Manual de utilização de LEDs e fontes de alimentação

Engenheiro Edson Jacob

Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 1

Introdução
A idéia de criação deste manual surgiu em função da grande dúvida, curiosidade e dificuldade da maioria dos usuários de Leds em compreender seu funcionamento e utilizá-lo adequadamente nas mais diversas aplicações. Este manual pode e deve ser lido por técnicos e não técnicos, principalmente por aqueles que utilizam o Led no seu dia a dia, para a criação de novos produtos de iluminação ou em todos os usos relacionados com esta tecnologia. Este material não se resume a um tratado técnico, embora a abordagem técnica se faça necessária em alguns casos, pois estamos tratando de um dispositivo eletrônico, onde grande tecnologia foi empregada na sua fabricação. O objetivo principal é desmistificar o seu uso, introduzir a noção do seu funcionamento e fabricação e como podemos fazê-lo funcionar, extraindo assim, todas as vantagens divulgadas pelos fabricantes.

A luz do século XXI
LED, sigla em inglês de Light Emmiting Diode ou diodo emissor de luz, representa uma tecnologia emergente que esta começando a trazer impactos significativos em vários setores da economia. As indústrias de iluminação, automotiva, sinalização, médica, eletrônica, entre outras, perceberam as vantagens de se utilizar os pequenos diodos, também chamados de “ iluminação em estado sólido” ou SSL ( solid state lighting ), devido à ausência de filamentos ou gases, mais sim, um pequeno chip semicondutor eletroluminecente, que na presença da corrente elétrica, emite a luz. Apesar dos LEDs existirem a várias décadas, somente nos últimos 10 anos houve a viabilização técnica nos materiais semicondutores e nos encapsulamentos, proporcionando maior potência, maior eficiência luminosa e maior vida útil. Com a expectativa de economia de energia que os LEDs irão proporcionar nos próximos anos, os governos dos paises produtores de LEDs tem subsidiado diversas pesquisas em tecnologia, de forma a viabilizar economicamente a nova tecnologia para o mercado. Embora muitos ainda digam que o LED é muito caro e que seu preço tem que cair para se tornar viável, sua utilização é, em muitos casos, mais econômica que muitos sistemas convencionais, bastanto para isso comparativos econômicos entre os dois sistemas. Com certeza o preço dos LEDs irá baixar, contudo a tendência será do LED manter um patamar de preço fixo e alto, porém com um aumento constante de eficiência luminosa.

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2000 – O led deixa de ser uma promessa da tecnologia e passa a ser utilizado em muitas aplicações. 1990 – Com o avanço da tecnologia os leds se tornaram mais confiáveis e robustos . a partir disso o led branco foi viabilizado e começaram a aparecer os primeiros leds de alto fluxo e intensidade. Shuji Nakamura inventou o led azul na Nichia Corp.. Começou a se formar um grande mercado. inventou o primeiro led na empresa General Eletric. amarelos e laranjas foram criados apartir de novas substâncias. semáforos. O mercado ampliou muito e novas possibilidades de utilização surgiram. pois a aceitação foi geral. Os leds começavam a ser utilizados em painéis de mensagens e outdoors. 1970 – Os led verdes. leds até 10x mais brilhantes foram criados em relação aos seus antecessores. entre elas. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 3 . 1980 – Com a tecnologia.O LED através dos anos 1960 – Nick Holonyak Jr. Estes leds eram apenas usados em indicadores e só existiam na cor vermelha. painéis de mensagens e iluminação arquitetural. automóveis. 1995 – O Dr.

Exemplos de diodos semicondutores A diferença é que o LED quando energizado. amplamente utilizado em equipamentos eletrônicos.O que é o LED ? O LED é um diodo semicondutor. Índio. a maior parte da energia é liberada na forma de calor. tratado para criar uma estrutura chamada junção P-N. devido à opacidade do material. No silício e no germânio. podemos dizer que o diodo é um componente eletrônico. AMBAR – Alumínio. o que ocorre na forma de calor ou fótons de luz. emite luz visível. que são os elementos semicondutores básicos dos diodos. VERDE – Índio. Gálio e Nitrogênio (InGaN) LED BRANCO – LED AZUL com adição de Fósforo amarelo Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 4 . transistores e chips de computador. sendo insignificante a luz emitida. ocorrem recombinações de lacunas e elétrons. LED VERMELHO. que até então era livre. e como referência. seja liberada. ao aplicarmos a corrente elétrica. que permite a passagem da corrente elétrica em uma direção apenas. Em um chip de material semicondutor. O processo de emissão de luz pela aplicação de uma fonte de energia elétrica é chamado eletroluminescência. Sua luz é monocromática e é produzida pelas interações energéticas do elétron dentro da substância semicondutora. Gálio e Fósforo (AlInGaP) LED AZUL. Essa recombinação exige que a energia possuída por esse elétron.

chamada de “safira” (pedra preciosa) com 5 cm ou mais de diâmetro. os LED necessitam ser percorridos por uma corrente elétrica contínua para emitir luz. assim observamos que os LEDs tem polaridade e o mesmo tem que ser respeitado para que o LED funcione adequadamente. O positivo do LED chama-se ANODO e o negativo CATODO. O processo de deposição do material semicondutor sobre o “wafer” é chamado de “Epitaxial”. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 5 . Corte esquemático de um LED de alto fluxo e outro de baixa potência Como vimos. Máquina de deposição dos materiais semicondutores Posteriormente os chips de leds são cortados em pequenos quadrados de 1 x 1mm ou menos e encapsulados no envolucro final do Led.Fabricação do LED O led é fabricado através da deposição de várias camadas de material semicondutor sobre uma base (wafer).

dividido pela sua potência em Watts.Evolução na eficiência das lâmpadas e LEDs ( lm/W ) Uma maneira de avaliarmos a eficiência de uma fonte de luz é fazermos a relação do fluxo luminoso total da lâmpada. LED 30-100 Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 6 . em lumens. Nos quadros abaixo podemos avaliar a evolução do LED ao longo dos anos e a sua comparação com fontes de luz convencionais. Esta relação descreve quanto de luz temos para cada Watt consumido pela fonte de luz.

diferente de outras lâmpadas que geram bastante radiação ultravioleta e infravermelho. diferentemente de outras fontes de luz. o restante é totalmente transformado em luz visivel . e comparável às lâmpadas mais eficientes. bastante boa. onde grande parte do fluxo luminoso é perdido dentro da luminária. devido ao próprio bulbo da lâmpada representar um obstáculo à luz refletida e ao uso de refletores ineficientes. Note a ausência de radiação ultravioleta e infravermelho ! Muito ainda se diz sobre o pequeno fluxo luminoso gerado pelo LED. Tabela comparativa entre algumas lâmpadas convencionais e os LEDs. Apesar de grande parte da energia no LED se transformar em calor (heat) . os LEDs apresentam uma conversão de energia muito satisfatória. quando comparada com outras fontes de luz.Conversão de energia Além da relação de eficiência lm/W. porém seu pequeno fluxo pode ser quase inteiramente aproveitado com um sistema óptico adequado . como fluorescentes e HIDs. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 7 .

iluminação de paineis.000 hs). VERDES E AZUIS – 3. lanternas de automóveis. vitrines. Sua vida útil é limitada (10.7 a 3. Os LEDs de potência estão substituindo a iluminação convencional em muitas aplicações. O chip semicondutor é imerso em um gel de silicone que não degrada com o passar do tempo. mais sim de leds com características diferentes para aplicações distintas. luminárias para destaque de objetos. VERDES E AZUIS – 2.8 V Estes são chamados de LEDs de potência ( 1. São encapsulados em resina epoxi transparente com uma lente concentradora integrada ao corpo. luminárias de alto rendimento para iluminação de ambientes. para substituir a iluminação convencional. farol principal em automóveis. Não estamos falando de qualidade ou fabricantes diferentes. com base metálica. spots em museus. 3 e 5 W ) ou de alto fluxo.8 V BRANCOS. transmissores de controle remoto e barras ou fitas de LEDs. Estes são realmente os LEDs que deverão substituir a iluminação convencional em muitas aplicações. AMARELO E AMBAR – 2. luminárias sub-aquáticas e de comunicação visual ( back-lights ). paineis de sinalização com texto móvel . É muito importante compreender que nem todos os LEDs são iguais.5 A ( 0.2 a 2.2 V Estes LEDs tem tamanho reduzido e são frequentemente chamados de LEDs de 5mm e LEDs SUPERFLUX ( Piranha ).05 a 0. São aplicáveis em lâmpadas de LEDs.2 V BRANCOS. temos os LEDs de baixa corrente e potência e os de alta corrente a grande potência. Como vimos anteriormente.07 A ) Potência de 50 a 200mW ( 0. São aplicáveis em pequenas lanternas.3 a 3. devido à degradação da resina epoxi que recobre o LED.7 a 2. semáforos. garantindo baixa depreciação do fluxo luminoso ao longo do tempo. AMARELO E AMBAR – 1. LEDs de alta corrente 350mA a 1.2 W ) : INFRAVERMELHO – 1. projetores cênicos e arquiteturais. telões gigantes de TV . luminárias de balizamento.000 hs (70 % do fluxo inicial ). para permitir a fácil transferência de calor do LED para o dissipador externo. os de pequena corrente apresentam muitas aplicações. porém não podem fazer o que os LEDs de alta potência podem.02 A a 0.5 A ) Potência de 1 a 5 W : VERMELHO.5 V VERMELHO. Quando corretamente utilizados tem vida útil de 50.35 A a 1. São encapsulados em um envolucro especial. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 8 .Tensão e corrente de funcionamento dos LEDs LEDs de baixa corrente 20 a 70mA ( 0.

senão ocorre a destruição do componente ou a diminuição de sua vida.000 hs ). o caminho do calor gerado foi facilitado para o mundo exterior. quando aplicado em um fio condutor.Facilmente dimerizado e controlado . .Resistente a choques e vibrações ( uso automotivo. .Custo alto ( a tendência é baixar ). dínamos ). . . . menos material ! ). facho frio! ( Existem leds IV para controle remoto ).000 hs ( uso prático 50. . Desvantagens . Vantagens . só que não percebemos. Com certeza o chip semicondutor no interior destes LEDs está a várias dezenas de graus! O que permitiu a construção de LEDs de maior potência e consequentemente mais luz emitida. mais de 100.Necessidade de maior conhecimento técnico para aplicação ( profissionalização ).Controle óptico facilitado ( várias opções de lentes ).Alta eficiência (lm/W).Compacto ( luminárias e dispositivos menores. . . coletores solares. permitindo o LED receber correntes elétricas maiores e portanto dissipar potências maiores.Não emite radiação UV ( Já existem leds que emitem UV para uso fotoquímico ). o diodo é um componente eletrônico que permite a passagem da corrente elétrica em uma só direção. Como todo componente eletrônico ele também gera calor e este calor tem que ser controlado e limitado. . Mesmo os LEDs de pequena corrente esquentam.Necessita controle térmico com o uso de dissipadores. .Baixa voltagem e corrente de operação ( uso de bateria .Não emite Infravermelho.Alta longevidade. . . ou seja.Alto brilho e intensidade ( uso de lentes para conseguir fachos de luz precisos ). industrial ). Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 9 .Acendimento instantâneo. foi a capacidade da tecnologia de criar estruturas semicondutoras mais eficiêntes para a emissão de luz e finalmente a capacidade de extrair o calor gerado dentro destes chips .LEDs de Potência O led é um diodo que emite luz e como já vimos.

Características técnicas dos LEDs de potência A tabela mostra o fluxo luminoso mínimo e típico para os leds de 1W da Lumileds. dependendo do LED. Quanto maior a corrente. maior será o fluxo luminoso e maior deverá ser o dissipador. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 10 . A temperatura de junção depende do método de dissipação aplicado ao LED e apresenta um limite entre 120 e 150ºC . menor será a vida do LED e menor será o fluxo. corrente. Quanto maior a temperatura de junção. maior será a temperatura de junção e menor a vida do LED. devemos lidar com estes 3 fatores para termos o melhor funcionamento do LED ( TJ. Quanto pior a dissipação. Temperatura de junção (Tj) É importante entender que o fluxo informado é conseguido quando temos uma corrente de 350mA e que a temperatura interna do chip semicondutor esta a 25ºC ( Tj = Temperatura de junção do semicondutor ). Como vimos. dissipador ). Vemos que conforme a cor o fluxo muda.

portanto é informada a temperatura de cor da luz (K = Kelvin ) ao invés de um comprimento de onda específico. Quanto maior o número. A tabela mostra o comprimento de onda de cada cor para os leds de 1W da Lumileds. dirigindo-se ao ultravioleta.Cores dos LEDs A cor de cada LED é definido por um número chamado comprimento de onda e a unidade deste número é dado em nanometros (nm). Quanto menor o comprimento de onda. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 11 . dirigindo-se ao infravermelho. mais a luz será azulada. mais avermelhado será a luz. fazendo com que haja mudança na tonalidade do LED. Com o aumento da temperatura de junção o comprimento de onda aumenta. A luz branca é formada por várias cores. O índice de reprodução de cores do branco frio está em 70 e para o branco quente 80.

Este dado é importantíssimo para calcularmos o dissipador adequado para cada aplicação. pois assim mantemos o fluxo luminoso sempre constante. é através de corrente constante. há uma pequena diminuição na tensão direta do LED. A tensão típica é alcançada quando o led é percorrido pela corrente nominal. desde a junção semicondutora até a carcaça metálica do led.Tensão de funcionamento dos LEDs de potência Forward Voltage ou tensão direta é a tensão de funcionamento do led. que representa o nível de dificuldade que o calor encontra em seu caminho para percorrer. nesta caso 350 mA. a melhor maneira de alimentar o LED. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 12 . Como a tensão do LED muda conforme a temperatura e também há variações no próprio processo de fabricação do chip. A tabela mostra a tensão direta e a resistência térmica para cada cor de leds de 1W da Lumileds. Com o aumento da temperatura Tj. mesmo que a tensão do led se altere. Na última coluna da tabela vemos um parâmentro chamado: “Thermal resistance” ou resistência térmica.

como decorativas. Abaixo deste valor de 70 % a vista humana percebe uma diminuição sensível no fluxo inicial. a preocupação com a depreciação do fluxo não deve ser um fator crítico. sua intensidade de luz vai diminuindo com o tempo.Vida útil do LED Na iluminação convencional adotamos que a vida média de uma lâmpada é o tempo necessário para que 50 % das lâmpadas queimem em uma dada instalação. balizamento e entretenimento.000 hs informadas pelos fabricantes. porém na iluminação funcional. já que os leds continuam brilhando e fazendo seu papel. contudo. Led 1W Led 5mm Incandescente Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 13 . este é um fator que não pode ser desprezado. Uma característica interessante dos Leds é que eles não queimam instantâneamente como acontece com as lâmpadas comuns. Para os Leds este conceito é um pouco diferente. teremos 70% da luz apresentada no início da instalação. Os fabricantes de Leds convencionaram que a vida média de um Led é o tempo necessário para que 50% dos Leds em uma dada instalação apresentem 30% de redução de seu fluxo inicial. o que em alguns casos pode levar muito mais do que as 100. Em algumas aplicações. ou seja.

a corrente de funcionamento e o tamanho do dissipador. da luminária por exemplo. só podem funcionar nesta situação se a temperatura ambiente estiver abaixo de 25 graus celsius. Mesmo os módulos de LEDs montados em placas de alumínio sem dissipador. pelo fato do LED estar encostado em uma superfície metálica. Esta placa age como interface entre o chip de led e o dissipador de calor que fará o resfriamento do componente. evitando a destruição do mesmo. irão determinar a velocidade de depreciação do fluxo inicial e até a queima do componente. são fatores críticos para se determinar a vida do LED. Controle Térmico Alguns cuidados são necessários para o controle térmico do LED. pois estes materiais são péssimos condutores de calor. Devemos desconfiar de soluções com LEDs de potência que não estão montados em placas de circuito com base de alumínio e de módulos de LEDs que não apresentam dissipador ou algum elemento que ajude na dissipação. Tudo começa com a montagem e soldagem do LED em uma placa de circuito impresso especial fabricada em alumínio. Devemos ter em mente que se o corpo da luminária for de chapa de aço ou aço inox. haverá pequena dissipação.A máxima temperatura de junção do LED. Outro erro é pensar que. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 14 . o problema da dissipação já esta solucionado. A maneira como lidamos com estes fatores.

36ºC/W (3.42 x 0. assim como a resistência térmica entre a junção e a base do Led ( Rth j-b ). Alguns valores típicos são : Rth J-S = Resistência térmica Junção – Base = 15ºC/W ( led de 1W branco ). Tj= Tamb + ( Rth J-S + Rth S-B + Rth B-A ) x Pd Rth J-S = Resistência térmica Junção – Base Rth S-B = Resistência térmica Base – Placa Rth B-A = Resistência térmica Placa – Ambiente ( dissipador) Tj = Temperatura da junção semicondutora Tamb = Temperatura ambiente Pd = Potência dissipada ( tensão x corrente direta do Led ) A temperatura de junção ( Tj ) é um dado de catálogo do Led. cyan ) .350 A = 1.Calculando um dissipador O dimensionamento de um dissipador adequando vai permitir o Led trabalhar dentro de condições apropriadas e proporcionar longa vida e baixa depreciação de seu fluxo luminoso.197 W ( led branco .42V x 0. verde .35) Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 15 . Estes são parâmetros indispensáveis para o cálculo do dissipador. verde e azul ) Cálculo do dissipador : Rth B-A= (( Tj-Tamb)/Pd) – (Rth J-S + Rth S-B ) Vamos calcular o dissipador necessário para um led branco de 1W que trabalhará com 350mA de corrente e estará em um ambiente com temperatura de 40º C ( forro ): Rth B-A= (135 – 40 ) – ( 15 + 5 ) = 59. 120ºC ( led vermelho e ambar ) Tamb = Temperatura ambiente ( depende do local a ser instalado ) Pd = Potência dissipada = 3. azul . 9ºC/W ( led k2 branco ) Rth S-B = Resistência térmica Base – Placa = 5ºC/W ( placa de circuito de alumínio ) Rth B-A = Resistência térmica Placa – Ambiente ( dado a ser calculado ! ) Tj = Temperatura da junção semicondutora = 135ºC ( led branco.

e para deixar uma boa margem de segurança . vamos considerar o dissipador HS2315 que possui 10. vamos utilizar 20mm. O dissipador deverá ser parafusado ou colado na placa de alumínio do Led. porém por uma questão prática de tamanho. portanto o Led trabalhará folgado e com longa vida útil.54ºC/W . O valor ainda está bem abaixo do necessário.9ºC O valor é bem abaixo dos 135ºC fornecidos pelo catálogo do Led.2ºC/W x 2.21 ( tabela ) = 22. nosso dissipador apresentará uma nova resistência térmica no valor de: 10. Com este valor devemos entrar em um catálogo de dissipadores e escolher o modelo adequado. sempre utilizando uma pasta térmica ou cola térmica que ajudará a transmitir o calor para o dissipador. Tj = Tamb + ( Rth J-S + Rth S-B + Rth B-A ) x Pd Substituindo temos : Tj = 40 + ( 15 + 5 + 22. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 16 .6mm). Como sua resistência térmica é bem mais baixa que o necessário podemos cortar o dissipador em um tamanho menor.54) x 1.O dissipador deverá ter um resistência térmica de 59.2ºC/W de resistência térmica para cada 4 polegadas de comprimento ( 101.197 W = 90. Se considerarmos um tamanho de 20mm.36ºC/W ou mais baixa. Em posse do nosso dissipador podemos calcular qual será a temperatura de junção do Led e assim predizer sua vida média. porém a relação de diminuição não é linear e devemos utilizar uma tabela de conversão fornecida pelo fabricante do dissipador. Como exemplo.

em uma mesma instalação. dentro de um mesmo lote. cada Led é separado conforme 3 características importantes : Fluxo luminoso. Este processo recebe o nome em inglês de “ Binning “ e é através da codificação do binning que podemos selecionar Leds com características similares para uma determinada aplicação.7mm). Para uniformizar estas características e separar os Leds em parâmetros similares. com potências mais altas envolvidas. Se em uma dada aplicação temos 2 leds brancos ligados em paralelo. é necessário medir as temperaturas nos pontos de teste e obter a resistência térmica real do dissipador. Rth B-A real = (Tboard-Tamb) Pd (W) Binning No processo de fabricação da pastilha semicondutora do Led. Dentro de cada um dos 3 parâmetros de binning. ocorrem variações de características de um chip para outro. é importante que todos apresentem o mesmo fluxo luminoso e a mesma temperatura de cor. Alguns exemplos do uso do binning em aplicações: Se tivermos em uma placa 3 emissores brancos ligados em série. Mais uma vez a tensão direta não é importante. é importante que tenhamos classificações iguais de fluxo luminoso e comprimento de onda. foram criadas várias categorias de valores e dentro uma categoria temos uma faixa estreita de variação de um determinado parâmetro. O uso de em termômetro digital e um sensor termopar pode fazer este trabalho sem problemas. Todos os Leds então classificados e identificados dentro de um mesmo lote de produtos. A tensão direta neste caso não é importante pois os leds são alimentados com corrente constante. comprimento de onda ou aparência de cor ( Led branco ) e tensão direta. Em um conjunto de placas RGB. Neste ponto vamos medir temperatura da placa.Em situações mais críticas. A ponta de prova do termopar deve ser colocada em um pequeno orifício (0. a tensão direta direta dos leds sejam iguais para que a corrente elétrica seja igual para ambos os Leds. o mais próximo possível da base do Led. é importante que além do fluxo e da temperatura de cor. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 17 .

valor este bastante alto quando comparado com os refletores utilizados na iluminação convencional. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 18 . As lentes mais comuns para Leds são as lentes colimadoras que concentram o fluxo luminoso do Led. 120º em média. apresentam fachos de distribuição bem aberto. chegando a 90% de aproveitamento do fluxo. O uso de sistemas ópticos secundários se faz necessário para concentrar o fluxo luminoso e assim obtermos vários tipos de distribuição de luz. as lentes podem adquirir diversos tamanhos e formatos e com diversas características ópticas. com várias aberturas de facho.Exemplos de tabelas de codificação para o Led Cyan da Lumileds : LXHL -PE01 – R 3 J Sistema ópticos secundários para Leds Os Leds de potência. em sua maioria. As lentes para Leds são moldadas em um tipo de acrílico para uso óptico chamado PMMA (polymethyl metacrylato). fazendo com que sua intensidade seja fraca para os casos de iluminação funcional. Com a facilidade de moldagem. Este material chega a ser mais resistente que o vidro e é facilmente moldado em baixas temperaturas quando comparado com o vidro. Estas lentes possuem alta eficiência. o que abre um mundo de possibilidades e arranjos para uso com Leds.

sejam arranjos em série ou em paralelo com Leds.A vida do LED é um compromisso entre dissipação e corrente de alimentação.Determinar as condições de instalação do Led e da fonte de alimentação dentro da luminária.No projeto da luminária temos que conceituar o que realmente desejamos obter. a quantidade e a potência consumida. ou seja. devemos nos lembrar que o LED e sua fonte de alimentação são componentes eletrônicos.. testes e mais testes ! Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 19 . O projeto com Leds exige alguns cuidados básicos para que possamos oferecer aos clientes todas as vantagens que este produto pode oferecer. Rever o projeto térmico se necessário. Se é uma luminária para iluminação funcional..000 hs e que seja ligada durante 5 minutos por dia. uma arandela. . Uma luminária de uso externo vai receber sol durante o dia e aquecer. senão haverá prejuízos. Dependendo da aplicação. .Determinar a máxima temperatura ambiente de funcionamento e a máxima temperatura de junção que o Led pode trabalhar.Determinar o tipo de Led. . portanto sensíveis a humidade. etc. . um spot para destaque. . um projetor para uso externo. um balizador.Verificar as condições de instalação e utilização da luminária.Projetando com LEDs O Led na iluminação é uma tecnologia nova e em rápido crescimento e desenvolvimento. Manter-se atualizado através de pesquisas e estudos é imprescindível para aproveitar ao máximo esta tecnologia. procure trabalhar com LEDs de menor potência ou diminua a corrente de alimentação.Se houver limitação no tamanho da luminária que comprometa o uso do dissipador. . a cor.Em muitas situações a luminária será completamente selada e o Led e a fonte não poderá falhar. . Com estes dados devemos calcular o dissipador apropriado. . o LED vai durar muitos anos! .Dimensionar a fonte necessária em função de como os leds serão ligados. . podemos ter uma luminária com LEDs que dure 10. Se for para embutir no forro a circulação de ar é limitada. ao tempo. .Não existe um projeto bem feito sem testes. de forma a não comprometer seu projeto térmico é a vida útil dos equipamentos.Com equipamentos de uso externo. .Testar a eficiência do dissipador em diversas situações de uso.

• Incorporam sistemas de proteção contra curtos e sobrecarga. já que não utilizam transformadores grandes e pesados. independentemente da tensão de entrada. ligando e desligando rapidamente.000 hs ou mais se teremos que trocar a fonte a cada 5.Fontes de Alimentação para Leds Assim como os Leds estão trazendo uma nova perspectiva na iluminação moderna. Desta forma. as fontes de alimentação têm um papel importantíssimo neste cenário . chegando a 95 %. Com a preocupação global com o consumo de energia elétrica. Com esta visão. a industria eletrônica mundial tem desenvolvido soluções cada vez mais inteligentes e baratas para o acionamento dos Leds.000 hs. ideal para seu funcionamento. não podemos nos esquecer que o Led necessita de energia para funcionar. de forma a manter uma corrente de saída constante. • Muitas vezes são universais e podem ser ligadas em qualquer rede . De que adianta um Led durar 50. e é a qualidade desta energia que vai proporcionar o aproveitamento de todas as qualidades que os Leds podem oferecer. • Podem ser comandadas por sistemas de automação e controle. visando confiabilidade e longa vida. Fontes de alimentação chaveadas Uma fonte chaveada é uma fonte de alimentação eletrônica que incorpora um regulador chaveado. • Permitem facilmente a dimerização dos Leds. • Tamanho compacto. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 20 . Ao desligar o transistor. • Aquecem pouco devido a sua alta eficiência. Este tipo de fonte apresenta as seguintes características”: • Alta eficiência de conversão energética.000 hs por falta de regulação. 127 ou 220V. • Entrega corrente constante para os Leds. O circuito controlador liga e desliga a corrente na carga (led). • Mantém a potência na saída constante. a fonte diminuir a vida do Led para menos de 10. através de um transistor e uma bobina. a bobina passa a fazer o papel de fornecer corrente aos LEDs. ou então. Quando o transistor é ligado é fornecida corrente para os LEDs e ao mesmo tempo a bobina fica carregada com está corrente. começamos um novo ciclo. Ao ligar o transistor novamente. a maioria das fontes para Leds é baseada em fontes do tipo chaveada “.

Tipos de fontes de alimentação para LEDs Primeiro tipo: Ligação direta na rede elétrica 127/220V ou gerador. etc. Terceiro tipo: A alimentação é fornecida por um transformador eletromagnético de 12 volts alternados. Neste caso a fonte se encarrega de aumentar a tensão de saída para que possamos ligar 1 ou mais LEDs e ainda fornecer a corrente necessária para o funcionamento dos mesmos. Muitas vezes basta uma única pilha de 1. Seu uso é geral para a alimentação de LEDs e é o modelo mais amplamente encontrado. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 21 . Segundo tipo: A alimentação é fornecida por baterias automotivas ou qualquer fonte de corrente contínua de 12 a 24 volts. A aplicação mais comum é quando queremos substituir lâmpadas dicróicas por sistemas de LEDs.5 volts para acender vários LEDs. Não devemos utilizar transformadores eletrônicos para dicróicas nestas fontes para LEDs. barcos. aeronaves. sistemas de emergência. normalmente utilizados em lâmpadas dicróicas.. São utilizados em sistemas dentro de automóveis. Quarto tipo: Alimentamos a fonte por meio de pilhas ou baterias recarregáveis com tensão bem mais baixa que os LEDs necessitariam para funcionar. sistemas de energia solar e de emergência.. aproveitando o transformador existente. Encontramos esta fonte em lanternas.

independente do número de LEDs que colocamos na saída. chama-se PWM ou modulação por largura de pulso.Capacidade das fontes de alimentação para LEDs A capacidade de uma fonte de alimentação de LEDs é dada pela máxima tensão de saída que ela pode fornecer e por sua corrente. logo em 24 volts podemos ligar até 6 LEDs em série ( 6 x 3. vamos supor uma fonte que tenha tensão máxima de saída de 24 volts e corrente de 350mA. já que a tensão é grande o suficiente para alimentar todos os LEDs. A corrente define o tipo de LEDs que vamos utilizar. A dimerização é efetuada com o acionamento e desligamento da fonte de corrente em uma frequência acima de 100 hertz (ciclos por segundo). Sabemos que a tensão direta de funcionamento do LED branco é de aproximadamente 3. Como sabemos as características do Led são levantadas considerando a sua corrente nominal de funcionamento e ao variarmos a corrente estamos alterando suas características.4V ). Dimerização Os leds podem ser facilmente dimerizados através de fontes de corrente constante e quase todos os chips reguladores de corrente para Leds possuem uma entrada de controle para essa função. O sinal que injetamos na fonte para efetuar o ligar e desligar do Led.8 Volts. que deve ser constante. O sinal PWM é uma onda quadrada de frequência fixa em que os tempos de ligado e desligado da onda são variados de forma a conseguirmos o nível de dimerização desejado. que mantém a corrente não importanto o número de LEDs . para que a nossa visão não perceba o efeito de ligar e desligar o Led. O led também pode ser dimerizado se simplesmente variarmos a corrente direta que alimenta o mesmo. Assim. os LEDs podem queimar instantâneamente. poderemos ligar até 8 LEDs. Com a utilização de LEDs vermelhos. 1W neste caso. devemos aplicar um circuito adicional para limitar e controlar a corrente nos LEDs. pois sua tensão esta em 2. saindo muito fora do seu espectro original. 24 volts neste exemplo.4 Volts. porém ao variarmos a corrente a cor do Led se altera.4=20. Devemos lembrar que estamos falando em fontes de corrente constante. Se utilizarmos uma fonte de tensão constante. Não existindo este controle. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 22 .

O sinal PWM é gerado pelo sistema de automação que controlará o Led. serão sempre as mesmas. Isto é normalmente feito por um microprocessador que tem a função específica de controlar a iluminação através de um sistema de controle. Esta resistência. mesmo que por um pequeno período de tempo. Este sinal PWM pode ser encadeado para outras fontes e controlar vários Leds ao mesmo tempo. e se não for bem dimensionada pode queimar e não mais limitar a corrente nos Leds. Se usarmos fontes de tensão para alimentar Leds de potência e não temos um regulador de corrente. todos os seus parâmetros como fluxo. o Led receberá sua corrente nominal de funcionamento. aplicados em um mesmo sistema. quando a corrente estiver ligada e fluindo. tensão direta. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 23 . Dúvidas frequentes Por que corrente constante ao invés de tensão ? Como já vimos. normalmente temos que utilizar uma resistência para limitar a corrente nos Leds. porém sua intensidade irá variar pois o Led passa e enxergar a corrente média entre os tempos de ligado e desligado. comprimento de onda. quando percorrida por uma corrente alta. dissipa muito calor.Com o sinal PWM modulando a fonte de corrente. são levantados em função de uma corrente constante de funcionamento. na construção dos Leds. já que todos são percorridos pela mesma corrente (ligação em série). Com a corrente constante podemos ter certeza que todas as características de um ou mais Leds.

Podemos considerar as seguintes correntes de funcionamento encontradas no mercado : . já que estas fitas de Leds não foram fabricadas para durar muito ( < 10. quando sabemos que teremos um regulador de corrente constante logo após a tensão. variando a corrente que circulará pelos Leds. sua dissipação de calor é mínima. podemos utilizar uma fonte com o dobro da corrente ( 700mA ) e ligar os Leds em paralelo 2 a 2.Outra limitação é que a resistência. Estas réguas de Leds possuem resistores de limitação de corrente na própria placa de circuito e como são percorridos por pequenas correntes. pois se forem diferentes. respeitando-se o limite superior fornecido em catálogo. assim pequenas variações de corrente são toleradas. com o aquecimento.700mA (0. muda sua resistência interna.000 hs ). ( Leds de 5mm para 20mA). Neste caso. assim não precisamos nos preocupar com variações de corrente nos Leds. Também encontramos as fontes de tensão para alimentar Leds de pequena potência.7 A ) para Leds com até 3 W . em função do tipo de aplicação e a vida que se deseja dar ao LED.1000mA ( 1 A ) para Leds com até 5 W. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 24 .35 A ) para Leds com até 1.350mA (0. Quais são as correntes diretas de alimentação dos Leds de potência ? Com a fabricação dos Leds por diversos fabricantes. algumas correntes de alimentação tornaram-se padrões de mercado e diversos fabricantes de chips para fontes acabaram criando produtos dentro destas faixas de corrente. normalmente utilizados em fitas ou réguas de Leds. Também a vida será reduzida (< 20.4 W . porém algumas vezes não dispomos de uma fonte que forneça a tensão necessária para alimentar todos os Leds. Quando utilizamos tensão constante ? As fontes de tensão constante podem ser utilizadas para alimentar os Leds.000 hs) ! Qual a diferença entre ligar os Leds em série ou em paralelo ? Normalmente ligamos os Leds em série para que todos possam ser percorridos pela mesma corrente (350mA). Aqui podemos esperar uma vida menor dos Leds ! .5 A ) para Leds com mais de 6W. Para ligar os Leds em paralelo é preciso garantir que a tensão direta seja a mesma para os dois.1500mA (1. sendo a sua aplicação menos crítica. a corrente dividida será diferente em cada Led. A princípio os Leds podem ser alimentados com outros valores de corrente.

alguns componentes se queimam de forma a evitar maiores danos aos Leds. .Proteção contra sobrecarga – podem ser ligados mais Leds que a fonte pode suportar – a saída se desliga nestes casos.Contra curto circuito – os Leds podem entrar em curto e também curto circuitar a saída da fonte – um dispositivo interno desliga a saída da fonte e evita maiores danos. queimando o mesmo. Estes componentes podem ser fusíveis. ela pode ser instalada em um ambiente muito quente. estes componentes podem se manter carregados de energia e da próxima vez que ligarmos o Led na saída da fonte. varistores ou fusistores. fazem um processo de carga e descarga de corrente de forma cíclica sobre o Led.Proteção térmica – apesar da fonte ser de alta eficiência e aquecer pouco. . neste caso. A saída se desliga caso ultrapasse certa temperatura. . ocorre a descarga desta energia sobre o Led. Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 25 . Ligação correta Ligação errada Que tipo de proteção podemos encontrar nas fontes para Leds ? As fontes para Leds utilizam circuitos eletrônicos especialmente projetados para regular a corrente através deles. Estas proteções podem ser : . Os fabricantes de componentes sabem que um bom produto tem que possuir vários tipos de proteção devido às condições adversas que as fontes muitas vezes são instaladas. mantendo a fonte ainda ligada.Proteção contra surtos e picos de tensão – nossa rede elétrica por ser de má qualidade e continuamente ocorrer variações e picos muito elevados de tensão na entrada. porém se desligamos o Led da saída. A energia armazenada nos componentes pode produzir um fluxo de corrente inicial muito maior que o Led pode suportar.Por que não devemos desligar os Leds com um interruptor ligado na saída de corrente da fonte ? A fonte de corrente utiliza o Led como parte integrante do circuito para que possa monitorar a corrente que passa através do mesmo e mantê-la constante. Alguns componentes eletrônicos na saída da fonte.

porém a geração de energia não consegue acompanhar o atual nível de consumo e mesmo se conseguisse o impacto ambiental seria imenso. Redução da necessidade de geração de 1. Diminuição de 10% do consumo global de eletricidade. Geração de novos negócios. Economia de US$ 100 bilhões / ano.100 bilhões de KWh/ano. distribuida e consumida no mundo. O consumo cresce sem parar em todo o mundo. Liberação de 125 bilhões de W de eletricidade para outros usos. novos mercados . sendo que a geração crescerá apenas 6 % ! Impactos da substituição da iluminação por LEDs Diminuição de 50% do consumo de eletricidade com a iluminação. Nos próximos 10 anos o crescimento no consumo de energia nos EUA estará em 19 %. devido ao intenso crescimento econômico industrial. principalmente na Asia. Redução da emissão global de carbono em 200Mton/ano.Importância dos leds no mercado de iluminação Consumo de energia A iluminação representa 20 % de toda a eletricidade gerada. novas oportunidades. transmitida. Mercado mundial de LEDs (2006) FIM Manual de Utilização de Leds e Fontes de Alimentação l página 26 .