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MINISTÉRIO DO PLANAJEMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO  SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO            ANEXO II ­ ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA                

   

Brasília, 09 de outubro de 2008.

ÍNDICE 
ANEXO II ‐ ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA ................................................................ 1  SEÇÃO I – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA PARA OBRAS CIVIS .................................. 5  1.  2.  3.  4.  5.  6.  7.  8.  OBJETIVO ...................................................................................................... 6  DISPOSIÇÕES GERAIS ................................................................................ 6  DESCRIÇÃO DAS ESTAÇÕES ..................................................................... 7  ESCOPO DO FORNECIMENTO .................................................................... 8  DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS .................................................................... 11  REQUISITOS DO DISTRIBUIDOR GERAL ÓTICO (DGO) ......................... 17  REQUISITOS DO DISTRIBUIDOR INTERMEDIÁRIO DIGITAL (DID) ........ 20  CRONOGRAMAS E PROJETO PRELIMINAR DE IMPLANTAÇÃO ............ 21 

SEÇÃO II – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA PARA CONTÊINERES............................. 23  1.  2.  3.  4.  5.  6.  7.  8.  9.  10.  INTRODUÇÃO .............................................................................................. 24  CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ....................................................... 24  IMPERMEABILIZAÇÃO ................................................................................ 29  ISOLAMENTO TÉRMICO ............................................................................. 30  IDENTIFICAÇÃO .......................................................................................... 31  DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ...................................................................... 31  RESPONSABILIDADE, GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA ................ 31  CONTROLE DE QUALIDADE ...................................................................... 32  TESTES ........................................................................................................ 32  NORMAS APLICÁVEIS ................................................................................ 33 

SEÇÃO III– ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA PARA INSTALAÇÕES ELÉTRICAS ........... 34  1.  2.  3.  4.  5.  6.  7.  OBJETIVO .................................................................................................... 35  SISTEMA DE ENERGIA EM CORRENTE ALTERNADA ............................. 35  SISTEMA DE ENERGIA EM CORRENTE CONTÍNUA ............................... 41  SISTEMA DE PROTEÇÃO ELÉTRICA ........................................................ 41  ENSAIOS ...................................................................................................... 43  CERTIFICADOS E MANUAIS ...................................................................... 43  GARANTIA ................................................................................................... 44 

SEÇÃO IV – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA PARA SISTEMAS RETIFICADORES CHAVEADOS EM  ALTA FREQÜÊNCIA E CONVERSORES ..................................................................................................... 45  1.  2.  3.  4.  OBJETIVO .................................................................................................... 46  DEFINIÇÕES ................................................................................................ 46  CARACTERÍSTICAS GERAIS ..................................................................... 46  CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ................................................................. 47 
ANEXO II 2

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação

 

5.  6.  7.  8.  9.  10.  11.  12.  13.  14.  14.1  14.2 

CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ....................................................... 53  CODIFICAÇÃO ............................................................................................. 55  UNIDADE DE CONTROLE E SUPERVISÃO DA SR ................................... 56  ALARMES..................................................................................................... 58  DISTRIBUIÇÃO ............................................................................................ 60  INSTALAÇÃO ............................................................................................... 60  DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ...................................................................... 60  RESPONSABILIDADE, GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA ................ 61  CONTROLE DE QUALIDADE ...................................................................... 61  RELAÇÃO DE ANEXOS ............................................................................... 61  Sub-seção IV-A: Especificação técnica dos conversores CC; ..................... 61  Sub-seção IV-B: Configurações de SR para a CONTRATANTE. ................ 61 

SUB‐SEÇÃO IV‐A ‐ UNIDADE DE CONVERSORES CC/CC .......................................................................... 62  1.  2.  3.  CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS SISTEMAS DE CONVERSORES .. 63  CARACTERISTICAS TÉCNICAS DAS UNIDADES CONVERSORAS +24V/-48V 63  CARACTERISTICAS TÉCNICAS DAS UNIDADES CONVERSORAS –48 V/+24 V 64 

SUB‐SEÇÃO IV‐B – CONFIGURAÇÕES DE SR ........................................................................................... 66  1.  CIRCUITO DE DESCONEXÃO DAS BATERIAS ......................................... 67 

SEÇÃO V – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA PARA BATERIAS ................................... 68  1.  2.  3.  4.  5.  6.  7.  8.  9.  10.  11.  12.  13.  14.  15.  INTRODUÇÃO .............................................................................................. 69  DEFINIÇÕES ................................................................................................ 69  COMPONENTES .......................................................................................... 69  ESTANTE ..................................................................................................... 70  INTERLIGAÇÕES......................................................................................... 71  CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS ............................................................... 71  RENDIMENTO.............................................................................................. 72  REGIME DE FLUTUAÇÃO ........................................................................... 74  REGIME DE CARGA PARA ACUMULADORES VENTILADOS .................. 74  IDENTIFICAÇÃO .......................................................................................... 74  INSTALAÇÃO ............................................................................................... 75  ACESSÓRIOS .............................................................................................. 75  DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ...................................................................... 75  CONTROLE DE QUALIDADE ...................................................................... 75  RESPONSABILIDADE, GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA ................ 76 

SEÇÃO VI – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA PARA UNIDADES INVERSORAS ........... 77 

Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação

ANEXO II

3

 

........... 82  GARANTIA . 82  SEÇÃO VII – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA‐ESTRUTURA PARA SISTEMA DE CLIMATIZAÇÃO ....... 81  RESPONSABILIDADE..  7........... 78  CARACTERÍSITICAS MECÂNICAS E ELÉTRICAS: ......................  9........................... 81  IDENTIFICAÇÕES........................................... 81  DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA ............. 93  DEFINIÇÕES ..............  2............................  6............ 96  MENSAGENS DE DEFEITO E STATUS DE FUNCIONAMENTO ............................................................................ GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA ....................................  3.... Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 4   ...........  11............................................................................. 79  CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS ...........................................  14.......................................................................  2................................. 79  FUNCIONAMENTO ......... 100  SEÇÃO IX – PLANILHAS DE PREÇOS UNITÁRIOS ....................................... 93  CARACTERÍSITCAS GERAIS ..........  9.  8............ 83  1................................................. 101    Ministério do Planejamento..........  6................................................................ 78  DEFINIÇÕES ..................................................................  4................................................................ 93  INSTALAÇÃO ELÉTRICA ..........................  10. 92  .......................... 99  DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA .................................................................. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA .....  12..............................  13......................................... 99  CONTROLE DE QUALIDADE ..................  INTRODUÇÃO ................................................................................................................................................................................................................ 1................. 95  MATERIAIS E ACABAMENTOS ......................................................................................  CONDICIONADOR DE CONDENSAÇÃO À AR .................................... 95  OPERAÇÃO ...................................... 93  CARACTERÍSITICAS TÉCNICAS .....  4............. 80  MATERIAIS E ACABAMENTOS .....  5.............................................................. 80  CONDIÇÕES DE ACESSO .......................  11.......... 78  CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS ....................  3....................... 98  IDENTIFICAÇÕES........  2....  12...............  10.................  8............................  7...............1...................................................................................................................................................... 89  SEÇÃO VIII – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL ‐PLC  ...................................... 99  RESPONSABILIDADE.................................................................  OBJETIVO ..................................... 78  CARACTERÍSTICAS AMBIENTAIS ......  5............. 84  CONDICIONADOR DE JANELA PARA TELECOMUNICAÇÕES .............. 81  CONTROLE DE QUALIDADE ........

                SEÇÃO I – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA PARA OBRAS  CIVIS   Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 5   .

Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 6   .1.1.2 2. Norma Regulamentadora No.1 2.1. 10126.3 2.6 2. 2.1.1. Portaria 1. NBR-6118 . NBR-8681 . 8402.projeto Decretos e Portarias Decreto 83. NBR-8196. 8403.2 2.2. DISPOSIÇÕES GERAIS Todos os serviços deverão seguir os critérios definidos a seguir: 2.Ações e Segurança nas Estruturas.1.2. NBR-6122 .1.2.3 2.2.1.1. 2.1 2.1.Segurança na execução de obras e serviços de construção.1.8 Documentos Aplicáveis ABNT NBR-5419 – Proteção de Edificações contra Descargas Atmosféricas.7 2. NBR-8036 – Programação de Sondagens de Simples Reconhecimento dos solos para Fundação de Edifícios. 6 – NR6 – da Portaria 3. NBR-14306 – Proteção Elétrica e compatibilidade Eletromagnética em redes internas de telecomunicações em edificações .Projeto e Execução de Obras de Concreto Armado.399 de 03/05/79.1.1   Ministério do Planejamento. 10068.2 2. do Ministério do Trabalho. de 08/06/78. Serviços Preliminares Serão de inteira e exclusiva responsabilidade da PROPONENTE todos os serviços e providências necessárias para garantir a perfeita execução e segurança da obra.1.Projeto e Execução de Fundação.1 2.1.1. 10067. 1.2 2. 8993.1.1.1.5 2.214.1. 10582 e 10647: Coletâneas de Normas de Desenho Técnico.1. 8404.1.4 2.1 2.141/GM5 e seus anexos de 08/12/87 do Ministério da Aeronáutica. NBR-7678 .1.1 OBJETIVO Esta seção tem como objetivo apresentar o detalhamento das especificações dos itens que irão compor a lista relativa a obras civis para a composição dos modelos.

Tipo 02 – Estação nova em contêiner – dimensões: 2. 3.2 3.3 3. banco de bateria e demais equipamentos.20m .3. Modelos de Estações As implantações deverão ser enquadradas em um dos tipos de estação abaixo relacionados: Tipo 01 – Estação nova em alvenaria – dimensões: 3.2. Deverá ser especificado um layout de infra-estrutura (padrão Telecom) para cada um dos tipos de estação.4 Os projetos deverão ser fielmente obedecidos.438 m X 5. atividades/fornecimentos necessários para demolição. assim como todas as Normas da ABNT vigentes e aplicáveis. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 7   .16 m2).2.4   Ministério do Planejamento.80m .1 3.2.2 2. A CONTRATANTE rejeitará as obras e serviços que não apresentarem condições de correta execução ou aqueles cujo resultado final não atender aos objetivos do projeto executivo previamente aprovado.7 3. 3.1 3. ar condicionado.0m . caberá à PROPONENTE definir soluções e submetê-las à apreciação da CONTRATANTE.1 3.2.70 m2). dos equipamentos de energia.1. Tipo 04 – Estação Nova em contêiner – dimensões: 2.3.24 m2). ficando por sua conta exclusiva todas as despesas e prazos decorrentes destas providências.3. A PROPONENTE ficará obrigada a demolir e a refazer os trabalhos em desacordo com o projeto executivo. etc.1.438 m X 4.40m .2 DESCRIÇÃO DAS ESTAÇÕES A elaboração dos modelos de estação de infra-estrutura que receberão os modelos com os equipamentos DWDM poderá ser em: alvenaria ou contêiner. Toda a mão-de-obra e todos os materiais necessários para a execução das obras e serviços deverão ser fornecidos pela PROPONENTE.3 2. instalações.. por escrito em até 10 dias corridos. A PROPONENTE deverá prever na Lista de Itens com Preços Unitários Discriminados. Tipo 03 – Estação nova em contêiner – dimensões: 2. para abrigar os equipamentos DWDM.2.2.3. logo após o recebimento da ordem de serviço lavrada no Diário de Obras. para o caso de haver intervenções em prédios existentes durante a implantação. indicando a posição dos bastidores.Estação repetidora em localidades de médio porte (área: 11.Estação repetidora em localidades de grande e médio porte (área: 13.1. onde deverão ser observadas as especificações dos materiais existentes. Em caso de omissão ou impossibilidade de aplicação de algum processo executivo ou material discriminado nestas Especificações.0 m X 5.2.3 3.1.438 m X 4.Estação repetidora em localidades de grande e médio porte (área: 15.3. recomposição de acabamentos. 2.Estação repetidora em localidades de pequeno porte (área: 10.5 2.0 m2).6 2.

3. em um terreno de 15. adequações no sistema de ar condicionado. quando necessário. devendo ser complementada caso seja necessário para a completa execução da infra-estrutura das estações. Os testes para a verificação dos valores de desempenho e das características deverão ser realizados de forma a comprovar os requisitos contidos nessas especificações técnicas. esteiramentos. Todas as despesas com taxas e emolumentos serão responsabilidade da PROPONENTE.2 4.1 4. 4. garantidas a qualidade e a boa técnica.0 m.3.3. adequações. a partir do Relatório de Vistoria. 4. Levantamento topográfico.3. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 8   . remanejamentos e demolições que se fizerem necessárias no terreno. e demais intervenções indispensáveis à instalação dos equipamentos.5 4.3.5 4.0 x 15. considerando um perímetro de 60.0 m (sessenta metros). conexão à malha de aterramento.3. alimentação em CC.3. etc. instalação de placas de passagem de cabos em prédios ou contêineres. alimentação em CA.0 m2) Execução de projetos executivos e as built da estação. Execução do sistema de aterramento e proteção elétrica.2 As informações de que trata esta Seção deverão ser fornecidas explicitamente para os equipamentos e materiais específicos deste FORNECIMENTO e apresentadas na forma de resumo técnico para cada tipo de equipamento e material. adequações nas coberturas. A CONTRATANTE se reserva o direito de desclassificar qualquer PROPOSTA que não contenha todos os dados especificados nesta Seção ou que não contenha informações suficientes para a análise da mesma. conforme especificações.1 ESCOPO DO FORNECIMENTO As propostas para cada um dos quatro modelos de estação deverão contemplar todas as implantações. Quando necessário. catálogos e prospectos específicos. revestimentos. A relação de materiais e serviços que será apresentada a seguir é orientativa. correções. Fechamento da estação em alambrado e portão. anexados à PROPOSTA.2 4.3. O PROPONENTE deverá garantir que o desempenho e as características dos equipamentos e materiais fornecidos estejam de acordo com os requisitos destas ESPECIFICAÇÕES.3. providenciar os projetos legais e obter a aprovação e todas as licenças junto aos órgãos públicos. pinturas.6   Ministério do Planejamento.4 3. complementadas com folhetos. conforme projeto.3.3 4.3 4.. onde houver.3. Medição e emissão de laudo de aterramento.3 3. Os projetos e detalhes padrões fornecidos nessas especificações deverão ser considerados para a elaboração dos preços unitários para cada tipo de estação.4 4. pisos elevados. no padrão exigido. recuperação de impermeabilizações. incluindo os materiais e serviços para a alimentação de energia. Estação Tipo 1 – Alvenaria (15. 3.

3.4.3. Execução de caixas de passagem subterrânea para elétrica.3. Instalação do alimentador do poste de iluminação da estação.28   Ministério do Planejamento. terminal positivo aterrado. na área da implantação. Execução das instalações para alimentação de energia CC nos equipamentos a serem instalados na estação.8 4.21 4. conforme especificações da concessionária de energia elétrica local.3.24 4. Instalação de Unidade Retificadora de Corrente Contínua . retornos e demais itens necessários ao prefeito funcionamento do sistema.3.15 4. cintas. Pintura de muretas.16 4. Lançamento de brita nas áreas definidas no projeto executivo.12 4. conforme projeto. grelhas. (verificar a necessidade). proteção elétrica e plano de bloqueio.3.18 4.25 4. Execução de valas e tubulações subterrâneas para passagem de cabos elétricos e de cabos óticos desde a entrada do terreno até sua respectiva terminação dentro da estação.3. Execução do sistema de ar-condicionado. Execução do esteiramento horizontal entre os Quadros de Distribuição de Energia e os bastidores DWDM / Retificadores / Baterias.11 4.3. aterramento.3.URCC.23 4.27 4.3.20 4. Execução de jumpers de interligação do esteiramento. a partir da URCC e do QDCC.9 4.3.17 4. Execução do sistema de iluminação da estação (Incluindo o fornecimento do poste). Aterramento do Quadro de Medição.3. ótica. nivelamento e compactação do terreno.3. Fornecimento e instalação de SKIDs metálicos para baterias. conforme especificado.3.3.3.19 4.14 4. bem como o respectivo Quadro de Distribuição de Corrente Contínua – QDCC. Aterramento dos Quadros de Distribuição de Energia – QDEs e de todas as partes metálicas da estação. incluindo dutos.3. Execução de uma entrada de energia CA para um medidor. 4. postes de iluminação e do esteiramento. Instalação de barras de aterramento de cobre.10 4.3. Execução da construção da estação (obra civil).26 Limpeza.3. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 9   . Execução do Aterramento em malha. cuja tensão nominal deve ser -48 V.3. Execução das instalações de sistemas de detecção de incêndio e intrusão a serem instalados na estação.7 4.22 4.3. Execução das bases de concreto para fixação do poste de iluminação. insuflamentos.3.13 4. etc. Fornecimento e instalação de padrão de medição e entrada de energia.

6 4.4 4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 10   .0 x 15. aterramento.4. Fornecimento e instalação de padrão de medição e entrada de energia. 4.14 4.19 4.11 4.2 Estações Tipo 2. Quando necessário.4.4.22 Ministério do Planejamento.4. ótica.4. proteção elétrica e plano de bloqueio.4.4.4.12 4.4.5 4.13 4. Execução do esteiramento horizontal entre os Quadros de Distribuição de Energia e os bastidores DWDM / Retificadores / Baterias.18 4. providenciar os projetos legais e obter a aprovação e todas as licenças junto aos órgãos públicos.4. etc.4.4.70 e 10. Aterramento do Quadro de Medição. Execução do sistema de iluminação da estação (Incluindo o fornecimento do poste).4.15 4.4 4. na área da implantação. Instalação do alimentador do poste de iluminação da estação.8 4.4.4. Execução das bases de concreto para fixação do poste de iluminação.16 4. nivelamento e compactação do terreno. (verificar a necessidade). conforme especificações. no padrão exigido.4.4.3 4.9 4.4. considerando um perímetro de 60.17 4. Execução de jumpers de interligação do esteiramento. conforme especificações da concessionária de energia elétrica local. em um terreno de 15.21 4. Execução de valas e tubulações subterrâneas para passagem de cabos elétricos e de cabos óticos desde a entrada do terreno até sua respectiva terminação dentro da estação.0 m (sessenta metros). Execução de caixas de passagem subterrânea para elétrica. Todas as despesas com taxas e emolumentos serão responsabilidade da PROPONENTE. Medição e emissão de laudo de aterramento. Fornecimento e instalação de SKIDs metálicos para baterias.06. conforme projeto. 3 e 4 – Contêiner (13.4. 11. Aterramento dos Quadros de Distribuição de Energia – QDEs e de todas as partes metálicas da estação.20 4. Levantamento topográfico.0 m. Instalação de barras de aterramento de cobre. Execução do Aterramento em malha.4.24 m2 respectivamente) Execução de projetos executivos e “as built” de estação.1 4. quando necessário.7 4.4. Execução da base de concreto para instalação do contêiner.10 4. Limpeza. Fechamento da estação em alambrado e portão. conforme projeto. a partir do Relatório de Vistoria. Execução do sistema de aterramento e proteção elétrica. Execução de uma entrada de energia para um medidor.4.4.

1. Execução do sistema de ar-condicionado.4. Recuperações de obras civis não afetadas pela implantação da estação.4.5. 5. postes de iluminação e do esteiramento.1.4 4.1 4.26 Lançamento de brita nas áreas definidas no projeto executivo.URCC.25 4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 11   .1. Itens não incluídos no escopo dos modelos Deverão ser incluídos na Lista de Itens com Preços Unitários Discriminados.5. incluindo dutos.4.5.4. cintas.9 4.2 4.5 4. insuflamentos.1.6 4.4. Ministério do Planejamento. Ampliação e substituição de sistemas de ar condicionado (não se aplica a execução de pequenas redes de dutos).4.1. Barreira corta-fogo em áreas rurais. valor por km. Ampliações ou substituições de entradas de energia e subestações. bem como o respectivo Quadro de Distribuição de Corrente Contínua – QDCC.8 4.1.5. cuja tensão nominal deve ser -48 V.5.28 4. Execução de serviços diferentes do especificado.1 4. Instalação de Unidade Retificadora de Corrente Contínua .1.5.11 4.10 4.12 5.1.5.7 4. 4. Serviços de drenagem do terreno.5.1. Reforços estruturais.5.4.27 4.23 4.1.1 5.3 4. Execução das instalações para alimentação de energia CC nos equipamentos a serem instalados na estação. conforme especificado. Demolições ou remanejamentos onde não for configurado interferência para a implantação da estação.5.5. Execução de estradas de acesso. não compondo o preço global dos modelos de infra-estrutura.1.5. retornos e demais itens necessários ao prefeito funcionamento do sistema.5. Pintura de muretas.1. valor por km de rede construída. Execução das instalações de sistemas de detecção de incêndio e intrusão a serem instalados na estação.1 DESCRIÇÃO DOS SERVIÇOS Placas de Obra A PROPONENTE deverá instalar as placas exigidas pelo CREA e/ou Município. terminal positivo aterrado. Estradas de acesso. grelhas.24 4.5 4. os seguintes itens: Desmatamentos em áreas maiores que a área de implantação e retirada de árvores de grande porte. a partir da URCC e do QDCC.1. Extensões de rede em baixa tensão.

podendo ser utilizado grama ou outro material que possibilite tal proteção. de acordo com a natureza do solo e das exigências da obra.4. inundações e deslizamentos. de forma a se evitarem danos a terceiros. quando vier a surgir a necessidade de escavações protegidas. deverão ser executados dentro da mais perfeita técnica.3 5. Demolições e Limpeza do Terreno As demolições necessárias.4 Ministério do Planejamento.2. Os taludes definitivos. salvo se especificado de forma diferente no projeto. de forma a deixar a área livre de raízes. competirá à PROPONENTE.3 5. roçado. Movimento de Terra A PROPONENTE deverá executar todo o movimento de terra necessário para o nivelamento do terreno. em cota superior à dos terrenos vizinhos e largura mínima de 5 (cinco) metros. Toda a estação deverá ser implantada em cota que lhe garanta segurança natural contra enchentes. receberão um capeamento protetor. especialmente com relação à drenagem superficial. Periodicamente deverá será procedida a remoção de todo o entulho e detritos que se venham a acumular no terreno em decorrência da execução da obra. 5.4 5. na área da implantação. respeitadas as legislações em vigor.2 5. com todos os acessórios e serviços que garantam a segurança e durabilidade da mesma. serão regularizadas de forma a permitir fácil acesso e perfeito escoamento das águas superficiais. como proteções. as alternativas adequadas para solucionar o problema.4.3. tocos de árvores. respeitando os afastamentos.3. muros de arrimo ou ambos. As áreas externas.4.1 Estradas de Acesso No caso da implantação em estações repetidoras ou estações de transmissão em locais não servidos por vias públicas. O corte de árvores somente poderá ser feito de acordo com a autorização / orientação da CONTRATANTE. tomando-se os devidos cuidados. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 12   . quando não especificados de modo diverso. com a urgência requerida. a fim de evitar futuras erosões. de benfeitorias existentes ou outros obstáculos que interfiram na implantação projetada. submeter previamente a CONTRATANTE.4 5.1 5.3. Somente será efetuada a limpeza da área mínima necessária a implantação da estação.2 5. A limpeza do terreno compreenderá os serviços de capina.2 5. destocamento e remoção.1 5. Será admitido o emprego de cortinas.5.4.3 5. permanecendo desta forma o restante da área da estação em suas condições originais de aquisição.3. quando não perfeitamente caracterizadas em planta. bem como a completa limpeza do terreno. Os taludes serão sempre executados com inclinação máxima de 45º. Nenhuma estrutura deverá estar locada abaixo do nível da rua ou em situações de taludes instáveis. pedras etc. será executada estrada de acesso em cascalho. No curso da obra.

7 5.9 5. quando necessário e/ou exigidos pela prefeitura/município. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 13   . de acordo com o Contrato. ferramental e demais aparelhos necessários ao bom desenvolvimento dos serviços.1 5. a juízo da CONTRATANTE. projetar e executar as instalações do canteiro de obra. pertencente ao quadro de empregados da PROPONENTE. na obrigação de proceder.5.1 5. com 2. além disso. A ocorrência de erro na locação da obra projetada implicará para a PROPONENTE. demolições e reposições que se tornarem necessárias.20 m de altura. será encargo da PROPONENTE.6. sujeita às sanções. As camadas depois de compactadas não deverão ter mais de 20 cm de espessura média.5 5.1 5. O fornecimento de máquinas. além de todos os profissionais necessários para o desenvolvimento perfeito da obra. Identificação dos Funcionários Todos os profissionais que atuarem na implantação da estação deverão portar crachá com foto.3 5. Será de responsabilidade da PROPONENTE a verificação do alinhamento geral. Canteiro de Obra Será de responsabilidade da PROPONENTE. por sua conta e nos prazos estipulados. Locação da Obra Para a execução dos serviços de locação.1 5.5. equipamentos. convenientemente escolhido.4.5. nome e número da identidade. A locação deverá ser executada de acordo com o Projeto de Implantação.7.8. serão construídos tapumes compostos por chapas de madeira à prova d'água. Deverão também estar uniformizados. Tapumes e Proteção Em toda a extensão de vias públicas e no limite de áreas vizinhas. as modificações. quando do início das obras. Administração da Obra A administração será levada a efeito por profissional devidamente habilitado.1 5.6 5. o terreno deverá estar convenientemente limpo e preparado de modo a permitir a perfeita implantação da obra.9. da situação e localização do terreno de acordo com sua Matrícula no Registro de Imóveis e das Posturas Municipais em vigor em cada localidade.8 5.10 Ministério do Planejamento. com espessura mínima de 10 mm. devendo ser mantida a homogeneidade destas camadas. além da logomarca da empresa. Também deverá contar com um encarregado geral. no perímetro do terreno e/ou em torno da obra. devendo a CONTRATANTE ser imediatamente comunicada a respeito de divergências porventura encontradas.5. Segurança e Higiene 5. multas e penalidades aplicáveis em cada caso particular.5 O lançamento do aterro deverá ser executado em camadas com espessuras não superiores a 30 cm de material fofo.2 5. com toda a infra-estrutura necessária para um perfeito desenvolvimento das obras e serviços. devendo ficar registrada em piquetes de madeira. ficando.

5. Armaduras As armaduras deverão obedecer ao estabelecido nas normas atinentes em especial a NBR6118.13. atendendo às recomendações relativas à locação e movimento de terra.12.13.4 5.1 5. As formas deverão ser molhadas até a saturação a fim de evitar absorção da água de amassamento do concreto.3 5. fortemente amarradas às barras de aço. A utilização destes equipamentos será obrigatória em todas as dependências do canteiro de obras.3 5.12. não se admitindo. Nesse caso o PROPONENTE apresentará a CONTRATANTE o método de dosagem e se responsabilizará pelo controle da qualidade. compensado ou resinado. Antes do início da concretagem as formas deverão estar limpas e estanques para evitar eventuais fugas de pasta.11 5. entretanto. respeitando a resistência (Fck) de projeto. Os desmoldantes deverão ser aplicados na superfície das formas antes da colocação da armadura. Bases As bases deverão ser executadas sobre aterro compactado.4 5.12.12 5.2 5.14. argamassa aderente ou qualquer outra substância que impeça a perfeita aderência ao concreto.13. O fator água: cimento não poderá ser alterado após a dosagem na usina. exceto quando especificado na Nota Fiscal e obedecendo rigorosamente o volume previsto.2 Ministério do Planejamento. O recobrimento previsto de 25 mm deverá ser garantido pela colocação de pastilhas prémoldadas ou espaçadores apropriados. Serão admitidas formas executadas em tábuas.11.13 5. a mistura manual.1 Deverão ser atendidos todos os itens pertinentes da NR-18. Deverão ser previstos dispositivos auxiliares que não permitam o deslocamento das armaduras nas formas antes e durante o lançamento do concreto.1 5.2 5. com o uso de Equipamentos de Proteção Individual – EPI. As barras de aço não deverão apresentar excesso de ferrugem.1 5. Formas As formas e escoramentos deverão obedecer aos critérios da NBR7190. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 14   . O dimensionamento das formas deverá ser feito de tal forma a evitar possíveis deformações devido a fatores ambientais ou provocado pelo adensamento do concreto fresco. manchas de óleo.10.12.14.14 5. As armaduras não poderão ficar em contato direto com as formas ou com o solo. principalmente no que diz respeito à segurança pessoal.1 5. 5. Concreto O concreto utilizado na obra será preferencialmente usinado.13. Somente em casos excepcionais será aceito o concreto estrutural preparado na obra.

para fechamento lateral das novas estações.14.3 A concretagem só poderá ter início após minuciosa verificação por parte da PROPONENTE e da CONTRATANTE da perfeita disposição.15 5. exceto nas áreas urbanas ou em condições especiais. ligações e escoramento das formas e armaduras correspondentes. dimensões. deverão ser previstas juntas de dilatação.2 Ministério do Planejamento.14. quando a delimitação de toda a área somente será executada por determinação da CONTRATANTE.1 5. bem como a correta colocação de tubulações que ficarão embutidas no concreto. a especificação do projetista especificando a resistência mínima para montagem. Se o tempo previsto para descarga ultrapassar o determinado na Nota Fiscal para início da pega. o mesmo deverá ser cercado com alambrado.15.4. para início de montagem.1 5.14.14. constituído de: 5. Nos terrenos onde não houver muro de divisa existente. soldada 5x10 cm.16. prédio ou gabinetes.5 5. Quando. Fechamento O fechamento das estações novas será conforme opções que se seguem. a CONTRATANTE poderá rejeitar a carga do caminhão. devido às dimensões da área locada. O material utilizado para garantir o espaçamento entre as estruturas deverá ser totalmente removido após a cura do concreto e não será admitida a utilização de tábuas de madeira ou de compensado. entre outras nas seguintes situações: SLUMP abaixo do estabelecido na Nota Fiscal.16.4.4. Entretanto.14. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 15   .16 5. após ter sido adicionado o volume de água previsto e misturado até atingir consistência homogênea.14. posicionamento e nivelamento dos gabaritos e prumo dos chumbadores da estrutura vertical.4 5.14. caso sejam observados desvios. Caberá à PROPONENTE assegurar que o concreto a ser utilizado esteja dentro dos padrões estabelecidos no projeto ou nestas especificações. A PROPONENTE deverá garantir através de laudo de rompimento de corpos de prova que no dia previsto para o início da montagem da estrutura vertical (poste ou torre) a resistência mínima de projeto.14. entrada de energia e afastamentos).4. SLUMP acima do estabelecido na Nota Fiscal após ser misturado até atingir consistência homogênea.5 5. permanecendo desta forma o restante da estação em suas condições originais de aquisição. Alambrado/Cercas Deverá ser dada prioridade na utilização de tela galvanizada.14.1 5.5. as estruturas de concreto ficarem coladas.6 5. O inicio da montagem deverá respeitar no mínimo de 3 (três) dias da concretagem. devendo ser executado somente para a área exclusivamente necessária à implantação da estação (estrutura para sustentação de antenas.2 5.4. O lacre estiver rompido ou sua numeração não coincidir com a que consta na Nota Fiscal.3 5.4 5. A Nota Fiscal apresentar qualquer rasura.

25 m.6 5. inclinação de 45°.2.0 mm a cada 20 cm. armado com 4 ø 8.2 5.2. e onde necessárias para garantir a estabilidade do conjunto.3 5.20 m. em função das condições das edificações existentes no local.17.16. malha 10x5cm. com 03 (três) fios de arame farpado galvanizado n. Travamento interno em cantoneira 1”x1”x1/8” soldada no quadro do tubo.2 Ministério do Planejamento.18 5.15 x 0. com 4 fios de arame farpado. schedule 40. para todos os tipos de fechamento.5 5. um novo fechamento deverá ser construído ao lado.00 x 2.17.0 mm a cada 20 cm.0 mm e estribo de 5.2. com altura de 2. armadas com 4 ø 8.4 5. em concreto de 15 Mpa.3 5.1.1.2. em concreto de 15 Mpa. um portão com dimensões de 3. conforme a especificação abaixo: Quadro em tubo de ferro galvanizado diâmetro externo 60.3 Fundações em estacas de concreto com 1 (um) metro de profundidade.17. pintada com tinta PVA acrílica branca.2.16. Caso haja dúvida em relação ao proprietário de um muro existente ou o mesmo não concordar com a utilização deste muro de alvenaria ou alambrado ou cerca. bloco de concreto 140 x 190 x 390 mm ou tijolo comum maciço 200 x 100 x 50 mm.17. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 16   .50 m. executadas no máximo a cada 2.17.1 5.18. assentados com argamassa traço 1:2:8. fixados em perfil “T” galvanizado a fogo.1 5.1 5. 5. fio 2.3 mm classe SCH 40. altura de 200 cm. junta a prumo. abertura de 180°.17.20m de altura livre. constituído de: Fundação em brocas de 25 cm de diâmetro e comprimento de 2. concreto 15 Mpa. Mãos francesas a cada 8 (oito) vãos de alambrado.16.17.1.4 5. O revestimento do muro com reboco e pintura poderá ser determinado pela FISCALIZAÇÃO.1.40 m.0 mm e estribos de ø 5.1.0 mm a cada 20 cm.2 5.5.40 m e inclinação de 45º. deverá ser construído muro de divisa. entremeadas com pilares de concreto. Defensas em tubo industrial de 2”. por exigência da CONTRATANTE ou da prefeitura local. apoiados em brocas de concreto armado. amarrados por 02 (dois) ferros ø 8 mm.1 5. armado com 4 ø 8. Portão Deverá ser executado.7 mm.18.5 5.0 mm e estribos de 5.20 m. com altura de 0. acabamento com chapisco à peneira. sobre as colunas de concreto armado.2. semi-brilho.1. Muro de alvenaria Nos terrenos onde houver necessidade. 1 ¼” x 1 ¼” x 1/8”.16.2 5. Nos cantos do fechamento.17 5. Alvenaria de bloco cerâmico 200 x 200 x 100 mm.º 14 ou 16 BWG sobre o muro. Defensas em tubo industrial de 2”.18.50 m no máximo. chapisco peneirado. o perfil “T” será de 2” x 2” x 1/4”. a cada 2. Pilares de concreto com dimensões de 0. Viga baldrame com dimensões de 0.1.50 m.1 5.17. Estrutura com tubo industrial #13 de 2 1/2”.16. com 2. Cinta de concreto de 20 x 40 cm. Tela de alambrado Gerdau.14 x 0.16.

Gerdau. com área não inferior a 1m².8 5.1.1.1 6. contendo informações a serem definidas pela CONTRATANTE e nome da Estação fornecido.1 5. nas dimensões 12x22 cm.1.23. numa camada mínima de 7 (sete) cm. Placa de Identificação da Estação.20.22.1 5. Calçadas O passeio público (calçada) deverá ser executado conforme o padrão predominante na região. alambrado ou cerca.21. Para estações novas deverá ser fabricada e instalada uma placa de identificação da Estação. Nas localidades onde houver dificuldade de aquisição de brita em um raio de 100 Km.7 5.2 5.23 5. ou conforme solicitado pela FISCALIZAÇÃO.18.1.1. uma placa de identificação em chapa de aço inox.22. A brita será aplicada sobre base compactada. 5.6 5.20.18. Nos logradouros públicos a recomposição deverá obedecer rigorosamente às posturas municipais. na parte frontal do terreno.1 REQUISITOS DO DISTRIBUIDOR GERAL ÓTICO (DGO) Distribuidor Geral Ótico (DGO) deverá possuir as seguintes características: ANEXO II 17 Ministério do Planejamento. 6. em chapa metálica.1 “Defensa” em aço CA-24 D=12 mm com ponta cônica afiada.19.22 5.18. Tela metálica quadrada 25x25 mm com fio galvanizado 10. livre de entulhos e restos de materiais.1 5. Galvanizado a fogo sem pintura.2 5.20 5.21. fixada no muro. As braçadeiras para fixação do portão aos pilares deverão ser de ferro chato 2” x 3/8”. poderá ser utilizado seixo rolado com espessura de 8 (oito) cm.18.º 2 no lote da estação.1. Limpeza Geral Os serviços de limpeza deverão ser executados constantemente. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   . A delimitação da brita será através do cintamento especificado no item “Fechamentos”. As defensas serão executadas no próprio portão. A obra deverá ser entregue limpa.18.4 5. garantindo a abertura total na altura. contendo logomarca da CONTRATANTE e nome da Estação. com largura mínima de 100 cm.19 5.18.5. Camada de brita Deverá ser lançada camada de brita n.2 5. Recomposição do Meio Caberá à PROPONENTE recompor todas as partes danificadas pela realização dos serviços utilizando materiais similares aos existentes.21 5.5 5. não se admitindo o acúmulo de entulhos e embalagens no lote. Deverá ser fabricada e fixada com fita dupla face. O portão deverá ter cadeado.3 5.

2 6.10 6. apresentando coloração uniforme. para os comprimentos de onda de 1330 nm e 1500 nm. bem como serem pintadas. Requisitos do Bastidor Aspecto Geral.1.11 6. conectores e dispositivos de emenda. conectores e dispositivos de emenda. deverá possuir três módulos com capacidade mínima de 12 fibras cada.4 6.8 6.13 6. protetores de emenda e pigtails.14 6. possibilitando o acesso total às fibras.1. tornando possível a remoção dos módulos de emendas e de distribuição para fora da caixa. em ocasiões de montagem e manutenção.1.1. Os “kits” para emenda/conectorização deverá ser compatível para uso em fibra óptica monomodo.1. fibras nuas e cordões.6 6.5 dB de perda máxima por inserção e perda de retorno mínima de 50 dB.9 6.1. A gaveta utilizada para acomodação de reserva técnica de tubo loose deverá possuir entrada traseira e um kit de condução/proteção de tubo loose. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 18   .1 DIO .1.1. A bandeja de emenda óptica (BEO) deverá possuir as seguintes características: A bandeja BEO/DIO deverá permitir atender as funções de emenda (BEO) e distribuição (DIO) num mesmo equipamento.Distribuidor Interno Ótico com altura máxima de 3U.7 6. painel de conectores.5 6. tornando possível a remoção dos módulos de emendas e de distribuição para fora da caixa.2. O módulo interno deverá ser constituído de bandejas de emendas com pentes anti-tração.2 6. com funções de emenda (BEO) e distribuição (DIO) numa mesma peça.12 6. 6.1.3 6. padrão 19”. A estrutura do Sub-bastidor deverá ser confeccionada em aço SAE 1010 ou alumínio e ter acabamento com proteção contra oxidação e fungos. durante montagem e manutenção.1 Ministério do Planejamento. adaptadores.6. fibras nuas e cordões.1. A bandeja BEO/DIO deverá possuir módulos para emenda e distribuição óptica com capacidade para 12 fibras. com bucha de alinhamento de cerâmica. O Sub-bastidor deverá possuir gavetas que permitam o armazenamento de reservas técnicas para tubo loose. Deverá permitir a retirada do módulo para confecção das emendas em bancada ou na própria parede.1.1.1. e possibilidade de acesso total às fibras. A bandeja BEO/DIO deverá permitir o armazenamento de reservas técnicas para tubo loose.1. adaptadores. A gaveta utilizada para acomodação de reserva técnica de tubo loose deve possuir entrada traseira e um kit de condução e proteção de loose. Os conectores deverão ser do tipo E-2000/APC com 0. Os adaptadores óticos deverão ser do tipo E-2000/APC. Todos os orifícios de entrada e saída de cabos/cordões deverão ser protegidos com friso de borracha (ou plástico).

2. As estruturas metálicas deverão ter acabamento com proteção contra oxidação e fungos. Barra de aterramento de cobre.2.2. Altura total de até 2200 mm. com espaço interno de 40U.2.2.2. Os bastidores deverão ser fornecidos com no mínimo 4 (quatro) organizadores de Cabos Horizontal e 2 (dois) organizadores de Cabos Vertical.2.11 6.2. Possuir plano de fixação frontal e traseiro móveis para ajustes da altura das bandejas e instalação dos equipamentos com ajustes de ½ em ½ U.10 6. Todas as chaves devem possuir o mesmo segredo em todos os bastidores a serem fornecidos.15 6.2.9 6. Altura total de até 508 mm.2.2. Estar em conformidade com a norma EIA 310-C.2.2. bem como serem pintadas.14 6.2.8 6.16 6.5.7 6. UTP e cordões óticos.2.2. Permitir sua instalação na configuração lado a lado.2. sendo que o acesso traseiro possui chave e aletas/furos/ranhuras/perfuração de ventilação.2. Capacidade de carga mínima de 700 kg para bastidores de 2200 mm.2.2.2 6.3 6.2. apresentando coloração uniforme na cor cinza Munsell n. Características do Bastidor: Metálico de 19 (dezenove) polegadas com porta frontal perfurada para ventilação natural e com chave.2.2.6. para sustentação de pequenos equipamentos.2.12 6. A tampa superior com aletas/furos/ranhuras/perfuração para ventilação.13 6.º 6.2.17 6.18 Ministério do Planejamento. 6.2. Possuir 02 (duas) bandejas. Possuir 01 (uma) bandeja.2.2.1. Entrada de cabos pela parte superior e inferior do bastidor. dependendo do projeto da estação.2 6. para acomodação de path cords.5 6.2.2.2. com aletas/furos/ranhuras/perfuração de ventilação.2.4 6.1 6. dependendo do projeto da estação. possibilitando a execução de jumpers na mesma face.2. com espaço interno de 10U. com aletas/furos/ranhuras/perfuração de ventilação. 570 mm de profundidade. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 19   . com conector apropriado para a conexão ao sistema de aterramento externo.2.2.2. Com no mínimo 04(quatro) tomadas CA tipo 2P+T para fins de manutenção e/ou alimentação dos equipamentos instalados no referido bastidor.2.6 6. Acesso lateral e traseiro removíveis.1 Deverá ser fornecido (01) um bastidor para cada localidade para atendimento / instalação a todos os equipamentos (DGO e DID).2.

6. ANSI/TIA/EIA-310D.3 6.2.3.2.2.2. Devem ser fornecidos como composição do bastidor de 19 polegadas.3.3. 6.23.6.1 De bandejas para acomodação das fibras ópticas.3.3 6.2.3. O bastidor deverá ser fornecido com plaqueta de identificação contendo nome do fabricante.1.23.1 REQUISITOS DO DISTRIBUIDOR INTERMEDIÁRIO DIGITAL (DID) O DID deverá apresentar as seguintes características básicas: O DID deve possuir interface elétrica para 75 ohms.3 Extensões ópticas tipo pigtails (para fibra monomodo) com 12 conectores SC-APC para cada DIO.2. Possuir ventilador bivolt para forçar saída de ar quente.3. Instalação em bastidor de 19 (dezenove) polegadas.3.2. equipados com blocos de corte.2.1 6. Instalação em bastidor de 19 (dezenove) polegadas.23.22 Prever e fornecer no bastidor um local para acomodação de cópia dos diagramas de fiação interna dos mesmos.2. 7.2.3.3.1 6. para todas as estações.2.2.2.23.2.2.2.2 6.2.2.2.19 6.2.2.2 6.2.2.2.3. Os DIOs fornecidos devem ser compostos: 6.2.3.2. Organizador de cabos vertical: Com tampa frontal removível de 1U. 7 (sete) grampos passa-cabo.2.2.3.3. 6.2.2 6.4 Bandeja para acomodação das emendas do cabo ótico resistentes e protegidos contra corrosão.4 6.2.5 6.20 6.2.3 6.2.2. para interligação dos pontos monitorados dos sistemas auxiliares. Deverão ser fornecidos no bastidor distribuidores de supervisão (DIS).2 Adaptadores óticos para conectores SC-APC. ANSI/TIA/EIA-310D.2.2.4 7. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   .1 7. 6.2. Devem ser fornecidos como composição do bastidor de 19 polegadas.3. ANEXO II 20 Ministério do Planejamento. e 6.1 Organizador de cabos Horizontal e Vertical Os organizadores de cabo horizontal e vertical devem ser utilizados conforme os itens a seguir: Organizador de cabos horizontal: Com tampa frontal removível de 1U.3.3 6.21 6.3.23 6.

devendo para tanto ser mencionado as características dos mesmos.1. O PPI deverá ser entregue pela PROPONENTE em até 10 (dez) dias corridos após a solicitação formal. Deverá ser fornecido com todos os cordões de conexão necessários às interligações entre o DID e os equipamentos digitais. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 21   .1 8.6 7. Cronograma Juntamente com o PPI.1.2 8. 30 (trinta) dias corridos. Os prazos poderão ser negociados conforme a complexidade da implantação. torres. etc. Interferências existentes sobre o terreno.3 8. Os conectores deverão possibilitar a realização de medidas sem que seja necessária a desconexão dos mesmos ou a retirada dos sistemas conectados.1. quando aplicável.7 7. em fibra de vidro ou material similar com porta etiqueta. O bastidor deverá ser fixado no piso. Locação e identificação das soluções a serem adotadas para os segmentos de energia.1. para a totalidade dos mesmos. contêineres. incluindo a locação através de cotas relacionadas a todas as laterais do terreno. com entrada superior e/ou inferior.1 CRONOGRAMAS E PROJETO PRELIMINAR DE IMPLANTAÇÃO Projeto Preliminar de Implantação (PPI) A emissão da execução da obra para cada localidade deverá ser precedida da apresentação pela PROPONENTE do Projeto Preliminar de Implantação (PPI). aterramento. como: entrada de energia.1.3 8.1 8. reservatórios.1.1 8. em padrão 19 polegadas.1. O bastidor deve permitir sua instalação na configuração lado a lado. torres para telecomunicações. com facilidade para ligação do bastidor ao cabo de aterramento da estação. etc. no seguinte: Representação da estação com todas as características e informações disponíveis. portões e vias de acesso ao terreno.3. esteiramentos.2 8. no máximo. quando aplicáveis: 8.4 O DID deve possuir blocos de medidas de sinais digitais.8 8. Deverão constar no Cronograma Físico os seguintes eventos mínimos.1.5 7.1.1.3 7. mas estarão limitados a.3.1. a PROPONENTE deverá apresentar o cronograma da obra.7.1. tanques de combustível.2 7. tipos de fechamento.1. possibilitando a execução de jumpers na mesma face. A critério da CONTRATANTE poderá ser aceito DID de parede ou interno ao bastidor. contendo suportes para permitir o acondicionamento dos excessos dos cordões de conexão. 7. bases para torres de arrefecimento de ar condicionado. prédios. cabines transportáveis. caixas de passagem. 8. com porta em acrílico. que consistirá.2 Ministério do Planejamento. O DID deverá ser fornecido com os conjuntos de conectores (macho e fêmea) e respectiva régua. conforme o tipo de estação a ser implantada.1.

3.2.4 8.3. Execução das Obras civis. Execução das Instalações.2.6                                             Projetos (Arquitetônico. de Documentações e de Legalizações.3. Estrutura. Fundações.3.2.1 8.5 8. Locação da Obra.2.2.8.2. Instalações). Entrega da Obra.3. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 22   .3 8. Ministério do Planejamento.2 8. Etc.3.

Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 23   .            SEÇÃO II – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA PARA  CONTÊINERES  Ministério do Planejamento.

Iluminação (interna.2.4 2.6 2. isolamento termoacústico e estanqueidade. Sistema de climatização.2. Supressor de surtos de tensão transitória. Os contêineres deverão possuir cantos reforçados de modo que o içamento seja realizado pela parte superior e equipados com os acessórios necessários para içamento durante o transporte e a instalação. vide seção VIII deste documento. deverão ser fabricados em aço carbono galvanizado a fogo. Banco de baterias (não faz parte da semi-integração dos contêineres). bem como rigidez estrutural. 1. para instalação de equipamentos de transmissão.13 2. As 2.2. desde que aprovadas pela CONTRATANTE.2.8 2.2. A resistência mínima ao fogo dos painéis de fechamento será de 60 minutos. Quadro Geral de Distribuição em CA. o fabricante fornecerá garantia das características mecânicas e químicas dos produtos utilizados. Os paramentos verticais interiores e exteriores serão projetados para suportar as ações previstas pelo uso ao tempo. Em geral. Bastidores DGO/DID. Os contêineres e todos os componentes metálicos que o constituam.2.2 2.1 INTRODUÇÃO Esta seção tem por objetivo especificar os contêineres a serem contratados para abrigar equipamentos de redes DWDM. 2. que atenda as normas nacionais. com o objetivo de facilitar a instalação. As quinas da parte externa não deverão ter arestas vivas.11 2.2. Em caso de omissão das normas nacionais permite-se o uso de normas internacionais.3 2.2. PLC para o controle do sistema de climatização e alarmes.15 2. Todos os elementos estruturais deverão ser galvanizados a quente de acordo com as normas vigentes.2. emergência e externa).1 2.2.3 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Os contêineres deverão ser construídos com materiais de elevada hermeticidade à passagem de ar e resistência à agressividade atmosférica e adequada impermeabilidade. ou outro material aprovado pela CONTRATANTE. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 24   .6 2.14 2.10 2. alumínio estrutural.1 2. É obrigatório o fornecimento de equipamento homologado pelos órgãos competentes. Placa de passagem (1 unidade). os contêineres são confeccionados em painéis estruturais.7 Ministério do Planejamento.2. 1. apresentando os certificados correspondentes e submetendo a previa homologação da CONTRATANTE.2.5 2.7 2.2. poliéster reforçado com fibra de vidro e revestimento metálico.5 2.4 2. Quando do uso de outros materiais. com as respectivas tomadas. Sistema de combate ao incêndio com cilindro de gás FM 200 ou FE 36.2.2 2.2 2. Devem ser configurados para permitir facilidade de transporte e instalação dos equipamentos. Sistema de detecção de incêndios com sensores de temperatura e fumaça.9 2. Rack de 19”. Sistema de alimentação do PLC em CC.12 2. Devem ser contempladas as seguintes instalações: Ferragens (esteiras).2.1. Sistema de aterramento interno (incluindo placas para aterramento de equipamentos). Quadro para distribuição de alarme (QSTM).

Observar que..8 cm.7 mm. possibilitem adequada pressão sobre as guarnições de borracha. As fechaduras deverão ser padrão com segredo único para todos os contêineres.15 2. Quando da confecção dos contêineres que possuam laje estrutural de piso.8 O chassi (composto por transversinas e longarinas) deverá proteger e isolar a estrutura do solo e ser reforçada em toda a sua extensão. Carga de 2. fendas. Será adotada a fechadura embutida e cilindro de alta segurança tipo Mult-Lock. com espessura maior ou igual a 20 mm.200 kgf/m2.2 2. Dispondo de uma única porta de entrada para equipamentos e pessoas credenciadas.000 kgf/m2. O teto deve apresentar as mesmas características técnicas das paredes laterais e inclinação de 2° a 8°. tais como: perfurações não previstas no projeto. sendo os degraus com piso de material antiderrapante.Camurça. o contêiner deverá se manter estável e com a porta abrindo e fechando com um carregamento de 1. O piso deverá ser de madeira compensada. para não ficarem vulneráveis frente às agressões diversas. padrão naval.19 2.17 2. Sobre as portas de acesso ao interior da cabina devem ser colocados toldos em alumínio fixados no corpo da cabina de maneira a proteger a entrada e saída do pessoal contra chuvas. com regulagem de altura entre 20 cm e 30 cm. 2. O mecanismo de acionamento do trinco deve ser de tal forma que possibilite o comando da porta. referência 615 . A estrutura do contêiner deverá ser projetada de modo a suporta o seguinte carregamento: Carga distribuída característica em todo o contêiner de 1.11 2. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   . bordas salientes. quando da expansão da planta.9 2.14 2. Deverão ser previstas a uma altura em torno de 2. com tratamento contra fungos e insetos. Na face externa do compensado deverá ser colocada chapa de alumínio com espessura maior ou igual a 0.9.21 2.20 2. Para o assentamento do Paviflex deverá ser utilizada cola recomendada pelo fabricante. As escadas para acesso ao interior da cabina devem ser providas de regulagem de altura de maneira a compensar as diferenças de nível em relação ao solo nos locais de implantação das mesmas. Paviflex TP. e igualmente todas as suas paredes devem estar perfeitamente niveladas.08 x 2. já que não possuem função estrutural.13 2. O isolamento deve oferecer continuidade para evitar pontes térmicas.18 2. permitindo.12 2. a espessura do compensado naval poderá ser maior ou igual a 9 mm.22 Ministério do Planejamento. Os contêineres serão equipados com pés de apoio metálicos. As portas de acesso ao interior das cabinas serão do tipo Mult-Lock. revestido com material vinílico.superfícies deverão ser uniformes e livres de defeitos. considerando o restante do contêiner descarregado.10 2. Quando deste carregamento a flecha máxima deverá ser de 0.2 cm. admitindo-se assim uma margem de segurança igual a 20%. com dimensões de 30 cm x 30 cm x 0. realocação dos equipamentos para futuras adequações. com caída em duas águas para o perfeito escoamento de água e acabamento com total estanqueidade. quando necessário. para efeito de ensaio.9. Estes pés de apoio devem ser removíveis e deverão ser instalados sobre uma base de concreto. locadas em três ANEXO II 25 2. fixadas aos batentes através de dobradiças que permitem abertura normal para fora com ângulo de 180°.16 2. e quando fechada.1 2. com dimensões de 1.35m a partir do piso do contêiner seis aberturas retangulares para entrada dos cabos de RF e guia de ondas. porta de pressão estanque. tanto do exterior quando do interior da cabina. conforme projeto padrão em anexo.500 kgf distribuído em uma região de 1m x 1m. Os contêineres não devem incorporar janelas de iluminação ou de ventilação. etc.10 m.

posições distintas, conforme o projeto padrão a ser apresentado pela PROPONENTE. Apenas uma das aberturas deverá ser equipada com bloco hermético, tipo multi-diâmetro regulável, para 12 furos de 1½”, que permita o acesso de cabos de diâmetros distintos, sem necessidade de acréscimo de perfurações. As demais aberturas deverão ser protegidas com tampas cegas com as mesmas características das paredes laterais. 2.23 No piso do contêiner deverão ser previstas aberturas para a passagem de cabos, a quantidade, bitola e locação dos furos deverão ser definidas no projeto a ser apresentado pela PROPONENTE. As passagens deverão ser executadas através de eletrodutos passantes, rosqueadas nas duas extremidades, sendo que a extremidade no interior deverá ter acabamento com bucha e a outra deverá ser fornecida com um cap para a proteção da rosca e vedação do contêiner. Todas as partes metálicas deverão ser acopladas ao terra de proteção. Dimensões Internas As dimensões internas dos contêineres devem ser de: Tipo 1: Tipo 2: Tipo 3: 5,40 x 2,438 x 2,90 m - Montado em fábrica (semi-integrado) 4,80 x 2,438 x 2,90 m - Montado em fábrica (semi-integrado) 4,20 x 2,438 x 2,90 m - Montado em fábrica (semi-integrado)

2.24 2.25 2.25.1 2.25.1.1 2.25.1.2 2.25.1.3 2.26 2.26.1

Instalações Internas A empresa PROPONENTE irá elaborar o projeto básico de instalações com todos os desenhos, detalhes e diagramas necessários ao seu perfeito entendimento e submeter à CONTRANTE para aprovação. A utilização de componentes não especificados neste memorial, deverão ser previamente autorizados pela CONTRATANTE. Sistema de Aterramento O contêiner deverá ser fornecido com os seguintes componentes do sistema de aterramento: Barra de Aterramento Interno: Confeccionada em perfil retangular de cobre eletrolítico, tratada com estanho em toda extensão. Deverá ser instalada abaixo da placa de passagem dos cabos de rádio freqüência, centralizada em relação a esta. A barra deverá ser ligada em um único ponto à rede de terra externa conforme detalhes de montagem mostrados no projeto. O projeto também contempla as dimensões, características construtivas da barra, bem como número de barras e seu correto posicionamento dentro do contêiner. Anel Interno: Deverá ser executado em todo o perímetro do contêiner, exceto sobre a porta, utilizando-se barra de cobre eletrolítico de 1”1/4x1/4”. Ao anel interno serão interligadas todas as carcaças dos equipamentos e quadros elétricos. O anel deverá ser fixado a 35 mm do teto. A barra que compõe o anel deverá ser fixada em conectores e isoladores epóxi. O anel deverá ser conectado à barra de aterramento interna conforme detalhes apresentados no projeto. Barra de Aterramento Externa: Construtivamente idêntica à interna, deverá ser instalada no lado externo do contêiner, sob a placa de entrada dos cabos de RF, centralizada em relação a esta, e a uma distância de 150 mm abaixo de sua borda inferior. À barra deverá ser aterrada a placa de passagem dos cabos de RF, utilizando-se cabo isolado de secção igual a #50 mm2. Ver detalhes no projeto. Na instalação dos componentes do aterramento devem ser observados os seguintes pontos principais: Devem ser evitadas curvaturas acentuadas nos cabos (cotovelos), observando-se o raio mínimo de 200 mm.
ANEXO II 26

2.26.2 2.27 2.27.1 2.27.1.1

2.27.1.2

2.27.1.3

2.27.2 2.27.2.1

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2.27.2.2

Aterrar todas as estruturas metálicas existentes. Especial atenção ao aterramento das esteiras, que deverá ser feito por um único ponto de forma a se evitar caminhos secundários para eventuais correntes circulantes. Nas emendas de eletrocalhas, perfilados e esteiras devem ser instalados jumpers, feitos de cabo isolado secção #16mm2 com conectores de compressão em ambas as pontas, de dois furos, interligando as duas peças e firmemente conectados as extremidades, a fim de garantir a continuidade elétrica nos percursos. Os jumpers deverão ser feitos com condutores isolados nas cores verde/amarelo, conforme padrão da ABNT, com secção nunca inferior a #16 mm2. As barras de aterramento internas e externas deverão receber tratamento antioxidante, após sua instalação. Esteiramento O contêiner deverá ser fornecido com todos os esteiramentos necessários para passagem dos cabos de energia CC/CA e cabos de fibra ótica. O Esteiramento deverá ser composto de armação suporte de 600 mm de largura, longarina de 3000 mm de comprimento e espaçamento entre travessas de 250 mm, com pintura eletrostática na cor cinza Munsell 6,5. As esteiras deverão ser necessariamente instaladas a partir dos furos de entrada da placa de passagem de cabos e deverão passar sobre os bastidores dos equipamentos. Também deverá ser contemplada a instalação de esteiras que permitam a passagem de cabos de energia CC interligando bancos de baterias e bastidor da fonte de corrente continua (FCC) e entre FCC e bastidores dos equipamentos de telecomunicações, bem como entre FCC e QDCA. Os cabos de RF e Energia CC deverão ser instalados em lados opostos em todos os percursos. Iluminação e Tomadas A iluminação interna será composta de 4 luminárias 2x32W, modelo 410, fabricação Itaim ou similar: duas de 2x32W com lâmpadas fluorescentes com reator eletrônico de alto fator de potência, fabricação Philips ou similar, e duas de 2x32W com lâmpadas fluorescentes alimentadas pelas baterias -48Vcc ou +24Vcc instaladas de forma intercalada, com comando via interruptor independente. As luminárias alimentadas pelas baterias funcionarão como emergência na falta de energia comercial. Para a iluminação externa deverá ser instalada uma luminária junto à porta, conforme indicado no projeto em anexo. Deverá ser prevista a instalação de quatro tomadas universais (2P+T) em conduítes tipo E, com tensão de 220 V para os sistemas trifásicos de 380 V ou então duas tomadas 127 V e duas tomada 220 V para os sistemas trifásicos de 220 V. Todas as tomadas deverão possuir indicações visuais da tensão de uso, empregando-se etiquetas adesivas resistentes ao calor. Todos os eletrodutos empregados deverão ser de ferro galvanizado pintados na cor cinza. Quadro de Distribuição de Corrente Alternada (QDCA) Adotar os procedimentos, conforme a Especificação Técnica deste edital. Detecção e Combate à Incêndio Os contêineres deverão ser fornecidos com um sistema de detecção de incêndio composto de um detector de fumaça e um detector termovelocimétrico com todas as interfaces necessárias a conexão ao PLC. Todas os contêineres deverão ser fornecidas com um extintor de incêndio de CO2 de 6 kg devidamente instalado do lado direito do acesso ao contêiner.

2.27.2.3

2.27.2.4 2.27.2.5 2.28 2.28.1

2.28.2

2.28.3 2.29 2.29.1

2.29.2 2.29.3

2.30 2.30.1 2.31 2.31.1

2.31.2

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ANEXO II

27

 

2.32 2.32.1 2.32.2 2.32.3 2.32.4

Sistema de Ar Condicionado Conforme especificação contida na seção VII deste Edital. Os condicionadores de ar (02 unidades) deverão ter atendidas as especificações indicadas na seção VII deste Edital. O sistema de climatização deverá ser fixado na parede do contêiner, com 2 (duas) máquinas do tipo wall mounted. A fixação das máquinas de ar condicionado no lado externo deverá ser executada com parafusos com cabeça redonda, ficando a porca no lado interno do contêiner, com um acabamento de proteção sobre as porcas, prevendo a instalação das máquinas de capacidades previstas nesta especificação, incluindo-se as aberturas. As aberturas não utilizadas deverão ser fechadas com chapas do mesmo material do contêiner. O sistema de climatização sempre deverá ser instalado nas laterais correspondentes à face menor do contêiner, concentrado em uma única lateral. A referida lateral deverá ser devidamente reforçada para evitar deformações em virtude da carga. Sistema de Ventilação Forçada e Venezianas Os equipamentos de ventilação deverão ter as seguintes características: Caixa de ventilação de alumínio ou ferro galvanizado, pintadas interna e externamente com tinta epóxi, com estrutura em travessas de encaixe de alumínio extrudado, interligados através de cantos de nylon enriquecido com fibra de vidro ou soldadas e/ou parafusadas, devidamente isolada acusticamente, de modo a atender a norma ABNT de ruído em regiões habitadas. OPÇÃO I – Para estações em locais pouco povoados ou interior: no contêiner deverá ser instalado um ventilador de emergência, modelo CVO 3, 24 Vcc, vazão de ar 1.500 m³/h, potência do motor de 300W. OPÇÃO II – Para estações em locais povoados ou áreas residenciais: no contêiner deverá ser instalado um ventilador de dupla aspiração com rotor tipo Sirocco, de vazão de 4.000 m³/h, a pressão estática deve ser compatível com a topografia do container, de 24 Vcc, potência do motor de 1.200W. O nível de ruído externo não deverá ser superior a 50 db à 1,5m do ventilador. Para a tomada de ar, deverá ser instalada uma veneziana tipo TAE, com damper de sobrepressão e filtro em manta sintética lavável, tipo G3. Dimensões detalhadas em projeto e previamente aprovada pela CONTRATANTE. A instalação da caixa de ventilação deve contemplar: Instalação da caixa e grelha com todas as furações, reforços e recomposições necessárias no container; Instalação do quadro elétrico e transdutor de umidade/ temperatura para realizar o controle de entalpia; Interligação entre o quadro da ventilação e o QDG interno; Interligação de comando entre o quadro de ventilação e o PLC existente (quando não houver PLC realizar a função entálpica com os transdutores de umidade/temperatura e quadro próprio de ventilação); Intertravar a ventilação com o ar condicionado via PLC, garantindo que não ocorra sobreposição de funcionamento dos mesmos; Apresentar projeto executivo prévio e as built das instalações.

2.32.5

2.33 2.33.1 2.33.2

2.33.3

2.33.4

2.33.5 2.33.6

2.33.7 2.33.7.1 2.33.7.2 2.33.7.3 2.33.7.4

2.33.7.5 2.33.7.6

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ANEXO II

28

 

2.2 3. Mesmo para os equipamentos não fornecidos pela integradora do contêiner.PLC Ver Especificações na Seção VIII deste documento. A lista deve contemplar posições de reserva que serão utilizadas para os alarmes específicos.33.33.1 3.7   Ministério do Planejamento. Sistema de Alimentação CC Para todos os equipamentos alimentados em CC. 3. Bordas não retilíneas. Juntas inadequadas. As superfícies externas terão superfície uniforme e deverão estar livres de defeitos.2 2.8.1 TBS interno: ≥ 28°C 2. A lista dos alarmes pertinentes deverá ser sugerida pela PROPONENTE. Fendas.2 2.8.9 2ª Condição – como ventilação de emergência: Em estações próximas da orla marítima (<30 Km) a 1ª Condição – como ciclo economizador.33.34.35.1.35.1.36.33.1. Controlador Lógico Programável . mantendo somente a 2ª Condição – como ventilação de emergência. 3.1 2.8.8. e Rachaduras.1.6 3. inclusive as suas veias internas. 2.33.1.8.33.0 m.34 2.1 IMPERMEABILIZAÇÃO As superfícies externas deverão ser estanques à água.1.5 3. Rupturas.8 2.36 2.como ciclo economizador: 2.1.0 m para interligação futura.2. tais como: Perfurações.35.1 3.4 3.2 UR externa: ≤ 80% 2. os cabos de alarme devem ser instalados do bloco de alarmes até as posições dos equipamentos a serem instalados. não deverá ser adotada. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 29   . deixando uma folga em cada cabo de 2.33.1 2.1 TBS externo: ≤ 21°C 2.3 3. Quadro de Distribuição de Alarmes (QSTM) Instalar um quadro de alarmes com bornes de interligação para centralização dos alarmes dos diversos elementos de infra.35 2. Todos os cabos deverão ser identificados em suas extremidades. conforme critério ABNT 5965 para IP 65. a PROPONENTE deverá fornecer o cabeamento entre o equipamento e a fonte CC.3 2. Protuberâncias.1. deixando-se uma folga de 2.1.1 Para funcionamento da Ventilação Forçada deverão ser obedecidos os seguintes parâmetros de operação: 1ª Condição .

1. se determinando por apreciação visual e coincidindo com o começo da gaseificação e com a alteração brusca da viscosidade e da cor dos conservantes. O fabricante deverá indicar a densidade aparente de cada um dos tipos de produtos fabricados. o fabricante indicará os valores das características higrotérmicas especificadas no sistema internacional de medidas.2 4. entre a espuma de poliuretano e o revestimento interno.3. A espessura mínima das lâminas de poliuretano será de 30 mm.2 4.5 4. Condutividade Térmica Os coeficientes de condutividade térmica equivalente dos materiais utilizados na confecção das paredes não deverão ser superiores a 0. Para materiais isolantes comercializados em espessuras consistentes e determinados. 4.3 4. Considerando a importância que o conteúdo de umidade de um material isolante tem entre outras propriedades como a condutividade térmica e a densidade.6 kcal/h°Cm². Neste caso.1 4.2. O tempo de queima da espuma de poliuretano estará compreendido entre 5 e 60s. o tempo de demora para começar a reagir a partir do início da perturbação. Nos contêineres metálicos.2. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 30   . ao ser depositado um fio de metal sobre a superfície da espuma. envelhecimento ante a umidade.5.4. unidade de tempo e da diferença de pressão parcial de vapor d’água. 35. bem como sua resistividade ao vapor e resistência à difusão ao vapor. nas densidades nominais de: 32. deverá ser instalado em toda a extensão das paredes. agentes químicos e fogo. ou kg/m3.1. Outras Propriedades O fabricante deverá indicar outras propriedades que possam ser relevantes em função do material e das condições em que se irá instalar o material isolante.6 4. é possível extrair um filamento da mesma. comportamento frente a parasitas. a resistência térmica correspondente. coeficiente de dilatação linear.6 Ministério do Planejamento.1 4.1 4. ou seja. além de sua condutividade térmica.1 4.3 ISOLAMENTO TÉRMICO Composição Poderá ser realizado mediante lâminas ou injeção de espuma de poliuretano. desde que sejam atendidas as exigências requeridas. compensado naval de 12 mm.2 4.4 4.1. Poderá ser utilizado outro material básico de emprego fundamental para isolamento térmico das vedações. deverá ser indicada. Densidade Aparente É a relação entre o peso da amostra em gramas e seu volume aparente em cm3.1 4. esta propriedade deverá ser indicada em cada um dos tipos de materiais isolantes. O tempo de solidificação da espuma de poliuretano estará compreendido entre 30 e 500s. tais como: resistência à compressão e à flexão. ao calor e às radiações. deformação sob carga.4.5 4.4 4. relacionando-os com a condutividade térmica para cada tipo específico e com sua resistência térmica em materiais comercializados em espessuras determinadas. 40 e 70 kg/m3.1. Permeabilidade ao Vapor D’água É a quantidade de vapor d’água que se transmite através de um material de densidade especificada por unidade de área.1 4. Também é determinado por apreciação visual e coincide com o momento em que. tempo de demora para que a espuma se solidifique a partir do início da perturbação.1. ou seja. Apresentação de Medidas e Tolerâncias 4.1.

Pintura A PROPONENTE deverá prover a pintura do contêiner conforme as especificações da ABNT.1 6.6 6. eletrocalhas. ligação e interligação de equipamentos e quadros.8 6.6.3 6. em suas distintas formas de apresentação. mencionando claramente o fabricante e o tipo.5 6. pintura e outros julgados necessários para boa definição dos projetos. Plantas do Container mostrando tubulações. os materiais empregados.8. Além disso. 7.6. Ministério do Planejamento. 5.6. vistas e cortes) do container.1 6. Os projetos executivos dos contêineres devem ser apresentados para aprovação da CONTRATANTE com todo detalhamento construtivo bem como indicação dos materiais de acabamento. Lista de material dos componentes utilizados.7 6.6. contendo os cálculos justificativos das dimensões. devendo ser indicadas as características dos mesmos. o fabricante deverá especificar na documentação técnica de seus produtos.4 6. toda a documentação técnica complementar.1 5. Após a aprovação dos projetos a empresa PROPONENTE deverá fornecer o As Built do projeto em meios magnéticos (AutoCad – arquivos dwg). Esta documentação deverá ser entregue encadernada no formato A4. Devem ser encaminhados para aprovação os seguintes documentos técnicos: Projetos (plantas.7 4. Memória de cálculo dos projetos.6. Lista de componentes sobressalentes a ser mantida pela CONTRATANTE. trifilar.2 6. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 31   . instruções para içamento. destinadas a cabeação de interligação de quadros e equipamentos (força e controle). Deverá também ser fornecida a documentação completa do contêiner com todos os projetos. antes de começar a fabricação. 6. 6. componentes. 4.6.1 Os materiais isolantes. as dimensões e tolerâncias dos mesmos. bem como de todos os equipamentos que fazem parte da integração.4 6.6. Catálogos com literatura técnica de todos os componentes. de acordo com as especificações técnicas adotadas. para aprovação prévia. com os seus respectivos certificados de garantia.6. funcional. esteiras.1 IDENTIFICAÇÃO Todos os painéis. O PROPONENTE deverá entregar.6. fiação interna. contados a partir da data da aceitação. tomadas e interruptores deverão ser identificados.2 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Os projetos e a documentações técnicas aplicáveis deverão ser apresentados quando da entrega da proposta. e os procedimentos de fabricação. deverão ser expedidos em embalagens que garantam seu transporte sem deterioração até sua montagem.4. 6. Uma cópia da documentação acima deverá ser fornecida junto com os contêineres e outra enviada a CONTRATANTE. manuais técnicos de operação e manutenção. Esquema unifilar.1 RESPONSABILIDADE. etc. isolamento.3 6.5 7. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA O contêiner será garantido por um período mínimo de 5 (cinco) anos. Projeto de Iluminação e Tomadas.

4. no meio do vão do contêiner. o contêiner e todos os equipamentos e unidades que fazem parte da semi-integração deverão ser testados.2.2. ΔP = Deflexão máxima (mm) do lado da porta oposta ao canto. 8. ΔL = Deflexão máxima (mm) do lado oposto ao da porta.1 CONTROLE DE QUALIDADE Os fornecedores deverão contar com certificação de Qualidade ISO 9000.2.4 9.2.2.1 Onde. 9. Tabela Resumo de Ensaio % 25 50 75 100 120 Q (kgf/m2) 250 500 750 1. a CONTRATANTE poderá solicitar a realização de testes em fábrica.2.3 O fornecedor assumirá integral responsabilidade pela boa execução e eficiência dos serviços que executar.3 P (Tf) ΔP (porta) ΔL (Lat. apresentem defeito de fabricação ou montagem. o mesmo deverá se manter estável e não apresentar deformações.1 9.2. comprovadamente. Em qualquer momento que julgar necessário.2 7. 8. simulando assim as condições previstas para uso do contêiner.2 9.000kg/m². de acordo com os projetos e especificações técnicas fornecidas. 9.2.) NA NA 9. Por tal garantia.2. Na condição de capacidade resistente apoiado no solo.2.3 9.1 9.200 kgf/m2 a estrutura não deverá sofrer qualquer dano e a porta deverá continuar funcionando perfeitamente. entende-se a obrigatoriedade de substituir todos os componentes que. P = Peso total (Tf).2 9. Q = Carga distribuída (kgf/m2) por metro ao quadrado. conforme a seguir relacionados: Ensaio de Resistência Na condição de içamento superior com carregamento distribuído de 1.000 (içamento) 1. Deverá ser feita a verificação das deformações na cabine para cada passo do carregamento.2.1 TESTES Antes de serem transportados para os locais determinados pela engenharia. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 32   .7. com um carregamento uniformemente distribuído de 1.   Ministério do Planejamento.2 9.2.200 Tabela 1 – Resumo de Ensaio 9.

2 10. Ensaio de Estanqueidade Hermeticidade do Contêiner (inclusive porta) .Simulações para acionamento da ventilação de emergência e comutação entre máquinas.jateamento de água em alta pressão sobre a superfície da mesma. a estrutura não deverá sofrer qualquer dano e a porta deverá continuar funcionando perfeitamente.9.Forças Devidas ao Vento em Edificações ABNT NBR 6118 .1.500 kgf distribuído em uma região de 1.4.4 9.5.1. Todos os equipamentos ofertados.5. será instalado um carregamento 2. Nesta condição de ensaio.2.4.0 m x 1. devendo os mesmos possuir códigos já autorizados por aquela Agência.1 10.5.0 m no centro do contêiner e na lateral. deverão estar homologados pela ANATEL. 10. 9. estando o restante do contêiner descarregado. PLC .2 Na condição capacidade resistente apoiado.1 9.3 10.1 10. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 33   .5 9.1 9.Instalações Elétricas de Baixa Tensão ABNT NBR 6123 . alternadamente (não concomitante).2 9.2. Testes Elétricos QDCA – Teste de continuidade e isolação.3   NORMAS APLICÁVEIS As normas abaixo citadas devem ser aplicadas na fabricação e semi-integração do contêiner: ABNT NBR 5410 . conforme ABNT 5965 IP 65.Projeto de Execução de Obras de Concreto Armado Ministério do Planejamento.1. quando aplicável.

Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 34   .  SEÇÃO III– ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA PARA  INSTALAÇÕES ELÉTRICAS                                 Ministério do Planejamento.

3.3.1 2.2.2.1 2. que após análise e verificação definirá qual norma deve ser adotada.1 OBJETIVO Esta seção tem como objetivo apresentar o detalhamento. ANEEL Resolução nº 456/2000 – Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica.1 2.2 2.0 kV a 36.2 2.3.3. os problemas e possíveis soluções devem ser encaminhadas à CONTRATANTE.2.1 SISTEMA DE ENERGIA EM CORRENTE ALTERNADA Esta seção especifica requisitos gerais aplicáveis no todo ou em parte para o fornecimento de equipamentos.3 2.1 2.2.2 2.5.3.4.2 2.1 2.3. Posto de Transformação.3. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 35   .3. ANATEL Certificados de Homologação para todos os equipamentos da Série Infra-estrutura. 2. quando aplicável.1.1 2.2.2. Normas Aplicáveis Todos os equipamentos e materiais a serem fornecidos bem como a execução das instalações elétricas. deverão obedecer às seguintes normas: ABNT NBR 5410 . 2. Instalações Elétricas Prediais 2. ou seja.3. O Sistema de Energia em Corrente Alternada está composto das seguintes instalações: Instalações Elétricas Prediais. Outros Nos caso em que ocorram situações que não se enquadrem em nenhuma das normas técnicas anteriormente citadas.3 2.4 2.2.4 Ministério do Planejamento.4 2.3 2.3. NBR 5419 . 1. materiais e serviços a serem aplicados nas instalações do Sistema de Energia em Corrente Alternada. Entrada de Energia em Baixa Tensão.3.3 2.3.2 kV) Normas das Concessionárias de Energia Local que atendam a região de implantação da estação a ser construída.Instalações Elétricas de Baixa Tensão.5 2.Proteção de Estruturas Contra Descargas Atmosféricas NBR 14039 – Instalações Elétricas de Alta Tensão (de 1. as especificações dos itens que irão compor a lista relativa ao sistema em corrente alternada para a composição dos modelos.3.

Todos os quadros de energia devem ter: Bandeja de montagem. Quanto às cores dos barramentos.4. corrente. de sobrepor.3 2.1 2.3.4 2. observando os seguintes critérios: Capacidade de 110% (cento e dez por cento) da corrente nominal do quadro.2.3.2.7 2.4. O QDCA deve ser instalado aparente.4. mais espaços vagos para ampliações futuras. internos aos prédios.1. O disjuntor geral a ser instalado no QDG. fabricado em chapa metálica com espessura mínima de #16MSG e pintura eletrostática na cor cinza – código Munsell N6. o QDCA e os circuitos alimentadores até os consumidores.4. referentes aos quadros de distribuição.1.2.5 2.1. fator de potência.4.3. caso a Concessionária Local não defina em suas normas. circuitos alimentadores.1 2. devem ser preferencialmente em 90º e com instalação de buchas e arruelas nas extremidades.1 2. e Disposição das barras no quadro. tubulações e esteiramentos/eletrocalhas das estações compartilhadas ou novas.2 2.4. tensão. Tomada de uso geral (127 V ou 220V). deverão ser padronizados e pintados com as seguintes cores: Fase A .5 2.3 2.2.4.2. próximo da carga. dimensionado para atender todos os novos consumidores.2 2.3.2 2. O QDCA deverá ser energizado a partir do Quadro de Distribuição Geral (QDG).2. tomadas. As entradas das tubulações nas caixas de passagem.3.4.2.4. O QDCA dos bastidores DWDM deverá ser equipado com multimedidor de grandezas elétricas. em função de: Perda de condução pela diminuição da seção.4.2. Fase B .3.4.6 2.4.4.2.6 2. Todas as furações em caixas metálicas devem ser executadas com serra copo.4. será de responsabilidade da PROPONENTE. trilho para disjuntores.2.3. eletrocalhas ou eletrodutos). 2.2 2.3 2. para serviço.3 2.1 2.4.2. barramento.1. O QDCA dos bastidores DWDM deverá ser equipado com supressores de surtos nas três fases e neutro.4 2.3. Barramentos Os barramentos de cobre devem ser dimensionados.4. atender as especificações dos projetos.3.2.2.4.2.2.3. iluminação interna e externa. não se admitindo rebarbas. conforme descritos a seguir: Quadros de Distribuição Para alimentação de equipamentos Indoor: O Quadro de Distribuição de Corrente Alternada (QDCA).4. Temperatura ambiente de 40°C. o encaminhamento (esteiras.4.1 As instalações elétricas prediais correspondem ao conjunto de todas as instalações em corrente alternada. e aparente. para atender a alimentação dos consumidores em CA.2.4.1 2.2 2.Amarelo. Barramentos de Neutro e Terra independentes. é o quadro destinado a abrigar os dispositivos de proteção dos circuitos elétricos de distribuição. prevendo 30% de disjuntores reservas.1.4. conforme especificações indicadas a seguir.3 2.5.4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 36   .4.1.Branco.2. com medição de potência ativa.4. reativa. em função dos furos para a fixação nas barras.2 Ministério do Planejamento. tampa com dobradiça e trinco. de forma individualizada.

1 2.1 2. 300. Neutro . em qualquer situação. não devendo a capacidade de ruptura ser inferior a 4. Eletrodutos Os eletrodutos expostos ao tempo devem ser do tipo Ferro Zincado (FºZº).4 2. roscável.3.5 2. A barra de neutro deve ser eletricamente isolada da carcaça.3. com tampa.4. acessórios e instaladas de forma a manter a continuidade elétrica em toda a sua extensão.4.3.7 2.3.4 2. mantendo sempre o padrão existente. com emendas apropriadas para a garantia da rigidez e continuidade elétrica. devem ter galvanização a fogo para as instalações externas e galvanização eletrolitica e pintados com acabamento final na cor cinza .1 2.4.3.4 2. As esteiras devem ser tipo longarinas finas (costelas de vaca) e devidamente soldadas.4. Os perfilados metálicos.1 2.4.4.8 2.4. ou 600 mm).4. devem ser do tipo perfurado e de dimensões 38x38mm. Os eletrodutos embutidos (parede ou piso). quando necessário. Os barramentos devem ser de cobre eletrolítico apropriado para fins elétricos (teor de pureza aproximada de 99. cabos e barramentos contra sobrecargas e Curtos-circuito. deverão ser de PVC rígido. As eletrocalhas devem ser do tipo perfurada.8. Disjuntores Devem ser mini disjuntores do tipo termo-magnético. enterrados ou aparentes indoor.5kA em 380 V. e Terra .3. Caixas de Passagem Todas as caixas de passagem subterrâneas.1 2.5.4. para cobre). 2. durante as instalações.4. sendo que: Deve ser interligada à barra da carcaça.4.5 % e condutividade mínima de 91% IACS .4.5. com todos os acessórios apropriados. devem ter dimensões internas de 60x60x60 cm.4. As dimensões dos esteiramentos ou eletrocalhas devem atender a necessidade de cada projeto (200.código Munsell N6.3. quando o quadro for ligado diretamente da entrada de energia. 400.5 2. com as seguintes características: Os disjuntores de alimentação dos equipamentos.4 2.5 2. com tampa de ferro fundido e identificada na própria fundição.4.5.3. A carcaça do quadro deverá ser ligada à barra geral de aterramento. Eletrocalhas ou Perfilados Todas as estruturas metálicas (Esteiras.3.Verde.4.3 2.International Annealed Copper Standard. Esteiras.3 2. fixado por abraçadeiras metálicas a cada 40 cm de espaçamento máximo.1.4. para elétrica ou transmissão.7. Qualquer corte em campo. Os locais de conexão devem ser convenientemente tratados (prateado por eletro deposição ou estanhados) de forma que as perdas sejam mínimas.3.7 2.5 2.1 2.Cinza.4. protegendo fios.5.4.6 Fase C . para as instalações internas.5.8.2 Ministério do Planejamento. ou do tipo seal tube.4. Eletrocalhas ou Perfilados). devem ter capacidade de ruptura para atender o nível de curto-circuito dimensionado para o local da instalação.4.4.2 2.4.4. deve sofrer tratamento adequado com fundo e galvanização a frio.3.4.4.6 2.5.2.Azul claro.4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 37   .

vapores e pós.2 2.1 2.4.11 2.4. Interruptores Os interruptores devem ser localizados próximos às portas de acesso. Devem ser equipadas com reator eletrônico ou magnético com alto fator de potência e partida rápida.11. sempre instalar curvas longas ou caixas de passagem nos trechos maiores que 15 metros e utilizar ∅2”. Luminária para iluminação externa. instalados em eletrodutos ou em canaleta no piso.4.2 2. Os interruptores devem ser do tipo fosforescente 10 A / 250 V.4.1 2.4. Luminária a ser instalada nas proximidades ou em ambientes de inflamáveis. utilizar condutores com isolação de PVC para tensão de isolamento de 0.14 2.9.4. para 2 lâmpadas fluorescentes de 32 W.75 kV.3 Ministério do Planejamento.1 2. gases.4.4. 2.4. Para alimentação dos Quadros de Ar Condicionado (QAC). deve ser do tipo a prova de tempo. Condutores Para ambientes internos e instalados em eletrodutos.4 2.12 2. com tampa para a instalação em condulete. instalada conforme recomendações do fabricante e na tensão nominal local.1 2.14.11.3 2.10 2.1 2.2 Para passagem de Fibra Óptica.4. com dois pinos redondos e chatos e mais o terra (2P + T) para 15 A / 250 V.45/0. os circuitos de alimentação devem ser independentes e na tensão disponível na Estação.10.8. Tomadas As tomadas devem ser instaladas e distribuídas de forma a atender as necessidades específicas. eletrocalhas ou esteiramentos.11. Para ambientes externos ou subterrâneos. vapores e pós.2. deve ser do tipo a prova de explosão.4.13. com tampa para instalação em condulete. As tomadas devem ser do tipo universal.9 2.4. A iluminação externa e o balizamento aéreo noturno devem ser comandados por relés fotoelétricos independentes.4. Níveis de Iluminamento Os níveis de iluminamento recomendáveis para os ambientes de equipamentos devem ter no mínimo 500 lux. Luminárias As luminárias internas devem ser do tipo instalação aparente. A distribuição de carga nos interruptores deve ser limitada a 6 A.4. com lâmpadas de 32 W.14.11. com lâmpada mista 250W.13.4.10.4. Devem ser instaladas de modo a atenderem os níveis de iluminamentos adequados das salas. Circuitos Os circuitos de iluminação e tomadas devem ser independentes.4. sendo individualizados e com comando independente para cada ambiente. gases. umidade.13 2.4.4.11. umidade.0 kV. tripolar.3 2.2 2.4. tempo.4.6/1.1 2. com lâmpadas compactas com reator integrado de 15 W.3 2.4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 38   .10. de maneira uniforme e ainda obedecendo às disposições dos bastidores de equipamentos.5 2.4. do tipo branca Confort ou similar de alto rendimento.14.12.2 2. As seções devem ser dimensionadas de acordo com critérios e recomendações da NBR5410 – Instalações Elétricas em Baixa Tensão.9. utilizar condutores com isolação de PVC para tensão de isolamento de 0.

6.15. Os espelhos dos interruptores e tomadas devem ser identificados. obrigatoriamente. de acordo com a necessidade de cada estação.15.14. utilizando terminais apropriados do tipo compressão e isolados com capa termo-contrátil.1 Fase A – Amarela. com letras brancas tipo arial negrito. 2. Os quadros de cargas (após as built) devem ser plastificados e colados no lado interno das respectivas tampas dos mesmos.14.4.4.15.14.4. com letras brancas tipo arial negrito. F.5. 2.4.4 2.3 2. Todos os padrões de entrada de energia devem ser instalados com medidores de energia.15. Entrada de Energia em Baixa Tensão As capacidades das entradas de energia em baixa tensão devem atender o estabelecido nas normas técnicas das Concessionárias de Energia locais. Devem ser evitadas as emendas dos condutores.5 2.4. as alimentações devem ser trifásicas. conforme sub-item 2. devendo ser atendidos nos padrões Monofásicos (F e N).6. e segundo os padrões das Concessionárias de Energia. Bifásicos (F.15 2.3 2. Devem ser identificados pelas seguintes cores. 2. devem ter seção mínima de 10 mm².15.3 Fase C – Cinza.4.4.14. Os alimentadores até a medição.5 Terra – Verde-Amarelo.7 Devem ser instalados em eletrodutos.2 2.2 2.8 2.1 2.14.Vermelho. junto ao disjuntor.4. com a caixa de medidores fixada em poste.: C01-220V).4. Adotar como instalação básica. Não devem ser instalados condutores de um mesmo circuito em eletrodutos separados. Os condutores devem ser identificados através de anilhas com o número do circuito na extremidade de cada cabo. verificar e acertar junto com a concessionária o fornecimento energia por estimativa de consumo. por placa de acrílico na cor azul escuro. F e N) e Trifásico (F. formando um circuito completo (trifásico.14.4.4 Neutro – Azul claro.6. nos tamanhos indicados na vista frontal dos mesmos.6.5 2.4.5 mm². quando necessárias estas devem ser feitas dentro das caixas de passagens.5. 2.14.2.4.2: 2.14.4. com o número do circuito e tensão. eletrocalhas ou esteiramentos.14.2 Fase B – Branca. 2.4.2. por gravação com letras de forma em baixo relevo (Ex. Todos os circuitos elétricos devem ser executados. Os disjuntores devem ser identificados com número. Sempre que possível.4.1 2. 2. Nas tubulações subterrâneas não serão permitidas emendas nos cabos.6. a entrada de energia aérea.5 2.5. Identificações Os quadros de distribuição devem ser identificados por placas de acrílico na cor azul escuro. nos tamanhos indicados nos desenhos e colados lateralmente a cada disjuntor.6 A seção mínima para as instalações de iluminação e tomadas. F e N). deve ser de 2. 2. bifásico ou monofásico com neutro).4.14.4. ou com fita de auto-fusão.14. Quando não for possível definir um padrão de entrada de energia com medidor.5.6 Retorno . em qualquer situação. com cabos flexíveis.6.4 2. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 39   .14.4.4 2.9 2.5 Ministério do Planejamento.5.

5.1 2. F. pedidos de ligações. devem ser de total responsabilidade da PROPONENTE. devem ser aterrados na malha de aterramento e interligado com a malha da Estação.3 Ministério do Planejamento.4 2. assim como a verificação da CONTRATANTE. devem ser analisados e verificados junto à Concessionária de Energia a participação financeira deste na obra.6/1.10 2.3 2. nestes casos. e segundo os padrões das Concessionárias de Energia. contatos com a Concessionária de Energia e solicitações das extensões / reforços das redes de energia elétrica para atenderem as Estações. é de responsabilidade da Concessionária de Energia elétrica.7 2. e segundo os padrões das Concessionárias de Energia. Sempre que possível as alimentações devem ser trifásicas.8 2. podendo ser atendidos nos padrões Monofásico (F e N).2. O neutro da rede e demais partes metálicas da entrada de energia em baixa tensão.12 2.2 2.13 2.6.7.11 2. Os alimentadores. a partir da medição até o quadro de distribuição. Em situações especiais e de conveniências para a CONTRATANTE.6 2. com dimensões mínimas de 60x60x60 cm. As caixas de medição devem ser conforme padrões definidos pelas Concessionárias de Energia elétrica local. Adotar como instalação básica. entretanto não devem ter diâmetro inferior a 1”. Todos os processos administrativos e custos decorrentes para aprovação dos projetos.6. A extensão de rede e energia em Baixa Tensão deve ser compatível com os padrões de entrada de energia respectiva. 2.7 2. podem ser necessários às execuções das redes de extensões em Baixa Tensão. em qualquer situação.5. As caixas de passagens devem ser construídas junto ao ramal de entrada.6. Bifásico (F. As proteções nas caixas de medições devem ser feitas. Elaborar os projetos específicos para cada instalação e solicitar aprovação da Concessionária de Energia. Posto de Transformação As capacidades dos Postos de Transformação devem ser conforme estabelecidos nas normas técnicas das Concessionárias de Energia local. disponibilizar energia até o padrão de entrada de energia para atendimento aos consumidores em Baixa Tensão.6 As tubulações subterrâneas devem ser em eletroduto de PVC de diâmetro compatível com os padrões de entrada de energia e dos cabos a serem utilizados.7. com caixas de medidores fixadas em mureta de alvenaria. a única beneficiária será a CONTRATANTE. quando a Concessionária de Energia apresentar dificuldades nos atendimentos. Os cabos a serem utilizados devem ser do tipo unipolar.5. Qualquer valor ressarcido pela Concessionária de Energia a título de participação financeira na obra.5.7. adotando-se caixas intermediárias a cada 15 m de distância. devem ser embutidos ou subterrâneos. F e N) e Trifásico (F.6.5.1 2. com isolação de PVC e isolamento para 0.0 kV. sempre com disjuntores termomagnéticos. F e N). de acordo com a necessidade de cada Estação. de acordo com a necessidade de cada Estação.5. o Posto de Transformação aéreo. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 40   .9 2. Extensão de Rede de Energia em Baixa Tensão Conforme condições da Resolução nº 456/2000 da ANEEL.5.5.2 2. conforme padrões definidos pelas Concessionárias de Energia elétrica local. se necessário.

2 4.3 4.8.7. Sistemas de Aterramento A malha de aterramento.7. devem ser aterrados na malha de aterramento e interligado com a malha da Estação. Os cabos a serem utilizados devem ser do tipo unipolar.9 2.0 – Sistemas de Instalação em Corrente Alternada. Contudo a PROPONENTE deve prever na LPU o custo de implantação da rede de energia CA por km implantado.2 4. O Sistema de Proteção Elétrica está composto das seguintes instalações: Sistema de Aterramento.4 2.3 4. principalmente em localidades situadas em regiões litorâneas 4.8 2. correntes de amplitudes variáveis e correntes de origem eletrostática.2.1 4. o pára-raios e demais partes metálicas do Posto de Transformação.1 4.6/1. correntes de amplitudes variáveis e de baixa freqüência (60Hz). de diâmetro compatível com os padrões de entrada de energia e dos cabos a serem utilizados. 2.1 2. 3.2. inclusive registros de projeto e execução. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 41   .6 2.1 4.7 2.7. sempre com disjuntores termomagnéticos.8 A tubulação subterrânea deve ser de ferro zincado ou PVC.7. juntamente com uma cópia do projeto aprovado pela Concessionária. Considerações Gerais para Energia CA Considerar que todos os modelos possuem energia CA em baixa tensão disponível em poste na entrada do terreno a ser construída a estação.2.2 Ministério do Planejamento.5 2. além de atender as normas da ABNT.1 SISTEMA DE ENERGIA EM CORRENTE CONTÍNUA As Especificações deste item estão apresentadas na Seção III – Especificações Técnicas de Infra-estrutura para sistemas de Retificadores Chaveados em alta Freqüência e Conversores deste Edital.3. A PROPONENTE será responsável pelas providências junto às Concessionárias de Energia. devem ser projetadas e executadas para suportar correntes de alta amplitude e alta freqüência. 4.1 SISTEMA DE PROTEÇÃO ELÉTRICA Esta seção especifica requisitos gerais aplicáveis para o fornecimento de equipamentos.2. Normas Aplicáveis Todos os equipamentos e materiais a serem fornecidos bem como a execução das instalações de proteções elétricas. As proteções nas caixas de medições devem ser feitas. O neutro da rede.0 kV.7.4.8. com isolação de PVC e isolamento para 0. além das normas citadas no item 01. materiais e serviços a serem aplicados nas instalações do Sistema de Proteção Elétrica.4.7.2 3. deverá obedecer a NBR 5419 – Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas. Na malha de aterramento devem ser previstos elementos para proteção contra corrosão galvânica (anodos de zinco). 4. Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas.4 4. Sistema de Proteção Contra Surtos de Tensão. Uma via da ART deverá ser entregue a CONTRATANTE. para a ligação e energização definitiva do Posto de Transformação.

6 4.4. ou seja.6 4. quadros elétricos. devem ser aterradas convenientemente.4.4. devem ser aterradas em todos os lados e sempre que sofrer descontinuidade. que interligam ao barramento geral de aterramento. as malhas de terra dos equipamentos CC.4. Sistema de Proteção Contra Surtos e Transitórios Os supressores de surtos de tensão devem ter características técnicas adequadas para as necessidades dos locais a serem instalados. A malha de aterramento deve ser composta de: Hastes de aterramento de diâmetro 3/4” com 3. ferragens. devendo ser apresentado à CONTRATANTE. deve ser aterrada a estrutura metálica na malha de terra. O positivo de todo o sistema de CC de cada Estação é aterrado em apenas um ponto. As cercas do terreno quando forem metálicas.1 Ministério do Planejamento. formação 7 fios. etc.. eletrodutos.2 4. na malha de aterramento da Estação.13 4. etc. para as carcaças.9 4. Cabo de cobre nu. com alma de aço e revestimento de cobre eletrodepositado com espessura mínima de 254μ.4.4.7 4. Todas as carcaças dos equipamentos. obedecendo a critérios específicos para cada tipo de instalação. serão feitas com cabo isolado verde. não há necessidade de instalar captores adicionais. de forma geral.4 A malha de aterramento e as suas ligações devem ser compatíveis com a necessidade dos equipamentos e seus periféricos e de outros equipamentos existentes na Estação.35 mm.12 4.5 4. Os condutores internos de equalização de potencial dos equipamentos e quadros.4.8 4. etc).4. Todas as conexões subterrâneas (cabo x cabo. 4. Os anodos de zinco não devem ser utilizados como elementos de dissipação das correntes de descargas atmosféricas.1 4.4. não deve ser superior a 10 Ω. A PROPONENTE deverá prever medições de malhas de aterramento quando necessário. A malha de aterramento deve ser única para a Estação.4. CA.7.7. devem ser de cobre estanhado. As conexões externas protegidas podem ser através de conectores de compressão apropriados que garantam ótima conexão dos materiais.14 4.1 4. ferragens e partes metálicas (esteiras ou eletrocalhas. cabo x barra. 4.15 4.6. As ligações da barra geral no SKID metálico. relatório para futura tomada de providências. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 42   . isolado para 750 V e na cor verde ou verde/amarela.3 4. As barras de aterramento a serem instaladas na Caixa Subterrânea e no “SKID” metálico. devem possuir seção mínima de 35 mm².5. cabo x eletrodo.).4. sendo este ponto a barra positiva do QDCC principal. devem ser do tipo solda exotérmica ou com conector do tipo HYGROUND.ou com solo agressivo.4.4. Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas Para os contêineres metálicos.11 4. têmpera meio mole. bem como todas as conexões dos cabos internos de ligação de aterramento.4. tipo COPPERWELD.0 m de comprimento. em dois pontos de forma diagonal. dutos de ar condicionado.4. utilizar a própria estrutura metálica como tal. A profundidade da malha de aterramento deve ser de no mínimo 60 cm e o valor da resistência da malha de terra.10 4.5 4. nas dimensões de 300 mm x 50 mm x 6. conforme desenho de implantação. seção nominal de 50 mm² ou cordoalha de aço cobreado. As ligações de terra a partir da malha de aterramento para a barra geral na base do SKID devem ser feitas com cabos de cobre nu 50 mm². estruturas metálicas e de proteção contra descargas atmosféricas devem ser interligadas de forma conveniente.

As ligações dos supressores nos respectivos pólos devem ser feitas nos barramentos.6. Ministério do Planejamento. adotando sempre a solução que utiliza o menor comprimento de cabo. A CONTRATANTE se reserva o direito de solicitar outros instrumentos de testes.3 5. ou blindagem dos circuitos por seal tube ou eletrodutos zincados com as extremidades devidamente aterradas.2 4. tenham os menores comprimentos possíveis (máximo de 50 cm no total). Todos os instrumentos necessários aos testes de aceitação serão de responsabilidade do fornecedor. para posterior conferência nos testes de aceitação definitiva. Na entrada CA da fonte CC (SR) e na entrada CC do QDCC.5 4.3 Devem ser previstos supressores de surto de tensão preferencialmente nos seguintes casos (quando de responsabilidade da PROPONENTE): No Quadro de Distribuição de Corrente Alternada (QDCA).2. 5. devem ser instalados os supressores nos quadros terminais. de forma a possibilitar uma proteção coordenada e efetiva nas instalações e equipamentos de uma Estação. ferramental e equipamentos para efetivação dos testes.6.2 ENSAIOS Serão realizados todos os ensaios previstos nas normas que regem o assunto. Nos QDCC´s.4. Os supressores de tensão devem ser instalados de forma que os condutores de ligação. B. A CONTRATANTE se reserva o direito de acompanhar a execução de todos os testes em fábrica e/ou em campo.6.6. os seguintes documentos: Certificados de Homologação ANATEL. sendo que os testes de campo nunca serão dispensados. 5. multiteste digital.6. 4.1 6. Diagramas de força e controle.4 5.3 4. na presença de representante indicado pela CONTRATANTE.1 6.2 4.4 4.2. observando o seguinte: quando o positivo estiver aterrado no quadro. em duas vias. atendendo sempre as recomendações dos fabricantes indicados. tais como: carga resistiva para 100% da capacidade nominal. por ocasião da entrega do equipamento. junto à entrada do quadro e na barra de aterramento ou na carcaça do quadro.6. que não os mencionados acima. C e N).1. A PROPONENTE deverá ter em mãos todo o instrumental.2. instalar supressores nos pólos negativo e positivo. As ligações dos supressores nas respectivas fases e neutro devem ser feitas nos barramentos.1 4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 43   .6 6.2 CERTIFICADOS E MANUAIS Serão exigidos. Os supressores de surto de tensão devem ser dimensionados e instalados convenientemente. Deverão ser fornecidos.6 5. etc. A PROPONENTE deverá notificar a CONTRATANTE com antecedência mínima de 5 (cinco) dias úteis. Sempre que houver interligação elétrica entre prédios ou trechos longos de condutores. exeqüíveis em campo.6.5 5. não há necessidade do supressor.1 5. 6. No SR instalar supressores nas três fases e neutro se existir (fase A. junto ao disjuntor principal e na barra de aterramento ou no ponto de ligação do cabo terra na carcaça do quadro. relatórios completos dos ensaios realizados no préteste. do supressor para as fases e do supressor para a carcaça.1. fluke gráfico.6. sobre a data de realização dos ensaios por lotes.

Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 44   . Relação de defeitos mais comuns e possíveis de ocorrer. nome do fabricante e eventuais similares.1. Materiais e Instalações Os equipamentos e serviços devem ter garantia integral contra defeitos de projeto. incluindo marca.1 7.1. a contar da data de emissão do TAD – Termo de Aceitação Definitiva.1.     Ministério do Planejamento. 7.5 6. Relação de componentes que deverão compor um estoque mínimo de reposição. durante 5 (cinco) anos.2 GARANTIA Fontes CC/CA.4 6.6. instalação e desempenho inadequado. 7. com emissão de certificado de garantia. causas mais prováveis e procedimentos para correção.3 6. Manual de operação. fabricação.6 Manual de manutenção preventiva e corretiva.1.

Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 45   .    SEÇÃO IV – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA PARA SISTEMAS  RETIFICADORES CHAVEADOS EM ALTA FREQÜÊNCIA E CONVERSORES     Ministério do Planejamento.

1 OBJETIVO Esta Especificação tem por objetivo estabelecer as características técnicas a serem atendidas pelas unidades retificadoras.2 2. Sistemas modulares. 1. chaveadas em alta freqüência.conjunto formado pelas unidades: de supervisão.1.6 3. com obrigatoriedade de equalização da corrente de saída entre as mesmas. 2. associadas em paralelo (sistema hot stand-by). Configuração local e remota. Entrada da UR . em função da temperatura. de distribuição (consumidores e baterias) e retificadoras. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 46   .7 3. Micro-processada.4 3. UR tipo 3 .4 2. Acesso frontal.3 2. UR tipo 4 . Incorporação do sistema de distribuição de CC. SR (Sistema de Retificadores) .2 3. USCC . 1. Ministério do Planejamento. É obrigatório o fornecimento de equipamento homologado pelos órgãos competentes.1 2. permitindo o crescimento modular conforme a necessidade. Saída da UR . Alto fator de potência.terminal de entrada da unidade localizado antes do disjuntor/fusível de entrada correspondente.7 3. contemplando unidades que utilizam sistema de ventilação natural (UR tipo 3) ou sistema de ventilação forçada (UR tipo 4).3 3.9   CARACTERÍSTICAS GERAIS Chaveamento em alta freqüência.1 3.2 2. utilizando tecnologia de chaveamento em alta freqüência.Unidade de Supervisão de Corrente Contínua.unidade retificadora chaveada em alta freqüência que utiliza sistema de ventilação natural.5 3. Compensação da tensão de flutuação das baterias.6 2.unidade retificadora chaveada em alta freqüência que utiliza sistema de ventilação forçada.terminal de saída da unidade localizado imediatamente após o disjuntor/fusível de saída correspondente.5 DEFINIÇÕES UR (Unidade Retificadora) – unidade responsável pela conversão de energia CA em CC. 3.8 3. 2. Controle ativo de tensão.

controle e instrumentação.4.a UR funciona com nível de tensão de carga das baterias.1. conectada ao SR em operação. Partida seqüencial – deverá possuir sistema de partida gradativa. UR trifásica (potência nominal > 2880 W): 220V. mantendo comunicação com a unidade de supervisão.1. controle sobre o tempo total para a UR assumir toda a carga requerida.1.3. mantendo inalteradas todas as suas características.2.a UR entra em funcionamento com nível de tensão de flutuação das baterias.1   FAIXA DE FREQUÊNCIA (MHz) 0.1. com variação de até +15% da tensão nominal de entrada.3 4. A UR deve possuir na saída. A cada UR deve ser imputada uma capacidade inferior ou igual a 15% da capacidade final das SRs de -48 V e 20% para as SRs de +24V.1 4. ainda que receba sinal de comando interno (via borne de teste) ou externo (telecomando). Quando utilizado.50 a 30 LIMITES QUASI-PEAK 79 73 dB(μV) MÉDIO 66 60 Tabela 1 – Limitações para perturbações conduzidas. Interferência Eletromagnética .7 4.50 0.2. 380V ou 440V.1. com obrigatoriedade de equalização da corrente de saída entre as mesmas.1. A UR deve permitir facilidade de ajuste/teste. Situação de ligado Flutuação . todos os potenciômetros de ajuste deverão ser do tipo “multe-voltas” permitindo o ajuste fino das funções controladas. sob quaisquer condições de trabalho.a UR deve operar em regime contínuo. de forma a evitar sobrecargas de corrente.6 4. com exceção daquela necessária para os circuitos de supervisão. Não deve se danificar quando submetida às variações na tensão alternada de alimentação até 30% abaixo da nominal e 20% acima da nominal.2.2 4.2 4. emitidas nos terminais de alimentação CA da UR: 4. Características Elétricas Básicas Valores nominais de tensão de entrada: UR monofásica (potência nominal < 5760 W): 127V ou 220V.5 4.2.2 4. sem possibilidade alguma de ser ligada.4 4.deve ser de 60Hz + 5% em regime contínuo.2 4.2.3 4.1.2. devendo ser tolerada uma variação de até 20% durante 500ms.2.1 4.a UR não deve emitir perturbações que excedam os limites discriminados a seguir. Limites para perturbações conduzidas.1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Características Funcionais As UR's devem funcionar em paralelo (sistema hot stand-by).15 a 0.4.2 4.1 4.4 4.1. Faixa de variação de tensão de entrada . Freqüência . 4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 47   .3 4. Situação de desligado – a UR deve ser retirada de serviço (flutuação ou carga).1. características que impeçam que qualquer módulo desligado (ou defeituoso) passe a consumir corrente dos demais. Ministério do Planejamento.2.1.3.1 4.1. Carga . até 1 hora de duração.

Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 48   . Os valores de ajuste em campo devem ser determinados em função do tipo de bateria (ácida ventilada ou regulada por válvula) e das tensões de flutuação e carga recomendadas pelo fabricante da bateria.6 4. considerando as variações dos valores de ajustes ideais das tensões de flutuação e de carga normal.8 57.6. devem atender aos valores abaixo relacionados: Faixas de Ajustes (volts) Tensão Nominal da UR 24V 48V Flutuação Mínima 23.0 48.para UR do tipo 4.0 Máxima 28.2.2. considerando uma distorção máxima na tensão da rede de 2% e impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada da UR).2 4.2.7 4.6. recomendadas pelo fabricante da bateria. Tensão Nominal de Saída 24V 48V (negativo aterrado) (positivo aterrado) 4. para as URs. em função das condições ambientais e das características próprias de cada bateria. a unidade retificadora não deve provocar distorção na corrente de entrada superior a 15%. SR deverá permitir o ajuste da corrente de carga da bateria de 5 a 100%.2.0 56.4 52.7.2.0 Máxima 29.2.2 Limites para perturbações radiadas a distância de 10m: FAIXA DE FREQUÊNCIA (MHz) 30 a 230 230 a 1000 Tabela 2 – Limitações para perturbações radiadas LIMITES QUASI-PEAK 40 47 4.2.5 Distorção Harmônica Total (THD) de Corrente .6.8 28.2.6 Tabela 3 – Faixas de Ajustes (Volts) 4. para qualquer condição de saída.2.5 59.2. 92 ≥ 0.4 Há necessidade das faixas de ajustes garantidos.6.6.97 Tabela 4 – Fator de Potência 4.4.0 Ajuste de Referência (volts) Flutuação Carga 26.2.8 4.6 4.6.0 45.6.5 4. Todos os ajustes devem ser independentes entre si. via programação pelo painel frontal e/ou via RS232.2.3 As faixas de ajuste garantidas da tensão de saída e a tensão de ajuste de referência.1 4. Tolerância adicional no ajuste de tensão: é admitida uma tolerância de + 10% em relação ao limite superior e de – 10% em relação ao limite inferior.6.1 Ministério do Planejamento.0 Carga Mínima 26.4. Fator de Potência O fator de potência deverá atender aos seguintes limites: FATOR DE POTÊNCIA UR TIPO 3 UR TIPO 4 ≥ 0.2.7 4.

7. ou ocorrência de oscilações que possam representar instabilidade.7. computáveis no valor de rendimento acima. através de carga resistiva.11 4.2.13.9. a tensão não deve ultrapassar a 2% do valor ajustado.9 4.2.10 4.2 4.2.2 4. pelo menos. Regulação Estática da Tensão de Saída . nas condições nominais de corrente de saída.1 4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 49   . Resposta Dinâmica da Tensão de Saída (tempo decorrido após a aplicação de um degrau de corrente na saída. 200mV pico a pico. considerando as combinações mais desfavoráveis. para qualquer capacidade da UR.2. Rendimento – O rendimento deve ser superior ou igual a 85%.2.a variação máxima admissível deve ser de + 1% da tensão de saída (V/s). Corrente de saída variando de 50% a 100% do valor nominal. Limitação de Corrente .2 4.entre 5A e 400A para as tensões de ajuste de referência da UR. deve estar compreendido entre + 8% do valor ajustado para a tensão de saída. de modo que os valores.1 4. medido com largura de banda de 3kHz.2.4.14   Ministério do Planejamento.2. durante o transitório.7.7.2.3 4.2. Tensão e freqüência de entradas nominais. para que a tensão não apresente valores fora da faixa determinada para regulação estática da tensão de saída) . na faixa de freqüência de 10 kHz a 20 MHz. 50mV em RMS.12 4.deve ser garantido ajuste entre 70% e 110% da corrente nominal de saída para as condições de flutuação e carga. e a carga na saída variando de 5% da corrente nominal (IN) a 100% da corrente nominal (IN).10.2. Nas dissipações internas máximas. sem bateria em paralelo com a UR. 4. Na condição de funcionamento com corrente de saída menor que 5% da corrente nominal (IN). O desvio máximo da tensão de saída. considerando a tensão de saída variando desde o início da limitação até uma tensão correspondente a. medido na faixa de freqüência até 20MHz.deve ser <25ms.8 Os valores especificados acima são para as seguintes condições: SR na condição de carga.2.2. na condição de carga.2.10.3 4.13 4.2. Na variação permissível de 10% não são admissíveis valores inferiores ao correspondente ao início de limitação.2.2. a corrente limitada não deve variar mais do que 10% do valor nominal. Os valores de ajustes definidos se referem ao início da limitação de corrente (corrente de saída no qual a tensão correspondente atinge o valor mínimo de faixa especificada para regulação estática de tensão).13.para cada valor ajustado. para variações da rede comercial de +15% em relação ao valor nominal. atentando para a limitação feita no item 5. inclusive de temperatura e umidade relativa do ar.2. Tensão de Ondulação (ripple) . É imprescindível que a UR ofereça condições para execução de todos os testes elétricos.1. o final de descarga de bateria.2.2.2 4.11.1 4. sem bateria.2.devem ser atendidos simultaneamente nos terminais de saída da UR.1 4. Regulação Estática da Corrente em Limitação . e a eventual corrente de estabilização em vazio. estejam compreendidos entre 10% e 100% da corrente nominal de saída da unidade. inicial e final. Corrente Nominal de Saída .10.2. Degrau (crescente ou decrescente) de 50% da corrente nominal. estão incluídos os consumos de todos os circuitos e subsistemas da UR. os seguintes valores máximos: 1mV psofométrico.1 4.2. conforme item anterior.

Resistência de Isolamento .4. 4. Inrush .1 Ministério do Planejamento.4.2 Isolamento Elétrico Devem ser atendidos os seguintes requisitos: Tensão aplicada .15.1 1500 Vca entre as entradas CA interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete). deve ser limitada a 2 vezes a corrente nominal de entrada. Circuito de Desconexão das Baterias: A SR deve ser equipada com contatora de desconexão dos bancos de baterias por baixa tensão.a UR deve suportar a aplicação das seguintes tensões durante 1 minuto: 4.1 4. proteção e controle.4.3.17 4.2.17.2.18 4. Ruído Acústico .15.4.2.2. incluindo o fornecimento dos sensores necessários. Após a ocorrência de quaisquer tipos de perturbações de caráter transitório (não oscilatório). 4.2 4.1 4.2.2 4. > 20M Ω entre as saídas (+) e (0) interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete).17.15.2.2.2.3 4.1 4.15 4. A ausência deste comando não deve provocar sobretensão na saída da unidade. desde a condição em vazio até o valor final de regulação de tensão.3 4.3.2.2.2.15.15.2 4.2.2. Circuito de Regulação e Controle A estabilidade de saída da UR deve ser garantida para qualquer condição de funcionamento. desvinculados e independentes de outras unidades comuns ao mesmo SR.1 4.1 4.a corrente de surto na entrada da UR. deve ser ligada e entrar em funcionamento requerendo apenas o suprimento de CA na entrada.3.3 4.2.3 1000 Vca entre as saídas (+) e (0) interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete). Características Ambientais Condições Ambientais .2.2.17.a UR deve atender aos valores abaixo discriminados.4.a UR deve atender às condições de temperatura de 0 a 45 oC e umidade relativa do ar de 5 a 95%. no instante de ligamento. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 50   .4 4. ou seja.2 4.4.2 1000 Vca entre as entradas CA interligadas entre si e as saídas (+) e (0) interligadas entre si.2. A UR deve ser auto-excitada. medidos através de MEGGER: > 20M Ω entre as entradas CA interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete).o limite máximo para emissão de ruído acústico da UR medido a 1.2. as características de saída devem retornar à situação estável dentro das estabelecidas para regulação dinâmica de tensão.4.16 4.4 4.2 Admite-se alternativamente a aplicação da tensão de 1500 Vcc entre os mesmos pontos.4.3 4. > 20M Ω entre as entradas CA interligadas entre si e as saídas (+) e (0) interligadas entre si. A SR deverá ser capaz de realizar o ajuste automático da tensão de saída em função da temperatura das baterias.1 4. 4.2. 4.3.3.2m acima do piso e a 1m da unidade deve ser: UR tipo 3: 50 dBA UR tipo 4: 60 dBA Características dos Circuitos A UR deve possuir seus próprios circuitos de regulação.2.4. seja na tensão de entrada ou na carga.2.

8 4. A falha de quaisquer das fases de entrada.5.2. A corrente de saída deve subir.4 4.11 A tolerância adicional na faixa de ajuste garantida do sensor: +10% em relação ao limite superior e -10% em relação ao limite inferior. A UR deve ser imune a surtos elétricos em modo comum e diferencial nos terminais de entrada da alimentação CA.2 4. 4.5 52. A UR deve ser bloqueada por sobretensão intrínseca com memorização. deve provocar o bloqueio imediato da UR. A UR tipo 4 deve ser bloqueada.7 4. devem ser: 4. A UR deve prever bloqueio por comando externo proveniente da unidade de supervisão. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 51   . No caso de uso de disjuntor.5. O tempo de atuação do sensor deve ser necessariamente superior ao tempo de resposta dinâmica da UR. este deve ser adequado à interrupção de curto circuito.4 58.3.2 Tabela 5 – Faixa de Ajustes (Volts) MÁXIMA 29.5 4. em qualquer condição de trabalho.5. observando-se a faixa de operação estabelecida em 5. Os fusíveis deverão ser do Tipo NH e os disjuntores para fixação em trilho de 35 mm do tipo especificado pela DIN. para um degrau de tensão de 1 V acima do valor ajustado.a UR deve dispor de disjuntor em cada fase de entrada.5.1.5 4.2 desta especificação. Os fusíveis/disjuntores utilizados para proteção dos circuitos de energia CA e CC devem ser normalizados pela ABNT.8 4.5. As faixas de ajustes garantidas do sensor. sem memorização.10 4. para cada tensão nominal de saída.14   Ministério do Planejamento.5. desde que comprometa o funcionamento da unidade.  4.a UR deve dispor de disjuntor no pólo não aterrado.5. no tempo máximo de 10s.12 4. A corrente mínima para atuação do sensor deve ser <10% da corrente nominal (IN).3 Circuitos de Proteção Disjuntor de entrada .9   TIPO DA UR 24V 48V FAIXAS DE AJUSTE (V) MÍNIMA 28.5. na ocorrência de falha do sistema de ventilação.5.5. A UR deve ser bloqueada e protegida contra danos devido à elevação de temperatura interna. A UR deve desligar após a ocorrência de curto-circuito na saída e enviar um alarme de defeito do retificador. limitado a 100ms. de forma gradativa até o valor da limitação de corrente. sem ocorrência de transitórios em relação aos valores de regulação estática da tensão e corrente. A UR deve ser protegida contra danos por subtensão.5.13 4.5.6 4. mesmo quando a UR estiver ligada a uma bateria completamente descarregada.5. sendo de fácil substituição.5. somente quando houver risco de danos à unidade. Disjuntor/Fusível de saída . além do limite estabelecido no item 5.1 4. bem como por sobretensão de +25% do valor nominal.

1 4. instalados em local de fácil acesso para.6.6.6. no mínimo.7 4.LED de sinalização: VERDE.2 4.2. Sinalização e Comandos Externos A UR deve dispor das seguintes indicações para sinalização local.3 4.7.8.7.1 4.3.6 4.4 4.5.2 Ministério do Planejamento. UR com defeito: quando da ocorrência de bloqueio da UR ou no caso da mesma estar na condição de serviço e não se encontrar em funcionamento. os seguintes sinais externos para a unidade de supervisão do SR: UR anormal Falha de ventilação Fusível interrompido / disjuntor aberto A UR deve estar preparada para o recebimento.3.1.1 4.6.6.1 4.2 4. no mínimo. 4.1.0).1.a UR entra em funcionamento na condição de tensão de saída determinada por comando externo. garantindo o funcionamento do sistema. Os sinais e comandos descritos nos itens 5.5 4.2 4. Desligado . no mínimo.6 4.6.1.2.2.posições: Ligado .5.1. Comandos Manuais A UR deve dispor de chaves / disjuntores apropriados.15 A UR deverá possuir recursos suficientes para manter a programação dos ajustes de tensão de flutuação e limitações de corrente e tensão em caso de perda da unidade de supervisão e controle (ver item 8.1 4.1 4.2 4.1 4.6.3 4.6.1.posições: Ligado . dos seguintes sinais de comando externo provenientes da unidade de supervisão: Reposição Carga Desligamento Bloqueio de alarme por CA anormal Correção da tensão de saída em função da temperatura de baterias Desligamento: condição reserva A UR deve estar preparada para operação e supervisão remota. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 52   .1.6.1.6.1.3.6.1 4.6. os seguintes comandos: Entrada da unidade .7.3.6. também devem estar disponíveis para processamento pelo sistema de gerência de rede.a UR é desconectada do sistema.7.a UR é retirado de serviço.2.2.3.6. desta Especificação.3 4.7. A UR deve emitir.1. Falha de ventilação: quando da ocorrência de qualquer falha no sistema de ventilação (exclusivo para UR tipo 4) – LED de sinalização: VERMELHO.2 4.3 4.2.LED de sinalização: VERMELHO.a UR é conectada ao sistema Desligado .4.6. não entrando em funcionamento por nenhum outro comando. e 5.7.2 4. exceto para os casos previstos no item 5. . no painel frontal externo da unidade: UR em serviço: quando a unidade se encontrar nas condições normais de funcionamento (sem bloqueio) .1.6.7.6.3. permanecendo em funcionamento. Saída da unidade .3.6.4 4.

3 4.1.10. Atuação de dispositivo de proteção ou interrupção de qualquer fusível vinculado a circuito. nos seguintes casos: Sobretensão intrínseca à unidade. tendo dimensões máximas de 60x210x60 cm.9.1. 4. A função de reposição pode ser executada pela chave / disjuntor de entrada da unidade.1 Reposição da unidade: função de cancelamento dos alarmes memorizados habilitando para o funcionamento.5% da leitura + 1 dígito e precisão mínima de 3 algarismos significativos.1.1 5.1.2 5.2 5.2 5.1.3 4.7. desta Especificação.2. As UR deverão ser instaladas em bandejas contendo todos os conectores de alimentação CA das unidades retificadoras.1.5.1.1. 5. conforme item 5.1.4.8.3 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Gabinete A UR tipo 3 deve atender as seguintes características: Potência nominal / volume: superior a 80 mW/cm3 Potência nominal / peso: superior a 120 W/kg A UR tipo 4 deve atender as seguintes características: Potência nominal / volume: superior a 120 mW/cm3 Potência nominal / peso: superior a 200 W/kg O gabinete deve ter estrutura suficientemente rígida constituída por material apropriado e deve ser projetado de forma a ser carregado em qualquer posição.1.1. a UR somente deve ser desbloqueada mediante reposição manual (local ou remota). desta Especificação).1 4. bem como terminais de saída de corrente contínua e demais ANEXO II 53 5. Admite-se que as chaves / disjuntores de entrada e saída da unidade sejam localizadas no SR. amperímetro digital para indicar a corrente de saída.2 5.3 4.8.8. Comandos Automáticos A UR deve ser bloqueada e emitir sinalização imediata de defeito.1.8.9.1 5.1.5 Ministério do Planejamento. Falha de qualquer uma das fases da tensão de alimentação CA.1. uma vez confirmado o fim da anormalidade externa à UR.1 5.5. é dispensada a utilização de instrumento no painel da UR.1 5. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   . no painel frontal. qualquer que seja sua condição de funcionamento.1 4.4 4. sem danos a componentes internos e estrutura. desde que individualizadas por UR e adequadamente identificadas. antes dos fusíveis / disjuntores de entrada.8. No caso da 1ª alínea.7. Medição e Testes A UR tipo 3 ou 4 deve conter.1.2. No caso da 2ª alínea.8.5.5.9 4. conforme item 5.3 4. Falha do sistema de ventilação (exclusivo para UR tipo 4.1.2 4. com exatidão melhor que 0.2 4.8 4.7. da unidade de distribuição de consumidores e para instalação das UR. O gabinete deverá ser compartimentado de forma a garantir o espaço suficiente e independente para instalação da unidade de fusíveis de baterias.7. desta Especificação.1.8. com função expressiva ao funcionamento ou à proteção da unidade. o desbloqueio deve ser automático (sem memorização). Caso o SR disponha de facilidade para leitura de corrente individual por UR.2 4.1. conforme item 5.4 5.

6 Nas bandejas onde houver vaga para instalação futura de UR. devendo atender às condições ambientais citadas no item 5.5. devem ter suas extremidades soldadas ou prensadas a terminais adequados e de boa qualidade.5 5.2. devem ser submetidas. Todos os condutores e ligações removíveis.2.3 5.5. ventiladores. depois de furadas.2 5.6 5.5 5. conectados diretamente a parafusos.1. blocos terminais e dispositivos de interligação ao SR.conexões necessárias à comunicação com a unidade de controle. devendo atender às condições ambientais citadas no item 5.1.2. chaves/disjuntores.1 5. de forma que a ampliação se faça sem a necessidade de modificações elétricas. desde que aprovado pela CONTRATANTE.2 Ministério do Planejamento. mecânicas ou estruturais no gabinete O gabinete deve ter características adequadas ao fácil manuseio para conexão/desconexão com o SR energizado.1 5.UR tipo 3 A UR deve ser projetada para funcionamento com ventilação exclusivamente natural. Toda a fiação utilizada deve ser devidamente protegida contra contatos prejudiciais com peças salientes que possam afetar o isolamento dos cabos. a processo de fosfatização por deposição eletrostática ou galvanização por imersão a quente.UR tipo 4 A UR deve ser projetada para funcionamento com ventilação forçada. Adicionalmente deve ser garantida a continuidade elétrica de todas as superfícies metálicas externas da UR com o terra de proteção da estrutura metálica (gabinete) do SR. Os dispositivos de ajustes mais freqüentes devem ser facilmente acessíveis.3.1 5.3.2 5. A terminação de cabos flexíveis deve ter folga adequada. a fim de evitar o rompimento quando sujeitos a esforços e. No caso de extremidades de condutores conectados a blocos terminais do tipo compressão indireta. ou a outro tratamento de eficácia equivalente.7 5. desta Especificação. é dispensada a utilização de terminais.4.1.1. tais como: dispositivos de ajuste.2.2. A instalação da UR será feita com a simples inserção na vaga correspondente. Condições de Acesso É indispensável o acesso fácil a todos os componentes de manutenção mais freqüentes. 5. 5.2.3. permitir eventuais reparos sem necessidade de refazer o chicote. Desta especificação. mesmo com a UR conectada na SR. A porta do quadro deverá ser aterrada à estrutura dos quadros através de condutor flexível de cobre isolado na cor verde.4 5. Sistema de Ventilação . Materiais e Acabamentos Todas as peças metálicas usadas para fixação e sustentação de componentes. não sujeitos à oxidação. Os parafusos.1 5.3 5.4 5.8 5.1. também. O projeto do sistema de ventilação deve levar em conta o atendimento às especificações sobre confiabilidade individual do ventilador. as porcas e as arruelas devem ser de material de boa qualidade. permitindo a ampliação da capacidade do Sistema de Retificadores. Os terminais devem ser de liga de cobre devidamente dimensionados e com tratamento superficial condizente com o respectivo uso. Sistema de Ventilação . Todas as entradas e saídas deverão ser feitas via soquetes instalados na superfície traseira da bandeja. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 54   .

6. contendo números ou letras correspondentes aos terminais de destinação de acordo com o manual técnico.2.6.6 5.3. Todos os blocos de terminais e conectores do tipo plug-in devem ser identificados. Externamente à unidade. o critério para identificação deve ser racional e prático.5.5.6.1 CODIFICAÇÃO De acordo com a alimentação CA de entrada (monofásica ou trifásica).1 5.2.6.4 6.4 5. a tensão de saída e a corrente nominal de saída. Todas as extremidades de fios e cabos condutores singelos devem ser identificadas por meio de anilhas adequadas. O projeto mecânico da UR deve prever facilidades para substituição de ventiladores.4 5.5 5.5. Itens 5.2.6.1.2. contendo os seguintes dados: Corrente nominal de saída Tensão nominal de saída Tensão nominal de entrada Potência aparente nominal de entrada Número de série de fabricação Mês / ano de fabricação Código / modelo do fabricante Na estrutura de cada gabinete deve constar a placa de identificação exigida pela ANATEL.2.2.6.2 5. 5. se aplicável (ref. 6. cujas instruções de manutenção devem constar nas recomendações contidas no manual técnico da UR.2 5. confeccionada em material não deteriorável e de boa resistência mecânica.6. 3ª alínea / 5. como pré-requisito para eficiência do sistema de ventilação.10 / 5.1 5.5. Identificações Cada cartão de circuito deve conter.7 5.3.6.6 5. o código do fabricante e o seu respectivo número de série.3 5.6. O(s) ventilador/exaustor(es) deve(m) possuir vida útil superior a 10 anos à 25ºC. além de desligamento da UR. assegurando um tempo máximo de 10 minutos.3.1 5.6. Quando do uso de flat cable ou similar.6. no mínimo.6 5.7 5.6.10m entre a face da instalação do ventilador e eventuais obstáculos. O projeto do sistema de ventilação deve considerar a necessidade ou não da utilização de filtros apropriados.5.3 5. por ventilador.3 A qualquer falha do sistema de ventilação deve corresponder a emissão de alarmes/sinalização.3 5.5.6.5.6.5 5. A identificação de fios e cabos deve obedecer à padronização de cores. tomando-se por base as cores universalmente adotadas. deve ser afixada por processo eficiente plaqueta de identificação do equipamento. As prescrições sobre instalação da UR não devem exigir afastamentos superiores a 0. 2ª alínea).2. devem ser dadas a seguinte codificação para a UR: UR (x) A / (y) V / z k m Onde: Ministério do Planejamento.6.2 5. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 55   .2.6.

através de teclado. em ordem de preferência: TCP/IP.1.1.2 7. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 56   .1 UNIDADE DE CONTROLE E SUPERVISÃO DA SR A SR deverá possuir uma unidade de controle com a função de supervisionar as condições de operação do sistema.3.X Y Z Sistema de Alimentação K Tipo de Alimentação 3 4 1 2 1 M Tensão de alimentação 2 3 4 Indica a corrente nominal na saída da UR Indica a tensão nominal na saída da UR Natural Forçada Monofásica Trifásica 127V 220V 380V 440V Tabela 6 – Entrada CA Exemplos: UR 25A / +24V / 4.2   Ministério do Planejamento. do status de funcionamento e possibilitando ajustes dos parâmetros de operação. UR100A / -48V / 3. padronizadas e inteiramente documentadas em todas as suas variantes.1. A unidade de supervisão deverá ter as seguintes características mínimas: Interfaces com o Usuário Display de Cristal Líquido A SR deverá possuir Display de Cristal Líquido instalado na porta frontal. receber comandos e enviar respostas a estes comandos e enviar através de comando do operador todos os dados de desempenho coletados.1 7.2. 7. permitir a navegação pelos menus e ajuste dos parâmetros de operação.1 7. Software de Supervisão e Controle A SR deverá possuir software de supervisão e controle capaz de configurar.2. capaz de apresentar para o operador os dados e alarmes do sistema (ativos e histórico de alarmes) e.2. O software de supervisão deverá permitir a configuração dos parâmetros operacionais do sistema e ser capaz de enviar mensagens espontâneas referentes a alarmes.2.2 7.2.2. RS-232. 7.2.1 7.2. do histórico de alarmes. 7. Deverá possuir interfaces abertas. possibilitando visualização dos alarmes ativos. baseadas nas versões mais recentes de pelo menos um dos seguintes protocolos. monitorar e controlar a operação do sistema.

9 7.1 7.3.4 7.1. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   .3. Ajuste dos parâmetros de limite de corrente de carga das baterias.3. conforme item 5.1.4.4. Ajuste dos parâmetros de desconexão do Banco de Baterias por Baixa Tensão.1.2: Ajuste da tensão de flutuação do sistema. Corrente fornecida por cada conversor.3.3.4.6 7. ANEXO II 57 7.4.3 7.1. local e remotamente.3.1.1. Corrente fornecida aos consumidores.2.4.4 7. As grandezas identificadas no display não deverão ultrapassar a faixa de ±1. individualmente.2.1.4. Ajuste dos parâmetros de funcionamento dos Retificadores. individualmente.1. Corrente total do Sistema –48 V.2 7.3 7.5 7. Temperatura nas Baterias.2 7.8 Ministério do Planejamento.1 7.1.10 7. Ajuste dos parâmetros da equalização forçada.1.1.4 7.3.1 7. Ajuste dos parâmetros de compensação de temperatura das baterias.11 7.3.4.2.4.7 7.1.7 7.3 7.1.2.4.5 7.3. Alarmes ativos.1 7.3 7. Programação e Parametrização A Unidade de Supervisão e Controle deverá permitir a programação pelo operador dos seguintes parâmetros mínimos.1.1.3. Monitoração e Visualização A Unidade de Supervisão e Controle deverá ser capaz de monitorar e permitir a visualização no Display e via software.4 7.7.3 O fabricante deverá fornecer toda a documentação referente ao software empregado e no mínimo uma cópia do software.1.2 7.5% de distorção dos valores reais.1.2 7.1. Leds indicativos de fusíveis interrompidos e disjuntores abertos. reproduzível.3. para utilização da CONTRATANTE ou quem ela definir.4. no mínimo.3.1.4.1.1 7. Leds Indicativos A Unidade de Supervisão e Controle deverá possuir ou comandar no mínimo os seguintes leds indicativos de defeitos: No painel frontal: leds de alarme não urgente e alarme urgente.3.2. Ajuste da mínima tensão de operação do sistema (proteção contra subtensão). das seguintes grandezas: Corrente total do Sistema +24 V.2.4.1 7. Ajuste da máxima tensão de operação do sistema (proteção contra sobretensão). Tensão do Barramento –48 V. Corrente fornecida às baterias.8 7. Porta RS-232/RS-485 A SR deverá ser fornecida com pelo menos uma porta de comunicação RS-232 e uma RS485 que permita a conexão de laptop/PC ou modem para o emprego do software de supervisão e controle.2.3. Histórico de alarmes.1.6 7. Corrente fornecida por cada retificador. Tensão do Barramento +24 V.1 7.2.

6. com identificação de data e hora.2 7. Na ocorrência de sobretensões ou mau funcionamento em um ou mais retificadores.4 7. 8.3.3 8.2 8. Alarmes Desligados: Quando a saída de alarmes do sistema é inibida pelo operador em função da execução de serviços de teste ou reparos no SR.3. Em caso de falha na unidade de supervisão e controle ou perda de comunicação entre esta e os retificadores.3.1.5.1 ALARMES Todos os alarmes necessários à perfeita diagnose de defeitos do sistema deverão ser indicados no display frontal e via software.4.6.6. a Unidade de Supervisão e Controle deverá ser capaz de desabilitar e desligar a unidade defeituosa. gerando alarme de falha e garantindo a continuidade da alimentação das cargas.6 7.4 8.1 7.3 8. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 58   . dos seguintes eventos distintos: Manutenção: Compreende a sinalização na ocorrência de um ou mais dos seguintes eventos: Desconexão.6. Equalização Forçada e Controle da Tensão do Sistema A Unidade de Supervisão e Controle deverá ser capaz de: Permitir a programação e controlar a tensão desejada e o nível de tensão que o sistema devera fornecer na distribuição.4. de unidades retificadoras e/ou qualquer módulo tipo “plug-in” da USCC. falta de uma das fases. Memória A unidade de Supervisão e Controle deverá ter memória suficiente para manter o histórico de alarmes com no mínimo os cem últimos eventos.1 8.1. incluindo a desconexão acidental e o encaixe inadequado.1.7. inversão da seqüência de fases ou devido à tensão de entrada fora da faixa de operação (freqüência.1. com capacidade de 0.5 7. no mínimo. Os relês deverão possuir contatos reversíveis (NA e NF) livres de tensão. Bateria em Carga: Indicando que cargas manuais.3 7.3. sobretensão e subtensão). Além disto. A máxima diferença de tensão entre retificadores capaz de habilitar a divisão de carga deverá ser menor que 5% da tensão do sistema.2 8. involuntária ou pela ação do operador. as UR deverão assumir os parâmetros de funcionamento previamente ajustados ou “default” de fábrica.6. automáticas ou cíclicas dos bancos de baterias estão em progresso. Atuar na tensão e corrente de saída das unidades retificadoras de forma a promover a divisão de carga entre elas. com os sinais disponíveis em bornes.1 8.4 8.9 7.1. A SR deverá ser fornecida com um conjunto mínimo de saídas digitais programáveis a relê. 7.6.5 8. Alimentação CA Anormal: Compreende a sinalização devido à falha na alimentação CA.5 Ministério do Planejamento.1 7.1 Programação das funções dos relês para sinalização remota (ver item 9).1.5 A e 220 V destinados à sinalização remota de eventos e/ou alarmes. gerar alarme de falha de retificador e promover a distribuição da carga pelos retificadores restantes. e manter toda a programação no caso de desligamento total do sistema. As saídas digitais a relê deverão permitir a programação para sinalização remota. Fusível de Bateria Interrompido: 8.

Flutuação anormal: Compreende a sinalização quando os sensores de tensão detectarem a tensão de saída para os consumidores fora dos limites.6.16.11. desconexão por sub ou sobretensão de saída.6 8. Falha em mais de um Retificador: Compreende a sinalização em caso de falha de mais de uma das UR.8.).2 Ministério do Planejamento. ocorrência de falha interna (queima de componentes. estabelecidos em 5.14 8. Este alarme deverá ser distinto do alarme de falha em um único retificador.1 8. Falha em um Conversor CC-CC: Esta sinalização deverá atuar em caso de falha em um único conversor.1 8. Falha em um Retificador (UR Anormal): Esta sinalização deverá atuar em caso de falha em um único retificador.7 8.9. Falha na Alimentação do Consumidor (+24 V e –48 V): Compreende a sinalização devido à atuação de um ou mais dos dispositivos de proteção (disjuntores ou fusíveis) das unidades de distribuição de consumidores. superior e inferior. A falta de alimentação CA do retificador ou a falta de alimentação CC do conversor provocada pelo desligamento do dispositivo de proteção de entrada.12.1 8.11 8.15. desconexão por sub e sobretensão de entrada.13. Falha em mais de um Conversor CC-CC: Compreende a sinalização em caso de falha de mais de um dos conversores.1 8.10 8.2 8.14. Notas: Entende-se por falha no retificador ou conversor o funcionamento anormal da unidade ou a atuação de qualquer uma das proteções existentes.12 8.1 8.10.1 8.1 8.1 Compreende a sinalização quando um ou mais dos fusíveis de proteção dos bancos de baterias estiveram atuados. curto-circuito interno. Baterias Desconectadas: Compreende a sinalização devido à atuação do dispositivo de desconexão do banco de baterias. com conseqüente perda da equalização forçada e controle dos limites de corrente e tensão.5. como tensão de entrada fora da faixa de operação. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   .1.8 8. Bateria em Descarga: Compreende a sinalização de baixa tensão no barramento principal.1 8.13 8.2.5.9.16. seja pela atuação ANEXO II 59 8. falha no ventilador (quando aplicável) ou qualquer uma das demais proteções necessárias e disponíveis. curto-circuito na saída.8. etc.1 8.15 8.9 8. desconexão por alta temperatura.1 8. Este alarme deverá atuar de forma distinta do alarme de fusível de bateria interrompido. Falha no Controle dos Retificadores: Compreende a sinalização em caso de falha da unidade de supervisão e controle ou perda de comunicação entre esta e os retificadores.1.6. Este alarme deverá ser distinto do alarme de falha em um único conversor. Tensão Alta Consumidor: Compreende a sinalização quando o sensor de sobretensão detectar a tensão de saída para os consumidores acima do limite superior indicado em 5.16 8.2.1 8. O alarme deverá atuar quando a tensão no barramento estiver compreendida no intervalo de 75% < capacidade< 85%.7.

voluntária do operador. em português. As proteções deverão em fusíveis em bases para fusíveis NH ou em disjuntores vinculados ao barramento não aterrado de saída do SR. seja devido à presença real de falhas de funcionamento. Os disjuntores serão do tipo para fixação em trilho de 35mm seguindo o especificado pela DIN e IEC 68947. e NH2 para SR`s de 1. sendo de fácil substituição. Quantidade mínima de posições para consumidores: 9.1 10.2 9.1.2 INSTALAÇÃO Na instalação do SR deverão ser observados os seguintes itens: Instalação de cabos de telessinalização entre o SR e o ponto de monitoração de alarmes externos.1 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Os fornecedores deverão entregar.200A 9.6 10.1.1 10. para cada estação. toda a documentação técnica contendo os cálculos justificativos das dimensões. Características Elétricas. 10. antes de começar a fabricação. os materiais empregados. as quantidades de posições de fusíveis serão definidas conforme projeto especifico. 9.1 DISTRIBUIÇÃO Os fusíveis/disjuntores utilizados para distribuição de energia CC devem ser normalizados pela ABNT.3   SR Até 600A 1. Quantidade de posições para baterias: 4. que deve conter. 11. Para SR`s com capacidade superiores a 1. 9. 11. de acordo com as especificações técnicas adotadas.1. os procedimentos de fábrica. 11.5 9.4 Base Fusível NH00(160A) / NH1(250A) NH1(250A) / NH2(400A) / NH3(630A) Tabela 7 – Quantidade de Fusíveis Quantidades 24 / 2 2/4/6 As bases para fusíveis de baterias deverão ser NH1 para SR`s até 600 A. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 60   .2   Ministério do Planejamento. deverá ser entendida pelo sistema de supervisão e controle da SR como falha no retificador ou conversor e este alarme deverá ser devidamente sinalizado.200A possibilitando a conexão de até seis cabos por pólo no barramento não aterrado de saída para as baterias. Execução do aterramento de carcaça e da barra de 0 V do SR. Deverá ser possível a substituição dos disjuntores de forma individual.1.200A. no mínimo o seguinte: Descrição Geral. com cabo de 35 mm isolado na cor verde. para aprovação prévia e 01 (um) manual do equipamento. 9. sem a necessidade de desligamento do SR.1 11.

12.1. Ministério do Planejamento. de acordo com os projetos e especificações técnicas fornecidas.1 12.3 11. 13.1. independente da homologação do produto.1. 12.1.4 11.5 11. Por tal garantia. entende-se a obrigatoriedade de substituir todos os componentes que. O equipamento será garantido por um período mínimo de 5 (cinco) anos a partir da data do Termo de Aceitação Definitivo. operação e ajustes. Sub-seção IV-B: Configurações de SR para a CONTRATANTE.11. 14. ou estar em fase de obtenção.1. Diagrama de fiação. Descrição do funcionamento dos circuitos.2 RELAÇÃO DE ANEXOS Sub-seção IV-A: Especificação técnica dos conversores CC. comprovadamente apresentem defeito de fabricação ou montagem e quando da necessidade de substituição destes equipamentos defeituosos não haverá ônus para a CONTRATANTE. a CONTRATANTE se reserva o direito de. instruções para instalação.6 11. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA O fornecedor assumirá integral responsabilidade pela boa execução e eficiência dos serviços que executar. 13. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 61   . efetuar ensaios de aceitação em fábrica por critério de amostragem.1 14. Relação de materiais/componentes.1 CONTROLE DE QUALIDADE Os fornecedores deverão contar com a Certificação ANATEL e da Qualidade ISO 9000. a qualquer momento. 14. para manutenção preventiva e corretiva. Diagrama de blocos e esquemas elétricos.7 Características mecânicas.2 RESPONSABILIDADE.

SUB­SEÇÃO IV­A ­ UNIDADE DE CONVERSORES CC/CC     Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 62   .

corrente total e corrente fornecida por cada um dos conversores.4 1. As posições vagas na bandeja deverão conter todas as conexões de controle e alimentação CC.2 1.1 1.6.3. Todas as entradas e saídas deverão ser feitas via soquetes instalados na superfície traseira da bandeja. Supervisão e Controle Os conversores deverão ser monitorados pela unidade de supervisão e controle da SR possibilitando a visualização do status de funcionamento.3 1. com o tipo de sistema configurado para N+1.5. conforme item 8. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 63   .  1. 2.4. sem a necessidade de qualquer modificação elétrica.6 1.1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS SISTEMAS DE CONVERSORES As SR deverão ser fornecidas com conversores CC/CC para a alimentação de cargas que necessitam de tensões diferentes da tensão nominal do sistema Os conversores deverão ser alimentados pelo barramento geral da SR e deverão apresentar as seguintes características mínimas: Forma de Instalação Os conversores deverão ser instalados em uma bandeja. Unidade de Distribuição Deverão ser empregados disjuntores normalizados pela ABNT para distribuição de energia proveniente dos conversores. mecânica ou estrutural no conjunto da SR. contendo todos os conectores de alimentação CA.2   CARACTERISTICAS TÉCNICAS DAS UNIDADES CONVERSORAS +24V/48V Entrada CC Tensão Nominal: +24V Faixa de Variação da Tensão de Entrada: +20V a +29V Ministério do Planejamento.1 2. bem como os terminais de saída de corrente contínua e demais conexões necessárias à comunicação com a unidade de controle.2 1. destinadas à instalação futura de novas unidades. sem a necessidade de desligamento da SR ou do Sistema de Conversores. Os disjuntores serão do tipo para fixação em trilho de 35 mm seguindo o especificado pela DIN e IEC 68947.1 1. e 1 (um) com a função de proteção geral para distribuidor externo (tipo PA-20). leitura de tensão de saída do conjunto. 1. 20A e 30A. Quantidade de disjuntores para consumidores: Mínimo de 6 (seis) para alimentação direta. A instalação da unidade de distribuição deverá possibilitar a substituição dos disjuntores de forma individual. 1. visualização de alarmes ativos.1 2.5 1.5. além de gerar mensagens de falha no display e no histórico de alarmes.1. com espaço para no mínimo quatro unidades.1.5.0 desta especificação.3 1.1 1.4 1.5. Capacidade de Conversão As SR deverão possuir capacidade de conversão de 10A.1 2. A instalação destas unidades deverá ser feita com a simples inserção de conversores nos espaços vagos.

1% Ripple: ≤ 5mV RMS.3 2.4 2. 1mV Pisofométrico Temperatura de Trabalho: 0°C a 50°C Proteções Disjuntor ou fusível de entrada Limitação de corrente de saída Desconexão por alta temperatura interna Desconexão por sobretensão de saída Desconexão por subtensão de saída Proteção contra curto-circuito na saída Leds Indicativos Led indicativo de serviço (energia ligada) Led indicativo de defeito Todos os potenciômetros de ajuste dos conversores deverão ser do tipo “multe-volta” permitindo ajuste fino das funções controladas.1 3.4.2. de 50% a 100% da carga e tensão nominal Regulação: +/.2 3.2. 3.2.6 3.4 2. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 64   .6 2.5 2.3.2.3.1.4 2.5 3.2.1% Ripple: ≤ 5 mV RMS.3.4 3.1 2.3.4.2.1.2 3.2 2.2.2 3.2.3 3.2.2.1 2.3 Saída CC Tensão Nominal: -48V Faixa de Variação da Tensão de Saída: -46V a –57V Rendimento: >90%.2 2.6 2.2.3 2.1 2.1 3.1 3.2 2.3. 1mV Pisofométrico Temperatura de Trabalho: 0°C a 50°C Proteções Disjuntor ou fusível de entrada Limitação de corrente de saída Ministério do Planejamento.3 2.2 2.2.3.4.1 3.2   CARACTERISTICAS TÉCNICAS DAS UNIDADES CONVERSORAS –48 V/+24 V Entrada CC Tensão Nominal: -48 V Faixa de Variação da Tensão de Entrada: -42 V a -54 V Saída CC Tensão Nominal: +24 V Faixa de Variação da Tensão de Saída: +23 V a +30 V Rendimento: >90%.3.2.3.3 3. de 50% a 100% da carga e tensão nominal Regulação: +/. 3.5 2.

      Ministério do Planejamento.2 3.4.4 3.1 3.4.6 3.3.3.3.4.3 Desconexão por alta temperatura interna Desconexão por sobretensão de saída Desconexão por subtensão de saída Proteção contra curto-circuito na saída Leds Indicativos Led indicativo de serviço (energia ligada) Led indicativo de defeito Todos os potenciômetros de ajuste dos conversores deverão ser do tipo “multe-volta” permitindo ajuste fino das funções controladas.5 3.4 3. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 65   .3.3.3 3.

        SUB­SEÇÃO IV­B – CONFIGURAÇÕES DE SR  Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 66   .

com a volta da temperatura. Desconexão dos consumidores em função da temperatura ambiente. 1. a unidade de supervisão e controle deverá comandar o desligamento automático dos retificadores. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 67   . Cessado o sinal externo dos termostatos.1 1. ambiente aos níveis normais de operação dos consumidores. O fabricante deverá disponibilizar uma entrada digital disponível em bornes. os bancos de baterias deverão ser re-conectados e a unidade de supervisão e controle deverá comandar a retomada do funcionamento normal das UR.2 1.3 Ministério do Planejamento. quando a tensão nas baterias atingir a tensão de corte previamente programada. necessárias a instalação de dois termostatos reguláveis (30º à 60º) externos equipados com contatos livres de tensão.1.1. 1. em caso de falha CA. Na ocorrência da desconexão dos consumidores em função da temperatura elevada no ambiente.1 1.2 CIRCUITO DE DESCONEXÃO DAS BATERIAS A SR deverá possuir um dispositivo de desconexão do banco de baterias para atuação na ocorrência dos seguintes eventos: Desconexão dos Bancos de Baterias.  1. para indicação da temperatura de desligamento dos consumidores em caso de temperatura elevada no ambiente.

   

SEÇÃO V – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA PARA BATERIAS  
          

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ANEXO II

68

 

1.
1.1 1.2

INTRODUÇÃO
Esta seção tem por objetivo estabelecer as características técnicas para aquisição de baterias a serem utilizadas em estações com Equipamentos DWDM, Switches, Rádios, etc. É obrigatório o fornecimento de equipamentos homologados pelos órgãos competentes.

2.
2.1

DEFINIÇÕES
Baterias são dispositivos que armazenam, sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe é fornecida, restituindo-a em condições determinadas. Assim, através de reações quase reversíveis, transforma energia química em elétrica e vice-versa. Além disso, oferecem energia alternativa em caso de picos de consumo, falha no sistema de retificação e/ou falta de energia primária. As baterias são constituídas de uma ou mais células interligadas eletricamente, tendo cada uma delas, quatro componentes principais, conforme abaixo discriminados: Eletrodo Positivo - recebe elétrons do circuito externo quando a célula é descarregada. Eletrodo Negativo - envia elétrons para o circuito externo enquanto a célula descarrega. Eletrólito - fornece um mecanismo de carga que flui entre os eletrodos positivo e negativo. Separador - peça de material isolante, permeável ao eletrólito, que separa eletricamente os eletrodos, positivo e negativo. Em alguns projetos, a distância física entre os eletrodos fornece isolamento elétrico e o separador não é necessário.

2.2 2.2.1 2.2.2 2.2.3 2.2.4 2.3

3.
3.1. 3.1.1 3.2. 3.2.1 3.3. 3.3.1 3.4. 3.4.1 3.5. 3.5.1 3.6.

COMPONENTES
Placa Conjunto formado pela grade e matéria ativa. Grade Estrutura metálica de liga de chumbo ou chumbo com alto teor de pureza destinada a conduzir a corrente elétrica e suportar a matéria ativa. Matéria ativa Parte das placas que é submetida a uma transformação química durante a passagem da corrente elétrica. Placa positiva Conjunto constituído pela grade e matéria ativa e que tem o potencial mais elevado em condições normais de operação. Placa negativa Conjunto constituído pela grade e matéria ativa e que tem o potencial menos elevado em condições normais de operação. Grupo

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ANEXO II

69

 

3.6.1 3.7. 3.7.1

Placa ou conjunto de placas de mesma polaridade, interligadas, pertencentes ao mesmo elemento. Válvula reguladora Dispositivo que impede a entrada de ar no elemento e evita possível derramamento de eletrólito, permitindo, contudo, o escape do excesso de gases, quando se alcança uma pressão interna de valor pré-determinado. Além disso, protege o elemento contra eventual risco de explosão, impedindo que faíscas causem ignição do gás interno do elemento e qualquer emanação de partículas de ácido durante a carga. Separador Peça de material isolante, permeável ao eletrólito, que separa as placas de polaridades opostas. Pólo Peça metálica, em liga de cobre, emergente da barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. Eletrólitico Solução aquosa de ácido sulfúrico, imobilizada na forma de um gel ou absorvida nos separadores, que banha as placas, permitindo a condução de íons. Vaso Recipiente que contém os grupos, os separadores e o eletrólitico. Deve ser selado e ter alta resistência térmica e mecânica. Monobloco Conjunto de dois ou mais vasos moldados em uma única peça. Tampa Peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos pólos e para as válvulas reguladoras. Tensão nominal do elemento Valor da tensão característica para um determinado tipo de acumulador. Para o acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal de um elemento é de 2V à temperatura de referência. Conexão intercelular Ligação em série ou paralelo entre os elementos de um monobloco, através da parede interna do vaso.

3.8. 3.8.1 3.9. 3.9.1 3.10. 3.10.1 3.11. 3.11.1 3.12. 3.12.1 3.13. 3.13.1 3.14. 3.14.1 3.15. 3.15.1

4.
4.1

ESTANTE
A estante deverá ter estrutura rígida para não se deformar em serviço. Quando os quadros, tirantes e longarinas, forem compostos de perfis de aço, estes devem ser protegidos por processo de fosfatização por deposição eletrostática ou galvanização por imersão a quente, ou a outro tratamento de eficácia equivalente, desde que aprovado pela CONTRATANTE. Como acabamento, será utilizado pintura eletrostática do tipo epóxi pó na cor cinza.

 
Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 70

 

No projeto da estante deverá ser observada a necessidade de distribuição do peso do banco ao longo do comprimento do mesmo.3 INTERLIGAÇÕES As interligações entre elementos poderão ser de: Cabos de cobre flexíveis.2 5. constituído por solução aquosa de ácido sulfúrico e matriz gelificante. Externamente.9.7 6. Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula Acumulador fechado sob condições normais de operação.1 6. 6. Os elétrons do circuito. Dentro da célula.10   Ministério do Planejamento.3 6. acomodada na superfície de assentamento dos elementos.7.1 6.ácido Utiliza como matéria ativa. Barras de cobre revestidas de chumbo para baterias ventiladas. o chumbo e seus compostos e. dispondo de válvula reguladora que permite o escape de gases. com o eletrólito imobilizado. o fluxo de carga é composto de elétrons que resultam em corrente elétrica. fornece energia elétrica em caso de picos de consumo ou falha no sistema de retificação e/ou falta de energia primária.9 6. No eletrodo negativo. Acumulador chumbo.2 5. Devem ser dimensionados para resistir a corrente máxima de curto circuito.5 6.4 CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS A bateria ao ser inserida no circuito completa um loop que faz com que a carga flua uniformemente ao redor do mesmo. Acumulador chumbo-ácido gel regulado por válvula O eletrólito é imobilizado na forma de gel. 5. trafega de um eletrodo para o outro. Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula com eletrólito absorvido 6. reagem com os materiais ativos do mesmo.1 6.1. depois da montagem. em reações de “redução” que continuam o fluxo de carga do eletrólito para o eletrodo negativo.3 As longarinas (perfis) das estantes.1 5. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 71   . reações de “oxidação” entre os materiais e a carga que flui através do eletrólito. resultam num excesso de elétrons que podem passar para o circuito externo.1. totalmente isolados e projetados para conexão aparafusada com os pólos das baterias. quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. introduzindo esforços nos pólos da bateria.4. o fluxo de carga. Os cabos flexíveis de cobre devem possuir tamanho adequado.1 5.1 6. para que não fiquem tracionados.1 6. devem ser revestidas com uma calha de proteção em PVC.2 6. 6. evitando-se a concentração das cargas em pontos. Acumulador elétrico estacionário Trabalhando em regime de flutuação. como eletrólito.6 6. recebidos pelo eletrodo positivo durante a descarga.2 4.8 6. uma solução aquosa de ácido sulfúrico. por no mínimo 60 segundos e suportar a corrente das baterias com o mínimo de queda de tensão.6.8. 5. na forma de íons.

As baterias contribuem para redução da ondulação da tensão de saída para os consumidores e para garantia da estabilidade do sistema de corrente contínua. tensão é a força que impele os elétrons na saída da bateria. Genericamente.10 7. onde a soma desses potenciais determina a tensão na célula. Quando as tensões limites. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   .15. ANEXO II 72 7.10. Vida útil de um acumulador Intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual a sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal.11 6.13 6. com um potencial de 1. A reação de descarga no eletrodo positivo para uma célula chumbo-ácido é representada como demonstrado a seguir: PbO2 + SO4-2 + 4H+ + 2e PbSO4 + 2H2 . Espaço ocupado. Vida útil projetada A vida útil projetada baseia-se nas características de projeto.1 6.14 6. Confiabilidade.3.1 6. forem compatíveis com a faixa de tensão de alimentação do consumidor.15.12 6.7 6.1 6. Mínima manutenção.2 7.9 6.6.15.14.15. Acúmulo de energia de corrente contínua Efetuado por uma bateria ou pela associação de baterias em paralelo.15.3.15.15. 7.3 6.685 V. como indicado na figura acima. Quando da aquisição de baterias. As reações de redução e oxidação produzem um potencial fixo.6 6. Susceptibilidade a avalanche térmica. em final de plena carga e descarga.1 RENDIMENTO Tensão e capacidade são parâmetros que definem o rendimento da bateria.15. Vida Útil.15 6. banhados pelo mesmo eletrólito e mais o vaso que os contém. existentes nos terminais das baterias.13.1 6.2 7. dentro das condições normais de manutenção e operação.1 7. Tensão A tensão de uma bateria é determinada em função dos materiais que a compõem. Elemento Conjunto formado por dois grupos de placas de polaridades opostas isolados entre si por meio de separadores. os critérios utilizados devem satisfazer às condições abaixo relacionadas: Reserva de capacidade.12.3 7. é dispensável o uso do regulador de tensão.3.3 Ministério do Planejamento. capacidade é a quantidade de carga que a bateria pode fornecer por unidade de tempo.5 6. contra oscilações resultantes de interações entre as unidades do sistema. supre os consumidores em casos de picos de consumo. Elemento piloto É aquele em que os valores de tensão e temperatura servem como referência para bateria.15. Possibilidade de operação entre -20°C a +40°C. 6.11. fabricação e aplicação.8 6. falha de corrente alternada ou falha do conjunto de retificação.15.2 6.4 6.1 6.1 O eletrólito é constituído por solução aquosa de ácido sulfúrico absorvido no separador.

350. Misturar células de diferentes elementos químicos é prejudicial ao sistema e tem que ser evitado. com um potencial de 0.3.5.5.6. Capacidade é a quantidade de carga que a célula pode ceder por unidade de tempo e é normalmente medida em Ampére-hora. Células individuais variam em capacidade de frações. a capacidade nesta configuração é fixada no valor individual das células. 850. Baterias X tensão e capacidade Baterias consistem normalmente de células múltiplas conectadas eletricamente.8 A reação no eletrodo com um potencial negativo é: Pb + SO4-2 PbSO4 + 2e.1 7. conectadas em Série  Ministério do Planejamento. até a tensão final de 1. 600.356 V = 2. a capacidade será de 50 a 200 Ah. As conexões devem ser executadas conforme ilustrado abaixo e determinam a tensão e a capacidade da célula. 1000.356 V. 750.6 7. a milhares de Ampére-hora.75 VPE): 250.4 7. definida para um regime de descarga em corrente constante.2 7. 1250.7.6 7.5 7. Capacidade Padrão Ficam definidas as seguintes capacidades para os acumuladores ácidos estacionários (1.4.4. podem afetar a célula de chumbo-ácido.2   A tensão deste tipo de conexão é a soma das tensões individuais das células. Capacidade Nominal Capacidade em Ampère-hora. 1750. como a concentração do ácido.7 7. A tensão total obtida numa célula de chumbo-ácido é aproximadamente: 1. As células utilizadas numa bateria devem ser sempre idênticas.1 7.2 7.1 7.04 V .3.15 V. 500.3. 2250 e 2500 Ah/10hs. sua capacidade varia em função da quantidade de materiais ativos que a constituem. potencial padrão do eletrodo. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 73   . ‐      +         ‐       +      ‐        +     ‐      + 7. Para o caso de monoblocos de 12 V.685 V + 0.5 7. Capacidade Enquanto a tensão na célula é limitada pela sua química.1                                                               Baterias       7.3 7.3.3.4 7. 1500. 2000. A tensão típica de circuito aberto de uma bateria comercial de chumbo-ácido é de aproximadamente 2.5. à temperatura de 25º C.75 V por elemento (VPE). Outros fatores.7.7 7.7.

a bateria deverá estar completamente carregada.1 10.4 9. resultando em baixas tensões nos elementos.2. A leitura do voltímetro no painel mostrar valores superiores aos reais.4 10.5 9.1.1. aplica-se uma carga de equalização.7 10. 8. As não uniformidades poderão ser conseqüentes das anormalidades descritas abaixo: Escolha de uma tensão de flutuação baixa demais. Antes de entrar em serviço.1 REGIME DE FLUTUAÇÃO Regime de carga onde a bateria é mantida a plena carga.2 9. que possa ter ocorrido ao longo de um período de uso e.2 9. de forma legível e indelével os seguintes dados: Nome do fabricante/fornecedor. 9.3 10.1. Temperaturas desiguais nos elementos.1.1. Mês e ano de fabricação (gravado no pólo).2.5 10. Identificação dos pólos. garantir a plena carga. Antes de entrar em regime de flutuação.1. principalmente.1.1. é mantido um nível de tensão que garante a circulação de corrente.8.1.1 9.8   IDENTIFICAÇÃO Todos os elementos devem ser identificados na carcaça.1. suficiente para compensar as perdas por auto-descarga e repor a energia consumida por pequenos picos e pulsos de demanda do equipamento consumidor. Capacidade nominal.2.1 9. A carga de equalização deve ser realizada numa tensão mais alta que a tensão de flutuação.1 REGIME DE CARGA PARA ACUMULADORES VENTILADOS Equalização Para correção de qualquer não uniformidade da bateria. seja de tensão ou densidade.1 10. Neste regime.1.1.1 10. a bateria perde parte de sua carga por autodescarga.2. Carga Inicial Durante o armazenamento e a instalação.3 9.1. Tensão nominal do elemento. Ajuste de uma tensão de flutuação imprópria no carregador. Assim.2. a bateria deverá receber uma carga inicial para restabelecer a plena capacidade. 9. normalmente aplica-se a máxima tensão que o equipamento conectado (consumidor) tolera.6 10.2 10. 9.2. 10. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 74   . Esta carga inicial deve ser dada como carga especial (profunda). Número do elemento. Tipo.2 9.1. Número de série de fabricação (gravado no pólo). Ministério do Planejamento.1.

toda a documentação técnica contendo os cálculos justificativos das dimensões. Tensão nominal.4 10. 14. 12. com quantidade igual ao número de baterias mais 10% para sobressalente. materiais empregados.3 12. deve-se garantir o adequado aterramento da estante com cabo de no mínimo 25 mm2.ou vermelho/azul) A placa de identificação das baterias deve ser de material resistente à corrosão e conter. 13. para aprovação prévia. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 75   . As informações que não puderem ser preenchidas em fábrica devem ser preenchidas em campo.6 10.2.2.1   CONTROLE DE QUALIDADE Os fornecedores deverão contar com a Certificação ANATEL e da Qualidade ISO 9000. 13.2 14.2 12.1 10. Número de série do conjunto.1 INSTALAÇÃO Além das especificações feitas neste Edital.2.2 10.3 10.4 ACESSÓRIOS Bases para a estante: pés de porcelana ou de plástico. flexível e isolado na cor verde.3 10.2. 11.1 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Os fornecedores deverão entregar.8 10. Após a fabricação deverão ser enviados os relatórios dos testes de capacidade realizados nos bancos adquiridos pela CONTRATANTE. Jogo de chaves para as bitolas dos parafusos utilizados.2. antes de começar a fabricação. 12. Ministério do Planejamento. Data de instalação.9 10. 13. impressos em letras legíveis. Tensão de flutuação (25°C). Na estrutura de cada bateria deve constar a placa de identificação exigida pela ANATEL. e os procedimentos de fábrica.1 12. de acordo com as especificações técnicas adotadas.4 Identificação dos pólos (+/. Termômetro para cada banco de baterias. Tensão final.2.7 10.2.1.5 10. ou estar em fase de obtenção.2.10.2 10. 11. manuais técnicos. Capacidade nominal. Número de elementos da bateria. os seguintes dados: Tipo. Válvula de segurança para baterias ventiladas.9 10.2. em português. Data de término da garantia total.

Independente da homologação do produto. 14. O equipamento será garantido integralmente por um período mínimo de 5 (cinco) anos a partir da data de emissão do Termo de Aceitação Definitivo do sistema. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 76   .2 Todos os produtos devem estar homologados comprovadamente pelo CPQD ou Órgão similar nacional. a qualquer momento. Ministério do Planejamento.Ensaios. de acordo com os projetos e especificações técnicas fornecidas.1 RESPONSABILIDADE. segundo Norma ABNT NBR 14205 – Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula . Após este período deverá ser acionada a garantia pró-rata.3 15. por tal garantia. efetuar ensaios de aceitação em fábrica por critério de amostragem. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA O fornecedor assumirá integral responsabilidade pela boa execução e eficiência dos serviços que executar.14. a CONTRATANTE se reserva o direito de. que comprovadamente apresentem defeito de fabricação ou montagem. entendese a obrigatoriedade de substituir todos os componentes sem ônus. 15.

        SEÇÃO VI – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA PARA UNIDADES  INVERSORAS      Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 77   .

3 4.2. 4.1 4.7. Rendimento: A 100% de carga > 80% A 50% de carga > 80% A 25 % de carga > 70% 127VAC / 220VAC Tensão de Saída: 127 VAC / 220VAC.5 KVA. Tensão de Entrada de Bateria: +24VCC (21 a 30 VCC) -48 VCC (42 a 60 VCC) Tensão de Entrada na Rede: Freqüência: 60Hz Aterramento: O equipamento terá a carcaça e a porta aterrados por meio de conector de terra específico para interligação com condutor flexível de cobre isolado (na cor verde) à barra de terra da estação. 3. Senoidal. com variação de 2%.2. suprindo a potência necessária para operação através de bancos de baterias.2. local e remoto.2 1.2. 1. É obrigatório o fornecimento de equipamento homologado pelos órgãos competentes.5.4 4. Dimensões: Para rack 19” x 60 cm ou gabinete próprio. 2.7 4.1 3.1 4.2. 3. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 78   .7.2.2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS Tensão de saída senoidal com baixa distorção harmônica.0.0.3 OBJETIVO Esta Especificação tem como objetivo estabelecer as características técnicas a serem atendidas pelas Unidades Inversoras. 4.1.1 4. 1. com carga linear em torno de 5%.3   Ministério do Planejamento. Pintura: Tipo epoxi / eletrostática.2.1 4.2 4.1 DEFINIÇÕES UI (Unidade Inversora) – equipamento que se destina à geração de uma voltagem alternada com forma de onda senoidal.2.1. O projeto de instalação será de responsabilidade da PROPONENTE.2.2 4. e 2. 4.1 4.1 1.7.2. Características Elétricas: Potência: 1.  1.2.2 4.1.6 CARACTERÍSITICAS MECÂNICAS E ELÉTRICAS: Características Mecânicas: Gabinete: com bastidor padrão de 19” ou em gabinete próprio. 2.2 4.2.5 4.2 4. Sinalizações de alarmes.2. 2.3 4.2.

4. Remota: defeito e falha na rede. defeito.2 6.2.1 Ministério do Planejamento. 6.11 4.12 4. Alarmes: O inversor deve dispor de duas saídas a contato seco livre de tensão e isoladas entre si para fins de tele-sinalização da condição de inversor inoperante e inibição do gerenciamento da ventilação de emergência do controlador.13. Características do by-pass: Chave de transferência. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 79   .13.3 5. 5. Funcionamento com a Rede Externa em Carga Em condição normal de funcionamento a carga é alimentada pela rede elétrica externa através do circuito “by-pass” do equipamento ou pelo sistema de climatização.14.14.2. Sinalizações: Local: Inversor ligado ou desligado.14 4.2.2 4.8 Taxa de Distorção Harmônica: Para uma carga de 80% da capacidade da unidade inversora.10 4. Proteções: Sobrecarga. a distorção harmônica total será menor ou igual a 5%.2.12. sobre-temperatura e subtensão de entrada.2 4. podendo ser um botão ou chave. Comandos: Liga/desliga inversor.2. sensor de curto na ponte. No caso de ausência de alimentação externa um Led deverá indicar essa anormalidade.2.1 FUNCIONAMENTO Entrada em Funcionamento A UI deve ser colocada em funcionamento apenas com um comando de Ligar.3. 6.1 CARACTERÍSTICAS AMBIENTAIS Condições Ambientais .2. seleção de prioridade de alimentação.12.2. sensor de curto.1 6.1 4. portanto fornecendo a tensão de saída 127 / 220VCA adequada. para o caso de carga linear.3 6. Reset. Sempre que o inversor deixar de operar qualquer que seja o motivo as saídas de alarmes deverão apresentar contato aberto.2. Funcionamento na Ausência de Rede Elétrica Externa No caso de falha da rede elétrica externa a UI deve entrar em funcionamento imediatamente e o painel do equipamento deve indicar o seu funcionamento.2. sobretensão. quando este já possuir o intertravamento. sonora e visual (led no painel). rede ou inversor.1 4. Estas saídas devem apresentar contato fechado sempre e somente se o inversor estiver em operação normal e.2. Regulação Estática: ± 2%.a Unidade Inversora deve atender às condições de temperatura de 0 a 45 oC e umidade relativa do ar de 5 a 95%.9 4. 6.13 4. 4.1.2.2 6.2.2.2 4. Contatores intertravados para as tensões da Rede e do Inversor. Um Led indicativo deverá acender indicando que o equipamento está pronto para funcionar.1.1 4.1 6. cabos de bateria invertidos.14.2.

Funcionamento com Sobreaquecimento do Equipamento O sobreaquecimento do equipamento pode ocorrer depois de um período de operação muito prolongado em condições de carga acima do especificado.2 8. Todos os condutores e ligações removíveis. Funcionamento com Carga Anormal e Falha do Módulo de Saída Quando uma carga anormal é ligada ou no caso de alguma falha no módulo de saída o microprocessador deve suspender a operação do módulo por algum tempo e depois fazê-lo voltar à operação novamente.2 6.5 6.5. e representa uma falha térmica que deve ser sinalizada por um dos dois termostatos (um no transformador principal e outro no módulo de saída).1. Circuito de Proteção: O circuito de proteção principal deverá ser protegido sempre através de um disjuntor.4. a fim de evitar o rompimento quando sujeitos a esforços e. conectados diretamente a parafusos. 8. a processo de fosfatização eletrostática ou galvanização por imersão a quente.1 MATERIAIS E ACABAMENTOS Todas as peças metálicas usadas para fixação e sustentação de componentes devem ser submetidas.7. também.6. 6.1 7. Nesta situação o controlador deve chavear a carga para o lado da rede para o inversor assumir a condição de funcionamento em vazio e o ventilador ser mantido ligado.2 6. permitir eventuais reparos sem necessidade de refazer o chicote. No ANEXO II 80 8. O painel deve indicar este retorno. e a carga novamente chaveada para o lado da rede.2 8.3 8. devem ter suas extremidades soldadas ou prensadas à terminais adequados e de boa qualidade. sem danos a componentes internos e estrutura.6.4 Ministério do Planejamento.1 6.4 6.5.3. 7. ou a outro tratamento de eficácia equivalente. Funcionamento em Condição de Sobrecarga A sobrecarga é a solicitação de altas correntes pela carga de modo que a tensão do inversor cai abaixo do valor especificado.1 6. O gabinete deve ter características adequadas ao fácil manuseio para conexão/desconexão.1. Dessa forma o inversor vai esfriando até o termostato verificar que as condições térmicas retornaram ao normal e assumir novamente a posição de carga. o controlador chaveia a carga para o lado da rede e permanece em vazio.1 No retorno da rede elétrica a UI deve entrar novamente em sincronia com a rede. desde que aprovado pela CONTRATANTE. Na detecção da sobrecarga o painel deve indicar a ocorrência e o controlador do inversor deve aguardar alguns segundos para a normalização da situação.1 CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS Gabinete O gabinete deve ter estrutura rígida.7 6. 7. Este fenômeno só ocorre quando a unidade inversora está em carga e a rede externa não está presente. depois de furadas. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   . com a capacidade nominal 10% acima da potência nominal da unidade inversora. Se este tempo for ultrapassado. A terminação de cabos flexíveis deve ter folga adequada.6 6.1 7. Toda a fração utilizada deve ser devidamente protegida contra contatos prejudiciais com peças salientes que possam afetar o isolamento dos cabos. constituída por material apropriado e deve ser projetado de forma a ser carregado em qualquer posição.

1. porcas e arruelas devem ser de material de boa qualidade. entende-se a obrigatoriedade de substituir todos os componentes que.2 RESPONSABILIDADE. O equipamento será garantido por um período mínimo de 5 (cinco) anos a partir da data de emissão do Termo de Aceitação Definitivo do sistema.caso de extremidades de condutores conectados a blocos terminais do tipo compressão indireta.1 CONDIÇÕES DE ACESSO É indispensável o acesso fácil a todos os componentes de manutenção mais freqüentes. Ministério do Planejamento.5 11. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA O fornecedor assumirá integral responsabilidade pela boa execução e eficiência dos serviços que executar. de acordo com os projetos e especificações técnicas fornecidas.1 IDENTIFICAÇÕES Cada cartão de circuito deve conter. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 81   . 11.1. Todos os parafusos.1 12. confeccionada em material não deteriorável e de boa resistência mecânica. 12. 8. 10.1 10. Externamente à unidade deve ser afixada por processo eficiente plaqueta de identificação do equipamento.5 10. devidamente dimensionados e com tratamento superficial condizente com o respectivo uso.1.1. no mínimo.7 10. 12. A identificação de fios e cabos deve obedecer à padronização de cores. Todos os blocos de terminais e conectores do tipo plug-in devem ser identificados.6 Os terminais devem ser de liga de cobre. Por tal garantia. contendo os seguintes dados: Corrente nominal de saída Tensão nominal de saída Tensão nominal de entrada Potência aparente nominal de entrada Número de série de fabricação Mês / ano de fabricação Código / modelo do fabricante Na estrutura de cada gabinete deve constar a placa de identificação exigida pela ANATEL. é dispensada a utilização de terminais. não sujeitos à oxidação.4 10. contendo números ou letras correspondentes aos terminais de destinação. Todas as extremidades de fios e cabos condutores singelos devem ser identificadas por meio de anilhas adequadas. tomando-se por base as cores universalmente adotadas. comprovadamente apresentem defeito de fabricação ou montagem. 9.1.1 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA Na entrega de cada equipamento deverá ser acompanhado de um Manual Técnico de Operação e Manutenção na língua portuguesa incluindo especificação dos consumíveis para eventual substituição.1. 9.3 10.3 10.4 10. o código do fabricante e o seu respectivo número de série. 10.2 10.5 8.1. 10.6 10.2 10.

efetuar ensaios de aceitação em fábrica por critério de amostragem. Ministério do Planejamento. 14.1 13.1   GARANTIA A garantia será de 5 (cinco) anos a contar da data de emissão do Termo de Aceitação Definitivo dos sistemas/equipamentos.2 CONTROLE DE QUALIDADE Os fornecedores deverão contar com certificado de Qualidade ISO 9000. a CONTRATANTE se reserva o direito de. Independente da homologação do produto. 14.13. 13. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 82   . ou estar em fase de obtenção. a qualquer momento.

]    SEÇÃO VII – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE INFRA­ESTRUTURA PARA SISTEMA  DE CLIMATIZAÇÃO   Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 83   .

5TR deve ser utilizado. Suas as vias de acesso aos elementos a ele incorporados devem ser facilmente removíveis. sobre amortecedores. utilizando gás R22 ou Gás Ecológico.1. Para os casos com capacidades superiores a 7. Self contained a ar incorporado.2 1. O compressor será acionado por motor elétrico trifásico. quando aplicado. sendo as juntas providas de guarnições de borracha.5TR.3. preferencialmente. para evitar a penetração de líqüidos. protegidos contra ferrugem através de zincagem. 60Hz. Todos os parafusos e arruelas utilizados na confecção do gabinete do sistema de climatização devem ser fabricados em aço galvanizado ou inox.2 1. Estrutura e Gabinete Deverá ser construído em estrutura e painéis de chapa de alumínio ou de aço galvanizado. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 84   .2. Split system.3 1.2. Self contained a ar com condensador remoto. devendo ser isolante térmico. dependendo da necessidade. O gabinete não deverá emitir ruído superior a 50 dB a 1. A bandeja para recolhimento de água deverá ser protegida por pintura à base de borracha ou material equivalente. O compressor deverá ser provido de proteção térmica contra altas temperaturas internas.1 1.1.3 1.3. ou conforme padrão do fabricante. O gabinete deverá possuir bandeja na serpentina do evaporador e armação para filtros. com válvulas de serviço para refrigerante.7 1. devidamente coladas. Caso seja solicitado pela CONTRATANTE deverão ter tratamento acústico (encapsulamento). pintura composta por tinta de base e acabamento polimerizada em estufa (epoxi).Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas. Para o caso de aplicações com o uso de condicionadores tipo wall mounted deve ser prevista a possibilidade de posicionamento dos compressores em ambos os lados 1.1 1.1 1.3 1. fator de potência maior ou igual a 0.4 1.1. Deve ser limitado o uso de compressores com capacidade nominal de até 7.Acústica .3. quando a aplicação assim exigir (ex: rede de dutos).3 1. desde que aprovado.92. Compressor O compressor deve ser do tipo scroll.2. própria para ambientes tropicais. de acordo com a Norma ABNT NBR 10151 e 10152 .2.2 1.3.8 As partes removíveis para manutenção deverão ser de encaixe. fosfatização.5 1. convenientemente 1. podendo contemplar. para facilitar os serviços de manutenção corretiva e/ou preventiva. tipo wall mounted. O gabinete deverá ser provido de conexão flexível de lona na descarga do ventilador.4 1.5m do equipamento.2.2. não inflamável e não tóxico sob ação da chama. e ter queda para os drenos. visando o conforto da comunidade.1.4 Ministério do Planejamento.1.2 1. pelo menos: Self contained a ar incorporado convencional.2. Deverá ser isolado termicamente com 3/4" de lã de rocha ou material equivalente (exceto lã de vidro). 02 (dois) compressores. com tensão a ser definida conforme projeto. hermético.1 CONDICIONADOR DE CONDENSAÇÃO À AR Classificados como Sistemas de Expansão Direta.2. 1. ou mais compressores. rotor em curto-circuito com potência frigorígena suficiente para atender a carga térmica calculada.6 1. O gabinete deverá ser posicionado dimensionados.

1 1. 1. planas ou onduladas. Além disso.7. obedecendo às mesmas características descritas para o evaporador. deverão possibilitar (quando solicitado em projeto) a instalação de dutos abafadores de ruído na tomada/descarga de ar de condensação e seu nível de ruído deve atender as normas ABNT 10151 e 10152.6 1. estas deverão ser ajustáveis para facilitar a troca de correias. com baixa dissipação de calor por unidade de superfície a serem instaladas no interior do condicionador. Os ventiladores dos condensadores deverão ter dispositivo de controle de rotação.c. A velocidade do ar através da serpentina não deverá ser superior a 2. Em aplicações com polias. para mais de um ventilador.7.5 1.6 1.4.2 1. Deverão ser montadas em suportes de ferro.6.5.a.2 1. Ventiladores Os ventiladores deverão proporcionar pressão estática suficiente (mínima de 20mm.4 1.6. Deverão possuir um fator de calor sensível maior ou igual que 0. com 12 a 16 aletas de alumínio ou cobre por polegada linear.4. serão balanceados estática e dinamicamente. Os rotores com pás curvadas para a frente. convenientemente isoladas. com hélices de alumínio. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 85   . Seus eixos devem ser bipartidos com acoplamento de luva(s) elástica(s).(direito/esquerdo).5 1.6. de lubrificação permanente e destinados à serviço contínuo. aletadas.preferencialmente do tipo centrífugo.3 1. construído em chapas de aço.1 Evaporador Deve ser provido com circuitos independentes para cada compressor.5. dependendo da configuração desses condicionadores na parede da estação. Deverão ter angulação das pás projetadas para gerar o menor nível de ruído possível quando acionadas.4. com baixa velocidade do ar na descarga não superior a 10 m/s. melhorando o desempenho e o ruído do equipamento. Cada circuito deverá ter a sua respectiva válvula de expansão regulável. 1. Motor do evaporador .) para vencer as perdas de carga do sistema e pressão dinâmica para manter o ar em movimento. expandidas mecanicamente. e mancais de rolamento autocompensáveis. desde que aprovado pela CONTRATANTE. As cabeceiras serão de alumínio.4.6 1.4.3 1. As cabeceiras serão de alumínio.85. cobre ou aço galvanizado.5 1. Motor do condensador .6.7 1. Os rotores devem apresentar acabamento cromatizado sobre zinco.3 1. Condensador Deve ser construído em tubos de cobre sem costura. expandidas mecanicamente.6. quando solicitado. ou padrão do fabricante.5.4 1.tipo centrífugo. Deverão ser previstas 3 ou 4 fileiras de tubos em profundidade.4 1. dupla aspiração. planas ou onduladas.4.5m/s.1 1. Opcionalmente. construídos em tubos de cobre sem costura.2 Ministério do Planejamento.2 1.1 1.6. cobre ou aço galvanizado. será do tipo axial. com 12 a 16 aletas de alumínio com proteção fenólica ou cobre por polegada linear. Deverão ser previstas 3 ou 4 fileiras de tubos em profundidade. Resistência de Aquecimento Será obtida por meio de resistências elétricas do tipo rígida.

que assegure em toda a sua superfície. Desumidificação Este processo. de modo que não surjam danos às mesmas.9. 1. aquecimento do óleo do cárter (quando solicitado pela 1.7. Proteções Devem ter as seguintes proteções para cada circuito frigorígeno: Pressostato de alta e baixa pressão de refrigerante.1.4 1. Pressostato de óleo. conforme projeto.9. nas bitolas adequadas.10. O acionamento das mesmas deverá ser feito por estágios de. para inibir o funcionamento do compressor em ciclos curtos temporizando o seu arranque. Termostato limite de temperatura.2 1. O dimensionamento e execução das linhas devem garantir o retorno de óleo ao compressor.1.8.1 1.5 1.3 1.9.7 1.1.3 Ministério do Planejamento. e não devendo sobrepor-se ao funcionamento do compressor no processo de desumidificação.5 KW. sempre que o compressor dispuser de bomba de óleo.6 1. Relé de encravamento. devendo compreender necessariamente: e 1. constituído de tubos de cobre com espessura de parede de acordo com as normas ASTM-B-88-62.9 Relé térmico para proteção de sobre-aquecimento do bobinado do compressor. Resistência de CONTRATANTE). Controle de pressão de alta.1.1. da placa de bornes de comando. onde necessário.6 1. As resistências elétricas devem atuar apenas como reaquecimento do ambiente.9.1. Válvula para controle de líquido na saída do condensador.1.4 1. Pressostato diferencial de ar (Flow switch) em número e localização adequada. no máximo. 1. para inibir o rearme automático da unidade após disparo por alta ou baixa pressão.10. poderá ser com o recurso de resistências de aquecimento ou sistemas “hot gas by-pass”. velocidade de ar compatível com as indicadas pelo fabricante. Válvula solenóide na linha de líquido.9. mesmo nos períodos frios.10.1.10.8 1. Circuito Frigorígeno Deve ser composto de elementos que garantam a perfeita funcionalidade operacionalidade dos condicionadores.1.1. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 86   .7 1. com exceção para os trechos localizados no compartimento do evaporador.8 1.2 1. Seu fornecimento será definido conforme projeto. e permitirem a absorção das vibrações do compressor e protegidas.3 A instalação deverá ser feita de tal modo.7.1. de modo a permitir o funcionamento do sistema de refrigeração. de modo a evitar a operação do sistema ou de parte dele sem a devida circulação de ar. de acordo com as necessidades.1 1.9 1. A fiação elétrica deve ser executada com cabo especial para suportar altas temperaturas e revestido de material incombustível (exceto amianto). para as resistências de aquecimento.7.10 1. e isoladas onde necessário. por passadores de neoprene.1 1. com retenção na alta (pressostato de alta) ou rearme automático.7.1.9. Temporizador (Anti short cicle). permitem a sinalização remota do disparo.1 1.1 Circuito de refrigerante.9.7.9.9.1.5 1. Um contato livre de tensão ligado aos terminais. As linhas de sucção serão isoladas termicamente.9.

Válvula de serviço na linha de sucção e de liquido.13. com isolamento de 0. na cor preta ou conforme código de cores definido pelo fabricante. Deverá ser instalado barramento de terra para fazer a interconexão dos equipamentos. A área de face dos filtros deve equivaler. sendo: 1º estágio – Classe G-0 da NB-10* da ABNT. operando a 80% da tensão nominal. elevação máxima de temperatura de 55º C em serviço contínuo.Instalações centrais de ar condicionado para conforto . Vazão de ar O condicionador deve possuir uma vazão mínima de 680 (m 3 / h) / TR.10.70 ºC.6KV.1.1.11.1. Filtros de ar Os condicionadores deverão ser providos de 2 (dois) estágios de filtragem de ar. classe 750V.5mm2 para força e de 1. ANEXO II 87 1.4 1. observada a velocidade de face adequada para o filtro.1.1. dotado. O interfaceamento da caixa elétrica com o sistema de alimentação e com o sistema de automação será através de régua de bornes.4 1.11. não permitindo passagens falsas de ar. Estes filtros devem fazer parte integrante do condicionador.10.10. instalação interna.2. controle e sinalização será flexível.5 Ministério do Planejamento. de contatos auxiliares. à área de face da serpentina.4 1. controle e sinalização.2 1. para cada motor elétrico do condicionador.13. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   .1 1. isolamento PVC.12 1.0mm2 para comando. e com fácil acesso para remoção.1 1. A cabeação de força.2 1.1. Um auto-transformador à seco. para proteção do circuito de comando. Disjuntor motor tripolar.6 1.10.3 1.11. A caixa elétrica deverá ser de fácil acesso para os demais componentes localizados no interior do condicionador.11.10.2 1.7 1. no mínimo. Contator para acionamento de cada motor elétrico do condicionador. 2º estágio – Classe G-3 da NB-10* da ABNT. quando a tensão de alimentação for 380V ou 220V.10. 1.Parâmetros básicos de projeto 1. Filtros secadores de umidade (antiácidos) rosqueados.1.13. para o circuito de comando. A seção mínima dos condutores será de 2.11.1.13.3 1.13. devidamente identificado.13.1 Devem ser montados em baterias.12.8 1.4 1.1 1.3 1.1. com os seguintes elementos: Disjuntor geral. no caso dos compressores. A fiação energizada pelo sistema de automação será na cor azul.5 1.1. Quadro Elétrico e de Comando Será construído em chapa de aço devidamente tratado contra a corrosão e com acabamentos iguais aos aplicados ao gabinete do equipamento.11.13.13.9 1.1 * NB10 – (NBR 6401) .11 1. que deverão acompanhar a forma construtiva do gabinete.5 1.13 1. Disjuntor monopolar / bipolar termomagnético.1. Visor de líquido com indicadores de umidade.1.1. comando.13. Válvula Schraider para tomada de pressão na alta e na baixa.1. Válvula de expansão com equalizador de pressão.11.1.13.1 1.2 Tanque de líquido.

sendo admitidos dois condutores. O circuito de comando do condicionador deverá ter tensão de 24 VCA.15.000 horas.16. basicamente. dimensionadas a fim de facilitar a manutenção).92. no máximo.3 1. na comparação das condições climáticas (temperatura/umidade relativa) do ar exterior em relação às do ar interno da estação. medido à montante do equipamento de ar condicionado.16 1. em atender as aplicações onde existem grandes variações climáticas em curtos períodos de tempo.10 1.1 1.2 1.7 Toda a cabeação possuirá terminais adequados aos dispositivos de conexão.15 1.1. para permitir a arrumação interna dos condutores. o ventilador do condensador 1. e se o circuito frigorígeno apresentar problema. dotados de terminal para aterramento de carcaça. Uma vez que as condições externas estiverem favoráveis em relação às internas. Controle de baixa temperatura Este recurso consiste. incombustível. não explicitadas nesta Especificação serão de responsabilidade do PROPONENTE. Motor Elétrico (EVAPORADOR E CONDENSADOR) Será trifásico/monofásico. possuindo mancais com vida útil maior ou igual a 20. deverá apresentar um valor médio superior a 0.16. isolamento classe B.14. Controle de Entalpia Será exigido o controle entálpico ou ciclo economizador e ventilação de emergência.13. A instalação elétrica deve ser executada de acordo com o prescrito pela norma ABNT NBR5410 .8 1.17 1. Esse sistema também será utilizado. Será admitida a utilização de códigos de cores definido pelo fabricante do equipamento.13. pois a unidade possuirá alimentação CC/AC (inversor). Neste caso. desde que. no caso de falta de energia. proteção IP54 totalmente fechada com ventilação externa.1 1.9 1.12 1. legendados nos respectivos diagramas de força e controle.11 1.Instalações Elétricas de Baixa Tensão. tipo espiral. A cabeação será acondicionada em calhas de PVC (na cor cinza. O motor não pode ser montado sobre os painéis laterais.1 1. Sua filosofia consiste.17. Fator de Potência O fator de potência.13.6 1. O dimensionamento dos componentes elétricos e a determinação das bitolas da cabeação de força. de indução. quatro pólos e montados sobre dispositivos que permitam fácil ajustagem das correias de transmissão (quando aplicável).1 Ministério do Planejamento.13. Os motores elétricos devem ser projetados para uso contínuo.13. bem como a definição das classes de isolamento e das capacidades de interrupção aplicáveis. Os condutores serão identificados através de anilhas anelares correspondentes à sua bitola e com números ou letras nos pontos interligados.13.14 1. com rotor em gaiola.92.4 1.14.2 1. em posição de fácil visualização.14. Os motores elétricos com potências iguais ou superiores a 5 CV sofrerão correção do fator de potência para o valor 0.14. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 88   . A identificação de cada componente será frontal feita em etiqueta auto-adesiva não deteriorável e estará junto ao mesmo. basicamente.13. um sistema auxiliar (que usa do próprio sistema de ventilação do evaporador) entra em operação para proporcionar a climatização interna. frontais ou posteriores. através da abertura de damper para captação externa do ar. por ponto de ligação. ou será reunida em chicote por meio de braçadeiras plásticas.

3 2.1. acionado por motor elétrico monofásico. de acordo com a Norma ABNT NBR 10151 e 10152 .1. ter uma grade de proteção externa para a serpentina do condensador.2.1.2. Estrutura e Gabinete Deverão ser confeccionados em chapa galvanizada ou zincada.1 2. expandido mecanicamente. que irão atuar no controle da temperatura do ambiente de uma dada estação.1. (± 3%). o condicionador poderá ser de Ciclo Frio ou Ciclo Reverso.2 2.1 2. tipo NF ou NA (conforme projeto).1   Ministério do Planejamento. pintados a pó ou pintura em poliuretano e próprio para ambientes tropicais.1.1 2.2 2. com aletas em alumínio. Mudança de condicionador (principal para reserva) por tempo de operação do condicionador principal.3 2.2 2. também. 220 V.1. visando o conforto da comunidade. planas ou onduladas. tipo rotativo ou Scroll. os condicionadores não deverão emitir ruído superior a 50 dB a 1. O ventilador deve ligar a 240 PSIG (± 3%) e desligar a 109 PSIG.1. Compressor Deverá ser hermético.1.3 2. 2.4 2. alto fator de calor sensível (mínimo de 0. providos de isolamento termo-acústico em material incombustível e protegido por resina auto-extinguível. Evaporador Trocador de calor deverá ser construído em tubo de cobre. bifásico ou trifásico (127 V. este sistema deverá monitorar os seguintes alarmes externos: Falha geral no controlador. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 89   . Dentro do escopo de fornecimento.1.2. Defeito nos condicionadores 01 e 02. No mínimo.4. 2.2 2. de forma que a operação venha atender aos três quesitos abaixo: Chamada do condicionador reserva sempre que a demanda de carga térmica não esteja sendo atendida apenas pelo condicionador principal.3. condensador incorporado.1.1. 2.1. com válvulas de serviço para refrigerante R-22 ou Gás Ecológico. Além disso. Chamada do condicionador reserva no caso de falha no condicionador principal.1 CONDICIONADOR DE JANELA PARA TELECOMUNICAÇÕES Classificado como Sistema de Expansão Direta.2.2 2. 60 Hz. Para a referida aplicação deve ser observado o critério de fornecimento do conjunto formado por 02 condicionadores de ar de janela e 01 controlador.5m do equipamento. Alta temperatura. devidamente identificada.2.Acústica . Deverão.Avaliação do Ruído em Áreas Habitadas. Os condicionadores deverão ser do tipo “Janela”.4 2.3 2.1 2. A lógica de funcionamento do sistema deve ser tal que sempre se tenha um condicionador como principal e um como reserva (stand by). 380 V).1 2. o conjunto condicionadores/controlador deve vir equipado com sistema de monitoração de alarmes externos através de contatos livres de potencial. condensação a ar.é operado ciclicamente por comando de pressostato. Conforme projeto. disponibilizados por meio de régua de bornes.85) e alta vazão.1.

como forma de facilitar as interligações com o controlador. Chave tipo flow-switch de ar no fluxo do ventilador do condicionador ou utilização de sensor de temperatura no insuflamento do condicionador (de forma a permitir a comparação.6 2. por passadores de neoprene. onde necessário. para serviço contínuo. expandido mecanicamente. Filtro de Ar Deverá ser permanente e lavável. Dispositivo que permita que.7.5.7 2. com exceção para os trechos localizados no compartimento do evaporador.1. sem. Os rotores.1 2. Circuito Frigorígeno Deverá conter. de 3TR). Elemento de expansão tipo válvula de expansão termostática ou tubo capilar (até aplicações de. para mais de um ventilador.1 2. Vazão de Ar O condicionador deve possuir uma vazão mínima de 680 (m 3 / h) / TR.2 2. nas bitolas adequadas.11 2.3 2. Quadro Elétrico e de Comando Para compor a lógica de funcionamento do sistema. no máximo.1 2. deverão ser balanceados estática e dinamicamente.4 2. categoria G0 da ABNT.6.1   Ministério do Planejamento.10.8. Proteções Devem ter.1. a ventilação esteja sempre ligada.1 2. Ventilador Deverá ser centrífugo ou radial no evaporador e condensador.5 2. durante a refrigeração.8. desta temperatura com a temperatura de retorno.9.11. e isoladas onde necessário. via controlador. no mínimo. com as cabeceiras construídas em alumínio ou cobre.1. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 90   .8.4 2. Filtro tela no circuito.2. com aletas em alumínio. com lubrificação permanente e selados. contudo.10 2. como peças integrantes para formar a lógica de monitoração de “Defeito de Ar Condicionado”. auto-compensáveis.8.7. pelo menos: Térmico no compressor. Filtros secadores de umidade (antiácidos). Intertravamento na ventilação do evaporador e condensador. com pás curvadas para frente.1 2. montados sobre mancais de rolamento.8 2. devidamente interligados (conexões plug in) às cargas (motor e compressor) dos mesmos.1. os condicionadores poderão vir com módulos de transferência externos.1 Condensador Trocador de calor deverá ser construído em tubo de cobre. Seus eixos devem ser bipartidos com acoplamento de luva(s) elástica(s).1 2.1. ampliar-se o tamanho normal do gabinete para esses tipos de aplicações.8. As linhas de sucção serão isoladas termicamente. de fácil remoção.9 2. e permitirem a absorção das vibrações do compressor e protegidas.1. O dimensionamento e execução das linhas devem garantir o retorno de óleo ao compressor. 2. construídos em chapas de aço.2 2.7.7. na estação.1. os demais acessórios: Circuito de refrigerante. com tratamento contra corrosão.3 2.1. constituído de tubos de cobre com espessura de parede de acordo com as normas ASTM-B-88-62. planas ou onduladas.7.1 2.

O conjunto condicionadores/controlador deverá ser fornecido de forma a permitir uma instalação bastante simplificada (e não estando vinculando a garantia do mesmo à necessidade da instalação ser feita por um instalador credenciado). pelo controlador.12. 220 V ou 380 V. medido à montante do equipamento de ar condicionado. na região frontal do equipamento ou nas laterais (carcaça metálica) adjacentes a esta região. deverá ser fornecido esquema para ligação dos componentes. Possibilidade de visualização. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 91   .15. 60 Hz. Além disso. com conectores extremos. cada um deles interligado por um chicote à um condicionador específico. parâmetros de configuração.2     Ministério do Planejamento. das seguintes mensagens de alarme: temperatura alta. sobre o display. deverá apresentar um valor médio superior a 0. é necessário que os condicionadores de ar sejam fornecidos com uma régua de bornes aparente. de forma que seja possível o acionamento do/s compressor/es e do/s ventilador/es. Controlador (Lead-Leg) Será responsável pelo controle/comando do sistema para se alcançar todos os quesitos da lógica de funcionamento descrita acima. por meio de cabos. com fator de potência (indutivo) próximo da unidade.1 2.2.1. de: temperatura e umidade ambiente.15. de forma a atender uma configuração de um condicionador a esquerda (AC-1). para cada conjunto de dois condicionadores e um controlador. defeito do condicionador 01 e 02. Este sistema pode ser atendido por meio de dois módulos. no mínimo.13.1. aos seguintes características: Borne para alimentação em +24/-48 VCC de fácil acesso.1 2.92. no mínimo. Possibilidade de visualização. um a direita (AC-2) e o controlador entre os dois aparelhos.15. Fator de potência O fator de potência.14.2 2. 127 V.1. 2. falha do controlador. Controle da refrigeração e ventilação interna dos condicionadores 01 e 02. específicos para tal.13 2.3 2.12 2.14 2. Além disso. em local adequado.1 2.1 Motor Elétrico Deverá ser: mono ou bifásico.15.15 2. facilitando a instalação por parte do construtor. e que venha a permitir toda a interligação de comando/controle dos mesmo ao controlador. o controlador deverá ser equipado com. ou seja.

  SEÇÃO VIII – CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL ­PLC  Ministério do Planejamento. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 92   .

Detectar e emitir sinais de alarme na ocorrência de incêndios no interior da Estação.1. informando a presença de pessoal dentro da Estação. 4. deverá ser garantida a continuidade elétrica de todas as superfícies metálicas externas do PLC com o terra de proteção da estrutura metálica (gabinete).1. energia.2 4. Adicionalmente.1 Ministério do Planejamento. Requisitos Mínimos De Hardware O PLC deverá apresentar os seguintes requisitos mínimos de hardware: ANEXO II 93 4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   . sem prejuízo da acessibilidade de partes e/ou componentes. ser instalados em uma única caixa de montagem ou gabinete.) ao gerenciamento automático das seguintes funções: Controlar a temperatura interna do contêiner por meio do sistema de ar condicionado e do sistema de ventilação forçada.1.1.5 4. Monitorar o acesso ao interior do contêiner.1 INTRODUÇÃO Esta seção tem por objetivo estabelecer as características técnicas mínimas a serem atendidas pelos PLC .1. Sinalizar eventos e alarmes referentes aos sistemas ou equipamentos controlados. o de climatização.1.6 4.1 CARACTERÍSITICAS TÉCNICAS Gabinete O PLC e todas as interfaces necessárias deverão. 3. O gabinete deve ter características adequadas ao fácil manuseio para conexão/desconexão do PLC. entrada de energia e combate a incêndio das Estações.Controladores Lógicos Programáveis.2 4.1.1 DEFINIÇÕES PLC – Controlador Lógico Programável: Equipamento microprocessado utilizado para a supervisão. 3. fornecidos pela PROPONENTE para monitorar os diversos sistemas da estação DWDM.1.1. 2. 1.5 3. É indispensável o acesso fácil a todos os componentes de manutenção mais freqüentes.3 4.4 3.1 3. relês.4 4. receptores. sem danos a componentes internos e à estrutura. 3. controle e sinalização dos equipamentos responsáveis pela climatização. entre eles. controladores. O gabinete do PLC deverá ter estrutura suficientemente rígida para permitir o transporte em qualquer posição. As vias de acesso aos elementos a ele incorporados devem ser facilmente removíveis e as conexões com equipamentos e interfaces deverão ser feitas através de bornes com fácil acessibilidade.1. Monitorar a entrada de energia CA comercial e emitir sinais de alarmes em caso de anormalidades. etc.3 3. atuadores. com as menores dimensões possíveis.2. Os dispositivos de ajuste mais utilizados devem ser facilmente acessíveis.1 4. Armazenar dados de operação e emitir relatórios. 2.2 3.1.1.1 CARACTERÍSITCAS GERAIS O PLC deverá ser programável e autônomo e possuir todas as interfaces necessárias (sensores. preferencialmente. para facilitar os serviços de manutenção corretiva e/ou preventiva.

1. manualmente ajustáveis.2. Capacidade de expansão futura.6 4.2.14 4.1. Sinalizador sonoro para indicação de alarmes ou mau funcionamento. podendo ser alimentada em +24Vcc ou –48Vcc.2.3.1 Ministério do Planejamento.17 4.1.2. Requisitos Mínimos De Software O software de supervisão e controle deverá ser capaz de configurar.2 4. Os componentes deverão apresentar montagem com a tecnologia SMD – montagem de superfície ou equivalente.10 4.5 kV.3 4.2.1. bem como o estado das operações controladas pelo PLC.limite crítico para início de dano no PLC.1. As Entradas Digitais deverão possuir isolação por acoplamento ótico superior a 2.1.1.3.2.3 4. 70ºC .2 4. alarmes ativos e operação 4. As entradas analógicas deverão ser compostas de módulos conversores A/D e possuir proteção contra transientes na entrada. padronizadas e inteiramente documentadas em todas as 4.2. Display de Cristal Líquido e Teclado capazes de permitir a visualização e programação de parâmetros operacionais ajustáveis. Altitude Máxima: 2000m – condições normais. para permitir a operação manual local dos condicionadores de ar em caso de falhas no PLC.2. Conexões de placas tipo plug in.19 4. 5 a 99% .2.2.1% a 25° C e entrada bipolar de +5 mA a –5 mA.sem condensação para o controlador.1.2.2.11 4.3.2 4. Deverá possuir interfaces abertas.sem condensação para os transdutores.2. configurações de entradas e saídas e de restrição de acesso.1. Temperatura de funcionamento: 0º à 55ºC .2. visualização de alarmes ativos e histórico de alarmes. Proteção: Filtros contra interferência eletromagnética e proteção contra transitórios de tensão.4 4.2.4.2.condições normais de operação.1 4.2.1.16 4. que aceite variações de tensão de entrada entre +30 e –60 Vcc.1. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 94   .1. isolada galvanicamente.7 4.9 4. Microprocessador de 8 bits.18 Chave Automático/Manual e termostatos com sensor metálico. Capacidade para armazenar registros de temperatura e umidade dos últimos 31 dias e registro cronológico cíclico de no mínimo 99 ocorrências. sem a necessidade independente da polaridade. Relógio/calendário interno com bateria recarregável com autonomia de até 60 dias.1. Interfaces serial RS 232 e/ou RS 485 isoladas. defeito de funcionamento.1.13 4.2.8 4.2.1. precisão e linearidade de 0.1 4.1.1.5 4. monitorar e controlar a operação do sistema.1.12 4.15 4. Umidade Relativa: 5 a 90% .2. Saídas Digitais isoladas a reles com contatos para 5 A/-48 Vcc e isolação superior a 2. Memória Flash-EEPROM com capacidade suficiente para armazenagem de parâmetros.2.2.2.1.2.5 kV com proteção de sobretensões e transientes e alimentação para contatos secos em +24 /-48 Vcc.1.1.1 Tensão de Alimentação: Deverá utilizar fonte chaveada.1. executando as funções de aquisição de dados e processamento local.1. Leds indicativos de manual/automática.2.

4.3.3. O PLC deverá ser aterrado por meio de condutor flexível de cobre isolado. desde que aprovado pela CONTRATANTE. O software deverá possuir ainda os seguintes requisitos mínimos: O aplicativo deverá ser instalado e executado em PC compatível conectado a saída serial do PLC.6 4.1 4.3.3. empregando-se técnicas e padrões recomendados pelas normas da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas – de forma a limitar a influência eletromagnética a níveis recomendados por estas normas.3.3.3.7 4.3 5. permitindo alterações nos parâmetros existentes e desenvolvimento de novos parâmetros operacionais. Todos os cabos utilizados na interligação do PLC com equipamentos ou periféricos deverão possuir blindagem metálica a fim de se evitar interferências eletromagnéticas.4.3. informando a ocorrência de anormalidades e disponibilizando os resultados via canal de comunicação.3. tratamento e armazenamento de entradas digitais e analógicas com indicação do horário e data da aquisição.2 O software de supervisão deverá permitir a configuração dos parâmetros operacionais do sistema e ser capaz de enviar mensagens espontâneas referentes a alarmes.3.1 MATERIAIS E ACABAMENTOS Todas as peças metálicas usadas para fixação e sustentação de componentes devem ser submetidas.3.4 4. local ou remotamente. Possuir capacidade para aquisição. depois de furadas.3 4. Segurança para acesso através de senhas. transdutores digitais e outros equipamentos via interface RS485 com protocolos apropriados. ou a outro tratamento de eficácia equivalente.3. local ou remotamente (via modem e/ou telefone celular). as instalações deverão atender as recomendações de normas internacionalmente reconhecidas.3. Nota: No caso de inexistência ou inaplicabilidade de normas da ABNT ou ainda em caráter suplementar. Ministério do Planejamento. 5. validação e execução de comandos. Permitir a monitoração de parâmetros “on-line”.3. Possuir capacidade para aceitação.2 5.3. Permitir a interface com reles. Permitir a comunicação com níveis superiores. a processo de fosfatização. divididas em no mínimo três níveis. receber comandos e enviar respostas a estes comandos e enviar através de comando do operador todos os dados de desempenho coletados.3. Permitir a retirada ou inclusão de pontos a serem monitorados. na cor verde.9 5. Incorporar rotinas de auto-diagnose por software.3.1 INSTALAÇÃO ELÉTRICA A instalação do PLC e de todas as interfaces necessárias deverá ser feita tendo em vista compatibilidade eletromagnética entre equipamentos eletrônicos e o processo elétrico. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 95   .8 4.3 4. 5.4 6. 6.3.5 4.2 4.3.3. e a fiação de aterramento não deve ser compartilhada com outros equipamentos que operem com altas correntes. Os eletrodutos empregados deverão ser de ferro galvanizado e as tubulações deverão ser distintas para condutores de energia e condutores de sinal.

5 7.1.1. Monitoramento da Temperatura/umidade relativa externa. tendo como base parâmetros previamente ajustados de temperatura e umidade relativa do ar externo. Controle da temperatura interna.3.3 7.1.2 OPERAÇÃO Sistema de Climatização Introdução O PLC deverá ser integrado ao sistema de climatização por meio de monitoração e controle.2. Nestas condições a ventilação forçada deverá ser acionada assim que a temperatura interna exceda o limite crítico permitido e previamente ajustado.1.3. independentemente da temperatura e umidade internas.4 7.3.1.1 7. O PLC deverá permitir que a operação da ventilação forçada como ciclo economizador seja facilmente inibida.1 7.3. Em condições normais de operação O PLC controlará o funcionamento dos condicionadores de ar de forma a manter a temperatura interna e a umidade relativa do ar dentro de parâmetros previamente ajustados.3. 7.6. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 96   .1.1 7.1. mantendo a função de ventilação de emergência.2 7.1. porcas e arruelas deverão ser confeccionados com material de não sujeitos à oxidação.2 Todos os parafusos. sempre que as condições externas permitirem.2. O conjunto deverá operar de forma sincronizada. o PLC deverá manter a ventilação forçada em operação.1. por meio da utilização do sistema de climatização.5 7. O PLC também acionará a ventilação forçada.1.1.7 Ministério do Planejamento. O PLC deverá ser capaz de controlar automaticamente o funcionamento dos condicionadores de ar e da ventilação forçada em conjunto.1 7. ou em caso de falha de uma das máquinas em operação.1.1.3. 7. quando houver. operando como ventilação de emergência. Gerenciamento de Funções O PLC deverá ser fornecido com todos os equipamentos e interfaces necessárias para gerenciar automaticamente as seguintes funções do sistema de climatização das Estações: Partida escalonada dos ventiladores dos condicionadores de ar.1.3.3 7.3. acionando cada condicionador quando a carga térmica exigir.1.3 7.1. Lógica de Controle O objetivo é manter a temperatura e a umidade ambiente dentro dos valores determinados.1. Partida de compressores/condensadores em função do controle de temperatura e umidade relativa interna. Enquanto permanecerem as condições de falha.1 7.1 7.4 7.1. promovendo o ciclo economizador (controle entálpico) com a utilização do ar externo para refrigerar o ambiente.2.6 7.1. O PLC empregará a ventilação forçada em substituição aos condicionadores de ar.1.2.1.1. Partida seqüencial de equipamentos no início de operação ou após falha de energia.6 7.2.1. 7.2. tendo como base as temperaturas interna e externa e as umidades relativas do ar interno e ar externo a Estação.1. Controle da umidade relativa do ar interno. quando houver falta de energia AC comercial ou quando houver falha simultânea nos condicionadores de ar. Partida da ventilação forçada em substituição aos condicionadores de ar promovendo a realização do ciclo economizador (controle entálpico).1.1.2 7.

entre o acionamento efetivo do ANEXO II 97 7. pelo reserva.1.13 Monitorar o status da ventilação forçada.4. Rodízio programável dos condicionadores de ar (principal e reserva) em função do número de horas em funcionamento.3.1.16 Emitir alarmes de temperatura interna alta e temperatura interna crítica tendo como base valores previamente ajustados.9 Partida da ventilação forçada em função das falhas dos condicionadores de ar ou queda de energia e do diferencial das temperaturas externa e interna.4 7.4. Permitir a operação em “modo manual-local” dos aparelhos de ar condicionado em caso de manutenção ou falha no PLC.3. umidade e tempo de funcionamento.1.3.4.1.3.1.3.1.1.1.1.1.3. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação   .12 Monitorar o status dos condicionadores de ar (evaporador.1.5 7. umidade relativa do ar interno e externo para o funcionamento dos condicionadores de ar e da ventilação forçada.6. 7. em situações de retorno de energia.3 7.1. via display frontal e/ou PC compatível conectado a saída serial. 7.1.1. 7. 7.8 7.2 Ministério do Planejamento.1.6 7. Alarme de Intrusão O PLC deverá ser capaz de monitorar o acesso e a permanência de pessoal no interior da estação através de um micro-switch instalado na porta de acesso e de um sensor indutivo de presença a ser instalado internamente nas proximidades da entrada.2 7.1.1.6 7. Além de externar o sinal de alarme de intrusão. facilmente ajustável.10 Substituição do ar condicionado que apresentar falha ou baixo rendimento. Escalonamento de operação de equipamentos de ar condicionado.1.3 7.1.1.1.1.3.1. de forma a abranger a maior área interna possível.2 7.3. Manter os dados coletados por um período mínimo de 31 dias e permitir análise gráficas e emissão de relatórios sobre o funcionamento dos condicionadores de ar e da ventilação forçada em função da temperatura.4 7.4.1.4. 7.11 Impedir o funcionamento dos condicionadores de ar e da ventilação forçada na ocorrência de alarmes de incêndio.5.6.1.7. 7.1.1.5. Proteção contra ciclagem de equipamentos. Entrada seqüenciada de equipamentos em partidas normais.1 Os algoritmos de controle deverão ser os seguintes: Controle liga / desliga.1 7. Permitir o funcionamento em “modo manual-local”. compressor e aquecimento). Programação para executar limitações de intervalo mínimo entre partidas de motores (máximo de 6 partidas por hora).3.1 7.1. 7.5.1. Permitir que seja inibido o funcionamento da ventilação forçada.4.5 7.1.4 7.5. O PLC deverá ainda: Permitir o ajuste dos “set-points” das temperaturas interna e externa. aceitando comandos de liga/desliga dos condicionadores de ar e/ou da ventilação forçada independentemente da temperatura e umidade internas. garantindo igual número de horas trabalhadas para ambos.1. 7.5.1. Programação horária semanal.14 Informar falhas no funcionamento dos condicionadores de ar e da ventilação forçada.1.5 7. o PLC deverá emitir sinal sonoro após o decurso de um intervalo de tempo.1.15 Informar em tempo real as temperaturas e umidades internas e externas.

1. Status do funcionamento do Compressor do AC1.1. Sistema de Detecção de Incêndio Na detecção de incêndio dentro das Estações deverão ser empregados no mínimo um detector de fumaça e um detector termo-velocimétrico. inibir o funcionamento dos condicionadores de ar e da ventilação forçada e externar o sinal de alarme de incêndio.1. Status do alimentação CA do AC1.1.2 8.8.1.1.5 8. as seguintes mensagens deverão estar disponíveis no display frontal: Falha na alimentação AC1 Defeito no Ventilador AC1 Defeito no Compressor AC1 Falha na alimentação AC2 Defeito no Ventilador AC2 Defeito no Compressor AC2 Defeito na Ventilação Forçada Alarme de Incêndio.1. Além dos aspectos descritos acima.1. ON/OFF. em casos de falhas no PLC e na eventual ocorrência de incêndio.12 8.1.2 7.1.13 8. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 98   . Umidade alta.17   MENSAGENS DE DEFEITO E STATUS DE FUNCIONAMENTO No mínimo.8. deverão ser previstos outros meios de inibição do funcionamento dos condicionadores de ar e da ventilação forçada.1 7. Para o perfeito funcionamento deste sistema.1.7 8.8. Ministério do Planejamento. Deverão ser providos os meios necessários para que o sinal sonoro seja manualmente silenciado durante um período de tempo também programável. Falha de alimentação CC.1.4 8.1. Porta aberta.1.15 8.11 8.1.10 8.8 8. o PLC deverá emitir sinal sonoro de alarme dentro da estação quando houver detecção de focos de incêndio.9 8.7 7.1 Entrada de Energia AC O PLC deverá externar sinal de alarme de falha na alimentação CA empregando o relê de mínima e máxima tensão. 7.1.8 7.7. o PLC deverá ser capaz de receber os sinais destes detectores. na ocorrência de incêndios.3 8. 8. 7.1. voltando a operar caso o alarme de intrusão permaneça ativo.6 8.1. Rede Anormal.16 8.14 8.3 8. ON/OFF.1. ON/OFF. Temperatura alta.1.1. Através de interfaces apropriadas.alarme e o início do sinal sonoro.1 8.1. Status do funcionamento do Ventilador do AC1. supervisão de falta fase e inversão de fases existentes no QDG.1 8. Falha do PLC.1.

1.1 9.1.2.2 DOCUMENTAÇÃO TÉCNICA O projeto de interligação e a documentação técnica aplicável deverão ser apresentados quando da entrega da proposta.18 8.2.1. mês / ano de fabricação. A PROPONENTE deverá entregar toda a documentação técnica complementar.2.2 9.2 8.2.2 10. 9.1 8. Status do funcionamento do Compressor do AC2.1. confeccionada em material não deteriorável e de boa resistência mecânica.1.4 8. para aprovação prévia.1.23 8.6 8.1. com data e hora da ocorrência.1 10. ON/OFF Status de funcionamento da Ventilação Forçada. e os procedimentos de fábrica.19 8.5 8.8 8.3 9. 10. ON / OFF. 9. GARANTIA E ASSISTÊNCIA TÉCNICA O fornecedor assumirá integral responsabilidade pela boa execução e eficiência dos serviços que executar.2. de acordo com os projetos e especificações técnicas fornecidas.1 RESPONSABILIDADE. Deverão ser entregues todos os relatórios de testes emitidos pelo setor de controle de qualidade do fornecedor.7 8.2. contendo os seguintes dados: número de série de fabricação. ON/OFF/Desabilitada. Na estrutura de cada gabinete deve constar a placa de identificação exigida pela ANATEL. Status da alimentação CA do AC2. Indicação da temperatura e umidade internas Indicação da temperatura e umidade externas Os seguintes alarmes deverão ser externados através das saídas digitais a relê: Defeito no AC1 Defeito no AC2 Defeito na Ventilação Forçada Temperatura Alta Umidade Alta Falha no PLC Alarme de Intrusão Alarme de Incêndio Falha na Alimentação CA Comercial Todos os eventos registrados no painel deverão ser armazenados em um histórico.1 IDENTIFICAÇÕES Externamente à unidade deve ser afixada.3 8.2. 11. os materiais empregados.2. código / modelo do fabricante. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 99   .3 Status do funcionamento do Ventilador do AC2.22 8. 10. Ministério do Planejamento.21 8.2 8. contendo os cálculos justificativos das dimensões.2.1. ON/OFF.9 8.1.8. por processo eficiente. 9. plaqueta de identificação do equipamento. de acordo com as especificações técnicas adotadas.3 11.20 8.

1   CONTROLE DE QUALIDADE Os fornecedores deverão contar com a Certificação ANATEL e da Qualidade ISO 9000. comprovadamente. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 100   . apresentem defeito de fabricação ou montagem.2 O equipamento será garantido por um período mínimo de 5 (cinco) anos a partir da data de emissão do Termo de Aceitação Definitivo do sistema.3 12. O fornecedor deverá possuir corpo técnico especializado em seu quadro funcional.11. 11.       Ministério do Planejamento. 12. bem como estoque de reposição de peças originais. ou estar em fase de obtenção. entende-se a obrigatoriedade de substituir todos os componentes que. Por tal garantia.

Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 101   .                  SEÇÃO IX – PLANILHAS DE PREÇOS UNITÁRIOS  Ministério do Planejamento.

Carga Acidental de 300 kg/m² vão livre 6.00m Latex PVA Limpeza do terreno Limpeza Final para Entrega da Obra Massa Corrida p/ Látex Piso Vinílico (30X30CM) E = 2 mm Porta de Ferro (1. R$ Preço Total / Item Preço Total R$ R$ m m pç m 2 m 2 Infra Estrutura Elétrica Descrição Cabo de cobre nu 50 mm2 (aterramento) Eletroduto de Ferro Galvanizado Eletrolítico. compressor scroll . Serviços Preço Unit.0 m X 5. Materiais Preço Unit. com baixa liberação de gases ácidos. em peças de 3. Fundação. para rack de 19" ou 21" Quadro de alarme de porta aberta e iluminação de emergência. conforme especificações da concessionária de energia elétrica local Execução de bases de concreto para fixação de postes de iluminação Pintura de muretas. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 102   .40m Incl.instalado no local. estágio de filtragem G3.. acabamento eletrolítico. capacidade nominal de 600Ah/48h.00 m Descrição Infra Estrutura Civil Descrição Alvenaria de Tijolo Comum Brita nº 1 Caixa de passagem da fibra óptica Caixa de passagem energia Caixas de passagem Cerca tipo Alambrado de Tela Galvanizada malha de 2" fio 10 H = 2. com estante Calha de fibra óptica Câmeras de Segurança Condicionador de ar tipo wall-mounted com condensador resfriado a ar. com uma luva. 2 x 32W / 127V / 220V Padrão de entrada de energia Para raio tipo franklin Poço de inspeção do aterramento Quadro de distribuição de energia CA Quadro de distribuição de energia CC Sinalização de emergência Solda exotérmica Tampa com Equipamentos para Condulete de 3/4" com 1 interruptor simples.80m) Galvanizado Reboco Regularização de Piso E = 5 cm Rufos e Calhas de Chapa Metálica Tubo Corrugado de 125 mm Demolição Movimentação de Terra Execução de nivelamento do terreno Execução de compactação do terreno Execução de valas subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de tubulações subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de uma entrada de energia para medidor. Medição e emissão de laudo de aterramento Fornecimento e instalação de SKIDs metálicos para baterias Execução do Sistema de Aterramento em malha Execução do Sistema de Proteção Elétrica Instalação de alimentador do poste de iluminação do site Execução do esteiramento horizontal entreos quadros de distribuição de energia e os bastidores DWDM / Retificadores / Baterias Bastidor DGO Bastidor DID Interruptores Tomadas Elétricas Und m br pç pç pç pç pç pç pç pç cj pç pç pç cj site pç cj cj pç cj pç pç pç pç Equipamentos Descrição Banco de Bateria para sistemas de 48VDC. cintas. conforme DES.30m Cobertura de Telhas de Fibrocimento .00x2. c/ bandeira fixa.0 Kw.3 do MT. retorno e demais itens necessários ao perfeito funcionamento do sistema Und cj m pç cj m cj cj cj cj TOTAL R$ - R$ - R$ - Pl anilha 1 – Modelo 1 Estação em Alvenaria 3. quadro elétrico incorporado quadro elétrico incorporado. reator de alto fator de potência(duplo quando 2 lampadas). inclusive sua fixação a cada metro linear.000 mm.0 m  Ministério do Planejamento. 10A / 250V Tampa com Equipamentos para Condulete de 3/4" com 2 tomadas 10A / 250V ( 3 polos ) Tomada “STECK”. resistências de reaquecimento de 3 x 0.L011261-0 Sistema de detecção de Incêndio Execução do Sistema de Ar condicionado. grelhas. ventilação e miolo de Vermiculita Portão de Ferro Tubular (4.00 x 1. incluindo dutos. operação em temperaturas até 45°C. insuflamento. postes de iluminação e do esteiramento Muro de Alvenaria Und 2 m 3 m pç pç pç m m 2 m 3 m m 2 m 2 m 2 m 2 m 2 m pç pç 2 m 2 m m m 2 m 3 m 2 m 2 m 2 2 Qtde. Mureta de Alvenaria Revestida H = 0. partida rápida. com caixa.7/1. modelo S4849 / 125 A / 9H / 220-240 Vca / AZ / 04 pinos. conforme item 4.SITE EM ALVENARIA DE 3.Inclusive Madeiramento Entrada de veículo (concreto) 2 x 4 Fundação Laje Treliçada com concreto incluso . de 3/4" Haste de aterramento Haste para-raio Luminária completa para lâmpada(s) fluorescente(s).50m) incluindo batentes e ferragens.0 m X 5. variador de Esteiramento Fonte de alimentação em corrente contínua para 4800 W na capacidade máxima do sistema. R$ Preço Total R$ Qtde.

Preço Unit.40m Incl. modelo S4849 / 125 A / 9H / 220-240 Vca / AZ / 04 pinos. R$ Preço Total R$ R$ Equipamentos Descrição Banco de Bateria para sistemas de 48VDC. com estante Calha de fibra óptica Câmeras de Segurança Condicionador de ar tipo wall-mounted com condensador resfriado a ar.0 Kw.00 x 7.438 m X 5. postes de iluminação e do esteiramento SITE EM CONTAINER DE 2.L011261-0 Sistema de detecção de incêndio Transporte e instalação do container (até 500 Km) Und cj m pç Qtde. para rack de 19" ou 21" Quadro de alarme de porta aberta e iluminação de emergência. Preço Unit. com caixa Medição e emissão de laudo de aterramento Fornecimento e instalação de SKIDs metálicos para baterias Execução do Sistema de Aterramento em malha Execução do Sistema de Proteção Elétrica Instalação de alimentador do poste de iluminação do site Execução do esteiramento horizontal entreos quadros de distribuição de energia e os bastidores DWDM / Retificadores / Baterias Bastidor DGO Bastidor DID Interruptores Tomadas Elétricas Und m m m pç pç pç pç pç pç pç cj pç cj site pç cj cj pç cj pç pç pç pç Qtde. incluindo dutos. grelhas. quadro elétrico incorporado quadro elétrico incorporado. R$ Preço Total R$ R$ cj cj pç m cj cj cj cj TOTAL R$ - R$ - R$ - Planilha 2 – Estação em Container 2. compressor scroll . cintas.438 m X 5.30m Entrada de veículo (concreto) 2 x 4 Escada Forma para base (20 cm) Limpeza do terreno Limpeza Final para Entrega da Obra Portão de Ferro Tubular (4.400 m Esteiramento Fonte de alimentação em corrente contínua para 960 W na capacidade máxima do sistema. operação em temperaturas até 45°C. R$ Preço Total R$ Qtde.400 m  Ministério do Planejamento.80m) Galvanizado Tubo Corrugado de 125 mm Demolição Movimentação de Terra Execução de nivelamento do terreno Execução de compactação do terreno Execução de valas subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de tubulações subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de uma entrada de energia para medidor. Mureta de Alvenaria Revestida H = 0. R$ Preço Total R$ Qtde. variador de Execução do Sistema de Ar condicionado. capacidade nominal de 480Ah/48h.Descrição Infra Estrutura Civil Descrição Base de concreto 4.instalado no local. com baixa liberação de gases ácidos. conforme DES. R$ Preço Total R$ Qtde. insuflamento.00 Brita nº 1 Caixa de passagem da fibra óptica Caixa de passagem energia Cerca tipo Alambrado de Tela Galvanizada malha de 2" fio 10 H = 2.. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 103   .7/1. conforme especificações da concessionária de energia elétrica local Execução de bases de concreto para fixação de postes de iluminação Pintura de muretas.438 m X 5. retorno e demais itens necessários ao perfeito funcionamento do sistema Container para Telecomunicações de 2.00 x 1. resistências de reaquecimento de 3 x 0. Fundação. Preço Unit. Serviços Preço Unit. Preço Unit. Preço Unit.400 m Materiais Und m2 m3 pç pç m m2 m2 m2 m2 m2 pç m m2 m3 m2 m2 Qtde. R$ Preço Total R$ Preço Total / Item R$ m m pç m2 Infra Estrutura Elétrica Descrição Cabo de cobre nu 50 mm2 (aterramento) Calha de fibra óptica Esteiramento Haste de aterramento Haste para-raio Padrão de entrada de energia Para raio tipo franklin Poço de inspeção do aterramento Quadro de distribuição de energia CA Quadro de distribuição de energia CC Sinalização de Emergência Solda exotérmica Tomada “STECK”. estágio de filtragem G3.

Fundação.438 m X 4. conforme especificações da concessionária de energia elétrica local Execução de bases de concreto para fixação de postes de iluminação Pintura de muretas. grelhas.80m) Galvanizado Tubo Corrugado de 125 mm Demolição Movimentação de Terra Execução de nivelamento do terreno Execução de compactação do terreno Execução de valas subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de tubulações subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de uma entrada de energia para medidor. R$ Preço Total R$ R$ cj cj pç m cj cj cj cj TOTAL R$ - R$ - R$ -   Planilha 3 – Estação em Container 2. Mureta de Alvenaria Revestida H = 0. capacidade nominal de 480Ah/48h.438 m X 4. postes de iluminação e do esteiramento SITE EM CONTAINER DE 2. retorno e demais itens necessários ao perfeito funcionamento do sistema Container para Telecomunicações de 2. conforme DES.L011261-0 Sistema de detecção de incêndio Transporte e instalação do container (até 500 Km) Und cj m pç Qtde.00 x 7.0 Kw. variador de Execução do Sistema de Ar condicionado. R$ Preço Total R$ Qtde. R$ Preço Total R$ R$ Equipamentos Descrição Banco de Bateria para sistemas de 48VDC. Serviços Preço Unit.800 m  Ministério do Planejamento.800 m Esteiramento Fonte de alimentação em corrente contínua para 960 W na capacidade máxima do sistema.00 Brita nº 1 Caixa de passagem da fibra óptica Caixa de passagem energia Cerca tipo Alambrado de Tela Galvanizada malha de 2" fio 10 H = 2. Preço Unit. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 104   . R$ Preço Total R$ Qtde.30m Entrada de veículo (concreto) 2 x 4 Escada Forma para base (20 cm) Limpeza do terreno Limpeza Final para Entrega da Obra Portão de Ferro Tubular (4. resistências de reaquecimento de 3 x 0.800 m Materiais Und m2 m3 pç pç m m2 m2 m2 m2 m2 pç m m2 m3 m2 m2 Qtde.Descrição Infra Estrutura Civil Descrição Base de concreto 4. com caixa Medição e emissão de laudo de aterramento Fornecimento e instalação de SKIDs metálicos para baterias Execução do Sistema de Aterramento em malha Execução do Sistema de Proteção Elétrica Instalação de alimentador do poste de iluminação do site Execução do esteiramento horizontal entreos quadros de distribuição de energia e os bastidores DWDM / Retificadores / Baterias Bastidor DGO Bastidor DID Interruptores Tomadas Elétricas Und m m m pç pç pç pç pç pç pç cj pç cj site pç cj cj pç cj pç pç pç pç Qtde.instalado no local. com estante Calha de fibra óptica Câmeras de Segurança Condicionador de ar tipo wall-mounted com condensador resfriado a ar. incluindo dutos.438 m X 4..00 x 1. com baixa liberação de gases ácidos.40m Incl. Preço Unit. operação em temperaturas até 45°C. para rack de 19" ou 21" Quadro de alarme de porta aberta e iluminação de emergência. compressor scroll . R$ Preço Total R$ Qtde. Preço Unit.7/1. R$ Preço Total R$ Preço Total / Item R$ m m pç m2 Infra Estrutura Elétrica Descrição Cabo de cobre nu 50 mm2 (aterramento) Calha de fibra óptica Esteiramento Haste de aterramento Haste para-raio Padrão de entrada de energia Para raio tipo franklin Poço de inspeção do aterramento Quadro de distribuição de energia CA Quadro de distribuição de energia CC Sinalização de Emergência Solda exotérmica Tomada “STECK”. estágio de filtragem G3. Preço Unit. Preço Unit. cintas. quadro elétrico incorporado quadro elétrico incorporado. modelo S4849 / 125 A / 9H / 220-240 Vca / AZ / 04 pinos. insuflamento.

R$ Preço Total R$ Preço Total / Item R$ m m pç m 2 Infra Estrutura Elétrica Descrição Cabo de cobre nu 50 mm2 (aterramento) Calha de fibra óptica Esteiramento Haste de aterramento Haste para-raio Padrão de entrada de energia Para raio tipo franklin Poço de inspeção do aterramento Quadro de distribuição de energia CA Quadro de distribuição de energia CC Sinalização de Emergência Solda exotérmica Tomada “STECK”.L011261-0 Sistema de detecção de incêndio Transporte e instalação do container (até 500 Km) Und cj m pç Qtde.00 Brita nº 1 Caixa de passagem da fibra óptica Caixa de passagem energia Cerca tipo Alambrado de Tela Galvanizada malha de 2" fio 10 H = 2. incluindo dutos. capacidade nominal de 480Ah/48h. postes de iluminação e do esteiramento SITE EM CONTAINER DE 2.00 x 1. R$ Preço Total R$ R$ cj cj pç m cj cj cj cj TOTAL R$ - R$ - R$ - Planilha 4 – Estação em Container 2. Preço Unit.. Preço Unit. Mureta de Alvenaria Revestida H = 0.200 m  Ministério do Planejamento.00 x 7. Preço Unit. Fundação.30m Entrada de veículo (concreto) 2 x 4 Escada Forma para base (20 cm) Limpeza do terreno Limpeza Final para Entrega da Obra Portão de Ferro Tubular (4. Orçamento e Gestão Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação ANEXO II 105   . estágio de filtragem G3. R$ Preço Total R$ Qtde. cintas. compressor scroll . Preço Unit.40m Incl. conforme DES. para rack de 19" ou 21" Quadro de alarme de porta aberta e iluminação de emergência. Preço Unit.0 Kw.200 m Materiais Und m2 m3 pç pç m m2 m2 m2 m2 m2 pç m 2 m 3 m 2 m 2 m Qtde. com baixa liberação de gases ácidos. grelhas. conforme especificações da concessionária de energia elétrica local Execução de bases de concreto para fixação de postes de iluminação Pintura de muretas. R$ Preço Total R$ Qtde. variador de Execução do Sistema de Ar condicionado.7/1. R$ Preço Total R$ R$ Equipamentos Descrição Banco de Bateria para sistemas de 48VDC. quadro elétrico incorporado quadro elétrico incorporado. modelo S4849 / 125 A / 9H / 220-240 Vca / AZ / 04 pinos. insuflamento. retorno e demais itens necessários ao perfeito funcionamento do sistema Container para Telecomunicações de 2. Serviços Preço Unit.438 m X 4.80m) Galvanizado Tubo Corrugado de 125 mm Demolição Movimentação de Terra Execução de nivelamento do terreno Execução de compactação do terreno Execução de valas subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de tubulações subterrâneas para a passagem de cabos elétricos e cabos óticos desde a entrada do terreno até sua terminação dentro do site Execução de uma entrada de energia para medidor.200 m Esteiramento Fonte de alimentação em corrente contínua para 960 W na capacidade máxima do sistema. resistências de reaquecimento de 3 x 0.Descrição Infra Estrutura Civil Descrição Base de concreto 4. com estante Calha de fibra óptica Câmeras de Segurança Condicionador de ar tipo wall-mounted com condensador resfriado a ar. com caixa Medição e emissão de laudo de aterramento Fornecimento e instalação de SKIDs metálicos para baterias Execução do Sistema de Aterramento em malha Execução do Sistema de Proteção Elétrica Instalação de alimentador do poste de iluminação do site Execução do esteiramento horizontal entreos quadros de distribuição de energia e os bastidores DWDM / Retificadores / Baterias Bastidor DGO Bastidor DID Interruptores Tomadas Elétricas Und m m m pç pç pç pç pç pç pç cj pç cj site pç cj cj pç cj pç pç pç pç Qtde.instalado no local.438 m X 4. R$ Preço Total R$ Qtde. operação em temperaturas até 45°C.438 m X 4.