1

Universidade Fernando Pessoa Universidade Fernando Pessoa
Projecto Projecto Acústico Acústico
1. Tratamento e Isolamento
Acústico_Parâmetros Acústicos
Docente: Miguel Magalhães Ferreira Docente: Miguel Magalhães Ferreira
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Revisões sobre alguns conceitos base de Acústica
Pressão Sonora (num ponto de um campo sonoro) – Pressão nesse
ponto produzida pela excitação sonora.
2
P(t) – pressão sonora total (Pa) (pressão atmosférica + pressão
derivada do movimento vibratório das partículas de ar);
p(t) – pressão sonora (Pa);
P
o
- pressão atmosférica (Pa)
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2
Valor Eficaz da Pressão Sonora Valor Eficaz da Pressão Sonora
3
p
ef
– Valor eficaz da pressão sonora (Pa)
p
ef
= raiz média quadrática de p(t)entre t
1
e t
2
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Frequência do som (Hz)
4
:
Frequência (de uma grandeza periódica numa variável) :
– Número de ciclos que ocorrem por unidade de medida da variável em causa
Hertz (Hz) – Unidade de frequência, para grandezas periódicas no tempo,
correspondente à ocorrência de um ciclo por segundo.
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3
Frequência do som (Hz)
5
:
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Sons audíveis:
Graves : 15≤f<360 Hz
Médios: 360 ≤f<1400 Hz
Agudos: 1400≤f<20000Hz
Comprimento de onda (λ) e período (T)
6
Mateus, Diogo
C – velocidade do som (m/s); f – frequência do som (Hz) ou (s-1)
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4
Nível de Pressão Acústica ou Sonora
7
P
o
– Pressão acústica de referência (2x10
-5
N/m
2
ou 2x10
-5
Pa)
Lp – Nível (Level) de pressão sonora (em dB – decibel)
P
ef
(Pa) Lp (dB) Exemplo
20 120 Metalomecânica; Martelo Pneumático
2 100 Claxon de automóvel ; Autocarro
0.2 80 Rua Movimentada; Escritório c/máquinas
0.02 60 Conversa normal; rádio; moradia
0.002 40 Rádio Bastante baixo
0.0002 20 Estúdio; campo; folhas em árvores
0.00002 0 Limiar de audição para jovens
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8
Aparelhos de medição do nível de pressão sonora
O sonómetro tem na
sua extremidade um
microfone para a captação
do som
Exemplo de sonómetro
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5
9
• Relacionados ainda com os
sonómetros estão os
calibradores para a
essencial função de
calibração que deve ser
efectuada sempre antes
de uma medição.
Aparelhos de medição do nível de pressão sonora
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Potência e Intensidade Sonora
10
Potência
sonora
P – potência (W)
I – Intensidade (W/m2)
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6
Nível de Potência Sonora (em dB )
11
0
10
log 10
W
W
L
P
=
W W
12
0
10

=
0
10
log 10
I
I
L
I
=
2 12
0
/ 10 m W I

=
Nível de Intensidade Sonora (em dB )
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12
Aparelhos de medição de intensidade sonora
MEDIDOR DE INTENSIDADE SONORA
Equipamento menos usual principalmente por ter um
custo mais elevado;
Tira de uma forma figurada, uma “radiografia” do local. Mede o fluxo
energético (intensidade) em cada ponto permitindo ver em que
determinados locais há maior ou menor passagem do som.
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7
Adição de Níveis Sonoros
13
2
0
2 2
2
2
1
...
log 10
p
p p p
L
n
p
T
+ + +
=
|
|
¹
|

\
|
+ + + =
10 10 10
10 ... 10 10 log 10
2 1 N
T
L L L
p
L
10
2
0
2
2
0
2
10 log 10
i
p
i
L
i i
p
p
p
p
p
L = ⇔ =
:
Notar que:
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Conclusão(Regra Prática):
Se na composição de vários níveis sonoros um deles é
superior em 10 dB
ou mais em relação aos outros, então o nível resultante é sensivelmente
igual ao maior dos níveis sonoros.
Nível Sonoro em dB(A)
14
Limites da audição do Ser-Humano
Mais facilidade de audição às altas do que às baixas frequências
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8
Nível Sonoro em dB(A)
15
Limites da audição do Ser-Humano
2 12
/ 10 m W I
o

=
dB L
I
0
10
10
log 10
12
12
= =


2
/ 100 m W I
máx
=
dB L
I
140
10
100
log 10
12
= =

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Nível Sonoro em dB(A)
16
Nível Sonoro Corrigido pelo Filtro A do Sonómetro
A correcção (C) apontada para o filtro A depende da frequência em Hz.
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9
Nível Sonoro em dB(A)
17
RESULTADOS DA PONDERAÇÃO POR BANDA DE FREQUÊNCIA – FILTRO A
FREQUÊNCIA (Hz) CORRECÇÃO (dB)
125 -15,5
250 -8,5
500 -3
1000 0
2000 +1
4000 +1
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Tempo de Reverberação
18
Definição: É o intervalo de tempo necessário para que a pressão acústica se reduza
1/1000 do seu valor inicial, isto é, que o nível de pressão acústica diminua 60 dB.
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10
Tempo de Reverberação
19
Demonstração:
dB L
P
P
P
P
P
P
L
P
ef
ef
ef
P
60 10 log 10 log 10
10
1
log 10
1000
1
log 10
6
2
0
2
2
0
2
6
2
0
2
10
− = + =
|
|
|
|
¹
|

\
|
=
(
(
(
(
¸
(

¸

|
¹
|

\
|
=
′ −
dB L L
P P
60 − =

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Tempo de Reverberação -Fórmula de
Sabine
20
A
V
T
163 , 0
=
Válida para
, pois se (Câmara Surda)
15 , 0 ≤
m
α
1 =
m
α
! ! ! 0
163 , 0
1 ≠ = ⇒ = ⇒
S
V
T xS A
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11
Tempo de Reverberação -Fórmula de
Sabine
21
i
i i
m
S
S


=
α
α
Coeficiente de absorção médio da sala
m
α
A – Superfície de absorção equivalente (em m
2
)
S A
m
* α =
S - Superfície total da envolvente da sala (em m
2
)
Coeficiente de absorção de cada material i
α
Superfície correspondente a cada material
i
S
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Tempo de Reverberação -Fórmula de
Eyring
22
( )
m n
S
V
T
α − −
=
1 .
163 , 0
l
n
α α α α ≅ ≅ ≅ ≅ ...
3 2 1
Válida para
m
α
qualquer ( ) OK T Se
m
⇒ = ⇒ = 0 1 α
−∞ =
+

nx
x
l
0
lim
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12
Tempo de Reverberação -Fórmula de
Millington & Sette
23
( )
i n i i
S
V
T
α − − ∑
=
1
163 , 0
l
( )
n
α α α α ≠ ≠ ≠ ≠ ...
3 2 1
Válida para qualquer situação
Câmara Surda 0 1 = ⇒ = ⇔ T
s
i
α
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Tratamento e Isolamento Acústico
Materiais e Técnicas de Tratamento Acústico
24
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13
Tempo de Reverberação -TIPOS DE
MATERIAIS ABSORVENTES
25
1 – Porosos e Fibrosos (ex: Lã de Vidro)
Absorvem principalmente os sons de frequências altas (devido aos poros que
contêm)
2 – Painéis Vibrantes (ex: Cortinados)
Absorvem principalmente os sons de frequências baixas (a energia acústica é
transformada em energia cinética do painel, posto em ressonância
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Tempo de Reverberação -TIPOS DE
MATERIAIS ABSORVENTES
26
3 – Ressoadores (ex: Placas Perfuradas)
Absorvem principalmente os sons de frequências médias (é o mesmo princípio de 2),
mas a ressonância é criada numa lâmina de ar.
Orifícios
A
R
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14
Tempo de Reverberação -TIPOS DE
MATERIAIS ABSORVENTES - exemplos
27
1 – Mantas de lã de vidro de 40 mm de espessura
( ) 25 , 0 125 = Hz α
( ) 87 , 0 1000 = Hz α
( ) 96 , 0 4000 = Hz α
2 – Janela de vidro de dimensões correntes
( ) 35 , 0 125 = Hz α
( ) 12 , 0 1000 = Hz α ( ) 04 , 0 4000 = Hz α
3 – Painéis de réguas de madeira de 55mmx20mm, com frestas
aparentes de 3mmde largura, confinando camada de ar de 50mm
de espessura
( ) 15 , 0 125 = Hz α
( ) 63 , 0 1000 = Hz α
( ) 25 , 0 4000 = Hz α
Exemplos retirados das tabelas do LNEC – Engº Martins da Silva
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Tempo de Reverberação -TIPOS DE
MATERIAIS ABSORVENTES - exemplos
28
tabelas do LNEC – Engº Martins da Silva
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15
Tempo de Reverberação -Ábacos
29
Segundo Engº Martins da Silva - LNEC
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Tratamento e Isolamento Acústico
30
Materiais e Técnicas de Isolamento Acústico
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16
Isolamento aos Sons de Percussão
31
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32
RUÍDO AÉREO - ISOLAMENTO SONORO BRUTO
Db - Não tem em conta as características acústicas dos compartimentos!
Nível médio de pressão sonora medido no compartimento emissor
Nível médio de pressão sonora medido no compartimento receptor
As fontes sonoras são normalizadas
BRÜEL & KJÆR
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17
33
RUÍDO DE AÉREO - ISOLAMENTO SONORO AOS
SONS DE CONDUÇÃO AÉREA PADRONIZADO
Entre compartimentos:
T – Tempo de reverberação do compartimento receptor
- Tempo de reverberação de referência
- Parâmetros Padronizados
Entre o exterior e interior de compartimentos:
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Índice de Redução Sonora
34
Ri = 10 *log (1/ )
Ri- Índice de redução sonora de um elemento homogéneo i
-Coeficiente de transmissão sonora (energia transmitida
a dividir pela Energia incidente)
Descrição da Divisória e Índice de Redução Sonora (dB) Rw
(cm) 125 250 500 1000 2000 4000 (dB)
Simples com blocos de betão de argila
expandida, rebocados
14 23 29 37 42 49 47 40
Simples de alvenaria de tijolo de 7 9 33 29 36 39 44 46 40
Simples de alvenaria de tijolo de 11 13 34 34 41 50 56 58 46
Simples de alvenaria com blocos de betão normal 9 36 32 42 50 56 58 45
Simples de alvenaria com blocos de betão normal 17 39 42 50 58 64 67 54
Simples de betão armado 10 36 36 45 51 58 63 48
Simples de betão armado 14 32 42 49 55 61 66 52
Simples, de painéis de aglomerado negro de
cortiça de 5 cm revestidos com aglomerado de
fibra de madeira de 0,5mm
6 24 20 24 31 35 39 29
Simples, de painéis de aglomerado negro de
cortiça de 7,4 cm revestidos com aglomerado de
fibra de madeira de 0,3 mm
8 24 23 28 27 37 39 30
Simples de painéis de aparas de madeira
aglomeradas com cimento, de 5 cm de
espessura, com reboco de 1 cm em argamassa de
cimento
7 26 32 30 34 37 40 34
Dupla de alvenaria de tijolo com caixa de ar de 5
c, de espessura, contendo uma manta de lã
mineral
17 38 42 45 46 53 59 48
Dupla de painéis de argamassa de gesso com
caixa de ar de 6 cm
18 32 40 42 50 58 64 49
LNEC
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18
Ábaco da Lei da Massa
35
R
Rw (dB)
LNEC
W - Weighted - ponderado
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Ressonâncias de Cavidade para vários tipos de Paredes
duplas com ou sem material isolante
36
BRÜEL & KJÆR
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
19
Pontes Acústicas – métodos de minoração
37
Bernard Duprey
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Pontes Acústicas – métodos de minoração
38
Bernard Duprey
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
20
Valores Regulamentares – Índices de isolamento aos
sons aéreos
39
Artº5 - Edifícios habitacionais e mistos, e unidades hoteleiras
Ex. alíneas b) e d) do Artº5 do DL 96/2008 de 9 de Junho
DnTw ≥ ….
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Isolamento aos Sons de Percussão
40
BRÜEL & KJÆR
Medição em laboratório
Rodrigues, A. Moret; Neves e Sousa, Albano
Velocidade de propagação
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
21
41
RUÍDO DE PERCUSSÃO –
ISOLAMENTO SONORO AOS SONS
DE CONDUÇÃO AÉREA NORMALIZADOS
Entre compartimentos:
A – Área de absorção equivalente
- Parâmetros Normalizados (Já revogado!)
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA
Pavimentos flutuantes
42
Camada resiliente – fibra de coco
Camada resiliente – espuma de polietileno
UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA

Valor Eficaz da Pressão Sonora
pef – Valor eficaz da pressão sonora (Pa)

pef = raiz média quadrática de p(t)entre t1 e t 2

3

UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA

:

Frequência do som (Hz)
Frequência (de uma grandeza periódica numa variável) : – Número de ciclos que ocorrem por unidade de medida da variável em causa Hertz (Hz) – Unidade de frequência, para grandezas periódicas no tempo, correspondente à ocorrência de um ciclo por segundo.

4

UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA

2

UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA f – frequência do som (Hz) ou (s-1) 6 3 . Diogo C – velocidade do som (m/s).: Frequência do som (Hz) Sons audíveis: Graves : 15≤f<360 Hz Médios: 360 ≤f<1400 Hz Agudos: 1400≤f<20000Hz 5 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Comprimento de onda (λ) e período (T) Mateus.

Escritório c/máquinas Conversa normal. Martelo Pneumático Claxon de automóvel . folhas em árvores Limiar de audição para jovens 7 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Aparelhos de medição do nível de pressão sonora Exemplo de sonómetro O sonómetro tem na sua extremidade um microfone para a captação do som 8 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 4 .2 0.0002 0.002 0. moradia Rádio Bastante baixo Estúdio. Autocarro Rua Movimentada.Nível de Pressão Acústica ou Sonora Po – Pressão acústica de referência (2x10-5 N/m2 ou 2x10-5 Pa) Lp – Nível (Level) de pressão sonora (em dB – decibel) Pef (Pa) 20 2 0. rádio. campo.02 0.00002 Lp (dB) 120 100 80 60 40 20 0 Exemplo Metalomecânica.

9 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Potência e Intensidade Sonora P – potência (W) I – Intensidade (W/m2) Potência sonora 10 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 5 .Aparelhos de medição do nível de pressão sonora • Relacionados ainda com os sonómetros estão os calibradores para a essencial função de calibração que deve ser efectuada sempre antes de uma medição.

12 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 6 . Tira de uma forma figurada. Mede o fluxo energético (intensidade) em cada ponto permitindo ver em que determinados locais há maior ou menor passagem do som. uma “radiografia” do local.Nível de Intensidade Sonora (em dB ) L I = 10 log 10 I I0 I 0 = 10 − 12 W / m 2 Nível de Potência Sonora (em dB ) L P = 10 log 10 W W0 W0 = 10 −12 W 11 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Aparelhos de medição de intensidade sonora MEDIDOR DE INTENSIDADE SONORA Equipamento menos usual principalmente por ter um custo mais elevado.

. + p n = 10 log 1 2 p0 2 2 2 LN L1 L2  10  10 +1010 + .+1010  LpT =10log    Notar que: L pi = 10 log pi 2 p0 2 ⇔ pi 2 p0 2 L pi = 10 10 Conclusão(Regra Prática): Se na composição de vários níveis sonoros um deles é superior em 10 dB ou mais em relação aos outros. 13 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Nível Sonoro em dB(A) Limites da audição do Ser-Humano Mais facilidade de audição às altas do que às baixas frequências 14 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 7 .: Adição de Níveis Sonoros L pT p + p 2 + . então o nível resultante é sensivelmente igual ao maior dos níveis sonoros....

Nível Sonoro em dB(A) Limites da audição do Ser-Humano I o = 10 −12 W / m 2 LI = 10 log 10 −12 = 0dB 10 −12 Imáx = 100 / m2 W L I = 10 log 100 10 −12 = 140dB 15 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Nível Sonoro em dB(A) Nível Sonoro Corrigido pelo Filtro A do Sonómetro A correcção (C) apontada para o filtro A depende da frequência em Hz. 16 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 8 .

isto é. que o nível de pressão acústica diminua 60 dB.5 -3 0 +1 +1 17 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Tempo de Reverberação Definição: É o intervalo de tempo necessário para que a pressão acústica se reduza 1/1000 do seu valor inicial.5 -8. 18 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 9 .Nível Sonoro em dB(A) RESULTADOS DA PONDERAÇÃO POR BANDA DE FREQUÊNCIA – FILTRO A FREQUÊNCIA (Hz) 125 250 500 1000 2000 4000 CORRECÇÃO (dB) -15.

163V ≠ 0!!! S 20 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 10 .163V A Válida para α m ≤ 0 . pois se (Câmara Surda) ⇒ A = 1xS ⇒ T = 0.Tempo de Reverberação Demonstração: 2  1    1 2  Pef   2   6 Pef  Pef 1000   ′ LP = 10 log10   = 10 log 10 2  = 10 log 2 + 10 log10−6 = LP − 60dB 2   P0 P0  P0          L P ′ = L P − 60dB 19 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Tempo de Reverberação -Fórmula de Sabine T= 0.15 αm =1 .

163V − S .l n (1 − α m ) α 1 ≅ α 2 ≅ α 3 ≅ .. ≅ α n αm qualquer (Seα m = 1 ⇒ T = 0 ⇒ OK ) lim x →0+ lnx = −∞ 22 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 11 .Tempo de Reverberação -Fórmula de Sabine α m Coeficiente de absorção médio da sala ∑ α i Si αm = ∑ Si αi Si Coeficiente de absorção de cada material Superfície correspondente a cada material A – Superfície de absorção equivalente (em m2) A = αm * S S ..Superfície total da envolvente da sala (em m2) 21 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Tempo de Reverberação -Fórmula de Eyring T= Válida para 0.

≠ α n ) Câmara Surda ⇔ αis =1⇒ T = 0 23 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Tratamento e Isolamento Acústico Materiais e Técnicas de Tratamento Acústico 24 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 12 ...163V ∑ i − S i l n (1 − α i ) Válida para qualquer situação (α 1 ≠ α 2 ≠ α 3 ≠ .Tempo de Reverberação -Fórmula de Millington & Sette T= 0.

A R Orifícios 26 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 13 . posto em ressonância 25 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Tempo de Reverberação -TIPOS DE MATERIAIS ABSORVENTES 3 – Ressoadores (ex: Placas Perfuradas) Absorvem principalmente os sons de frequências médias (é o mesmo princípio de 2).Tempo de Reverberação -TIPOS DE MATERIAIS ABSORVENTES 1 – Porosos e Fibrosos (ex: Lã de Vidro) Absorvem principalmente os sons de frequências altas (devido aos poros que contêm) 2 – Painéis Vibrantes (ex: Cortinados) Absorvem principalmente os sons de frequências baixas (a energia acústica é transformada em energia cinética do painel. mas a ressonância é criada numa lâmina de ar.

exemplos tabelas do LNEC – Engº Martins da Silva 28 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 14 .Tempo de Reverberação -TIPOS DE MATERIAIS ABSORVENTES .87 α (4000Hz ) = 0.15 Exemplos retirados das tabelas do LNEC – Engº Martins da Silva 27 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Tempo de Reverberação -TIPOS DE MATERIAIS ABSORVENTES .35 α (1000Hz ) = 0.25 α (1000 Hz ) = 0.12 α (4000 Hz ) = 0 . 04 3 – Painéis de réguas de madeira de 55mmx20mm. com frestas aparentes de 3mm de largura.96 2 – Janela de vidro de dimensões correntes α (125Hz ) = 0. confinando camada de ar de 50mm de espessura α (1000Hz ) = 0.63 α (4000Hz ) = 0.25 α (125Hz ) = 0.exemplos 1 – Mantas de lã de vidro de 40 mm de espessura α (125Hz ) = 0.

Tempo de Reverberação -Ábacos Segundo Engº Martins da Silva .LNEC 29 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Tratamento e Isolamento Acústico Materiais e Técnicas de Isolamento Acústico 30 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 15 .

Isolamento aos Sons de Percussão 31 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA RUÍDO AÉREO .ISOLAMENTO SONORO BRUTO BRÜEL & KJÆR As fontes sonoras são normalizadas Nível médio de pressão sonora medido no compartimento emissor Nível médio de pressão sonora medido no compartimento receptor Db .Não tem em conta as características acústicas dos compartimentos! 32 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 16 .

4 cm revestidos com aglomerado de fibra de madeira de 0.Tempo de reverberação de referência Entre o exterior e interior de compartimentos: 33 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Índice de Redução Sonora Ri = 10 *log (1/ ) Ri. de painéis de aglomerado negro de cortiça de 5 cm revestidos com aglomerado de fibra de madeira de 0.Parâmetros Padronizados Entre compartimentos: T – Tempo de reverberação do compartimento receptor .5mm Simples. de 5 cm de espessura. contendo uma manta de lã mineral Dupla de painéis de argamassa de gesso com caixa de ar de 6 cm 14 9 13 9 17 10 14 6 8 7 17 18 23 33 34 36 39 36 32 24 24 26 38 32 29 29 34 32 42 36 42 20 23 32 42 40 37 36 41 42 50 45 49 24 28 30 45 42 42 39 50 50 58 51 55 31 27 34 46 50 49 44 56 56 64 58 61 35 37 37 53 58 47 46 58 58 67 63 66 39 39 40 59 64 40 40 46 45 54 48 52 29 30 34 48 49 LNEC 34 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 17 .RUÍDO DE AÉREO .ISOLAMENTO SONORO AOS SONS DE CONDUÇÃO AÉREA PADRONIZADO . de espessura. com reboco de 1 cm em argamassa de cimento Dupla de alvenaria de tijolo com caixa de ar de 5 c.Índice de redução sonora de um elemento homogéneo i -Coeficiente de transmissão sonora (energia transmitida a dividir pela Energia incidente) e (cm) 125 250 Índice de Redução Sonora (dB) 500 1000 2000 4000 Rw (dB) Descrição da Divisória Simples com blocos de betão de argila expandida.3 mm Simples de painéis de aparas de madeira aglomeradas com cimento. de painéis de aglomerado negro de cortiça de 7. rebocados Simples de alvenaria de tijolo de 7 Simples de alvenaria de tijolo de 11 Simples de alvenaria com blocos de betão normal Simples de alvenaria com blocos de betão normal Simples de betão armado Simples de betão armado Simples.

ponderado 35 LNEC UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Ressonâncias de Cavidade para vários tipos de Paredes duplas com ou sem material isolante BRÜEL & KJÆR 36 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 18 .Weighted .Ábaco da Lei da Massa Rw (dB) R W .

Pontes Acústicas – métodos de minoração Bernard Duprey 37 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Pontes Acústicas – métodos de minoração Bernard Duprey 38 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 19 .

A. alíneas b) e d) do Artº5 do DL 96/2008 de 9 de Junho DnTw ≥ …. Neves e Sousa.Valores Regulamentares – Índices de isolamento aos sons aéreos Artº5 . Albano 40 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 20 .Edifícios habitacionais e mistos. e unidades hoteleiras Ex. Moret. 39 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Isolamento aos Sons de Percussão Velocidade de propagação Medição em laboratório BRÜEL & KJÆR Rodrigues.

Parâmetros Normalizados (Já revogado!) Entre compartimentos: A – Área de absorção equivalente 41 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA Pavimentos flutuantes Camada resiliente – fibra de coco Camada resiliente – espuma de polietileno 42 UNIVERSIDADE FERNANDO PESSOA 21 .RUÍDO DE PERCUSSÃO – ISOLAMENTO SONORO AOS SONS DE CONDUÇÃO AÉREA NORMALIZADOS .

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