Conhecimento de Transporte Eletrônico

Manual de Orientações - Contribuinte

Projeto Conhecimento de Transporte Eletrônico

Manual de Orientações do Contribuinte
Padrões Técnicos de Comunicação

Versão 1.0.4b Dezembro/2011

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Conhecimento de Transporte eletrônico
Manual de Orientações – Contribuinte

Controle de Versões
Versão 1.00 1.01 1.01A 1.01B 1.02pre 1.02 1.03 1.04 1.04a 1.04b Data 07/03/2008 – SP 02/07/2008 – SP/RS 07/07/2008 – SP/RS 25/08/2008 – Reunião CT-e RJ 03/09/2008 – Reunião CT-e MT 12/09/2008 – SP/RS 03/08/2009 – RS/SP/GO 22/07/2011 – RS 12/08/2011 – RS 07/12/2011 - RS

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Conhecimento de Transporte eletrônico
Manual de Orientações – Contribuinte

Identificação e vigência do Manual
Versão do manual Data de divulgação da versão inicial do manual Data de divulgação da versão corrigida do manual Pacote de liberação de Schemas XML Data de início de vigência no ambiente de homologação Data de início de vigência no ambiente de produção Pacote de liberação de Schemas XML em vigência Data final de vigência do PL_CTe_103

1.04b 12/08/2011 26/11/2011 PL_CTe_104b 15/12/2011 01/01/2012 PL_CTe_103 01/04/2012

Versões de leiautes do PL_CTe_104b
Leiaute CTe enviCTe retEnviCTe consReciCTe retconsReciCTe procCTe cancCTe retCancCTe
versão

1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04

Schema XML cte_v104.xsd enviCte_v1.04.xsd retEnviCte_v1.04.xsd consReciCte_v1.04.xsd retConsReciCte_v1.04.xsd procCte_v1.04.xsd cancCte_v1.04.xsd retCancCte_v1.04.xsd

procCancCTe inutCTe retInutCTe

1.04 1.04 1.04

procCancCte_v1.04.xsd inutCTe_v1.04.xsd retInutCTe_v1.04.xsd

procInutCTe consSitCTe retConsSitCTe consStatServ retConsStatServ aereo aquav duto ferrov rodo

1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04 1.04

procInutCTe_v1.04.xsd consSitCte_v1.04.xsd retConsSitCte_v1.04.xsd consStatServCte_v1.04.xsd retconsStatServ_v1.04.xsd cteModalAereo_v1.04.xsd cteModalAquaviario_v1.04.xsd cteModalDutoviario_v1.04.xsd cteModalFerroviario_v1.04.xsd cteModalRodoviario_v1.04.xsd

Observação Leiaute do CT-e (parte Geral). Mensagem de envio de lote de CT-e. Mensagem de retorno do envio de lote de CT-e. Mensagem de consulta processamento do lote de CT-e transmitido. Mensagem de retorno da consulta de processamento do lote de CT-e transmitido. Leiaute de compartilhamento do CT-e. Mensagem de solicitação de cancelamento do CT-e. Mensagem de retorno do resultado da solicitação do processamento de cancelamento do CT-e. Leiaute de compartilhamento de Pedido de cancelamento de CT-e Mensagem de solicitação de inutilização de numeração de CT-e. Mensagem de retorno do resultado do processamento da solicitação de inutilização de numeração de CT-e. Leiaute de compartilhamento de pedido de inutilização de numeração de CT-e Mensagem de consulta da situação atual da CTe. Mensagem de retorno da consulta da situação atual da CT-e. Mensagem da consulta do status do serviço de autorização de CT-e. Mensagem de retorno da consulta do status do serviço de autorização de CT-e. Leiaute do modal Aeroviário (parte específica) Leiaute do modal Aquaviário (parte específica) Leiaute do modal Dutoviário (parte específica) Leiaute do modal Ferroviário (parte específica) Leiaute do modal Rodoviário (parte específica)

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......... 27 4......................................................... 21 3.......... 29 4......................................2.3 Leiaute Mensagem de Retorno ............................................ 8 3...4 Descrição do Processo de Recepção de Lotes de CT-e ................................2 Padrão de Comunicação ..... 16 3..........................1 Informações de Controle e Área de Dados das Mensagens ....................... Pág....5...................................7 SEFAZ Virtual..................... 11 3..3 Schemas XML das Mensagens dos Web Services ................................... 43 1...6 Schema XML do CT-e – Estrutura Genérica e Estrutura Específica do Modal de Transporte ....................................................... 21 3...........................................................................................................................2 Parte Específica para Cada Modal de Transporte .............................. 31 4.................................... 32 4....... Web Services ...2 Padrões Técnicos................2.......................... 23 3.......4.........................................2 Serviços Assíncronos ..... 24 3.... 18 3.........6........................................2..................................3....2 Conceito do CT-e ....................................................1 Serviço de Recepção de CT-e...........1........................................ 14 3..................................................1..........1......................................................................................................................3 Filas e Mensagens............... 33 4.............. 18 3..... 31 4....................................6 Controle de Versão .............................................3.... 41 4....3 Padrão de Certificado Digital .........1...................2.....1 Web Service – CteRecepcao .......5 Divulgação de Novos Pacotes de Liberação ...............Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Índice Introdução .................2...............5............2 Pacote de Liberação Preliminar ........................................... 33 4.............................. 23 3.......... 4 / 158 ..................................... 25 3................. 31 4...............2 Leiaute Mensagem de Retorno ..............................4....................................6 Resumo dos Padrões Técnicos ................ 2..... 43 4...........6............2 Validação da Estrutura XML das Mensagens dos Web Services ......................................................................................................... 19 3............ 10 3.................3 Parte Genérica e Parte Específica para Cada Modal de Transporte – Versões 26 3................. Arquitetura de Comunicação com Contribuinte ........................................ 30 4.......................................................1 Parte Genérica .............1 Modelo Conceitual ......... 24 3..........1 Liberação das Versões dos Schemas para o Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e .............. 26 3......4 Padrão de Assinatura Digital ............................... 22 3..........................................................................1......5 Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual ......................5. 8 2...5...................... 32 4....... 13 3.......... 29 4....................................... 14 3..5..2............4....................................................................................................................................................................................2 Leiaute Mensagem de Entrada .... 43 4..1.....2 Web Service – CteRetRecepcao .................................................2...........................10 Validação da Área de Dados ................................................... 10 3................................... 24 3.................1 Histórico do Documento Fiscal Eletrônico ............................................................................. 21 3...........................................................1......1 Leiaute Mensagem de Entrada ..3 Pacote de Liberação de Homologação e Pacote de Liberação Definitivo ................................... 23 3....... 24 3................. 29 4......7 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service ............9 Descrição do Processamento do Lote de CT-e............... 25 3... 8 2...........8 Geração da Resposta com o Recibo .....1............... 11 3........................................6 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ..1............ 20 3.........................................................1 Serviços Síncronos ........ 7 Considerações Iniciais ............................................... 17 3................... 8 2.........6.................. 28 4..........................................................5 Validação do Certificado de Transmissão .............................................1......................3......11 Final do Processamento do Lote ....................................................5 Versão dos Schemas XML .3 Descrição Simplificada do Modelo Operacional .............................3 Modelo Operacional .............................5............1 Padrão de Documento XML .............1.......................................................................................................................................................................................................4 Correção de Pacote de Liberação ..........4 Padrão de Mensagens dos Web Services ..................................2...........

........ 48 4................................................................ 77 5..4 Validação do Certificado de Transmissão ..................................10 Onde Obter as Definições deste Web Service ..............................4....4......... 60 4....................................6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service ....................... 55 4.......4.....3......................................................................... 48 4............................ 5 / 158 .................6 Web Service – CteStatusServico ...........2................2..................3 Descrição do Processo de Web Service ......................7 Validação da Área de Dados ................................................ 70 5..........5...2 Leiaute Mensagem de Retorno ........................... 50 4........................................ 60 4...3................. 56 4..........4 Chave de Acesso do CT-e ........6.....................................................5..............2............6 Número do Protocolo...................5 Web Service – CteConsulta Protocolo .................................................6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service ...............................................2 Leiaute Mensagem de Retorno ...............................................................7 Tempo Médio de Resposta.........................................3............ 46 4................. 79 Pág............................. 68 4... 64 4..4......... 66 4.......................3.. 45 4............................................5........... 54 4.......5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ......................5 Número do Recibo de Lote ............ 57 4........ 62 4........ 64 4.....................................1..Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4...................................................3 Descrição do Processo de Web Service ....................3 Web Service – CteCancelamento ..........6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service ...............3 Tratamento de Caracteres Especiais no Texto de XML ............................6.............................. 47 4.........5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ...............7 Validação da Área de Dados ....2 Leiaute Mensagem de Retorno .....................4. 69 5.....8 Final do Processamento ..1 Leiaute Mensagem de Entrada ............... 49 4......6.....................3..........6............ 64 4..2........ 63 4.............. 46 4.. 63 4...........................................3 Descrição do Processo de Web Service ...................... 70 5.................................... 44 4........4 Web Service .....1 Leiaute Mensagem de Entrada .... 76 5....................8 Final do Processamento ................1 Leiaute Mensagem de Entrada ....................................................... 66 4....3....... 55 4.........................................3 Descrição do Processo de Web Service ........................ 68 4....4 Validação do Certificado de Transmissão ..........................CteInutilizacao..................... 56 4...........2................... 68 4............................................7 Validação da Área de Dados ..................................3.................................... 61 4..............6.................. 54 4.......5.........4................................................................................................ 49 4..................8 Final do Processamento .... 65 4..6.........................7 Validação da Área de Dados ...................................... 60 4..... 62 4.................................... Web Services – Informações Adicionais ............ 59 4.......................................5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .................................... 78 5....... 45 4......................... 53 4..................................................4 Validação do Certificado de Transmissão ..........1 Regras de validação ......1 Leiaute Mensagem de Entrada ...................................................................4 Validação do Certificado de Transmissão .................................8 Final do Processamento ........5.......... 50 4................................3 Descrição do Processo de Web Service ................................................................3.....4 Validação do Certificado de Transmissão .................... 51 4.........................................6.............................................................................................................5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service ............ 67 4.........4................8 Final do Processamento .................. 67 Web Service – CadConsultaCadastro ..............6......9 Descrição do Processo de Web Service ...................................................2 Padrão de Nomes para os Arquivos ...........................4......... 57 4................6. 61 4.......2................................................................ 79 5................7 Validação da Área de Dados ............... 76 5............ 48 4.... 70 5...................................................................................6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service ..........5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service .......................6.......5..6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service ......................6................................................................ 65 4.........................5.......1 Tabela de Códigos de Erros e Descrições de Mensagens de Erros ..................................................2 Leiaute Mensagem de Retorno .....5......................................................11 Onde Obter os Schemas XML deste Web Service .........

............................................................................................................3 Leiaute de Compartilhamento: Cancelamento de CT-e ................................................2 Exemplo de Cálculo do Dígito de Controle do Código de País ...... 95 CT-e – Diagrama Simplificado – Ferroviáro ....................... Pág............................. 146 Anexo V – Projeto Piloto do CT-e ............................................... 147 Anexo VI – Manual de Contingência ..........................5 Compartilhamento de Documentos com Outros Órgãos Públicos ........... 89 CT-e – Diagrama Simplificado – parte genérica . 132 Leiaute – Ferroviário .............3 Exceção no Cálculo do Dígito de Controle do Código de Município ..... 81 Cálculo do Dígito Verificador do CODE-128C............................................................................................... 141 1..............................................................................1 Validação do Código de Município ........................................................................ 126 Leiaute – Aeroviário ... 144 3............. 142 2... Ambiente de Homologação / Produção ............................... 6 / 158 ............................. Distribuição do CT-e para o Tomador do Serviço ................................................4 Leiaute de Compartilhamento: Inutilização de Numeração de CT-e ...................................................................................................................................................................2 Leiaute da Distribuição: CT-e ....................................................................................................... 130 Leiaute – Aquaviário .......................................3 Exceção no Cálculo do Dígito de Controle do Código de País ...... 82 7.................................. 88 Anexo I – Leiaute do CT-e ............................................................... 145 Anexo IV – Conjunto de Caracteres Código de Barras CODE-128C...................................... 80 Código de Barras Adicional ............................ 88 11............. 142 2............................................................. 144 Anexo III – WS disponíveis .............................................................1 Processo de Distribuição ......... 134 Leiaute – Dutoviário ....................................................................................... Tabela de Código de Município do IBGE ..................2 Exemplo de Cálculo do Dígito de Controle do Código de Município ......2 6................................................................................................ 141 2.................................................. 93 CT-e – Diagrama Simplificado – Aeroviário...................... DACTE ..........1 Processo de Compartilhamento .......................................2 Leiaute de Compartilhamento: CT-e ................................... Contingência ............Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Código de Barra .............................................................. 86 10......................................................................................................... 87 11............................................... 83 8............... 136 Anexo II –– Tabelas de UF................................. 85 10....................................................................................................... 96 Leiaute CT-e – Estrutura Genérica................................................................ Tabela de Código de País do BACEN .................................................................. 143 3.......................................... 144 3............................................... Tabela de Código de UF do IBGE .............................. 86 11........................ 84 9.................... 143 3................. 87 11....3 6........ 148 6.............................................. 98 Leiaute – Rodoviário ................................................................................. 92 CT-e – Diagrama Simplificado – Rodoviário................... 94 CT-e – Diagrama Simplificado – Aquaviário ..............................................................................1 6............................... 88 11............................. 141 2. Compartilhamento de Informações do CT-e entre Órgãos Públicos .......................................1 Validação do Código de País ................................................. 88 11............. 82 Representação Simbólica do Código. 86 10........................................................ Município e País .................................................

CT-e. Pág.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 1. Introdução Este documento tem por objetivo a definição das especificações e critérios técnicos necessários para a integração entre os Portais das Secretarias de Fazendas dos Estados e os sistemas de informações das empresas emissoras de Conhecimento de Transporte eletrônico . 7 / 158 .

instituído pelo AJUSTE SINIEF 09/07 (25/10/2007). com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emissor. modelo 11. Considerações Iniciais O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) está sendo desenvolvido. a empresa emissora de CT-e gerará um arquivo eletrônico contendo as informações fiscais da prestação de serviço de transporte. A possibilidade do uso de documentos fiscais eletrônicos em substituição aos documentos tradicionalmente emitidos em papeis está prevista no parágrafo único da cláusula segunda do Protocolo ENAT 03/2005. modelo 7. que deverá ser assinado digitalmente. quando utilizada em transporte de cargas. Conhecimento Aéreo.3 Descrição Simplificada do Modelo Operacional De maneira simplificada. com validade jurídica garantida pela assinatura digital do emitente e pela Autorização de Uso fornecida pela administração tributária do domicílio do contribuinte. pelas Secretarias de Fazenda dos Estados. modelos 1 e 1A. Nota Fiscal de Serviço de Transporte. O Conhecimento de Transporte Eletrônico (Modelo 57) é um documento fiscal eletrônico. Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de Cargas. a partir da assinatura do Protocolo ENAT 03/2006 (10/11/2006).1 Histórico do Documento Fiscal Eletrônico O documento fiscal eletrônico surgiu com o Projeto da Nota Fiscal eletrônica. Conhecimento de Transporte Ferroviário de Cargas. mostrando-se uma solução vantajosa para todos os envolvidos nas transações com estes documentos. que atribuiu ao Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) a coordenação e a responsabilidade pelo desenvolvimento e implantação do Projeto CT-e. futuramente. que corresponderá ao Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e). nos transportes Multimodais. Conhecimento de Transporte Aquaviário de Cargas. Receita Federal do Brasil. 2. modelo 10. Este arquivo eletrônico. emitido e armazenado eletronicamente com o intuito de documentar prestações de serviço de transporte. modelo 9. modelo 27. O Conhecimento de Transporte Eletrônico também poderá ser utilizado como documento fiscal eletrônico no transporte dutoviário e. que poderá ser utilizado para substituir um dos seguintes documentos fiscais: • • • • • • Conhecimento de Transporte Rodoviário de Cargas. que tinha como objetivo a implantação de um modelo nacional de documento fiscal eletrônico para substituir a sistemática atual de emissão do documento fiscal em papel. Os documentos fiscais eletrônicos simplificam o cumprimento das obrigações acessórias a que os contribuintes estão sujeitos e permitem ao Fisco um melhor acompanhamento das operações comerciais. representantes das transportadoras e Agências Reguladoras do segmento de transporte.2 Conceito do CT-e O Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e) é um documento de existência exclusivamente digital. 8 / 158 . de maneira a garantir a integridade dos dados e a autoria do emissor. de forma integrada. 2. será transmitido pela Pág. modelo 8.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 2. 2.

e para as Secretarias de Fazenda de início da prestação do serviço e do tomador do serviço. por meio da Internet. representada e impressa em código de barras. então. quando aplicável. Pág. Este mesmo arquivo do CT-e será ainda transmitido pela Secretaria de Fazenda Estadual para a Receita Federal do Brasil. tomando-se por referência o padrão CODE-128C. A Secretaria de Fazenda Estadual fará. Após o recebimento do CT-e. Para acobertar a prestação de serviço de transporte será impressa uma representação gráfica simplificada do Conhecimento de Transporte Eletrônico. por meio dos sítios das Secretarias de Fazenda Estaduais autorizadoras ou Receita Federal do Brasil. O contribuinte tomador do serviço de transporte. a Secretaria de Fazenda Estadual disponibilizará consulta. em papel comum. para o tomador do serviço e outros legítimos interessados que detenham a chave de acesso do documento eletrônico. uma pré-validação do arquivo e devolverá uma Autorização de Uso. Permite ao detentor do documento confirmar a efetiva existência do CT-e. serve apenas como instrumento auxiliar para o transporte da mercadoria e para a consulta do CT-e por meio da chave de acesso numérica ali impressa. O DACTE não é o Conhecimento de Transporte Eletrônico. em destaque: o número do protocolo de autorização do referido documento a chave de acesso e o código de barras linear. para facilitar e agilizar a consulta do CT-e na Internet e a respectiva confirmação de informações pelas unidades fiscais e pelos tomadores de serviços de transporte. que será o repositório nacional de todos os CT-e emitidos.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Internet para a Secretaria de Fazenda Estadual de jurisdição do contribuinte emitente. imprimindo-se. caso sejam diferentes da Secretaria de Fazenda de circunscrição do emissor. não emissor de Documentos Fiscais Eletrônicos. nem o substitui. sem a qual não poderá haver a prestação de serviço de transporte. intitulada DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico). 9 / 158 . além da SUFRAMA. poderá escriturar o CT-e com base nas informações apresentadas naquele documento e sua validade vincula-se à efetiva existência do CT-e com autorização de uso no Banco de Dados das administrações tributárias envolvidas no processo.

em função da forma de processamento da solicitação de serviços: a) Serviços síncronos – o processamento da solicitação de serviço é concluído na mesma conexão. d) Consulta da Situação Atual do CT-e. f) Consulta do status do serviço.1 Modelo Conceitual Os Portais das Secretarias de Fazenda Estaduais fornecerão os seguintes serviços: a) Recepção de CT-e. A solicitação de serviço poderá ser atendida na mesma conexão ou ser armazenada em filas de processamento nos serviços mais críticos para um melhor aproveitamento dos recursos de comunicação e de processamento das Secretarias de Fazenda Estaduais. com a devolução de uma mensagem contendo o resultado do processamento do serviço solicitado. Arquitetura de Comunicação com Contribuinte 3. O fluxo de comunicação iniciase sempre pelo aplicativo do contribuinte por meio do envio de uma mensagem ao Web Service com a solicitação do serviço desejado. 1) Recepção de Lote. b) Serviços assíncronos – o processamento da solicitação de serviço não é concluído na mesma conexão. 10 / 158 . e) Carta de Correção de CT-e. O aplicativo do contribuinte deverá realizar uma nova conexão para consultar o resultado do processamento do serviço solicitado anteriormente. Para cada serviço oferecido existirá um Web Service específico. O diagrama a seguir ilustra o fluxo conceitual de comunicação entre o aplicativo do contribuinte e o Portal da Secretaria de Fazenda Estadual: Pág. 2) Consulta Processamento de Lote. O Web Service sempre devolve uma mensagem de resposta confirmando o recebimento da solicitação de serviço ao aplicativo do contribuinte na mesma conexão. Os serviços podem ser síncronos ou assíncronos. b) Cancelamento de CT-e. c) Inutilização de Numeração de CT-e. havendo a devolução de uma mensagem de resposta contendorecibo que tão somente confirma a recepção da solicitação de serviço.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 3.

1 Padrão de Documento XML a) Padrão de Codificação A especificação do documento XML adotada é a recomendação W3C para XML 1. como ocorre com o documento XML de lote de envio de CT-e. b) Declaração namespace O documento XML terá tão somente UMA declaração de namespace no elemento raiz do documento com o seguinte padrão: <CTe xmlns=”http://www.2 Padrões Técnicos 3. assim todos os documentos XML serão iniciados com a seguinte declaração: <?xml version="1. A declaração do namespace da assinatura digital será realizada na própria tag <Signature>. Cada documento XML terá o seu namespace individual em seu elemento raiz. 11 / 158 . conforme exemplo abaixo. Nas situações em que um documento XML contenha outros documentos XML. disponível em www.w3.org/TR/REC-xml e a codificação dos caracteres será em UTF-8.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Arquitetura de Comunicação Contribuinte – Visão Conceitual Secretaria de Fazenda Estadual HTTPS Web Services Serviços Síncronos Aplicação CTe Serviços Assíncronos Transações Client CTe ( ERP ou software específico ) Fluxo de Comunicação CTe Filas de Msgs Aplicativo de Faturamento ( ERP ou software específico ) CTes 3. deve-se atentar para que exista apenas uma declaração no início do lote.inf.0.0" encoding="UTF-8"?>.0" encoding="UTF-8"?> OBS: Importante destacar que cada arquivo XML terá tão somente uma declaração <?xml version="1.portalfiscal. cada CT-e deverá ter declarado o seu namespace individual.2. No caso específico do lote de envio do CT-e.br/cte” > (exemplo para o XML do CT-e) Veda-se o uso de declaração namespace diferente do padrão estabelecido para o Projeto. Veja exemplo a seguir: Pág.

ex.portalfiscal. A regra constante do parágrafo anterior estender-se-á para os campos nos quais não exista indicação de obrigatoriedade. para os demais campos.inf. 1-2.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte <?xml version="1.br/cte" versao="1..portalfiscal. serão preenchidos no modelo apenas as TAGs de campos identificados como obrigatórios no leiaute ou os campos obrigatórios por força da legislação pertinente. Identificam-se os campos obrigatórios no leiaute pelo primeiro dígito da coluna ocorrência (“Ocorr.01"> <idLote>200602220000001</idLote> <CTe xmlns="http://www. Neste caso... <Signature xmlns="http://www.portalfiscal.portalfiscal. 1-N).inf.w3. 1-2.01"> .inf.portalfiscal.portalfiscal.: 1-1.w3. Essa restrição visa otimizar o tamanho do arquivo XML.br/cte” > d) Otimização na Montagem do Arquivo Na geração do arquivo XML do CT-e.0" encoding="UTF-8"?> <envieCTe xmlns="http://www. ex.inf.”) que inicie com 1. 12 / 158 . não serão incluídas as TAGs de campos com conteúdo zero (para campos tipo numérico) ou vazio (para campos tipo caractere).inf.br/cte"> <infCte Id="CTe31060243816719000108650000000010011234567900" versao="1.. mas com preenchimento obrigatório por estar condicionado à legislação específica ou ao negócio do contribuinte.w3.: 1-1.br/cte"> <infCte Id="CTe31060243816719000108650000000010001234567890" versao="1.. Os campos obrigatórios por força da legislação pertinente devem ser informados. deverá constar a TAG com o valor correspondente e. ao invés da declaração: <cte:CTe xmlns:cte=”http://www. Assim.inf.br/cte” > (exemplo para o XML do CT-e com prefixo cte) deverá ser adotada a declaração: <CTe xmlns =”http://www. deverão ser eliminadas as TAGs.br/cte"> <infCte Id="CTe31060243816719000108650000000010021234567916" versao="1.. <Signature xmlns="http://www.01"> . 1-N .org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> <CTe xmlns="http://www. Pág. excetuados os campos identificados como obrigatórios no modelo (primeiro dígito da coluna de ocorrências do leiaute iniciada com 1.org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> </enviCTe> c) Prefixo de namespace Não é permitida a utilização de prefixos de namespace. mesmo que no leiaute seu preenchimento seja facultativo. Na geração do arquivo XML do CT-e. <Signature xmlns="http://www.org/2000/09/xmldsig#"> … </CTe> <CTe xmlns="http://www.01"> .

3. Será preenchido somente se o negócio do contribuinte for transporte aquaviário. antes de seu envio. Para reduzir o tamanho final do arquivo XML do CT-e alguns cuidados de programação deverão ser assumidos: • não incluir "zeros não significativos" para campos numéricos. com o uso do protocolo SSL versão 3. conforme o previsto no item 3. além de garantir um duto de comunicação seguro na Internet. Será preenchido se a legislação específica o exigir.Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante (ocorrência 0-1).org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:xsd="http://www. com autenticação mútua. A chamada dos diferentes Web Services do Projeto CT-e é realizada com o envio de uma mensagem XML através do campo cteDadosMsg.2 Padrão de Comunicação A comunicação entre o contribuinte e a Secretaria de Fazenda Estadual será baseada em Web Services disponíveis no Portal da Secretaria de Fazenda Estadual de circunscrição do contribuinte. O modelo de comunicação segue o padrão de Web Services definido pelo WS-I Basic Profile.org/2003/05/soap-envelope"> <soap12:Header> Pág. exceto nos casos em que a UF autorizadora do CT-e utilize serviços de SEFAZ VIRTUAL. ambos do tipo string localizados no elemento cteCabecMsg do SOAP header.0" encoding="utf-8"?> <soap12:Envelope xmlns:xsi="http://www. permite a identificação do servidor e do cliente por meio de certificados digitais. 13 / 158 . O meio físico de comunicação utilizado será a Internet. caractere de "espaço" entre as TAGs).2. o contribuinte deverá submeter o arquivo do CT-e e as demais mensagens XML para validação pelo Schema do XML (XSD – XML Schema Definition). A troca de mensagens entre os Web Services do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual e o aplicativo do contribuinte será realizada no padrão SOAP versão 1. "tab". A versão do leiaute da mensagem XML contida no campo cteDadosMsg e o código da UF requisitada serão informados nos campos versaoDados e cUF.) no início ou no final de campos numéricos e alfanuméricos.7 deste Manual.org/2001/XMLSchema" xmlns:soap12="http://www. "carriage return". fornecido pela Secretaria de Fazenda Estadual. caractere de "espaço" entre as TAGs. com troca de mensagens XML no padrão Style/Enconding: Document/Literal.w3.0.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Exemplo 1: SubGrupo de Informações de transporte de produtos perigosos (ocorrência 0-1). • não incluir anotação e documentação no arquivo XML (TAG annotation e TAG documentation). e) Validação de Schema Para garantir minimamente a integridade das informações prestadas e a correta formação dos arquivos XML. Exemplo de uma mensagem requisição padrão SOAP: <?xml version="1. Exemplo 2: Informação relacionada com o AFRMM . • não incluir "espaços" ("line-feed".2.w3. que. • não incluir caracteres de formatação no arquivo XML ("line-feed". eliminando a necessidade de identificação do usuário mediante nome ou código de usuário e senha.w3. "tab". "carriage return". • não incluir comentários no arquivo XML.

portalfiscal.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte <cteCabecMsg xmlns="http://www.76. respeitando-se a Política do Certificado. 3. b) Transmissão (durante a transmissão das mensagens entre o servidor do contribuinte e o Portal da Secretaria de Fazenda Estadual): o certificado digital utilizado para identificação do aplicativo do contribuinte deverá conter o CNPJ do responsável pela transmissão das mensagens.3.3. tipo A1 ou A3.2.portalfiscal.3 Padrão de Certificado Digital O certificado digital utilizado no Projeto do Conhecimento de Transporte eletrônico será emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.w3. O certificado digital deverá ter o “uso da chave” previsto para a função de assinatura digital. Pedido de Cancelamento de CT-e. devendo ter a extensão Extended Key Usage com permissão de "Autenticação Cliente". Por mensagens.portalfiscal.w3.inf.org/2001/XMLSchema" xmlns:soap12="http://www. 14 / 158 . devendo conter o CNPJ da pessoa jurídica titular do certificado digital no campo otherName OID =2. Pedido de Inutilização de Numeração de CT-e e demais arquivos XML que necessitem de assinatura. entenda-se: Pedido de Autorização de Uso (Arquivo CT-e).1. Os certificados digitais serão exigidos em 2 (dois) momentos distintos para o projeto: a) Assinatura de Mensagens: o certificado digital utilizado para essa função deverá conter o CNPJ de um dos estabelecimentos da empresa emissora do CT-e.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> <soap12:Body> <cteDadosMsg xmlns="http://www. Pág.org/2003/05/soap-envelope"> <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www.2.portalfiscal.w3.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteRecepcaoLoteResult> </soap12:Body> </soap12:Envelope> 3.4 Padrão de Assinatura Digital As mensagens enviadas ao Portal da Secretaria de Fazenda Estadual são documentos eletrônicos elaborados no padrão XML e devem ser assinados digitalmente com um certificado digital contendo o CNPJ do estabelecimento matriz ou o CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e objeto do pedido.inf. não necessariamente o mesmo CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e.org/2001/XMLSchema-instance" xmlns:xsd="http://www.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteDadosMsg> </soap12:Body> </soap12:Envelope> Exemplo de uma mensagem de retorno padrão SOAP: <?xml version="1.0" encoding="utf-8"?> <soap12:Envelope xmlns:xsi="http://www.inf.inf.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> <soap12:Body> <cteRecepcaoLoteResult xmlns="http://www.16.

Tam.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1 Grupo de Reference Atributo URI da tag Reference Grupo do algorithm de Transform Regra para o atributo Algorithm do Transform ser único. que tem o seguinte leiaute: Schema XML: xmldsig-core-schema_v1. Portanto.w3. 15 / 158 . Dec. O identificador único precedido do literal ‘#CTe’ Pág.org/2000/09/xmldsig#envelopedsignature XPath Grupo do Método de DigestMethod Atributo Algorithm de DigestMethod: http://www. pois as informações serão obtidas a partir do Certificado do emitente: <KeyValue> <RSAKeyValue> <Modulus> <Exponent> O Projeto CT-e utiliza um subconjunto do padrão de assinatura XML definido pelo http://www.w3.xsd # Campo Ele Raiz G G A Pai XS01 XS02 XS03 Tipo Ocor. o arquivo XML não deve conter os elementos: <X509SubjectName> <X509IssuerSerial> <X509IssuerName> <X509SerialNumber> <X509SKI> Deve-se evitar o uso das TAGs relacionadas a seguir.w3. C 1-1 1-1 1-1 Grupo da Informação da assinatura Grupo do Método de Canonicalização Atributo Algorithm de CanonicalizationMethod: http://www.org/2000/09/xmldsig#sha1 Digest Value (Hash SHA-1 – Base64) Grupo do Signature Value Grupo do KeyInfo Grupo X509 Certificado Digital x509 em Base64 Descrição/Observação XS01 Signature XS02 SignedInfo XS03 CanonicalizationMe thod XS04 Algorithm XS05 SignatureMethod XS06 Algorithm XS07 Reference XS08 URI XS10 Transforms XS11 unique_Transf_Alg XS12 Transform XS13 Algorithm G A G A G XS02 XS05 XS02 XS07 XS07 C C C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2-2 1-1 RC XS10 G A XS10 XS12 XS14 XPath XS15 DigestMethod XS16 Algorithm XS17 DigestValue XS18 SignatureValue XS19 KeyInfo XS20 X509Data XS21 X509Certificate E G A E G G G E XS12 XS07 XS15 XS07 XS01 XS01 XS19 XS20 C C C C 0-N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 A assinatura do Contribuinte no CT-e será feita na TAG <infCTe> identificada pelo atributo Id.org/TR/xmldsig-core/.w3. conforme leiaute descrito no Anexo I.w3.01.org/TR/2001/REC-xml-c14n20010315 http://www.w3.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Os elementos abaixo estão contidos no Certificado do contribuinte tornando desnecessária a sua representação individualizada no arquivo XML. Seu conteúdo será um identificador único (chave de acesso) precedido do literal ‘CTe’ para cada CT-e.org/TR/2001/REC-xml-c14n20010315 Grupo do Método de Assinatura Atributo Algorithm de SignedMethod: http://www. Grupo de Transform Atributos válidos Algorithm do Transform: http://www.

i) Transformações exigidas: Útil para realizar a canonicalização do XML enviado para realizar a validação correta da Assinatura Digital.org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315"/> </Transforms> <DigestMethod Algorithm="http://www.w3. mantendo-se sempre identificador único para o atributo Id na TAG a ser assinada.w3.org/2000/09/xmldsig#base64).w3. g) Função de “message digest”: SHA-1 (http://www. e) Tamanho da Chave Criptográfica: Compatível com os certificados A1 e A3 (1024 bits).org/2000/09/xmldsig#sha1).org/2000/09/xmldsig#enveloped-signature"/> <Transform Algorithm="http://www.w3. (2) Verificar o prazo de validade do certificado utilizado.w3. h) Codificação: Base64 (http://www.5 Validação de Assinatura Digital pela Secretaria de Fazenda Estadual Para a validação da assinatura digital.br/cte" > <infCTe Id="CTe31060243816719000108650000000010001234567897" versao="1.00"> .w3. Segue um exemplo: <CTe xmlns="http://www. f) Função criptográfica assimétrica: RSA (http://www.org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315"/> <SignatureMethod Algorithm="http://www. São elas: (1) Enveloped (http://www.org/2000/09/xmldsig#"> <SignedInfo> <CanonicalizationMethod Algorithm="http://www..Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte deverá ser informado no atributo URI da TAG <Reference>.portalfiscal.w3. b) Certificado digital: Emitido por AC credenciada no ICP-Brasil (http://www.. Para as demais mensagens a ser assinadas o processo é o mesmo. </X509Certificate> </X509Data> </KeyInfo> </Signature> </CTe> Para o processo de assinatura.org/2000/09/xmldsig#X509Data). utilizando o formato “Enveloped” (http://www. Pág.w3.w3. A assinatura digital do documento eletrônico atenderá aos seguintes padrões adotados: a) Padrão de assinatura: “XML Digital Signature”... d) Tipo do certificado: A1 ou A3 (o uso de HSM é recomendado). já que essa Lista será montada e validada em cada Portal de Secretaria de Fazenda Estadual.org/2000/09/xmldsig#sha1"/> <DigestValue>vFL68WETQ+mvj1aJAMDx+oVi928=</DigestValue> </Reference> </SignedInfo> <SignatureValue>IhXNhbdL1F9UGb2ydVc5v/gTB/y6r0KIFaf5evUi1i .</SignatureValue> <KeyInfo> <X509Data> <X509Certificate>MIIFazCCBFOgAwIBAgIQaHEfNaxSeOEvZGlVDANB ..inf.org/TR/xmldsig-core/).2. seguem as regras adotadas pelas Secretarias de Fazenda Estaduais: (1) Extrair a chave pública do certificado.w3. o contribuinte não deve fornecer a Lista de Certificados Revogados.. c) Cadeia de Certificação: EndCertOnly (Incluir na assinatura apenas o certificado do usuário final).org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1).org/TR/2001/REC-xml-c14n-20010315) 3.w3.w3.org/2000/09/xmldsig#enveloped-signature) (2) C14N (http://www.org/2000/09/xmldsig#rsa-sha1" /> <Reference URI="#CTe31060243816719000108650000000010001234567897"> <Transforms> <Transform Algorithm="http://www.w3. </infCTe> <Signature xmlns="http://www. no momento da conferência da assinatura digital. 16 / 158 . (3) Montar e validar a cadeia de confiança dos certificados validando também a LCR Lista de Certificados Revogados) de cada certificado da cadeia.

(5) Garantir que o certificado utilizado é de um usuário final e não de uma Autoridade Certificadora. Internet SSL versão 3. • Nos campos numéricos com casas decimais.html).org/Profiles/BasicProfile-1. Para a assinatura de mensagens.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte (4) Validar o uso da chave utilizada (Assinatura Digital) de tal forma a aceitar certificados somente do tipo A (não serão aceitos certificados do tipo S). (6) Adotar as regras definidas pelo RFC 3280 para LCRs e cadeia de confiança. XML Digital Signature.1-2004-08-24. a cadeia de confiança com a validação das LCRs.0. não incluir a vírgula ou ponto decimal. do tipo A1 ou A3. XML no padrão Style/Encoding: Document/Literal. 17 / 158 . SOAP versão 1. utilizar o certificado digital de um dos estabelecimentos da empresa emissora do CT-e. 3.509 versão 3. Web Services. Padrão de assinatura digital Validação de assinatura digital Padrões de preenchimento XML Pág. com chave privada de 1024 bits. utilizar o certificado digital do responsável pela transmissão.2.wsi. com autenticação mútua através de certificados digitais. utilizar o “ponto decimal” na separação da parte inteira. algoritmo message digest SHA-1 e utilização das transformações Enveloped e C14N. • Máscara de números decimais e datas estão definidas no Schema XML.6 Resumo dos Padrões Técnicos A tabela a seguir resume os principais padrões de tecnologia utilizados: Característica Web Services Meio lógico de comunicação Meio físico de comunicação Protocolo Internet Padrão de troca de mensagens Padrão da mensagem Padrão de certificado digital Descrição Padrão definido pelo WS-I Basic Profile 1. disponibilizados pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. • Nos campos numéricos inteiros. com certificado digital X.509 versão 3. (8) Prazo de validade de cada LCR utilizada (verificar data inicial e final). (7) Validar a integridade de todas as LCR utilizadas pelo sistema. emitido por Autoridade Certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil. Será validada além da integridade e autoria. X.1 (http://www. podendo ser feita de 2 (duas) maneiras: on-line ou Download periódico. • Campos não obrigatórios do Schema que não possuam conteúdo terão suas tags suprimidas no arquivo XML. As assinaturas digitais das mensagens serão verificadas considerando-se a lista de certificados revogados disponível no momento da conferência da assinatura. com padrões de criptografia assimétrica RSA.2. devendo conter o CNPJ do proprietário do certificado digital. Para a transmissão. Enveloped. A forma de conferência da LCR fica a critério de cada Secretaria de Fazenda Estadual.

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3.3

Modelo Operacional

A forma de processamento das solicitações de serviços no Conhecimento de Transporte eletrônico pode ser síncrona, caso o atendimento da solicitação de serviço seja realizado na mesma conexão; ou assíncrona, quando o processamento do serviço solicitado não é atendido na mesma conexão, nesta situação, torna-se necessária a realização de mais uma conexão para a obtenção do resultado do processamento. As solicitações de serviços que exigem processamento intenso serão executadas de forma assíncrona e as demais solicitações de serviços de forma síncrona. Assim, os serviços do CT-e serão implementados da seguinte forma: Serviço Recepção de CT-e Cancelamento de CT-e Inutilização de Numeração de CT-e Consulta da situação atual do CT-e Carta de Correção de CT-e Consulta do status do serviço Implementação Assíncrona Síncrona Síncrona Síncrona Síncrona Síncrona

3.3.1 Serviços Síncronos
As solicitações de serviços de implementação síncrona são processadas imediatamente e o resultado do processamento é obtido em uma única conexão. A seguir, o fluxo simplificado de funcionamento:
Serviço de Implementação Síncrona Contribuinte
(1) Solicitação de serviço

Secretaria de Fazenda Estadual
(2) Solicitação de serviço

Aplicativo Cliente

Web Service
(4) Resultado (3) Resultado

Processamento de Serviços

Etapas do processo ideal: (1) O aplicativo do contribuinte inicia a conexão enviando uma mensagem de solicitação de serviço para o Web Service; (2) O Web Service recebe a mensagem de solicitação de serviço e encaminha ao aplicativo do CT-e que irá processar o serviço solicitado; (3) O aplicativo do CT-e recebe a mensagem de solicitação de serviço e realiza o processamento, devolvendo uma mensagem de resultado do processamento ao Web Service; (4) O Web Service recebe a mensagem de resultado do processamento e o encaminha ao aplicativo do contribuinte; (5) O aplicativo do contribuinte recebe a mensagem de resultado do processamento e, caso não exista outra mensagem, encerra a conexão.

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3.3.2 Serviços Assíncronos
As solicitações de serviços de implementação assíncrona são processadas de forma distribuída por vários processos e o resultado do processamento somente é obtido na segunda conexão. A seguir o fluxo simplificado de funcionamento:

Serviço de Implementação assíncrona Contribuinte
Envio de Solicitação de Serviços
(4) (5) (1) Solicitação de serviço (3) Recibo

Secretaria de Fazenda Estadual
Web Service Recebe Solicitação de Serviços (2) Solicitação de serviço Fila de serviços solicitados

Fila de recibos

Processamento de Serviços

(7)

(6)

Consulta Recibo

(8) Consulta recibo
(10) Resultado processamento

Web Service
(9) Resultado processamento

Consulta recibo

Fila de serviços processados

Etapas do processo ideal: (1) (2) O aplicativo do contribuinte inicia a conexão enviando uma mensagem de solicitação de serviço para o Web Service de recepção de solicitação de serviços; O Web Service de recepção de solicitação de serviços recebe a mensagem de solicitação de serviço e a coloca na fila de serviços solicitados, acrescentando o CNPJ do transmissor obtido do certificado digital do transmissor; O Web Service de recepção de solicitação de serviços retorna o recibo da solicitação de serviço e a data e hora de recebimento da mensagem no Web Service; O aplicativo do contribuinte recebe o recibo e o coloca na fila de recibos de serviços solicitados e ainda não processados e, caso não exista outra mensagem, encerra a conexão; Na Secretaria de Fazenda Estadual a solicitação de serviços é retirada da fila de serviços solicitados pelo aplicativo do CT-e; O serviço solicitado é processado pelo aplicativo do CT-e e o resultado do processamento é colocado na fila de serviços processados; O aplicativo do contribuinte retira um recibo da fila de recibos de serviços solicitados; O aplicativo do contribuinte envia uma consulta de recibo, iniciando uma conexão com o Web Service “Consulta Recibo (CTeRetRecepcao)”; O Web Service “Consulta Recibo” recebe a mensagem de consulta recibo e localiza o resultado de processamento da solicitação de serviço;

(3) (4)

(5) (6) (7) (8) (9)

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(10) O Web Service “Consulta Recibo (CTeRetRecepcao)” devolve o resultado do processamento ao aplicativo contribuinte; (11) O aplicativo do contribuinte recebe a mensagem de resultado do processamento e, caso não exista outra mensagem, encerra a conexão.

3.3.3 Filas e Mensagens
As filas de mensagens de solicitação de serviços são necessárias para a implementação do processamento assíncrono das solicitações de serviços. As mensagens de solicitações de serviços no processamento assíncrono são armazenadas em uma fila de entrada. Para ilustrar como as filas armazenam as informações, apresenta-se o diagrama a seguir:

Estrutura de um item da fila:

CNPJ do Transmissor

Número do Recibo

data e hora recebimento

cUF

Versão Dados

XML de Dados

Área de controle

Área de mensagem

A estrutura de um item é composta pela área de controle (identificador) e pela área de detalhe que contém a mensagem XML. As seguintes informações são adotadas como atributos de controle: • CNPJ do transmissor: CNPJ da empresa que enviou a mensagem que não necessita estar vinculado ao CNPJ do estabelecimento emissor do CT-e. Somente o transmissor da mensagem terá acesso ao resultado do processamento das mensagens de solicitação de serviços; Recibo de entrega: Número usequencial único atribuído para a mensagem pela Secretaria de Fazenda Estadual. Este atributo identifica a mensagem de solicitação de serviços na fila de mensagem; Data e hora de recebimento da mensagem: Data e hora local do instante de recebimento da mensagem atribuída pela Secretaria de Fazenda Estadual. Este atributo é importante como parâmetro de desempenho do sistema, eliminação de mensagens, adoção do regime de contingência, etc. O tempo médio de resposta é calculado com base neste atributo; cUF: Código da UF (na codificação utilizada pelo IBGE) de origem do emissor do CT-e informada no campo cUF do elemento cteCabecMsg do SOAP Header. O atributo é importante para a implementação da SEFAZ Virtual e identificação da UF de origem da mensagem; versaoDados: Versão do leiaute da mensagem existente na área de dados. O atributo é utilizado para validação de schema XML do XML de dados e verificar a vigência da versão informada.

• •

Para processar as mensagens de solicitações de serviços, a aplicação do CT-e irá retirar a mensagem da fila de entrada de acordo com a ordem de chegada, devendo armazenar o resultado do processamento da solicitação de serviço em uma fila de saída. A fila de saída terá a mesma estrutura da fila de entrada, a única diferença será o conteúdo do detalhe da mensagem que contém o resultado do processamento da solicitação de serviço em formato XML.

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4. Nota: O termo fila é utilizado apenas para designar um repositório de recibos emitidos.br/cte/wsdl/CteRecepcao">xml</cteDadosMsg> </soap12:Body> 3. A implementação da fila poderá ser feita por meio de Banco de Dados ou qualquer outra forma. Área de Dados – estrutura XML variável definida na documentação do Web Service acessado.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte O tempo médio de resposta que mede a performance do serviço de processamento dos lotes é calculado com base no tempo decorrido entre o momento de recebimento da mensagem e o momento de armazenamento do resultado do processamento da solicitação de serviço na fila de saída.inf.portalfiscal. Pág.1 Informações de Controle e Área de Dados das Mensagens As informações de controle das chamadas dos Web Services são armazenadas no elemento cteCabecMsg do SOAP Header e servem para identificar a UF de origem do emissor e a versão do leiaute da estrutura XML armazenada na área de dados da mensagem: <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www. sendo transparente para o contribuinte que realizará a consulta do processamento efetuado (processos assíncronos).2 Validação da Estrutura XML das Mensagens dos Web Services As informações são enviadas ou recebidas dos Web Services através de mensagens no padrão XML definido na documentação de cada Web Service.4. versaoDados . 3.inf.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>string</cUF> <versaoDados>string</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> A informação armazenada na área de dados é um documento XML que deve atender ao leiaute definido na documentação do Web Service acessado: <soap12:Body> <cteDadosMsg xmlns="http://www.4 Padrão de Mensagens dos Web Services As chamadas dos Web Services fornecidos pelas Secretarias de Fazenda Estaduais ou Receita Federal do Brasil e os respectivos resultados do processamento são realizadas servindo-se de mensagens com o seguinte padrão: Padrão de Mensagem de chamada/retorno de Web Service cUF versaoDados Estrutura XML definida na documentação do Web Service Área de dados (SOAP Body) Elemento cteCabecMsg (SOAP Header) • • • cUF – código da UF de origem da mensagem.versão do leiaute da estrutura XML informada na área de dados. 3. 21 / 158 .portalfiscal.

3 Schemas XML das Mensagens dos Web Services Toda mudança de leiaute das mensagens dos Web Services implica atualização do respectivo Schema XML.inf. A primeira condição para que a mensagem seja validada com sucesso é que ela seja submetida ao Schema XML correto.01. descrevendo os seus elementos e a sua organização.00</versaoDados> </cteCabecMsg> </soap12:Header> 3.org/2000/09/xmldsig#" xmlns:xs="http://www. versão 10.org/2000/09/xmldsig#" schemaLocation="xmldsig-coreschema_v1.: tiposGeral_v1. Um Schema XML é uma linguagem que define o conteúdo do documento XML.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte As alterações de leiaute e de estrutura de dados XML realizadas nas mensagens são controladas por meio da atribuição de um número de versão para a mensagem. tiposGeral_v10.w3.org/2001/XMLSchema" xmlns="http://www.w3.0" encoding="UTF-8"?> <xs:schema xmlns:ds="http://www. Exemplo de Schema XML <?xml version="1.00).br/cte" elementFormDefault="qualified" attributeFormDefault="unqualified"> <xs:import namespace="http://www. além de estabelecer regras de preenchimento de conteúdo e de obrigatoriedade de cada elemento ou grupo de informação. informar a versão do leiaute da estrutura XML da mensagem no campo versaoDados do elemento cteCabecMsg do SOAP Header.4. 22 / 158 . devendo.br/cte" targetNamespace="http://www. a modificação de versão do Schema básico será repercutida no Schema principal. como segue: cte_v1.xsd"/> <xs:include schemaLocation="tiposGeral_v1. Por exemplo.br/cte/wsdl/CteRecepcao"> <cUF>35</cUF> <versaoDados>1. o aplicativo do contribuinte deve estar preparado para gerar as mensagens no leiaute em vigor.portalfiscal. Qualquer divergência da estrutura XML da mensagem em relação ao seu Schema XML provoca um erro de validação do Schema XML. ainda. Assim.xsd.15).01.portalfiscal.15.inf.portalfiscal. versão 1. nestes casos. A maioria dos Schemas XML do CT-e utilizam as definições de tipos básicos ou tipos complexos que estão definidos em outros Schemas XML (ex.inf. A identificação da versão dos Schemas será realizada com o acréscimo do número da versão no nome do arquivo precedida da literal ‘_v’.01.xsd (Schema XML dos tipos do CTe.xsd. <soap12:Header> <cteCabecMsg xmlns="http://www.xsd (Schema XML do CTe.). etc.00.00.w3. A validação da estrutura XML da mensagem é realizada por um analisador sintático (parser) que verifica se a mensagem atende as definições e regras de seu Schema XML. caso ocorra alguma modificação na definição deste tipo. todos os Schemas que utilizam este tipo básico devem ter a sua versão atualizada e as declarações “import” ou “include” devem ser atualizadas com o nome do Schema básico atualizado. o tipo numérico de 15 (quinze) posições com 2 (dois) decimais é definido no Schema tiposGeral_v1.xsd"/> <xs:element name="CTe"> <xs:annotation> <xs:documentation>Conhecimento de Transporte Eletrônico</xs:documentation> Pág.

5. Pág.00.2 Pacote de Liberação Preliminar Após a divulgação de uma nova versão do Manual de Orientações do Contribuinte.99.01. que terá o nome de “cteEnvLote_v9.gov.br) e serão liberados após autorização da equipe de Gestão do Projeto. Para identificar quais schemas sofreram alteração em um determinado pacote liberado. Assim.ZIP 01/06/2008 cteEnvLote _v1.00.00. Este arquivo será denominado “Pacote de Liberação” e terá a mesma numeração da versão do Manual de Orientações com ele compatível.00. em que v9.zip representa o “Pacote de Liberação” de schemas do Conhecimento de Transporte eletrônico compatíveis com o Manual de Orientações do Contribuinte – versão 1. A cada nova liberação de schema será disponibilizado um arquivo compactado contendo o conjunto de schemas a serem utilizados pelas empresas para a geração dos arquivos XML.xsd tiposGeral_v1.xsd cancCTe_v1. 3.00. para o schema XML de “Envio de Lotes de Conhecimento de Transporte Eletrônico”. Exemplificando: O pacote PL_CTe_1. corresponde à versão do respectivo schema.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte </xs:annotation> As modificações de leiaute das mensagens dos Web Services podem ser causadas por necessidades técnicas ou em razão da modificação de alguma legislação. As modificações de ordem técnica serão divulgadas pela Coordenação Técnica do ENCAT e ocorrerão sempre que se fizerem necessárias.xsd cancCTe_v1. seguida do número da versão do Manual de Orientações correspondente.xsd inutCTe_v1.1 Liberação das Versões dos Schemas para o Conhecimento de Transporte Eletrônico – CT-e Os schemas válidos para o Conhecimento de Transporte Eletrônico estarão disponíveis no sitio nacional do Projeto (www.00.xsd”. seguido da versão do respectivo schema. com vigência limitada até o início da fase de disponibilização do ambiente de homologação. corresponderá um arquivo com a extensão “.xsd inutCTe_v1. As modificações decorrentes de alteração da legislação deverão ser implementadas nos prazos previstos na norma que introduziu a alteração.30.99.fazenda. formada pelos Líderes dos Projetos nos Estados e representante das Empresas. deve-se comparar o número da versão do schema deste pacote com o número da versão do pacote anterior. Os pacotes de liberação serão identificados pelas letras “PL_CTe”.5.00. Os schemas XML das mensagens XML são identificados pelo seu nome.00.xsd tiposGeral _v1.xsd PL_CTe_ 1.xsd”.01.00.ZIP 01/04/2008 cteEnvLote_v1. será publicado um pacote de liberação preliminar. 23 / 158 . Exemplificando: PACOTE DATA LIBERAÇÃO SCHEMAS PL_ CTe_ 1.5 Versão dos Schemas XML 3.cte.xsd 3.

5.5. 3. Pág. sem modificar o número da versão do PL para manter a compatibilidade com o Manual de Orientações do Contribuinte vigente. será divulgado um pacote de liberação de homologação que será identificado com o acréscimo da literal ‘hom’ na identificação do pacote.5. 24 / 158 . divulgaremos um novo pacote de liberação com o Schema XML corrigido. como por exemplo: PL_CTe_100hom. O pacote de liberação preliminar será identificado com o acréscimo da literal ‘pre’ na identificação do pacote. que não modifique a estrutura do Schema XML nem exija a alteração dos aplicativos da SEFAZ ou dos contribuintes. O controle de versão permite a adaptação dos sistemas de informática das empresas participantes do Projeto em diferentes datas. algumas empresas podem possuir versão de leiaute mais atualizada.zip.cte. os novos Schemas XML serão avaliados e testados para a identificação de eventuais falhas de implementação das alterações realizadas no Manual de Orientações do Contribuinte. A identificação dos pacotes mais recentes se dará com o acréscimo de letras minúsculas do alfabeto. • quais são as versões da parte específica de cada modal de transporte suportados pela parte genérica. indicando que se trata da primeira versão corrigida do CTe_PL_1.4 Correção de Pacote de Liberação Caso haja necessidade de correção de um Schema XML por erro de implementação de regra de validação. 3. O pacote de liberação definitivo será divulgado na véspera da data de início da vigência do ambiente de produção.ZIP. como por exemplo: CTe_PL_1.5.3 Pacote de Liberação de Homologação e Pacote de Liberação Definitivo Para o ambiente de homologação.br) com as informações necessárias para a implementação dos novos pacotes de liberação. 3. nome de tag divergente do definido no leiaute da mensagem.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Durante esse período.00a. • quais são as versões anteriores ainda suportadas por todas as SEFAZ.6 Controle de Versão O controle de versão de cada um dos schemas válidos do Conhecimento de Transporte Eletrônico compreende uma definição nacional sobre: • qual a versão vigente (versão mais atualizada). obrigatoriedade de campo. enquanto outras empresas ainda estejam operando com mensagens em um leiaute anterior.00pre. como por exemplo: PL_CTe_1.00.5 Divulgação de Novos Pacotes de Liberação A divulgação de novos pacotes de liberação ou atualizações de pacote de liberação será realizada por meio da publicação de Notas Técnicas no Portal Nacional do CT-e (www. Nesta situação.zip.gov. A principal característica do pacote de liberação de homologação é seu uso estar restrito ao ambiente de homologação por aceitar somente mensagens XML com tpAmb=2-homologação.ZIP 3.fazenda. Ou seja.

a estrutura do Schema XML do CT-e foi modificada.1 Parte Genérica A estrutura genérica é a parte que possui os campos (tags) de uso comum utilizados por todos os modais. Mensagens recebidas com uma versão de leiaute não suportada serão rejeitadas com mensagem de erro específica na versão do leiaute de resposta mais recente. criando-se uma parte genérica do schema e uma parte específica para cada modal de transporte. conforme demonstrado na figura a seguir: Pág. foi criada no schema XML do CT-e uma estrutura genérica com um elemento do tipo any que permite a inserção do XML específico do modal. 25 / 158 . 3. uma alteração no leiaute específico para um modal não repercute nos demais.04. com o objetivo de permitir maior independência entre os modais.6 Schema XML do CT-e – Estrutura Genérica e Estrutura Específica do Modal de Transporte A partir da versão 1.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Não estão previstas mudanças ufrequentes de leiaute de mensagens e as empresas terão prazo razoável para implementar as mudanças necessárias. assim. conforme acordo operacional a ser estabelecido.6. 3. Para alcançar este objetivo.

xsd (modal ferroviário.04). versão 1.04). cteModalAereo_v1.99 é a identificação da versão. As SEFAZ autorizadoras deverão manter nas suas aplicações o controle de qual(is) versão(ões) da parte específica é(são) suportada(s) pela parte genérica. Segue exemplo de nomes de arquivos de schema XML da parte específica de cada modal: • • • • • cteModalRodoviario_v1. versão 1. Apenas em momentos de transição pode haver empresas de um modal de transporte utilizando uma versão mais atualizada.04).xsd (modal dutoviário.xsd (modal aquaviario.3 Parte Genérica e Parte Específica para Cada Modal de Transporte – Versões Uma versão da parte genérica deverá suportar mais de uma versão da parte específica de cada modal de transporte. esta relação deve ser de uma para uma (1:1).xsd (modal Aeroviário.99.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte A versão do schema XML a ser utilizada na parte específica do modal de transporte será identificada com um atributo de versão próprio (tag versaoModal).04.xsd (modal rodoviário.2 Parte Específica para Cada Modal de Transporte A estrutura específica é a parte que possui os campos (tags) exclusivos do modal de transporte.6.04). cteModalAquaviario_v1.04. Normalmente. cteModalDutoviario_v1. A parte específica do schema XML para cada modal de transporte será distribuída no mesmo pacote de liberação em arquivo separado para cada um deles. versão 1. 26 / 158 . versão 1. Pág. conforme figura a seguir: 3. 3.6. cteModalFerroviario_v1. enquanto outras empresas ainda operam com um leiaute anterior da parte específica.04. como segue: cteModalXXXXXXXXXXXX_v9. e v9.04.xsd Em que XXXXXXXXXXXX é a identificação do modal de transporte. A identificação do modal de transporte se dará no nome do arquivo.04). versão 1.04.

A única mudança visível é o endereço dos Web Services em que estão disponíveis os serviços. os serviços de autorização de emissão do CT-e serão supridos por uma SEFAZ VIRTUAL. Para os sistemas das Empresas será totalmente transparente se os serviços provêm da SEFAZ VIRTUAL ou de um sistema de autorização da própria SEFAZ de circunscrição do contribuinte. Neste sentido. mediante Protocolo de Cooperação assinado entre as SEFAZ e/ou entre a SEFAZ e a RFB. conforme consta no item 3. 27 / 158 . Os serviços da SEFAZ VIRTUAL compreendem os Web Services descritos no Modelo Conceitual da Arquitetura de Comunicação.1 do Manual de Orientações do Contribuinte. Pág.7 SEFAZ Virtual A Secretaria de Fazenda Estadual pode optar por não desenvolver sistema próprio de autorização do Conhecimento de Transporte Eletrônico para os contribuintes de sua circunscrição.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 3. O credenciamento de contribuintes bem como a autorização de uso dos serviços de uma determinada SEFAZ VIRTUAL é responsabilidade da SEFAZ de circunscrição daqueles contribuintes.

emitir o DACTE em formulário de segurança do documento auxiliar (FS-DA). A Secretaria de Fazenda Estadual autorizadora compromete-se a processar os lotes de conhecimentos de transportes recebidos em até 3 (três) minutos e em. f) A ocorrência de qualquer erro na validação dos dados recebidos interrompe o processo com a disponibilização de uma mensagem contendo o código e a descrição do erro. A empresa poderá optar por entrar em contingência. através do protocolo SSL com autenticação mútua. O mecanismo de utilização dos Web Services segue as seguintes premissas: a) Será fornecido um Web Service por serviço.fazenda. Cada Portal de Secretaria de Fazenda Estadual disponibilizará o resultado do processamento do lote por um período mínimo de 24 (vinte e quatro) horas (cteConsLote). o envio da solicitação e a obtenção do retorno serão realizados na mesma conexão por meio de um único método. 95% (noventa e cinco por cento) do total do volume recebido no período de 24 (vinte e quatro) horas.br).gov. Acessando-se a URL. ou seja.cte. b) Para os serviços assíncronos.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4. a informação da situação atual de cada conhecimento de transporte estará disponível para consulta individual (consSitCTe). 28 / 158 . A qualquer momento as empresas poderão verificar a performance do serviço de processamento dos lotes. Pág. pode-se obter o WSDL (Web Services Description Language) de cada Web Service. também será informado o tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 (cinco) minutos. No recibo de recepção do lote. Web Services Os Web Services disponibilizam os serviços que serão utilizados pelos aplicativos dos contribuintes. no mínimo. e) O processo de utilização dos Web Services sempre é iniciado pelo contribuinte enviando uma mensagem nos padrões XML e SOAP. Após o término do processamento. existindo um método para cada tipo de serviço. c) Para os serviços síncronos. d) As URLs dos Web Services encontram-se no Anexo III deste manual e no Portal do Ambiente Nacional (www. Este indicador de performance será constantemente avaliado e aperfeiçoado pelo Comitê Gestor e os contribuintes emissores de CT-e. caso julgue que o tempo de resposta não seja aceitável. observando o tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 (cinco) minutos. o método de envio retorna uma mensagem de confirmação de recebimento da solicitação de serviço com o recibo e a data e hora local de recebimento da solicitação ou retorna uma mensagem de erro.

Processo: assíncrono. 29 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4.1 Serviço de Recepção de CT-e O Serviço de Recepção de CT-e é o serviço oferecido pelos Portais das Secretarias da Fazenda dos Estados para recepção dos CT-e emitidos pelos contribuintes credenciados em sua unidade federada.2 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML com o lote de conhecimento de transporte Pág. Processamento Aplicação CT-e Função: serviço destinado à recepção de mensagens de lote de CT-e. Método: cteRecepcaoLote 4.1.1.1 Web Service – CteRecepcao Transmissão de Lote de CT-e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteRecepcao Envio do lote de CT-e Client CT-e Recibo cteRecepcaoLote msgs Filas de Entrada . O contribuinte deve transmitir o lote de CT-e através do Web Service de recepção de lote de CT-e e buscar o resultado do processamento do Lote de CT-e no Web Service de consulta resultado de processamento de lote 4. A forma de processamento do serviço de recepção de CT-e é assíncrona. Proc.

Leiaute do CT-e.7).1) Descrição literal do status da resposta Dados do Recibo do Lote (Só é gerado se o Lote for aceito) Número do Recibo gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. Tam.xsd # Campo Ele Raiz A E E E E E G E Pai AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR01 AR07 Tipo Ocor. Arredondar as frações de segundos para cima. 30 / 158 . Dec.Homologação Código da UF que atendeu a solicitação. composto por duas posições com o Código da UF (codificação do IBGE) onde foi entregue o Lote. o tempo será informado como 1 segundo. Descrição/Observação AP01 enviCTe AP02 Versão AP03 idLote AP04 CTe G AP01 xml 1-50 - 4. N N 1-1 1-1 1-4 1-15 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificador de controle do envio do lote. AR01 retEnviCte AR02 versao AR03 tpAmb AR03a cUF AR04 verAplic AR05 cStat AR06 xMotivo AR07 infRec AR08 nRec AR09 dhRecbto E AR07 D 1-1 - AR10 tMed E AR07 N 1-1 N As mensagens recebidas com erro geram uma mensagem de erro. Número sequencial autoincremental. seguindo definição do Anexo I .1. O tamanho máximo do lote de 500k pode limitar a quantidade máxima de CT-e também). Conjunto de CT-e transmitidos (máximo de 50 CT-e). Dec. hora local de recebimento e tempo médio de resposta do serviço nos últimos 5 (cinco) minutos. Tam.99. Nas demais hipóteses.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Schema XML: enviCte_v99. retornar-se-á um recibo com número. data. Nota: Caso o tempo médio de resposta fique abaixo de 1 (um) segundo. O número do recibo gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual será a chave de acesso do serviço de consulta ao resultado do processamento do lote. Pág. Schema XML: retEnviCte_v99.5) Data e Hora do Recebimento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora do recebimento do lote. uma posição para o Tipo de Autorizador e doze posições numéricas sequenciais (vide item 5. Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. A responsabilidade de gerar e controlar esse número é exclusiva do contribuinte. de controle correspondente ao identificador único do lote enviado.1.3 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML com a mensagem do resultado da transmissão. N N N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-4 1 2 1-20 3 1-255 15 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 . Código do status da resposta (vide item 5.xsd # Campo Ele Raiz A E Pai AP01 AP01 Tipo Ocor. 1-4 Tempo médio de resposta do serviço (em segundos) dos últimos 5 minutos (vide item 5.99.

Rej. As validações de A01. Momentaneamente B04 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado sem Previsão Obrig.1. 281 283 Rej. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. A02. Obrig.5 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . O tamanho máximo do lote de CT-e é limitado em 500 (quinhentos) kB. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem. Rej.4 Descrição do Processo de Recepção de Lotes de CT-e Este método será responsável por receber as mensagens de envio de lotes de CT-e e colocá-las na fila de entrada. Obrig.Certificado de AC revogado .Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Rej. 284 285 282 Rej.LCR indisponível . 4. Facult.Versão difere "3" . por uma restrição operacional e de controle. Existe um limite de até 50 (cinquenta) CT-e por lote. Obrig.1. A03. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . Obrig.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. Obrig.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . Rej. Rej. O agrupamento destes CT-e dentro do lote deve ser feito. Obrig.3. Pág. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-Brasil” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ.76. 286 Rej.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado Obrig. mesmo que a quantidade de CT-e do lote esteja dentro do limite de 50 (cinquenta) conhecimentos.1. 31 / 158 .Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . 4.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data início e data fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . Msg 280 Efeito Rej. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. Rej.1. respeitando-se a regra em que todos os CT-e do lote devem ser do mesmo estabelecimento (mesmo CNPJ e IE do emitente).16.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .6 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic.3) Obrig. assim o contribuinte deve compor um lote de envio de CT-e que não ultrapasse este limite.

Os dados referentes à versão do leiaute do lote e à UF de origem do emissor de CT-e são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes. Caso isto ocorra. Após a gravação da mensagem na fila de entrada.1.: controle no firewall).1). As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. será retornada uma mensagem de confirmação de recebimento para o transmissor. Obrig.7 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. No caso de o controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. 32 / 158 . Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. com as seguintes informações: • • identificação do ambiente. Cabe ressaltar que um lote deve conter somente CT-e da mesma versão. Rej. 4. Pág. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. o aplicativo deverá gerar um número de recibo de lote (vide item 5. deverão implementar as validações 108 e 109. Obrig.8 Geração da Resposta com o Recibo Não existindo qualquer problema nas validações. a critério de cada unidade federada autorizadora. Obrig. 4. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. poderá ser verificado se o XML de dados está bem formado. versão da mensagem e o código da UF de origem. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no campo cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig.5) e gravar a mensagem juntamente com o CNPJ do transmissor. Rej.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 kB).4. No momento do recebimento da mensagem no Web Service.1. Rej. Rej. Facult. Rej. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 kB. que deve ser utilizada pelo Servidor de Processamento do CT-e na validação do Schema XML do lote. O campo versaoDados contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados. versão do aplicativo. vide item 3. A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados e rejeitar o lote recebido em caso de informações inexistentes ou inválidas. retorna-se a mensagem de erro 214.

Obrig. Obrig. o código e a respectiva mensagem de erro (vide a tabela do item 5.br/cte) D01b Verifica a existência de caracteres de edição no início ou fim da mensagem ou entre as tags D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 Verifica se o XML utiliza codificação diferente de UTF-8 D04 Verifica se o lote contém CT-e de mais de um estabelecimento emissor Obrig. Obrig. Em caso de erro. o código da UF que atendeu a solicitação. o código da UF que atendeu a solicitação. tempo médio de resposta do serviço de processamento dos lotes nos últimos 5 (cinco) minutos (vide detalhamento da forma de cálculo no item 5. Facul. Msg 225 598 599 404 402 457 589 590 Efeito Rej. 33 / 158 . 4. retornar o código 580. Rej. a versão do aplicativo.1. A existência de qualquer erro na validação de forma da área de dados (item 4.A primeira etapa deve validar a estrutura genérica do lote. o aplicativo retornará uma mensagem com as seguintes informações: • • • • a identificação do ambiente. Pág. Em caso de erro. com data. Rej.10 Validação da Área de Dados a) Validação de Forma da Área de Dados A validação de forma da área de dados da mensagem é realizada conforme a seguinte regra: Validação da Área de Dados da Mensagem # Regra de Validação Aplic. Este método faz a validação de forma e das regras de negócio e armazena o resultado do processamento na fila de saída.9 Descrição do Processamento do Lote de CT-e O processamento de Lote de CT-e recepcionado é realizado pelo Servidor de Processamento de CT-e. Caso ocorra algum problema de validação. A validação do schema XML do lote de CT-e pela SEFAZ autorizadora será feita em duas etapas: .portalfiscal. Rej. Rej. 4. (considerar o CNPJ e IE do emitente de cada CT-e) D05 Verifica se o lote contém CT-e de mais de um modal de transporte D06 Verifica se o lote contem CT-e de mais de uma versão de modal de transporte Obrig. Obrig. Rej. hora local de recebimento da mensagem. Rej. submetendo a mensagem contra o schema XML definido para o lote.1. Rej.5).Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte • • • • o código 103 e o literal “Lote recebido com Sucesso”. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados (parte genérica) D01a Verifica a existência de qualquer namespace diverso do namespace padrão do CT-e (http://www.1).10 a) implica a rejeição de todo o lote. retornar o código 225.A segunda etapa (realizada mais adiante) deve validar a estrutura específica do modal de transporte para cada um dos documentos de CT-e do lote. . o número do recibo (vide item 5.inf.7).1.1. que consome as mensagens armazenadas na fila de entrada pelo método CteRecepcao. Facul.

291 292 293 Rej. Obrig.KeyUsage não define "Assinatura Digital" e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. F01 Assinatura difere do padrão do CT-e: . Rej.Faltam os "Transform Algorithm" previstos na assinatura ("C14N" e "Enveloped") Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital Obrig.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado E05 LCR do Certificado de Assinatura: . G001 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service G002 Código da UF do Emitente difere da UF do Web Service G003 Sigla da UF do Emitente difere da UF do Web Service G004 Processo de emissão informado inválido (diferente de 0 ou 3) G004a Se forma de emissão do CT-e = 1 (Normal): dhCont e xJust não devem ser informados Pág. 296 Rej. Obrig.Erro no acesso a LCR ou LCR inexistente E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.Certificado de AC revogado . Obrig.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) .Versão difere "3" . Obrig. Obrig.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte b) Validação do Certificado Digital de Assinatura Nesta fase são extraídos todos os CT-e das mensagens de envio de lote e validadas as seguintes regras de negócio para cada CT-e: Validação do Certificado Digital Utilizado na Assinatura Digital do CT-e # Regra de Validação Aplic. Rej. Msg 290 Efeito Rej. Obrig. Obrig. Rej.Não assinado o atributo "ID" (falta "Reference URI" na assinatura) (*validado também pelo Schema) .16.76. 297 213 Rej. Obrig. Obrig. Obrig. Rej. Rej.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) . d) Validação de Regras de Negócio do CT-e Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Rej. Rej. Obrig.3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: . 294 295 Rej.3. Msg 252 226 247 494 586 Efeito Rej. E01 Certificado de Assinatura inválido: . c) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital do CT-e # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig.Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) .Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .1. Msg 298 Efeito Rej. 34 / 158 . Rej.

a ferrovia emitente do CT-e <ferrEmi> deve ser igual a 1 (ferrovia de origem).verifica Schema XML conforme o modal de transporte (parte específica do modal de transporte) G017c Se finalidade do CT-e= 0 (Normal) ou 3 (Substituição): . Obrig. 35 / 158 . o grupo Tráfego Mútuo <trafMut> deve ser informado G017e Se finalidade do CT-e= 0 (Normal) ou 3 (Substituição): e modal=ferroviário . mas inexiste remetente G010 Tomador do serviço informado como expedidor. para cada uma das NF-e´s relacionadas: . Rej. Rej.se o responsável pelo faturamento for a ferrovia de destino <respFat=2> deve ser referenciado o CT-e <refCTe> emitido pela ferrovia de origem **Esta regra de validação deverá ser aplicada somente a partir da obrigatoriedade para o modal Ferroviário. Rej. Obrig.verifica se o Valor Total da Carga <vCarga> foi informado para modal de transporte diferente de Dutoviário G017d Se finalidade do CT-e= 0 (Normal) ou 3 (Substituição): e modal=ferroviário . Rej.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. 253 458 459 460 461 462 463 579 580 Rej. Obrig. 469 470 474 Rej.Falta literal "CTe" . Rej. mas inexiste expedidor G011 Tomador do serviço informado como recebedor. Msg 587 588 227 Efeito Rej.se <tpTraf=1> (tráfego mútuo). Rej. Rej. Obrig.se o responsável pelo faturamento for a ferrovia de origem (<respFat=1>). G017g Se informados remetente e NF-e (infNfe). mas inexiste recebedor G012 Tomador do serviço informado como destinatário.verificar se a Versão do modal de transporte é suportada G017b Se finalidade do CT-e= 0 (Normal) ou 3 (Substituição): . Rej. G004b Se forma de emissão do CT-e for diferente de 1 (Normal): dhCont e xJust devem ser informados G004c Se Data de entrada em contingência estiver informada. Obrig 582 Rej Obrig 583 Rej Obrig 584 Rej Obrig 591 Rej Obrig. Obrig Obrig. Obrig. Obrig. Rej. Rej Rej.Dígito Verificador inválido na Chave de acesso de NF-e transportada Retornar a primeira chave de acesso inválida. G018 Remetente não informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário G019 Destinatário não informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário G020 Expedidor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermediário Obrig. esta deve ser menor ou igual à data de emissão G005 Campo ID inválido . Obrig. mas inexiste destinatário G017a Se finalidade do CT-e= 0 (Normal) ou 3 (Substituição): . G017f Se finalidade do CT-e= 0 (Normal) ou 3 (Substituição): e modal=ferroviário . Obrig 581 Rej. Obrig. Rej.Chave de Acesso do campo ID difere da concatenação dos campos correspondentes G006 Dígito Verificador inválido da Chave de acesso resultante da concatenação dos campos correspondentes G007 Se finalidade do CT-e= 0 (Normal) ou 3 (Substituição): deve existir o grupo de CT-e Normal G008 Se finalidade do CT-e= 1 (Complemento): deve existir o grupo de CT-e Complementar G009 Tomador do serviço informado como remetente. Obrig. Obrig Obrig. Pág.

Obrig. Obrig. Msg 475 496 499 497 498 565 Efeito Rej. G021 Recebedor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermediário G024 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): deve existir o grupo de CT-e de Anulação G025 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o tipo de emissão dever ser normal G026 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação deve existir G027 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação deve estar com a situação autorizado o uso. Obrig Obrig Obrig Obrig Obrig 502 566 567 503 505 568 569 570 571 577 Rej. 36 / 158 . 510 511 512 550 551 552 553 Rej. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação) da data de emissão do CT-e objeto de anulação. Rej. Obrig. Rej. Obrig. Obrig. Rej Rej Rej Rej Rej Obrig. Rej. Obrig. Obrig. G032 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o valor da prestação do serviço e o do ICMS devem ser iguais ao do CT-e original. Obrig. O CT-e original e o de anulação devem possuir o mesmo CNPJ de emitente. G033 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação não pode ter sido anulado anteriormente G034 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto da anulação não pode ter sido substituído anteriormente G035 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o tipo de emissão deve ser normal G036 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): deve existir o grupo de informações do CT-e de substituição G037 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve existir G038 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve estar com situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) G039 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído não pode ter sido substituído anteriormente G040 Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): o CT-e substituído deve ter finalidade = 0 (Normal) G040a Se finalidade do CT-e= 3 (Substituição): se foi informado o grupo tomaICMS (tomador é contribuinte do ICMS). Obrig. Obrig. Rej. 500 501 Rej. Rej. Rej. o CT-e a ser substituído (chCte) não pode ter sido anulado. Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. Obrig. Obrig Obrig.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. G041 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G042 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G043 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G044 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G045 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G046 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): CNPJ do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G047 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Obrig. Obrig. Rej. Obrig. Obrig. Pág. G030 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): o CT-e objeto de anulação deve ter finalidade = 0 (Normal) G031 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): a data de emissão do CT-e de anulação deve ocorrer em até 60 dias. Obrig. G028 Se finalidade do CT-e= 2 (Anulação): somente o emitente pode anular o CT-e. Rej. Rej. Obrig. Rej Rej.

Rej. 245 203 230 231 585 301 ou 205 212 Rej. Obrig. este CTe anulação deve ter anulado o mesmo CT-e que agora está sendo substituído. Rej. na aplicação da SEFAZ.Emitente não credenciado G063 . o CT-e de anulação deve existir G057 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): se foi informado o CT-e de anulação no grupo do “Tomador não é contribuinte do ICMS”. Obs. Obrig. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE. Obrig. Rej. Rej. Den. em função da sincronização de horário de servidores. se necessário.Emitente em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e.: IE informada 130000019. zeros ou nulo) G059 IE Emitente não informada (zeros ou nulo) Obrig 572 Rej Obrig 573 Rej Obrig 578 Rej Obrig. G060 IE Emitente inválida (erro no dígito de controle) Obrig. Obrig. Rej.IE Emitente não cadastrada G064 .IE emitente não autorizada a emitir CT-e para o modal de transporte informado G065 . Rej. Rej. G058 CNPJ Emitente inválido (dígito controle. Rej. Obrig. este CTe informado deve ter finalidade=2(Anulação) G057a Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): se foi informado o CT-e de anulação no grupo do “Tomador não é contribuinte do ICMS”. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. .IE Emitente não vinculada ao CNPJ G064a . a IE deverá ser normalizada. Rej. Pág. Obrig. 207 229 209 Rej.: Antes da validação. Ex. Obrig. Rej. Obrig. Rej. Facult.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. Rej. Msg 554 555 556 557 558 559 560 563 Efeito Rej. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G066 Data/Hora de Emissão posterior à Data/Hora de Recebimento (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação).CNPJ emitente não cadastrado G062 . G061 Acessar Cadastro Contribuinte p/ Emitente: Facult. Obrig. A SEFAZ deve tolerar uma diferença máxima de 5 minutos quando a data/hora de emissão for maior que a data de recebimento. formato da IE: NNNNNNNNNND. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação) da data de emissão do CT-e objeto substituição G056 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): se foi informado o CT-e de anulação no grupo do “Tomador não é contribuinte do ICMS”. G048 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G049 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G050 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G051 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G052 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): IE do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G053 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): UF de início da prestação do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G054 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): UF de fim da prestação do CTe substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído G055 Se finalidade do CT-e=3 (Substituição): a data de emissão do CT-e de substituição deve ocorrer em até 60 dias. a IE deve ser padronizada para 00130000019. 37 / 158 . Rej. Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. Rej. Obrig.

na aplicação da SEFAZ. a IE deve ser padronizada para 00130000019. Obrig. Facult. a IE deverá ser normalizada. Ex.1 do Anexo II.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. .. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. 210 Rej.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Destinatário: . Den. 418 Rej G072 IE Remetente informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obrig. 425 Rej. Se CNPJ Remetente informado: CNPJ não cadastrado G074 . IE e CNPJ Remetente informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. vide item 2. Obs. Facult. a IE deverá ser normalizada. zeros) G079 Destinatário informado: Código Município inválido (dígito de controle). 420 Rej. G071 Remetente informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF é compatível com a sigla da UF informada) Obrig. a IE deve ser padronizada para 00130000019. Rej. IE Destinatário informada: IE não cadastrada . formato da IE: NNNNNNNNNND.: Antes da validação.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Remetente: . 424 Rej. G080 Destinatário informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) 419 Rej. Facult. formato da IE: NNNNNNNNNND. Rej. Rej. 421 422 302 ou 205 208 237 423 Rej. CNPJ ou IE Remetente informado: Remetente em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Den. na aplicação da SEFAZ. G081 IE Destinatário informado: IE inválida (erro no dígito de controle ou Obrig. Rej. G073 Se o Remetente informado for contribuinte do ICMS na UF Facult. Se CNPJ Destinatário informado: CNPJ não cadastrado G083 G084 G085 . IE Remetente informada: IE não cadastrada Facult. autorizadora: . zeros) G078 CPF Destinatário informado: CPF inválido (dígito de controle. Facult. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. 415 416 417 Rej. IE e CNPJ Destinatário informados: IE não vinculada ao CNPJ . Obrig.: IE informada 130000019. Obrig. Rej. Msg 228 Efeito Rej. vide item 2.: IE informada 130000019. Obrig. 38 / 158 . Obrig. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. Pág. Facult. G067 Data de Emissão ocorrida há mais de 60 dias.1 do Anexo II.: Antes da validação. Ex. Rej. ou outro limite conforme critério definido pela SEFAZ (a SEFAZ Virtual deve considerar a hora local do emissor para a validação) G068 CNPJ Remetente informado: CNPJ inválido (dígito de controle. CNPJ ou IE Destinatário informado: Destinatário em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. zeros) G069 CPF Remetente informado: CPF inválido (dígito de controle. Obrig. zeros) G070 Remetente informado: Código Município inválido (dígito de controle). 426 427 303 ou Rej. Facult. Rej. conteúdo diferente de “ISENTO”) Obs. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G077 CNPJ Destinatário informado: CNPJ inválido (dígito de controle. autorizadora: . G075 G076 . G082 Se o Destinatário informado for contribuinte do ICMS na UF Facult.

Obrig.: IE informada 130000019. a IE deverá ser normalizada. 439 Rej. na aplicação da SEFAZ. Den. zeros) G087 CPF Expedidor informado: CPF inválido (dígito de controle. Facult. vide item 2. Pág. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário.1 do Anexo II. Facult. a IE deve ser padronizada para 00130000019. 441 Rej.1 do Anexo II. CNPJ ou IE Recebedor informado: Recebedor em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Rej. Rej. formato da IE: NNNNNNNNNND. Msg 205 428 429 430 431 Rej. zeros) G105 CPF Tomador informado: CPF inválido (dígito de controle. Se CNPJ Expedidor informado: CNPJ não cadastrado G092 G093 G094 . a IE deve ser padronizada para 00130000019. zeros) G097 Recebedor informado: Código Município inválido (dígito de controle). Ex. IE e CNPJ Recebedor informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. 442 443 305 ou 205 444 445 Rej. Obs.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Expedidor: . G089 Expedidor informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Obrig. Ex. Rej. Den. Obrig. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G104 CNPJ Tomador informado: CNPJ inválido (dígito de controle. Rej. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Obs. Rej. na aplicação da SEFAZ. . Aplic. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário. IE e CNPJ Expedidor informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. G098 Recebedor informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Obrig. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. . a IE deverá ser normalizada. 434 435 304 ou 205 436 437 438 Rej. Obrig.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Recebedor: .: IE informada 130000019. IE Expedidor informada: IE não cadastrada . 432 Rej. zeros) G088 Expedidor informado: Código Município inválido (dígito de controle). vide item 2. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G095 CNPJ Recebedor informado: CNPJ inválido (dígito de controle. Se CNPJ Recebedor informado: CNPJ não cadastrado G101 G102 G103 . . zeros) G096 CPF Recebedor informado: CPF inválido (dígito de controle. G099 IE Recebedor informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obrig. 39 / 158 . Rej. 433 Rej. IE Recebedor informada: IE não cadastrada . CNPJ ou IE Expedidor informado: Expedidor em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Facult. Efeito G090 IE Expedidor informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obrig. G100 Se Recebedor informado for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: Facult. Rej. Rej. G091 Se o Expedidor for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: Facult. Facult.: Antes da validação. Obrig. Facult. Obrig. 440 Rej. Rej. zeros) Obrig. formato da IE: NNNNNNNNNND. Facult.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G086 CNPJ Expedidor informado: CNPJ inválido (dígito de controle. Rej.: Antes da validação. .

Obrig. Rej. Série. Modelo. Den.Verificar se CT-e já está Denegado Retornar o número do recibo [nRec:999999999999999]. ou AM-Amazonas. . Série. com o acréscimo de zeros não significativos previstos na definição do formato da IE se necessário.Acessar Cadastro Contribuinte p/ Tomador: . Obrig. Obs. a IE deve ser padronizada para 00130000019. . Mês. G109 Se o Tomador do serviço for contribuinte do ICMS na UF autorizadora: Facult.Verificar Número do CT-e Inutilizado Obrig. Série. Mês. Acesso BD CTE (Chave: CNPJ Emit.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. com o acréscimo dos zeros não significativos necessários para a validação do dígito verificador. Obrig. Nro): . G107 Tomador informado: Município diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Obrig. Modelo. Modelo. 40 / 158 . Rej. Nro) Facult. Facult. formato da IE: NNNNNNNNNND. Rej. 449 Rej. Nro): .1 do Anexo II. Ex. G108 IE Tomador informado: IE inválida (erro no dígito de controle) Obrig.: Antes da validação. Série. ou RR-Roraima. CNPJ Emit. SUFRAMA informada: verificar UF destinatário = AC-Acre.: IE informada 130000019. G106 Tomador informado: Código Município inválido (dígito de controle). G119 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se foi informado pelo menos um CT-e para ser complementado G120 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se o(s) Conhecimento(s) referenciados (eletrônico ou normal) são emitidos pelo mesmo CNPJ. Obrig 539 Rej. .Duplicidade de CT-e com diferença na Chave de Acesso (campo de Código Numérico difere) Retornar a chave de acesso já autorizada e o número do recibo Obrig. Obrig. Facult. Rej. a IE deverá ser normalizada. Obrig. Acesso BD CTE (Chave: Ano.Duplicidade de CT-e Retornar o número do recibo [nRec:999999999999999]. Nro) G122 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se o(s) CT-e referenciado(s) é (são) normal(is). Pág. . Se CNPJ Tomador informado: CNPJ não cadastrado G110 G111 G112 . Rej. G115 G116 G117 G118 [chCTe: 99999999999999999999999999999999999999999999] [nRec:999999999999999]. 218 205 206 254 269 Rej. IE e CNPJ Tomador informados: IE não vinculada ao CNPJ Facult. Modelo. Facult.Verificar se CT-e já está Cancelado Retornar o número do recibo [nRec:999999999999999]. 489 490 306 ou 205 235 251 Rej. Acesso BD CTE (Chave: Ano. SUFRAMA do Destinatário informada: verificar dígito controle G114 Inscr. 491 Rej. na aplicação da SEFAZ. 448 Rej. IE Tomador informada: IE não cadastrada . Acesso BD CTE-Inutilização . 447 Rej. vide item 2. CNPJ ou IE Tomador informado: Tomador em situação irregular perante o Fisco (tratar duplicidade na inserção do CT-e. Msg 446 Efeito Rej. G121 Se finalidade do CT-e = 1 (CT-e complementar): verificar se existe(m ) o(s) CT-e referenciado(s). ou AP-Amapá (só para municípios 1600303-Macapá e 1600600-Santana) G115a Acesso BD CTE (Chave: CNPJ Emit. Rej. Rej. Facult. 267 Rej. CNPJ Emit. 204 Rej. ou RO-Rondônia. Obrig. evitando a inserção de mais de um CT-e denegado) G113 Inscr.

do destinatário. do expedidor. G128 Município de término da prestação diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) Obrig. G126 Município de início da prestação diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G127 Código Município de término da prestação inválido (dígito de controle). 455 Rej. todos os CT-e do Lote deverão ser da mesma UF.1. Facult. Cabe ressaltar que a validação da situação fiscal do remetente. 4.11 Final do Processamento do Lote A validação do CT-e poderá resultar em: • • • Rejeição – o CT-e será descartado. Ou seja: Validação da situação fiscal do: Remetente. 41 / 158 . do recebedor ou do tomador são facultativas e devem aguardar um prazo para a sua implementação. Facult. Destinatário. 413 Rej. do destinatário. deverá ser verificado se todos os CT-e são da mesma UF do primeiro CT-e do Lote. vide item 2. não sendo armazenado no Banco de Dados podendo ser corrigido e novamente transmitido. Msg 492 Efeito Rej. rejeitar o Lote de CT-e com erro “408-REJEIÇÃO: Lote com CT-e de diferentes UF”. Expedidor. Recebedor ou Tomador (a critério da UF) Consequência de forma do CT-e da situação fiscal do Emitente Situação do CT-e Para o contribuinte Banco de Dados Inválida Válida Irrelevante Irregular Irrelevante Irrelevante Irregular (de qualquer personagem) Regular Rejeição Denegação de uso Denegação de uso Autorização de uso Válida Válida Regular Regular Corrigir CT-e A prestação não poderá ser realizada A prestação não poderá ser realizada A prestação é autorizada Não gravar Gravar Gravar Gravar Pág.1 do Anexo II. Em caso negativo.1 do Anexo II.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Validação do CT-e – Regras de Negócio # Regras de Validação Aplic. do recebedor ou do tomador. do expedidor. 414 Rej. vide item 2. G123 Código Município de envio do CT-e inválido (dígito de controle). G124 Município de envio do CT-e diverge da UF (verificar se as 2 posições da esquerda do código de município que identifica o código da UF estão de acordo com a sigla da UF informada) G125 Código Município de início da prestação inválido (dígito de controle). 456 Rej. Nota: No caso de envio de lote para a SEFAZ VIRTUAL. do remetente. Obrig. Para a SEFAZ VIRTUAL. Autorização de uso – o CT-e será armazenado no Banco de Dados. 493 Rej. Facult. Obrig. Denegação de uso – o CT-e será armazenado no Banco de Dados com esse status nos casos de irregularidade fiscal do emitente. vide item 2.1 do Anexo II.

Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Para cada CT-e autorizado ou denegado será atribuído um número de protocolo da Secretaria de Fazenda (vide regra de formação no item 5. O resultado do processamento do lote deve ficar disponível na fila de saída por um período mínimo de 24 (vinte e quatro) horas. 42 / 158 . Pág. O resultado do processamento do lote estará disponível na fila de saída e conterá o resultado da validação de cada CT-e contido no lote.6).

5). e treze posições numéricas sequenciais.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML com o resultado do processamento da mensagem de envio de lote de CT-e.2 Web Service – CteRetRecepcao Consulta Processamento de Lote de CT-e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service CteRetRecepcao Consulta Lote de CT-e Client CTe Retorno cteRetRecepcao Proc. Método: cteRetRecepcao 4. BR01 retConsReciCTe BR02 versao BR03 tpAmb BR04 verAplic BR05 nRec Pág. codificação de UF do IBGE.2. 4.xsd # Campo Ele Raiz A E E E Pai BR01 BR01 BR01 BR01 Tipo Ocor. Tam.2. Número do Recibo consultado (vide item 5. Tam. Schema XML: consReciCte_v99. Descrição/Observação Raiz TAG raiz A BP01 N 1-1 1-4 2 Versão do leiaute E BP01 N 1-1 1 Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação E BP01 N 1-1 15 Número do Recibo Número gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. Schema XML: retConsReciCte_v99.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4. N N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 1-20 15 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. Dec. Ret Aplicação CT-e Consulta Processamento Função: serviço destinado a devolver o resultado do processamento do lote de CT-e.99.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo o número do recibo que identifica a mensagem de envio de lotes de CT-e. Dec. composto por: duas posições com código da UF onde foi entregue o lote. 43 / 158 . Processo: assíncrono.99.xsd # Campo BP01 consReciCTe BP02 versao BP03 tpAmb BP04 nRec Ele Pai Tipo Ocor.

44 / 158 . Série e Número do CT-e + Forma de Emissão+ Código Numérico + DV. Estas informações são retornadas apenas para o código do status do lote = 104 (Lote processado) Os protocolos são retornados para os lotes processados cStat = 104 xml BR01 Para cada Protocolo de um CT-e processado teremos o seguinte leiaute: # Campo Ele Raiz A G ID Pai PR01 PR01 PR03 Tipo Ocor. Digest Value do CT-e processado Utilizado para conferir a integridade do CT-e original.1). Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da gravação do CT-e no Banco de Dados.1. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada.2. Conjunto de resultado do processamento de cada CT-e (vide leiaute abaixo). PR09 nProt PR10 digVal E E PR03 PR03 N C 0-1 0-1 15 28 Número do Protocolo da CT-e (vide item 5. Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Dec. PR01 protCTe PR02 versao PR03 infProt PR04 Id PR05 tpAmb PR06 verAplic PR07 chCTe E E E PR03 PR03 PR03 N C N 1-1 1-1 1-1 1 1-20 44 PR08 dhRecbto E PR03 D 1-1 - PR11 cStat PR12 xMotivo PR13 Signature E E G PR03 PR03 PR01 N C xml 1-1 1-1 0-1 3 1-255 - 4.1) Descrição literal do status da resposta para o Lote. O aplicativo do Contribuinte deve ser construído de forma a aguardar um tempo mínimo de 15 (quinze) segundos entre o envio do Lote de CT-e para processamento e a consulta do resultado deste processamento. somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. Código da UF que atendeu a solicitação. Código do status da resposta para o CT-e (vide item 5. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem: Pág. TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada.1. Tam.6). evitando a obtenção desnecessária do status de erro 105 – “Lote em Processamento”. N C 1-1 1-1 0-1 4 2 Descrição/Observação TAG raiz do Protocolo de recebimento do CT-e Versão do leiaute das informações de Protocolo.3 Descrição do Processo de Web Service Este método oferece a consulta do resultado do processamento de um lote de CT-e. com data e hora do recebimento do Lote de CT-e enviado. precedido com o literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote. Informações do Protocolo de resposta. Em caso de Rejeição. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte BR06 cStat BR07 xMotivo BR08 cUF BR09 protCTe* E E E BR01 BR01 BR01 N C N - 1-1 1-1 1-1 0-50 3 1-255 2 - Código do status da resposta para o Lote (vide item 5. Descrição literal do status da resposta para o CTe.

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4.2.4 Validação do Certificado de Transmissão
Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. Msg 280 Efeito Rej. A01 Certificado de Transmissor Inválido: - Certificado de Transmissor inexistente na mensagem - Versão difere “3” - Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) - KeyUsage não define “Autenticação Cliente” A02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: - Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ - Certificado de AC revogado - Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor - Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) - LCR indisponível - LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2.16.76.1.3.3)

Obrig. Obrig.

281 283

Rej. Rej.

Obrig.

286

Rej.

Obrig. Obrig. Obrig.

284 285 282

Rej. Rej. Rej.

As validações de A01, A02, A03, A04 e A05 são realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL, mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ.

4.2.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service
Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig. Facult. Obrig. Obrig. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. Rej. Rej. Rej. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão

A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 kB). A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 kB. Caso isto ocorra, a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex.: controle no firewall). No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo, teremos a devolução da mensagem de erro 214. No momento do recebimento da mensagem no Web Service, a critério de cada unidade federada, poderá ser verificado se o XML de dados está bem formado. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados.

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As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado, deverão implementar as validações 108 e 109. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado.

4.2.6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service
Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service
# Regra de Validação Aplic. Facult. Obrig. Obrig. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService

C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. Obrig.

Os dados referentes à versão do leiaute do lote e à UF de origem do emissor dos conhecimentos são informados no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3.4.1). A aplicação deverá validar os campos cUF e versaoDados, rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. O cabeçalho compreende a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados que será utilizado pelo Web Service.

4.2.7 Validação da Área de Dados
a) Validação da Forma da Área de Dados
Validação da Mensagem do Pedido de Consulta de Lote # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. Rej. Rej. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8

b) Validação das Regras de Negócio da Consulta Recibo A seguir são realizadas as seguintes validações:
Validação da Consulta Recibo # Regra de Validação Aplic. Obrig. Obrig. Obrig. Msg 252 248 473 Efeito Rej. Rej. Rej. E01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service E02 UF do Recibo difere da UF do Web Service E02a Tipo Autorizador do Recibo não compatível com o Órgão Autorizador
(0 ou 1=SEFAZ normal, 3=SEFAZ VIRTUAL-RS,5=SEFAZ VIRTUAL-SP

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E03 - Verifica se o Lote não está na fila de saída, nem na fila de entrada E04 - Verifica se o Lote não está na fila de resposta, mas está na fila de entrada E05 CNPJ do transmissor do lote difere do CNPJ do transmissor da consulta

Obrig. Obrig. Obrig.

106 105 223

Rej. Rej. Rej.

4.2.8 Final do Processamento
A mensagem de retorno poderá ser: • • • • Lote processado – cStat=104, com os resultados individuais de processamento dos CTe do lote; Lote em processamento – cStat=105, o aplicativo do contribuinte deverá fazer uma nova consulta; Lote não localizado – cStat=106, o aplicativo do contribuinte deverá providenciar o reenvio da mensagem; Recibo ou CNPJ do requisitante com problemas – cStat= 248 ou 223, o aplicativo do contribuinte deverá sanar o problema;

Pág. 47 / 158

N C 1-1 1-1 1-1 1-4 46 2 TAG raiz Versão do leiaute Dados do Pedido – TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada Informar a chave de acesso precedida do literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Serviço solicitado ‘CANCELAR’ Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Cancelamento de CT -e Client CT-e Retorno cteCancelamentoCT Ret Aplicação CT -e Cancelamento Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de cancelamento de CT-e. 48 / 158 . Método: cteCancelamentoCT 4.99.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4. Informar a justificativa do cancelamento Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” Descrição/Observação CP01 cancCTe CP02 versao CP03 infCanc CP04 Id CP05 tpAmb CP06 xServ CP07 chCTe E E E CP03 CP03 CP03 N C N 1-1 1-1 1-1 1 8 44 CP08 nProt CP09 xJust CP10 Signature E E E CP03 CP03 CP01 N C xml 1-1 1-1 1-1 15 15255 - 4.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai CP01 CP01 CP03 Tipo Ocor. Processo: síncrono.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a mensagem de solicitação de cancelamento. Schema XML: cancCte_v99.3. Informar o número do Protocolo de Autorização do CT-e a ser Cancelada.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da solicitação de cancelamento: Schema XML: retCancCte _v99. Tam.99.3 Web Service – CteCancelamento Cancelamento de CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteCancelamento Proc.3. Série e Número do CT-e + Forma de Emissão + Código Numérico + DV. Dec.xsd Pág.

3. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ preencher o campo com o Nro do Protocolo. 49 / 158 . Código da UF que atendeu a solicitação. Msg 280 Efeito Rej.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . A mensagem de solicitação de cancelamento de CT-e é um documento eletrônico e deve ser assinado digitalmente pelo emitente da CT-e. precedido com o literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que recebeu o Lote.1. Dec.3 Descrição do Processo de Web Service Este método é responsável por receber as solicitações de cancelamento de CT-e. A01 Certificado de Transmissor Inválido: .KeyUsage não define “Autenticação Cliente” A02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) Obrig. Descrição literal do status da resposta.Versão difere “3” . Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da homologação do Pedido. Código do status da resposta (vide item 5. CR01 retCancCTe CR02 Versao CR03 infCanc CR04 Id CR05 tpAmb CR06 verAplic CR07 cStat CR08 xMotivo CR09 cUF E E E E E CR03 CR03 CR03 CR03 CR03 N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 1-20 3 1-255 2 Os campos a seguir são obrigatórios no caso de homologação de cancelamento cStat=101. Número do Protocolo de Cancelamento (vide item 5. CR11 dhRecbto E CR03 D 0-1 - CR12 nProt E CR03 N 0-1 15 CR13 Signature G CR01 xml 0-1 - 4.1).Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte # Campo Ele Raiz A G ID Pai CR01 CR01 CR03 Tipo Ocor. a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual realiza o processamento da solicitação e devolve o resultado do processamento para o aplicativo do mesmo. N C 1-1 1-1 0-1 1-4 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Dados da resposta – TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada. Tam. Deverão ser realizadas as validações e procedimentos que seguem. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.3.6). O controle de numeração de Protocolo é único para todos os serviços. CR10 chCTe E CR03 N 0-1 44 Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. somente precisa ser informado se a UF assinar a resposta. Pág. 281 Rej.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem . 4. Os campos de dhRecbto e nProt não serão preenchidos em caso de erro. Série e Número do CT-e + Forma de Emissão + Código Numérico + DV. Ao receber a solicitação do transmissor.

As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado.16.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .3. Msg 242 409 410 411 Efeito Rej. pode-se verificar se o XML de dados está bem formado. 50 / 158 . 4. 286 Rej. A03. 4. Rej.3. Obrig.6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. Rej. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUFé atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig.: controle no firewall).LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2. Header Pág. a critério de cada unidade federada. Obrig. Facult. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Rej. Rej. A04 e A05 serão realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. Rej. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo.3) Obrig. Obrig.3.1. deverão implementar as validações 108 e 109. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 kBytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). As validações de A01. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex.Certificado de AC revogado . Essa verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ Autorizadora.76. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. 284 285 282 Rej. Rej.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . Rej.LCR indisponível . Facult. Caso isto ocorra. Obrig. Obrig. Obrig. Essas validações serão dispensadas caso o Web Service fique indisponível quando ocorrer a paralisação do serviço. A02. Obrig.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . teremos a devolução da mensagem de erro 214.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. 283 Rej. Obrig. Rej.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Obrig. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej.

Rej.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) . rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. E01 Certificado de Assinatura inválido: . Obrig.16. Obrig.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) . 296 Rej.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado E05 LCR do Certificado de Assinatura: . Obrig.Certificado de AC revogado . 238 239 Rej.KeyUsage não define “Assinatura Digital” e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName – OID=2.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .Erro no acesso a LCR E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.4. Rej.3. Rej.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Cancelamento do CT-e # Regra de Validação Aplic.Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) . 291 292 293 Rej.3) E04 Verifica Cadeia de Certificação: . Rej. Obrig. Obrig. Obrig.1).76. Msg 290 Efeito Rej. Pág. A aplicação validará os campos cUF e versaoDados. Obrig.3. Rej. 294 295 Rej. Msg 215 404 402 Efeito Rej.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados utilizada pelo Web Service. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação do Certificado Digital Utilizado na Assinatura Validação do Certificado Digital Utilizado na Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic.1. Rej.Versão difere “3” . Obrig. Obrig. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informadas no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. 51 / 158 . 4. Obrig.

Rej. Obrig Obrig Obrig Obrig 205 218 220 222 221 219 495 564 574 575 576 Rej. H10 .Verificar se houve confirmação da prestação do serviço H13 .Verificar se CT-e já está Cancelado Retornar o número do recibo [nRec:999999999999999]. Rej. Obrig. Rej. Obrig. 52 / 158 . Rej. Série. Obrig. Rej. d) Validação das Regras de Negócio do Cancelamento de CT-e Pedido de Cancelamento de CT-e – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic. F01 Assinatura difere do padrão do Projeto: . H09 .Vedado o cancelamento de CT-e do tipo anulação de valores (tipo=2) H16 . Obrig.Verificar se CT-e já está Denegado Retornar o número do recibo [nRec:999999999999999].Falta literal “ID” . Rej.“Código Numérico” informado na Chave de Acesso é diferente do existente no BD H07b Chave de Acesso difere da existente em BD (opcionalmente a descrição do erro. Nro): .Verificar Emitente não autorizado a emitir CT-e H05 . Rej.Se finalidade do CT-e=0 (Normal) Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Anulação associado H18 . Obrig. Rej. Rej. Rej.Verificar se CT-e não existe H07 . Obrig Msg 252 249 236 227 Efeito Rej.Se finalidade do CT-e=0 (Normal) Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Substituição associado Obrig. Obrig. Rej. Pág. Obrig. Obrig. Obrig. Obrig. Rej. Obrig. Rej. Rej. Msg 298 Efeito Rej. tem concatenada a Chave de Acesso) H08 .Faltam os “Transform Algorithm” previstos na assinatura (“C14N” e “Enveloped”) Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital Obrig. Rej.Verificar se o CT-e tem Carta de Correção H15 . Rej.Não assinado o atributo “ID” (falta “Reference URI” na assinatura) (*validado também pelo Schema) . 203 240 217 216 600 Rej. Obrig.Verificar se o número Protocolo informado difere do número Protocolo do CT-e H12 . Rej Rej * Obs. CNPJ Emit. campo xMotivo.Chave de acesso do campo ID difere do campo correspondente H04 Acesso Cadastro Contribuinte: . As regras de validação H12 e H13 são de implementação futura.Vedado o cancelamento de CT-e do tipo substituto (tipo=3) H17 .Verificar CT-e autorizado há mais de 7 dias (168 horas) H11 .Verificar registro de Circulação de Mercadoria H14 . Obrig.Verificar Situação Fiscal irregular do Emitente H06 Acesso BD CTE (Chave: Ano.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte c) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic. Obrig. 297 213 Rej. H01 Tipo do ambiente de CT-e difere do ambiente do Web Service H02 UF da Chave de Acesso difere da UF do Web Service H03 Chave de Acesso: Dígito Verificador inválido H03a Campo ID inválido . Obrig. Obrig. Modelo.

6). com a atribuição de um número de protocolo único (vide item 5.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Para cada cancelamento homologado é criado um novo protocolo de status para o CT-e. 4. 53 / 158 .3.8 Final do Processamento No caso de homologação do Cancelamento retornar o cStat = 101. Pág.

4 Web Service .CteInutilizacao Inutilização de numeração de CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteInutilizacao Inutilização de Numeração Client CTe Retorno cteInutilizacaoCT Proc.99.Homologação Serviço solicitado: ‘INUTILIZAR’ Código da UF do solicitante Ano de inutilização da numeração CNPJ do emitente Modelo do CT-e Série do CT -e Número do CT -e inicial a ser inutilizado Número do CT -e final a ser inutilizado Informar a justificativa do pedido de inutilização Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” Descrição/Observação DP01 inutCTe DP02 versao DP03 infInut DP04 Id DP05 tpAmb DP06 xServ DP07 cUF DP08 ano DP09 CNPJ DP10 mod DP11 serie DP12 nCTIni DP13 nCTFin DP14 xJust DP15 Signature E E E E E E E E E E G DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP03 DP01 N C N N C N N N N C xml 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 10 2 2 14 2 1-3 1-9 1-9 15255 - Pág. N C 1-1 1-1 1-1 1-4 41 2 TAG raiz Versão do leiaute Dados do Pedido TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada formada com Código da UF + CNPJ + modelo + série + nro inicial e nro final precedida do literal “ID” Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai DP01 DP01 DP03 Tipo Ocor.4. Tam. Processo: síncrono.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a mensagem de solicitação de inutilização. 54 / 158 . Dec. Schema XML: inutCTe _v99. Ret Inutilizacao Aplicação CT -e Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de inutilização de numeração de CTe. Método: cteInutilizacaoCT 4.

6). Em caso de Rejeição.1) Descrição literal do status da resposta Código da UF que atendeu a solicitação DR01 retInutCTe DR02 versao DR03 infInut DR04 Id DR05 tpAmb DR06 verAplic DR07 cStat DR08 xMotivo DR09 cUF E E E E E DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 N C N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 1-20 3 1-255 2 Os campos a seguir são obrigatórios no caso de homologação da inutilização cStat=102. 55 / 158 .1. Ao receber a solicitação.xsd # Campo Ele Raiz A G ID Pai DR01 DR01 DR03 Tipo Ocor. Informar somente se a UF assinar a resposta. DR17 nProt E DR03 N 0-1 15 Número do Protocolo de Inutilização (vide item 5. Pág. DR18 Signature G DR01 xml 0-1 - 4.TAG a ser assinada Identificador da TAG a ser assinada. As validações e osprocedimentos abaixo são obrigatórios. Em caso de assinatura da resposta pela SEFAZ. deve-se preencher o campo com o Nro do Protocolo.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4.4.4.3 Descrição do Processo de Web Service Esse método responsabiliza-se por receber as solicitações referentes à inutilização de faixas de numeração de Conhecimentos de Transportes eletrônicos. N C 1-1 1-1 0-1 1-4 17 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Dados da resposta .99. Dec. a aplicação CT-e realiza o processamento e devolve o resultado para o aplicativo do transmissor. Assinatura XML do grupo identificado pelo atributo “ID” A decisão de assinar a mensagem fica a critério da UF interessada. Tam. O controle de numeração do Protocolo é único para todos os serviços. Os campos de dhRecbto e nProt não serão preenchidos em caso de erro DR10 ano DR11 CNPJ DR12 mod DR13 serie DR14 nCTIni DR15 nCTFin DR16 dhRecbto E E E E E E E DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 DR03 N C N N N N D 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 2 14 2 1-3 1-9 1-9 Ano de inutilização da numeração CNPJ do emitente Modelo do CT-e Série do CT-e Número do CT-e inicial a ser inutilizada Número do CT-e final a ser inutilizada Data e hora de processamento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora da gravação no Banco de Dados em caso de Confirmação. Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação Versão do Aplicativo que processou o pedido de inutilização Código do status da resposta (vide item 5. A mensagem de pedido de inutilização de numeração de CT-e é um documento eletrônico assinado digitalmente pelo emitente do CT-e. precedido com o literal “ID”.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da solicitação de inutilização: Schema XML: retInutCte_v99. com data e hora do recebimento do Pedido.

Certificado de AC revogado .3. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. Obrig. 284 285 282 Rej. Obrig.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2.: controle no firewall). teremos a devolução da mensagem de erro 214.76.4.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Rej. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej.Versão difere "3" . Rej. Obrig. A03. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Facult. A04 e A05 serão realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. Obrig. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . Pág. 286 Rej.1.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . 281 283 Rej.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) .5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Rej. Obrig. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. Obrig. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 kBytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). No momento do recebimento da mensagem no Web Service. a critério de cada unidade federada autorizadora. A02. Rej. Msg 280 Efeito Rej.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . Rej.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ Autorizadora (ex.Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . Obrig.3) Obrig.4.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem . 4.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig.LCR indisponível .16. Rej. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. 56 / 158 . No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. As validações de A01. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ Autorizadora. Obrig. Caso isto ocorra.

Obrig. # Regra de Validação Aplic.4. Rej. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação do Certificado Digital Utilizado na Assinatura Validação do Certificado Digital Utilizado na Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Inutilização de numeração de CT-e. Rej. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informadas no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3.Basic Constraints = true (não pode ser Certificado de AC) . Msg 215 404 402 Efeito Rej. Facult.1. Obrig.1). Rej.4. Obrig.3) Obrig.Certificado de Assinatura inexistente na mensagem (*validado também pelo Schema) .KeyUsage não define "Assinatura Digital" e “Não Recusa” E02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) E03 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. Msg 290 Efeito Rej.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado.4. Rej. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área de dados utilizada pelo Web Service. E01 Certificado de Assinatura inválido: . Rej.3.Versão difere "3" . Obrig. 4. A aplicação validará os campos cUF e versaoDados. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. Obrig. 4. Rej.6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. 291 292 Rej. Rej.16. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. Rej. Obrig. Pág. deverão implementar as validações 108 e 109. Obrig. Obrig.76. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. 57 / 158 . Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado.

Obrig. Modelo.000 números) I04a Campo ID inválido . Obrig Msg 252 250 471 472 224 201 227 Efeito Rej.Não assinado o atributo "ID" (falta "Reference URI" na assinatura) (*validado também pelo Schema) . Obrig. Obrig.Erro no acesso a LCR E06 Certificado de Assinatura revogado E07 Certificado Raiz difere da “ICP-Brasil” Obrig.Chave de acesso do campo ID difere do campo correspondente I05 Acesso Cadastro Contribuinte: . Pág. F01 Assinatura difere do padrão do Projeto: .6). Rej. Rej Rej Rej. Rej Rej. Rej.Certificado de AC revogado . Obrig. CNPJ Emit. 294 295 Rej. 203 240 256 Rej Rej Rej Obrig.Verificar Emitente não autorizado a emitir CT-e I06 . 293 Rej. Nro): .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte E04 Verifica Cadeia de Certificação: . Obrig.Verificar Situação Fiscal irregular do Emitente I07 Acesso BD CTE-Inutilização: . 296 Rej. Msg 298 Efeito Rej. com a atribuição de um número de protocolo único (vide item 5. Obrig. Obrig. Obrig.Falta o endereço da LCR (CRLDistributionPoint) . d) Validação das Regras de Negócio da Inutilização de Numeração de CT-e Pedido de Inutilização de Numeração de CT-e – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic.Verificar se existe CT-e utilizada na faixa de inutilização solicitada Obrig. Obrig.Falta literal “ID” . 297 213 Rej.Faltam os "Transform Algorithm" previstos na assinatura ("C14N" e "Enveloped") Estas validações são implementadas pelo Schema XML da Signature F02 Valor da assinatura (SignatureValue) difere do valor calculado F03 CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital Obrig. Obrig. I01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service I02 UF do Pedido de inutilização difere da UF do Web Service I02a Ano da Inutilização não pode ser superior ao Ano atual I02b Ano da inutilização não pode ser inferior a 2008 I03 Número da Faixa Inicial maior do que o número Final I04 Quantidade máxima de numeração a inutilizar ultrapassa o limite (1.Verificar se algum Nro da Faixa de Inutilização atual pertence a uma faixa anterior I08 Acesso BD CTE (Chave: Ano. c) Validação da Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital # Regra de Validação Aplic. 241 Rej Para cada inutilização de numeração de CT-e homologada cria-se um novo protocolo de status para CT-e. Obrig. 58 / 158 . Rej. Obrig.Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado E05 LCR do Certificado de Assinatura: . Série. Obrig.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ .

Pág. 59 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4.4.8 Final do Processamento No caso de homologação da Inutilização retornar o cStat = 102.

1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML contendo a chave de acesso do CT-e.5 Web Service – CteConsulta Protocolo Consulta situação atual da CT -e Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteConsulta Consulta CT -e Client CTe Retorno cteConsultaCT Proc.xsd # Campo Ele Raiz A E Pai ER01 ER01 Tipo Ocor. 60 / 158 .99. N N 1-1 1-1 1-4 1 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 – Homologação ER01 retConsSitCTe ER02 versao ER03 tpAmb Pág. Método: cteConsultaCT 4. Processo: síncrono. Dec.xsd # Campo Ele Raiz A E E E Pai EP01 EP01 EP01 EP01 Tipo Ocor. Série e Número do CT-e + Forma de Emissão + Código Numérico + DV. Tam.5. N N C N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 9 44 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 . Consulta CT -e Ret Aplicação CT -e Função: serviço destinado ao atendimento de solicitações de consulta da situação atual do CT-e na Base de Dados do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. Schema XML: consSitCte_v99. Descrição/Observação EP01 consSitCTe EP02 versao EP03 tpAmb EP04 xServ EP05 chCTe 4.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da consulta de protocolo: Schema XML: retConsSitCte_v99.Homologação Serviço solicitado ‘CONSULTAR’ Chave de Acesso do CT-e composto por Código da UF + AAMM da emissão + CNPJ do Emitente + Modelo. Tam.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4.99.5. Dec.

As validações de A01. Obrig. Protocolo de homologação de cancelamento de CT-e (vide item 4. Informar se localizado um CT-e com cStat = 100 (uso autorizado) ou 110 (uso denegado). A01 Certificado de Transmissor Inválido: .Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) .76. Rej.LCR indisponível . mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam Pág.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . Obrig. 286 Rej. Informar se localizado um CT-e com cStat = 101 (cancelado).Certificado de AC revogado .Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . validando a Chave de Acesso do CT-e.3. Denegação de uso ou Homologação de Cancelamento).3 Descrição do Processo de Web Service Esse método responsabiliza-se por receber as solicitações referentes à consulta de situação de Conhecimentos de Transporte eletrônicos enviados para as Secretarias de Fazendas Estaduais. a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta. Rej. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual autorizadora. Permite-se o acesso somente pela chave única de identificação do CT-e.Em seguida retornará uma mensagem contendo a situação atual do CT-e na Base de Dados e o respectivo Protocolo (mensagem de Autorização de uso.2.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. Obrig.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2. 284 285 282 Rej. Obrig. As validações e os procedimentos abaixo são obrigatórios.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor .16.3) Obrig. Rej. 281 283 Rej. 4. CG ER01 ER09 retCancCTe CG ER01 xml 0-1 - 4.Versão difere "3" .5. A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL.3. Ao receber a solicitação. Obrig.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte ER04 verAplic ER05 cStat ER06 xMotivo ER07 cUF ER08 protCTe E E E E ER01 ER01 ER01 ER01 C N C N xml 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-20 3 1-255 2 - Versão do Aplicativo que processou a consulta Código do status da resposta Descrição literal do status da resposta Código da UF que atendeu a solicitação Protocolo de autorização ou denegação de uso do CT-e (vide item 4.1.2).5.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: . A02. Msg 280 Efeito Rej. A03.2). A04 e A05 serão realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas. 61 / 158 .

Facult.5. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informadas no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. 62 / 158 . Rej.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Rej. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult.: controle no firewall). Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo. Rej. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. No momento do recebimento da mensagem no Web Service.1). O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área utilizada pelo Web Service. Obrig. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex. Rej. Pág. 4. Rej. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Obrig.6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. Rej. a critério de cada unidade federada autorizadora. Obrig. Facult. A aplicação validará os campos cUF e versaoDados. Obrig. Obrig.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ autorizadora. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado.5.4. Rej. Obrig. deverão implementar as validações 108 e 109. teremos a devolução da mensagem de erro 214. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 kBytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB). Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. 4. Rej. Caso isto ocorra.

Obrig. quando o autor da consulta for o emissor) Obrig. retorna a situação atual do CT-e.8 Final do Processamento O processamento do pedido de consulta de status de CT-e pode resultar em uma mensagem de erro caso o CT-e não seja localizado. denegação de uso ou homologação de cancelamento. Modelo. Obrig. apresentando o cStat com um dos valores. Rej. Caso localizado. 63 / 158 . Obrig. Rej.5. Pág. Obrig. Msg 252 226 236 592 593 594 595 596 217 216 600 Efeito Rej. Obrig.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem do Pedido de Consulta de Situação de CT-e. tem concatenada a Chave de Acesso. Nro): . campo xMotivo. Rej. Rej. Rej. Rej. Rej. 4. Rej. Obrig. Msg 215 404 402 Efeito Rej. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação das Regras de Negócio da Consulta CT-e A seguir realizam-se as seguintes validações: Validação do Pedido de Consulta de sStuação de CT-e – Regras de Negócio # Regra de Validação Aplic.Verificar se CT-e não existe J05 . Rej. J01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service J02 UF da Chave de Acesso difere da UF do Web Service J03 Validar DV da Chave de Acesso J03a Chave de acesso inválida (Ano < 2009 ou Ano maior que Ano corrente) J03b Chave de acesso inválida (Mês = 0 ou Mês > 12) J03c Chave de acesso inválida (CNPJ zerado ou digito inválido) J03d Chave de acesso inválida (modelo diferente de 57) J03e Chave de acesso inválida (numero CT = 0) J04 Acesso BD CTE (Chave: Ano.5. Obrig. Obrig. # Regra de Validação Aplic. Obrig. 110 (“Uso Denegado”) além do respectivo protocolo de autorização de uso. Rej. é diferente do existente no BD J06 Chave de Acesso difere da existente em BD (opcionalmente a descrição do erro. Obrig. Obrig.Verificar se campo “Código Numérico” informado na Chave de Acesso Obrig. 101 (“Cancelamento de CT-e homologado”). Série. CNPJ Emit. 100 (“Autorizado o Uso do CT-e”). Rej. Obrig. Rej.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4.

xsd # Campo Ele FR01 retConsStatServCte Raiz FR02 versao FR03 tpAmb FR04 verAplic FR05 cStat FR06 xMotivo A E E E E Pai FR01 FR01 FR01 FR01 FR01 Tipo Ocor.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4. 64 / 158 .6.1 Leiaute Mensagem de Entrada Entrada: Estrutura XML para a consulta do status do serviço. N N C 1-1 1-1 1-1 1-4 1 6 2 TAG raiz Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .6.Homologação Versão do Aplicativo que processou a consulta Código do status da resposta Descrição literal do status da resposta Pág. Dec. Ret Consulta Status Aplicação CT -e Função: serviço destinado à consulta do status do serviço prestado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. Schema XML: consStatServ_v99. N N C N C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-4 1 1-20 3 1-60 2 Descrição/Observação TAG raiz da Resposta Versão do leiaute Identificação do Ambiente: 1 – Produção / 2 .6 Web Service – CteStatusServico Consulta Status do Serviço Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CteStatusServico Consulta Status Client CTe Retorno cteStatusServicoCT Proc. Método: cteStatusServicoCT 4.2 Leiaute Mensagem de Retorno Retorno: Estrutura XML contendo a mensagem do resultado da consulta do status do serviço: Schema XML: retconsStatServ _v99.99. Tam.99. Processo: síncrono. Tam. Dec.Homologação Serviço solicitado ‘STATUS’ Descrição/Observação FP01 consStatServCte FP02 versao FP03 tpAmb FP04 xServ 4.xsd # Campo Ele Raiz A E E Pai FP01 FP01 FP01 Tipo Ocor.

A empresa que construir aplicativo que se mantenha em permanente "loop" de consulta a este Web Service.6.KeyUsage não define "Autenticação Cliente" A02 Validade do Certificado (data de início e data de fim) A03 Verifica a Cadeia de Certificação: .6. a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta e retornará mensagem contendo o status do serviço.3.LCR indisponível .Certificado não assinado pela AC emissora do Certificado A04 LCR do Certificado de Transmissor . O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual.3 Descrição do Processo de Web Service Esse método responsabiliza-se por receber as solicitações referentes à consulta do status do serviço do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. As validações e os procedimentos abaixo são obrigatórios. mas pode falhar se existirem outros certificados digitais de Autoridade Certificadora Raiz que não sejam Pág.Versão difere "3" . A03.16.76. A02. Rej.Certificado de Transmissor inexistente na mensagem . A04 e A05 serão realizadas pelo protocolo SSL e não precisam ser implementadas.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte FR07 cUF FR08 dhRecbto E E FR01 FR01 N D 1-1 1-1 2 - Código da UF que atendeu a solicitação Data e hora de recebimento Formato = AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Preenchido com data e hora do recebimento do Pedido Tempo médio de resposta do serviço (em segundos) dos últimos 5 minutos Preencher com data e hora previstas para o retorno do Web Service. Ao receber a solicitação. Obrig. 4. no formato AAA-MMDDTHH:MM:SS Informações adicionais para o Contribuinte FR09 tMed FR10 dhRetorno E E FR01 FR01 N D 0-1 0-1 1-4 - FR11 xObs E FR01 C 0-1 1-255 4. Obrig.1.Falta o endereço da LCR (CRL DistributionPoint) . Obrig. evitando sobrecarga desnecessária dos servidores da SEFAZ autorizadora. Obrig. Rej. As validações de A01. 284 285 282 Rej.3) Obrig. 65 / 158 .Basic Constraint = true (não pode ser Certificado de AC) . Rej.Certificado de AC revogado . A validação A06 também pode ser realizada pelo protocolo SSL. 286 Rej. Obrig. 281 283 Rej.LCR inválida A05 Certificado do Transmissor revogado A06 Certificado Raiz difere da "ICP-Brasil" A07 Falta a extensão de CNPJ no Certificado (OtherName OID=2.4 Validação do Certificado de Transmissão Validação do Certificado Digital do Transmissor (protocolo SSL) # Regra de Validação Crítica Obrig. A01 Certificado de Transmissor Inválido: . Msg 280 Efeito Rej.Certificado da AC emissora não cadastrado na SEFAZ . deverá aguardar um tempo mínimo de 3 minutos entre uma consulta e outra.

Pág. rejeitando a mensagem recebida em caso de informações inexistentes ou inválidas.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte “ICP-BR” no repositório de certificados digitais do servidor de Web Service da SEFAZ autorizadora. Obrig.4. Rej. A aplicação do contribuinte não poderá permitir a geração de mensagem com tamanho superior a 500 KB. Obrig. Caso isto ocorra. Header C05 Versão dos Dados informada é superior à versão vigente C06 Versão dos Dados não suportada Facult. O cabeçalho contém a versão do Schema XML da mensagem contida na área utilizada pelo Web Service. Rej. Rej. Obrig. As unidades federadas que mantêm o Web Service disponível mesmo quando o serviço esteja paralisado. Obrig. Estas validações poderão ser dispensadas caso o Web Service não fique disponível quando o serviço estiver paralisado. A informação da versão do leiaute do lote e a UF de origem do emissor dos conhecimentos são informadas no elemento cteCabecMsg do SOAP Header (para maiores detalhes vide item 3. Obrig. Msg 242 409 410 411 238 239 Efeito Rej.5 Validação Inicial da Mensagem no Web Service Validação Inicial da Mensagem no Web Service # Regra de Validação Aplic. Rej. Rej. a conexão poderá ser interrompida sem mensagem de erro se o controle do tamanho da mensagem for implementado por configurações do ambiente de rede da SEFAZ (ex.6. a critério de cada unidade federada autorizadora. Rej. 66 / 158 . Facult.6 Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service Validação das Informações de Controle da Chamada ao Web Service # Regra de Validação Aplic. deverão implementar as validações 108 e 109. Rej. A aplicação validará os campos cUF e versaoDados. No momento do recebimento da mensagem no Web Service. teremos a devolução da mensagem de erro 214. Facult.1). 4.: controle no firewall). 4. poderá ser verificado se o XML de dados esteja bem formado. C01 Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header C02 Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header C03 Verificar se a UF informada no cUF é atendida pelo WebService C04 Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Obrig. Msg 214 243 108 109 Efeito Rej. Esta verificação é útil para as UF que desejam armazenar o XML de dados em estrutura XML de banco de dados. No caso de controle de tamanho ter sido implementado por aplicativo.6. Obrig. Rej. B01 Tamanho do XML de Dados superior a 500 Kbytes B02 XML de Dados Mal Formado B03 Verifica se o Serviço está Paralisado Momentaneamente B04 Verifica se o Serviço está Paralisado sem Previsão A mensagem será descartada se o tamanho exceder o limite previsto (500 KB).

Pode-se utilizar o campo xObs.6. Obrig. “previsão de retorno”.6. “modificação de versão do aplicativo”.7 Validação da Área de Dados a) Validação da Forma da Área de Dados Validação da Mensagem da Consulta de Status de Serviço # Regra de Validação Aplic. Pág. Msg 252 108 109 Efeito Rej. a critério da UF. Rej. Msg 215 404 402 Efeito Rej. códigos de situação 107 (“Serviço em Operação”). Obrig. Obrig. 108 (“Serviço Paralisado Momentaneamente”) e 109 (“Serviço Paralisado sem Previsão”). 67 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4. K01 Tipo do ambiente do CT-e difere do ambiente do Web Service K03 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado Momentaneamente K04 Verifica se o Servidor de Processamento está Paralisado sem Previsão 4. etc. Obrig. Rej. para fornecer maiores informações ao contribuinte. D01 Verifica Schema XML da Área de Dados D02 Verifica o uso de prefixo no namespace D03 XML utiliza codificação diferente de UTF-8 b) Validação das Regras de Negócios da Consulta Status de Serviço do CT-e Validação do Pedido de Consulta de Status de Serviço – Regras de Negócios # Regra de Validação Aplic. Obrig. como por exemplo: “manutenção programada”.8 Final do Processamento O processamento do pedido de consulta de status de Serviço pode resultar em uma mensagem de erro ou retornar a situação atual do Servidor de Processamento. Obrig.

gov.6.3 do certificado digital utilizado na conexão SSL.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Web Service – CadConsultaCadastro Consulta Cadastro Contribuinte Secretaria de Fazenda Estadual Web Service : CadConsultaCadastro Proc . Apenas as empresas autorizadas a emitir Documentos Fiscais eletrônicos utilizarão esse serviço. Consulta Cadastro Client NFe Retorno consultaCadastro Ret Cadastro de Contribuintes Consulta Função: Serviço para consultar o cadastro de contribuintes do ICMS de uma unidade federada. 68 / 158 .DF-e.fazenda. A UF que oferecer o Web Service verificará se o CNPJ da empresa solicitante consta no cadastro nacional de emissores de Documentos Fiscais eletrônicos . Método: consultaCadastro 4. Importante ressaltar que esse Web Service não tem a mesma disponibilidade dos demais Web Services do CT-e. O aplicativo do contribuinte envia a solicitação para o Web Service da Secretaria de Fazenda Estadual. sugere-se que não se implemente esse serviçodentro do fluxo normal de emissão do CT-e e sim como um serviço alternativo.1.3. A identificação da empresa solicitante do serviço será realizada através do CNPJ contido na extensão otherName – OID=2. sendo obrigatório para as UFs que autorizam a emissão de qualquer espécie de Documento Fiscal eletrônico . disponível em http://www.9 Descrição do Processo de Web Service Esse Web Service oferece a consulta pública do cadastro de contribuintes do ICMS de uma unidade federada. Ao recebê-la. validando o argumento de pesquisa informado (CNPJ ou CPF ou IE). 4. consultar o Manual de Integração do Contribuinte da NF-e.16.10 Onde Obter as Definições deste Web Service As definições do Web Service de Consulta Cadastro encontram-se centralizadas no manual da Nota Fiscal Eletrônica.nfe. a aplicação do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual processará a solicitação de consulta. em razão disto. Qualquer UF poderá oferecer o Web Service. Para informações mais detalhadas.76. Processo: síncrono.br .6. e retornará mensagem contendo a situação cadastral atual do contribuinte no cadastro de contribuintes do ICMS. Pág.DF-e.

Pág.nfe.gov.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 4.11 Onde Obter os Schemas XML deste Web Service Os schemas XML utilizados pelo Web Service de Consulta Cadastro encontram-se disponíveis no endereço http://www.br .fazenda.6. 69 / 158 .

B. 70 / 158 . E e F são de aplicação geral e aplicadas em todos os Web Services existentes As regras do grupo G. K e L são específicos de cada Web Service existente. J. 5.1 Regras de validação As regras de validação aplicadas nos Web Services estão agrupadas da seguinte forma: Grupo Validação do Certificado Digital utilizada no protocolo SSL Validação da Mensagem XML no serviço assíncrono Validação das informações de controle da chamada ao Web Service Validação da área de dados da Mensagem XML Validação do Certificado Digital utilizada na Assinatura Digital Validação da Assinatura Digital Validação do CT-e Validação do Pedido de Cancelamento de CT-e Validação do Pedido de Inutilização de numeração de CT-e Validação do Pedido de Consulta de situação de CT-e Validação do Pedido de Consulta de Status de Serviço Validação do Pedido de Consulta de Cadastro de Contribuintes Aplicação geral geral geral geral geral geral específica específica específica específica específica específica A B C D E F G H I J K L As regras do grupo A. Web Services – Informações Adicionais 5.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 5. H.1 Tabela de Códigos de Erros e Descrições de Mensagens de Erros CÓDIGO RESULTADO DO PROCESSAMENTO DA SOLICITAÇÃO 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 128 129 130 131 CÓDIGO Autorizado o uso do CT-e Cancelamento de CT-e homologado Inutilização de número homologado Lote recebido com sucesso Lote processado Lote em processamento Lote não localizado Serviço em Operação Serviço Paralisado Momentaneamente (curto prazo) Serviço Paralisado sem Previsão Uso Denegado Consulta cadastro com uma ocorrência Consulta cadastro com mais de uma ocorrência CT-e anulado pelo emissor CT-e substituído pelo emissor Apresentada Carta de Correção Eletrônica – CC-e CT-e desclassificado pelo Fisco MOTIVOS DE NÃO ATENDIMENTO DA SOLICITAÇÃO 201 202 203 204 Rejeição: O número máximo de numeração de CT-e a inutilizar ultrapassou o limite Rejeição: Falha no reconhecimento da autoria ou integridade do arquivo digital Rejeição: Emissor não habilitado para emissão do CT-e Rejeição: Duplicidade de CT-e [nRec:999999999999999] Pág. I. D. C.1.

Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 235 236 237 238 239 240 241 242 243 245 246 247 248 249 250 251 252 253 254 256 257 258 Rejeição: CT-e está denegado na base de dados da SEFAZ [nRec:999999999999999] Rejeição: Número de CT-e já está inutilizado na Base de dados da SEFAZ Rejeição: CNPJ do emitente inválido Rejeição: CNPJ do destinatário inválido Rejeição: IE do emitente inválida Rejeição: IE do destinatário inválida Rejeição: IE do substituto inválida Rejeição: Data de emissão CT-e posterior a data de recebimento Rejeição: CNPJ-Base do Emitente difere do CNPJ-Base do Certificado Digital Rejeição: Tamanho da mensagem excedeu o limite estabelecido Rejeição: Falha no schema XML Rejeição: Chave de Acesso difere da cadastrada Rejeição: CT-e não consta na base de dados da SEFAZ Rejeição: CT-e já está cancelado na base de dados da SEFAZ [nRec:999999999999999] Rejeição: Circulação do CT-e verificada Rejeição: CT-e autorizado há mais de 7 dias (168 horas) Rejeição: Confirmado a prestação do serviço do CT-e pelo destinatário Rejeição: Protocolo de Autorização de Uso difere do cadastrado Rejeição: CNPJ do transmissor do lote difere do CNPJ do transmissor da consulta Rejeição: A faixa inicial é maior que a faixa final Rejeição: Falha no Schema XML do CT-e Rejeição: Código da UF do Emitente diverge da UF autorizadora Rejeição: Erro na composição do Campo ID Rejeição: Data de Emissão muito atrasada Rejeição: IE do emitente não informada Rejeição: IE do emitente não cadastrada Rejeição: IE do emitente não vinculada ao CNPJ Rejeição: IE do destinatário não informada Rejeição: IE do destinatário não cadastrada Rejeição: IE do destinatário não vinculada ao CNPJ Rejeição: Inscrição SUFRAMA inválida Rejeição: Chave de Acesso com dígito verificador inválido Rejeição: CPF do destinatário inválido Rejeição: Cabeçalho .Versão do arquivo XML não suportada Rejeição: Cancelamento/Inutilização . 71 / 158 .Versão do arquivo XML superior a Versão vigente Rejeição: Cabeçalho .Irregularidade Fiscal do Emitente Rejeição: Um número da faixa já foi utilizado Rejeição: Elemento cteCabecMsg inexistente no SOAP Header Rejeição: XML Mal Formado Rejeição: CNPJ Emitente não cadastrado Rejeição: CNPJ Destinatário não cadastrado Rejeição: Sigla da UF do Emitente diverge da UF autorizadora Rejeição: UF do Recibo diverge da UF autorizadora Rejeição: UF da Chave de Acesso diverge da UF autorizadora Rejeição: UF diverge da UF autorizadora Rejeição: UF/Município destinatário não pertence a SUFRAMA Rejeição: Ambiente informado diverge do Ambiente de recebimento Rejeição: Digito Verificador da chave de acesso composta inválido Rejeição: CT-e a ser complementado não informado para CT-e complementar Rejeição: Um número de CT-e da faixa está inutilizado na Base de dados da SEFAZ Rejeição: Solicitante não habilitado para emissão do CT-e Rejeição: CNPJ da consulta inválido Pág.

erro Cadeia de Certificação Rejeição: Certificado Transmissor revogado Rejeição: Certificado Transmissor difere ICP-Brasil Rejeição: Certificado Transmissor erro no acesso a LCR Rejeição: Código da UF informada diverge da UF solicitada Rejeição: Certificado Assinatura inválido Rejeição: Certificado Assinatura Data Validade Rejeição: Certificado Assinatura sem CNPJ Rejeição: Certificado Assinatura .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 259 260 261 262 263 264 265 266 267 268 269 270 271 272 273 274 275 276 277 278 279 280 281 282 283 284 285 286 289 290 291 292 293 294 295 296 297 298 299 401 402 404 405 406 407 408 409 410 411 413 414 Rejeição: CNPJ da consulta não cadastrado como contribuinte na UF Rejeição: IE da consulta inválida Rejeição: IE da consulta não cadastrada como contribuinte na UF Rejeição: UF não fornece consulta por CPF Rejeição: CPF da consulta inválido Rejeição: CPF da consulta não cadastrado como contribuinte na UF Rejeição: Sigla da UF da consulta difere da UF do Web Service Rejeição: Série utilizada não permitida no Web Service Rejeição: CT-e Complementar referencia um CT-e inexistente Rejeição: CT-e Complementar referencia outro CT-e Complementar Rejeição: CNPJ Emitente do CT-e Complementar difere do CNPJ do CT complementado Rejeição: Código Município do Fato Gerador: dígito inválido Rejeição: Código Município do Fato Gerador: difere da UF do emitente Rejeição: Código Município do Emitente: dígito inválido Rejeição: Código Município do Emitente: difere da UF do emitente Rejeição: Código Município do Destinatário: dígito inválido Rejeição: Código Município do Destinatário: difere da UF do Destinatário Rejeição: Código Município do Local de Retirada: dígito inválido Rejeição: Código Município do Local de Retirada: difere da UF do Local de Retirada Rejeição: Código Município do Local de Entrega: dígito inválido Rejeição: Código Município do Local de Entrega: difere da UF do Local de Entrega Rejeição: Certificado Transmissor inválido Rejeição: Certificado Transmissor Data Validade Rejeição: Certificado Transmissor sem CNPJ Rejeição: Certificado Transmissor . 72 / 158 .erro Cadeia de Certificação Rejeição: Certificado Assinatura revogado Rejeição: Certificado Assinatura difere ICP-Brasil Rejeição: Certificado Assinatura erro no acesso a LCR Rejeição: Assinatura difere do calculado Rejeição: Assinatura difere do padrão do Projeto Rejeição: XML da área de cabeçalho com codificação diferente de UTF-8 Rejeição: CPF do remetente inválido Rejeição: XML da área de dados com codificação diferente de UTF-8 Rejeição: Uso de prefixo de namespace não permitido Rejeição: Código do país do emitente: dígito inválido Rejeição: Código do país do destinatário: dígito inválido Rejeição: O CPF só pode ser informado no campo emitente para o CT-e avulso Rejeição: Lote com CT-e de diferentes UF Rejeição: Campo cUF inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header Rejeição: UF informada no campo cUF não é atendida pelo WebService Rejeição: Campo versaoDados inexistente no elemento cteCabecMsg do SOAP Header Rejeição: Código de Município de término da prestação: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de término da prestação Pág.

Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 415 416 417 418 419 420 421 422 423 424 425 426 427 428 429 430 431 432 433 434 435 436 437 438 439 440 441 442 443 444 445 446 447 448 449 455 456 457 458 459 460 461 462 463 469 470 471 472 473 474 Rejeição: CNPJ do remetente inválido Rejeição: CPF do remetente inválido Rejeição: Código de Município de localização remetente: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização remetente Rejeição: IE do remetente inválida Rejeição: CNPJ remetente não cadastrado Rejeição: IE do remetente não cadastrada Rejeição: IE do remetente não vinculada ao CNPJ Rejeição: Código de Município de localização destinatário: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização destinatário Rejeição: CNPJ destinatário não cadastrado Rejeição: IE do destinatário não cadastrada Rejeição: IE do destinatário não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do expedidor inválido Rejeição: CPF do expedidor inválido Rejeição: Código de Município de localização expedidor: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização expedidor Rejeição: IE do expedidor inválida Rejeição: CNPJ expedidor não cadastrado Rejeição: IE do expedidor não cadastrada Rejeição: IE do expedidor não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do recebedor inválido Rejeição: CPF do recebedor inválido Rejeição: Código de Município de localização do recebedor: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização recebedor Rejeição: IE do recebedor inválida Rejeição: CNPJ recebedor não cadastrado Rejeição: IE do recebedor não cadastrada Rejeição: IE do recebedor não vinculada ao CNPJ Rejeição: CNPJ do tomador inválido Rejeição: CPF do tomador inválido Rejeição: Código de Município de localização tomador: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de localização tomador Rejeição: IE do tomador inválida Rejeição: CNPJ tomador não cadastrado Rejeição: Código de Município de início da prestação: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de início da prestação Rejeição: O lote contém CT-e de mais de um estabelecimento emissor Rejeição: Grupo de CT-e normal não informado para CT-e normal Rejeição: Grupo de CT-e complementar não informado para CT-e complementar Rejeição: Não informado os dados do remetente indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do expedidor indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do recebedor indicado como tomador do serviço Rejeição: Não informado os dados do destinatário indicado como tomador do serviço Rejeição: Remetente deve ser informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Rejeição: Destinatário deve ser informado para tipo de serviço diferente de redespacho intermediário Rejeição: Ano de inutilização não pode ser superior ao Ano atual Rejeição: Ano de inutilização não pode ser inferior a 2008 Rejeição: Tipo Autorizador do Recibo diverge do Órgão Autorizador Rejeição: Expedidor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermédiario Pág. 73 / 158 .

74 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 475 489 490 491 492 493 494 495 496 497 498 499 500 501 502 503 505 510 511 512 539 550 551 552 553 554 555 556 557 558 559 560 561 562 563 564 565 566 567 Rejeição: Recebedor deve ser informado para tipo de serviço de redespacho intermédiario Rejeição: IE do tomador não cadastrada Rejeição: IE do tomador não vinculada ao CNPJ Rejeição: CT-e referenciado é CT-e complementar Rejeição: Código de Município de envio: dígito inválido Rejeição: Código de Município diverge da UF de envio Rejeição: Processo de emissão informado inválido Rejeição: CT-e possui Carta de Correção Rejeição: Grupo CT-e de Anulação não informado para o CT-e de Anulação Rejeição: CT-e objeto da anulação inexistente Rejeição: CT-e objeto da anulação deve estar com a situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) Rejeição: CT-e de anulação deve ter tipo de emissão = normal Rejeição: CT-e objeto da anulação deve ter finalidade = 0 (normal) Rejeição: Data de emissão do CT-e de Anulação deve ocorrer em até 60 dias Rejeição: CT-e de anulação deve ter o valor do ICMS e de prestação iguais ao CT-e original Rejeição: CT-e Susbtituto deve ter tipo de emissão = normal Rejeição: Grupo CT-e de Substituição não informado para o CT-e de Substituição Rejeição: CNPJ do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: CNPJ do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: CNPJ do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeicao: Duplicidade de CT-e. com diferença na Chave de Acesso [chCTe: 99999999999999999999999999999999999999999999][nRec:999999999999999] Rejeição: O CNPJ do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CTe substituído Rejeição: O CNPJ do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CTe substituído Rejeição: O CNPJ do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do emitente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do remetente do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do destinatário do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do expedidor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do recebedor do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A IE do tomador do CT-e substituto deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A UF de início da prestação deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A UF de fim da prestação deve ser igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O valor da prestação do serviço deve ser menor ou igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: O valor do ICMS do CT-e subsituto deve ser menor ou igual ao informado no CT-e substituído Rejeição: A substituição de um CT-e deve ocorrer no prazo máximo de 60 contados da data de emissão do CT-e objeto de Substituição Rejeição: O CT-e de anulação não pode ser cancelado Rejeição: O CT-e só pode ser anulado pelo emitente Rejeição: CT-e objeto da anulação não pode ter sido anulado anteriormente Rejeição: CT-e objeto da anulação não pode ter sido substituído anteriormente Pág.

Pág.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 568 569 570 571 572 573 574 575 576 577 578 579 580 581 582 583 584 585 586 587 588 589 590 591 592 593 594 595 596 597 598 599 600 999 CÓDIGO Rejeição: CT-e a ser substituído inexistente Rejeição: CT-e a ser substituído deve estar com a situação autorizada (não pode estar cancelado ou denegado) Rejeição: CT-e a ser substituído não pode ter sido substituído anteriormente Rejeição: CT-e a ser substituído deve ter finalidade = 0 (normal) Rejeição: CT-e de anulação informado no grupo “Tomador não é contribuinte do ICMS” inexistente Rejeição: CT-e de anulação informado no grupo “Tomador não é contribuinte do ICMS” deve ter finalidade=2(Anulação) Rejeição: Vedado o cancelamento de CT-e do tipo substituto (tipo=3) Rejeição: Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Anulação associado Rejeição: Vedado o cancelamento se possuir CT-e de Substituição associado Rejeição: CT-e a ser substituído não pode ter sido anulado anteriormente Rejeição: Chave de acesso do CT-e anulado deve ser igual ao substituído Rejeição: Versão informada para o modal não suportada Rejeição: Falha no Schema XML específico para o modal Rejeição: Campo Valor da Carga deve ser informado para o modal Rejeição: Grupo Tráfego Mútuo deve ser informado Rejeição: Ferrovia emitente deve ser a de origem quando respFat=1 Rejeição: Referenciar o CT-e que foi emitido pela ferrovia de origem Rejeição: IE Emitente não autorizada a emitir CT-e para o modal informado Rejeição: Data e Justificativa de entrada em contingência não devem ser informadas para tipo de emissão normal. 2. 75 / 158 . Rejeição: O lote contém CT-e de mais de um modal Rejeição: O lote contem CT-e de mais de uma versão de modal Rejeição: Dígito Verificador inválido na Chave de acesso de NF-e transportada Rejeição: Chave de acesso inválida (Ano < 2009 ou Ano maior que Ano corrente) Rejeição: Chave de acesso inválida (Mês = 0 ou Mês > 12) Rejeição: Chave de acesso inválida (CNPJ zerado ou digito inválido) Rejeição: Chave de acesso inválida (modelo diferente de 57) Rejeição: Chave de acesso inválida (numero CT = 0) Rejeição: Cancelamento permitido apenas para CT-e da versão 1.: 1.03 Rejeicao: Usar somente o namespace padrao do CT-e Rejeicao: Nao eh permitida a presenca de caracteres de edicao no inicio/fim da mensagem ou entre as tags da mensagem Rejeicao: Chave de Acesso difere da existente em BD Rejeição: Erro não catalogado (informar a mensagem de erro capturado no tratamento da exceção) MOTIVOS DE DENEGAÇÃO DE USO 301 302 303 304 305 306 Uso Denegado : Irregularidade fiscal do emitente Uso Denegado : Irregularidade fiscal do remetente Uso Denegado : Irregularidade fiscal do destinatário Uso Denegado : Irregularidade fiscal do expedidor Uso Denegado : Irregularidade fiscal do recebedor Uso Denegado : Irregularidade fiscal do tomador OBS. Recomenda-se informar o campo xMotivo da mensagem de erro para o código 999 com a mensagem de erro do aplicativo ou do sistema que gerou a exceção não prevista. Recomenda-se a não utilização de caracteres especiais ou acentuação nos textos das mensagens de erro. Rejeição: Data e Justificativa de entrada em contingência devem ser informadas Rejeição: Data de entrada em contingência posterior a data de emissão.

Situação Atual do CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-sit. não podendo aparecer no texto de uma forma não controlada. Pedido de Inutilização de Numeração: O nome do arquivo será composto por: UF + Ano de inutilização + CNPJ do emitente + Modelo + Série + Número Inicial + Número Final com extensão “-ped-inu. Alguns caracteres afetam o funcionamento deste “parser”.xml”. Pedido de Consulta do Status do Serviço: O nome do arquivo será: “AAAAMMDDTHHMMSS” do momento da consulta com extensão “-ped-sta.xml”. Recibo: O nome do arquivo será o número do lote com extensão “-rec.xml”. criou-se um padrão de nome para os diversos tipos de arquivos utilizados pelo sistema CT-e. Pedido de Consulta Situação Atual do CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-ped-sit. São eles: • • • • • • • • • • • • • • CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-cte. Ex.xml”.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 5.xml”. Pág. & (e-comercial). ‘ (sinal de apóstrofe).xml”. Status do Serviço: O nome do arquivo será: “AAAAMMDDTHHMMSS” do momento da consulta com extensão “-sta. recomenda-se o uso de uma sequência de “escape” em substituição ao respectivo caractere. Endereço e Informação Adicional. Pedido de Cancelamento de CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-ped-can.xml”.xml”.3 Tratamento de Caracteres Especiais no Texto de XML Todos os textos de um documento XML passam por uma análise do “parser” específico da linguagem. Alguns destes caracteres podem aparecer especialmente nos campos de Razão Social.xml”. Informar a denominação: DIAS & DIAS LTDA como: DIAS &amp. Inutilização de Numeração: O nome do arquivo será composto por: Ano de inutilização + CNPJ do emitente + Modelo + Série + Número Inicial + Número Final com extensão “inu. 5. Pedido do Resultado do Processamento do Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do recibo com extensão “-ped-rec. DIAS LTDA no XML para não afetar o funcionamento do "parser".xml”. O padrão de nomenclatura também facilitará o aplicativo visualizador do CT-e. Cancelamento de CT-e: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-can. Para resolver o problema.xml”.2 Padrão de Nomes para os Arquivos Visando facilitar o processo de guarda dos arquivos pelos legítimos interessados. Envio de Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do lote com extensão “-envlot.xml”. 76 / 158 .xml”. Os caracteres que afetam o “parser” são: • • • • • > (sinal de maior). “ (aspas). < (sinal de menor). Denegação de Uso: O nome do arquivo será a chave de acesso completa com extensão “-den.xml”. Resultado do Processamento do Lote de CT-e: O nome do arquivo será o número do recibo com extensão “-pro-rec.

5.Modelo do Documento Fiscal serie . &quot. &#39.Ano e Mês de emissão do CT-e CNPJ .4 Chave de Acesso do CT-e Até a versão 1.04 do leiaute do CT-e. 77 / 158 .Código da UF do emitente do Documento Fiscal AAMM . a Chave de Acesso do Conhecimento de Transporte Eletrônico era representada por uma sequência de 44 caracteres numéricos. o campo tpEmis (forma de emissão da CT-e) passou a compor a chave de acesso da seguinte forma: Código da UF Quantidade de caracteres AAMM da emissão 04 CNPJ do Emitente 14 Modelo 02 Série 03 Número do CT-e 09 Forma de Emissão 01 Código Numérico 08 DV 01 02 O tamanho do campo cCT – código numérico do CT-e –foi reduzido para oito posiçõespara não alterar o tamanho da chave de acesso do CT-e de 44 posições que passa sercomposta pelos seguintes campos que se encontram dispersos no CT-e : • • • • • • • • • cUF . devendo ser composta pelos seguintes campos que se encontram dispersos no leiaute do CT-e (vide Anexo I): • • • • • • • • cUF . &amp.Ano e Mês de emissão do CT-e CNPJ .Código da UF do emitente do Documento Fiscal AAMM . &gt.Série do Documento Fiscal nCT .Dígito Verificador da Chave de Acesso A partir da versão 1.Código Numérico que compõe a Chave de Acesso cDV .03 do leiaute do CT-e.Dígito Verificador da Chave de Acesso Pág. representados da seguinte forma: Código da UF Quantidade de caracteres AAMM da emissão 04 CNPJ do Emitente 14 Modelo 02 Série 03 Número do CT-e 09 Código Numérico 09 DV 01 02 A Chave de Acesso do Conhecimento de Transporte Eletrônico não existe como a sequência acima descrita no leiaute do CT-e.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte caractere < > & " ' sequência de escape &lt.Número do Documento Fiscal cCT .CNPJ do emitente mod .CNPJ do emitente mod .Código Numérico que compõe a Chave de Acesso cDV .Modelo do Documento Fiscal serie .Número do Documento Fiscal tpEmis – Forma de emissão do CT-e cCT .Série do Documento Fiscal nCT .

1 posição com o Tipo de Autorizador (0 ou 1=SEFAZ normal. Exemplo: consideremos que a chave de acesso tem a seguinte sequência de caracteres: A CH AVED ACE E SSO 5 2 0 6 0 4 3 3 0 0 9 9 1 1 0 0 2 5 0 6 5 5 0 1 2 0 0 0 0 0 0 7 8 0 0 2 6 7 3 0 1 6 1 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 9 8 7 6 5 4 3 2 B PE SOS C PON E AÇÃO (A*B 20 6 0 54 0 28 18 15 0 0 18 81 8 7 0 0 8 15 0 54 40 35 0 5 8 0 0 0 0 0 0 35 32 0 0 18 48 49 18 0 4 18 2 DR ) Somatória das ponderações = 644 Dividindo a somatória das ponderações por 11 teremos.6. CÁLCULO DO DÍGITO VERIFICADOR DA CHAVE DE ACESSO DO CT-e O dígito verificador da chave de acesso do CT-e é baseado em um cálculo do módulo 11. o DV deverá ser igual a 0 (zero)..4.(resto da divisão) Quando o resto da divisão for 0 (zero) ou 1 (um). protegendo-a principalmente contra digitações erradas. com a seguinte regra de formação: • • • 2 posições com o Código da UF onde foi entregue o lote (codificação do IBGE).5 Número do Recibo de Lote O número do Recibo do Lote será gerado pelo Portal da Secretaria de Fazenda Estadual autorizadora. campo Quantidade de caracteres Código da UF 02 Tipo Autorizador 01 Sequencial 12 O projeto utiliza a codificação da UF definida pelo IBGE: Região Norte 11-Rondônia 12-Acre 13-Amazonas 14-Roraima 15-Pará 16-Amapá 17-Tocantins Região Nordeste 21-Maranhão 22-Piauí 23-Ceará 24-Rio Grande do Norte 25-Paraíba 26-Pernambuco 27-Alagoas 28-Sergipe 29-Bahia Região Sudeste 31-Minas Gerais 32-Espírito Santo 33-Rio de Janeiro 35-São Paulo Região Sul 41-Paraná 42-Santa Catarina 43-Rio Grande do Sul Região CentroOeste 50-Mato Grosso do Sul 51-Mato Grosso 52-Goiás 53-Distrito Federal Pág.8. 78 / 158 .5.7.(resto da divisão). 644 /11 = 58 restando 6. portando 11 .2. 12 posições numéricas sequenciais.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte O Dígito Verificador (DV) irá garantir a integridade da chave de acesso. 5=SEFAZ VIRTUAL-SP).3. 3=SEFAZ VIRTUAL-RS.3. O módulo 11 de um número é calculado multiplicando-se cada algarismo pela sequência de multiplicadores 2. .. valor este que comporá a chave de acesso totalizando a uma sequência de 44 caracteres. A somatória dos resultados das ponderações dos algarismos é dividida por 11 e o DV (dígito verificador) será a diferença entre o divisor (11) e o resto da divisão: DV = 11 .6 = 5 Neste caso o DV da chave de acesso do CT-e é igual a "5".9. posicionados da direita para a esquerda. 5.Como o dígito verificador DV = 11 .

7 Tempo Médio de Resposta O tempo médio de resposta é um indicador que mede a performance do serviço de processamento dos lotes dos últimos 5 minutos. 10 posições para o sequencial no ano. A regra de formação do número do protocolo é: 9 Tipo de Autorizador • • • • 9 9 código da UF 9 ano 9 9 9 9 9 9 9 9 9 sequencial de 10 posições 9 9 1 posição com o Tipo de Autorizador (1=SEFAZ normal. Pág. 2 posições para o código da UF do IBGE. sendo utilizada por todos os Web Service que precisam atribuir um número de protocolo para o resultado do processamento.6 Número do Protocolo O número do protocolo é gerado pelo Portal da Secretaria da Fazenda Estadual autorizadora para identificar univocamente as transações realizadas de autorização de uso. 2 posições para ano. A geração do número de protocolo será única. o tempo será informado como 1 segundo. cancelamento de CT-e e inutilização de numeração de CT-e. As frações de segundos serão arredondados para cima. 5=SEFAZ VIRTUAL-SP. Obtem-se o tempo médio de processamento de um CT-e pela divisão do tempo decorrido entre o recebimento da mensagem e o momento de armazenamento da mensagem de processamento do lote pela quantidade de CT-e existentes no lote. O tempo médio de resposta é a média dos tempos médios de processamento de um CT-e dos últimos 5 minutos. 5. Caso o tempo médio de resposta fique abaixo de 1 (um) segundo. . denegação de uso. 3=SEFAZ VIRTUAL-RS. 79 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 5.

destacam-se o registro do trânsito de mercadorias nos Postos Fiscais e. que não contém nenhuma marca legível por máquina. A impressão dos códigos de barras no DACTE tem a finalidade de facilitar e agilizar a captura de dados para consulta nos portais estaduais e da Receita Federal do Brasil.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 6. Dentre outras finalidades do código.4. descrito no item 5.4. Pág. Start C: inicia a codificação dos dados CODE-128C de acordo com o conjunto de caracteres. "zona de silêncio" ou "margem de silêncio". bem como visualizar a autorização de uso do mesmo. A margem clara também é chamada de "área livre". Com a chave de acesso é possível realizar a consulta integral ou resumida de um Conhecimento de Transporte Eletrônico e sua situação. existente à esquerda e à direita do código para evitar interferência na decodificação da simbologia. Para a sua impressão considerará a seguinte estrutura de simbolização: O código de barras representará apenas a chave de acesso do CT-e de 44 posições. a disponibilização do arquivo do CT-e consultado. Os dados adicionais contidos no segundo código de barras serão utilizados para auxiliar o registro da prestação do serviço acobertado pelo conhecimento de transporte eletrônico emitido em contingência. DV: dígito verificador da simbologia. e b) No caso de DACTE impresso para representar um CT-e emitido nos demais casos de contingência: dois códigos de barras. e outro para representar dados do CT-e emitido em contingência. descrita no item 5. Chave de acesso do CT-e: representa o conjunto de 44 caracteres da chave de acesso do CTe. indica o final do código ao leitor óptico. Stop: caractere de parada. a critério de cada unidade federada. O Start C não representa nenhum caractere. Utilize o código de barras: a) No caso de DACTE impresso para representar um CT-e emitido em operação normal ou em contingência utilizando a Sefaz Virtual de Contingência: apenas um código de barras com a chave única de acesso do arquivo do conhecimento de transporte eletrônico. Para a impressão do mesmo será considerada a seguinte estrutura de simbolização: Margem clara Start C Chave de acesso do CT-e DV Stop Margem clara Margem Clara: Espaço claro. um para representar a chave de acesso do arquivo do conhecimento de transporte eletrônico. 80 / 158 . Código de Barra O padrão de código de barras a ser impresso no DACTE é o CODE-128C. O conjunto de caracteres representativos do Código de Barras CODE-128C encontra-se no Anexo IV deste manual.

observando a área reservada no DACTE de 3 x 9 cm O código de barras será impresso com os padrões próprios residentes das impressoras de não impacto (laser ou deskjet) e de impacto (matriciais ou de linhas) a fim de respeitarem os padrões dos referidos códigos: • • A área reservada no DACTE.DD = Dia da emissão do CT-e. informar 99 quando a Operação for de comércio exterior. Todos os campos que formam o código de barras serão preenchidos com alinhamento à direita. Pág.vCT = Valor Total do Serviço do CT-e (sem ponto decimal.ICMSs = Destaque de ICMS por substituição tributária no CT-e. informar sempre os centavos).tpEmis = Forma de Emissão do CT-e .ICMSp = Destaque de ICMS próprio do CT-e no seguinte formato: • 1 = há destaque de ICMS próprio.1 Código de Barras Adicional O Código de Barras Adicional dos Dados do CT-e será formado pelo seguinte conteúdo. com 44 posições): -6 cm para impressoras de Não Impacto (Laser de Jato de Tinta). . calculado de forma igual ao DV da Chave de Acesso (item 5. então se tem: Tamanho do campo = 44 (caracteres) / 2 = 22 (símbolos) Considerando que cada símbolo possui 11 (módulos) * 22 (símbolos) = 242 posições Margem clara = terá no mínimo a dimensão de 10 (módulos) * 2 = 20 posições Start C = 11 (módulos) = 11 posições DV = 11 (módulos) = 11 posições Stop = 13 (módulos) = 13 posições Tamanho total da simbologia = 242 + 20 + 11 + 11 + 13 = 297 (posições) Largura mínima de cada módulo da barra = 6 cm / 297 (posições) = 0. conforme explicado a seguir: Considerando que para cada símbolo da barra são codificados dois caracteres. . . • 2 = não há destaque de ICMS próprio.02 cm. sem formatação e com os zeros não significativos necessários para alcançar o tamanho do campo. .5 cm para impressora de impacto (Matricial e de linha) Altura mínima da barra: 0.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte O código de barras será impresso com resolução mínima de 300 dpi.4). 81 / 158 . informar zeros no caso de operação com o exterior ou o CPF caso o destinatário ou remetente seja pessoa física. em um total de 36 caracteres: Quantidade de Caracteres cUF 02 tpEmis 01 CNPJ 14 vCT 14 ICMSp 01 ICMSs 01 DD 02 DV 01 . .02 cm • • 6. Obs.8 cm.cUF = Código da UF do destinatário ou remetente do Documento Fiscal. . • 2 = não há destaque de ICMS por substituição tributária. Largura mínima da barra: 0. Largura mínima total do código de barras (considerando o código de barras da chave de acesso.DV = Dígito Verificador.CNPJ = CNPJ do destinatário ou do remetente. -11. no seguinte formato: • 1 = há destaque de ICMS por substituição tributária.

O dígito verificador do código será o resto da divisão da somatória dos valores ponderados dividido por 103 (módulo 103). Pág.2 Cálculo do Dígito Verificador do CODE-128C O dígito verificador é baseado em um cálculo do módulo 103 considerando a soma ponderada dos valores de cada um dos dígitos na mensagem codificada. os demais valores dos caracteres coincidem com os valores da chave de acesso.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 6. 82 / 158 . incluindo o valor do caractere de início (start). B = barra preta S = espaço ou barra branca A numeração acima indica quantas vezes a barra será impressa no símbolo. Excetuando o caractere de start. Exemplo: consideremos que a chave de acesso fosse apenas de oito caracteres e contivesse o seguinte número: 09758364 Chave de acesso Sequência Valor do caractere Valor Ponderado (A X B) START A B C 105 105 09 1 9 9 75 2 75 150 83 3 83 249 64 4 64 256 • • • Na linha valor do caractere foi incluso o valor 105 que corresponde ao valor do caractere de início (start) para o padrão Code C. isto porque estamos utilizando o padrão Code C de codificação que é exclusivamente numérico. assim o DV é 48 Representação Simbólica do Código 09 75 B S B S B S B S B S 6.3 START B S B S B S 83 B S B S B S 64 B S B S B S DV = 48 B S B S B S B STOP S B S B B S B S 2 1 1 2 3 2 2 2 1 2 1 3 2 4 1 2 1 1 1 1 4 2 1 2 1 1 1 4 2 2 3 1 3 1 2 1 2 3 3 1 1 1 2 A sequência de barras está descrita na tabela do Anexo IV deste manual. Assim o dígito verificador será: • Valor da soma ponderada = (1x105)+(1x9)+(2x75)+(3x83)+(4x64) = 769 • 769/103 = 7 resta 48.

83 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 7. DACTE O DACTE (Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletronico) é um documento auxiliar impresso em papel e sua especificação/modelos de leiaute encontram-se disponíveis no Anexo: Manual de Orientações do Contribuinte – DACTE. Pág.

caberá à empresa decidir pela utilização do processo de contingência definido no parágrafo anterior. superior a 3 (três) minutos ou ausência de retorno. será utilizado o Web Service “cteStatusServico”. Para tempo de resposta. a empresa deverá identificar a saída do estado de contingência. Também por meio deste método. Antes de entrar em contingência a empresa também verificará o status operacional de sua rede interna. Contingência Nos casos de contingência.Nas UF em que a legislação não vede. Pág. 84 / 158 . .Nas UF em que a legislação vede a emissão dos documentos em papel. as empresas poderão emitir o correspondente modelo em papel substituído pelo CT-e. o contribuinte deverá utilizar uma das modalidades de contingência contidas no Manual de Contingência do CT-e (Anexo VI deste MOC) Para identificar o status operacional do Portal da Secretaria de Fazenda Estadual. enquanto não houver obrigatoriedade para o CT-e: .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 8. informado pela SEFAZ no retorno da consulta de Status.

que deverá avaliar a adequação. 85 / 158 . comportamento e performance de seu sistema de emissão de CT-e no ambiente de homologação. pode o contribuinte habilitar-se ao ambiente de produção.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 9. Uma vez aprovados os testes em homologação. Ambiente de Homologação / Produção As Secretarias de Fazenda Estaduais manterão dois ambientes para recepção de CT-e. Pág. O ambiente de homologação é específico para a realização de testes e integração das aplicações do contribuinte durante a fase de implementação e adequação do sistema de emissão de CT-e do contribuinte. A emissão de CT-e no ambiente de produção fica condicionada à prévia aprovação das equipes de TI e de negócios da própria empresa.

nem a distribuição dos CT-e para o tomador. Descrição/Observação TAG raiz 2 Dados do CT-e.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 10. Com a ampliação do processo de emissão de documentos eletrônicos estas implementações previstas no Projeto poderão ser exigidas. com acesso sob demanda e autenticação de acesso. Distribuição do CT-e para o Tomador do Serviço Conforme previsão na cláusula décima do AJUSTE SINIEF 09/07 o transportador e o tomador do serviço deverão manter em arquivo digital os Conhecimentos de Transporte eletrônicos pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais. 10. 1-1 1-1 1-1 Tam.99. inclusive com os dados da assinatura (Anexo I) Dados do Protocolo de Autorização de Uso (item 4. Os tomadores de serviços de transporte não emissores de Documentos Fiscais Eletrônicos poderão escriturar o CT-e com base nas informações contidas no DACTE. que deverá ser mantido para apresentação à administração tributária quando solicitado. Schema XML: procCTe_v99. Pág. baseado em WEB ou rede privativa.xsd # XR01 XR02 XR03 XR04 XR05 XR06 Campo cteProc versao CTe (dados) protCte (dados) Ele Raiz A G G Pai XR01 XR01 XR01 Tipo N Ocor. As formas mais comuns de troca de informações entre as empresas no “comércio eletrônico” (B2B) são: • • • • troca de mensagens em sistema específico. no credenciamento das empresas como emissor de CT-e.2 Leiaute da Distribuição: CT-e Será disponibilizado para o tomador o mesmo conteúdo do CT-e enviado para a SEFAZ autorizadora.2) Nota: Atualmente.1 Processo de Distribuição A modalidade tecnológica de intercâmbio do documento eletrônico entre o emissor e receptor será acordada entre ambos. 10.2. a SEFAZ não verifica a capacidade das empresas para recepção de documentos de forma eletrônica. 86 / 158 . disponibilização de informações em portais. 1-4 Dec. seja de forma eletrônica ou por qualquer outro meio que possibilite ao tomador do serviço ter acesso ao arquivo digital. troca de mensagens via e-mail. O DACTE é um Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte eletrônico hábil para acobertar a prestação de serviços de transporte e não substitui o Conhecimento de Transporte eletrônico em nenhuma hipótese. troca de arquivos. respeitando o sigilo fiscal e o padrão de conteúdo de dados definido neste item. O emissor do Conhecimento de Transporte eletrônico deve enviar ou disponibilizar o arquivo digital do CT-e para o tomador do serviço. apresentandoos à administração tributária. quando solicitados. na forma que segue. complementada com a informação da Autorização de Uso.

SUFRAMA quando a localidade de fim da prestação de serviço de transporte estiver localizada na área de incentivo fiscal administrada pela SUFRAMA.99)] + “-procCTe. • Inutilização de numeração de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99.xml.xml”. Inutilização de numeração de CT-e: Pedido de Inutilização de numeração de CT-e e a respectiva homologação do pedido. Cancelamento de CT-e: Pedido de Cancelamento de CT-e e a respectiva homologação do pedido. UF de fim da prestação do serviço de transporte.99)] + “-cartCorCTe. Exemplo: 143061234567890_v01. Exemplo: 143061234567890_v01. Nota: A composição do Número do Protocolo está descrita no item 5.00-procInutCTe. O compartilhamento das informações será realizado por meio do intercâmbio dos seguintes arquivos digitais: • • • • CT-e: Conhecimento de Transporte eletrônico e a respectiva autorização ou denegação de uso.99)] + “-procCancCTe. 87 / 158 .00-procCTe. O compartilhamento de documentos entre as SEFAZ e a RFB será realizado através dos Web Services de compartilhamento de Documentos Fiscais Elerônicos.00-procCancCTe. Carta de Correção do CT-e: Carta de Correção e respectiva confirmação de recepção da Carta de Correção. • Cancelamento de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. Pág.1 Processo de Compartilhamento Todos os documentos serão transmitidos para a Receita Federal do Brasil. seguindo a padronização de nomes de arquivos que segue: • CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99.xml.xml”. UF do tomador da prestação do serviço de transporte. que disponibilizará o compartilhamento destes documentos para os seguintes órgãos da administração tributária interessados: • • • • UF de início da prestação do serviço de transporte. 11.xml.xml”.6.99)] + “-procInutCTe. • Carta de Correção de CT-e: Número do Protocolo + “_v” + [Versão do arquivo de schema com 5 posições (ex: 99. Exemplo: 143061234567890_v01. Compartilhamento de Informações do CT-e entre Órgãos Públicos O Protocolo de Cooperação n° 03/2006 – II ENAT de i mplantação do Conhecimento de Transporte Eletrônico prevê o compartilhamento de CT-e entre as administrações tributárias.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 11.xml”.

Dec.1) Dados da homologação do pedido (item 4.xsd # ZR01 ZR02 ZR03 ZR04 ZR05 ZR06 Campo procInutCTe versao inutCTe (dados) retInutCte (dados) Ele Raiz A G G Pai ZR01 ZR01 ZR01 Tipo N Ocor. respeitado o sigilo fiscal. Raiz A YR01 N 1-1 1-4 2 G YR01 1-1 G YR01 1-1 Descrição/Observação TAG raiz Dados do Pedido de Cancelamento (item 4. 2 Descrição/Observação TAG raiz Dados do Pedido de Inutilização (item 4.2) 11.3 Leiaute de Compartilhamento: Cancelamento de CT-e Schema XML: procCancCTe_v99.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 11. que necessitem das informações para desempenho de suas atividades. 88 / 158 . Tam.4. mediante prévio convênio ou protocolo de cooperação. 1-4 Dec. inclusive com os dados da assinatura (Anexo I) Dados do Protocolo de Autorização de Uso (item 4.99.99.3.99. fundações e autarquias. 1-1 1-1 1-1 Tam.5 Compartilhamento de Documentos com Outros Órgãos Públicos O CT-e também poderá ser compartilhado com outros órgãos da administração direita. 1-1 1-1 1-1 Tam. indireta.1) Dados da homologação do pedido (item 4.3. 1-4 Dec.2 Leiaute de Compartilhamento: CT-e Schema XML: procCTe_v99.2) 11.xsd # YR01 YR02 YR03 YR04 YR05 YR06 Campo procCancCTe versao cancCTe (dados) retCancCTe (dados) Ele Pai Tipo Ocor.4 Leiaute de Compartilhamento: Inutilização de Numeração de CT-e Schema XML: procInutCTe_v99.4.2) 11. Descrição/Observação TAG raiz 2 Dados do CT-e.xsd # XR01 XR02 XR03 XR04 XR05 XR06 Campo cteProc versao CTe (dados) protCte (dados) Ele Raiz A G G Pai XR01 XR01 XR01 Tipo N Ocor. Pág.2.

d) coluna Ele: Pág. sendo 13 inteiras e 2 decimais. como por exemplo. Tipo Ocorr. Abreviações Utilizadas nas Colunas de Cabeçalho do Leiaute: # 135 Campo Nível Descrição vBC 3 Valor da Base de Cálculo do ICMS Ele. 89 / 158 .Contribuinte Anexo I – Leiaute do CT-e . b) coluna campo: identificador do nome do campo. que pode ser do emitente ou do destinatário. a IE. a) coluna # : identificador da linha da tabela. Por exemplo. Tamanho Domínio Exp. A diferenciação dos campos é realizada considerando as tags de grupo. Como a nomenclatura dos nomes dos campos foi padronizada. 2 ER23 15 posições. indicando que na estrutura hierárquica ele é “filho” do campo “ide” que possui nível = 1. um nome de campo é utilizado para identificar campos diferentes. Reg. Observações E N 1-1 13.Observações importantes para entendimento do Leiaute do CT-e 1. o campo CFOP possui nível = 2.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . c) coluna Nível: identificador do nível do campo na estrutura hierárquica no schema XML.

ID – indica que o campo é um ID da XML 1. C – campo alfanumérico. E . tamanhos separados por vírgula indicam que o campo deve ter um dos tamanhos fixos da lista. CG . G – indica que o campo é um Elemento de Grupo.indica que o campo é um Elemento de Grupo que deriva de uma Escolha (Choice). a existência de um único valor indica que o campo tem tamanho fixo.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte A . onde x indica a ocorrência mínima e y a ocorrência máxima.indica que o campo é um atributo do Elemento anterior. devendo-se informar a quantidade de caracteres exigidos.0. D – campo data. e) coluna Tipo: N – campo numérico. f) Coluna Ocorrência: x-y. CE – indica que o campo é um Elemento que deriva de uma Escolha (Choice).indica que o campo é um Elemento. RC – indica que o campo é uma key constraint (Restrição de Chave) para garantir a unicidade e presença do valor. preenchendo-se os zeros não significativos. Pág. onde x indica o tamanho mínimo e y o tamanho máximo. 90 / 158 . g) Coluna tamanho: x-y.

quando não especificado. o campo modal de transporte pode assumir os valores 01. informar o conteúdo deste campo com zeros. • Campos numéricos que representam valores e quantidades são de tamanho variável. exceto nas operações com o exterior. com uso do ponto decimal para indicar a parte fracionária se existente respeitando a quantidade de dígitos prevista no leiaute. sem formatação e com o preenchimento dos zeros não significativos. a TAG deste campo não será informada no arquivo do CT-e. Nesta coluna é apresentada uma referência.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte h) coluna Domínio: indica o conjunto de valores permitidos para um determinado campo. • As datas devem ser informadas no formato “AAAA-MM-DD”. CEP. etc. • Tratando-se de operações com o exterior. Reg: demonstra a expressão regular associada a um determinado campo. j) O tamanho máximo dos campos Tipo “C”. CST. sendo que os valores permitidos são listados ao final do leiaute. deverá obrigatoriamente ser preenchido. CPF. mas. respeitando o tamanho máximo previsto para o campo e a quantidade de casas decimais.02. O preenchimento de zeros não significativos causa erro de validação do Schema XML.) são informados com o tamanho fixo previsto. pois esta decisão depende diretamente da legislação tributária ou do modal de transporte. exemplo “D1”. Os campos numéricos são informados sem o separador de milhar.04 e 05.03. pois nem todos os serviços de transporte são realizados por meio de contêiner. Significa apenas que existem situações em que o preenchimento de um determinado campo em uma determinada situação não se aplica. • A forma e a obrigatoriedade de preenchimento dos campos do Conhecimento de Transporte eletrônico estão previstas na legislação aplicável para a operação que se pretende realizar. Regras de Preenchimento dos Campos do Conhecimento de Transporte Eletrônico: • Campos que representam códigos (CNPJ. Pág. uma vez que o campo CNPJ é obrigatório. sob o título de “Domínio”. o número de um contêiner é um campo opcional no leiaute/schema. i) coluna Exp. sendo que o conteúdo da expressão regular é listado ao final do leiaute. 91 / 158 . Por exemplo. 2. Os espaços informados no início e no final do campo alfanumérico também são evitados. • Inexistindo conteúdo (valor zero ou vazio) para um campo não obrigatório. informar o CPF da pessoa. Nesta coluna é apresentada uma referência. é 60 posições. quando ele existir. • No caso das pessoas desobrigadas de inscrição no CNPJ/MF. exemplo “ER27”. Por exemplo. sob o título “Expressão Regular”. • O uso de caracteres acentuados e símbolos especiais para o preenchimento dos campos alfanuméricos são evitados. A existência no leiaute/schema de campos de preenchimento opcional não deve ser interpretado como desobrigação de preenchimento.

92 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado – parte genérica Pág.

93 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado – Rodoviário Pág.

Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado – Aeroviário Pág. 94 / 158 .

95 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado – Aquaviário Pág.

96 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado – Ferroviáro Pág.

97 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte CT-e – Diagrama Simplificado – Dutoviário Pág.

Pago. 1-1 N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 8 D2 ER33 Utilizar a Tabela do IBGE. Número aleatório gerado pelo emitente para cada CT-e. 2 . 1 .60 1 D7 ER46 ER32 Preencher com: 0 .Outros Utilizar o código 57 para identificação do CT-e.À pagar. Código numérico que compõe a Chave de Acesso. 98 / 158 .04" Informar a chave de acesso do CT-e e precedida do literal "CTe" C 7 8 9 CFOP natOp forPag 2 2 2 Código Fiscal de Operações e Prestações Natureza da Operação Forma de pagamento do serviço E E E N C N 1-1 1-1 1-1 4 1 . emitido em substituição aos modelos de conhecimentos em papel. 47 ER40 ER44 Ex: "1. Tamanho Domínio Exp. Observações G A A G E E N N 1 infCte Informações do CT-e Versão do leiaute Identificador da tag a ser assinada Identificação do CT-e Código da UF do emitente do CT-e. com o objetivo de evitar acessos indevidos ao documento.Reg. ER30 ER28 ER34 Formato AAAA-MM-DDTHH:MM:DD Preencher com "0" no caso de série única 10 mod 2 Modelo do documento fiscal E N 1-1 2 D3 11 12 13 serie nCT dhEmi 2 2 2 Série do CT-e Número do CT-e Data e hora de emissão do CT-e E E E N N C 1-1 1-1 1-1 1-3 1-9 19 Pág.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Leiaute CT-e – Estrutura Genérica # 2 3 4 5 6 Campo versao Id ide cUF cCT Nível Descrição 0 1 1 1 2 2 Ele Tipo Ocorr.

3 .CT-e Substituto Preencher com: 0 . 3. Preencher com:1 . 8 .9) da chave de acesso.emissão de CT-e avulsa. 2 Paisagem.Normal. 1 . 99 / 158 . pelo contribuinte com seu certificado digital.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 14 15 tpImp tpEmis 2 2 Formato de impressão do DACTE Forma de emissão do CT-e E E N N 1-1 1-1 1 1 D1 D8 Preencher com: 1 .emissão de CT-e com aplicativo do contribuinte.Autorização pela SVC-RS. através do site do Fisco.CT-e de Anulação de Valores. 2 .CT-e de Complemento de Valores.CT-e Normal. 7 .Retrato. 1 . Iinformar a versão do aplicativo emissor de CT-e. 2 . 5 .Produção.20 44 7 Pág.emissão de CT-e avulsa pelo Fisco. Preencher com: 1 .Autorização pela SVC-SP ER35 Informar o dígito de controle da chave de acesso do CT-e que deve ser calculado com a aplicação do algoritmo módulo 11 (base 2. ER32 ER3 ER2 Utilizar a tabela do IBGE. 2 Homologação Preencher com: 0 .Contingência FSDA. Informar 9999999 para as operações com o exterior.emissão CT-e pelo contribuinte com aplicativo fornecido pelo Fisco. 16 cDV 2 Digito Verificador da chave de acesso do CT-e E N 1-1 1 17 18 tpAmb tpCTe 2 2 Tipo do Ambiente Tipo do CT-e E E N N 1-1 1-1 1 1 D1 D9 19 procEmi 2 Identificador do processo de emissão do CT-e E N 1-1 1 D9 20 21 22 verProc refCTE cMunEnv 2 2 2 Versão do processo de emissão Chave de acesso do CT-e referenciado Código do Município de envio do CT-e (de onde o documento foi transmitido) E E E C N N 1-1 0-1 1-1 1 .

sim. 1 . Preencher com: 0 . Porto ou Estação de Destino? Detalhes do retira E N 1-1 7 ER2 Utilizar a tabela do IBGE.Subcontratação. Informar 'EX' para operações com o exterior. Informar 9999999 para operações com o exterior. Informar 'EXTERIOR' para operações com o exterior. 1 . Filial.60 2 7 D5 ER32 ER2 Utilizar a tabela do IBGE. 05-Dutoviário Preencher com: 0 . 28 29 30 xMunIni UFIni cMunFim 2 2 2 E E E C C N 1-1 1-1 1-1 1 . 3 .Redespacho Intermediário 24 UFEnv 2 E C 1-1 2 D5 25 modal 2 E N 1-1 2 D26 26 tpServ 2 Tipo do Serviço E N 1-1 1 D9 27 cMunIni 2 Código do Município de início da prestação Nome do Município do início da prestação UF do início da prestação Código do Município de término da prestação Nome do Município do término da prestação UF do término da prestação Indicador se o Recebedor retira no Aeroporto.60 2 1 D5 D10 ER32 34 xDetRetira 2 E C 0-1 1 .Redespacho. 2 . 100 / 158 . Informar 'EXTERIOR' para operações com o exterior.Normal. 04-Ferroviário. Informar 'EX' para operações com o exterior.160 ER32 Pág. 02-Aéreo.60 ER32 Informar PAÍS/Município para as operações com o exterior. Informar 'EX' para operações com o exterior. Preencher com: 01-Rodoviário. 03-Aquaviário.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 23 xMunEnv 2 Nome do Município de envio do CT-e (de onde o documento foi transmitido) Sigla da UF de envio do CT-e (de onde o documento foi transmitido) Modal E C 1-1 1 .não 31 32 33 xMunFim UFFim retira 2 2 2 E E E C C N 1-1 1-1 1-1 1 . Informar 9999999 para operações com o exterior.

60 1 .Outros Obs: Informar os dados cadastrais do tomador do serviço ER6 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.14 ER7 ER26 42 43 44 45 46 xNome xFant fone enderToma xLgr 3 3 3 3 4 Razão Social ou Nome Nome Fantasia Telefone Dados do endereço Logradouro E E E G E C C N 1-1 0-1 0-1 1-1 1 . 3-Destinatário Serão utilizadas as informações contidas no respectivo grupo. 39 CNPJ 3 Número do CNPJ CE N 1-1 14 40 41 CPF IE 3 3 Número do CPF Inscrição Estadual CE E N C 1-1 0-1 11 0 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 35 36 toma03 toma 2 3 Indicador do "papel" do tomador do serviço no CT-e Tomador do Serviço CG E N 1-1 1-1 1 D9 Preencher com: 0-Remetente.12 ER32 ER32 ER36 C 1-1 1 . Informar os zeros não significativos. 2-Recebedor. 101 / 158 . Informar os zeros não significativos.60 7 . será informado o CNPJ com zeros. Caso o tomador não seja contribuinte do ICMS não informar o conteúdo. Informar a IE do tomador ou ISENTO se tomador é contribuinte do ICMS isento de inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.255 ER32 Pág. 1-Expedidor. conforme indicado pelo conteúdo deste campo 37 38 toma4 toma 2 3 Indicador do "papel" do tomador do serviço no CT-e Tomador do Serviço CG E N 1-1 1-1 1 D11 Preencher com: 4 .

ER27 ER32 ER47 ER34 ER32 Informar a data e hora no formato AAAA-MM-DDTHH:MM:SS Utilizar a tabela do BACEN 60 xCaracAd 2 E C 0-1 1 .15 ER32 Observações para o modal de Pág.15 ER32 Texto livre: REENTREGA. Informar EXTERIOR para operações com o exterior. etc 61 xCaracSer 2 E C 0-1 1 .60 1 . EMERGENCIAL.60 8 2 1-4 1 . etc Texto livre: ENTREGA EXPRESSA. LOGÍSTICA REVERSA.60 1 . REFATURAMENTO.30 ER32 62 63 64 xEmi fluxo xOrig 2 2 3 Funcionário emissor do CTe Previsão do fluxo da carga Sigla ou código interno da E G E C 0-1 0-1 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 nro xCpl xBairro cMun xMun CEP UF cPais xPais email dhCont xJust compl 4 4 4 4 4 4 4 4 4 3 2 2 1 Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município CEP Sigla da UF Código do país Nome do país Endereço de email Data e hora da entrada em contingência Justificativa da entrada em contingência Dados complementares do CTe para fins operacionais ou comerciais Característica adicional do transporte Característica adicional do serviço E E E E E E E E E E E E G C C C N C N C N C C C C 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1-1 1-1 0-1 1 . Informar os zeros não significativos Informar EX para operações com o exterior. CONVENCIONAL.60 1 .20 ER32 Preenchimento obrigatório para o modal de transporte aéreo.60 19 15 .60 7 1 .256 D5 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 ER33 Informar 9999999 para operações com o exterior. 102 / 158 . C 0-1 1 . DEVOLUÇÃO.

utilizar a sigla OACI. G 0-n C 0-1 1 .Sem data definida N 1-1 1-1 N 1-1 1 D13 Preencher com: 1-Na data. Pág. Quando não for possível. 2-Até a data.15 ER32 68 69 70 71 72 73 xRota Entrega semData tpPer comData tpPer 3 2 3 4 3 4 Código da Rota de Entrega Informações ref.15 ER32 Observação para o modal de transporte aéreo: . referente ao aeroporto de transferência. Quando não for possível. utilizar a sigla OACI.Preenchimento obrigatório para o modal de transporte aéreo.Será incluído o código de três letras IATA do aeroporto de destino. Quando não for possível.O código de três letras IATA. . utilizar a sigla OACI. . a previsão de entrega Entrega sem data definida Tipo de data/período programado para entrega Entrega com data definida Tipo de data/período programado para entrega E G CG E CG E C 0-1 0-1 1-1 1 . Qualquer solicitação de itinerário será incluída. 1 D12 0.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Filial/Porto/Estação/ Aeroporto de Origem transporte aéreo: . Observações para o modal de transporte aéreo: . será incluído quando for o caso.O código de três letras IATA do aeroporto de partida será incluído como primeira anotação.10 ER32 Esta opção é proibida para o Aeroviário.Preenchimento obrigatório para o modal de transporte aéreo. 65 66 pass xPass 3 4 Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/Aeroporto de Passagem E 67 xDest 3 Sigla ou código interno da Filial/Porto/Estação/Aeroporto de Destino E C 0-1 1 . 103 / 158 .

2000 D11 ER49 ER49 ER32 ER32 ER32 4 . 104 / 158 .10 1 8 8 1 .20 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 3-A partir da data 74 75 76 77 78 79 80 81 82 dProg noPeriodo tpPer dIni dFim semHora tpHor comHora tpHor 4 3 4 4 4 3 4 3 4 Data programada Entrega no período definido Tipo período Data inicial Data final Entrega sem hora definida Tipo de hora Entrega com hora definida Tipo de hora E CG E E E CG E CG E N N N D D D 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 D13 Preencher com: 1--No horário.No intervalo de tempo Formato HH:MM:SS Formato HH:MM:SS Informar o nome do campo no atributo xCampo e o conteúdo do campo no XTexto 1 .40 1 .40 1 .Sem hora definida 1 10 10 D11 ER9 ER9 4-no período Formato AAAA-MM-DD Formato AAAA-MM-DD 10 ER9 Formato AAAA-MM-DD 83 84 85 86 87 88 89 90 91 hProg noInter tpHor hIni hFim origCalc destCalc xObs ObsCont 4 3 4 4 4 2 2 2 2 Hora programada Entrega no intervalo de horário definido Tipo de hora Hora inicial Hora final Município de origem para efeito de cálculo do frete Município de destino para efeito de cálculo do frete Observações Gerais Campo de uso livre do contribuinte Identificação do campo Conteúdo do campo E CG E E E E E E G T 1-1 1-1 8 N T T C C C 1-1 1-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0 . 2-Até o horário.160 ER32 ER32 92 93 xCampo xTexto 3 3 A E C C 1-1 1-1 Pág. 3-A partir do horário ER49 Formato HH:MM:SS 1 D12 0.

14 1 .60 ER4 ER25 ER32 ER32 Informar zeros não significativos C C C C N C N C N 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 1 . Nos demais casos deverá sempre ser informado.20 1 .60 1 . 113 CNPJ 2 CE N 1-1 14 ER6 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. Pág.60 1 .60 8 2 7 .12 D6 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 ER33 Informar zeros não significativos ER36 Poderá não ser informado para os CT-e de redespacho intermediário.60 1 .60 ER32 ER32 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 xCampo xTexto emit CNPJ IE xNome xFant enderEmit xLgr nro xCpl xBairro cMun xMun CEP UF fone rem 3 3 1 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 1 A E G E E E E G E E E E E E E E E G C C 1-1 1-1 1-1 N N C C 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 14 2 .10 Informar o nome do campo no atributo xCampo e o conteúdo do campo no XTexto 1 . 105 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 94 ObsFisco 2 Campo de uso livre do contribuinte Identificação do campo Conteúdo do campo Identificação do Emitente do CT-e CNPJ do emitente Inscrição Estadual do Emitente Razão social ou Nome do emitente Nome fantasia Endereço do emitente Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município CEP Sigla da UF Telefone Informações do Remetente das mercadorias transportadas pelo CT-e Número do CNPJ G 0 .60 1 . será informado o CNPJ com zeros.60 7 1 .

Informar EXTERIOR para operações com o exterior. 116 117 118 119 120 121 122 123 124 125 126 127 128 129 130 131 xNome xFant fone enderReme xLgr nro xCpl xBairro cMun xMun CEP UF cPais xPais email infNF 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 2 Razão social ou nome do remetente Nome fantasia Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município CEP Sigla da UF Código do país Nome do país Endereço de email Informações das NF E E E G E E E E E E E E E E E CG C C N 1-1 0-1 0-1 1-1 1 .60 7 .14 ER7 ER26 Informar os zeros não significativos.60 1 .60 1 . ER27 ER32 ER47 Este grupo deve ser informado quando o documento originário for NF Utilizar a tabela do BACEN Pág.12 ER32 ER32 ER36 C C C C N C N C N C C 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1–n 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Informar os zeros não significativos.60 1 .255 1 . 114 115 CPF IE 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual CE E N C 1-1 1-1 11 0 .60 1 .60 8 2 1-4 1 .60 D5 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 ER33 Informar 9999999 para operações com o exterior. Informar a IE do remetente ou ISENTO se remetente é contribuinte do ICMS isento de inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS. Informar os zeros não significativos Informar EX para operações com o exterior. Caso o remetente não seja contribuinte do ICMS não informar o conteúdo.60 7 1 . 106 / 158 .

2 13.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 132 133 134 nRoma nPed mod 3 3 3 Número do Romaneio da NF Número do Pedido da NF Modelo da Nota Fiscal E E E C C N 0-1 0-1 1-1 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13.20 1 . 15 posições. na existência de mais de um. 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 serie nDoc dEmi vBC vICMS vBCST vST vProd vNF nCFOP 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 Série Número Data de Emissão Valor da Base de Cálculo do ICMS Valor Total do ICMS Valor da Base de Cálculo do ICMS ST Valor Total do ICMS ST Valor Total dos Produtos Valor Total da NF CFOP Predominante E E E E E E E E E E C C D N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-3 1 . 2 13.20 10 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 12 inteiras e 3 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais.NF Modelo 01/1A e Avulsa. 15 posições. predominância pelo critério de valor econômico. 15 posições. 15 posições. 107 / 158 .NF de Produtor ER32 ER32 ER9 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER23 ER46 Formato AAAA-MM-DD 15 posições. 3 2-9 ER20 ER37 N N 1-1 1-1 14 11 ER4 ER7 Pág. 2 13. Informar apenas quando diferente do endereço do remetente. PIN atribuído pela SUFRAMA para a operação. 2 13. 2 4 145 146 147 148 149 nPeso PIN locRet CNPJ CPF 3 3 3 4 4 Peso total em Kg PIN SUFRAMA Local de retirada constante na NF Número do CNPJ Número do CPF E E G CE CE N N 0-1 0-1 0-1 12. 15 posições. CFOP da NF ou.20 2 D4 ER32 ER32 Preencher com: 01 . 04 . 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais.

2 N 1-1 14 ER6 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil. 108 / 158 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. N 1-1 2 D14 Preencher com: 00 .255 1 . 10 .60 1 .20 10 13.60 2 D5 ER32 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 Informar 9999999 para operações com o exterior. Informar EXTERIOR para operações com o exterior. N N 1-1 0-1 1–n 44 2-9 ER3 ER37 PIN atribuído pela SUFRAMA para a operação. Informar EX para operações com o exterior.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 161 162 xNome xLgr nro xCpl xBairro cMun xMun UF infNFe chave PIN infOutros tpDoc 4 4 4 4 4 4 4 4 2 3 3 2 3 Razão Social ou Nome Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município Sigla da UF Informações das NF-e Chave de acesso da NF-e PIN SUFRAMA Informações dos demais documentos Tipo de documento originário E E E E E E E E CG E E CG E C C C C C N C C 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1–n 1 .Outros ER32 ER32 ER9 ER24 Formato AAAA-MM-DD 15 posições. será Pág.60 7 1 . 163 164 165 166 167 168 descOutros nDoc dEmi vDocFisc exped CNPJ 3 3 3 3 1 2 Descrição quando se tratar de 99-Outros Número Data de Emissão Valor do documento Informações do Expedidor da Carga Número do CNPJ E E E E G CE C C D N 0-1 0-1 0-1 0-1 0-1 1 . 99 .60 1 .60 1 .100 1 .Dutoviário.Declaração.

14 ER7 ER26 Informar os zeros não significativos.60 1 . Caso o expedidor não seja contribuinte do ICMS não informar o conteúdo. Informar a IE do expedidor ou ISENTO se expedidor é contribuinte do ICMS isento de inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte informado o CNPJ com zeros. Informar EXTERIOR para operações com o exterior. Informar os zeros não significativos Informar EX para operações com o exterior.60 1 . será Pág.60 1 .60 7 1 . 169 170 CPF IE 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual CE E N C 1-1 1-1 11 0 .60 7 . Informar os zeros não significativos. 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 xNome fone enderExped xLgr nro xCpl xBairro cMun xMun CEP UF cPais xPais email receb CNPJ 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 1 2 Razão Social ou Nome Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município CEP Sigla da UF Código do país Nome do país Endereço de email Informações do Recebedor da Carga Número do CNPJ E E G E E E E E E E E E E E G CE C N 1-1 0-1 1-1 1 . ER27 ER32 ER47 Utilizar a tabela do BACEN N 1-1 14 ER6 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.60 D5 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 ER33 Informar 9999999 para operações com o exterior.255 1 .60 8 2 1-4 1 .12 ER32 ER36 C C C C N C N C N C C 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0-1 1 . 109 / 158 .

60 7 1 . 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 201 202 203 204 xNome fone enderReceb xLgr nro xCpl xBairro cMun xMun CEP UF cPais xPais email dest CNPJ 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 1 2 Razão Social ou Nome Telefone Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município CEP Sigla da UF Código do país Nome do país Endereço de email Informações do Destinatário do CT-e Número do CNPJ E E G E E E E E E E E E E E G CE C N 1-1 0-1 1-1 1 .12 ER32 ER36 C C C C N C N C N C C 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0-1 1 .60 1 . Informar a IE do recebedor ou ISENTO se recebedor for contribuinte do ICMS isento de inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.255 1 . Informar EXTERIOR para operações com o exterior. 110 / 158 .60 D5 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 ER33 Informar 9999999 para operações com o exterior. Informar os zeros não significativos Informar EX para operações com o exterior. Caso o recebedor não seja contribuinte do ICMS não informar o conteúdo. ER27 ER32 ER47 Só pode ser omitido em caso de redespacho intermediário Utilizar a tabela do BACEN N 1-1 14 ER6 Em caso de empresa não estabelecida no Brasil.14 ER7 ER26 Informar os zeros não significativos.60 1 .60 8 2 1-4 1 . Informar os zeros não significativos.60 7 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte informado o CNPJ com zeros.60 1 . será Pág. 187 188 CPF IE 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual CE E N C 1-1 1-1 11 0 .

60 7 . Informar os zeros não significativos. 111 / 158 . Informar a IE do destinatário ou ISENTO se destinatário for contribuinte do ICMS isento de inscrição no cadastro de contribuintes do ICMS.60 1 .60 7 1 .12 8-9 ER32 ER36 ER38 (Obrigatório nas operações com as áreas com benefícios de incentivos fiscais sob controle da SUFRAMA) 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 enderDest xLgr nro xCpl xBairro cMun xMun CEP UF cPais xPais email 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 Dados do endereço Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município CEP Sigla da UF Código do país Nome do país Endereço de email G E E E E E E E E E E E C C C C N C N C N C C 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1 .60 D5 ER27 ER32 ER47 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 ER33 Informar 9999999 para operações com o exterior. 207 208 209 xNome fone ISUF 2 2 2 Razão Social ou Nome do destinatário Telefone Inscrição na SUFRAMA E E E C N N 1-1 0-1 0-1 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte informado o CNPJ com zeros.60 8 2 1-4 1 . Utilizar a tabela do BACEN Pág. 205 206 CPF IE 2 2 Número do CPF Inscrição Estadual CE E N C 1-1 0-1 11 0 . Informar EXTERIOR para operações com o exterior. Informar os zeros não significativos Informar EX para operações com o exterior.60 1 .14 ER7 ER26 Informar os zeros não significativos.60 1 . Caso o destinatário não seja contribuinte do ICMS não informar o conteúdo.255 1 .

60 1 . Informar EX para operações com o exterior.60 1 . FRETE VALOR. AGENDAMENTO. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 112 / 158 . etc 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. ADEME.60 1 . 2 ER23 14 11 1 . Informar EXTERIOR para operações com o exterior. sendo 13 inteiras e 2 decimais. SEC/CAT.15 ER32 Exemplos: FRETE PESO. 15 posições. Pode conter zeros quando o CT-e for de complemento de ICMS 15 posições.60 2 D5 ER4 ER7 ER32 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 ER32 Informar apenas quando diferente do endereço do destinatário Informar 9999999 para operações com o exterior. 235 236 237 vRec Comp xNome 2 2 3 Valor a Receber Componentes do Valor da Prestação Nome do componente E G E N 1-1 0-n 13. 2 ER23 C 1-1 1 .60 7 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 222 223 224 225 226 227 228 229 230 231 232 233 234 locEnt CNPJ CPF xNome xLgr nro xCpl xBairro cMun xMun UF vPrest vTPrest 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 1 2 Local de Entrega constante na Nota Fiscal Número do CNPJ Número do CPF Razão Social ou Nome Logradouro Número Complemento Bairro Código do município (utilizar a tabela do IBGE) Nome do município Sigla da UF Valores da Prestação de Serviço Valor Total da Prestação do Serviço G CE CE E E E E E E E E G E N N N C C C C C N C C 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 13. 2 ER23 Pág. 238 239 vComp imp 3 1 Valor do componente Informações relativas aos E G N 1-1 1-1 13.255 1 .

2 13. 113 / 158 .tributação com BC reduzida do ICMS 5 posições. não Tributado ou diferido Classificação Tributária do Serviço G CG E E E E CG E E E E E CG E N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 D19 Preencher com: 40 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Impostos 240 241 242 243 244 245 246 247 248 249 250 251 252 253 ICMS ICMS00 CST vBC pICMS vICMS ICMS20 CST pRedBC vBC pICMS vICMS ICMS45 CST 2 3 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 3 4 Informações relativas ao ICMS Prestação sujeito à tributação normal do ICMS Classificação Tributária do Serviço Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Prestação sujeito à tributação com redução de BC do ICMS Classificação Tributária do serviço Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Isento. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13. 2 3. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais.ICMS isenção. 5 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais.ICMS cobrado por substituição CG 1-1 Pág. 15 posições. 2 3. 2 13. 5 posições.ICMS não tributada. 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais.tributação normal ICMS 15 posições. 15 posições. 41 . 254 ICMS60 3 Tributação pelo ICMS60 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 D18 ER11 ER23 ER10 ER23 20 . 2 D17 ER23 ER10 ER23 00 . 51 .ICMS diferido 2 3.

2 13. 2 13. 2 D21 ER11 90 . 2 13. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 ER23 90 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. Responsabilidade do recolhimento do ICMS atribuído ao tomador ou 3º por ST 255 256 257 258 259 260 261 262 263 264 265 266 267 CST vBCSTRet vICMSSTRet pICMSSTRet vCred ICMS90 CST pRedBC vBC pICMS vICMS vCred ICMSOutraUF 4 4 4 4 4 3 4 4 4 4 4 4 3 Classificação Tributária do Serviço Valor da BC do ICMS ST retido Valor do ICMS ST retido Alíquota do ICMS Valor do Crédito outorgado/presumido ICMS Outros Classificação Tributária do Serviço Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito Outorgado/Presumido ICMS devido à UF de origem da prestação.ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 D20 ER23 ER23 ER10 ER23 60 . sendo 3 inteiras e 2 Pág. 15 posições. 2 13. 2 13. 2 3. 2 3. 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte tributária.ICMS outros 5 posições. 15 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 5 posições. 268 269 CST pRedBCOutraUF 4 4 E E N N 1-1 0-1 2 3. quando diferente da UF do emitente Classificação Tributária do Serviço Percentual de redução da BC E E E E E CG E E E E E E CG N N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 2 3. sendo 13 inteiras e 2 decimais.ICMS outros 5 posições. 5 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 114 / 158 . 15 posições.

"Medidas: 12X12X12" Para o Aeroviário é obrigatório o preenchimento desse campo pelo menos 3 vezes. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 ER23 ER10 ER23 15 posições. etc 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. "GRANEL". 2 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 115 / 158 .2000 D22 ER32 Norma referenciada. sempre em 1 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte decimais. Grupo de informações do CT-e CG Normal e Substituto Informações da Carga do CT-e Valor total da carga G E 279 280 proPred xOutCat 3 3 Produto predominante Outras características da carga E E C C 1-1 0-1 1 .30 ER32 ER32 281 infQ 3 Informações de quantidades da Carga do CT-e G 1-n Pág. 2 . informações complementares. Dever ser informado para todos os modais de transporte.Peso Cubado. Informar a descrição do produto predominante "FRIA". sendo 13 inteiras e 2 decimais. "REFRIGERADA".Quantidade de volumes. 270 271 272 273 274 275 276 277 278 vBCOutraUF pICMSOutraUF vICMSOutraUF ICMSSN indSN infAdFisco infCTeNorm infCarga vCarga 4 4 4 3 4 2 1 2 3 Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS devido outra UF Simples Nacional Indica se o contribuinte é Simples Nacional 1=Sim Informações adicionais de interesse do Fisco E E E CG E E N C N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 N 0-1 13.60 1 . 2 3.Peso Bruto. 15 posições. 1 . 2 ER23 15 posições. sempre em quilogramas (obrigatório). 3 . com exceção do Dutoviário. 5 posições. sempre em quilogramas (obrigatório).

05-MMBTU ER32 Exemplos: PESO BRUTO.ULD) significa todo tipo de contêiner de carga. 02-TON. 4 . 04-LITROS.20 10 ER32 ER9 Formato AAAA-MM-DD N 1-1 14 ER6 Em caso de empresa não Pág. 03-UNIDADE. PESO DECLARADO. PESO AFERIDO. Dispositivo de carga unitizada (Unit Load Device . palete de aeronave com rede ou palete de aeronave com rede sobre um iglu.20 ER42 283 tpMed 4 Tipo da Medida E C 1-1 1 . contêiner de avião. 282 cUnid 4 Código da Unidade de Medida E N 1-1 2 D15 Preencher com: 00-M3. LITRAGEM. PESO CUBADO. CAIXAS e etc 15 posições. 01-KG. 116 / 158 . 1 . 4 ER17 286 287 288 289 290 291 292 nCont lacContQt nLacre dPrev docAnt emiDocAnt CNPJ 3 3 4 3 2 3 4 Número do Container/ULD Lacres dos containeres/ULD Número do lacre Data prevista de entrega Documentos de Transporte Anterior Emissor do documento anterior Número do CNPJ E G E E G G CE C 1-1 0-n C D 1-1 0-1 0-1 1-n 1 . PESO AFORADO.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte unidades (obrigatório). PESO BASE DE CÁLCULO.Cubagem. sempre em metros cúbicos (obrigatório apenas quando for impossível preencher as dimensões da(s) embalagem(ens) na tag #12 do leiaute do Aeroviário). sendo 11 inteiras e 4 decimais.20 284 285 qCarga contQt 4 2 Quantidade Informações dos containeres/ULD E G N 1-1 0-n 11.

117 / 158 .NF Modelo 27. será informado o CNPJ com zeros. 09-Conhecimento Aéreo Internacional. 02-ACT. 06-CTMC. Informar os zeros não significativos. 12-TIF (Transporte Internacional Ferroviário). 01-CTAC. 07-ATRE.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte estabelecida no Brasil. 99 . 298 299 idDocAntPap tpDoc 5 6 CG E N 1-n 1-1 2 D24 Preencher com: 00-CTRC. Informar os zeros não significativos. 08-DTA (Despacho de Transito Aduaneiro).NF Modelo 7.Carta de Porte Internacional. 05-Conhecimento Aéreo Nacional.14 2 1 . 03 . 293 294 295 296 297 CPF IE UF xNome idDocAnt 4 4 4 4 4 Número do CPF Inscrição Estadual Sigla da UF Razão Social ou Nome do expedidor Informações de identificação dos documentos de Transporte Anterior Documentos de transporte anterior em papel Tipo do Documento de Transporte Anterior CE E E E G N N C C 1-1 1-1 1-1 1-1 1-2 11 2 . 10 – Conhecimento .outros ER32 ER32 300 301 serie subser 6 6 Série do Documento Fiscal Série do Documento Fiscal E E C C 1-1 0-1 1-3 1-2 Pág.60 D5 ER32 ER7 ER25 Informar EX para operações com o exterior. 04 . 11 – Conhecimento Avulso.

Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 302 303 304 305 306 307 seg nDoc dEmi idDocAntEle chave 6 6 5 6 2 3 Número do Documento Fiscal Data de emissão (AAAA-MMDD) Documentos de transporte anterior eletrônicos Chave de acesso do CT-e Informações de Seguro da Carga Responsável pelo seguro E E CG E G E N D 1-1 1-1 1-n 1 . 2 . 3 . Para os demais modais de transporte esta informação é opcional. 1. pois muitas averbações ocorrem após a emissão do CT-e.Tomador de Serviço. 5 .Recebedor. depois da lei 11. mensalmente.Expedidor.Emitente do CT-e. Dados obrigatórios apenas no Rodoviário. 4 . ER32 ER32 ER32 Obrigatório pela lei 11. 2 ER24 Pág. 15 posições. por exemplo.442/07 (RCTRC) Não é obrigatório. Normalmente igual ao valor declarado da mercadoria.Remetente.30 1 .Destinatário. quando a mercadoria transportada é isenta de tributos nacionais para exportação. 118 / 158 . onde é preciso averbar um valor maior. o valor a 308 309 310 xSeg nApol nAver 3 3 3 Nome da Seguradora Número da Apólice Número da Averbação E E E C C C 0-1 0-1 0-1 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.442/07.20 20 311 vCarga 3 Valor da Carga para efeito de averbação E N 0-1 13. pois no caso de indenização. diferente por exemplo.20 10 ER39 ER9 N 1-1 0-n 44 ER3 respSeg N 1-1 1 D16 Preencher com: 0.

99 Ferroviário . Aeroviário.arquivo CTeModalFerroviario_v9. A especificação do schema XML para cada modal de transporte pode ser encontrada nos arquivos que acompanham este pacote de liberação: Rodoviário .99 é a designação genérica para a versão do arquivo. G A E N C 1-1 1-1 1-1 ER40 O elemento do tipo -any. ferroviário.99 Onde v9.04 será denominado "CTeModalRodoviario_v1. G 0-n Pág.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte ser pago será maior 312 313 314 infModal versaoModal xs:any 2 3 3 Informações do modal Versão do leiaute específico para o Modal XML do modal Insira neste local o XML específico do modal (rodoviário. 119 / 158 .99 Dutoviário .permite estender o documento XML com elementos não especificados pelo schema.ver arquivo CTeModalAereo_v9. Não deve ser preenchido para dutoviário.arquivo CTeModalDutoviario_v9.99 Aéreo . ferroviário. aéreo. Por exemplo.ver arquivo CTeModalRodoviario_v9. o arquivo para o schema do Rodoviário na versão 1. Observação para o Aeroviário: .any.04".arquivo CTeModalAquaviario_v9.99 Aquaviário . aquaviário ou dutoviário).o XML específico do modal de transporte (rodoviário. aquaviário ou dutoviário).O preenchimento desses campos não desobriga a empresa aérea de emitir os demais documentos que 315 peri 2 Preenchido quando for transporte de produtos classificados pela ONU como perigosos. Insira neste local .

e risco subsidiário/risco secundário Grupo de Embalagem E C 1-1 1 . portanto haverá casos de não preenchimento desse campo. Para o Aeroviário o nome apropriado para transporte deve ser em inglês. 316 nONU 3 Número ONU/UN E C 1-1 1-4 ER41 Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal de transporte Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal de transporte.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte constam na legislação vigente. 317 xNomeAE 3 Nome apropriado para embarque do produto E C 1-1 1 .20 ER32 Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal de transporte Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal de transporte Preencher conforme a legislação de transporte de produtos perigosos aplicada ao modal de transporte. 320 qTotProd 3 Quantidade total por produto E C 1-1 1 .150 ER32 318 xClaRisco 3 Classe ou subclasse/divisão. Para o rodoviário e ferroviário. este campo não é exigido.40 ER32 319 grEmb 3 E C 0-1 1-6 ER32 321 qVolTipo 3 Quantidade e Tipo de volumes E C 0-1 1 .60 ER32 322 pontoFulgor 3 Ponto de Fulgor E C 0-1 1-6 ER32 323 veicNovos 2 informações dos veículos transportados G 0-n Pág. Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal de transporte Ver a legislação de transporte de produtos perigosos aplicadas ao modal de transporte A legislação não atribui grupo de embalagem para todos os produtos. No caso de transporte rodoviário e ferroviário. o nome apropriado deve ser em português. 120 / 158 .

sendo 13 inteiras e 2 decimais. C D N 0-1 0-1 0-1 0-1 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 324 325 326 327 328 329 330 331 332 333 334 335 336 337 338 339 340 341 342 343 chassi cCor xCor cMod vUnit vFrete cobr fat nFat vOrig vDesc vLiq dup nDup dVenc vDup infCteSub chCte tomaICMS refNFe 3 3 3 3 3 3 2 3 4 4 4 4 3 4 4 4 2 3 3 4 Chassi do veículo Cor do veículo Descrição da cor Código Marca Modelo Valor Unitário do Veículo Frete Unitário Dados da cobrança do CT-e Dados da fatura Número da fatura Valor original da fatura Valor do desconto da fatura Valor líquido da fatura Dados das duplicatas Número da duplicata Data de vencimento da duplicata (AAAA-MM-DD) Valor da duplicata Informações do CT-e de substituição Chave de acesso do CT-e a ser substituído (original) Tomador é contribuinte do ICMS Chave de acesso da NF-e emitida pelo Tomador E E E E E E G G E E E E G E E E G E CG CE C C C C N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 0-1 17 1-4 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 15 posições.60 10 13. 121 / 158 . 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 ER32 ER9 ER24 15 posições. 2 13. N 1-1 1-1 44 ER3 N 1-1 44 ER3 Pág.40 1-6 13. 2 ER42 ER32 ER32 ER32 ER23 ER23 Utilizar tabela RENAVAM 15 posições. 2 13. 2 13. 2 ER32 ER24 ER24 ER24 15 posições. Código de cada montadora C N N N 0-1 0-1 0-1 0-1 0-n 1 . sendo 13 inteiras e 2 decimais.60 13.

15 13. Data de emissão do documento fiscal. 2 10 44 D25 ER30 ER30 ER43 ER23 ER9 ER3 15 posições.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 344 345 346 347 348 349 350 351 352 353 354 355 356 357 358 359 360 361 362 refNF CNPJ mod serie subserie nro valor dEmi refCte tomaNaoICMS refCteAnu infCteComp chave vPresComp vTPrest compComp xNome vComp impComp 4 5 5 5 5 5 5 5 4 3 4 1 2 2 3 3 4 4 2 Informação da NF ou CT emitido pelo Tomador CNPJ do Emitente Modelo do Documento Fiscal Série do documento fiscal Subserie do documento fiscal Número do documento fiscal Valor do documento fiscal. 2 ER32 ER23 15 posições. Chave de acesso do CT-e emitido pelo Tomador Tomador não é contribuinte do ICMS Chave de acesso do CT-e de Anulação Detalhamento do CT-e complementado Chave do CT-e complementado Valores da prestação de serviço Valor Total da Prestação de Serviço Complementado Componentes do valor da prestação Nome do componente Valor do componente Iinformações relativas aos Impostos complementados CG E E E E E E E CE CG E CG E G E G E E G C N N N N N C N N N N D N 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1 . ER4 Informar o CNPJ do emitente do Documento Fiscal Pág. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 ER23 15 posições. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 122 / 158 . 13.10 1-1 1-1 1-1 0-n 1-1 1-1 1-1 1 . 44 ER3 44 ER3 14 2 1-3 1-3 1-6 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais.

2 3. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições. 51 . 2 3. 15 posições. 2 13.tributação com BC reduzida do ICMS 5 posições. 2 13. 2 D17 ER23 ER10 ER23 00 . 2 13. 2 13. 5 posições. 41 . 377 ICMS60 4 Tributação pelo ICMS60 . 123 / 158 .ICMS isenção.ICMS diferido 2 3.ICMS cobrado por substituição tributária.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 363 364 365 366 367 368 369 370 371 372 373 374 375 376 ICMSComp ICMS00 CST vBC pICMS vICMS ICMS20 CST pRedBC vBC pICMS vICMS ICMS45 CST 3 4 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 4 5 Prestação sujeito à tributação normal do ICMS classificação Tributária do Serviço Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Prestação sujeito à tributação com redução de BC do ICMS Classificação Tributária do serviço Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS ICMS Isento. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições.tributação normal ICMS 15 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais. sendo 13 inteiras e 2 decimais.ICMS não tributada. sendo 13 inteiras e 2 decimais. não Tributado ou diferido Classificação Tributária do Serviço G CG E E E E CG E E E E E CG E N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 2 D19 Preencher com: 40 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. Responsabilidade do CG 1-1 Pág. 2 D18 ER11 ER23 ER10 ER23 20 . 5 posições.

Conhecimento de Transporte eletrônico
Manual de Orientações – Contribuinte

recolhimento do ICMS atribuído ao tomador ou 3º por ST 378 379 380 381 382 383 384 385 386 387 388 389 390 CST vBCSTRet vICMSSTRet pICMSSTRet vCred ICMS90 CST pRedBC vBC pICMS vICMS vCred ICMSOutraUF 5 5 5 5 5 4 5 5 5 5 5 5 4 Classificação Tributária do Serviço Valor da BC do ICMS ST retido Valor do ICMS ST retido Alíquota do ICMS Valor do Crédito outorgado/Presumido ICMS Outros Classificação Tributária do Serviço Percentual de redução da BC Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS Valor do Crédito Outorgado/Presumido ICMS devido à UF de origem da prestação, quando diferente da UF do emitente Classificação Tributária do Serviço Percentual de redução da BC E E E E E CG E E E E E E CG N N N N N N N N N N N 1-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 1-1 1-1 1-1 0-1 1-1 2 3, 2 13, 2 3, 2 13, 2 13, 2 D21 ER11 ER23 ER10 ER23 ER23 90 - ICMS outros 5 posições, sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais. 5 posições, sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 13, 2 13, 2 3, 2 13, 2 D20 ER23 ER23 ER10 ER23 60 - ICMS cobrado anteriormente por substituição tributária 15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais. 15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais. 5 posições, sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais.

391 392

CST pRedBCOutraUF

5 5

E E

N N

1-1 0-1

2 3, 2

D21 ER11

90 - ICMS outros 5 posições, sendo 3 inteiras e 2 decimais.

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Manual de Orientações – Contribuinte

393 394 395 396 397 398 399 400

vBCOutraUF pICMSOutraUF vICMSOutraUF ICMSSN indSN infAdFisco infCteAnu chCte

5 5 5 4 5 3 1 2

Valor da BC do ICMS Alíquota do ICMS Valor do ICMS devido outra UF Simples Nacional Indica se o contribuinte é Simples Nacional 1=Sim Informações adicionais de interesse do Fisco Detalhamento do CT-e do tipo Anulação de Valores Chave de acesso do CT-e original a ser anulado e substituído Data de emissão da declaração do tomador não contribuinte do ICMS ds:Signature

E E E CG E E CG E

N N N

1-1 1-1 1-1 1-1

13, 2 3, 2 13, 2

ER23 ER10 ER23

15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais. 5 posições, sendo 3 inteiras e 2 decimais. 15 posições, sendo 13 inteiras e 2 decimais.

N C

1-1 0-1 1-1

1 1 - 1000

D22 ER32

N

1-1

44

ER3

401

dEmi

2

E

D

1-1

10

ER9

402

0

E

C

1-1

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Manual de Orientações – Contribuinte

Leiaute – Rodoviário
# 1 2 Campo rodo RNTRC
Nível Descrição

Ele Tipo Ocorr. Tamanho Domínio Exp.Reg. Observações G E N 1-1 1-1 8 ER33 Registro obrigatório do emitente do CT-e junto à ANTT para exercer a atividade de transportador rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. Formato AAAA-MM-DD Preencher com: 0 - Não; 1 - Sim Obs. Será lotação quando houver apenas 1 tomador do serviço por veículo, ou combinação veicular, e por viagem ER51 Também Conhecido como conta frete

0 1

Informações do Rodoviário Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga

3 4

dPrev lota

1 1

Data prevista para entrega da carga no Recebedor Indicador de Lotação

E E

D N

1-1 1-1

10 1 D10

ER9

5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

CIOT occ serie nOcc dEmi emiOcc CNPJ cInt IE UF fone valePed

1 1 2 2 2 2 3 3 3 3 3 1

Código Identificador da Operação de Transporte Ordens de Coleta associados Série da OCC Número da Ordem de coleta Data de emissão da ordem de coleta

E G E E E G

N

0-1 0 - 10

12

C N D

0-1 1-1 1-1 1-1

1-3 1-6 10

ER32 ER52 ER9 Formato AAAA-MM-DD

Número do CNPJ Código interno de uso da transportadora Inscrição Estadual Sigla da UF Telefone Informações de Vale Pedágio

E E E E E G

N C N C C

1-1 0-1 1-1 1-1 0-1 0-n

14 1 - 10 2 - 14 2 7 - 12 D5

ER4 ER32 ER25

Informar os zeros não significativos. Uso intermo das transportadoras.

Informar EX para operações com o exterior. ER32 Outras informações sobre Vale-

Pág. 126 / 158

Informar os zeros não significativos. . Um CT-e poderá ter vários veículos associados. -Responsável pelo pagamento do Vale Pedágio. 17 CNPJForn 2 CNPJ da empresa fornecedora do ValePedágio E N 1-1 14 ER4 CNPJ da Empresa Fornecedora do ValePedágio. coproprietário ou arrendatário do veículo for 18 nCompra 2 Número do comprovante de compra E N 1-1 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Pedágio obrigatório que não tenham campos específicos devem ser informadas no campo de observações gerais de uso livre pelo contribuinte. visando atender as determinações legais vigentes.Próprio. ou seja. ex. Será próprio quando o proprietário. Informar somente quando o responsável não for o emitente do CT-e. Só preenchido em CT-e rodoviário de lotação. T.terceiro.20 ER39 19 CNPJPg 2 CNPJ do responsável pelo pagamento do Vale-Pedágio E N 0-1 14 ER6 20 veic 1 Dados dos Veículos G 0-4 21 22 23 24 25 26 27 cInt RENAVAM placa tara capKG capM3 tpProp 2 2 2 2 2 2 2 Código interno do veículo RENAVAM do veículo Placa do veículo Tara em KG Capacidade em KG Capacidade em M3 Tipo de Propriedade de veículo E E E E E E E C C C N N N C 0-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 1-1 Pág. Número de ordem do comprovante de compra do Vale-Pedágio fornecido para cada veículo ou combinação veicular. por viagem.10 9 7 1-6 1-6 1-3 1 D27 ER32 ER32 ER50 ER53 ER53 ER30 Preencher com: P.: cavalo + reboque. 127 / 158 . 1 . empresa que fornece ao Responsável pelo Pagamento do Vale-Pedágio os dispositivos do ValePedágio. -Informar os zeros não significativos.

Preencher com: 00 . 36 37 38 xNome IE UF 3 3 3 Razão Social ou Nome do proprietário Inscrição Estadual UF E E E C C C 1-1 1-1 1-1 1 .não aplicável. 03 . 04 .Sider Sigla da UF de licenciamento do veículo. 1-Reboque Preencher com: 00 . 01 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte o Emitente do CT-e. 05 . 30 tpCar 2 Tipo de Carroceria E N 1-1 2 D15 31 32 UF prop 2 2 UF em que veículo está licenciado Proprietários do Veículo.Truck. caso contrário será caracterizado como de propriedade de Terceiro 28 29 tpVeic tpRod 2 2 Tipo de veículo Tipo de Rodado E E N N 1-1 1-1 1 2 D10 D28 Preencher com: 0-Tração. Só preenchido quando o veículo não pertencer à empresa emitente do CT-e Número do CPF Número do CNPJ Registro Nacional dos Transportadores Rodoviários de Carga E G C 1-1 0-1 2 D5 33 34 35 CPF CNPJ RNTRC 3 3 3 CE CE E N N N 1-1 1-1 1-1 11 14 8 ER7 ER6 ER33 Informar os zeros não significativos.Aberta. coproprietário ou arrendatário do veículo junto à ANTT para exercer a atividade de transportador rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração.Outros. 05 .Toco.Granelera. 03 . 04 .14 2 D5 ER32 ER26 Pág. 02 .Porta Container.Utilitário. Informar os zeros não significativos. 02 .Fechada/Baú. 128 / 158 .Não aplicável. Registro obrigatório do proprietário. 01 .VAN.60 0 . 06 .Cavalo Mecânico.

Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 39 tpProp 3 Tipo Proprietário E N 1-1 1 D7 Preencher com: 0-TAC – Agregado. ou 2 – Outros. 1-TAC Independente.20 ER32 Só preenchido em CT-e rodoviário de lotação Pág. 40 41 42 43 44 lacRodo nLacre moto xNome CPF 1 2 1 2 2 Lacres Número do Lacre Informações do(s) Motorista(s) Nome do Motorista CPF do Motorista G E G E E C N C 0-n 1-1 0-n 1-1 1-1 1 . 129 / 158 .60 11 ER32 ER7 1 .

0 1 Informações do Aeroviário Número da Minuta 3 nOCA 1 Número Operacional do Conhecimento Aéreo E N 0-1 14 ER4 4 5 dPrev xLAgEmi 1 1 Data prevista da entrega Identificação do Emissor E E D C 1-1 0-1 10 1 . Observações G E N 1-1 0-1 9 ER54 Documento que precede o CT-e. Esse campo será preenchido com o Identificador da Cia Aérea (999). G .Tarifa Mínima. etc. Valor da tarifa por kg quando for o caso. Número (999999999) e Dígito verificador (9) Formato AAAA-MM-DD Preencher com o nome da filial. não obrigatório. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 9 10 cTar vTar 2 2 Código da Tarifa Valor da Tarifa E E C N 0-1 1-1 1-4 13. assinado pelo expedidor. da franquia ou do representante legal emissor do CT-e da empresa de transporte aéreo. E . correspondentes à tarifa. espécie de pedido de serviço Número Operacional do Conhecimento Aéreo. 2 ER32 ER23 Pág. 15 posições.20 ER9 ER32 6 IdT 1 Identificação Interna do Tomador E C 0-1 1 .Reg. Exemplo: CNPJ. 130 / 158 .Tarifa Específica Deverão ser incluídos os códigos de três dígitos. Tamanho Domínio Exp.Tarifa Geral.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Leiaute – Aeroviário # 1 2 Campo aereo nMinu Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. 14 posições numéricas. conta corrente. Range identificar (9).14 ER32 7 8 tarifa CL 1 2 Informações de tarifa Classe G E C 1-1 1-1 1 ER55 Preencher com: M . Preencher com o código identificador entre o cliente tomador e a empresa aérea.

2 . 3 .autorização da autoridade governamental anexa (especificar no campo observações) 99 . 13 cInfManu 2 Informações de manuseio E N 0-n 2 D29 1 .artigo perigoso conforme Declaração do Expedidor anexa.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 11 12 natCarga xDime 1 2 Natureza da carga Dimensão G E C 1-1 0-1 5 .14 ER32 Formato:1234X1234X1234 (cm) Esse campo deve sempre que possível ser preenchido.gelo seco para refrigeração (especificar no campo observações a quantidade) 7 .outro (especificar no campo observações) ER32 Informar o código Interline Message Procedure .somente em aeronave cargueira. quando for impossível o preenchimento das dimensões. 4 .certificado do expedidor para embarque de animal vivo.artigo perigoso em quantidade isenta. 131 / 158 . 5 .declaração do expedidor não requerida.não restrito (especificar a Disposição Especial no campo observações) 8 . fica obrigatório o preechimento da cubagem em metro cúbico da #tag 281 do leiaute do CT-e da estrutura genérica.IMP 14 cIMP 2 Carga especial E C 0-n 3-3 Pág.artigo perigoso em carga consolidada (especificar a quantidade no campo observações) 9 .artigo perigoso . 6 . Entretanto.

Cabotagem ER32 ER56 Preencher com: N-Norte. sendo 13 inteiras e 2 decimais. Tamanho Domínio Exp. O-Oeste 13. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2 1 . S-Sul.60 1 D10 D30 ER32 ER32 ER32 Preencher com: 0 .60 1 .10 1 1 .Interior. 2 13.60 ER23 ER23 ER32 ER32 ER32 campo para uso das empresas transportadoras 15 posições.10 C 1-1 0-3 1 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Leiaute – Aquaviário # 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 Campo aquav vPrest vAFRMM nBooking nCtrl xNavio balsa xBalsa nViag direc prtEmb prtTrans prtDest tpNav Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.10 1 . L-Leste.60 1 .10 1 . 15 posições. 0 1 1 1 1 1 1 2 1 1 1 1 1 1 Informações do Aquaviário Valor da Prestação Base de Cálculo do AFRMM AFRMM (Adicional de Frete para Renovação da Marinha Mercante) Número do Booking (reserva) Número de Controle Identificação do Navio Grupo de informações das balsas Identificador da Balsa Número da Viagem Direção Porto de Embarque Porto de Transbordo Porto de Destino Tipo de Navegação 15 16 17 18 irin detCont nCont lacre 1 1 2 2 Irin do navio sempre deverá ser informado Grupo de informações de detalhamento dos conteiners Identificação do Container Grupo de informações dos lacres dos E G E G C 1-1 0-n 1 . 1 . Observações G E E E E E G E E E E E E E C N C C C C N N N C C C 1-1 1-1 1-1 0-1 0-1 1-1 0-3 1-1 0-1 1-1 0-1 0-1 0-1 0-1 1 . 132 / 158 .20 ER42 Pág.60 1 .Reg.

2 ER3 ER10 5 posições. 1 .20 ER32 Pág.20 3. 1-3 1 . 2 ER32 ER32 ER10 5 posições.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte cointainers da qtde da carga 19 20 21 22 23 24 25 26 27 nLacre infDoc infNF serie nDoc unidRat infNFe chave unidRat 3 2 3 4 4 4 3 4 4 Lacre Informação dos documentos dos conteiners Informações das NF Série Número Unidade de medida rateada (Peso.Volume) E G CG E E E CG E E N N C C N C 1-1 0-1 1-n 1-1 1-1 0-1 1-n 1-1 0-1 44 3. sendo 3 inteiras e 2 decimais. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 133 / 158 .Volume) Informações das NFe Chave de acesso da NF-e Unidade de medida rateada (Peso.

60 ER32 ER25 ER32 Pág. Observações G E N 1-1 1-1 1 D9 Preencher com: 0-Próprio. Trata-se de um número identificador do contrato firmado com o cliente 5 ferrEmi 2 Ferrovia Emitente do CTe E N 1-1 1 D1 6 7 8 9 10 fluxo idTrem vFrete ferroEnv CNPJ 1 1 1 1 2 Fluxo Ferroviário Identificação do trem Valor do Frete Informações das Ferrovias Envolvidas Número do CNPJ E E E G E C C N 1-1 0-1 1-1 0-n 1 .10 1-7 13. 2-Ferrovia de destino ER32 ER32 ER23 15 posições. Caso a Ferrovia envolvida não seja inscrita no CNPJ o campo deverá preenchido com zeros. 134 / 158 . 2-Rodoferroviário.10 2 . 3-Rodoviário. 0 1 Informações do Ferroviário Tipo de Tráfego 3 4 trafMut respFat 1 2 Detalhamento de informações para o tráfego mútuo Responsável pelo Faturamento G E N 0-1 1-1 1 D1 Preencher com: 1-Ferrovia de origem. Uso da transportadora 11 12 13 cInt IE xNome 2 2 2 Código interno da Ferrovia envolvida Inscrição Estadual Razão Social ou Nome E E E C N C 0-1 0-1 1-1 1 . 2 N 1-1 14 ER4 Informar o CNPJ da Ferrovia Envolvida. sendo 13 inteiras e 2 decimais. 2-Ferrovia de destino Preencher com: 1-Ferrovia de origem.Reg.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Leiaute – Ferroviário # 1 2 Campo ferrov tpTraf Nível Descrição Ele Tipo Ocorr. Tamanho Domínio Exp. Informar os zeros não significativos.14 1 . 1-Mútuo.

2 3 3. N N C N N 1-1 0-1 0-1 1-1 1-1 0-n 8 3.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 14 15 16 17 18 19 enderFerro xLgr nro xCpl xBairro cMun 2 3 3 3 3 3 Dados do endereço da ferrovia envolvida Logradouro Número Complemento Bairro Código do município G E E E E E C C C C N 1-1 1-1 0-1 0-1 0-1 1-1 1 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 ER33 ER10 ER32 ER10 ER10 5 posições. 135 / 158 . 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 xMun CEP UF detVag nVag cap tpVag pesoR pesoBC lacDetVag nLacre contVag nCont dPrev ratVag ratNF 3 3 3 1 2 2 2 2 2 2 3 2 3 3 2 3 Nome do município CEP Sigla da UF Informações de detalhes dos Vagões Número de Identificação do vagão Capacidade em Toneladas Tipo de Vagão Peso Real em Toneladas Peso Base de Cálculo de Frete em Toneladas Lacres dos vagões Número do lacre informações dos containeres contidos no vagão Identificação do Container Data prevista da entrega Rateio dos vagões Informações do Rateio das NF E E E G E E E E E G E G E E G CG C N C 1-1 1-1 1-1 1-n 1 . 2 3. 5 posições. sendo 3 inteiras e 2 decimais. 5 posições.60 1 .20 ER32 C D 1-1 0-1 0-1 1-n 1 .60 1 . Informar EXTERIOR para operações com o exterior.255 1 .20 10 ER42 ER9 Pág.60 7 ER32 ER32 ER32 ER32 ER2 Utilizar a tabela do IBGE Informar 9999999 para operações com o exterior. C 1-1 0-n 1 . sendo 3 inteiras e 2 decimais.60 8 2 D5 ER32 ER33 Informar EX para operações com o exterior.

0 1 1 1 Informações do Dutoviário Valor da tarifa Data de Início da prestação do serviço Data de Fim da prestação do serviço Pág. 2 ER3 ER10 5 posições. Observações G E E E N D D 1-1 0-1 1-1 1-1 9.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 36 37 38 39 40 41 serie nDoc pesoRat ratNFe chave pesoRat 4 4 4 3 4 4 Série Número Peso rateado Informações do Rateio das NFe Chave de acesso da NF-e Peso rateado E E E CG E E C C N 1-1 1-1 1-1 1-n 1-3 1 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. 2 ER32 ER32 ER10 5 posições. Tamanho Domínio Exp.Reg. N N 1-1 1-1 44 3. 6 10 10 ER16 ER9 ER9 15 posições.20 3. sendo 9 inteiras e 6 decimais. 136 / 158 . sendo 3 inteiras e 2 decimais. Leiaute – Dutoviário # 1 2 3 4 Campo duto vTar dIni dFim Nível Descrição Ele Tipo Ocorr.

[0-9]{2})? 0|0\.[0-9]{5}[1-9]{1}|[1-9]{1}[09]{0.7}(\.[0-9]{4})? 0\.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.11}(\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.12}(\.[1-9]{1}[0-9]{5}|0\.8}(\.[0-9]{4})? 0\.2}(\.[0-9]{2}[1-9]{1}|0\.[0-9]{4})? 0|0\.[0-9]{3})? 0\.2}(\.[0-9]{4})? 0\.[0-9]{2})? Pág.[0-9]{6})? 0|0\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.10}(\.[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.[0-9]{3})? 0|0\.[0-9]{2}[1-9]{1}|0\.[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.7}(\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{4}|0\.[0-9]{3}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.[0-9]{3})? 0\.[0-9]{2})? 0\.[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.3-9])|(1[0-2]))-(29|30))))) 0|0\.[0-9]{3}[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.12}(\.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.[0-9]{4})? 0|0\.[1-9]{1}[0-9]{2}|0\.11}(\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.10}(\.[0-9]{2}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{2}|[1-9]{1}[0-9]{0.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Expressões Regulares ER1 ER2 ER3 ER4 ER5 ER6 ER7 ER8 ER9 ER10 ER11 ER12 ER13 ER14 ER15 ER16 ER17 ER18 ER19 ER20 ER21 ER22 ER23 ER24 [0-9]{2} [0-9]{7} [0-9]{44} [0-9]{14} [0-9]{3.[0-9]{3}|[1-9]{1}[0-9]{0.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\. 137 / 158 .[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.[0-9]{4})? 0\.11}(\.11} (((20(([02468][048])|([13579][26]))-02-29))|(20[0-9][0-9])-((((0[1-9])|(1[0-2]))-((0[1-9])|(1\d)|(2[0-8])))|((((0[13578])|(1[02]))-31)|(((0[1.[0-9]{4}[1-9]{1}[0-9]{1}|0\.[0-9]{4}|[1-9]{1}[0-9]{0.7}(\.[0-9]{1}[1-9]{1}|0\.[0-9]{1}[1-9]{1}[0-9]{1}|[1-9]{1}[0-9]{0.7}(\.[1-9]{1}[0-9]{3}|0\.[0-9]{2})? 0\.14} [0-9]{0}|[0-9]{14} [0-9]{11} [0-9]{3.[0-9]{1}[1-9]{1}|0\.[0-9]{3}[1-9]{1}|0\.11}(\.[0-9]{3})? 0|0\.

.14} [0-9]{0.12} [1-9]{1}[0-9]{1.+ [0-9]{1.4} [1-9]{1}[0-9]{0.3-9])|(1[0-2]))(29|30)))))T(20|21|22|23|[0-1]\d):[0-5]\d:[0-5]\d [0-9]{1} [0-9]{7.6} CTe[0-9]{44} [0-9]{7.10} [123567][0-9]([0-9][1-9]|[1-9][0-9]) [^@]+@[^\.8} [0-9]{15} 0|[1-9]{1}[0-9]{0.04 [1-9]{1}[0-9]{0.]+\.8} [0-9]{1.20} 1\.15} (([0-1][0-9])|([2][0-3])):([0-5][0-9]):([0-5][0-9]) [A-Z]{3}(([1-9]\d{3})|(0[1-9]\d{2})|(00[1-9]\d)|(000[1-9])) Pág.8} [0-9]{8. 138 / 158 .Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte ER25 ER26 ER27 ER28 ER29 ER30 ER31 ER32 ER33 ER34 ER35 ER36 ER37 ER38 ER39 ER40 ER41 ER42 ER43 ER44 ER45 ER46 ER47 ER48 ER49 ER50 [0-9]{2.9} [0-9]{1.14}|ISENTO|PR[0-9]{4.2} [0-9]{3} [!-ÿ]{1}[ -ÿ]{0.3}|ND [A-Z0-9]+ [0-9]{1.}[!-ÿ]{1}|[!-ÿ]{1} [0-9]{8} (((20(([02468][048])|([13579][26]))-02-29))|(20[0-9][0-9])-((((0[1-9])|(1[0-2]))-((0[1-9])|(1\d)|(2[0-8])))|((((0[13578])|(1[02]))-31)|(((0[1.

EX AC. 7. RR. AL. 10. 99 00. PB. 1. 29. 21. 139 / 158 . MA. 8 0. RO. 28. 12. MT. PR. 26. MG. 2. RN. RS. 24. 51. PB. RS. MG. 17. MS. PR. 3. 35. ES. GO. RN. CE. BA. MS. AP. 2 11. CE. RJ. 22. TO. 3 00. BA. 41. 5.9} Domínio D1 D2 D3 D4 D5 D6 D7 D8 D9 D10 D11 D12 D13 D14 D15 D16 D17 D18 1. AP. AL. 03. 1. 4. 04 AC. PI. 02. SP. PI. SC. 42. 3 0. AM. 43. MT. 2 1. 16. 04. PE. 27. 13.5} 0|[1-9]{1}[0-9]{0. 1 4 0 1. 25. 32. 01. TO 0. SP. 05 0.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte ER51 ER52 ER53 ER54 ER55 ER56 [0-9]{12} [1-9]{1}[0-9]{0. RO. SE. 15. 1. 14. PE. ES. 2. 2. MA. 31. 52. 50. 23. RR. PA. SC. RJ. 53 57 01. DF. GO. DF. SE.5} [0-9]{9} M [1-9]{1}[0-9]{0. 33. 5 00 20 Pág. AM. PA.

1508. 1714. S. 22. 702. 1004. 1412. 21. 1411. 2701. 1705. 8B. 1701. 10. 1001. 3701. 1501. 420. 1005. 03. 4001 00. 104. 9. 605. 06. 09. 02. 04. 140 / 158 . 106. 1006. 1511. 2601. 1010. 07. 1103. 1217. 1212. 305. 05 P. 41. 412. 713. 17. 99 N. 709. 1402. 1305. 506. 2502. L. 2D. 801. 55 01. 1210. 10. 01. 02. 2101. 27. 712. 2503. 703. 2504. 406. 716. 05. 1513. 1713. O D24 D25 D26 D27 D28 D29 D30 Pág. 14. 1409. 717. 04. 04. 04. T 00. 1719. 23. 1722. 7. 1205. 1718. 405. 409. 1009.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte D19 D20 D21 D22 D23 40. 1401. 06 1. 415. 604. 3201. 902. 501. 1208. 1702. 711. 15. 3. 1202. 402. 2801. 602. 1509. 1002. 1B. 2301. 705. 3101. 16. 107. 1901. 09. 414. 1717. 2. 11. 901. 08. 1410. 509. 3801. 1601. 1704. 505. 1703. 1213. 707. 1406. 503. 103. 1215. 1516. 1404. 1211. 1710. 408. 1209. 1716. 1510. 417. 3001. 1711. 03. 12. 1216. 701. 419. 504. 99 01. 706. 06. 1709. 02. 26. 708. 1504. 1206. 07. 2201. 401. 1003. 413. 1517. 25. 1505. 1304. 903. 411. 1413. 704. 2501. 1518. 1405. 601. 1207. 421. 08. 6. 24. 1 507. 3901. 1801. 710. 2002. 418. 410. 1104. 3401. 03. 8. 1514. 11. 603. 1506. 722. 2001. 1708. 201. 20. 802. 1101. 5. 1407. 1303. 407. 422. 423. 304. 1214. 507. 302. 1203. 1724. 1706. 1201. 13. 1408. 3501. 1302. 02. 404. 3301. 1723. 719. 1403. 1515. 1512. 4. 416. 171 2. 1204. 2003. 01. 100 8. 508. 18. 718. 1102. 403. 51 60 90 1 101. 2401. 1503. 1007. 102. 720. 2E. 1721. 28. 3601. 2901. 1502. 1720. 303. 502. 721. 1715. 108. 105. 05.

Município e País 1.zip O código de município é composto de 7 dígitos numéricos.gov. 141 / 158 . Os códigos de município das capitais dos estados são: Município Aracaju Belém Belo Horizonte Boa Vista Brasília Campo Grande Cuiabá Curitiba Florianópolis Fortaleza Goiânia João Pessoa Macapá Maceió Manaus Natal Palmas código 2800308 1501402 3106200 1400100 5300108 5002704 5103403 4106902 4205407 2304400 5208707 2507507 1600303 2704302 1302603 2408102 1721000 Estado Sergipe Pará Minas Gerais Roraima Distrito Federal Mato Grosso do Sul Mato Grosso Paraná Santa Catarina Ceará Goiás Paraíba Amapá Alagoas Amazonas Rio Grande do Norte Tocantins código 28 15 31 14 53 50 51 41 42 23 52 25 16 27 13 24 17 Pág.ibge.zip A seguinte codificação adotada pelo IBGE deverá ser utilizada para representar o código da UF: Região Norte 11-Rondônia 12-Acre 13-Amazonas 14-Roraima 15-Pará 16-Amapá 17-Tocantins Região Nordeste 21-Maranhão 22-Piauí 23-Ceará 24-Rio Grande do Norte 25-Paraíba 26-Pernambuco 27-Alagoas 28-Sergipe 29-Bahia Região Sudeste 31-Minas Gerais 32-Espírito Santo 33-Rio de Janeiro 35-São Paulo Região Sul 41-Paraná 42-Santa Catarina 43-Rio Grande do Sul Região CentroOeste 50-Mato Grosso do Sul 51-Mato Grosso 52-Goiás 53-Distrito Federal 2.Contribuinte Anexo II –– Tabelas de UF. com os dois primeiros representando a UF.ibge.gov.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2006/DTB_2006.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . Tabela de Código de Município do IBGE Os campos de códigos de municípios devem ser informados com a utilização da Tabela de código de Município mantida pelo IBGE disponível em: ftp://geoftp. Tabela de Código de UF do IBGE A tabela de UF do IBGE está disponível em: ftp://geoftp.br/Organizacao/Divisao_Territorial/2006/DTB_2006.

2. considerar o dígito verificador igual a zero. 142 / 158 . se o produto for superior a 9 os dois algarismos devem ser somados.2 Exemplo de Cálculo do Dígito de Controle do Código de Município Exemplo 1: Código Município IBGE = 355030 D (Município de São Paulo) A. Quando a operação envolver regiões administrativas (Ex.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Município Porto Alegre Porto Velho Recife Rio Branco Rio de Janeiro Salvador São Luís São Paulo Teresina Vitória código 4314902 1100205 2611606 1200401 3304557 2927408 2111300 3550308 2211001 3205309 Estado Rio Grande do Sul Rondônia Pernambuco Acre Rio de Janeiro Bahia Maranhão São Paulo Piauí Espírito Santo código 43 11 26 12 33 29 21 35 22 32 Informar o código 9999999 e o nome do município “EXTERIOR” para as operações que envolvam localidades do exterior. Cidades-satélites do DF). 2. PESOS C. Número de ordem dentro da UF: não pode ser zero. portanto 10 – 2 = 8 Pág. SOMA ALGARISMOS 3 1 3 3 5 2 10 1 5 1 5 5 0 2 0 0 3 1 3 3 0 2 0 0 O total da soma dos algarismos é: 3 + 1 + 5 + 0 + 3 + 0 = 12 Dividindo o somatório por 10 teremos: 12 / 10 = 1. CÓDIGO MUN B. D = Dígito de Controle módulo 10 Validação possível: • • • • • Extensão máxima: 7 dígitos. Código da UF: deve ser válido. com um resto valendo 2 O dígito verificador é: DV = 10 – (resto da divisão). Obs 2: Se o resto da divisão for zero. conforme Tabela de UF do IBGE.1 Validação do Código de Município O Código de Município do IBGE tem a composição que segue: • • Composição: UUNNNND Onde: UU = Código da UF do IBGE NNNN = Número de ordem dentro da UF. deve ser considerado o município sede como localidade da operação. PONDERAÇÃO (A * B) D. Extensão mínima: 7 dígitos. Ou seja. Dígito de Controle: módulo 10 (pesos 2 e 1) Obs 1: Considerar a soma dos algarismos no somatório dos produtos dos pesos.

o Dígito Verificador = 8 Exemplo 2: Código Município IBGE = 211130 D (Município de São Luís) A.br/Rex/TabPaises/Ftp/paises.3 Exceção no Cálculo do Dígito de Controle do Código de Município O código de Município do IBGE dos seguintes Municípios tem o DV – dígito verificador – inválido: • • • • • • • • • 4305871 . República Popular.Cônego Marinho/MG. da mesma forma como consta da tabela de código de município do IBGE. portanto 10 – 0 = 10 Neste caso. disponível em: http://www. 2202251 . Coréia.Bom Princípio do Piauí/PI. SOMA ALGARISMOS 2 1 2 2 1 2 2 2 1 1 1 1 1 2 2 2 3 1 3 3 0 2 0 0 O total da soma dos algarismos é: 2 + 2 + 1 + 2 + 3 + 0 = 10 Dividindo o somatório por 10 teremos: 10 / 10 = 1. o Dígito Verificador = 0 2. CÓDIGO MUN B. 3. Tabela de Código de País do BACEN Para o preenchimento dos campos de códigos de países deve ser utilizada a Tabela de País do Banco Central do Brasil. 5203939 . República da.Canavieira /PI.Ponto Chique/MG. 2201988 . PONDERAÇÃO (A * B) D. PESOS C.bcb.gov. As aplicações dos Estados devem utilizar os códigos de município do IBGE sem validação do DV – dígito verificador. 2611533 – Quixaba/PE.Brejo do Piauí/PI.Coronel Barros/RS. 5203962 – Buritinópolis/GO. com um resto valendo 0 O dígito verificador é: DV = 10 – (resto da divisão).Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte Neste caso.txt Exemplo de codificação: País Brasil Argentina Chile Paraguai Uruguai código 1058 0639 1589 5860 8451 País Espanha França Itália Portugal Reino Unido código 2453 2755 3867 6076 6289 País Estados Unidos China. 3152131 . 143 / 158 . 3117836 . 2201919 . Formosa Japão código 2496 1600 1902 1619 3999 Pág.Buriti de Goiás/GO.

1 Validação do Código de País Composição do Código de País: • • NNND Onde: NNN = Número de ordem do Código do País. portanto: 11 – 1 = 10 Neste caso. ILHA DO CANAL. 3. • 7370 – SERVIA. • 6781 -SAINT KITTS E NEVIS. As aplicações dos Estados devem utilizar os códigos de País do BACEN sem validação do DV – dígito verificador. pesos 2 a 9 Obs. Dígito de Controle: módulo 11.: Se o resto da divisão for zero ou 1.3 Exceção no Cálculo do Dígito de Controle do Código de País O código de País do BACEN dos seguintes países tem o DV – dígito verificador – inválido: • 1504 -GUERNSEY.2 Exemplo de Cálculo do Dígito de Controle do Código de País Exemplo 1 – Código País = 105 D (Brasil): A. ILHA DA. • 4525 -MADEIRA. PRODUTOS (A * B) 5 4 20 8 3 24 6 2 12 O somatório dos produtos é: 20 + 24 + 12 = 56 Dividindo o somatório por 11 teremos: 56 / 11 = 5. • 3595 -MAN. D = Dígito de Controle módulo 11. ILHA DE. CÓDIGO PAÍS B. 144 / 158 . com resto valendo 1 Considerar: 11 – (resto da divisão). Extensão mínima: 2 dígitos. ILHA DO CANAL (INCLUI ALDERNEY E SARK). PESOS C. da mesma forma que consta da tabela de código de país do BACEN.Conhecimento de Transporte eletrônico Manual de Orientações – Contribuinte 3. • 1508 -JERSEY. Pág. o Dígito Verificador = 0 3. considerar o dígito verificador igual a zero. PRODUTOS (A * B) 1 4 4 0 3 0 5 2 10 O somatório dos produtos é: 4 + 0 + 10 = 14 Dividindo o somatório por 11 teremos: 14 / 11 = 1. portanto: 11 – 3 = 8 Neste caso. • 4985 –MONTENEGRO. CÓDIGO PAÍS B. PESOS C. com resto valendo 3 Considerar: 11 – (resto da divisão). Validação possível: • • • Extensão máxima: 4 dígitos. o Dígito Verificador = 8 Exemplo 2 – Código País = 586 D (Paraguai): A.

gov.cte.fazenda. no endereço http://cte. Pág. Exemplificando. ambiente de homologação de empresas. no endereço http://hom.br.gov. para obter o WSDL de cada um dos Web Service acione o navegador Web (Internet Explorer.br Obtenção do WSDL: A documentação do WSDL pode ser obtida na internet acessando o endereço do Web Service desejado. por exemplo) e digite o endereço desejado seguido do literal ‘?WSDL’. 145 / 158 .Contribuinte Anexo III – WS disponíveis Ambiente de Homologação: Os endereços dos Web Services disponíveis podem ser obtidos no sítio nacional do projeto. Ambiente de Produção Os endereços dos Web Services disponíveis podem ser obtidos no sítio nacional do projeto. ambiente de produção.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações .fazenda.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações .Contribuinte Anexo IV – Conjunto de Caracteres Código de Barras CODE-128C Conjunto de caracteres representativos do Código de Barras CODE-128C Combinação de barras: B = barra preta e S = espaço (barra branca) Valor Valor Combinação de Barras Combinação de Barras CODE C B S B S B S CODE C B S B S B S 00 50 2 1 2 2 2 2 2 3 1 1 3 1 01 51 2 2 2 1 2 2 2 1 3 1 1 3 02 52 2 2 2 2 2 1 2 1 3 3 1 1 03 53 1 2 1 2 2 3 2 1 3 1 3 1 04 54 1 2 1 3 2 2 3 1 1 1 2 3 05 55 1 3 1 2 2 2 3 1 1 3 2 1 06 56 1 2 2 2 1 3 3 3 1 1 2 1 07 57 1 2 2 3 1 2 3 1 2 1 1 3 08 58 1 3 2 2 1 2 3 1 2 3 1 1 09 59 2 2 1 2 1 3 3 3 2 1 1 1 10 60 2 2 1 3 1 2 3 1 4 1 1 1 11 61 2 3 1 2 1 2 2 2 1 4 1 1 12 62 1 1 2 2 3 2 4 3 1 1 1 1 13 63 1 2 2 1 3 2 1 1 1 2 2 4 14 64 1 2 2 2 3 1 1 1 1 4 2 2 15 65 1 1 3 2 2 2 1 2 1 1 2 4 16 66 1 2 3 1 2 2 1 2 1 4 2 1 17 67 1 2 3 2 2 1 1 4 1 1 2 2 18 68 2 2 3 2 1 1 1 4 1 2 2 1 19 69 2 2 1 1 3 2 1 1 2 2 1 4 20 70 2 2 1 2 3 1 1 1 2 4 1 2 21 61 2 1 3 2 1 2 1 2 2 1 1 4 22 72 2 2 3 1 1 2 1 2 2 4 1 1 23 73 3 1 2 1 3 1 1 4 2 1 1 2 24 74 3 1 1 2 2 2 1 4 2 2 1 1 25 75 3 2 1 1 2 2 2 4 1 2 1 1 26 76 3 2 1 2 2 1 2 2 1 1 1 4 27 77 3 1 2 2 1 2 4 1 3 1 1 1 28 78 3 2 2 1 1 2 2 4 1 1 1 2 29 79 3 2 2 2 1 1 1 3 4 1 1 1 30 80 2 1 2 1 2 3 1 1 1 2 4 2 31 81 2 1 2 3 2 1 1 2 1 1 4 2 32 82 2 3 2 1 2 1 1 2 1 2 4 1 33 83 1 1 1 3 2 3 1 1 4 2 1 2 34 84 1 3 1 1 2 3 1 2 4 1 1 2 35 85 1 3 1 3 2 1 1 2 4 2 1 1 36 86 1 1 2 3 1 3 4 1 1 2 1 2 37 87 1 3 2 1 1 3 4 2 1 1 1 2 38 88 1 3 2 3 1 1 4 2 1 2 1 1 39 89 2 1 1 3 1 3 2 1 2 1 4 1 40 90 2 3 1 1 1 3 2 1 4 1 2 1 41 91 2 3 1 3 1 1 4 1 2 1 2 1 42 92 1 1 2 1 3 3 1 1 1 1 4 3 43 93 1 1 2 3 3 1 1 1 1 3 4 1 44 94 1 3 2 1 3 1 1 3 1 1 4 1 45 95 1 1 3 1 2 3 1 1 4 1 1 3 46 96 1 1 3 3 2 1 1 1 4 3 1 1 47 97 1 3 3 1 2 1 4 1 1 1 1 3 48 98 3 1 3 1 2 1 4 1 1 3 1 1 49 99 2 1 1 3 3 1 1 1 3 1 4 1 Valor 105 Caractere de Início (START) B S B S B S 2 1 1 2 3 2 Caractere de Fim (STOP) B S B S B S B 2 3 3 1 1 1 2 Valor CODE C 100 101 102 103 104 Combinação de Barras B S B S B S 1 1 4 1 3 1 3 1 1 1 4 1 4 1 1 1 3 1 2 1 1 4 1 2 2 1 1 2 1 4 Pág. 146 / 158 .

• ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) Pág. Maranhão. Superintendência da Zona Franca de Manuas (SUFRAMA). Rio de Janeiro.TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLÍVIA-BRASIL • VALE S.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . Minas Gerais. • TRANSPORTADORA LIMA • TRANSPORTADORA TRANSPEL LTDA • TRANSPORTE DELLA VOLPE S/A COM. de forma integrada. Santa Catarina. Mato Grosso. Sergipe. • GS1 Brasil.A. Distrito Federal. • NTC&Logística (Associação Nacional de Transporte de Cargas & Logística).AMÉRICA LATINA LOGÍSTICA S/A • ANDORINHA TRANSPORTADORA LTDA • BEMEX LOGÍSTICA LTDA • BINOTTO S/A LOGÍSTICA TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO • CEVA LOGISTICS LTDA • COOPERATIVA DE TRANSPORTE DE CARGAS DO ESTADO DE SC • DHL • DISPLAN ENCOMENDAS URGENTES LTDA • EMPRESA DE TRANSPORTE ATLAS LTDA • EXPRESSO ARAÇATUBA TRANSPORTES E LOGÍSTICA LTDA • EXPRESSO JUNDIAÍ SÃO PAULO LTDA • EXPRESSO MERCÚRIO S/A • GOL • GRISTEC • JÚLIO SIMÕES TRANSPORTES E SERVIÇOS LTDA • MIRA OTM TRANSPORTES LTDA • MRS • PATRUS TRANSPORTE URGENTES LTDA • PETROBRÁS TRANSPORTE S/A . Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários Estaduais (ENCAT) e as seguintes empresas: • ALIANÇA NAVEGAÇÃO E LOGÍSTICA LTDA • ALL . Espiríto Santo. Bahia. São Paulo. O projeto conta ainda com a colaboração das seguintes entidades: • ANTT (Agência Nacional de Transporte Terrestre). Rio Grande do Sul. • TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGAS ZAPELINI LTDA • TRANSPORTES BERTOLINI LTDA • TRANSULTRA ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE ESPECIALIZADO LTDA • VARIG LOGISTICA S/A • TBG . Mato Grosso do Sul. pelas Secretarias de Fazenda dos Estados de Alagoas.A.Contribuinte Anexo V – Projeto Piloto do CT-e O Projeto Piloto do Conhecimento de Transportes eletrônico foi desenvolvido. Receita Federal do Brasil. Goiás.TRANSPETRO • RODONAVES TRANSPORTES E ENCOMENDAS LTDA • RODOVIÁRIO LÍDER LTDA • SADIA S/A • SARATOGA ENGENHARIA E TRANSPORTES LTDA • SPEEDPAK ENCOMENDAS EXPRESSAS LTDA • TAM • TRANSEICH ASSESSORIA E TRANSPORTES LTDA • TRANSPORTADORA AMERICANA LTDA • TRANSPORTADORA GAMPER LTDA • TRANSPORTADORA ITAPEMIRIM S. E IND. 147 / 158 .

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações .0 Novembro 2011 Pág.Contribuinte Versão 1.0.Contribuinte Anexo VI – Manual de Contingência CONHECIMENTO DE TRANSPORTE ELETRÔNICO Manual de Contingência . 148 / 158 .

0.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações .0 1. 149 / 158 .Contribuinte CONTROLE DE VERSÕES Versão 1.draft 22/11/2011 – RS Pág.0.0 Data 09/06/2011 – São Luis .

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1. Introdução
Esse documento tem o objetivo de orientar a emissão de Conhecimento de Transporte eletrônico (CT-e) em contingência, além de descrever e de distinguir os diversos tipos de desse tipo de emissão. Destaca-se, ainda, as diferenças entre os dois tipos de formulários de segurança empregados para a impressão do DACTE Definição CT-e emitido em contingência: CT-e emitido durante o estado de contingência. Diferencia dos demais CT-e por apresentar o valor “5” no campo TpEmis, o que significa “Contingência” na emissão de Conhecimento de Transporte modelos 8, 9, 10 e 11, Nota Fiscal de Serviço de Transporte Ferroviário de cargas, Modelo 27 e - Nota Fiscal de Serviço de Transporte, modelo 7, quando utilizada em transporte de cargas.

2. Modelo Operacional de Emissão do Conhecimento de Transporte Eletrônico - CT-e
O Projeto do CT-e é baseado no conceito de documento fiscal eletrônico: um arquivo eletrônico com as informações fiscais da prestação de serviço de transporte que tenha a assinatura digital do emissor. A validade de um CT-e e do respectivo DACTE está condicionada à existência de uma autorização de uso do CT-e concedida pela Secretaria de Fazenda de localização do emissor. A obtenção da autorização de uso do CT-e é um processo que envolve diversos recursos de infraestrutura, hardware e software. O mau funcionamento ou a indisponibilidade de qualquer um destes recursos pode prejudicar o processo de autorização do CT-e, com reflexos nos negócios do emissor do CT-e, que ficará impossibilitado de obter a prévia autorização de uso do CT-e exigido na legislação para a emissão do DACTE para acompanhar a Prestação de Serviço de Transporte. A alta disponibilidade é uma das premissas básicas do sistema do CT-e e os sistemas de recepção de CT-e das UF foram construídos para funcionar em regime de 24x7, contudo, existem diversos outros componentes do sistema que podem apresentar falhas e comprometer a disponibilidade dos serviços, exigindo alternativas de emissão do CT-e em contingência. Atualmente existem as seguintes modalidades de emissão de CT-e:

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a) Normal – é o procedimento padrão de emissão do CT-e com transmissão do CT-e para a SEFAZ Autorizadora do emissor para obter a autorização de uso. O DACTE será impresso em papel comum após o recebimento da autorização de uso do CT-e; b) FS-DA - Contingência com uso do Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar do Documento Fiscal eletrônico – FS-DA – é um modelo operacional similar ao modelo operacional da contingência com uso de Formulário de Segurança – FS. O FSDA foi criado para aumentar a capilaridade dos pontos de venda do Formulário de Segurança com a criação da figura do estabelecimento distribuidor do FS-DA que poderá adquirir FS-DA dos fabricantes para distribuir para os emissores do CT-e de sua região; 2.1 Modalidades de Emissão de CT-e O AJUSTE SINIEF 09/07 e as legislações específicas de cada UF disciplinam e detalham as modalidades de emissão do CT-e que serão descritos de forma simplificada a seguir. Em um cenário de falha que impossibilite a emissão do CT-e na modalidade normal, o emissor deve escolher a modalidade de emissão de contingência descrita neste manual, ou até mesmo aguardar a normalização da situação para voltar a emitir o CT-e na modalidade normal, caso a emissão do CT-e não seja premente. Como não existe precedência ou hierarquia nas modalidades de emissão do CT-e em contingência, o emissor pode adotar uma ou não adotá-las.
2.1.1 Emissão Normal

O processo de emissão normal é a situação desejada e mais adequada para o emissor, pois é a situação em que todos os recursos necessários para a emissão do CT-e estão operacionais e a autorização de uso do CT-e é concedida normalmente pela SEFAZ. Nesta situação a emissão dos CT-e é realizada normalmente com a impressão do DACTE em papel comum, após o recebimento da autorização de uso do CT-e.

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2.1.2 Contingência em Formulário de Segurança para Impressão do DACTE – FS-DA

Este procedimento de contingência será adotado pelos emissores que adquirirem o Formulário de Segurança para impressão de Documento Auxiliar – FS-DA. Sendo identificada a existência de qualquer fator que prejudique ou impossibilite a transmissão dos CT-e e/ou obtenção da autorização de uso da SEFAZ, a empresa pode acionar a Contingência com FS-DA, adotando os seguintes passos: • • Gerar novo arquivo XML do CT-e com o campo tpEmis alterado para “5”; Imprimir o DACTE em pelo menos duas vias do FS-DA constando no corpo a expressão: DACTE em Contingência - impresso em decorrência de problemas técnicos”, tendo as vias a seguinte destinação:

I - uma das vias permitirá o trânsito dos veículos do prestador do serviço de transporte e deverá ser mantida em arquivo pelo destinatário pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda de documentos fiscais; II - outra via deverá ser mantida em arquivo pelo emitente pelo prazo estabelecido na legislação tributária para a guarda dos documentos fiscais; III. sendo o Tomador diverso do destinatário deverá existir uma terceira via, que será remetida a este para efeito de registros contábeis e fiscais, pois somente esta via do FSDA dará direito ao crédito. • transmitir os CT-e imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediam a transmissão do CT-e inicialmente, observando o prazo limite de transmissão na legislação; tratar os CT-e transmitidos por ocasião da ocorrência dos problemas técnicos que estão pendentes de retorno.

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com recursos de segurança Pág. 2. disciplinado pelo Convênio ICMS 96/09 e Ato COTEPE 06/10.1 Formulários de Segurança para Impressão do DACTE Atualmente existem os seguintes tipos de Formulários de Segurança – Documento Auxiliar: • Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico . • O FS-DA pode ser fabricado por estabelecimento industrial gráfico previamente credenciado junto à COTEPE/ICMS.FS-DA: cuja segurança consiste na confecção com fundo numismático e impressão de selo fiscal em Calcografia (Talho Doce) na cor Vinho. 153 / 158 . mediante a obtenção de credenciamento. O DACTE deverá ser impresso em papel. formulário contínuo ou formulário pré-impresso são considerados papel comum e a sua aquisição ou confecção não está sujeita ao controle do fisco como ocorre com o FS-DA que é um impresso fiscal com normas rígidas de aquisição.2 Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico .Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações .DACTE O DACTE é um documento auxiliar que tem a finalidade de acobertar a realização da prestação de serviço de transporte e não se confunde com o CT-e do qual é mera representação gráfica. concedido conforme regulamento de cada UF. sendo para este o tamanho mínimo A4 (210 x 297mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm).Contribuinte 2. 2. A sua validade está condicionada à existência do CT-e que representa devidamente autorizado na SEFAZ de origem. Estes requisitos são adicionados ou por ocasião da fabricação do papel de segurança produzido pelo processo "mould made" ou por ocasião da impressão no caso do FS-DA fabricado com papel dotado de estampa fiscal. exceto papel jornal. formulário contínuo. controle e utilização. no tamanho mínimo A5 (210 x 148 mm) e máximo ofício 2 (230 x 330 mm). formulário pré-impresso ou Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico (FS-DA). As folhas soltas.3 Quadro Resumo das Modalidades de Emissão do CT-e A seguir resumimos os principais procedimentos necessários para adequar o CT-e para a modalidade de emissão desejada.1. Formulário de Segurança para Impressão de Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico .FS-DA (com filigrana): cuja segurança consiste na fabricação de papel de segurança com Filigranas (Marcas D’Água) sem nenhuma impressão off-set ou calcográfica disciplinado pelo Convênio ICMS 96/09 e Ato COTEPE 06/10. Os formulários de segurança são confeccionados com requisitos de segurança com o objetivo de dificultar falsificação e fraudes. e tem a possibilidade de ser distribuído através de estabelecimento gráfico credenciado como distribuidor junto à UF de interesse.2. podendo ser utilizadas folhas soltas.

Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . O FS-DA tem o fundo numismático impresso na cor de tonalidade predominante Salmão pantone nº 155 combinada com as Armas da República ao lado do logotipo que caracteriza o Documento Auxiliar de Documento Fiscal Eletrônico e estampa fiscal na cor Vinho Pantone 222. conforme exemplo visualizado na figura abaixo. 154 / 158 . A identificação do Formulário de Segurança para Documento Auxiliar com calcografia é mais simples pela existência da estampa fiscal localizada no quadro reservado ao fisco e pelo fundo numismático com cor vinho associada ao brasão das Armas da República no corpo do formulário. o impresso deverá ter fundo numismático com tinta reagente a produtos químicos combinado com as Armas da República. Assim.Contribuinte impressos. Pág. a legislação tributária permite o uso de formulários de segurança que atendam os seguintes requisitos: FS-DA com Estampa Fiscal – impresso com calcografia com microtexto e imagem latente na área reservado ao fisco.

microcápsulas de reagente químico e microporos que aumentem a aderência do toner ao papel. fibras coloridas e luminescentes. O FS-DA fabricado em papel de segurança não possui identificação tão evidente como é o formulário com calcografia. pois a primeira vista é um papel branco facilmente confundido com um papel comum.Contribuinte FS-DA em Papel de Segurança . 155 / 158 . pela seriação composta por duas letras e numeração sequencial de nove números aposta no espaço normalmente reservado ao fisco. A distinção deste papel de segurança deve ser feito pela filigrana (marca d’água) existente no seu corpo. Pág.com filigrana (marca d’água) produzida pelo processo "mould made". O FS-DA possui filigrana caracterizada pelo brasão das Armas da República intercalada com o logotipo do Documento Auxiliar de Documentos Fiscais Eletrônicos. papel não fluorescente. Estas filigranas somente se tornam visíveis contra a luz.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . pela impressão da identificação do adquirente e pelo códigos de barras impressos no rodapé inferior. conformes exemplos e modelo reproduzido na figura abaixo.

999 e seriação de "AA" a "ZZ". Nesta mesma área também é impresso a série e o número de controle do impresso. Modelo das dimensões e posicionamento das filigranas no papel de segurança para FS-DA Todos os Formulário de Segurança para Documento Auxiliar terão o número de controle do formulário com numeração sequencial de 000. pois será utilizado na fiscalização de trânsito. a impressão do DACTE em papel comum contraria a legislação e ocasiona graves consequências ao emitente.2 Localização da Estampa Fiscal no FS –DA A estampa fiscal é impressa na área reservado ao fisco que está localizada no canto inferior direito do formulário de segurança. assim.001 a 999.Contribuinte O FS-DA com os detalhes da filigrana que só é visível contra luz. o emissor deve tomar os cuidados necessários para que o recibo do canhoto de entrega não utilize o espaço de 40 mm x 85 mm do canto inferior do impresso. pelo descumprimento de obrigação acessória. No FS-DA teremos o logotipo do Documento Auxiliar de Documentos Fiscais Eletrônicos. Ex.000. deslocando-o para a parte superior do formulário. Pág. caracterizando ainda a inidoneidade do DACTE. Nos casos de contingência com uso de formulário de segurança. 156 / 158 . que deve ser preservado. 2.999. impresso no quadro reservado ao fisco.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . de DACTE em FS-DA Importante destacar que o FS-DA tem um código de barras com a identificação da sua origem e seu usuário pré-impresso no rodapé inferior.2.

2. IV . 2.gerar novamente o arquivo com a mesma numeração e série. diferença de preço. sanando a irregularidade desde que não se altere: a) as variáveis que determinam o valor do imposto tais como: base de cálculo. a saber: Pág. seja ela no ambiente do Contribuinte. Estes CT-e são denominados de “CT-e Pendentes de Retorno”. há a probabilidade de existirem CT-e transmitidos pelo contribuinte e para as quais ele ainda não obteve o resultado do processamento. valor da prestação.3. 2. e que os que estavam na fila tenham o seu processamento concluído normalmente. ao retornar à operação normal. II .3. é possível que os CT-e que estavam em processamento sejam perdidos.2 Rejeição de CT-e Emitidos em Contingência Caso ocorra a rejeição de algum CT-e emitido em contingência.imprimir o DACTE correspondente ao CT-e autorizado. no mesmo tipo de papel utilizado para imprimir o DACTE original. a principal delas é a transmissão dos CT-e emitidos em contingência para que sejam autorizados. 157 / 158 .providenciar. III .3. junto ao tomador. observando o prazo limite de transmissão estabelecido na legislação.1 Transmissão dos CT-e Emitidos em Contingência Os conhecimentos de transportes emitidos em contingência em FS-DA devem ser transmitidos imediatamente após a cessação dos problemas técnicos que impediam a transmissão do CT-e.solicitar Autorização de Uso do CT-e. o contribuinte deverá: I . Caso a falha tenha ocorrido na SEFAZ origem. no ambiente da SEFAZ origem.3 Ações que devem ser tomadas após a recuperação da falha A emissão do CT-e em contingência é um procedimento de exceção e existem algumas ações que devem ser tomadas após a recuperação da falha.3 CT-e Pendentes de Retorno Quando ocorrer uma falha. caso a geração saneadora da irregularidade do CT-e tenha promovido alguma alteração no DACTE. alíquota. c) a data de emissão ou de saída. quantidade. as ações necessárias à regularização da situação destes CT-e. imediatamente após o retorno à operação normal.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . estar na fila aguardando processamento. estar em processamento ou o processamento pode já ter sido concluído. Cabe à aplicação do contribuinte tratar adequadamente a situação dos CT-e Pendentes de Retorno e executar.Contribuinte 2. Os CT-e Pendentes de Retorno podem não ter sido recebidas pela SEFAZ origem. b) a correção de dados cadastrais que implique mudança do remetente ou do destinatário. a entrega do CT-e autorizado bem como do novo DACTE impresso nos termos do item III.

Contribuinte a) Cancelar os CT-e Pendentes de Retorno que tenham sido autorizados pela SEFAZ origem. 158 / 158 . mas que tiveram as prestações comerciais correspondentes registradas em CTe emitidos em contingência. Importante: é vedada a reutilização.Conhecimento de Transporte Eletrônico Manual de Orientações . Pág. em contingência. de número de CT-e transmitido com tipo de emissão ‘Normal’. b) Inutilizar a numeração dos CT-e Pendentes de Retorno que não foram autorizados ou denegados.

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