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CARGA TÉRMICA EM CLIMATIZAÇÃO

A carga térmica é a quantidade de calor sensível e latente, que deve ser retirada (resfriamento) ou colocada (aquecimento) no recinto a fim de proporcionar as condições de conforto desejada ou manter as condições ambientes adequadas para a conservação de um produto ou para realização de um processo de fabricação. O conhecimento da carga térmica é básico para: - dimensionar a instalação; - selecionar equipamentos; - avaliar o funcionamento de equipamentos existentes ou a serem adquiridos; - avaliar as alterações necessárias ao sistema que beneficia ambientes, cuja finalidade venha ser alterada. 5.1 CARGA TÉRMICA DE RESFRIAMENTO

A carga térmica, normalmente, varia com o tempo, pois os fatores que nela influem: temperatura externa, insolação, número de pessoas, etc., variam ao longo do dia. O ganho de calor que é transmitido para o ambiente é devido aos seguintes fatores: - radiação solar através de superfícies transparentes tais como vidros das janelas; - condução de calor através das paredes externas e telhados; - condução de calor através das paredes internas, divisórias, tetos e pisos; - calor gerado dentro do ambiente pelos ocupantes, luzes, equipamentos, desenvolvimento de processos ou qualquer outra fonte geradora de calor; - calor proveniente da ventilação (ar exterior) e infiltração de ar exterior; - calor gerado por outras fontes. Os tipos de ganho de calor são sensível e latente. A seleção correta do equipamento para umidificação ou desumidificação e resfriamento é feita levandose em consideração os valores de calor sensível e latente. O ganho de calor sensível é o ganho de calor de um determinado ambiente devido a transmissão por radiação, condução ou convecção, ou devido ainda a estas formas simultaneamente. Quando a umidade é adicionada ao ambiente, como por exemplo, pelo vapor d'água liberado pelas pessoas, há uma quantidade de energia associada com esta umidade, que precisa ser considerada. Neste caso se a umidade precisa ser mantida constante no ambiente, então o vapor d'água que precisa ser condensado no equipamento é igual ao valor que é produzido no ambiente. A quantidade de energia necessária para fazer isto é essencialmente igual ao produto da taxa de condensação por hora e o calor latente de condensação. Este produto é chamado ganho de calor latente. A carga de calor sensível de resfriamento é definida como a quantidade de calor que precisa ser removida do ambiente para que a temperatura do recinto seja constante.

A maioria das edificações com uma ou mais faces expostas ao exterior . embora esse valor seja inferior a soma das vazões de ar necessárias para cada ambiente nas horas de pico dos mesmos. ou seja. o calor transmitido por uma pessoa dentro do recinto. A soma de todos os ganhos de calor sensível instantâneo. o ganho de calor instantâneo e o ganho de calor da estrutura (fig. Para a energia radiante se transformar em carga sensível do ar. sensível mais latente e do ar exterior usado para ventilação (renovação de ar). tem antes que ser absorvida por uma superfície sólida. A determinação da carga térmica de pico ou carga de pico será função do ganho de calor através das parede externas. A carga latente. deverá ser determinado o maior ganho de calor simultâneo de todo o sistema. O projeto do sistema quando prevê volume de ar variável (VAV) sua vazão de ar total corresponde a carga térmica máxima simultânea. Após a estimativa da hora e mês do pico solar de cada ambiente e zonas. é necessário que. A utilização do sistema de volume de ar constante. por exemplo. para o ar é uma carga. é essencialmente a carga latente instantânea de resfriamento. 38).49 O projeto do sistema de ar condicionado requer a determinação do ganho de calor sensível e latente do ambiente e o ganho de calor total. Levanta imediatamente a temperatura do ar e a sua umidade. Este sistema é de alto custo. primeiramente. para o efeito da insolação se tornar carga do calor do ar. Há que distinguir. em um determinado momento não é necessariamente igual a carga de calor sensível de resfriamento do ambiente para aquele momento. determina que a vazão de ar total. FIGURA 38 . seja a soma das vazões de ar determinadas a partir das horas de pico de cada ambiente. Isto leva um certo tempo. a parede se aqueça. Já. entretanto. a ser considerada. praticamente instantânea. não quer dizer que a quantidade de calor ganho pelo ar da sala aumenta imediatamente. que depois cede ao ar por convecção. quando o sol começa a incidir sobre uma parede. vidros e telhados. dependendo das dimensões e composição da parede. embora seja largamente empregado no Brasil.CARGA TÉRMICA NA ESTRUTURA DA EDIFICAÇÃO A determinação da vazão de ar de insuflamento será função do tipo de sistema a ser usado.

Somente 1. Na superfície da terra.cargas internas.ganho de calor solar. a ela é adicionada à radiação solar direta.o efeito combinado da temperatura do ar exterior e a incidência da radiação solar que causa um fluxo de calor através das paredes externas e coberturas.1 Cargas externas A carga de calor sensível devido às condições externas são: . teto. CARGA DEVIDA À INSOLAÇÃO: A energia solar é concentrada na faixa visível da luz e na região infra-vermelha do espectro da radiação. A quantidade recebida depende das variações sazonais da constante de umidade. forro falso e vidros das janelas e portas.1.ÂNGULOS SOLARES EM RELAÇÃO A SUPERFÍCIES HORIZONTAL E VERTICAL . . 39% de luz visível e 60% de infra-vermelho.características dos materiais do piso. As parcelas que compõem o cálculo da carga térmica são: . vemos os ângulos solares para superfícies horizontal e vertical. para um céu limpo (sem nuvens). Na (fig. . . . da distância sol-terra. . cuja presença constitui o ganho de calor na terra.orientação e dimensões dos ambientes da edificação. O guia.50 apresentam a carga de pico entre 13 h e 18 h.a temperatura dos espaços adjacentes ocasionando um fluxo de calor para o espaço condicionado ou dele retirando calor. 39). 5. sua composição aproximada é de 1% de ultra-violeta. A radiação celeste é um tipo de radiação difusa. paredes.cargas externas. Fora da atmosfera terrestre a radiação solar direta é composta de: 5% ultravioleta. que é maior quando a atmosfera está translúcida. devido à radiação direta ou indireta (difusa). da variação angular com as vizinhanças e das superfícies refletoras mais relevantes. .carga de ventilação e infiltração.373 kW/m2 da radiação. 52% de luz visível e 43% de infra-vermelho.condições externas do meio ambiente e condições dos ambientes adjacentes. ASHRAE estabelece equações para avaliar o total de radiação recebida do céu pela superfície da terra. Para o cálculo da carga externa. FIGURA 39 . alcança a superfície da terra quando a direção dos raios solares é vertical. . através dos vidros e portas. as seguintes informações são necessárias: .tamanho e utilização do espaço a ser condicionado.

. No Brasil a insolação ocorre de acordo com as seguintes orientações: . . altitude solar.face.espargir água no telhado constantemente.elementos de sombra na face externa 75 % de redução.51 onde ψ φ θ γ β azimute da parede. . em geral como radiação e convecção e para redução da insolação. O pela tarde. . L pela manhã.cortinas e venezianas.vidros duplos reduzem em 50 % da insolação. . é importante saber o horário de utilização da dependência e fazer o cálculo para a incidência máxima do sol. A energia solar é.face N todo dia. todas as tabelas existentes dão uma estimativa para os cálculos . .vidros especiais em cor até 60 %. utiliza-se como proteção: . Para a estimativa da carga térmica de insolação. . .face.pintar parte externa do vidro em branco ou vidros espelhados em 50 %. Embora se conheça com certa precisão a quantidade de calor por radiação e convecção oriundos do sol.face. a parcela que penetra nos recintos não é bem conhecida. .camadas de isolamento nas paredes. quase sempre. azimute solar da parede.janelas especiais ou elementos colocados junto a janela. a responsável pela maior parcela da carga térmica nos cálculos do ar condicionado. azimute solar do sol. .cores claras nas superfícies externas. . S nenhum sol direto. ângulo de incidência solar.

40): .uma que atravessa o vidro. W/m2 oC acréscimo ao diferencial de temperatura dado pela (tab.52 satisfatória na prática do ar condicionado. W área de exposição.uma que é absorvida pelo vidro. q1.TRANSMISSÃO DE CALOR SOLAR ATRAVÉS DE VIDRO A parcela q3 que penetra no recinto é a que interessa nos cálculos da carga térmica e pode ser calculada através da equação: QS = A × U ∆Te (36) onde Qs A U ∆Te carga devida à insolação. q2. . m2 coeficiente global de transmissão de calor. TABELA 5 . . 6) para superfícies transparentes. FIGURA 40 .DIFERENCIAL DE TEMPERATURA DEVIDO Á INSOLAÇÃO PARA SUPERFÍCIES OPACAS . A transmissão de calor do sol através de superfícies transparentes (vidro) subdivide-se em três partes (fig. 5) para superfícies opacas e pela (tab.uma que é refletida. q3.

4 22.8 0.6 12.9 7.7 0.1 15 22.3 3.2 8.5 3.9 SE 3.3 36.2 10 7.3 SO FORRO 1.7 38.53 COR ESCURA (preto.5 0.5 2.4 7.4 17.0 9.3 2.3 15.1 3.3 22.5 SO FORRO 3.4 14.5 1.DIFERENCIAL DE TEMPERATURA DEVIDO Á INSOLAÇÃO PARA SUPERFÍCIES TRANSPARENTES .8 24.3 4. alumínio) HORA 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 HORA 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 HORA 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 SE 3.1 7.4 2.3 NO SE 0.2 2.8 3.1 9.4 1.0 0.9 2.0 20.9 7.3 3.8 25.9 NE 1.8 10 7.2 15.4 3.3 6.2 4.9 8.1 5. cinza claro) COR CLARA (branca.1 O 2.4 8.2 10.3 14.7 9.9 3.4 1.5 14.0 16.6 32.1 7.1 N NO 2.3 17.2 20.3 3.78 8.8 14.5 13. marron.8 NE 3.8 13.3 7.0 15.8 13.9 2.8 4.8 0.7 7.9 12.4 12.3 14.6 16.8 10.7 13.8 14.5 7.8 1.8 3. cinza escuro) COR MÉDIA (vermelho.9 TABELA 6 .8 0.8 3.9 7.0 22.8 E 4.8 12.9 6.4 15.7 32.4 15.1 3.3 8.8 36.0 6.9 8.6 7.4 9.2 23.2 3.1 25.8 8.4 3.2 6.8 E 1.5 17.2 12.2 24.4 2.7 E 3.9 O 6.9 17.5 2.8 3.9 N 6.1 NE 8.1 N NO O SO FORRO 5.3 1.

7 5.0 137.9 61.0 123.5 17.0 25.8 48.0 12.6 1.2 25.4 5.9 SE 12.0 98.5 48.4 29.8 3.1 21.0 26.2 CARGA DEVIDO À CONDUÇÃO: Q s = A × U ∆T (37) onde .9 58.4 20.8 N 5.0 58.3 37.0 142.5 96.1 38.9 13.4 19.2 SO CLARABÓIAS 2.8 6.5 35.3 42.4 30.9 25.0 29.4 59.8 22.0 65.54 HORA 6 7 8 9 10 Sem proteção contra 11 insolação 12 ou cortinas escuras 13 14 15 16 17 18 HORA 6 7 8 9 10 Com cortinas claras 11 ou persianas internas 12 13 14 15 16 17 18 HORA 6 7 8 9 10 Com persianas 11 externas 12 13 14 15 16 17 18 SE 24.8 1.1 12.5 10.6 3.8 13.0 65.2 85.2 7.3 2.8 14.7 4.4 59.5 0.0 NE 5.6 17.8 CLARABÓIAS 1.5 70.0 23.8 11.6 70.2 31.6 E 7.9 3.0 NE 11.0 96.2 48.6 24.7 SE 7.1 E 26.4 61.7 48.2 74.0 21.3 23.8 6.4 7.8 12.5 21.4 SO 1.5 25.3 6.0 137.5 NO 10.3 37.1 74.5 10.9 32.4 71.5 E 13.6 15.1 35.4 85.6 8.3 2.2 13.8 14.6 58.0 26.1 O 1.8 29.5 28.5 58.1 1.0 68.8 32.9 30.3 O 0.9 11.0 29.4 42.9 22.8 7.5 50.5 31.0 15.4 5.0 6.1 17.4 38.0 18.4 26.5 66.2 28.5 19.6 50.5 48.0 2.3 7.7 N 2.7 48.5 61.9 10.8 17.1 NE 3.4 61.4 10.0 98.8 1.5 25.0 123.6 7.4 1.2 CLARABÓIAS 11.0 4.8 25.3 11.1 NO 20.3 21.8 17.1 2.2 18.4 17.0 N NO O SO 3.9 8.

que variam conforme esteja o indivíduo em repouso ou em atividade. m2 coeficiente global de transmissão de calor. adicionam carga térmica sensível ao sistema devido às perdas nos enrolamentos. oC 5. perfuradoras etc. É preciso levar em conta se o motor está sempre em funcionamento ou se a sua utilização é apenas esporádica. dá os valores do calor liberado pela pessoas em função da temperatura e da atividade . para a iluminação incandescente o ganho de calor sensível é dado por: QS = P (41) onde . temos: P  Q S =  − P  × 733 η    (40) onde Qs ganho de calor do motor.1. W área da superfície normal ao fluxo. a tabela 12 da NBR 6401.55 Qs A U ∆T carga devido a condução. QS = motor do ventilador dentro da corrente de ar: (38) P × 733 η QS = motor do ventilador fora da corrente de ar: P × 733 (39) η Para outros motores que porventura permaneçam no recinto condicionado (elevadores. W/m2oC diferença de temperatura. em qualquer ponto do fluxo de ar ou mesmo nos ventiladores. máquinas elétricas. quer estejam dentro do recinto. W P potência do motor. CARGA DEVIDA AOS EQUIPAMENTOS: Os motores elétricos. CV η rendimento do motor CARGA DEVIDA À ILUMINAÇÃO: A energia consumida pelas lâmpadas é praticamente toda ela transformada em carga térmica do ar do recinto.).2 Cargas internas CARGA DEVIDA ÀS PESSOAS: Todo ser humano emite calor latente e calor sensível. bombas. e esta carga precisa ser retirada pelo equipamento frigorífico.

janelas ou outras aberturas. Estudos de laboratório mostrados na tabela 4 da NBR 6401.00 No método das frestas a penetração do ar exterior no interior do recinto depende da velocidade do vento. . a limitação de corrente. VE igual a maior das duas parcelas: . que adiciona cerca de 20% de carga. não há penetração do ar de fora e essa parcela pode ser desprezada. portas e exaustão se houver. pode-se reduzir essa carga adicional. no cálculo da carga térmica. TABELA 7 . W potência das lâmpadas. que nem sempre todas as lâmpadas estão ligadas na hora que se tomou por base para o cálculo.ar exterior para renovação. 7). CARGA DEVIDA AO AR EXTERNO DE VENTILAÇÃO: A introdução de ar .50 Janelas ou portas em três paredes 2.TROCAS DE AR POR HORA NOS RECINTOS Janelas ou portas existentes Trocas por hora Nenhuma janela ou porta para o exterior 0. W A iluminação fluorescente necessita de um equipamento adicional para prover a tensão necessária à partida e. fornecem a quantidade de ar que penetra no recinto por metro linear de fresta. No método da troca de ar se supõe a troca de ar por hora dos recintos. Esse equipamento é o reator. de acordo com o número de janelas e com base na (tab.75 Janelas ou portas em uma parede 1. Neste caso. há dois métodos que permitem a sua estimativa: o método da troca de ar e o método das frestas. Com isso teremos o calor do ar exterior aumentando o do ar do recinto. Para a pressão ser positiva na sala faz-se a vazão de ar externo.infiltrações pelas frestas. quando no recinto a pressão do ar é superior à exterior. Geralmente no condicionamento de ar procura-se manter positiva a pressão dentro do recinto. quando na instalação só se dispõe de reatores duplos e de alto fator de potência.00 Lojas 2. Deve-se levar em conta. Embora essa carga não possa ser calculada com precisão.56 Qs P ganho de calor devido à iluminação. geralmente na hora em que a carga térmica de insolação é máxima muitas lâmpadas podem estar desligadas. CARGA DEVIDA À INFILTRAÇÃO: O movimento do ar exterior ao recinto possibilita a sua penetração através das frestas nas portas. após esta. Trocar o ar significa renovar todo o ar contido no ambiente por hora.00 Janelas ou portas em duas paredes 1. Tal penetração adiciona carga térmica sensível ou latente.

oC temperatura interna da sala.Calcular a carga térmica de resfriamento e aquecimento. (eq. tetos. deve ser feita uma completa inspeção nos dados físicos do ambiente a ser condicionado. indica os valores de ar externo para ventilação baseados em dados experimentais que varia com a natureza de emprego do recinto. vidros. etc. os odores dos alimentos. l/s umidade específica do ar externo. ventiladores.2 CARGA TÉRMICA DE AQUECIMENTO Para inverno. O calor sensível devido ao ar externo é calculado usando a equação: Q s = ρ L c p VE (t E − t S ) (42) onde Qs ρL cp VE tE tS calor sensível devido ao ar externo. mais precisa será a estimativa de cálculo. 19) calor específico do ar seco.3 EXEMPLO ILUSTRATIVO EXEMPLO 5. W densidade do ar ajustado para a altitude local.3. g/kg ar seco CARGA TÉRMICA DIVERSAS: tubulações. kJ/kgoC vazão de ar externo. Antes de iniciar o cálculo da carga térmica.57 externo de ventilação nos ambientes é necessário para diluir os odores produzidos nos mesmos. 41) que deverá utilizar um sistema de expansão direta com condensação a água. . estas cargas são constituídas pelas parcelas devidas a transmissão pelas paredes. equipamentos de gás. A tabela 2 da NBR 6401. devem ser calculadas as cargas de calor sensível e latente serem compensadas pelo aquecimento e umidificação do ar. W densidade do ar ajustado para a altitude local. 5. ar externo e se houver também a infiltração. quanto mais precisa forem as informações. 19) calor específico do ar seco. (eq. g/kg ar seco umidade específica interna da sala. kJ/kg oC vazão de ar externo. bombas. dutos de ar (1 a 3%).. oC O calor latente devido ao ar externo é calculado usando a equação: (43) Q L = ρ L c p VE (w E − w S ) onde QL ρL cp VE wE wS calor latente devido ao ar externo. 5. l/s temperatura do ar externo. pisos.1 . para atender uma sala de computadores (fig. etc. fumaça de cigarros. etc. As fontes mais comuns de contaminação do ar ambiente são: os odores emitidos pelas pessoas.

Croquis da Instalação: FIGURA 41 .14 11. Detalhes Arquitetônicos: .Ujanela = 6. .Uparedes externas = 1.portas: considerar todas as portas para ambientes não condicionados e para o exterior normalmente fechadas.paredes internas de tijolo furado 15 cm e reboco. Iluminação fluorescente: 3500 W 5. . Local: Rio de Janeiro . . Ocupação: 3 pessoas.58 BASES DE CÁLCULO: 1. Equipamentos: 2500 W 6.inverno: tbs = 14oC. 9.2 .23 W/m2 oC . 3. cor média. Motor do ventilador do evaporador: 3 CV 7.verão: tbs = 35oC.teto: considerar o corte do perfil da cobertura. sendo pintura de cor média.paredes externas de tijolo furado 25 cm e reboco. . φ = 53 % . . 4.longitude = 43.latitude = –23 . Fator de by-pass: 0. sendo pintura de cor média.piso: considerar piso com laje de 10 cm e acabamento de taco. .Uparedes internas e portas = 2. Pureza do ar: Filtro de classe F3 < 90 % p/ 5 µm.orientação do prédio: conforme projeto arquitetônico.2 W/m2 oC 8. 10.CROQUIS DA INSTALAÇÃO .janelas com vidro: considerar janelas fechadas e protegidas por persianas internas de cor clara. . Nível de Ruído: 40 a 50 dBA. φ = 80 % 2.96 W/m2oC . Regime de Operação: 24 horas/dia.

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