  colocação de proteção em bordas de cerâmica por filete ou cantoneira. 7 SOLEIRAS E PEITORIS Definir. piso nivelado e regularizado nas demais dependências (para casas). para todas as unidades. pelo menos tubulação seca para interfone interligado à guarita com 1 ponto para cada unidade. etc. se possível com catálogos. soleiras e peitoris. com proteção e quadro de distribuição.  cota de soleira de 20 cm acima do meio-fio e/ou eixo da rua ou circulação interna. com especificação mínima “ tipo PLAFON” em PVC branco. 39 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO . quando usar bombas de recalque. quando for o caso (exigido pelo Corpo de Bombeiros) IMPORTANTE Exige-se: • • • • • • • • • • • • entrada de energia de acordo com as normas da concessionária local. condutores e cabos. varanda. ou com placas de concreto.revestimento interno de parede. caixas. banheiro e box. interruptores. devendo superar em 10 cm a projeção do beiral (para casas e edifícios). caixas. para condomínios verticais ou horizontais.  colocação de ralo para drenagem na área de serviço.verde. pelo menos tubulação seca para antena. luminária. •passeio interno pavimentado na área do condomínio. TERRA.vermelho. podendo ser dispensado no caso em que o projeto não permita a entrada de águas de chuva no hall. deverá ser em cerâmica padrão PEI-4. fiação. campainha com acionador e sirene. serviço e varanda. todas em quadro de comando com identificação. a partir da guarita. código de cores: FASE.  desnível mínimo de 2 cm para o banheiro. quadros geral e secundários. para todas as unidades. NEUTRO. Especificar o tipo de pára-raios. de no mínimo 80 cm de largura. o circuito deve ser protegido com chaves magnéticas e chaves reversoras. e com as seguintes observações : laje nivelada e regularizada nas demais dependências privativas e áreas comuns (para edifícios).  impermeabilização de das áreas molhadas (ver item 5. IMPORTANTE Exige-se: • utilizar soleiras ou filetes de mármore (especificação mínima) na transição de materiais de piso.  desnível mínimo de 1cm do hall para a sala dos apartamentos. 8 8. identificação colorida de fios. ou em desníveis de piso interno. a não execução de emendas de fios dentro de eletrodutos. eletrodutos embutidos. Especificar marcas e tipos de luminárias a serem utilizadas nas áreas comuns. quadros elétricos e telefônicos deverão ter acabamento em pintura eletrostática de fábrica. com tubulação. desde a testada do lote até a porta de entrada.2.). com largura mínima de 2.azul ou cinza. preto ou branco. •passeio público (calçada) pavimentado. tomadas e pontos de telefone.00 m. •o piso interno da unidade. instalação de telefone completa.  desnível mínimo de 1 cm para a área da cozinha. pelo menos tubulação seca para controle automático do(s) portão(ões) de acesso de veículos. no mínimo com 80 cm de largura. para condomínios verticais ou horizontais.  passarela cimentada.

• número mínimo de pontos. 1 ponto de campainha. para apartamentos: 2 tomadas na sala. inclusive lixeira. casas de bombas e casas de gás.• pontos de luz no teto (arandelas somente como iluminação auxiliar). 1 ponto de interfone. obedecido o Leiaute: para casas: 2 tomadas na sala. Deve ser previsto 1 ponto de luz com uma carga mínima de 100 VA em cada dependência como: sala. poste de 3. ligação equipotencial.00m de raio ou 70 m2 de área a ser coberta. play-ground e áreas verdes: Luminária decorativa tipo esférica com difusor acrílico leitoso duplo. 1 tomada no banheiro. com lâmpadas mistas de 160 W. 1 ponto para máquina de lavar roupa com circuito independente. 2 pontos de telefone (sendo 1 na sala e 1 outro em um dos quartos). 1 ponto de interfone na guarita. 1 tomada no salão. 1 tomada no hall dos pavimentos. Relacionar de acordo com o quadro de resumo abaixo. para áreas comuns: 2 tomadas na guarita. 2 tomadas na copa do salão (1 de 600W). banheiro e cozinha/área de serviço. • • • • circuitos distintos para pontos de iluminação e para tomadas.00m de altura útil. 2 pontos de telefone (sendo 1 na sala e 1 outro em um dos quartos). quartos. 1 tomada no Q. 1 tomada de uso geral na área de serviço de 600 W. condutor terra em todos os circuitos de tomadas. 3 tomadas na cozinha (sendo pelo menos 2 de 600 W. 1 tomada de uso geral na área de serviço de 600 W. 2 tomadas no hall térreo. usar dispositivos de proteção – DR de alta sensibilidade. 2 tomadas em cada dormitório. 1 tomada no banheiro próxima ao lavatório. Deverá ser previsto pelo menos 01 (um) poste para cada 6. 3 tomadas na cozinha (sendo pelo menos 2 de 600 W). 1 tomada nos WC. 1 ponto de campainha (acionador) no hall para cada apartamento. 1 ponto de interfone (quando em condomínio). OBS: Atender as exigências da NBR 5410. 1 ponto de antena. 1 ponto de antena. 1 ponto de campainha. Todos os acessos de blocos de apartamentos ou de casas devem ser iluminados. 2 tomadas em cada dormitório. o número de pontos de cada compartimento: INSTALAÇÕES ELÉTRICAS – NÚMERO DE PONTOS AMBIENTE Luz Teto Arandela Interruptor Tomada Antena Telefone Interfone Campainha ÁREA PRIVATIVA ÁREA DE USO COMUM Sala Dormitório 1 Dormitório Suíte Banheiro Social Banheiro Suíte Circulação Varanda Cozinha Área Serviço Guarita WC Guarita Salão de Festas Copa Salão WC Salão Zelador Lixeira Exige-se para Iluminação externa: a) Para Jardins. OBS: As cargas de iluminação devem ser determinadas obedecendo-se as exigências luminotécnicas da NBR 5413. Zelador. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 40 . Todas os equipamentos de uso comum devem receber iluminação interna e nos seus acessos.

b) Para estacionamento e circulação de veículos: Luminária decorativa tipo pétala ou trevo (duplo), com lâmpadas de vapor de mercúrio de 125 W, poste de 6,0m de altura útil. Deverá ser previsto pelo menos 01 (um) poste para cada 12,0 m de raio ou 400 m2 de área a ser coberta. 8.2

INSTALAÇÕES HIDRAULICAS E DE ESGOTO
Definir todos os materiais a serem empregados, separando claramente as especificações de água fria, águas pluviais, gordura, esgoto primário e secundário, definindo tanto os tubos como as conexões. IMPORTANTE Exige-se: • para casas:

caixa d’água com capacidade mínima de 1000 litros, com instalação de bóia, ladrão e limpeza. Somente no caso de condomínio vertical poderá haver reservatório comum; caixa de gordura para pia e de sabão para tanque de lavar roupa independentes; sifão para lavatório, pia e tanque de lavar roupa; caixa de inspeção em pontos de mudança de direção da tubulação de esgoto; caixa de inspeção na divisa do lote, para lançamento em rede externa de esgoto; ponto para tanque de lavar roupa na área de serviço; ponto para torneira de jardim; ponto para filtro na cozinha; ponto para ducha higiênica. Exige-se: • para edifícios: que a tubulação de esgoto comum não atravesse compartimentos de apartamentos térreos, salvo em condições especiais e com a anuência da CAIXA; caixa de gordura desacoplada de caixa de inspeção, com dimensão adequada ao volume do prédio; tubo de ventilação de acordo com as normas da ABNT; ponto para tanque de lavar roupa na área de serviço; ponto para filtro na cozinha; ponto para ducha higiênica; compartimento de bombas em local de fácil acesso, instalando no mínimo 2 bombas de recalque com manobra simultânea, por prédio ou bloco. A tubulação de recalque deve ter: válvula de retenção, registro de gaveta e uniões devidamente posicionadas para facilitar a retirada de bombas. teste de carga e fumaça, utilizando as caixas superiores, com as tubulações ainda aparentes; varandas sejam dotadas de esgotamento com ralo e tubo de queda, sendo vedado o uso de businotes ou pingadeiras. OBS: • Nos casos de acoplamentos de tubulações de PVC com peças metálicas (como: registros, torneiras, válvulas, hastes de chuveiros) deverão ser aplicadas conexões com bucha de latão. • Prever torneira(s) externa(s) no jardim ou quintal da casa, e nas áreas de jardim, estacionamento, áreas livres em condomínio fechado. Nos condomínios fechados prever, no mínimo, 1 torneira para cada 100 m2 de área livre descoberta. Para prédios residenciais de um só pavimento que contenham no máximo 3 vasos sanitários, o tubo ventilador ou coluna de ventilação deverá ter um diâmetro DN de 75 mm,

Relacionar de acordo com o quadro resumo abaixo, o número mínimo de pontos de cada compartimento:

INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS – NÚMERO DE PONTOS AMBIENTE Água Fria Banheiro Social ÁREA PRIVATIVA Banheiro Suíte Cozinha Área de Serviço Quintal Jardim WC Guarita Salão de Festas Copa Salão WC Salão Esgoto

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO

ÁREA COMUM

41

8.3

INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO
Declarar: “As instalações de combate a incêndio serão executadas de acordo com projeto aprovado pelo Corpo de Bombeiros”. OBS: Especificar sucintamente o tipo de material ser empregado na rede hidráulica preventiva de incêndio, quando for o caso, inclusive extintores.

IMPORTANTE Exige-se: • quando utilizadas, as caixas deverão ter acabamento em pintura eletrostática de fábrica;

8.4

INSTALAÇÕES DE GÁS
Especificar os materiais a serem utilizados na entrada e na rede de distribuição. Utilizar Central de Gás em edifícios de apartamentos, a partir de 2 pavimentos, prevendo a construção de casas de gás individuais para cada unidade. Cada casa de gás deverá ser dimensionada para comportar dois botijões de gás de 13 quilos.

IMPORTANTE Exige-se: • tubulações e conexões de cobre, classe “A” ou “I”, conforme recomendação do Corpo de Bombeiros, com espessura mínima de 0,8mm; • tubulações embutidas; • todo botijão ou cilindro de gás deve ser colocado no pavimento térreo e do lado de fora da edificação, tanto para construções isoladas como em condomínios verticais e horizontais. • atender as normas da NBR 13932.

8.5

INSTALAÇÕES MECÂNICAS
Descrever as instalações mecânicas previstas. Especificar os equipamentos a serem utilizados. No caso de exaustão definir sistema, de acordo com projeto. No caso de elevadores, informar quantidade, número de paradas e marcas.

8.6

APARELHOS SANITÁRIOS
Descrever a marca e acabamento de todas as peças a serem fornecidas e instaladas nos diversos compartimentos, inclusive saboneteiras, papeleiras, cabides, etc Descrever a marca e linha dos metais sanitários. Descrever os tampos, bancadas e cubas, bem como o local de instalação.

IMPORTANTE Exige-se: • todos os metais, no mínimo, com canoplas e acabamento cromado; • papeleira, cabides e saboneteira de louça no banheiro; • vaso sanitário com caixa de sobrepor ou acoplada; • pia de aço inoxidável ou resina na cozinha e salão de festas, com pelo menos 1,20m de largura; • tanque de lavar roupa de aço inoxidável ou resina. • apresentação de catálogo dos fabricantes indicados, com definição da linha e modelo adotados.

9
9.1

COMPLEMENTAÇÃO
BENFEITORIAS
Descrever os serviços complementares à edificação, tais como: muros de fechamento, equipamentos de play-ground, piscinas, jardins e arborização, equipamentos de lazer, calçadas e escadas de acesso, passeios, etc...

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO

42

9.1.1

FECHAMENTO PERIMETRAL DO CONDOMÍNIO
Informar os locais

9.1.2

PAISAGISMO
Informar os locais

IMPORTANTE Exige-se: • o plantio de uma muda de árvore, com altura mínima de 1,00 m para cada lote, para casas isoladas e para condomínios horizontais; • o plantio de uma muda de árvore, com altura mínima de 1,00 m para cada 5(cinco) unidades em condomínios verticais.

9.2

PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO
Declarar: A obra será entregue com todas as placas necessárias à perfeita identificação das casas, ruas, blocos, apartamentos, garagens, áreas comuns, condomínio, etc. Definir as placas de identificação do empreendimento, conforme orientações seguintes: • os blocos devem ser identificados por placas a serem fixadas nas proximidades do seu acesso; • • os apartamentos e casas devem ser identificados por placas a serem fixadas na(s) porta(s) de acesso, nos condomínios. para casas isoladas deverá haver identificação também no muro frontal. as vagas de garagem devem ser demarcadas e identificadas com o n° do apartamento e o bloco ao qual pertence ou nº da casa, podendo ser feita por pintura com tinta adequada para piso (a pintura deverá ser feita sobre superfície regularizada, não podendo ser aplicada diretamente sobre pedra tosca); o condomínio deve ser identificado com placa contendo seu nome, a ser fixada em local visível e previamente definido; deve também ser prevista a colocação do número do endereço do condomínio, a ser fixado junto à guarita; prever identificação de áreas de uso comum, tais como depósitos, lixeira, wc feminino e masculino, casas de gás (com identificação do nº da casa ou do apartamento e seu bloco), quadros de medição, etc; as placas devem ser confeccionadas com materiais apropriados e duradouros, preferencialmente com letras em alto relevo, não sendo permitida a simples pintura sobre fachada ou parede para identificação de qualquer dos elementos.

• • • •

9.3

MARCAÇÃO DOS LOTES
No caso de loteamentos ou construção de casas em condomínio horizontal, quando não for prevista a construção de fechamento, declarar: “Os lotes serão entregues devidamente demarcados e identificados por piquetes.” Descrever o tipo de piquete (ferro, concreto) e a colocação nos lotes.

9.4

LIMPEZA FINAL
Descrever a execução da calafetação e a limpeza final de obra.

10
10.1 10.2

DECLARAÇÕES FINAIS
Declarar: “A obra obedecerá à boa técnica, atendendo às recomendações da ABNT e das Concessionárias locais”. Declarar: “Esta empresa tem ciência das exigências do Manual Técnico de Empreendimento da CAIXA, mais precisamente, das exigências em Memorial Descritivo, comprometendo-se a cumprir tais instruções”. Declarar: “Em caso de divergência entre as exigências constantes no Memorial Descritivo do Manual Técnico de Empreendimento da CAIXA e os projetos ou especificações apresentados pela Construtora, prevalece o Manual da CAIXA, sem quaisquer ônus financeiro para a CAIXA.” Declarar: "Esta empresa responsabiliza-se pela execução e ônus financeiro de eventuais serviços extras, indispensáveis à perfeita habitabilidade das Unidades Habitacionais, mesmo que não constem no projeto, memorial e orçamento”. 43

10.3

10.4

________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO

memoriais. controle de liberação dos serviços executados na obra e documento PCMAT – Programa de controle de materiais e equipamentos de segurança pessoal da obra”. alvará de construção. especificações. controles de recebimento de materiais na obra. comprovada com a expedição do “habite-se” pela Prefeitura Municipal”. com cerâmicas e azulejos totalmente rejuntados e lavados. mediante comprovação através de ensaios desenvolvidos pelos fabricantes.5 Declarar: “A obra será entregue completamente limpa. 10. sendo entregues devidamente testadas e em perfeito estado de funcionamento. com aparelhos. vidros. quadros da NBR 12.7 10.Visto do Engenheiro ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C: MEMORIAL DESCRITIVO – HABITAÇÃO E EQUIPAMNTO COMUNITÁRIO 44 . bancadas e peitoris isentos de respingos.6 10. Declarar: “Estará disponibilizada em canteiro a seguinte documentação: todos os projetos aprovados (inclusive complementares). Declarar: “Em função da diversidade de marcas existentes no mercado. cronograma. eventuais substituições serão possíveis. especificações técnicas. devendo os produtos apresentarem desempenho técnico equivalente àqueles anteriormente especificados.8 ______________________________________ Local e data ______________________________________ Construtora ______________________________________ Proponente ______________________________________ CAIXA . desde que apresentadas com antecedência à CAIXA. As instalações serão ligadas definitivamente à rede pública existente. A obra oferecerá total condição de habitabilidade. Declarar: “ Em caso de incompatibilidade entre peças técnicas (projetos.721 ou orçamento) prevalece o que for mais vantajoso para a CAIXA. diário de obra atualizado. relatórios dos ensaios tecnológicos de materiais e serviços. a critério da GIDUR”. orçamento. de acordo com as Normas Brasileiras”.10.

ANEXO C1 : ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS 45 .

especificações técnicas. mas também a adequação do mesmo ao processo construtivo da alvenaria estrutural. no tocante a: dimensões. deve levar em consideração não apenas os aspectos de programa. definição precisa das especificações. principalmente no que diz respeito à integração entre os diversos projetos exigidos para o caso. que participam da elaboração das peças técnicas. 46 2. ficará garantida a compatibilização entre os diversos projetos apresentados. A compatibilização dos projetos tem como objetivo permitir que a documentação apresentada caracterize de forma clara e completa a obra a ser executada. Na alvenaria estrutural estas compatibilizações são mais importantes. projetar banheiros e lavabos de forma a racionalizar a execução das instalações. padronizações das informações gráficas. problemas construtivos e improvisações no canteiro de obras.4 2 2. inconsistências. 1 1. completares e demais peças técnicas) coerentes e compatíveis entre si.1 PROJETO DE ARQUITETURA O projeto arquitetônico em um empreendimento de alvenaria estrutural. pretendemos que se possa verificar a consistência da documentação apresentada e garantir o atendimento das recomendações e exigências de um projeto para um prédio em alvenaria estrutural. projetos de instalações. projetos de urbanização e infra-estrutura. conforto. Para estar adequado ao sistema de alvenaria estrutural. procurando trabalhar de forma modulada. máquina de lavar e demais pontos de água e esgoto de cozinhas e áreas de serviço alinhadas numa mesma parede. possibilitando a melhoria da qualidade do produto. procurar concentrar pia. permitindo a concentração das instalações e o uso de “shafts” ou de “paredes hidráulicas não estruturais” como forma de passar as tubulações no sentido vertical sem cortar a alvenaria estrutural. deixando formas e partidos mais arrojados para as alvenarias de vedação. de forma a evitar erros. o projeto de arquitetura deverá ser concebido de forma que atenda as seguintes recomendações: • buscar a simplificação. Com o roteiro. orçamentos e cronogramas. projeto estrutural. evitando ângulos inclinações e superfícies curvas nas alvenarias estruturais. procurando definir em função da largura e altura de múltiplos do módulo básico.APRESENTAÇÃO Este trabalho tem como objetivo indicar um roteiro prático para elaboração e apresentação de projetos com o sistema de alvenaria estrutural junto à CAIXA.2 • • • • ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS . seguir a modulação dos blocos no dimensionamento das paredes. funcionalidade. definindo a dimensão dos blocos em função da produtividade. documentação legal.1 COMPATIBILIDADE ENTRE AS PEÇAS TÉCNICAS O proponente deverá fazer um planejamento preliminar dos documentos a serem apresentados. apresentando orientações basicamente sobre: • • • • • • • • projeto arquitetônico.2 1. usar a menor variação de blocos possível. interferências. clareza dos projetos. Assim.3 1. O roteiro também deverá possibilitar a elaboração de um projeto completo (arquitetônico. seguindo as orientações para cozinhas e áreas de serviço. pois “soluções” no canteiro de obras são bem mais limitadas do que em outros processos construtivos. 1. etc. a racionalização de recursos e a redução de custos. Este roteiro prático. tanque. apresenta de forma resumida algum conteúdo teórico sobre o assunto e salienta os tópicos que devem obrigatoriamente ser apresentados pelo proponente. quantitativos. ergonomia e famílias ofertadas no mercado. projeto executivo. preferencialmente envolvendo os projetistas e profissionais.

de forma que os locais estejam estruturalmente preparados para receber estas caixas (esta previsão não é obrigatória para empreendimentos PAR).00 metros. • ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS 47 .00 exigido por Norma. além de proporcionar maior economia e racionalidade na execução da obra.2 RIGIDEZ ESTRUTURAL • • o projeto deverá prever paredes de contraventamento nas duas direções. beneficiando o sistema estrutural e reduzindo 2.3. 2. aconselha-se vão de lajes menores que 4. procurando atender as orientações constantes nos itens seguintes. 2. tais como: isolamento térmico. prever também em projeto a futura colocação de caixas de ar condicionado.8 PREVISÕES PARA FUTURAS MODIFICAÇÕES: • • é importante que o projeto já tenha previsões de modificações possíveis de serem feitas. a solução adotada deve resolver o problema de fissuração entre a laje de forro e as paredes do ultimo pavimento.00cm. deixando claro as possíveis modificações.3. especialmente quando apresentarem dimensões que não possam seguir a modulação dos blocos. deve ser incluída no Manual do Proprietário (ou do Arrendatário. 2. ou parte delas. vãos livres e demais aberturas projetadas. permitindo a retirada das mesmas sem problemas para estrutura.3. NÃO sendo permitida a passagem dessas tubulações por dentro dos blocos estruturais. 2.7 ESPESSURA DAS PAREDES ESTRUTURAIS: • • utilizar o parâmetro de espessura mínima para o bloco estrutural.6 REVESTIMENTOS EXTERNOS: • a espessura dos revestimentos externos NÃO poderá ser inferior a 2. podendo assim o futuro morador modificar seu imóvel retirando essas paredes. MODULAÇÃO • • • dimensionar paredes de acordo com a família de blocos adotada.1 2.3. prevendo sistemas que minimizem a dilatação. deformações.4 DIMENSÃO DOS VÃOS: • • dimensionar os vãos das lajes de forma compatível ao sistema de alvenaria estrutural.• prever paredes não estruturais nos locais pré-estabelecidos como de alteração de projeto. 2. que é de 14. com utilização de paredes não estruturais. 2. ventilação adequada e cores claras nas telhas. o que é fundamental para a segurança e rigidez do sistema.3.00cm. na medida do possível buscar soluções de edifícios simétricos (distribuição simétrica de apartamentos por pavimento). adotar pé direito compatível com a modulação vertical dos blocos. atentar igualmente para o índice de esbeltez máximo de 20.3 A concepção arquitetônica deve ser estabelecida a partir da colaboração entre todos os envolvidos nos projetos para que se respeitem as restrições estruturais.3.3.3 PREVISÃO DE “SHAFTS”: • recomendamos o uso de “SHAFTS” para passagem de tubulações hidráulicas e sanitárias. 2. o que também contribui para maior rigidez estrutural.5 TIPO DE COBERTURA: • • adotar solução de coberta compatível com o sistema de alvenaria estrutural.3. estéticas e funcionais. prever detalhes construtivos para acabamentos de vãos de esquadrias. no caso do PAR) planta baixa reduzida com legenda indicando as alvenarias estruturais e de vedação. sem a necessidade de reforços estruturais.

2.4 DETALHES CONSTRUTIVOS • • • • • • elementos como vergas. NÃO será permitido o uso de contrafiadas como solução para solidarizar paredes estruturais com não estruturais.2. indicar a solução adotada para solidarizar as paredes estruturais.2.2 PAGINAÇÕES As paginações são fundamentais para uma perfeita execução em campo do que prevê o projeto. traços das argamassas e grautes. onde deve constar legenda com tipos de blocos. com tipos. uma vez que desta forma as tensões seriam transmitidos para paredes não estruturais. informações e recomendações.2. 30. dimensionando de forma correta. 3. que podem ser através do grampeamento/ grauteamento ou da contrafiada.3 UTILIZAÇÃO DE FAMÍLIA DE BLOCOS • Prever a utilização de famílias completas de blocos.1 3.3 3. de forma a permitir uma perfeita locação das paredes. pontos onde serão usados grauteamento e armaduras de reforço. devendo ser detalhados pelo menos os seguintes itens.1 PROJETO ESTRUTURAL O projeto estrutural deverá apresentar. no mínimo. detalhes de vergas e contra-vergas. coxins e fiadas de respaldo devem ser definidos e detalhados. além da memória de cálculo e plantas com dimensionamentos. apresentar detalhamento das fiadas de respaldo. Para isto. detalhes das cintas de amarração. nos pontos onde aparecem cargas concentradas. dimensões. IMPORTANTE As fiadas de respaldo devem ter capacidade resistente a esforços cortantes e de flexão. indicar com clareza as soluções adotadas para as interseções em “T”. • • • • 3. não sendo recomendado o uso de simples barras longitudinais dentro das canaletas. para cada elevação projetada: • • • • • • tipo e posição dos blocos. sendo esta ultima a mais recomendada. detalhar elementos estruturais utilizados para distribuir tensões concentradas sobre as alvenarias.2 3. etc). 3. resistências. consideradas essenciais. devendo contar com uma armadura bem definida. contra-vergas. no caso das vergas e contra-vergas prever e detalhar armadura no projeto. evitar utilização de muitos blocos especiais no interior das paredes. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS 48 .00cm. para evitar improvisações indesejáveis no canteiro de obras. com a função de fazer a ligação entre as paredes e a laje. bloco “J”. nelas devem ser indicadas: a legenda dos blocos que serão utilizados. dimensões e resistência dos mesmos. tais como vigas de apoio de escadas e caixas d’água. elementos de acabamento entre blocos e esquadrias. tais como bloco padrão. espessura de juntas etc. meio bloco e blocos especiais (bloco “U”. bloco “½ U”. o apoio ou traspasse das peças de vergas e contra-vergas nas alvenarias é de. “X” e “L”. o que indica solução de modulação inadequada. inclusive com as armaduras. folha de rosto. pelo menos os detalhes. o projeto proposto deverá conter: PLANTAS DAS 1ª E 2ª FIADAS • as plantas de 1ª e 2ª fiadas são as informações básicas para análise do projeto estrutural. bem como as cotas de assentamento. NÃO será aceita armadura de vergas e contra-vergas contendo simplesmente barra de aço longitudinal. que atendam parâmetros.

concepção para prédios altos sem utilização de graute ou com especificação de baixas resistências.5 PREVISÃO DE DANOS ACIDENTAIS. O acabamento deve ser feito com material elástico que tenha bom aspecto. evitando fissura nas paredes.5 .00m de vão. limitar o tamanho das paredes não contraventadas. decorrente da continuidade das paredes.2. possibilitando movimentações térmicas e de umidade. devendo tomar cuidados e atender os seguintes critérios: • • • • • • evitar paredes de vedação fracas e com baixa massa. IMPORTANTE • • • Para que as juntas tenham eficiência. nos edifícios. a resistência dos blocos deve se situar na faixa de 4. O projeto deverá prever utilização de juntas foram nos seguintes casos: • • • • • A aproximadamente cada 20 metros. que devem ser evitadas. nos encontros de paredes com diferenças de altura. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS 49 .0 MPA. o material com que serão preenchidas deve ser bastante deformável. menores que 4. projetar paredes estruturais com contraventamento em ambas as extremidades. ou mudanças de direção. espessura. O projeto estrutural deve ser concebido levando em consideração a possibilidade de danos acidentais que ocorrerem à estrutura. existência de uma dimensão muito maior que a outra. como limitador de rigidez em paredes de contraventamento.00 metros.2. As juntas devem ser contínuas ao longo de toda a dimensão das paredes. limitar o tamanho das aberturas. tais como: • • • uso de poucas paredes estruturais em uma determinada direção. de forma a manter sua dimensão dentro do padrão das outras paredes. IMPORTANTE • • Para prédios com 4 pavimentos e lajes de cerca de 3. limitar o vão das lajes a valores baixos. no encontro de paredes com grande diferença de tensões (estrutural x vedação).7 JUNTAS DE CONSTRUÇÃO E MOVIMENTAÇÃO Para evitar o surgimento de fissuras. entre a laje de coberta e as paredes periféricas do último pavimento.6 ESFORÇOS DE VENTO Com relação aos esforços de vento. para não gerar deficiências. considerar um aumento da armadura das lajes (laje mais densa que o usual em cerca de 10%) e uma continuidade da mesma (uso de telas). para prédios com mais de 4 pavimentos.6. o projetista deve prever a execução de juntas.2. em planta. 3. 3. o projetista deve atentar para algumas características. Para prédios com mais de 4 pavimentos recomendamos utilização de laje maciça.3.

2. Verticalmente devem ser usados os vazios dos blocos para passagem dos eletrodutos. o recomendável é o uso de SHAFTS. que à critério do projetista poderá ser preenchida com filetes nas laterais dos blocos. Não é permitida (NBR 10. 5. que deverão ser totalmente preenchidas. Dentro dos apartamentos os eletrodutos devem correr horizontalmente dentro das lajes ou das fiadas de respaldo. Não deve ser rasgada a alvenaria estrutural para passagem de tubulações hidráulicas.2. Pontos de grautes e armaduras.2 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS 50 . 4. estruturais ou outras causas diversas. para cada pavimento.837) a passagem de instalações hidráulicas dentro dos blocos estruturais. os seguintes elementos: • • • • • • • • • Planta baixa.2. e de 10 mm para juntas verticais. 3. movimentações térmicas.9 FUNDAÇÃO • • Como as cargas provenientes das alvenarias são distribuídas linearmente. Tubulações. Cortes. O projeto executivo deverá conter. a resistência dos blocos que serão utilizados.1 4.4 5 5. Vergas e contra-vergas. bem como os traços de argamassa e graute especificados. onde é determinada a legenda com todos os tipos de blocos utilizados na obra.3 4. deve ser feita preferencialmente em SHAFTS.1 PROJETO EXECUTIVO O projeto executivo é o conjunto de desenhos.2. com o objetivo de se manter de acordo com as normas e não causar enfraquecimento na alvenaria.2 PROJETOS DE INSTALAÇÕES Na elaboração dos projetos de instalações. ou em paredes não estruturais projetadas para esta finalidade.2. tendo em vista o risco de rompimento da tubulação por fadiga. recomenda-se o uso de paredes não estruturais para este fim. o projetista deve observar algumas premissas de encaminhamento de dutos.2 4. o mais natural é transmiti-las ao solo por meio de elementos de fundação também lineares.3. Amarrações. O projeto deverá ainda conter.2. É através dele que o coordenador de projetos passa à equipe de obra todas as orientações necessárias para o perfeito entendimento dos projetos. a tubulação de esgoto deverá correr sob a laje. Para tubulações verticais de esgoto. Elevações. no mínimo. Devem ser especificadas juntas de assentamento dos blocos. O projeto deverá atender às seguintes recomendações: A disposição dos eletrodutos nas áreas comuns por onde passam as prumadas elétricas e telefônicas. Informações sobre os materiais. definindo sua geometria e resistência. detalhes e informações que são fundamentais para que se tenha um resultado satisfatório na execução do projeto no canteiro de obras. No caso de tubulações horizontais.1 4. As caixas para tomadas e interruptores devem ser assentadas em blocos previamente preparados com serra a disco. como as sapatas corridas. cujos valores recomendados são de 10mm para juntas horizontais. Não serão permitidos trechos horizontais de eletrodutos em rasgos nas alvenarias estruturais.8 DEFINIÇÃO DOS ELEMENTOS DE PROJETO • • • O projeto deverá ter uma folha introdutória. O projetista deverá justificar a utilização de soluções distintas. Detalhes. 4 4.

etc. características climáticas. porte da obra. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS 51 . quanto na conferência dos quantitativos apresentados. O cronograma deve guardar coerência com o orçamento.• • Seqüência de execução. Ferramentas. O orçamento deve ser verificado tanto no seu aspecto de custos. 6 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS. regionais. ORÇAMENTO E CRONOGRAMA • • • As especificações devem retratar fielmente os dados contidos nos projetos. detalhando as informações contidas nos mesmos e esclarecendo pontos omissos ou de conflito entre peças técnicas. que devem estar baseados nos diversos projetos apresentados. etc.

ANEXO D : MEMORIAL DESCRITIVO – INFRA-ESTRUTURA ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO C1: ALVENARIA ESTRUTURAL – ORIENTAÇÕES E EXIGÊNCIAS 52 .

...5 DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO E SEGURANÇA Declarar: “A obra será suprida de todos os materiais e equipamentos necessários para garantir a segurança e higiene dos operários”........2)........MEMORIAL DESCRITIVO  INFRA ........... 1......... MEMORIAL DESCRITIVO DE INFRA-ESTRUTURA 1 SERVIÇOS PRELIMINARES E GERAIS 1......... IMPORTANTE Exige-se: • Placa da CAIXA...............6 CONTROLE DE QUALIDADE Declarar: “A Construtora implantará um Programa de Controle de Qualidade Total....ESTRUTURA IDENTIFICAÇÃO: Proponente Construtora Empreendimento Endereço : : : : .............. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 53 ..... 1................... 1............................ Esta placa nunca poderá ser menor que a maior placa afixada (exceto placas promocionais de venda)................................................................................3 MÁQUINAS E FERRAMENTAS Declarar: “Serão fornecidos todos os equipamentos e ferramentas adequadas de modo a garantir o bom desempenho da obra”......................................... incluindo procedimentos de execução e inspeção.................... conforme modelo padronizado (vide item 3...............................2 CANTEIRO E INSTALAÇÕES PROVISÓRIAS Declarar: “Será implantado canteiro de obras dimensionado de acordo com o porte e necessidades da obra”.................... ... esgoto....................... .. Cidade: .......... ..1 SERVIÇOS TÉCNICOS Declarar: “ Os serviços técnicos de topografia e sondagem e controle tecnológico serão descritos nos itens relativos a terraplenagem.............. a ser fixada em local frontal à obra e em posição de destaque...........................................4 LIMPEZA PERMANENTE DA OBRA Declarar: “A obra será mantida permanentemente limpa”............... 1........................................................................................ em conformidade com o PBQP-H”.......... drenagem e pavimentação”....... tanto de serviços como de materiais......................................................... 1..........

Declarar: “ Para lotes em aclive. ainda.00 m poderá ser adotada outra solução de contenção e proteção. Declarar: “Qualquer talude poderá ser substituído por muro de arrimo. declarar: • “ Todos os taludes.1 DESMATAMENTO. sendo que a descida das águas deverá ocorrer através de canaletas ou escadarias de dissipação interligadas ao sistema de captação.00 m receberão dispositivos de drenagem na crista e no pé do talude. Informar a espessura média de raspagem da camada vegetal superficial. Declarar: “Os controles e ensaios tecnológicos citados anteriormente serão executados em conformidade com as Normas Brasileiras”.2. na umidade ideal. Os taludes de altura superior a 2.00 m poderá ser adotada outra solução de contenção e proteção. mediante parecer de consultores de solo. declarar: • " Os taludes entre lotes e entre fundos de lotes serão protegidos do pé à crista com grama em placas”. Informar sobre a necessidade de serviços de empréstimo de solo e bota-fora e distância de transporte. Para lotes em declive.1 TERRAPLENAGEM SONDAGEM E CONTROLE TECNOLÓGICO Descrever os serviços de sondagem 2. • A cota do platô de cada prédio.2 TRABALHOS EM TERRA Descrever os serviços de topografia específicos para terraplenagem. Declarar: “ Havendo serviços de empréstimo de solo ou bota-fora.3 ATERROS Declarar: “ Os taludes de aterro terão inclinação máxima de 45o em relação à horizontal”. 2. para drenagem de águas pluviais no fundo destes lotes”. Declarar: “Taludes nas divisas do empreendimento. nos locais definidos em projeto”. Informar os equipamentos que serão utilizados. ficará no mínimo 15 cm acima do nível das circulações de uso comum do entorno do prédio”. O aterro será compactado em camadas com espessura compatível com o tipo de solo e com o equipamento utilizado.4 TALUDES No caso de CONDOMÍNIOS HORIZONTAIS e LOTEAMENTOS. 2. e grau de compactação mínimo de 95% do proctor normal”. mediante parecer de consultores de solo”. que necessitarem deitar saia em terreno externo ao empreendimento. No caso de CONDOMÍNIOS VERTICAIS. Havendo omissão de projeto. 2. Os taludes de altura superior a 3.2 2. haverá uma rede específica. a cota do platô ficará no mínimo 15 cm acima do greide da rua e a declividade mínima em direção à rua será de 0.5%.00 m receberão dispositivos de drenagem na crista e no pé do talude. a critério do Construtor”. receberão proteção com grama em placas. terão prévia anuência do proprietário vizinho”. Declarar: “ Nos locais de corte. receberão proteção com grama em placas. de qualquer altura. de qualquer altura. Os taludes de altura superior a 3. • “ Nas áreas de uso comum (Condomínios) e áreas públicas (Loteamento) todos os taludes. sendo que a descida das águas deverá ocorrer através de canaletas ou escadarias de dissipação interligadas ao sistema de captação. interrompidos com bermas providas de canaleta. interrompidos com bermas providas de canaleta. Citar quais serviços e materiais serão submetidos obrigatoriamente a ensaios tecnológicos e testes. na profundidade necessária. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 54 . subterrânea.2. tais serviços serão realizados em locais autorizados pelo Poder Público”. ainda. Informar as medidas preventivas a adotar quanto à estabilidade do solo e edificações de vizinhos (vistoria “Ad Perpetuam rei Memoriam”). 2. a inclinação máxima do talude será de 45o em relação à horizontal”.00 m serão. uma camada de no mínimo 60 cm abaixo da cota de projeto ficará livre de tocos e raízes”. DESTOCAMENTO E LIMPEZA SUPERFICIAL Declarar: “Será realizado o corte e remoção da vegetação (incluindo tocos e raízes) e do solo orgânico.2 CORTES Declarar: “ Os taludes de corte obedecerão às inclinações definidas em projeto. Declarar: “ Os materiais utilizados para aterro serão de 1a qualidade e estarão isentos de matéria orgânica e impurezas.2. Os taludes de altura superior a 2.00 m serão. Para estes taludes com altura superior a 3. Para estes taludes com altura superior a 3.2.

4 ESGOTAMENTO SANITÁRIO Declarar: “O projeto obedecerá às Normas da Concessionária ou Órgão Responsável”. reaterro e compactação. escavação (indicando largura e profundidade das valas). Informar sobre o lançamento final: se for em rede existente. • Preparação da “ caixa” da via pública acrescida de 50 cm para cada lado além do alinhamento da guia. 1. esgotamento. aterro e colocação de tampão. de forma a garantir que a sarjeta e a guia sejam assentados sobre terreno devidamente compactado. conexões e tipos de juntas. Informar a quem caberão as providências e eventuais ônus junto à Concessionária quanto às ligações domiciliares. após concluído. Informar se. impermeabilização. vistorias e interligações”. Declarar: “Serão de responsabilidade do Construtor as providências e eventuais ônus junto à Concessionária quanto à fiscalização. definindo inclusive a responsabilidade sobre a operação e manutenção do sistema. Descrever a concepção geral do sistema de esgotamento: coleta. 3 ABASTECIMENTO DE ÁGUA POTÁVEL Declarar: “O projeto obedecerá às Normas da Concessionária ou Órgão Responsável. lastros e lajes de fundo. revestimento. alvenaria. declarar: “ O projeto obedecerá às Normas da Concessionária ou Órgão Responsável”. definindo inclusive a responsabilidade sobre a operação e manutenção do sistema. assentamento de tubulações. indicando claramente as especificações dos tubos. Informar como serão executadas as ligações domiciliares (tomada de água da rede. semi-enterrado ou elevado. Descrever a execução dos poços de visita e de inspeção: escavação. Declarar: “ O Construtor disponibilizará ao operador o projeto completo do sistema (levantamento cadastral)”. Informar sobre a captação: se for em rede existente. Descrever os serviços de topografia relativos ao esgotamento sanitário. Informar se o esgoto receberá tratamento antes do lançamento final. caixas de registro. mormente quando a área envolver mata nativa.00 m acima do nível das circulações de uso comum. Nos casos de CONDOMÍNIO HORIZONTAL e LOTEAMENTO. esgotamento de valas. no mínimo. Informar se a rede e o tratamento serão públicos ou privados (exclusivos do condomínio). declarar: “ A interligação da caixa de inspeção final ao coletor será realizada juntamente com a rede coletora. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 55 . Informar se o sistema será público ou privado (exclusivo do condomínio). Descrever a forma de reservação: reservatório enterrado. Informar a quem caberá as providências e eventuais ônus junto a Concessionária quanto às ligações domiciliares. 3. destocamento e limpeza. informar o ponto de interligação. indicar o ponto de interligação. • Cota de platô de prédios com apartamento no térreo. montagem e instalação de cavalete). Declarar: “Serão de responsabilidade do Construtor as providências e eventuais ônus junto à Concessionária quanto a fiscalização. Declarar: “ O Construtor disponibilizará ao operador o projeto completo do sistema (levantamento cadastral)”. Descrever o tipo de tratamento e informar sobre a autorização dos Órgãos Competentes. escoramento. • Atentar para a anuência dos Órgãos Ambientais durante os serviços de terraplenagem. garantindo maior privacidade e conseqüente valorização destes apartamentos. reservação e distribuição. informar vazão.Sugere-se: • Que o movimento de terra seja iniciado somente após a conclusão das operações de desmatamento. escavação de valas (indicando largura e profundidade). Especificar os materiais a serem empregados. se for em curso d’água. ancoragem. dissertar sobre a autorização dos Órgãos Competentes. Informar a quem caberá a responsabilidade de fornecimento e instalação de hidrômetros. ou regiões de proteção ambiental. regularização de fundo. se for através de manancial de superfície. vistorias e interligações”. regularização das valas (apiloamento e lastros). tratamento para potabilidade e autorização do Órgão Competente. evitando rasgos futuros na pavimentação”. tratamento e lançamento final dos efluentes. reaterro e compactação. Informar a declividade mínima da rede e também a distância máxima entre poços de inspeção. Especificar os materiais e descrever a execução dos serviços de rede: locação. se for através de poço profundo. vida útil. ramal predial.” Descrever a concepção geral do sistema: captação. informar vazão. potabilidade. escoramento. para todos lotes do empreendimento. vida útil do lençol e autorização do Órgão Competente . tratamento. Descrever a execução dos serviços de rede: locação. cadastramento de interferências.1 INSTALAÇÕES DE COMBATE A INCÊNDIO Havendo necessidade de rede. Informar se os efluentes serão lançados em rede pública. assentamento de tubulação. o sistema será doado à Concessionária.

bem como as contribuições a montante”. assentamento de tubulações. escavação (indicando largura e profundidade das valas).1 PAVIMENTAÇÃO. Descrever os dispositivos de drenagem: poços de visita. Declarar: “ O Construtor disponibilizará ao operador o projeto completo do sistema (levantamento cadastral)”. Informar a declividade mínima da rede. GUIAS. vistorias e interligações”. prever em projeto o sistema de drenagem interna aos lotes.5 %. DRENAGEM DE LOTES Informar se haverá rede de drenagem interna à quadra. Descrever os dispositivos de drenagem: poços de visita. conforme a seguir: 56 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO . Declarar: “ Serão de responsabilidade do Construtor as providências e eventuais ônus junto a Concessionária quanto à fiscalização. • Que os lotes fiquem em aclive. ou se haverá caimento dos lotes para a rua. reaterro e compactação. escavação (indicando largura e profundidade das valas). caixas de passagem. tampões e bocas de lobo. escavação (indicando largura e profundidade das valas). Descrever os serviços de topografia relativos à rede de drenagem. reaterro e compactação. caixas de areia e caixas de passagem com dimensões adequadas à limpeza.5 5. Declarar: “ Serão de responsabilidade do Construtor as providências e eventuais ônus junto ao Órgão Responsável quanto a fiscalização. Informar a declividade mínima da rede.2 5. Informar como e onde será o lançamento final das águas pluviais. esgotamento. será doada à Prefeitura ou Órgão Responsável. Ocorrendo lotes em declive. DRENAGEM EM ÁREAS DE USO COMUM DE CONDOMÍNIOS Declarar: “No dimensionamento da drenagem foi considerada a área de contribuição do empreendimento. tampões e bocas de lobo. assentamento de tubulações. Informar os locais onde haverá drenagem superficial e drenagem subterrânea. tampões e bocas de lobo. Informar os locais onde haverá drenagem superficial e drenagem subterrânea.3 Sugere-se: • Declividade mínima de 0. Informar os controles tecnológicos que serão utilizados. escoramento. escoramento. o mesmo será doado ao Órgão Responsável. Descrever os dispositivos de drenagem: poços de visita. Especificar os materiais e descrever a execução dos serviços de rede: locação. Especificar os materiais e descrever a execução dos serviços de rede: locação. SARJETAS E SARJETÕES PAVIMENTAÇÃO EM RUAS DE LOTEAMENTO Declarar: “O projeto obedecerá às Normas da Prefeitura ou Órgão Responsável”. • Bocas de lobo. regularização das valas (apiloamento e lastros). reaterro e compactação. após concluída. caixas de passagem. Descrever os serviços de topografia e sondagem relativos à pavimentação. escoramento. Informar como e onde será o lançamento final das águas pluviais. regularização das valas (apiloamento e lastros). Informar se a rede de drenagem em viela. revestimento interno liso e tampa removível. permitindo escoamento superficial em direção à rua frontal. Declarar: “ O Construtor disponibilizará ao operador o projeto completo do sistema (levantamento cadastral)”. Informar se a drenagem interna aos lotes será em área pública (viela) ou atravessando os lotes (servidão de passagem). Declarar: “No dimensionamento da drenagem foi considerada a área de contribuição do empreendimento. Especificar os materiais e descrever a execução dos serviços de rede. Informar a declividade mínima da rede. Declarar: “Será efetuada a terraplenagem com grau de compactação igual a 95% do Proctor Normal”. caixas de passagem. esgotamento. regularização das valas (apiloamento e lastros). Descrever os trabalhos em terra quanto ao PREPARO DA CAIXA DO PAVIMENTO. Informar se após concluído o sistema. vistorias e interligações”. bem como as contribuições a montante”. : locação. assentamento de tubulações. 5. 6 6. Informar os locais onde haverá drenagem superficial e drenagem subterrânea.1 DRENAGEM DE ÁGUAS PLUVIAIS DRENAGEM EM RUAS DE LOTEAMENTO Declarar: “O projeto obedecerá às Normas da Prefeitura ou Órgão Responsável”.

Informar as dimensões das guias. compactação. após a execução dos travesseiros ou bolas de apoio”. sarjetas e sarjetões. camada de bloqueio). Informar a resistência mínima do concreto para guias. regularização de camada solta. Declarar: “A faixa de no mínimo 0. • Imprimação (imprimação impermeabilizante e imprimação ligante). base. compactação e regularização final. solo-brita. especificar os materiais e a execução dos serviços que comporão o pavimento: • Preparo da caixa do pavimento (sub-leito. umedecimento ou secagem. Declarar: “Serão de responsabilidade do Construtor as providências e eventuais ônus junto quanto a fiscalização. o mesmo será doado à Prefeitura ou Órgão Responsável”. assentamento. umedecimento ou secagem.1 GUIAS. lastros.15 m. Declarar: “ As guias serão executadas em concreto com resistência mínima de 20 Mpa ou conforme norma da Prefeitura”. Declarar: “Serão de responsabilidade do Construtor as providências e eventuais ônus junto quanto a fiscalização. o mesmo será doado à Prefeitura ou Órgão Responsável”. vistorias e recebimento do serviço”. declarar . compactação e regularização final. esparrame. • Descrever os serviços de REFORÇO DO SUB-LEITO: transporte. imprimação. onde constem as especificações e normas a serem atendidas para execução dos serviços. “Serão executados “travesseiros” de apoio de concreto na face externa das junções das peças ( lado calçada ). deverá ser aterrada e compactada com material de boa qualidade. Sugere-se: • Solicitar Certidão de Diretrizes de Pavimentação junto à Prefeitura.” Informar os locais e os tipos de pavimento que serão utilizados em função do tráfego a que estarão sujeitos. Declarar: “Após concluído o pavimento.50 m contígua à anteface das guias. para evitar seu tombamento”. sarjetas e sarjetões que serão utilizados (pré-moldados. Declarar: “Após concluído o pavimento. Informar a espessura das camadas do pavimento: sub-base. perfis e seções transversais do projeto. regularização) e execução das guias ( base. reforço do sub-leito. • Descrever o serviço de camada de bloqueio: distribuição do material e compressão. Informar os materiais e a execução dos serviços que serão empregados. • Revestimento (tratamento superficial. Especificar os materiais a serem empregados. SARJETAS E SARJETÕES DE CONCRETO Declarar: “O projeto obedecerá as Normas da Prefeitura ou Órgão Responsável. concreto betuminoso usinado a quente – CBUQ). revestimento asfáltico. juntas) e sarjetões. execução da sarjeta. Declarar: “O Construtor disponibilizará à Prefeitura ou Órgão Responsável o projeto do pavimento (levantamento cadastral)”. Informar a espessura das camadas do pavimento: colchão de assentamento e paralelepípedos ou blocos de concreto. bem como os equipamentos utilizados. moldados no local. No caso de PAVIMENTAÇÃO COM PARALELEPÍPEDOS ou PAVIMENTAÇÃO COM BLOCOS PRÉ-MOLDADOS DE CONCRETO. Declarar: “As guias e sarjetas serão assentadas sobre terreno mecanicamente compactado”. Declarar: “O Construtor disponibilizará à Prefeitura ou Órgão Responsável o projeto do pavimento (levantamento cadastral)”. • Rejuntamento. camada estabilizada granulometricamente. alternando eixo. • Compressão. sobre a terraplenagem acabada. pré-misturado a frio. Informar a declividade do centro do pavimento em direção à sarjeta. encostamento de terra). Descrever os serviços de topografia relacionados com guias e sarjetas.” Descrever o tipo de guias . pulverização. bem como ensaios e controle tecnológico.• Descrever os serviços de PREPARO DO SUBLEITO: escarificação. • Travamento. solo-cimento. bordos direito e esquerdo”. • Sub-base e base (macadame hidráulico. No caso de PAVIMENTAÇÃO ASFÁLTICA. No caso de guias pré moldadas. 57 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO . macadame betuminoso). brita graduada.2. sarjetas (base. vistorias e recebimento do serviço”. pulverização. especificar os materias e a execução dos serviços que comporão o pavimento: • Colchão de assentamento. 6. regularização da camada solta. Declarar: “ Os serviços de PREPARO e REFORÇO DO SUB-LEITO consistem na execução. sarjetas e sarjetões. para a obtenção da superfície definida nos alinhamentos. guias e sarjetas monolíticas). de todas as operações necessárias à compactação do sub-leito na profundidade de 0. Descrever a execução dos serviços de preparo do terreno (terraplenagem. Declarar: “O Controle tecnológico do pavimento será realizado por laboratório especializado à razão de um ensaio a cada 60 metros de pista. concreto rolado. • Assentamento.

Esclarecer se haverá ambiente de estocagem de cilindros de gás. Descrever os materiais que serão empregados. juntas e declividades. Informar os tipos de instalações que serão utilizados: aérea ou subterrânea. estrutura. Descrever os materiais que serão empregados.4 6. distância entre eles. Descrever os materiais que serão empregados. bem como a espessura final do pavimento. Informar o tipo de muro de arrimo que será executado: de alvenaria ou concreto armado. PORTÃO AUTOMÁTICO. 9 GÁS Declarar: O projeto obedecerá as normas da Concessionária local”. Declarar: “Os muros de arrimo serão objeto de projeto específico. Esclarecer se haverá fiação para: antena. 7. Informar se a rede será pública ou privativa do condomínio. bem como a espessura final do pavimento. (CONFIRMAR) Declarar: “Serão executadas todos serviços para permitir a utilização imediata dos equipamentos instalados. etc.3 EQUIPAMENTOS: PORTEIRO ELETRÔNICO. Informar os equipamentos que serão instalados..5 7 ENERGIA E ILUMINAÇÃO REDE DE ENERGIA Declarar: “O projeto obedecerá às Normas da Concessionária”. Descrever a forma de execução dos serviços. Especificar os materiais como postes (material. ETC.6. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 58 . 8 TELEFONE/INTERFONE/ANTENA Declarar: “O projeto obedecerá as Normas da Concessionária”. 6. Descrever a execução dos serviços compreendendo as fundações. 10 10. ou se haverá apenas duto seco.). contraventamento. telefone e interfone. Especificar dutos e fiação. Informar o tipo de instalação que será utilizado: subterrânea ou aérea.1 7.” Declarar: “Os muros de arrimo que possuírem altura superior a 2. ANTENA COLETIVA. espessura. Especificar os materiais a serem utilizados e descrever a execução dos serviços. VIA DE PEDESTRE em CONDOMÍNIOS Definir o tipo de piso a ser utilizado e se abrangerá a largura total da via de pedestre.00 m serão providos de Guarda Corpo de Proteção”.). Informar como serão demarcadas e numeradas as vagas. Descrever a forma de execução dos serviços. juntas de dilatação (material e distanciamento) e sistema de drenagem. sem necessidade de obras complementares. etc. fiação e luminárias. Descrever a forma de execução dos serviços. Declarar: "Serão executados muros de arrimo sempre que necessário.3 PISO DE ESTACIONAMENTO e ACESSO DE VEÍCULOS em CONDOMÍNIOS Definir o tipo de piso a ser utilizado. Especificar os materiais e execução do Guarda Corpo de Proteção. elaborado por profissional habilitado”. 7. Declarar: “A construtora fará o pedido de inspeção junto a Concessionária para obtenção do Atestado de Recebimento”. bem como a espessura final do pavimento e declividades.2 ILUMINAÇÃO EXTERNA Informar os tipos de luminárias e lâmpadas a serem utilizadas. Declarar: “Serão de responsabilidade do Construtor as providências e eventuais ônus junto quanto a fiscalização.. vistorias e recebimento do serviço”. INTERFONE. PASSEIO PÚBLICO em LOTEAMENTOS Definir o tipo de piso a ser utilizado e se abrangerá a largura total do passeio público. Informar os locais onde serão instalados pontos de iluminação. à exceção das ligações definitivas “. juntas e declividades.1 OBRAS ESPECIAIS MUROS DE ARRIMO/CONTENÇÃO Informar os locais onde serão executados. elevações (altura.

estrutura. sendo entregues devidamente testadas e em perfeito estado de funcionamento.6 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 59 . etc. MARCAÇÃO DOS LOTES No caso de LOTEAMENTOS e que não for previsto muros de fechamento. cronograma.2 10. memorial. memorial e orçamento”. com cerâmicas e azulejos totalmente rejuntados e lavados. desde que apresentadas com antecedência à CAIXA. irrigação.: grama em placas justapostas ou semeadura). devendo os produtos apresentarem desempenho técnico equivalente àqueles anteriormente especificados. atendendo às recomendações da ABNT e das Concessionárias locais”. 12. eventuais substituições serão possíveis. Declarar: “Esta empresa tem ciência das exigências do Manual Técnico de Engenharia da CAIXA.2. 12 12. com altura de mínima de 1. mais precisamente. Especificar as características dos tutores e protetores das árvores. Informar o tipo de fechamento que será executado. FECHAMENTO PERIMETRAL DE CONDOMÍNIO Informar os locais onde serão executados os fechamentos.5 11 PAISAGISMO Informar os locais onde será executado o paisagismo. inclusive portões. Declarar: “Estará disponibilizada em canteiro a seguinte documentação: todos os projetos (inclusive complementares). fixadas em tutores e envoltas por protetores”.5 12. A obra oferecerá total condição de habitabilidade.3 12. Declarar: “Serão plantadas no mínimo uma muda de árvore por unidade habitacional. Declarar: “ A manutenção da grama. escadas de acesso. sem quaisquer ônus financeiro para a CAIXA. Especificar as espécies de grama. diário de obra. com aparelhos. indispensáveis à perfeita habitabilidade das Unidades Habitacionais.1 12. de acordo com as Normas Brasileiras”. árvores e arbustos será feita até a entrega da obra”. Declarar: “A obra será entregue completamente limpa. mediante comprovação através de ensaios desenvolvidos pelos fabricantes. plantio. ( ex.3 10. Descrever a execução dos serviços compreendendo as fundações.” Declarar: "Esta empresa responsabiliza-se pela execução e ônus financeiro de eventuais serviços extras.4 10. PLACAS DE IDENTIFICAÇÃO Declarar: “A obra será entregue com todas as placas de identificação necessárias”. vidros. juntas de dilatação (material e distanciamento) e acabamentos. etc. declarar: “ Os lotes serão entregues devidamente demarcados por piquetes”. tamanhos e quantidades das plantas que comporão o paisagismo. das Condições Mínimas e Exigências. etc. Especificar as características como.1 OUTROS BENFEITORIAS Descrever os serviços complementares que serão executados. alvará de construção e documentação do Programa de Qualidade”. piscinas. comprometendo-se a cumprir tais instruções”.80 m”.2 10. tais como: equipamentos de play-ground.5 12.).4 12. prevalece o Manual da CAIXA.2.2. Declarar: “ Os fechamentos perimetrais do condomínio terão altura mínima de 1. mesmo que não constem no projeto. bancadas e peitoris isentos de respingos. comprovada com a expedição do “ habite-se” pela Prefeitura Municipal”. Declarar: “Em função da diversidade de marcas existentes no mercado. Especificar os materiais que serão utilizados.10.00 m.2. LIMPEZA FINAL Declarar: “Será efetuada a limpeza final de toda o obra”. Especificar as dimensões e o tipo de piquete (ferro. Declarar: “Em caso de divergência entre as exigências constantes no Memorial Descritivo do Manual Técnico de Empreendimento da CAIXA e os projetos ou especificações apresentados pela Construtora.2.2 DECLARAÇÕES FINAIS Declarar: “A obra obedecerá à boa técnica. 10. concreto) que será utilizado. arbustos e árvores que serão plantadas. orçamento. Descrever a execução dos serviços compreendendo movimento de terra. espessura. As instalações serão ligadas definitivamente à rede pública existente. elevações (altura.

721 ou orçamento) prevalece o que for mais vantajoso para a CAIXA. Declarar: “ Em caso de incompatibilidade entre peças técnicas (projetos.8 Local e data _____________________________________ Construtora ______________________________________ Proponente ______________________________________ CAIXA . orçamento. diário de obra atualizado. a critério da GIDUR”. memoriais. especificações técnicas. controles de recebimento de materiais na obra.12. controle de liberação dos serviços executados na obra e documento PCMAT – Programa de controle de materiais e equipamentos de segurança pessoal da obra”.Visto do Engenheiro ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 60 .7 Declarar: “Estará disponibilizada em canteiro a seguinte documentação: todos os projetos aprovados. quadros da NBR 12. 12. alvará de construção. cronograma. relatórios dos ensaios tecnológicos de materiais e serviços.especificações.

ANEXO E : ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E ORÇAMENTO RESUMO – HABITAÇÃO/EQUIPAMENTO COMUNITÁRIO ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 61 .

INSERIR NESTA PÁGINA O CONTEÚDO DAS PASTAS: “3Manual-Modelos \Orçam-Cronog-HAB \Orçamento-Discriminativo” “3Manual-Modelos \Orçam-Cronog-HAB \Orçamento-Resumo” ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO E: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – HABITAÇÃO/EQ COMUNITÁRIO 62 .

ANEXO F : ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E ORÇAMENTO RESUMO – INFRA-ESTRUTURA ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 63 .

INSERIR NESTA PÁGINA O CONTEÚDO DAS PASTAS: “3Manual-Modelos \Orçam-Cronog-INFRA \Orçamento-Discriminativo” “3Manual-Modelos \Orçam-Cronog-INFRA \Orçamento-Resumo” ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 64 .

ANEXO G : CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – HABITAÇÃO/EQUIPAMENTO COMUNITÁRIO ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 65 .

INSERIR NESTA PÁGINA O CONTEÚDO DA PASTA: “3Manual-Modelos \Orçam-Cronog-HAB \Cronograma-HAB” ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO G: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – HABITAÇÃO/EQUIPAMENTO COMUNITÁRIO 66 .

ANEXO H : CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – INFRA-ESTRUTURA ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 67 .

INSERIR NESTA PÁGINA O CONTEÚDO DA PASTA: “3Manual-Modelos \Orçam-Cronog-INFRA \Cronograma-INFRA” ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO H: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – INFRA .ESTRUTURA 68 .

GLOBAL ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 69 .ANEXO I : CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO .

INSERIR NESTA PÁGINA O CONTEÚDO DA PASTA: “3Manual-Modelos \Cronograma-Global” ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO I: CRONOGRAMA FÍSICO-FINANCEIRO – GLOBAL 70 .

ANEXO J : DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE ATENDIMENTO PELA CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 71 .

.......... informamos que esta concessionária tem condições de fornecer ENERGIA ELÉTRICA.............................. 2 Informamos que o ônus pela execução dos serviços será de responsabilidade de ../... ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO J: DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE ATENDIMENTO PELA CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA 72 . 1 Em atendimento à consulta formulada por V.......... na carga solicitada............ a partir do dia ...... 2 Exigências desta concessionária para viabilizar o atendimento: ................/...... ................................. À ( nome da empresa solicitante ) Assunto : VIABILIDADE DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉTRICA Ref :( nome do empreendimento e número de unidades ( endereço do empreendimento ) ) Prezados Senhores............ 3 Esclarecemos que esta Concessionária assumirá a operação e manutenção do sistema em pauta.......... ... ....( papel timbrado da concessionária) ( local )...............................................................................S......................... Atenciosamente ____________________________________ Responsável pela Concessionária Carimbo/Assinatura OBS: PODERÁ SER USADO MODELO PADRÃO DA CONCESSIONÁRIA LOCAL..................................................................../..... para o empreendimento supra-citado./......

ANEXO K : DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE ATENDIMENTO PELA CONCESSIONÁRIA DE ÁGUA E ESGOTO ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 73 .

............... a partir do dia .......... 2 Exigências desta concessionária para viabilizar o atendimento: ...... b) O esgoto sanitário deverá ser lançado no POÇO DE VISITA número ......................................................S........./...................... 1 Em atendimento à consulta formulada por V.............. À ( nome da empresa solicitante ) Assunto : VIABILIDADE DE FORNECIMENTO DE ÁGUA E DE COLETA DE ESGOTO SANITÁRIO Ref :( nome do empreendimento e número de unidades ) ( endereço do empreendimento ) Prezados Senhores................ na vazão necessária....................... ............................................. ...... para o empreendimento supra-citado........... .................................................... ....................................( papel timbrado da concessionária) ( local )..........com interligação ao ponto localizado em ................................................................................/... localizado na rua ................../...................... 4 Atenciosamente ____________________________________ Responsável pela Concessionária Carimbo/Assinatura OBS:PODERÁ SER USADO MODELO PADRÃO DA CONCESSIONÁRIA LOCAL....................................... ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO K: DECLARAÇÃO DE VIABILIDADE DE ATENDIMENTO PELA CONCESSIONÁRIA DE ÁGUA E ESGOTO 74 ... 3 Informamos que o ônus pela execução dos serviços será de responsabilidade de .............. informamos: a) Esta concessionária tem condições de fornecer água potável. Esclarecemos que esta Concessionária assumirá a operação e manutenção do sistema em pauta............................../.....................

ANEXO L : PLANILHA DE LEVANTAMENTO DE SERVIÇOS EXECUTADOS .PLS MODELO DA CAIXA. ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO F: ORÇAMENTO DISCRIMINATIVO E RESUMO – INFRA-ESTRUTURA 75 .

caixa.. etc.ANEXO M : PLACA DE OBRA IMPORTANTE: • roteiro detalhado sobre dimensões. proporção de letras. é disponibilizado no site da CAIXA:       • www. tonalidades.br DESENVOLVIMENTO URBANO Cartilhas. cores. Guias e Manuais Manuais Técnicos Placa de Obra Manual adotar modelo próprio do programa..gov. .

ANEXO N : MANUAL DO ARRENDATÁRIO As Orientações para elaboração do Manual do Arrendatário estão contidas no item 1.20 ________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________ ANEXO N: MANUAL DO ARRENDATÁRIO 77 .2.