ANEXOS Anexo Um

:
Elasticidade e Plasticidade avaliada através do ensaio de tração
1. Generalidades sobre o ensaio de tração 2. Parâmetros M ensuráveis 3. Variantes do Ensaio 4. Fatores de Influência 5. Bibliografia

A– 2 .

quer por fornecer dados para projeto. a um esforço crescente de tração. quer para o controle de qualidade de materiais ou produtos.2: • região de deformação uniforme.1 – Generalidades sobre o Ensaio de Tração O ensaio de tração consiste em submeter um corpo de prova de geometria definida.2 – Parâmetros Mensuráveis Na curva tensão vs. ou seja.1. • região de deformação plástica uniforme. A sua larga utilização deve-se à relativa facilidade de execução e à reprodutibilidade das propriedades medidas.2.1 – Módulo de Elasticidade Na primeira parte da curva. orientado para a aplicação de seus parâmetros no estudo da conformação plástica dos metais. verifica-se proporcionalidade entre a carga e a deformação. obediência à lei de Hooke: σ = E ⋅ε (I. . O ensaio de tração é um dos ensaios destrutivos mais freqüentemente utilizado. deformação convencional pode-se distinguir diferentes fases de durante o ensaio. conforme mostrado na figura I.Anexo Um: Elasticidade e Plasticidade avaliada através do ensaio de tração Este anexo visa apresentar algumas característica mais aprofundadas relativas ao ensaio de tração. conforme exemplificado na figura I. aplicado continuamente até a fratura e no simultâneo registro do alongamento em função da força aplicada. I.1 – Exemplificação de um CP de tração (esquerda) e das respectivas curvas força versos alongamento obtidas. I. • região de deformação plástica. I.1) A– 3 . F igura I. • região de deformação localizada.

Escoamento Contínuo Pode haver dificuldades em se determinar a tensão de escoamento quando não há escoamento descontínuo presente no material. Bastante influenciado pela temperatura (T↑ ⇒ E↓). Ligeiramente afetado por introdução de elementos de liga.2%. Neste caso.3.2. I. conforme ilustra a figura I. O limite de escoamento é o principal parâmetro utilizado para o projeto de estruturas.3. conforme mostrado na figura I.a.3. com a indicação das diferentes fases do ensaio.1%). Requer cuidados na medição devido a influência da rigidez da máquina (item 4.b.5%. deformação. para materiais frágeis 0.3). • realizar um descarregamento e retirar a paralela a um percentual de deformação (para curvas pouco retilíneas) ou utilizar o módulo de elasticidade do material. para materiais muito macios (cobre puro ou ferro fundido cinzento). normalmente a 0. • • • • É determinado pelas forças de ligação entre os átomos. conforme mostrado na figura I.2 – Representação de um digrama tensão vs. • Pode-se determinar por uma paralela do eixo de tensão.F igura I. tratamento térmico ou deformação a frio. O módulo de elasticidade é uma das propriedades mais constantes dos materiais.2 – Tensão de Escoamento Quando o material metálico passa a se deformar irreversivelmente diz que a tensão aplicada é a tensão de escoamento (σYS ou LE) ou simplesmente diz-se que foi atingido o limite de escoamento deste metal. O limite de escoamento pode ser contínuo ou descontínuo. A– 4 . podese: • realizar carregamentos e descarregamentos (sem extensômetros). • adotar a tensão correspondente a uma deformação permanente igual a uma percentagem da base do extensômetro (normalmente 0.

4 – Curvas tensão vs. A figura I. ligas de Ti e de Al.Figura I. • CP’s cilíndricos. Nestes casos o escoamento é muito bem determinado pela curva tensão vs. deformação: a esquerda associação com a formação de bandas de Lüders e à direita. obtido por meio de uma paralela e à direita. A– 5 . • rigidez da máquina.4 ilustra curvas tensão vs deformação que apresentam escoamento descontínuo. Nb. Os fatores que intensificam são: • maiores velocidades de deformação e • bom acabamento superficial. associação com o fenômeno de envelhecimento. devem ser definidos dois limites de escoamento: um superior e outro inferior. Mo. obtido pelo descarregamento do material. Algumas vezes. deformação.3 – Metodologias de se determinar o limite de escoamento de um material que não apresenta este limite descontínuo: a esquerda. F igura I. Escoamento Descontínuo: O escoamento descontínuo pode ser verificado nas seguintes famílias de materiais: aços macios. • bom alinhamento dos CP’s.

Env elhecimento Características do envelhecimento: • Não há perda do encruamento. conforme definido pela equação: σ = k εn (I.1. A forma usual de se quantificar o encruamento é através do coeficiente de encruamento “n”.3 – Encruamento Aumento da tensão aplicada na região de deformação plástica pela interação das discordâncias entre si ou com outras barreiras no metal. Isto será novamente discutido no item I. • Inicia-se em pontos de concentração de tensões (cabeça dos CP ’s).5 – Efeito do encruamento de um material metálico sobre a curva tensão vs deformação. o volume do CP permanece constante.2) Figura I. A figura I. • Ocorre difusão de átomos intersticiais. entretanto ocorre uma concentração de deformação plástica que resultará numa redução de área (estricção). I.2.5 ilustra este efeito sobre a curva tensão versus deformação. A– 6 .3) onde “n” é o coeficiente de encruamento e “K” é o coeficiente de resistência correspondente à tensão real para deformação real igual a um. • Muito sensível ao aumento de temperatura.Bandas de Piobert-Lüders Fatores associados à formação de bandas de Lüders: • sobreposta liberação de novas discordâncias dos empilhamentos formados pelo carregamento mecânico. O encruamento compensa a redução da seção do CP na região de deformação uniforme. assim: S⋅ L = S0⋅L0 (I.3. dificultando a sua movimentação. Durante a deformação plástica uniforme.

5) I.9) e a ASTM A370 (equação I.4) Anteriormente era utilizado como critério de projeto em conjunto com grandes fatores de segurança. torna-se importante a relção entre limite de escoamento e tensão de ruputra: R.E.7). definida pela equação (I. dado que a extensão da estricção depende da secção do corpo de prova.). A lei de Barba oferece a seguinte relação: L0 L0 ' = S0 S0 ' = K . etc.10).5 – Medidas de ductilidade São medições qualitativas e subjetivas: • Indicam a capacidade de deformação de um material ao ser processado em operações de conformação (laminação. 1 Este termo é conhecido. Podem servir como um indicador do nível de impurezas ou condições de processamento.65 (I.7) Onde: L0 e Lf são os comprimentos inicial e final das referências e A0 e Af as áreas inicial e final medidas cuidadosamente com o corpo de prova rejuntado manualmente após ruptura. • Oferecem indicações da segurança no projeto de uma estrutura que poderá deformar-se plasticamente sem romper.8) Por outro lado. A– 7 .6) e a redução de área. definido pela equação (I. definida como: σRup = σmáx = Fmáx / S0 (I. algumas normas oferecem equações para a conversão de elongações obtidas com diferentes CP’s. por elongação. Atualmente este parâmetro é utilizado para materiais frágeis e na identificação. como por exemplo a ISO 2566/1 (equação I. ef = q= L f − L0 L0 A0 − A f A0 (I. = LE/LR = σmáx / σYS (I.4 – Tensão de ruptura Razão entre a carga máxima e a área inicial do CP.6) (I. sendo obtidas após a fratura do CP em tração sendo medidas pela união das partes fraturadas.I.2. especificação e controle de qualidade de materiais.2. Para se poder comparar alongamentos em CP’s de geometria diferentes (L0) deve-se respeitar um critério de similaridade (semelhança). extrusão. As duas mais conhecidas são o alongamento1. No caso de material para conformação mecânica. estampagem. onde K ≈ 5. Os valores de ef e q são normalmente expresso em porcentagem. também.

Esta área é uma indicação da quantidade de trabalho suportado por um material antes de atingir a ruptura.47 S0/L0)n U = ½ σε (I.6 – Comparação entre as curvas de tensão vs. Esta fórmula. Nestes casos utiliza-se materiais com alta resiliência. Considerada.S e f = 2e f 0   L 0. conforme mostrado na figura I. A– 8 .6. A resiliência é uma propriedade importante em aplicações em que se deve evitar a deformação permanente.13) para materiais frágeis. Deformação de um material de alta resiliência e outro de maior ductilidade. I. A tenacidade pode ser aproximada pelas expressões (I. como mostrado na figura I.2. é devida à Oliver (1928).9) Onde o subíndice “0” corresponde ao CP proporcional segundo definido pela lei de barba (L0=5. (I.6 – Resiliência Capacidade de absorver energia quando deformado elasticamente (energia/vol. ef’ é a elongação de um CP prismático com S0 e L0. ef = ef’ (4.11) F igura I. I.) e definida conforme mostrado na equação (I.7mm e L0=50mm.65S0) e internacionalmente aceita com a melhor forma de se medir o alongamento. citada na norma ISSO 2566/1. 4 (I.7 – Tenacidade Capacidade de absorção de energia no regime plástico. Propriedade de difícil determinação.7.12) para materiais dúcteis e (I.11). geralmente.10) onde ef é a elongação de um CP cilíndrico com φ=12.2. como a área sob a curva tensão-deformação em tração.

7 – Variação de tenacidade entre materiais (da esquerda para a direita): muito dúctil.3 – Variantes do Ensaio I. A– 9 . tenaz e resistente. Se os cálculos das tensões e deformações forem baseados nas atuais dimensões do corpo de prova. A correção para a estricção é feita levando-se em conta a triaxialidade de tensões cada vez maior com a alteração da geometria do corpo de prova na região de estricção.13) I. F igura I.12) (I. UT ≈ σrup εrup ou UT ≈ (σysσrup)/2 εrup UT ≈ 2/3 σrup εrup (I. deformação real e de engenharia.8 – Comparação esquemática entre as curvas tensão vs. ter-se-á uma curva tensão verdadeira-deformação verdadeira que corresponde a um ensaio de tração real.F igura I.3.1 – Ensaio de tração real O ensaio de tração convencional baseia-se nas dimensões iniciais do CP que se alteram ao longo do ensaio.

têm-se: εReal = ln (ε+1) e σReal = σ(ε+1) (I. com sendo: εreal = ln [1/(1-q)] onde q é a redução de área. Durante a etapa de deformação plástica homogênea durante o ensaio de tração (vide figura I.15). desde que para corpos de prova cilíndricos. segundo definida pela equação (I. ultrapassa a deformação convencional. obtêm-se: n = ln (1+εReal máx) (I.3 .2) (S⋅L = S0⋅L0).17) A determinação da curva de tração real pode ser feita: 1.18) Índice de anisotropia (“R”) Também conhecido como coeficiente de Lankford. Este parâmetro mede a resistência do material à redução de A– 10 .14) e (I. é definido como sendo a relação entre as deformações reais segundo a largura (W) e segundo a espessura (t).16) Após a ultrapassagem da carga máxima no ensaio de tração convencional.15) onde estas equações são oriundas da teoria já discutida no capítulo 1.14) ε Re al = dL L = ln ∫L L0 L0 (I. (I. Através de ensaios. A partir do início da estricção.A tensão e deformação reais são calculadas de acordo com as equações (I.9. a deformação real. Determinar as tensões e deformações reais a partir das tensões e deformações convencionais (de engenharia) até a carga máxima (a partir deste ponto unir com o último ponto obtido na condição de ruptura). 2.σReal = K εnReal).15) (I. Depois de análises matemáticas. A deformação real de ruptura pode ser obtida matematicamente. a equação anterior deve ser corrigida pela mudança local da seção do corpo de prova (estricção).7). A norma brasileira que trata da medição deste parâmetro é a NBR 8164. quando é válida a equação (I. com cargas crescentes. conforme definido pela equaçõa I. Coeficiente de encruamento (“n”) O encruamento pode ser estudado pelo modelamento matemático da curva tensãodeformação real mostrado na equação (I. onde sejam medidas os diâmetros mínimos ao longo do comprimento do corpo de prova. σ Re al = L F S (I.2). localizada na região de estricção.

conforme citado na norma ASTM E8M e as dimensões que o definem. F igura I. F igura I.9 mostra um corpo de prova de tração típico. A figura I. pode-se calcular o índice de anisotropia alternativamente pela medição das variações na largura e comprimento.19).10 – Definição de um CP para medição do índice de anisotropia (“R”).espessura quando deformado plasticamente.9 – Dimensões de um CP de tração plano. A – 11 . Como a medição da espessura apresenta dificuldades de precisão e adimitindo-se constância de volume do material (S⋅L = S0⋅ L0).19) A figura I. conforme mostrado na equação (I.10 ilustra os valores de deformação utilizados para a medição do coeficiente de anisotropia. R= ε Re al − l arg ura ε Re al − espessura w w ln w0 w0 = = t L ⋅w ln ln 0 0 t0 L⋅w ln (I. segundo citado na ASTM E8 M.

21): R= (R ( 0o + 2 ⋅ R45 + R90 o o o o ∆R = 4 R0 − 2 ⋅ R45 + R90 4 ) . é comum a apresentação do coeficiente de anisotropia normal e planar. pode-se ter os seguintes casos limites: 1.limite de resistência à tração de um corpo de prova com entalhe. respectivamente. As normas ASTM E 602 (para CP´s cilíndricos) e ASTM E338 (para CP´s planos) definem a execução deste ensaio. R0o = R45o = R90o ≠ 1. a partir dos chamados índices de tenacidade. R0o ≠ R45o ≠ R90o ≠ 1. Para verificar tal efeito. F igura I. A figura I. R0o = R45o = R90o = 1.Toma-se Cp´s em várias direções em relação à direção de laminação.21) ) . conforme mostrado na equação (I. I.11 – Corpos de prova de tração com entalhe cilíndrico (esquerda) e plano. anisotropia normal. 45o e 90o em relação à direção de processamento do material (laminação). Analisando estes valores.3. por definição. obtidos pelo cruzamento entre os resultados dos ensaios de tração com entalhe e sem entalhe. A– 12 . segundo definidos pelas normas ASTM E602 e ASTM E338. o (I. Trata-se de um teste que permite conhecimento acerca da resistência à fratura.22) onde: σNTS . obtendo-se o valor do coeficiente de Lankford a 0o. é igual ao quociente entre o limite de resistência em tração com corpo de prova entalhado e o limite de escoamento em tração simples. 3.0 –isotropia completa ou total.2 – Ensaio de tração com entalhe O teste de tração com entalhe têm sido proposto para se medir a tenacidade em deformação plana.22): NYR = σ NTS σ YS (I. Um dos parâmetros medidos neste ensaio é a relação NYR (not ch yi eld rat i o) que. segundo definido pelas equações (I.0 – o material apresenta anisotropia normal e planar.20) (I. 2.11 ilustra a geometria do CP de tração com entalhe plano e cilíndrico.0 –anisotropia normal pura e isotropia planar. anisotropia planar.20) e (I.

O aumento da temperatura nem sempre corresponde a um aumento na ductilidade porque podem ocorrer fenômenos metalúrgicos (por exemplo. O parâmetro KIC é obtido em ensaios de mecânica de fratura e é considerado o mais preciso para caracterizar a resistência à fratura de um material.12 apresenta um gráfico correlacionando os valores do parâmetro NYR com o parâmetro KIC para ligas de alumínio.A figura I. para ligas de alumínio. com o KIC. deformação em um ensaio de tração. I. De um modo geral há um aumento de resistência e perda de ductilidade em baixas temperaturas. mas sim nos equipamentos de ensaios.13 – Possíveis efeitos do aumento da temperatura sobre a curva tensão vs. precipitação de carbonetos). F igura I.1 – Temperatura Podem ser realizados ensaios em diferentes temperaturas. conforme esquematizado na figura I. Este ensaio também apresenta sensibilidade a variação de alguns aspectos microestruturais não percebidos por outras propriedades convencionais.12 – Comparação entre o NYR. medido em um ensaio de tração com entalhe.4 – Fatores de Influência I.4. F igura I. as maiores diferenças não são nos corpos de prova. A – 13 .13.

que consiste na ocorrência de um denteamento na zona plástica.14 – Influência da taxa de deformação nos valores de tensão real medida sob diferentes deformações ao longo de um ensaio de tração. • acionadas hidraulicamente (servo-hidráulicas).3 – Máquinas de ensaio Há basicamente dois tipos de máquinas de tração: • acionadas por parafusos sem-fim (eletromecânicas). em geral. As normas de ensaio impõem valores máximos de velocidade de deformação. F igura I. que normalmente são realizados em altas velocidades de deformação.17. I. menos sensíveis à velocidade de deformação do que os aços.O fenômeno de Portevin-Le Chatelier.4. Por isto as normas técnicas requerem que a determinação do módulo de elasticidade dos materiais seja feita por meio de strain-gages colados em contato com a amostra testada. I. ou escoamento descontínuo repetitivo pode ocorrer também. menor a quantidade de encruamento (menor o valor do fator de encruamento “n”). conforme mostrado no gráfico da figura I. em determinadas temperaturas. conforme ilustrado na figura I.4.16 mostra duas máquinas baseada em cada mecanismo.15 mostra o princípio de funcionamento de cada sistema e a figura I. O módulo de elasticidade obtido de uma curva registrada diretamente pela máquina de tração é bem diferente daquele característico do material. pode-se dizer que a resistência dos materiais aumenta com o aumento da velocidade de deformação. quanto mais alta a temp. Ensaios a velocidades superiores ao padrão podem ser realizados quando se deseja estudar o comportamento de um material em processos de fabricação. Materiais como o alumínio e suas ligas são.2 – Velocidade de deformação De um modo geral. A temperatura influencia no encruamento apresentado pelos materiais metálicos.13. A distorção da amostra durante o ensaio de tração é acompanhada pela distorção da própria máquina. a figura I. A– 14 .

ambos os equipamentos foram fabricadas pela MTS. Figura I.16 – Exemplos de máquinas de tração eletromecânica (à esquerda) e servo-hidráulica (à direita).17 – Curvas força vs. A – 15 .15 – Esquema de funcionamento de máquinas de tração eletromecânicas (à esquerda) e servo-hidráulicas (à direita) F igura I. deslocamento aparente (direta) obtida pela influência da deformação (rigidez) da máquina de tração utilizada e a respectiva curva real (corrigida).F igura I.

K.. D. PrenticeHall Inc. International Organization for Standardization. 2001.11. Standard tes t method for s harp-notch tens ion tes ting with cylindrical s pecimens ..01. Prentice-Hall Inc. Annual Book of ASTM Standards. MEYERS. v. A geometria dos corpos de prova altera a obtenção das medidas de ductilidade (elongação e redução de área). 2001.03.. I. Steel – Convers ion of elongation values – Part 1: Carbon and low alloy s teels .E. C.. Mechanical Metallurgy. A. Principles of Mechanical Metallurgy.. Annual Book of ASTM Standards. McGraw Hill Book Company.A. v. v.4 – Corpos de prov a O acabamento superficial dos corpos de prova testados em tração influencia no limite de elasticidade assim como na ductilidade.4. CHAWLA.A. Apostila PU 102.A. 1928.Proceedings Institute Mechanical Engineering. DOWLING. 1984. M. Standard tes t method of s harp-notch tens ion tes ting of high-s trength s heet materials . GARCIA.. 1993. SI Metric Edtion. 2001. N.. ASTM E 338-91 (reapproved 1997).01.. Standard tes t methods for tens ion of metallic materials .5 – Bibliografia ASTM E8M-95a. 1983. Ens aios dos Materiais . SANTOS. ISO 2566/1.01. USIMINAS. SPIM. 1999. E. J. pois altera o tipo de carregamento imposto na condição de instabilidade plástica (estricção). O uso de CP’s normalizados é importante. A– 16 . porque miniminiza irregularidades e aumenta a reprodutibilidade e a comparação dos resultados.A. K. Livros Técnicos e Científicos Editora.I.03. DIETER. São recomendáveis CP’s proporcionais e proceder de acordo com a norma a utilizar. OLIVER. Mechanical Behavior of Materials . Es tampagem dos aços . . 1988.. v. ASTM E 602-91 (reapproved 1997).. second edition.03. G. Annual Book of ASTM Standards.