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INSTITUTO PIAGET

Campus Universitário de Viseu

ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET / VISEU
(Decreto nº33/2002, de 3 de Outubro)

LICENCIATURA: ENFERMAGEM ANO LECTIVO 2010/2011 UNIDADE CURRICULAR 1º ANO TIPO PATOLOGIA GERAL Semestral 2º N.º de Horas Total N.º DE CRÉDITOS HORAS DE CONTACTO POR TIPO DE ENSINO Teórico 60 TeóricoPrático Prático e Laboratorial Trabalho de Campo Seminário Estágio Orientação Tutória 110 4

DOCENTES:

ANTÓNIO CÉSAR REIS MORAIS

PROGRAMA OBJECTIVOS GERAIS DO PROFESSOR
  

Tornar compreensíveis e utilizáveis os Conceitos Básicos da Patologia Geral; Tornar compreensíveis e utilizáveis os Conceitos Básicos da Etiopatogenia Geral dos Quadros Patológicos Humanos; Tornar compreensíveis e utilizáveis os Conceitos Básicos das Alterações Anátomo-Fisiopatológicas Gerais dos Quadros Patológicos Humanos;

COMPETÊNCIAS A ADQUIRIR E DEMONSTRAR PELO ALUNO

Tornar-se capaz de Compreender e Caracterizar, os conceitos de Saúde, de Doença e os actuais paradigmas sobre o binómio Saúde/Doença na perspectiva profissional da sua aplicação aos Diagnósticos, aos Cuidados, aos Ensinos (da Promoção da Saúde e da Prevenção da Doença), às Reavaliações Diagnósticas e aos Prognósticos a realizar;

Tornar-se capaz de Compreender, de Identificar e Caracterizar, os Principais Agentes Etiológicos, discernindo valorativamente o seu papel Etiológico e Patogénico, nos Quadros Patológicos Básicos Humanos;

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2. Diagnósticos.1 Alterações Celulares e Matriciais Extracelulares Destrutivas. Doença (Definição. Orgânicas e Sistémicas. Tóxicos e Toxico-Adictivos).2 Intervenção em Enfermagem. Cuidados. Eléctricos). 2. 2.5. 2.3 Mecanismos de Defesa Natural do Ser Humano.6 Alterações Morfo-Funcionais Celulares e Extracelulares (Adaptativas e Patológicas). o seu grau de gravidade em alguns dos Quadros Patológicos Básicos Humanos. claramente. Glicogenoses e Pigmentoses Celulares) (Degenerescências Hialinoides. Fibrinoides e Mixoides Intercelulares). de Identificar e Caracterizar. Saúde (Definições. 3. 3. 2. na Perspectiva da Enfermagem. seu Potencial Agressivo e seus Mecanismos de Agressão. Prognósticos. seu Potencial Agressivo e seus Mecanismos de Agressão.7 Morte Celular: Apoptótica e Não-Apoptótica. 2. 2. e Precipitantes. discernindo.4. Conceitos Básicos sobre Patologia Humana. discernindo com clareza o seu papel na patogenia dos Quadros Patológicos Básicos Humanos. Adjuvantes.2 Químicos (Cáusticos. as Principais Alterações Morfo-Funcionais Celulares. Hipoplasias. 2.3 Alterações Celulares Distróficas (Atrofias. A Anamnese e os Sintomas. na Perspectiva da Enfermagem.4 Agentes Etiológicos Externos. As Doenças e as Síndromas. e Promoção).1 Uma perspectiva histórica. Necrose Celular.1 Inflamatórios. 2. 3. Agenesias e Hiperplasias).2 Agentes Etiológicos Predisponentes: Principais. Modelo.4 Alterações Celulares Proliferativas (Aplasias. Infestantes e Predadores).4 Psicológicos. e de relacioná-las.1 A Causalidade Multifactorial Complexa. Conceitos Gerais sobre a Etiopatogenia das Doenças. Intercelulares. Radioactivos. os Sistemas Naturais de Defesa (Específica e Inespecífica). Amiloides. Níveis. Hipotrofias e Hiperplasias). 2/7 .5. 2. Ensinos. Térmicos. 1. 1.3 Biológicos (Infecciosos.5 Agentes Etiológicos Internos.2 Imunitários.5.1 Físicos (Mecânicos. 3.2 Alterações Celulares e Matriciais Extracelulares Degenerativas (Hidroses Turvas. Modelo e Prevenção).ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET / VISEU UNIDADE CURRICULAR PATOLOGIA GERAL  Tornar-se capaz de Compreender.3 Cardiovasculares. na Perspectiva da Enfermagem. A Observação e os Sinais. Esteatoses. 3. Reavaliações. 2. Graus.4. Tissulares. 2. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO DA UNIDADE CURRICULAR 1. As Principais Alterações Celulares e Extracelulares. 2. 2. 3. 2.4.5 Alterações Celulares Maturativas (Metaplasias e Displasias). Ser Humano (Modelos). com as respectivas Etiologias e Patogenias Principais.  Tornar-se capaz de Compreender. Hialinoses.5. Ceroses. de Identificar e Caracterizar.

antes de cada Aula. nomeadamente na Internet – através do Google. na utilidade das informações que recolhe atentamente. utilizando o Fórum de Notícias. e procurarão conciliar ideias sobre a matéria que lhes será explicada. com a colaboração de todos (à qual se apela desde já). Os Formandos também poderão esclarecer as suas dúvidas telefonicamente. e sobre a qual irão trabalhar na própria aula teórica – Elaboração em Grupo do Glossário Individual. que servirão de orientação para o estudo do Tema a ser tratado na Aula imediata. e este dará a sua orientação. (Só se Aprendeu quando se é capaz de Explicar em Discurso Pessoal. Terminaremos estas aulas. e uma Proposta de Glossário dos Conceitos mais Importantes. e do quadro. expositivo misto. 4. 3/7 . e do seu Crer. Os Formandos farão pesquisas. um Sumário Detalhado. um “Ambiente” Facilitador-da-Concentração-Mental-das-Pessoas – Facilitador-da-Aprendizagem. Luxações. Entende-se que este Processo de Aprendizagem também depende muito.1 Quadros Inflamatórios (Inflamação Aguda e Inflamação Crónica). Embolias e Enfartes. na Plataforma Moodle/Piaget.6 Quadros Cutâneos (Feridas e Queimaduras). os Novos Conceitos). na Página da Unidade. Nas Aulas Teóricas criaremos. 4. do tipo Questionários e Sociodramas Pedagógicos. como sendo muito dependente do Querer. sempre que as circunstâncias o proporcionem. Em qualquer altura. serão partilhadas. volitivo e consciente do Formando.2 Quadros Imunitários (Hipersensibilidades). 4. 4. as Dúvidas e as Explicações. em que. a cada Formando. das Demonstrações periódicas. O Formador colocará.5 Quadros Ósteo-Articulares (Fracturas.4 Quadros Respiratórios (Pneumoconioses).3 Quadros Cardiovasculares (Tromboses.ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET / VISEU UNIDADE CURRICULAR PATOLOGIA GERAL 3. 4. à medida que forem estudando os Temas. 4. Usaremos um “método coloquial”. 4. Através da Caixa de Correio Electrónico poderão questionar o Formador. experiência esta a ser utilizada na aula prática subsequente nos Sociodramas Pedagógicos de Grupo. Alguns Quadros Patológicos Sistémicos. na Plataforma. por todo o universo dos Alunos da unidade curricular.6 Alterações Celulares Maturo-Proliferativas ou Neoplásicas (Benignas e Malignas). os Formandos poderão apresentar as dúvidas e sugestões que lhes forem surgindo. Nas Aulas Práticas elaborar-se-ão Trabalhos de Grupo (sobre os Doentes e as Doenças estudadas nas aulas anteriores). o Formando deverá demonstrar a sua capacidade para Utilizar Adequadamente as Informações recebidas. personalizada. e de Questionários a aplicar em Sabatinas. sempre que o solicitarem. sempre que for possível com Trabalhos Práticos de Grupo. Hemorragias e Choques). METODOLOGIA Entende-se o Processo de Aprendizagem. no Fórum. ou em Sessões de Estudo Apoiado. na Perspectiva da Enfermagem. com o apoio de diapositivos (computador e projector multimédia). Subluxações e Entorses).

para registar consciente. em cenários virtuais ou reais. Ao sentar-se correcta e confortavelmente (completando prioritariamente os lugares das filas mais à frente). da mesma forma. . Com efeito. Nas Aulas só haverá “brainstorming”. e quanto ao Saber-Ser cada vez mais Congruente.. em contextos diversificados. Procedimentais e Conceptuais Pessoais. do seu eu consciente (Damásio. no sentido de se autonomizarem na sua utilização inteligente e criativa (pelo seu eu consciente).e a sua própria Representação Mental Integrada. com uma grande abertura-de-espírito. em Novas Comunicações Atitudinais. exigidos pela Profissão.. de forma cada vez mais Competente. quando programado. pelos Colegas e pelo Formador. fazendo uma rápida Síntese (personalizada) … para logo de seguida lhes associarem ideias pessoais e reorganizá-las numa nova Sistematização (personalizada) … elaborando e consolidando assim. no desempenho do seu papel social de Discente – isto é. a Intervir Atitudinal. decididamente. . Congruente e Integrada. intervindo de forma coloquial adequada. esclarecida e deliberadamente. Comportamental e Conceptualmente de forma Madura. Pretendemos que. espontaneamente ou. Capaz. ou o Formando que intervém. Consideramos importante que exercitem o raciocínio pessoal.o Desenvolvimento das suas Capacidades de Utilização dos “Novos Conhecimentos”. então recebidas. de forma também cada vez mais Competente.A. quando solicitado. Comportamentos e Verbalizações de cada Formando. Capaz. Congruente e Integrada. sobre as novas matérias e conceitos. exigidas pela Profissão. os Formandos procurem. Só comunicará verbalmente uma Pessoa de cada vez: ou o Formador. cada vez mais Competente. e ao tornar-se disponível (descontraindo-se física e mentalmente. Competente e Capaz. das Informações Novas. utilizando repetidas vezes. analizar essas Informações de forma atenta e crítica (personalizada) … procurem simplificar essas Informações. 2010). exigidos pela Profissão. Congruente e Adequada. 4/7 .A. à medida que forem recebendo Informações Novas. em escuta activa. os seus próprios Mapeamentos Imagéticos Cerebrais (Damásio. a sua própria Representação Mental Integrada Pessoal.o Desenvolvimento das suas Capacidades de Utilização dos “Novos Procedimentos”. são desde logo. 2010).o Desenvolvimento das Capacidades de Utilização das “Novas Atitudes”.. Competente e Capaz. favorável à intensa actividade cognitivo-desenvolvimentista a realizar por Ele. as informações que recebe e filtra criticamente para a sua memória a longo-prazo).. que as Atitudes. utilizando as capacidades dos seus cérebros. por cada Formando. manifestações da sua maturidade e evolução quanto ao Saber-Estar cada vez mais Congruente e melhor Integrado na Turma. agilizando e automatizando o seu acesso evocativo mnésico. é evidente que. estará. na sua contribuição para o AmbienteFacilitador.ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET / VISEU UNIDADE CURRICULAR PATOLOGIA GERAL Procuraremos conseguir: . de intervenção profissional. desde a sua entrada na Sala-de-Aula. Capaz.

e registadas (a longo prazo).. por isso. onde passará a constituir acervo. Entende-se que a memória-de-trabalho. às Informações partilhadas! Mas.Cada um de nós tem as suas próprias Qualidades. quer procedimental. 2008).B.. Este esforço cerebral deliberado. 2004). quer conceptual. em todas as suas tentativas de intervenção comunicacional – quer atitudinal. Falhas e Necessidades.. Competências. Somos… Todos Iguais! Todos Diferentes! . ou pelo Formando Interveniente) sejam perfeitamente ouvidas e inteligentemente entendidas. córtico-frontal. a consolidação das memórias recentemente adquiridas (Guedes. ou seja. será classificado com um peso de 10% para a sua nota em cada um dos dois primeiros Momentos de Avaliação. as suas próprias Limitações.. em Desenvolvimento e Aprendizagem constante e.G. neste Processo de Amadurecimento e Aprendizagem Conjunta. e transferida.F. No fim da Aula. atitudinal e procedimentalmente. Todos estaremos em escuta atenta. deva elaborar com Atenção.. é fulcral. concentrada e activa. sujeitos a falhas.. mas também. et al. 2007). do Formando. quaisquer atitudes ou comportamentos prejudiciais às Comunicações claras. Calmo e Tranquilo – proporcionando ao seu Cérebro e ao de todos. e registará (Nunes. para os córtex temporais e parietais. a Representação Mental Integrada Pessoal. nas memórias da Turma. da sua memória-a-longo-prazo (Busan. Cuidado e de Imediato (o que implica esforço e trabalho de valorização pessoal importante). Isso obrigará o Formador a interromper tais atitudes e comportamentos. por parte do Formando. e à sua perfeita compreensão por parte das Pessoas a quem elas se dirijam (Nogueira Dias. Concentração. sem ruídos de interferência. somos todos Humanos. Evolutivamente Adquiridas – Atitudinais.T. e certos núcleos cerebrais subcorticais. Terão de ser encaradas como falhas graves. a partir da representação mental que cada um fará.. Este Constantemente Novo Tipo de Intervenções. do Formando.M. consolidadas. Procedimentais e Conceptuais Personalizadas. usando estímulos positivos e construtivos. no seu processo de aprendizagem… e exige muita concentração da sua atenção! Não pode ser perturbado! 5/7 .. a forma como cada Estudante arruma o seu material e sai. da informação recebida... sobre os temas da unidade curricular... Capacidades e Potencialidades. que será inteligente e intuitivamente codificada de forma personalizada. mantendo o Ambiente da Sala e das suas proximidades. Procuraremos incentivar o Formando. é. inicial. a bem do Projecto Comum. depois de enriquecida e consolidada pelo seu sistema Límbico. 2007).ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET / VISEU UNIDADE CURRICULAR PATOLOGIA GERAL Estaremos atentos para que as Explicações proporcionadas (ou pelo Formador. uma manifestação de evolução pessoal. vale até 2 valores dos 20 possíveis. et al.

. 1995. 2007). a utilização voluntária das vias neuro-sinápticas que interligam os núcleos dos córtex pré-frontais com os temporais e os parietais. Consideramos pois. de novo (Nunes.. a essa informação/representação pessoal memorizada. AVALIAÇÃO Pretende-se que a Avaliação Formativa e a Sumativa. 2-Uma Avaliação Sumativa. para que as vias desse acesso se tornem tão ágeis. 2008). de 0 a 20 valores. 2010.. Será estabelecida na primeira Aula. Terá um peso de 90% na nota de cada Momento Avaliativo. a evocação da informação de forma oportuna. para cada uma das seguintes Componentes: “Presença Atenta e Envolvida”. antes dos Exames. podendo ser alterada por motivos de força maior ou. cada um dos quais. Terá o peso de 10% na nota de cada Momento Avaliativo. com: 1-Uma Avaliação Formativa. implica a anulação da prestação da Prova. De acordo com os Regulamentos. e nos Trabalhos de Grupo a realizar no decorrer das aulas práticas. escrita. 2007. lógico-intuitivo-mnésica. em cada Questão. Desta Avaliação constarão portanto também. sejam adequadas. quer nas Aulas. sempre que o Formando o deseje. haverão dois Momentos Avaliativos. “Participação Pertinente e Colaborativa”. sempre que o desejar. que se espera tenham sido atingidas pelo Estudante.. deverá fazer-se repetitivamente de forma periódica e em contextos diversificados. cada vez mais maquinal e automatizada – utilizando sem esforço. M. mediante negociação. dos Alunos. et al. et al. de forma a agilizar e a automatizar. e conscientemente.B. Nunes. (Guedes.ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET / VISEU UNIDADE CURRICULAR PATOLOGIA GERAL Lembramos. que ele se faça progressivamente de forma cada vez mais imediata. que será constituída por uma Frequência presencial. quer em qualquer outro contexto). Buzan. que se considera que a actividade evolucionária cognitiva. et al.A.B.. e “Demonstração dos Conhecimentos Adquiridos”. et al. É outra das Responsabilidades do Formador.G. 2008). progressivamente. para selecção de uma Frase Correcta. e ainda os núcleos da base. tem de ser muito exercitada (quer na Plataforma. as classificações obtidas nos Trabalhos Individuais (Glossários e Questionários) completados fora das aulas. que Constará de 20 Questões de Escolha Múltipla. reveladores de falta da Maturidade e da Responsabilidade Socio-Académicas.T. as memórias registadas. pessoal. 2007.A. Lembra-se que qualquer atitude ou comportamento. de cada “aprendente”. durante a prestação destas Provas de Avaliação. inteligente e adequada. de 0 a 20 valores. Alerta-se contra a desactivação das vias neuro-sinápticas de Acesso à Informação Memorizada… pelo seu desuso (Damásio. com a comparticipação do sistema límbico. 6/7 . Só assim o “aprendente” conseguirá obter. automatizada e correcta. que o acesso volitivo. posterior. MOTA PINTO.

Reedição. DEL POZO. 2010. Santiago: Universidad Pontifícia Católica del Chile. 5ª Edición. Terá também a opção do Exame de Recurso.L. S. SHAFFLER. Patologia.. et al.5 valores. ou uma média das classificações nestes dois Momentos Avaliativos inferior a 9. Os Exames serão constituídos por provas escritas. A.ESCOLA SUPERIOR DE SAÚDE JEAN PIAGET / VISEU UNIDADE CURRICULAR PATOLOGIA GERAL Uma classificação inferior a 7. L. 2005. implica a execução do Exame..R. J. Manual de Patología General. STEVENS.0 valores em qualquer destes dois Momentos Avaliativos. 2001. Lisboa: McGraw-Hill de Portugal. Lisboa: Lusodidacta. Lisboa: Instituto Piaget. 3ª Tiragem. 16th edition. et al. R. Robbins e Cotran Patologia. Lisboa: Instituto Piaget. et al. KUMAR. 2002. et al. Lisboa: Lusodidacta. MOTA PINTO.C. D. et al. Manual de Patología General. Lisboa: Lusodidacta. WHITAKER. Barcelona: Masson. Manole. LOWE. Lisboa: LIDEL. Medicina Interna e Cuidados de Enfermagem. 2001. 2006. D. STONE. Lda. mas englobando toda a matéria leccionada na Unidade. Lisboa: Lusodidacta. (pp. J. A et al. Introdução à Epidemiologia. no final da frequência da Unidade de Formação irá fazer também a sua Avaliação sobre o Funcionamento da Unidade Curricular e a sua Avaliação sobre a Intervenção do Formador. 2002. Atlas de Anatomia Funcional Humana. cada Formando. et al. 2005. 1999. 2003. ZUIDEMA. et al. 1-95). R. Lda. BIBLIOGRAFIA CHUAQUI. SEELEY. 2004. Lisboa: Mcgraw-Hill. 7/7 . Rio de Janeiro: Elsevier Editora. et al. HARRISSON – Medicina Interna. A. Atlas de Anatomia. 2007. et al. V et al. B. PERLEMUTER. Compêndio de Anatomia. K. 2005. Reimpresión. 7ª Edição. MOLL. Anatomia e fisiologia para os cuidados de enfermagem.B. Lda. Tamboré: Ed. Anatomia & Fisiología. KASPER. Fisiopatologia. com o mesmo Modelo referido para a Frequência. Por outro lado.