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Para aqueles que não conhecem e tem vontade de aprender um poucos mais sobre as Qualidades de Filmes disponiveis na internet

, esta disponivel abaixo um tutorial explicando o que significa cada sigla desde CAM até versões NUKADAS … Bom Proveito ! CAM: é um “rip” feito no cinema, normalmente com uma câmera digital. Às vezes é usado um tripé, mas na maioria das vezes isso não é possível, deixando a filmagem tremida. Devido aos lugares disponíveis no cinema também não serem sempre no centro, pode ser filmado com ângulos diferentes. Se cortado (cropped) adequadamente, é difícil diferenciar, a não ser que tenha legendas na tela, mas muitas vezes os CAM são deixados com bordas pretas na parte de cima e de baixo da tela. O som é gravado com o microfone embutido da câmera e, especialmente em comédias, risadas são ouvidas durante o filme. Devido a esses fatores, a qualidade de som e imagem costumam ser muito ruins, mas as vezes, com sorte, o cinema está quase vazio e apenas baixos ruídos serão ouvidos. TELESYNC (TS):More… tem as mesmas características de um CAM, só que usa uma fonte externa de áudio (normalmente um fone de ouvido na poltrona para pessoas que não ouvem bem). Uma fonte de áudio direto não garante uma boa qualidade de áudio, pois muitos barulhos podem interferir. Muitas vezes um telesync é filmado em um cinema vazio ou da cabine de projeção com uma câmera profissional, gerando uma melhor qualidade de imagem. A qualidade varia muito, por isso veja um sample (amostra) antes de baixar o filme por completo. A maior parte dos Telesyncs são CAMs que foram rotuladas de forma errada. TELECINE (TC): uma máquina de telecine copia o filme digitalmente dos rolos. O som e a imagem costumam ser muito bons, mas devido ao equipamento e custos envolvidos, os telecine são muito raros. Geralmente o filme estará com o aspect ratio (proporção) correto, apesar de existirem telecine de 4:3 (tela cheia). TC não deve ser confundido com TimeCode , que é um contador visível e fixo durante todo o filme. SCREENER (SCR): uma fita VHS prévia, enviada para locadoras e vários outros lugares, para uso promocional. Um screener é fornecido de uma fita VHS e normalmente em 4:3 (tela cheia), apesar de alguns screener com faixas pretas já terem sido lançados. A maior desvantagem é um “ticker” (uma mensagem que aparece na parte de baixo da tela com os direitos autorais e um telefone anti-pirataria). Além de que, se a fita tiver algum número de série, ou qualquer outra marca que possa denunciar a origem da fita, esses terão de ser escondidos, normalmente com uma faixa preta em cima. Isso costuma durar apenas uns segundos, mas infelizmente, em alguma cópias, dura o filme inteiro e alguns podem ser bem grandes. R5: se refere a um formato específico de DVD região 5. Em um esforço para competir com a pirataria, a indústria decidiu criar esse novo formato que é produzido mais rápido e mais barato do que os tradicionais DVDs. O que os difere dos DVDs tradicionais é que os R5 são tranferidos diretamente de um telecine sem qualquer tipo de processamento de imagem, e sem nenhum adicional. Às vezes os DVDs R5 são lançados sem áudio em inglês, exigindo que os grupos de pirataria usem o áudio de outra fonte. Nesse caso o release possui a descrição “.LINE” para distinguir daqueles que possuem o áudio do original. A qualidade da imagem de um R5 geralmente pode ser comparada com um DVD screener. No final de 2006 alguns grupos como o DREAMLIGHT, mSs e PUKKA passaram a nomear seus Releases de “.R5″ e sugeriram a outros grupos que fizessem o mesmo. DVD-SCREENER (DVDscr): mesmas condições do screener, mas com uma fonte de DVD. Normalmente com letterbox (faixas pretas), mas sem os extras que o DVD final (de venda e/ou aluguel) possa ter. O ticker não costuma ficar nas faixas pretas, e pode atrapalhar a visão. Se o “ripador” tiver o mínimo de conhecimento, um DVDscr deve sair muito bom. Normalmente passado pra SVCD ou DivX/XviD.

Esse formato não vale o download. Silvers são baratos e facilmente encontrados em muitos paíes. Grupos famosos são SMR e TMD. WPs podem ser boas aquisições para a coleção uma vez que já tenha em mãos a versão final. muito mas elevadas. mas postos num DVD. e é o motivo de ter tantos por aí no momento. TVRip: episódios de TV que são de redes (capturados usando cabos digitais/satélite) ou de “PRE-AIR”. Asian Silvers / PDVD: são produzidos por contrabandistas e são comprados por alguns grupos que vendem como se fossem deles. Se possível.Nome. PDTV/HDTV: são capturados de uma TV com cartão PCI DIGITAL. DVDrips são lançados em SVCD e DivX/XviD. KVCD: é uma modificação ao padrão MPEG-1 e MPEG-2. VCD’s e SVCD’s são cronometrados nos minutos e não em MB. XVCD / XSVCD: estes são basicamente VCD/SVCD melhorados. normalmente gerando os melhores resultados. e a qualidade pode variar de excelente a muito ruim. São ambos capazes de definições e de melhores taxas. e a qualidade usualmente é melhor que os silvers. Muito difícil de se encontrar. apesar de rips em VCD/SVCD/DivX/XviD serem aceitos nos rips de TV. Muitas vezes vemos o rip rotulado como HDTV também. parecer maior do que a capacidade de disco e na realidade pode cabe 74min em um CDR74. com um bit-rate constante de 1150kbit em uma definição de 352×240 (NTSC). Habilita criar CDs de 120 minutos com qualidade perto do DVD em CDs de 80 minutos.DVDRip: uma cópia do lançamento final do DVD. Pode conter cenas faltando. sendo a sua maioria os lançamentos de filmes de esportes e de XXX. mas as diferenças entre esses dois termos são apenas técnicas. A qualidade deve ser excelente. que usam as fontes de satélites que mandam o programa pelas redes com alguns dias de antecedências. mas são lançados como VCD normalmente. principalmente de grupos pequenos que não duram mais que alguns lançamentos. que descomprimida em uma relação de aspecto de 4:3. assim que ao olhar um. e é fácil sair um release. Watermarks: muitos filmes vem de Asian Silvers/PDVD (veja abaixo) e esses são marcados pelo pessoal responsável. Porém já existe especificações que geram vídeos de 528×480 (NTSC) e 528×576 (PAL) e MPEG-1 com bitrate variável entre 64Kbps e . SVCD: é baseado em MPEG-2 (como no DVD). Alguns WPs são diferentes da versão final (Homens de Preto está faltando todos os aliens e tem figurantes em seus lugares) e alguns tem cenas extras (Jay and Silent Bob). Usualmente com uma inicial ou um pequeno logo. a menos que você esteja incerto sobre um filme e quer apenas uma versão de 300MB. música. Devido ao bit-rate variável. geralmente num dos cantos. Os grupos costumam lançar em SVCD. São ripados como um DVD normal. Eles têm legendas à parte. VHSRip: feitos de VHS de venda e/ou aluguel. Normalmente são encontrados nos compartilhadores. é lançado na internet antes mesmo do DVD de venda e/ou aluguel ser lançado. WORKPRINT (WP): é uma cópia do filme que ainda não foi finalizado. VCD: é um formato baseado em MPEG-1. PDVDs são a mesma coisa.Grupo(1of2). geralmente entre 35-60 min. e são renomeados como Filme. Os mais famosos são as marcas d’água “Z” “A” e “Globe”. VCD’s são usados geralmente para obter de uma qualidade mais baixa com o objetivo de tamanhos menores. o comprimento que você pode ocupar em um único CDR não é fixo. DivX Reenc: é um filme que foi retirado do VCD e reencodado num pequeno arquivo DivX. que permite maiores taxas de variáveis até 2500kbits em uma definição de 480×480 (NTSC).

XViD é melhor que o DivX. Formato de vídeo mais usado em PCs com o Windows. O bitrate pode variar. Arquivos contendo vídeo MPEG-1 ou MPEG-2 podem usar tanto .mpeg na extensão. Equipamento ou programa que converte os sinais analógicos de som. mas acrescenta uma variedade de melhorias em diversas áreas. voz e vídeo em sinais digitais e vice-versa. sem especificar um codec. devido ao seu tamanho maior. São exemplos de codecs: DivX. É possível “encodar” áudio e vídeo com bitrate variável. Quer dizer que em formatos de compressão de áudio e vídeo como MPEG3 e MPEG4. compressão de vídeo de alta qualidade. Atualmente é difícil encontrar um player ou . XVid já possui uma tecnologia melhor que o DivX. Partes mais complicadas do vídeo/áudio vão receber mais bitrate para que a aparência/sonoridade seja melhor. AAC: Advanced Audio Coding.mpg quanto . para TVs. é melhor que o Mp3 e é sinônimo para o Dolby Digital hoje em dia. Utilizado em alguns filmes com mais de 2 CDs. o que não usa o mesmo bitrate para o arquivo inteiro (como no CBR = Bitrate Constante). KDVD: formato de arquivo 100% compatível com MPEG-2. Usando um resolução 352×240 (NTSC) ou 352×288 (PAL). Este grupo define padrões em vídeo digital. É baseado no AC3. Estão baseados no formato de compressco MPEG-4. sendo que no Brasil usa-se o padrão PAL-M e nos EUA o NTSC. Esta tecnologia habilita 6 horas de filme em Full D-1 720×480 num DVD. sendo que taxas mais altas de bitrate criam som/vídeo de melhor qualidade. estão entre eles o padrão MPEG1 (usado nos VCDs). informação por capítulos e legendas. será o sucessor do AC3. AC3: codec de áudio conhecido como Audio Coding 3. VBR: Bitrate Variável. todos os formatos de vídeo. o padrão MPEG4 e vários padrões de áudio – entre eles MP3 e AAC.3000Kbps. quanto maior for o bitrate mais vezes por segundo o som ou filme original estará sendo reproduzido. AVI: Audio Video Interleave. é possível “encodar” vídeos com até 360 minutos com qualidade perto de um VCD num CD de 80 min. NTSC tem um frame mais elevado do que o PAL (29fps comparado a 25fps). Os dois tipo de padrões podem ter variações. e assim como partes menos complicadas irão receber menos bitrate. Alguns chamam o MPEG-4 de “MP3 do vídeo”. no seu PC. XviD (video) e MP3/AC3 (som). Com os arquivos em DivX você poderá assistir os filmes com qualidade de DVD som de CD. NTSC / PAL: são os dois padrões principais usados através do mundo. vídeos-cassete. o padrão MPEG2 (usado em DVDs e SVCDS). Geralmente arquivos com VBR são melhores que outros que contém CBR. capaz de rodar em qualquer DVD Player Standard. mas o PAL tem um definião de melhor qualidade. Ele define como o vídeo e o áudio estão juntos um ao outro. Bitrate: está diretamente ligado à nitidez (qualidade) do filme/música. OGM: pode ser usado à uma alternativa ao . Aspect Ratio Tags: WS – Widescreen (letterbox) FS – Fullscreen Codec: é a abreviação de COder/DECoder ou codificador/decodificador. DivX / XviD: dois codecs de última geração sendo o DivX mais antigo. ou algo em torno de 10 horas em Half D-1 352×480 no meso DVD. DVDs. portanto necessita de PCs mais potentes para rodar. MP3 e AC3 áudio. MPEG: é a abreviação de Motion Picture Expert Group e é a fonte de pesquisa para formatos de vídeo em geral.avi e pode conter Ogg Vorbis.

Alguns releases de SVCD E VCD são lançados nas imagens dos próprios CDs. devido alguns problemas na imagem ou som. para não baixar a reputação do grupo. Dupe é bem simples. DUPE: duplicada. Muitos grupos lançam o PROPER em atos de desespero.NFO. . a partir de X minutos de filme. PROPER é a expressão mais subjetiva encontrada. se algo já existe. Aconselha-se o CDRWin. outro exemplo. BIN / CUE: são dois arquivos pertencentes à uma imagem de CD-R/RW ou DVD. Expressões encontradas: PROPER: devido aos critérios. já em DVD são lançados completos). e as pessoas geralmente pergutam se o PROPER é melhor que a versão original. normalmente estreando em menos de 250 cinemas.hardware que suportem esse novo formato de áudio. por ser o programa que cria esse tipo de imagem. o qual virá com os problemas corrigidos. então não há razão para ele ser lançado de novo sem uma razão séria. Um motivo para o PROPER deve ser sempre incluso no . conversão de framerates está incorreto. Para abri-lo você pode usar tanto o Daemons tools (note que não nescessita da Cue para fazê-lo se você alterar para mostrar todos os arquivos. distorção do filme. Geralmente filmes pequenos (como filmes de arte) são lançados nesse estilo. por exemplo. ou devido ao grande número já existente do filme. Então o nuke global ocorrerá e o grupo perderá seus créditos. Há alguns anos. NUKED: um rip pode ser “NUKADA”. mas num sentido diferente do INTERNAL. banida por diversas razões. REPACK/RERIP: se um grupo lança um rip ruim. LIMITED: um filme limited significa que ele tem um número de exposições em cinemas limitados. ou o filme tem uma diferença na qualidade do áudio. mas em melhor qualidade) então a expressão PROPER é adicionada para evitar equívocos. quem lançar o primeiro Telesync ganhou a corrida (por exemplo!). o grupo Centropy começou a lançar releases internos. ele abrirá o BIN) ou queimá-lo com o Nero ou CDRWin. Também rips de má qualidade são feitos nesse estilo. Alguns INTERNALs ainda correm pelo IRC/Newsgroup. Filmes ripados de DVD que nunca foram para o cinema. visto que eles não serão trapaceados. INTERLACED – Linhas pretas no movimento como a ordem do campo estão incorretas. Personagens aparecem muito largos ou finos. INTERNAL: um release interno é feito por vários motivos. Grupos clássicos de DVD fazem muito isso. e não tem nada de “TeleSyncs”. eles irão re-lançá-lo. isto é. já foi feito lançamento deste filme anteriormente. Razões para o NUKE: BAD A/R . caíram direto para as locadoras e TVs. dependendo da popularidade. por má qualidade por exemplo. Um lançamento interno é disponibilizado normalmente em sites afiliados ao grupo. Se um grupo perceber que há algo errado com uma versão. lançava somente para membros do grupo e não o disponibilizavam. e outro grupo tem outro telesync (ou a mesma fonte. STV:Straight To Video. BAD IVTC – Processo de inversão telecine. Mas se a qualidade desse release for ruim. UNRATED: versão sem cortes(Normalmente os vídeos são editados para conseguir um classificação etária mais ampla nos cinemas. Se o grupo lançar como TeleSyncs. Verifique sempre antes os releases para não pegar algo que foi banido. para não perder a corrida. eles podem requisitar um nuke. BAD FPS – Não segue o padrão de quadros por segundo vigente.Relação de aspecto. mas eles não podem ser trocados com outros sites sem a devida permissão.

Creditos : Danymont .