You are on page 1of 8

O esporte e a escola no mesmo time: re-montando um “quebra-cabeças” de jogos pedagógicos e atividades alternativas Renato Sampaio Sadi * Ricardo

Ducatti Colpas ** Resumo A unidade entre esporte e escola é apresentada neste artigo com base no desenvolvimento de inovações em jogos pedagógicos. Considera-se que a Educação Física deve levar em conta um planejamento de competições que seja o mais “horizontal” possível, ou seja, que consiga re-montar um “quebra­ cabeças” organizando novas possibilidades e buscando mudanças significativas. Palavras-chave: esporte; escola; jogos; pedagogia; competições. Introdução O desafio em promover um diálogo produtivo entre esporte e escola mais do que uma simples excitação no discurso, implica em visualizar a complexidade destas duas instituições. De fato, como teias complexas que conformam totalidades sociais em ações e significados, escola e esporte, raras às vezes tem, “jogado no mesmo time”. Dentro de ambas as engrenagens educativas, residem de um lado, contraditórios incompatíveis, de outro, possibilidades de mudança. Para os propósitos deste texto, a meta da Pedagogia do Esporte é tornar o “time” mais coeso. Isto significa incrementar as ações coletivas, a perspectiva de unidade e as possibilidades de motivação/superação. Assim, o esporte e a escola no mesmo time seria uma formulação de projeto de médio a longo prazo, isto é, um ideal a ser buscado. Inicialmente registramos os eventos escolares em torno do esporte, resgatando o fazer ainda dominante da Educação Física. A herança tradicional e tecnicista do esporte difundiu e reproduziu práticas corporais esportivizadas muito próximas do esporte de rendimento no âmbito da escola. Exercícios, fundamentos, técnicas, táticas e jogo na composição da unidade, atividade ou modalidade esportiva ajudaram a formar atletas e esportistas dos mais variados tipos. Tal concepção histórica engendrou práticas repetitivas e em certa medida, ineficazes para crianças, ou seja, faltaram (e ainda faltam) pedaços de um “quebra-cabeça” relacionados ao esporte escolar, pedaços sem os quais o jogo não fecha. Competições, torneios e campeonatos foram reproduzidos com esta lógica bastante enraizada e conhecida pelos professores. Não é incomum o fato de a Educação Física ser uma exclusiva arena de preparação para competições oficiais. A então atividade Educação Física foi elevada ao status de componente curricular, sendo obrigada a justificar suas intenções, métodos e práticas. Será que isso trouxe mudanças substantivas à pedagogia do esporte na escola? O que estaria condicionando a manutenção de uma baixa densidade teóricoprática no ensino dos esportes? Suposta fragilidade dos pressupostos da

por sua vez. nas dependências da UFSJ – Universidade Federal de São João del-Rei-MG. Consideramos que o principal elemento de ligação entre escola e esporte pode ser constituído pela construção de uma proposta de Jogos Pedagógicos (evento de competições e festivais) que. a pedagogia do esporte no interior da escola é responsável pelas inovações e alternativas viáveis. Como subárea em desenvolvimento. ampliar as possibilidades pedagógicas do esporte na formação inicial do Curso de Licenciatura em Educação Física e. as noções de esporte e competição indicam. Questões sobre o sentido educativo/competitivo do esporte (eventos esportivos na escola) Separadas para efeito didático. por isso a idéia de unidade entre escola e esporte. batizado de Jogos Pedagógicos . situar o estudante como jogador e árbitro. o processo de preparação esportiva de outro. isto é. o estudo e a aplicação de jogos planejados a Educação Física deveria criar nova sintonia com o mundo dos esportes. Mesmo sendo esta questão muito mais discursiva do que efetivamente real é o que sugerimos nestas linhas: Abraçar e assumir uma postura pró-ativa no ensino de esportes. De um lado. mas com freqüência. o evento competitivo propriamente dito. presentes em muitos debates na recente história brasileira da área. Barbanti. no que concerne aos objetivos. Mini-vôlei. costuma-se negligenciar esse saber. Considerar que as crianças e os jovens não são adultos implica reconhecer um processo de formação ampla. uma vez que este elo constitui uma essência do ser professor. um ambiente efetivamente compromissado com um ensino eficaz. como por exemplo. 2005) No caso do treinamento esportivo voltado para esse público. Rúgbi.teoria? Formação profissional precária? Herança do tradicionalismo e/ou tecnicismo? Saindo de um mero lazer descompromissado e assumindo uma postura pró-ativa na educação integral. Reconhecendo na formação esportiva engrenagens pedagógicas de elevado valor em si. constitui um complicado quebra-cabeça do esporte no interior da Educação Básica. aquela que deve seguir os trilhos do esporte institucionalizado visando quebrar sua lógica de rendimento máximo e de prática excludente. cada uma a sua maneira. transformando o jogo e o esporte em ‘jogo esportivo’. É também aquela responsável por adaptar e construir práticas alternativas e inteligentes. A proposta do referido evento foi esboçada a partir de atividades adaptadas entre estudantes de Educação Física. fazendo da escola. apresentamos questões sobre competição visando organizar a proposta dos jogos pedagógicos. vem firmando uma intensa parceria com a Educação Física. Talvez seja possível criar uma perspectiva concreta para as mudanças e adaptações necessárias à pedagogia do esporte – algo que seja não apenas discutido (e discursivo). a pedagogia do esporte hoje. (cf. Softbol. Frisbee e Queimada. mas também testado e experimentado no cotidiano das escolas. Nos dias 10 e 11 de setembro de 2009. ocorreram jogos de Futebol misto. Este projeto.Primeira Edição teve como eixo central. Em outras palavras entre as vertentes críticas e propositivas. elementos de realização objetiva de suas intenções. ao mesmo tempo. aos conteúdos aplicados e à atitude das pessoas 2 . é essencial considerar que crianças e jovens requerem tratamento diferenciado.

possível aos diferentes processos de escolarização. pois implica em conhecer alunos e suas necessidades educativas o que também sugere uma formação docente ampla. As expressões competitivas nos grandes eventos esportivos transmitidos pela mídia apresentam um universo de relações pouco humanizadoras nas quais o vencer a qualquer custo se estabelece como referencial ético. dimensões dos espaços. número de interrupções. al. Tais alterações caminham na direção de uma pedagogia significativa e cheia de sentido. aumento ou diminuição do número de jogadores. no intuito de garantir coerência e significância pedagógica no esporte destacamos os seguintes conceitos: compreensão. Oliveira (2002) lembra que o problema do/no esporte não está na competição. em detrimento da construção de posturas como a solidariedade e a igualdade (Marques.participantes do processo. As seguintes modificações pedagógicas e variáveis de tempo e espaço devem ser alteradas ou adaptadas: duração da competição. 3 . faltando elementos do como intervir e mediar as infinitas situações concretas que emergem da prática coletiva do jogo. cooperação e co-responsabilidade. combinando jogos esportivos com jogos modificados e festivais. 2004). De qualquer maneira. festivais. elementos articulados da teoria do “5C”. rigorosa e profunda. (2008) deve-se conhecer os pressupostos e princípios pedagógicos para a organização de eventos esportivos com alunos da educação básica. aumento ou diminuição dos obstáculos. Uma maior aproximação entre a Educação Física e a Pedagogia é necessária. Para Reverdito et. gincanas. bem como a atuação dentro dos jogos. Uma das questões que dificultam a pedagogia do esporte na escola é abstrair da competição esportiva os seus diversos sentidos educativos. O autor problematiza os termos olimpíada. O sistema de competição precisa promover um maior número de encontros e atividades. pois dentro da concretude do fazer esportivo engendra-se uma formação intersubjetiva. Tal processo depende de questões didático-metodológicas e da participação pró-ativa dos sujeitos. existe uma desconfiança sobre a validade educativa do esporte quando adotado como prática na escola. devem primar pela busca de auto superação como mecanismo de avaliação. sensível e humana. atividades culturais. Nesse sentido a competição aparece como um elemento perverso. Ao caminhar na direção contrária. Talvez isso ocorra pelo fato de conhecermos o fenômeno esportivo de maneira panorâmica e difusa. As dinâmicas e os objetos dos jogos são questões cruciais para o desenvolvimento do esporte para crianças e adolescentes. individualismo e certa dose de violência. criatividade. As tarefas para os diferentes tipos de organização. competitividade. Ferreira (2000) recupera as influências e os significados da competição na Educação Física apontando a preponderância de instalações e implementos que se adequam ao esporte oficial. Diante deste quadro observamos que os professores apresentam dificuldades em estabelecer vínculos com seus alunos e produzir projetos de ensino comuns e coletivos na hora do trabalho efetivo na quadra ou na sala de aula quais sejam: jogos pedagógicos. ampla. exacerbando atitudes e comportamentos de elevada concorrência. A tentativa de modificar estruturas e conceitos constitui preocupação para a pedagogia do esporte na formulação de questões sobre competição. etc. pontuação e premiação. campeonato e torneio sugerindo mudanças.

Reafirmamos que a presença da Educação Física como componente curricular amplo (e não como mero retorno à atividade esportivizada mecanizada) deve contemplar. mas de um resgate profundo do esporte como fenômeno vivo e manifestação humana das mais relevantes. Como patrimônio da humanidade o esporte é uma prática com profundo enraizamento cultural que transita sobre as mais distintas classes sociais e os mais diferentes elementos de estruturação da personalidade e da própria condição humana.Como o esporte e seu ato de competir podem proporcionar extensas reflexões sobre os significados do ganhar e do perder entendemos que a teoria 5C constitui importante contribuição para a Pedagogia do Esporte. a tarefa seria desenvolver a apreciação estética e a arte de viver e aprender os ensinamentos sobre o universo do jogo e da competição bem como o cultivo de princípios e valores humanos que se coadunam com aquilo que temos de mais sensível. equipamentos. vencer emoções e conhecer-se melhor. composta por aulas de Educação Física e aulas de Esporte como unidade dialética do projeto 4 . O autor desenvolve um conjunto de reflexões para situar a temática do jogo e da competição. tornando-as suportáveis e resolúveis. situando-o muito mais próximo daquilo que historicamente o elegeu na civilização grega e afastando-o dos princípios e práticas que beiravam a perversão durante o Império Romano. Bento (2004) traz uma possibilidade de análise instigante de como as situações de competição podem se transformar em elementos educativos no sentido humano do termo. Para uma pedagogia avançada. Questiona em primeiro lugar os posicionamentos críticos da competição afirmando que a competição é a base para a cooperação. valorização humana e aproximação não significam “ser bonzinho” dentro de um jogo. Conclui que o jogo esportivo é uma rara oportunidade do homem assumir sua humanidade pois dentro desse reencontro ele se defronta com as dificuldades da sua inabilidade e incapacidade. além de viver experiências de cooperação e convívio social. Entre outros temas. A constituição de uma maior exigência e uma melhor organização da competição esportiva na escola passa pelas estruturas físicas. como por exemplo a tensão entre o sucesso e o insucesso do esporte. Alguns pontos para ordenar e direcionar as experiências do alunado devem ser elencados: Quando a criança participa de uma competição esportiva escolar mergulha em uma infinidade de possibilidades simbólicas. mas estabelecer uma necessária coerência nos processos de cooperação do esporte bem como nas relações de humildade para aprendizagem. condições de salário e carreira docente. Não se trata de uma visão ingênua como poderia parecer. incluídas nesta lógica. experimenta ações diferentes das ações sérias. esta teoria. reproduz tensões e contradições da vida. o complemento ‘aulas de esporte’ integrando o projeto pedagógico da escola. na estrutura curricular. O sujeito que joga pode estabelecer uma ação humanizadora e de cumplicidade. materiais. Solidariedade. fazer amigos. Diante do exposto temos que ter alguns cuidados quando propomos o fortalecimento das práticas pedagógicas esportivas. Precisaríamos de uma sólida aprendizagem da competição para desenvolver uma ética do jogo e do jogador. a compreensão da amplitude curricular. quando bem aplicada pode motivar o desenvolvimento das práticas motoras. desde uma identificação lúdica e existencial até mesmo uma profunda insegurança e ansiedade.

5 . da competitividade controlada. medo do resultado. Como nem toda competição esportiva é própria para crianças e adolescentes. decepção. Nesse sentido os resultados revelam: ansiedade excessiva. Muitas vezes são estes excessos os responsáveis pelo abandono da prática esportiva. Machado (2006) adverte que os esportistas em fase formativa não devem ser submetidos à lógica e ao espaço competitivo do adulto. Isso não significa transformar a pedagogia em uma ilha da fantasia esportiva. Nesse sentido o esporte precisa ser decodificado para uma aplicação pedagógica de competições no interior da escola. Assim. isto é. de outro. quando deveria ser o contrário. elevação de autoestima. amargura. psicológicas e emocionais das crianças e adolescentes. a realização de encontros esportivos para crianças e adolescentes deveria se pautar por relações entre competidores. dentro de um ambiente ilusório. conquistas. Para as concepções progressistas da Psicologia do Esporte. de um lado. Sentimentos como inveja dos vencedores e desprezo aos perdedores são automaticamente internalizados e transformados em comportamentos negativos e pouco produtivos. Dentre as causas do abandono está o impacto negativo que os rituais da hiper competição provocam na constituição psicológica dos competidores precoces. Dentro da tematização da competição e dos jogos esportivos cabe aos professores contextualizar as emoções negativas (frustração. não descaracterizando-o. distúrbio de apetite. Comportamentos emocionais negativos são experimentados variando da extrema agressividade até a baixa-estima. isto é. Tais espaços apresentam cargas intensas e exaustivas de competição que não convergem com as características fisiológicas. portanto. tristeza) e positivas (alegria. Isso implica em organizar eventos compatíveis com as condições e possibilidades dos alunos da educação básica. Tal preocupação tem alguma pertinência. medo. de puro prazer e satisfação. operar com a contradição como ferramenta de ensino. há que se construir jogos pedagógicos mais próximos e coerentes. Cabe. definição de objetivos com alta dificuldade de serem atingidos e nível de expectativa exagerado em relação ao desempenho.pedagógico. medo de decepciona as pessoas e preocupação com o resultado. adaptando e refletindo questões do esporte. nervosismo. pais e técnicos tendo como base o universo da compreensão. pois os jogos de hoje em dia estão muito sérios e rígidos. A carga excessiva de stress envolve exigências e pressões exercidas por adultos envolvidos. distúrbio de sono. coragem) visando ressignificar o universo de relações e possibilidades pedagógicas. os eventos competitivos podem destruir relacionamentos pessoais quando as crianças enxergam os demais competidores como obstáculos a serem transpostos a qualquer preço para não atrapalhar seu desempenho e sucesso. mede de cometer erros. da criatividade e da alegria situados em um clima de confraternização e de objetivos pedagógicos orientados na direção da ampliação do desenvolvimento das habilidades e do convívio social. outras possibilidades de competição devem ser experimentadas e almejadas. da ludicidade. pensada dentro de um processo complexo de totalidade social. méritos.

juntamente com o corpo docente do Departamento de Ciências da Educação Física e Saúde da Universidade Federal de São João del-Rei-MG. do reproduzir e do mudar. o esporte e as manifestações dos jogos não devem ser reduzidos aos registros olímpicos e/ou da grande imprensa. noção ampla que permite incluir formas competitivas de atividades esportivas coletivas e individuais com formas cooperativas mais diretamente ligadas às festas. do jogar e apitar. A materialização da primeira experiência do evento citado. compreendidos e aceitos por todos. regulamentos que sejam lidos. simplificada pelo direcionamento do evento. possibilitou o êxito da primeira edição dos Jogos Pedagógicos.Proposta de construção de Jogos Pedagógicos (Competições e Festivais) Com o propósito de discutir eventos esportivos escolares. Por outro lado possibilitou aos jogadores. Os ajustes para as próximas edições serão realizados tendo como ponto de partida um conjunto de avaliações – questionários que foram preenchidos pela maioria dos participantes. Esporte e jogo na lógica pensada compõem uma unidade complexa que. já que as experiências giraram em torno do fazer discente e docente. Em segundo lugar. o registro de imagens. Considerações Finais O envolvimento de aproximadamente cem alunos do curso de Licenciatura em Educação Física. Em outras palavras. passando de uma arbitragem oficial para uma arbitragem de caráter pedagógico. Ao atingir os objetivos propostos. a perspectiva de incrementar as próximas edições destes jogos. Em primeiro lugar o título do evento: Jogos Pedagógicos: competições e festivais. Isso fará do próprio regulamento dos jogos pedagógicos – próximas edições. do aplaudir e sentir-se aplaudido. Apesar das fragilidades desta primeira experiência percebemos que a forma de estruturação do evento garantiu aos alunos o direito de elaborar idéias. regras. jogos como brincadeira ou lazer. Todo o processo teve boa aceitação entre os envolvidos. Esporte e cultura representam elementos de sensibilização e apreciação estética que são passíveis de visualização e análise a partir de uma intenção pedagógica de ensino. A trajetória foi composta por reuniões. os conteúdos do processo de organização e avaliação do evento. principalmente fotografias constituem parte integrante do acervo que se pretende criar. Em nossa concepção. Precisamos de bases teórico-práticas para formular e reformular princípios. observar seus gestos técnicos com vistas a oferecer respostas específicas às diferentes exigências motoras impostas pelas modalidades e/ou atividades esportivas. trouxe para a avaliação. os Jogos Pedagógicos da UFSJ – Primeira Edição. do vivenciar e organizar. um espaço de debate democrático e permanente entre estudantes e professores. aproximando as tensões e contradições entre escola e esporte. sentidos e significados do esporte. surgiu também a necessidade de incrementar a arbitragem. Ao discutir democraticamente o formato de regras e atividades. novas expectativas foram criadas para a segunda edição (2010) como um maior número de 6 . discussões e opiniões que ajudaram a consolidar a necessidade de jogos diferenciados. indicou as seguintes mudanças objetivas e subjetivas a serem efetuadas. sintetizamos uma possibilidade ainda em construção.

Esporte. Entendemos que. Garganta. esporte escolar e competição. Movimento & Percepção. Criatividade. 2007. 2006. Porto Alegre. jul . Claude. Valdomiro & Paes. Esporte e atividade física: interação entre rendimento e saúde. In: Gaya. _________________________________. São Paulo. Jorge O. n. A competição na Educação Física Escolar. O ensino dos desportos colectivos. n. Machado. incluindo reflexões sobre o significado do vencer. Marcos S. o Grupo de Estudos e Pesquisas em Pedagogia do Esporte desenvolverá neste próximo evento. 1994. 2004. perder e as conseqüentes ações humanizadoras do jogo esportivo. Julio. Lisboa. Porto Alegre. Fundamentos da Pedagogia do Esporte no Cenário Escolar. Barbanti. Guanabara Koogan. Bento. Manole. Larissa R & Paes. novos desafios do esporte e da escola no mesmo time estarão lançados. Cooperação e Co-responsabilidade. Manole. Motriz.dez. Dina Livro. Nestor.dez. Oliveira. 2. ____________. Psicologia do Esporte.SP. 97-100. 9. Marques. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.atividades e novas formas de participação e divulgação. J. Roberto R. 2004. com isso. O treino da tática e da técnica nos jogos desportivos à luz do compromisso cognição-acção. Referências Agrícola. 2005. Amadio. 2000. Afonso A. a teoria do 5C – Compreensão. In: Esporte e Atividade Física: interação entre rendimento e saúde. Marques. 2002. Espírito Santo do Pinhal . v. Bayer. pp. Valdir et. A (orgs). v. 2006. Integrando ensino e pesquisa. 6. São Paulo. Roberto. 5. Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Desporto para crianças e jovens: das causas e dons fins. v 6. Formação de esportistas. Adroaldo (org) Desporto para crianças e jovens: razões e finalidade. Barbanti. A. Gallati. Universidade Católica de Goiás. In: Gaya. Adroaldo (org) Desporto para crianças e jovens: razões e finalidade. Fazer da competição dos mais jovens um modelo de formação e de educação. Bento. Manole. A pedagogia da iniciação esportiva: um estudo 7 . n. jul . Ferreira. Pedagogia do Esporte e a aplicação das teorias acerca dos jogos esportivos coletivos em escolas de esportes: o caso de um clube privado de Campinas-SP. 2002. Competitividade. V. 2. António. Revista Conexões. al. 2007.

Renato S. Reverdito. v 2. Renato Sampaio. Riller. 2004. 2008. Riller S. Janaína. Paes. Pedagogia do Desporto. Phorte. Reverdito. Sadi. 1994. Competições escolares: reflexão e ação em pedagogia do esporte para fazer a diferença na escola. O papel do professor de Educação Física nas competições escolares.Departamento de Ciências da Educação Física e Saúde (DCEFS) ** Professor da disciplina “Metodologia da Educação Física Escolar” na Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) . Guanabara Koogan. . 2006.htm. Bárbara. J. Ricardo D. Rio Claro. n. Bento. Jorge O. Tani. Pensar a Prática. Catalão-GO. Sacco.Departamento de Ciências da Educação Física e Saúde (DCEFS) 8 . v 11. 2009. Elaine & Frade. Universidade Federal do Espírito Santo. Alcides José. * Professor da disciplina “Pedagogia do Esporte” na Universidade Federal de São João Del Rei (UFSJ) . Pedagogia dos esportes: jogos coletivos de invasão.efdeportes. 3. Reverdito. v. 2009. v. Medeiros. Anselmo. n. Sadi. Pensar a Prática. 2004. Revista Digital EF deportes. Renato S. Riler et. Romero. Alcides J. Costa. Disponível em http://www.sobre o ensino dos jogos desportivos coletivos. Motriz. Mara Barbosa de. Competições pedagógicas e festivais esportivos: questões pertinentes ao treinamento esportivo. In: Anais da Semana Científica da Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Goiás.com. 2008. pp. Scaglia. Ensino/aprendizagem de esportes coletivos a partir de um jogo de queimada. Centro de Educação Física e Desportos. al. Pedagogia do esporte: panorama e análise conceitual das principais abordagens. 11. Roberto R. Perez. In: Ensaios Educação Física e Esportes. 1.br Acesso em 03 de março de 2010. São Paulo. S. Scaglia.com/efd71/jogos. Ensino de esportes por meio de jogos: desenvolvimento e aplicações. jul . Disponível em: http://www. 600-610. Sadi. 1.set. 15.dominiopublico. José C (orgs). Rio de Janeiro. n. Petersen. Go.