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Nome: Sérgio Ricardo de Souza Pereira Nº. de matrícula: 7.2.

8462 Pólo de São José dos Campos Disciplina: Comunicação Organizacional Atividade: Resenha Artigo e Texto Cap 3 - Parte II Data: 31/03/2008 Tutoria Presencial: Irene de Fátima Pinto

Fascículo: Comunicação Organizacional: Washington Luís Vieira da Silva (2007), Capítulo 3 - “A comunicação nas empresas – Estudos de Casos.”

Resenha Artigo Data: 31/03/2008 De: Sérgio Ricardo de Souza Pereira Assunto: O tripé das organizações: pessoas, cultura e comunicação Andréa Clara Freire Batista, graduada em Secretariado Executivo pela UCSAL e Relações Públicas pela UNIFACS, Mestre em Comunicação Social, Linha de Pesquisa Comunicação Empresarial e Mestranda em Administração, Linha de Pesquisa Gestão de Pessoas, ambos pela UMESP. A sobrevivência das empresas apoiada na ligação entre a Gestão de Pessoas, a Cultura Organizacional e a Comunicação Empresarial. O artigo elaborado pelo autor para apresentar a Gestão de Pessoas, a Cultura Organizacional e a Comunicação Empresarial como essenciais para o sucesso de uma organização, sendo apresentado basicamente em três partes referentes a essas áreas. Inicialmente é feito uma breve exposição sobre a fragmentação dos processos comunicacionais presente hoje nas empresas, fruto das tendências que tem modificado e ampliado as maneiras de se comunicar. Utiliza-se da citação de vários autores, apontando a evolução da comunicação de uma função de segundo plano a uma de relevância na política negocial das empresas e não mais para momentos de crise e de recursos, passando à condição de insumo estratégico. Ao abordar a Gestão de pessoas, foca o elemento humano como fator de importante diferenciação no mercado, devido à Globalização e as constantes mudanças, exigente de resultados, de relações mais profissionais e diferenciadoras do desempenho individual. Aponta que a sobrevivência das organizações está atrelada à imprevisibilidade, tendo por palavras de

organizando-o e os processos empresariais de forma mais integrada para a eliminação de barreiras internas de comunicação. a avaliação e o julgamento dos resultados. possibilitando o compartilhar do mesmo sentimento de missão e oferecer sua contribuição para o sucesso. aos grupos e às tarefas em que estão . a comunicação não pode ser vista como uma atividade incontrolável e imprevisível que aumenta a distância do foco nos resultados do negócio. a gestão deve buscar continuamente a melhoria da gestão de pessoas e dos serviços e produtos comunicacionais. o que levará ao comprometimento. isto é. É o surgimento de uma cultura empreendedora que traz a inovação. mantendo a credibilidade das pessoas na organização. motivo pelo qual aparece a mudança na cultura organizacional. Lembra ainda que. direta ou indiretamente. Por conseguinte. o envolvimento e a ação das mesmas de forma pró-ativa. Portanto. trata também da pesquisa de clima organizacional como um instrumento de auxílio à gestão administrativa. tidas como responsáveis pela imagem da empresa. Chama a atenção para que. reconhecendo o papel da cultura organizacional e a importância da comunicação empresarial.ordem a agilidade e adaptabilidade. visando flexibilidade para aprender a lidar com as mudanças de forma totalmente nova. além do foco no negócio e no consumidor. O uso de instrumentos de medição do desempenho de cada atividade do fator humano e da comunicação tornam-se imprescindíveis. exigindo uma visão ampla e um controle e uma avaliação permanentemente dos resultados. e que a mesma é um excelente canal de comunicação entre os níveis organizacionais mais altos e os demais existentes na empresa. o que implica no envolvimento de todos os indivíduos. conseqüentemente. o autor passa a descrever a ação e a cooperação das pessoas por fundamentais para reconfigurar a forma de administrar. a comunicação empresarial. dependendo da forma como são tratadas e da consideração que recebem quanto às informações que são disponibilizadas. Reconhece que uma empresa age em função de resultados objetivos e que os avanços da ciência administrativa revelam que a forma mais eficiente de atuar é buscar nos seus públicos internos a criatividade e iniciativa. sugerindo idéias para resolver e/ou evitar os problemas organizacionais. o qual as empresas devem levar em conta por ser atingido por ações de comunicação e de valorização das pessoas. Trabalhar a comunicação é utilizá-la constantemente e não apenas em situações de emergência. Invoca a necessidade ter criatividade nos processos comunicacionais e mudança comportamental na análise do seu público externo. do público interno. Ressalta que a organização tem que pensar “pessoas”. e também para a ajudar a descrever as percepções e os sentimentos das pessoas com relação às organizações. Dessa forma. a busca e a identificação de oportunidades. a política de Recursos Humanos tem que perceber os indivíduos como atores participantes e influenciadores de mudanças. as pessoas podem ser defensoras ou detratoras da organização. tendo em vista que elas são uma das forças que existem concretamente numa organização são as pessoas. o texto volta-se para a Comunicação. As pessoas adquirem um papel importante. o trabalho criativo. influenciando na implementação de estratégias. Decorre daí o desafio de desenvolvimento de uma cultura organizacional na qual as pessoas. Já em uma segunda parte. não se aceita mais o comando da gestão de pessoas por grupos de poder que priorizem apenas as contingências da organização. além dos respectivos negócios e a comunicação entre eles. Assim. participantes do processo. promovendo a cultura organizacional e. precisam ser motivadas e não controladas. que permite o acompanhamento. Em sua terceira parte.

mestranda em Comunicação Social na UMESP O uso da comunicação na administração de crises. que satisfaçam os clientes e. desastres naturais. porque elas acontecem. sofrem interferências e condicionamentos variados. e que portanto. afirmando ser necessário a apresentação pela organização de uma proposta transparente de intenções (cultura organizacional). como: “qualquer coisa negativa que escape ao controle da empresa e ganhe visibilidade. clara e coesa com os interesses da empresa por meio de respeito ao contínuo desenvolvimento e satisfação das necessidades das pessoas. Cita ainda dois exemplos ilustrativos. etc. tanto a cultura organizacional e a comunicação não existiriam. empregados. Indica também que elas podem ser de vários tipos (desastres industriais. o que fica nítido é o incentivo e reconhecimento das pessoas como o fator mias importante desse tripé . produtos. . não abordados nessa resenha. assim como uma das suas características é não ter local fixo para acontecer e existem por vivermos num mundo interligado. potencialmente provocadora de prejuízo significativo a uma empresa. utilizando-se para isso de uma breve explanação sobre o que é uma crise. As primeiras administram as crises e as outras deixam fatos e boatos destruírem suas reputações. já que sem as pessoas. refletindo o modo como a empresa lida com seu público interno (influenciando o comportamento dos indivíduos) e com a cultura organizacional e a comunicação empresarial.” Acrescenta ainda que o peso da falha humana pode provocar crises por ações ou inações impróprias e que boatos podem se transformar em crise. com base em alguns autores. mostra que as crises acontecem porque embora todas as organizações sejam vulneráveis. etc. Conclui. quer interna ou externamente. esclarece que só a existência de uma política de Recursos Humanos e uma comunicação empresarial formalizada. o que fazer e o papel das organizações nessa administração. ao mesmo tempo. Finalizando. tornando-a sempre confiável e competitiva. para sobreviverem aos desafios será necessário a incorporação de novos valores. Inicia definindo crise como. o seu público interno é o maior capital que uma organização pode ter. através de uma comunicação simples. falhas em equipamentos ou construções. processos de gestão das pessoas e uma constante avaliação dos efeitos comunicacionais. não garantem que todos os problemas da empresa sejam resolvidos. O autor procurou apresentar a importância do uso da comunicação em uma situação de crise. umas estão mais preparadas que outras. Chama a atenção que as comunicações diárias nas organizações. Resenha Texto Data: 31/03/2008 De: Sérgio Ricardo de Souza Pereira Assunto: Administração de crises: a importância da comunicação Carolina Rodriguez é jornalista. Na seqüência. Saber reconhecer entre os seus colaboradores a criatividade e a iniciativa na geração de idéias que atendam os objetivos e metas da empresa. Em todo o texto. como administrá-las.envolvidas. imprevisível. não esquecendo das ações responsabilidade social.). alinhadas as ações com a estratégia de negócio da organização. mas de conhecimento mundial que são o Caso do Tylenol e o do vôo da TAM em 1996.

através da imprensa. O fator controle da mídia. Indica ainda como regra básica administração de uma crise de imagem a prevenção. onde muitas vezes os ânimos estão acirrados ou destruídos. das ações tomadas de maneira correta e eficiente. aos investidores e aos outros setores envolvidos. o importante é que as decisões tomadas e as ações necessárias sejam repassadas aos responsáveis de maneira ágil. Encerra o texto pela exposição dos casos. muitas informações chegam distorcidas ao público em geral. . permitindo informar os públicos envolvidos em tempo real. Assim. mas também focando a comunicação na administração de crises como ferramenta importante na transmissão do problema ocorrido. garantindo a perpetuação da imagem de uma organização. Ressalta também que. sempre monitorando a mídia e corrigindo eventuais erros para corrigir novas crises. para que a imagem de organização não seja arranhada. assim como a escolha de um porta-voz que deve conhecer profundamente a empresa e o problema. expressar-se com credibilidade ao falar. evitando o surgimento de novas crises. o qual deve apontar os possíveis problemas aos quais a organização está vulnerável e as ações tomadas. coesa e concisa faz o diferencial no controle de uma crise. A escolha das pessoas do comitê depende do perfil da organização. Saber realmente transmitir a mensagem de forma clara. mostrando que as empresas devem preparar um plano de administração de crises globais. deve-se avaliar sua capacidade de atendimento à imprensa. sem enganos.por causa da batalha travada entre os meios de comunicação..Parte para a forma como as crises devem ser administradas. pois como o próprio autor diz. O mais crítico aqui é realmente lidar com a informação em tempo real. é essencial. com transparência e honestidade. com a criação de um comitê de gerenciamento de crise antes de o problema acontecer. durante a crise. para mim. manter-se calmo e ter sido treinado para lidar com a imprensa.