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SENAI EUVALDO LODI DISCIPLINA: TÉCNOLOGIAS APLICADAS CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA

ALUNOS: DIEGO EUCIDES MARTINS DE FREITAS KASSIO VINICIUS MEIRELES DA SILVA LUCAS WAGNER PEREIRA GOMES MARCO AURELIO CESAR SILVA VALDINEI MARQUES MARTINS VICTOR ABREU FERREIRA

METODOS E SISTEMAS DE LUBRIFICAÇÃO

CONTAGEM 2012

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SENAI EUVALDO LODI DISCIPLINA: TÉCNOLOGIAS APLICADA CURSO: TÉCNICO EM MECÂNICA

ALUNOS: DIEGO EUCIDES MARTINS DE FREITAS KASSIO VINICIUS MEIRELES DA SILVA LUCAS WAGNER PEREIRA GOMES MARCO AURELIO CESAR SILVA VALDINEI MARQUES MARTINS VICTOR ABREU FERREIRA

METODOS E SISTEMAS DE LUBRIFICAÇÃO

Relatório

apresentado aplicadas

a

disciplina do curso

Tecnologias

Técnico em Mecânica.

Instrutor: Viktor Ferrarin

CONTAGEM 2012

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LISTA DE FIGURAS Figura 1: Lubrificação Manual -------------------------------------------------------------------------16 Figura 2: Copo com Agulha ou Vareta ---------------------------------------------------------------17 Figura 3: Copo Conta Gotas ---------------------------------------------------------------------------18 Figura 4: Copo com Mecha -----------------------------------------------------------------------------19 Figura 5: Lubrificação por estopa ou almofada ----------------------------------------------------20 Figura 6: Métodos de Lubrificação por Salpico ----------------------------------------------------21 Figura 7: Lubrificação por banho de óleo -----------------------------------------------------------22 Figura 8: Lubrificação por perda ----------------------------------------------------------------------23 3 .

LISTA DE TABELAS Tabela 1: Oleos para motores -------------------------------------------------------------------------14 4 .

SUMÁRIO Apresentação ------------------------------------------------------------------------------------------------6 Justificativa ---------------------------------------------------------------------------------------------------6 Objetivos ------------------------------------------------------------------------------------------------------6 Introdução ----------------------------------------------------------------------------------------------------7 Desenvolvimento --------------------------------------------------------------------------------------------9 Sistema de Lubrificação ---------------------------------------------------------------------------------10 Lubrificação Renovável ----------------------------------------------------------------------------------10 Lubrificação por deposito -------------------------------------------------------------------------------11 Classificação dos Óleos Lubrificantes ---------------------------------------------------------------13 Classificação SAE ----------------------------------------------------------------------------------------13 Classificação API ------------------------------------------------------------------------------------------14 Métodos de Aplicação dos óleos lubrificantes -----------------------------------------------------15 Métodos de lubrificação por Gravidade -------------------------------------------------------------16 Lubrificação manual --------------------------------------------------------------------------------------16 Copo com agulha ou vareta ----------------------------------------------------------------------------17 Copo conta gotas -----------------------------------------------------------------------------------------18 Métodos de lubrificação por Capilaridade ----------------------------------------------------------19 Copo com mecha -----------------------------------------------------------------------------------------19 Lubrificação por estopa ou almofada ----------------------------------------------------------------20 Métodos de lubrificação por Salpico -----------------------------------------------------------------21 Métodos de lubrificação por Imersão ----------------------------------------------------------------22 Lubrificação por banho de óleo ------------------------------------------------------------------------22 Lubrificação por perda -----------------------------------------------------------------------------------23 Precauções na aplicação de lubrificantes ----------------------------------------------------------23 Lubrificação a óleo ----------------------------------------------------------------------------------------24 Estocagem --------------------------------------------------------------------------------------------------25 Métodos e práticas de estocagem --------------------------------------------------------------------26 Importância de um bom armazenamento -----------------------------------------------------------26 Conclusão----------------------------------------------------------------------------------------------------27 Referencias Bibliograficas-------------------------------------------------------------------------------28 5 .

com um sistema de lubrificação bem elaborado e com o uso correto dos óleos lubrificantes as empresas tem em suas mãos soluções “baratas” para manter seus equipamentos em perfeito estado de funcionamento.     Preservar vedações internas Proteger contra corrosão. Objetivo Geral:  Eliminar desgaste dos componentes mecânicos. da escola profissionalizante “SENAI – Euvaldo Lodi”. 3. Objetivos 3.2. Evitar formação espuma. além de maneiras de estocagem e transporte de óleos lubrificantes. este esboça um plano de lubrificação industrial. oxidação (ferrugem) Limpar facilitando a eliminação de partículas indesejáveis. Apresentação Este relatório apresenta os principais tipos de lubrificação. proteger contra o aquecimento.1. 3. Objetivos Específicos:  Contribuir na refrigeração das partes não acessíveis à água e ar.1. Com base no tema passado pelo instrutor Viktor Ferrarin. 6 . Justificativa A lubrificação é um importante método de combate a quebra de maquinas. 2.

Como a lubrificação era desconhecida. e a necessidade de máquinas mais potentes e canhões. transformando-os em atrito de rolamento. um ex-maquinista de trem americano. com a necessidade de “transportar” colossos e blocos para a construção de Esfinges e Pirâmides. Surgiu a necessidade de lubrificar os mancais dos trens. os escravos egípcios usavam galhos de arvores para arrastar e puxar os trenós com aproximadamente 60 toneladas de blocos. perfurou o 1º poço de petróleo com 21metros de profundidade. Com as inovações das máquinas. com a 2º Guerra Mundial. Séc. XIX Neste século. a lubrificação passou de esporádica à necessária. 2. a cada 160 Km rodados. XX Nesta época. era reduzir o atrito de deslizamento entre o trenó e o solo. 7 . Em 1859.4. Introdução A importância do atrito e a resistência do movimento tem sido muito reconhecida através da nossa civilização. 2600 a. o lubrificante foi usado em quantidades espantosas. 543 companhias dedicaram-se à extração do petróleo.Com isso era extraído aproximadamente 3.200 litros de Petróleo por dia. 3. Contamos aqui. Após esta descoberta. A função dos galhos de árvore (roletes). concluiu-se que no Antigo Egito utilizou-se este sebo como lubrificante em baixo dos trenós. Após 5 anos da descoberta de Edwin Drake. de onde surgiu a necessidade e a importância da lubrificação. Séc. para facilitar o deslizamento. Edwin Drake. Tudo começou no Antigo Egito. comprovado por análise que o lubrificante era sebo de boi ou de carneiro. na Pensilvânia (EUA) ocorreram 3 fatos marcantes: 1.C Foi encontrado o 1º vestígio de lubrificação nas rodas do trenó que pertenceu a RaEm-Ka (Rei do Egito).

sendo uma fonte de ganhos. Atualmente a lubrificação é fator decisivo no poder de competitividade. que são de uso fundamental e também minimizam o risco da contaminação dos lubrificantes. os lubrificantes sofreram alterações tecnológicas para atender as necessidades extremas em processos industriais. novos lubrificantes surgem com o objetivo de reduzir ao máximo o atrito e prolongar a vida útil dos equipamentos. de origem mineral. Assim como os equipamentos. Com a preocupação mundial ao meio ambiente. Além de ter uma grande utilização. diponíveis no Brasil desde 1950. Para isso. Para isso existem equipamentos para lubrificação. sintético e especiais. o lubrificante tem formas de aplicações corretas. Assim como as máquinas. foram feitas vários estudos e pesquisas para os lubrificantes pudessem ser usados sem agredir a natureza.Com a revolução foram surgindo diversos equipamentos que necessitavam de uma lubrificação diferente da outra. 8 . existe a rerrefinação do lubrificante usado. proporcionando melhorias na performance dos equipamentos e principalmente na redução nos custos de manutenção. e o “óleo verde” que é vegetal biodegradável e uma opção aos usuários para que evitem mais agressões ao meio ambiente. Hoje existem várias empresas no mercado que fabricam vários tipos de lubrificantes.

derivados de petróleo (óleos minerais) ou produzidos em laboratório (óleos sintéticos). Sua função é a formação de uma película que impede o contato direto entre duas superfícies que se movem relativamente entre si. Desenvolvimento Um dos mais nobres produtos derivados do petróleo é o óleo lubrificante. auxílio às vedações. misturados entre si em diversas proporções e outras substâncias chamadas aditivos fornecem uma grande variedade de produtos para atender diversas aplicações. transferência de calor. Com a evolução dos lubrificantes. 9 . reduzindo o atrito e evitando o desgaste dos corpos. mas apenas poucas funções básicas.5. Estes. Os métodos de refino de petróleo não permitem a obtenção direta de todos os tipos de óleos lubrificantes que o mercado necessita. retirada de produtos indesejáveis do sistema. Os óleos lubrificantes são obtidos a partir da refinação do petróleo bruto. Os óleos lubrificantes podem ser de origem animal ou vegetal (óleos graxos). podendo ainda ser constituído pela mistura de dois ou mais tipos (óleos compostos). prolongando a vida útil dos mesmos. estes passaram a acumular novas funções como proteção contra erosão.

O objetivo principal é conseguido. diminuir a energia perdida por atrito e reduzir o desgaste das partes móveis. a gasolina é pulverizada e misturada ao ar. o óleo atomizado se transforma parcialmente em gotículas. E ainda ajuda na refrigeração interna do motor (principalmente do êmbolo). se aquecem e tendem a fundirem-se num só corpo. anéis. e este óleo aquecido pode ser também refrigerado em um radiador de óleo que alguns tipos de motores possuem. enquanto que o óleo lubrificante é atomizado. Sistema de Lubrificação Dois corpos metálicos quando se deslizam uns sobre o outro. interpondo-se uma película de lubrificante entre superfícies deslizantes. dando origem ao fenômeno comumente chamado "grimpamento". o pistão e as paredes do cilindro e reduz os ruídos produzidos pelas partes móveis. durante a fase de compressão. retirando os carvões e partículas de metal que se formam durante o seu funcionamento. Quando o êmbolo desce e comprime a mistura existente no cárter. lubrificando as partes móveis contidas no cárter. O excesso de óleo é queimado juntamente com o combustível. O lubrificante é adicionado ao combustível em proporções convenientes. A lubrificação do motor tem como objetivo principal impedir o "grimpamento".6. 10 . Lubrificação Renovável É o tipo de lubrificação usada nos motores de 2 tempos a gasolina. é transformada também em gotículas que lubrificam as partes superiores do motor (paredes do cilindro. A outra parte é admitida no cilindro e. Além disto. de grande aplicação nos pulverizadores costais e moto-serra. No carburador. etc. Auxilia também na vedação entre os anéis. 7. o lubrificante atua também como agente de limpeza do motor.).

o pescador mergulha no lubrificante depositado no cárter e na subida "borrifa" pequenas gotas de óleo nas partes a serem lubrificadas.. munhões de centro do e. A área da superfície do filtro é aumentada muitas vezes pelo impreguinamento do papel.8.d.d. A lubrificação por depósito pode ser feita por respingo (ou salpique) ou por circulação forçada. carvões. desta para o filtro e dai para o manômetro que serve como um indicador externo da pressão do sistema. Este sistema por ser muito deficiente é encontrado apenas em motores já ultrapassados. partículas metálicas do motor. A cabeça da biela pode ser furada e o excesso de óleo extravasa para atingir a parte interna da cabeça do êmbolo refrigerando aquela região. A lubrificação por respingo é feita através da parte inferior da biela (pescador) que tem um formato especial. O óleo sob pressão atinge os munhões de centro e excêntricos da a. Para que haja uma boa lubrificação. Este 11 . O óleo que vai aos canalículos de lubrificação sai do filtro. A cada giro da a.m. As paredes do cilindro são borrifadas com óleo proveniente também dos furos existentes no mancal do pé da biela.v. De maneira a manter uma pressão constante no sistema. Normalmente a circulação do óleo lubrificante se faz do cárter para a bomba.m. o mecanismo das válvulas e através de furos na biela é direcionado até o pino do êmbolo. o volume de lubrificante no cárter não deve ser maior ou menor do que o indicado pelo fabricante.. etc. Lubrificação por Deposito Neste sistema o óleo lubrificante é depositado na parte inferior do motor denominada cárter.. Este tem a função de remover as impurezas do lubrificante tais como: sujidades. Na entrada da bomba encontra-se freqüentemente uma tela metálica para fazer uma pré filtragem do óleo. O tipo mais comum de filtro é constituído de papel impregnado de resina.c. válvulas reguladoras de pressão mantêm uma vazão constante nos diferentes pontos de lubrificação. água. A lubrificação por circulação forçada utiliza um sistema de bombeamento para fazer o óleo circular pelos canalículos de lubrificação até Os pontos a serem lubrificados.

O movimento alternativo dos êmbolos provoca variações de pressão dentro do cárter. existe nos motores uma comunicação com o exterior denominada "respiro do cárter" Este respiro é normalmente provido de uma fibra filtrante para purificar o ar que entra e sai de dentro do cárter. As graxas são classificadas principalmente pela consistência e recebem como nomenclatura 000.filtro não pode ser usado mais de uma vez. 4. são aplicadas por bombas através dos pinos graxeiros denominados de alemites ou gaxetas.  Pastosos: graxas a base de sabões minerais. etc. denominada de graxa para chassis. Os lubrificantes líquidos que são obtidos através do óleo mineral puro. 9. Classificação dos Lubrificantes Quanto ao estado físico. pedra sabão e talco. 5 e 6. evitando concentrações deste 12 . poder de limpeza. a mais empregada é a de consistência 2.  Líquidos: óleos lubrificantes. 01. Para a lubrificação de tratores e implementos agrícolas. A graxa 000 é considerada semi-fluída e a 6 é bem mais consistente. devendo ser substituído após um número pré-determinado de horas de trabalho do trator. Para manter igual à pressão do cárter com a pressão atmosférica. 00. O escurecimento do óleo no motor depois de certo tempo de funcionamento ocorre devido à atuação de detergentes dispersantes que reagem com o material carbonáceo produzido pela queima do combustível. mica. 3. os lubrificantes são classificados em:  Sólidos: grafite. para serem utilizados em motores recebem vários aditivos que lhes dão características especiais como maior resistência. Sendo de fácil aplicação e não solúvel em água. 2.

SAE 10W. E (Sociedade dos Engenheiros Automobilísticos). pode-se dizer que motores que possuem mais potência e que consomem mais combustível. que é o poder de fluir ou a grossura do óleo. 11. devem utilizar um óleo com maior quantidade de detergente dispersante. sendo o SAE 10W o mais fino citado com aditivo anticongelante (Wínter). Classificação SAE 11. Existe a variação SAE. pois eles sabem as dimensões das folgas que a película de lubrificante deverá entrar e o regime de trabalho do motor. e pela A. Óleos para Motores: SAE 0W. 13 . Para facilitar o funcionamento do motor quando frio ou a temperatura ideal de funcionamento e mesmo para o trabalho onde há variação de temperatura ambiente existem os óleos multiviscosos como SAE 10W-40.A. SAE 5W. SAE 40 e SAE 50. devido a variações de temperatura ambiente. 10. levando o motor a sérias conseqüências. A melhor indicação para a utilização de um óleo lubrificante em um motor é obtida pelos fabricantes do motor. Mediante a este fato. SAE 20W. SAE 15W-40. Classificação dos Óleos Lubrificantes Na realidade. que diferenciam os lubrificantes pela viscosidade. Os lubrificantes são classificados pela S. que atendem apenas uma viscosidade. que possuem comportamento de um óleo mais fino a mais grosso.material que entopem canais de lubrificação. os óleos lubrificantes evoluem junto com os motores. SAE 20W-50. SAE 30.1. Em regiões muito frias seriam indicados SAE 10W ou SAE 20W.P l (Instituto Americano do Petróleo) que os classificam pelo Regime de Trabalho a que estarão sujeitos.

pouco consumo de combustível e temperaturas não elevadas de funcionamento.P. API CA seria para motores pequenos. 12.12. e para os motores de grandes potências e superalimentados (Turbo). seria API CE ou CF. Com o que foi exposto. a recomendação será API GL 5.I. Para os motores Diesel. da mesma forma que os indicados para API SA. API SF para a década de 80 e API SH que supera todos os anteriores. ou seja. para os motores atuais. Para transmissão dos tratores. Os API SE foram produzidos para os veículos fabricados na década de 70. que são mais resistentes e normalmente possuem aditivos de extrema pressão para produzirem aderência suficiente nos elementos que lubrificam. Óleos para Motores: Ciclo Otto SA. a classificação é separada: 12. SC SD SE SG SH SJ Tabela 1: Oleos para motores Ciclo Diesel CA. Para Transmissões: GL 1. seriam indicados para motores do ciclo Otto. CB CC CD CE CF Os óleos API SA. pequenas variações de rotação. pequena carga. a classificação de um óleo para um motor de 140 HP de 14 . Como o regime de trabalho dos motores do ciclo Diesel é bem mais severo que os do ciclo Otto. GL 3. GL 4. GL 5.1. Classificação A. com o menor regime de trabalho. GL 2. SB.2.

Métodos de aplicação dos óleos lubrificantes A escolha do método de aplicação do óleo lubrificante depende dos seguintes fatores:  Tipo de lubrificante a ser empregado (graxa ou óleo)  Viscosidade do lubrificante  Quantidade do lubrificante  Custo do dispositivo de lubrificação  Quanto ao sistema de lubrificação. esta pode ser:  Por gravidade  Por capilaridade  Por salpico  Por imersão  Por sistema forçado  A graxa. Atualmente existem no mercado. 13. possuem uma resistência maior. que mesmo tendo um custo mais elevado. óleos lubrificantes 100% sintéticos. principalmente com relação à viscosidade. API CE ou CF.potência no motor e superalimentado será 15W-40. 15 .

1.14. não produz uma camada homogênea de lubrificante. Lubrificação manual A lubrificação manual é feita por meio de almotolias e não é muito eficiente. Figura 1: Lubrificação Manual 16 . pois. Métodos de lubrificação por Gravidade 14.

Copo com agulha ou vareta Esse dispositivo possui uma agulha que passa por um orifício e cuja ponta repousa sobre o eixo.14. liberando o fluxo de lubrificante. Figura 2: Copo com Agulha ou Vareta 17 . imprime um movimento alternativo à agulha.2. Quando o eixo gira. que continua fluindo enquanto dura o movimento do eixo.

3. sua vantagem esta na possibilidade de regular a quantidade de óleo aplicado sobre o mancal. Figura 3: Copo Conta Gotas 18 .14. Copo conta gotas Esse é o tipo de copo mais comumente usado na lubrificação industrial.

Figura 4: Copo com Mecha 19 . Métodos de lubrificação por Capilaridade 15.15.1. o lubrificante flui através de um pavio que fica encharcado de óleo. da temperatura e do tamanho e traçado do pavio. A vazão depende da viscosidade do óleo. Copo com mecha Nesse dispositivo.

Por ação capilar. Figura 5: Lubrificação por estopa ou almofada 20 . Lubrificação por estopa ou almofada Por esse método. coloca-se uma quantidade de estopa (ou uma almofada feita de tecido absorvente) embebida em óleo em contato com a parte inferior do eixo.2. o óleo de embebimento escoa pela estopa (ou pela almofada) em direção ao mancal.15.

Métodos de lubrificação por Salpico Na lubrificação por salpico. Figura 6: Métodos de Lubrificação por Salpico 21 .16. esse tipo de lubrificação é muito comum. especialmente em certos tipos de motores. o lubrificante contido num depósito (ou Carter) é borrifado por meio de uma ou mais peças móveis.

1. além de lubrificar. Métodos de lubrificação por Imersão 17. O nível do óleo deve ser constantemente controlado porque. Lubrificação por banho de óleo Nesse método. ele tem a função de resfriar a peça.17. Esse tipo de lubrificação é empregado em mancais de rolamentos de eixos horizontais e em caixas de engrenagens. as peças a serem lubrificadas mergulham total ou parcialmente num recipiente de óleo. Figura 7: Lubrificação por banho de óleo 22 . O excesso de lubrificante é distribuído por meio de ranhuras a outras peças.

Lubrificação por perda É um sistema que utiliza uma bomba que retira óleo de um reservatório e força-o por entre as superfícies metálicas a serem lubrificadas. Esse método é empregado na lubrificação de cilindros de compressores e de mancais.a uma máquina.óleo ou graxa . Precauções na aplicação de lubrificantes Antes de se aplicar um lubrificante . é indispensável ter a certeza de que o produto está limpo.18. Para isso. 23 . assunto que será abordado mais adiante. Figura 8: Lubrificação por perda 19. isento de contaminações e com suas características típicas dentro das faixas normais. cuidados especiais devem ser tomados com relação ao manuseio e armazenamento dos tambores ou baldes de lubrificantes.

a aplicação do óleo deve ser periódica e regular. Nos casos de lubrificação POR ESTOPA. a fim de medir a quantidade correta do óleo. completados. os níveis serão periodicamente revistos e.19. observar periodicamente as pressões e as temperaturas. LUBRIFICADORES MECÂNICOS devem ter seu mecanismo bem ajustado. C. COPO COM AGULHA ou TORCIDA etc. Nos casos de PEQUENOS BANHOS DE ÓLEO. a agulha está livre ou a torcida está em boas condições para conduzir o óleo aos pontos de aplicação.1. O óleo deve ser adicionado com a necessária freqüência. D. certificar-se de que o mecanismo funciona corretamente. Por ocasião do enchimento. 24 . H. F.. Na lubrificação por ALMOTOLIA. os níveis devem ser verificados periodicamente. B. é importante manter os níveis. deixar limpos os filtros. se necessário. esta deverá estar corretamente embebida e ter contato completo com o munhão a lubrificar. G. Nos dispositivos semi-automáticos. E. Em sistemas de LUBRIFICAÇÃO FORÇADA. Os visores devem estar limpos. sem a presença de água ou impurezas. Lubrificação a óleo A. deve-se estar certo de que ele gira com velocidade normal e conduz bem o óleo do banho. evitando-se sempre os excessos e vazamentos. tais como COPO CONTA-GOTAS. Com lubrificadores do tipo PERDA TOTAL DE ÓLEO. os níveis devem ser estabelecidos cuidadosamente. Quando houver ANEL lubrificador.

20. Para evitar-se furos e amassamentos das embalagens ou alterações das marcas. pois poderão se deformar. transportando os tambores em posição longitudinal em relação aos garfos da empilhadeira e mantendo os garfos em posição o mais próximo possível do chão. certifique-se de que não ocorrerão quedas. conforme código de segurança para veículos industriais automotores PNB 153. evite a colocação de objetos pesados em cima dos mesmos. a fim de se evitar contaminações e outros danos que comprometeriam a qualidade do produto.20. No caso de baldes ou latas. até cuidados com o envasamento e a embalagem.1. Importância de um bom armazenamento As precauções adotadas nas refinarias e nos depósitos das companhias distribuidoras visam assegurar ao consumidor produtos da maior qualidade. Os tambores ou baldes de graxas devem ser 25 . certas precauções devem ser tomadas tais como:  Evitar quedas bruscas  Proteger as rampas de escorregamento  Não colocar baldes e tambores em contato direto com o chão  Não rolar os tambores em superfícies irregulares  Empilhar as embalagens de forma correta No Transporte de tambores com o uso de carrinhos ou empilhadeiras manuais ou motorizadas. É desnecessário repetir a importância de evitar quedas. Métodos e práticas de estocagem As embalagens são projetadas e dimensionadas para oferecerem boa resistência durante seu transporte e manuseio.2. Estas precauções vão desde o rigoroso controle de qualidade existente durante todo o processo de fabricação do lubrificante. Estocagem 20.

o uso de “pallets” é o ideal. Utilizar uma empilhadeira adequada em capacidade de carga ao tipo de serviço. deve-se seguir certas normas quanto ao modo de paletizar e armazenar: A. a fim de maior estabilidade à pilha. Utilizar “pallets” padronizados B. para que este sistema funcione. Observar as capacidades máximas permissíveis constantes da tabela 1 e o modo de superposição das camadas. evitando-se assim que o conteúdo do recipiente pressione sua tampa com conseqüente vazamento do produto. Para uma estocagem racional e de fácil manipulação. C. Dimensionar e sinalizar o local de armazenagem de forma a permitir a paletização do número de embalagens desejada e as manobras necessárias com a empilhadeira. E. Entretanto. 26 . pois além de se prestar ao empilhamento de tambores. Nivelar e aplainar o piso do local de armazenagem. também se presta ao armazenamento de baldes e de caixas com latas de lubrificantes. D.transportados e estocados sempre em posição vertical.

Conclusão Na elaboração do trabalho podemos ver que a lubrificação é fundamental para a maioria dos componentes e equipamentos mecânicos. e que sem ela os problemas de desgaste aparecem com mais freqüência e reduz a eficiência nos equipamentos. 27 . entre estas encontra-se preservar vedações internas. Entendemos melhor os métodos de lubrificação e qual método é o melhor para determinadas situações. proteger contra corrosão. evitar espuma.

S. Dados internos http://www. Apostila de Tribologia. Escola de Engenharia de São Carlos Depto de Eng. Rio de Janeiro: Editora Makron Books. Carlos R. São Paulo: Editora Núcleo. CLAUDINO.com. Ronald P. Lubrificantes e Lubrificação.htm 28 . Motores Diesel Comerciais no Brasil e no Meio Ambiente. Pesquisas no site de busca Google.ª Mecânica. João B.Referencias Bibliográficas CARRETEIRO.br/a_historia_do_oleo.patoslubrificantes. & MOURA.