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Coordenação Geral de Acreditação

REFERÊNCIAS PARA HARMONIZAÇÃO ENTRE AVALIAÇÕES PELOS OAC NO CONTEXTO DO PROGRAMA DE VÁLVULAS ABNT NBR 15827:2007 Ficha de Controle do Processo de Moldagem e Sinterização de sedes em PTFE Guia de Projeto e Memorial de Cálculo - ABNT NBR 15827:2007
Documento de caráter orientativo

DOQ-CGCRE-006
Revisão 00 - NOVEMBRO/2009

DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009

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SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico da Elaboração e Prazo para Implantação 5 Documentos de Referência 6 Definições 7 Aspectos a serem observados em auditorias

1 Objetivo
Fornecer informações aos organismos de certificação para promover harmonização entre auditorias no contexto do programa de avaliação da conformidade para válvulas industriais para instalações de exploração, produção, refino e transporte de produtos de petróleo ABNT NBR 15827:2007. Nota: Este documento é alinhado ao item 4.6.2 da ABNT NBR ISO/IEC 17011:2005

2 Campo de Aplicação
Este documento aplica-se à Dicor, aos Organismos de Certificação de Produtos acreditados para o escopo da NBR-15827, aos organismos postulantes à acreditação nesse escopo e aos avaliadores e especialistas que atuam em processos de acreditação afins.

3 Responsabilidade
A responsabilidade pela revisão deste documento é da Dicor.

4 Histórico da Elaboração e Prazo para Implantação
Este documento foi elaborado no âmbito da Câmara Setorial de Válvulas Industriais da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ/CSVI) e aprovado em reunião realizada no dia 14 de outubro de 2009. Contou com a participação dos Organismos de Certificação de Produtos acreditados e em processo de acreditação para o escopo da ABNT NBR15827, fabricantes de válvulas, clientes (Petrobras), meio acadêmico e Inmetro.

5 Documentos de Referência
Os documentos relacionados a seguir contêm prescrições válidas para o presente documento: Norma ABNT NBR 15827:2007 Válvulas industriais para instalações de exploração, produção, refino e transporte de produtos de petróleo – Requisitos de projeto e ensaio de protótipo Norma ABNT NBR ISO/IEC 17011:2005 Avaliação da conformidade – Requisitos gerais para os organismos de acreditação que realizam acreditação de organismos de avaliação de conformidade. Portaria n.º 92, 03/04/2009 Aprova a revisão do Regulamento de Avaliação da Conformidade para válvulas industriais para instalações de exploração, produção, refino e transporte de produtos de petróleo

6 Definições
6.1 PTFE Politetrafluoretileno (PTFE), termoplástico que oferece combinação de propriedades químicas, elétricas, mecânicas e térmicas, aplicada em componentes da válvula, tais como: sede de válvulas, vedações, chapa de filtro, anéis de vedação, assento de válvulas, selos mecânicos, gaxetas, retentores, mancais e camisas de válvulas.

7.2. lote de fabricação fornecedor) Free Flow ou Low Flow ( materiais com mesma composição podem apresentar diferenças significativas nas propriedades mecânicas dependendo do grau de moldagem da resina) 7.1. os passos aqui descritos.2 Dados da Peça Aspecto Dimensões finais da peça Exemplo ( observação) diâmetro interno. diâmetro externo e altura (tais informações são necessárias para dimensionar o ciclo de sinterização e parâmetros de moldagem de cada peça) 7.1.1 Independentemente do tipo de ficha ou controle interno adotado por cada fabricante de válvulas. 7.2.2 Os controles para fabricantes que produzem internamente suas vedações devem estar contemplados em seu processo de fabricação de sedes enquanto aqueles que não processam PTFE internamente e compram suas vedações no mercado devem fazê-lo no recebimento de fornecedores.1 Ficha de Controle do Processo de Moldagem e Sinterização de sedes em PTFE.1. Em ambos os casos. 7.1. em suporte ao item 6.1 Resina Aspecto Composição da Resina Nome Comercial da Resina Grau de Moldagem Exemplo ( observação) 75% PTFE + 25% Carbono/Grafite PTFE 2891A (permite a rastreabilidade de produto vs. incrementa-se o risco de falha das vedações evita que o ar retido internamente na peça após o processo de moldagem expanda bruscamente no processo de sinterização. O excesso de pressão pode levar a uma peça com micro trincas e uma peça com falta de pressão de moldagem poderá prover uma vedação porosa.2.4 da NBR 15827. para garantir a repetitividade das propriedades mecânicas de cada vedação.3 Processo de Moldagem Aspecto Dimensões do molde de processo Pressão de moldagem Tonelagem aproximada de moldagem Observação devem ser maiores que as dimensões das peças deve ser informada pelo fabricante da resina definida em função das dimensões da peça e da pressão de moldagem.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 2/20 7 Informações aos organismos de certificação sobre maneiras mais adequadas de obter rastreabilidade de resultados 7. devem ser contemplados nas avaliações dos OCP. incorrendo em trincas na vedação Tempo mínimo de descanso após moldagem . por minimizarem riscos de erros no processamento da peça.1.2.

que foram considerados na avaliação Informar o período ou as datas de realização da avaliação Nome AVALIADOR LIDER: AVALIADOR (1) AVALIADOR (2) AVALIADOR (3) Nome REPRESENTANTE DO FABRICANTE Cargo ou Função na empresa Empresa/Órgão Informar o nome completo do avaliador líder e dos Informar o nome da demais avaliadores empresa e o órgão certificador Informar o nome completo do representante do Informar o cargo desse fabricante responsável pelo acompanhamento da representante.2. o documento “Realização de Avaliação de Projeto e Memorial de Cálculo”. na validação do projeto. BO .2 Diretriz de Projeto e Memorial de Cálculo . RT – Válvula retenção.4 Curva de sinterização A curva de sinterização deve estar de acordo com a dimensão de cada peça. ao fim da avaliação. 7. que por sua vez tem relação direta com a dimensão do molde que por sua vez tem relação direta com a dimensão final da peça.Válvula borboleta convencional. qualquer não-conformidade de desempenho do protótipo em relação aos requisitos estabelecidos da Norma NBR 15827. EF Válvula esfera testada a fogo. Considerar como falha.ABNT NBR 15827:2007. Será considerada nesse documento a seguinte abreviatura : ES . 7. EC – Válvula esfera completação padrão API 6A.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 3/20 7. GC – Válvula gaveta completação padrão API 6A.Válvula esfera convencional.2. . GL – Válvula globo.1 AVALIAÇÃO DE PROJETO E MEMORIAL DE CÁLCULO – ABNT NBR 15827:2007 GRUPO DE MATERIAL: FABRICANTE: UNIDADE FABRIL: Informar os tipos de válvulas avaliados Informar a razão social completa do fabricante avaliado Informar a(s) Unidade(s) fabril(is) avaliada(s) (incluindo endereço completo com nomes da cidade e do estado) Anexos: DOCUMENTAÇÃO DE REFERÊNCIA DATA DA AUDITORIA: Informar anexos encaminhados previamente pelo fabricante. cujo modelo consta do Padrão do OCP.1. no avaliação fabricante OBSERVAÇÃO: Assinaturas registradas no documento “Realização de Avaliação de Projeto e Memorial de Cálculo” originalmente assinado ao fim da avaliação Deve ser preenchido e rubricado pelos presentes. GA – Válvula gaveta convencional.

5.Verificar a definição do padrão construtivo da válvula relacionando todos os parâmetros da Tabela 2 do item 5.1.1 da Norma.c.1. .e. apresentação da equipe avaliadora.1.1 da Norma. A lista de documentos de projeto deve ser previamente analisada pela OCP para conhecimento de seu escopo. metodologia a ser utilizada. Não esquecer de circular lista de presença.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 4/20 Item da NBR15827:2007 Observação: Atividades preparatórias à avaliação pelo OCP Observação: Reunião de Abertura Diretriz para a equipe avaliadora Recomenda-se uma visita técnica preparatória visando coleta de informações para planejar a auditoria (adequação do escopo.1-Definição do Padrão Construtivo da Válvula 5.d.Verificar a definição do padrão construtivo da válvula relacionando todos os parâmetros da Tabela 1 do item 5.a. O auditor líder deverá conduzir a reunião de abertura e explicar. conceito do congelamento do projeto.b. otimização do tempo da avaliação.1 da Norma. 5. 5. etc. acordo de confidencialidade.1 da Norma.1.). canais de comunicação oficial do processo de avaliação. programação e horários.1. no mínimo: objetivos e escopo da avaliação.Verificar a definição do padrão construtivo da válvula relacionando todos os parâmetros da Tabela 3 do item 5.Verificar a definição do padrão construtivo da válvula relacionando todos os parâmetros da Tabela 4 do item 5. Tipo de Válvula Todas GA RT ES GL BO 5. 5.Verificar a definição do padrão construtivo da válvula relacionando todos os parâmetros da Tabela 5 do item 5.1 da Norma.

Rendimento (eficiência). (atentar ao fato que. este pode ser qualificado em separado para garantir sua adequação ao projeto original. NOTA 4: Analisar detalhadamente todas as premissas de projeto e obter do fabricante esclarecimentos sobre os critérios adotados para sua definição. posição de instalação. NOTA 2: Em válvulas de acionamento manual que utilizem caixa de redução.Definições das premissas de projeto Todas exceto RT NOTA 3: O fabricante pode apresentar premissas próprias que vão alem da Norma NBR 15827. • Suporte do redutor / válvula. Verificar a definição do número de ciclos esperados em operação e o número máximo de ciclos que um protótipo pode ser submetido. 5.3. contendo dimensões e lista com todos os materiais. • Redução final. efetuando-se ensaios de torque e ciclagem previstos para a válvula. não se trata de um critério de aceitação) Todas . podem ser solicitadas pelo comprador premissas complementares de projeto que atendam a critérios de aceitação para vedação e de desempenho. Neste caso. • Parafuso da tampa de entrada e da tampa de saída. Suporte redutor/válvula: acesso ao preme gaxeta. Desenhos dimensionais com tolerâncias de forma e posição (usinagem e modelo).Definições das premissas de projeto (continuação) 5. Chaveta do eixo de saída. Verificar os documentos: • • • • • • Desenho em corte.Verificar as definições de vida útil projetada e suas conseqüências nas definições de projeto.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 5/20 NOTA 1: Para aplicações específicas.1. Manutenção e Operação. O não atendimento desse item ensejará a abertura de uma NC a ser fechada após o esclarecimento do item. • Raio volante. Complementação do item: Redutor 1/4 volta (90°) utilizados em válvulas borboleta e esfera ► Verificar os dados de entrada: • Momento torçor de entrada. Verificar os cálculos analíticos: Momento torçor de saída. Parafuso de regulagem (top). • • • • • • • 5. que deverão ser registradas como premissas. Caso exista mudança no redutor. Rosca sem fim e coroa. Rolamento do eixo de entrada e do eixo de saída.3. Manual de Instalação. etc. Eixo da rosca. esta é considerada parte integrante do projeto da válvula e deve ter suas características identificadas e controladas conforme esta Norma.). • Anel de retenção do eixo de entrada. O fabricante deve evidenciar a origem da premissa adotada. Documento contendo as restrições de projeto (temperatura. Processo de Usinagem e Montagem. o valor reportado no projeto. devem ser estabelecidos procedimentos de ensaio de protótipo específicos com foco nessas necessidades. • Elemento de fixação do suporte do redutor / válvula.3.

1. b) c) ou d) .1. com lista de todos os componentes e respectivas especificações de materiais. (atentar ao fato que. nas condições de ensaio. Verificar se o projeto prevê variações de materiais do TRIM e alertar o fabricante de que tais variações devem ser todas consideradas no projeto e que. onde aplicável. 6.1. A documentação de projeto deve ser sempre verificada integralmente. Os materiais do corpo deverão seguir a tabela 6.Restrições de Projeto Todas Item da NBR15827:2007 Diretriz para a equipe avaliadora 6.2. Os procedimentos devem assegurar que todas as operações que compõem a manufatura (fabricação e montagem) estejam clara e detalhadamente previstas de modo a caracterizar o “projeto do processo”. como por exemplo: posição de instalação.3. Todas Todas 5. O fabricante deve evidenciar no desenho de conjunto ou outro documento quais as condições em que o projeto não atende a tabela 6 e outras restrições acima mencionadas.10 ou conforme itens b) e c) A.3.3. pressão. o valor reportado no projeto.2 MEMORIAS DE CÁLCULO A.2 . não se trata de um critério de RT aceitação) 5. de acordo com o item 3.Verificar se estão apresentados os desenhos dimensionais do conjunto.1 da norma.1. regime de fluxo.2.1.Verificar a existência registro explícito na documentação do projeto de restrições de projeto ou operação. a partir do qual é constatado o primeiro vazamento pela vedação da haste (quando aplicável) e suas conseqüências nas definições de projeto. não por amostragem. temperatura. 5.1 -Verificar a dimensão face a face conforme ASME B 16.2 – MEMORIAS DE CÁLCULO A. 8 e 9 da NBR-15827.5.1Documentação de projeto Todas Todas GA RT ES Todas GA GA 6. não se trata de um critério de aceitação) Todas 5. 8 e 9 da NBR-15827 5. Os demais materiais devem estar conforme a Norma PETROBRAS N-2668 (quando aplicável). em corte.Verificar a existência dos critérios de vedação em função dos requisitos normativos. conforme tabelas 7. etc.Verificar se estão apresentadas as listas de desenhos de fabricação de todos os componentes com respectivas revisões e procedimentos de montagem. qualquer alteração substancial do projeto implicará em a re-avaliação do projeto e testes.Verificar a existência dos critérios de aceitação de desempenho em função dos requisitos normativos.4. Verificar as normas construtivas da válvula conforme item 5. conforme tabelas 7.4. (atentar exceto ao fato que.Dados de entrada do projeto Verificar os requisitos suplementares de projeto para válvula gaveta no Anexo A Verificar os requisitos suplementares de projeto para válvula retenção no Anexo B Verificar os requisitos suplementares de projeto para válvula esfera no Anexo C Verificar outros dados de entrada como cotas críticas e tolerâncias geométricas 6.3.1 Tipo de Válvula Todas 6.4.3.Verificar as definições de número mínimo de ciclos.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 6/20 5. sentido de fluxo. o valor reportado no projeto.Verificar a conformidade das extremidades conforme itens a).Verificar a definição da periodicidade de reaperto das gaxetas de Todas vedação da haste e suas conseqüências nas definições de projeto.

A.2 – Verificar o grau de acabamento da superfície de vedação e compatibilidade com o anel de sede A.3 .DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Anexo A – A.9 – Verificar se os flanges são integrais ao corpo ou soldadas. Anexo A – A.Verificar no acionamento manual o atendimento à Norma MSS SP-91.4.8. A. Não se aceita opção roscada.1 – Verificar o material da gaveta.4 – Haste A.1.Verificar os requisitos do sistema de engaxetamento e certificado de material.1.6.7 – Verificar a documentação referente ao torque de aperto dos parafusos A.4 – Verificar previsão de pré-aperto da gaxeta Anexo A – A.2 – Verificar o grau de acabamento da superfície de vedação e compatibilidade com gaveta.6 – Gaveta Anexo A – A.4.Verificar conformidade do preme-gaxeta com parafusos.Verificar forma construtiva e funcionalidade do flange da sobreposta e a sobreposta.3 – Premegaxetas ou sobreposta Anexo A – A.3.Verificar volante e encaixe da chave da válvula Anexo A – A.1.2 – Verificar o material da bucha da haste A.1 A. A.1. castelo ou tampacastelo Página 7/20 GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA GA A.7 – Bucha de contravedação A.2 – Sistema de A. GA GA GA GA . engaxetamento A.3 – Verificar montagem dos anéis da gaxeta. A.9.3 – Verificar a forma de ligação flangeada entre corpo e tampa (quando aplicável).2 . quando aplicável. Anexo A – A.5 ou ASME B 16.3 – Verificar procedimento para roscamento dos anéis.3.1 – Verificar a fixação dos anéis da sede. A.Verificar material dos parafusos da união corpo/castelo conforme Tabela A.9 – Parafusos A.8 – Verificar o acabamento da face dos flanges conforme ASME B 16.5. tampa.1. Caso soldadas verificar penetração total e 100% radiografada.1 – Corpo.5 – Anel de sede A.8.1.2 .8.2.Verificar utilização de redutores e engrenagens conforme Tabela A.1 e A.4 – Verificar as folgas das Diretrizes do corpo e da gaveta – Verificar se está contemplado no estudo de folgas e tolerâncias.1 – Verificar o comprimento da haste conforme ISO 10434.1.6 – Verificar as características da junta de vedação corpo/castelo e atendimento à Tabela A.8 – Volante A.5.2 A. A.1 . Anexo A – A.6.2.3.1 .5 – Verificar se estão previstos os ressaltos conforme Figura 3 da ISO 10434:2004 A. Verificar existência de EPS das soldas.2.2.1.47 A.5. Anexo A – A.7 – Verificar aplicabilidade da bucha de contravedação. A. A.2 . GA A.

2 – Verificar material da placa e atendimento aos requisitos adicionais Anexo A – A. Anexo B – B.3.Verificar a dimensão face a face conforme ASME B 16.4 – Verificar atendimento às informações adicionais solicitadas nos itens a) a c).4. B.4 – Verificar existência de chanfro nas bordas dos anéis.2 – Verificar materiais de estojo para corpos LF2 CL1 ou LCB. B. d) ou e).1 – Corpo B.1.9.2.1.2. quando aplicável.3 – Verificar fixação do eixo da portinhola.Verificar a conformidade das extremidades conforme itens a).10 ou conforme itens b) e c) B.2 – Verificar a documentação referente ao torque de aperto dos parafusos. b).1 – Verificar a fixação dos anéis da sede.4 .3.4. B. B.1.7 – Verificar assentamento das porcas e bujão conforme Norma MSS SP9 B.Verificar comprimento dos parafusos/estojos. B.1.4. Caso soldadas verificar penetração total e 100% radiografada. A. B. Anexo B – B. B.3 – Verificar procedimento para roscamento dos anéis.1 – Verificar as características da junta de vedação corpo/tampa e atendimento à Tabela B.2.Verificar material dos parafusos da união corpo/tampa conforme Tabela B.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 8/20 GA GA GA Todas Todas Todas Todas RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT RT A. Anexo B – B. para tipo wafer API 594.3 – Anel da sede B.1.4 – Verificar instalação de olhal de içamento da válvula com peso superior a 20 kg.10. B.9.10 conforme itens a) a e).1.1.10.10. A.3 . é aceitável os bujões roscados conforme a norma de construção. Para válvulas conforme API 594 tipo A.1.4 – Parafusos e porcas B.3.3.2 – Verificar revestimento em Zn-Ni conforme Norma ASTM B 841 com alívio de tensões e hidrogênio conforme ASTM B 849 e ASTM B 850.8 – Verificar se os flanges são integrais ao corpo ou soldadas.3 – Verificar materiais de estojo para corpos LF2 CL1 ou LCB. B. B.1.1 .Verificar comprimento dos parafusos/estojos. . c).1 – Verificar compatibilidade entre padrão construtivo da válvula e placa de identificação. B.2 . A. identificação quando aplicável. – Placa de A.2.1 . A.2 – Tampa B.10. A. B.5 – Verificar forma construtiva do bujão de tamponamento.9. Anexo B – B.3 – Verificar requisito de identificação de válvula ensaiada a fogo.2 – Verificar o grau de acabamento da superfície de vedação e compatibilidade com obturador. Verificar existência de EPS das soldas.6 – Verificar material do bujão de tamponamento.3 – Verificar se estão previstos os ressaltos conforme MSS SP-45 ou.

6.2 .7 – Verificar material da mola RT B.2 .3 – Verificar para válvulas classe 800.1.5. conforme MSS SP-45.Verificar material do bujão para dreno. alivio de pressão para tipo efeito de pressão simples. C.Verificar a conformidade das extremidades conforme itens a).2 – Verificar para válvulas DN 50 e acima.2 . C.1.3 .7 – Mola para válvula tipo wafer Anexo B – B.Verificar se estão previstos os ressaltos conforme Norma MSS SP-45 e conforme figura C.1 – Verificar o material da portinhola.1.1.6.1.1.3 – Verificar junção aparafusada entre corpo e tampa.2 – Sedes ES . C.4 .8 – Idem A. – Portinhola e demais internos B. sem interferências. C. C. ES ES ES ES ES ES ES ES ES Ef ES EF ES ES ES ES Anexo C – C.1 – Corpo C.6. Anexo B – B.1.6 – Braço da portinhola e eixo Anexo B – B.1 B.1 – Verificar livre movimentação da portinhola.1. retenção de pressão para tipo efeito de pressão duplo. curva de pressão x temperatura atende a Norma ISO 15761. C. Anexo C – C. Verificar se está contemplando no estudo de folgas e tolerâncias. C.1.1. B.7. B. C.Verificar.4. C.10 Todas C. C.1 – Verificar.3 – Verificar alívio de pressão na cavidade do corpo. forma construtiva conforme Tabela C.2 – Verificar extremidades para válvulas ensaiadas a fogo. C.2 – Verificar adequação do batente à Figura B. C.1.1.1.4 – Verificar se a válvula tem sentido preferencial de vedação.1.Verificar as folgas dos internos.1.2 – Verificar o material da dos demais componentes internos.1.5.1.5 . Verificar EPS das soldas. C.5 B.1 – Verificar.Verificar a dimensão face a face conforme ISO 14313 ou ISO 17292. para montagem Trunnion.2.4.1 – Verificar para válvulas até DN 40. para montagem Trunnion.1.1.7.2. para montagem Trunnion. b) c) ou d). C.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 9/20 RT RT RT RT RT RT B. conforme Norma ISO 17292. Verificar indicação de sentido de fluxo. conforme Norma ISO 14313. diâmetro da passagem conforme Tabela C. corpo longo com passagem plena.2.7.2.1 – Verificar existência de niple de extensão para encaixe para solda e sede resiliente. a existência de furo roscado com bujão. C.Verificar para válvulas ensaiadas a fogo.6 .1.1.7.8 – Placa de identificação B.5.3 – Verificar o grau de acabamento da superfície de vedação e compatibilidade com o anel de sede Anexo B – B.1 – Verificar material da sede resiliente em relação à compatibilidade química e de temperatura conforme Tabela 6 NOTA: Atentar ao controle do processo de obtenção dos resilientes em PTFE para garantir a repetitividade do desempenho da vedação em função da elasticidade e plasticidade.

6.5 .4.6.1 – Verificar vedação corpo/tampa para válvulas ensaiadas a fogo.Verificar montagem dos anéis da gaxeta.3 – Verificar especificação para as gaxetas. Alta pressão = 110% PMT. C.5 .2 – Verificar os parafusos para válvulas ensaiadas a fogo. Observação – Para o cálculo do TNO (torque nominal de operação) será necessário executar o cálculo de vedação para 100% PMT.4.3 – Verificar vedação de válvulas ensaiadas a fogo Página 10/20 ES EF Verificar cálculos para a vedação soft e MxM nas seguintes condições de pressão (item 7.2): Soft Baixa pressão = 75 psi a 100 psi.4. Anexo C – C.Verificar material dos parafusos da união corpo/tampa ou corpo bi/tripartido conforme Tabela C. ES ES EF ES ES ES Verificar o cálculo do parafuso olhal (içamento do conjunto da válvula) Todas conforme API 6D.7.5.1 .2. C.3 .5 C. C. Anexo C – C.4 – Verificar materiais de estojo para corpos LF2 CL1 ou LCB. – Vedação do corpo ou tampa C. C.Verificar previsão de pré-aperto da gaxeta. C.5.2.4. Alta pressão = 110% PMT.3 – Verificar tipo de construção da esfera conforme Figura C.Verificar comprimento dos parafusos/estojos.5. Anexo C – C.3 – Esfera C. C.4 – Parafusos e porcas C.2.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 C.Verificar material da vedação do corpo ou da tampa em relação à compatibilidade química e de temperatura conforme Tabela 6. conforme ISO 10497.7 – Alavanca C.6 – Verificar acessibilidade do aperto das gaxetas.2 – Verificar existência de vedação complementar em um anel de grafite.2 .2 – Verificar se existe anel de regulagem para as sedes.6.Verificar no acionamento manual o atendimento à Norma MSS SP-91 EF ES/EF ES EF/ES ES ES ES ES ES ES .6.4.1 e C.1 – Verificar uso de redutores conforme Tabela A. Anexo C – C.4 . Média pressão = √Bp x AP MxM Baixa pressão = 60 psi a 100 psi. haste – Sistema de C.3 . – Vedação da C. C. C.6.Verificar revestimento em Zn-Ni conforme Norma ASTM B 841 com alívio de tensões e hidrogênio conforme ASTM B 849 e ASTM B 850.7.6.2.6 para válvulas ensaiadas a fogo conforme ISO 10497 e válvulas de uso geral.2 C.2 – Verificar forma construtiva e material da vedação da haste Anexo C – C.6. Média pressão = 50% PMT.3. engaxetamento C.

8 – Verificar certificado de ensaio do dispositivo antiestático Página 11/20 ES/EF C. pino.1Apresentação componentes decorrentes do carregamento gerado pela pressão interna – do memorial de exemplo : haste válvula esfera trunnion ► esforço combinado = Flexotorção.f .b .c . instruções de montagem.9 – Idem A.2.). detalhada) ou demonstrar a validação das equações nos memoriais de cálculos.1. consistência dimensional do projeto analítico (checar dimensões dos componentes do memorial de cálculo analítico com as dimensões dos componentes dos desenhos de fabricação). exceto RT 6. manuais de instalação.2. 6. etc. artigo técnico.Elaboração.).d . Todas Todas . 6. Verificar o controle de documentos de terceiros (exemplo : catalogo técnico.temperatura mínima Todas e máxima.Verificar cálculo dos elementos de fixação (prisioneiros / parafusos) que influenciam no funcionamento da válvula (vazamento / acionamento) conforme ASME B16.Verificar cálculo do diâmetro do obturador da válvula em função da deformação sob pressão.Verificar cálculo de torque de acionamento com ∆P máximo (vedação metal x metal e soft).2.2.1.VIII Division 1 ou 2.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Anexo C – C. que também pode ser verificado por elementos finitos.Verificar cálculo do ângulo de torção da haste .9 – Placa de identificação C. Todas Todas exceto RT Todas Todas 6. dimensões normatizadas. tração.Verificar cálculo das tensões de compressão.para todos os tipos de produtos e características.Verificar cálculo de esmagamento e compressão da junta conforme norma ASME Sec.. manutenção e operação. etc.2.10 Todas VERIFICAÇÃO DOS CÁLCULOS ANALÍTICOS Item da NBR15827:2007 Guia para a equipe avaliadora Tipo de Válvula NOTA 1: O fabricante deve incluir a rastreabilidade (fonte bibliográfica. etc. 6. desenhos de fabricação (verificar as cálculo da dimensões criticas. 6.2.1. verificar a boa prática dos cálculos (verificar as solicitações nos 6. A metodologia do memorial de cálculo deverá ser verificada por uma instituição de ensino (universidade). Conforme norma ABNT NBR 6023 – Informação e Documentação – Referências . 34. chaveta. cisalhamento da haste inclusive dos esforços combinados e engate haste / obturador e haste / acionamento (frezado. etc.). tolerâncias de forma e válvula posição. etc) .8 – Dispositivo antiestático Anexo C – B.1. torção. NOTA 2: Contemplar a avaliação documental em 100% (consistência das premissas de projeto com o memorial descritivo. utilizados no memorial de cálculo).1.e .1.a .2. ou consultoria de engenharia independente que deverá emitir documento / laudo técnico comprovando que o mesmo atende aos requisitos da norma ABNT 15827. e-mail.temperatura mínima e máxima. método de elementos finitos.

6. trava haste.aço carbono (WCB) e aço inox (CF8 / CF8C .DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 12/20 ES ES e BO 6.temperatura mínima e máxima. Também deverão ser demonstrados os cálculos para obtenção do torque de montagem dos prisioneiros/parafusos do preme-gaxetas. Para o caso de montagem Trunnion.1.j .1.temperatura mínima e máxima. 6.2. com o intuito de exceto RT justificar a sua aplicabilidade.h .2.2.2. 6.i .1.2. bem como possui ferramentas para refino da malha.1.Verificar cálculo dos mancais . Verificar se o software utilizado pelo fabricante permite a simulação de conjuntos.1.Verificar cálculo da força exercida pelo operador para abrir / fechar válvula Verificar o tempo de acionamento de abertura e fechamento. flange união corpo / tampa.2.q – Verificar o estudo para determinação do esforço de compressão das gaxetas.l . Verificar o número de voltas dadas no volante para abrir fechar a válvula ES ES e BO GA GA e GL RT Todas Todas exceto RT 6. o qual deverá contemplar o cálculo de dimensionamento dos prisioneiros (quando houver) ou sistema de compressão das gaxetas.2. Todas deverão ser demonstrados os cálculos de dimensionamento.1.1.m . Todas exceto RT 6.Verificar cálculo. 6.k .a: Verificação do Modelo em Elementos Finitos: 1 Verificar os Objetivos adequado para análise proposta). tampa inferior.da espessura e do encaixe "T" da cunha.1. Obs.2. aplicável somente à válvula pistão efeito simples. VERIFICAÇÃO DOS CÁLCULOS POR ELEMENTOS FINITOS Item da NBR15827:2007 6. 6. inserção de condições de contato e determinação do erro do modelo de elementos finitos.2.1.2.Verificar cálculo das tensões bucha de movimento.Verificar cálculo da espessura do dispositivo de anti-expulsão da haste e da tampa inferior. 6.1.p .2.Verificar cálculo de alívio de pressão na cavidade.n . Tipo de Válvula da memorial de 2 Avaliar programa de cálculo (deve ser considerado reconhecido/ Todas .quando aplicável).2Apresentação cálculo da válvula por elementos finitos Guia para a equipe avaliadora 6. = Verificar os materiais utilizados para o cálculo .1.Verificar o cálculo da espessura: preme gaxeta.1.o .2.2.2.Verificar cálculo das pressões das sedes sobre o obturador ou vice versa 6.1.Verificar cálculo do eixo do trunnion . Quando for utilizado um sistema de energização das gaxetas (ex: molas).Verificar cálculo da espessura da portinhola.g . 6.

etc. etc. e demais componentes feitos em materiais poliméricos sejam simplificados por modelos lineares equivalentes. gaxetas. finitos e seja demonstrada no memorial ASME Section VIII Div. (ex.). Simplificações geométricas são contribuam para a hipótese conservadora do modelo de elementos de cálculo a metodologia utilizada para a sua adoção. 8 Verificar Geometria (verificar se é utilizado um programa de CAD para importação dos dados pelo programa de elementos finitos e geração do modelo geométrico ou se o modelo geométrico é diretamente elaborado no próprio 6.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Elástico ou Inelástico. estático ou dinâmico.2. 4 Verificar se as simplificações adotadas para as propriedades de materiais contribuem para a hipótese conservadora do modelo de elementos finitos. inelástico com curva de engenharia.) programa de elementos finitos). NOTA: Recomenda-se a solicitação de verificação de arquivos de entrada sempre disponíveis) em formato acessível.2 Apresentação cálculo da válvula por elementos finitos (cont. juntas. inelástico bi-linear com encruamento.).1. 2. Modelo Nota: é aceitável que componentes com características não lineares tais como: sedes. Página 13/20 3 Verificar o tipo de análise proposta e as hipóteses adotadas. as quais devem ser adequadas para a análise. desde que as mesmas Todas utilizados para geração do modelo (nem mesmos sem os filetes de rosca e . verificar se as mesmas contribuem para a hipótese conservadora do modelo de elementos finitos. Justificativa: Segundo a norma de tensões nos parafusos e prisioneiros deve desconsiderar as concentrações de tensões. 5 Verificar tipos de elementos selecionados e suas características. 6 Verificar propriedades de material aplicadas ao modelo e suas leis constitutivas (elástico isotrópico. inelástico bi-linear perfeito. a análise Exemplo de Simplificação do memorial de aceitáveis. permitindo o modelamento dos utilizando o diâmetro primitivo. 7 Sempre que houver simplificações nas propriedades de materiais.

aconselha-se adotar como padrão a simulação da geometria completa. NOTA: Elementos com razão de aspecto deformada devem se limitar à regiões fora de interesse analítico.Verificar que a analise em elementos finitos tenha sido feita no conjunto da válvula com todos os componentes com exceção do acionamento. 13 Verificar convergência da malha.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 14/20 9 Verificar condições de contorno aplicadas ao modelo. 11 Verificar carregamentos aplicados ao modelo. as quais devem ser fisicamente coerentes e condizentes com a condição de projeto. 10 Verificar contatos focando nos tipos de elementos utilizados e regiões consideradas e se fator de atrito foi considerado ou não no modelo de elementos finitos. Mesmo considerações conservativas às análises em elementos finitos (por exemplo: consideração de carregamentos adicionais. 12 Verificar malha. no máximo. É aceitável que os fatores de atrito sejam utilizados apenas no calculo teórico das forças e torques de acionamento e torques nos parafusos e prisioneiros. . Observação – Como as válvulas abrangidas pela norma ABNT NBR 15827. exemplo: identificação porca da bucha. Nota: este valor não faz parte da ABNT NBR 15827:2007 sendo um requisito a ser atendido.) Complementação do item – as simulações devem ser realizadas preferencialmente sem condições de simetria. não é aplicável a utilização de condições de simetria. de 5% e regiões com descontinuidades geométricas devem ter um grau de refinamento maior. São eles: acionamentos e fixação) não são aceitáveis caso sejam inconsistentes com as premissas.2. mesmo que a válvula seja simétrica em sua geometria e carregamentos. Plots dos carregamentos auxiliam na verificação.b . NOTA: O modelo em Elementos Finitos deve ser completamente consistente com as premissas assumidas para o projeto.2. (componentes que não afetam o funcionamento da válvula poderão ser removidos. 14 Verificar os resultados. os quais devem ser fisicamente coerentes e condizentes com a condição de projeto e devem prever as condições de montagem (pré-cargas nos elementos de fixação) e operação da válvula (pressurização e aplicação do torque na haste) em momentos distintos da simulação. O refinamento da malha deve assegurar que o erro máximo do modelo de elementos finitos seja. 6. possuem elementos sob torção. Em função disto. marcação em relevo. Verificar aspectos e principalmente ver malha junto ao resultado e concentração de tensões. etc. Plots das condições de contorno auxiliam na verificação.1. exceto as do tipo retenção.

c . 6.VIII . desde que esteja claro esta restrição em seu desenho de conjunto ou outro documento (item 5.b .As análises por elementos finitos devem aplicar os torques calculados do acionamento e pré-cargas dos elementos de fixação (prisioneiros / parafusos).1.2.2. ignorando pontos de concentração de tensão na rosca ( ASME . Todas Todas .2. conforme solicitado) Sugestão de item – Verificar a realização de análise por elementos finitos para a determinação da temperatura no redutor quando a válvula estiver operando à temperatura máxima de operação.d .1.3.2 NOTA: Deverá ser apresentada em detalhes a metodologia utilizada para linearização das tensões conforme definido no código ASME Séc. verificar a metodologia para obtenção dos valores de pré-cargas em função dos torques de montagem.Div.(limitar a temperatura conforme ASME B16:34. inclusive considerando a força necessária aplicada nas gaxetas. mínima e máxima na correspondente pressão conforme ASME B16.2.Verificar os critérios de aceitação das tensões admissíveis dos componentes críticos nas temperaturas ambiente.a .Verificar que a analise de elementos finitos tenha sido feita a temperatura ambiente. 6. Se necessário.3.34. O fabricante por opção poderá solicitar para homologação somente uma opção de material. 6.Div.Verificar que as tensões máximas dos prisioneiros/parafusos e porcas. não excedam três vezes SM.2.3 .34 e com os carregamentos 6.1.2. devido a força de tração de aperto e eventual flexão. Sugestão de item – Verificar se as pré-cargas dos prisioneiros estão condizentes com os valores definidos no memorial de cálculo.2.1. Essa metodologia deve ser fisicamente coerente.1.Análise de tensões e tensões admissíveis (acionamento / fixação) conforme ASME Sec. mínima e máxima com a correspondente pressão do ASME B16.2.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 Página 15/20 6.4 da norma).VIII).VIII .

2. 1 e ou ASME B16. na periferia do componente. não deverá exceder três vezes o valor de Sm. 1 e 2. através da seção transversal do componente.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 (Alteração dos do item) – Os e os Página 16/20 cálculos para dimensionamento prisioneiros/parafusos deverão da seguir norma porcas requisitos ASME Section VIII Div. não poderá ser maior do que duas vezes Sm. 2 ou Div. 3Sm 2Sm . pressão e temperatura aplicada. e ASME B16. parágrafo 4-141): • O valor médio das tensões produzidas pela combinação da pré-carga. 1 ou 2. pressão e temperatura aplicada. e a análise de tensões através de elementos finitos deverá satisfazer os seguintes critérios (ASME VIII Div. para a verificação do cumprimento deste item prevalecerão os resultados dos cálculos realizados conforme ASME VIII Div.34.34. No caso em que as simulações computacionais apresentarem resultados inconsistentes com os cálculos analíticos. NOTA: Segundo recomendação das normas ASME VIII Div. para a verificação de ambos os limites descritos acima devem ser desconsideradas as concentrações de tensão. • A máxima tensão produzida pela combinação da pré-carga.

67Sy. .8Sm (AD-132.1 a). Verificar se a máxima tensão de Chaveta Todas exceto RT cisalhamento.2.2.VIII /2004 . e não somente torção.2). Quando um componente for sujeito a cisalhamento puro (chavetas. etc.Verificar os critérios de aceitação das tensões no sistema de acionamento (com exceção do atuador) deverá ser 67% das tensões de escoamento do ASME II Part D e as tensões de cisalhamento. Observação – Verificar se as tensões nos componentes suportados por mancais não Eixo Trunnion suportado por mancal 6.) respectiva temperatura de operação quando a distância de uma aresta livre do componente até a região mancalizada é maior do que a distância na qual é distribuída a carga no mancal (AD132.3 . etc. Observação – Para verificação do limite admissível de 0.6Sm (AD-132.1. torção e compressão não devem exceder as limite especificado no ASME Séc.2 Parte AD132.Análise ultrapassam Sy para a respectiva temperatura de operação. ou 1. desconsiderando-se concentrações de tensão.1.3. Máxima Cisalhamento) Tensão e não de as Página 17/20 componentes de tensões (σx. Caso o componente esteja sujeito a um carregamento combinado.c .5Sy para a de tensões e tensões admissíveis (cont.) individualmente. em elementos com seções circulares sujeitos à torção não ultrapassa o limite de 0. pinos.2). τxy.) verificar se a tensão de cisalhamento média através da seção não ultrapassa 0.2. Para este caso deverá ser comparado o valor da tensão obtida através de alguma teoria de falha estática com o limite admissível de 0. deverá ser utilizada alguma teoria de falha estática (ex: Máxima Energia de Distorção.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 6. não deverá ser aplicado o parágrafo AD-132.Div.67Sy.

6. 6.Verificar a validação do Modelo em Elementos Finitos através da correlação dos resultados numéricos encontrados com resultados de Página 18/20 medições em protótipo instrumentado (tensões.2.c .Verificar se o diferencial de dureza entre sede e esfera para ES ES ES. etc.Verificar se o estudo de folgas e tolerâncias considera as condições de carregament interno e externo do atuador.a.2.Estudo de folgas e tolerâncias anéis o’rings como vedação (temperatura mínima.5 . detalhando as inexatidões individuais dos equipamentos utilizados.2. independente da classe de pressão sendo do mesmo tipo.5.b . 6.2. NOTA: É aceitável a validação dos modelos de uma família de válvulas de mesmo tipo e concepção por um único teste desde que apenas variações 6.5. RT Todas Todas Todas Todas . bem como a incerteza expandida do experimento. ambiente e máxima). Verificar se existe estudo completo com critérios de seleção dos materiais 6.3 . 6.2. Os resultados numéricos encontrados devem ser mais conservativos em comparação com os resultados dos testes. 6.) conforme faixa de aplicação da Tabela 6.3.Verificar definição da tolerância da esfericidade e do grau de esfera-sede e haste acabamento superficial da esfera e área de vedação da haste. Verificar a rastreabilidade das medições realizadas. incluindo estudo de forma e posição. ambiente e máxima). considerando-se uma probabilidade de abrangência de 95.Verificar existência de estudo de folgas e tolerâncias completo (temperatura mínima. A comparação desses resultados deve ser apresentada indicando as variações percentuais observadas. Verificar se a validação do modelo de análise por elementos finitos prevê o estudo de propagação das incertezas do ensaio de extensometria. conferindo os dados de certificados de calibração e folhas de dados dos equipamentos. deformações). torque de acionamento. NOTA: Atentar ao controle do processo de obtenção dos resilientes em PTFE para garantir a repetibilidade do desempenho da vedação em função da elasticidade e plasticidade. Os laboratório nos quais serão realizados os ensaios de extensometria para a validação do modelo de elementos finitos deverão satisfazer os requisitos descritos no Anexo D deste RAC.a . Não é permitida a validação de modelos de diferentes tipos através de um único teste.2.b .BO. Verificar estudo para prevenção da extrusão nos componentes que utilizam 6.2.2.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 6.Estudo dos materiais resilientes das sedes resilientes / elastômeros definidos no projeto do fabricante.2.2.Verificar se o estudo de folgas e tolerâncias considera a influência da temperatura (engripamento. em função de classes de pressão e de temperatura da válvula. de maneira a justificar as divergências nos resultados obtidos.2.3.4 .2 Validação do modelo de análise por elementos finitos dimensionais existam entre essas válvulas.Vedação 6.3.45%.

2. 6.Verificar a existência de estudos para levantamento das curvas de perda de carga e coeficiente de vazão. Cada percentual de abertura deverá ser Curva do coeficiente de vazão obtido através do deslocamento linear total do obturador (válvulas do tipo globo) ou ângulo de abertura total (válvulas do tipo borboleta).Verificar se a memorial de cálculo do sistema de acionamento considera o TMO como premissa de projeto. 60%.2. BO e RT coeficiente de vazão para posições da de válvula.Verificar se o diferencial de dureza entre sede e obturador está claramente indicado nos desenhos ou nos documentos específicos.7. Página 19/20 vedação tipo metal x metal está claramente indicado nos desenhos ou nos Todas Todas Todas exceto RT GA e GL 6.2. 6.6.2.c . 6.2. TMO e TMA considerando classe de pressão e temperatura. 80% e 100%.b .6.7. Esses cálculos devem ser analisados e validados.Verificar levantamento dos torques: TNO.8.Verificar se o TNO atende a MSS SP-91.a .2.a .Vedação obturador-sede e haste 6. obturadores e área de vedação da haste.7.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 documentos específicos.7 .Verificar definição do grau de acabamento superficial das sedes.Torques requeridos no eixo da válvula ES BO Todas exceto RT 6. ou através do modelo de 100 gases perfeitos.) dos fluídos deverão 80 60 GLOBO. podendo este ser representado por ar em temperatura ambiente.Verificar se o TNO atende a AWWA C504.7.2.Estudo de mecânica dos fluidos (cont.a . abertura: 40 20 Sugerem-se os seguintes 0 0 20 40 60 80 100 % DO Cv COM A VÁLVULA TOTALMENTE ABERTA 10%.7. Os estudos de mecânica fornecer perda diversas abertura percentuais as de curvas carga de e de ABERTURA DA VÁLVULA [%] PORCENTAGEM DO Cv MÁXIMO x PORCENTAGEM DE ABERTURA 6. 40%. 6.2. 6.Verificar se o esforço exercido pelo operador para acionar a válvula atende os requisitos especificados na API 6D.2.b . Para válvulas de retenção deverá ser elaborada a curva de perda de carga e .2.2.8 . 6.6 . 20%.d .e . inclusive por testes. 6. Os estudos de mecânica dos fluídos realizados através de CFD deverão contemplar os fluídos água e gás.

2. fazer um resumo das principais observações. Sugestão de item – Nos estudos de mecânica dos fluídos realizados através de CFD deverá ser demonstrado o critério de escolha para o modelo de turbulência adotado.3.1. Todas Todas 6.10 . Também deverá ser verificado se a camada limite adotada é adequada ao problema sob análise.DOQ-CGCRE-006 – Revisão 00 – Novembro/2009 coeficiente de vazão. lembrar do conceito de congelamento do projeto e informar Observação: Reunião de Encerramento que a OCP deverá ser consultada pelo fabricante sobre qualquer alteração de projeto pretendida para que esta avalie sua extensão e conseqüências.6. Emitir documento declarando que o projeto cumpre com os requisitos estabelecidos nos itens 6.2 da NBR 15827. carimbar e assinar todos os desenhos e memoriais analisados pelo OAC.Verificar a capacidade de aliviar a sobrepressão retida na cavidade do corpo.2 da NBR 15827. assegurando que o erro do modelo computacional para a variável sob análise seja de no máximo 5%. 5.b . 6. contendo os itens de a) a i) deste item do RAC.2.1 e 6. sem percentuais de abertura. 6.2. A alteração deve ser suportada por justificativas técnicas. ES RT _____________________ .4.10 Capacidade de alívio de sobrepressão Não será admitida nenhuma não conformidade aos critérios estabelecidos Observação: RAC .2. Página 20/20 Nos estudos de mecânica dos fluídos realizados através de CFD deverá ser demonstrada a análise de convergência da malha.Verificar a existência de evidência de comportamento estável. dentro da faixa de vazão de trabalho. conforme padrão construtivo indicado na Tabela 3. 6. assinar a folha de realização da avaliação. Agradecer abertura dos dados concedida.1Critério de aceitação e rejeição nos itens 5. Reafirmar o compromisso de confidencialidade. Não esquecer de circular lista de presença.8. Ao final da avaliação.