Sistematização – Prova de Habilidades

LAVAGEM DE MÃOS: a) Cirúrgica: • Molha-se as mãos; • Pega-se a bucha com degermante ( sabão com ação de destruição da flora transitória e inibição da reprodução da flora permanente), que está na parte da esponja e fazer espuma. • É imprescindível que o degermante atue durante 5 min. • Passar essa espuma em toda a mão e antebraço até o cotovelo. • Deixar os braços em abdução a frente e a uma distância considerável do corpo • Sistematizar a lavagem, sendo que, deve-se: o o o o o esfregar em baixo das unhas as faces do dedo entre os dedos a região palmar e dorso da mão as laterais da mão e punho.

• Esfregar o antebraço até o cotovelo. • DESPREZAR a bucha na pia. • Enxaguar as mãos sem encostar-se a pia • Enxaguar o antebraço do punho ao cotovelo sempre na direção superoanterior • Manter os braços em abdução com os dedos anterior ao corpo e apontados para cima. • Quando for enxugar, inicia-se pelas mãos. • Enxuga-se um antebraço no sentido punho-cotovelo na direção láteromedial. NUNCA se deve retornar, pois o pano está contaminado. • Quando terminar um antebraço, dobra-se o pano de um modo que não contamine a mão, tendo a vista a face descontaminada. • Ajeita-se o pano com as duas mãos e inicia-se o processo de enxugar o antebraço da mesma forma que o anterior. Heitor Mota – heitorsousa@hotmail.com Reis Contribuição: Gabriela Página 1

Sistematização – Prova de Habilidades • Despreza-se o pano. • Heitor Mota – heitorsousa@hotmail. e olivas). tendo o polegar apenas como apoio. fumou a pouco tempo e se está sentado confortavelmente. se ingeriu cafeína.60 a 100 bpm Crianças de 90 a 120 bpm. SINAIS VITAIS: 1º) Identificar-se para o paciente (“Boa tarde Sr. Perguntar ao paciente se ele realizou exercícios físicos recentemente.A: • • Identifica-se para o paciente. campânula. Determinar a amplitude e o ritmo. sem que ele saiba. ____ sou ____.”). Identificação das partes do esfigmomanômetro (manguito.de 16 a 20 ipm Mulheres de 18 a 24 ipm Crianças de 25 a 30 ipm c) Aferição de P. pêra..com Reis Contribuição: Gabriela Página 2 . 2º) Verificar os sinais vitais: a) Pulsação: • Palpar com a polpa digital dos dedos indicador e médio a artéria radial que se encontra próxima ao processo estiloide do rádio. Valores normais: o o o Homens . tubo. manômetro – tipo aneroide – e válvula) e do estetoscópio (o clássico possui diafragma. Frequência cardíaca normal: o o o Adultos .. estudante de Medicina. • b) Frequência respiratória: • • Contar os movimentos respiratórios do paciente.

A sistólica é obtida através do primeiro e a diastólica é obtida a partir do último som. Localizar a artéria braquial na fossa cubital e colocar o manguito a 2 cm acima dessa.com Reis . Logo após. Insuflação do manguito através da pêra até que não seja mais possível sentir a pulsação. observando no aneroideo valor da pressão sistólica(método palpatório) Abre-se a válvula e desinsufla-se o manguito até 0 mmHg e espera-se 30s. fechar a válvula e inflar o manguito até 30 mmHg acima da pressão sistólica encontrada anteriormente. EXAME FÍSICO DE ABDOME: 1º ) Identificação e comprimento 2º) Inspeção: • • Paciente em decúbito dorsal com pernas e braços estendidos e examinador no lado direito Observação tangencial a) Estática: • • Cicatrizes operatórias Distribuição de pelos Contribuição: Gabriela Página 3 Heitor Mota – heitorsousa@hotmail. com a região palmar voltada para cima e com braço paralelo ao coração ( 4° espaço intercostal. Identificar a radial. d) Temperatura: • • • Utiliza-se o termômetro na axilia. (2 a 3 mmHg/segundo) • • • • • • • • Através dos sons observa-se a pressão sistólica e diastólica. próxima ao processo estiloide do rádio. Agita-se o termómetro até atingir ? Em condições normais a temperatura corpórea varia de 36 a 37°C. coloca-se o diafragma do estetoscópio (método auscultatório) no pulso braquial. reto ou boca. Desinsufla-se o manguito lentamente observando os sons de Korotkoff.Sistematização – Prova de Habilidades • Posicionar o braço do paciente ligeiramente flexionado.

cava superior.com Reis Contribuição: Gabriela Página 4 .Sistematização – Prova de Habilidades • • • Estrias Movimentos peristálticos Coloração da pele: o Sinal de Cullen – pele azulada na região periumbilical (necrose hemorrágica do pâncreas) Sinal de Grey-Tuner – pele azulada na região dos flancos (necrose hemorrágica do pâncreas) o • Forma do abdome: o o o Distendido . doença celíaca e de Crohn Volumoso/globoso – ascite.fecaloma Escavado – linfomas. neoplasia • Circulação colateral: o Comprime-se a veia analisada e observa-se o fluxo sanguíneo (3 vezes) Determina-se o local da obstrução Determina-se o tipo de circulação colateral: porta. cava inferior o o b) Dinâmica: • • Pede-se para o paciente respirar fundo e observa-se o abdome Manobra de Smith-Bates: o Pede-se ao paciente deitado na posição de decúbito dorsal para elevar os membros inferiores sem flexionar as pernas Essa elevação provoca contração da musculatura abdominal – usada para determinar a presença de hérnias e diástases o 3º) Ausculta: • • • Paciente em decúbito dorsal com pernas e braços estendidos examinador no lado direito Ausculta-se as os ruídos intestinais nas 4 regiões Valor diagnóstico: o Aumento de ruídos hidroaéreos – diarreia e Heitor Mota – heitorsousa@hotmail.

ascite.Sistematização – Prova de Habilidades o o Silêncio abdominal – íleo paralítico (pós-operatório) Mudança de timbre(tonalidade metálica) – oclusão intestinal 4ª) Percussão: • • • Paciente em decúbito dorsal com pernas e braços estendidos e examinador no lado direito Esquentar o estetoscópio no jaleco ou roupa Percutir as 4 regiões o o Sons maciços – quase todo abdome Timpânico:  mesogástrio . muda-se a posição do paciente para confirmar diagnóstico hipocôndrio direito interposição do cólon pneumoperitônio devido a  o Fígado:    Percussão no hipocôndrio direito Permite determinar os limites do fígado Deve ser feito a partir da linha hemiclavicular = Som claro pulmonar[pulmão] -> Som submaciço[diafragma] -> Som maciço [fígado] o o Piparote: Baço: 4º) Palpação: • • • Paciente em decúbito dorsal com pernas e braços estendidos e examinador no lado direito e cabeça apoiada em travesseiro Esquentar a mão Pergunta-se ao paciente se sente alguma dor e começar por onde não sente dor: o Pontos de dor:   Epigástrio – úlcera Ponto cístico – colecistite Contribuição: Gabriela Página 5 Heitor Mota – heitorsousa@hotmail.com Reis .

Palpação profunda até entrar em contato com a massa. Em garra.com Reis .comprimir outra região que não seja o local desejado para distrair o paciente e diminuir a tensão Ponto apendicular – apendicite b) Profunda:  Estômago – dor de descompressão no epigástrio sugere úlcera e lesões neoplásicas Ceco – descompressão brusca na fossa ilíaca direita provoca ruído típico (“Sinal de Gargarejo”) sugere diarreia Cólon sigmoide.polpas dos dedos mínimo. fígado para baixo polpas dos dedos para dentro. inspiração profunda e lentamente.       Vesícula biliar: o o Não é palpável Sinal de Courvoisier – vesícula palpável em pacientes ictéricos sugerindo neoplasia maligna no pâncreas Localização do ponto cístico: Contribuição: Gabriela Página 6 o Heitor Mota – heitorsousa@hotmail. anular e médio de ambas as mãos alinhados.Sistematização – Prova de Habilidades  a) Superficial:    Avaliar a tensão da parede abdominal Com a ponta dos dedos faz-se 3 abalos Paciente ansioso pode causar alteração na tensão: o Manobra de Galambos. solta-se suavemente e volta-se a comprimir ritmicamente se ocorre passagem de ar sugere fecaloma Fígado: o Palpação da borda:  Mão esquerda apoiada na parede abdominal posterior direita do abdome na região costolombar com polegar na parede anterior Pede-se ao paciente para que inspire profundo e lentamente para que o fígado se movimente para baixo enquanto o examinador move a borda radial do dedo indicador direito para cima sentindo a borda do fígado.

anular e médio de ambas as mãos alinhados. Faz-se uma compressão lenta do ponto apendicular com todos os dedos(exceto o polegar) de qualquer uma das mãos seguida de descompressão brusca Se produzir dor no paciente – Sinal de Blumberg o o  Baço: o o Não é palpável em condições normais (98% dos pacientes) O paciente deve ficar na posição de Shuster:  Decúbito lateral direto.polpas dos dedos mínimo. Se o paciente parar de respirar e reclamar de dor – Sinal de Murphy o  Apêndice: o Localização do ponto apendicular: primeiro terço da linha que une a crista ilíaca antero posterior até a cicatriz umbilical.Sistematização – Prova de Habilidades  Ângulo formado pelo rebordo costal direito e borda externa do músculo reto abdominal(ou linha hemiclavicular) – paciente magro Local de encontro da linha que liga a crista ilíaca anterosuperior esquerda com o rebordo costal passando pela cicatriz umbilical – paciente gordo  o Faz-se uma compressão profunda com o dedo direito no ponto cístico e pede-se para o paciente respirar fundo. coxa direita estendida. Mão direita apoiada na parede abdominal posterior esquerda do abdome na região costolombar com polegar a parede anterior do abdome Sentido da palpação: da fossa ilíaca direita para o rebordo costal esquerdo Em garra. coxa esquerda fletida 90º e braço esquerdo sobre a cabeça.com Reis Contribuição: Gabriela Página 7 . inspiração profunda e lentamente baço para baixo e polpas dos dedos para dentro.    Heitor Mota – heitorsousa@hotmail.

Sistematização – Prova de Habilidades  Rins.com Reis Contribuição: Gabriela Página 8 .? Heitor Mota – heitorsousa@hotmail.