UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE

CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL UNIDADE 4 Derivadas de Funções Reais de Uma Variável Parte 1 Objetivos » Calcular derivadas de funções através da definição e usando as regras de diferenciação. » Escrever equação de reta secante, tangente ou normal a uma curva em um ponto. » Resolver limites usando a regra de L Hospital. » Determinar, se houver, pontos de máximos e mínimos de funções. » Obter, se houver, pontos de inflexão de funções.

» Esboçar gráficos de funções. » Resolver problemas de otimização. UNIDADE 4 DERIVADA DE FUNÇÕES DE UMA VARIÁVEL O cálculo teve sua origem em quatro problemas em que os matemáticos europeus estavam trabalhando durante o século XVII. São eles: -O problema da reta tangente -O problema da velocidade e da aceleração -O problema de máximos e mínimos -O problema da área. Cada um destes problemas envolve o conceito de limite e é possível introduzir o cálculo a partir de qualquer um deles. 4.1 O Problema da Reta Tangente O que significa dizer que uma reta é tangente a uma curva em um determinado ponto? No caso de uma circunferência, a reta tangente no ponto P é a reta perpendicular à rad ial que passa por P (observe Figura 1(a)). Para uma curva qualquer esta caracterização é mais difícil (observe Figura 1(b-d)). (a) (b) (c) (d) Figura 1 O problema de encontrar a reta tangente em um ponto P consiste, basicamente, na determinação da inclinação da reta procurada. Esta inclinação pode ser aproximada utilizando uma reta que passa pelo ponto de tangência e por outro ponto da curva, tal reta é ch amada de secante. (a) (b) (c) Figura 2

Fixa-se um ponto P do gráfico de f (x) , e toma-se Q do mesmo, Q -P (Figura 2(a)). Fazendo Q se aproximar de P , pode acontecer que a reta PQ tenda a uma po sição limite: uma reta t. Neste caso, a reta t é chamada de reta tangente ao gráfico em P , desde que P do gráfico de f (x) , e toma-se Q do mesmo, Q -P (Figura 2(a)). Fazendo Q se aproximar de P , pode acontecer que a reta PQ tenda a uma po sição limite: uma reta t. Neste caso, a reta t é chamada de reta tangente ao gráfico em P , desde que ela não seja vertical. Neste contexto, a reta PQ é secante ao gráfico de f (x) . É impor tante salientar que Q deve se aproximar de P tanto pela esquerda como pela direita, e em ambos casos a reta PQ deve tender à t. Nas Figuras 2(a) e 2(b), mostram-se instantâneos de Q escorregando ao longo do gráfico de f (x) , em direção à P pela esquerda (2a) e pela dir eita (2b). Sejam Px1, y1 -e Qx2, y2 -dois pontos da curva y -f x, então a reta secante (que y y corta a curva em dois pontos) possui uma declividade dada por: msec -2 1. x x 21 reta secante y x tangente em P 1x2x1y2yX Y xf Q P f x f x -f xxf x 21 11 Ou ainda (outras notações): m -m sec sec h x Observação 1: Note que y x é a inclinação da reta secante (que corta a curva em P e Q ). Se x for muito pequeno, isto é, x 0 , então o ponto Q tende para o ponto P ,a inclinação da reta secante PQ-tende para a inclinação m da reta tangente no ponto P .

Definição: Se Px1, y1 -é um ponto no gráfico da função f , então a reta tangente no gráfico d f em P é definida como a reta que passa em P com declividade (coeficiente angular) : f x f x -f xhf x

x 0 x . tg tg h 0 hh f xxf x 0 h Logo. m lim . mtg -lim 1 1.21 11 m lim . ou seja.

y0) é escr ita como: y yy0 mtg x x0 . a equação da reta tangente num ponto (x0. obtidas respectivamente ao fazer Q se aproximar de P pela esquerda e pela direita. A equação da reta normal é dada por y --1(x x ).Importante: Da Geometria Analítica. fx00 m tg I s a a c N e w t o n 1 6 4 3 0 x 0 . e que o processo anteriormente descrito conduz a duas posições limites t1 e t2. Observação 3: Cálculo da inclinação da reta tangente: Fazendo Q se aproximar de P . A Figura 2(c) apresenta um exemplo onde P xf x -é um ponto anguloso 0. a reta perpendicular à reta tangente neste ponto. A reta secante tende à reta tangente. tg PQ x x Observação 4: Chama-se reta normal a uma curva num ponto considerado. e a inclinação da reta secante mPQ tende à inclinação da reta tangente: f xxf x m -lim m -lim . o que corresponde a fazer x tender a zero. Observação 2: A reta tangente a um gráfico nem sempre existe. 0 (bico).

1 7 2 7 Exemplo 1: Sendo f xx2 , calcule a inclinação da reta tangente ao gráfico de f (x) no pon to de abscissa 5. Solução. 2 22 f xxf x-x2xxx x m -lim -lim x tg x x 2xxx2 -lim 2x 10 x5 x 0 x 0 x 0

Exemplo 2: Sendo f x-xx-x32x , escreva a equação da reta tangente e da reta normal ao gráfico de f (x) no ponto de abscissa 1. Solução. 32233 223 f xxf x-x3x x3xxx x2x 3x x3xxx2x m -lim -lim -lim tg x 0 x x eq da reta tg 3x22x x1, y3 1 116 Eq da reta normal 5 55 4.2 Taxa de variação média e instantânea A velocidade pode ser vista como uma taxa de variação a taxa de variação da posição (s) com o tempo (t). As taxas de variação ocorrem em muitas aplicações. Por exemplo, podemos considerar o problema da velocidade: aquele em que o objeto pode ser pensado como um ponto móvel ao longo de uma reta, de modo que a sua posição s eja determinada por uma única coordenada s . O movimento é totalmente conhecido se sabemos onde o ponto móvel está em cada momento; isto é, se conhecemos a posição s como uma função do tempo t : s -f t. O tempo é normalmente medido a partir de algum instante inicial conveniente t 0. Todos nós estamos familiarizados com a idéia cotidiano, como um número que mede a taxa em to é, falamos em andar a 4km/h, dirigir a 100km/h, as, que são os números computados. Se percorremos de de velocidade em nosso sentido que a distância está sendo percorrida. Is etc. Falamos também de velocidades médi carro a distância 480km em 6 horas, então -y 3 (x 1) xy0 0 x x 0 x

-y 3 5(x 1)

5x y 2 0

nossa velocidade média é de 80km/h, pois a velocidade média vm é dada por vm d , onde d t é a distância percorrida e t é o intervalo de tempo gasto. Para determinar a velocidade do objeto num dado instante t , fazemos o seguinte: no intervalo de tempo t , entre t1 t e um instante posterior t2 tt observa-se que o obj eto

se desloca de s1 -f t-até s2 -f tt. A velocidade média nesse intervalo é o quociente s2 s1 s v-. mt2 t1 t

Além disso. Sabemos que a velocidade é importante para estudar o movimento de um ponto ao longo de uma reta. a velocidade é simplesmente a taxa de variação da posição com relação ao tempo. onde s está em metros e t em segundos. t 0 t t 0 t Essa velocidade é conhecida como velocidade instantânea. essa velocidade média está perto da velocidade exata v no s começo do intervalo. essa velocidade média está perto da velocidade exata v no t for pequeno.Quando t for pequeno. Nessa terminologia. v -. Por de finição v a aceleração de um móvel é a taxa de variação de sua velocidade v : a -lim . torna-se cada vez melhor essa aproximação. e assim temos sf ttf t v -lim -lim . t quanto menor t . Calcule também a velocidade média no intervalo . mas a maneira como a velocidade varia também é importante. onde -lê-se é aproximadamente igual a . 0 t t Exemplo 3: Encontre a velocidade e a aceleração nos instantes t 1e t 2 de um objeto em queda livre cuja função posição é dada por st16 t 2100 . isto é.

1.2 Solução. 22 sf ttf t16 tt00 16 t100 1 v -lim -lim -lim t 222 2 16 t2ttt10016 t 100 32 tt 16 t -lim -lim 32 t t 0 t 0 0 t t 0 t t 0 t t t t 1.. 222 22 dA -DDD -D2DD DD -lim --lim D dD 40 D 4 D 0 D .v 32 m / set 2. quando o diâmetro é igual a 4 10m? Solução.v 64 m / s v 32 t 32 t32 t 2 a -lim -lim 32 m / s t t t s 36 84 velocidade média v -48 m / s 0 t 0 t 2 1 Exemplo 4: A área A de um círculo está relacionada com seu diâmetro pela equação A -D2 . A que taxa a área muda em relação ao diâmetro.

.

de modo que f x0xf x0 se m for sua inclinação. para calcular a inclinação da reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P x0. f x0 . procede-se assim: 1. média de crescimento de t 2a t 10 . Faz-se Q se aproximar de P . onde t é o tempo medido em dias. Encontre: a) b) c) d) e) a a a a a taxa taxa taxa taxa taxa média de crescimento de t 0a t 2.) mPQ x 3. (O lado direito é chamado de quociente de Newton. então a reta secante tenderá à reta tangente ao gráfico de f (x) no ponto P x0. Suponhamos que uma população de 25. . o que se consegue fazendo x tender a zero. f x0x-do gráfico.3 Definição de Derivada De acordo com a seção anterior. de crescimento em t 10 . Resposta. Calcula-se f -f x0xf x0 -de onde resulta que a inclinação mPQ da reta secante f x0xf x0 PQ é = . distinto de P . Toma-se Q x0x.000 indivíduos (no instante t 0 ) cresce de acor do com a fórmula N t-2500045 t 2 . a) 90 indivíduos/dia b) 540 indivíduos/dia c) 225 indivíduos/dia d) 180 indivíduos/dia e) 900 indivíduos/dia 4.dA 2DDD2 --2DD DD -lim -lim D-D dD 4 D 0 D -4 D 0D -2 dA 5 dD D10 E1. tem-se m -lim mPQ -lim . média de crescimento de t 0a t 10 . f x0 . de crescimento em t 2. E1. 2.

supondo que o limite exista. Define-se a derivada de uma função f (x) no ponto de abscissa x0 como o número f x0xf x0 f -0 -lim . y'.. fx . O domínio de f 'x-consiste de todos os valores de x para os quais o limite exista. f xxf x A derivada de f em x é dada por f 'x ---lim . desde que o limite x 0 x exista. caso em que se diz que a função 'x x 0 x é derivável em x0.x 0 x 0 x O segundo membro recebe o nome de derivada de f (x) em x0. dy df d . Notações: f 'x.

(notação de Leibniz) dx dx dx Dx .

y(notação de operador) - .

determine a derivada das seguintes funções: ax a) f (x) e b) g(x) -senaxSolução. f xxf xxx23xxx23x f '--lim -lim x x x x 222 2 x2xxx3x3x x 3x 2xxx3x lim -lim -2x3 x 0 x x 0 x 0 x 0 Exemplo 6: Usando a definição. a) ax x-ax axax f xxf x-e e ax e 1 ax e 1 ax f 'x -lim -lim e lim a e lim a e x x x x ( ln e b) f xxf x-sen 0 x 0 x x 0 x 0 a .Gottfried Wilhelm von Leibniz 1646 1716 Exemplo 5: Mostre que a derivada de f (x) x23x é f '(x) 2x3. Solução.

senax axx g'x -lim -lim x 0 x x 0 x -axx-sen ax sen ax cos -sen a cos ax -lim x x 0 .

-ax1 senax-) sen ax cos -cos ax -lim-lim x 0 senax 0 x x -x .

cosax1 -senaxcosax g -limcos ax 'x sen ax lim x x x 0 x 0 .

b) a inclinação da reta tangente a m(x) em x 9. determine: a) a derivada de m(x). c) os limites de m'(x) quando x 0e x Ñ 0 x 0 .cosax1 -senax lima coslim -sen ax ax x xa x ) ( ) ( 01 --a cos g'x ax Exemplo 7: Considere a função m(x) -x .

1 a) m'(x) 2 x 11 b) Cálculo do coeficiente angular: m'(9) 29 6 Eq. da reta tangente: y 3 -1 x 9-x 6y9 0 6 c) lim-m'(x) -lim1. Resposta: a senaxf xf x Teorema: Forma alternativa para a derivada: f ' ) 0 x0 -lim 0 x x x 0 Demonstração: A derivada de f em x0 é dada por f x0xf x0 f -lim . Determine a derivada de f (x) cos ax-pela definição. lim m'(x) -lim 1 0 x x 2 x 2 x E2.Se x xx 'x0 = x -x 0 x 0 .x0 x f (x0) f (x) f (x) f (x0) x -x0 = x x0 x f (x0) f (x) f (x) f (x0) x -x0 = x Solução.

então x0 x quando x f xxf x -f xf x 00 0 f '-= -lim x0 lim . -f xf x0 f 'x0 -lim x 0 Derivada lateral à esquerda: Uma função y -f x-tem derivada lateral à esquerda de um ponto de abscissa x x0 . f xf x0 f 'x0 -lim x0 x x x 0 x0 x x Exemplo 8: Mostre que a função f (x) x 2 não possui derivada em x 2.0x . x 0 xx x0 x x0 0 x 0 . se existir o limite lateral à direita de x x0 da razão incremental. Solução. Logo. trocando x0x por x . obtém-se 4. se existir o limite lateral à esquerda de x x0 da razão incremental. .4 Derivadas Laterais em um Ponto Derivada lateral à direita: Uma função y -f x-tem derivada lateral à direita de um ponto de abscissa x x0 .

Solução. Mostre que a função m(x) -x não é derivável em x 0. . E3. Calculando as derivadas laterais: -f xf 0-sen x0 f '0-lim-lim1 x 0 x 0 x 0 x 0 f xf 0-sen x0 f '0-lim -lim 1 x 0 x 0 x 0 x Como f '0-f '0 pode-se se afirmar que a função f (x) senxpossui derivada . em x 0.Calculando as derivadas laterais: f xf 2-xf 2x 2 0 ---lim -limf '2 1 x x 2 0 f xf 2 ---lim -lim f '2 1 x 2 x 2 x 2 x 2 2x 2 x 2 x 2 Como f '2-f '2 pode-se se afirmar que a função não possui derivada em x 2. . Exemplo 9: Verifique se a função f (x) senx-possui derivada em x 0.

Ela não terá derivada nos pontos em que o gráfico apresentar a) uma quina (as derivadas laterais são diferentes) b) um ponto cuspidal (o coeficiente angular de PQ tende a -deumlado. . de ambos lado s) d) uma descontinuidade.Observação 5: Quando uma função não possui derivada em um ponto? Uma função terá derivada em x x0 se os coeficientes angulares das retas secantes que passam por Pxf x -e um ponto Q próximo no gráfico tenderem a um limite à medida 0. do outro) c) uma tangente vertical (o coeficiente angular de PQ tende a -ou a . a diferenciabilidade está ligad a à suavidade do gráfico da função. ea . Logo. de modo geral. Uma função cujo gráfico é. Quando as secantes não têm uma posição limite ou se tornam verti cais à medida que Q tende a P. 0 que Q se aproxima de P. a derivada não existe. suave pode não ter derivada em um ponto por vários motivos.

tem-se f --fx0 -x x0 . assim.5 Diferenciabilidade e Continuidade Teorema: Se a função f (x) é diferenciável em x x0 . isto é. x x 0 x x .a) b) c) d) 4. logo lim existe e 0 x x x 0 é igual a f 'x0 . que lim f x-f x0 . então ela é contínua em x x0. f (x) é diferenciável em x x0 . x 0 f xf x0 x Para x -x0 . f xf x0 Demonstração: Pela hipótese. Deve-se mostrar que f (x) é contínua em x x0 .

f xf xxf x0 lim .

fx x --. -lim -lim x x -f 'x 0 0 --f -0 00 x x 0 0 x x 0 0 ou seja. lim x xx x .

portanto lim f x-f x0 . então f (x) não é contínua. x 1 Exemplo 10: Considere as funções f (x) -e g(x) -.0 xf x0 f e. responda: 2. então f (x) não poderá ser derivável em x x0. a) Para f (x) : Como lim-2 2 e lim x2 1 são diferentes. x 1 x 1 Para g(x) : Como lim-1 1 e lim x2 1 são iguais. x x 0 0 Observação 6: Segue do teorema que se f (x) não for contínua em x x0 . Para g(x): Calculando as derivadas laterais: -f xf 1-1 1 f '1-lim-lim0 x x 1 x 1 1 x 1 x x f xf 1-x 1 ---lim -lim 2 -lim x1 -2 f '1 x x 1 x 1 1 x 1 x 1 Observa-se que seus valores são distintos. então g(x) é contínua. x2. x 1 1. logo g(x) não é diferenciável em x 1. x 1 Õ a) As funções f (x)e g(x) são contínuas em x 1? b) As funções f (x)e g(x) são diferenciáveis em x 1? Solução. x 1 x 2. x 1 x 1 b) Para f (x) : A função f (x) não é contínua. portanto não é diferenciável. Exemplo 11: Verifique se a função f (x) - .

- x x 0 0 Diferenciabilidade: A função f (x) x não é diferenciável. Continuidade: Os limites lim x 0 e lim x 0 são iguais. logo f (x) x é contínua.x é contínua e se possui derivada em x 0. pois os limites x 0 -f xf 0 ---lim-limf '0 1 x x 0 f xf 0 ---lim -lim f '0 1 x 0 x 0 x 0 x 0 x 0 x 0 x 0 .

.

6 Regras de Derivação As regras de derivação tornam o cálculo de derivadas mais eficiente. x 0 x x 0 x Exemplo 12: Calcule a derivada das seguintes funções em relação a x : a) f x9 b) gxSolução. x z x . temos f xxf x-c c ---lim -lim 0 f 'x . Derivada da função constante: 0 dx Demonstração: Através da definição de derivada. nn f ' f zf x-z xnn2 nn 1 n --lim lim lim z 1-zx-zx 2-x nx 1. Derivada da potência de x : nx dx Demonstração: Para demonstrar a essa regra utiliza-se a forma alternativa da definição de derivada e a nn n1 n2 n2 n fórmula z x z xz-zx-zx-x 1 .são distintos. f x-e gx-funções diferenciáveis: dc 1. Isto é. 4. Sejam c um número real. n um número racional. a) f 'x0 b) g'x0 dx n n1 2.

xz z xz xz x Exemplo 13: Calcule a derivada das seguintes funções em relação a x : a) f x-x3 b) gxx 6 Solução. a) f 'x3x2 b) g'x6x 7 3. então d cf x u = . Derivada da multiplicação de uma função por uma constante: Se c é uma constante e f x-é uma função derivável em x.

dx .'.

então d u #v-du dv = #-. x Exemplo 15: Calcule a derivada de f x4e . a) f ---4 "3 -x 23 6x 21 b) g'x 'x -1 -7 !2 E4. Derivada da soma algébrica: Se u -f x-e v -gx-são funções de x.2 Exemplo 14: Calcule a derivada das seguintes funções em relação a x : a) f -x 4x 3 b) gx7x Solução. Solução. Derivada da função f xe : f 'xe Demonstração: Através da definição de derivada.2. temos xx x x x x f xxf x-e ee e 1-e 1 ---lim -lim -lim e lim e f 'x xx x . Escreva a equação da reta tangente à função y -2 no ponto 1. Resposta: x y 2x4 xx 4. dx dx dx Demonstração: 0 x x 0 x x 0 x x 0 x . x f 'x4 e 5.

temos duv .Através da definição de derivada.

uxxvxx .

uxvx -lim dx x 0 x .

uxxux .

-x) -vx vx -lim x x . --vx uxxux vxx -lim -lim x 0 x x duv-du dv = dx dx dx Exemplo 16: Calcule a derivada das seguintes funções: 5 a) f x5x46x3 20 b) --5x-x3 x 53 c) g-x 1 x15-1 3 zx 3 x 3 x 0 x 0 .

a)0 b) 0. c) a taxa média de reação no intervalo de t 0a t 2.12 c) 0. temos -lim . dx x 0 x . 3 232 a) f 'x5 4x6 3x 20 x18 x 43 3 5 b) z'-x 5 x-x x 2 25 1 14 11 1 c) g'-x 15 x2 334 3 xx E5. Respostas: 5.03 t 2 .06 6. Derivada para o produto de funções: Se u -f x-e v -gx-são funções de x. onde t é o tempo de reação dado em horas. dx dx dx Demonstração: du v-uxxvxxuxvx Através da definição de derivada.5 0. Em um experimento metabólico a massa M de glicose decresce de acordo com a fórmu la M t4. Calcule: a) a taxa de reação em t 0. a) coshx-b) senhx-c) sec h2 x-6. b) a taxa de reação em t 2.Solução. então du v-dv du uv . Calcule a derivada das seguintes funções hiperbólicas: a) f xsenhxb) gxcosh xE6.

uxx-se aproxima de ux. logo du v-dv du uv .Para transformar essa fração em uma equivalente que contenha razões incrementais para as derivadas de u e v . dx dx dx . subtraímos e adicionamos uxxvx-ao numerador: du v-uxxvxxuxxvxxxvxuxvx u -lim x 0 dx x -vxx-uxx-ÿ vx ux uxx-x v -limD -x 0 D x x --ux vxxvx -uxxux-lim vx lim -lim x x x 0 x 0 x 0 x À medida que x tende a zero.

Exemplo 17: Determine a derivada das seguintes funções: 101 2 a) f x35x x1-b) gx2xx4-c) 2 x x-x -2 x3mx 2 Solução. 101 2 103 101 a) f x35x x135x-x Fazendo a multiplicação primeiro: 102 100 102 100 f 'x35 103x35 101x 3605x3535x ou Usando a regra do produto: 100 2 101 f 'x35 .

22 22 « !Usando a regra do produto: x -x3x-x. x 3 m'-1 2x12 2 "-1 - . 2 2 « Fazendo a multiplicação primeiro: 31 31 1 "-5 23 -1 "-2 'x .2x3x2x3x .101x x1 2x x b) gx-2xx4-2x28x Fazendo a multiplicação primeiro: g'x2 2x8 -4x8 ou Usando a regra do produto: g'x-2x1x4-4x8 2 2 53 xx 1 "23 22 c) mx -2 x3x. 2 -22 m --2 -x 23 3x2 -x3 2x -5x9x3x6x-ou .

Derivada para o quociente de funções: Se u -f x-e v -gx-são funções de x.2 !-x 7. então d "u -v u'uv' --2. dx !v -v Exemplo 18: Obtenha a derivada das funções abaixo: . v 0.

14x a) f ---b) g ---c) h -'x 'x 'x 2 2x12 x12 v'x0 du n n1 du 8.x1 x x2 18ex 1 1 a) f -x -b) gx -c) hx -22 2x1 x1 x 1 log --10 2 vx 31024 Solução. Derivada da potência de uma função: n u dx dx Exemplo 19: Calcule a derivada das funções: 1 2 a) f -x 3x44 b) gx-2x1 c) y d) 33x "5x34 4 -mx 7 !- .

Derivada de função composta (Regra da Cadeia): Se dy dy du dx du dx Exemplo 20: Calcule a derivada das funções: 34 10 x 2 a) f xex4 b) y x 2x22 Solução.Solução. 3 3 22 a) f '-x -4 3x4-6x 24 x3x4 b) c) y'-32 3x d) "5x34 35 260 2 3 e) m ---4 3x -x 5x43 'x 4 77 7 !9. 3 2 x4 x a) f 'x3x4e 22 2 b) y'-4xx 23 x29 7x 622 c) h ---2xx99 4 'x x d) - .

8ex x 122x ) 2 d) 2 x1 22 ---x-1 2 e) hx x g'--x -2x1-12 ) 12 --x1 x22x h'x y -f u-e u -gx. então 22 c) --x 9 x 2 hx - .

dx dx dy dy 32 Exemplo 21: Calcule nos seguintes casos: a) x 3y 25y b) x -y3y-y dx Solução. y -y'-y'- .x E7. Escreva a equação da reta normal ao gráfico de y e no ponto 0. Resposta: y x1 dg 1 10. usa-se a relação de função inversa y e x . Derivada da função logaritmo natural: dx udx Demonstração: Para determinar a derivada da função y ln x.1. a) x 3y 25y 1 Derivando em relação a x :1 6yy 'y' 5 6 y5 b) x -y33y2-y 21 Derivando em relação a x :1 3yy'yy '' 6 y 3y26y1 d ln u-1 du 11. Derivada da função inversa g -f 1 x: f 'dx gx dy 1 Essa regra também pode ser escrita como -.

-. obtemos -. dx dy dy 1 dy 1 Isolando . ou seja.Derivando ambos lados em relação a x : --x de d dx dx y dy Isto é. e 1. dx dx ey dx x Exemplo 22: Determine as seguintes derivadas: d ln 2t-dd "x1-' a) b) ln z 25-c) ln dt dz dx !x 1- .

Solução. Derivada da função exponencial (base a ): a a ln a dx dx x4 xx1 Exemplo 23: Derive as funções: a) f x23 b) gx 5 x 4Solução. x Aplica-se logaritmo: ln yln x 11 x ln y-x ln x-y' yln x1 -y'-x ln x1x - Deriva-se em relação a x : y'ln -x . d ln 2t-11 d 2t-11 d 22z a) 2 -b) ln z5-2 dt 2ttdz z5 d "x1-' "x 1x1x1-2x 2 c) ln -.--2 dx !x 1-!x1x1-x13 du udu 12. 3 x4 x 2 a) f 'x-2 3x4ln 2 x412 x3 x4 x x1 1 "x 4 -5 -5 ln 5 5 ln 5 x 11 b) g --5 ln 5 '5 xx 4 ln 5-2 -2 'x-!-x1 x1-x1x12 xx Exemplo 24: Calcule a derivada das seguintes funções: a) f xx b) f x-x Solução. a) Escreve-se y -xx .

utilizando a regra da cadeia. mostre que d -y' 21ln x -y' x 1 ln x-x --x - . "-1 -1 Aplica-se logaritmo: ln --ln xx ln y -ln y -x x !11 11 y 1 Deriva-se em relação a x : y' 2 ln yx xxx E8.yx 1 b) Escreve-se y -xx . dx E9. Mostre que a a ln dx xa . Suponha que gx-é uma função derivável.

-g xg -x dg' x e e a)gx b) ln gx % '$ .

dx dx gx .

11 "-1 -1 a) f --3 log e b) gx -log e log 'x '. Derivada da função logarítmica de base a : log au -log ae dx udx "1 Exemplo 25: Diferencie as funções: a) f xlog 3x1-b) gx -log 2 !x Solução. Derivada da função seno: d --cos u du sen u dx dx Exemplo 26: Determine a derivada das seguintes funções: x a) f xsen 3x35x26-b) gx-sen x21-c) hxe sen 4xSolução.-2 -2 -2 e 3x11 !-x -x x 14.d 1 du 13. 3232 322 a) f 'xcos 3x5x63x5x6'cos 3x5x69x10 x2 32 f 'x9x10 xcos 3x5x6x 1 21 22 b) g'--sen x1' .

x 1' cos x1 22 2 sen x1-2 sen x1g ---1 .

2x cos x21 'x 2 2 sen x12 x cos x1 g'x xx xx c) h'xe .

' sen 4x .

e 'sen 4x-4e cos 4x sen 4xe x h'xe .

Derivada da função cosseno: d --sen u du cos u dx dx Exemplo 27: Encontre a derivada das funções abaixo: "x6 x -2 -x a) f --cos b) gxsen xos 2 x-c) hxcos38 7-d) c !-x 1 .4 cos 4xen 4x s 15. sen x) -mx cos x Solução. -12xsen .

"x6 "x6 (x 1 x6-"x6 -7 "x6 a) f ---sen . g'x0 2 2 c) h'x3cos 8x7 . !-x 1 x 1!-x 1 x 1!-x 1 b) gx1. !-x 1 .'-2 sen -2 sen 'x .

Determine a derivada das seguintes funções: cos x-11 a) --= b) ---c) -gx hxmx -cos ) sen -x sen x x Resposta: a) g'xcos ecx-b) h'xsec xtgx-c) m'xcos ec xcot gx16. a) f 'x3sec 2 3x5 x 5 x b) g'xe . Derivada da função tangente: d tg u sec 2 du u dx dx Exemplo 28: Obtenha a derivada das seguintes funções: 5 x -sen 4x a) f xtg 3x-b) gxe tg 2x-c) hx tg x Solução.'3cos 8x cos 8x7 7sen 8x78x7' h'x3cos 2 8x7sen 8x78 24 cos 2 8x7sen 8x7cos xcos xsen xsen x-12 d) --sec x mx 2 -x cos 2 cos x E10.

e ' 2x tg'tg 2x5 x 25 x 5 x 2 g'x= 2e sec 2xe tg 2xe 5 .

2 sec 2xtg 2x] 5 4 tg xcos 4xsen 4xsec 2 x) c) h --= 2 'x tg x d 2 du 17. . Derivada da função cotangente: --cos ec u cot gu dx dx Exemplo 29: Calcule a derivada das seguintes funções: a) f xcot g6x8-b) gxln xcot gx-c) hxx 2 cot gx3 ) Solução.

-y -y a) f 'x6 cos ec 2 6x8) b) g'x .

'cotgx ln x ln x

' cot gx ---1 cot --n x l

-cos ec 2 g'x gx -x x 12 --cot --ln x cos ec g'x gx -x x 'x cos xsen xx ln x) g --xsen 2 x 2 32 22 23 c) h'x-x

22 a) f 'y2y8sec y8ytg y8yb) g'y-sen 3y .x ' 'cotgx3xx cos ec x2x cot gxcot gx 4 23 h'x3x cos ec x2x cot gx18. Derivada da função secante: d --sec u -du sec u --tg u dx dx Exemplo 30: Diferencie as seguintes funções em relação a y: a) f ysec y 28 y-b) gysen 3ysec 3y-c) hy-y sec Solução.

' sec 3y .

'sec 3ysen 3y g'y-sen 3y .

3 sec 3ytg 3y .

sec 3y3 cos 3y sen 3y-22 --32 3 - .

tg -3y 3sec 3y g'y 31 cos 2 -3y 1 c) h'---y .

Derivada da função cosecante: d --cos ec u cot du cos ec u --gu dx dx Exemplo 31: Determine f 'x: a) f xcos ec 2x2 -b) f x3 cos ec 3x-c) f xln cos ec x4- .--y ' 'sec-y y sec -y -y sec -y tg -y 2 y sec -y -y -y sec --1tg h' y y 2 -19.

2 a) f 'x4x cos ec 2x cot g2x2 1 1 b) f -- .Solução.

-2 -ec 3x .

-ec -' .

-2 -ec 3x .

-3cos ec -cot g x cos 3x -cos cos3x ' -3 -3 3x 33 -- .

-ec -2 .

-ec 3x cot g-' .

Derivando ambos lados em relação a x : d --dx .1 -ec 3x cot g -cos -33x -3 cos -3x f 'x cos 3x 'x cos ec x4cot gx4) c) f ---cot gx4cos ec x4d 1 du 20. dx dy dy 1 Isolando . escrevendo sen y-x . u &1 dx 2 dx 1 u Demonstração: Determina-se a derivada de y arcsenx. obtemos cos y -1 x2. dx Exemplo 32: Determine f 'x: 2-3 a) f xarcsen x 8-b) f x4arcsen -x3-c) f ---x --1 x2 x arcsen x Solução. dy 1 Consequentemente. Derivada da função arco seno: -arcsen u . temos -. dx dx cos y Como cos y -1 sen 2 y-e sen y-x . 12x . sen y dx dx dy Através da regra da cadeia: cos -y 1.

f -'x 'x 23 3 33 x33 x33 2 1-x31-x3 x 2x c) f '-x -arcsen -. x f 'xarcsenx21 x . 22 121 xx .a) f ----'x 2x 22 1x821 x82 411 41 b) f ---.

d 1 du u 21. u &1 dx 2 dx 1 u Exemplo 33: Calcule f 'x: a) f xarccos sen 2x-b) f x3x arccos x2 -c) arccos( x) f xarccos -xe Solução. 'x 1 d 2x 2cos 2x a) f --sen ---2 2 dx 2 sen -x -1 --x 12 sen 2 "1 -2 -"2x2 -2 b) f --3 x ---3 'x --2x arccos xarccos x 2 2 !-1x --!-1x -11-arccos( x) d c) f ---e arccos x 'x 1 x 2 x dx 1 arccos( x) " -1 . Derivada da função arco cosseno: arccos --. f '-xe 2 2 x1x!-1 x E11. Mostre que d arccos -x 1 dx .

Assim.d 1 du 22. dx dx 2 sec y 22 dy 1 Como sec y 1tg y-e chegamos a -. escrevendo tg y-x . substituindo dxtg 2 1 y 22 2 y arctgx. Derivando ambos lados em relação a x : d tg y dx . . d ---1. dx dy dy 1 Isolando . dx dx 2 dy Através da regra da cadeia: sec -y 1. obtemos -. Derivada da função arco tangente: -arctg u dx 1u2 dx Demonstração: Determina-se a derivada de y arctgx. obtemos que tg ytg arctg xx . arctg x ) dx 1-x 2 21 x .

-x -x Exemplo 34: Obtenha a derivada das seguintes funções: "-1 a) f xarctg 6x-b) gxln .

a) f ---62 -23 'x 1 3-18 x18 x5 6x 1 111 b) g'-- .-c) hx arctg ( 3 -arctg x-.-2 !-x Solução.

d 1 du 23. Derivada da função arco cotangente: arc cot gu dx 1u 2 dx Exemplo 35: Calcule a derivada das seguintes funções trigonométricas inversas: 5 2 a) f1 xarc cot g3ex -b) f 2 xarc cot gx ln x-c) f3 xsen xarc cot g Solução. 15x 15 e5x a) f '---e x 3' 1 10 x 10 x 1e 19e 9 -2 .--22 arctg x x -' ) -1x 1x arctg x arctg x arctg x -1 "-1 -x4 32x c) h -= ' -x 'x 224 4 "-1 !x -1 1x x 1 -2 ÷ !x .

12 1 "-21 x2x ln x b) f '2 -x 42 x ln x ' 42 x2x ln ---42 --= x 1x ln x 1x ln x !-x -1-x ln x c) f3'x .

'arc sen xcot g-xsen x .

Mostre que d arc cot --1 gx -.' arc cot g-x -11 x cot ---f3'-x cos --arc gx sen x -1x 2 x sen x f3'x cos x ---arc cot g-x 2 x1 x E12. dx 1-x2 d 1 du 24. Derivada da função arco secante: arc sec u dx u Demonstração: dx u 21 .

tg y-sec y 1 chegamos a . Derivando ambos lados em relação a x : d sec -dx . obtemos -. escrevendo sec yx . y Mas sec yx e como sec 2 y 1tg 2 y. y dx dy dy 1 Isolando . obtemos o resultado arc sec -dx x Exemplo 36: Determine a derivada das seguintes funções trigonométricas inversas: a) f xarc sec x3-b) gx-x arc sec x 2 -c) hxcos xarc sec x) Solução: a) f ---1 'x x3-1x32 b) g --1arc sec x-x 2x . Derivando ambos lados em relação a x : arc sec x. x arc sec x 'x 21 g'-2-2 . usando o dx x sec 2 y 1 dx -1 fato que sec yx . ou seja. y dx dx dy Através da regra da cadeia: sec --tg y 1. escrevendo sec yx . então podemos escrever que 22 2 dy 1 dx dx sec --tg y tg ysec y 1.Determina-se a derivada de y arc sec x.

Derivada da função arco cossecante: arccos --ec u dx u Exemplo 37: Obtenha a derivada das seguintes funções: a) f xarccosec x3 -b) gxln .24 4 x 1 x 1 x c) h --sen x arc sec -xcos 1 'x ) -x x 1x2 d 1 du 25.

-c) arccos ec x 5 hxarccos ec ex Solução. 1 33x23 a) f '-x x ' 3 6 366 x x 1 xx 1 xx 1 b) 11 -1 -1 g -- .

dx u 12 .arccos -'x ' ec x ) arccos -2 -2 1arccos ec x arccos ec x ec x x x 1 xx 21 x .

Mostre que d arccos ec -x 1 dx x Lista de Exercícios IV Derivada de Funções de Uma Variável 1. Calcule a derivada das funções abaixo: a) f --45 x 3 x-2 3 b) f x4x arcsenx-c) f xln xtgx x 2 x d) f x-x ln x63-e) f xx2 ln xarcsenx-e) cosh x f -x -43 5x 3x2x 7 sen xx e 3cos x x 4 f) f -x -g) fx ---x h) x2 e x cos( x) f x3elog 3 x- .1 5e5 x 5 c) h'-x e5x ' 5x 10 x 5 x 10 x 10 x ee 1 ee 1 e 1 E13.

4 x 2xsen xcos x i) f --( j) f x x -cos x-k) f xe x "-1 "-1 x l) f --cos log -xtg 4 m) f -x cos ex2 -n) f x .

Encontre a equação da reta tangente à curva y -4x 3 1 que seja perpendicular à reta x2y 11 0.2. obtenha a equação da reta tangente e da reta normal ao gráfico de f no ponto 3. 12x . Em que ponto a reta tangente à parábola y x2 7x3 é paralela à reta 5x-y 3 0? 5. 2. 3.3 ln xtg x !x x 3 -5 !e4 2xx x 3 o) f ---tg x -x p) fx sen x x ----q) tg 42 x f ---3x xx 5 2 x "-1 sen x r) f --arctg x 5 9sen senh x ) -2x s) f -x = !x2 . Dada f x-x3 3x2 x5 . 4. Seja f x2 x x2 . Determine a equação da reta tangente ao gráfico de f que seja paralela à reta y x 4. 21 x .

A função g(x) é diferenciável? Justifique sua resposta. a) b) 1. 7. Influências externas produzem uma aceleração numa partícula de tal forma que a equação b de seu movimento retilíneo é yct . x '-2 A função g(x) é contínua? Justifique sua resposta. x &-2 Considere as funções g(x) 5x20. Respostas da Lista IV 434 4xx a) 4 3 b)4 arcsen (x)ln(4) c) 52 xx 1 x2 tg (x)2 5x ln( x)sec (x) x 6x 11 2 ln( x63) x2 ln( x) . se houver. a) b) 8.6. os pontos da curva y 3x4x 12 x20 nos quais a reta tangente é horizontal. t Responda: Qual é a velocidade da partícula quando t 2? Qual é a equação da aceleração dessa partícula? -5x. 43 2 Determine. onde y é o deslocamento e t é o tempo.

d) 6e) x.arcsen (x)2xarcsen (x) ln( x) x32 x 1x2 23 xx (2 9x20 x ) cosh( x) senh (x) ecos( x) esen (x) f)-g) 342 34 (72x 3x5x ) 72x 3x5x 2x (2-x)2 x cos( x)1 h) 3 ln(3) e sen (x)-i) x ln(3) 4 34 (x 2x)cos( x) (4x 2)sen (x)(x 2x)sen (x) xx 2x32 21 5 sen (x) cos( x) sen (log 3 x) 5sec -x j) k) e sen (x) l) 2 cos( x) x ln(3) x6 "-1 x "-1 xx ex m) sen e 2 2 ln(2) n) -2 ! -x - .

!3 2 2 3ln 2(x)tg 3(x) 3ln (x)sec (x)tg (x)x x4 4 x e o) .

e (tg (x)) ln( tg(x)) sec( x)cos ec (x) x 2 xx xx 3 p) -$2x x3cot( x)ln( sen (x)) 2x (ln( x)1) sen x - .

-1%) tg -x -4x 6x 42 242 q) x 3x 5 sec (x) ln( x 3x 5)tg (x) 3 -42 x 3x 5- .

35. 2x cos x -sen x r) 5 ln(5) 2cosh 2x s) 1 x2 x32x13 2x12 2. 2.20b 2b 7. a) v(2)c b) a(t) 4 t 3 ."-1 18cos 2 22 1 x !x . 0.15 . x y3 0 4. 2x y 2 0 6. reta tangente: 8x y 22 0 reta normal: x8y 40 0 3. P 1. 1.12 .

7 Derivadas Sucessivas As derivadas sucessivas de uma função podem ser escritas como: Primeira derivada xf ' dx dy -dx xdf Segunda derivada x'f ' 2 2 dx yd -2 2 dx xfd Terceira derivada x''f 3 3 dx yd -3 3 dx xfd 4 4 4 4 4 N-ésima derivada -xf n n n dx yd -n n dx xfd y' 'y' ' ''y' ny Exemplo 38: Calcule todas as derivadas de y x6.4. Solução: y'6x5 y ' ''30x4 y ' '''120x3 iv-2 y 360x v y 720x vi y 720 .

se 2 500 dx !1-x -dx f xlnx1) "-ex -d 2 d) y' ''y -e) x --f) f ' '' . 2 -.-2 -3 dx !1-x 1-x dx !1 -dx !1-1 x x x 500 d 131 79 b) dx500 x 3x40 .se . se ln -arcsen x x x 2 e1 dx !3 x f x 1 x Solução: d "1 x 2 d 2 "1x -d "2 -4 a) -2 .vii y 0 Exemplo 39: Calcule: 2 500 d "1 x -d 131 79 a) -b) x 3x4-c) f ' '''x.

f -.11 2 c) f --. f ' ''' x 'x ' '' x -= x1 x12 x13 xx 1 x 1 xe e d) y lne lne1-. y ' '' x xx x ee1 e1 e2 x 1 e) d x ---arcsen x x arcsen x dx 2 1 x x2x 1x2 2 d 2 121x 2 x2 2 x arcsenx -2 3 dx 1 x 1 x -2 . y'e e 1 x .

A variável t é um parâmetro para a curva e seu domínio I é o intervalo do parâmetro. o ponto f a. As equações paramétricas e o intervalo para o parâmetro de uma curva constituem a parametrização da curva. expressando a ordenada de um ponto Px.0 t 2-b) y sent - (x -t . gb-é o ponto final. às vezes. b) x2 t -y -x2 corresponde a uma parábola com vértice na origem. yf t. é conveniente descrever a curva expressando ambas coordenadas em função de uma terceira variável t .8.8 Derivadas de Funções Paramétricas 4. a t b . As equações são as equações paramétricas para a curva. y "x 1 E15. Se I for um intervalo fechado. y-da curva em função de x . Se x e y são dados como funções x -f t-e y gt-ao longo de um intervalo de valores de t .2 1x 2 23 32 3x 2x 2x 6x6x f) f 'x -. Determine a inclinação da reta tangente à função y sen -na origem. t '0 (y t Solução: 22 22 a) cos ten t1 -x-y 1 corresponde a uma circunferência centrada na origem s e com raio 1. então o conjunto de pontos x. f ' ''x 1x2 1 x3 E14. . ga-é o ponto inicial da curva e f b. Mostre que a função y 2senxcosx-satisfaz à equação y ' 3 '' 0. x cost Exemplo 40: Trace as curvas paramétricas de: a) .1 Função na forma paramétrica Em vez de descrever uma curva. gt-definido por essas equações é uma curva parametrizada. R: m -!2 -2 4.

.

1-e B 3.-!-"--2 2 Terceira derivada dt dx dx dy dt d dx yd --. as derivadas .15. segue-se que = .1-e B 3. Em um ponto de uma curva parametrizada derivável.52.5. onde y também é dy dx dy função derivável de x . 2.5.8. se 0 .4.1-.-!-"-2 2 3 3 4 4 .4-x 25t OP OAt AB 2. e estão relacionadas com a regra da cadeia: dt dt dx dy dy dy dx dx dy dt -. Solução: v -AB 3.Exemplo 41: Encontre uma parametrização para o segmento de reta com extremidades A 2.t )R t y 1t 4 4.2 Derivadas de funções na forma paramétrica Uma curva parametrizada x -f t-e y gt-será derivável em t se x e y forem deriváveis em t .5. dt dx dt dt dx dx dt As derivadas sucessivas serão dadas por: Segunda derivada dt dx dx dy dt d dx yd --.

N-ésima derivada dt dx dx dy dt d dx yd n n n n --.-!-"-1 1 dy Exemplo 42: Calcule para as seguintes funções escritas em forma paramétrica: dx x 2t1 x at sen t-x ln t a) .0 t 2-c) 3.t 0 y 4t3 y a1 cos -t y t Solução: .t )R b) .

dt dt dx dx 2 dt dy dy dx dy dt sen -t b) Calculam-se: asen -t .dy dy dx dy dt 4 a) Calculam-se: 4. -2 . Então -2. a .

. em segundos. Então 3t . a carga cai dentro do campo.8m &700 m . e -x 120 t considerando que a carga se desloca para frente durante a queda. quando y 16 t 2500 0 t 55 s . Responda: a) A carga cairá dentro do campo? b) Qual é a equação cartesiana para a trajetória da carga lançada e a taxa de queda da carga em relação ao seu movimento para diante quando ela atinge o solo. Então dt dt dx dx 1cos t dt dy dy dx 1 dy dt 3t 23 c) Calculam-se: 3t 2. . ou seja. Quando a carga atinge o solo "52 x 120 2 !b) A equação cartesiana será obtida através da substituição de t por t -x na equação de y .t '0. 2 A abscissa no instante do lançamento é x 0 . Solução: a) A carga atinge o solo quando y 0 . Se o avião lançar os suprimentos imediatamente acima do limite inicial de um campo aberto de 700 pés de comprimento . -. 2 y 16 t500 sabendo que as coordenadas x e y são medidas em pés e o parâmetro t (tempo após o lançamento). .1cos -t -. dt dt t dx dx 1 dt t Exemplo 43: Resolva o problema: Um avião da Cruz Vermelha lança suprimentos alimenta res e médicos de emergência em uma área de desastre. Logo. 120 2 "-x -x2 -300 5m -670.

y 16 -00 5 !120 -900 dy A taxa de queda da carga em relação ao seu movimento para frente será dado por .Isto é. dx O cálculo pode ser feito de duas maneiras: .

t -c) . -t . 2 .49 2 dx t5515 2 3 2 E16.dy dy dt 32t 4 1. . Calcule a derivada que se pede para as seguintes funções escritas em forma para métrica: À 3at x dy -x 3t 1 dy OE ((-2 d 2 y 1t a) . . 500x dx dx 900 450 !A taxa de queda da carga em relação ao seu movimento para frente no instante em que a carga 55 dy 455 2 atinge o solo ( x 300 5ou t )é 5 1. t )R b) . dx dx 120 15 dt dy d "-x2 -1 2.

t ) .-320 2 dx y 9t 6t dx at dx Õ (y ( Õ 1t t x e cost à t .

que expressa y explicitamente em termos da variável x . Em alguns casos. podemos determinar por intermédio da derivação implícita.9. y0 na forma y -f xdy para derivá-la de maneira usual. Uma terceira situação ocorr e 22 2 quando encontramos equações do tipo x-y 25 0e y x 0 .1 Função na forma implícita A maioria das funções com as quais trabalhamos até agora foi descrita na forma y -f x. Na seção anterior.9.2 Derivada de uma função na forma implícita Quando não podemos colocar uma equação do tipo Fx. y0 definem uma relação implícita entre as variáveis x e y . estudamos as curvas definidas parametricamente por equações.0.9 Derivadas de Funções Implícitas 4. conseguimos determinar y em uma equação desse tipo expressando-a como a função explícita de x . 4. Essas equações do tipo Fx.2 y e sent Respostas 2 dy dy tt21t a) 6t 2 b) -2 c) dx dx 1t1 t 2 d 2 y 2e t 2 dx 1en2t cost sent s 4. dx O processo de derivação implícita consiste das seguintes etapas: .

dy 2) Agrupar os termos que contém em um membro da equação. y Dividindo o resultado anterior por 3: x2-y 2 y'axy'ay 0 Derivando novamente. chega-se a: 2x2yy'y' 2 y ' y . x-y 3axy 0 c) . então y'-ou y'. dx Solução: Derivando y 2 -x implicitamente em relação a x . Logo. então y'ou y'. y'-1. x-y 25 0 b) 2. dx 3) Determinar y'. obtemos: x 2x2yy'0 -y'.1) Derivar os dois membros da equação em relação a x . x -y dx dx dx Solução: a) Derivando x2 + y 2 25 0 implicitamente em relação a x . considerando y como uma função dependente de x . 2y 11 Como y #-x . dy 22 d 2 y 33 dy y x a) . obtemos: 2yy'1. dy 2 Exemplo 44: Derivando implicitamente. determine se y -x . determine a derivada que se pede. 25 x2 25 x2 b) Derivando x3-y3 3axy 0 implicitamente em relação a x:3x23y 2 y'3axy'0. x . considerando y como uma função dependente de x . y xx Como y #-25 x2 . 2 x 2 x Exemplo 45: Derivando implicitamente.

chega-se a: . resolvendo os produtos e agrupando os termos comuns. obtemos y ' ''2 y ax "x2ay -"x2ay 2 2a -2y -2x 2 2 2 xay y ax !-y ax Substituindo y'por y'-em y' '': y ' ''!2 y 2 ax y ax Calculando o mmc.''ay'axy ' ''ay'0 2ay'2yy'2 2x Isolando y' ''.

y cosx y-c) . chega-se a: y'ln-y ln yx x -. Derivando implicitamente. d 2 y 22 d 2 y dy a) . chega-se a lnx lnyx . o que produz: y lnx-x lny. dx2 dx2 dx 2 244 x-y-x y-x-y 2 3 y 2yx cosx y-dy x y Resposta: a) y ' ''-b) y ' ''-c) -y x3 .2 2 4 43 6ax y 2 yx 2xy 2a xy y ' ''2 y ax3 y c) Aplicando logaritmo a ambos lados da equação. determine a derivada que se pede. b-y 2xy 0 b) . tem-se y'xy ln x xE17. Derivando em relação a x. xy yx lnyy Isolando y'.

Resposta: mtg 1. mn 11 11 Lista de Exercícios V 1.2. Determine os coeficientes angulares das retas tangente e normal à curva x3-y3 xy 7 0 no ponto 1. -.3 seny y3 1 dx x x E18. t ) . Calcule a derivada que se pede das seguintes funções paramétricas: 2 t d y x e cost-dy x t lnta) 2.

4t604. y 4 px dx x-y dx2 3. em -12 20t4-.-b) 0. ln-. 60 t 90 - .2 . t 0 dx y et sent dx -y -tt 2. Obtenha a derivada de ordem indicada de cada função: d 3 y ax 2 sen2x a) . y e b) f ' ''x. f x1-x arctgx-c) y' ''.0 t 60 gramas. onde t é medido em dias. y dx3 x1 4. Numa granja experimental constatou-se que a massa de uma ave em desenvolvimento. Determine a derivada que se pede das seguintes funções implícitas: dy 3 x y d 2 y 2 a) . (24. 1-xln(x) 5. Demonstre que a função y -1 satisfaz à equação xy'-yln x 1. y = b) . é dada pela função M t (-2 .

prove que f x3x2 3x1. vamos explorar algum as propriedades das funções deriváveis.a)54 b)1 c)24. f '13.4 7. 1) Teorema de Rolle (Michel Rolle: 1652 1719) Se f x-é uma função contínua no intervalo fechado .10 Aplicações de Derivadas Vimos anteriormente que a derivada de uma função pode ser interpretada como o coeficiente angular da reta tangente ao seu gráfico. 7. a) b) 2. Nesta seção. para que valores de x f' x-f'' x? Respostas 21 lnt-1 y3 1.a) b) 2 23 et cos t sent3 t 1lnt -3xy4 y1 4 p 2 3 y 3 ax 2x 3.Responda: a) Qual é a razão de aumento de massa da ave quando t 50 ? b) Quanto a ave aumentará no 51º dia? c) Qual é a razão de aumento de massa da ave quando t 80 ? 6. f ' ''16 e que f ' '''x0 para todo x . x 3 ou x 1 / 3 4. Suponha que f 11. Se f x-x3 2x2 x . a) ae b)2 arctg x c) 1-x2 2 4x 8x 2sen2x4(x1) cos(2x) x13 5.

-e é a. então existe pelo menos um número c em a. Caso 1: Se f xd para todo x em .b. se f a-f b. Demonstração: Sejam f ad -f b. b diferenciável no intervalo aberto a.b-tal que f 'c0.

Caso 2: Se f xd para algum x em a. pela regra de derivação de constante f 'x0 para todo x em a.b. Além disso.b.. b a. como f cd . então pelo teorema de Weierstrass. e.então f é constante no intervalo. esse máximo não é atingido nos . f atinge um máximo em algum c no intervalo.

extremos do intervalo. Portanto, f tem um máximo no intervalo aberto a,b, o que impl ica que f c-é um máximo relativo. Como f é diferenciável em c , então f 'c0. a,b, o que implica que f c-é um máximo relativo. Como f é diferenciável em c , então f 'c0. Caso 3: Se f x&d para algum x em a,b, então pelo teorema de Weierstrass, f atinge um mínimo em algum c no intervalo. Além disso, como f c&d , esse mínimo não é atingido nos extremos do intervalo. Portanto, f tem um mínimo no intervalo aberto a,b, o que impl ica que f c-é um mínimo relativo. Como f é diferenciável em c , então f 'c0. Exemplo 46: Considere a função f (x) -x2 3x2 a) Determine os pontos de intersecção da função com o eixo x. b) Mostre que f 'x0 em algum ponto entre essas duas intersecções. Solução: Joseph-Louis Lagrange a) As raízes de x2 3x2 0 são x 1e x 2. (1736-1813) b) Como x 1e x 2 são as raízes, então f 10e f 20 , pelo teorema de Rolle, se f 1-f 2, existe c )1,2-tal que f 'c0. 2) Teorema do Valor Médio ou Teorema de Lagrange Se f x-é uma função contínua no intervalo fechado

-e é a, b diferenciável no intervalo aberto a,b, então existe pelo menos um número c em a,b-com a < c < b, tal que f bf a f '-c -. b a Demonstração: Observe a figura ao lado. A reta secante contendo os pontos a, f a-e b, f b-é dada por -f bf a = aa y x -f .

b a Seja gx-a diferença entre f (x)e y . Então, gx-f xy , isto é, -f bf a f (x) x af . g(x) = a

b a Calculando ga-e gb, observa-se que gagb0 . Além disso, como f (x)é diferenciável, pode-se aplicar o teorema de Rolle à função gx. Portanto, existe um c em -f bf a a,b-tal que g'x0 . Isto significa que g'(c) -f '(c) 0 . Logo, existe um

b a f bf a c em a,b-tal que f 'c -. b a

Observação 7: O teorema do valor médio é mais utilizado para provar outros teoremas do q ue na resolução de problemas. Ele foi demonstrado por Joseph-Louis Lagrange. Exemplo 47: Dois carros da polícia rodoviária equipados estão estacionados a 6km um do outro em um trecho retilíneo de uma estrada. Quando um caminhão passa pelo primeiro carro, o radar marca sua velocidade como sendo de 75km/h. Quatro minutos depois, o caminhão passa pelo segundo carro a 80km/h. Prove que o caminhão tem que ter excedido a velocidade limite (de 80km/h) em algum instante dos quatro minutos. Solução: Pelo teorema do valor médio, se f x-é uma função contínua no intervalo fechado

ou seja. precisamos rejeitar a solução c = -3. então f '-c -6 0 90 km / h . Por cálculo direto. tal que f 'c -.b. 3). f (0)) e (3. f (3)) . Visto que c deve pertencer ao 3 intervalo (0. então existe pelo menos um número c em f bf a a. 0) e B(e. 1) b 101 f '-c - . encontre um número c entre 0 e 3 tal que a tangente ao gráfico de f no ponto (c. Exemplo 48: Seja a função definida por f x-x32x21. f (c)) seja par alela à secante entre os dois pontos (0. excedeu 80km/h. Solução: Para determinarmos o coeficiente angular da reta tangente basta calcularmos: f 3f 0-46 1 t --15 (1) m-f 'c 3 03 Por outro lado. b a No problema a velocidade é uma função contínua. Portanto o número desejado é c E19. Em que ponto da curva y ln x-a tangente é paralela à corda que une os pontos A(1.-e é a. 4 0 60 Isso significa que em algum ponto do percurso o caminhão andou a 90km/h.b-com a < c < b. b diferenciável no intervalo aberto a. f 'x3x24x -f '(c) 3c24c (2) Igualando os resultados (1) e (2). temos: 3c24c 15 3c24c 15 0 5 As raízes desta equação do 2º grau são c e c = -3. 1)? Solução: A(1. 0) aB(e.

e 1 e 1 11 1 f 'x x ce 1 3 5 . c e 1 .

Solução: (a) Visto que f é uma função polinomial. (c) A reta tangente ao gráfico de f (x)= x2/6 no ponto (4.a &c &b b ag'(c) Demonstração. Seja Q: f bf a Q -. ela é contínua no intervalo [2.6).Resposta: P(e-1. f (6)) = (6. f (x)= x/3. Reta tangente Reta secante 62/3 2/3) e (6. E20. Observe que c pertence ao intervalo (2. f (6)= 6e f (2) = 2/3. *x )(a. 6] f 6f 2 (b) Ache um valor para c no intervalo (2. as funções f (x)e g (x): são contínuas no intervalo [a. f (4)) 8/3 = (4. a < c < b. 8/3) é paralela à secante entre os pontos (2. . f(2)) = (2.b) . c = 4. Seja a função definida por f (x)= x2/6.6) 2 46 3) Teorema de Cauchy Se a) b) c) 0. 6 2 (c) Interprete geometricamente o resultado do item (b) e ilustre-o no gráfico. 6). b) g (x) . tal que: f bf a-f '(c) -. (b) Neste caso. então existe pelo menos um ponto c )(a. 6) tal que f '-c -. 6] e diferenciável em (2. b] são deriváveis no intervalo (a. devemos resolver a equação 2 6 c 4 3 36 23 Evidentemente.b). Então. ln(e 1)). (a) Verifique a hipótese do teorema do valor médio para a função f no intervalo [2.

0. F(x) -f (x) f (a) Q .g(b) g(a) onde g(b) g(a) . Construindo uma função F(x).

Então. F'(x) -f '(x) Qg '(x) Então f '(c) F '(c) -f '(c) Qg '(c) 0 g'(c) Q - .g(x) g(a) Dessa construção. F(x) satisfaz as condições do Teorema de Rolle. Consequentemente. existe um ponto x = c. temos que F(a)=0e F(b) = 0. Mas. onde F (c) = 0.

Substituindo Q pela sua definição. temos f bf a-f '(c) -. tg xx 1 cos yy 2 21 x0 -g'x -0 gx x0 g -xg'x0 . com a possível exceção de x0 . utilizando a regra de L Hospital. g(b) g(a) g'(c) 4. se lim produz uma forma indeterminada ou . x x0 g-x 0 f x-f ' x-f ' x0 então para g'x0 0 .11 Teorema de L Hospital Sejam f x-e gx-funções diferenciáveis em um intervalo aberto a. então lim -lim -. desde que o limite à direita exista (ou -x ' xx0 g-x seja infinito).00 x xg-xx 0 x x 0 Cálculo dos limites indeterminados 0 1º) Forma e 0 Deriva-se o numerador e o denominador separadamente. Exemplo 49: Calcule os limites abaixo. f xf -xx x0 f '-x0 Demonstração: Supondo que f x -gx 0 .b-contendo f x-0 x0 . lim -lim -.

a) lim -2 b) lim 4 c) x \ y 0 0 x sen -x y 24 x22x e e 0 lim -2 \ x 2 sen (x 2) 0 xx a b 0 "a -ln sen xd) lim ln \ x xb ln xÑ lim 0 x Solução: -x -e) lim 1 f) 00 !-x 0 ln( x ) -tg ) .

a) 22 2 L'H tg xx sec x1 -tg x-1cos x--tg x lim lim lim lim -os c 1 x x 0 x 0 sen -x 01-x 0 1 cos x 1cos --x 0 1 cos 2 x x cos x -x -0 sen 2 --ÿ -x -2 cos -x 1-cos x lim--lim 2 -1 cos x x x 0 0 sen 2 -x -cos 2 -x b) L'H L'HL'H 1 cos yy 2 2 sen yy cos y11 sen y-1 sen y-1 lim lim 3lim 2 -lim -lim \ y 0\ y 0 y 4 04y -0\ y 0 12 y 0 12 \ y 02y 24 \ y 0 y 24 .

0 00 x2 e2x L'H ex22x e e c) lim lim -2 \ x 2 sen (x 2) 0\ x 2 cos( x 2) 0 x xL'Hx x a ba ln ab ln b) "a d) lim lim ln --ln b ln a \ x 0\x 0 1 cos x L'H ln x -sen x sen -) cot gx e) lim lim lim 1 x ) -x 01 02 x sec x -tg 0 ln( tg -2 x cot g-x sec x 0 x 01 !b . .

procura-se chegar às indeterminações ou .0 0 Por artifícios algébricos. utilizando a regra de L Hospital.x 1 L'H ln ) x x f) lim lim 0 x -x Ñ -x -1 2º) Forma .0 x 0 Solução: a) . 0 Exemplo 50: Calcule os limites abaixo. -x 1 -1 a) lim x 1 -x 1 ln -x -2 "x -2 b) lim(1 x)tg -0.x n 1 !-2 p c) lim xln (x) 0..

-1 » L'Hxln --1 x -x ln ---x -ln x 1 -xx 1 -x lim -lim -lim lim x x 1 1ln x / 0 x 1n x -x 1ln -l --x -x --x -1 -1 L'H -x -x -x -1lim -lim -lim = x 0 x12 -02 2 xx -x b) "x -2 "x tg . -sec -2 L'H L'H "x !-2 -!-2 -(1x) 2(1x) lim(1 x)tg -lim lim -lim lim 1 ln xx 1 x --0 x 11 x 11 11 1 x 1 x1 x 1 - .

0.g ( x) Assumimos lim 0 x 01 -x 0 nx nx 0 xn nx 0 .x 02 x -2 0 1 !-2 -x 11 -2 x 11 2 x 12 "x 1 -"x -"x -cos -2 cos sen (1 x) (1x) !-2 -2 !-2 !-2 L'H x 1 x 12 12 lim 2lim lim 1 x 1 x sen 1 -0 -cos x p ç -x x sen -x 20 1 L'H n ln (x) 111 n x c) lim x ln (x) lim lim lim lim x 0 -n 1 x n x -00 3º) Forma 1.

Para f (x) calcularmos os limites envolvendo estes tipos de x a indeterminações seguiremos os procedimentos descritos a seguir. g ( x) 1) Define-se y . Procedimentos.-.

-. f (x) 2) Logaritmiza-se: ln y = g(x) ln f (x) 3) Aplica-se o limite no ln y e calcula-se lim ln y a 4) Aplica-se a operação inversão -y ex Exemplo 51: Utilizando a regra de L Hospital. calcule os limites abaixo: x a --a sen ( x)0 a) lim 11 e b) lim x 0 1 c) x x Ñ 0 !-x lim (3x9) 1 x 0 1 x - .

Solução: "-a x a) Define-se y 1 -.1 L'H "-a !-x !-x Calculando o limite: lim x ln 1--lim lim a x !-x -x -1 -x -1 1--x ln 1 -2 xx "-a xa Aplicando a operação inversa: lim 1e x !senx b) Define-se y -x sen x Aplicando ln: ln yln x -sen xln xCalculando o limite: 1 L'H -x . !-x -ax -a "-"Aplicando ln: ln --ln y !-x -!-x 1 "-a "-a "-a !-x2 ln 1.

ln -x lim sen --x ln x lim --x lim sen x ln lim x x 0 x 0 x 0 -x 0 cos - 1 x --sen 2 sen x x 1 x sen x lim lim sen -x lim cos -lim -x 0 x xx sen 2 ) x sen ( x)0 Aplicando a operação inversa: lim x e 1 x 1 x c) lim (3x9) x 1 x Define-se y (3x9) Aplicando ln: ln ---1ln 3x9 y x 0 0 cos -x 0 x 0 x 0 .

3 L'H 3x9 Calculando o limite: lim 1 ln 3x90 x Aplicando a operação inversa: lim (3x9) 1 x e0 1. x -x -1 .

calcular os seguintes limites: a) 1 6 8 3 lim 4 5 3 1 x x x x x b) x ex x lim c) x x g x ln 1 0 limcot ( ) d) x x sen x x 1 0 lim cos e) x x x 1 1 1 lim f) ln 2 1 ln 1 lim 2 2 1 x x x x x g) (2 ) (3 ) lim 0 sen x tg x x h) x e x x 3 ln( ) . Usando a regra de L Hospital.Lista de Exercícios VI 1.

lim i) 2 3 3 2 1 lim 2 2 x x x x j) x ex x x (1 ) lim 0 k) 2 1 lim 4 2 2 x e x x l) x x x x 1 1 lim 0 2 ATENÇÃO!!! NÃO são indeterminações: 0 0 0 1 0 0 0 ln 0 ln 0 0 1 0 .

b) O teorema de Rolle pode ser aplicado a esta função no intervalo 0 sen (x) x . 2 x2 2cos xx ln( x1) p) lim q) lim r) x 0 x 0 x41cos(2x) x tg x lim x x2 4 2. x 2 x a) Calcule f 2-e f 2. Considere a função f ---.tg (2 x) e 1 m) lim n) lim x cot g(2x) o) x 0 sen (5x) x 0 "x1ln !-x lim x ln ÷ 1 "x 1 !-x .

2. Determine se o teorema de Rolle pode ser aplicado no intervalo .? Explique.2 3.

Considere a função f x-x 2 . determine todos valores de c tais que f 'c0. 4.-à 1. se possível aplique o teorema do valor médio para f bf a determinar todos os valores de c em .3função f xx 3x12 . Em caso afirmativo.

'-2 b b a 5. f (2) -f (2) 0 3. a) -5/4 b) . x 0 sen (x) b) Encontre o limite.-tais 2. x2 sen 1 x 6.6 que fc -. onde a -e 6.2 6. b)1 . c 3 5. c 1 ou c 5/3 4. se ele existir. a) Encontre o erro no seguinte cálculo 32 2 x xx 13x 2x16x 2 lim lim lim 1 32 2 x 1 xx 13x -6x 2 x 2xx 1 b) Encontre a resposta correta. xsen 1 x) c) Encontre o limite: lim . c)-1 d)1 e)-1 f)2/3 g) 3/2 h)0 i) 3/2 j)0 k)4 l)-1 m)2/5 n)½ o)-1 p) -1/12 q)1/4 r) 2 2. x 0 sen (x) Respostas 1. a) Explique por que a regra de L´Hospital não se aplica ao problema lim .

se e somente se: x &-x -f x -f x2 .2 Funções Crescentes e Decrescentes Crescente Decrescente Crescente Constante 0 4 2 (-. *xx )IDf . x )IDf .1 Definições Funções Monótonas: Uma função f x-é dita monótona quando ela não muda de comportamento em relação ao crescimento.0] [0.4. *xx )IDf . reta Tangente f > 0 f < 0 f > 0 f Sinal da derivada 1ª Função crescente = 0 -derivada positiva f +(x) > 0 . x )IDf .4] (-. 121 2 -Função Estritamente Decrescente: Dizemos que f x-é decrescente no seu domínio.2 -Função Estritamente Crescente: Dizemos que f x-é estritamente crescente no seu domínio. 121 1. se ela é crescente em todo seu domínio (ou estritamente crescente) ou se ela é decrescente em todo seu domínio (ou estritamente decrescente). *x1.0] Intervalos m > 0 m > 0 m > 0 m = 0 Decliv. ou seja. 121 2 -Função Decrescente: Dizemos que f x-é decrescente no seu domínio.11 Estudo de Máximos e Mínimos das funções 4. 121 1. se e somente se: x &-x -f x '-f x2 . *x1.2] [2. se e somente se: x &-x -f x &-f x2 . -Função Crescente: Dizemos que f x-é uma função crescente no seu domínio se e somente se: x &-x -f x -f x2 .11.

.Função decrescente derivada negativa f +(x) < 0 Função constante derivada nula f +(x) = 0 Analisando geometricamente o sinal da derivada podemos determinar os intervalos onde uma função derivável é crescente ou decrescente.

1) --342-xxxf --42' -xxf x y 23x x y 33x -0 -2x 4 0 -x 2 Crescente x > 2 Decrescente x <2 f 'x -&0 -2x 4 &0 -x &2 f 'x 2) f x-x33 f 'x3x23x2 é sempre maior que zero A função é sempre crescente.11. Exemplo 53: Determinar os intervalos quanto ao crescimento de cada uma das funções a baixo: 2 x a) y -b) y x2 3x2 x 3 4. b]. (i) Se f 'x0 para todo x )(a.b) .4. Exemplo 52: Encontre os intervalos para os quais a função é crescente ou decrescente.11. então f é crescente em [a. (ii) Se f 'x&0 para todo x )(a.b) .2 Teste para Funções crescentes e decrescentes (sinal da 1ª derivada) Seja f x-uma função contínua num intervalo [a. b] e derivável no intervalo (a.3 Extremos de uma função (Máximos e Mínimos) . b). então f é decrescente em [a. b].

Extremos locais ou relativos: Os pontos de máximo ou mínimo de uma função são chamados de pontos de extremo. x4. Na prática verificamos que: todo ponto de máximo ou mínimo relativo é um ponto crítico no entanto nem todo ponto crítico é um ponto de máximo ou mínimo relativo .ID( f ). máximo a mínimo máximo relativo x1 mínimo relativo x2 x4 x3 relativo relativo Esses pontos são chamados pontos extremos da função. Podemos formalizar as definições. Analogamente. Geometricamente. f c» Mínimo local ou relativo: Uma função f x-tem um mínimo relativo em c. ou f (c) = 0. um determinado valor de x é identificado como ponto de máximo relativ o se nele ocorre um pico . Neste caso representamos por: PML c. contendo c.A figura abaixo nos mostra o gráfico de uma função. f cPonto Crítico Diz-se que um ponto c é um ponto crítico para a função f quando f é definida em c. se existir um intervalo aberto I. se existir um intervalo aberto I. contendo c. Condição necessária para extremos relativos Se a função f possui um extremo relativo em um ponto c. x3. mas não é diferenciável em c. » Máximo local ou relativo: Uma função f x-tem um máximo relativo em c. Neste caso representamos por: PmL c. tal que f c'-f x-para todo x )I . onde estão assinalados os pontos de abscissas x1.ID( f ). tal que f c-f x-para todo x )I . então c é um ponto crítico para f. x2. um valor de x é identificado como ponto de mínimo relativo se nele ocorre uma depressão . Os valores f (x1) e f (x3) são chamados máximos relativos e f (x2) e f (x4) são chamados mínimos relativos.

se c )ID( f )e f c'-f x-para todos os valores de x no domínio da f. 'x f 0 f 0 f 'x 0 f 'x 'x c c Ponto de Mínimo . o menor valor é chamado mínimo absoluto. exceto possivelmente num ponto c. b] que possui derivada em todo o ponto do intervalo (a. Para analisarmos o máximo e o mínimo absoluto de uma função quando o intervalo não for especificado usamos as definições que seguem. Extremos absolutos: » Máximo absoluto: Dizemos que f c-é o máximo absoluto da função f. então f tem um máximo relativo em c.É interessante verificar que uma função definida num intervalo pode admitir diversos pontos extremos relativos. (ii) Se f 'x&0 para todo x &c e f '(x) 0 para todo x . f c» Mínimo absoluto: Dizemos que f c-éo mínimo absoluto da função f. Neste caso representamos por: x y PMA c. Analogamente. b). f cCritérios para determinação de extremos relativos ou locais 1º critério: Teste da Derivada Primeira para determinação de extremos relativos Seja f x-uma função contínua num intervalo fechado [a. O maior valor da função num intervalo é chamado máximo absolu to da função neste intervalo. (i) Se f 'x0 para todo x &c e f '(x) &0 para todo x . Neste caso representamos por: PmA c. se c )ID( f )e f c-f x-para todos os valores de x no domínio da f. então f tem um mínimo relativo em c.

então não há pontos d e máximo nem de mínimo. .Ponto de Máximo Obs: Se f +(x) à esquerda de c tiver o mesmo sinal da derivada à direita.

fazendo f (x)=0 2.Procedimentos para aplicação do teste da derivada primeira. Se f admite derivada f em(a. 5/3 2/3 Exemplo 54: Localize os extremos relativos da função f x3x 15x e determine se são pontos de máximo ou mínimo. b)e c um ponto crítico de f neste intervalo. f (c) = 0. Faça x crescer passando por cada valor crítico x = c a) f (x) possui valor máximo se f (x) mudar de sinal passando tivo b) f (x) possui valor mínimo se f (x) mudar de sinal passando tivo c) f (x) não possui um valor máximo nem um valor mínimo em x = sinal. temos. Encontre os valores críticos de f (x). Determine o sinal de f (x) em cada intervalo 4. 3. 1. Localize os valores críticos no eixo x. isto é. b). com a < c < b. 5x 10x &0 -x &-2 5x 10 x 0 -x -2 modo um número de int de positivo para nega de negativo para posi c se f (x) não mudar de . Solução: 5 2/3 2 1/3 2/3 1/3 -3 x 15 x 5x 10 f 'xx 33 2/3 1/ 3 1/ 3 x 2 f '-0 5x 10 x 5x x 2 5 1/3 x x não existe para x 0e f -0 para f 'x 'xx -2 2/3 1/ 3 -0 f 'x 2/3 1/ 3 -&0 f 'x 2º critério: Teste da Derivada Segunda para determinação de extremos relativos Sejam f uma função derivável num intervalo (a. estabelecendo deste ervalos.

ponto de mínimox 0'xf 0'xf -0'0x-'1xf0'0x'1xf ++f x( ) = 0 0 00 f ff f ++( )<0x fx ++( )>0 x0 0xx0 Ponto de Máximo x1 1xx1 Ponto de Mínimo Em outras palavras.(i) Se f ' ''c&0. f tem um valor máximo relativo em c. --0'xf --0'xf= 2. f tem um valor mínimo relativo em c. . então o teste é inconclusivo. (ii) Se f ' ''c0. (iii) Se f ' ''c0 .

Para o intervalo onde a função é côncava para cima (f ++(x) > 0) e que possui um ponto c rítico. Solução: '' 1 8 ponto de mínimo ''1 8 ponto de mínimo ''0 4 ponto de máximo '' 12 4 4 3 1 3 pontos críticos 1 1 0 ' 4 4 4 1 2 2 2 3 2 4 2 (. se existirem: a) y x4 2x2 b) y 4 x4 . Exemplo 56: Determinar os extremos locais das funções abaixo. Para o intervalo onde a função é côncava para baixo (f ++(x) < 0) e que possui um ponto crítico. Exemplo 55: Utilize o teste da derivada segunda para determinar se os pontos críti cos são de máximo ou de mínimo relativo. este ponto é de máximo. (/ 0 ( ( f f f f x x x x x x f x x x x x f x x x Observação: O critério falha: 1°) quando o ponto que anula a 1ª derivada também anula a 2ª derivada. este ponto é de mínimo. 2°) para pontos onde a 1ª derivada é infinita e para pontos onde a 1ª derivada não existe.

Neste caso. 4. teste da derivada pri meira deve ser utilizado. 1. . para um valor crítico x = c a) f (x) possui valor máximo se f (c) < 0 b) f (x) possui valor mínimo se f (c) > 0 O teste falha se f (c) = 0 ou torna-se infinita.Procedimentos para aplicação do teste da derivada segunda. Agora se f (c) 0. o ponto c não é extremo da função. Encontre os valores críticos de f (x). fazendo f (x) = 0 2.12 Concavidade e pontos de inflexão O conceito de concavidade é muito útil no esboço do gráfico de uma função.

tal que uma das seguintes situ ações ocorra: (i) f é côncava para cima em (a. c) e côncava para baixo em (c. b). (i) f é côncava para baixo em (a. c) e côncava para cima em (c. Teste para a concavidade de um gráfico Seja f x-uma função contínua no intervalo [a. b] e derivável até 2ª ordem no intervalo (a. -x 1) f (x)= xe 2) )f (x)= tg-1 (x) Solução: 1) f (x)= xe -x x x x x f 'x-xee xee . b) contendo c. b). b). Uma função f é dita côncava para baixo no intervalo (a. b). (ii) Se f ' ''x&0 . se existe um intervalo (a. Definição. Podemos ainda dizer que o ponto P(c. se neste ponto da curva o gráfico da f x-troca de concavidade. b) (i) Se f ' ''x0 . Definição.Definição. se f e intervalo. Faremos isso analisando o sinal da d erivada segunda f (x). auxilia muito no traçado de seu gráfico. Uma função f é dita côncava para cima no intervalo (a. f (c)) do gráfico de uma função contínua f é chamado ponto de inflexão. Um ponto P(c. f (c)) é dito ponto de inflexão do gráfico da função f x. se f neste intervalo. c P Côncava para baixo: derivada decrescente Côncava para cima: derivada crescente Ponto de inflexão f (x) = 0 f (x) < 0 f (x) > 0 Derivada crescente -variação da derivada maior que zero Derivada decrescente -variação da derivada menor que zero Pontos de inflexão -pontos em que f ++(x)=0 -f ++(x)>0 -f ++(x)<0 Exemplo 57: Determine as regiões onde a concavidade do gráfico da função é para baixo e pa ra cima e determine os pontos de inflexão. o gráfico de f x-tem concavidade voltada para cima em (a. b). b). o gráfico de f x-tem concavidade voltada para baixo em (a. (x) é crescente n (x) é decrescent Reconhecer os intervalos onde uma curva tem concavidade voltada para cima ou par a baixo.

x x x x x x ' ''--x-e e e -xe 2e x 2 e fx -x -0 f ' '' x x-2 e 0 .

Como e-x é sempre maior que zero: x 20 -x -2 x 2&0 -x &-2 x x 2e 0 -x 2 Concavidade para cima -x >2 Concavidade para baixo -x <2 Ponto de inflexão -x =2 y y xe x x e x 2) f (x)= tg-1 (x) f --12 'x 1-x f ' ''x 2x 2 1 + x 2 2x 0 ( -0 -22 f ' '' x (1-x 0 y / 2 tg -1(x) x / 2 +++++0----+++++ .

Estudar a concavidade do gráfico das funções: a) y 2x33x2 12x5 3 x b) y x23 .+++++ +++++ 2x (1 + x2)2 f (x) Concavidade para cima -x <0 Concavidade para baixo -x >0 Ponto de inflexão -x =0 Lista de Exercícios 1.

2. Estudar os pontos de inflexão para cada uma das funções: a) y -x3 6x29x 4 b) y -x ex 3. Determine onde f (x) -xsen (x) é crescente. 4. Encontre o maior intervalo aberto na qual f (x) é i) uma função crescente, ii) decr escente, iii) côncava para cima, iv) côncava para baixo e v) encontre os pontos de inflexão, das seg uintes funções: a) f (x) -x2 5x6 c) f (x) cos( x), 0 &-x &23 b) f (x) x22 d) f (x) -x2 5. Esboce o gráfico de uma função f(x) definida para x > 0 e tendo as propriedades: f (1)=0e 1 f '(x) -(x 0) . x 6. Construa uma fórmula de uma função f(x) com um máximo em x = -2 e um mínimo em x = 1. a 7. a) Fazendo um esboço, mostre que y -x2-tem um mínimo, mas não um máximo para x qualquer valor da constante a. verifique o fato também por meio de cálculo. 28 b) Determine o ponto de inflexão de y -x x b 8. Ache a e b tais que y -axtenha (1, 4) como ponto de inflexão. x 9. Seja k um número positivo diferente de 1. Mostre que a parte da curva y -xk no p rimeiro quadrante é a) côncava para cima se k >1 b) côncava para baixo se k <1 Respostas 3. (-, +) 4. a) i)--,2 5 ii)

---2 5 , iii) (-, +) iv) e v) nenhum b) i) (-, ) ii) nenhum iii) (-2, +) iv) (-, 2) v) -2 c) i)

-iii) -ii) --, 2 0, -!-"2 3 ,2 --iv) --- -!-"-1--- -!-"-,2 2 3 2 0, v) 2 3 ,2 d) i) (-, ) ii) nenhum iii) (-, -2) iv) (-2, +) v) -2 6. f x( ) -x 3 3 -x 2 2 x27. b) (2, 0) 8. a = 3 e b = 1 5.

$-0%)IR | xx Pontos de Inflexão -1111 . 10ª Esboçar o gráfico. podemos formar um conjun to de informações que permite fazer a análise do comportamento das funções. 5ª Determinar os intervalos de crescimento e decrescimento de f (x).1) e (1. b) as raízes de f x. 6ª Calcular a segunda derivada da função. não há pontos de máximo Int. 3ª Calcular a primeira derivada da função. 4ª Encontrar os pontos críticos. ) e que f --' x -22 3 xou decrescente. Conc. O quadro a seguir apresenta um resumo que poderá ser seguido para analisar o comportamento de uma função a partir de sua representação algébrica. p/cima $-1%1 &&)-xIR |x Conc. se existirem.0) Pontos críticos (0. xIR | xx Limite para x -4 Limite para x -4 . esboce o Solução: intervalo (. Cresc. gráfico de f x. 7ª Encontrar os máximos e mínimos relativos. Com as informações obtidas. 2ª Calcular os pontos de intersecção com os eixos.13 Análise geral do comportamento de uma função construção de gráficos Utilizando os conceitos e resultados discutidos até aqui. 8ª Determinar a concavidade e os pontos de inflexão da f. c/o eixo y (0. $-&0%)IR | xx Int. Etapas Procedimento 1ª Encontrar o domínio da função ..0) é ponto de mínimo. é côncava para cima no intervalo x 3 (1. 4x2 Exemplo 58: Sabendo que a função dada por f -x -2 .4. 9ª Encontrar as assíntotas horizontais e verticais. p/ baixo $-1%1 &)-. -3 4 2 2 -x x xf Domínio IR Raízes 0x Int. 1) e que é côncava para baixo no 24 x x determine: a) o domínio de f x.. c) os pontos de máximo e mínimo de f d) os intervalos f xonde é crescente e) f) os pontos de inflexão. Decres.

--xexxf 1)( 2Domínio IR Raízes Não há raízes reais Int.| &)-xxIR x Conc.-!-"ee 21. d) intervalos onde o gráfico é côncavo para cima e onde é côncavo para baixo. Determinar para cada função: a) intervalo onde a função é crescente e decrescente b) pontos extremos locais (máximos e mínimos) c) pontos de inflexão d) concavidade e) gráfico 1. x x xf 1( ) 2-- . Cresc. Não há Pontos críticos não há pontos de máximo ou mínimo Conc. g) Com as informações obtidas. 3 Assíntotas Verticais: não há Horizontais: y = 0. ( ) xf 92 x 4. e) pontos de inflexão. p/cima $-1%3.Gráfico x Exemplo 59: Sabendo que a função dada por f x(x21)e . f) assíntotas horizontais e verticais. 10 3.. esboce o gráfico de f x. p/ baixo $-1%3| &&)-xIR x Pontos de Inflexão --. 33( ) 23-xxxf 2. determine: e x -x - a) o domínio e raízes (ou zeros) de f x. IR Int. caso existam. )ln(1 2xy-3. Solução. Decres. b) os intervalos f xonde é crescente ou decrescente. c) os pontos de máximo e mínimo locais de f x. sabendo que lim f x lim f x0 . pois --0lim .xf x Gráfico Lista de Exercícios E1.-!-"---.

x 4 b) x 2 E3. a) x 0. f) assíntotas horizontais e verticais.1) Pontos críticos (0. d) intervalos onde o gráfico é côncavo para cima e onde é côncavo para baixo. b) os intervalos f xonde é crescente ou decrescente. a) --12 24-xxxf b) --24 6xxg x Domínio IR IR Raízes $-111%1 . .0) (0.1).E2. -93.0). (1. . ..1) (0. sabendo que lim f xe x - lim f x0 . c) os pontos de máximo e mínimo locais de f x. esboce o gráfico de f x. os intervalos em que o gráfico é côncavo para cima e os intervalos e que a con cavidade é para baixo: 22 a) y'' 8x32 x b) y'' x2x 4E3. (1.0). Sabendo que a função dada por f x2e 2xe . Respostas E2. Int. caso existam. -93 . c/o eixo y (0.$6%6 0 0. .. Esboce os gráficos das seguintes funções: 4242 3 a) f x-x 2x1 b) gx-x 6x c) hx-x x 12 4x29 x3 d) m-x -e) n-x -f) p-x 22 2 x3 x9 x1 xx E4. e) pontos de inflexão. Use a fórmula dada para a segunda derivada de uma função para localizar os pontos de inflexão. determine: x - a) o domínio e raízes (ou zeros) de f x. g) Com as informações obtidas.

-!-"9 4 3 3 9 4 3 3 . Decres.-(-/-0-(-(--&)3 3 3 3 . 5) Conc. (1. p/cima (.IR | xx $-3%3 0 &&&)-x.-!-"----. xxIR |x $-3%03 &&)-.Int. $-1%01 &&)-. $-1%1 0 &&&)-x. (1.xxIR |x Int.IR | xx Pontos de Inflexão ---.-(-/-0-(-(--&&)3 3 3 3 xIR |x $-1%1 &&)-xIR |x Limite para x Limite para x - . p/baixo (. xIR | xx Conc. Cresc. xIR | xx $-1%1 &)-. 5)...

Decres.0) (0. . Cresc.0%Int.-!-"-0 0186 10 6 5 30 0145 10 6 5 3 .-/-0--&&&)-1 5 30 0 .Gráfico c) ---23 1-xxh x d) -3 4 2 2 -x x m x Domínio IR IR Raízes $0 0 011%. (1. c/o eixo y (0. 1).. (3/5.-(-/-0-(-(--&)& 10 6 . $0.-/-0--&&)-1 5 3 xIR |x $-&0%)IR | xx Pontos de Inflexão ---... .-!-"----.0) Pontos críticos (1.-(-/-0-(-(-10 6 5 3 10 6 5 30 .108/3125) (0. . .xxIR |x $-1%1 &&)-xIR |x Conc. 1) Conc. p/cima (.0). xx.. p/baixo (. .IR | xx $-0%)IR | xx Int.0) Int. (1.

$0 0 0%. .5 3 10 6 5 3 xIR |x $-1%1 &)-. xIR | xx Limite para x -4 Limite para x -4 Gráfico e) -9 9 2-x n x f) -12 3 -x x p x Domínio IR IR Raízes Não há. .

-!-"---. Int. $-&0%)IR | xx $-0%0 &)-. $-0%)IR | xx Não há..IR | xx Conc. --xx xe exf 22 Domínio IR Raízes x = 1 Int. 2) pontos de máximo. xIR | xx $-3%3 0 &&&)-x.1) (0.Int. não há pontos de mínimo Conc.0) Pontos críticos (0.1) Não há. p/cima $-3%3 &)-. Assíntotas Verticais: não há Horizontais: y = 0 Gráfico 4... p/ baixo $-1%| )-xIR x Pontos de Inflexão --. $-0%| )-xIR x Pontos críticos (0. -0 03 4 333 4 33 .. p/cima $-1%| &)-xIR x Conc.-!-"Conc.x Int. $-0%| &)-xIR x Int. c/o eixo y eixo y (0. O primeiro passo para solucionar estes problemas é escrever precisamente qual a fu nção .-!-"4 33 4 33 . Decres. Pontos de Inflexão --.xIR | x. Cresc. Cresc.14 Problemas de Otimização Maximização e Minimização A seguir apresentaremos alguns problemas práticos em diversas áreas sobre máximos e mínimos. --..xxIR |x Limite para x 0Limite para x 0 Gráfico E4.-!-"e 41.. p/baixo $-3%3 &&)-xIR |x $-3%03 &&)-.-!-"---. Decres.

que deverá ser analisada. . Esta função poderá ser escrita em função de uma ou mais variáveis.

Solução: x x 16 -2x 30 -2x Volume área da base 2altura (16 2x)(30 2x)x. a fim de que seu volume interno seja o maior possível. R: 3150 m2 dA 22 Maior área 500 4x 0 dx .125 2. b) Expresse a área A do campo em termos de x. a base do retângulo é y 500 2x e a altura é x . Com a função bem definida. portanto. Isolando y. assim x-y-x 500 . Exemplo 60: Um campo retangular deve ser cercado com 500m de cerca ao longo de t rês lados e tem um rio reto como quarto lado. escrevemos y em termos de x: y 500 2x .x -480 x 92 x24x3 dv 2 10 0 480 2. c) Qual é a maior área que pode ser cercada? Solução: a) Para cercar os lados há 500m de cerca. devemos identificar um intervalo apropriado e então proceder a rotina matemática de resolução. devemos procurar expressar uma das variáveis em função da outra.92. Seja x o comprimento de cada lado perpendicu lar ao rio e y o comprimento de cada lado paralelo ao rio.Quando a função é de mais de uma variável. A -x500 2x500 x 2x2. Exemplo 61: Confecção de uma caixa a partir de uma folha de cartolina de 16 cm de la rgura por 30 cm de comprimento. b) A área do retângulo é área base 2altura .125 31250 m . c) A maior área cercada corresponde à ordenada do vértice da parábola que descreve a área. a) Expresse y em termos de x.x4x 0 -x -ou x 12 (não é viável !!) 4x 500 -x 125 -A 500.

Encontre as dimensões da caixa de modo que o custo do material sej a mínimo. deve ser construída de forma qu e o seu volume seja 2500m3.00 por m2. . de base quadrada.dx 3 V 726 cm 3 Exemplo 62: Uma caixa sem tampa.00 por m2 e o material d os lados custa $980. O material da base vai custar $1200.

Temos: 2400.00 x3 9800000. Portanto as dimensões da caixa de modo a obter o menor custo possível são x 15. já que C (15.00 / x .983 m e y 9.983 m .00 C'(x) -2 xx que é o ponto crítico que nos interessa.00 x29800000.00 x3 9800000.785 m Lista de Exercícios E1. Uma folha quadrada de papelão de 12 m2 é usada para fazer uma caixa aberta.983) > 0. obtemos. para x 15. que é a função que queremos minimizar.00 (1) Como V -x2 y -2500cm 3 . Um container retangular fechado possui uma base quadrada e um volume de 2000 . C(x) 1200. De que tamanho devem ser cortados os quadrados para conseguir o maior volume possível para a caixa? E3. Expresse o número 10 como a soma de dois números positivos cujo produto seja o m aior possível. -2 0 -x 15.Solução: Escrevemos a função que dá o custo do material com base na figura: x x y y x x 2 4x C -x 1200.004xy 980.983 m vamos ter um ponto de mínimo. De fato. temos que a dimensão y pode ser escrita como y = 2500/x2 Substituindo esse resultado em (1).00 2400. São co rtados quadrados de igual tamanho nos quatro cantos da folha e dobrados para dar altura à caixa. E2.

por cm2. 900. O custo e a receita total com a produção e comercialização de um produto são dados por : C(q) = 600 + 2. q .2q R(q) = 10q 0. é dada por: h = 30 + 20t 5t2. Encontre as dime nsões do container de menor custo. Sua altura h (metros). em relação ao so lo. (b) Qual o nível de produção que minimiza o lucro? E5. . Uma pedra é lançada verticalmente para cima.cm3. o dobro do que custam os lados laterais. As bases custam.006q2 sendo 0 . E4. (a) Encontre a quantidade q que maximiza o lucro com a venda desse produto.

t = 2s . Base = 10 cm e altura = 20 cm E4.em que t indica o número de segundos decorridos após o lançamento. Em que instante a p edra atingirá sua altura máxima? Respostas E2. a) q = 650 b) q ..57 m E3. 0. 82 E5.