Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Serviços Ambientais da Amazônia – SERVAMB

http://inct-servamb.inpa.gov.br/
Seminário Nacional dos INCTs, Brasília-DF. 23/11/10

Coordenador:

Philip Martin Fearnside (pmfearn@inpa.gov.br)
Vice-coordenador:

Paulo Maurício Lima de Alencastro Graça (pmlag@inpa.gov.br) http://inct-servamb.inpa.gov.br http://agroeco.inpa.gov.br http://philip.inpa.gov.br

Missão
Reduzir as incertezas na quantificação q ç dos serviços ambientais da Amazônia, especialmente no que tange carbono e água, e desenvolver ferramentas e cenários capazes de interpretar os custos e benefícios de diferentes políticas públicas em termos destes serviços. i

O Comitê de gestão 1 Philip Martin Fearnside 2 Paulo Maurício Lima de A. Graça 3 Rita de Cassia G Mesquita G. 4 Antônio O. Manzi 5 Irving Foster Brown

Sumário dos Resultados Obtidos Apesar do INCT-SERVAMB ter os seus primeiros recursos fi i i financeiros i disponibilizados apenas em junho de 2010, o grupo vem produzindo resultados sobre os temas do INCT usando recursos de projetos colaboradores. colaboradores

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UFMG Foster Brown / Cleber Ibraim Salimon. UFAC Florestas Secundárias Rita de Cássia Guimarães Mesquita. INPA Grupo associado: Diógenes Al Dió Alves. UFAC .Coordenadores dos Subprojetos Mudança de Uso da Terra e Emissões d d d i õ Philip Martin Fearnside. Oriental Fragmentação e Efeitos de Borda José Luis Campana Camargo. INPE Agroflorestas Claudio José Reis de Carvalho. INPA Grupos associados: p Britaldo Silveira Soares Filho. ALFA (PDBFF) Hidrologia Alejandro Duarte. EMBRAPA-Amaz.

LINHAS DE PESQUISA Modelagem de mudança de uso da terra Estoques e fluxos de carbono de biomassa q Emissões de gases de efeito estufa na Amazônia Serviços hidrológicos em rios amazônicos Maximização dos serviços ambientais de ambientes antrópicos Integração de serviços ambientais nas políticas públicas .

incluindo o domínio da ARIE PDBFF Zé Luis .1 Analisar efeito sobre os serviços ambientais resultante da criação de áreas protegidas em modelos de desmatamento Analisar o efeito do fogo em florestas maduras na Amazônia Philip 2 Foster 3 Analisar serviços ambientais de agroflorestas e outros usos manejados Embrapa 4 Caracterizar pelo uso de geoprocessamento potencialidades ecológicas e econômicas do t i lid d ló i ô i d Distrito Agropecuário da Suframa.

5 Descrever trajetórias sucessionais a partir do histórico prévio do uso Diogenes 6 Desenvolver modelo espacial de uso da terra na Amazônia Britaldo .

vegetal de baixa ou média biomassa no Arco do Desmatamento .7 Melhorar estimativas de biomassa florestal. formação de carvão vegetal e decomposição especialmente em Philip decomposição. fatores de queima.

tomadores de decisão.Promover a capacitação de gestores. t d d d i ã d d representantes da sociedade civil 8 organizada e agricultores em temas relacionados com a conservação dos serviços ambientais Foster 9 Realizar levantamento fl í ti em R li l t t florístico vegetação secundária de diferentes idades Rita 10 Refinar estimativas atuais de fitomassa em áreas de vegetação secundária Rita . educadores.

11 Testar provisões sobre efeito de reisolamento dos fragmentos florestais da ARIE Zé Luiz PDBFF nos componente arbóreos e solo 12 Gestão administrativa e operacional do INCT dos Serviços Ambientais da Amazônia FDB .

Subprojeto: S b j t Hidrologia .

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Subprojeto: S b j t Florestas secundárias .

desmatamento) ) Regeneração ou recuperação solo nu pastagem ou roça abandonada capoeira / floresta p secundária floresta madura .Crescente aumento das áreas de floresta secundária em virtude do modelo de ocupação humana da Amazônia Degradação (fogo. corte.

Formação de mosaicos de vegetação com florestas primárias e secundárias • Fatores influenciando a formação e dinâmica das capoeiras Histórico e dinâmica do uso agropecuário da terra Ocorrência de queimadas Paisagem onde se insere (proximidade à áreas de floresta) Tomada de decisão dos agricultores (políticas públicas locais regionais locais. regionais. secas prolongadas incêndios florestais) chuvas prolongadas. nacionais) Processos já em curso associados às mudanças climáticas (alteração no regime de chuvas. .

) • Influenciam as florestas adjacentes: – Incidência de vento – Incidência de luz solar – Temperatura do ar e do solo – Umidade do ar e do solo lacre (Vismia spp.) Mesquita et al. 1999. ..• Capoeiras diferem entre si: – – – – – – – Tempo de regeneração Acúmulo de biomassa Densidade de indivíduos Altura das árvores Formato da copa das árvores Sombreamento do solo Temperatura e umidade do solo e do ar – Composição florística – Composição/atratividade fauna embaúba (Cecropia spp.

Florestas secundárias e promoção da “conservação produtiva 1 conservação produtiva” Valorização das capoeiras como espaço produtivo e de conservação ambiental Potencial para implantação de Sistemas Agroflorestais (SAF’s) Diversificação da agricultura ( i lt (segurança alimentar) e da produção rural Geração de renda e redução da pobreza no campo Proteção de áreas protegidas que necessitam cobertura florestal p permanente ( (APP’s) ) Redução da pressão sobre as florestas primárias 1 Perz. 2004 .

sistemas produtivos para a restauração dos serviços ambientais perdidos com o desmatamento . e No potencial de manejo sustentável de áreas agrícolas abordando agrícolas. Na proteção dos recursos hídricos. No sequestro de carbono.Pesquisa • Objetivos e metas: Avaliar a importância das florestas secundárias na conservação dos serviços ambientais da Amazônia Compreender o papel atual das florestas secundárias: – – – – Na conservação da biodiversidade.

Pesquisa • Áreas de estudo: – Expansão dos estudos realizados em Manaus (desde a década de 1990) para outras 4 bacias hidrográficas Manaus Carauari Humaitá Apuí p Parintins .

Pesquisa • Áreas de estudo: – Estudo de cronossequências de capoeiras em regiões com características variadas quanto: – à tipologia da vegetação Manau s Carauari Humait á Apuí Parintin s – à hidrologia – ao clima – às características edáficas – às populações humanas – ao históricos de uso e ocupação .

org) – Coordenada por Robin Chazdon (The University of Connecticut) e apoiada pela National Science Foundation dos Estados Unidos – Agrega pesquisadores do México. Panamá.Pesquisa • Formação da rede d pesquisa: F ã d d de i • Projeto Pioneiras – Integra a rede de pesquisa NeoSelvas (www. Guiana e Brasil – Estuda os processos ecológicos envolvidos na sucessão de áreas tropicais degradadas .neoselvas. Costa Rica.

O experimento • • • • • • 11 capoeiras 990 mudas plantadas 9 espécies Tratamento – d b t d 40% d á desbaste de da área b l * basal Controle = sem desbaste 2 anos de monitoramento Variáveis analisadas • • Taxa de crescimento relativo das plantulas Radiaçao fotossinteticamente ativa (PAR) = luminosidade .

Taxa de crescimento relativo das plântulas no tratamento x desbaste Crescimento relat tivo (%) * Resposta significativa = maior crescimento no desbaste para espécies de rápido crescimento .

condução e no monitoramento das atividades de enriquecimento de capoeiras nas áreas de estudo .Transferência de conhecimento para a sociedade • Relacionamento com a sociedade: – Participação dos produtores rurais e da comunidade local na implementação.

agroflorestais piscicultura) para capacitação das famílias e comunidades locais de acordo com demandas locais – Implantação de atividades nas propriedades rurais com potencial para geração de renda complementar às famílias residentes nas áreas de atuação do projeto . sistemas agroflorestais.Transferência de conhecimento para a sociedade • Relacionamento com a sociedade: – Oferecimento de cursos e oficinas (meliponicultura.

Transferência de conhecimento para a sociedade • Educação para a ciência: – Elaboração de cartilhas e material didático contendo informações a respeito das formações secundárias (capoeiras) na Amazônia e atividades desenvolvidas no â bit d projeto d pesquisa. d l id âmbito do j t de i .

Transferência de conhecimento para a sociedade • Educação para a ciência: – Participação da atividade “O pesquisador vai à escola” para divulgação do projeto para alunos do ensino fundamental da rede pública de ensino do Estado durante a 7ª S Et d d t Semana N i Nacional d Ciê i e T l de Ciência Tecnologia l i .

Transferência de conhecimento para a sociedade • Interação com o ensino básico: – Atividades de educação ambiental com alunos da rede de ensino básico de Manaus em parceria com o Jardim Botânico municipal .

Subprojeto: S b j t Fragmentação e efeito de borda .

10km Fotos: Richard Bierregaard .

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Subprojeto: Agroflorestas .

Variabilidade espacial da matéria orgânica leve livre do solo em diferentes tratamentos de plantio de dendezeiro em consorciação com sistemas agroflorestais jovens (3 anos) em Tomé-Açu.Matéria orgânica leve livre (g kg ) a e -1 35 30 25 20 15 10 5 0 0-5 5-10 10-20 35 30 25 20 15 10 5 0 0-5 5-10 10-20 UD-2 Adubadeiras Copa dendê Entre dendê Faixa adubadeiras Capoeira SAF referência Matéria orgânica leve livre (g kg ) a ( -1 Profundidade (cm) UD-2 Biodiverso Manual Copa dendê Entre dendê Copa faixa Entre faixa Capoeira SAF referência Profundidade (cm) Matéria orgânica leve livre (g kg ) o k -1 35 30 25 20 15 10 5 0 0-5 5-10 10-20 Figura 1. Pará UD-2 Biodiverso Mecanizado Copa dendê Entre dendê Copa faixa Entre faixa Capoeira SAF referência Profundidade (cm) .

A MOL-L tende a decrescer MOL L de acordo com a profundidade do solo.Comentário: De forma geral os resultados preliminares apresentados na Figura 1 mostram que a matéria orgânica leve livre (MOL-L) (MOL L) geralmente é maior nos tratamentos adubadeiras e biodiversos em relação aos tratamentos de referência (capoeira e sistema agroflorestal antigo de 10 anos – SAF). . provavelmente porque a atividade microbiana á mais intensa no processo de decomposição da matéria orgânica nos sistemas mais antigos (capoeira e SAF).

Matéria orgânica leve oclusa (g kg ) -1 35 30 25 20 15 10 5 0 0-5 5-10 10-20 UD-2 Adubadeiras Copa dendê Entre dendê Faixa Capoeira SAF referência Profundidade (cm) Matéria orgânica leve oclusa (g kg ) -1 35 30 25 20 15 10 5 0 0-5 5-10 10-20 UD-2 Biodiverso Manual Copa dendê Entre dendê Copa faixa Entre faixa Capoeira SAF referência Profundidade (cm) M Matéria orgânica leve oclusa (g kg ) e -1 35 30 25 20 15 10 5 0 0-5 5-10 10-20 UD-2 Biodiverso Mecanizado Copa dendê Entre_dendê Copa faixa Entre faixa Capoeira SAF referência Figura 2. Pará. Profundidade (cm) . Variabilidade espacial da matéria orgânica l té i â i leve oclusa d solo l do l em diferentes tratamentos de plantio de dendezeiro em consorciação com sistemas agroflorestais jovens (3 anos) em Tomé-Açu.

MOL-O tende a decrescer de acordo com a profundidade do solo. solo . sobretudo de 5 a 20 cm de profundidade A profundidade.Comentário: De forma geral os resultados preliminares apresentados na Figura 2 mostram que a matéria orgânica leve oclusa (MOL-O) (MOL O) geralmente é maior nos tratamentos adubadeiras e biodiversos em relação aos tratamentos de referência (capoeira e sistema agroflorestal antigo de 10 anos – SAF).

0 0. Pará. .5 Floresta secundária 1.5 05 0.0 1.1 5 1 .5 Est toque de raíz (Mg ha-1) zes 2.10 Diâmetro de raiz (mm) Silvipastoril Paricá Mandioca Figura 3 E t Fi 3.2. Estoque de raízes finas.1 21 -5 5. médias e grossas d í fi édi (profundidade 0-30 cm) em diferentes sistemas de uso da terra em Mãe do Rio.0 ≤2 2.

(silvipastoril plantio de paricá e roça com mandioca). independentemente da classe de diâmetro de raízes.Comentário: Os dados preliminares do estudo em andamento em área de agricultor familiar em Mãe do Rio mostram diferenças significativas em estoque e morfologia de raízes entre sistemas de uso da terra. O estoque de raízes foi mais alto na floresta secundária do que nos outros sistemas (silvipastoril. O sistema silvipastoril raízes apresentou alto estoque de raízes finas provavelmente devido à contribuição das raízes de gramíneas nesta classe de diâmetro. .

Subprojeto: S b j t Mudança do Uso da terra e emissões .

Biomassa de raizes de savana. Roraima .

Roraima . Ilha de Maracá.Necromassa florestal.

Acre 25/10/10 .Brasileia.

Brasileia. Acre 25/10/10 .

Acre 25/10/10 .Brasileia.

.Iberia. Peru. 21/10/10 . .

.Iberia. . Peru. 19/10/10 .

19/10/10 . Peru.Iberia.

Peru Iberia Peru.Iberia. 19/10/10 .

Acre. 18/09/10 . SESC.Rio Branco.

Inaparí. Defesa Civil 18/08/10 . Peru.

Peru.Inaparí. Defesa Civil 13/10/10 .

Bolívia. 22/09/10 .Cobija Herencia.

Acre. AMAC 24/08/10 .Rio Branco.

Foto 1 – Avanço de desmatamento em assentamentos no sul do Estado do Amazonas .

. Amazonas .Foto 2 – Grandes fazendas no sul do Município de Lábrea.

região onde o desmatamento deve aumentar devido à migração. caso seja ligada ao Arco de g ç . . j g Desmatamento pela proposta reabertura da rodovia BR-319 (Manaus-Porto Velho).Foto 3 – Pastagem avança sobre a floresta no sul do Estado de Roraima.

fenômeno 2005 climático cujo aumento acentuado da freqüência é previsto pa a p ó as para as próximas décadas devido ao aquecimento global.Foto 4 – Árvore morta e invasão de bambus como resultado dos incêndios no Acre durante a seca de 2005. de do aquec e o g oba . . caso as emissões continuem sem limitações.

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Desmatamento 2002/2003 Desmatamento até 2002 Fonte: INPE PRODES Digital. 2004. .

Proteção Integral – 29% Uso Sustentável – 71% .UCs Propostas na Área da ALAP 319 São 13 UCs abrangendo uma área total de 9.414.486 hectares.

Inovações .

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2009 AGROECO BAU “Business As Usual “ Objetivos Fearnside et al...Modelagem do desmatamento na Amazônia Fearnside F id l Introduçãoet al.. 2009 AGROECO Conservação Soares-Filho et al. 2006 DINAMICA-EGO Metodologia Resultados Esperados Cronograma 67 .

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1000 Cenário de referência 900 800 Carbo emitido (m ono milhões de t C) 700 Cenário conservação 600 500 400 300 200 100 0 Ano .

4 1.31 .95 0.1 3.6 38% 22% 16% 0.64 0.Cenários simulados para a ALAP da BR-319 até 2050 é Desmatamento até 2050 ( (106 ha) ) Percentagem da ALAP Emissão Líquida Comprometida p (Gt C-CO2) Business as Usual Conservação Diferença 5.

750 Km².ÁREA DE ESTUDO: • Superfície de 99.7 km². até 2007. p . •Pop.320. • Cortada pela BR – 174. BR – 210.000 habitantes • Área desmatada: 3. PRODES (2008) 71 . BR – 431 e pela rodovia Estadual RR – 170. 61 000 •Pop 61.

Arquivos vetoriais de desmatamento do PRODES 72 .

Gráfico de desmatamento anual acumulado 73 .

Carbono emitido = carbono da floresta – carbono da veg. secundária 74 .

75 .

80 áreas protegidas Desmatamento acumulado Desmatamento acumulado Floresta Floresta Não Floresta Não Floresta Eixos rodoviários Limites Estaduais Eixos rodoviários Limites Estaduais 76 .

• Fração de desmatamento nas áreas de entorno de 10 e 30 km entre 1997 e 2007 • Medida de eficiência : Fração de área desmatada área entorno Fração de área desmatada dentro da A P A.P 77 .

9 TI 3.9 25 9 9 25.3 3.8 UPI Federais 7.4 10 16.8 UUS 2.3 16 3 20 30 38.1 Razão buffer 10 km/dentro Efetivadade UUS Estaduais 0 2.0 1.6 12.1 • Eficiência das áreas protegidas – Cate orias de Uso X Esfera Categorias Administrativa 0.3 UUS Federais 4.9 0 10 20 30 40 40 78 50 . 8 32.4 TI 10 km_2007 Dentro _2007 28.9 25 12.• Eficiência das áreas protegidas – Categorias de Uso 28.7 20.9 25.3 3.5 11.6 2.3 13.8 7.1 UPI Estaduais 18.4 20 4 UPI 2.0 20 9.

• Área desmatada (acumulada) em km² 55000 50000 45000 40000 35000 BAU I-1 IBAU I-2 IBAU II-1 II- 30000 25000 20000 2007 2012 2017 2022 2027 2032 2037 Anos 79 .

.

Vegetação Original .

Biomassa Original .

Perda de vegetação original (Desmatamento + Corte de Cerrado .

30 .3 1.6 136.2 137. de tipos de vegetação t ã Área original (mil k ( il km2) Área 2006 (mil k ( il km2) Área 2007 (mil k ( il km2) Área perdida por ano 2006-2007 (mil km2/ano) Floresta 7 214.Rondônia: Áreas e perdas d vegetação R dô i Á d de t ã Categoria No.

Mato Grosso: Áreas e perdas de vegetação Categoria No.9 2.30 0 30 2.0 359.5 360 5 902.0 360.2 361.5 360.9 359 9 720. de tipos de Vegetação Área original (mil km2) Área 2006 (mil km2) Área 2007 Área perdida (mil km2) por ano 2006-2007 (mil km2/ano) Floresta Savana Total 9 15 541.0 363.04 0.2 360 2 723.34 .

494.2 829 2 5.0 MT Cerrado RO Floresta 23.2 2.0 2 127 0 6.3 53.8 18 Total 29.Estoque e perda bruta de biomassa Categoria Biomassa acima do solo (t/ha) Biomassa abaixo do solo (t/ha) Biomassa total (t/ha) Biomassa acima do solo vegetação original (milhões de t) ) Biomassa total vegetação original (milhões de t) Perda bruta de biomassa (milhões de t/ano) MT Floresta 269.7 .549.0 17.0 1.409.0 59 0 310.621.6 829.703 15.654.1 14.6 59.0 36 0 51.4 67.0 23 0 259.8 323.0 36.580.127.3 66.2 19.

38 1.62 0.2 12.67 48.8 20.Perda líquida de carbono Categoria Perda bruta de carbono (milhões ( ilhõ de tC/ano) Estoque de C/ha na paisagem de b i d subsituição (tC/ha) Acrescimo anual de C por expansão d ã da paisagem de subsituição (milhões de tC/ano) Perda líquida de C (milhões ( ilhõ de tC/ano) MT Floresta MT Cerrado RO Floresta Total 31.67 29.7 0.5 4.8 2.8 12.0 .0 0.5 18.8 12.

3 0.0018 4.5 21.6 MT Cerrado 16.7 0.57 0.1 59.32 0.0006 1.7 0.0001 0.9 RO Floresta 73.3 4.8 .3 33.0 0.Emissão de gases de efeito estufa g Categoria Emissão líquida CO2 (milhões de t gas/ano) Emissão líquida CH4 (milhões de t gas/ano) Emissão líquida N2O (milhões de t gas/ano) Emissão de gasestraço (milhões de (tCO2-C eq/ ano) Emissão líquida total (milhões de (tCO2-C eq/ ano) 1 25 298 MT Floresta 114.21 0.05 0.0010 2.4 Total 204.

.

.Linha de base até 2050: Yanai 2010 2020 2030 2040 2050 Cenário BAU (Business as usual) da RDS do Juma de Yanai (2010).

.

0 4.0 0 5 10 15 Discount rate (%/year) No atmospheric C With atmospheric C .0 0.Effect of discount rate on leakage impact Leakage impact (% of no % rese erve impact) 12.0 12 0 10.0 6.0 8.0 2.

Interação com setor produtivo Os experimentos conduzidos na Atividade “Armazenamento de carbono em sistemas agroflorestais consorciados com dendê“ dendê têm envolvimento direto das empresas CAMTA (Cooperativa A í l Mi d (C i Agrícola Mista de Tomé-Açu) e Natura. .

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Resumos Publicados (29) Palestras em Congressos (96) Outras Palestras (25) O t P l t Apresentação de pôsters (3) Entrevistas (144)

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