Publicação: 14/08/03

RESOLUÇÃO Nº 420/2003 (Alterada pelas Resoluções nº 463/2005, nº 530/2007, nº 563/2008, nº 602/2009, nº 608/2009, nº 609/2009, nº 616/2009, nº 628/2010, nº 649/2010 e nº 652/2010) (Regulamentado pela Portaria nº 2369/2010 o inciso I do artigo 501-B) A CORTE SUPERIOR DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, no uso de suas atribuições constitucionais, aprovou, e eu, Desembargador Presidente, ASSINO a seguinte resolução REGIMENTO INTERNO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS Art. 1º - O Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, órgão superior do Poder Judiciário Estadual, com sede na Capital e jurisdição em todo território do Estado, organiza-se na forma estabelecida neste Regimento. Art. 2º - Ao Tribunal de Justiça cabe tratamento de "egrégio", sendo privativo de seus membros o título de desembargador, aos quais é devido o tratamento de "excelência". LIVRO I DA CONSTITUIÇÃO, DA ORGANIZAÇÃO E DO FUNCIONAMENTO DOS ORGÃOS TÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO Art. 3º - O Tribunal de Justiça é constituído pelos desembargadores, em número fixado na Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado de Minas Gerais, nele compreendidos o Presidente, os Vice-Presidentes e o Corregedor-Geral de Justiça. Art. 4º - O provimento do cargo de desembargador será feito na forma estabelecida na Constituição da República, observados o Estatuto da Magistratura Nacional, a Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado e este Regimento. Art. 5º - O Presidente, os Vice-Presidentes, o Corregedor-Geral de Justiça e o Vice-Corregedor-Geral de Justiça serão eleitos para mandatos coincidentes, em sessão especial do Tribunal Pleno realizada na segunda quinzena do mês de maio dos anos pares. § 1º - Os mandatos de que trata este artigo serão de dois anos e terão início com a entrada em exercício, no primeiro dia do mês de julho dos anos pares. § 2º - Em caso de vacância verificada antes do término do mandato, qualquer que seja o motivo, será eleito desembargador para completar o biênio previsto no §1º deste artigo.

§ 3º - Na hipótese do § 2º deste artigo, a eleição para o cargo vago far-se-á dentro de dez dias a contar da ocorrência da vaga. (Nova redação dada pela Resolução nº 608/2009). Art. 5º - O Presidente, os Vice-Presidentes, o Corregedor-Geral de Justiça e o Vice-Corregedor Geral de Justiça serão eleitos em sessão especial do Tribunal Pleno, realizada pelo menos trinta dias antes do término do respectivo mandato ou da aposentadoria compulsória do ocupante do cargo, ou dentro de dez dias a contar da ocorrência da vaga, se essa se der por outro motivo. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 5º - O Presidente, o Primeiro Vice-Presidente, o Segundo VicePresidente e o Corregedor-Geral de Justiça serão eleitos em sessão especial do Tribunal Pleno, realizada pelo menos trinta dias antes do término do respectivo mandato, ou da aposentadoria compulsória do ocupante do cargo. § 1º - Os mandatos de que trata este artigo serão de dois anos. § 2º - Se, por qualquer motivo, ocorrer vaga antes do término do biênio, farse-á a eleição do sucessor, dentro do prazo de dez dias. Art. 6º - O Presidente, os Vice-Presidentes, o Corregedor-Geral de Justiça e o Vice-Corregedor-Geral de Justiça tomarão posse conjuntamente, em sessão solene do Tribunal Pleno. § 1º - No ato de posse, o empossando prestará o seguinte compromisso: ‘Prometo, sob a proteção de deus, desempenhar leal e honradamente as funções de Presidente do Tribunal de Justiça (Primeiro Vice-Presidente, Segundo Vice-Presidente, Terceiro Vice-Presidente, Corregedor-Geral de Justiça ou Vice-Corregedor-Geral de Justiça), respeitando a Constituição da República, a Constituição do Estado de Minas Gerais, as leis e o Regimento Interno do Tribunal’. § 2º - Em livro especial, será lavrado termo de posse e exercício, que será lido pelo secretário e assinado pelo presidente da sessão e pelos empossados. (Nova redação dada pela Resolução nº 608/2009) Art. 6º - O Presidente e o desembargador tomarão posse em sessão solene do Tribunal Pleno. § 1º - No ato da posse, o empossando prestará o seguinte compromisso: “Prometo, sob a proteção de Deus, desempenhar leal e honradamente as funções de Presidente (ou desembargador) do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, respeitando as Constituições da República e do Estado de Minas Gerais, as leis e o seu Regimento Interno". § 2º - Em livro especial, será lavrado termo de posse e exercício, que será lido pelo secretário e assinado pelo presidente da sessão e pelo empossado. § 3º - Os Vice-Presidentes e o Corregedor-Geral de Justiça tomarão posse perante o Presidente do Tribunal em solenidade simples. O desembargador, se o desejar, tomará posse no gabinete do Presidente. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 3º - O Primeiro Vice-Presidente, o Segundo Vice-Presidente, o Corregedor-Geral de Justiça e o desembargador, este se o desejar, tomarão posse, perante o Presidente do Tribunal, em solenidade simples realizada no Gabinete da Presidência. § 4º - O Terceiro Vice-Presidente tomará posse, sempre, conforme o disposto no parágrafo anterior. (Parágrafo revogado pela Resolução nº 530/2007) § 5º - O desembargador poderá tomar posse e prestar o compromisso por procurador, perante o Presidente do Tribunal, em caso de força maior que o impossibilite

de comparecer diante do Tribunal Pleno ou ao Gabinete da Presidência, com exercício posterior. § 6º - Na posse de desembargador não haverá discursos. Art. 6º-A - O desembargador tomará posse em sessão solene do Tribunal Pleno ou, se o desejar, no gabinete do Presidente. § 1º - No ato de posse, o empossando prestará o seguinte compromisso: ‘Prometo, sob a proteção de Deus, desempenhar leal e honradamente as funções de desembargador do Tribunal de Justiça, respeitando a Constituição da República, a Constituição do Estado de Minas Gerais, as leis e o Regimento Interno do Tribunal’. § 2º - Em livro especial, será lavrado termo de posse e exercício, que será lido pelo secretário e assinado pelo presidente da sessão e pelo empossado. § 3º - O Desembargador poderá tomar posse e prestar o compromisso por procurador, perante o Presidente do Tribunal, em caso de força maior que o impossibilite de comparecer diante do Tribunal Pleno ou ao Gabinete da Presidência, com exercício posterior. § 4º - Na posse de desembargador não haverá discursos. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 608/2009) Art. 7º - São cargos de direção do Tribunal de Justiça os de Presidente, de Vice-Presidente e de Corregedor-Geral de Justiça. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 7º - São cargos de direção do Poder Judiciário do Estado de Minas Gerais os de Presidente, de Primeiro Vice-Presidente, de Segundo Vice-Presidente e de Corregedor-Geral de Justiça. Art. 8º - O Terceiro Vice-Presidente, que terá atribuições de assessoramento da Presidência do Tribunal de Justiça, será escolhido pelo Presidente entre os desembargadores que compõem a Corte Superior e receberá distribuição de processos, na Corte Superior, em igualdade de condições com os demais desembargadores dela integrantes e que componham Câmara Cível. (Artigo revogado pela Resolução nº 530/2007) TÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO Art. 9º - O Tribunal de Justiça organiza-se e funciona pelos seguintes órgãos, sob a direção do Presidente: I - Tribunal Pleno, composto por todos os desembargadores e sob a presidência do Presidente; II - Corte Superior, constituída pelos treze desembargadores mais antigos e por doze desembargadores eleitos, observado o quinto constitucional; (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II - Corte Superior, constituída pelos vinte e cinco desembargadores mais antigos, observado o quinto constitucional;

integrados por membros das Câmaras Cíveis Isoladas e sob a presidência do desembargador mais antigo entre seus componentes: a) Primeiro Grupo de Câmaras Cíveis. b) Segundo Grupo de Câmaras Criminais. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) f) Sexto Grupo de Câmaras Cíveis. composto pela 11ª e 12ª Câmaras Cíveis Isoladas.III .Grupos de Câmaras Criminais. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) g) Sétimo Grupo de Câmaras Cíveis. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) h) Oitavo Grupo de Câmaras Cíveis. integrados por membros das Câmaras Criminais Isoladas e sob a presidência do desembargador mais antigo entre seus componentes: . (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) i) Nono Grupo de Câmaras Cíveis. composto pela 13ª e 14ª Câmaras Cíveis Isoladas. integrados por membros das Câmaras Criminais e sob a presidência do desembargador mais antigo entre seus componentes: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) V . composto pelas 1ª e 7ª Câmaras Criminais Isoladas.Grupos de Câmaras Cíveis.Grupos de Câmaras Criminais. composto pela 15ª e 16ª Câmaras Cíveis Isoladas. composto pela 1ª e 2ª Câmaras Cíveis Isoladas. integrados por membros das Câmaras Criminais Isoladas e sob a presidência do desembargador mais antigo entre seus componentes: a) Primeiro Grupo de Câmaras Criminais. composto pela 7ª e 8ª Câmaras Cíveis Isoladas. composto pelas 4ª e 5ª Câmaras Criminais Isoladas. composto pela 3ª e 4ª Câmaras Cíveis Isoladas. c) Terceiro Grupo de Câmaras Cíveis. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) V – Grupos de Câmaras Criminais.Corregedoria-Geral de Justiça. composto pelas 2ª. IV . e) Quinto Grupo de Câmaras Cíveis. composto pela 17ª e 18ª Câmaras Cíveis Isoladas. (Nova redação dada pela Resolução nº 649/2010) V . composto pela 9ª e 10ª Câmaras Cíveis Isoladas. b) Segundo Grupo de Câmaras Cíveis. c) Terceiro Grupo de Câmaras Criminais. 3ª e 6ª Câmaras Criminais Isoladas. composto pela 5ª e 6ª Câmaras Cíveis Isoladas. d) Quarto Grupo de Câmaras Cíveis.

composto pela 4ª e 5ª Câmaras Criminais. VIII . sob a presidência do desembargador mais antigo ou de outro desembargador componente da câmara.Câmaras Criminais Isoladas.Conselho de Supervisão e Gestão dos Juizados Especiais.Comissões Permanentes. observado o critério de antigüidade.Comissões Permanentes. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) c) Terceiro Grupo de Câmaras Criminais. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) d) um Juiz de Direito do Sistema dos Juizados Especiais da Comarca de Belo Horizonte. dos Vice-Presidentes e do Corregedor-Geral de Justiça. composta de três desembargadores de Câmara Criminal e três de Câmara Cível. dentre os não integrantes da Corte Superior. 2ª e 3ª Câmaras Criminais Isoladas.Conselho da Magistratura.Conselho da Magistratura.a) Primeiro Grupo de Câmaras Criminais. com cinco membros cada uma delas. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) c) um Juiz de Direito Presidente de Turma Recursal da Comarca de Belo Horizonte. que o presidirá. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) VIII . órgão colegiado constituído por: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IX . se o mais antigo pedir dispensa. com as composições e competências determinadas na Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado. e de cinco desembargadores mais antigos. em atividade ou não. a) três Desembargadores.Câmara Especial de Férias. composto pela 1ª. se o mais antigo pedir dispensa. que o presidirá. composto do Presidente. IX . indicado pelo Corregedor-Geral de Justiça e designado pelo Presidente do Tribunal de Justiça.Câmaras Cíveis Isoladas. sob a Presidência do desembargador mais antigo entre seus componentes. VII . (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) b) Juiz Coordenador do Juizado Especial da Comarca de Belo Horizonte. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 628/2010) VI . escolhido pelo próprio Conselho e designado pelo Presidente do Tribunal de Justiça. com cinco membros cada uma delas. com o assentimento dos demais. observado o critério de antigüidade. com as seguintes composições: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) X . (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) b) Segundo Grupo de Câmaras Criminais. composto do Presidente. escolhido e designado pelo Presidente do Tribunal de Justiça. que são membros natos. com o assentimento dos demais. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) X . sob a Presidência do desembargador mais antigo ou de outro desembargador componente da câmara. escolhidos pela Corte Superior. que são membros natos. composto pela 6ª e 7ª Câmaras Criminais. e de seis desembargadores mais antigos. dos Vice-Presidentes e do Corregedor-Geral de Justiça. dentre os não integrantes da Corte Superior. .

pelos Vice-Presidentes do Tribunal. pelo Segundo Vice-Presidente e por até seis desembargadores designados pelo Presidente. três representantes da 9ª à 18ª Câmaras Cíveis Isoladas e dois representantes das Câmaras Criminais Isoladas. no mandado de segurança. pelo Terceiro Vice-Presidente do Tribunal e por cinco outros desembargadores escolhidos pelo Presidente do Tribunal. permitida a recondução. que a presidirá. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) d) Comissão Administrativa composta pelo Presidente do Tribunal. integradas e presididas pelos § 1º . ou de decisão. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) . ou de decisão.O plantão do Tribunal.Os membros do Conselho de Supervisão e Gestão terão mandato de dois anos. nos fins de semana ou em feriados. bem como nos períodos de 20 a 26 de dezembro e de 27 de dezembro a 1º de janeiro do ano seguinte. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 1º . servirão no plantão. que estiverem servindo durante as férias coletivas. § 2º . (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) XI . dois desembargadores de Câmara Cível e um de Câmara Criminal. nos fins de semana ou em feriados.O plantão do Tribunal. destinarse-á a decisões sobre pedidos de suspensão de ato impugnado. e por oito desembargadores por ele escolhidos.Os membros do Conselho de Supervisão e Gestão exercerão suas atribuições sem prejuízo de suas funções jurisdicionais e não receberão qualquer remuneração pela atuação no Conselho. composta pelo Segundo Vice-Presidente do Tribunal. no mínimo. e contará com. e contará com. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 3º . nos períodos de fins de semana e em feriados. no mandado de segurança. que a presidirá. § 4º . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 2º .Comissões Temporárias. composta pelo Primeiro Vice-Presidente do Tribunal. em habeas corpus e outras medidas urgentes. destinar-se-á a decisões sobre pedidos de suspensão de ato impugnado. desembargadores designados pelo Presidente.Pelo menos dois desembargadores de Câmara Cível e um de Câmara Criminal. em ‘habeas corpus’ e outras medidas urgentes. no agravo cível. sendo três representantes da 1ª à 8ª Câmaras Cíveis Isoladas.Os desembargadores que servirem em plantão terão direito a compensação pelos dias trabalhados ou a indenização em espécie. pelo Corregedor-Geral de Justiça e por cinco outros desembargadores escolhidos pelo Presidente. § 3º . dois desembargadores de Câmara Cível e um de Câmara Criminal. que a presidirá. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) c) Comissão de Divulgação da Jurisprudência. composta pelo Presidente do Tribunal.Os desembargadores que servirem em plantão ou durante as férias coletivas terão direito a férias compensatórias ou a indenização em espécie. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) b) Comissão de Regimento Interno. no agravo cível.a) Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. no mínimo. que a presidirá.

(Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) VIII . alínea “a”. dentre os magistrados a que se refere o inciso IX. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) I .as Câmaras Isoladas. o Segundo Grupo. Parágrafo único . uma vez por mês. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) V . com cinco membros. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. o Segundo e o Terceiro Grupos. com seis membros. sempre que convocadas pelos respectivos presidentes. em que serão realizadas pelo menos três sessões. com sete membros. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) b) sete membros. uma vez por semana.o Tribunal Pleno. IX . deste artigo. nos demais casos.Salvo disposição em contrário. uma vez por mês. sem exigência de quórum. 10 . deste Regimento. com vinte membros. II . para mandato de 2 (dois) anos. com o quorum fixado na sua criação.as Comissões Permanentes. 17.o Tribunal Pleno. b) com três membros.o Grupo de Câmaras Criminais. quando convocado pelo Presidente. o Primeiro Grupo. duas vezes por mês. até o dia 19: a) com a totalidade de seus membros. sem exigência de quorum. uma vez por mês. com: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IV . VII . III . exceto no mês de dezembro. com dez membros. para julgamento de mandado de segurança.§ 5º . salvo na hipótese do art. quando convocado pelo Presidente. inciso I. uma vez por semana. VI .o Conselho da Magistratura.Os órgãos do Tribunal de Justiça funcionam com o seguinte quorum mínimo: I .os Grupos de Câmaras Criminais. a) dez membros. uma vez por mês. de lei ou deste Regimento.os Grupos de Câmaras Cíveis. as decisões serão tomadas: .a Corte Superior.as Comissões Temporárias. (Nova redação dada pela Resolução nº 628/2010) b) sete membros.O Presidente e o Vice-Presidente do Conselho de Supervisão e Gestão serão eleitos por seus integrantes. embargos infringentes e processo crime originário.a Câmara Especial de Férias. permitida a reeleição. sempre que convocadas pelos respectivos presidentes. com três membros. IV .

a efetivação recairá sobre o desembargador que. não integrante da Corte Superior. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art.a eleição far-se-á. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Parágrafo único. será ela provida: (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) I . dos advogados ou dos membros do Ministério Público.Ocorrendo vaga na Corte Superior. três e dois desembargadores oriundos das classes de advogados e de membros do Ministério Público.10-B deste Regimento. 10-A deste Regimento. oriundo da classe dos magistrados de carreira. O desembargador integrante da Corte Superior que for indicado pelo critério de antiguidade será inamovível dessa função. se vagar um dos treze cargos a serem providos por antiguidade.Na hipótese do inciso II do art. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Parágrafo único . 10-B . III .Na hipótese do inciso I do art.mediante Portaria do Presidente do Tribunal. realizada pelo menos trinta dias antes da aposentadoria compulsória do ocupante do cargo ou do término do mandato previsto no §1º deste artigo. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. exercendo-a em caráter vitalício. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) II . a eleição será realizada com observância das seguintes normas de procedimento: (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) I .por eleição pelo Tribunal Pleno. por maioria simples.10-B deste Regimento. na ação direta de inconstitucionalidade e na declaratória incidental de inconstitucionalidade.A substituição do desembargador previsto neste artigo farse-á pelo desembargador mais antigo da mesma classe.por maioria de dois terços. 10-C . se a vaga se der por qualquer outro motivo. se seguir ao último integrante da parte mais antiga da Corte Superior. ou dentro do prazo de pelo menos vinte dias.I .Na composição da Corte Superior haverá vinte desembargadores que sejam magistrados de carreira e. alternadamente. se vagar um dos doze cargos a serem providos por eleição. 10-D .nos demais casos. II . na antiguidade no Tribunal. por votação secreta. em sessão especial do Tribunal Pleno.por maioria absoluta. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. 10-A . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) . TÍTULO III DA COMPOSIÇÃO DA CORTE SUPERIOR (Título acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. na recusa de promoção de magistrado pelo critério de antigüidade. mediante convocação pelo Presidente do Tribunal. de modo a que seja obedecida a composição prevista no art.

na primeira votação. inadmitida a recusa.se. será realizada pelo suplente disponível. o qual abrirá o prazo de dez dias para inscrição dos desembargadores que desejarem concorrer.cada desembargador poderá votar em tantos candidatos quantas forem as vagas a serem providas. de edital de convocação do Tribunal Pleno para a sessão prevista no inciso anterior. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) VII . nos afastamentos e impedimentos. mediante convocação do Presidente da Corte. houver número de candidatos mais votados superior ao dobro das vagas a serem preenchidas. em decorrência de empate na votação.se nenhum candidato obtiver a maioria dos votos de que trata o inciso anterior. o critério de maior antiguidade no Tribunal.ocorrendo a vaga. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) XI . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) VI . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) XII .todos os votos de uma cédula serão nulos quando nela houver mais votos do que o número de vagas a serem preenchidas. a qual não poderá ser inferior à metade mais um dos votos válidos dos presentes. no caso de empate. não computados os em branco ou nulos. houver mais de dois candidatos. no “Diário do Judiciário”. o Presidente do Tribunal determinará a publicação. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) X . proceder-seá ao desempate pelo critério previsto no inciso anterior. proceder-se-á ao desempate pelo critério de maior antiguidade no Tribunal. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) V .será considerado eleito o candidato que obtiver maior votação.se. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) VIII .se. houver empate na votação. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) IX . em decorrência de empate na votação.II . concorrerão no segundo escrutínio apenas os dois candidatos mais votados para cada vaga a ser provida.os desembargadores votados e não eleitos serão considerados suplentes. atingida a maioria simples. manifestada pelo Desembargador antes da eleição.a substituição do desembargador eleito para integrar a Corte Superior. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) III . na ordem de suplência estabelecida nos termos do inciso anterior. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) . de modo que participem dos segundo escrutínio candidatos em número equivalente ao dobro das vagas a serem providas. considerar-seá eleito o candidato mais antigo no Tribunal.a não-inscrição no prazo estabelecido no edital implica recusa. que houver sido votado por ocasião da escolha do substituído. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) IV . observada a ordem decrescente das votações obtidas e.

no curso do mandato. 11 .§ 1º . inciso I. até que se esgote a relação dos elegíveis. deste Regimento. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) LIVRO II DA COMPETÊNCIA E DO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA TÍTULO I DA COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA COMPETÊNCIA DO PRESIDENTE E DOS VICE-PRESIDENTES Art. no caso previsto no art. em geral compete ao Presidente: I . (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Parágrafo único .na mesma sessão em que ocorrer a indicação ou na primeira sessão que se seguir. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 3º . será declarada a vacância do respectivo cargo eletivo. deste Regimento. no caso previsto no art. 10-B.exercer a superintendência geral dos serviços da Secretaria do Tribunal.O disposto no parágrafo anterior não se aplica ao desembargador que tenha exercido mandato na qualidade de convocado por período igual ou inferior a seis meses. 10-C deste Regimento. um membro eleito da Corte Superior passar a integrá-la pelo critério de antiguidade. convocando-se imediatamente nova eleição para o provimento da vaga.A antiguidade na Corte Superior regular-se-á pela antiguidade de seus integrantes no Tribunal. ou sendo impossível a convocação dos suplentes para a substituição prevista no inciso XII deste artigo. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 2º . . (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 4º .Não havendo suplentes.Sem prejuízo de outras atribuições conferidas em lei. 10-B.Quando. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) II .O novo integrante da Corte Superior entrará em exercício: (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) I . 10-F .na primeira sessão que se realizar após a data da eleição.O mandato de cada membro eleito para integrar a Corte Superior será de dois anos. 10-E . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. inciso II. admitida uma recondução. o membro eleito da Corte Superior será substituído conforme o disposto no parágrafo único do art.Será inelegível o desembargador que tiver exercido por quatro anos a função de membro eleito da Corte Superior.

são atribuições administrativas do Presidente: I . aposentar.mandar coligir documentos e provas para a verificação do crime comum ou de responsabilidade. VII .nomear servidor do Tribunal.delegar aos Vice-Presidentes e ao Corregedor-Geral de Justiça a prática de atos de sua competência. solenes e especiais.proferir voto de desempate nos julgamentos administrativos e judiciais que presidir. se o interesse administrativo o recomendar. VI .presidir as sessões do Tribunal Pleno. IV . IX . II . nos termos da Constituição do Estado de Minas Gerais e do Código de Processo Civil. bem como contra as Autarquias.nomear. no caso de servidor da justiça de primeira instância.processar e julgar: a) recurso contra inclusão ou exclusão de jurado da lista geral. 12 . 13 .convocar sessões extraordinárias. III .organizar e fazer publicar.II . Art.É da competência jurisdicional do Presidente: I . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) . nos termos da lei. enquanto o respectivo feito não tiver sido distribuído. nos casos previstos em lei ou neste Regimento. nos termos da legislação pertinente. no final do mandato. exonerar e remover servidor da Secretaria do Tribunal de Justiça e da justiça de primeira instância.Além de representar o Tribunal. colocar em disponibilidade. relatório da gestão judiciária e administrativa. V . Art.designar os membros integrantes das comissões permanentes e temporárias. II . nelas exercendo o poder de polícia.requisitar pagamento em virtude de sentença proferida contra as Fazendas do Estado ou de Município. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) I . da Corte Superior e do Conselho da Magistratura. de medida cautelar e de tutela antecipada. VIII . podendo delegar essa atribuição ao diretor do foro. ordem que não dependa de acórdão ou não seja de competência do relator. b) pedido de suspensão de execução de liminar e de sentença.dar posse a servidor. em seu nome e com sua assinatura. III . na forma estabelecida neste Regimento.votar nos julgamentos de incidente de inconstitucionalidade e nas ações diretas de inconstitucionalidade.expedir.

determinar instauração de processo administrativo contra magistrado. prazo para a posse de desembargador e juiz de direito. VI . colocar em disponibilidade. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) V .requisitar verba destinada ao Tribunal e geri-la. quando exigido pelo interesse público. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) III . licença. IV . bem como licença a servidor do Tribunal.votar na organização de lista para nomeação. III . prazo para posse de desembargador. X . até um ano. permitido o uso de chancela. juiz de direito substituto e servidor. bem como homologar esses concursos.cassar licença concedida por juiz. VIII .II . XV .comunicar à Ordem dos Advogados do Brasil as faltas cometidas por advogado. exonerar. XII .levar ao conhecimento do Procurador-Geral de Justiça a falta de procurador que indevidamente haja retido autos com excesso de prazo legal. quando a providência não for de competência dos presidentes de câmara. XIV .conceder a magistrado e a servidor do Tribunal vantagem a que tiverem direito. nos termos da lei. sem prejuízo de seu afastamento do recinto. remoção e promoção de magistrado. férias-prêmio. por prazo não excedente a um ano.prorrogar. cujas folhas serão numeradas e rubricadas. V . nos termos da lei.expedir os editais e nomear as Comissões Examinadoras de concursos públicos para provimento de cargos da Secretaria do Tribunal. IX . a desembargador e juiz de direito. bem como pedidos de abertura de créditos adicionais e especiais. quando for superior a cento e oitenta dias. nos termos da lei.aposentar.assinar os termos de abertura e encerramento dos livros de posse e de atas de sessões dos órgãos que presidir. bem como férias e licenças a servidor da Secretaria do Tribunal de Justiça e da justiça de primeira instância. remover e demitir servidor do Tribunal. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) VII . .conceder férias individuais. férias individuais e férias-prêmio a desembargador e juiz de direito. XI . das Secretarias de Juízo e dos Serviços Auxiliares da justiça de primeira instância.prorrogar. VII .nomear e presidir a Comissão Examinadora de Concurso para juiz de direito substituto.conceder licença.encaminhar ao Governador do Estado proposta orçamentária do Poder Judiciário.determinar instauração de processo administrativo contra magistrado e servidor da Secretaria do Tribunal de Justiça. XIII .

designar juízes e desembargadores para plantão.exercer a superintendência judiciária e promover a uniformização de procedimentos na tramitação dos feitos no Tribunal. e de promoção. nos termos do art. 116 da Lei Complementar nº 59.conceder aposentadoria a desembargador e a juiz. de 18 de janeiro de 2001.aplicar a pena de perda de delegação aos delegatários dos serviços notariais e de registros. . de reembolso de despesas de transporte. 140 da Lei Complementar nº 59. XXV . nos termos do art. bem como deferir permuta entre desembargadores. de hospedagem e de mudança. XVII . de 18 de janeiro de 2001. de 18 de janeiro de 2001. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XXVII .designar juiz togado para os juizados especiais.substituir o Presidente e desempenhar a delegação que este lhe fizer. 289 da Lei Complementar nº 59. vedada a permuta quando próxima a aposentadoria de um dos requerentes. XIX .expedir atos de nomeação de juiz de direito substituto. XXIII . de 18 de janeiro de 2001.designar juiz de direito para exercer substituição ou cooperação.colocar magistrado em disponibilidade. da Corregedoria-Geral de Justiça e do Juízo.conceder a magistrado e a servidor do Tribunal licença para se ausentar do país.efetivar a remoção de desembargador de uma câmara para outra. podendo delegar competência na última hipótese.conceder a pensão referida no art. e aos servidores dos Serviços Auxiliares do Diretor do Foro.autorizar o pagamento da pensão referida no art. XXVI . nos termos da lei. e de gratificação de magistério a magistrado e a servidor. remoção e permuta de juízes. XX . XVIII . o pagamento de diárias. 116 da Lei Complementar nº 59. nos termos do art. a pena de demissão aos servidores das Secretarias do Tribunal de Justiça. respeitado o disposto no inciso I do art. XXII . XXVII .Compete ao Primeiro Vice-Presidente: I . XXI . de 18 de janeiro de 2001. 289 da Lei Complementar nº 59. XXIV . 11 deste Regimento. bem como diárias de viagem a servidor do Tribunal.aplicar pena a servidor. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XXIII . obedecido o critério de antigüidade. XXVIII .convocar juiz para exercer substituição nos tribunais e nas comarcas.aplicar.XVI . Art. II . 14 .autorizar.

ao tribunal competente. publicada a súmula. estando o relator afastado de suas funções por mais de trinta dias ou após a sua aposentadoria. b) petição referente a autos originários pendentes de recurso nos tribunais superiores. interpostos perante o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça. no tocante aos processos mencionados no art.conhecer do pedido de liminar em mandado de segurança. de custas e emolumentos indevidos e. a remessa.conhecer de reclamação contra a exigência ou percepção. especial e extraordinário e dos agravos contra suas decisões. por servidor que nele tiver funcionado. interpostos perante o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça. por simples despacho.III . férias e aposentadoria. até um ano. nesse caso quando. ordenando a restituição. de feito submetido à distribuição. pagas as despesas de sua extração pelo requerente.exercer a presidência. quando o processo for de competência originária do Tribunal. quando não reconhecida.despachar: a) petição referente a autos findos de classe de recursos de primeira instância e aos autos em andamento. em feito submetido ao seu julgamento. IV . especial e extraordinário e dos agravos contra suas decisões. quando verificada a incompetência do Tribunal de Justiça. ao Presidente.exercer a presidência. d) o pedido e assinar a Carta de Sentença.distribuir e autorizar a redistribuição dos feitos administrativos ou judiciais. deste Regimento. VII . VIII . V .distribuir os feitos administrativos ou judiciais. inciso I. c) petição referente a autos originários findos. VI . (Alínea revogada pela Resolução nº 609/2009) X . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) V .relatar suspeição oposta ao Presidente. IX .informar recurso de indulto ou de comutação de pena. habeas corpus e outras medidas urgentes. tenha fluído o prazo para embargos declaratórios. no processamento dos recursos ordinário. 19-A. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IV . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) VI . até um ano. bem como outra vantagem a que tiver direito. no processamento dos recursos ordinário. por servidor do Tribunal. XI .determinar. XII .processar e julgar suspeição oposta a servidor do Tribunal. . quando a espera da distribuição puder frustrar a eficácia da medida.conceder férias-prêmio e licença.conceder ao Presidente do Tribunal licença.

bem como prorrogar o prazo para aquele fim. 29 de junho de 1998.exercer. (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) VIII . (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) IX . XI .XIII .dirigir a instrução dos processos de vitaliciamento de magistrados.substituir o Primeiro Vice-Presidente. respeitado o disposto no inciso I do art. X .relatar. podendo delegar a atribuição ao diretor do foro.impor pena disciplinar a servidor do Tribunal de Justiça. II .conceder férias individuais. por período inferior a cento e oitenta dias.Compete ao Segundo Vice-Presidente: I . III . nomear a Comissão Examinadora e designar a comarca onde o concurso deva ser realizado.dar posse a servidor da Secretaria do Tribunal de Justiça e da justiça de primeira instância.substituir o Presidente. das Secretarias de Juízo e dos Serviços Auxiliares da justiça de primeira instância.determinar a abertura de concurso público para provimento de serviço de tabelionato ou de registro. Art. (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) VII . proferindo voto. IV . a Superintendência da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes. 11 deste Regimento. na ausência ou impedimento do Primeiro Vice-Presidente. na forma prevista neste Regimento.presidir as Comissões Examinadoras de concursos públicos para provimento de cargos da Secretaria do Tribunal. 15 . XIV . férias-prêmio e licença a servidor do Tribunal. respeitado o disposto no inciso I do art. observado o que for disposto em lei e neste Regimento. dúvida de competência entre tribunais estaduais e conflito de atribuições entre desembargadores e entre autoridades judiciárias e administrativas. VI . salvo as que surgirem entre autoridades estaduais e da União.homologar desistência de feito manifestada antes da sua distribuição.exercer delegação que o Presidente lhe fizer. (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) V .iniciar processo administrativo contra servidor do Tribunal. (Nova redação dada pelas Resoluções nº 463/2005 e nº 530/2007) III . do Distrito Federal ou de outro Estado.919. nos termos da Lei nº 12. a superintendência da Secretaria de Administração de Pessoal e da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes.exercer. 11 deste Regimento. expedir o edital. se o interesse administrativo o recomendar. .

o Conselho da Magistratura.Compete ao Terceiro Vice-Presidente: (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) I . conforme o disposto em lei. Permanentes ou Temporárias.dirigir a publicação da revista “Jurisprudência Mineira”. 16 . XIV . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II .conceder licença aos servidores da justiça de primeira instância. a Comissão de Organização e Divisão Judiciárias e outros Órgãos e Comissões. 14.substituir o Presidente.XII . 15-A . sempre que possível e necessário.substituir o Segundo Vice-Presidente. conforme disposto em lei ou ato normativo. na ausência ou impedimento do Primeiro e do Segundo Vice-Presidentes.Compete ao Corregedor-Geral de Justiça: I .exercer a direção do foro da Comarca de Belo Horizonte. ressalvado o disposto no art. podendo designar Juiz-Corregedor para o seu exercício e delegar as atribuições previstas em lei. (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) XIII . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) II . interpostos perante o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça. especial e extraordinário e dos agravos contra suas decisões. na ausência ou impedimento do Segundo Vice-Presidente. 11 deste Regimento. o diretor do foro. notariais e de registro do Estado de Minas Gerais. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) CAPÍTULO II DA COMPETÊNCIA DO CORREGEDOR-GERAL DE JUSTIÇA Art. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) IV . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) I .exercer a superintendência da Secretaria da Corregedoria Geral de Justiça e dos serviços judiciais. . ouvindo previamente. do Tribunal de Justiça. Art. a superintendência da Assessoria de Gestão da Inovação.exercer.superintender as atribuições relativas a pesquisa e biblioteca. inciso IV. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) III . deste Regimento.exercer a superintendência da Secretaria da Corregedoria-Geral de Justiça. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) V .exercer a Presidência no processamento dos recursos ordinário.substituir o Primeiro Vice-Presidente. permanentes ou temporárias. respeitado o disposto no inciso I do art. III .exercer a direção do foro da Comarca de Belo Horizonte. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) III . podendo designar Juiz Auxiliar da Corregedoria para o seu exercício e delegar as atribuições previstas em lei.integrar a Corte Superior. II .integrar os Órgãos e as Comissões.

IV . relação de comarcas que deixaram de atender. por período de até dois anos. de se atender pedido de permuta ou remoção de juiz de direito. IX . X . nas comarcas em que não houver vara com competência específica para infância e juventude. servidores da Secretaria da CorregedoriaGeral de Justiça e da Justiça de Primeira Instância. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IX . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) VII . proibida a recondução. VIII . XII . XIV . por três anos consecutivos.orientar juízes de direito.indicar ao Presidente do Tribunal os juízes de direito da Comarca de Belo Horizonte que serão designados para o exercício da função de Juiz Auxiliar da Corregedoria.apresentar ao Conselho da Magistratura. V .apresentar à Corte Superior do Tribunal de Justiça. apresentando relatório circunstanciado e opinativo. nem corregedoria de presídios nem magistrado designado na forma de lei. o preenchimento dos requisitos legais para criação ou instalação de comarca ou vara. VI . quando convier. aos requisitos mínimos que justificaram a sua criação.designar.indicar ao Presidente do Tribunal os juízes de direito de entrância especial que serão designados juízes-corregedores. proibida a recondução.prestar informação fundamentada à Corte Superior sobre juiz de direito candidato à promoção. nas comarcas com mais de uma vara onde não houver vara especializada de execuções criminais.aferir.designar o juiz-corregedor de presídios. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) V . bienalmente.encaminhar à Corte Superior.designar o Juiz-Corregedor de Presídios. no prazo de até trinta dias.indicar ao Presidente do Tribunal os nomes dos servidores que serão nomeados para os cargos de provimento em comissão da Secretaria da CorregedoriaGeral de Justiça e dos serviços auxiliares da direção do foro da Comarca de Belo Horizonte. notários e registradores para o fiel cumprimento dos deveres e das obrigações legais e regulamentadas.designar juiz de direito para exercer.informar à Corte Superior sobre a conveniência. depois de verificação dos assentos da Corregedoria-Geral de Justiça. quando deixar o cargo. VII . relatório circunstanciado do serviço do ano anterior. até o último dia do mês de fevereiro. procedendo da mesma forma. XI . o juiz de direito competente para tais atribuições. dirigido à Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. no prazo de trinta dias. relatório circunstanciado das ações e dos trabalhos realizados em seu mandato. bienalmente. a direção do foro nas comarcas com mais de uma vara. quando deixar o cargo. podendo editar atos administrativos de caráter normativo e cumprimento obrigatório para disciplinar matéria de . permitida uma recondução. por período de até dois anos. permitida uma recondução e sua substituição. mediante inspeção local. nas comarcas com mais de uma vara onde não houver vara especializada de execuções criminais e corregedoria de presídios. XIII . ou não.

da Justiça de Primeira Instância. XVI .realizar correição extraordinária. XVIII . XX . dos serviços notariais e de registro. dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais. por juiz de direito. de forma geral ou parcial. podendo delegar a Juiz-Corregedor a sua realização. a membro do Ministério Público. podendo delegar a Juiz Auxiliar da Corregedoria a sua realização.verificar e identificar irregularidades nos mapas de movimento forense das comarcas e de operosidade dos juízes de direito. do Comandante-Geral da Polícia Militar ou do Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil . dos serviços notariais e de registro. reclamação ou sugestão apresentada. registradores e prepostos não optantes e aplicar as penas correlatas. podendo apresentar anteprojeto de resolução. de forma geral ou parcial.Seção de Minas Gerais falta ou infração de que venha a conhecer e seja atribuída. dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais. nos órgãos de jurisdição de primeiro grau. adotando as necessárias providências saneadoras. da polícia judiciária e dos presídios do Estado. respectivamente. XXII . dos serviços da justiça de paz. para verificar-lhes a regularidade e para conhecer de reclamação ou denúncia apresentada. do Secretário de Estado de Defesa Social. XIX . XXIII . na forma da lei. para verificar-lhes a regularidade e para conhecer de denúncia.levar ao conhecimento do Procurador-Geral de Justiça. no âmbito dos serviços do foro judicial. da polícia judiciária e dos presídios das comarcas do Estado de Minas Gerais. os órgãos de jurisdição de primeiro grau.sua competência e estabelecer diretrizes e ordens para a boa realização dos serviços e melhor execução das atividades.exercer a função disciplinar na Secretaria da Corregedoria-Geral de Justiça.fiscalizar a Secretaria da Corregedoria-Geral de Justiça. a advogado ou estagiário. XXI . dos serviços da justiça de paz. sem indicação de motivos.propor à Corte Superior providência legislativa para o mais rápido andamento e perfeita execução dos trabalhos judiciários e dos serviços notariais e de registro. para verificação da fiel execução de suas atividades e cumprimento dos deveres e das obrigações legais e regulamentares.conhecer das suspeições declaradas. no âmbito dos serviços do foro judicial de Primeira Instância. nos órgãos auxiliares da Justiça de Primeira Instância e nos serviços notariais e de registro do Estado. XV .instaurar sindicância ou processo administrativo disciplinar contra servidores da Secretaria da Corregedoria-Geral de Justiça.solicitar à Corte Superior a expedição de decisão normativa em matéria administrativa de economia interna do Poder Judiciário. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XVIII . nas hipóteses de descumprimento dos deveres e das obrigações legais e regulamentares. . a policial militar. notários. a policial civil. XVII .realizar correição extraordinária. os órgãos auxiliares da Justiça de Primeira Instância e os serviços notariais e de registro do Estado.

apurar. em especial no que se refere a atividade político-partidária.empossar o Presidente.representar à Corte Superior para instauração de processo administrativo contra desembargador ou contra juiz de direito. pessoalmente ou por intermédio de juiz auxiliar da Corregedoria que designar.apurar.apreciar a indicação para agraciamento com o Colar do Mérito Judiciário. em especial no que se refere a atividade político-partidária. XXIX .instaurar sindicância para apurar fato ou circunstância determinante de responsabilidade disciplinar do juiz de direito. ressalvada a hipótese prevista no inciso anterior. a aplicação das penas de censura ou de advertência. e apresentar o resultado da sindicância à Corte Superior. dar prosseguimento às investigações.empossar o Presidente e o desembargador. XXVI . pessoalmente ou por intermédio de juiz-corregedor que designar. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XXIV . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) CAPÍTULO III DA COMPETÊNCIA DOS ÓRGÃOS DO TRIBUNAL Art. o Corregedor-Geral de Justiça e o desembargador.representar à Corte Superior para instauração de processo administrativo contra juiz de direito. 17 .instaurar sindicância para apurar fato determinante de responsabilidade disciplinar de desembargador ou juiz de direito. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) III . XXVII . 9º. ressalvada a hipótese prevista no inciso anterior. sobre o comportamento de juiz de direito e de servidor judicial.por determinação da Corte Superior.eleger o Presidente.indicar juiz de direito do Sistema dos Juizados Especiais. II . XXVIII .XXIV . o Primeiro Vice-Presidente e o Segundo VicePresidente do Tribunal de Justiça. quando o fato apurado ensejar. sobre o comportamento de juiz de direito e de servidor judicial. deste Regimento. delegar a direção dos trabalhos a juiz de direito auxiliar da Corregedoria-Geral de Justiça. XXV . previsto no art. em tese. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XXVI . podendo. ‘c’. IX. quando houver indício da prática de crime de ação penal pública por magistrado.eleger o Presidente e os Vice-Presidentes do Tribunal de Justiça. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) I . .Compete ao Tribunal Pleno: I .instaurar e decidir processo disciplinar contra juiz de direito. bem como o Corregedor-Geral de Justiça e o Vice-Corregedor. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XXVII . o Primeiro Vice-Presidente e o Segundo VicePresidente do Tribunal de Justiça. III . na segunda situação. bem como o Corregedor-Geral de Justiça.

da Mesa e da Presidência da Assembléia Legislativa. nos crimes comuns. . g) o habeas data contra ato de autoridade diretamente sujeita à sua jurisdição. do Tribunal de Justiça Militar.tratar de assuntos especiais. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Governador do Estado. da Assembléia Legislativa ou de sua Mesa. os membros do Ministério Público. o Deputado Estadual. o Comandante-Geral da Polícia Militar e o Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar. do próprio Tribunal de Justiça. os juízes do Tribunal de Justiça Militar. os juízes do Tribunal de Alçada.processar e julgar.18 . (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) V .dar posse coletiva a juízes de direito substitutos. 93 da Constituição do Estado. os juízes de direito e os juízes auditores da Justiça Militar. h) ação rescisória de seus julgados e revisão criminal em processo de sua competência. d) a ação direta da inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual ou municipal em face da Constituição do Estado e os incidentes de inconstitucionalidade. do Tribunal de Justiça Militar ou do Tribunal de Contas do Estado. o Procurador-Geral do Estado e o Procurador-Geral de Justiça. os juízes de direito e os juízes de direito do juízo militar. 93 da Constituição do Estado. nos crimes comuns e nos de responsabilidade.IV . ressalvado o disposto no § 2º do art. originariamente. e) o mandado de segurança contra ato do Governador do Estado. do próprio Tribunal de Justiça. ressalvado o disposto no § 2º do art. f) o mandado de injunção.São atribuições jurisdicionais da Corte Superior: I . do Tribunal de Justiça Militar ou do Tribunal de Contas do Estado. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Governador do Estado. da Assembléia Legislativa ou de sua Mesa. Art. b) o Secretário de Estado. ressalvada a competência das justiças especializadas: a) o Vice-Governador do Estado. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) b) o Secretário de Estado. do Tribunal de Alçada. visita oficial de alta autoridade ou para agraciamento com o Colar do Mérito Judiciário. mediante convocação extraordinária do Presidente. nos crimes comuns e nos de responsabilidade. VI . c) o habeas corpus.reunir-se em caso de comemoração cívica. os membros do Ministério Público. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) f) o mandado de injunção. o Comandante-Geral da Polícia Militar e o Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar. quando a autoridade coatora for uma das Câmaras ou um dos Grupos de Câmaras do Tribunal de Justiça. do próprio Tribunal ou de seus órgãos diretivos ou colegiados e do Corregedor-Geral de Justiça.

pela maioria absoluta de seus membros. VII . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) X .julgar recurso interposto contra decisão jurisdicional do Presidente. de decisão do relator que. III .II . IX . Art. . 19 . bem como da decisão proferida em pedidos de suspensão de execução de tutela antecipada deferidas nas demais ações movidas contra o Poder Público e seus agentes. suspeição oposta a desembargador ou ao Procurador-Geral de Justiça.julgar embargos em feito de sua competência.julgar. bem como dos conflitos de competência e de atribuições entre desembargadores e autoridades judiciárias ou administrativas. do Distrito Federal ou de outro Estado.julgar agravo contra decisão do Presidente que suspender medida liminar ou execução de sentença em mandado de segurança. VIII . nos processos criminais de competência originária e nos feitos de sua competência: a) decretar prisão preventiva.São atribuições administrativas da Corte Superior: I . c) recusar produção de prova ou realização de diligência.julgar incidente de uniformização de jurisprudência quando divergentes os Grupos de Câmaras Cíveis ou as Câmaras Isoladas. 97 da Constituição do Estado. d) decidir incidentes de execução.decidir dúvida de competência entre o Tribunal de Alçada e o Tribunal de Justiça. a intervenção federal no Estado. ou arbitrá-la.solicitar. ação popular e ação cautelar movidas contra o Poder Público e seus agentes. delegando a juiz de direito a prática de ato ordinatório. sem efeito suspensivo. nos termos da Constituição da República e do parágrafo único do art.julgar agravo regimental. VI . salvo os que surgirem entre autoridades estaduais e da União.conhecer da competência de cada uma das câmaras e decidir sobre ela. (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) X .executar acórdão proferido em causa de sua competência originária. por intermédio do Supremo Tribunal Federal. IV . em feito de sua competência. V . b) conceder ou denegar fiança. XI . ação popular ou ação civil pública.julgar reforma de autos perdidos e outros incidentes que ocorrerem em processos de sua competência.julgar agravo contra decisão do Presidente que deferir ou indeferir pedidos de suspensão de execução de liminar ou de sentenças proferidas em mandado de segurança. ação civil pública.

da classe de juristas. XII .Propor ao Poder Legislativo: a) a criação e a extinção de cargo de desembargador. de juiz do Tribunal de Justiça Militar. bem como a fixação das respectivas remunerações. afastamento ou licença compulsória.organizar a Secretaria e os serviços auxiliares do Tribunal de Justiça e os dos Juízes que lhe forem vinculados. VII .conhecer de representação contra desembargador e juiz do Tribunal de Justiça Militar. X . VI . V . nele estabelecidas a organização e a competência das Câmaras Isoladas e dos Grupos de Câmaras. .apreciar e encaminhar à Assembléia Legislativa do Estado os projetos de lei de interesse dos Tribunais de Justiça. de juiz de direito do juízo militar e de servidor das Secretarias dos Tribunais e dos juízos que lhes forem vinculados. de juiz do Tribunal de Alçada e do Tribunal de Justiça Militar. b) a criação ou a extinção de tribunal inferior.elaborar lista tríplice para a nomeação de juiz do Tribunal Regional Eleitoral. XI .expedir resolução dispondo sobre o Regimento Interno do Tribunal. de Alçada e de Justiça Militar. VIII .apreciar e encaminhar à Assembléia Legislativa do Estado os projetos de lei de interesse dos Tribunais de Justiça e de Justiça Militar. IV . IX .II .apreciar pedido de intervenção em município.indicar os integrantes do Conselho da Magistratura que não sejam membros natos. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) X .conhecer de representação contra desembargador e juiz do Tribunal de Alçada e do Tribunal da Justiça Militar. de comarca e de vara. ressalvada a autonomia administrativa dos tribunais inferiores.expedir decisão normativa em matéria administrativa de economia interna do Poder Judiciário.eleger desembargadores e juízes de direito para integrarem o Tribunal Regional Eleitoral. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) a) a criação e a extinção de cargo de desembargador. de juiz de direito e de servidor das Secretarias dos Tribunais e dos Juízos que lhes forem vinculados. de juiz de direito. para fins de aposentadoria. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XI . bienalmente.decidir sobre a invalidez de desembargador e juiz. III . bem como a fixação das respectivas remunerações. c) a revisão da organização e da divisão judiciárias.

XXVI . XXII .decidir sobre a aposentadoria por interesse público. XV . da Lei Complementar nº 59. advogados ou membros do Ministério Público. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) XIII .proceder à avaliação do juiz de direito.declarar o abandono ou a perda de cargo em que incorrer magistrado.homologar convênios entre a administração pública direta e indireta do Estado e os oficiais do Registro Civil das Pessoas Naturais. XIV . nos termos da Constituição. para preenchimento do quinto constitucional nos Tribunais.indicar juízes de direito candidatos a remoção.XIII . assegurada ampla defesa. XXI . XXVII . se o interesse da prestação jurisdicional o recomendar. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. a disponibilidade e a aposentadoria por interesse público do magistrado. XVI .autorizar a permuta solicitada por juízes de direito. por prazo excedente a um ano. a desembargador e a juiz de direito. § 1º.autorizar instalação de comarca ou vara. XXIV . XVII . de 18 de janeiro de 2001. ao final do biênio de estágio. XXIX .dar posse coletiva a juízes de direito substituto.indicar candidatos a promoção ou nomeação ao cargo de juiz civil do Tribunal de Justiça Militar. pelo voto de dois terços de seus membros. pelo voto de dois terços de seus membros.examinar e aprovar a proposta orçamentária do Poder Judiciário. para a prestação de serviços de interesse da comunidade local ou de interesse público. a remoção e a disponibilidade compulsórias do magistrado. para fins de aquisição da vitaliciedade. XIX . XVIII .homologar concurso para o ingresso na magistratura e julgar os recursos interpostos.autorizar o funcionamento de vara em dois turnos de expediente.indicar. 123. XXIII .delimitar as microrregiões previstas no art.movimentar juiz de direito de uma para outra vara da mesma comarca. XXVIII . assegurada ampla defesa.decidir sobre a remoção.conceder licença. em lista tríplice. XX . XXV . assegurada ampla defesa.efetuar a indicação de magistrados para promoção por antigüidade ou merecimento. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) .

ao Terceiro e ao Quarto Grupos de Câmaras Cíveis: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 299. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) II . réu. 19-A deste Regimento. os feitos cíveis serão julgados: (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) I . 20 .na 1ª. turístico e paisagístico. nos termos do regulamento determinado pelo art.Observado o disposto no art.Compete aos Grupos de Câmaras Cíveis: I . na 7ª e na 8ª Câmaras Cíveis. na 4ª. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) b) decisão proferida por juiz da infância e da juventude. nos casos não especificados no inciso I deste artigo. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) c) causa relativa a família. na 6ª. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) e) causa relativa a falência e recuperação de empresa. na 14ª. compete ao Primeiro. na 13ª. ou nos Grupos de Câmaras Cíveis correspondentes. assistente ou oponente o Estado. estado e capacidade das pessoas. nos casos de: (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) a) ação cível em que for autor. na 11ª. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) XXXI .processar e julgar: . na 15ª. pará­ grafo único. cultural. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) f) causa relativa a matéria fiscal. sucessão. ou nos Grupos de Câmaras Cíveis correspondentes. na 17ª e na 18ª Câmaras Cíveis. na 10ª. na 2ª. na 3ª. 19-A . na 12ª.julgar recurso contra decisão do Presidente do Tribunal de Justiça que impuser pena disciplinar. 20 .Ressalvada a competência da Corte Superior. na 16ª. artístico. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) d) causa relativa a registro público. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 652/2010) Art. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) h) decisão sobre ‘habeas data’ proferida por juiz de direito e relacionada com causa de sua competência recursal. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art.na 9ª.XXX . (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) g) causa relativa a proteção do meio ambiente e do patrimônio histórico. ao Segundo. o Município e respectivas entidades da administração indireta. na 5ª. da Lei Complementar nº 59. de 18 de janeiro de 2001.autorizar juiz a residir fora da comarca.

de 2 de junho de 1992. suspeição oposta a desembargador e ao Procurador-Geral de Justiça e outros incidentes que ocorrerem em feito de sua competência. habilitação incidente. por suas respectivas câmaras. o Sexto. III . suspeição oposta a desembargador e ao Procurador-Geral de Justiça. alínea “b”. V . à 7ª e à 8ª Câmaras Cíveis Isoladas processar e julgar: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) . b) o mandado de segurança contra ato de Secretário de Estado. deste Regimento. d) embargos em feitos de sua competência. do Procurador-Geral de Justiça e do Procurador-Geral do Estado.julgar embargos infringentes em matéria de sua competência. 20-A . 21 . em feito de sua competência. II . à 3ª.julgar agravo regimental contra decisão que rejeitar liminarmente pedido de revisão criminal. VI . do Tribunal de Contas. 22 .429. à 5ª. os processos criminais contra prefeitos municipais por crimes dolosos contra a vida.Observado o disposto no art.Compete ao Grupo de Câmaras Criminais: I . ressalvada a competência do Tribunal de Alçada.julgar revisões criminais nos feitos da competência recursal do Tribunal de Justiça. e) restauração de autos perdidos. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) b) o mandado de segurança contra ato de Secretário de Estado. proposta contra as autoridades mencionadas no art. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art.julgar. delegando a juiz de direito de primeira instância a prática de ato ordinatório. 18. em razão de competência recursal ou originária. à 4ª. excluídas as previstas nas alíneas “b” e “g” de seu inciso I. como Câmara Especializada. o Oitavo e o Nono Grupos de Câmaras Cíveis têm as mesmas competências estabelecidas no art. 19-A deste Regimento.julgar.executar o julgado em feitos de sua competência. (Alínea acrescentada pela Resolução nº 530/2007) II . do Procurador-Geral de Justiça e do Advogado-Geral do Estado.a) a ação rescisória de decisão proferida. IV . à 6ª. do Tribunal de Contas.Compete à 1ª. 20 deste Regimento. inciso I.julgar uniformização de jurisprudência criminal. Art. f) agravo regimental manifestado em feito de sua competência. à 2ª. o Sétimo. g) a ação civil de improbidade de que trata a Lei nº 8. c) recurso de indeferimento de embargos em rescisória. Art. o Quinto.

além de outros incidentes que ocorrerem. c) embargos de declaração em feito de sua competência. suspeição oposta a desembargador e a procurador de justiça. 1) ato ou decisão de juiz de direito. de plano. (Item acrescentado pela Resolução nº 530/2007) b) em feito de sua competência.Art.em turma de três julgadores: a) em feito de sua competência. no caso previsto no art. habilitação incidente. b) recurso de decisão de primeira instância. g) os habeas corpus impetrados contra decisão que decretar a prisão civil do responsável pelo inadimplemento de obrigação alimentar. c) embargos infringentes opostos a acórdão de câmara cível isolada. 22 . 23 deste Regimento. d) em matéria cível. (Item acrescentado pela Resolução nº 530/2007) 2) ato da presidência de Câmara Municipal ou de suas comissões. quando se tratar de perda de mandato de prefeito. 35 da Lei nº 7661/45. d) embargos declaratórios opostos a acórdão proferido em feito de sua competência. restauração de autos perdidos. II . f) agravo regimental manifestado em feito de sua competência.Compete às Câmaras Cíveis Isoladas processar e julgar: I . . além de outros incidentes que ocorrerem. a procurador de justiça e a juiz de direito. f) agravo regimental manifestado em feito de sua competência.com participação de todos os seus membros: a) o mandado de segurança contra: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) a) o mandado de segurança contra ato ou decisão de juiz de direito. habilitação incidente. excetuada a hipótese prevista na alínea “d” do inciso I do art. e) recurso contra decisão do relator que indeferir o agravo. 23 deste Regimento. não admitir os embargos infringentes referidos na alínea “d” deste inciso. desde que relacionados com processos cujo julgamento em grau de recursos seja de sua competência. do Estado. do falido. suspeição oposta a desembargador. excetuada a hipótese prevista na alínea “d” do inciso I do art. conflito de jurisdição entre autoridades judiciárias de primeira instância. restauração de autos perdidos. e) recurso de decisão do relator que. do depositário infiel e.

a 16ª. a 17ª e a 18ª Câmaras Cíveis Isoladas têm as mesmas competências estabelecidas no art. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. no caso de excesso de prazo. remetendo-se-lhes a comunicação necessária.levar ao conhecimento do relator qualquer reclamação relativa ao andamento do feito.Compete às Câmaras Criminais Isoladas: I . II . 23 . a 10ª. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IV .providenciar para que se torne efetivo o processo criminal que caiba. a 13ª. e) desaforamento. II . quando se tratar de matéria criminal. em grau de recurso. . item 2.julgar. ato ou decisão do Corregedor-Geral de Justiça. natureza e número. IV .julgar em turma de três julgadores: a) habeas corpus.determinar a publicação mensal. 22 deste Regimento. excetuada a hipótese prevista na alínea “g” do inciso II do artigo anterior.A 9ª. com todos os seus membros: a) os prefeitos municipais nos crimes comuns e de responsabilidade. a 11ª. quando a decisão não for unânime. da relação de feitos conclusos aos desembargadores e aos juízes do Tribunal de Alçada e com vista ao Procurador-Geral de Justiça. ressalvados os dolosos contra a vida. natureza e número.Art. d) exceção de suspeição. no caso de excesso de prazo. Art. mencionando a data respectiva.determinar a publicação mensal. 24 . c) agravo regimental contra decisão do relator. em infração de que venha a conhecer. mencionando a data respectiva. alínea ‘a’. 22-A . da relação de feitos conclusos aos desembargadores e com vista ao Procurador-Geral de Justiça.Compete ao Conselho da Magistratura: I . d) o mandado de segurança contra ato ou decisão de juiz de direito. a 12ª. III . c) conflito de jurisdição. excluídas as previstas em seu inciso I.julgar. a 14ª. b) recurso interposto em ação ou execução. a 15ª. remetendo-se-lhes a comunicação necessária. b) embargos infringentes nos recursos.

quando provocado.aprovar a indicação de juiz. d) a relação dos feitos que lhes foram conclusos para voto. a correições parciais em autos. nominalmente indicados. X . nos termos da Lei nº 12. proferiu como relator e revisor.proceder. VIII . quando não haja recurso ordinário.julgar os recursos de decisões dos juízes de direito referentes a reclamações sobre percepção de custas ou emolumentos. VII . observando-se a forma do processo de agravo de instrumento. bem como referendar a sua substituição antes de se completar o biênio de designação. suspeição comunicada por juiz. nos termos do art. XI . b) o número de feitos que lhes foram distribuídos no mesmo período. falta resultante de retardamento de feitos. IX .reexaminar. de 29 de junho de 1998. XII .julgar recursos contra decisões de Comissão Examinadora de concursos de ingresso e de remoção para os serviços notariais e de registro.publicar. XIV . atos do juiz da infância e da juventude.julgar recurso contra decisão do Corregedor-Geral de Justiça ou do juiz que impuser pena disciplinar. parágrafo único.mandar anotar.V . . para emenda de erros ou abusos. 64. VI . da Lei Complementar nº 59. dados estatísticos sobre os trabalhos do Tribunal no mês anterior. despacho e lavratura de acórdão. bem como homologar esses concursos. XV . feita pelo Corregedor-Geral de Justiça. e dúvidas levantadas pelos titulares dos órgãos auxiliares dos juízes e do foro extrajudicial. c) o número de processos que receberam em conseqüência de pedido de vista ou como revisor. ainda não devolvidos. exceto as relativas aos registros públicos. com as datas das respectivas conclusões. ressalvada a competência das câmaras isoladas. para efeito de elaboração da lista de antigüidade dos magistrados. entre os quais: a) o número de votos que cada um de seus membros.apreciar. no “Diário do Judiciário”.919. em segredo de justiça.processar as representações relativas a excesso de prazos previstos em lei. mensalmente. embora decorridos os prazos legais. nos termos da lei. para a função de diretor do foro.decidir reclamação apresentada contra a lista de antigüidade dos juízes. sem prejuízo do andamento do feito e a requerimento dos interessados ou do Ministério Público. de 18 de janeiro de 2001. XIII .

quando a decisão competirá a desembargador de câmara criminal. Art. excetuada a hipótese prevista na alínea “g” do inciso II do art. precipuamente. no agravo. II . excetuada a hipótese prevista na alínea “d” do inciso I do art.elaborar e implantar as políticas e ações estratégicas do sistema dos Juizados Especiais.processar e julgar desaforamento.desenvolver o planejamento superior dos Juizados Especiais. suspeição oposta a desembargador e a procurador de justiça. no plano administrativo.propor à Corte Superior a criação de Turma Recursal. bem como apreciar propostas de alteração apresentadas por desembargador ou por juiz de direito e sobre elas opinar. se for o caso. elaborando. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II . através de seu Presidente. ou de decisão. III . o projeto de lei a ser submetido à Corte Superior para posterior encaminhamento à Assembléia Legislativa. 25 . pedido de suspensão de ato impugnado.Compete à Câmara Especial de Férias: I . 25 .à Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. XVII . 22 deste Regimento.XVI .Compete ao Conselho de Supervisão e Gestão dos Juizados Especiais: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. orientar e fiscalizar. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) VII .supervisionar.por desembargador de câmara cível. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) I .implementar as medidas operacionais necessárias ao aperfeiçoamento dos Juizados Especiais. 23 deste Regimento. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) .julgar. no mandado de segurança. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) III .elaborar seu regulamento. em feito de sua competência. o funcionamento do sistema dos Juizados Especiais. habeas corpus e recursos de habeas corpus. em turma. bem como outras matérias urgentes.indicar à Corte Superior os integrantes de Turma Recursal. elaborar os projetos de alteração da organização e da divisão judiciárias.Compete às Comissões Permanentes: I . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) V . deferindo ou não. bem como modificações de sua competência e composição.julgar. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) VI .velar pela regularidade e pela exatidão das publicações. suspeição oposta a desembargador e ao Procurador-Geral de Justiça. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. quando necessário. quando será relator um desembargador de câmara cível. 26 . IV . em feito de sua competência. decidir. sendo relator um desembargador de câmara criminal.

II . elaborar proposição de modificações do Regimento Interno. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) d) orientar e inspecionar os serviços da Biblioteca. sugerindo as providências necessárias ao seu funcionamento satisfatório. III . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) b) fazer a seleção e a classificação de acórdãos a serem publicados e divulgados nas publicações especializadas do país.à Comissão de Divulgação da Jurisprudência: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) III . bem como apreciar alterações propostas por desembargador e sobre elas opinar. elaborando. b) superintender a edição e a circulação da revista ‘Jurisprudência Mineira’. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) a) superintender a edição e a circulação da revista “Jurisprudência Mineira". elaborando o respectivo projeto. c) selecionar os acórdãos a serem veiculados nas publicações especializadas do País. d) preservada a competência prevista no art. e zelar pela publicação da matéria aprovada na revista “Jurisprudência Mineira” e no “Diário do Judiciário”.à Comissão de Divulgação e Jurisprudência: a) estabelecer políticas e diretrizes de divulgação da jurisprudência do Tribunal. bem como examinar e dar parecer naquelas sugeridas por desembargador.I . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) c) superintender a organização de índices e fichários de jurisprudência e legislação.à Comissão de Regimento Interno elaborar o Regimento Interno. 457 deste Regimento. quando necessário. propor à Corte Superior. seja compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal relativa às questões jurídicas em que não houver discrepância de entendimento. 458 deste Regimento. ao Grupo de Câmaras ou à Câmara. e) elaborar projeto de súmula da jurisprudência. na forma prevista no art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II . bem como examinar as sugestões de modificações apresentadas por desembargador ou por juiz de direito e dar parecer sobre elas. se for o caso.à Comissão de Regimento Interno. conforme o caso e se entender necessário.à Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. f) regulamentar o empréstimo de obras. . do Tribunal e propor as modificações necessárias. elaborar os projetos de alteração da organização e da divisão judiciárias. g) manter na Biblioteca um serviço de documentação que sirva de subsídio à história do Tribunal. o projeto de lei a ser submetido à Corte Superior para posterior encaminhamento à Assembléia Legislativa. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) e) opinar sobre aquisições e permutas de obras e visar as respectivas contas. precipuamente.

no mesmo ato. que a presidirá. um dos quais será o Superintendente da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes.solenes as destinadas à posse do Presidente e de desembargador ou à posse coletiva de juízes de direito substitutos. (Inciso revogado pela Resolução nº 530/2007) Parágrafo único . b) à entrega do Colar do Mérito Judiciário.IV . V . por servidor da Secretaria do Tribunal de Justiça. que será integrada pelo Presidente do Tribunal. 28 .As sessões classificam-se como solenes. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. II .especiais as destinadas: a) à eleição do Presidente e dos Vice-Presidentes do Tribunal. III . 27 . salvo impedimento.As Comissões Temporárias. e por um representante do Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. Parágrafo único . quando solicitado. de concurso ou especiais. realizadas nos dias estabelecidos em provimento anual da Corte Superior.A Comissão de Divulgação da Jurisprudência será secretariada pelo Gerente de Jurisprudência e Publicações Técnicas da EJEF e as demais. por desembargadores. c) a homenagear ou receber pessoas ligadas às ciências jurídicas. Seção I Das Sessões Art. designado pelo Presidente. supervisionar. do Corregedor-Geral de Justiça e do Vice-Corregedor.à Comissão Supervisora dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais. ordinárias ou extraordinárias. do Primeiro Vice-Presidente e do Segundo VicePresidente do Tribunal e do Corregedor-Geral de Justiça.ordinárias as realizadas para apreciação e julgamento de matéria judicial ou administrativa. de nível superior de escolaridade. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) a) à eleição do Presidente. exercer a atribuição de assessoramento da Presidência do Tribunal em suas funções administrativas. .Excetua-se do disposto neste artigo a Comissão Examinadora do Concurso para Ingresso na Magistratura. especiais. sendo: I . orientar e dirigir os Juizados Especiais.à Comissão Administrativa. e seus membros serão escolhidos e nomeados pelo Presidente do Tribunal. que. serão presididas pelo desembargador mais antigo que as integrar. definirá sua competência.

Nos demais casos. o Presidente. o Presidente dará ciência desse fato à Corte Superior. Parágrafo único. após iniciado o julgamento. para instauração da ação penal. os profissionais de imprensa poderão tirar fotografias e fazer gravação de televisão. se a infração envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição. para apreciação de matéria administrativa urgente ou para concluir a apreciação de matéria constante de pauta de sessão ordinária. a imprensa credenciada terá local especial para desenvolvimento de seu trabalho.Antes de iniciada a sessão. 31 .extraordinária a convocada pelo presidente do respectivo órgão.O Presidente do Tribunal nele exerce o poder de polícia. sendo proibida gravação de qualquer natureza durante os julgamentos. não podendo no recinto realizar entrevistas. As veste talares serão usadas somente nas sessões de posse do Presidente do Tribunal e de desembargador. provendo-o dos elementos de que disponha. na Corregedoria-Geral de Justiça. ou especiais. TÍTULO II DO EXERCÍCIO DO PODER DE POLÍCIA Art. ou de desacato ao Tribunal ou aos seus juízes. 29 . 35 . solenes. § 3º . após determinar as providências iniciais. ao Presidente da Seção . § 1º . o Presidente comunicará o fato ao Procurador-Geral de Justiça. bem como qualquer pessoa que se comporte inconvenientemente. para as providências necessárias.IV .As sessões ordinárias terão início às treze horas e trinta minutos e encerramento às dezoito horas. prorrogável o término até o julgamento ou esgotamento da pauta. no exercício da função. § 2º . 32 .Decorridos trinta dias sem que tenha sido instaurada a ação penal ou justificado o atraso. quando necessário. Art. no horário indicado na convocação.O poder de polícia nas sessões ou audiências cabe ao seu presidente e. Art.O ingresso além do cancelo. podendo requisitar o auxílio de outras autoridades.O presidente da sessão ou audiência fará retirar do recinto menor que não deva assistir a ela.Ocorrendo infração penal na sede ou dependência do Tribunal. o Presidente mandará instaurar inquérito. solicitará à autoridade competente a instauração de inquérito. somente poderá ser feito se autorizado pelo presidente. delegando atribuição ao Corregedor-Geral de Justiça para a respectiva apuração. ao Corregedor-Geral. 34 . as extraordinárias. nesse último caso.Nas sessões solenes ou especiais.Sempre que tiver conhecimento de desobediência a ordem emanada do Tribunal ou de seus juízes. 33 . Art. designando servidor do Tribunal para acompanhá-lo. 30 . Art. Parágrafo único . Art. Art. dando ciência do fato.

quanto a ordem e regularidade das peças dele integrantes. sendo os do Conselho da Magistratura remetidos diretamente da Coordenação de Protocolo e Expedição Judicial para o Cartório de Feitos Especiais. § 2º . nomes das partes. LIVRO III DOS PROCEDIMENTOS EM GERAL TÍTULO I DO REGISTRO. Art. quando for o caso. 38 . § 1º . além da comarca.Mineira da Ordem dos Advogados do Brasil ou ao Procurador-Geral de Justiça. ou a direitos do interessado. da classe no Tribunal e demais procedimentos processuais pertinentes. para que seja ela sanada. far-se-á promoção ao Primeiro VicePresidente. classe no Tribunal. II .Regular o processo.Ao registro referido no artigo estão sujeitos também requerimentos e petições relativos aos feitos em curso ou arquivados no Tribunal. PREPARO E DISTRIBUIÇÃO DE FEITOS CAPÍTULO I DO REGISTRO E PREPARO Art. quando se tratar.Constatada irregularidade. procedendo-se à publicação no “Diário do Judiciário”. será ele encaminhado à tesouraria. os que devam ser submetidos à sua apreciação. nela constando o número.O registro será realizado no mesmo dia da apresentação do feito. Art. se há peças danificadas ou ilegíveis e se foi cumprido o disposto no art. se regular o processo. após conferência do número gerado no Protocolo Geral. nome do advogado e nome do relator. serão publicados pelas iniciais. de advogado ou estagiário ou de membro do Ministério Público. após efetuada a distribuição.Quando se tratar de ação processada sob segredo de justiça. respectivamente. a numeração.Os feitos a serem submetidos à apreciação do Tribunal serão registrados: I . serão encaminhados à Gerência de Estruturação Processual para recebimento do número. § 1º . todos os demais. que determinará a devolução dos autos ao juízo de origem. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) . 37 deste Regimento. § 2º . os nomes das partes.no Protocolo da Corregedoria-Geral de Justiça.Os feitos judiciais. 37 . 36 .Os recursos serão examinados na Gerência de Estruturação Processual. caso seja verificada alguma irregularidade no preparo já efetuado. inclusive do representante.No Protocolo Geral. após o registro no Protocolo Geral. Parágrafo único . ou diretamente à distribuição.

Nos feitos de competência originária em que for devido preparo prévio. § 1º . interpostos contra decisões do relator. § 3º .o processo de suspeição. 40 . VI . IV .o incidente de uniformização de jurisprudência. das taxas e de outros valores previstos em lei. se não ocorrer a hipótese de pobreza da parte sujeita ao preparo. ainda que suscitado pelas partes. salvo quando se tratar de processo iniciado mediante queixa.§ 2º .Os recursos.o conflito de competência.O Diretor-Geral da Secretaria do Tribunal fará publicar a indicação do banco e o número da conta de recolhimento.Em se tratando de processo criminal. anexado aos autos o respectivo comprovante. Art.as ações cíveis originárias em que a parte que estaria sujeita ao preparo seja pessoa jurídica de direito público. que serão. X . § 2º . goze dos benefícios da assistência judiciária ou seja isenta. . 39 .Regular o processo. desde logo.o agravo regimental. a petição inicial não poderá ser protocolada se não estiver acompanhada do comprovante de recolhimento do preparo. através de depósito. VII . III . distribuídos e remetidos ao cartório competente. salvo aqueles em que o recorrente optou por arrazoar na segunda instância.No caso de mandado de segurança.o agravo contra despacho de indeferimento de embargos infringentes. quando houver pedido de concessão de liminar. o preparo será efetuado após o despacho que a conceder ou negar. sendo remetido à Tesouraria.o incidente de inconstitucionalidade. IX .os habeas corpus.Não estão sujeitos a preparo na segunda instância: I . § 3º . na primeira instância. ressalvados aqueles amparados pela assistência judiciária ou isentos. os autos serão encaminhados à Procuradoria-Geral de Justiça. para a conferência do preparo já efetuado. receberá ele número e será encaminhado à distribuição. a seguir. as ações penais originárias e os recursos criminais. do Presidente e dos Vice-Presidentes do Tribunal.os embargos de declaração. II . Art. VIII . V .os agravos retidos. serão preparados.

na distribuição das apelações. realizadas sob a supervisão do Primeiro Vice-Presidente. recebendo denominação por classe. .A distribuição de mandado de segurança. os feitos serão classificados. observar-se-á o seguinte: I . é proibida. Art. III . ainda não julgados. recebendo denominação por classe.Quando da distribuição e redistribuição. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. a critério do Primeiro Vice-Presidente. será efetuada diariamente. da alternatividade e do sorteio.no caso de compensação. § 1º . durante a distribuição. será ela feita em primeiro lugar. bem como os relativos a plantão. permitida a fiscalização pelo interessado. observada a ordem de antiguidade. redistribuindo-se aqueles relativos ao plantão de final de semana e feriados. redistribuindo-se aqueles conferidos à competência da Câmara Especial de Férias .sem prejuízo da fiscalização pelo interessado. à razão de duas apelações para cada processo da Corte Superior. agravo. pedido de suspensão de liminar. os feitos serão classificados. que também expedirá as guias de recolhimento. permitida a fiscalização pelo interessado. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. realizada sob a supervisão do Primeiro VicePresidente. caso em que o pagamento será feito na própria tesouraria. a interferência indevida de qualquer pessoa. habeas corpus.O cálculo dos valores a serem recolhidos será feito pelo Departamento de Tesouraria. de modo a assegurar a eqüitativa e racional divisão de trabalho e a observância dos princípios da publicidade. será feita imediatamente após ultimados os registros necessários. 41 . II .A distribuição e redistribuição. 42 .Quando da distribuição. CAPÍTULO II DA DISTRIBUIÇÃO E DOS JUÍZES CERTOS Seção I Da Distribuição Art. 41 . por sistema computadorizado. por sistema computadorizado. cautelar com pedido de liminar e outros feitos urgentes. entre 8 e 18:30 horas. serão efetuadas diariamente. de modo a assegurar a eqüitativa e racional divisão de trabalho e a observância dos princípios da publicidade. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II . IV .em seguida serão sorteados os processos a todos os desembargadores. § 2º . que recolherá a importância ao banco no dia seguinte. salvo se o expediente do banco estiver encerrado. observada a ordem de antigüidade.§ 1º .O pagamento deverá ser feito no estabelecimento bancário indicado. § 2º .em seguida serão sorteados os processos a todos os desembargadores. 42 – A distribuição.os processos distribuídos aos desembargadores integrantes da Corte Superior serão compensados. da alternatividade e do sorteio. a ser feita nas Câmaras Isoladas.Para a distribuição.

A distribuição de processos de competência originária do Tribunal será feita. 45 . sempre que possível. Art. excluído do sorteio. incidentais e cautelares. seja sorteado como relator desembargador que tenha participado daquela decisão. 46 . processo administrativo ou recurso administrativo. 44 . Art.reclamações contra a distribuição deverão ser dirigidas ao Primeiro VicePresidente. a desembargador de câmara cível ou criminal. Seção II Dos Juízes Certos Art. o despacho decorrente da distribuição do inquérito e da sindicância. Art.Nos casos em que a distribuição não puder ser feita ao primitivo relator. ter vencido o prazo previsto no art.ao revisor que no processo tiver lançado o ‘visto’ ou proposto diligência. conforme a matéria. por qualquer motivo. quando possível.O desembargador eleito para cargo de direção do Tribunal de Justiça será excluído do sorteio.Serão distribuídos por dependência os recursos e as ações de qualquer natureza quando. tendo havido desistência. 43 .O desembargador a ser alcançado pela aposentadoria compulsória em razão do limite constitucional de idade será. do relator. § 3º . evitando-se.Na distribuição de ação rescisória. o feito será distribuído: I . respeitada a regra do art.Para os fins do disposto no caput deste artigo. § 2º . § 4º .A distribuição de ação ou recurso torna preventa a competência do órgão julgador e. mesmo que em litisconsórcio com outros autores. a partir do dia seguinte ao da eleição. prevenirá a distribuição da ação penal. 63 e parágrafo único para exame e revisão. bem como da realizada para efeito da concessão de fiança ou de decretação de prisão preventiva ou de qualquer diligência anterior à denúncia ou queixa. Art. Art. 48 . 47 . excluir-se-á do sorteio o desembargador que tenha sido relator ou revisor do julgamento rescindendo ou administrativo. o pedido for reiterado.Não se aplica o disposto no caput deste artigo quando se tratar de ação direta de inconstitucionalidade ou incidente de inconstitucionalidade. acessórias. § 1º . nos noventa dias anteriores à data da aposentadoria. em razão de seu afastamento. casos em que a distribuição será feita a todos os membros da Corte Superior. ou ainda na hipótese de. .V .A revisão criminal será distribuída a desembargador que não tenha pronunciado decisão em qualquer fase do processo. para os recursos posteriores no mesmo processo e para as ações principais. 54 deste Regimento. Parágrafo único .A distribuição dos embargos infringentes será feita a desembargador integrante do mesmo órgão em que proferida a decisão embargada.

nos processos de habeas corpus e mandado de segurança. acessório ou cautelar.A distribuição será por dependência: I . considerar-se-á que a distribuição não pode ser feita ao relator prevento nas hipóteses de: I .Decidida a medida urgente prevista no §4º deste artigo. a existência de ação. do revisor e do vogal.Se dois ou mais relatores tiverem funcionado sucessivamente. em todas as suas fases.mediante sorteio entre os demais membros do órgão julgador.na execução em feito de competência originária.Nos casos de distribuição por dependência. com indicação do respectivo relator e. obedecida a ordem decrescente de antiguidade. III . . aquele que despachou ou conheceu em primeiro lugar. II . atrairá para si e para o órgão julgador em que atuar ou tiver atuado a distribuição por dependência de quaisquer de seus incidentes. por período superior a três dias.II . § 3º . qualquer que seja o motivo. antes da conclusão ao relator. II . recurso ou medida anteriormente distribuídos ao mesmo órgão julgador. em cada classe de feitos. não excluirá a igualdade numérica assegurada entre os desembargadores. § 7º . os autos serão conclusos ao relator prevento na data do seu retorno.ao vogal que tenha participado do julgamento anterior. do processo principal. o distribuidor deverá certificar nos autos. ao vogal que tenha participado do julgamento anterior ou a outro membro do órgão julgador.A distribuição a juiz certo.no processo de restauração de autos. se impossível a distribuição ao revisor. no mesmo processo.Para os fins previstos no §2º deste artigo.ao revisor. salvo o caso de embargos infringentes e outros dele emanados. ou a trinta dias. prevista neste artigo. § 8º . § 5º . se impossível a distribuição ao vogal. (Nova redação dada pela Resolução nº 616/2009) Art. IV . 48 .Nas hipóteses em que o relator prevento esteja afastado por até trinta dias.na hipótese de ter ocorrido julgamento anterior. § 4º .sua remoção. para outra câmara de qualquer competência. inclusive por permuta. que tenham sido processados através de instrumento ou fora dos autos.seu afastamento. se houver. nos demais feitos. II . III . as medidas que exijam decisão urgente serão encaminhadas sucessivamente e quando possível: I . § 6º .a desembargador integrante de outra câmara de mesma competência que se seguir na ordem crescente de numeração àquela em que tem assento o relator prevento.no caso de haver recurso em andamento. ainda que seja através de instrumento extraído dos autos principais. observada a ordem decrescente de antiguidade.

no mesmo processo. prevista neste artigo. em cada classe de feitos.mediante sorteio entre os demais membros do órgão fracionário. a prevenção dar-se-á perante o órgão fracionário e na pessoa daquele que despachou em primeiro lugar.no conflito negativo de competência. § 1º . III . II .nos processos acessórios. cautelar e seus incidentes. § 2º .nos agravos regimentais.na hipótese de ter ocorrido julgamento anterior. fará juntar cópia do acórdão que tiver sido proferido. quando o processo principal está pendente de julgamento. o cartório.no conflito negativo de competência. IV . se impossível a distribuição ao revisor. VIII . em virtude de ter ocorrido julgamento anterior em outros autos.ao revisor que tiver lançado o visto no processo. § 7º . do processo principal.A distribuição do processo principal. VI . § 1º .A distribuição a juiz certo. § 6º . que tenham sido processados através de instrumento ou fora dos autos. § 5º . após o que os autos retornarão ao primitivo relator. monocrático ou colegiado. II .na execução em feito de competência originária.Se dois ou mais relatores tiverem funcionado sucessivamente. pelo vogal que tenha participado do julgamento anterior ou. (Redação consolidada pela Resolução nº 563/2008) Art.V . após o seu retorno.no processo de restauração de autos.nos processos acessórios. III . salvo o caso de embargos infringentes e outros dele emanados. VII . em todas as suas fases.Nos casos em que a distribuição não puder ser feita ao primitivo relator. acessório. VII . pelo revisor que houver lançado visto. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 563/2008) . por outro membro do órgão fracionário. acessório ou cautelar.Quando a redistribuição ocorrer em virtude de afastamento do relator prevento por mais de trinta dias. VIII . se tiver havido julgamento anterior.Nos casos de distribuição por dependência. será feita ao órgão fracionário que o proferiu e ao mesmo relator.nos agravos regimentais. não excluirá a igualdade numérica assegurada entre os desembargadores. entre os mesmos juízes e sob o mesmo fundamento. cautelar e seus incidentes. entre os mesmos juízes e sob o mesmo fundamento. sucessivamente.na reiteração de pedidos de ‘habeas corpus’. o feito será distribuído: I . as medidas urgentes serão decididas. atrairá para si e para o órgão fracionário em que atuar ou tiver atuado a distribuição por dependência de quaisquer de seus incidentes. quando houver outro processo da mesma natureza.A distribuição será por dependência: I . mediante sorteio. se impossível a distribuição ao vogal. em razão de seu afastamento. aquele que despachou ou conheceu em primeiro lugar. VI . quando houver outro processo da mesma natureza. V . ainda que seja através de instrumento extraído dos autos principais. será feita ao órgão fracionário que o proferiu e ao mesmo relator.Nas hipóteses em que a distribuição for feita a relator que esteja afastado por até trinta dias. § 4º . § 3º . antes da conclusão ao relator. monocrático ou colegiado. se tiver havido julgamento anterior.A distribuição do processo principal.no caso de haver recurso em andamento. acessório.na reiteração de pedidos de habeas corpus. quando o processo principal está pendente de julgamento. 48 .ao vogal que tenha participado do julgamento anterior.

II . se impossível a distribuição ao vogal.Quando a redistribuição ocorrer em virtude de afastamento do relator prevento por mais de trinta dias. por outro membro do órgão fracionário.§ 2º .impedimento ou suspeição do relator. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 563/2008) § 5º . II . se impossível a distribuição ao revisor.afastamento definitivo do relator.A redistribuição prevista no caput deste artigo ocorrerá nas seguintes hipóteses: I . não excluirá a igualdade numérica assegurada entre os desembargadores.ao revisor que tiver lançado o "visto" no processo. nas hipóteses previstas no inciso I do § 2º do art. pelo revisor que houver lançado visto. em cada classe de feitos.Os processos serão redistribuídos no mesmo órgão julgador.A distribuição a juiz certo. em razão de seu afastamento.§ 1º . (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 563/2008) § 4º .Nas hipóteses em que a distribuição for feita a relator que esteja afastado por até trinta dias. 49 . após o que os autos retornarão ao primitivo relator. prevista no artigo. observado o disposto no § 7º do art.ao vogal que tenha participado do julgamento anterior. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) (Parágrafo renumerado pela Resolução nº 563/2008) § 2º . sucessivamente. mediante sorteio. as medidas urgentes serão decididas. III . § 3º . em todas as suas fases.mediante sorteio. (Nova redação dada pela Resolução nº 563/2008) III .mediante sorteio entre os demais membros do órgão julgador. em virtude de ter ocorrido julgamento anterior em outros autos. do processo principal.A distribuição a juiz certo. acessório ou cautelar. se impossível a distribuição ao vogal.ao revisor.§ 2 .mediante sorteio entre os demais membros do órgão fracionário. prevista no artigo. fará juntar cópia do acórdão que tiver sido proferido. 48. se impossível a distribuição ao revisor.ao vogal que tenha participado do julgamento anterior. o feito será distribuído: (Parágrafo renumerado pela Resolução nº 563/2008) I . . aquele que despachou ou conheceu em primeiro lugar. antes da conclusão ao relator. não excluirá a igualdade numérica assegurada entre os desembargadores.Nos casos em que a distribuição não puder ser feita ao primitivo relator. II . se impossível a distribuição ao vogal. 48: I . (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 563/2008) §6 . III . (Parágrafo renumerado pela Resolução nº 563/2008) Art. § 1º . o cartório. §7 . pelo vogal que tenha participado do julgamento anterior ou. após o seu retorno. atrairá para si e para o órgão fracionário em que atuar ou tiver atuado a distribuição por dependência de quaisquer de seus incidentes. a prevenção dar-se-á perante o órgão fracionário e na pessoa daquele que despachou em primeiro lugar.Nos casos de distribuição por dependência.Se dois ou mais relatores tiverem funcionado sucessivamente.§ 3º .

. ficará ele. os assessores judiciários do desembargador afastado serão remanejados para assessoria de outros desembargadores.Não sendo possível a redistribuição no mesmo órgão julgador.III . se impossível a distribuição ao revisor. III .No retorno do desembargador afastado. consoante alegação do interessado. em cada classe de feitos. § 4º . haverá redistribuição ao revisor que já tenha lançado "visto". 48 deste Regimento. em grau de equivalência idêntico ao dos demais desembargadores. qualquer que seja o motivo. haverá redistribuição ao revisor que já tenha lançado visto. nos processos de mandado de segurança e habeas corpus. para fins de distribuição por dependência ou redistribuição. b) superior a três dias. ou a trinta dias. 48 deste Regimento. no caso de: I . e nos que reclamem solução urgente. consoante alegação do interessado. e no inciso III. (Nova Redação dada pela Resolução nº 616/2009) Art. Art. qualquer que seja o motivo do afastamento.férias compensatórias ou de férias-prêmio.afastamento.Os feriados e os dias de compensação que imediatamente antecedem ou sucedem os períodos de afastamentos previstos nos arts. por período: a) superior a trinta dias. II .Durante os afastamentos previstos no inciso III do parágrafo 1º deste artigo.ao vogal que tenha participado de julgamento anterior. 50 . 49 .Quando se afastar definitivamente o relator.afastamento do relator. estando preventa sua competência.Os processos serão redistribuídos na mesma câmara. deste artigo. em grau de equivalência idêntico ao dos demais desembargadores. 48 e 49 deste Regimento não os integram. ficará ele. após o seu retorno. § 3º . II . e nos que reclamem solução urgente.Quando a redistribuição ocorrer em virtude de afastamento do relator prevento por mais de trinta dias. os assessores judiciários do desembargador afastado serão remanejados para assessoria de outros desembargadores. os processos em andamento serão redistribuídos: I . nos processos de mandado de segurança e habeas corpus. § 5º . estando preventa sua competência. para a distribuição. observado o § 6º do art. em cada classe de feitos. § 1º . conforme dispuser o Presidente do Tribunal. 50 . qualquer que seja o motivo do afastamento. § 2º . para a distribuição. § 2º .impedimento ou suspeição do relator. alínea “a”. observado o § 2º do art. b) superior a três dias. por motivo de saúde: a) superior a trinta dias. por período superior a três dias.Durante os afastamentos previstos no inciso II. § 3º .Nos casos dos incisos II e III. (Nova Redação dada pela Resolução nº 616/2009) Art. o feito será redistribuído por sorteio a outro membro do Tribunal integrante de câmara de mesma competência. nos demais feitos. alínea “a”. a prevenção dar-se-á perante o órgão julgador e na pessoa daquele que despachou em primeiro lugar. se não houver convocação de substituto.ao revisor que tiver lançado o "visto" no processo. conforme dispuser o Presidente do Tribunal.Nos casos dos incisos II e III. nos processos de habeas corpus e mandado de segurança.No retorno do desembargador afastado. (Nova redação dada pela Resolução nº 563/2008) § 1º .

no caso de remoção do desembargador para outra câmara.Recebendo o processo como relator. haverá convocação de substituto.quando for dado substituto ao relator afastado. Art.Nos casos de afastamento do relator. o Presidente. Parágrafo único . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. em igualdade de condições com os demais desembargadores dela integrantes e que componham Câmara Cível. 51 .mediante sorteio.III . os autos serão no mesmo dia encaminhados ao cartório da câmara a que pertencer o relator. o Presidente e os VicePresidentes do Tribunal e o Corregedor-Geral de Justiça. por disposição legal ou regimental. o desembargador nele lançará relatório e passa-lo-á ao revisor. Art. (Parágrafo revogado pela Resolução nº 530/2007) Art. 56 . como relator. Art. 53 . que pedirá designação de dia para julgamento ou o colocará em mesa.Feita a distribuição. por disposição legal ou regimental. por motivo de saúde ou de férias. 55 . 57 . 52 . superior a trinta dias. forem de suas competências. hipóteses em que fica preventa a competência nos feitos que já lhe tenham sido distribuídos. ou quando assumir cargo de direção. caso em que fica preventa a competência. II .O Terceiro Vice-Presidente receberá distribuição de processos. caso em que fica preventa a competência. Parágrafo único . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. a fim de que sejam preparados para conclusão. 53 .Não haverá redistribuição: I . exceto nos feitos que já lhes tenham sido distribuídos até o dia da eleição. sendo impossível aquela providência. e nos feitos que. no mesmo dia da distribuição.Nos casos do inciso I. ou remeter os autos ao cartório da câmara a que pertencer o relator. e nos feitos que. Art. exceto nos feitos que já lhes tenham sido distribuídos até o dia da eleição.Para exame e relatório dos feitos tem o relator os seguintes prazos: . o julgamento será feito na mesma câmara a que pertenciam o relator ou o revisor. Art. se impossível a distribuição ao vogal. 54 . nos termos da lei de organização judiciária. 54 .Não poderão servir.Compete à Gerência de Distribuição e Autuação efetuar conclusão ao relator.Nos feitos de competência originária. TÍTULO II DO RELATOR E DO REVISOR Art.Não poderão servir. como relator. forem de suas competências. conforme o caso. o relator terá as atribuições que a legislação processual confere aos juízes singulares. na Corte Superior. o Primeiro e o Segundo Vice-Presidentes do Tribunal e o Corregedor-Geral de Justiça.

conflitos de competência. 60 .Compete ao relator. o prazo que medeia entre a data de conclusão e a primeira sessão de julgamento que a ela se seguir. II . Art. o revisor. III . 149 e 152 do Código de Processo Penal. Art.instruir as ações criminais de competência originária do Tribunal. se for caso de dupla revisão. . na data da passagem dos autos.para o habeas corpus e outras medidas urgentes. além de outras atribuições previstas na legislação processual: I . se não for o caso de revisão. naquele órgão de julgamento.Será revisor o desembargador que se seguir ao relator na ordem de antiguidade. § 1º . naquele órgão de julgamento.trinta dias para a apelação e os feitos de competência originária do Tribunal. IV .para aguardar julgamento de ação penal cuja decisão possa ter influência na ação cível ou vice-versa.No caso de dupla revisão. podendo fazê-lo ainda: I . o recurso em sentido estrito e a revisão criminal. § 2º . II . se seguir ao relator na ordem de antigüidade.quinze dias para os embargos infringentes. V . podendo delegar competência a juiz de direito para interrogatório. conforme a matéria. na ordem de antigüidade.nos casos dos arts.Em julgamento de feito na Corte Superior. salvo quanto a diligência que possa ser prejudicada pelo sobrestamento. medidas cautelares. CAPÍTULO I DO RELATOR Art.dez dias para o mandado de segurança. 59 . serão. desembargadores de câmara cível ou criminal. suspeições e desaforamentos. podendo: a) indeferir liminarmente a petição inicial. II . realização de provas e execução. os revisores. exceções de competência. 59 . com todas as atribuições que o Código de Processo Penal confere aos juízes singulares.I . ou o primeiro vogal. nos demais casos. o agravo. 58 . na forma e casos autorizados em lei.O relator sobrestará o processo quando o sobrestamento for determinado em lei.cinco dias. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.presidir a instrução nas ações rescisórias.Será revisor o desembargador que. o segundo revisor será o que se seguir ao primeiro.

a juiz local. por prejudicial ao conjunto de peça inquinada. se inviável o cancelamento. XI . XII .processar e julgar pedidos de assistência judiciária. conflito de competência entre juízes. competência para a produção de provas. b) conceder a suspensão liminar do ato impugnado pelo prazo previsto em lei. de ofício ou a requerimento do ofendido. c) suspender ou extinguir o processo. deferindo as provas que devam ser produzidas. quando ultrapassado aquele prazo. de plano.b) determinar.ordenar à autoridade competente a soltura do réu preso. d) declarar saneado o processo. e) delegar.processar a restauração de autos perdidos ou extraviados no Tribunal.decidir. IV . XIII .fiscalizar o pagamento de custas e emolumentos. declarando sua automática caducidade. em caso de impugnação. IX . entre desembargadores e entre desembargadores e órgãos do Tribunal.ordenar remessa de cópias de peças ou documentos ao Ministério Público ou à autoridade policial. determinando. V . VI . III . podendo: a) indeferir liminarmente a inicial. nos termos da lei processual. .determinar o pagamento de imposto ou taxa que tenha sido omitido. o valor da causa.instruir processo de mandado de segurança originário. quando verificar. quando verificar a ilegalidade da prisão ou a cessação de sua causa. em termos próprios. VII .decidir. X . expressão desrespeitosa. VIII . de plano.processar os recursos. propondo ao órgão julgador a glosa do cobrado em excesso.mandar riscar. presidindo a todos os atos de seu processamento. nos autos. para fins de instauração de ação penal ou de inquérito. que esta seja desentranhada do processo e o requerente volte a se manifestar. salvo os que se realizem em sessão. que represente quebra do tratamento devido a magistrado. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IV . membro do Ministério Público ou outra autoridade. a existência de indícios de crime de ação pública. conflito de competência entre juízes de primeiro grau.processar e julgar as habilitações e homologar as desistências.

alínea “c”. mandando. quando a lei o dispensar.Recebendo processo para relatar. XXVI .julgar prejudicado pedido de habeas corpus. XXIV . XVI . sendo relevantes os fundamentos. se for o caso. Parágrafo único . XXVIII . XXI . em agravo. deste Regimento. XXV . até o pronunciamento definitivo da turma ou câmara.negar seguimento a recurso cível manifestamente inadmissível.julgar prejudicado pedido ou recurso que tenha perdido o objeto. XIX . o cumprimento da decisão.Aplica-se às determinações do relator o disposto no art. 14.suspender.homologar desistência de recurso.despachar petição referente a autos originários findos.declarar deserção de recurso. quando exigida a revisão.lançar nos autos relatório que contenha sucinta exposição da matéria controvertida e da que. .pedir dia para o julgamento nos processos em que não haja revisão.negar seguimento a recurso de ofício ou reexame necessário.conceder liminar em habeas corpus ou outra medida urgente. XXIII . XVII . XX . 81-A deste Regimento. nos casos dos quais possa resultar lesão grave e de difícil reparação. o desembargador nele lançará o relatório e: I . quando a decisão recorrida estiver em manifesto confronto com a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal ou do Superior Tribunal de Justiça.dar provimento a recurso cível.converter em agravo retido o agravo cível. XXVII . ressalvada a hipótese prevista no art. o processo para o revisor. possa vir a ser objeto do julgamento. 659 do Código de Processo Penal. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 609/2009) Art. de ofício. em função do valor da causa ou dos embargos providos. quando não se tratar de caso de provisão jurisdicional de urgência nem de perigo de lesão grave e de difícil ou incerta reparação. inciso IX. nos termos do disposto no art. XVIII . a seguir e quando for o caso.passá-lo-á ao revisor.XIV .determinar a remessa de autos ou de recursos para o tribunal competente. XV . XXII . 61 .homologar desistência de ação. improcedente ou contrário à jurisprudência do Tribunal.

57 deste Regimento. II . respectivamente nas hipóteses previstas nos incisos I.ordenar a volta dos autos ao relator para: a) sugerir-lhe diligências que. 63 . aditando ou sugerindo a retificação do relatório. oito dias. Art. b) se necessário. devendo devolvê-lo no prazo de dez dias.Não se considerando habilitado a proferir imediatamente seu voto. II. na primeira sessão que se seguir à conclusão. adotando. contados da data em que o recebeu. serão por ele determinadas.II .Compete ao revisor: I . b) de recurso contra indeferimento.lançar "visto" nos autos. recurso de habeas corpus ou desaforamento. para organização da pauta ou para serem nela incluídos. cinco dias e três dias. § 1º . ao Desembargador é facultado pedir vista do processo. nos casos de: a) de habeas corpus.Sendo caso de dupla revisão. o segundo revisor terá os mesmos prazos que o primeiro. salvo quando estiverem com competência prorrogada.colocará os autos em mesa para julgamento. Parágrafo único . devolvendo-os ao cartório da câmara para passagem ao segundo revisor. o julgamento prosseguirá na primeira sessão . Art. III e V do art. CAPÍTULO II DO REVISOR Art. ou com pedido de designação de dia para julgamento. de plano. agravo de instrumento ou agravo regimental. 64 . III . 65 .pedirá designação de dia para o julgamento.Para exame e revisão dos feitos tem o revisor os prazos de quinze dias.Os desembargadores ocupantes de cargo de direção não poderão servir como revisor. pedir-lhe pronunciamento sobre incidente ainda não resolvido ou surgido após o relatório. c) embargos de declaração.Os autos com designação de dia para julgamento e os colocados em mesa serão remetidos ao cartório onde tramita o feito. TÍTULO III DA PAUTA DE JULGAMENTO Art. se aceitas. 62 . d) conflito de competência. não sendo caso de revisão obrigatória. de embargos infringentes. se for o caso.

para recomposição do quorum integral. por qualquer motivo. da contestação. TÍTULO IV DO JULGAMENTO Art. na entrada do prédio da Secretaria do Tribunal. o substituto a que se referem os artigos 10-C ou 10-D. 68 .julgamento dos processos incluídos em pauta.ordinária subseqüente à devolução. obedecida a ordem numérica crescente. no dia do julgamento. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 2º .A pauta de julgamento. se publicada no "Diário do Judiciário". a partir do dia de sua publicação. será afixada em quadro próprio.dispensa da leitura da ata. Parágrafo único . III . 66 . § 1º .A pauta de julgamento será organizada pela classe de feitos. com publicação em pauta. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Parágrafo único . excluído o dia de publicação.conferência e assinatura de acórdãos. V . havendo quorum.A pauta de julgamento deverá ser publicada até quarenta e oito horas antes da data de julgamento.No caso do §1º deste artigo.verificação do número de desembargadores presentes e abertura de sessão. as partes poderão fornecer cópias de suas razões para distribuição aos vogais. do parecer da Procuradoria-Geral de Justiça. 70 . de desembargador integrante da Corte Superior.Na pauta serão também incluídos os processos com julgamento adiado e os retirados na sessão anterior. do acórdão embargado e de outras peças indicadas pelo relator. exceto aqueles que. junto à porta da sala de sessão. 67 . por disposição legal.Publicada a pauta.Em qualquer processo. não será nela incluído qualquer outro processo.Os julgamentos serão públicos e feitos em sessão ordinária ou extraordinária. não devolvidos os autos no prazo. Parágrafo único . observada a seguinte ordem de trabalho: I .apresentação de indicações e propostas. Art. Art. o Presidente do órgão julgador requisitará o processo e reabrirá o julgamento na sessão ordinária subseqüente. será convocado. nem solicitada expressamente sua prorrogação pelo Desembargador. 69 . possam ser colocados em mesa.Em caso de impedimento.Aos desembargadores vogais que não tiverem vista dos autos serão remetidas. II . conforme seja o impedimento de . dispensada nova publicação em pauta. cópias da inicial. obrigatoriamente. IV . Art. Art. da sentença. e.

do 8º ou do 9º Grupos de Câmaras Cíveis será substituído por desembargador integrante.integrantes de cargo provido por antiguidade ou eleição. 9º. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 5º . da 3ª ou da 1ª Câmaras Criminais Isoladas. do 2º.A convocação de desembargador de Grupo de Câmaras para substituir em outro Grupo. da 2ª. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 4º . mediante prévia consulta ao desembargador a ser convocado. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) II . (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. será feita. da 2ª ou da 3ª Câmaras Criminais Isoladas será substituído por desembargador integrante.Poderá haver inversão de pauta. respectivamente. sempre. do 2º ou do 1º Grupos de Câmaras Criminais. do 7º. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) III . a fim de completar ‘quorum’ de julgamento. conforme as seguintes normas: (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) I . como vogal. respectivamente. será feita. do 3º. mediante rodízio. do 3º ou do 4º Grupos de Câmaras Cíveis será substituído por desembargador integrante. do 2º.O rodízio previsto nos §§ 2º e 3º deste artigo será observado levandose em conta a ordem de antiguidade dos desembargadores no respectivo Grupo de Câmaras ou na respectiva Câmara Isolada. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 3º .o desembargador integrante do 1º.o desembargador integrante de Câmara Cível Isolada será substituído por desembargador da outra Câmara que compõe o respectivo Grupo de Câmaras Cíveis. do 9º ou do 5º Grupos de Câmaras Cíveis. em razão das seguintes preferências: .o desembargador integrante do 1º ou do 2º Grupos de Câmaras Criminais será substituído por desembargador integrante.o desembargador integrante da 4ª ou da 5ª Câmaras Criminais Isoladas será substituído por desembargador integrante. 71 . respectivamente. atuando ele. respectivamente. do 6º. do 4º ou do 1º Grupos de Câmaras Cíveis. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 2º .o desembargador integrante do 5º. do 7º. a fim de completar ‘quorum’ de julgamento. conforme previsto no art.As convocações de substitutos previstas nos §§ 1º a 3º deste artigo serão feitas pelo Presidente do órgão em que deva ocorrer. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) III . respectivamente. inciso IV.o desembargador integrante da 1ª. do 8º.A convocação de desembargador de Câmara Isolada para substituir em outra Câmara. da 5ª ou da 4ª Câmaras Criminais Isoladas. mediante rodízio. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) II . do 6º. conforme as seguintes normas: (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) I . deste Regimento.

por meio eletrônico. na hipótese contrária. ainda que apresentem peculiaridades.A preferência referida no inciso II deste artigo. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 609/2009) Parágrafo único . seja para assistir. entendendo existir motivo relevante. ou o vogal.A preferência será concedida: I – no caso de sustentação oral: a) para a mesma sessão. retornando o processo a seu lugar na pauta. se estiverem presentes os advogados de todas as partes e.Anunciado o julgamento. Art. b) para a sessão imediata.inscrição para sustentação oral ou para assistir ao julgamento. somente será concedida para a mesma sessão se houver inscrição dos advogados de todas as partes. sendo concedida para a sessão seguinte. II .O relator. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 609/2009) .A preferência descrita no inciso II deste artigo será concedida para a mesma sessão. § 4º . § 3º . poderá pedir preferência para julgamento. facultada a antecipação.A inscrição para sustentação oral ou assistência será feita pessoalmente até o anúncio do julgamento. II – no caso de assistência. caso não estejam de acordo com o relator. o representante do Ministério Público.I . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 1º . III – julgamento em bloco. se satisfeita a condição prevista na alínea ‘a’ do inciso anterior. os resumos dos respectivos votos.convocação de desembargador para compor quorum de julgamento ou que dele deva participar em face de vinculação. deverá ser respeitado o disposto no art. desde que haja inscrição de advogado de qualquer das partes. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 609/2009) § 1º . caso em que. estando ausente o advogado que fez a inscrição. em caso de sustentação oral. (Nova redação dada pela Resolução nº 609/2009) § 1º . até quatro horas antes do início da sessão. § 2º . o revisor. se for o caso. desde que previsto com destaque na pauta. se não for atendida a condição prevista na alínea anterior. não havendo nenhuma inscrição será seguida a ordem do feito na pauta. pelos demais julgadores. 71-A . realizada até o anúncio do julgamento. dos processos conexos ou que versarem a mesma questão jurídica. mantendo-se presente no momento do anúncio do julgamento.Em qualquer caso. ser-lhe-á lida. pelo relator.O advogado poderá requerer que conste do julgamento sua presença para assistir a ele. será o pedido tido como inexistente. seja para sustentação oral. 71 deste Regimento. que não poderá ser para outra sessão. a ementa de seu voto e.

o Procurador-Geral de Justiça falará. § 3º . se autorizado pelo presidente. ou pedir adiamento do julgamento e vista dos autos.Nos feitos criminais. e dividido igualmente entre os do mesmo grupo. deste não se conhecendo se incompatível com a decisão daquelas. devendo o cartório onde tramita o feito remeter àqueles que ainda não votaram cópias dos votos proferidos.Art.Encerrada a sustentação oral. não representado pelo mesmo advogado. sendo facultado aos desembargadores que participarem do julgamento pedir esclarecimentos ao orador. falará cada um na ordem de interposição do recurso e. § 5º .Havendo litisconsorte ou assistente. § 3º . falará ele depois do autor e do réu. ainda que ausente o desembargador que o tenha proferido.Na sessão em que prosseguir o julgamento adiado. § 2º . havendo opoente. 72 . o presidente tomará os votos do relator. para argüir erro de fato em que incorra o votante. § 2º . Art.As questões preliminares serão julgadas antes do mérito.Concluída a sustentação oral. exceto.Quando houver mais de um recorrente. do revisor e dos vogais. se diversamente não convencionarem. ou usar expressões desrespeitosas à dignidade dos órgãos judiciários ou de qualquer autoridade constituída. fato que não impedirá o prosseguimento. será advertida pelo presidente e.O prazo para sustentação oral será de quinze minutos para cada uma das partes. conforme o caso. o que não impede que votem aqueles que se sentirem habilitados.A parte que interferir indevidamente no julgamento. § 4º .Sendo a parte representada por mais de um advogado.Nos feitos cíveis em que a intervenção do Ministério Público seja necessária. é defeso às partes e ao procurador de justiça intervir no julgamento. . Art. § 1º . se persistir. § 1º .Na sustentação oral é defeso o aparte. Art. Parágrafo único . 74 . na ordem decrescente de antigüidade.O desembargador que não houver assistido ao relatório poderá abster-se de votar. 75 . o prazo será contado em dobro. ressalvados os prazos maiores fixados por lei. o voto proferido anteriormente será computado e registrado na papeleta e na ata. o advogado do réu falará após o do autor ou o procurador de justiça. 73 . § 6º . poderão eles dividir o tempo entre si. terá cassada a palavra. após a leitura do relatório ou a sustentação oral dos advogados das partes.O desembargador que pedir adiamento do julgamento restituirá os autos para julgamento na sessão seguinte.

havendo empate. o Presidente votará. submeterá toda matéria a nova apreciação. na uniformização de jurisprudência.Em julgamento criminal. nos incidentes de inconstitucionalidade. o presidente. de os de ou § 2º . 77 . havendo empate. prevalecerá a decisão mais favorável ao acusado. 80 .Na Corte Superior.Nos Grupos de Câmaras. havendo empate. § 3º . ocupantes de cargo de direção. . de embargos infringentes e de agravo regimental. se não tiver participado da votação. deste Regimento. votarão nas ações diretas de inconstitucionalidade. se formarem duas opiniões. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 5º . prevalecerá. prevalecerá a decisão embargada.Em julgamento criminal. com o pronunciamento de todos os juízes. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art.Quando. prevalecerá a média dos votos ou o voto médio. 79 . rescindenda agravada. seguir-se-ão a discussão e julgamento da matéria principal. Art. respectivamente. na votação de questão global indecomponível. a decisão embargada e a decisão agravada. o Presidente votará nos termos do que dispõe o art. para se evitar dispersão de votos. § 4º .Rejeitada a preliminar. havendo empate. se integrar a turma julgamento e nas hipóteses em que a Câmara decide com a participação de todos seus membros. proferirá voto de desempate.Em julgamento de mandado de segurança. havendo empate.Sempre que o objeto da decisão puder ser decomposto em questões ou parcelas distintas.Art. cindindo o julgamento em partes. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 1º . nos Grupos de Câmaras Cíveis ou na Corte Superior. cada uma será votada separadamente. § 1º . as deliberações serão tomadas por maioria de votos.Em julgamento de embargos infringentes. sem que nenhuma alcance a maioria exigida. Art.Salvo disposição em contrário. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 3º .Os desembargadores membros da Corte Superior.Nas Câmaras Isoladas. prevalecendo a decisão mais favorável ao réu se o presidente tiver participado da votação. a decisão rescindenda. de ação rescisória. o presidente somente proferirá voto de desempate. o ato da autoridade impetrada. 78 . (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 6º . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 2º . ou soma de votos sobre teses diferentes. de ação rescisória e agravo regimental.Em julgamento de mandado de segurança. ou de questões ou parcelas distintas.Se os votos de todos os julgadores forem divergentes quanto à conclusão. 76 . ou se com ela for compatível a apreciação do mérito. nas dúvidas de competência e em matéria legislativa e administrativa. 11. o presidente. Art. inciso III. o Presidente votará sempre.

declaração de que a decisão foi unânime ou não.A notificação de ordens ou decisões será feita por servidor credenciado do Cartório. objeto do julgamento. e conterá: I . se for o caso. III . do relator e dos demais julgadores e a ele serão juntados os votos. revistos e autenticados pelos julgadores. 82 .O acórdão será lavrado pelo relator. em caso de impossibilidade de se colher a do relator.Concluído o julgamento. VII .a assinatura do relator ou do presidente. inclusive eletrônico.o dispositivo. salvo se vencido in totum.Nos casos de ausência ou impedimento do relator ou dos desembargadores vencedores. em numeração crescente. o número do feito e os nomes das partes. Parágrafo único . bastará a assinatura do relator.O acórdão será lavrado pelo relator. com a manifestação dos revisores e dos vogais de que estão de acordo com o voto proferido.A súmula do julgamento será publicada no "Diário do Judiciário".indicação do órgão que fez o julgamento. § 1º . Art. 83 . VI . os nomes dos vencidos. mencionando. bem como receber ou rejeitar embargos. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 609/2009) TÍTULO V DO ACÓRDÃO Art.Art. adotando-se os cuidados necessários à autenticação da mensagem e do seu recebimento. a súmula do julgamento e os nomes dos julgadores. o presidente proclamará a decisão. IV . 81 . II . na ordem de antigüidade.a classe. caberá ao primeiro vencido. lavrar o acórdão.a data em que a sessão foi realizada. que terá início com palavra ou expressão designativa do tema principal. contendo os dados identificadores do processo. caso em que deverá o vencedor fazê-lo. . § 1º . bem como a súmula do que ficou decidido. § 2º .Quando o julgamento for unânime e houver voto escrito apenas do relator. Art. declarando os votos dos ausentes.a ementa. 81-A . que será consignada em papeleta por ele assinada. especificando ainda os votos vencidos ou proferidos com restrições.O acórdão conterá a identificação do presidente. por classe. por qualquer meio eficaz. V .

poderá. Art. IV .data do crime. depois de publicado pelo cartório onde tramita o feito.Havendo mais de uma parte vencida. será registrado em livro próprio. o cartório onde tramita o feito dará ciência do mesmo ao Departamento de Identificação da Secretaria de Estado de Defesa Social da comunicação: I . número do nascimento e número do prontuário. numeradas e rubricadas pelo gerente do cartório. manifestado por escrito em expediente dirigido ao gerente do cartório onde tramita o feito. naturalidade. de ofício ou a requerimento de qualquer das partes. Art.Qualquer inexatidão material existente no acórdão. que poderá ser de folhas soltas. com filiação. 85 .número do processo de recurso e comarca de origem. ao final de cada semestre. semestralmente. data de nascimento.data da denúncia e enumeração dos artigos da lei penal em que foi o réu denunciado.§ 2º . se dos autos constar.data da sentença e o resultado do julgamento. devida a lapso manifesto. Art. poderá qualquer das partes requerer ao presidente que se aplique o disposto no § 1º do artigo anterior. 88 .A comunicação será individual e sua expedição registrada em livro próprio.No prazo de setenta e duas horas da assinatura do acórdão. Art. no caso de ausência de todos os desembargadores que participaram do julgamento. erro de escrita ou cálculo. § 1º . podendo adotar-se a sistemática de livro de folhas soltas. o cartório onde tramita o feito fará publicar a súmula da decisão. para o acórdão. V . encadernados seus volumes. § 2º . VI .A parte vencida poderá retirar os autos do cartório pelo prazo que a lei consignar.data do acórdão e o resultado do julgamento. os autos não poderão ser retirados do cartório. § 2º .O livro mencionado no parágrafo anterior será encadernado a cada duzentas folhas. salvo se houver acordo entre elas.O presidente designará relator ad hoc. Art. II . 84 . ser corrigida pelo relator do acórdão.Não sendo apresentado o acórdão para conferência e assinatura até a terceira sessão seguinte à do julgamento. dela constando os nomes dos advogados das partes. § 1º .O acórdão. . 86 . III . 87 . e apresentado ao presidente da câmara para ser visado. nome da vítima e sua filiação. se houver no processo.Após o trânsito em julgado do acórdão proferido em julgamento criminal.o nome do réu e sua identificação completa.

artigos doutrinários.revista ‘Jurisprudência Mineira’. Parágrafo único .mídia eletrônica. V . desde que autorizadas pelo Presidente da Comissão de Divulgação da Jurisprudência ou por ."Diário do Judiciário". quando recomendados pela Administração. componente da referida Comissão.Ementário de Jurisprudência. quando houver.publicações técnicas da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes.No Ementário de Jurisprudência serão publicadas ementas de acórdãos ordenadas por matéria.Cada edição da Revista ‘Jurisprudência Mineira’ poderá conter nota biográfica e nota histórica encaminhadas pela Superintendência da Memória do Judiciário Mineiro.A revista ‘Jurisprudência Mineira’ terá periodicidade pelo menos trimestral e veiculará: I . IV . após apreciação e indicação pela Comissão de Divulgação da Jurisprudência. desde que autorizados pelo Presidente da Comissão de Divulgação da Jurisprudência. 92 .súmulas editadas pelo Tribunal. IV . (Artigo revogado pela Resolução nº 530/2007) Art. 89 . comentários e discursos.Serão publicadas no "Diário do Judiciário" as ementas de todos os acórdãos do Tribunal e as decisões dos relatores. III . de todos os desembargadores. (Artigo revogado pela Resolução nº 530/2007) Art. II . 90 . V . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II .acórdãos. II .repositórios autorizados.repositórios autorizados.A jurisprudência do Tribunal será divulgada pelas seguintes publicações: I .notas. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) III . (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. III . bem como matéria relativa ao Memorial da EJEF.revista "Jurisprudência Mineira".acórdãos do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça.TÍTULO VI DA DIVULGAÇÃO DA JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL Art. ou por desembargador por ele designado. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IV . VI .atos normativos. 91 . sempre em número igual. evitando-se repetições.

95 . isso será objeto de contrato específico. habilitadas na forma deste Regimento. III . publicadas em volumes seriados.compromisso de que os acórdãos selecionados para publicação corresponderão.A revista poderá editar números especiais. gratuitamente. com os seguintes elementos: I .os acórdãos selecionados pela Comissão de Divulgação e Jurisprudência. 94 . IV .as súmulas editadas.São repositórios autorizados as publicações de entidades oficiais ou particulares. para memória de eventos relevantes do Tribunal. componente da referida Comissão. o representante ou editor responsável pela publicação solicitará inscrição. III . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.As decisões sobre matéria constitucional e as que ensejarem a edição de súmulas serão. . 94 .os atos normativos expedidos pelo Tribunal. gratuitamente. com os seguintes elementos: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. sede e endereço da pessoa jurídica que edita a revista. II . ao material enviado em meio magnético pelo Tribunal. que disciplinará.desembargador por ele designado. na íntegra.Na revista "Jurisprudência Mineira" serão publicados em seu inteiro teor: I . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) IV . por conveniência do Tribunal. na íntegra. por escrito. outras obrigações a serem cumpridas pela empresa beneficiária. fiel à versão impressa.denominação.um exemplar dos três números antecedentes ao mês do pedido de inscrição.Caso o deferimento da habilitação envolva cessão.Para a habilitação prevista no artigo anterior.nome de seu diretor ou responsável. 92 .compromisso de que os acórdãos selecionados para publicação corresponderão. § 1º . além da contrapartida prevista no ‘caput’. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. ao diretor da revista. Art. distintos da publicação normal da revista.A habilitação poderá ser cancelada a qualquer tempo. pelo Tribunal. o representante ou editor responsável pela publicação solicitará inscrição. Art. Art. gerenciado pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes.Para a habilitação prevista no artigo anterior. ao Presidente da Comissão de Divulgação da Jurisprudência. por escrito. § 2º .O deferimento da habilitação implicará a obrigação de fornecer. autorizada a supressão do nome das partes e seus advogados. da base dos dados de seus acórdãos em meio magnético. pelo Tribunal. Parágrafo único . dois exemplares de cada publicação subseqüente à Biblioteca do Tribunal. II . dispensáveis no caso de a Biblioteca do Tribunal já os possuir. 96 . 93 . também. às cópias fornecidas.

licenças ou afastamento.membros do Conselho da Magistratura. III . VII .a concessão. LIVRO IV DOS PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS Art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) I . promoção e remoção de magistrado.A direção da revista manterá em dia o registro das habilitações e cancelamentos. III . de férias.doze integrantes da Corte Superior. 99 .Haverá eleições para: I . VIII . V .os processos e os recursos administrativos.a elaboração de resolução e provimento. (Inciso acrescentado pela Resolução nº 530/2007) .a elaboração de projeto de lei. VI . 98 .a aprovação de tabela de comarcas substitutas. 95 deste Regimento. IV . articulando-se com a Coordenação de Documentação e Biblioteca para efeito de acompanhar o atendimento da obrigação prevista no art. a magistrado.As publicações habilitadas poderão mencionar seu registro como repositórios autorizados de divulgação dos julgados do Tribunal. IX . 94 deste Regimento. a aposentadoria e a disponibilidade compulsórias de magistrado. 98 .as eleições. 97 . II . 100 .a homologação de concursos. Corregedor-Geral de Justiça e Vice-Corregedor.membros do Tribunal Regional Eleitoral.Art. articulando-se com a Coordenação da Biblioteca Desembargador Amílcar de Castro para efeito de acompanhar o atendimento da obrigação prevista no art.Presidente e Vice-Presidentes do Tribunal. IV .a remoção.as indicações para nomeação. Primeiro e Segundo Vice-Presidentes do Tribunal. Corregedor-Geral de Justiça e Vice-Corregedor. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.Presidente.A Secretaria da Comissão de Divulgação da Jurisprudência manterá em dia o registro das habilitações e cancelamentos. II . TÍTULO I DAS ELEIÇÕES Art.São procedimentos administrativos: I . Art.

Não alcançada. o desembargador que obtiver número de votos superior à metade dos membros do Tribunal Pleno.Se.No caso do inciso I do ‘caput’ deste artigo. declararem que não são candidatos. § 7º . no segundo escrutínio. a maioria prevista no § 4º deste artigo. fixarem-se as votações. os impedidos e os que. proclamar-se-á eleito. em caso de empate. no escrutínio em que concorrerem apenas dois desembargadores. na série de escrutínios prevista no § 6º deste artigo. II – para o cargo de Vice-Corregedor será feita entre os demais integrantes da Corte Superior que ainda não tenham exercido esse cargo ou qualquer dos cargos de direção do Tribunal. dentre os dois.§ 1º .A metade referida no parágrafo anterior será apurada depois de excluídos os desembargadores inelegíveis. o mais antigo no Tribunal. de Segundo e de Terceiro Vice-Presidentes do Tribunal e de Corregedor-Geral de Justiça será feita entre os cinco desembargadores mais antigos do Tribunal que ainda não tenham exercido o cargo para o qual se candidatam. a eleição: I – para os cargos de Presidente.Em segundo escrutínio concorrerão somente os desembargadores que obtiverem as duas maiores votações no primeiro. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 7º . (Nova redação dada pela Resolução nº 608/2009) § 2º . será apurada depois de excluídos os inelegíveis. § 2º . o mais antigo no Tribunal. antecipadamente. dentre eles.No caso do inciso I deste artigo. § 8º . nos quais concorrerão somente os desembargadores que obtiverem as duas maiores votações no escrutínio anterior. . de Primeiro. de modo que não se possa passar a novo escrutínio com número menor de desembargadores. § 4º .As eleições serão realizadas em sessão pública e escrutínio secreto. no escrutínio em que concorrerem apenas dois desembargadores. § 5º . proclamar-se-á eleito. até que se fixe em dois o número de desembargadores a serem votados.A relação dos desembargadores elegíveis. § 6º . a eleição será feita entre os membros integrantes da metade mais antiga da Corte Superior que ainda não tenham exercido o cargo. (Nova redação dada pela Resolução nº 608/2009) § 3º . o mais antigo no Tribunal. proclamar-se-á eleito o que obtiver a maioria simples ou. sendo considerado eleito o desembargador que obtiver a maioria de votos da totalidade dos membros do Tribunal Pleno. a maioria prevista no §4º deste artigo.Não alcançada. em primeiro escrutínio. antecipadamente. § 3º . número de votos superior à metade dos membros do Tribunal Pleno. mediante cédula contendo os nomes de todos os desembargadores elegíveis. seguir-se-ão novos escrutínios. declararem que não são candidatos. prevista no inciso I do § 2º deste artigo.Estará eleito. os impedidos e os que.Se nenhum desembargador obtiver.

a eleição poderá ser realizada mediante urna eletrônica cedida pelo Tribunal Regional Eleitoral. seguindo-se a eleição do Primeiro Vice-Presidente. 101 .Havendo renúncia a cargo de direção ou assunção não eventual de outro cargo de direção. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. conforme o disposto no art. 5º deste Regimento Interno far-se-á conforme as seguintes normas: I – não poderá concorrer ao cargo vago o ocupante de um dos demais cargos de direção. 102 . por quatro anos consecutivos ou não.No caso dos incisos I e IV deste artigo. (Nova redação dada pela Resolução nº 608/2009) Art. conforme o caso. será eleito em primeiro lugar o Presidente do Tribunal. o Tribunal Regional Eleitoral.O Presidente. § 1º . para todos os efeitos.São cargos de direção os de Presidente. como membro efetivo. como completados os mandatos para os quais foi eleito o desembargador. do Terceiro Vice-Presidente. no curso do mandato. § 4º . a eleição de que trata o § 3º do art.É inelegível ainda o desembargador que tenha exercido o cargo de Presidente do Tribunal.É inelegível o desembargador que tiver autos em seu poder além dos prazos legais. § 2º . § 3º . 100 deste Regimento. § 1º . por iniciativa do Presidente. Art. o Corregedor-Geral de Justiça e o Vice-Corregedor serão eleitos na mesma sessão do Tribunal Pleno. 101 .Nas eleições para mandatos coincidentes. do Corregedor-Geral de Justiça e do Vice-Corregedor. será eleito em primeiro lugar o Presidente do Tribunal. 5º deste Regimento Interno.Ocorrendo vacância de um dos cargos de direção durante o transcurso do mandato. de Primeiro VicePresidente e de Segundo Vice-Presidente do Tribunal e o de Corregedor-Geral de Justiça. os Vice-Presidentes.Nas eleições para mandatos coincidentes. § 2º .É inelegível também o desembargador que tenha exercido.§ 9º . seguindo-se a eleição do Primeiro Vice-Presidente.São cargos de direção os de Presidente e de Vice-Presidente do Tribunal e o de Corregedor-Geral de Justiça. do Segundo Vice-Presidente.Não pode ser votado para Corregedor-Geral de Justiça ou para ViceCorregedor o desembargador que integrou ou integrar. 102-A . conforme o caso. cargo de direção. 102 . II – a relação dos desembargadores elegíveis será apurada conforme o disposto nos §§2º e 3º do art. 102 . do Corregedor-Geral de Justiça e do Vice-Corregedor. considerar-se-ão.Não pode ser votado para membro efetivo do Tribunal Regional Eleitoral o desembargador que ocupou ou ocupa o cargo de Corregedor-Geral de Justiça. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. ouvida a Corte Superior. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 608/2009) Art. do Segundo Vice-Presidente. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. .

Os membros do Conselho da Magistratura serão eleitos entre desembargadores não integrantes da Corte Superior. edital com o prazo de quinze dias.o desembargador ou o juiz de direito que.o juiz de direito auxiliar. a promoção e a remoção de magistrados serão feitas na forma estabelecida na Constituição da República. § 2º . sendo esses considerados para a vaga decorrente daquela remoção. não estiver com os serviços em dia. II . admitida a reeleição por mais um período.o ocupante de cargo de direção no Tribunal de Justiça.O juiz de direito instruirá o requerimento de inscrição conforme o disposto na Resolução nº 495/2006. 105 . 104 . na Constituição do Estado de MinasGerais e na Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado. será ele examinado antes dos demais. da extinção do mandato. § 3º .A falta de inscrição será tida como renúncia ao direito à promoção. 102 deste Regimento. 105 . o Presidente do Tribunal de Justiça fará publicar. o juiz auxiliar da Corregedoria e o juiz de direito substituto. para um mandato de dois anos. 3º e 4º do art. caso deferida. não podem ser votados para as funções enumeradas neste artigo: I . Art.Havendo pedido de remoção de uma para outra vara da mesma comarca ou de uma comarca para outra da mesma circunscrição judiciária.Ocorrendo vaga que deva ser provida por remoção ou promoção. dentro do qual deverá inscrever-se o candidato. segundo informações da Corregedoria-Geral de Justiça. quando esta for pelo critério de antigüidade. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) . na Lei de Organização e Divisão Judiciárias do Estado e na Resolução nº 495/2006. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II . PROMOÇÃO E REMOÇÃO DE MAGISTRADOS Art.A nomeação. publicada no “Diário do Judiciário” de 18 de janeiro de 2006.III – ao desembargador eleito para período remanescente de mandato inferior a um ano não se aplicam as normas contidas nos §§ 2º.o juiz de direito auxiliar. TÍTULO II DAS INDICAÇÕES PARA NOMEAÇÃO. na Constituição do Estado de Minas Gerais. § 1º . o juiz-corregedor e o juiz de direito substituto. III . (Artigo acrescentado pela Resolução nº 608/2009) Art.Além da hipótese prevista no § 2º do art. Parágrafo único . no "Diário do Judiciário".A nomeação. 101 deste Regimento. Art. 103 . pelo Presidente daquele Tribunal. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.A eleição de desembargador e de juiz de direito para integrar o Tribunal Regional Eleitoral será realizada na primeira sessão da Corte Superior que se seguir à comunicação. a promoção e a remoção de magistrados serão feitas na forma estabelecida na Constituição da República. 106 .

(Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II . quando se tratar de nomeação para vaga do quinto constitucional do Tribunal de Alçada ou do Tribunal de Justiça Miliar. § 4º . pela ordem do escrutínio e das votações alcançadas.existência de incompatibilidade para o exercício das funções do cargo para cujo provimento se candidatou. será imediatamente remetida ao Corregedor-Geral de Justiça a relação dos candidatos inscritos.No requerimento de inscrição. ficarão essas prejudicadas.ao Governador do Estado. 107 . especialmente a respeito de: I . não será aceito pedido de remoção de uma comarca para outra. V . em caso de empate. quando se tratar de nomeação de juiz desse Tribunal. quando se tratar de nomeação para vaga do quinto constitucional do Tribunal de Justiça ou do Tribunal de Justiça Militar. 108 .A seleção dos candidatos far-se-á nos termos da Resolução nº 495/2006. CAPÍTULO I DA SELEÇÃO DE CANDIDATOS Art. 108 . III .sua conduta na vida pública e particular. ou pela ordem de antigüidade. § 5º . quando se tratar de promoção ou remoção de magistrado.Findo o prazo de inscrição. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.Feita a indicação pela Corte Superior. IV . ou de vaga de juiz oficial da ativa deste último. o juiz de direito declarará que reside na sede da comarca e instruirá o pedido com certidão comprobatória de que não detém em seu poder processo além do prazo legal. VI .promoção por antigüidade em que o candidato foi recusado pela Corte Superior. Art. .ao Presidente do Tribunal. II . inclusive nas substituições e cooperações para as quais tenha sido designado.O pedido de remoção de uma para outra comarca será examinado antes do exame das inscrições para promoção.Quando se tratar de promoção por antigüidade.ao Governador do Estado.antigüidade e exação no exercício das funções do cargo. III . Parágrafo único .residência na sede da comarca.§ 3º . se deferido. a fim de que sejam prestadas informações sobre eles.ao Presidente do Tribunal Regional Eleitoral. e. II . será ela imediatamente encaminhada: I .listas anteriores nas quais o candidato figurou.Quando a indicação se fizer em lista tríplice. dela constarão os nomes dos indicados.

Poderão ser remetidas ao Corregedor-Geral de Justiça ou à Comissão Especial de Promoção. injustificável morosidade ou desinteresse pelo estudo das questões submetidas a seu exame. por deliberação da Corte Superior ou de qualquer dos grupos de câmaras ou das câmaras isoladas. a Comissão fará a respeito deles as observações que aconselhem ou desaconselhem a indicação na lista tríplice. cópias de sentenças ou despachos em que os respectivos prolatores revelarem excepcional merecimento ou. ao contrário. 112 .Na hipótese prevista na parte final deste artigo.Na promoção pelo critério de antiguidade. 111 . assim se procedendo sucessivamente. o disposto no artigo anterior. ainda que por permuta. a indicação far-se-à para a que houver ocorrido em primeiro lugar. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) . o juiz deverá contar mais de um ano de efetivo exercício na comarca. com sua indicação para a que se seguir na ordem de vacância. será apreciado o nome do candidato que se seguir na ordem de antiguidade. (Artigo revogado pela Resolução nº 530/2007) Art. serão feitas as indicações para outras vagas existentes. Art. com a indicação dos candidatos inscritos para cada uma delas.Nos casos de remoção de uma comarca para outra.Ocorrendo razão de alta relevância contrária à indicação de qualquer candidato à promoção ou remoção para determinada comarca. § 2º .freqüência e participação em cursos e seminários de aperfeiçoamento. § 3º . salvo se a Corte Superior entender que há motivo ponderável para a recusa da promoção do candidato a essa vaga.Indicado o mais antigo. observadas a antigüidade dos candidatos e a ordem de vacância das comarcas ou varas. Art. no que couber. havendo recusa do candidato mais antigo pelo voto motivado de dois terços dos membros da Corte Superior. 110 . a deliberação será tomada sem qualquer publicidade. § 2º . a Comissão levará o fato ao conhecimento da Corte Superior.Quando o juiz se inscrever para mais de uma vaga. o Departamento da Magistratura apresentará à Comissão a relação das vagas de cada entrância a serem providas por antigüidade. § 1º . aplicandose.Para efeito do disposto nos parágrafos anteriores.As informações serão prestadas à Comissão Especial de Promoção pelo Corregedor-Geral de Justiça. (Artigo revogado pela Resolução nº 530/2007) Art. Art. somente podendo ser votado o candidato que integrar a primeira quinta parte da lista de antiguidade.Os ofícios que acompanharem as cópias serão subscritos pelos desembargadores que participarem da deliberação.VII . Parágrafo único . § 1º .Havendo remanescentes de listas anteriores. 109 . 113 .

Feito cada um dos relatórios. terá preferência o juiz mais antigo na entrância. § 1º .Anunciada cada votação. Art. depois de.Art.As sessões da Comissão Especial de Promoção serão reservadas.Havendo dois ou mais candidatos à remoção. com observância da ordem de classificação no concurso e respeitada a idade máxima de sessenta e cinco anos incompletos. se for suscitada questão prejudicial. prestar informações a respeito dos candidatos a serem votados. § 2º .Se for prestada informação que recomende exame mais acurado a respeito de candidato.As votações referidas neste capítulo serão feitas nos termos da Resolução nº 495/2006. a Comissão se limitará ao exame de sua conveniência ou inconveniência em relação ao interesse público. 117 .As votações referidas neste capítulo serão feitas em escrutínio secreto. para vagas existentes e em número que permita a realização do Curso de Formação Inicial. CAPÍTULO II DAS VOTAÇÕES EM GERAL Art. o disposto no artigo anterior. serem apresentados e discutidos os relatórios da Comissão. ou incluído em lista para promoção por merecimento. § 2º . § 3º . o Presidente designará. em parte também secreta da sessão. aplicando-se. após a devida apuração. . suspender-se-á a votação até que o Corregedor-Geral de Justiça. podendo. será esta decidida preliminarmente. ainda que por permuta. 114 .As nomeações para o cargo de juiz de direito substituto serão feitas pelo Presidente do Tribunal. preste os esclarecimentos que tiver.Presume-se inconveniente para o interesse público a remoção mediante permuta. o Corregedor-Geral de Justiça poderá.A ata será lavrada em livro reservado. 115 . o que se faculta também a qualquer desembargador. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.Tratando-se de remoção mediante permuta. Art. comparecer a elas qualquer desembargador. quando um dos juízes permutantes estiver às vésperas da aposentadoria ou de promoção por antigüidade. como dispõe o Regulamento da Escola.Em cada sessão da Comissão Especial de Promoção. § 2º . § 1º . com as indicações dos juízes que possam ser votados. 116 . no que couber. 113 . 116 . para servir como secretário. Art.Nos casos de remoção de uma comarca para outra. no entanto. pelo Presidente ou por qualquer desembargador. o juiz deverá contar mais de dois anos de efetivo exercício na comarca. que permanecerá sob a guarda da presidência. que registrará somente a súmula das decisões tomadas. de ofício ou a pedido de qualquer desembargador. a ser ministrado pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes. cabendo-lhe lavrar a ata. § 1º . um de seus membros.

proceder-se-á à votação. por antiguidade ou por merecimento. § 1º . disponibilidade ou remoção compulsórias. disponibilidade ou remoção por interesse público. que contenham os nomes dos juízes que concorrem à indicação.São nulos os votos dados a candidatos a promoção.A votação será feita: I . 118 .Na cédula única para a promoção por merecimento serão colocados. b) pedido de remoção mediante permuta. aposentadoria. quando se tratar de: a) indicação para promoção por antigüidade. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) a) não residam na sede da comarca. demissão. os nomes dos candidatos remanescentes de listas anteriores. c) pedido de promoção ou remoção com indicação de apenas um candidato. em primeiro lugar e com destaque. a decisão será adiada para a próxima sessão.nos demais casos. que: I . . II .consoante informações da Corregedoria-Geral de Justiça ou da Comissão Especial de Promoção: a) não residam na sede da comarca. ou por meio de esferas de cores diferentes. que o sujeite a exoneração. § 2º .Se a questão prejudicial envolver alta indagação.Não sendo suscitada questão prejudicial. por meio de cédulas únicas. Art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) b) tenham sofrido pena de censura há menos de um ano. iguais. b) tenham sofrido pena de censura há menos de um ano. § 3º . de papel. 150 da Lei Complementar nº 59/2001. limitando-se os desembargadores a assinalar nelas o nome do candidato ou candidatos de sua preferência. II . instaurado pela Corte Superior nos termos dos arts. c) estiver submetido a processo.por meio de cédulas iguais. 159 e 170-A da Lei Complementar nº 59/2001.§ 1º . assinalando-se à direita de cada nome e entre parênteses o número de vezes em que foram indicados. de papel.não se inscreveram no prazo legal. salvo autorização da Corte Superior. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) c) estejam submetidos a sindicância ou processo instaurado pela Corte Superior que os sujeitem às penas de censura. aposentadoria. com espaço próprio para a respectiva assinalação. nos termos do parágrafo único do art. com significação convencionada de resposta afirmativa ou negativa. (Parágrafo revogado pela Resolução nº 530/2007) § 2º .A questão prejudicial a que se refere o artigo poderá ser levantada oralmente. ou sendo resolvidas as que forem apresentadas.

salvo se for par o número de votantes e na votação ocorrer empate com a metade de votos para cada um dos candidatos.Apurada a votação. § 4º . alcançaram as três maiores votações.se novo escrutínio tiver de ser feito para a indicação de um nome. sucessivamente. no escrutínio para a indicação de um nome. nenhum candidato obtiver a votação necessária à indicação. alcançaram as duas maiores votações. em caso de promoção por merecimento. mais de dois candidatos puderem ser votados. alcançaram as quatro maiores votações. § 3º . § 2º .§ 4º . será indicado. apenas dois candidatos puderem ser votados. II . ambos serão tidos como recusados se não alcançarem a maioria de votos.Quando. § 5º . ou se as indicações feitas forem insuficientes para a formação da lista tríplice. III . serão imediatamente destruídas as cédulas utilizadas.que tiver freqüência e aproveitamento em cursos de aperfeiçoamento ministrados ou reconhecidos pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes.Quando.mais antigo na carreira. dos desembargadores. IV . no anterior. IV . III .se novo escrutínio tiver de ser feito para a indicação de três nomes. no anterior.que apresentar maior presteza e segurança no exercício da jurisdição. orais e motivados. será tido como recusado o que não obtiver a maioria de votos necessária. no anterior. em escrutínio para a indicação de um nome.A indicação em lista tríplice faz-se pelo voto da maioria dos presentes. . far-se-ão novos escrutínios. 119 . II . se houver recusa do candidato mais antigo. somente poderão ser votados aqueles que.se novo escrutínio tiver de ser feito para a indicação de dois nomes. § 1º . somente poderão ser votados aqueles que. o magistrado: I .Quando se tratar de indicação para promoção por antigüidade. em primeiro escrutínio. no escrutínio para a indicação de três ou de dois nomes. o Presidente colherá os votos. ou para a redução do número de candidatos a dois. a votação far-se-á quantas vezes for necessário para se efetivar a indicação.mais antigo na entrância. Art.Ocorrendo empate. somente poderão ser votados aqueles que. os candidatos que possam ser votados se contarem em número igual ou inferior ao número de indicações a serem feitas. em votação realizada por meio de esferas.se. devendo cada desembargador votar em até três nomes. observando-se as normas seguintes: I .Se.

incisos III e IV. que tenha requerido inscrição. e assim sucessivamente.Na hipótese de recusa de promoção. a votação será para indicar um só nome. CAPÍTULO IV DAS VOTAÇÕES EM ESPECIAL. §§ 1º e 2º.Para a remoção de uma para outra vara da mesma comarca. ACESSO AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) CAPÍTULO IV DAS VOTAÇÕES EM ESPECIAL. § 1º . 118.Se ocorrer recusa. em razão de insuficiência de candidatos ou da recusa dos existentes. 119 deste Regimento. será indicado o que contar maior tempo na vara de que é titular. se. para efeito de remanescência. com observância do disposto no § 1º. 121 . II e III do § 4º deste artigo. . Art. deste Regimento. § 2º .Verificada a recusa de todos os juízes inscritos.Para a promoção por antigüidade. que somente será recusado pelo voto de dois terços dos membros da Corte Superior. do art.§ 5º . passando ao seguinte da lista. não puder ser formada lista tríplice. será submetida ao Tribunal a indicação do juiz mais antigo entre os inscritos. deste Regimento. ocorrido quando da votação com apenas dois candidatos. Art.Nos casos de promoção por antigüidade e de remoção de uma para outra vara da mesma comarca.Em caso de promoção por merecimento. vedada a daquele que houver sido recusado. Parágrafo único . 122 . repetir-se-á a votação com relação ao juiz imediatamente seguinte na antigüidade. ACESSO AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. § 7º . observarse-á o disposto no art. observado o disposto nos incisos I. deverá ser excluído da lista tríplice.No caso de acesso mediante promoção por antiguidade. quorum apurado na forma estabelecida em lei. AO TRIBUNAL DE ALÇADA E AO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR Art. 120 . o nome do juiz promovido. observarse-á o disposto no art. podendo inscrever-se os candidatos anteriormente inscritos. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art 123 . até que se efetive a indicação.No caso de acesso mediante promoção por antigüidade. se nenhum dos candidatos alcançar a maioria dos votos dos presentes.Em caso de empate. será publicado novo edital. INDICAÇÃO UNA Art. seguir-se-ão novos escrutínios. 118. será publicado novo edital para inscrição. serão indicados apenas os inscritos que obtiverem votação necessária à indicação. 123 .Se a Corte Superior recusar todos os candidatos. CAPÍTULO III DAS VOTAÇÕES EM ESPECIAL. § 6º . §2º.

116 a 119 deste Regimento e. no que couber. o disposto nos arts. considera-se efetiva atividade profissional aquela exercida após a inscrição. no que couber. NO TRIBUNAL DE ALÇADA E NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR. NOMEAÇÃO PARA A VAGA DE JURISTA NO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) CAPÍTULO V DAS VOTAÇÕES EM ESPECIAL. o disposto nos arts. PROVIMENTO DE VAGA DE ADVOGADO E MEMBRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA E NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA MILITAR. nos casos de nomeação para o Tribunal de Alçada e o Tribunal de Justiça Militar. no Ministério Público e.Na elaboração da lista tríplice prevista no parágrafo único do art. será indicado para integrar a lista: a) no caso de nomeação do membro do Ministério Público. III . 124 . 116 a 119 deste Regimento e.Se a indicação houver que ser feita pelo critério de merecimento. o mais antigo na classe e. na hipótese do provimento por merecimento. § 2º .havendo empate na votação. especialmente. b) no caso de nomeação do advogado. 126 . na Ordem dos Advogados do Brasil. II .Para a indicação do candidato. 94 da Constituição da República. observar-se-á. o mais idoso.para o advogado. persistindo o empate. no que couber. o disposto nos arts.Na elaboração da lista tríplice prevista no parágrafo único do art. PROVIMENTO DE VAGA DE ADVOGADO E MEMBRO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA. persistindo o empate. (Artigo revogado pela Resolução nº 530/2007) Art. observar-se-á o disposto no art.No caso do provimento pelo critério de merecimento. observar-se-á. 126 . considera-se tempo na carreira a atividade exercida após a nomeação e posse. havendo empate na votação para a escolha do terceiro componente da lista tríplice. o de maior tempo de efetiva atividade profissional e. . alternadamente. o seguinte: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. no caso de provimento por antigüidade. integrará a lista o mais antigo. observar-se-á. § 1º . o mais idoso. CAPÍTULO V DAS VOTAÇÕES EM ESPECIAL. 125 . 116 a 119 deste Regimento. o seguinte: I .para o membro do Ministério Público. apurados entre os integrantes do Tribunal de Alçada da mesma classe de origem.Art.O provimento de cargo de desembargador do quinto constitucional será feito mediante promoção por antigüidade ou merecimento. e a elaboração da listra tríplice. 119 deste Regimento. 94 da Constituição da República. nos casos de nomeação para o Tribunal de Justiça e o Tribunal de Justiça Militar. especialmente. como advogado. NOMEAÇÃO PARA VAGA DE JURISTA NO TRIBUNAL REGIONAL ELEITORAL Art. sucessivamente. o de nomeação mais antiga.

67 e 68 da Lei Complementar nº 59. no que couber. o candidato deverá atender aos requisitos estabelecidos no art.Art. 124 da Lei Complementar nº 59. 131 .Podem ser concedidas ao desembargador.Para a indicação à nomeação de juiz do Tribunal Regional Eleitoral. atendendo-se ainda. à ordem de preferência manifestada pelos juízes. TÍTULO III DA DESIGNAÇÃO DO JUIZ DE DIREITO SUBSTITUTO Art. a requerimento do desembargador. Art. aplicando-se à elaboração da lista sêxtupla. da Constituição da República. mediante ato do Presidente do Tribunal: I . 127 .férias individuais. Art. 132 . § 1º.A designação dos juízes de direito substitutos para substituição ou cooperação nas diversas comarcas do Estado será feita pelo Presidente do Tribunal. nos termos do art. em dinheiro. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. TÍTULO IV DA CONCESSÃO DE FÉRIAS.Para a primeira designação dos juízes de direito substitutos. Parágrafo único . inciso III.férias individuais compensatórias de férias coletivas não gozadas. será evitada a designação do juiz de direito substituto para comarca onde tenha exercido a advocacia ou tenha residido nos últimos quatro anos. 128 . . Art. após o término do curso de formação inicial ministrado pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes. serão indenizadas. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) I . 129 . de 18 de janeiro de 2001. II . da classe de jurista.As férias prêmio não gozadas poderão ser contadas. em dobro. 130 . por necessidade do serviço. III . o disposto no artigo anterior. 120. 54. a participação efetiva e o aproveitamento no curso. de 18 de janeiro de 2001.Sempre que possível. LICENÇA E AFASTAMENTO CAPÍTULO I DA CONCESSÃO DE FÉRIAS NO TRIBUNAL Art. a critério do Presidente do Tribunal. 132 .férias-prêmio. nos termos dos arts.As férias excepcionalmente não gozadas. por ocasião da aposentadoria ou logo após o requerimento de conversão. serão observados a classificação no concurso para ingresso na Magistratura. sempre que possível e observada a conveniência do serviço.compensação por plantão.As férias compensatórias serão concedidas por períodos iguais aos das férias coletivas não gozadas. para efeito de percepção de adicionais por tempo de serviço.

salvo se corresponderem a período de trinta dias. no prazo de quarenta e oito horas. quando for o caso. no caso do inciso anterior e quando.O requerimento de férias individuais deverá ser protocolado pelo menos dez dias antes do início previsto para as mesmas. 137 . convocação do substituto na Corte Superior e no Conselho da Magistratura. Art. Art. o interesse público mostrar ser inconveniente. 135 . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Parágrafo único . como fixado no art. 10 deste Regimento. em dinheiro. vencimentos e vantagens correspondentes a períodos de férias-prêmio não gozadas nem contadas em dobro. sendo indeferido o pedido que não satisfizer esse requisito. ocorrido quando na atividade. perderá o direito de usufruir os dias de férias restantes. em razão do interesse público.férias-prêmio. Parágrafo único . sobreviventes e aos herdeiros necessários do desembargador. II . quando o afastamento importar em desfalque do número de desembargadores.Parágrafo único . assim declarado por sentença judicial. por ocasião da aposentadoria do desembargador ou decorrido um ano do período em que poderiam ser gozadas.O desembargador em férias poderá. 133 . mostrar-se inoportuna a concessão. a seu critério. um mês. importando a desistência em perda dos dias restantes de cada período.As férias individuais que não possam ser gozadas por imperiosa necessidade do serviço poderão ser indenizadas. será feita. Art. no mínimo. durante o gozo de férias individuais. Parágrafo único . Art. 134 .É vedada a concessão de férias-prêmio quando o afastamento importar em número insuficiente de membros para os julgamentos. por união estável.As férias-prêmio serão concedidas em períodos não inferiores a trinta dias. para gozo parcelado em dois períodos de quinze dias.133 . ou quando.É vedada a concessão de: I . ao critério do Presidente do Tribunal. Parágrafo único . 10 deste Regimento. na forma do disposto neste artigo. que comprometa o quorum de julgamento fixado no art. o Departamento da Magistratura nele prestará as informações necessárias e o apresentará a despacho do Presidente. Art.As férias-prêmio serão concedidas em período de.Deferido o pedido e publicado o despacho no “Diário do Judiciário”. tendo em vista a disponibilidade orçamentária e financeira.Serão devidos ao cônjuge ou ao companheiro.O desembargador que. participar de: . as férias que não puderem ser gozadas pelos dirigentes do Tribunal e pelos membros da Justiça Eleitoral.Serão indenizadas. a critério do Presidente do Tribunal. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 136 . em caso de falecimento deste.férias compensatórias.Protocolado o requerimento.134 . reassumir o exercício. importando a desistência em perda dos dias restantes de cada período.

§ 1º . mediante prévia convocação.deliberação administrativa ou que se refira a matéria de economia do Tribunal. III . II . a disciplina ou disciplinas que o integrarão. III . mediante licença. especialização e estudos. Art. ser-lhe-á concedido auxílio-doença no valor de um mês de remuneração. § 2º . CAPÍTULO II DA CONCESSÃO DE LICENÇA Art.O pedido de concessão do afastamento deverá ser protocolado no Tribunal pelo menos trinta dias antes do início do curso. a desembargador e a juiz de direito. a carga horária e o professor de cada uma. nos casos e termos previstos em lei. a matéria ou matérias a serem expostas e debatidas e se o requerente participará como expositor. § 3º . II .O desembargador poderá afastar-se do exercício de suas funções. com o programa.Compete ao Presidente do Tribunal conceder licença. cursos ou seminários de aperfeiçoamento. CAPÍTULO III DA CONCESSÃO DE AFASTAMENTO DO CARGO Art. 138 . § 1º . em que indicará: I . 140 .É da competência da Corte Superior a concessão de licença ao Presidente do Tribunal e. por prazo excedente a um ano. sem prejuízo da remuneração.Permanecendo o magistrado em licença para tratamento de saúde pelo prazo de dez meses ininterruptos.eleição ou indicação realizada pelo Tribunal.I . nos termos e casos previstos em lei. debatedor ou simples assistente.em se tratando de curso. por prazo não excedente a um ano.A fim de obter afastamento para freqüência em congressos.em se tratando congresso ou seminário. 139 . a desembargador e a juiz de direito. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 3º . o magistrado apresentará requerimento dirigido ao Presidente do Tribunal.o lugar e o estabelecimento em que será dado o curso ou realizado o congresso ou seminário. ser-lhe-á concedido auxílio-doença no valor de um mês de subsídio.O magistrado pode ser afastado do cargo. seminário ou congresso e será instruído com: .julgamentos. bem como o tempo de duração e a data de início.Permanecendo o magistrado em licença para tratamento de saúde pelo prazo de um ano.

141 . o Departamento da Magistratura prestará informações.a existência. § 2º . no tocante a disponibilidade financeira. sogro ou irmão. se a participação do requerente implicar despesa para o Tribunal. 143 . Art. § 4º . por seu Superintendente.A Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes. prestará informações sobre o temário do curso.Instruído o pedido. II . tomará os votos dos desembargadores. descendente. com antecedência. não havendo processos com prazos ultrapassados para encerramento. instruído o pedido com a certidão de óbito. bem como de que o afastamento não prejudicará as audiências anteriormente designadas.I . o magistrado comunicará ao seu substituto legal. § 6º . sobre: I .prospectos que tenham sido distribuídos. se possível. considerando-se deferido o afastamento. no prazo de quarenta e oito horas. o afastamento . contendo a programação e o temário. o afastamento. salvo situação especial.Não se concederá o afastamento previsto neste artigo se de sua concessão puder resultar retardamento na prestação jurisdicional a cargo do interessado. conforme o caso. Art. instruído o pedido com a certidão de casamento. o magistrado comunicará ao seu substituto legal.certidão comprovante de que o andamento dos feitos a cargo do magistrado está em dia. em seguida.Protocolado o pedido. 142 .No caso de afastamento por motivo de casamento. § 5º . o afastamento será concedido a pedido do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais.No caso de afastamento por motivo de falecimento do cônjuge. despacho ou sentença. congresso ou seminário.a situação do juiz de outra vara ou comarca que deva exercer a substituição. a juízo da Corte Superior. será o expediente apresentado ao Presidente. § 3º . de ascendente. e o requererá posteriormente ao Presidente do Tribunal. de juiz de direito substituto ou de juiz de direito auxiliar disponível para a substituição do requerente.No caso de prestação de serviço exclusivamente à justiça eleitoral. que o colocará em mesa na primeira sessão da Corte Superior. e o requererá posteriormente ao Presidente do Tribunal. competindo à Corte Superior a sua concessão. se obtiver maioria de votos favoráveis. II . na qual fará relatório verbal da espécie e. .A Secretaria de Finanças informará o pedido. tendo em vista sua importância para a formação do magistrado e sua pertinência com as atribuições do requerente. desde que o afastamento seja superior a dez dias. opinando a respeito da relevância dos temas e de seus expositores. Art.

assegurada ampla defesa.o prestígio do magistrado e a prestação jurisdicional na comarca estiverem comprometidos em razão de outros fatos que envolvam a pessoa do juiz. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. for incompatível com o bom desempenho da função jurisdicional na comarca. instruído o pedido com documento comprobatório de sua indicação para o cargo ou função. o magistrado requererá o afastamento ao Presidente do Tribunal. DA DISPONIBILIDADE. II .O Presidente colocará o processo em mesa para julgamento pela Corte Superior.o procedimento funcional do magistrado. assegurada ampla defesa. Art. 147 . sem caracterizar fato determinador da disponibilidade ou da aposentadoria compulsórias ou de demissão. o magistrado requererá o afastamento ao Presidente do Tribunal. determinando que a todos os seus componentes seja remetida cópia do relatório da Comissão Examinadora. 146 .A Corte Superior poderá determinar a remoção.Será reconhecida a existência de interesse público que determina a remoção quando a permanência do magistrado em sua comarca for inconveniente ao prestígio e ao bom funcionamento do Poder Judiciário. 144-A . (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) TÍTULO V DA HOMOLOGAÇÃO DE CONCURSOS Art.Art. 145 . Será obrigatoriamente reconhecida a existência de interesse público determinador da remoção compulsória quando: I . DA APOSENTADORIA POR INTERESSE PÚBLICO E DA PERDA DO CARGO (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) TÍTULO VI DA REMOÇÃO.No caso de afastamento para ocupar cargo ou função temporários em órgão ou comissão de justiça internacionais. DA APOSENTADORIA E DA DISPONIBILIDADE COMPULSÓRIAS Art. a Comissão Examinadora encaminhará ao Presidente do Tribunal relatório assinado por todos os seus membros. instruído o pedido com documento comprobatório de sua posse na Presidência da entidade. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. inclusive insuficiência de produção em face de seu movimento processual. 148 .Encerrado concurso que deva ser homologado pela Corte Superior. tendo em vista ato peculiar à comarca.A Corte Superior poderá determinar. por motivo de interesse público. . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 149 . 144 . Art. Art. Art. 149.No caso de afastamento para exercer a Presidência da Associação dos Magistrados Mineiros ou da Associação dos Magistrados do Brasil. por motivo de interesse público e pelo voto de dois terços de seus membros. a aposentadoria ou a disponibilidade compulsórias do magistrado. 148 . TÍTULO VI DA REMOÇÃO. a remoção.A decisão sobre a homologação será tomada pela maioria dos votos dos presentes. a aposentadoria ou a disponibilidade do magistrado.

A perda do cargo será aplicada nos casos previstos pela Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) .com o aproveitamento do magistrado em outra comarca. prorrogáveis. Art. ou II .com a decretação da aposentadoria por interesse público no caso de o magistrado recusar-se a assumir a comarca para a qual tenha sido designado. por decisão da Corte Superior. ou de demissão.tenha sido aplicada a remoção ou a disponibilidade por interesse público e. Art. sem reaproveitamento.A remoção por interesse público abrangerá o período de trânsito.Cumprirá ao Corregedor-Geral de Justiça fazer o acompanhamento necessário à reabilitação e propor que o magistrado removido ou posto em disponibilidade por interesse público seja reaproveitado. Parágrafo único . 150 . por igual prazo.A disponibilidade por interesse público aplicar-se-á quando o Juiz não se mostrar apto à produção mínima desejável até a obtenção de outras funções para as quais se mostre em condições ou for aposentado por interesse público. ou II . e finalizárá: I . a juízo da Corte Superior.Art.A aposentadoria por motivo de interesse público será decretada quando: I .Sem prejuízo do reconhecimento em outros casos. a Corte Superior decretará a aposentadoria por interesse público. 152 . for incompatível com o bom desempenho da função jurisdicional. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 150-B . será obrigatoriamente reconhecida a existência de interesse público determinador da disponibilidade compulsória quando: I . prorrogáveis por igual prazo. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. por decisão da Corte Superior.O período de trânsito do magistrado removido compulsoriamente ou posto em disponibilidade compulsória será de três meses. terminado o respectivo prazo. 150-A . que será de três meses. sem caracterizar fato determinador da remoção ou da aposentadoria compulsórias.Findo o prazo ou a prorrogação. ou prorrogação. II .a Corte Superior reconhecer que o magistrado está definitivamente incapacitado para exercer a atividade. 150 .o prestígio do magistrado e a prestação jurisdicional na comarca estiverem comprometidos em razão de outros fatos que envolvam a pessoa do juiz. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art.o procedimento funcional do magistrado. 151 . prorrogáveis por igual prazo. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 149-A .A disponibilidade por interesse público terá a duração máxima de três meses. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. 151 . o magistrado se mantiver sem condições de cumprir com regularidade suas funções.

II . fará publicar.fixação da remuneração dos magistrados. 155 . à Comissão Administrativa ou. 153 .ao Conselho Secional de Minas Gerais da Ordem dos Advogados do Brasil. § 3º . e se o recomendarem a relevância da matéria e o interesse público. dentro do prazo nele fixado.O Presidente do Tribunal. cabendo à Comissão Administrativa a elaboração dos anteprojetos a que se referem os incisos II e III. nos casos dos incisos I e II do artigo 153.Enviado à Presidência do Tribunal o anteprojeto elaborado pela comissão competente. serão encaminhadas à Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. III . ao Tribunal de Justiça Militar e à Associação dos Magistrados Mineiros.aos desembargadores.Os anteprojetos de lei a que se refere o inciso I do artigo anterior serão elaborados pela Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. nos casos dos incisos I e II do artigo anterior. poderá nomear Comissão Especial. quando julgar conveniente.ao Tribunal de Justiça Militar e à Associação dos Magistrados Mineiros AMAGIS. presidida por um desembargador. sugerindo elaboração ou alteração de lei. sugestões de interessados no objeto da alteração. § 2º . na forma estabelecida neste Capítulo. qualquer que seja a matéria. § 1º . . III . 152 .Art. no “Diário do Judiciário”. todos a serem votados pela Corte Superior. se existir. Art.ao Tribunal de Alçada. aviso de que serão recebidas. decidindo pelo não aproveitamento do magistrado.As representações dirigidas ao Tribunal. a Corte Superior. o Presidente. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) II . TÍTULO VII DA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE LEI Art. decretar-lhe-á a aposentadoria por interesse público. II .Esgotado o prazo previsto no artigo anterior. para apresentar anteprojeto a ser elaborado pela Comissão Administrativa. no caso do inciso I do artigo anterior. 154 .criação ou extinção de cargos da Secretaria do Tribunal de Justiça e dos órgãos auxiliares dos juízos e a fixação dos respectivos vencimentos.Compete à Corte Superior a iniciativa do processo legislativo sobre: I .alteração da organização e da divisão judiciárias do Estado.Quando se tratar da elaboração de anteprojeto de lei para alteração da organização e divisão judiciárias. dele será remetida cópia: I . antes da instalação dos trabalhos da Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. Art. a Comissão Especial.

ser dividido por livros. III .Devolvidas as emendas com os pareceres e substitutivos da comissão. na votação em bloco. ou grupo de emendas.A comissão pode aprovar substitutivo a cada emenda ou grupo de emendas. podendo. na votação em bloco. § 2º .Os desembargadores. V .aberta a sessão.o anteprojeto será distribuído a um desembargador que servirá como relator-geral. poderá igualmente pedir destaque de emenda por ele apresentada e que tenha recebido parecer contrário.Oferecidas as emendas. será distribuída a um relator. no prazo de quinze dias contados do recebimento.As emendas serão. decidirá a Corte Superior sobre o arquivamento da matéria ou a elaboração de novo anteprojeto. VII .a sessão extraordinária pode ser desdobrada em quantas reuniões se fizerem necessárias para discussão e votação do anteprojeto. § 1º . oferecer emendas ao anteprojeto. Art. que. dará parecer e a submeterá à discussão e votação. b) de emenda com parecer contrário.cópias dos relatórios a que se refere o inciso anterior serão remetidas aos membros da Corte Superior. nos casos dos incisos I e III do artigo anterior.rejeitado o anteprojeto. Art. o anteprojeto será votado em bloco.Cada emenda. no prazo de dez dias. II . salvo emendas. pela respectiva comissão. pelo menos quarenta e oito horas antes da sessão a que se refere este artigo. serão elas encaminhadas ao parecer da Comissão competente. se tiver apresentado emenda e comparecer à sessão.o desembargador não-integrante da Corte Superior. o Presidente convocará a Corte Superior para a discussão e votação do anteprojeto. quando necessário ou conveniente. Parágrafo único . observadas as seguintes regras: I . § 3º . IV . VI .aprovado o anteprojeto. . em impresso próprio. os órgãos públicos e as entidades referidas neste artigo poderão. que se realizarão em sessão extraordinária. os desembargadores integrantes da Corte Superior poderão apresentar.ao Sindicato dos Servidores da Justiça de 2ª Instância do Estado de Minas Gerais e ao Sindicato de Servidores da Justiça de Minas Gerais. 157 .IV . pedido de destaque: a) de emenda com parecer favorável. na comissão competente. numeradas e agrupadas em função da matéria ou de conexão entre elas existente. 156 . para distribuição a mais de um relator.

VIII . antes da votação em bloco das emendas com parecer favorável e antes da votação de emenda com parecer contrário. ao relator-geral será concedida a palavra. salvo o disposto no inciso anterior. logo após a votação em bloco. o desembargador não-integrante da Corte Superior presente à sessão. para conduzir a votação. XIV . b) as emendas com parecer favorável. no prazo máximo de dez dias. XVI . XI . que serão votadas uma a uma.a votação inicia-se pelo voto do Presidente e prossegue com os demais desembargadores.poderá igualmente falar.aprovado o anteprojeto na forma do inciso IV deste artigo.Terminada a votação do projeto. salvo aquelas com pedido de destaque. serão votadas em bloco as emendas com parecer favorável. pela numeração em ordem crescente. submetidos em bloco à votação. Art.não é permitido aparte.Remetida a cada membro da Corte Superior a redação final do projeto. XII . para o mesmo fim e pelo mesmo tempo. salvo aquelas com pedido de destaque. o Presidente convocará sessão extraordinária para a sua discussão. XVII . o desembargador dela integrante que o solicitar. IX . e ao desembargador somente será concedida a palavra uma vez. X .em seguida. a pedido.todas as deliberações serão tomadas por maioria simples de votos. c) os pareceres contrários a emendas. serão votados em bloco os pareceres contrários a emendas. a Comissão respectiva fará.em caso de empate. 159 . pela numeração em ordem crescente.para os pedidos de destaque aludidos nos incisos VI e VII serão postas à disposição dos desembargadores fórmulas impressas de requerimento em que se indicará o número da emenda para a qual pede destaque. que serão votadas uma a uma. logo após a votação em bloco. a sua redação final. e) o parecer contrário à emenda submetida à votação com destaque. cujo destaque tenha solicitado. ou da votação de cada emenda com pedido de destaque. XIII . d) a emenda com parecer favorável submetida à votação com destaque. são tidos como aprovados: a) o projeto submetido em bloco à votação. Art. na ordem de antigüidade na Corte Superior. na ordem de antigüidade na Corte Superior. para o mesmo fim e pelo mesmo tempo. XV . e quando chamado a votar. por cinco minutos.antes de cada votação em bloco. de acordo com o que ficou definido. apresentadas em bloco à votação.também poderá falar. 158 . .

II . IV . IV .elaborar o Regimento Interno do Tribunal e suas alterações. a desembargador e a magistrado de primeira instância licença especial para afastamento de suas funções. § 2º . observado o disposto em lei. no que for aplicável. salvo emendas. 157 deste Regimento. com observância do disposto em lei. em caso de empate.A redação final será votada em bloco. Parágrafo único . no caso do inciso I. 160 .elaborar o Regulamento do Concurso para o cargo de juiz de direito substituto. nos casos dos incisos II e VI. TÍTULO VIII DA ELABORAÇÃO DE RESOLUÇÃO Art. § 3º .pela Comissão de Regimento Interno. nos casos dos incisos III e IV. XIV e XV do art. III .Para exame de redação final somente serão admitidas emendas destinadas a correção de erro material. o disposto nas regras estabelecidas para a elaboração de projeto de lei.pela Comissão de Organização e Divisão Judiciárias.Compete à Corte Superior. organizando os seus serviços.As emendas serão votadas na ordem numérica dos artigos a que se referem.elaborar o Regulamento da Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes.conceder ao Presidente do Tribunal. V . VI . conforme a matéria.pela Comissão Administrativa ou pela Comissão de Organização e Divisão Judiciárias. . mediante Resolução: I . III . Art.pela Comissão Administrativa.§ 1º .A votação será feita com observância do disposto nos incisos I. § 4º .elaborar o Regulamento da Secretaria do Tribunal. depois de feita. II . será observado. prevalecendo a redação do projeto.Os anteprojetos das Resoluções previstas neste artigo serão elaborados: I . 161 . por seu autor e no prazo máximo de cinco minutos.estabelecer normas de caráter geral e de cumprimento obrigatório para a fiel execução das leis e o bom andamento do serviço forense. no caso do inciso V. a sua justificação oral.Na elaboração das Resoluções a que se referem os incisos I e II do artigo anterior.

ocorrência de fato que possa determinar a decretação. 164 . por interesse público. ao requerimento do interessado será dado parecer pela Comissão Administrativa e. III . prevalecerá o parecer da Comissão Administrativa e.verificação de condições para o vitaliciamento. V . nos casos do inciso I.Quando ocorrer mudança na legislação que determine alteração do Regimento Interno ou do Regulamento da Secretaria. o processo será posto em mesa para deliberação da Corte Superior. IV . b) em cumprimento de deliberação da Corte Superior. c) por provocação de representação legítima.por ordem do Presidente do Tribunal. Parágrafo único . e do inciso III do artigo anterior.Será instaurado processo administrativo para: I . 163 . encaminhará à Corte Superior projeto para a alteração ou reforma que se fizer necessária. 160. 162 . TÍTULO IX DOS PROCESSOS ADMINISTRATIVOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. nos demais casos.A instauração do processo administrativo será feita: I . em seguida. da remoção ou disponibilidade compulsórias. Art. b) acusação referente a fato que possa determinar pena de demissão ou de aposentadoria compulsória.Parágrafo único . a Comissão competente. o Presidente proferirá voto de qualidade. de ofício ou: a) atendendo a requerimento do interessado.verificação de incompatibilidade determinadora da disponibilidade do magistrado.decretação de perda do cargo de magistrado em razão de: a) verificação de invalidez. em sua primeira sessão. de ofício e no prazo de trinta dias. havendo empate na votação. . alínea "a".decretação da perda do cargo em razão da perda da nacionalidade ou dos direitos políticos.No caso do item VI do art.Nos casos de interesse do Presidente do Tribunal. II . Art.

para proceder ao exame de verificação de invalidez. o seu curador nomeado ou procurador constituído.designará junta médica. os quesitos que julgar necessários.afastará do exercício do cargo o magistrado que não esteja licenciado para tratamento de saúde. de ofício ou mediante representação legítima. . nos casos do inciso I.nomeará curador especial ao magistrado. alínea "b". alínea "b".Recebendo o processo. e do inciso II do art. concedendo-lhe licença. e do inciso II do artigo anterior. quando lhes forem apresentadas sindicância feita pela Corregedoria-Geral de Justiça. § 1º .por portaria do Presidente do Tribunal de Justiça. bem como da disponibilidade por incompatibilidade e da perda do cargo em razão de perda da nacionalidade ou de direitos políticos. 163 deste Regimento. aposentadoria ou disponibilidade compulsórias. pelo prazo de sessenta dias. d) o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. documentos ou papéis dos quais possa ser inferida ou constatada a existência de fato determinador da perda de cargo. se for o caso. b) o Presidente da Assembléia Legislativa.por determinação da Corte Superior. formulando. da remoção. o relator proferirá despacho em que: I .mandará cientificar da nomeação da junta médica o magistrado e. c) o Procurador-Geral de Justiça. II . III e IV do art.nos casos dos incisos I. IV . o Procurador-Geral de Justiça e o Corregedor-Geral de Justiça. de ofício. CAPÍTULO II DA VERIFICAÇÃO DE INVALIDEZ DO MAGISTRADO Art. constituída de três membros. e) o Presidente do Conselho Secional de Minas Gerais da Ordem dos Advogados do Brasil.nos casos do inciso I. 163 deste Regimento: a) o Governador do Estado. na determinação da instauração de processo administrativo. alínea "a". III . nos casos do inciso IV do artigo anterior.II . certidões. III . de ofício ou provocado por representação legítima. § 2º . quando a causa da invalidez for doença mental. solicitando a instauração do processo administrativo: I . II . desde logo.Têm legitimidade para representar. 165 .A Corte Superior e o Presidente do Tribunal procederão de ofício.

Art. ser recusado por suspeição ou impedimento. Art. § 2º .§ 1º . 168 . o paciente. cientificando o paciente. no prazo de dois dias.O médico nomeado para integrar a junta pode escusar-se. alegando motivo justo ou. no prazo de cinco dias. 165 deste Regimento. 169 . e a decisão será tomada por maioria absoluta de votos. Art.O julgamento será feito pela Corte Superior. competindo ao relator decidir sobre a escusa e julgar a argüição de suspeição ou de impedimento. o magistrado. quando for o caso. em sessão secreta. poderá oferecer razões finais. oferecerá laudo fundamentado. no mesmo prazo. com as razões ou sem elas. Parágrafo único . o relator. no prazo de cinco dias. a contar de sua instauração. § 1º . poderá indicar médico assistente para o exame. o relator tomará as providências necessárias para sua rápida conclusão e prorrogará a licença a que se refere o inciso I do art.No mesmo prazo estabelecido no parágrafo anterior.Feito o exame. DA DISPONIBILIDADE E DA APOSENTADORIA POR INTERESSE PÚBLICO E DA PERDA DO CARGO . Art. se houver. Art.O membro da junta. assinado por seus membros e pelo assistente. CAPÍTULO III DO PROCEDIMENTO DA REMOÇÃO. pessoalmente. 170 . Art. se houver. ou havendo a recusa do paciente em submeter-se à perícia. bem como os membros da junta médica e o assistente. justificadamente. oferecerá laudo em separado.A recusa do paciente em submeter-se a perícia médica permite o julgamento baseado em quaisquer outras provas. § 3º .Não sendo concluído o processo no prazo estabelecido neste artigo. o Presidente do Tribunal expedirá o ato de sua aposentadoria. 134 e 135 do Código de Processo Civil. 166 . 171 .O processo de verificação de invalidez deve ser concluído no prazo de sessenta dias. nos casos estabelecidos nos arts.Oferecido o laudo. lançará no processo breve relatório e pedirá a designação de dia para o julgamento. no prazo de quinze dias.Constituída a junta médica. que divergir da maioria. o relator designará local.Findo o prazo estabelecido no artigo anterior. ou seu curador ou procurador. 167 . ou o assistente. seu curador e seu procurador. dia e hora para a realização do exame.Declarada a invalidez do magistrado. oferecendo desde logo os quesitos.Se a junta médica o solicitar. a junta médica. § 2º . o prazo referido no § 1º deste artigo será prorrogado pelo tempo indicado como necessário. § 4º . contados da designação. pessoalmente ou por seu curador ou procurador.

documentos ou outros papéis que possam provocar a instauração do procedimento. sob recibo. no prazo de quarenta e oito horas. for manifesta a ilegitimidade da parte ou faltar condição exigida em lei para o exercício da ação disciplinar. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007 Art. documentos ou outros papéis que possam provocar a instauração do procedimento. de ofício. 172 . sindicância. certidões. § 6º . poderá a Corte Superior afastar imediatamente o magistrado de suas funções. cabendo agravo regimental para a Corte Superior. da Mesa da Assembléia Legislativa. expedido pela via postal e .Apresentada representação de parte legítima. no dia útil imediato. determinando o Presidente a convocação de substituto para o desembargador que não possa participar do julgamento. em caráter cautelar. cumpre ao Presidente.O procedimento para a decretação de perda do cargo. no prazo de quarenta e oito horas. nos termos do parágrafo anterior. certidões. já estiver extinta a punibilidade.Findo o prazo da defesa prévia. § 1º . decida sobre a instauração do processo.Por solicitação do Presidente do Tribunal ou do Corregedor-Geral de Justiça. aposentadoria ou disponibilidade por interesse público de magistrado terá início por determinação da Corte Superior. pela Corte Superior. o Presidente. do Conselho Federal ou do Conselho Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil.Decidindo a Corte Superior pelo imediato afastamento do magistrado. § 4º . para defesa prévia. 172 . fazer remeter ao magistrado ofício confidencial. do Procurador Geral de Justiça. antes da defesa prévia. pela Corte Superior. houver verossimilhança das alegações e risco de dano aos interesses da Justiça. acompanhado de cópia do teor dos mencionados documentos assinando-lhe. § 5º .Apresentados representação de parte legítima. quando o fato for grave. em sessão secreta. do Procurador Geral da República. de ofício.Definida a data de realização da sessão em que será apreciada a matéria. § 2º . fazer remeter ao magistrado ofício confidencial. remoção. cumpre ao Presidente. § 3º .O Presidente do Tribunal poderá determinar o arquivamento dos autos. o Presidente do Tribunal baixará a portaria de afastamento.Seção I Da Defesa Prévia (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) CAPÍTULO III DA PERDA DO CARGO POR DEMISSÃO OU APOSENTADORIA COMPULSÓRIA E DA REMOÇÃO E DISPONIBILIDADE COMPULSÓRIAS Seção I Da Defesa Prévia Art. quando concluir que o fato narrado não constitui falta disciplinar. sindicância da Corregedoria-Geral de Justiça. o prazo de quinze dias contados do recebimento do expediente. pela prescrição ou outra causa. de ofício ou mediante representação fundamentada do Governador do Estado. convocará a Corte Superior para que. haja ou não sido apresentada. a Secretaria da Corte Superior consultará os integrantes desta a respeito da existência de impedimento ou suspeição. no prazo de cinco dias.

Cada desembargador poderá pedir. ou extraordinária que convocar com esse fim. o magistrado poderá.Em seguida. em ordem de antiguidade. lerá ou pedirá a leitura da representação que houver ou dos documentos que podem provocar o processo administrativo. Seção II Da Autorização para o Processo Administrativo (Seção acrescentada pela Resolução nº 530/2007) Art. fará resumo da defesa prévia e pedirá a instauração deste. § 3º . mediante voto fundamentado.com aviso de recebimento. haja ou não sido apresentada. . em caráter excepcional e preventivo. § 2º . documentos ou outros papéis apresentados.A proposição do Corregedor-Geral de Justiça será computada como primeiro voto. 173 . nas demais hipóteses. se existir. § 4º .A pedido do Corregedor-Geral de Justiça ou do Presidente. ou relatando o fato apurado na sindicância ou constante das certidões. determinando o Presidente a convocação de substituto para o desembargador que não possa participar do julgamento. § 1º . assinalando-lhe. na forma proposta pelo CorregedorGeral de Justiça. explicações ao Corregedor-Geral de Justiça. para defesa prévia. para que a Corte Superior decida sobre a instauração do processo. excluídos aqueles que já tiveram recebido distribuição até que todos tenham servido como primeiro vogal.Durante o prazo assinado. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. afastar imediatamente o magistrado. o pedido de instauração do processo. nos termos do parágrafo anterior. 173 . o Presidente do Tribunal baixará a portaria de afastamento. chegada a votação no desembargador mais recente. acompanhado de cópia do teor da representação.Em sessão reservada. indicação das provas existentes. a Secretaria da Corte Superior consultará os integrantes da Corte Superior a respeito da existência de impedimento ou suspeição. o Corregedor-Geral de Justiça fará relatório oral ou lerá relatório escrito da sindicância. requerer na Secretaria do Tribunal as cópias que lhe interessem para defesa prévia. pela maioria de seus membros.Definida a data de realização da sessão em que será apreciada a matéria. bem como resumindo o teor da defesa prévia. a partir do primeiro vogal. os membros da Corte Superior decidirão.O primeiro vogal será encontrado por sorteio entre os membros da Corte Superior. ou. anunciado o julgamento pelo Presidente. seguindo-se o voto do primeiro vogal e os dos outros vogais.Decidindo a Corte Superior pelo imediato afastamento do magistrado. na ordem decrescente de antiguidade. o Presidente colocará o expediente em mesa na primeira sessão ordinária. recomeçará a votação desde o mais antigo que ainda não tiver votado. quando o interesse público assim o reclamar e o fato for grave e estiver devidamente provado nos autos de sindicância.Em sessão reservada. expondo o teor da representação. § 3º . poderá a Corte Superior. fará ele relatório da matéria. § 2º . antes da defesa prévia. § 4º . anunciado o julgamento pelo Presidente. o prazo de vinte dias contados do recebimento do expediente. § 5º . § 1º .Findo o prazo de defesa prévia. pessoalmente ou por procurador.

poderá ele apresentar rol de dez testemunhas no máximo.As deliberações referidas nos parágrafos anteriores serão tomadas por maioria absoluta dos membros da Corte Superior. seguido dos demais membros da Corte Superior na ordem decrescente de antiguidade.Se determinada a instauração do processo.ordenando seja o magistrado intimado da decisão que determinou a instauração do processo e do despacho referido no inciso anterior. a Corte Superior deliberará sobre a instauração do processo § 3º . ou após realizadas as que forem ordenadas.determinando a notificação do magistrado de que. até a decisão final. § 2º . o Presidente do Tribunal baixará a portaria de afastamento. o Presidente do Tribunal ordenará a imediata distribuição dele e sua apresentação ao relator sorteado dentro do mesmo critério que o § 4º do art.Por solicitação do Presidente do Tribunal ou do Corregedor-Geral de Justiça. recebendo os autos.§ 1º . 175 . o Presidente baixará a portaria de afastamento. Determinada a instauração do processo administrativo. antes de determinar a instauração do processo administrativo.O relator. bem como outras diligências que julgar necessárias ao melhor esclarecimento dos fatos. 175 . § 1º . a Corte Superior poderá afastar o magistrado do exercício de suas funções. no prazo de oito dias. caso tenha havido solicitação do Presidente ou do Corregedor-Geral de Justiça. 173 manda aplicar para o sorteio do primeiro vogal. sem prejuízo do subsídio. nos termos do parágrafo anterior.Determinada a instauração do processo administrativo. poderá a Corte Superior. II . § 2º .dando ao fato ou aos fatos motivadores da instauração do processo a capitulação legal. oferecer documentos novos e requerer a produção de outras provas.Decidindo a Corte Superior pelo imediato afastamento do magistrado.Determinada a instauração do processo. III . nos termos do §3º deste artigo. a Corte Superior será consultada sobre o imediato afastamento do magistrado de suas funções. até final decisão e sem prejuízo da remuneração. afastar o magistrado de suas funções quando sua manutenção nas funções dificultar a instrução probatória. § 5º . o Presidente ordenará a imediata distribuição dele e sua apresentação ao relator sorteado. devendo o Presidente votar em primeiro lugar. indicando a pena ou a medida a que estiver sujeito o magistrado. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. Seção IV Seção II Da Instrução do Processo (Seção renumerada pela Resolução nº 530/2007) Art.Não sendo determinada qualquer das diligências referidas no parágrafo anterior. em caráter excepcional e preventivo. . 174 .A Corte Superior. 174. contado da juntada do aviso de recebimento aos autos. despachará: I . Seção III Do Afastamento Cautelar (Seção acrescentada pela Resolução nº 530/2007) Art.Decidindo a Corte Superior pelo afastamento do magistrado. § 4º . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. pode ordenar a realização ou complementação de sindicância.

III . subsidiariamente.designará local.§ 1º . V . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.se considerar necessário. 176 . o relator despachará: I . ou o procurador que houver constituído. fazendo-se. 177 . salvo ocorrência de motivo justo ou imperioso. § 2º . III . § 1º . bem como do Procurador-Geral de Justiça. bem como o Procurador-Geral de Justiça. Art. Parágrafo único . para perícia que deferir ou determinar de ofício.deferirá ou negará a produção das provas requeridas e determinará. .disponibilidade compulsória. sucessivamente. não será admitida a produção de prova testemunhal. II .nomeando perito. assinando prazo para a sua realização. a produção das provas que entender necessárias.Em seguida ao recebimento do processo.Para os efeitos deste artigo. de ofício.Decorrido o prazo concedido no artigo anterior.ordenando a cientificação do magistrado. IV . a intimação por hora certa e a intimação única por edital com prazo de cinco dias. Art. IV . § 2º .demissão. nomeará perito e assinará o prazo para a realização da perícia.A intimação e a notificação serão feitas em ofício confidencial único. 177 .designando local e hora para a inquirição de testemunhas. no prazo de cinco dias. III . o relator fará a capitulação legal do fato.determinando. apresente rol de até dez testemunhas a serem ouvidas.notificará o magistrado. as provas que entender necessárias.aposentadoria compulsória. dia e hora para a inquirição de testemunhas. aplicam-se.Quando o fato determinador da aplicação da pena for a acumulação não permitida de cargos ou funções ou a perda de nacionalidade ou dos direitos políticos. 176 .As provas serão produzidas no prazo de vinte dias. IV . as normas do Código de Processo Civil. II . indicará a pena ou medida a que estiver sujeito o magistrado e o intimará pessoalmente da decisão que determinou a instauração do processo e daquela com que fez a capitulação legal do fato e a indicação da pena para que. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. expedido por via postal com aviso de recebimento. nem impertinentes à matéria da acusação e da defesa.Não serão deferidas nem determinadas provas não admitidas em direito. II . ou do procurador que houver constituído.remoção compulsória. das provas a serem produzidas. de ofício.O relator conduzirá o processo da seguinte forma: I . as penas ou medidas aplicáveis ao magistrado são: I .Para a intimação.deferindo ou indeferindo a produção das provas requeridas. na impossibilidade de intimação pessoal. das provas a serem produzidas. ofereça documentos novos que entender serem necessários e requeira a produção de outras provas.

Art. o relator.Terminada a instrução. fará o relatório e determinará a apresentação dos autos ao Presidente. III .fora do Estado.A produção de prova será presidida: I .Na carta de ordem ou na carta precatória será indicado o prazo legal para a produção da prova. Art.na Capital do Estado.Findos os prazos a que se refere o artigo anterior. vista dos autos. fará o relatório e determinará a apresentação dos autos ao Presidente. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. por juiz com jurisdição na comarca. razões finais. 178 .O julgamento far-se-á em sessão da Corte Superior. razões finais. pelo relator. . II . que convocar. privativamente. sucessivamente. que designará para o julgamento sessão ordinária ou extraordinária da Corte Superior. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. cientes o Ministério Público.fora do Estado.Findos os prazos a que se refere o artigo anterior. pelo relator ou por juiz com jurisdição na comarca. mediante carta de ordem. e o para e o para Art. 180 . expedida ao Tribunal de Justiça da unidade da Federação. 179 . o relator. II . o Procurador-Geral de Justiça magistrado ou seu procurador terão. vista dos autos.Exceto quando o acusado for membro do Tribunal. 180 . ao relator. que designará para o julgamento sessão ordinária ou extraordinária.na Capital do Estado. 181 . por juiz com jurisdição na comarca. por dez dias. será ela presidida: I . mediante carta precatória. hipótese em que a presidência da prova competirá. mediante carta precatória. Seção V Seção III Do Julgamento (Seção renumerada pela Resolução nº 530/2007) Art. o magistrado ou o procurador por ele constituído. pública ou reservada. § 1º . o Procurador-Geral de Justiça magistrado ou seu procurador terão. pelo relator ou por juiz com jurisdição na comarca. a fim de que possam delas participar. Parágrafo único . no prazo de quinze dias.Terminada a instrução. 178 .Na carta de ordem ou na carta precatória será indicado o prazo legal para a produção da prova. 179 . III . se o interesse público exigir ou a parte requerer.As provas requeridas e deferidas. mediante carta de ordem. que convocar.nas comarcas do interior. bem como as que o relator determinar de ofício. pelo relator. § 2º . sucessivamente. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. por dez dias. serão produzidas no prazo de vinte dias. no prazo de quinze dias.nas comarcas do interior. expedida ao Tribunal de Justiça da unidade da Federação.

Aberta a sessão. 184 .183 .Feito o relatório. sendo a deliberação tomada por maioria de votos. será ela submetida a votação. pelo prazo de dez dias.Havendo proposta que importe em capitulação e aplicação de pena ou medida mais grave do que as indicadas pelo relator. . aos desembargadores. será dada a palavra. poderá propor que se dê ao fato nova capitulação e aplicação de pena ou medida diversa das indicadas no despacho do relator. por cinco minutos. das provas produzidas e das alegações finais do Procurador-Geral de Justiça e do magistrado. 182 e seguintes deste Regimento. § 3º . ou qualquer dos vogais. pública ou reservada. o relator. Art. se o interesse público exigir ou a parte requerer. o Procurador-Geral de Justiça. § 1º . para requerer a produção de novas provas. o julgamento será interrompido. que fará relatório oral do processo expondo o conteúdo da acusação. podendo eles. ou produzidas as que tenham sido requeridas ou determinadas pelo relator. ou qualquer dos vogais.Parágrafo único .Terminada a discussão. para a discussão. podendo eles. sucessivamente. sendo a deliberação tomada por maioria absoluta de votos (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. para a discussão. que o pedirem e pela ordem de antigüidade. 183 . pelo prazo máximo de vinte minutos. será dada a palavra. para alegações finais. o relator. o indiciado e seu defensor. dela participarão apenas os desembargadores integrantes da Corte Superior. terão vista dos autos o Procurador-Geral de Justiça e o magistrado ou seu procurador.Em se tratando de sessão reservada.Em se tratando de sessão reservada. a novo julgamento na forma estabelecida nos arts. fazer considerações a respeito da acusação e da prova colhida. sucessivamente. Parágrafo único . Art. se o desejar. § 2º . § 1º . que fará relatório oral do processo expondo o conteúdo da acusação. vedada nova proposta de capitulação e aplicação de pena ou medida mais grave.Feito o relatório. abrindo-se vista dos autos ao magistrado ou seu procurador.Terminada a discussão. 182 . o Procurador-Geral de Justiça. o Procurador-Geral de Justiça e o indiciado ou seu procurador.Aberta a sessão. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. pelo prazo de oito dias. Art. 182 . dela participarão apenas os desembargadores integrantes da Corte Superior. por cinco minutos. a seguir.Aceita a proposta. § 2º . fazer considerações a respeito da acusação e da prova colhida.Havendo proposta que importe em capitulação e aplicação de pena ou medida mais grave. das provas produzidas e das alegações finais do Procurador-Geral de Justiça e do magistrado. o indiciado e seu defensor. poderá propor que se dê ao fato nova capitulação e aplicação de pena ou medida diversa das indicadas no despacho do relator. aos desembargadores que o pedirem e pela ordem de antigüidade. será dada a palavra ao relator. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. será dada a palavra ao relator.O julgamento far-se-á em sessão da Corte Superior. 184 . serão ouvidos. sem antecipação de voto.A proposta será submetida a votação.Findo o prazo do artigo anterior sem o requerimento de produção de provas. sem antecipação de voto. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 181 . indo o processo.

Art. tendo sido completada a instrução. Seção VI Seção IV Do Acórdão (Seção renumerada pela Resolução nº 530/2007) . far-se-á o julgamento na mesma sessão. far-se-á o julgamento de mérito em sessão reservada.A decisão que imponha pena será tomada pelo voto da maioria absoluta dos membros da Corte Superior. caso interrompido. 186 .Questões preliminares de direito são as que versarem sobre argüição de: I .As questões preliminares.inconstitucionalidade ou ilegalidade de ato normativo aplicável no processo. § 2º . § 2º . de direito ou de ordem processual. § 3º .inconstitucionalidade de lei aplicável no processo. 185 . 186 .Em seguida far-se-á o julgamento de mérito. em votação aberta. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. devendo os julgadores justificar o seu voto. Art. nos termos do art. de direito ou de ordem processual. por maioria de votos.Não tendo sido interrompido o julgamento ou. em votação aberta. § 1º .As questões preliminares. 185 . II . inciso I. II . por maioria de votos. 175. § 1º .Não se procederá ao julgamento de mérito se com ele for incompatível a decisão tomada em questão preliminar. serão levantadas antes de iniciada a apreciação do mérito e decididas. observado o disposto no § 6º do art. § 3º .inconstitucionalidade de lei aplicável no processo. ainda que haja proposta de capitulação e aplicação de pena ou medida menos grave do que as indicadas pelo relator.Não se procederá ao julgamento de mérito se com ele for incompatível a decisão tomada em questão preliminar.Questões preliminares de ordem processual são as que versarem sobre aplicação de regras deste Regimento. deste Regimento.inconstitucionalidade ou ilegalidade de ato normativo aplicável no processo. observado o disposto no § 3º do art.A decisão que imponha pena será tomada pelo voto de dois terços dos membros da Corte Superior. 172 deste Regimento.Questões preliminares de ordem processual são as que versarem sobre aplicação de regras deste Regimento. devendo os julgadores justificar seus votos. serão levantadas antes de iniciada a apreciação do mérito e decididas. §4º . em sessão reservada. 172 deste Regimento. § 4º .Se a proposta a que se refere o § 1º deste artigo for rejeitada.Questões preliminares de direito são as que versarem sobre argüição de: I . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.§ 4º . §1º.

189 .O acórdão será lavrado pelo relator do processo e assinado por ele e pelo Presidente. até assunção de exercício em outra comarca que lhe for designada. devendo ser juntado aos autos no prazo de cinco dias.O requerimento do interessado será submetido a parecer da Comissão Especial de Promoção e. far-se-á publicação no órgão oficial.O acórdão será lavrado pelo relator do processo e assinado por ele e pelo Presidente. que não terá efeito suspensivo. serão considerados prejudicados os demais pedidos de remoção e os pedidos de promoção para a comarca designada. ou de aposentadoria. remoção ou disponibilidade. para efeito de interposição de recurso. far-se-á publicação no órgão oficial.Juntado aos autos o acórdão. Seção VII Seção V Da Execução do Acórdão (Seção renumerada pela Resolução nº 530/2007) Art. remoção ou disponibilidade compulsórias. devendo o Presidente do Tribunal baixar o ato de remoção. se houver. o juiz de primeiro grau perde o exercício da função na comarca de que era titular. ou de aposentadoria. o Presidente expedirá o ato respectivo. da decisão tomada se lavrará acórdão em separado. devendo ser juntado aos autos no prazo de cinco dias. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 187 . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. depois. o Presidente expedirá o ato respectivo. 190 . mediante indicação da Corte Superior ou a requerimento do interessado.Havendo argüição de preliminar sobre matéria de direito ou de ordem processual. Art. ou acórdãos. § 2º . 189 .Art.A designação será feita para comarca cujo provimento deva fazer-se por merecimento.Havendo argüição de preliminar sobre matéria de direito ou de ordem processual. ou acórdãos.Juntado aos autos o acórdão. dentro de sessenta dias do trânsito em julgado da decisão.Passada em julgado a decisão que impuser pena de demissão.No caso de remoção por interesse público. apenas pela conclusão. § 1º . da decisão tomada se lavrará acórdão em separado. que deliberará por maioria de votos. que não terá efeito suspensivo. para efeito de interposição de recurso. designando-se para redigi-lo o prolator do primeiro voto vencedor. 191 . designando-se para redigi-lo o prolator do primeiro voto vencedor. a votação pela Corte Superior. § 3º . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) . 188 . 190 . 187 .Deferido o requerimento. 188 . que nele consignará os fundamentos jurídicos do decidido e a sua conclusão. por interesse público. apenas pela conclusão. publicado o ato de sua formalização.Tornada definitiva a decisão que impuser pena de perda de cargo. Art. que nele consignará os fundamentos jurídicos do decidido e a sua conclusão. Art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.

para que. a votação pela Corte Superior. no prazo de quinze dias. o Presidente ordenará a requisição delas. que comprovem o parentesco de que resulte a incompatibilidade. .O Presidente determinará. § 3º .Nas hipóteses previstas neste artigo. se houver. sem prejuízo da remuneração.Será também determinada a instauração do processo a requerimento do magistrado.Sorteado relator. que deliberará por maioria de votos. os autos serão levados ao parecer do Procurador-Geral de Justiça. dentro de sessenta dias do trânsito em julgado da decisão. contando-se o prazo previsto neste artigo da juntada do aviso aos autos. serão considerados prejudicados os demais pedidos de remoção e os pedidos de promoção para a comarca designada. § 2º . 195 .O requerimento do interessado será submetido a parecer da Comissão Especial de Promoção e. o magistrado perde o exercício da função na comarca de que era titular. 194 . § 1º .Art. Art. apresentem alegações e produzam prova exclusivamente documental.Na portaria em que determinar a instauração do processo. Art. 192 . o requerimento ou a representação não estiverem instruídos com as certidões referidas no artigo anterior.determinando a convocação do magistrado ao processo. Parágrafo único . 193 . devendo o Presidente do Tribunal baixar o ato de remoção. se a determinação da Corte Superior.dando ao fato motivador da instauração do processo a sua capitulação legal.A designação será feita para comarca cujo provimento deva fazer-se por merecimento. Parágrafo único . II . quando a instauração não se fizer a seu requerimento. pelo prazo de cinco dias. mediante indicação da Corte Superior ou a requerimento do interessado. Art. bem como a convocação do servidor com o qual exista a incompatibilidade.Deferido o requerimento. expedida por via postal com aviso de recebimento. 191 . publicado o ato de sua formalização. de ofício. quando lhe forem apresentadas certidões de posse nos cargos e do registro civil.No caso de remoção compulsória. 196 . o Presidente também ordenará que se dê ciência ao magistrado.As convocações serão feitas por ofício confidencial. Art. cumpre-lhe despachar: I . CAPÍTULO IV DA VERIFICAÇÃO DE INCOMPATIBILIDADE E DECLARAÇÃO DE DISPONIBILIDADE DELA CONSEQÜENTE Art. por determinação da Corte Superior ou em razão de representação legítima.Findo o prazo referido no artigo anterior. a fim de que se afaste de suas funções até decisão final. até assunção de exercício em outra comarca que lhe for designada. antes de determinar a instauração do processo. haja ou não apresentação de defesa e produção de prova. depois. a instauração do processo.

o acórdão será publicado no órgão oficial.determinando a convocação do magistrado.Art. os autos irão.Juntado aos autos. cumpre-lhe.O Presidente designará para o julgamento a primeira sessão ordinária da Corte Superior. o relator os colocará em mesa para julgamento pela Corte Superior. após o relatório. 204 . II . o Presidente do Tribunal formalizará o ato de disponibilidade. devendo o Presidente do Tribunal tomar as providências funcionais cabíveis. 197 . 205 . em seguida. apenas pela conclusão.Se a incompatibilidade for resolvida contra o servidor. Art. sem prejuízo da remuneração. contra quem ela se resolve e. Parágrafo único . Art.Na sessão de julgamento.A portaria do Presidente que instaurar o processo indicará o ato declaratório da perda de nacionalidade ou de direitos políticos. 199 . ou sessão extraordinária que convocar. 201 . Art. pelo prazo de cinco dias. mencionando o órgão oficial em que foi ele publicado. 202 . expedido por via postal com aviso de recebimento. no prazo de quinze dias.Em seguida será lançado nos autos o relatório. 198 . 206 . a Corte decidirá por maioria de votos. ficará este impedido de servir perante o magistrado.O ofício de convocação será instruído com cópia da portaria que instaurou o processo e a defesa pode argüir apenas a inconstitucionalidade do ato declaratório da perda de nacionalidade ou dos direitos políticos. Art. e. CAPÍTULO V DA PERDA DO CARGO EM RAZÃO DE PERDA DA NACIONALIDADE OU DOS DIREITOS POLÍTICOS Art. que se fará mediante ofício confidencial. Art. ao parecer do Procurador-Geral de Justiça. 200 . Art. despachar: I . Art. tomado por maioria de votos.Vencido o prazo para defesa.afastando o magistrado do exercício de suas funções até final decisão. com o pedido de designação de dia para o julgamento e determinação de que aos vogais sejam remetidas cópias do relatório e do parecer. . para apresentação de defesa. Art. apresentada ela ou não. passada em julgado a decisão.Sorteado relator.No julgamento. a Corte Superior decidirá se existe a incompatibilidade. declarará a vacância de seu cargo e sua disponibilidade. declarando vago o cargo. para efeito de interposição de recurso. contado da juntada do aviso aos autos. se a decisão for contra o magistrado.Se a incompatibilidade for resolvida contra o magistrado. 203 .

III . CAPÍTULO VI DO PROCESSO DE VITALICIAMENTO Art. a serem ultimadas no prazo de trinta dias. . quanto ao julgamento do Tribunal em recursos interpostos contra decisões do juiz de direito. o processo previsto neste artigo iniciar-se-á imediatamente. 207 . Art. afastar desde logo o magistrado. pelos órgãos abaixo discriminados.Compete à Secretaria do Tribunal de Justiça.Compete à Comissão Especial de Promoção opinar sobre as condições pessoais do juiz de direito. demonstradas durante os dois primeiros anos de exercício. ou tendo sido estes rejeitados. Art. fornecer elementos para a instrução prevista no artigo anterior: I . § 2º . determinando as providências necessárias junto aos diversos setores da Secretaria do Tribunal.Iniciar-se-á o processo. quanto a mandado de segurança e habeas corpus contra ele impetrados. bem como no tocante a processos que envolvam sua atuação. que será ouvida na primeira sessão que se seguir ao ato. de 18 de janeiro de 2001. e quanto à sua presteza em remeter informações solicitadas pelo Tribunal.O processo de vitaliciamento correrá pelo Cartório de Feitos Especiais. que determinará. § 1º . o Departamento da Magistratura fará comunicação do fato ao Presidente do Tribunal de Justiça. no que concerne ao aproveitamento do juiz no curso de formação inicial. 210 . em outros cursos e seminários que realizar. dispensado o prazo nele estabelecido.à Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes.Art. podendo o Presidente. tendo em vista sua avaliação para fins de aquisição da vitaliciedade. 211 . II .ao Cartório de Feitos Especiais. ad referendum da Corte Superior. conforme o disposto no art.Quando o juiz de direito completar um ano e seis meses de exercício na magistratura.à Superintendência Judiciária. 208 . a abertura do processo administrativo competente para a avaliação prevista no artigo anterior. apurada em sindicância promovida pela Corregedoria-Geral de Justiça. a decisão da Corte Superior será comunicada ao Presidente do Tribunal para a formalização do ato declaratório da perda do cargo. no caso de o juiz de direito não ser habilitado no curso de formação inicial ministrado pela Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes. a contar da instauração do procedimento administrativo competente.Em caso de falta grave cometida pelo magistrado. bem como no tocante à avaliação de sentenças prevista em seu Regulamento. conforme o procedimento administrativo previsto neste Regimento. quanto a suspeições e impedimentos declarados pelo juiz. IV . 209 . competindo ao Segundo Vice-Presidente do Tribunal de Justiça dirigir a instrução.ao Departamento da Magistratura. quanto aos registros funcionais do juiz de direito. mediante portaria. 168 da Lei Complementar nº 59. ainda.Findo o prazo para oposição de embargos infringentes ou de nulidade. Art. a pedido do Corregedor-Geral de Justiça.

qualquer desembargador. 214 . ultimados a instrução. no que for pertinente a procedimentos.Se o parecer da Comissão de Promoção for no sentido do vitaliciamento. solicitando elementos para a avaliação do juiz de direito. a Comissão de Promoção proporá à Corte Superior. 100 da Constituição do Estado de Minas Gerais. na hipótese contrária. 212. Parágrafo único . será ele remetido à Comissão Especial de Promoção. Para a instrução do processo serão. o Segundo Vice-Presidente e o Corregedor-Geral de Justiça. § 3º . outra autoridade ou parte interessada poderá apresentar informações e elementos que entenda relevantes para a instrução do processo. podendo juntar documentos e oferecer rol de testemunhas. ainda. 210 deste Regimento. e nas comarcas de interior do Estado. respectivamente. expedidos ofícios ao Corregedor-Geral de Justiça e aos Presidentes do Tribunal de Alçada e do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais. Art. o Corregedor-Geral de Justiça e o Presidente do Tribunal Regional Eleitoral poderão apresentar outros que entendam relevantes para a avaliação do magistrado.As testemunhas serão inquiridas na capital. processos e recursos de sua competência. Art. o vitaliciamento do juiz ou a perda do cargo. será ele incluído na pauta da primeira sessão da Comissão Especial de Promoção que se seguir. Art. o Corregedor-Geral de Justiça e os presidentes dos tribunais referidos poderão apresentar outros que entendam relevantes para a avaliação do magistrado. pelo relator ou por juiz por ele designado.Além dos elementos solicitados.à Secretaria de Planejamento e Coordenação. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. no prazo máximo de quinze dias.No prazo previsto no art. § 2º . Parágrafo único . § 6º . § 4º . 212 . processos e recursos de sua competência. Art.Se o parecer for no sentido da perda do cargo.Além dos elementos solicitados. que terá prazo de quinze dias para a apresentação de defesa prévia.Instruído o processo na forma dos artigos anteriores. pela maioria de seus membros.Na sessão prevista no parágrafo anterior. § 1º . o relator determinará vista do processo ao juiz. 215 . pelo Departamento de Estatística.Relatado o processo e feita a revisão. 213 . até o máximo de cinco. se verificadas quaisquer das ocorrências enumeradas no § 2º do art.Para a instrução do processo serão. bem como solicitá-las de outros órgãos públicos ou entidades. onde funcionarão como relator e revisor.V . o relatório e a revisão . quanto ao desempenho do juiz.Encerrada a instrução. ou. receberá o processo novo relatório e revisão. solicitando elementos para a avaliação do juiz de direito. ainda.O Segundo Vice-Presidente poderá determinar aos demais órgãos da Secretaria do Tribunal de Justiça a apresentação de outras informações. expedidos ofícios ao Corregedor-Geral de Justiça e ao Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais. pelo relator. no que for pertinente a procedimentos. § 5º . a seu critério.

durante a tramitação da reavaliação e até julgamento final. na segunda quinzena do mês de novembro.A qualquer tempo. funcionando os mesmos relator e revisor da fase de instrução. a Corte Superior decidirá pelo vitaliciamento ou não do juiz. se houver. 218 . 219 . suspender-se-á o prazo para completar o biênio e o magistrado será afastado de suas funções pelo Presidente do Tribunal. poderá o Presidente do Tribunal. § 4º . justificando a alteração acaso proposta. ad referendum da Corte Superior. obedecido o quorum a que se refere a norma constitucional. Art. terá prazo de quinze minutos para a sustentação oral. 217 . remeterão ao Presidente do Tribunal as sugestões ou indicações para modificação da tabela de comarcas substitutas. anualmente. TÍTULO X DA TABELA DE COMARCAS SUBSTITUTAS Art.Decidido pela Corte Superior que nada desaconselha o vitaliciamento. ad referendum da Corte Superior.Ocorrendo fato novo após a decisão prevista no parágrafo anterior. afastar desde logo o magistrado do exercício do cargo. o expediente será encaminhado ao Presidente do Tribunal de Justiça. o Presidente do Tribunal baixará imediatamente o ato de exoneração do juiz.Até o dia 31 de outubro. os juízes de direito de cada comarca.No dia designado para o julgamento. § 1º . que será ouvida na primeira sessão que se seguir à publicação do ato. caberá ao mais antigo na comarca a atribuição referida no artigo. § 3º . § 2º . 216 . que o incluirá em pauta na primeira sessão da Corte Superior que se seguir. § 2º .Nas comarcas em que existir mais de um juiz. que as remeterá ao Tribunal com as necessárias informações. com as informações do Departamento da Magistratura. . o magistrado tornar-se-á vitalício ao completar o biênio constitucional. neste caso devendo encaminhá-las ao juiz diretor do foro.Aos advogados e promotores de justiça da comarca a ser substituída é permitido fazer as sugestões ou indicações aludidas no artigo. ocorrendo fato grave. a pedido do relator ou do revisor.As sugestões ou indicações somente poderão ser feitas por juiz da comarca a ser substituída. § 1º . § 3º .Decidindo a Corte Superior pelo não vitaliciamento.Recebida sugestão ou indicação. feito o relatório e a defesa oral.A defesa. Art. o processo será remetido ao Presidente do Tribunal. Art.previstos nos parágrafos anteriores. se até lá não ocorrer fato novo que justifique a reabertura da avaliação. exceto de Belo Horizonte. esta facultativa.

Parágrafo único .revisão. 223 . a ele se aplicando. na primeira quinzena do mês de dezembro. o disposto nos arts.Aprovadas as alterações pelo Presidente.pela comissão examinadora de concurso para o cargo de juiz de direito substituto.São recorríveis. respeitando-se as jurisdições civil ou criminal. de ofício ou mediante representação de juiz de direito ou de promotor de Justiça da comarca substituída. TÍTULO XI DOS RECURSOS ADMINISTRATIVOS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. o Departamento da Magistratura fará. 218 a 220 deste Regimento. na ocorrência de relevante interesse público ou quando de instalação de novas varas ou comarcas. 224 . Art. a publicação da tabela de comarcas substitutas que vigorará a partir de 1º de fevereiro do ano seguinte.pela Corte Superior. 218 a 220 deste Regimento.O recurso poderá ser interposto: . II . as decisões administrativas proferidas. a modificação da tabela de substituição poderá ser feita.Nos procedimentos relativos a eleições não será admitido recurso.Quando na comarca substituta houver mais de um juiz. 220 .embargos. V . nos casos indicados neste capítulo.O procedimento para a modificação autorizada neste artigo será iniciado a qualquer tempo.Fora dos prazos e modo estabelecidos nos arts. IV .Art. Art. 221 . II . Parágrafo único .pelo Conselho da Magistratura. III . ou da Ordem dos Advogados do Brasil.pelo Presidente do Tribunal. pelo Presidente do Tribunal. no que couber. III .São cabíveis os seguintes recursos: I .agravo. a tabela indicará a qual deles compete a substituição. Parágrafo único .pelo relator de processo administrativo. Art. em feitos regulados neste Regimento: I . excepcionalmente. 222 .

infringentes do julgado. 230 .da intimação. recebendo denominação e numeração na classe a que pertencer. Art. Art. 228 . Art. .Interposto o recurso. ou da decisão. nos procedimentos em que intervenha. 225 . II .Não sendo possível o desempate. II . salvo no caso daquela que rejeitar ou aprovar a aplicação de qualquer das penas ou medidas previstas no § 1º do art. § 1º .da publicação do ato. Art. se não houver participado da votação. a decisão no julgamento dos recursos será tomada por maioria simples de votos.Ao recorrente é lícito desistir do recurso a qualquer tempo. Art. Parágrafo único . 226 . quando não for unânime decisão do Conselho da Magistratura impositiva de pena a magistrado. no prazo de dez dias.Somente será admitida defesa oral nos casos de embargos e de revisão. § 2º . II . CAPÍTULO II DOS EMBARGOS Art. Parágrafo único . quando exigida.I . embargos: I . 175 deste Regimento.Salvo nos casos em que for fixado quorum especial para a deliberação.O prazo para defesa oral é de quinze minutos. 229 . quando não for unânime a decisão da Corte Superior.do dia em que tiver a parte conhecimento do ato ou da decisão.infringentes do julgado. III .O recurso pode impugnar a decisão recorrida no todo ou em parte. 227 . Art.pela parte que se julgar prejudicada. 231 .Em caso de empate na votação. pelo órgão oficial.Caberão. por qualquer meio.Conta-se o prazo para a interposição do recurso: I . quando feita pessoalmente.O recurso será interposto em petição que contenha os fundamentos de fato e de direito e o pedido de nova decisão. será ele autuado pelo departamento próprio. distribuído e encaminhado ao relator sorteado.pelo Procurador-Geral de Justiça. o presidente proferirá voto de qualidade. quando não contado na forma dos incisos anteriores. Parágrafo único .A petição de recurso poderá ser instruída com documentos novos. prevalecerá a decisão recorrida.

§ 2º . .a falta de intimação para o julgamento. a designação de dia para julgamento. e os passará ao revisor que.Aos vogais serão remetidas cópias do relatório e do parecer do Procurador-Geral de Justiça. no prazo de cinco dias. indeferitória da inscrição de candidato. 235 .ocorrer inobservância de formalidade essencial.O agravo. Art. 233 . 232 . IV . pedindo. Art.de nulidade do julgado. se for o caso.O julgamento dos embargos de nulidade será feito em escrutínio aberto e pela maioria simples dos julgadores. conclusos os autos ao relator. quando houver.III .decisão da comissão examinadora de concurso para juiz de direito substituto. II . Art. II . III . na forma estabelecida neste Regimento. é cabível contra: I .É nulo o julgado quando: I . a seguir.Nos casos do inciso I do artigo anterior. no qüinqüídio.Feita a distribuição. lançará neles o relatório.No julgamento dos embargos serão observadas as formalidades estabelecidas para o julgamento em que foi proferida a decisão embargada. o Procurador-Geral de Justiça. fará a revisão. como tal se entendendo a que assegure a plenitude da defesa ou da acusação e estabeleça o quorum de funcionamento ou de deliberação. b) negar a produção de prova ou cercear de qualquer modo a defesa.Em seguida. cujo prazo de interposição é de cinco dias. no prazo de dez dias. será ouvido. 234 . Parágrafo único . der causa ao não comparecimento do processado ou de seu defensor.despacho do relator de processo administrativo que: a) decidir a argüição de suspeição ou impedimento de perito. e a petição de interposição será necessariamente instruída com a certidão da decisão recorrida e prova de tempestividade da interposição do recurso.faltar fundamentação ao acórdão. o agravo será processado em instrumento. Parágrafo único .participar do julgamento juiz impedido e isso influir no seu resultado. § 1º . CAPÍTULO III DO AGRAVO Art.

será ele concluso ao prolator da decisão agravada. 240 . o agravo. contado da publicação da decisão.Se a decisão não for reformada.nos casos de perda do cargo de magistrado. no caso do inciso I do art. II .no caso de imposição de pena de censura. 234 deste Regimento. 176.perda do cargo de magistratura.Formado o instrumento. CAPÍTULO IV DA REVISÃO Art.A revisão somente será admitida quando: I . Art.Parágrafo único . II . pondo-os em mesa para julgamento e determinando a remessa aos vogais de cópia do relatório. III . exames ou documentos comprovadamente falsos. contido na Resolução nº 419. o cônjuge supérstite ou herdeiro necessário. em seguida. a eles apensado o processo original. no caso de seu falecimento.No prazo de dois anos.a decisão proferida contrariar texto expresso de lei ou se fundar em depoimentos.O relator procederá à instrução do pedido. Art. § 1º . 236 . Art. de remoção ou disponibilidade compulsórias.remoção ou disponibilidade compulsória de magistrado. se descobrirem novas provas que inocentem o magistrado. de 27 de junho de 2003. far-se-á a conclusão dos autos ao relator sorteado que. poderá ser revisto o processo administrativo. 237 . serão anexadas ao instrumento de agravo certidões ou cópias reprográficas de peças do processo em que proferida a decisão agravada. em caso de: I . 177 e 178 deste Regimento.Têm legitimidade para requerer a revisão o próprio magistrado e. no prazo de cinco dias. . o agravo será de petição e o seu processamento obedecerá ao disposto no Regulamento do Concurso para o cargo de juiz de direito substituto. § 2º .imposição de pena de censura a magistrado. será distribuído e. Art.A pedido do agravante. § 3º .A alegação de injustiça da decisão e a de má apreciação de prova não constituem fundamento da revisão. surgirem provas novas. lançará neles relatório escrito. pela Corte Superior. observando o disposto nos arts. 239 .No caso do inciso II do art.A revisão será processada em autos apartados. 241 . Art. 238 . pelo Conselho da Magistratura ou pelo Corregedor-Geral de Justiça. III . no prazo de cinco dias. para sustentar ou reformar aquela decisão. comprobatórias de que o magistrado não se envolveu no fato determinador da medida. 234 deste Regimento.

desde que a vaga deva ser provida por merecimento e a classificação do magistrado corresponda à da comarca.Findos os prazos referidos no artigo anterior o relator lançará seu relatório nos autos.O julgamento favorável da revisão importa no restabelecimento de todos os direitos perdidos em conseqüência da decisão revista.Deferida a revisão. LIVRO V DOS PROCEDIMENTO JURISDICIONAIS Art. a reversão será substituída pela remoção a pedido para a comarca de onde o magistrado foi compulsoriamente removido. 242 . vaga pelo critério de merecimento. 246 . o magistrado reverterá ao cargo na primeira comarca de igual entrância. TÍTULO I DOS PROCEDIMENTOS DA JURISDIÇÃO CÍVEL . alegações finais. II .No caso do parágrafo anterior. 247 . § 2º .os procedimentos cíveis ou criminais. pedirá designação de dia para o julgamento.Para o julgamento será designada sessão ordinária da Corte Superior. 244 .Quando se tratar de revisão de decisão impositiva de pena de demissão ou de aposentadoria. o magistrado ou seu procurador e o Procurador-Geral de Justiça apresentarão. sem prejuízo da prescrição dos direitos patrimoniais. também. sob pena de permanecer em trânsito e concorrer. atendendo-se. da competência de qualquer dos órgãos do Tribunal.Nos procedimentos jurisdicionais serão observadas as disposições contidas na legislação processual vigente.São procedimentos jurisdicionais: I . em igualdade de condições com os demais candidatos inscritos.os recursos cíveis ou criminais. Art. 243 . no prazo de dez dias. Parágrafo único . § 3º . Art. 245 . remoção ou disponibilidade compulsórias. e os passará ao revisor que. sendo a deliberação tomada pela maioria de votos dos desembargadores em condições legais de votar. ou extraordinária convocada pelo Presidente. ao estabelecido neste Livro. Art. no julgamento serão observadas as exigências relativas à composição da Corte Superior e ao quorum de seu funcionamento.Quando se tratar de revisão de decisão impositiva de remoção compulsória. no prazo de dez dias. a partir de então.Art. sucessivamente. o pedido de remoção prejudica outros idênticos ou pedidos de promoção para a comarca em questão. Art.Terminada a instrução. no qüinqüídio. § 1º . da competência originária de qualquer dos órgãos do Tribunal.

caso exista. Art. emitir parecer. qualquer dos julgadores do órgão perante o qual haja sido levantada a argüição. IV . II .o julgamento. pelo órgão a que couber o conhecimento do processo em que se levantou a argüição. cabe-lhe.Nas hipóteses dos incisos II.Recebendo os autos.CAPÍTULO I DOS PROCEDIMENTOS CÍVEIS DE COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA Seção I Do Incidente de Inconstitucionalidade (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Seção I Da Declaração de Inconstitucionalidade Art.A argüição será tida como irrelevante quando: I . § 1º . §2º .Retornando da Procuradoria-Geral de Justiça. a juntada aos autos de cópia de acórdão referente a julgamento anterior relativo à mesma lei ou ato normativo. 249 . fará o relatório e os passará ao revisor.já houver sido decidida pela Corte Superior. no prazo de cinco dias. pelo Cartório de Feitos Especiais. § 5º . que.Levada a argüição ao julgamento da Corte Superior. . ou requerido o reexame da questão de relevância. o revisor. apreciar a questão da relevância.Submetida a questão da inconstitucionalidade de lei ou de ato normativo do poder público ao órgão a que tocar o conhecimento do processo. III e IV do parágrafo anterior. § 1º .for inequivocamente improcedente. do parecer da ProcuradoriaGeral de Justiça e de outras peças que o relator determinar. será a argüição levada ao julgamento da Corte Superior. se reconhecida a sua relevância. a parte que o tenha feito ou o Ministério Público. em preliminar. §3º . no prazo de quarenta e oito horas. se lhe couber intervir no processo.já houver sido decidida pelo Supremo Tribunal Federal. 248 . poderá pedir que a questão de relevância seja reexaminada pela Corte Superior.Designado o dia de julgamento. puder ser feito independentemente da questão constitucional.Considerada relevante a argüição. serão os autos conclusos ao relator. para. o Cartório de Feitos Especiais remeterá aos desembargadores vogais cópia da petição. no prazo de cinco dias. fará a revisão e pedirá dia para julgamento. §4º . será a argüição distribuída na Corte Superior e providenciada. nos termos do § 2º do artigo anterior. ou de informação de sua não existência.Em seguida serão os autos encaminhados ao Procurador-Geral de Justiça. no prazo de cinco dias. III . § 2º .

será apresentada em duas vias. assinando ao citado igual prazo para se pronunciar. serão os autos. III . querendo. 252 . Art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. a sua averbação no registro anterior. em coluna própria. declarando a constitucionalidade ou a inconstitucionalidade. 254 .lançará a súmula em ficha. tantas quantas necessárias à boa execução do serviço. o advogado da parte contrária para.lançará na cópia o número recebido no registro de sua súmula e.Quando se tratar de segurança impetrada contra ato judicial. que fará publicar a ementa da decisão. que: I . o relator ordenará promova o impetrante. no prazo de cinco dias. mas o relator determinará ao juiz apontado como coator que faça notificar. Art.Se o acórdão for em sentido contrário a outro. Pesquisa e Informação Especializada. pelo prazo de . Parágrafo único. destinando-se esta a ser encaminhada à autoridade apontada como coatora. integralmente. será remetida cópia à Gerência de Documentação. dispensa-se a citação exigida no caput deste artigo. declarando a constitucionalidade ou a inconstitucionalidade. na ordem numérica de apresentação. em prazo não excedente a vinte e quatro horas. intervir na segurança. a arquivará em pasta própria. será remetida cópia à Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes. a sua citação. no órgão oficial e na revista "Jurisprudência Mineira". Parágrafo único . proceder-se-á na forma deste artigo e far-se-á. abrir-se-á vista dos autos à Procuradoria-Geral de Justiça. e os documentos que instruírem a primeira deverão ser reproduzidos por cópia na segunda.Proferido o acórdão. IV .348/64. § 2º . 250 . 282 e 283 do Código de Processo Civil. em dez dias.533/51 e 4. nos autos do processo em que foi praticado o ato impugnado.A instrução do processo caberá ao relator. Art. que deverá conter os requisitos dos arts.Distribuído o processo. na ordem dessa numeração.Art. querendo. que será arquivada em séries separadas.No processamento do mandado de segurança será observado o que estabelecem as leis 1.fará publicar o acórdão.Havendo litisconsorte necessário.Proferido o acórdão. 250 . bem como na ficha desse mesmo julgamento. 251 . § 1º . As cópias serão autenticadas pelo requerente e conferidas no setor próprio. que se submeterá a normas expedidas em portaria do Presidente do Tribunal. Parágrafo único . Seção II Do Mandado de Segurança Art.Expirado o prazo para prestação de informações ou interveniência do litisconsorte. conclusos ao relator.registrará a súmula do acórdão em livro especial. 253 .A petição inicial. II .

cinco dias. Seção V Do Habeas Data Art. 257 . apresentado em duas vias. em decisão fundamentada. contados da publicação do ato. 253 deste Regimento. e depois serão eles conclusos ao relator que. em competência originária ou recursal. na ação popular e na ação civil pública bem como das tutelas antecipadas.18.O processo de habeas data. proferida por juiz de primeiro grau. terá início por petição. mandará sejam preparados. Art.Nas causas de competência recursal do Tribunal. a execução da liminar ou da sentença concessiva da segurança. à segurança ou à economia pública. no prazo de cinco dias.Nas causas de competência recursal do Tribunal. se for o caso. constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público. inciso X). por qualquer meio. Seção IV Da Suspensão de Liminares em Geral e de Tutelas Antecipadas Art. Seção III Da Suspensão da Segurança Art. quando houver risco de grave lesão à ordem. o cartório extrairá cópias para encaminhamento à autoridade que praticou o ato impugnado e. 255 . à segurança ou à economia pública. 256 . . a execução de liminares nas medidas cautelares. 258 . ou dispensado o preparo pelo relator. caberá recurso de agravo para a Corte Superior. à saúde.Requerido o mandado de segurança por telegrama ou fax. (art.Da decisão que defere a suspensão da liminar. em decisão fundamentada. pedirá ele dia para o julgamento. facultando-se às partes defesa oral por quinze minutos. ou da sentença em mandado de segurança. mediante ofício. se considerar o feito regularmente processado. à saúde. o relator mandará confirmá-la. a requerimento da pessoa jurídica de direito público interessada. a requerimento da pessoa jurídica de direito público interessada. de rito ordinário. Parágrafo único . inclusive eletrônico.Quando a decisão for comunicada aos interessados por telegrama ou fax. quando houver risco de grave lesão à ordem. o Presidente poderá suspender. que preencherá os requisitos legais e conterá a indicação precisa da autoridade que se nega a fornecer informações relativas à pessoa do impetrante. o Presidente poderá suspender. (Nova redação dada pela Resolução nº 609/2009) Art. para efeito do disposto no art. Art. será incontinenti comunicada à autoridade apontada como coatora. 259 . ou dos dados que o impetrante quer retificar. caso em que o original deve ter firma reconhecida.A concessão ou a denegação de segurança ou de liminar. Parágrafo único . antes mesmo da publicação do resultado do julgamento pelo órgão oficial.Preparados os autos. 256 .

determinando a remessa deles ao primeiro vogal. 265 . apresentada em duas vias. autenticadas pelo requerente. Seção VI Do Mandado de Injunção Art. a distribuição será feita a desembargador integrante da Corte Superior. por ofício. os autos serão conclusos ao relator no prazo máximo de vinte e quatro horas. Art.O cartório juntará aos autos cópia do ofício e prova de sua remessa ao destinatário.Protocolada a inicial. com ou sem essas. 260 . 264 . Parágrafo único . cópia do acórdão à autoridade coatora. no que couber. Parágrafo único . por ofício. 261 . instruída com as cópias dos documentos.Parágrafo único . que preencherá os requisitos legais. poderá o relator indeferir. 262 . as normas processuais da Lei 1.Transcorrido o prazo de dez dias do pedido de informações. serão os autos encaminhados ao Ministério Público. o relator pedirá dia para julgamento. a fim de que preste informações. Parágrafo único . observada a respectiva competência. Art. o pedido. devendo o autor indicar a autoridade competente para a elaboração da norma regulamentadora que torne viável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. o relator mandará ouvir a autoridade indicada na inicial. Art. Art. ordenará a exibição desse documento em original ou em cópia autenticada e marcará para o cumprimento da ordem o prazo de dez dias. ou em poder de autoridade que se recuse fornecê-lo por certidão.Julgado procedente o pedido. o relator. que emitirá parecer no prazo de cinco dias.Aplicam-se ao presente feito.O mandado de injunção terá seu processo iniciado por petição. mediante ofício acompanhado da segunda via da petição. . Art.Autuados pelo respectivo cartório. no prazo de dez dias.A segunda via da inicial será instruída com cópias de todos os documentos. 263 .Se for manifesta a incompetência do Tribunal ou se a petição inicial não atender aos requisitos legais. o cartório encaminhará. 268 .Ao despachar a inicial. 267 . Art. preliminarmente. de grupo de câmaras cíveis ou de câmara cível isolada. à soberania e à cidadania em questão.Se o requerente alegar que o documento necessário à prova da omissão se acha em repartição ou estabelecimento público. Art.533/51 e as do Código de Processo Civil.Devolvidos os autos. autenticadas pelo requerente. 266 . desde logo. Art.A segunda via da inicial será instruída com cópia de todos os documentos.

ou em poder de autoridade que se recuse a fornecê-lo por certidão. o relator mandará ouvir a autoridade nela indicada. 274 . 270 . mediante ofício acompanhado da segunda via da petição.Protocolada a inicial. observada a respectiva competência. desde logo. Parágrafo único .Art. por seus representantes legais. por ofício. 118 da Constituição do Estado de Minas Gerais. o relator pedirá dia para julgamento. por ofício. poderá o relator indeferir. Art. de grupo de câmaras cíveis ou de câmara cível isolada. serão os autos encaminhados ao Ministério Público. § 1º .Se for outra a autoridade. § 2º .Ao despachar a inicial. Art. 276 . com ou sem estas.As partes legítimas. Parágrafo único . . referidas no art. no que couber. 273 . a fim de que preste informações. Seção VII Da Ação Direta de Inconstitucionalidade Art. o cartório encaminhará. Art. cópia do acórdão à autoridade competente para a elaboração da norma regulamentadora. o exame de lei ou de ato normativo estadual ou municipal. ordenará a exibição desse documento em original ou em cópia autenticada e marcará para o cumprimento da ordem o prazo de dez dias.Se a autoridade que se recusa a fornecer a certidão for a própria indicada como competente para a elaboração da norma. Art. 269 . 272 .Devolvidos os autos. o cartório extrairá cópia do mesmo para juntar à segunda via da petição. Art. 271 . poderão submeter ao Tribunal. determinando a remessa dos autos ao primeiro vogal.Transcorrido o prazo de dez dias do pedido de informações. serão os autos conclusos ao relator no prazo máximo de vinte e quatro horas.Se o requerente alegar que o documento necessário à prova da omissão se acha em repartição ou estabelecimento público. Art.533/51 e do Código de Processo Civil.O cartório fará juntar aos autos cópia do ofício e prova de sua remessa ao destinatário. mediante representação. a distribuição será feita a desembargador integrante da Corte Superior. obtido o documento. Art. no prazo de dez dias.Autuados pelo o cartório competente.Julgado procedente o pedido. o pedido. as normas processuais da Lei 1.Aplicam-se ao presente feito. que emitirá parecer no prazo de cinco dias.Se for manifesta a incompetência do Tribunal ou se a petição inicial não atender aos requisitos legais. para que seja declarada a sua inconstitucionalidade. preliminarmente. a ordem far-se-á no próprio instrumento da notificação. 277 . 275 . instruída com as cópias dos documentos. o relator.

§ 1º . que poderá julgar a ação com os elementos de que dispuser. acompanhada das cópias dos documentos apresentados.A representação deverá ser apresentada em duas vias. (Parágrafo revogado pelo art. § 2º . ad referendum da Corte Superior. 278 . 277.Se. poderá. será encaminhada ao órgão legislativo ou autoridade administrativa de que emanou a lei ou o ato regulamentar impugnado. em caso de urgência. instruída a segunda via com cópia de todos os documentos.Considerando a importância da questão e os precedentes da Corte Superior. agravo regimental. no prazo de cinco dias. dessa decisão. se for concedida no julgamento do mérito. poderá submeter a cautelar à decisão da Corte Superior. cabendo. nos termos do art.A segunda via da representação.A terceira via da representação será encaminhada à Coordenação de Pesquisa e Orientação Técnica. para tanto encaminhando-lhe a segunda via da representação. § 4º . submetê-lo ao conhecimento da Corte Superior.Distribuída a representação. o relator.Proposta a representação. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 3º .O relator pedirá informações ao órgão legislativo ou à autoridade da qual tiver emanado a lei ou ato normativo impugnado. o relator. Parágrafo único .Não se admitirá assistência a qualquer das partes. § 4º.Não cumprida a diligência. para as anotações pertinentes. ou a complete. autenticadas pelo representante. o relator indeferirá a representação. 280 . 279 .Em caso de fundamentos relevantes e de perigo de dano irreparável ou da ineficácia da decisão. ou no curso deste. ainda que o Procurador-Geral de Justiça se manifeste pela sua improcedência. no prazo de dez dias. o relator poderá conceder medida cautelar. § 3º . podendo ser. Art. em face de relevante interesse de ordem pública. .§ 1º . com prévia ciência das partes. instruída a segunda via com cópia de todos os documentos. autenticadas pelo representante. § 5º . Art. § 1º . solicitará as informações. ao receber o processo. provisoriamente.As informações serão prestadas no prazo de trinta dias. determinará que o representante a emende.Deferido pedido de medida cautelar. dispensadas pelo relator. não se admitirá desistência. § 2º . somente após. 4º da Resolução nº 530/2007) Art. o relator entender que a decisão é urgente. para suspender. § 2º . contados do recebimento do pedido.A representação deverá ser apresentada em três vias. deste Regimento. a eficácia da norma impugnada. sem prejuízo para o autor. o relator submeterá sua decisão à Corte Superior e. se a julgar insuficientemente instruída.

284 . para parecer. declarar-se-á a inconstitucionalidade ou a constitucionalidade da lei ou do ato normativo impugnado. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. . a juntada aos autos de cópia de acórdãos referentes a julgamentos anteriores relativos à mesma lei ou ato normativo.Recebidas as informações. o relator a despachará. para responder aos termos da ação.Estando em termos a petição inicial. que terá vista dos autos.§ 3º . 282 .Proclamada a constitucionalidade na forma do artigo anterior. o relator indeferirá a petição inicial.Designado dia para julgamento. 283 e 488 do Código de Processo Civil. Art.Se não for alcançada a maioria necessária à declaração de inconstitucionalidade ou de constitucionalidade. 281 . lançado o relatório aos autos.Verificando o relator que a petição inicial não preenche os requisitos exigidos nos arts. pelo prazo de quinze dias. Art. ou que apresenta defeitos ou irregularidades capazes de dificultar o julgamento de mérito. também. se num ou noutro sentido se tiver manifestado a maioria absoluta dos membros da Corte. Parágrafo único . nem superior a trinta.A petição inicial deverá conter os requisitos dos arts. ou a complete. Seção VIII Da Ação Rescisória Art. a intimação do Procurador-Geral de Justiça. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 4º . 288 .Retornando os autos da Procuradoria-Geral de Justiça. a representação.O relator comunicará ao órgão legislativo ou à autoridade administrativa de que tiver emanado a lei ou o ato normativo impugnado o conteúdo da decisão própria ou da Corte Superior. total ou parcialmente. 282 e 283 do Código de Processo Civil. 282. Art. assinando ao réu prazo nunca inferior a quinze dias. estando ausentes desembargadores em número que possa influir no julgamento.Efetuado o julgamento. Parágrafo único . Parágrafo único . o Cartório de Feitos Especiais remeterá cópia das peças essenciais a todos os membros da Corte Superior. (Parágrafo renumerado pela Resolução nº 530/2007) Art. este será suspenso. ordenando. determinará que o autor a emende. determinará sua dupla revisão. julgar-se-á improcedente a representação.Julgada procedente. remetendo-se cópia do acórdão à autoridade ou órgão competente. 287 . far-se-á comunicação. o relator.§ 3º .Se o autor não cumprir a diligência. Art. Art. findo o prazo de resposta. a fim de serem colhidos oportunamente os votos faltantes.O Cartório de Feitos Especiais providenciará. por quarenta e oito horas. caso existam. 283 . 286 . 285 . será aberta vista ao Procurador-Geral de Justiça. no prazo de cinco dias. ou de informação de sua não-existência. no prazo de dez dias.

neste caso nomeando perito e facultando às partes a indicação dos respectivos assistentes técnicos.Na sessão de julgamento.Se os fatos alegados pelas partes dependerem de prova. se necessário.Qualquer questão preliminar suscitada no julgamento será decidida antes do mérito.Parágrafo único . 294 .Concluída a instrução. sucessivamente. 289 . Parágrafo único . se o solicitar. do mesmo Código. a seguir. voltando os autos. e irão. o relator delegará competência a juiz de direito da comarca onde deva ser produzida. para razões finais no prazo de dez dias e. em igual prazo. Art.declarar a extinção do processo nos termos dos arts. Art. ao autor e ao réu.Ao Procurador-Geral de Justiça. os autos serão conclusos ao relator. 291 . no prazo de vinte dias. II. 292 . o presidente dará a palavra. Art. 290 . os devolverá ao Cartório de Feitos Especiais com o "visto" e pedido de designação de dia para o julgamento. após o relatório. o Cartório de Feitos Especiais remeterá a todos os desembargadores do respectivo grupo de câmaras cópias do relatório e do parecer do Procurador-Geral de Justiça. convertido em diligência.Versando a preliminar sobre nulidade que possa ser sanada.Findo o prazo legal para a resposta do réu. pelo prazo improrrogável de quinze minutos para cada um. decidir sobre a produção de prova e realização de exame pericial. para lançar relatório no prazo de trinta dias. para sustentação oral. Art. ao revisor que. Art. Art. Parágrafo único . o Cartório de Feitos Especiais fará conclusão dos autos ao relator. ao Procurador-Geral de Justiça para emitir parecer.Das decisões interlocutórias proferidas pelo relator caberá agravo.não se verificando a hipótese de extinção do processo. sucessivamente. a ser julgado pelo respectivo grupo de câmaras cíveis. 295 do Código de Processo Civil e quando não efetivado o depósito exigido pelo art. II . o julgamento será. . 267 e 269. deste não se conhecendo se incompatível com a decisão daquela. cabendo-lhe: I .Findos os prazos do artigo anterior. interposto no prazo de cinco dias. do Código de Processo Civil. 488. incisos II a V. ao autor e ao réu. Parágrafo único . ao relator.A petição inicial será indeferida nos casos previstos no art. será aberta vista dos autos. a seguir. Parágrafo único . para esse fim. 293 . fixando prazo de quarenta e cinco a noventa dias para a devolução dos autos. conceder-se-á igual prazo para falar depois das partes.Designado dia para julgamento.

se for o caso. em causas de competência originária do Tribunal. procedendo-se a nova distribuição entre seus componentes. no que for cabível. 298 . Parágrafo único .Julgando procedente a ação. no prazo de cinco dias.que se manifestem.Ao decidir o conflito. ou forem incompletos os documentos apresentados.em conflito positivo. seguir-se-ão a discussão e o julgamento. sempre que este permanecer no orgão julgador. o disposto nesta seção. § 1º . Seção X Do Processo de Execução Art. que os juízes sustem o andamento do processo. Parágrafo único .O conflito de atribuições entre autoridade judiciária e autoridade administrativa será processado e julgado observando-se.Os autos do processo do conflito serão apensados aos autos do processo em que se manifestou ele e serão remetidos ao juiz declarado competente. se houver. III . em caráter provisório.A execução. . Parágrafo único . o revisor e os vogais. se não houverem mencionado os motivos pelos quais se julgam ou não competentes. no prazo de cinco dias. a partir do revisor. Art. 296 . estes na ordem decrescente de antigüidade. 295 . pondo os autos em mesa.Apresentados os autos ao relator. 297 . se aquele não mais o integrar. o Tribunal declarará qual o juiz competente. ele mandará: I . II .Findo o debate. votando o relator. o Tribunal rescindirá a sentença ou o acórdão e proferirá. e não sendo caso de decisão de plano.que um dos juízes resolva. cabendo dessas decisões agravo regimental para o órgão prolator do acórdão exeqüendo. novo julgamento da causa. o relator mandará ouvir a Procuradoria-Geral de Justiça em quarenta e oito horas. com preferência para o revisor. as medidas urgentes.Instruído o processo ou findo o prazo sem que hajam sido prestadas as informações. para julgamento pela turma. Art. 299 . nos casos previstos em lei.Art. será requerida ao relator do acórdão. bem como decretar a sua extinção. pronunciando-se também sobre a validade de atos que tenham sido praticados pelo juiz incompetente.Ao relator é lícito delegar a prática de atos executivos a juiz de primeiro grau. Seção IX Do Conflito de Competência entre Juízes de Primeiro Grau Art. § 2º .Compete-lhe também decidir as questões incidentes do processo de execução. nos termos da lei processual.

O incidente de falsidade. pela forma que o interessado indicar. 303 . podendo delegá-los a juiz de primeiro grau.Em caso de declaração de inconstitucionalidade de ato normativo estadual.A medida cautelar incidente será requerida ao relator do processo e. 305 . pedida pela parte.Em se tratando de atentado. Art. Subseção II Do Incidente de Falsidade Art. a fim de que este e o incidente de falsidade sejam decididos numa só sessão. para processo e julgamento. § 1º .O relator suspenderá o julgamento do processo principal.No caso de declaração de inconstitucionalidade de ato normativo de município. 304 . Parágrafo único . Art. será julgado pelo órgão a que competir a decisão da causa principal. 301 .Das decisões interlocutórias do relator caberá agravo regimental. o incidente será suscitado perante o relator. Parágrafo único . o Presidente do Tribunal encaminhará a decisão à Assembléia Legislativa para os fins do inciso XXIX do art. § 3º . § 2º . estará sujeita a distribuição.A habilitação incidente será requerida ao relator.Tomada decisão de natureza urgente e passível de execução provisória. se preparatória. 300 . Parágrafo único . 302 . 62 da Constituição do Estado de Minas Gerais.O relator poderá delegar os atos da instrução a juiz de primeiro grau. Art. perante ele processada e por ele julgada. o relator comunicará o dispositivo da decisão à autoridade ou à pessoa a quem couber dar-lhe cumprimento. Subseção III Da Habilitação Incidente Art.Da decisão do relator caberá agravo regimental. competindo ao relator os atos de instrução. 306 . Seção XI Dos Processos Acessórios Subseção I Das Medidas Cautelares Art. . por decisão definitiva limitada ao texto da Constituição Estadual. que ordenará a remessa dos autos ao juízo que conheceu originariamente da causa principal. processado nos termos do Código de Processo Civil perante o relator do feito. a remessa será feita à respectiva Câmara Municipal.Das decisões interlocutórias do relator caberá agravo regimental. na forma estabelecida na lei processual civil.Art.O procedimento cautelar é o estabelecido na lei processual.

CAPÍTULO II DOS RECURSOS CÍVEIS CONTRA DECISÕES DE PRIMEIRO GRAU Seção I Da Apelação Art. 307 - Conclusos os autos ao relator, este, no prazo de quarenta e oito horas: I - determinará processamento do recurso; as diligências indispensáveis à regularização do

II - nomeará defensor ao vínculo, quando couber, determinando se lhe abra vista, antes da Procuradoria-Geral de Justiça; III - mandará abrir vista à Procuradoria-Geral de Justiça, se for o caso. Art. 308 - Não sendo caso de se proceder na forma do artigo anterior, ou já se tendo assim procedido, o relator examinará os autos e, no prazo de trinta dias, os restituirá ao cartório com relatório expondo os pontos controvertidos sobre que versar o recurso. Parágrafo único - Quando se tratar de apelação em processo de procedimento sumário, o relator terá o prazo de vinte dias para o relatório e, restituindo os autos ao cartório, pedirá a designação de dia para julgamento. Art. 309 - Salvo o disposto no parágrafo único do artigo anterior, devolvidos os autos ao cartório, serão conclusos ao revisor que, no prazo de vinte dias, neles aporá o seu "visto" e pedirá dia para julgamento, sendo eles incluídos na pauta da primeira sessão que se seguir à sua devolução ao cartório pelo revisor. Art. 310 - O julgamento da apelação será tomado pelo voto de três desembargadores, seguindo-se ao do relator o do revisor e o do vogal, observada a ordem de antigüidade. Art. 311 - A apelação e o agravo de instrumento interpostos no mesmo processo serão julgados na mesma sessão, e terá precedência o julgamento do agravo. Art. 312 - Qualquer questão preliminar suscitada no julgamento será decidida antes do mérito, se este for incompatível com a decisão daquela. Parágrafo único - Versando a preliminar sobre nulidade suprível, o Tribunal, havendo necessidade, converterá o julgamento em diligência, ordenando a remessa dos autos ao juiz, a fim de ser sanada a falha. Art. 313 - Rejeitada a preliminar, ou se com ela for compatível a apreciação do mérito, seguir-se-ão a discussão e o julgamento da matéria principal, sobre esta se pronunciando o desembargador vencido na preliminar. Art. 314 - Aplicam-se as regras desta seção aos julgamentos dos processos sujeitos ao duplo grau de jurisdição.

Seção II Do Agravo Art. 315 - O agravo será distribuído no dia de seu recebimento no protocolo, e, no dia seguinte à distribuição, conclusos os respectivos autos ao relator, que poderá, por despacho, indeferi-lo, se manifestamente improcedente. § 1º - Havendo requerimento de suspensão do ato agravado, a conclusão far-se-á no mesmo dia da distribuição. § 2º - No caso de o relator determinar a requisição de informações, com ou sem a suspensão liminar, poderá, também, determinar ao juiz que notifique, nos autos do processo principal, o advogado do agravado, para se manifestar, no prazo de dez dias. Art. 316 - Concluída a instrução do processo, nos termos do art. 527 do Código de Processo Civil, o relator examinará os autos e, no prazo de quinze dias, neles lançará relatório e os devolverá ao cartório, com pedido de designação de dia para julgamento. Parágrafo único - Em matéria de falência, o prazo referido neste artigo será de dez dias. Art. 317 - O julgamento do agravo será tomado pelo voto de três desembargadores, seguindo-se ao do relator os dos dois desembargadores que o sucederem na ordem de antigüidade. CAPÍTULO III DOS RECURSOS CÍVEIS CONTRA DECISÃO DE ÓRGÃO DO TRIBUNAL Seção I Dos Recursos contra Acórdão Art. 318 - Contra acórdão poderão ser opostos: I - embargos infringentes; II - embargos de declaração. Art. 319 - O recorrente poderá, a qualquer tempo, independentemente de anuência do recorrido ou do litisconsorte, desistir do recurso interposto. Subseção I Dos Embargos Infringentes Art. 320 - Cabem embargos infringentes quando o acórdão não unânime houver reformado, em grau de apelação, a sentença de mérito, ou tiver julgado procedente ação rescisória. § 1º - Se o desacordo for parcial, os embargos serão restritos à matéria objeto da divergência.

§ 2º - Interpostos embargos infringentes, sendo comum para as partes o prazo de interposição, a eles só será dado andamento depois do término do referido prazo. Art. 321 - Os embargos serão interpostos por petição fundamentada e entregue no protocolo do Tribunal, juntamente com o comprovante de recolhimento do preparo correspondente, se for o caso. Parágrafo único - O cartório, juntando a petição, abrirá vista ao embargado, para contra-razões, após o que fará os autos conclusos ao relator do acórdão embargado, a fim de que aprecie o cabimento do recurso. Art. 322 - Se não for caso de embargos, o relator os indeferirá de plano. § 1º - Desse despacho caberá agravo para o órgão competente para o julgamento dos embargos. § 2º - O agravo poderá ser interposto dentro de cinco dias, contados da publicação do despacho no órgão oficial. § 3º - O relator porá o agravo em mesa, para julgamento, na primeira sessão seguinte, não participando da votação. Art. 323 - Admitidos os embargos, proceder-se-à ao sorteio de novo relator. Parágrafo único - A escolha do relator recairá, quando possível, em desembargador que não haja participado do julgamento da apelação ou da ação rescisória. Art. 324 - Sorteado o relator, serão os autos a ele conclusos e, se for o caso, será ouvida a Procuradoria-Geral de Justiça. Parágrafo único - Lançado relatório nos autos, feita a revisão e pedido dia para julgamento, remeter-se-ão cópias do acórdão embargado, da petição de embargos, do parecer da Procuradoria-Geral de Justiça, se houver, e do relatório aos desembargadores vogais, seguindo-se o julgamento. Subseção II Dos Embargos de Declaração Art. 325 - Cabem embargos de declaração quando: I - houver no acórdão obscuridade ou contradição; II - for omitido ponto sobre o qual devia pronunciar-se o Tribunal. Art. 326 - Os embargos serão opostos, no prazo de cinco dias da data da publicação do acórdão, em petição dirigida ao relator, na qual será indicado o ponto obscuro, contraditório ou omisso. Parágrafo único - Juntada a petição, serão os autos imediatamente conclusos ao relator.

§ 2º . Subseção II Do Agravo Regimental contra Decisão do Relator .Art. Art. o relator lançará relatório nos autos e pedirá dia para julgamento.Caberá agravo regimental contra decisão do Presidente que ordenar a suspensão de execução de liminar ou de sentença concessiva de mandado de segurança.Das decisões proferidas em processos jurisdicionais pelo Presidente. 330 . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 332 . 328 .Distribuído o agravo. § 1º . ação popular e ação cautelar movidas contra o Poder Público e seus agentes. condicionada ao depósito do valor respectivo. declarando que o são. na primeira sessão seguinte. na forma da lei processual. 329 . 327 .Os embargos de declaração interrompem o prazo para a interposição de outros recursos por qualquer das partes.O relator porá os autos em mesa para julgamento. pelo Primeiro Vice-Presidente ou pelo Terceiro Vice-Presidente do Tribunal. bem como da decisão proferida nos pedidos de suspensão de liminares na ação popular e na ação civil pública. caberá agravo.O cartório enviará aos vogais cópias da decisão agravada e do relatório.O agravo será interposto para a Corte Superior e processado nos próprios autos em que proferido o despacho agravado. Parágrafo único .Na reiteração de embargos protelatórios. Subseção I Do Agravo Regimental contra Decisão do Presidente Art. bem como pelo relator do feito. bem como da decisão proferida em pedidos de suspensão de execução de tutela antecipada deferidas nas demais ações movidas contra o Poder Público e seus agentes. Seção II Do Recurso contra Decisões Monocráticas Art. participando da votação. Art. 331 .Das decisões proferidas em processos jurisdicionais pelo Presidente ou pelo Primeiro Vice-Presidente do Tribunal. 330 . na forma da lei processual. a multa será elevada. 329 . bem como pelo relator do feito.Quando manifestamente protelatórios os embargos de declaração. caberá agravo. ação civil pública. até o limite de dez por cento do valor da causa. por parte do embargante. condenará o embargante a pagar ao embargado multa não excedente a um por cento do valor da causa. ficando a interposição de qualquer outro recurso. o Tribunal. Art.Caberá agravo contra decisão do Presidente que deferir ou indeferir pedidos de suspensão de execução de liminar ou de sentenças proferidas em mandado de segurança. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.

obrigatoriamente. previstos no art. a petição de agravo será juntada aos autos.O precatório somente será processado e terá ordenado o seu pagamento quando atendidos os seguintes requisitos: I . f) certidão de inexistência de impugnação à expedição do requisitório. em casos de execuções dessa natureza. se existentes. se houver. 334 . deverão ser apresentados o último termo de inventariante e a procuração deste ao advogado que o representará.reconsiderar a decisão agravada. e apreciada pelo relator. ou.estar fundado em sentença líquida.Interpõe-se o agravo para a Corte Superior. 335 . instruído com as seguintes peças: a) sentença condenatória e de liquidação. rejeição por sentença transitada em julgado. com trânsito em julgado.Protocolada.levar o agravo a julgamento pelo órgão competente.Art. outorgadas aos advogados por todos os credores. Art. que poderá: I . CAPÍTULO IV DOS PRECATÓRIOS EM EXECUÇÃO CONTRA A FAZENDA PÚBLICA Art. d) cálculo da liquidação ou do laudo de arbitramento e cálculo da última atualização. ainda.estar o precatório. IV . se não tiver . CPF e endereço. ou cópias autenticadas dos títulos executivos extrajudiciais. para grupo de câmaras ou para câmara isolada. quando oferecidos. 730. o seguinte: 1) em caso de espólio. com a indicação se podem atuar em conjunto ou separadamente. do Código de Processo Civil. II . se houver. de que constem nomes legíveis. caput. ou por seu substituto legal. com pedido de dia. 333 . com a respectiva certidão de trânsito em julgado. ou sentença de liquidação. III . referente à parte incontroversa do valor da execução. ou. nos termos da lei e deste Regimento. c) certidão de trânsito em julgado da sentença ou do acórdão. e) certidão de inexistência de embargos à execução (art. conforme o caso.inexistência de embargos à execução. CPC) ou sentença de rejeição deles. b) acórdão e notas taquigráficas. número de inscrição na OAB. II . g) procurações com firma reconhecida. observando-se.ser apresentado em duas vias autenticadas pelo escrivão da Secretaria do Juízo da Execução. 730. independentemente de despacho. computando-se sua decisão como voto. elaborando sucinto relatório. poderes especiais para receber e dar quitação.

g) nomes. c) se se trata de precatório complementar. o termo de nomeação do curador e a procuração outorgada pelo curador ao advogado constituído. 337 . nome da partes. com relação das peças faltantes. e) nome da entidade devedora.conter o ofício requisitório as seguintes indicações: a) identificação da ação de que resultou o crédito. será ele numerado. § 2º . § 3º . dos advogados dos credores. 336 . será ele protocolado e remetido à Coordenadoria de Precatórios.Estando o precatório regular e instruído com todas as peças necessárias.Retornando o precatório ao Tribunal. por extenso. ficará ele sujeito a novo registro de protocolo e ao processamento estabelecido nos artigos anteriores. por extenso. a relação de todos os sucessores com as respectivas procurações. comarca e vara em que tramitou. i) subscrição pelo escrivão do feito. h) data da expedição do precatório. terá o precatório numeração própria e será processado conforme o disposto nos parágrafos do artigo anterior. d) nome. devidamente habilitados. número do processo. Art. . data da petição inicial. com valores expressos em moeda corrente. para regularização. j) assinatura do juiz.Em se tratando de crédito de natureza alimentar. deverão ser apresentados o termo de interdição. para levantamento do crédito. 2) em se tratando de credor interditado. de todos os credores. § 1º . a ser consignado ao Poder Judiciário. com ordenamento crescente e numeração própria para cada entidade devedora. Art.havido a abertura do inventário. f) total da importância do crédito a ser requisitado. a Coordenadoria de Precatórios o devolverá ao juiz deprecante. V .Apresentado o precatório no Tribunal. de acordo com a última atualização. b) se se trata de crédito de natureza alimentar.Não estando o precatório devidamente instruído com todas as peças necessárias ao seu regular processamento. e o Presidente determinará a requisição de numerário.

deverá entidade devedora comunicar o fato imediatamente ao Presidente do Tribunal. com a nova .Caso o depósito se tenha feito com quebra da ordem de registro dos precatórios. Art. Art. Art.Não caberão. mediante requerimento do juiz. será visado pelo titular da Coordenadoria de Precatórios. Uma vez efetivado o depósito para quitação do débito. fato que dependerá de autorização da Presidência.O Presidente do Tribunal poderá baixar atos normativos. assinado pelo Presidente do Tribunal de Justiça e liberado para o conseqüente recebimento pelo procurador do credor. o pagamento não se fará. com a numeração própria.Se o precatório tiver sido numerado anteriormente na ordem cronológica dos não-alimentares. § 1º .A efetivação do depósito. por meio de procurador com poderes especiais para receber e dar quitação. serão registrados e processados. § 3º . 100.Compete ao Presidente do Tribunal de Justiça a emissão do Alvará de Autorização de Recebimento dos valores do Precatório Judiciário. o respectivo alvará. e o Presidente do Tribunal determinará à autoridade da entidade devedora. § 4º .Para cumprimento do prazo estabelecido no art. Art. discussões de mérito.No levantamento do alvará de autorização de pagamento. enviando cópia reprográfica do recibo do depósito. da Constituição da República. o Departamento de Tesouraria fará comunicação do fato ao juízo que expediu o precatório. 340 . na ordem cronológica regular. salvo nos casos em que for conveniente a transferência da titularidade do crédito ao juízo da execução. permanecer sobrestado o precatório. explicitando procedimentos adequados ao pronto e fiel cumprimento do disposto nesta Seção. consignado ao Poder Judiciário. com o envio da ordem de pagamento às entidades devedoras. 341 . o credor dará recibo. os precatórios protocolados na Secretaria do Tribunal de Justiça até o dia 1º de julho de cada ano. mediante requerimento do credor. 100 da Constituição da República. para que seja ela juntada aos autos da ação originária. Art. por meio de seu procurador. e o pagamento serão averbados pelo Departamento de Tesouraria. inclusive. enquanto isso. que será juntado ao precatório. será cancelado e renumerado. após conferência pelo Departamento de Tesouraria. será expedido. para exata aplicação do art. como de natureza alimentar. Parágrafo único.Feito o depósito do valor requisitado. 338 . § 5º . 342 . § 1º. retornando à sua ordem original.Após o cumprimento do disposto no § 5º do artigo anterior. por meio da Coordenadoria de Precatórios. § 2º . que deverão ser resolvidas no juízo de origem. nos autos de precatório. 339 .Parágrafo único . tão logo sejam resolvidas as questões suscitadas. a efetivação do depósito ou dos depósitos necessários ao pagamento dos precatórios anteriores. podendo.O alvará. para a inclusão dos respectivos valores no orçamento financeiro do ano seguinte.

na segunda situação prevista no artigo anterior. Parágrafo único . será ele. e no art. ter acesso a tais autos. 35. remeterá os autos ao Supremo Tribunal Federal ou ao Superior Tribunal de Justiça. quando manifestamente infundado. os membros do Órgão darão seus votos em escrutínio reservado. 34. o Presidente do Tribunal fará exposição oral e.Vencido o prazo previsto no caput deste artigo. cabendo agravo regimental dessa decisão. 347 . Art. poderá definir quais atos judiciais da intervenção devam correr em segredo de justiça. . com fundamento no art. 345 .se o considerar manifestamente improcedente. por um deles expressamente autorizado. § 2º .O pedido de intervenção federal. 343 . CAPÍTULO VI DA INTERVENÇÃO EM MUNICÍPIO Art.A Corte Superior. entretanto. com as informações e peças fornecidas pelo órgão competente da Secretaria.redação dada pela Emenda Constitucional nº 30. de ofício ou.A Corte Superior decidirá sobre o pedido de intervenção e.Na primeira sessão da Corte Superior que se seguir à remessa. após decisão da Corte Superior.Não será dada vista de autos de precatórios fora do setor respectivo. por motivo de interesse público. da Constituição da República. no prazo de cinco dias. quando se tratar de coação contra órgão do Poder Judiciário do Estado ou de descumprimento de ordem ou decisão deste. inciso IV. do art. 730 do Código de Processo Civil. o credor. 348 . de acordo com a respectiva competência. que: I . com fundamento no art. 346 . instaurará o procedimento de intervenção. determinará seja ouvido o Governador do Estado. 344 .O Presidente do Tribunal poderá arquivar o pedido. a pedido do interessado. ao Supremo Tribunal Federal ou ao Superior Tribunal de Justiça.Apresentado pedido de intervenção em município. incisos IV e VI. será feito. da Constituição da República. pelo Presidente do Tribunal de Justiça. e mandará suprir eventual deficiência de prova. Art. agravo regimental para a Corte Superior. cabendo. dessa decisão. apresentado ao Presidente do Tribunal. podendo. CAPÍTULO V DA INTERVENÇÃO FEDERAL NO ESTADO Art. mediante Portaria circunstanciada. 184 da Constituição do Estado. quando o julgar procedente. seu procurador legalmente constituído ou terceiro. § 1º .O Presidente do Tribunal. após os debates. determinará o seu arquivamento. no prazo de cinco dias. Art. no prazo de quinze dias. se necessário. 163 da Constituição do Estado de Minas Gerais e do art. serão remetidas cópias das peças do procedimento aos desembargadores que devam decidir a questão. para consulta ou extração de cópias. Art.

Art. serão os autos remetidos à Procuradoria-Geral de Justiça. julgará extinto o processo e determinará o seu arquivamento. Art. a representação para a intervenção em município. Art. o Procurador-Geral de Justiça e o procurador do município. pelo Procurador-Geral de Justiça. Art.II . ou vencido o prazo das informações sem a sua apresentação. 349 . pelo Presidente.Julgada procedente a representação. por quinze minutos. o Presidente do Tribunal comunicará a decisão ao Governador do Estado. à autoridade indicada como responsável pela infração constitucional. no prazo de trinta dias. o dia para o julgamento. Art. para que seja decretada a intervenção. 356 . a requerimento do Procurador-Geral de Justiça e mediante despacho fundamentado. ouvido o Procurador-Geral de Justiça e manifestando-se ele favoravelmente. Art. se já decretada. para parecer. 354 . mediante publicação no “Diário do Judiciário”. Parágrafo único .Designado. se for o caso. solicitando que não se decrete a intervenção. será ela autuada e distribuída na Corte Superior. Art. se isso ainda não foi feito.Ocorrendo a hipótese prevista neste artigo após o julgamento da representação e antes da comunicação prevista no artigo anterior. Art. ou que seja ela sustada.Oferecida. o relator.O relator. CAPÍTULO VII DA CARTA DE SENTENÇA CÍVEL . 355 . conhecimento da designação.se não o considerar manifestamente improcedente.Ocorrendo aquela hipótese após a comunicação de que trata o artigo anterior. cabendo ao relator tomar as providências que lhe parecerem adequadas para remover. 351 .Inviáveis ou frustradas as providências previstas no artigo anterior. o relator solicitará dia para julgamento da representação.Poderão pronunciar sustentação oral. 353 . remeter-se-ão aos julgadores cópias das peças indicadas pelo relator e dar-se-á aos interessados. o relator requisitará informações. poderá suspender o ato impugnado. 352 . administrativamente. para oferecimento de representação. a causa do pedido. § 1º .Com o parecer da Procuradoria-Geral de Justiça. § 2º .Apresentadas as informações.Cessando o motivo da intervenção antes do julgamento da representação. no prazo de quinze dias. o Presidente do Tribunal comunicará o fato ao Governador do Estado. 350 . não será ela feita. em despacho fundamentado. determinará sua remessa à Procuradoria-Geral de Justiça.

Requerida carta de sentença. VI . 360 . autorizar ou não o prosseguimento das investigações. antes de subirem os autos. a critério da Corte Superior. X .Quando. . somente será ela extraída após decorridos todos os prazos recursais neste Tribunal e se os autos tiverem que ser remetidos aos tribunais superiores. IX .petições de recursos especiais e extraordinários.certidões de publicação de súmulas de acórdãos.Art.certidões de publicação de remessa de autos aos tribunais superiores. 358 . XI .Pagas pelo requerente as despesas com sua extração. § 1º .certidões de publicação de súmulas dos despachos de manutenção dos despachos agravados. a carta de sentença conterá cópias das peças por ele indicadas.Autorizado o prosseguimento das investigações.acórdãos. 357 . das seguintes peças: I . no curso de investigação. o cartório por onde tramita o feito terá o prazo de quinze dias para a extração da carta de sentença. ou em qualquer outro expediente. 590 do Código de Processo Civil e.pareceres da Procuradoria-Geral de Justiça.Não será extraída no Tribunal carta de sentença de primeiro grau de jurisdição.Configurada a hipótese prevista neste artigo. XII . II . cabendo à Corte Superior.certidões de publicação de súmulas de despachos de admissibilidade. 359 . 521 e 589 do Código de Processo Civil.petições de apelação. na primeira sessão. Parágrafo único . IV . a autoridade policial ou a autoridade competente remeterá os respectivos autos ou peças informativas ao Tribunal de Justiça.petições de agravos de instrumento para os tribunais superiores.despachos de admissibilidade de recursos especiais e extraordinários. conforme o disposto nos arts.despachos de manutenção dos despachos agravados. VII . V . essas serão realizadas pela Corregedoria-Geral de Justiça ou pela autoridade policial. das expressamente determinadas no art. se houver. (Artigo revogado pela Resolução nº 609/2009) Art.relatórios. devendo a parte requerê-la no juízo de origem. VIII . XIII .certidões de sobrestamento de remessa de autos aos tribunais superiores. houver indício da prática de crime de ação pública por magistrado. (Artigo revogado pela Resolução nº 609/2009) TÍTULO II DOS PROCEDIMENTOS DA JURISDIÇÃO CRIMINAL CAPÍTULO I DOS PROCEDIMENTOS CRIMINAIS DE COMPETÊNCIA ORIGINÁRIA Seção I Do Inquérito contra Magistrado Art. (Artigo revogado pela Resolução nº 609/2009) Art. III .

Nos crimes de ação penal pública.determinar o arquivamento do inquérito ou das peças informativas.Concluídas as investigações e recebidos no Tribunal os autos do inquérito ou as peças informativas. far-se-á a notificação do acusado para oferecer resposta no prazo de quinze dias. salvo se o relator. escolhido na forma regimental. prosseguindo-se na forma dos arts. § 3º . ou se criar ele dificuldades para que o oficial cumpra a diligência. Art. com interrupção do prazo deste artigo. serão entregues ao acusado cópia da denúncia ou da queixa. ao deferi-las. do despacho do relator e dos documentos por ele indicados. que se realizará segundo o disposto no Código de Processo Penal. II . § 2º .Se o indiciado estiver preso: I . 361 e seguintes deste Regimento.§ 2º . 363 . e neste Regimento. serão eles autuados e distribuídos como processo criminal de competência originária. Parágrafo único . § 1º .decretar a extinção da punibilidade. § 1º .O relator terá as atribuições que a legislação processual confere aos juízes singulares.Se desconhecido o paradeiro do acusado. 362 . Art. proceder-se-á a sua notificação por edital. II . 361 . o Ministério Público terá o prazo de quinze dias para oferecer denúncia ou pedir o arquivamento do inquérito ou das peças informativas. 364 . Art. quando o requerer o Ministério Público. determinar o relaxamento da prisão.Com a notificação. será o juiz da instrução. no que for aplicável.o prazo para oferecimento da denúncia será de cinco dias. ou submeter o requerimento à decisão do órgão competente do Tribunal. Seção ll Da Ação Penal Subseção I Do Recebimento da Denúncia ou da Queixa Art.as diligências complementares não interromperão o prazo.O edital previsto no parágrafo anterior conterá o teor resumido da acusação e assinará ao acusado o prazo de cinco dias para que compareça ao Tribunal.Compete ao relator: I . .Diligências complementares poderão ser deferidas pelo relator.O relator.Apresentada a denúncia ou a queixa ao Tribunal. nos casos previstos em lei. § 2º .

não sendo caso do disposto no artigo anterior. 372 . Art. Art. § 2º . o Tribunal. 367 . no que couber. 365 .Recebida a denúncia ou a queixa. o relator pedirá dia para que o Tribunal delibere sobre o recebimento ou a rejeição da denúncia ou da queixa.O relator poderá delegar a realização do interrogatório ou de outro ato da instrução a juiz ou membro de tribunal com competência territorial no local de cumprimento da carta de ordem. o Tribunal passará a deliberar. depois à defesa. poderá julgar improcedente a acusação. apresentarem.O prazo para defesa prévia será de cinco dias. alegações escritas. para requerimento de diligências no prazo de cinco dias.No julgamento de que trata este artigo. se a decisão não depender de outras provas. primeiro à acusação. ou somente a esses. § 2º .A seguir. o Ministério Público. a fim de apresentar a resposta prevista neste artigo.Concluída a inquirição de testemunhas. Art. serão intimadas a acusação e a defesa.A instrução obedecerá. com a resposta. o relator designará dia e hora para o interrogatório.Recebida a denúncia ou a queixa. .Encerrados os debates. as intimações poderão ser feitas por carta registrada com aviso de recebimento. Parágrafo único . § 1º .Na ação penal de iniciativa privada. será intimada a parte contrária para sobre eles se manifestar. forem apresentados novos documentos. mandando citar o acusado ou querelado e intimar o órgão do Ministério Público. se for o caso. 371 . em igual prazo.Se. bem como o querelante ou o assistente.Poderá o relator. se o interesse público o exigir. § 1º . determinar as diligências que entenda necessárias.Por expressa determinação do relator. será ouvido. Art. 369 . contado do interrogatório ou da intimação do defensor dativo. Art. no prazo de quinze dias. de ofício. Art.§ 4º . terá ele vista dos autos pelo prazo de quinze dias. 366 .Comparecendo o acusado. 370 . será facultada sustentação oral pelo prazo de quinze minutos. Art. ao procedimento comum do Código de Processo Penal. sucessivamente. 368 . serão intimadas a acusação e a defesa para. Subseção II Da Instrução e do Julgamento Art. no prazo de cinco dias.Realizadas as diligências. podendo o presidente limitar a presença no recinto às partes e seus advogados. ou não sendo elas requeridas nem determinadas pelo relator. Parágrafo único .

prazo de uma hora para sustentação oral. após as alegações escritas.O requerimento será instruído com certidão de haver passado em julgado a sentença condenatória e comprovação do fato alegado.§ 1º . caberá recurso para o Grupo de Câmaras Criminais ou para a Corte Superior. conforme o caso.Finda a instrução. II . § 2º . no prazo de cinco dias a contar de sua publicação.A revisão dos processos findos.O relator poderá. Art. proceder-se-á.a acusação e a defesa terão. o Ministério Público terá vista. 373 . salvo em caso de conexão. o Tribunal passará a proferir o julgamento. Art.É vedada a revisão conjunta dos processos. § 2º . § 2º . bem como o dos réus.Contra o indeferimento liminar. ou somente a esses.Na ação penal de iniciativa privada. será processada segundo os termos deste Regimento.Será comum o prazo do acusador e do assistente. por igual prazo. como admitida no Código de Processo Penal.O requerimento será distribuído a desembargador que não tenha pronunciado decisão em qualquer fase do processo. .encerrados os debates. § 1º . § 3º . indeferi-lo-á. podendo o presidente limitar a presença no recinto às partes e seus advogados. 375 .O relator poderá determinar o apensamento dos autos originais e qualquer outra diligência que julgar conveniente. determinar de ofício a realização de provas reputadas imprescindíveis para o julgamento da causa. sucessivamente. cabendo recurso desse despacho. todos serão distribuídos ao mesmo relator.Se o relator julgar insuficientemente instruído o pedido e inconveniente ao interesse da Justiça que se apensem os autos originais. 374 . Parágrafo único . § 1º . Art. assegurado ao assistente um quarto do tempo da acusação. após as alegações das partes. nessa ordem. na conformidade do § 4º do art. que mandará reuni-los em um só processo. se o interesse público o exigir. § 3º . Seção III Da Revisão Criminal Art. 625 do Código de Processo Penal.Sempre que existir mais de um pedido de revisão do mesmo réu.Interposto o recurso. 376 . observando-se o seguinte: I . o Tribunal procederá ao julgamento.

Quando.Julgado o pedido. § 5º . o relator oficiará à autoridade indigitada coatora. Art. . será distribuída e encaminhada o cartório competente. § 6º . logo após o trânsito em julgado. conforme o caso. Art. § 2º . Art.se a acusação houver sido meramente privada.Retornando os autos da Procuradoria-Geral de Justiça. Art. 379 . registro e anotações necessárias. Art. § 3º . 380 . após conferência. que dará parecer. usando da palavra aquele em primeiro lugar.se o erro ou a injustiça da condenação proceder de ato ou falta imputável ao próprio requerente.Apresentada em duas vias. ao juiz da execução. serão os autos conclusos ao relator que os colocará em mesa para julgamento na sessão imediata da Câmara. serão examinados. contados da data do julgamento. falecer a pessoa cuja condenação houver de ser revista. na sessão que o presidente designar. § 1º . o presidente nomeará curador para a defesa. remeter-se-á o processo à Procuradoria-Geral de Justiça. responderá o Estado ou aqueles que tiverem dado causa ao prejuízo. admitir-se-á sustentação oral. II .Pela indenização. se o interessado o requerer.A indenização não será devida: I . na Coordenação de Protocolo e Expedição Judicial. a petição.Com o parecer.Na sessão de julgamento. 378 . requisitando-lhe informações dentro do prazo de quarenta e oito horas a dez dias. pelo prazo de quarenta e oito horas.Juntadas aos autos informações sobre a existência de outros processos de interesse do paciente. Parágrafo único . que será liquidada em juízo civil.§ 4º . se houver.Se o requerimento não for indeferido liminarmente. sucessivamente.O Tribunal. 377 . 381 . por parte do réu e do Procurador-Geral de Justiça. pelo relator e pelo revisor. ou sem ele. no prazo de dez dias. abrir-se-á vista dos autos ao Procurador-Geral de Justiça. 382 . Seção IV Do Habeas Corpus Art. sendo a decisão modificativa da sentença.Prestadas ou não as informações. no curso de revisão. remeter-se-ão os autos. será o acórdão publicado no prazo de quinze dias. no prazo de dez dias para cada um. por quinze minutos. poderá reconhecer-lhe direito a justa indenização de prejuízo sofrido.Juntar-se-á ao processo original cópia do acórdão que julgar a revisão e. como a confissão ou a ocultação de prova em seu poder.

389 . Parágrafo único . Art.O relator poderá determinar diligência.Se o paciente estiver preso em lugar que não o da sede do Tribunal.Concedida a ordem por excesso de prazo. Art.Conforme o caso e a critério do relator. 385 . 386 . por quinze minutos. poderá ser ordenada sua apresentação. na comunicação. marcando prazo razoável para o seu cumprimento. o alvará de soltura será expedido por telegrama. qualquer dos membros da turma julgadora poderá determinar a comunicação do fato.Nenhum motivo escusará a apresentação do paciente.Estando preso o paciente. serão remetidas ao Ministério Público cópias das peças necessárias para ser promovida a responsabilidade da autoridade coatora.§ 1º . .Concedida a ordem por excesso de prazo derivado de morosidade judicial.Em caso de desobediência. Art. Parágrafo único .Os recursos das decisões que concederem ou denegarem habeas corpus em primeiro grau serão processados e julgados na conformidade das regras disciplinadoras de habeas corpus originário.Na sessão de julgamento admitir-se-á sustentação oral. § 2º . deverá a autoridade coatora anexar às suas informações atestado firmado pelo médico que estiver fazendo o atendimento. expedir-se-á mandado de prisão contra o detentor. será o fato comunicado à Corregedoria-Geral de Justiça. Parágrafo único . apondo o servidor que o expedir seu nome e número de matrícula. e o relator providenciará para que o paciente seja apresentado. houver determinado a coação. que tenha ocorrido por morosidade judicial. expedir-se-á imediatamente o alvará de soltura. com cópias do acórdão e dos votos proferidos. 386 . por má fé ou evidente abuso de poder. será condenada nas custas. 388 . o julgamento poderá ser feito na sessão seguinte. 383 . à Corregedoria-Geral de Justiça. ou não se encontrar sob a guarda da pessoa a quem se atribuir a detenção. acompanhada a comunicação de cópias do acórdão e dos votos proferidos. 387 . Art. Art. Parágrafo único . usando da palavra aquele em primeiro lugar. Art. telex ou fax. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.Concedida a ordem. salvo se estiver gravemente enfermo.Nesse caso. 384 .Se a ausência for por motivo de saúde. por parte do impetrante ou seu procurador e pelo Procurador de Justiça. que será processado. Art. em dia e hora designados.Ordenada a soltura do paciente. a autoridade que.

o relator requisitará informação às autoridades em conflito.Não sendo o desaforamento requerido pelo Procurador-Geral de Justiça. 393 . se o conflito for positivo. Art. Seção VI Dos Processos Acessórios Subseção I Do Desaforamento Art. § 1º . as necessárias cópias autenticadas.O desaforamento. de que trata o art. 391 . § 5º . serão remetidas às autoridades interessadas.Não sendo o desaforamento requerido pelo réu. .Verificado que já cessou a violência ou coação ilegal.Expedida ou não a ordem de sobrestamento. § 3º . qualquer que ela seja.Distribuído o feito. no prazo de quinze dias. Seção V Do Conflito de Competência entre Juízes de Primeiro Grau Art. admitir-se-á sustentação oral. 390 . ou de seu defensor constituído. 424 do Código de Processo Penal. 112 a 117 do Código de Processo Penal. § 4º . para ser juntada ao respectivo processo. e 115 e 116 do Código de Processo Civil. 392 . para execução.Art. a este será facultado contrariar o pedido. contados de sua notificação pessoal. podendo o relator requisitar os autos. os juízes poderão suscitá-lo nos próprios autos do processo. § 3º .Quando negativo o conflito.O conflito será suscitado na conformidade dos arts. § 6º . § 2º . salvo se a instrução do feito depender de diligência. § 1º . será ele ouvido no prazo de cinco dias.Lavrado o acórdão. remetendo-lhes reprodução autenticada do requerimento ou da representação.Será imediatamente enviada cópia da decisão. o relator julgará prejudicado o pedido. pelo defensor constituído do réu e pelo Procurador-Geral de Justiça. usando da palavra aquele em primeiro lugar.Recebidas as informações e ouvida a Procuradoria-Geral de Justiça. o conflito será decidido na primeira sessão.Na sessão de julgamento.As informações serão prestadas no prazo de cinco dias. por quinze minutos. § 2º . ou quando houver desistência expressa. o relator poderá determinar se suspenda o andamento do processo. terá o mesmo processamento do habeas corpus originário.

submetido ao presidente do órgão ou câmara a que pertencer. Subseção V Do Sobrestamento Art.Subseção II Da Fiança Art. Art. Parágrafo único . devidamente aberto. 395 . expedirá alvará de soltura. 396 . ou proferida em grau de apelação. em cada cartório. verificando o relator que o réu já cumpriu a pena que lhe foi imposta e desde que inexista recurso da acusação. assinado pelo relator.O alvará poderá ser expedido por via postal ou telegráfica.O incidente de falsidade será processado perante o relator. na conformidade do Código de Processo Penal. a sentença condenatória. salvo na hipótese de cumprimento da pena em liberdade ou em regime aberto. 397 .A habilitação será requerida ao relator e perante ele processada. um livro especial para os termos de fiança. na forma estabelecida na lei processual. Seção VII Da Execução do Acórdão Art.Mantida.Em caso de absolvição confirmada. apondo o servidor expedidor seu nome e número de matrícula. Art. logo após o julgamento.O livro a que se refere o artigo será. Subseção III Da Falsidade Documental Art. nos termos da legislação processual penal. mandará colocá-lo em liberdade. à comunicação. o cartório criminal. 399 . Seção VIII Dos Incidentes da Execução Subseção I Da Suspensão Condicional da Pena . Subseção IV Da Habilitação de Assistente do Ministério Público Art. por unanimidade.Durante o processamento de recurso. Parágrafo único . logo após o julgamento. ou reformada.O relator poderá sobrestar o processo nos casos previstos na legislação processual. expedindo-se alvará de soltura. o relator. por unanimidade. rubricado e encerrado pelo gerente do cartório. 394 . até o primeiro dia útil de fevereiro de cada ano. dando-se conhecimento imediato ao juiz competente. 398 .Haverá. 400 . determinará a expedição de mandado de prisão. a absolutória.

do Código de Processo Penal. § 3º .O livramento condicional poderá ser concedido mediante requerimento do sentenciado. § 2º .Na hipótese prevista no parágrafo anterior. deverá pronunciar-se sobre a suspensão condicional da pena. CAPÍTULO II DOS RECURSOS CRIMINAIS CONTRA DECISÕES DE PRIMEIRO GRAU Seção I Da Apelação Art. . fiscalizados. manifestar a pretensão de arrazoar na superior instância. ou nos processos de sua competência originária. se não for efetuado o preparo. a suspensão. sempre mediante decisão fundamentada. 403 .Quando o apelante. 703 do Código de Processo Penal. 696.O acórdão que conceder. 401 .Protocolados. com recurso da decisão para o órgão colegiado competente. o cartório. e em cinco dias. abrirá vista às partes. 734 e seguintes do Código de Processo Penal. incisos I e II. cabendo da decisão recurso de agravo regimental para o órgão colegiado competente. se apelada a Justiça Pública. bem como para emitir parecer. que declarará a deserção. pelo prazo legal. sendo o incidente julgado pelo relator. ou por iniciativa do Conselho Penitenciário. do seu cônjuge ou de parente em linha reta. o indulto ou a anistia. funcionando como juiz o relator. § 1º .Art. proceder-se-á na forma dos arts. no prazo de dez dias. Parágrafo único . bem como por proposta do diretor do estabelecimento penal.O Tribunal. se preso. Subseção III Da Graça. do Indulto e da Anistia Art. conferidos e cadastrados. no ato da interposição do recurso.Na hipótese prevista no parágrafo anterior. dar-se-á vista dos autos à Procuradoria-Geral de Justiça para contra-razões. 404 . Subseção II Do Livramento Condicional Art. estabelecerá as suas condições e designará o juiz que deverá presidir a audiência a que se refere o art. sempre que de sua decisão. originariamente ou em grau de recurso. antes de remeter os autos à Procuradoria-Geral de Justiça. 405 .Poderá o condenado recusar a comutação da pena. os autos serão remetidos à Procuradoria-Geral de Justiça para emitir parecer. se em liberdade o réu. será o processo imediatamente distribuído e conclusos os autos ao relator sorteado. resultar a concorrência dos requisitos do art.Concedida a graça. 402 . concedendo-a ou denegando-a. Art.

Parágrafo único . não devolvidos nos prazos estabelecidos no artigo anterior. . mediará. no prazo de dez dias. 408 . Art. Parágrafo único . serão eles distribuídos e conclusos ao relator. Art. sem sustentação oral. prosseguindo-se no processamento. 416 . 411 . 415 . Art.Retornando os autos da Procuradoria-Geral de Justiça serão eles distribuídos e conclusos ao relator que.Entre a data de publicação da pauta e a sessão de julgamento. que lançará o "visto". nos prazos estabelecidos no artigo anterior. mandará buscá-los. e de vinte dias.Se houver assistente do Ministério Público. reclamando a devolução dos autos. Art.O Presidente do Tribunal enviará a lista ao ProcuradorGeral de Justiça. ouvida a Procuradoria-Geral de Justiça e distribuído. mesmo sem parecer. pedirá dia para o julgamento. 412 .Cumprido o disposto no artigo anterior. os autos serão passados ao revisor.Protocolados. os autos irão ao vogal. Art. fazendo-se a publicação e a intimação das partes pelo "Diário do Judiciário". Art.No último dia útil de cada mês. fazendo-se sua intimação pelo "Diário do Judiciário".§ 4º . pelo menos. os autos serão remetidos à Procuradoria-Geral de Justiça para emitir parecer no prazo de cinco dias. 413 . e.Se qualquer das partes apresentar documento. Seção II Do Recurso em Sentido Estrito e do Agravo Art.Em seguida. se necessário. será julgado na primeira sessão. se preso. Art. conferidos e cadastrados. com pedido de dia para julgamento.Quando o recurso for de habeas corpus. Art. a outra será ouvida no prazo de quarenta e oito horas. terá ele vista dos autos logo depois da Procuradoria-Geral de Justiça. 409 . Art.Cumprido o disposto nos artigos anteriores. 406 . fiscalizados. Art. a Superintendência Judiciária organizará lista dos autos remetidos à Procuradoria-Geral de Justiça.Retornando os autos da Procuradoria-Geral de Justiça. 407 . 414 .O relator terá o prazo de trinta dias para lançar relatório nos autos. encaminhando-a ao Presidente do Tribunal. 410 .Independentemente de conclusão e sem prejuízo do julgamento marcado. o cartório organizará e publicará a pauta no "Diário do Judiciário" e a fixará no local próprio. o prazo de quarenta e oito horas. será o recurso incluído na pauta de julgamento. se em liberdade o réu.

Seção III Da Carta Testemunhável Art. 417 - No Tribunal, a carta testemunhável terá o mesmo andamento que o recurso em sentido estrito, decidindo a câmara sobre o mérito, desde logo, se estiver suficientemente instruída. Art. 418 - A carta testemunhável será processada nos termos dos arts. 640 a 644 do Código de Processo Penal. CAPÍTULO III DOS RECURSOS CRIMINAIS CONTRA DECISÕES DE ÓRGÃO DO TRIBUNAL Seção I Dos Recursos contra Acórdãos Art. 419 - Contra acórdão poderão ser opostos: I - embargos infringentes e de nulidade; II - embargos de declaração. Art. 420 - O recorrente poderá, a qualquer tempo, independentemente de anuência do recorrido ou do co-réu, desistir do recurso interposto. Subseção I Dos Embargos Infringentes e de Nulidade Art. 421 - Caberão embargos infringentes e de nulidade na forma e casos previstos no art. 609, parágrafo único, do Código de Processo Penal. § 1º - Se o desacordo for parcial, os embargos serão restritos à matéria objeto da divergência. § 2º - Interpostos embargos infringentes, sendo comum para as partes o prazo de interposição, a eles só será dado andamento depois do término do referido prazo. Art. 422 - Os embargos serão interpostos por petição fundamentada e entregue no protocolo do Tribunal, juntamente com o comprovante de recolhimento do preparo correspondente, se se tratar de ação penal privada. §1º - O cartório, juntando a petição, abrirá vista ao Ministério Público para contra-razões, após o que fará os autos conclusos ao relator do acórdão, a fim de que aprecie o cabimento do recurso. § 2º - Se o caso for de ação penal privada, será aberta vista ao embargado para contra-razões e, posteriormente, ao Ministério Público para parecer. Art. 423 - Se não for caso de embargos, o relator os indeferirá de plano.

§ 1º - Desse despacho caberá agravo ao órgão competente para o julgamento dos embargos. § 2º - O agravo poderá ser interposto no prazo de cinco dias, contados da publicação do despacho no órgão oficial. § 3º - O relator colocará o agravo em mesa, para julgamento, na primeira sessão que se seguir. Art. 424 - Admitidos os embargos, proceder-se-á ao sorteio de novo relator. Parágrafo único - A escolha do relator recairá, quando possível, em desembargador que não haja participado do julgamento. Art. 425 - Sorteado o relator, serão os autos a ele conclusos. Art. 426 - Lançado relatório nos autos, feita a revisão e pedido dia para julgamento, remeter-se-ão cópias do acórdão embargado, da petição de embargos, das contra-razões, do parecer da Procuradoria-Geral de Justiça, se houver, e do relatório aos desembargadores vogais, seguindo-se o julgamento. Subseção II Dos Embargos de Declaração Art. 427 - Caberão embargos de declaração na forma e casos previstos no art. 619 do Código de Processo Penal. Art. 428 - Interpostos embargos declaratórios, o relator, independentemente de qualquer formalidade, apresentará os embargos em mesa, para julgamento na sessão seguinte à data da conclusão, fazendo oralmente o relatório e proferindo seu voto. Parágrafo único - Se os embargos forem recebidos, a nova decisão limitar-se-á a corrigir a obscuridade, a omissão, a contradição ou a redação do julgado. Seção II Do Recurso contra Decisões Monocráticas Art. 429 - Das decisões proferidas em processos jurisdicionais pelo Presidente, pelo Primeiro Vice-Presidente ou pelo Terceiro Vice-Presidente do Tribunal, bem como pelo relator do feito, caberá agravo, na forma da lei processual. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. 429. Das decisões proferidas em processos jurisdicionais pelo Presidente e pelo Primeiro Vice-Presidente do Tribunal, bem como pelo relator do feito, caberá agravo, na forma da lei processual. Subseção I Do Agravo Regimental contra Decisão do Presidente e do Primeiro Vice-Presidente Art. 430 - Caberá agravo contra decisão do Presidente que julgar recurso contra inclusão ou exclusão de jurado na lista geral.

Art. 431 - O agravo será interposto para a Corte Superior e processado nos próprios autos em que proferido o despacho agravado. Art. 432 - Distribuído o agravo, o relator lançará relatório nos autos e pedirá dia para julgamento. Parágrafo único - O cartório enviará aos vogais cópias da decisão agravada e do relatório. Subseção II Do Agravo Regimental contra Decisão do Relator Art. 433 - Cabe agravo regimental, sem efeito suspensivo, da decisão do relator que: I - arbitrar, conceder ou denegar fiança; II - decretar prisão preventiva ou afastar o acusado do cargo, se tais decisões não forem tomadas pelo próprio colegiado; III - recusar produção de prova ou diligência; IV - indeferir liminarmente pedido de revisão; V - de plano, não admitir embargos de nulidade e infringentes do julgado. Parágrafo único - O agravo será julgado pelo órgão colegiado competente para o julgamento do recurso ou da ação. Art. 434 - Interposto o agravo, dentro do prazo de cinco dias, o relator mandará pô-lo em mesa para julgamento. TÍTULO III DOS PROCEDIMENTOS COMUNS ÀS JURISDIÇÕES CÍVEL E CRIMINAL CAPÍTULO I DOS RECURSOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL Seção I Da Interposição do Recurso Art. 435 - Interposto recurso extraordinário ou recurso especial, será aberta vista ao recorrido para, em quinze dias, apresentar contra-razões. § 1º - Em feito criminal, se houver assistente, este arrazoará, no prazo legal, após o Ministério Público. § 2º - Se o recorrido for o Ministério Público, os autos serão remetidos à Procuradoria-Geral de Justiça. § 3º - Se houver assistente, ser-lhe-á aberta vista para contra-razões após o Ministério Público, pelo prazo legal.

das contra-razões. poderá ela ser substituída pela cópia do interrogatório do réu em juízo. pela União. o Primeiro Vice-Presidente ou o Terceiro VicePresidente determinará a remessa dos autos ao tribunal superior competente. Art. por suas autarquias e pelos que gozam de isenção legal. Seção III Do Preparo Art. 436 . admitir ou não. o recurso interposto.Completado e consertado o instrumento. sob pena de não conhecimento. 438 . com ou sem elas. da decisão agravada. nos termos da legislação processual pertinente. da petição de interposição do recurso denegado. da certidão da respectiva intimação. os autos serão conclusos ao Primeiro Vice-Presidente. admitir ou não.No ato de interposição dos recursos extraordinário e especial. em despacho motivado. da certidão da respectiva intimação e das procurações outorgadas aos advogados do agravante e do agravado. o recurso interposto. 437 . que consta a indicação do defensor. Art. obrigatoriamente. em despacho motivado.Admitido o recurso. o respectivo preparo.Admitido o recurso. no prazo de cinco dias. § 1º .Decorrido o prazo para contra-razões. 439 . o Primeiro Vice-Presidente determinará a remessa dos autos ao tribunal superior competente Seção II Do Agravo contra Denegação do Recurso Art. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. será ele remetido à secretaria do tribunal ad quem. .Da decisão que inadimitir o recurso extraordinário ou o recurso especial caberá agravo de instrumento. nele incluído o pagamento das despesas de remessa e retorno.Na ação penal privada. Parágrafo único .Em se tratando de agravo interposto em processo criminal.São dispensados de preparo os recursos interpostos pelo Ministério Público. com ou sem elas.O agravo de instrumento será instruído com as peças apresentadas pelas partes. 437 . o recorrente deverá comprovar. no prazo de cinco dias. sob pena de deserção. quando exigido pela legislação pertinente.Decorrido o prazo para contra-razões. cópias do acórdão recorrido. 436 . pelo Estado de Minas Gerais. 440 . pelos Municípios. após a apresentação das contra-razões pelo recorrido. sob sua responsabilidade pessoal. § 2º . Art. 441 .As cópias das peças do processo poderão ser declaradas autênticas pelo próprio advogado. devendo constar. e não havendo nos autos procuração outorgada a advogado. para. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art.§ 4º . os autos irão à Procuradoria-Geral de Justiça para parecer. Art. os autos serão conclusos ao Primeiro Vice-Presidente ou ao Terceiro Vice-Presidente para.

inciso II. serão os autos conclusos ao relator.Se não mais estiver em atividade o relator. § 2º . na forma estabelecida neste artigo. no prazo de trinta dias. competirá ao órgão responsável pelo julgamento. § 3º . (Artigo acrescentado pela Resolução nº 602/2009) . far-se-á a redistribuição do processo. foi fruto da transformação. por convocação de integrantes de outras câmaras. ou.A retratação será tomada pelo voto dos desembargadores integrantes do órgão julgador.O juízo de retratação da decisão objeto de recurso extraordinário e/ou especial. 543-B.Se o órgão julgador se retratar. adotando a posição do tribunal superior. § 8º .Se nenhum dos participantes do julgamento anterior estiver em atividade no Tribunal. da decisão do tribunal superior competente e do relatório aos desembargadores que participaram daquela assentada. que declarará prejudicado o recurso excepcional. não sendo possível. mesmo que em câmara diversa ou em cargo de direção. em ordem de antiguidade. § 9º .Publicado o acórdão do julgamento do recurso excepcional ensejador do sobrestamento dos processos que se encontram em cartório. o que ainda estiver no tribunal. 441-A . § 7º . lavrando-se novo acórdão na forma do Título V do Livro III deste Regimento.Ultimadas as providências previstas no parágrafo anterior. § 6º . os que estiverem em eventual substituição por prazo determinado. assumindo as respectivas posições na retratação os juízes titulares. ressalvados os afastamentos por mais de sessenta dias. em número correspondente ao do julgamento. § 4º . 543-C. ou. assumirá a posição. remeter-seão cópias do acórdão objeto do juízo de retratação. expressamente. a fim de exercer o juízo de admissibilidade desse recurso. convocados os demais da mesma câmara. os restituirá ao cartório com relatório expondo os pontos conflitantes entre o acórdão objeto do juízo de retratação e a decisão do tribunal superior competente.Mantida a decisão sob os mesmos fundamentos do acórdão recorrido. e do art. na falta. §3º. § 5º . não sendo possível.Seção IV Do Juízo de Retratação (Seção acrescentada pela Resolução nº 602/2009) Art. o revisor ou qualquer vogal. por ordem de antiguidade. mantidas sempre as posições de relator. §7º. serão os autos encaminhados ao Vice-Presidente competente para o processamento do recurso excepcional. § 1º . ou. do Código de Processo Civil.Ficam vinculados ao juízo de retratação todos os desembargadores que participaram do julgamento. nos termos do art.Se extinta a câmara. serão os autos conclusos ao Vice-Presidente competente. com pedido de dia para reexame da matéria. revisor e vogais. os autos serão remetidos à câmara julgadora primitiva. em ordem gradativa. se ainda estiverem em atividade no tribunal. que os examinará e. a competência será daquela que.

CAPÍTULO III DO INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO DE JURISPRUDÊNCIA Seção I Da Suscitação do Incidente Art.O incidente de uniformização de jurisprudência pode ser suscitado no julgamento em curso perante as turmas. denegar mandado de segurança ou habeas corpus.Quando o recorrido for o juiz de direito. 443 . 442 .O recurso ordinário será interposto perante o Primeiro VicePresidente.Retornando os autos da Procuradoria-Geral de Justiça. . perante o Primeiro Vice-Presidente ou o Terceiro Vice-Presidente. no prazo de quinze dias. 445 . quando: I . nos seguintes prazos: I . de recurso. de causa de competência originária. quando se tratar de decisão denegatória de “habeas corpus”. à Procuradoria-Geral de Justiça. na hipótese do artigo anterior. conforme o caso. que ordenará sua remessa ao Superior Tribunal de Justiça. Art. nos autos.Em se tratando de decisão denegatória de mandado de segurança.verificar a turma. ou juntada aos autos a petição de recurso. na hipótese do artigo anterior. conforme o caso. ao Primeiro Vice-Presidente ou ao Terceiro Vice-Presidente. serão eles conclusos ao Primeiro Vice-Presidente.CAPITULO II DO RECURSO ORDINÁRIO Art. no caso de decisão denegatória de mandado de segurança. ou juntada aos autos a petição de recurso. no caso de decisão denegatória de habeas corpus. ou de matéria submetida ex vi legis ao duplo grau de jurisdição. a não-abertura de vista.O recurso ordinário será interposto. II . § 1º . que ordenará sua remessa ao Superior Tribunal de Justiça. em única instância. 444 . câmaras ou grupos de câmaras. circunstanciadamente. nos seguintes prazos: (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. apresentar contra-razões e. Art. para parecer.Caberá recurso ordinário da decisão deste Tribunal que. a câmara ou o grupo de câmaras julgadores que a seu respeito ocorre divergência. 446 .Retornando os autos da Procuradoria-Geral de Justiça. após. serão eles conclusos. quando se tratar de decisão denegatória de habeas corpus. interposto o recurso.quinze dias. não haverá contrarazões.A suscitação do incidente tem por objeto o pronunciamento prévio das câmaras ou dos grupos de câmaras acerca da interpretação de regra relevante para o julgamento em curso. 445 . 443 . devendo o cartório certificar. Art. Parágrafo único . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) Art. será dada vista ao recorrido para.cinco dias.

aquele que for parte na causa de competência originária. na resposta dada a esta ou em petição avulsa. em parte final e destacada do relatório que lançar nos autos. a seguir. ou de informação de sua inexistência. a interpretação for diversa da que lhe haja dado outra turma.II .qualquer desembargador que tenha que proferir voto no julgamento em curso.A suscitação do incidente. no recurso interposto.Tem legitimidade para suscitar o incidente: I .no julgamento recorrido. § 3º . do art. no momento de proferir o voto. onde publicado o acórdão ou acórdãos em que se contém a divergência ou ordenará que aos autos se junte certidão ou cópia autenticada daqueles acórdãos. 447 . na qual: a) indicará o repertório de jurisprudência. nas hipóteses do § 3º.pelo revisor. III .A suscitação do incidente é feita com precisa indicação do acórdão ou acórdãos. ou grupo de câmaras do Tribunal de Justiça. ou na causa submetida ex vi legis ao duplo grau de jurisdição. será feita: I . nos termos do inciso I deste artigo. III . nos termos do § 3º. será feita: I . comprovada por certidão ou cópia autenticada.por aquele que for parte em causa de competência originária.o recorrente ou o recorrido. ao relator. § 2º . cumprindo ao relator determinar a juntada aos autos de cópia de súmula compendiada referente à divergência e do acórdão que lhe deu ensejo. ou mediante indicação do repositório de jurisprudência oficial ou autorizado em que for publicado. ou informação de que não existe tal súmula.pelo vogal. quando lançar nos autos o seu visto e observando o estabelecido no inciso anterior. . inciso I.A suscitação do incidente no curso do julgamento. com trânsito em julgado. 446 deste Regimento. caso em que o presidente da sessão converterá o julgamento em diligência para a comprovação da divergência. Seção II Do Processamento do Incidente Art. II . acompanhada de cópia do acórdão que lhe deu ensejo. na petição inicial. destacadamente. Art. II . e também pelo relator ou pelo revisor que não o tenham feito anteriormente. b) determinará se junte aos autos cópia de súmula compendiada referente à mesma divergência. em que se contém a divergência de interpretação. se houver. voltando os autos. incisos II e III. 448 . oficial ou autorizado.pelo relator. câmara. do artigo anterior.

indo os autos ao Primeiro Vice-Presidente.Reconhecida a divergência. do parecer do Procuradoria-Geral de Justiça e da exposição do relator. dela integrante. o relator.pelo recorrente ou pelo recorrido. § 2º . será ele incluído na pauta. Art. o Cartório de Feitos Especiais remeterá aos desembargadores cópia do acórdão em que reconhecida a divergência. Art.Feita a designação de dia. Seção III Da Súmula Art. os autos voltarão ao grupo de câmaras. Art. Art. que se juntará aos autos antes de sua remessa ao Tribunal ou quando nele já tramitando. em parte destacada das razões ou das contra-razões apresentadas no recurso interposto.Com o parecer e breve exposição do incidente lançada pelo relator. § 1º . 450 . 453 .A jurisprudência firmada pelo Tribunal será compendiada em súmula do Tribunal de Justiça.por aquele que for parte em causa submetida ao duplo grau de jurisdição. dará a interpretação a ser observada. o relator determinará ao setor competente a realização de pesquisa no Tribunal de Justiça ou em outros tribunais a respeito da matéria discutida.Instruído o incidente de uniformização de jurisprudência.II . o incidente será distribuído a qualquer outro desembargador. ou em petição avulsa. determinará a audiência ao Procurador-Geral de Justiça.Será objeto de súmula o julgamento tomado pelo voto da maioria absoluta dos membros que integram a Corte Superior.Se entender necessário. cumprindo ao relator fazer a determinação referida na parte final do inciso anterior. em incidente de uniformização de jurisprudência.Se o relator referido no parágrafo anterior não fizer parte da Corte Superior. que determinará o processamento do incidente. da respectiva área. reconhecendo a divergência. cumprindo ao relator fazer a determinação referida na parte final do inciso I deste artigo. . § 1º .O Presidente tem voto de qualidade em caso de empate. III . à câmara ou à turma para aplicação da tese vencedora e decisão do feito no tocante às questões não apreciadas. 452 . a Corte Superior. para emitir parecer no prazo de dez dias § 2º . em petição avulsa.No julgamento. com o pedido de designação de dia para o julgamento. cabendo a cada desembargador emitir o seu voto em exposição fundamentada. cada grupo de câmaras ou cada uma das câmaras. e independentemente de intimação. 451 . 449 . que será o mesmo do feito de competência originária ou do recurso.Assinado o acórdão. § 1º . Parágrafo único . será lavrado o acórdão.

§ 1º . na turma. dois terços de seus componentes. a remessa do feito à Corte Superior. do grupo de câmaras ou da câmara. quando verificar que as turmas não divergem na interpretação do direito.As súmulas. Art. ou por maioria absoluta em pelo menos dois julgamentos concordantes.Qualquer desembargador poderá propor. em novos feitos. com a nota correspondente.As edições ulteriores das súmulas incluirão os adendos e emendas. § 4º . se necessário. Art.A inclusão da matéria objeto de julgamento em súmula da jurisprudência do Tribunal será deliberada pela Corte Superior.Ficarão vagos.A alteração ou o cancelamento da súmula serão deliberados na Corte Superior. as que forem modificadas. tomando. por maioria absoluta dos seus membros. entretanto. Art. dispensada a lavratura do acórdão. a referência a outros julgados no mesmo sentido. serão publicados três vezes no "Diário do Judiciário". para efeito de eventual restabelecimento.A citação da súmula pelo número correspondente dispensará. 456 . remeterá o feito à Corte Superior.Se algum desembargador propuser revisão da jurisprudência compendiada em súmula. para o fim de ser compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal. ou da câmara. ou à câmara. esta. 457 . perante o Tribunal.Se a câmara ou o grupo de câmaras cíveis entender que a matéria a ser sumulada é comum às câmaras ou aos grupos de câmaras cíveis. em datas próximas.Serão também objeto de súmula os enunciados correspondentes às decisões firmadas por unanimidade dos membros componentes da Corte Superior. conforme o caso. § 3º . dispensam-se a lavratura de acórdão e a juntada de notas taquigráficas. juntando-se.§ 2º . seus adendos e emendas. novos números da série. com a presença de.Qualquer desembargador poderá propor. as notas taquigráficas e tomando-se o parecer do Ministério Público Estadual. § 3º . nos grupos de câmaras ou nas câmaras. na forma estabelecida neste artigo. em um caso. § 2º . sobrestando-se o julgamento. os números das súmulas que o Tribunal cancelar ou alterar. 454 . . pelo grupo de câmaras ou pela câmara. Art. datados e numerados. certificada nos autos a decisão da turma.Na hipótese referida neste artigo. a revisão da jurisprudência compendiada em súmula. 455 .As súmulas prevalecem até que sejam alteradas ou canceladas. § 1º . por maioria absoluta dos seus membros. no curso do julgamento perante a turma. § 4º . Parágrafo único . no mínimo. se acolher a proposta. remeterá o feito ao julgamento da Corte Superior.

§ 2º - A Comissão de Divulgação e Jurisprudência poderá, também, propor à Corte Superior ou à câmara que seja compendiada em súmula a jurisprudência do Tribunal, quando verificar que as turmas não divergem na interpretação do direito. Art. 458 - Quando convier pronunciamento da Corte Superior ou da câmara, em razão da relevância da questão jurídica, ou da necessidade de prevenir divergências entre as turmas, o relator, ou outro desembargador, no julgamento de qualquer recurso, poderá propor a remessa do feito à apreciação da câmara respectiva, ou da Corte Superior, se a matéria for comum às câmaras. § 1º - Acolhida a proposta, a turma remeterá o feito ao julgamento da câmara ou da Corte Superior, dispensada a lavratura do acórdão. § 2º - Com as notas taquigráficas, os autos irão ao presidente da câmara ou da Corte Superior, para designar a sessão do julgamento. § 3º - O cartório expedirá cópias autenticadas do relatório e das notas taquigráficas e fará sua distribuição aos desembargadores que compuserem o órgão competente para o julgamento. § 4º - Proferido o julgamento, cópia do acórdão será, no prazo de sua publicação, remetida à Comissão de Divulgação e Jurisprudência, para elaboração de projeto de súmula, se for o caso. CAPÍTULO IV DA DÚVIDA DE COMPETÊNCIA Art. 459 - O relator que entender ser da competência de outro tribunal do Estado o processo recebido com decisão declinatória da competência para o Tribunal de Justiça colocará os respectivos autos em mesa para suscitar a questão. Parágrafo único - Não tendo assim procedido o relator, pode o revisor ou o vogal, na sessão de julgamento, suscitar a questão de competência, que será decidida preliminarmente. Art. 460 - Decidido, por maioria de votos, que o feito não é da competência do Tribunal de Justiça, será lavrado acórdão fundamentado, com a indicação do tribunal competente para o seu conhecimento e julgamento. Art. 461 - Lavrado, no prazo de oito dias, o acórdão, serão os autos imediatamente apresentados ao Primeiro Vice-Presidente do Tribunal, para que a questão seja dirimida pela Corte Superior. § 1º - Recebendo os autos, o Primeiro Vice-Presidente lançará relatório, no prazo de oito dias, e os colocará em mesa para julgamento na primeira sessão da Corte Superior que se seguir, fazendo remeter aos vogais cópias do acórdão e do relatório. § 2º - A decisão da Corte Superior será tomada por maioria de votos, lavrando o acórdão o Primeiro Vice-Presidente ou, se vencido, o prolator do primeiro voto vencedor.

§ 3º - Lavrado o acórdão, no prazo de oito dias, serão os autos imediatamente devolvidos ao órgão suscitante da dúvida, se esta for julgada improcedente, ou encaminhada ao tribunal declarado competente, no caso de procedência. Art. 462 - Quando a dúvida for suscitada em outro tribunal, apresentados os autos na Secretaria do Tribunal de Justiça, serão imediatamente conclusos ao Primeiro Vice-Presidente, para se proceder na forma do artigo anterior e seus parágrafos. Art. 463 - Se a Corte Superior já houver deliberado sobre a matéria, por maioria superior a dois terços de seus membros, a dúvida será tida por irrelevante. Parágrafo único - Na hipótese prevista neste artigo, o Primeiro Vice-Presidente do Tribunal proferirá despacho em que declarará a irrelevância, devolvendo os autos ao órgão suscitante. CAPÍTULO V DO CONFLITO DE COMPETÊNCIA ENTRE DESEMBARGADORES E ÓRGÃOS DO TRIBUNAL Art. 464 - Suscitado o conflito pelo desembargador, por órgão do Tribunal, pelo Procurador-Geral de Justiça ou pela parte, será ele processado nos mesmos autos em que foi levantado. § 1º - Havendo jurisprudência no Tribunal sobre a questão suscitada, o relator poderá decidir de plano o conflito de competência, cabendo agravo para a Corte Superior no prazo de cinco dias, contados da intimação da decisão às partes. (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 1º - O relator determinará que o suscitante e o suscitado esclareçam os motivos do conflito, se ainda não o tiverem feito. § 2º - Não ocorrendo a decisão prevista no parágrafo anterior, o relator determinará que o suscitante e o suscitado esclareçam os motivos do conflito, se ainda não o tiverem feito. (Parágrafo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) § 3º - § 2º - Instruído o processo e ouvido o Procurador-Geral de Justiça, no prazo de três dias, não sendo ele o suscitante, o relator, em dez dias, fará relatório escrito e pedirá dia para julgamento. (Parágrafo renumerado pela Resolução nº 530/2007) § 4º - § 3º - Na sessão de julgamento, havendo empate, o Presidente proferirá voto de qualidade. (Parágrafo renumerado pela Resolução nº 530/2007) § 5º - § 4º - Completado o julgamento, os autos serão remetidos ao desembargador ou órgão declarado competente. (Parágrafo renumerado pela Resolução nº 530/2007) CAPÍTULO VI DAS EXCEÇÕES Seção I Da Exceção de Impedimento ou Suspeição de Juiz de Primeiro Grau

Art. 465 - Recebidos os autos de exceção de impedimento ou de suspeição de juiz de primeiro grau, será procedida a distribuição ao relator, que requisitará informações ao exceto no prazo de setenta e duas horas. § 1º - Se houver prova oral a ser colhida, o relator poderá delegar a instrução a juiz de primeiro grau, que não o exceto. § 2º - Colhida a prova, ou dela não havendo necessidade, os autos serão remetidos ao relator, que fará sucinta exposição da espécie e os colocará em mesa para julgamento. Seção II Da Exceção de Incompetência de Desembargador ou Órgão do Tribunal Art. 466 - Poderá ser argüida a incompetência de desembargador ou de órgão do Tribunal, em feito que nele tramite. § 1º - A argüição se fará em petição fundamentada e devidamente instruída, que indicará, se for o caso, o desembargador ou o órgão que seria competente. § 2º - Autuada a exceção em apartado, serão os autos conclusos ao Primeiro Vice-Presidente, que será o relator, determinando este que seja ouvido o excepto no prazo de cinco dias. § 3º - Reconhecendo o excepto sua incompetência, serão os autos remetidos ao desembargador ou órgão competente. § 4º - Não reconhecida a incompetência, o relator remeterá os autos Procuradoria-Geral de Justiça, para parecer, em cinco dias. Art. 467 - Completada a instrução, se houver, o relator, no qüinqüídio, lançará relatório nos autos e pedirá dia para o julgamento na Corte Superior. Parágrafo único - Na sessão de julgamento, havendo empate, o Presidente proferirá voto de qualidade. Art. 468 - O relator indeferirá liminarmente a exceção, quando manifestamente improcedente, cabendo contra esse despacho agravo regimental. Art. 469 - Julgada a exceção, os autos serão apensados aos principais e remetidos ao desembargador ou órgão competente. Seção III Da Exceção de Impedimento ou Suspeição de Desembargador Art. 470 - O desembargador poderá dar-se por suspeito, se afirmar motivo de foro íntimo, e deverá fazê-lo ou dar-se por impedido, se houver motivo legal de suspeição ou impedimento. § 1º - Em qualquer das hipóteses previstas neste artigo, o desembargador deverá declarar, por escrito, a suspeição ou o impedimento, mandando o processo a seu substituto, se for revisor, ou a nova distribuição, se relator.

sendo ele o revisor.A norma prevista no parágrafo anterior se aplica inclusive na Corte Superior.Não sendo o caso de aplicação do parágrafo anterior. em quinze dias. determinando a remessa dos autos da exceção ao presidente do órgão julgador. o presidente mandará ouvir o argüido. Art. competirá a presidência ao julgador mais antigo. determinará. marcando o presidente dia e hora para inquirição de testemunhas.sendo ele o relator. passará os autos ao desembargador que o seguir na ordem de antigüidade.Se. § 4º . sustará a marcha do processo e mandará autuar em apartado a petição. ordenará a remessa dos autos ao substituto ou a nova distribuição. Art.Se o desembargador argüido reconhecer a suspeição ou o impedimento. por qualquer das partes. podendo juntar documentos e oferecer testemunhas. o presidente a rejeitará liminarmente. § 3º . assinada por procurador.A norma prevista no parágrafo anterior se aplica inclusive na Corte Superior. com intimação das partes. § 4º .Recebidos os autos com a manifestação do argüido. o presidente do órgão julgador se der por suspeito ou impedido. 474 . registrando-se na ata a declaração.Se o recusado não reconhecer a suspeição ou o impedimento. se ausentes o Primeiro. a juntada da petição aos autos e: I . . ou delegando poderes a desembargador para a diligência. que dará a sua resposta em dez dias. nos casos dos arts.Se for reconhecida a relevância da argüição. por despacho. e dos arts. Art. fundamentada e acompanhada de prova documental ou rol de testemunhas. II . Parágrafo único . com poderes especiais. 471 . e convocará o órgão para tomar conhecimento da preliminar de exceção. que serão conclusos ao desembargador recusado. na sessão de julgamento. § 2º . § 1º . (Nova redação dada pela Resolução nº 530/2007) § 4º . se ausentes o Primeiro e o Segundo Vice-Presidentes. o presidente fará relatório escrito. § 3º .O desembargador poderá ser recusado.Se a arguição for de manifesta improcedência.O presidente mandará juntar a petição aos autos. 252 e 254 do Código de Processo Penal. 472 .A exceção de impedimento ou de suspeição deve ser oposta em petição dirigida ao presidente do órgão julgador. 473 . Art. como suspeito ou impedido em feito no qual atue.O desembargador vogal que houver de se declarar suspeito ou impedido deverá fazê-lo verbalmente na sessão de julgamento. processar-se-á a exceção.§ 2º . 134 e 135 do Código de Processo Civil. o Segundo e o Terceiro Vice-Presidentes.

477 . o relator.Denegado de plano o benefício. § 1º . sem suspensão do processo principal e em autos separados. 475 .Concluída a instrução.Caberá ao relator do feito em que for levantada a exceção processar e julgar o incidente. 481 . 480 .Verificando que a exceção não tem fundamento legal. Art. a parte contrária poderá requerer sua revogação em qualquer fase do processo principal. nos processos cíveis ou nos penais referentes a crime de ação privada. CAPÍTULO VII DA CONCESSÃO DE JUSTIÇA GRATUITA Art.Recebendo os autos da exceção. Parágrafo único . salvo hipótese em que necessária a prova dessa alegação. 479 . na forma legal. caso contrário. desde que prove a inexistência ou o desaparecimento de sua causa.O pedido será apresentada em petição com afirmação de que não tem o requerente condições para suportar as despesas decorrentes do processo. Art. Seção IV Da Exceção de Impedimento e Suspeição de Procurador-Geral de Justiça e de Auxiliares da Justiça Art. Art. condenará o desembargador nas custas. o presidente fará relatório escrito. no prazo de cinco dias. Art.A parte que não estiver em condições de pagar custas e honorários de advogado. 478 . . § 2º . deverá a petição ser autuada em separado. 476 . poderá requerer justiça gratuita. e convocará o órgão para o julgamento final. o relator mandará. com sua resposta.A petição será fundamentada e instruída com os documentos necessários e rol de testemunhas. proferirá decisão. no prazo de cinco dias. Parágrafo único .Ao Procurador-Geral de Justiça e aos auxiliares da justiça aplicam-se os motivos de impedimento e suspeição estabelecidos no Código de Processo Civil e no Código de Processo Penal.Concedido o benefício. o órgão competente para apreciá-la determinará o seu arquivamento. ouvir o argüido. que poderá. Art.§ 5º . dentro do prazo de quinze dias.Concluída a instrução. apresentar documentos e arrolar testemunhas.A parte interessada deverá argüir o impedimento ou a suspeição. na primeira oportunidade em que lhe couber falar nos autos.

quando o advogado ou assistente da parte residir na Capital. instruída com a prova de suas alegações. a representação será distribuída no Conselho da Magistratura a relator. § 2º .que assine o prazo de vinte e quatro horas para a devolução do processo. se a considerar em termos de ser processada. e mediante ofício com aviso de recebimento. no prazo de cinco dias. ou decorrido o prazo sem a sua apresentação.A intimação para a impugnação referida no parágrafo anterior será feita por publicação no “Diário do Judiciário”.O relator poderá requisitar os autos em que ocorreu o excesso de prazo. Parágrafo único . de ofício. § 3º .Recebida a defesa. ouvida a parte beneficiada. quando assim não for. § 4º .que se oficie ao representado para que impulsione o processo ou profira decisão em quarenta e oito horas. bem como do que nomear de ofício assistente judiciário. que. denegando ou revogando o benefício. da Lei 1. apresentará o processo em mesa. § 2º .Nos feitos de competência recursal. CAPÍTULO VIII DA REPRESENTAÇÃO POR EXCESSO DE PRAZO Art. extingue-se o processo de revogação do benefício. § 4º .A impugnação deve ser apresentada no prazo de dez dias.§ 1º .O pedido de revogação será processado em separado. Art. 16. como determina o art.Transitada em julgado a decisão proferida na causa principal. em caso de vista.Dos despachos concedendo. II . para julgamento na primeira sessão. por excesso de prazo legal ou regimental.060. o relator. 482 . enviará a segunda via ao representado. para impugnação. .A representação contra membro dos tribunais. Art. caberá o recurso de agravo. em dez dias.Autuada.Poderá o relator propor ao Presidente do Tribunal de Justiça: I . de 5 de fevereiro de 1950. § 1º . será feita mediante petição em duas vias. a fim de instruir o julgamento da representação.O assistente judiciário previsto neste artigo será escolhido no quadro da Defensoria Pública e funcionará independentemente da outorga de mandato. parágrafo único. § 3º . o relator fará. 483 . a nomeação de assistente judiciário para a parte que estiver litigando amparada pelo benefício da gratuidade de justiça e cujo assistente ou advogado não tiver residência na Capital. 484 . a fim de que este apresente defesa. instruída com os documentos necessários e dirigida ao Presidente do Tribunal de Justiça.

no relator da causa principal.Verificado o desaparecimento dos autos. 488 . dar-se-á vista. recaindo a distribuição. caberá reclamação do Procurador-Geral de Justiça ou da parte interessada. CAPÍTULO IX DA RECLAMAÇÃO Art. nesses prosseguirá o processo. Art. .Qualquer interessado poderá impugnar o pedido do reclamante.Ao despachar a reclamação. Art. a suspensão do processo ou do ato impugnado. Art.Se as medidas de que trata o parágrafo anterior não solucionarem o excesso de prazo. contra juízes de primeira instância. 487 . no prazo de dez dias. ao Procurador-Geral de Justiça. 491 . 485 . ou transcorrido o prazo sem a sua apresentação. 489 . CAPÍTULO X DA RESTAURAÇÃO DE AUTOS Art. II .requisitará informações da autoridade a quem for imputada a prática do ato impugnado.Prestadas as informações. sempre que possível. por cinco dias. 486 . o relator: I . Parágrafo único . 492 . dirigida ao Presidente do Tribunal e instruída com prova documental. se necessário para evitar dano irreparável. cópia autêntica ou certidão de processo. será autuada e distribuída na Corte Superior. Art. por excesso de prazo.Para preservar a competência do Tribunal ou garantir a autoridade das suas decisões. o Tribunal cassará a decisão exorbitante de seu julgado ou determinará medida adequada à preservação de sua competência. pode qualquer das partes promover-lhes a restauração. determinando a remessa aos integrantes da Corte Superior das cópias de peças do processo necessárias.Havendo autos suplementares. § 1º . os autos serão remetidos à Corte Superior para a apuração da responsabilidade. o relator pedirá dia para julgamento.ordenará. no que couber.§ 5º . Art.Julgando procedente a reclamação.O Presidente determinará o imediato cumprimento da decisão.Retornando os autos. 490 . às representações. Art.O disposto no artigo anterior aplicar-se-á.A reclamação. Art. lavrando-se o acórdão posteriormente. 493 .

500 . sempre que possível. 494 . 499 . Art. 498 . estender-se ao Art.Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos com a aplicação do Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal ou pelo Presidente do Tribunal.O procedimento para a restauração é o estabelecido na lei processual civil ou penal.Toda proposta de reforma ou alteração deste Regimento. o juiz prolator da sentença prestará. ser-lhe-á encaminhada para seu parecer motivado. LIVRO VI DA REFORMA DO REGIMENTO E DISPOSIÇÕES FINAIS TÍTULO I DA REFORMA DO REGIMENTO Art.Idêntica providência poderá desembargador que receber incumbência de natureza relevante. 160 deste Regimento. os integrantes de Comissões poderão. Art. da Corte Superior. 496 .São repositórios oficiais da jurisprudência do Tribunal: I . gozar de isenção ou de redução quantitativa dos processos. juntamente com a redação acaso sugerida pela Comissão de Regimento Interno. Parágrafo único .Este Regimento poderá ser reformado ou alterado por proposta do Presidente do Tribunal. obedecerá às normas a que se refere o art.Da decisão do relator caberá agravo retido para o órgão a que competir o julgamento da causa contida no processo restaurado. cabendo ao relator a direção do processo e o seu julgamento. por escrito. 495 . em caso de recurso.o "Diário do Judiciário".Em decorrência de encargo especial. os esclarecimentos que puder. será feita ao relator que tiver funcionado nos autos perdidos e.O processo.A distribuição do pedido de restauração. iniciado na forma prevista nos artigos anteriores. na distribuição. de pelo menos um terço dos membros do Tribunal ou da Comissão de Regimento Interno. a critério da Corte Superior. dentro de vinte dias. para ser apreciada e votada na Corte Superior. as alterações introduzidas neste Regimento entrarão em vigor trinta dias após sua publicação. . TÍTULO II DISPOSIÇÕES FINAIS Art. § 1º . ouvida a Comissão de Regimento Interno.A redação original de proposta de reforma ou emenda deste Regimento será submetida. Parágrafo único . que não for de iniciativa da Comissão de Regimento Interno. 497 .§ 2º . Art.Salvo disposição em contrário. § 2º . Art.

100. 501-B .A transição para a sistemática de eleições coincidentes. Art.São repertórios autorizados para indicação de julgados perante o Tribunal: I . revistas e periódicos registrados de conformidade com ato normativo da Presidência. (Artigo acrescentado pela Resolução nº 608/2009) Art. Art. 5º deste Regimento. § 2º. de 26 de junho de 1996. 502 . inciso I. far-se-á com observância do disposto em seu art. de 12 de dezembro de 2002. Desembargador GUDESTEU BIBER Presidente .os repertórios considerados oficiais ou autorizados pelo Supremo Tribunal Federal. 501-A . conforme o disposto no art. serão realizadas eleições para todos os cargos de direção do Tribunal e para o cargo de Vice-CorregedorGeral de Justiça. III . 501 . 10-D deste Regimento. PUBLIQUE-SE. (Inciso regulamentado pela Portaria nº 2396/2010) II – os Vice-Presidentes eleitos nos termos do inciso I deste artigo cumprirão mandato no período de 5 de março de 2010 a 30 de junho de 2012. em especial a Resolução nº 314. Art. previstos em seu art.Este Regimento entrará em vigor trinta dias depois de sua publicação. prevista no art. e das seguintes regras: I – na segunda quinzena do mês de fevereiro de 2010.II .os repertórios.Revogam-se as disposições em contrário. III – o Presidente eleito nos termos do inciso I deste artigo cumprirá mandato no período de 8 de junho de 2010 a 30 de junho de 2012.Fica mantida a atual composição da Corte Superior. sendo providas por eleição. Belo Horizonte. 01 de agosto de 2003. II . (Artigo acrescentado pela Resolução nº 530/2007) Art. inciso II. todas as vagas que ocorrerem até que se complete o número de doze desembargadores eleitos.a revista "Jurisprudência Mineira". IV – o Corregedor-Geral de Justiça e o Vice-Corregedor eleitos nos termos do inciso I deste artigo cumprirão mandatos no período de 1º de julho de 2010 a 30 de junho de 2012.outras publicações editadas pelo Tribunal. 9º. 503 . e a Resolução nº 406. CUMPRA-SE.

.Desembargador FRANCISCO FIGUEIREDO Desembargador EDELBERTO SANTIAGO Desembargador BADY CURI 2º Vice-Presidente Desembargador CORRÊA DE MARINS Desembargador HUGO BENGTSSON 1º Vice-Presidente Desembargador ORLANDO CARVALHO Desembargador ANTÔNIO HÉLIO SILVA 3º Vice-Presidente Desembargador ODILON FERREIRA Desembargador GARCIA LEÃO Desembargador KELSEN CARNEIRO Desembargador ISALINO LISBÔA Corregedor-Geral de Justiça Desembargador SÉRGIO RESENDE Desembargador PINHEIRO LAGO Desembargador RONEY OLIVEIRA Desembargador ZULMAN GALDINO Desembargador MERCÊDO MOREIRA Desembargador GOMES LIMA Desembargador LUIZ CARLOS BIASUTTI Desembargador ALUÍZIO QUINTÃO Desembargador REYNALDO XIMENES Desembargador HERCULANO RODRIGUES Desembargador ALMEIDA MELO Desembargador CARREIRA MACHADO Desembargador KILDARE CARVALHO.

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