Universidade do Minho

Escola de Engenharia Departamento de Engenharia Mecânica

Integradora VII
Mestrado Integrado em Engenharia Mecânica (4º Ano, 1º Semestre) Coordenador: A. Caetano Monteiro TUTOR: A. Caetano Monteiro

FRESADORA CNC DE BAIXO CUSTO
RELATÓRIO

Trabalho elaborado pelo grupo GI701: Rui Ferreira ............................................... 43080 Manuel Vieira ........................................... 38103 Pedro Silva ................................................ 43050 Ricardo Amorim ....................................... 43059 Sílvia Baía ................................................. 40016 Luís Costa ................................................. 40549 Luís Ferreira.............................................. 43057 Romano Almeida ...................................... 38880 João Duro .................................................. 40553

Fresadora CNC de baixo custo

RESUMO
Este trabalho vem no seguimento de outro já realizado anteriormente, sendo o tema abordado a construção de uma máquina fresadora CNC. A já existência desta máquina levou a um campo diferente do anterior, isto é, pretendeu-se suprimir algumas das deficiências verificadas na anterior melhorando as capacidades de uma máquina deste tipo. Antes de tudo foi feito um estudo aprofundado acerca de máquinas-ferramenta, recorrendo a bibliografia adequada de forma a adquirir conhecimentos sobre o assunto a tratar, tendo de seguida sido feita uma pesquisa sobre máquinas com estruturas e propósitos semelhantes aos pretendidos. Consolidados conhecimentos passou-se à fase de projecto, desenvolvendo cada parte em separado e o seu funcionamento no conjunto. Pode referir-se a estrutura da fresadora, a mesa e o sistema de elevação do pórtico. Após a análise da cadeia cinemática, decidido o sistema de transmissão, feita por cabos, foram escolhidos os motores de avanço bem como o porta-ferramentas. Por fim concebeu-se o sistema de afinação que permite garantir a fresagem sempre com a melhor qualidade assim como outros “pormenores”, tais como os elementos de ligação dos vários componentes. Para uma melhor percepção das dimensões e da relação entre algumas partes da estrutura no conjunto, foi construído um modelo em poliestireno que, embora não sendo muito pormenorizado, permitiu uma visão mais realista do modelo em CAD 3D. Para o posterior funcionamento da máquina foi necessário assimilar conceitos e conhecimentos sobre alguns componentes e programas tais como a placa de comando CNC3ax e o software NINOS, um software de CNC de baixo custo. Como complemento ao projecto da máquina-ferramenta foram elaborados dois manuais de apoio, um manual de montagem e outro de utilização do software NINOS. No decorrer do trabalho foram surgindo dificuldades, relatadas mais à frente, como problemas no comando da placa CNC3ax, com a chave do NINOS, na análise de esforços na estrutura recorrendo ao software Solidworks, e outros.

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Fresadora CNC de baixo custo

AGRADECIMENTOS

Agradecemos o apoio, ajuda e conselhos dados pelo nosso tutor, o professor Caetano Monteiro. Agradecemos também ao nosso colega Pedro Azevedo bem como ao Vítor, ao Ricardo do LAB de aerodinâmica do DEM e a todos os nossos colegas que nos ajudaram de uma forma ou de outra, para uma melhor e mais completa realização deste trabalho.

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..................... 2 1......................... 7 Sistema de afinação ....................................... 2......... 2...................4.................................. 8 2.........................................5...................10.................................. Campos de aplicação .... 2.................................................................. Modelo .............................. 5 Motores ........................................................................................ 3 Fresadora CNC de baixo custo ........................................... Desenhos Técnicos ............................ 2............. 2.......... 9 Software NINOS .........................7........ 12 TRABALHOS FUTUROS ........................... 2.................................................................................... 6 Veios ............................. 2................................................. 7 Sistema elevação pórtico ........... 2........................ 5 Caracterização das forças de fresagem .................................................................................Fresadora CNC de baixo custo ÍNDICE I – Introdução ....................... 10 Análise de custos ............................................. 8 Porta-ferramentas ..........................................6.. 5........... 9 2.....................................................................................................................................................1............................................................................................................................................................................................................................................................................ 9 3.................................................. Máquina existente .... 15 Integradora VII iii ......................................................................................................................................................................... 5 2...... Estrutura . 14 ANEXOS .................................................................. 2.................................................... 13 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...................................... 1 II – Objectivos ................................................................... 14 BIBLIOGRAFIA .............8.......................................................................3................................................................................................................................................................................... 7 Mesa ..................... 11 CONCLUSÕES ....................9..................2.......................11.................................................... 6 Transmissão ................................................... 4.....................

tais como: electrónica. Software este que possui boas capacidades de comando da máquina ferramenta assim como fácil manuseamento.Fresadora CNC de baixo custo I – Introdução As máquinas ferramenta CNC (Controlo Numérico por Computador) actualmente têm um vasto leque de aplicações nos mais variados tipos de indústria. mecânica e outros. O controlo dos motores dar-se-á através de uma placa CNC3ax. modelismo. O elevado custo dos equipamentos. numa diminuição do seu custo e num aumento da gama dos materiais trabalháveis. No seu início. causado pelo elevado preço dos primeiros computadores está directamente relacionado com o nível dimensional de concepção obtido e com o preço do software que opera o equipamento. Integradora VII 1 . A utilização variada deste tipo de máquinas nem sempre foi tão acentuada. comandando centros de maquinagem de grande precisão. O rápido e acentuado desenvolvimento electrónico e tecnológico de empresas ligadas ao desenvolvimento de hardware e software de baixo custo resultaram numa melhoria das capacidades destes. moldes. implementando um software de concepção e fabrico de baixo custo – NINOS. este género de máquinas era empregue na indústria dos moldes.

O projecto deve seleccionar materiais. de apresentação oral de um trabalho e de elaboração de relatórios. e deverá recorrer a órgãos de máquinas de grande disponibilidade e baixo custo. de organização para a realização de um trabalho deste tipo. Esta consiste numa máquina ferramenta de Comando Numérico de pequenas dimensões. Disporá de pelo menos três eixos de accionamento. que deverá ser comandada a partir de um computador pessoal. Com a realização deste trabalho pretende-se também melhorar a capacidade de trabalho em grupo. Deve ser apresentado um manual de segurança e um manual de utilização. A fresadora a construir terá por base uma já existente no Departamento de Engenharia Mecânica (Roland MDX-20). Para comandar a fresadora será necessário compreender e dominar um software.Fresadora CNC de baixo custo II – Objectivos Projectar e construir uma fresadora CNC de baixo custo. Integradora VII 2 . componentes mecânicos. de pesquisa e sentido crítico. Equipará o Laboratório de Fabrico Automático. e electrónicos e desenvolver aspectos ligados à parte informática e das necessárias interfaces. que através da placa CNC3ax irá controlar a máquina.

Motores de passo . o que se considera insuficiente. bem como melhor acabamento superficial das peças maquinadas. tendo como suporte o software CAD/CAM. uma melhoria considerável da precisão dimensional. No que respeita à estrutura da Roland MDX-20 é de referir a falta de rigidez da mesa que compromete largamente a precisão na maquinagem.avanço Produzido por Tipo Ângulo de passo Tensão de funcionamento Resistividade Modelo Pais de origem Número de série Potência máxima Roland MDX-20 CKD Motor de passo 3. A máquina irá ser comandada pelo hardware CNC3AX.1 – Motor de passo que assiste o avanço dos eixos da Roland MDX-20. tendo como alvo a modelação 3D de materiais macios. foi feita uma análise à Roland MDX-20 e estudadas as suas limitações para servirem de base na construção de uma fresadora CNC. que fez estágio curricular no Laboratório de Fabrico Automático do departamento. Esta falta de rigidez à flexão deve-se ao facto de esta fresadora CNC ter sido feita com base numa impressora. mas devido à sua baixa potência terão de ser alvo de estudo para a nova máquina a projectar uma vez que para materiais mais duros como madeira ou alumínio é necessária uma maior potência para assistir o movimento dos eixos da estrutura. Esta imagem foi retirada do Relatório de estágio do colega Pedro Azevedo que desenvolveu um trabalho com base nesta máquina.75º 24 V 60 Ωm J262-859 Japão 3C26 9.1). apresentando portanto arquitectura e dimensões semelhantes. Máquina existente Antes de proceder ao desenvolvimento. Integradora VII 3 . A velocidade de rotação do porta-ferramentas é de 6500 rpm. Relativamente aos motores de passo existentes (figura 1. não apresentam limitação à fresadora existente uma vez que pretende apenas trabalhar materiais macios.Fresadora CNC de baixo custo 1. de dimensões reduzidas (ver anexo B). As velocidades de avanço que consegue atingir são demasiado baixas. A árvore apresenta uma limitação imposta pelo software de controlo de utilização de ferramentas de corte com diâmetro máximo de 6mm pelo facto dos esforços conferidos à árvore pela inércia provocada pelo porta-ferramentas. poliestireno. em que se pretende primariamente uma melhoria considerável na maquinabilidade de materiais mais duros tais como alumínio e cobre uma vez que com a máquina disponível só é possível trabalhar materiais como esferovite. que foi construído por um colega de Engenharia Mecânica. o que resulta em tempos de operação muito elevados.6 W Figura 1.

2 – Roland MDX-20 Figura 1.2 e 1.Fresadora CNC de baixo custo O corpo da Roland apresenta um elevado atravancamento. Sintetizando. observa-se a seguinte tabela: Tabela 1 . o que causa uma péssima acessibilidade à zona de trabalho para fixar a peça à mesa. trocar a ferramenta.3 retiradas do Relatório de estágio do Pedro Azevedo. etc. efectuar medições.Limitações verificadas na Roland MDX-20 Limitações verificadas na Roland MDX-20 Apenas maquina materiais macios Falta de rigidez à flexão da mesa Imprecisão na maquinagem Hardware Velocidade da árvore insuficiente (6500 rpm) Baixas velocidades de avanço Reconhece um número de ficheiros muito restrito Software Utilização de ferramentas com máximo Ø6 mm Integradora VII 4 . Podemos verificar estas dificuldades de acesso nas figuras 1.3 – Controlo dimensional da peça Um outro problema prende-se com a acumulação da apara resultante do processo de maquinagem que compromete o acabamento superficial e a precisão dimensional. o supra mencionado. Figura 1.

SME” e “Casillas” . com um fácil ajuste e de rápida remoção e substituição (caso seja necessário). Figura 2. Caracterização das forças de fresagem Para o cálculo da força de corte. a que se revelou mais viável. por forma a se obter uma combinação precisa de todos os componentes. serão usados alguns métodos diferentes. No final será feita uma comparação dos resultados. 2. baseados nos seguintes livros: “tecnologia mecânica y metrotecnia.Fresadora CNC de baixo custo 2. 2. Para além disso foi o método que nos fez chagar a um valor mais elevado. O detalhe de cada elemento constituinte da fresadora será descrito nos pontos seguintes. de fácil construção e mais baixo custo é a representada na figura 2. volume II”. tentou-se optimizar cada uma das partes da máquina por forma a se conseguir o melhor funcionamento possível. volume II” por ser o que apresenta mais confiança. Estrutura Após várias selecções dos mais diversos tipos de estrutura (ver anexo B). visto que é clara a forma como foi obtida a equação de determinação da força. Fresadora CNC de baixo custo Após várias pesquisas acerca de fresadoras CNC de baixo custo existentes no mercado (ver anexo B). Todos os cálculos estão no anexo I deste trabalho.1. bem como para o momento binário e potência.1.2. O método de cálculo utilizado foi proposto em “tecnologia mecânica y metrotecnia. 1 – Estrutura da fresadora Todo o mecanismo para o movimento dos seus eixos foi pensado ao pormenor. Tem que se recorrer a vários parâmetros de pesquisa para assim se obter a melhor forma de funcionamento ao mais baixo custo. Integradora VII 5 . “Machining.

uma vez que se utiliza um coeficiente de segurança n=1. Uma explicação detalhada do mecanismo.00194 kgf e. Transmissão Após algumas pesquisas (ver anexo B). Recorrendo aos métodos de cálculo apresentados chegamos ao valor mínimo para a potência de: 0. relativamente simples de ser montado. incluindo todo o cálculo da transmissão. Figura 2. Figura 2.3. resultando uma secção da apara muito pequena. Mc-GrowHill”. o que equivale a uma força de corte 0. Podemos então concluir que a potência necessária nos motores não tem um valor proibitivo.2).3). 3 – Esquema de funcionamento da transmissão Integradora VII 6 . está no anexo H deste trabalho e assenta em fundamentos teóricos pesquisados em “Mecânica vectorial para Engenheiros.00291 kgf. e permite um fácil acesso aos componentes que o constituem. decidiu-se que a transmissão de movimento será feita por cabos (ver figura 2.Fresadora CNC de baixo custo Finalmente chega-se ao valor de 0. Os cabos são em aço. tendo este tipo de transmissão grandes vantagens a assinalar. como sendo: um sistema barato. Este valor tão baixo é justificado pela relação de transmissão. bastante compacto e essencialmente preciso no movimento que transmite. 2. Motores Depois de caracterizadas as forças que intervêm na fresagem e calculado a transmissão.000025802 W. o que é um valor extremamente baixo. o que lhes confere uma vida longa. pela baixa velocidade de avanço recomendada para alumínio (segundo a bibliografia consultada) e talvez se tenham assumidos valores muito baixos para a penetração.4. 2 – Sistema de transmissão por cabos O sistema por nós adoptado (figura 2.5. utiliza o tipo de transmissão anteriormente apresentado. é possível calcular a potência dos motores que proporcionam o movimento nas diferentes direcções. logo o sistema de transmissão é aceitável em termos de dimensões. 2.

e outras peças. uma vez que estes encontram-se facilmente em impressoras.4) é de fácil construção. sendo assim é necessário utilizar um sistema de afinação de eixos. Figura 2. Sistema de afinação Quando se colocam dois veios é necessário que estes estejam paralelos e no mesmo plano. Sendo assim apenas se podem maquinar peças com altura reduzida. como neste trabalho se pretende que a fresadora seja de baixo custo. no entanto não se garantia o paralelismo de por exemplo a mesa com a fresa. para que a corrediça tenha um movimento com o mínimo de atrito possível. No entanto é preciso ter em conta que ao colocar nas novas posições.Sistema de afinação de eixos 2. O sistema utilizado na nossa fresadora será muito idêntico ou utilizado na Roland MDX-20. Consoante as máquinas-ferramenta existentes. apenas é necessário desapertar os parafusos e colocar na nova posição. A fresadora que está a ser desenvolvida permite a elevação do pórtico (ver figura 2. podemos conseguir estes parâmetros imediatamente. É óbvio que bastam 3 pontos para definir um plano.4 . Integradora VII 7 . Este sistema (figura 2. Assim. ao contrário da Roland MDX-20 que apenas utiliza em um. Veios Os veios implementados no sistema serão todos de forma circular. ou então reduzi-los. uma vez que todas as peças que o constituem são facilmente construídas no departamento de Engenharia Mecânica. sendo assim podem maquinar-se peças com maior dimensão no que diz respeito à altura.Fresadora CNC de baixo custo 2. os furos têm que manter o alinhamento horizontal. O facto da Roland MDX-20 apenas utilizar um deve-se ao facto de as máquinasferramenta utilizadas possuem boa precisão. As máquinas existentes no departamento de Engenharia Mecânica não permitem uma boa precisão. 2.6.7. Este sistema será utilizado nos dois veios de cada eixo. no entanto este terá um rasgo lateral para melhorar a afinação. Facilmente se pode elevar o pórtico. Sistema elevação pórtico Um dos problemas da Roland MDX-20 é o facto de esta ter uma altura reduzida entre a mesa e a ferramenta. esta pareceu-nos a melhor opção. tais como a mola podem ser adquiridas em qualquer loja que tenha para venda.5).5.

Os apoios desta mesa foram desenvolvidos pensando no melhor e mais longo deslocamento possível. 6 – Berbequim Integradora VII 8 . com base na obtenção de uma rigidez máxima. Mesa A mesa desenvolvida para a construção da fresadora pretendida será plana com furos roscados para a fixação das peças a serem maquinadas.9. Figura 2. Através do Software NINOS é possível desenvolver a mesma função. O sistema para fixação das peças não foi deixado ao acaso. permitindo velocidades de rotação diferentes (característica necessária para a fresadora CNC).000-35. estando o suporte da árvore que sustenta a fresa fixa ao suporte de toda a estrutura. Porta-ferramentas Depois de muita pesquisa e comparação de preços entre os berbequins que tinham as características desejadas a escolha recaiu sobre o berbequim da EINHELL "BSG135" que se encontra à venda nas lojas do AKI por 25.5 – Sistema de elevação do pórtico 2.000 (rpm) Optou-se pelo berbequim da figura 2.90€ e que contém as seguintes características: → Potência: 135 W → Tensão: 230 V → Velocidade de rotação: 10.Fresadora CNC de baixo custo Figura 2. pelo que também foi desenvolvido pensando numa forma fácil e rápida de ser executada. no entanto o Hardware CNC3ax não permite esta regulação. em detrimento do que existe disponível no Departamento de Engenharia Mecânica por ter variador de velocidade. Será animada de movimento quando se pretender trabalhar ao longo do seu eixo.8.6. 2.

e mesmo assim por vezes algo corre mal.25. será possível desenvolver uma máquina onde não se encontrem os problemas acima referidos. possibilitando. Desenhos Técnicos Depois de construída a fresadora em INVENTOR. Campos de aplicação A máquina poderá ser utilizada na maquinagem de componentes de dimensões reduzidas. sendo assim na escala real já se apresenta como um número inteiro. Pode referir-se a sua utilização para variados tipos de ensaio. Este recurso fez com que algumas das peças apresentas medidas tais como 10.Fresadora CNC de baixo custo 2. uma vez que devido à quantidade de furos existentes em algumas peças e sua colocação na mesma tornou a cotagem do desenho técnico muito difícil. por exemplo) e até a nível lúdico. dimensões reduzidas. Numa outra perspectiva. Sendo assim. e outros. Bibliográfica 1. escoamento em condutas. tanto a nível dimensional como funcional.11. a aplicação poderá ser feita a nível didáctico (em escolas. a concretização de protótipos ou modelos à escala com um custo reduzido (Ref. 3. durante a montagem dos componentes algumas peças não eram aconselhadas para o local onde as queríamos colocar. Estes desenhos técnicos encontram-se no Anexo J. Foram feitos alguns ajustes. Depois da primeira montagem. e também que seja possível assimilar os problemas com os quais nos poderemos deparar na construção do protótipo. o que fez com algumas peças tenham dimensões não muito usuais. Na altura de realizar os desenhos técnicos deparámo-nos com enormes dificuldades. Integradora VII 9 . uma vez que para correr tudo bem à primeira é necessário muito experiência. tais como: aerodinâmicos. os quais são normais.2. as quais não são possíveis de obter nas oficinas do departamento de Engenharia Mecânica. o qual podemos ver no anexo G. Algumas das peças foram cotadas recorrendo a escalas. 2. Modelo Para uma melhor percepção do tamanho que a fresadora CNC irá ter. Estes permitirão uma consciência mais realista de projectos em CAD. por exemplo. a adquirida alguma experiência. fácil utilização e manutenção. efeito dos ventos em edifícios.4). foi concebido um modelo em poliestireno. No entanto estas referidas peças estão à escala de ¼.3. uma vez que este equipamento apresenta um custo baixo.10. e devido a termos encontrado bastantes obstáculos durante a sua execução.

Os testes de configuração final foram depois realizados num computador que reagrupava as condições necessárias de funcionamento. tentou-se emular o Windows 98™ dentro do Windows XP™ (sendo este o sistema operativo principal) na lógica de poder correr o NINOS beneficiando do tecnologicamente mais avançado Windows XP™ (a descrição detalhada das etapas encontra-se no anexo C).1). Em consequência disso. 3D. O programa transmite as informações de comando à máquina através de uma conexão à porta paralela (LPT) ou à porta série (COM) do computador. Figura 4. Integradora VII 10 . 10 metros de largura e 10 metros de comprimento.Fresadora CNC de baixo custo 4. com o sistema operativo Windows 98™. testou-se primeiro a instalação do NINOS num computador. somente para verificar o correcto funcionamento da licença do software assim que alguns parâmetros do programa. tornos ou fresadoras de comando numérico com 2. É indicado para todos os tipos de produção (mecânica/electrónica) e até pode maquinar peças de grandes dimensões até um limite máximo de 10 metros de altura. Software NINOS Este software é constituído por um módulo central de maquinagem CAM (Computer-Aided Manufacturing) e diferentes módulos de concepção CAD (ComputerAided Design) entre outros. 3 ou 4 eixos (Figura 4. Permite pilotar máquinas 2D. → instalar o programa no sistema operativo Windows 98™. que não satisfazia o pré-requisitos técnicos. Alguma dificuldade inicial em encontrar um computador disponível com as especificações técnicas de hardware requeridas pelo fabricante do NINOS travou a evolução dos testes do programa. Já neste. estas estipulavam que é necessário respeitar certos requisitos mínimos para executar convenientemente o NINOS: → utilizar um computador com um processador de pelo menos 700 MHz de frequência. 1 – Apresentação NINOS Informações previamente adquiridas foram comunicadas.

lojas de bricolage e em lojas online.60 €/kg de aço e 6 €/kg de Nylon.70 € Pode ser obtida a partir de PC’s fora de uso 242 € 504 € Podem ser obtidos através de impressoras fora de uso 25 € 60 € 25 € 3€ 35 € 61 € 209 € 713 € Os custos para a Chapa de Aço e para o Nylon (poliamida 6) foram estimadas com base nos seguintes preços: 2. Nylon (para casquilhos e algumas polias) Mesa Chapa TOTAL (estrutura) TOTAL FINAL 25 € 84. Na tabela 2 é apresentada a estimativa de custos. Tabela 2 – Estimativa de custos Placa com cobre de um lado (tamanho de uma folha A4) Componentes electrónicos Ferramentas para montagem da placa Componentes para ligação (terminais. Integradora VII 11 . Pode dizer-se que os 713 € de custo final são perfeitamente aceitáveis em comparação com os 4000 € que custa uma Roland MDX 20. pelo aluno Pedro Azevedo. sendo esta construída na U. freios. Rodas Dentadas. Os preços apresentados foram obtidos em lojas de ferragens. Análise de custos Neste capítulo é feita uma estimativa para o custo total da fresadora. anilhas.30 € 126 € 26. Os custos relativos á construção da CNC3AX são baseados no trabalho realizado durante a construção desta na UM.M. Polias Berbequim Motores Parafusos. Fêmeas.Fresadora CNC de baixo custo 5. Molas. interruptores) Fonte de alimentação Software NINOS (licença em “pen”) TOTAL (placa) Veios.

Fresadora CNC de baixo custo CONCLUSÕES A realização deste trabalho permitiu aumentar. aumentando-as. sendo uma pena já que seria o culminar de um trabalho árduo e no qual verificar-se-ia se todo o processo de concepção até aqui feito era rigoroso uma vez que seria nessa altura que deparar-se-ia com as imperfeições e dificuldades inerentes à construção de um protótipo. englobando a escolha dos motores. à excepção da realização do protótipo. os conhecimentos de cada elemento do grupo sobre mecânica entre outros. placa esta desenvolvida por um colega deste curso. de realizar relatórios e apresentações e organizar-se de modo a realizar atempadamente todas as tarefas propostas. Este projecto foi dividido em vários quadrantes. a caracterização das forças de fresagem. do sistema de afinação. A nível de comando da máquina os objectivos foram todos cumpridos. a realização de um modelo e dos desenhos técnicos da máquina e por fim a concepção física do protótipo. Pode-se então verificar que os objectivos foram cumpridos à excepção da construção física do protótipo. O projecto teve como principal objectivo o melhoramento da fresadora CNC de baixo custo já existente nesta universidade através da construção de outra com melhores propriedades. a mesa. o porta ferramentas. a construção da fresadora e a parte de comando desta recorrendo a uma placa de comando CNC3ax e ao software NINOS. Este problema foi colmatado através da inserção de um código apropriada para o comando da placa pelo Windows XP™. O software NINOS foi fornecido sem custos. Estes melhoramentos foram realizados ao nível das velocidades da árvore. A placa de comando utilizada foi do tipo CNC3ax. Através da análise da máquina já existente verificaram-se algumas limitações. sendo este software simples e muito eficiente o que possibilitou um fácil assimilar do seu funcionamento. Deparou-se com um problema na conjugação do software e da placa já que esta não estava a conseguir ser comandada pelo Windows XP™. num acréscimo das velocidades de avanço bem como na altura máxima da peça suportada pela máquina que passos de 60mm para 85mm. A concepção da fresadora dividiu-se em várias etapas. que era muito difícil sendo colmatado por uma nova geometria da estrutura da máquina. a análise da máquina já existente. em várias vertentes. da transmissão. Estas etapas foram todas conseguidas com maior ou menor dificuldade. A concepção da estrutura da mesma. a criação de um sistema de elevação do pórtico. a qual não foi possível devido à falta de tempo e de verbas para esse fim. podendo esta ser ainda acrescida em 50mm e ao nível do acesso à ferramenta. Com a realização deste trabalho foi possível também melhorar a capacidade dos alunos de trabalhar em conjunto. dos veios. apontando-as para depois serem colmatadas e melhoradas. no departamento de Engenharia Mecânica desta instituição de ensino. Integradora VII 12 .

  Figura 2 – Motor de passo seleccionado È de todo o interesse este projecto tenha continuidade. A realização deste protótipo seria uma mais-valia neste projecto já que aí poderia ser verificado qual o real potencial desta máquina. • motores a utilizar – a escolha recaiu sobre os motores de passo mas esta escolha pode ser debatida já que há outros tipos de motores que podem ser compatíveis com o objectivo final da nossa máquina. Figura 1 – Sistema de afinação utilizado • rigidez da fresadora – as forças que actuam na fresadora aquando da operação de fresagem podem ser demasiadas para a estrutura da fresadora o que é uma questão a poder ser revista. Além deste pode-se apontar outros características escolhidas que poderiam ser revistas por outro grupo interessado por este projecto. tais como: • sistema de fixação das peças – o sistema adoptado foi de uma mesa com furos porque parece ser o mais viável. Como principal falha do projecto realizada é apontada a não realização física do protótipo da fresadora CNC de baixo custo. depois de também ser considerado o de uma mesa com rasgos a todo o comprimento da mesa (e que foi abandona). e assim tirar as conclusões sobre o trabalho desenvolvido até ao momento. Um outro grupo poderá então partir directamente para a construção. uma vez que lhe foi dedicado muito tempo e que possui qualidade para ter sucesso. Integradora VII 13 .Fresadora CNC de baixo custo TRABALHOS FUTUROS A realização deste projecto vem no seguimento de outro já existente e visa melhorar as capacidades dessa outra máquina.

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Memória descritiva ANEXO L .Cálculo da transmissão ANEXO I .Pesquisas ANEXO C .Caracterização das Forças de Fresagem ANEXO J .Fundamentos Teóricos ANEXO B .Placa CNC3ax ANEXO G .Fresadora CNC de baixo custo ANEXOS ANEXO A .Problemas de comando da placa devidos ao Windows XP™ ANEXO E .Software NINOS (Manual de Utilização) ANEXO D .Desenhos técnicos Integradora VII 15 .Virtual PC ANEXO F .Modelo Poliestireno ANEXO H .

Fundamentos Teóricos ANEXO A Fundamentos Teóricos Integradora VII A1 .

Esta − − − − Integradora VII A2 . Passa-se agora a relatar os conhecimentos teóricos adquiridos.1 Suportes de peças A ferramenta em trabalho sofre da parte da peça em curso de maquinagem um esforço importante que se decompõe segundo as três direcções ortogonais correspondentes aos movimentos de corte. é necessário ligá-la rigidamente à máquina ferramenta que a suporta. adaptados ao caso em particular. superfícies de revolução. perpendicular à superfície da mesa da máquina. pode ocupar uma posição qualquer. consoante a natureza do movimento da peça. A fresadora designa-se universal quando a árvore por combinação de dois movimentos. Efectivamente a mesa recebe três movimentos que podem indiferentemente ser de avanço. especialmente das fresadoras. O movimento de regulação em altura é conferido pelo deslocamento vertical da consola. para que ela conserve uma posição relativa invariável. Podendo ser classificadas em fresadoras de colunas. para projectar uma fresadora CNC de baixo custo e dimensões reduzidas. vertical ou universal. é conferido à fresa. O movimento de avanço é conferido à peça pela mesa que a suporta. um estudo aprofundado sobre máquinas-ferramenta (Ref. O movimento de corte circular contínuo. O eixo da fresa não sofre qualquer deslocamento. − Velocidades da árvore e de avanço.Fundamentos Teóricos 1. A fresadora é denominada horizontal quando a árvore porta-ferramenta é horizontal. do carro transversal e da consola (automática com retorno rápido ou não). A ferramenta rotativa denominada fresa. a peça sofre a reacção da ferramenta e. Bibliográfica 5). As características principais de uma fresadora são: Género: horizontal. que tratam da máquina-ferramenta no geral e que serviram de base. se o seu peso não for suficiente. a maior parte das vezes. pode trabalhar como ferramenta de geração ou como ferramenta de forma. de regulação ou de aproximação. 1971). 1. além de conhecer a máquina existente.. − Potência do motor.Fresadora Fresadoras são máquinas-ferramenta dotadas de ferramentas de corte – fresa – cujo movimento rotativo é capaz de gerar superfícies diversas. A Máquina-Ferramenta . Curso da mesa. . Obrigatoriamente.. Antes de proceder ao projecto da fresadora CNC começou-se por fazer. superfícies helicoidais. de avanço e de penetração. Tipo e número do cone da árvore (Morse ou americano). Para conseguir responder aos objectivos que foram propostos era necessário consolidar e aumentar conhecimentos neste campo. de mesa fixa e especiais (Niemann. paralela à superfície da mesa da máquina. A fresadora pode produzir superfícies prismáticas. É denominada vertical quando a árvore é vertical. Dimensões da mesa.

O problema do posicionamento da peça comportará obrigatoriamente a escolha acerca desta mesma peça de uma ou várias superfícies de referência. Um dispositivo de fixação à máquina. Em definitivo.2 Fixação da peça As reacções da ferramenta sobre a peça podem provocar o seu deslocamento ou a sua deformação. 1. 1. a peça e o seu suporte serão fixos na mesa da máquina de modo que as reacções devidas ao corte sejam largamente equilibradas e que nenhuma deformação se manifeste da parte do sistema de bloqueio e da parte da ferramenta. no início e no fim do curso principalmente. e depois as árvores e seu equipamento. Superfícies de referência sobre as quais as superfícies da peça serão apoiadas.1 Posicionamento da peça Os movimentos de corte e de avanço determinantes. 1. Mas. a reacção ao movimento vertical da árvore tende a fazer flectir a peça a meio. a trajectória resultante não é materializada no espaço. Será então necessário prender a peça à mesa para a impedir de ser levantada. ela é suportada geralmente pela árvore da máquina.1. Então dispõe-se sob a parte flexível um dispositivo de apoio. será necessário recorrer às partes móveis essenciais da máquina: mesa. a ferramenta poderá levantar a peça da mesa e a superfície obtida será incorrecta. Um dispositivo de alinhamento em relação aos movimentos da máquina. O suporte da peça estabelecerá a conjugação material destas superfícies com as superfícies de referência próprias da máquina. Além disso. Será necessário então equilibrar as reacções.1. pelo contrário. são a directriz e a geratriz da superfície produzida pela ferramenta. guias pertencentes às bancadas e à estrutura. quando o movimento de corte é conferido à peça. Um dispositivo de bloqueio da peça ao suporte. Ou seja. Mas. isto é colocar apoios contra as superfícies. Quando o movimento de corte é conferido à ferramenta. árvore.1.Fundamentos Teóricos ligação obrigará frequentemente a colocar um suporte intermediário entre a peça e o apoio da máquina. Integradora VII A3 . que constituem de parte da sua construção superfícies de referência perfeitamente paralelas às direcções dos movimentos. Esta observação conduz a estudar separadamente as mesas e os seus órgãos anexos.3 Elementos funcionais do suporte da peça Qualquer suporte de peças comportará: − − − − − Uma superfície de referência em contacto com a da máquina. a peça é geralmente suportada na mesa da máquina e. é sempre em relação a estes dois movimentos principais que se coloca a peça.

determina-se um assentamento perfeito mas é necessário suprimir os riscos de flexão entre os apoios. 1. directamente ou por intermédio de um porta-peças auxiliar. Em geral. serve de referência. A remoção das aparas é um problema delicado que ainda não tem uma solução perfeita. O corpo contribui para aumentar a segurança de trabalho do operador.1.4 Fabrico das estruturas O modo de utilização das máquinas. tal como a recuperação total dos lubrificantes de corte. o calçar da peça é feito tendo em conta um traçado prévio ou repartindo o excesso de metal. Utilizando três calços reguláveis. e as suas linhas simples. Integradora VII A4 . dispondo calços de apoio. aos visores nível de óleo. A – Montagem directa na mesa Esta montagem é sobretudo reservada às peças cuja superfície é grande comparativamente às dimensões da mesa. aos órgãos de regulação das folgas. as suas superfícies lisas e limpas.2 Comodidade de utilização – protecção A concepção racional do corpo da máquina impõe o agrupamento de todos os órgãos de comando para evitar ao operador deslocações inúteis e cansativas.3 Estética O operador não é indiferente à estética da máquina e toma tanto mais cuidado quanto o aspecto desta é harmonioso.4 Suportes de peças de superfícies de referência planas Trata-se neste ponto os casos em que a mesa plana da máquina. A intervenção do artista especializado é por isso actualmente corrente para estabelecer o a forma do corpo das máquinas. seja porque pela sua forma impede o acesso aos pontos perigosos. a importância dos métodos de fabrico são elementos determinantes para a escolha do material. o acesso fácil de lubrificação. a precisão que se espera delas. aos filtros. B – A superfície de suporte não é plana É o caso de faces em bruto ou de faces cuja extensão é muito pequena para servir de plano de referência. provocados pela reacção vertical da ferramenta e pelo peso da peça.Fundamentos Teóricos 1. seja porque encerra todos os órgãos móveis. 1. aos ralos de escoamento. 1.

o motor é do tipo trifásico assíncrono. O conjunto dos órgãos adequados para produzir o movimento motor utilizável constitui a cadeia cinemática da máquina-ferramenta. São construídas por elementos em aço macio. − Órgãos de transmissão do movimento motor. O arranque pode fazer-se directamente da rede até uma potência de 25 kW.3 Selecção do motor A selecção do motor é em primeiro lugar função da potência necessária e da velocidade desejada.5. perfilados. − Órgãos de transformação do movimento motor. Motor de velocidade constante Quando a máquina-ferramenta comporta uma caixa ou um variador de velocidades.5. formando triangulação e nervuras.5. a velocidade é constante. chapa espessa recortada. Este movimento é muito raramente directamente utilizável pela máquina ou pela peça. Mais leves que os corpos em ferro fundido são também menos frágeis e o seu preço para séries reduzidas é menos elevado. ou que necessitam de suportar esforços mais elevados. das condições de trabalho da máquina. − Órgãos receptores do novo movimento. quanto ao comando de arranque e de paragem. − Órgãos de regulação da velocidade. em seguida. quanto à protecção dos seus órgãos e do operador que conduz a máquina. mas as superfícies de atrito são de qualidade inferior. 1. 1.Estudo dos elementos com vista a realização material de uma superfície 1. unidas por soldadura de arco (soldadura por chama oxiacetilénica provoca graves deformações). o motor é Integradora VII A5 .2 Motor e equipamento eléctrico Cada máquina-ferramenta possui uma autonomia total quanto à sua fonte de força motriz. É necessário transmiti-lo modificando-lhe a forma e a velocidade. 1. De qualquer modo as máquinas-ferramenta são na maior parte das vezes adquiridas já completamente equipadas. O estudo detalhado do motor e do equipamento eléctrico pertencem ao domínio dos especialistas de electricidade e remete-se o leitor para essa área. Compreende em geral: − Um motor. A.Corpos soldados São reservados mais frequentemente para as máquinas de precisão reduzida.Fundamentos Teóricos A .5 .1 Cadeia cinemática O órgão motor que fornece à máquina ferramenta os múltiplos movimentos necessários à realização das superfícies é geralmente dotado dum movimento circular contínuo de velocidade constante. planos. e.

São geralmente reunidos no mesmo quadro. O custo do equipamento e do motor só se pode amortizar caso sejam máquinasferramenta de grande produção. de modo que o arranque em carga é praticamente impossível. e de recuo da ferramenta ou da peça. utilização racional A substituição de um motor existente não apresenta dificuldades pois a chapa do construtor deverá indicar todas as características necessárias. no local mais cómodo para o operador. motor indicando 220/380V.6 . B. No caso de uma adaptação ou de uma transformação. Características do motor. aproximação. O comando automático da máquina é obtido por actuação directa sobre os botões por actuadores ligados aos fins de curso. É então o accionamento de um electroíman que provoca o arranque ou a paragem do motor. Do mesmo modo o arranque a três tempos de motores assíncronos de rotor bobinado apresenta a vantagem de não diminuir o binário de arranque. É o caso das máquinas-ferramenta de ciclo automático em que todas as operações se realizam com características próprias quanto às velocidades de corte. A adição de contactos temporizados (funcionando apenas um tempo previamente estabelecido) permite a realização de ciclos programados. O motor assíncrono com rotor bobinado.Equipamento eléctrico Compreende os aparelhos adequados ao comando do motor por um lado e à sua protecção por outro. e aos apalpadores de medição. as botoneiras de marcha-paragem. é um exemplo. O arranque estrela-triângulo dos motores que funcionam normalmente em triângulo. avanço. A.Fundamentos Teóricos robusto e económico. possui um bom binário de arranque mas a sua manutenção é delicada e o seu custo elevado. A vantagem deste tipo de esquema é que se podem colocar à distância. o que impõe um redutor mecânico entre o motor e a máquina. Motores de velocidade variável É interessante poder-se dispor de um motor cuja velocidade permaneça constante ou varie sem restrições. é necessário indicar ao construtor: 1. É também possível multiplicar os postos de comando (máquinas grandes) montando todos os botões de paragem em série e todos os botões de arranque em paralelo. Além disso o binário de arranque é mau. A alimentação é feita a partir do sector alternativo por interposição de rectificadores à grelha de accionamento e a modificação da velocidade é obtida por um variador electrónico que sujeita o motor ao ciclo desejado. C. ÓRGÃOS DE COMANDO O contactor é um interruptor comandado por um electroíman. ligado à rede de 220V. que arranca através de um reóstato rotor. Utiliza-se nesses casos um motor em curto-circuito de corrente contínua. Integradora VII A6 . Basta actuar sobre dois botões: de marcha e de paragem para obter o funcionamento desejado. 1500 ou 3000 rpm. Mas a gama de velocidades nominais é rígida: 1000. e é necessário dispor de uma embraiagem intermédia.

por um valor máximo em centésimos de milímetro por metro de erro de planicidade. de paralelismo ou de perpendicularidade. Será necessário então proceder à sua verificação logo que a montagem esteja terminada. que condicionam a sua precisão em primeira aproximação. 1.Fundamentos Teóricos 1. Mas.Estudo da máquina ferramentas com vista à manutenção das suas qualidades geométricas Uma máquina ferramenta só pode produzir peças cujas formas e dimensões correspondam a especificações previamente definidas se a sua precisão for claramente superior à das peças a obter. são os órgãos elementares da máquina. que as confirmam. O nível controla não só o nivelamento mas também a planeza da superfície de base. As verificações geométricas referem-se à máquina em repouso e ensaios práticos. a máquina comporta-se como um conjunto e é a precisão deste conjunto que importa conhecer. B.7 . os porta-ferramentas. as verificações debruçam-se: − sobre o paralelismo das corrediças e das bandas de guiamento. − sobre a coaxialidade e o empeno da bucha e do ponto que esta suportará − sobre o deslocamento axial do fuso principal que ocasionará uma variação do passo. imperfeições dos guiamentos. são executados sobre forma de operações de acabamento. Há então um certo número de precauções a tomar cada vez que se procede ao assentamento de uma máquina ferramenta. Integradora VII A7 . a instalação defeituosa de uma máquina pode ocasionar deformações vibrações. Um calçamento preciso da máquina evita deformações por torção. não fazendo caso da potência nem do rendimento posto em jogo. os porta-peças. em geral. Traduzem-se.1 .Verificações geométricas Recorre-se a diferentes operações de medição. Verificação da qualidade geométrica dos elementos separados Com a superfície de base previamente controlada. A. as superfícies de guiamento. a sua qualidade só pode manter-se à custa de uma lubrificação regular e de manutenção constante. Assentamento Toda a verificação é obrigatoriamente precedida do assentamento da máquina que é feito por nivelamento da maior superfície horizontal.8.8 Verificação de máquinas-ferramenta As condições de recepção de máquinas-ferramenta são definidas pelas normas que impõem modos operatórios e tolerâncias bem precisas. Ora. e pode-se sempre exigir um controlo tão severo quanto se deseje. Por fim. 1. Além disso.

em qualquer ponto: − das superfícies de guiamento rectilíneas entre si. Lubrificação e Manutenção das Máquinas ferramentas No que respeita ao guiamento do movimento deve saber-se que a lubrificação contribui largamente para retardar a o desgaste. A escolha do óleo. partindo de esboços previamente preparados. e por conseguinte para conservar a máquina nas suas condições originais. Os órgãos de lubrificação devem sempre estar colocados em locais muito acessíveis. a esfera Integradora VII A8 . A. − dos eixos de rotação dos órgãos rotativos entre si.Fundamentos Teóricos C. − da temperatura normal dos mecanismos em regime de trabalho. − das superfícies de guiamento rectilíneas com os eixos de rotação dos órgãos rotativos. Esta verificação atende sobretudo ao paralelismo ou à perpendicularidade. depende de: − da velocidade relativa dos órgãos.9. qualquer que seja a carga. De uma maneira geral utilizam-se óleos para velocidades rápidas. Ensaios práticos Têm sobretudo um carácter de precisão e aplicam-se a um trabalho de acabamento. Lubrificação com galheta O óleo é introduzido pelo orifício lubrificador ou injectado com uma galheta de pistão pelo lubrificador fechado por uma esfera de mola. 1. A aplicação de esforços consideráveis destruiria a eficácia do controlo devido às deformações que se produziriam.1 . D. frequentemente fixada pelo construtor. As diferentes operações que constituem os ensaios práticos podem ser consultadas em tabelas normalizadas. e o utilizador deve respeitar os procedimentos indicados pelo construtor. − da carga sob que estes funcionam. de maneira a permitir o controlo por medição directa. Após a lubrificação.9. A construção deve pois dedicar uma grande atenção ao problema da lubrificação.Dispositivos de lubrificação a óleo Os óleos minerais têm qualidades variáveis consoante a sua proveniência e temperatura de emprego. Verificação da posição relativa dos elementos e da regularidade desta ao longo dos deslocamentos. − da estação do ano (óleos de verão e óleos de Inverno) porque a lubrificação deve ser eficiente desde o arranque. 1.

provocam inevitavelmente alteração da precisão. de óleo perdido. as fugas nas juntas. uma ficha na qual estão indicados os pontos a examinar periodicamente. convém proceder à inspecção sistemática dos diversos órgãos. C. Para o conseguir. Para este efeito. O óleo é distribuído gota a gota por gravidade. B. − Efectuar de seguida as preparações. o serviço de manutenção fixa a periodicidade das verificações conformes às normas. ou a um tubo metálico ligado à chumaceira. os entupimentos.2 . apenas convém para órgãos de marcha lenta e em sob carga reduzida. Este modo de lubrificação. Lubrificação por lubrificadores conta–gotas Um reservatório metálico ou em vidro. descobrem-se as perdas de óleo por desgaste. Inspecção preventiva Paralelamente às verificações periódicas. a amplificação das folgas locais. choques. a qualidade do pessoal utilizador. Verificações geométricas periódicas Segundo a cadência de trabalho.Fundamentos Teóricos fecha o orifício. São sobretudo conduzidas no plano prático. o serviço de manutenção estabelece para cada máquina. Integradora VII A9 . B. desgaste. é colocado na chumaceira. as gripagens. o meio ambiente.9. a dispersão nas cotas. pelas causas mais diversas: trabalho em sobrecarga.Manutenção A manutenção da máquina ferramenta tem por objectivo a manutenção quase constante das suas qualidades de origem. A. dão indicações preciosas sobre os defeitos e permitem frequentemente a sua localização. de débito regulável visível através de um mostrador. as modificações ou reparações que se imponham. a óleo perdido é conveniente para trabalho rápido mas exige uma vigilância atenta. Verificação do funcionamento Foram anteriormente expostas as verificações a que a máquina ferramenta é sujeita aquando da sua recepção. ou seja da sua colocação à disposição do cliente. ou para cada tipo. o empeno dos planos de deslizamento. protegendo assim a canalização de poeiras e aparas. a percentagem de peças para sucata e a falta de homogeneidade na produção. Será necessário renová-lo várias vezes por dia em alguns casos. Vigiam-se assim o desgaste nas corrediças. e por isso. é então necessário: − Em primeiro lugar verificar o funcionamento dos órgãos para descobrir os pontos defeituosos. erros de manobra. deformação dos apoios. Esta lubrificação periódica. No decurso da sua utilização. 1.

Fundamentos Teóricos 1. que devem também limpar as corrediças de poeiras que estas tenham retido. eliminar as matérias abrasivas retidas. Reajuste das folgas Desde o primeiro período de utilização. ou por uma verdadeira maquinagem no caso contrário. desgastes muito acentuados pode-se ser conduzido à troca de certos órgãos. Lubrificação Mesmo que a lubrificação diária seja deixada ao cuidado do utilizador. a que lhe está conjugada necessita muitas vezes de um retoque ou de substituição.3 . as folgas amplificam-se com uma regularidade relativa. se apenas asseguraram funções secundárias ou quando se deseja modificar a sua concepção para obter um melhor serviço. Na maioria das vezes encomenda-se ao fornecedor uma peça conforme à original. dita peça de substituição.Prática de manutenção A.9. B. ao reaperto das chumaceiras ou ainda ao calçamento dos rolamentos e os batentes. Integradora VII A10 . Limpeza da máquina O operário deve manter a máquina sempre em perfeito estado. C. Mudança de peça Devido a manobras em falso. Basta então para as eliminar proceder à regulação dos calços de reajustamento. a renovação da lubrificação dos rolamentos. as massas endurecidas que obstruem os canais de lubrificação. D. o esvaziamento de cárteres. e que se uma está fora de serviço. choques. sobrecargas. Manutenção do nivelamento A verificação do nível das superfícies de referência dá lugar a uma correcção do nivelamento facilitada se a máquina estiver montada sobre parafusos facilmente acessíveis e reguláveis. Quando o desgaste é localizado. Convém então retocar as guias quando a localização é pouco pronunciada. E. torna-se impossível de reajustar as folgas sem forçar o guiamento nas zonas não atingidas pelo desgaste. a recarga dos reservatórios de lubrificadores. incumbe a agentes de lubrificação especializados. Não se pode perder de vista que as peças usadas trabalham no mínimo aos pares. mas é desejável que sejam previstas limpezas periódicas feitas por agentes especializados. Podem mesmo ser fabricados pelo próprio.

de qualquer forma e em dimensões finais. com complexidade e detalhes que não permitiriam sua obtenção em máquinas convencionais de maquinagem. Prototipagem rápida O movimento permanente da economia globalizada requer rapidez de resposta às necessidades de mercado. de modo automático.Fundamentos Teóricos 2. onde um modelo sólido é desenvolvido e transferido electronicamente desde a base de dados de um CAD para uma máquina de prototipagem ou directamente desde um sistema de fabricação assistido por computador (CAM). A concepção deste tipo de processo baseia-se na aplicação dos princípios da tecnologia CAD/CAM. A prototipagem rápida através da tecnologia CAD/CAM e da maquinagem CNC define-se como um conjunto de processos tecnológicos que permitem fabricar modelos físicos tridimensionais. As máquinas de Prototipagem Rápida permitem obter peças físicas acabadas. com garantia de qualidade e baixo custo. Serviços de prototipagem com actualização tecnológica representam factor decisivo para o aumento da eficiência e produtividade das empresas. Integradora VII A11 .

Pesquisas ANEXO B Pesquisas Integradora VII B1 .

Esta estrutura iria possuir uma mesa móvel.4). verificamos que existem vários modelos.2). já não havia a necessidade de motores com elevada potência. o mecanismo que estas usam para o movimento das suas partes móveis. no que diz respeito aos mecanismos de afinação dos eixos deparamo-nos com enormes dificuldades em encontrar alternativas às que conhecíamos. bem como uma estrutura bastante rígida e pesada (figura B. bem como os materiais utilizados para o seu fabrico. desenhamos outra. Sendo assim.2). Estrutura Inicialmente foi concebida uma estrutura que baseava a sua transmissão em parafusos sem-fim (figura B. Figura B. a qual já tinha mesa móvel e pórtico fixo. ao contrário do que acontece com a “Roland MDX 20”. 1– Estrutura com transmissão por parafuso sem-fim Depois de abandonada esta estrutura. Por outro lado. 2– Segunda opção para a estrutura Integradora VII B2 . como a mesa tem menor peso que todo o pórtico.Pesquisas Pesquisas Fez-se uma pesquisa de fresadoras CNC de baixo custo. 1. utilizando os mais diversos mecanismos das suas partes móveis. Da análise feita. o que numa pesquisa mais avançada de transmissões de movimento se veio a revelar pouco viável (ver ponto 2. Figura B. de modo a perceber qual o tipo de máquinas-ferramenta existentes.

4) e não utilizando a mola existente na imagem. Numa fase mais avançada pensamos que devido à reduzida distância entre a fresa e a mesa.5) é também como as anteriores pouco precisa. para o nosso caso era necessário analisar as várias alternativas de modo a ter a melhor opção. é necessária maior potência para a transmissão do movimento.1 . 3 – Transmissão de movimento por correntes 2. consoante a aplicação. A mesa. para possibilitar a amarração da peça.Correias Este tipo de transmissão (figura B.3 . das quais. Assim sendo. 2. têm as suas vantagens e desvantagens. sendo este um sistema que também foi abandonado devido à difícil fabricação desta no departamento. Transmissão Para efectuar a transmissão do movimento existem várias alternativas. Por outro lado ao utilizar a mola. 2. que só era possível maquinar peças com altura reduzida. a qual evita folgas na inversão do movimento. Figura B. Podemos verificar que nesta estrutura os parafusos sem-fim já foram retirados.Transmissão de movimento por parafuso sem-fim 2. Figura B. 4 . Ocorre escorregamento entre a correia e a polia.Pesquisas Nesta estrutura podemos ver que o pórtico está fixo à base da fresadora. esta com rasgos.2 . pelo que elaboramos uma forma de poder deslocar o pórtico de modo a aumentar a referida distância e assim maquinar peças com uma altura superior. 5 – Transmissão de movimento por correias Integradora VII B3 .Parafuso sem-fim Com este tipo de transmissão (figura B. Mesmo nas correias dentadas ocorre escorregamento quando se inverte o movimento. a necessidade de um elevado número de rodas dentadas e não se consegue velocidade constante na transmissão do movimento. teríamos folga quando se invertia o movimento.3)) de movimento tem como desvantagens o peso das correntes. Outro aspecto negativo é a elevada vibração.Correntes Este tipo de transmissão (figura B. Figura B. A elasticidade destas também provoca imprecisão na transmissão do movimento. o movimento será efectuado recorrendo a cabos.

este aspecto é muito importante uma vez que em locais onde o espaço é reduzido. Uma das grandes vantagens em utilizar a transmissão por cabos. e fazer passar o cabo por ela sem qualquer problema. sendo estas mais caras que o mecanismo a utilizar nos cabos. Quando se utiliza um dos outros tipos de transmissão a afinação já se torna mais complexa. Quando se utiliza um sistema de transmissão por cabos. no entanto também não poderá ser muito robusta para que o seu peso não interfira no seu movimento. a mesa. teremos um maior ou menor deslocamento desta. Assim optou-se pelos de forma circular. sendo estas de fácil fabrico. 3. pode encontrar-se de várias geometrias. de forma hexagonal. Esta terá de ser rígida para que não haja flexão. 4. é a possibilidade de evitar a utilização de rodas dentadas (como no caso das correntes). como. Sendo assim. Embora os primeiros dois apresentem um melhor controlo do paralelismo no movimento. a montagem torna-se mais simples. por exemplo. apenas é necessária a utilização de polias. é uma das partes mais importante da fresadora. Mesa O local onde as peças a serem maquinadas serão colocadas. Outros aspectos são importantes quando se fala deste componente. Quando se utilizam cabos. podemos jogar com este aspecto. resolvemos escolher a transmissão por cabos (ver figura B. Conforme o local dos apoios da mesa. Outra vantagem dos cabos em relação a todos os tipos de transmissão apresentados anteriormente é o facto de se poder colocar a polia em qualquer plano. ou seja.4 . para que este esteja sempre esticado. quadrado ou redondo.Cabos Figura B. e sempre que seja necessário afinar. também é verdade que existe um maior atrito na transmissão. aplica-se um sistema simples de afinação do cabo.6). Este tipo de transmissão tem algumas vantagens em relação às apresentadas anteriormente. Veios Numa análise aos veios de transmissão existentes. este processo é rápido e fácil. 6 – Transmissão de movimento por cabos Depois de uma análise detalhada de cada tipo de transmissão. O facto de a Integradora VII B4 .Pesquisas 2.

9 – Mesa com rasgos para fixação da peça Um problema encontrado foi o da elevada dificuldade de efectuar este tipo de mesa no departamento e também o tempo que esta demoraria para estar concluída. uma vez que se optou por uma alternativa bastante fácil de produzir. no entanto temos uma maior rigidez.9). Sendo assim teremos: Figura B. um outro também muito importante é o dispositivo que esta terá para fixar as peças.Pesquisas mesa poder se deslocar por cima do suporte da fresadora. Inicialmente pensou-se em efectuar rasgos na mesa.8). 8 – Apoios próximos Se os apoios estiverem afastados o deslocamento da mesa é menor. Esta hipótese foi posta de lado. sendo que este aperta num dos furos roscados e assim fixa a peça. os quais permitiriam a fácil fixação da peça (figura B. Sendo assim resolvemos analisar outras alternativas. nos quais será aplicado um dispositivo com um parafuso. 7 – Apoios afastados Figura B. Esta opção foi a de efectuar na mesa furos roscados.7 e B. entre as quais a utilização de uma mesa lisa. possibilita a esta um maior deslocamento (figuras B. Se os apoios estiverem próximos o deslocamento da mesa será muito maior. O local onde os apoios são colocados é um aspecto importante da mesa. no entanto perderá rigidez. semelhante à da Roland MDX-20 e posteriormente utilizar um mecanismo externo de fixação. Integradora VII B5 . Figura B.

Software NINOS (Manual de utilização) ANEXO C Software NINOS (Manual de Utilização) Integradora VII C1 .

Software NINOS (Manual de utilização) IproCAM NINOS CAD/CAM Manual http://www.com Elaborado na âmbito da unidade curricular Integradora VII Fevereiro 2008 Integradora VII C2 .iprocam.

Figura C. O programa transmite as informações de comando à máquina através de uma conexão à porta paralela (LPT) ou à porta série (COM) do computador. 3D. 3 ou 4 eixos. É indicado para todos os tipos de produção (mecânica/electrónica) e até pode maquinar peças de grandes dimensões até um limite máximo de 10 metros de altura. 10 metros de largura e 10 metros de comprimento.Software NINOS (Manual de utilização) Apresentação NINOS é um software completo de concepção e fabrico assistidos por computador dividido em 9 programas distintos (Fig. Permite pilotar máquinas 2D. tornos ou fresadoras de comando numérico com 2. 1 – Interface inicial de selecção de módulos É constituído por um módulo central de maquinagem CAM (Computer-Aided Manufacturing) e diferentes módulos de concepção CAD (Computer-Aided Design) e outros.1). Integradora VII C3 .

contidos em diferentes formatos de ficheiros. calcula as trajectórias de maquinagem para esboço e acabamento e transfere automaticamente as informações para o módulo CAM. Módulos Circuitos Integrados . . Módulo de Conversão STL Conversor de ficheiros 3D normalizados realizados em software CAD diferente do NINOS.Software NINOS (Manual de utilização) Módulo de Maquinagem FAO (CAM) Executa sequências de maquinagem de ficheiros criados nos módulos CAD do NINOS e de ficheiros em formato normalizado (ISO G-Code.3D Tradução de imagens 2D com cálculo de trajectórias de maquinagem para gravação superficial ou com relevo. Tem também a capacidade de planear operações simples tais como a maquinagem de rasgos ou a furacão. Divide os objectos tridimensionais em perfis. Permite testar os ciclos em modo simulação. logótipos e outras artes gráficas. Módulo de Tradução BMP .Gravação de Circuitos Integrados PCB CI Converte circuitos integrados. Módulo de Concepção CAO 2D½ Módulo de desenho CAD para gravura de texto. para trajectórias de maquinagem directamente exploráveis pelo módulo CAM. Integradora VII C4 .…).Editor de Esquemas SCHÉMA PRO Permite produzir esquemas electrónicos de placas PCB (Printed Circuit Board) e transferi-los para o módulo BIG CI PRO. correr estes controlando directamente uma máquina CNC (Comando Numérico Computadorizado) e observar simultaneamente a evolução virtual das operações.Circuitos Integrados BIG CI PRO Projecta circuitos integrados electrónicos com implantação de componentes e importa a informação para o módulo PCB CI. . Módulo de Programação BLOCS É usado para programar ordens sequenciais de maquinagem utilizando uma linguagem clara não codificada. Módulo de Torneamento UTAM Programa de concepção e manufactura que gera trajectórias de ferramentas e pilota tornos CNC exportando ficheiros de maquinagem em linguagem ISO.

destina-se é a calcular trajectórias de ferramentas para esboços e acabamentos a partir de ficheiros de extensão STL. . 3DS. 3DMax.Software NINOS (Manual de utilização) Módulo de Conversão STL O módulo STL não é um programa de concepção de peças 3D. o objecto aparece na janela. Não se deve nunca ultrapassar os 32000 elementos de malha. 1. AutoCAD. Um projecto constituído por 5000 elementos de malha é considerado bem detalhado. Princípios Depois de ter aberto o ficheiro 3D que contem a geometria do objecto. criam-se ficheiros que contêm as informações necessárias para realizar de imediato a maquinagem no módulo CAM do NINOS. Pro-I. Abrir o ficheiro que se acaba de gravar com o módulo STL. A partir desses perfis e dos parâmetros de maquinagem introduzidos. Inventor. Nota: O número de elementos de malha que podem ser processados depende da memória e da versão do Windows que se está a utilizar. 3D Studio. Amapi. Por precaução. divide-se o objecto em perfis. X ou 3DS. Estes ficheiros são formatos standard e são criados por software CAD de concepção tridimensional tais que SolidWorks. gravar um novo ficheiro para formato STL independentemente da extensão do ficheiro original (STL. gravar o ficheiro com a extensão STL.. X ou 3DS (o formato STL é o mais frequente).. Rhino. 3DS). Preliminares Uma vez a peça concluída no software CAD escolhido. Métaséquoia. DMT. 2. Integradora VII C5 . X. A resolução ou o número de elementos de malha devem ser introduzidos no software de concepção no momento da exportação.

Vista de topo (plano XY) 7. trajectórias de esboço. 2 – Vista geral Legenda: 1. Transferir trajectórias de esboço para módulo CAM 14. Abrir um ficheiro 3. Vista em perspectiva 10. Transferir trajectórias de acabamento para módulo CAM Integradora VII C6 . Guardar um ficheiro 4. Tipo de visualização do objecto 3D 2. Vista de lado (plano YZ) 9. Scan 12. Mostrar/esconder plano de referência 11.Software NINOS (Manual de utilização) 3. perfis. Parâmetros de maquinagem 13. Vista de frente (plano XZ) 8. trajectórias de acabamento) 6. Vista geral Figura C. Opções de transformação do objecto tridimensional 5. Organização das janelas visíveis (objecto 3D.

Premir botão direito do rato + movimento vertical = Zoom. Representação do objecto 3D 2. Premir botão direito do rato + premir tecla CTRL + movimento horizontal ou movimento vertical = deslocamento do objecto. Código de cores Figura C. Trajectórias de acabamento Teclas de manipulação das vistas Premir botão esquerdo do rato + movimento horizontal = rotação à volta do eixo Z. Trajectórias de esboço 4. Perfis desenhados pelo Scan 3. Premir botão esquerdo do rato + movimento vertical = rotação à volta do eixo X ou Y. 3 – Código de cores Legenda: 1.Software NINOS (Manual de utilização) 4. Integradora VII C7 .

4 – Opções de transformação dom objecto 3D Rotação . Abrir ficheiro STL.Efectua a rotação de um plano a volta de um eixo perpendicular no sentido desejado.Cria um reflexo tridimensional relativamente ao eixo indicado.Permite alterar o factor de escala segundo diferentes direcções. Proceder a alterações da representação do objecto se necessário Opções de transformação do objecto 3D Figura C.Inverte todas as cotas em Z. III. Realizar Scan Esta operação vai gerar os perfis do objecto a partir da sua representação tridimensional. X ou 3DS II. Ajustar as dimensões . Escala . Inverter em Z .Ajusta o atravancamento máximo do objecto. Cronologia I. Mirror .Software NINOS (Manual de utilização) 5. Integradora VII C8 .

4. 2. Cria o dobro dos planos do que aqueles criados por 1. 3. Efectua o scan de um objecto que necessite ser maquinado em 4 x 90º. 5 – Realização de um scan 1. O scan para levantamento dos perfis é efectuado numa rotação à volta do eixo resultante da intersecção dos planos perpendiculares aos eixos Y e Z. O eixo Z serve aqui para definir a posição do Nível Zero. Levantamento de perfis paralelamente ao plano de frente XY. ao longo do eixo Y e segundo o sentido crescente do eixo Z.Software NINOS (Manual de utilização) Figura C. Integradora VII C9 . o que se encontra abaixo é ignorado. Negativo: Levantamento de perfis paralelamente ao plano de frente XY. Um só perfil: mostra o perfil do objecto no ponto do eixo Y desejado. o eixo Y é utilizado para definir o ponto no qual se quer ver o perfil do objecto. O Nível Zero é um plano perpendicular ao eixo Z: aquilo que se encontra acima do Nível Zero é tratado pelo scan. As posições dos planos perpendiculares aos eixos Y e Z são definidas nos eixos pelo utilizador. O sentido de relevância do Nível Zero é invertido se utilizar a opção Negativo. ao longo do eixo Y e segundo o sentido decrescente do eixo Z. Na opção Um só perfil.

É a precisão com a qual as geometrias dos perfis vão ser desenhadas relativamente ao eixo X. IV. estes planos contêm os perfis do objecto.Software NINOS (Manual de utilização) Resolução do scanner . use um valor entre 0 e 1. O número de planos que podem ser processados é limitado. Espaçamento dos planos (Y) . Os números de planos que serão criados são indicados e muda quando se altera o valor do espaçamento. Definir Parâmetros de Maquinagem Vai calcular as trajectórias da ferramenta para a posterior maquinagem de esboço e de acabamento. maior será o tempo de processamento necessário a gerar os perfis.Trata-se do espaçamento que vai existir entre os planos que vão ser criados. É necessário escolher um espaçamento coerente com a largura de passe que a ferramenta efectuará. Recomendase um máximo de 200 planos. 6 – Definição de parâmetros de maquinagem Integradora VII C10 . Figura C. Quanto menor for a resolução. Não existem vantagens em ter um espaçamento inferior à largura de passe da ferramenta. O valor máximo da resolução é 5. Se pretender uma alta precisão da geometria dos perfis.

Velocidade de avanço [mm/s] 20. Standard: conveniente para um esboço Preciso: para esboço/acabamento Sublime: acabamento exacto. Seleccionar para a ferramenta efectuar passes na direcção do eixo X 17. Muda para os parâmetros padrão 5.Software NINOS (Manual de utilização) Legenda: 1. Diâmetro da ponta cortante da fresa (diâmetro útil) 21. Modificar o tamanho se necessário. Largura de passe 19. Se a peça estiver fixada directamente sobre a mesa da fresadora. esta opção só é útil se a máquina utilizada for de uma extrema precisão 27. Seleccionar para impor os parâmetros de maquinagem para o acabamento 15. Guarda um ficheiro de parâmetros de maquinagem 3.5 mm Integradora VII C11 . Opção que autoriza a maquinagem mesmo se surgir mensagens de erro relativas à verificação dos parâmetros de maquinagem 24. é a profundidade máxima à qual a fresa pode descer 14. Os ângulos são arredondados. Velocidade de avanço [mm/s] 10. o nível de segurança pode ser por exemplo de 0. Escolher o tipo de fresa que se vai utilizar 16. A cota Z é obrigatória para a detecção da origem no módulo CAM 25. Profundidade de passe 9. Este parâmetro tem que ser escolhido em função da precisão da máquina 28. A esfera da ferramenta é modelada em vários pontos. Seleccionar para impor os parâmetros de maquinagem para o esboço 6. Escolher o tipo de fresa que se vai utilizar 7. Resolução: segmentação das trajectórias da ferramenta. Largura de passe 8. Abre um ficheiro de parâmetros de maquinagem (ficheiros com extensão *. Escolha rápida: Permite escolher um ficheiro presente na pasta de instalação do NINOS 4. Seleccionar para a ferramenta efectuar passes na direcção do eixo Y 18. Altura entre a ponta cortante da fresa e a cauda da ferramenta. Diâmetro da cauda da fresa (pode ser diferente do diâmetro útil) 22. Dimensões do bruto: são automaticamente calculadas a partir do ficheiro 3D e das transformações eventualmente efectuadas. é a profundidade máxima à qual a fresa pode descer 23. Diâmetro da ponta cortante da fresa (diâmetro útil) 12.stz) 2. Resolução da ponta da fresa para cálculo das interpolações. A maquinagem será centrada em XY relativamente as cotas dadas. nunca descerá abaixo. Diâmetro da cauda da fresa (pode ser diferente do diâmetro útil) 13. Alisamento: permite atenuar o efeito de faces resultante da estrutura dos ficheiros 3D. Altura entre a ponta cortante da fresa e a cauda da ferramenta. Distância entre o centro da ferramenta e a extremidade do bruto antes de cada entrada na matéria e após cada saída 26. Sobreespessura que será deixada para acabamento 11. É este número de pontos que está aqui a ser parametrizado. 29. Nível de segurança em Z: nível mínimo até o qual a ferramenta descerá.

Transferir trajectórias de esboço ou trajectórias de acabamento para o módulo CAM Integradora VII C12 .Software NINOS (Manual de utilização) V.

Transferir trajectórias de esboço ou trajectórias de acabamento para o módulo CAM VI. Lançar ciclo de maquinagem no módulo CAM Figura C.Software NINOS (Manual de utilização) Figura C. 8 . 7 .Lançar ciclo de maquinagem no módulo CAM Integradora VII C13 .

Problemas de comando da placa devidos ao Windows XP™ ANEXO D Problemas de comando da placa devidos ao Windows XP™ Integradora VII D1 .

Sendo assim. O manual de instalação do Virtual PC. até que encontrámos algumas pessoas a falarem de um código que provavelmente permitiria o comando da placa através do Windows XP™. o modo de como colocar o código e o respectivo local. bem como outras configurações extras.Problemas de comando da placa devidos ao Windows XP™ Problemas de comando da placa devidos ao Windows XP™ Quando a placa CNC3ax ficou concluída. Pedir um PC novo a sua mãe ou ao Papai Noel. estão no tópico seguinte deste trabalho. os quais com a insistência foram resolvidos. não consegui-mos comandar a máquina. No entanto com a utilização deste Software (Virtual PC). no entanto durante a instalação tive-mos alguns problemas. Pesquisamos na Internet e pouco se concluiu. Como existia um computador disponível. Sendo na porta LPT que a placa se ligava ao computador. lá conseguimos o que queríamos. No entanto era tudo muito vago. Por sinal conseguimos comanda-la. em instalar num computador real. Não quer dizer que não seja possível. tendo este um processador igual ou superior a 700MHz. onde seria instalado o Windows 98. ou seja. e lá existe um local para introduzir o respectivo código. no entanto para se conseguir informações mais precisas foi necessário registar no fórum. o virtual não reconhece pen. um computador virtual. Um dos sites era um pouco mais interessante que os restantes. uma vez que o existente não poderia ser formatado para instalar o Windows 98. Obtivemos algumas soluções. este deveria ser o problema. se algo fosse feito erradamente. Assim. no entanto este com 533MHz. Só isto? E anda tanta gente a formatar computadores para instalar o Windows 98… Integradora VII D2 . com alguma piada colocou no ecrã uma mensagem que a seguir será transcrita: Fluxo lento da LPT. Depois de alguma pesquisa na Microsoft. Pensamos que provavelmente seria impossível. vimos que por questões de segurança o Windows XP™ bloqueava as portas LPT. comandar a placa. Para nossa surpresa foi-nos dito que teríamos de alterar o endereço da porta LPT para 888. decidimos instalar o Windows 98 e verificar se comandaria a placa. Muita gente andava à procura do mesmo…. e poderiam por em causa a integridade do computador. foi necessário testá-la. Devido à não existência de um computador disponível. mas todas elas eram muito complexas. e depois de umas conversas desinteressantes. tentamos saber se haveria algum modo de desbloquear esta porta. Abrimos o NINOS. De seguida pensámos qual seria a razão de a partir do Windows XP™ não se conseguir comandar a placa. foi necessário pensar em alternativas. foi-nos sugerido utilizar um emulador. porém o Software NINOS. no entanto mesmo que fosse. você pode: Reduzir a velocidade máxima requerida Aumentar o movimento 1 passo Desactivar a estribos/tampa/apalpador Usar um processador mais rápido. Este consiste. o qual supostamente era o único que permitiria através do Software NINOS. o que para este caso era muito importante uma vez que a licença do Software NINOS é uma pen. depois de alguma análise. Sendo assim. Assim foi.

Integradora VII D3 . Assim foi. apenas tem de modificar o endereço da porta LPT do Software NINOS para 888. a partir do Windows XP™. Não pode ser? Só isto…. E qual o nosso espanto quando os motores começaram a rodar.Problemas de comando da placa devidos ao Windows XP™ Será que vai funcionar? Pouco provável. não é preciso fazer mais nada? Assim foi. Conclusões finais Se pretender comandar a placa CNC3ax. com o Software NINOS. Mas como tudo na vida é necessário experimentar para saber.

Virtual PC ANEXO E Virtual PC Integradora VII E1 .

para que se consiga trabalhar com um determinado software. Em resumo será uma máquina "cobaia" para realizar os seus testes e experiências. podemos utilizar o chamado Virtual PC. 4. permite criar um computador virtual dentro do nosso computador real. instalando assim o Windows pretendido. a informática evolui. Por vezes é necessário instalar um Windows antigo (por exemplo: Windows 98). Podemos assim instalar neste computador virtual o sistema operativo desejado. 2. Sendo assim. Como instalar o Microsoft Virtual PC Como criar a máquina virtual Configurações extra Como instalar o sistema operacional Ao fim destes passos terá a possibilidade para testar softwares e actualizações beta antes de instalar no seu computador real. Como instalar o Microsoft Virtual PC Depois de possuir o software devidamente comprado e com sua licença. De modo a que toda a instalação seja bem sucedida. e como vou referenciar ao longo deste guia. ou então. Figura E. marque " I accept terms in the license agreement" e clique em avançar conforme a seguinte figura: Integradora VII E2 .Virtual PC Virtual PC Cada vez mais. o que provoca o não funcionamento de algum software antigo nos computadores mais recentes. podemos formatar um computador. 1. 1 – Instalação (passo 1) Clique em avançar na primeira tela da instalação. para pode analisar se realmente é positiva a instalação dos softwares. Este software. clique sobre o executável e será iniciada a instalação do aplicativo. podemos também ter dois sistemas operativos instalados. 1. 3. vamos apresentar o modo de como o fazer. na tela seguinte será solicitada a confirmação do contrato de licença. bem como toda a configuração.

Como criar a máquina virtual Agora que o Virtual PC esta instalado. irá em seguida copiar os arquivos de instalação e terminará a instalação. 2 – Instalação (passo 2) Depois te ter confirmado. clique em avançar na tela de Boas Vindas do Assistente: Integradora VII E3 .Virtual PC Figura E. 3 – Instalação (passo 3) Nas telas seguintes o assistente de instalação confirmará o local no disco onde o software vai ser instalado. o assistente é automaticamente iniciado após a conclusão da instalação. 2. terá de colocar o serial number: Figura E. deveremos criar e configurar a máquina virtual.

(3) Adicionar uma máquina Virtual existente . com isso a máquina virtual criada não possuirá um disco virtual. se apenas indicar um nome o arquivo será salvo em: C:… (Meus Documentos). Para criar uma máquina virtual seleccione a primeira opção e clique em avançar. 4 – Criação de uma máquina virtual Na tela seguinte o assistente apresentará 3 opções: Figura D.vmc já existente. Integradora VII E4 . seleccione o sistema operativa que será instalado na máquina virtual e clique novamente em Avançar.Virtual PC Figura D. o mesmo deverá ser criado posteriormente. (2) Criar uma máquina Virtual com as Configurações Padrões . 5 – Opção do tipo de máquina (1) Criar uma máquina Virtual – Com esta opção do assistente criará um máquina virtual básica.Será criada uma máquina virtual utilizando um arquivo . De seguida clique em avançar.vmc.Será criado automaticamente um arquivo . Será solicitado um nome e o caminho onde quer que seja criada a máquina virtual.

Placa CNC3ax ANEXO F Placa CNC3ax Integradora VII F1 .

Por outro lado. esta placa comanda até um máximo de três eixos. apenas é necessário ligar esta ao novo computador e por mãos ao trabalho. sendo este retirado de uma fonte de computador avariada. pormenores demoraram muito tempo a serem percebidos. para alimentar estas a 12 voltes. sendo este comandado pelo software NINOS. Integradora VII F2 . e entrar num trabalho que já está a decorrer ainda mais difícil se torna. uma vez que o primeiro contacto com a electrónica da placa não é fácil. no âmbito do seu estágio estava a desenvolver esta placa. possibilitando o comando não só de fresadoras mas também de outras máquinas-ferramenta. O seu processo de fabrico foi demorado e complexo. 1 – Dissipador de calor De modo a permitir o fácil deslocamento da placa de um local para o outro. apenas era necessário ligar o fio preto ao vermelho. um aluno de engenharia mecânica desta universidade. O modo para solucionar o problema do rápido e exagerado aquecimento foi a utilização de um dissipador de calor de maiores dimensões. sendo isto o que nos foi dito pelo aluno. quando fosse necessário obter 5 voltes. Inicialmente foram encontradas algumas barreiras. bem como as ventoinhas para fazer circular ar fresco de modo a melhorar ainda mais o desempenho da placa ao nível da dissipação de calor. permite comandar três eixos que podem ter diferentes inclinações entre si. A existência de uma caixa como esta permite que quando se pretender comandar outra máquina com esta placa. os quais por um sistema de cabos vão permitir o movimento relativo entre as diferentes partes constituintes da fresadora. é necessária a utilização de um Hardware. Quando nos foi proposta a realização da fresadora. dois destes ficaram incumbidos de entrar em contacto com esta placa e com o aluno referido de modo a tentar perceber o seu funcionamento. uma vez que temos muita electrónica. bem como para a proteger foi feita uma caixa onde se colocou a fonte de alimentação da placa. tais como um aquecimento exagerado (o qual foi facilmente solucionado). Quando se efectuaram as divisões de tarefas pelos elementos do grupo. não foi feito um estudo para verificar se existiriam outras que não apresentassem os problemas que esta apresentou. Este Hardware é a placa CNC3ax. Com a utilização da fonte. Figura F. Quando se escolheu esta placa. não querendo isto dizer que apenas permite comandar três eixos perpendiculares entre si. se pretendêssemos obter 12 voltes era necessário ligar o fio preto ao amarelo.Placa CNC3ax Placa CNC3ax Para comandar os motores da fresadora. sendo este um problema mais complexo. e também o Windows necessário para a utilização desta placa.

Placa CNC3ax O resultado final foi o que a seguir podemos ver. 2 – Placa CNC3ax Integradora VII F3 . Figura F.

Modelo Poliestireno ANEXO G Modelo Poliestireno Integradora VII G1 .

Modelo Poliestireno Modelo em Poliestireno A ideia de realização de um modelo em poliestireno de uma fresadora tem por finalidade uma percepção física e real do protótipo desta. 4. régua e esquadro. Gabaritos São os elementos que providenciam o guiamento ao arco de fio quente. Estes são colados à superfície de poliestireno com fita-cola de duas faces. 2. Deve ser feito por duas pessoas uma de cada lado da peça ou elemento. a segurar na pega do arco de fio quente. este é feito através de arco de fio quente. Para que o corte não saia com imperfeições existe uma série de precauções e cuidados a ter. O modelo é feito através de uma placa de esferovite. Corte Para o corte. Geralmente são feitos de madeira com 1mm de espessura. tendo o cuidado necessário para não aplicar demasiada pressão na caneta para não danificar a placa. tais como: Integradora VII G2 . em que estes têm a forma da peça ou elemento a cortar. os contornos dos vários elementos da máquina de acordo com o desenho/projecto. Placa de poliestireno Na placa de poliestireno é marcado com uma caneta de acetato. 1. O nosso modelo foi realizado numa escala 1:1 já que o protótipo terá reduzidas dimensões. E como é feito? O arco de fio quente é “guiado” pelos gabaritos. Material − − − − − − − Placa de esferovite ou poliestireno Arco de Fio quente Gabaritos Cola UHU POR Régua e Esquadro Fita Cola de duas faces Caneta Acetato Tivemos também a colaboração e auxílio do Ricardo do LAB de aerodinâmica do DEM através dos seus conhecimentos mais vastos na concepção deste tipo de modelo. 3. ou poliestireno e cortada a fio quente.

Figura G. umas passagens com uma lixa 600 para retirar rugosidades do corte. quando esta é aplicada em demasia vai esticar o fio podendo até parti-lo. − Limpar sempre o fio no fim de cada corte. − O fio deve estar perpendicular com a direcção da velocidade. Com a máquina desligada aproxima-se ferro até a superfície que se Integradora VII G3 . 7. à toda sua volta formando uma depressão na superfície. 1 – Fixação para corte 5. deve ser acompanhado por duas pessoas para que não haja imperfeições nas superfícies da peça (quando isto acontece o arco de fio quente vai produzir uma superfície ondulada) − Nunca parar no meio do trajecto do corte.Modelo Poliestireno − O corte da placa percorrendo o gabarito com o arco de fio quente. Arco de fio quente Este elemento providencia o corte do poliestireno. 6. Acabamentos finais Para um bom acabamento final. O calor proveniente do fio derrete a placa. Para um utilização correcta é necessário cuidado na força que se aplica quando se procede ao corte. sempre à mesma velocidade. Furos Os Furos são feitos com um ferro quente de diâmetro inferior ao do furo. O ferro é aquecido com um maçarico e colocado num porta ferramentas de uma máquina de furar.

2min para até que a cola ganhe uma cor branca. Colagem A colagem de elementos é feita com cola UHU POR. Espera-se +/.Modelo Poliestireno pretende furar e após verificar a concentricidade centro do furo . Aplica-se nas superfícies que se pretende colar. 8. e de seguida junta-se as duas superfícies pressionando uma contra a outra durante 5-7min.centro do ferro. Integradora VII G4 . cola para poliestireno. pressiona-se o ferro contra a superfície até completar o furo.

Cálculo da Transmissão ANEXO H Cálculo da transmissão Integradora VII H1 .

Cálculo da Transmissão

1 - Análise teórica

- comprimento da corda = L = Cte - CD = Cte ; EF = Cte - Então AC + DE + FG = Cte (1)

⎧ AC = x A − a ⎫ ⎪ ⎪ ⎨ DE = xB − 2a ⎬ ⎪ FG = x − a ⎪ B ⎩ ⎭

de (1) vem:

x A + 2 xB − 4a = C te ⇔ x A + 2 xB = C te

Assim considerando duas posições diferentes:
x A1 + 2 xB1 = x A 2 + 2 xB 2 ⇔ x A 2 − x A1 = 2 ⋅ ( xB 2 − xB1 )

Δx A = 2ΔxB

Logo, para cada incremento dado em Xa teremos metade desse incremento em Xb Pode escrever-se:

ν A = 2ν B

WA = WB ⇔ FA ⋅ Δx A = FB ⋅ ΔxB ⇔ FA ⋅ 2ΔxB = FB ⋅ ΔxB

Integradora VII

H2

Cálculo da Transmissão

Desprezando as perdas: W – Trabalho

FA =

FB 2

Resumindo:

Δx A = 2ΔxB

ν A = 2ν B
FA = FB 2

2 - Aplicação ao sistema em estudo

Integradora VII

H3

Cálculo da Transmissão

FB ⎫ ⎪ 2 ⎬ ν A = 2ν B ⎪ ⎭ FA =

ωA =

2ν A 4ν ⇔ ωA = B DA DA

MA =

FA ⋅ DA F ⋅D ⇔ MA = B A 2 4

- Considerando a seguinte geometria para a polia A:

2ν ' A ⎫ D' A ⎪ ⎪ ⎬ 2ν ' A ⎪ ωM = DM ⎪ ⎭

ωA =

ω = ωA ⋅
M

D' A DM

MM = M A ⋅

DM D' A

- passo da polia A por cada passo do motor; pa - passo do motor ; pm
o

o

PM = PA ⋅

D D' A ⇔ PA = PM ⋅ M DÁ DM

Integradora VII

H4

Cálculo da Transmissão . P= π ⋅ DA 2 360 PA . NA = . a= P π ⋅ DA ⋅ PM ⋅ DM ⇔a= 2 ⋅ NA 4 ⋅ 360 ⋅ D' A Em resumo teremos: FA = FB 2 ωA = 4ν B DA D' A DM MA = FB ⋅ DA 4 DM D' A ν A = 2ν B ωM = ω A ⋅ MM = M A ⋅ a= π ⋅ DA ⋅ PM ⋅ DM 4 ⋅ 360 ⋅ D' A Integradora VII H5 .perímetro da polia A.nº de passos da polia A.avanço por passo.

Caracterização das Forças de Fresagem ANEXO I Caracterização das Forças de Fresagem Integradora VII I1 .

) 50 mm. Cálculo segundo “tecnologia mecânica y metrotecnia.mm-2 10 mm 1 mm 50 m.R.) – 100 mm/min (A.) 1 . Desta forma é garantido o bom funcionamento da fresadora em todas as outras condições que sejam menos severas em termos de solicitações na estrutura da fresadora e na transmissão. bem como para o momento binário e potência. Outros foram arbitrados de forma a serem maximizados já que se pretendem estimar as condições de funcionamento mais severas para a fresadora. No final será feita uma comparação dos resultados.C.R.Caracterização das Forças de Fresagem Dados: Os dados a seguir apresentados foram em grande parte recolhidos nos diferentes livros mencionadas na bibliografia.min-1 (A.C.min-1 (A. volume II) Sendo Kc a pressão específica de corte então a força de corte será: F = KC ⋅ S Integradora VII I2 .) – 80 m/min (A. Passando a listar os dados: Material Pressão específica de corte. serão usados alguns métodos diferentes.Cálculo da força (tangencial) de corte Para o cálculo da força de corte. (Kc) Diâmetro da fresa Penetração Velocidade de corte Velocidade de avanço Alumínio 50 kg.

Integradora VII I3 .448 D ⋅ rpm O cálculo da potência será descrito mais á frente. têm boa aceitação na indústria das ferramentas de corte: Neste caso a força de corte é calculada usando da potência de maquinagem e o diâmetro de fresa através da equação: F= 126000 ⋅ CV ⋅ 4. a força máxima será a necessária para cortar a secção máxima que é: S = AB ⋅ b = AC ⋅ sen(α ) ⋅ b Sendo b a largura da apara e AC o avanço por dente. n o nº de rpm e a a velocidade de avanço. o avanço por dente será: AC = Substituindo: S= a Zn a ⋅ sen(α ) ⋅ b Zn O ângulo α pode ser determinado e é função do diâmetro da fresa e da espessura da apara ou penetração. SME” Este é um método que usa equações mais ou menos empíricas que. segundo o livro em estudo. Assim sendo.Caracterização das Forças de Fresagem Como a secção da apara é variável. segundo o autor. Se Z for o número de dentes. a expressão final para o cálculo da força de corte é a seguinte: 2ab ⋅ e ⋅ (D − e ) Z ⋅n⋅D F =K⋅ Cálculo segundo “Machining.

Cálculo da Potência de maquinagem A potência de maquinagem será calculada segundo os métodos dos mesmo autores: Cálculo segundo “tecnologia mecânica y metrotecnia. Sendo P a potência.Caracterização das Forças de Fresagem Cálculo segundo “Casillas” Neste caso o cálculo também é feito através da potência de maquinagem cujo cálculo será também descrito adiante. o binário na fresa é: M = Então: F= 2M D P ω 2 . vem: M =F⋅ Então: D 2 P = M ⋅ω Cálculo segundo “Machining.00549 ⋅ (1000 A) Em que: K .factor de maquinabilidade V – velocidade periférica da fresa T – número médio de dentes a efectuar trabalho r – expoente característico para cada material A – área da secção da apara Todos estes dados podem ser obtidos no próprio livro [ r ] Integradora VII I4 . volume II) Sendo M o momento aplicado à fresa e F a força de corte. SME” Mais uma vez este autor usa equações mais ou menos empíricas usadas na indústria das ferramentas de corte: Segundo o autor a potência em CV pode ser dada por: CV = K ⋅ V ⋅ T 0.

o que equivale a usarmos uma força de corte 0. visto que foi clara a forma como foi obtida a equação de determinação da força. volume II” por ser o que nos deu mais confiança.5.00291 kgf. Então neste estudo será considerado o caso limite em que a resistência ao avanço iguala a força de corte.00194 kgf e decidimos usar um coeficiente de segurança n=1. é seguro assumir que a força de resistência a avanço não irá nunca ultrapassar a força de corte.Caracterização das Forças de Fresagem Cálculo segundo “Casillas” Segundo o autor a potência pode ser calculada através da equação: P= b ⋅ D ⋅ν a 1000 ⋅ C Em que: e – penetração ou espessura da apara D – diâmetro da fresa Va – velocidade de avanço C – volume de apara que pode ser cortado por kW por min (dado) 3 . Integradora VII I5 . É ainda de referir que a reacção na direcção axial é muito pequena comparativamente ás forças estudadas anteriormente por isso pode ser desprezado o seu efeito. Conclusão O método de cálculo que decidimos utilizar foi proposto em “tecnologia mecânica y metrotecnia. Para além disso foi o método que nos fez chagar a um valor mais elevado.Estimativa da resistência ao avanço da fresa no material Segundo “Machining. SME” esta força pode ser estimada com uma aproximação razoável. Finalmente chagamos ao valor de 0. usando a seguinte equação: Fa = F ⋅ cos(α ) Em que: Fa – força de avanço F – força de corte α – ângulo entre a força de corte e a força de avanço Ainda segundo o mesmo autor.

Memória descritiva ANEXO J Memória Descritiva Integradora VII J1 .

e para que não haja a necessidade de voltar a trás para desmontar alguns componentes para se conseguir montar outros. Ferramentas necessárias: Chave sextavado1 – 3 mm Chave sextavado – 5 mm 1. Figura 1 – princípio de montagem da base.Memória descritiva Memória descritiva Depois do fabrico de cada componente da fresadora é necessário saber a ordem pela qual se vai montar cada componente. Lateral_menor_base. Lateral_maior_base_2. Lateral_menor_base. 1  Também conhecida por chave Umbraco  Integradora VII J2 . a tarefa seguinte consiste em colocar as polias_intermédias_montadas na respectiva posição. Depois desta tarefa realizada. Base Para montar a base é necessário ter inicialmente os seguintes componentes: Lateral_maior_base. Figura 2 – base principal da fresadora montada. Uniões_base) nas devidas posições e em seguida colocar e apertar os respectivos parafusos. Fazer o mesmo procedimento atrás descrito até obter a forma representada na figura 2. Lateral_menor_base_2 Uniões_base (x4) Parafuso_M5x10 (x16) Porca_M5 (x16) Colocar os componentes (Lateral_maior_base. de modo a que o processo seja o mais rápido possível. Sendo assim este manual permitirá montar a fresadora de uma forma rápida e eficaz.

Integradora VII J3 . Colocar as polias_intermédias_montadas na respectiva posição. Montar a engrenagem_montada na peça Lateral_maior_base. 3. na respectiva posição. Engrenagem_montada Parafuso_M3x12 (x2) Porca_M3 (x2) Suporte_engrenagem Veio_engrenagem Chumaceira_engrenagem (x2) Engrenagem Manga_enrolamento Montar a engrenagem como mostrado na figura. como indicado na figura 6. introduzir a manga_enrolamento no veio. Figura 4 – base com polias. Montar a engrenagem sob pressão no veio. como indicado na figura 4.Memória descritiva 2. Figura 5 – Engrenagem. Figura 3 – polias intermédias. introduzir as chumaceira_engrenagem uma de cada lado e em seguida colocar este conjunto no suporte_engrenagem. Figura 6 – engrenagem montada na base. Polias_intermédias_montadas (x4) Parafuso_M3x6 (x12) Porca_M3 (x4) Suporte_polias_intermédias Chumaceira_p_intermédias Polias_intermédias Montar as quatro polias da forma apresentada na figura 3.

Montagem da mesa (Mesa_montada) placa base_1 (x2) base_2 (x2) Parafuso_M3x12 (x20) Porca_M3 (x20) casquilho_xx_yy freio_casquilhos_xx Colocar as peças nas posições correctas e apertar os parafusos. Figura 8 – mesa com casquilhos. de modo a que estes possam entrar nos casquilhos. Montagem dos veios (veios_xx) Veios_xx Anilha_veio (x2) Para montar os veios é necessário inicialmente colocar a mesa em posição. As porcas ficam na parte inferior da placa e a cabeça dos parafusos na reentrância existente na parte superior desta. Montar os casquilhos nos respectivos furos e em seguida colocar os freios em cada casquilho. Figura 9 – base com veios e mesa. Integradora VII J4 .Memória descritiva 4. 5. passando pelos dois casquilhos e em seguida introduzir no furo com o mesmo diâmetro do veio. Figura 7 – mesa montada. Introduzir o veio pelo furo de maior diâmetro. De seguida montar as anilhas em cada veio do lado do furo com o mesmo diâmetro do veio. A ranhura que estiver a maior distância da face deve ser deixada do lado do furo com maior diâmetro.

Memória descritiva

6. Sistema de afinação

Afinação_1 (x2) Afinação_2 (x2) Anilha_afinação_movimento_xx (x2) Anilha_afinação_xx (x2) Anilha_sistema_afinação (x2) Fixação_mola (x2) Anilha_veio (x2) Mola (x2) Parafuso_M5x10 Parafuso_M3x12 (x2) Porca_M5 Porca_M3 (x4) Colocar a peça Afinação_2 no local correcto, do lado do furo de maior diâmetro de colocação do veio. Montar a Anilha_afinação_movimento_xx no furo quadrado, em seguida a Anilha_afinação_xx junto à anterior e apertar o parafuso_M3 com a respectiva porca. Em seguida montar a Anilha_veio.
Figura 10 – montagem sistema de afinaçã.

Colocar a Anilha_sistema_afinação no furo de diâmetro 5mm e apertar o respectivo parafuso e porca. Montar a peça Afinação_1 e apertar os parafusos M3 com as respectivas porcas. Colocar o parafuso de afinação no respectivo lugar na peça Afinação_1.
Figura 11 – sistema de afinação sem mola.

Montar a peça com o nome Fixação mola e apertar com a respectiva porca_M3. De seguida colocar a Mola e assim o sistema de afinação está completo.
Figura 12 – Sistema de afinação montado.

Este procedimento deve ser efectuado dos dois lados, respectivamente nas peças Lateral_menor_base e Lateral_menor_base_2.

Integradora VII

J5

Memória descritiva

7. Sistema_elevação_pórtico

Este sistema permite elevar o pórtico 50 mm. Sistema_elevação_pórtico (x2) Parafuso_M5x10 (x8) Porca_M5 (x8) Colocar a peça Sistema_elevação_pórtico na peça Lateral_maior_base e Lateral_maior_base_2. Esta peça é igual para os dois lados. Apertar os quatro parafusos_M5 e respectivas porcas. Efectuar este procedimento dos dois lados.
Figura 13 - montagem do sistema de elevação do pórtico.

Depois de todos estes procedimentos efectuados o aspecto obtido deverá ser o seguinte:

Figura 14 – base completamente montada.

Integradora VII

J6

Memória descritiva

8. Suporte_zz_completo

Suporte_zz Suporte_zz (corrediça) polias_transmissão_zz engrenagem_montada componente_polias_yy chumaceira_p_interm_moveis polias_intermédias (x2) polias_intermédias_pequenas_montadas (x2) componente_p_interm_zz_baixo componente_p_interm_zz_cima casquilho_zz (x4) casquilho_xx_yy (x4) Assembly2 Afinação_zz (x2) freio_veios_zz (x4) freio_casquilhos_xx (x4) freio_casquilhos_zz (x4) Parafuso_M3_10 (x26) Parafuso_M3_6 (x2) Parafuso_M3_20 (x5) Parafuso_M3_15 (x4) Fêmea_M3 (x20) ANILHA_ ZZ (x2) Parte1 (x2) Parte2 (x2) Parte3 berbequim_montado Veios_zz (x2) Colocar a peça componente_p_interm_zz_baixo, na peça suporte_zz, na posição indicada na figura e apertar com Parafuso_M3_10 e respectivas fêmeas.
Figura 15 – inicio de montagem do suporte dos zz.

Efectuar o mesmo procedimento, no entanto agora com a peça componente_p_interm_zz_cima, obtendo assim a forma indicada na figura 16.
Figura 16 – montagem da peça de colocação das polias.

Integradora VII

J7

Figura 19 – Montagem da engrenagem. e introduzir este na peça suporte_zz. Montar o componente polias_transmissão_zz. colocar as polias e apertar o Parafuso_M3_6. Montar a peça Suporte_zz (corrediça) como indicado na figura e apertar esta com 4 Parafuso_M3_10 e respectivas fêmeas. Figura 20 – montagem da polia_transmissão_zz. Figura 21 – polia_transmissão_zz montada. Colocar o componemte engrenagem_montada na peça suporte_zz e apertar esta com 2 Parafuso_M3_10 e respectivas fêmeas. Depois de colocado na posição correcta devem ser colocadas as polias e respectivo Parafuso_M3_6. Integradora VII J8 . Figura 18 – Montagem do suporte_zz (corrediça). como indicado na figura.Memória descritiva Montar as polias_intermédias_pequenas_monta das. e colocar estas nas respectivas posições. Figura 17 – montagem das polias. e apertar estas com os Parafuso_M3_6 e respectivas fêmeas. como indicado na figura.

Pode agora ser colocado um dos veios do eixo dos zz. Figura 25 – peça de afinação zz. Figura 26 – colocação do veio dos zz. Figura 24 – montagem das polias no suporte_zz. Em seguida colocar a estrutura acima referida na posição indicada na figura e apertar esta com dois parafusos M3. Depois deste procedimento efectuado o aspecto deverá ser o da figura 27. colocar as duas polias_intermédias na peça chumaceira_p_interm_moveis_yy e em seguida montar esta estrutura na peça componente_polias_yy e apertar com o respectivo parafuso M3. Figura 23 – montagem das polias transmissão de movimento zz. Colocar a peça componente_polias_yy. Pode-se agora colocar os respectivos Parafuso_M3_10 e efectuar o mesmo procedimento para o outro veio. (Afinação_zz). Integradora VII J9 . Figura 27 – veios_zz montados.Memória descritiva Podem agora ser colocados os casquilhos e freios. Colocar também os freios na parte inferior e superior deste. Colocar a peça de afinação do eixo dos zz. Figura 22 – montagem dos casquilhos e freios. Depois deste procedimento efectuado o aspecto obtido deverá ser o apresentado na figura.

agora com a peça Lateral_portico_2. Depois deste procedimento o suporte_zz_completo está concluído. Figura 30 – inicio da montagem do pórtico Integradora VII J10 . tendo a configuração da figura 29. 9. depois de colocado o berbequim apertar a peça Parte2 com os respectivos parafusos M3. Colocar agora a parte1 na parte de cima e parte de baixo na peça Parte3 e apertar os parafusos M3 e em seguida. Figura 28 – montagem da peça na qual é fixado o sistema de suporte do berbequim. Efectuar o mesmo procedimento do lado oposto. Pórtico travessa_portico Lateral_portico_1 Lateral_portico_2 veios_yy (x2) Afinação_2 (x2) Fixação_mola (x2) Afinação_1 (x2) Anilha_veio (x4) Parafuso_M3x12 (x13) Porca_M3 (x16) Anilha_afinação_movimento_xx (x2) Anilha_afinação_xx (x2) Anilha_sistema_afinação (x2) engrenagem_montada Mola (x2) polias_intermedias_montadas (x2) Parafuso_M3x6 (x4) Montar a peça Lateral_portico_1 na peça travessa_portico e apertar os dois parafusos M3. Figura 29 – suporte_ zz concluído.Memória descritiva Colocar a peça Parte_3 na posição indicada na figura e apertar esta com os respectivos parafusos M3.

Figura 34 – montagem do sistema de afinação. Figura 33 – montagem do suporte_zz no pórtico.Memória descritiva Colocar o componente polias_intermedias_montadas na posição correcta na peça Lateral_portico_1 e lateral_portico_2 e apertar os parafusos M3. Colocar o suporte_zz_completo aquando da colocação dos veios_zz. Montar o veio. colocar a face que tem a maior distância da ranhura à face para o lado do sistema de afinação. O detalhe desta montagem já foi referido para a montagem deste na base. Figura 35 – montagem da engrenagem. Efectuar o mesmo procedimento dos dois lados. Figura 32 – montagem do veio. Figura 31 – montagem das polias. Colocar a engrenagem montada na posição indicada na figura e apertar esta à peça travessa_portico através de dois parafusos M3. Integradora VII J11 . Ter em consideração que o suporte_zz_completo terá de ser montado aquando da colocação dos veios. Sendo assim conclui-se o pórtico. Montar o sistema de afinação como indicado na figura.

Para montar deverá colocar o pórtico na posição mais inferior. Figura 37 – Fresadora concluída. agora apenas é necessário montar estas duas partes através de doze parafusos M5.Memória descritiva 10. Fresadora_montada base_montada portico_montado Depois de concluída a base e o pórtico. Figura 36 – montagem do pórtico na base. Integradora VII J12 . Depois de todos estes passos efectuados a fresadora deverá ter a forma apresentada na figura 37. Notar que o pórtico poderá ser movimentado.

Desenhos técnicos ANEXO L Desenhos técnicos Integradora VII L1 .

00 n9 . Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 4:1 Toleran.00 n7.00 11. GI701.00 6. n 17.001 CHUMACEIRA_ENGRENAGEM Substitui: Substituido por: .00 3.0 0 2.20072008.00 Projecto Desenho Copiou Verif.

00 0 n9.0 0 A Projecto Desenho 3.0 A 2. Escalas INTEGRADORA VII 2:1 Toleran.002 chumaceira_p_interm_moveis_yy Substitui: Substituido por: . GI701.26.00 Universidade do Minho A-A ( 2 : 1 ) Copiou Verif.20072008.00 n5.

20072008. GI701.003 chumaceira_p_intermedias Substitui: Substituido por: .00 n9.5 .5 .00 M3x0.6H 2. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 3:1 Toleran.00 n5.6H Projecto Desenho Copiou Verif.13.00 M3x0.

5 . Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 3:1 Toleran.00 C-C ( 3 : 1 ) C n9. GI701.00 B B-B ( 3 : 1 ) n5.004 chumaceira_p_transmissao_zz Substitui: Substituido por: .6H C 2.6H Projecto Desenho Copiou Verif.20072008.18.5 .00 B M3x0.00 M3x0.

9 25 R 0 n7. GI701.20072008.00 R6.005 Engrenagem Substitui: Substituido por: .35 10.00 Projecto Desenho Copiou Verif..87 5. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:1 Toleran.75 15.

00 35. GI701. 0 1 n7. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:1 Toleran.20072008.00 Projecto Desenho Copiou Verif.n 0 7.006 Manga_enrolamento Substitui: Substituido por: .

GI701.007 Pinhão Substitui: Substituido por: .D n3.00 Projecto Desenho 2. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 4:1 Toleran.07 Copiou Verif.00 D-D ( 4 : 1 ) D 5.20072008.

008 polias_intermédias Substitui: Substituido por: .00 Copiou Verif. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 2:1 Toleran.00 Projecto Desenho 20.E-E ( 2 : 1 ) E n5.20072008.5 R1 0 E 5. GI701.00 .

00 Projecto Desenho 10. GI701. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 4:1 Toleran.00 Copiou Verif.0 0 F 5.5 R F n5.009 polias_intermédias_pequenas Substitui: Substituido por: .20072008.F-F ( 4 : 1 ) 0 1.

0 n4 0 20.00 1.00 Projecto Desenho 44.00 R5..00 10. 50 12. GI701.00 45.00 4.20072008.00 48.00 4.00 8.00 Copiou Verif.010 suporte_engrenagem Substitui: Substituido por: .50 n4. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:1 Toleran.

0 3 .00 5.20072008.58 10.11.0 n3 0 17. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 2:1 Toleran.00 1.011 suporte_polias_intermédias Substitui: Substituido por: .00 Projecto Desenho Copiou Verif.00 8. GI701.00 n 0 .16 26.

20072008.0 n 8.5.16 1. GI701.00 0 3.00 Projecto Desenho Copiou Verif.58 10. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 2:1 Toleran.012 suporte_polias_intermédias pequenas Substitui: Substituido por: .00 0 3.0 n 17.00 5.00 15.

013 veio_engrenagem Substitui: Substituido por: .0 0 55.20072008. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 2:1 Toleran.00 Projecto Desenho Copiou Verif.n7. GI701.

00 27.20072008.00 Copiou Verif.00 0 4.30.50 14.0 n 28.00 n 0 4.00 28.00 Projecto Desenho 18.0 0 4. GI701. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:1 Toleran.00 5.0 n 2.00 70.014 componente_p_interm_zz_cima Substitui: Substituido por: .

0 n 2.00 30.n4 .00 5.0 0 4.015 componente_p_interm_zz_baixo Substitui: Substituido por: .00 70.00 27. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:1 Toleran.00 Projecto Desenho 18.00 28.50 11.20072008.00 n 0 4. GI701.00 Copiou Verif.

Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 2:1 Toleran.00 10. GI701.00 M3x0.00 n 00 5.50 5.00 Projecto Desenho Copiou Verif.016 componente_polias_yy Substitui: Substituido por: . 62.20072008.00 5.5 .n3 .6H 10.

5,00 M3x0.5 - 6H
5,00

M3x0.5 - 6H
26,00 5,00
Projecto
Desenho

10,00

13,00

M3x0.5 - 6H

5,00

Copiou Verif. Escalas

INTEGRADORA VII

Universidade do Minho

10,00

2:1
Toleran.

GI701.20072008.017 componente_polias_zz
Substitui: Substituido por:

44,00

14,00

M3x0.5 - 6H M3x0.5 - 6H 30,00
7,00
Projecto
Desenho

17,00

30,00

2,00

M3x0.5 - 6H

M3x0.5 - 6H

60,00

Copiou Verif. Escalas

INTEGRADORA VII

Universidade do Minho

1:1
Toleran.

GI701.20072008.018 suporte_suporte_berbequim
Substitui: Substituido por:

n

0 4,0

n

0 4,0

n

00 13,

,00 R3

0 4,0 n

0 3,0 n1

0 4,0 n

A
n1

80,00

70,00

,00 n13
n4,0

,00 13 n

0

n4,0

0

10,00

10,00 30,00 50,00

7,00 25,00

n4,00

5,00

A (2:1)

2,00

n4,0

0
Projecto
Desenho

74,50 64,50

n4,00

14,00 26,00 30,00

66,50 1,00 10,00

Copiou Verif. Escalas

INTEGRADORA_VII

Universidade do Minho

1:1
Toleran.

GI701.20072008.019 suporte_zz
Substitui: Substituido por:

75,00

5,0 0

50,00

20,00

5,00

5 .00 20.6H M3x0.20072008.5 .0 0 40.00 8.50 Copiou Verif.5 .0 n6 0 0 6.00 6.6H 40. GI701.6H M3x0.5 .00 n4.0 n Projecto Desenho 2.00 .6H M3x0.M3x0.50 18.00 25.020 suporte_zz(corrediça) Substitui: Substituido por: .00 99.0 60.00 0 R3. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:2 Toleran.

20072008. GI701.00 6.n17 .50 Projecto Desenho Copiou Verif.00 5. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 4:1 Toleran.50 8.00 n11 n9 .00 2.021 casquilho_xx_yy Substitui: Substituido por: .00 .00 n13.

50 7.00 4.20072008.50 Projecto Desenho Copiou Verif.022 casquilho_zz Substitui: Substituido por: .00 5. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 4:1 Toleran.00 2. n n10.00 n 8 .0 0 n6 .00 12. GI701.

GI701.50 Projecto Desenho Copiou Verif.20 .023 freio_casquilhos_xx_yy Substitui: Substituido por: . Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 4:1 Toleran.0 R7.20072008.50 1.0 0° 0 R6.

Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 4:1 Toleran.024 freio_casquilhos_zz Substitui: Substituido por: .50 Projecto Desenho Copiou Verif.50 R5.20072008.20 .00 ° R6. GI701.0 0 1.

44 16.75 7.20072008.40 25 R1.00 18.40 .5 .5 .50 M3x0.21. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:1 Toleran.00 60. GI701. 7.025 suporte_berbequim_part1 Substitui: Substituido por: 19.6H n3.50 5.24 13.0 M3x0.00 3.00 0 Projecto Desenho Copiou Verif.6H n3.

20072008.50 4.00 Copiou Verif.026 suporte_berbequim_part2 Substitui: Substituido por: .49 .65 3.75 41.34 Projecto Desenho 15.77 7.6 5 7. GI701.7.40 13 R R1 9. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:1 Toleran.

00 15.6H n3 .00 n3 .01 Copiou Verif.5 .5 .55.00 M3x0.00 n3.5 .20072008.76 M3x0.0 0 60.5 .6H 12.38 35.00 Projecto Desenho 3.6H M3x0. GI701. 00 n3 .75 . Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:2 Toleran.00 5.6H M3x0.38 26.027 suporte_berbequim_part3 Substitui: Substituido por: 38.

0 7. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 3:1 Toleran.028 Afinação_1 Substitui: Substituido por: 2.5.0 Projecto Desenho Copiou Verif.0 14.0 n3 .0 8.20072008.0 16. GI701.0 10.0 .0 20.0 10.

0 11.0 Projecto Desenho Copiou Verif.0 n7 .10.20072008.00 8.0 A-A ( 2 : 1 ) 20.0 20.0 10.0 2. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 2:1 Toleran.0 10.00 4.029 Afinação_2 Substitui: Substituido por: 12.0 A 5.0 20.0 A 20. GI701.0 .0 50.0 7.

0 .0 20.0 n4.0 35.20072008.0 11.0 45. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho GI701.0 13 n 2.0 Projecto Desenho Copiou Verif.0 45.0 32. base_1 Substitui: Substituido por: 10.0 22.190.0 7.030 Toleran.0 .0 5.0 15.0 126.

0 10.0 n4.031 Toleran. base_2 Substitui: Substituido por: 200.0 10.20072008.20.0 45.0 Projecto Desenho 2.0 . Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho GI701.0 45.0 Copiou Verif.0 10.

0 17. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:2 Toleran.032 Lateral_maior_base Substitui: Substituido por: .0 18.20072008.0 12.0 15.400.0 120.0 17.0 A-A ( 1 : 2 ) 60. GI701.0 A 114.0 A n11.0 20.5 n5.0 35.0 Projecto Desenho 3.0 27.0 120.0 Copiou Verif.0 13.

0 15. GI701.0 60.0 400.0 27. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:2 Toleran.215.0 120.0 3.0 20.033 Lateral_maior_base_2 Substitui: Substituido por: .0 n5.0 Projecto Desenho Copiou Verif.20072008.0 35.0 18.0 17.

0 Universidade do Minho 0 33. Lateral_menor_base Substitui: Substituido por: 27.00 3.0 90.0 3.0 n3.0 A 60.0 Projecto Desenho Copiou Verif.20072008.0 n9.0 82.0 17.5 39.0 75.0 10.00 70.0 15.0 36.0 n1 11. Escalas INTEGRADORA VII 1:2 Toleran.0 n5.5 2. GI701.A (1:1) 31.0 20.0 15.0 18.0 40.034 .0 360.

0 27.0 360.0 36.0 15.0 10.0 n5.0 .5 39.0 20.0 3.0 90.A (1:1) 31.00 A n9.0 18.0 75.5 12 .0 Projecto Desenho Copiou Verif.0 70.0 17.20072008. GI701.0 15.0 3.0 40.0 33.035 Lateral_menor_base_2 Substitui: Substituido por: .00 100.0 n 11. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:2 Toleran.0 n3 60.

0 80. 60.0 20.20072008.0 n 0 6.0 A 15.0 35.5 8.0 5.036 Toleran. 18.0 30.0 20.0 30.0 55.5 30.0 n 0 3. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho GI701.0 48.0 Copiou Verif.0 3.0 n 75. Lateral_portico_1 Substitui: Substituido por: 6.0 100.0 45. n 0 9.0 .27.0 A (1:1) 42.0 Projecto Desenho 10.0 12 .

0 Projecto Desenho 20.0 60. Lateral_portico_2 Substitui: Substituido por: 22.0 210.0 100.0 10.0 5.0 11.0 75.0 30. .0 A (1:1) 6.0 .0 n 75.0 0 9.0 12 n 21.0 20. 35.20072008.70.0 15.0 5.0 33.0 80.0 15.0 48.00 Copiou Verif. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho GI701.0 30.5 n 0 6.5 8.037 Toleran.0 3. A n 0 3.0 108.

0 .0 15. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1/3 Toleran.0 300.10.0 156.0 45.0 A A 60.0 Projecto Desenho Copiou Verif.0 45.0 300.038 placa Substitui: Substituido por: 72. GI701.0 45.20072008.0 A-A ( 1 : 3 ) 5.00 210.

0 60.0 3.0 30.30.0 20.0 10. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:2 Toleran.039 Sistema_elevação_portico Substitui: Substituido por: .20072008.0 Projecto Desenho Copiou Verif.0 n5. GI701. 0 140.0 100.0 95.0 60.

0 20.5 105.0 7.0 12. Escalas INTEGRADORA VII Universidade do Minho 1:2 Toleran.0 65.00 153.0 5.20072008.0 45. GI701.0 .0 .0 147.13.040 Travessa_portico Substitui: Substituido por: 30.0 11 n n3 .0 Projecto Desenho Copiou Verif.0 354.

041 Uniões_base Substitui: Substituido por: .0 57.0 Projecto Desenho Copiou Verif.20072008. GI701. 27.0 Universidade do Minho 23.3.0 23.0 2:1 Toleran. Escalas INTEGRADORA VII 15.0 n 0 6.0 8.0 15.

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