DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL COMISSÃO PERMANENTE DE GESTÃO DAS BIBLIOTECAS DO DNPM

MANUAL PARA ATRIBUIÇÂO DE DADOS DE LOCALIZAÇÃO DOS DOCUMENTOS DAS BIBLIOTECAS DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE PRODUÇÃO MINERAL

Colegas, eu mudei o título para contemplar também a notação de autor (Cutter) e outras definições que são relacionadas ao ―endereço‖ dos diversos materiais que compõem nossos acervos. Minha proposta é fazer um manual mais sucinto, objetivo, tratando apenas dos casos relacionados aos nossos assuntos. Coloquei como observação que casos mais específicos devem ser estudados em outras fontes de referência indicadas. Além disso, considero que as nossas bibliotecas são especializadas, mas não precisamos detalhar muito a classificação. Creio que seja importante separar os materiais de geologia, eng. de minas, legislação mineral e demais, mas que em cada uma dessas áreas não precisamos especificar tanto assim. Acredito que seja importante separarmos os materiais por região (ex. todos os livros sobre Geologia da Amazônia devem ficar juntos) e por idioma. Construí este manual com base nessas ideias. É bem possível que elas estejam em discordância com o que vocês percebem na prática, então deixo claro que preciso muito da ajuda de quem já tem o acervo classificado e já atende usuários, ou está com a biblioteca mais organizada. 2012

SUMÁRIO

1 2 2.1 2.2

INTRODUÇÃO Livros Coleções Notação de assunto: classificação

3 6 6 6 8 9 11 18 18 19 20 21 22 23

2.2.1 Classes principais 2.2.2 Tabelas auxiliares 2.2.3 Por onde começar? 2.2.4 Principais classificações 2.3 2.4 3 4 5 Notação de autor Outras informações Periódicos Mapas e fotos aéreas Multimeios (?)

FONTES CONSULTADAS

1

INTRODUÇÃO

(Coloquei

a

mesma

introdução

da

PI,

adaptada.

Favorece

a

padronização dos manuais e políticas).

As Bibliotecas do DNPM têm por missão fomentar a pesquisa e a produção de conhecimento principalmente nas áreas de Mineração, Tecnologia Mineral, Extensionismo e Economia Mineral. Subsidiam as demandas dos técnicos da Autarquia e demais usuários, garantindo acesso aos recursos informacionais impressos e eletrônicos disponíveis no acervo ou por meio de convênios com Serviços de informação/documentação de instituições afins. Para cumprir sua missão as bibliotecas realizam muitas atividades como organizar, alimentar e disponibilizar base de dados do acervo. A base de dados remete para os materiais contidos nas bibliotecas, em meios físicos ou virtuais. Para que as obras e demais itens sejam encontrados no acervo é preciso padronizar os dados de localização desses itens, objetivo deste manual. No início de 2012, foi criada a Comissão Permanente de Gestão de Bibliotecas do DNPM, conforme Portaria n. 19, de 17 de janeiro de 2012, que dispõe sobre a Política de Gestão das Bibliotecas do DNPM Regimento. Entre as várias atribuições da Comissão estão algumas específicas para as bibliotecas: I Executar o recebimento, conferência, registro, catalogação, classificação e acondicionamento adequado dos documentos que compõem o acervo; II Alimentar e manter atualizada a base de dados da Autarquia; III Adquirir, controlar e manter os materiais bibliográficos e multimeios, tornando-os disponíveis para consulta; IV Organizar e manter atualizadas e disponíveis as publicações (nacionais e internacionais) relativas às áreas de atuação da Autarquia; V Responsabilizar-se pela aquisição, organização, disponibilização e preservação da produção intelectual do corpo técnico da Autarquia; VI Controlar os empréstimos domiciliares e entre bibliotecas de quaisquer documentos do acervo; VII Promover a comutação bibliográfica com instituições nacionais e internacionais;

VIII Zelar pelos acervos; IX Responsabilizar-se pela distribuição (doação ou permuta) das publicações editadas pela Autarquia ou em parceria com outras instituições; X Providenciar, orientar e supervisionar os trabalhos e atividades de seleção de documentos que deverão passar pelo processo de restauração; XI Solicitar, orientar e fiscalizar os serviços de microfilmagem e/ou digitalização dos documentos bibliográficos que necessitem de cuidados especiais ou que sejam constantemente consultados; XII Realizar anualmente o inventário da Biblioteca; XIII Anotar e disponibilizar dados estatísticos que posteriormente serão incluídos no relatório anual da Comissão; XIV Responsabilizar-se pela Disseminação Seletiva da Informação (DSI); XV Produzir Boletim Informativo; XVI Realizar ou auxiliar em pesquisas temáticas dos usuários; XVIII Aplicar e avaliar os procedimentos estabelecidos nos Manuais de Serviço e sempre que necessário sugerir alterações, promovendo melhorias dos serviços; XIX Apresentar relatório anual para a Comissão Permanente de Gestão de Bibliotecas. Atualmente, o DNPM conta com 14 bibliotecários e 12 bibliotecas: Sede (Silvia Alves da Silva) Bahia (Jesuita Ferreira Souza) Ceará (Lucia Regina Bezerra de Souza) Espírito Santo (Luciane Scoto da Silva) Goiás (Demian Alves Pereira) Minas Gerais (Mariana de Faria e Joelma Gualberto de Oliveira) Pará (Maria Socorro Feitosa Souza) Pernambuco (Edmar Nascimento de Oliveira Junior e Joana Lúcia Ezaquiel Nascimento) Rio de Janeiro – Museu (Rafael Ribeiro Rocha) Rio Grande do Sul – (Carla Viganigo Rangel de Castilhos) Santa Catarina (Fernanda Martins D’Ávila) São Paulo (Silvana Aparecida Fontanelli) Em 2009, antes mesmo da criação do Serviço, foi criado Grupo de Trabalho que elaborou termo de referência para aquisição de software para

automação dos acervos de todas as bibliotecas do DNPM. A aquisição foi realizada no fim de 2010 e os bibliotecários se organizaram para estabelecer procedimentos para a alimentação dessa base de dados no início de 2011. Este manual está organizado por tipo de material (livros, periódicos, mapas e fotos aéreas, multimeios), e dentro de cada tipo, pelas informações necessárias para atribuição dos dados de localização.

2

LIVROS

Os dados para localização de livros são os mais complexos: necessitam de informações sobre as coleções, notação de assunto (classificação), notação de autor e informações complementares (edição, volume, exemplar).

2.1

Coleções

As bibliotecas do DNPM são divididas em coleções, a saber: Memória Técnica, ...(aguardando material da Jesu)

2.2

Notação de assunto: classificação

O sistema de classificação utilizado pelas bibliotecas do DNPM é a Classificação Decimal de Dewey, escolhida pelos bibliotecários por sua disponibilidade na internet mediante assinatura. Apesar de as bibliotecas do DNPM serem especializadas, sugere-se, com base nas considerações de Mey e Silveira (2009), que em virtude do tamanho do acervo a classificação seja mais genérica (observando que a classificação trata-se apenas de um código para organização das estantes, não para recuperação da informação). As classes básicas são organizadas por disciplinas ou campos de estudo. No nível mais alto, a CDD é dividida em 10 classes principais. Cada uma delas é dividida em 10 divisões, e cada divisão em 10 seções (nem todos os números para as divisões e seções estão sendo usados). Uma vez que as partes da CDD são organizadas por disciplinas e não por assuntos, um assunto pode aparecer em mais do que uma classe.

O primeiro dígito [em cada número de três dígitos] representa a Classe Principal. Por exemplo, a notação 500 representa Ciência. O segundo dígito indica a Divisão. O terceiro dígito indica a Seção. Assim, 550 é a notação utilizada para obras gerais sobre Geologia, e 553 indica Geologia Econômica. Documentos que tratam de gemas em geral, por exemplo, são classificados em 553.8, conforme instruções da WebDewey: O acesso dos bibliotecários do DNPM à CDD dá-se através do endereço http://connexion.oclc.org/, utilizando no campo authorization a informação 100391542 e em password LIBRARY77. Após, clicar na aba Dewey Services:

Figura: Dewey Services

Que abrirá, em nova janela, o WebDewey:

Figura : WebDewey

2.2.1 Classes principais

As classes principais da CDD são apresentadas no menu Main Classes:
000 Computer science, information & general works 100 Philosophy & psychology 200 Religion 300 Social sciences 400 Language 500 Science 600 Technology 700 Arts & recreation 800 Literature 900 History & geography

Em português, seriam:
000 Ciência da Computação, Informação e Obras Gerais 100 Filosofia e Psicologia 200 Religião 300 Ciências Sociais 400 Língua 500 Ciência 600 Tecnologia 700 Artes e Recreação 800 Literatura 900 História e Geografia

As classes mais utilizadas pelas bibliotecas do DNPM serão 300 (em virtude da legislação)*, 500 (geociências) e 600 (engenharias).

Exemplos:

Contribuições à Geologia da Amazônia 558.11

Formado conforme as instruções em 554-559: Adicione ao número base 55 a numeração da Tabela 2, de T2-4 a T2--9. 811 – Norte do Brasil (classifique aqui Rio Amazonas)

Agrominerais para o Brasil

*Pessoal, pra legislação temos um problema: direito minerário é considerado em outros países como Direito Privado, o que no Brasil não ocorre (de acordo com a CDDir ficaria em Administrativo). Se usarmos a CDD, a legislação vai ficar numa estrutura que não faz sentido pra nós! Eu sugeriria que usássemos a CDDir pra legislação. Link:

http://legislacao.planalto.gov.br/cddir/cddir.nsf

2.2.2 Tabelas auxiliares

As tabelas auxiliares da CDD são as seguintes:
T1 Table 1. Standard Subdivisions T2 Table 2. Geographic Areas, Historical Periods, Biography T3 Table 3. Subdivisions for the Arts, for Individual Literatures, for Specific Literary Forms T4 Table 4. Subdivisions of Individual Languages and Language Families T5 Table 5. Ethnic and National Groups T6 Table 6. Languages

Traduzidas para o português seriam:
T1 – Subdivisões padrão T2 – Áreas geográficas, períodos históricos, biografia

T3 – Subdivisões para Artes, literaturas individuais e formas literárias específicas; T4 – Subdivisões de línguas individuais e famílias lingüísticas; T5 – Grupos étnicos e nacionais; T6 – Línguas

As tabelas auxiliares utilizadas pelas bibliotecas do DNPM serão a T1, T2 e a T6. A tabela 1...

(Vamos separar as obras de referência das demais? Se sim, vamos ―puxar‖ a T1 ou usar código e não usar a T1?)

Não deve ser usada para periódicos, pois a organização periódica dos materiais do DNPM será [seqüencial ou de A/Z].

A tabela 2...

T2—81 Brazil T2--811 Northern region of Brazil T2--812 Maranhão state and Piauí state T2--813 Northeastern region of Brazil T2--814 Sergipe state and Bahia state T2--815 Southeastern region of Brazil T2--816 São Paulo state and southern region of Brazil T2--817 West central region of Brazil

A tabela 6 será utilizada de forma adaptada para separar obras de um mesmo assunto em idiomas diferentes, conforme sugestão de variação nãooficial de Silva (????),
As bibliotecas que desejarem criar coleções à parte de obras em diferentes idiomas,[sic] podem fazê-lo, introduzindo [. . .] os números representativos dos idiomas, tomados da Tabela 6. [. . .] para o caso de bibliotecas que prefiram classificar pelo assunto principal, e, entretanto, queiram indicar também o idioma em que estão escritas. Os parênteses utilizados aqui têm finalidade apenas ilustrativa, podendo-se empregar qualquer outro recurso, contanto que haja clareza nos conceitos.

Ou seja, após definir normalmente o assunto, caso a obra esteja em outro idioma que não o português, deve-se acrescentar entre parênteses o código para o idioma.

Exemplo: BATEMAN, Alan M. Economic Mineral Deposits. 2nd ed. New York: John Wiley and Sons, c1942. 553 (economic geology) + (21) para inglês 553(21)

Idiomas mais freqüentes:

Alemão (31) Chinês (951) Espanhol (61) Francês (41) Inglês (21) Italiano (51)

Caso o bibliotecário considere necessário utilizar alguma das outras tabelas, deve consultar os manuais da própria WebDewey.

2.2.3 Por onde começar?

Deve-se primeiramente determinar o assunto da obra, posteriormente a disciplina a que este assunto está relacionado na obra e observar algumas questões especiais antes de buscar a notação propriamente dita para então realizar a busca no WebDewey. O título é uma chave para o assunto, mas nunca será o único recurso de análise, pois pode ser fonte de engano. O sumário (ou tabela de conteúdo) pode listar os principais tópicos discutidos. O prefácio ou a introdução geralmente expõe os propósitos do autor; as notas introdutórias indicam o assunto e sugerem o lugar do trabalho no desenvolvimento do assunto.

Uma leitura geral do próprio texto guia e confirma a análise preliminar do assunto. Referências bibliográficas e entradas de índices também são fontes de informação do assunto. A catalogação da fonte, onde são fornecidos cabeçalhos de assuntos, números de classificação e notas podem auxiliar o classificador, mas devem ser consideradas com última alternativa de fonte para a classificação, porque muitas vezes não são elaboradas por profissionais e podem apresentar falhas que induzirão o classificador ao erro. Ocasionalmente, podem ser consultadas outras fontes de informação como revisões, trabalhos de referências e especialista(s) no(s) assunto(s). O principal objetivo ao definir o assunto do documento é analisá-lo a partir do ponto de vista do leitor/usuário da biblioteca, tornando a classificação útil, reunindo livros similares Depois de determinar o assunto, o classificador selecionará a própria disciplina ou campo de estudo do documento, considerando sempre a definição anterior do assunto baseada em partes específicas do documento/livro. O documento é classificado na disciplina na qual ele é interpretado, e não na disciplina da qual deriva. Por exemplo: um livro de geologia de engenharia em bibliotecas especializadas em mineração deverá ser classificado em geologia. Ex. OLIVEIRA Antonio Manoel dos Santos ; BRITO, Sérgio Nertan Alves de (Ed.). Geologia de engenharia. São Paulo : ABGE, 1998. 587p.

624.151 Geologia de engenharia 624 – engenharia civil 624.151 – engenharia de fundações e engenharia de geologia

(Então esse exemplo está com problemas, pois está em Eng.! Acho que não é classificação que está errada, e sim a ideia de que por ser especializada em mineração deve classificar em geologia, afinal, eng. de minas também trata de mineração, afora os ―engenheiros geólogos‖... Como não tenho o livro em mãos, não sei de que tipo de engenharia o livro trata).

Nos testes feitos na base na Webdewey, a primeira pesquisa a ser realizada é a partir do índice relativo para escolher a disciplina que melhor represente o assunto. A linguagem está em inglês, então o classificador além de determinar o assunto, também terá que traduzi-lo para o inglês. De preferência utilizar dicionário técnico para fazer a tradução, já que as áreas de conhecimento retratadas nos acervos do DNPM são muito específicas. Ex. OLIVEIRA, Cêurio de. Dicionário cartográfico. Janeiro : IBGE, 1993. 4.ed. Rio de

R 526.03 R para obras de referência (a questão das coleções é tratada em outro tópico, precisamos discutir!) 526 - Cartografia 03 - Forma (Tabela 1)

O uso do Índice Relativo não dispensa a consulta ao esquema [não entendi], pois é neste que encontramos toda a informação sobre cobertura e uso dos números. Os sumários são bons meios de navegação mental, principalmente para os iniciantes e para diminuir as dificuldades de tradução.

2.2.3.1 Mais de um assunto na mesma disciplina

Um trabalho pode incluir múltiplos aspectos de um assunto, ou mais do que um assunto do ponto de vista de uma simples disciplina. Quando o livro tratar de vários assuntos, ou das relações entre dois ou mais assuntos, deve ser determinada a relação entre eles e classificar obedecendo às seguintes regras:  Um trabalho com assuntos inter-relacionados classifique no assunto que está sofrendo a ação, ou seja, quando, em dois assuntos, um exercer influência sobre o outro, classificar pelo assunto que sofrer influência. É a chamada regra de aplicação, que tem preferência sobre qualquer outra regra.

Ex. BITAR, Omar Yazbek. Meio Ambiente & Geologia. São Paulo: Senac, 2004. (Série Meio Ambiente, 3)

550. 3371 550 – Geology 333.7-333.9 social aspects of ecology 333.71 general topics of land, recreation and wilderness áreas, energy, ... Entendemos que no documento a Geologia está sendo estudada em sua relação com a gestão ambiental. Utilizamos no índice relativo o termo environmental management e chegamos à classificação 333.7-333.9 vs. 363.1, 363.73, 577 Social aspects of ecology 

Um trabalho sobre dois assuntos classifique naquele que recebe tratamento mais completo, ou seja, livros que tratem de dois assuntos devem ser classificados pelo assunto mais

desenvolvido. Ex. UREN, Lester Charles. Petroleum production engineering: oil Field development. New York: MCGraw-Hill, 1946.

665.5 - petróleo 622.338 - tecnologia mineração e extração

(não definimos qual seria a mais adequada) (não estou com o material, não teria como decidir) 

Se dois assuntos recebem igual tratamento, e não são usados para introduzir ou explicar um ao outro, classifique o trabalho no assunto cujo número vem primeiro no esquema da CDD, ou seja, no caso de igualdade, classifica-se pelo primeiro. É a chamada regra primeiro-de-dois.

Ex. FERRAN, Axel Paulo Noel de. A mineração e a flotação: uma perspectiva histórica. Brasília, DF: DNPM, 2007. (conforme orientação da Mariana esta obra deverá ter entrada por BRASIL. Departamento..., mas por eqto deixei assim)

662.0981 622 – mineração e operações relacionadas 622.75 – flotation (mas como trata de mais de uma técnica, preferimos deixar no mais geral) 09 – T. 1 (tratamento histórico...) 81 - T.2 (tabela geográfica – Brasil)

Consideramos mineração de forma mais genérica sendo tratada a partir do ponto de vista histórico e mais especificamente no Brasil. Apesar de ter um capítulo específico sobre flotação.  No caso de dois ou mais assuntos que forem subdivisões de um assunto maior, classificar pelo assunto maior, ou seja, se o livro incluir diversos assuntos contidos na mesma classe, classificar no número mais geral. Três ou mais assuntos que são subdivisões de um assunto mais amplo, no primeiro número mais alto, que incluam todos eles. É a chamada regra de três. Talvez o exemplo do item anterior fique melhor aqui???? Creio que o exemplo anterior serve pros dois casos... mas fiquei na dúvida por não ter o item.

2.2.3.2 Mais de uma disciplina

O tratamento de um assunto do ponto de vista de mais de uma disciplina é diferente do tratamento de vários assuntos em uma disciplina. Use estas diretrizes na determinação do melhor lugar para o trabalho. Use o número interdisciplinar fornecido no esquema ou se for dado no Índice Relativo. O trabalho deverá conter material significante na disciplina na qual o número interdisciplinar é encontrado. Os números interdisciplinares não

são absolutos e só devem ser usados quando aplicáveis. Quando classificar trabalhos interdisciplinares, não deixar passar as possibilidades da classe principal 000 Generalidades. Ex.: 080 (coleções gerais) para uma coleção de entrevistas de pessoas famosas de várias disciplinas Alguma outra situação está tratada nas instruções: ―Mais do que um assunto na mesma disciplina‖. Ex. TUCCI, Carlos E. M.; BRAGA, Benedito (Org.). Clima e recursos hídricos no Brasil. Porto Alegre: ABRH, 2003. (Coleção ABRH Recursos Hídricos, 9)

551.48981 551.48 assunto recursos hídricos 09 elo de ligação geográfico 81 –Brasil de acordo com a (tabela 2 de área)

2.2.3.3 Outras regras para classificadores

(não tenho a fonte, foi retirado do material do Edmar. Hoje vou à biblioteca pegar mais livros sobre CDD, espero colaborar com este item)

Quando um livro tratar dos métodos de investigação, deve ser classificado com o assunto investigado, e não como o método empregado para a pesquisa. Quando um livro tratar da história de um assunto, deve ser classificado no assunto. Ex.: TOSATTO, Pierluigi. Um palácio na história geológica brasileira. Brasília,DF: DNPM, 1994.

725.1981 725.1 – prédios do governo 981 – História do Brasil (conforme orientação da Mariana esta obra deverá ter entrada por BRASIL. Departamento..., mas por eqto deixei assim)

Tentei fazer a classificação a partir da história da arquitetura do prédio, afinal o livro conta esta história e apresenta muitas fotográficas, fala de sua restauração, do incêndio. Enfim da história do prédio em si, inserindo partes da história do próprio DNPM. Mas não consegui. Então fui para a parte de arquitetura e achei estrutura de prédios. 725-728. 725.1 – prédios do

governo. Na apresentação dizem que este prédio abrigou inúmeras repartições públicas. Mas como há tratamento histórico, procurei utilizar as tabelas auxiliares, não consegui. Então resolvi utilizar a classe 900, especificando que se trata da historia do Brasil, mas não era bem isto que eu queria dizer. Queria mostrar por meio da classificação que o assunto principal é o edifício e que está sendo tratado do ponto de vista de sua própria história. Vc consegue melhorar isto????

Outra possibilidade 725.109 725.1 prédios do governo 09 – T. 1 tratamento histórico, geográfico, biografia (na classe 721-729 consta nota para uso do 09 da tabela auxiliar) (Eu ficaria com esta segunda possibilidade)

Da mesma forma, quando um assunto é usado para introduzir ou explicar outro assunto, classificar no assunto. Ex.: Filosofia da Arte – deve ser classificada em Arte (não encontrei nenhum ex. da nossa área para substituir esse) Obras apresentado duas opiniões, uma advogada pelo autor e outra condenada por ele, devem ser classificadas na opinião defendida pelo autor. Ex.: ―Naturalismo ou idealismo‖ de Eucken – classificar em Idealismo, que é advogada pelo autor. (Não consegui exemplos da nossa área nisso). Classificar traduções, críticas, chaves, respostas e outras classificações (comentários) com o livro original, por ser mais útil. (Não entendi esta afirmação. Útil em que aspecto? Quanto a traduções, coloquei minha opinião sobre deixar livros em língua estrangeira sobre um mesmo assunto separados, para facilitar a busca visual – achar material ao acaso - de quem lê nesses idiomas).

Quando um assunto não existir na tabela, por ser muito atual, deve-se procurar situá-lo num grupo adequado e aí classificá-lo. Na dúvida, classificar sempre no assunto mais geral, evitando a formação de notações muito grandes, que prejudicam a localização nas estantes.

2.2.4 Principais classificações

Elaborar uma tabelinha básica de consulta rápida para as notações mais utilizadas.

2.3

Notação de autor

O sistema utilizado para atribuir notação de autor é...

(Definir entre as possibilidades:

1 Cutter Four-Figure Table

2 Cutter Sanborn Four-Figure Table

3 Cutter Sanborn Three-Figure Table

Retirar o último algarismo do resultado obtido na opção 2.

2.4

Outras informações

Edição, volume/ano, exemplar.

3

PERIÓDICOS

As bibliotecas do DNPM organizam seus periódicos em ordem alfabética de títulos (A/Z) e cada título na ordem de seus fascículos. A informação na etiqueta deve ser A/Z.

Ou

As bibliotecas do DNPM organizam seus periódicos por ordem de aquisição...

4

MAPAS E FOTOS AÉREAS

5

MULTIMEIOS (?)

Cds, DVDs, etc.

FONTES CONSULTADAS

MEY, Eliane Serrão Alves; SILVEIRA, Naira Christofoletti. Dados de localização. In: ______. Catalogação no plural. Brasília, DF: Briquet de Lemos, 2009. Cap. 7.

SILVA, Odilon Pereira da. CDD: Manual teórico-prático para uso dos alunos da disciplina CLASSIFICAÇÃO no Departamento de Ciência da Informação e Documentação da Universidade de Brasília. [Brasília, DF]: [sd]. Disponível em: <http://www.scribd.com/doc/81280780/SILVA-Odilon-Pereira-da-CDD-Manualteorico-pratico-l>. Acesso em: 23 mar. 2012.

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