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ÍNDICE 1-CASA DE BOMBAS. - DEFINIÇÕES GERAIS. - INSTALAÇÃO ELÉTRICA. - PROTEÇÃO AO MOTOR-BOMBA. - CABOS DE ALIMENTAÇÃO.

- AUTOMAÇÃO DAS BOMBAS. - FUNCIONAMENTO DAS BOMBAS. - ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIO. - VÁLVULAS DA REDE DE INCÊNDIO. - MANUTENÇÃO DAS BOMBAS. - BOMBAS COM MOTORES À GASOLINA. - RESERVATÓRIO DE COMBUSTÍVEL. - TRAVAS DE SEGURANÇA. - CUIDADOS COM O RESERVATÓRIO. - MANUTENÇÃO E TESTES.

tratando-se de uma bomba elétrica. todo o circuito elétrico deve ser devidamente desenergizado evitando assim acidentes posteriores. Instalação elétrica da bomba. como choque e curto-circuito. caso a água atinja algum equipamento energizado.A 150% da vazão nominal. Cabos de alimentação das bombas. fornecida pela própria concessionária ou por meio de um gerador. b. Ela deve atender uma série de quesitos. para ser bomba de incêndio. Proteção do motor-bomba. pois em regime de vazão muito elevado. Nunca utilizar disjuntor térmico. por isso deve haver uma alimentação exclusiva.Em vazão zero. desligando a bomba e assim interrompendo a alimentação hidráulica dos hidrantes. . caso não seja feito o bombeiro ou brigadista podem ser eletrocutados. essa mesma precisará continuar em funcionamento. Sendo assim. a pressão do recalque da bomba não deve ultrapassar 140% de sua pressão nominal. A bomba de incêndio deve satisfazer duas condições básicas de desempenho: a. o disjuntor térmico protegerá o motor. o correto é a utilização de um disjuntor magnético contra curto-circuito. Para utilização de hidrantes em uma ação de combate a incêndio. e nem quando forem abertos vários hidrantes não tenha a pressão bruscamente diminuída. para que quando seja aberto um único hidrante não possua pressão demasiada. Não se pode utilizar qualquer bomba. a pressão da descarga da bomba não deve ser inferior a 65% da sua pressão nominal.Casa de bomba de combate a incêndio.

Caso a rede possa ser pressurizada por outros meios. não possam ser instalados. alagamentos ou outro dano que impeça a alimentação elétrica do motorbomba. o trajeto dos cabos devem ser através de locais. e uma vazão de 5 a 20 litros por minuto. Em casos que o pressostato ou um sensor de fluxo. por gravidade. onde a iluminação é precária com o corte da energia elétrica principal. o que causa picos de pressão e de demanda de energia. Funcionamento das bombas. por exemplo. . não deve haver nenhum intertravamento entre duas ou mais bombas para que as mesmas possam sempre operar simultaneamente. Iluminação de emergência. não é necessário à utilização da bomba jockey. Casa de Bombas. não pode está passando em locais que sejam susceptíveis a incêndio. que trabalha em capacidade reduzida. Para manter a rede de incêndio sempre pressurizada. preferencialmente. as bombas de incêndio só poderão ser desligadas manualmente no próprio painel de comando das mesmas.O cabeamento que for alimentar o motor-bomba. desmoronamento. A casa de bombas de incêndio deve possuir iluminação de emergência. pode ser utilizada uma bomba jockey. que não estejam expostos a riscos de incêndio (por exemplo. a iluminação de emergência pode ser autônoma através de baterias ou ligada ao gerador de emergência. Em qualquer sistema de pressurização. para em caso de incêndio à noite. explosão. além do desgaste da bomba principal. A rede de hidrantes. subterrâneos). com isso não e necessário que a bomba principal seja acionada frequentemente. Automação das Bombas. podem ser utilizados hidrantes com botoeiras instaladas junto aos hidrantes para partida manual remota da bomba de incêndio. deve conter o sistema de partida automática da bomba.

. é o fechamento dessas válvulas. e umas das principais falhas da casa de bombas. Motor à gasolina Os motores de combustão à gasolina. para evitar tal inconveniente a melhor forma é travar o volante das válvulas da rede de hidrantes na posição de operação por meio de correntes e cadeados. Bombas com motor a combustão. Periodicamente deve ser feito inspeção em bombas e na casa de bombas. por possuir menos confiabilidade e pelas grandes dificuldades com a manutenção e controle da sua rotação. O tanque deve está localizado em posição que permita o reabastecimento de combustível durante a operação. jamais devem ser utilizados para o acionamento de bombas de incêndio. deve-se evitar o armazenamento de materiais na mesma. A capacidade do combustível no tanque deverá ser igual a duração de reserva da água de incêndio. ou suficiente para uma hora de operação. o reservatório deve sempre está no nível máximo. óleo podendo causar a queda do operador. pois pode haver vazamento de água. Manutenção de bombas e casa de bombas. As válvulas devem sempre estar abertas.Válvulas da rede de incêndio. para evitar incêndio na própria casa de bombas. Reservatório de óleo diesel.

lâmpadas. Cuidados com o reservatório de combustível. O reservatório de combustível deverá sempre estar localizado do lado de fora da casa de bombas.Trava de Segurança Diferente da bomba elétrica que possui rotação fixa. O reservatório deverá sempre estar em nível superior ao motor das bombas. As instalações e equipamentos das casas de bombas de incêndio deverão estar incluídos em um plano formal (escrito) de manutenção preventiva. . devem ser bombas de incêndio para substituição imediata. por esses motivos as bombas de maior porte. possuem válvulas de segurança. tais como: fusíveis. a rotação pode aumentar descontroladamente. piloto. Manutenção e Testes. Componentes sobressalentes. mantidos na casa de As bombas de incêndio devem ser regularmente submetidas aos seguintes testes e inspeções: Semanalmente: • Inspeção visual. a bomba a diesel possui uma rotação variada e controlada pelo sistema automático chamado “governador” em caso de falha desse sistema. ser metálico e devidamente aterrado. para que a alimentação de diesel seja feita por gravidade. gerando risco de danos ao motor e a tubulação.

• Teste da partida automática drenando-se a rede até que a pressão diminua o suficiente para a bomba ligar automaticamente. • Teste operacional do motor e bomba. Sendo no mínimo 5 minutos para a bomba elétrica e 20 minutos para a moto-bomba a Diesel. O maior tempo de teste para a moto-bomba Diesel tem a finalidade de realizar a recarga do sistema de baterias. . • Manter totalmente cheio o nível de óleo diesel no tanque.

• Para bombas ligadas a sistemas de sprinklers e que possuam cavalete de testes faz-se também o levantamento da curva de desempenho da bomba. • Teste funcional dos painéis de controle e alarme. Anualmente: • Teste de desempenho de cada bomba medindo-se a vazão no hidrante mais desfavorável.Mensalmente: • Verificação dos itens requeridos pelo fabricante do equipamento. .

1 Todos os sistemas devem ser dotados de dispositivos de recalque.4 Os abrigos devem possuir apoio ou fixação própria .7 A distância máxima a ser percorrida por uma pessoa.4.1.1 As mangueiras de incêndio devem ser acondicionadas dentro dos abrigos em ziguezague ou aduchadas conforme especificado na NBR 12779/92.4. o dispositivo de recalque deve possuir um registro de recalque adicional com as mesmas características definidas em 5. de madeira.4.2 Quando a vazão do sistema for superior a 1000 l/ min.10 Nas edificações anteriores a 20 de março de 1983. atendendo o item 5.3. . 5.9 Nos edifícios com mais de um pavimento. devendo estar em local visível e de fácil acesso. em qualquer ponto da área protegida até o acionador manual mais próximo. 5. de passagem plena e diâmetro mínimo DN25 (1”).7 A porta do abrigo não pode ser trancada.4. desde que o seu manuseio e manutenção estejam garantidos. consistindo em um prolongamento de diâmetro no mínimo igual ao da tubulação principal.Sistema de detecção de incêndio 5. cujos engates devem ser compatíveis com junta de união tipo “engate rápido” de DN 65mm. permitindo sua utilização com facilidade e rapidez. 5. sendo que as mangueiras de incêndio semi-rígidas podem ser acondicionadas enroladas. 5.2 No interior do abrigo pode ser instalada a válvula angular.4. caso o acionador manual do piso principal dê cobertura/caminhamento para a área do mezanino. de fibra ou de vidro. 5. 5.4. esta deve ter autonomia mínima de 24 horas em regime de supervisão. desde que sinalizados de acordo com a Instrução Técnica nº 20 – Sinalização de Emergência.7 desta Instrução Técnica. não deve ser superior a 30 (trinta) metros. os acionadores manuais devem ser localizados junto aos hidrantes.4. Hidrantes. com ou sem o uso de carretéis axiais ou em forma de oito. 5. 5. 5. Os mezaninos estarão dispensados desta exigência. 5.8 As mangueiras de incêndio. neste caso.7 acima. 5. independente da tubulação que abastece o hidrante ou mangotinho.4 As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivo de teste dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. deverá ser previsto pelo menos um acionador manual em cada pavimento. para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação. também deverá ter os mesmos parâmetros de autonomia mínima. 5. a tomada de água e a botoeira de acionamento da bomba de incêndio podem ser instaladas dentro do abrigo desde que não impeçam a manobra ou a substituição de qualquer peça.8 Preferencialmente. Quando a alimentação auxiliar for por gerador.3 Todo sistema deve ter duas fontes de alimentação. A principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou no-break.2 As válvulas para mangotinhos devem ser do tipo abertura rápida. o posicionamento dos acionadores manuais deverá ser junto aos hidrantes.3 Os abrigos podem ser construídos de materiais metálicos. 5. sendo que no regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos. sendo que o prolongamento da tubulação deve ter diâmetro no mínimo igual ou superior ao existente na tubulação de recalque do sistema. podendo ser pintados em qualquer cor.3. 5. 5.5. exclui-se a exigência do item 5.4.5 Válvulas de abertura para hidrantes ou mangotinhos 5.3.5.6 Os abrigos dos sistemas de hidrantes ou de mangotinhos não devem ser instalados a mais de 5 m da expedição da tubulação. 5.1 As válvulas dos hidrantes devem ser do tipo angulares de diâmetro DN65 (2 ½ “).5 O abrigo deve ter utilização exclusiva conforme estabelecido nesta Instrução Técnica. 5. Quando a fonte de alimentação auxiliar for constituída por bateria de acumuladores.

a não mais de 5m. liga 864 da ASMT B 30 para fundidos.12.12. possibilitando a emissão do jato compacto quando não reguláveis. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.1 As uniões de engate rápido entre mangueiras de incêndio devem ser conforme a NBR 14349/99.2 O alcance do jato para esguicho regulável produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m.1.12. 5.1. . deve -se preferencialmente utilizar lances de mangueiras de 15 m.2 A mangueira de incêndio semi-rígida para uso de mangotinho deve atender às condições da EN 694/96 para o sistema tipo 1.14.8 O adaptador tipo engate rápido para acoplamento das mangueiras deve obedecer a 5.1.1 A mangueira de incêndio para uso de hidrante deve atender às condições da NBR 11861/98.1 Mangueira de incêndio 5.1. Para sistemas de hidrantes. com o jato paralelo ao solo.7 Distribuição dos Hidrantes e ou Mangotinhos 5.7.1 O alcance do jato compacto produzido por qualquer sistema adotado conforme tabela 2 não deve ser inferior a 8 m.1 Uniões / Engates 5. para proporcionar o seu perfeito funcionamento. 5.13. devendo atender ao item a) c) fora das escadas ou antecâmaras de fumaça. desde que comprovada a sua adequação técnica e aprovado pelo órgão competente.12. medido da saída do esguicho ao ponto de queda do jato.13. considerando também toda a influência que a ocupação final é capaz de exercer. 5. ou sendo reguláveis possibilitando a emissão de jato compacto ou neblina. 5. de alavanca ou de colar.1.1. 5. com o jato paralelo ao solo com o esguicho regulado para jato compacto. conforme ASMT D 2000. para fundidos. escadas e/ou acesso principal protegido. a ser centrais nas áreas protegidas. 5.12.12. ou bronze ASMT B 62. 5.13.6 O acionador do esguicho regulável.1.12.12.1. Outros materiais podem ser utilizados.1.3 Os esguichos são dispositivos hidráulicos para lançamento de água através de mangueiras de incêndio.13.1 Esguichos 5.5. não excedendo os comprimentos máximos estabelecidos na tabela 2. e 5. deve permitir a modula ção da conformação do jato e o fechamento total do fluxo. 5. 5.3 O comprimento total das mangueiras que servem cada saída a um ponto de hidrante ou mangotinho deve ser suficiente para vencer todos os desvios e obstáculos que existem.1.14. quando necessários.1.1.5 Os componentes de vedação devem ser em borracha. C-46400 e C-48500 da ASMT B 283 para forjados ou C-83600.14.7 Cada esguicho instalado deve ser adequado aos valores de pressão disponível e de vazão de água. no ponto de hidrante considerado.4 Devem ser construídos em latão ligas C-37700. C-84800 e C-86400 da ASMT B 584.1 Os pontos de tomada de água devem ser posicionados: a) nas proximidades das portas externas.1. b) em posições obrigatoriamente. 5. C-83800.12. 5.1.

1 Válvulas para a confecção dos adaptadores tipo engate rápido 5.2 As roscas de entrada das vávulas devem ser de acordo com a NBR 6414/83 ou NBR 12912/93.1. 5. com objetivo de proporcionar manutenção em trechos da tubulação sem desativação do sistema.14.3 As roscas de saída das válvulas para acoplamento do engate rápido devem ser conforme a NBR 5667/80 ou ANSI/ASME B1.7 NH/98.15. . especificados em ª1.1. quando estiverem em posição fechada.4 As válvulas devem satisfazer aos ensaios de estanqueidade pertinentes. 5.1.5 É recomendada a instalação de válvulas de bloqueio adequadamente posicionadas. Recomenda -se a utilização de dispositivos de travamento para manter as válvulas na posição aberta. 5. é recomendável que atendam aos requisitos da BS 5041 parte 1/87. 5.20.5.2 As dimensões e os materiais devem atender a NBR 14349/99.15.1 Na ausência de normas brasileiras aplicáveis as válvulas. 2 da BS 5041 PARTE 1/87.15.15.1.1.15.1 e A .1. devem ser do tipo indicadoras.15. 5.1.1. 5.15.6 As válvulas que comprometem o abastecimento de água a qualquer ponto do sistema.