Glossário de Cidadania

Belo Horizonte 2006

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Realização Sistema Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais Presidente do SISTEMA FIEMG Robson Braga de Andrade Presidente do Conselho de Cidadania Empresarial Roberto Carvalho Silva Vice-Presidente do Conselho de Cidadania Empresarial José Tadeu de Moraes Superintendente de Desenvolvimento Empresarial Josué Costa Valadão Superintendente Regional do SESI – DR/MG Raul von Sperling Gerente de Integração Empresarial Fernanda Cotta Santos Coordenadora do Núcleo de Voluntariado Empresarial Marisa Seoane Rio Resende Autoria Annabella de Fátima Prates Marisa Seoane Rio Resende Danusa Dias Reis Coutinho Luciene Regina Araújo Normalização Bibliográfica Gizele dos Santos - /centro de Memória do Sistema FIEMG Ficha Catalográfica FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE MINAS GERAIS. CONSELHO DE CIDADANIA EMPRESARIAL. Glossário de Cidadania. Belo Horizonte: FIEMG / Núcleo do Voluntariado Empresarial, 2006. 36p.

1.

Cidadania – glossário. I.Título. CDD: 320.3

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Aprender para nós é construir, reconstruir, constatar para mudar, o que não se faz sem abertura ao risco é a aventura do espírito. Paulo Freire

AA1000 - AccountAbility 1000 (diálogo com as partes interessadas) Lançada em novembro de 1999 pelo Institute of Social and Ethical Accountability – ISEA, a norma AA1000 tem o desafio de ser o primeiro padrão internacional de gestão de responsabilidade corporativa. A versão preliminar da Estrutura AA1000 foi testada em projetos piloto em várias organizações que realizaram uma auditoria social e ética em seu planejamento e gestão estratégica. O ISEA - Institute of Social and Ethical Accountability - de Londres, UK, teve um papel fundamental na elaboração e reunião das várias experiências organizacionais que resultaram na AA1000.Hoje o ISEA é o órgão que formalmente regula o padrão e monitora o treinamento dos consultores da AA1000.Recentemente, as primeiras experiências foram avaliadas em detalhe e o padrão revisado e completado por cinco módulos individuais que compõem a Série AA1000 (AA1000S). AA1000 é uma norma de accountability, com foco em assegurar a qualidade da contabilidade, auditoria e relato social e ético. É composta por princípios e um conjunto de padrões de processo. Os padrões de processo da AA1000 associam definição e a integração dos valores da organização com o desenvolvimento das metas de desempenho e a avaliação e comunicação do desempenho organizacional. Através deste processo, focado no engajamento da organização com partes interessadas, a AA1000 vincula questões sociais e éticas à gestão estratégica e operações da organização. A AA1000 objetiva apoiar a aprendizagem organizacional e o desempenho geral - social e ético, ambiental e econômico e, portanto, a contribuição da organização em direção ao caminho do desenvolvimento sustentável. Ela busca alcançar seu objetivo por meio da melhoria da qualidade da contabilidade, auditoria e relato social e ético. O processo AA1000 pode apoiar a gestão estratégica e as operações de uma organização, dando a ela assistência para: 1. Alinhar seus sistemas e atividades com seus valores; 2. Aprender sobre os impactos de seus sistemas e atividades, incluindo as percepções de partes interessadas sobre esses impactos; 3. Servir como parte de uma estrutura para controle interno para possibilitar à organização identificar, avaliar e melhor gerenciar os riscos que surgem de seus impactos sobre as relações com suas partes interessadas; 4. Atender o legítimo interesse das partes interessadas em informações a respeito do impacto social e ético das atividades da organização e seus processos de tomada de decisão; 5. Construir vantagem competitiva através da projeção de uma postura definida sobre questões sociais e éticas. Fonte: BSD – Business Meets Social Development – www.bsd-net.com http://www.bsd-net.com/bsd_brasil/handbookaa1000.pdf

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ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas É o órgão responsável pela normalização técnica no país, fornecendo a base necessária ao desenvolvimento tecnológico brasileiro. É uma entidade privada, sem fins lucrativos, reconhecida como Fórum Nacional de Normalização. É membro fundador da ISO (International Organization for Standardization) , da COPANT (Comissão Pan-americana de Normas Técnicas) (e da AMN Associação Mercosul de Normalização). Fonte: www.abnt..org.br ABNT NBR 16001 – Norma Brasileira de Responsabilidade Social Os procedimentos sugeridos pela NBR 16001 deslocam do campo da eficiência (fazer certo as coisas) para o da eficácia (fazer as coisas certas) as iniciativas da organização para assegurar os resultados da sua própria política de responsabilidade social, das leis ou das normas correspondentes, do seu plano institucional. Fonte: MELO Paulo Marcio,Formação de Consultores em Responsabilidade Social Empresarial ABNT NBR 16001:2004, A Norma Brasileira de Responsabilidade Social ABONG - Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais. Foi criada em 1991 como forma de representar coletivamente as ONGs junto ao Estado e aos demais atores da sociedade civil. Seu principal objetivo é representar e promover o intercâmbio entre as Ongs empenhadas no fortalecimento da cidadania, na conquista e expansão dos direitos sociais e da democracia. Fonte: www.fiemg.com.br/cidadania Ação Representa a menor parcela em que se divide o capital da companhia Fonte: www.bovespa.com.br Ação Social das Empresas É qualquer atividade realizada pela empresa para atender às comunidades em suas diversas formas (conselho comunitário, organizações não governamentais, associações comunitárias, etc), em áreas como assistência social, alimentação, saúde, educação, cultura, meio ambiente e desenvolvimento comunitário. Abrange desde pequenas doações a pessoas ou instituições até ações estruturadas, com uso planejado e monitoradas de recursos, seja pela própria empresa, por fundações e institutos de origem empresarial, ou por indivíduos especialmente contratados para a atividade. Fonte: www.ethos.org.br AccountAbility 1000
VER: AA1000

ADCE - Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas É uma entidade constituída por empresários cristãos cujas práticas são fundamentais pelos princípios estabelecidos pela doutrina social da Igreja. O pioneirismo da ADCE marca a relevância de pensar a dinâmica das empresas e sua vinculação com a questão social do Brasil. Fonte: Formação de Consultores em Responsabilidade Social – UniSESI-COOPPE/UFRJ – 2005. Unidade 2 A Construção da Responsabilidade Social, pág 54. Agência de Notícias dos Direitos da Infância
VER: ANDI

Agenda 21 É um compromisso assinado em 1992 no Rio de Janeiro pelos 170 países presentes na Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano, a Eco-92, para promover e implementar o desenvolvimento sustentável. A agenda 21 atua tanto sobre questões socioambientais no campo (uso de solo, agricultura, pecuária, exploração de recursos naturais, infra-estrutura, conservação de áreas protegidas e recuperação de áreas degradadas) como na cidade (planejamento urbano, qualidade e

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extensão da infra-estrutura e de serviços públicos, saúde, educação, transporte, qualidade ambiental, ocupação do solo urbano, proteção de ambientes naturais etc.) A agenda 21 pode ser estabelecida para um país, blocos de países ou regiões. Pode ter, portanto, caráter nacional ou internacional (agenda 21 Global) e pode também ter caráter local (agenda 21 loca), quando se trata da implantação de estratégias para o desenvolvimento sustentável nos municípios, em comunidades ou bairros. A agenda 21 traduz em ações o conceito de desenvolvimento sustentável. Além do documento em si, a Agenda 21 é um processo de planejamento participativo que resulta na análise da situação atual de um país, estado, município, região, setor e planeja o futuro de forma sustentável. E esse processo deve envolver toda a sociedade na discussão dos principais problemas e na formação de parcerias e compromissos para a sua solução a curto, médio e longo prazo. A análise do cenário atual e o encaminhamento das propostas para o futuro devem ser realizados dentro de uma abordagem integrada e sistêmica das dimensões econômicas, social, ambiental e político-institucional da localidade. Em outras palavras, o esforço social e oportunidades para que as sociedades e os governos possam definir prioridades nas políticas públicas. Fonte: Ministério do Meio Ambiente – www.mma.gov.br GUTBERLET Jutta; GUIMARÃES Paulo César Vaz; Desenvolvimento Sustentável Agenda 21: Guia para sociedade civil. Municípios e Empresas Analfabetismo e analfabetismo funcional O conceito de analfabetismo mudou nos últimos anos. Em 1958 a UNESCO definia como analfabeto um indivíduo que não consegue ler ou escrever algo simples. Vinte anos depois, adotou o conceito de analfabeto funcional: uma pessoa que, mesmo sabendo ler e escrever frases simples, não possui as habilidades necessárias para satisfazer as demandas do seus dia a dias e se desenvolver pessoal e profissionalmente. Fonte: Instituto Paulo Montenegro www.ipm.org.br ANDI – Agência de Notícias dos Direitos da Infância Agência de Notícias dos Direitos da Infância - Organização não governamental sediada em Brasília cuja missão é contribuir para a construção, nos meios de comunicação, de uma cultura que priorize a promoção e defesa dos direitos da criança e do adolescente. Para isso, apóia os profissionais da mídia com sugestões de pauta, investigação de fatos e personagens, realização de pesquisas e análise da cobertura jornalística e disponibilização de dados e estatísticas na área da infância e adolescência. Fonte: www.ciranda.org.br Assistencialismo Sistema ou prática (individual, grupal, social) que preconiza e/ou organiza e presta assistência a membros carentes ou necessitados de uma comunidade, nacional ou mesmo internacional, em detrimento de uma política que os tire da condição de carentes e necessitados. Fonte: Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa – Editora Objetiva Ltda Doutrina, sistema ou prática que organiza e presta assistência às comunidades socialmente excluídas, sem uma política para tirá-las da condição de necessitados. É um conceito associado à noção de caridade ou filantropia, já que não prevê o envolvimento, da comunidade nem ambiciona transformações estruturais significativas. Fonte: Folha de São Paulo 27/01/2005 Associação Brasileira de Normas Técnicas
VER: ABNT

Associação Brasileira de Organizações Não Governamentais.
VER: ABONG

Associação dos Dirigentes Cristãos de Empresas
Ver: ADCE

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Balanced Scorecard O conceito de Balanced Scorecard (BSC) ajuda-o a traduzir a estratégia em ação. A criação do BSC tem início na visão estratégias da organização, a partir das quais são definidos os fatores críticos de sucesso. Os indicadores de desempenho permitem a definição de metas e a medição dos resultados atingidos em áreas críticas da execução das estratégias. Assim o Balanced Scorecard é um sistema de gestão de desempenho, derivado da visão e estratégia, refletindo os aspectos mais importantes do negócio. Ao relacionar os objetivos, as iniciativas e os indicadores com as estratégias da empresa, o BSC garante o alinhamento das ações das diferentes áreas organizacionais em torno do entendimento comum dos objetivos estratégicos e das metas a atingir, permitindo desta forma avaliar e atualizar a própria estratégia. O BSC, integrando indicadores financeiros e não financeiros, garantem também uma perspectiva abrangente do desempenho das áreas críticas do negócio. Neste contexto os criadores do BSC, Kaplan & Norton definiram quatro dimensões através das quais a atividade de uma organização deve ser analisada. • Dimensão Financeira (como estamos perante os nossos acionistas?). • Dimensão Cliente (como estamos perante os clientes/mercado?). • Dimensão processos (como está o nosso desempenho nos processos e recursos críticos?) • Dimensão Aprendizagem e Inovação (como deveremos sustentar a nossa capacidade de mudança e melhoria?) Os benefícios decorrentes da implementação da BSC na empresa: • Traduz a estratégia em objetivos e ações concreta; • Promove o alinhamento dos indicadores chaves com os objetivos estratégicos a todos os níveis organizacionais; • Proporciona à gestão uma visão sistematizada do desempenho operacional; • Constitui um processo de avaliação e atualização da estratégia; • Facilita a comunicação dos objetivos estratégicos, focalizando os colaboradores na sua consecução; • Permite desenvolver uma cultura de aprendizagem e melhoria continua; • Suporta a atribuição de incentivos em função do desempenho individual e da contribuição para os resultados do negócio. O Balanced Scorecard ajuda reduzir a quantidade de informação utilizada a um conjunto mínimo de indicadores vitais e críticos. Fonte: www.gpr.com/balancedscorecard Sistema de gestão estratégica, que traduz os objetivos das empresas num conjunto abrangente de medidas de desempenho; servindo de base para uma ação integrada e passível de gestão. Fonte: www.fdc.org.br Balanço Social Publicado anualmente, é um demonstrativo não obrigatório. Balanço social é um meio de dar transparência às atividades corporativas através de um levantamento dos principais indicadores de desempenho econômico, social e ambiental da empresa. Além disto, é um instrumento que amplia o diálogo com todos os públicos com os quais a empresa se relaciona: acionistas, consumidores e clientes, comunidades vizinha, funcionários, fornecedores, governo, organizações não governamentais, mercado financeiro e a sociedade em geral. Durante sua realização, o balanço social funciona também como uma ferramenta de auto-avaliação, já que dá à empresa uma visão geral sobre sua gestão e alinhamento dos valores e objetivos presentes e futuros da empresa com seus resultados atuais. Fonte: www.ethos.org.br
Obs1: o balanço social se converte em um instrumento de gestão quando ele é o resultado de um processo do qual participam todos os níveis de colaboradores da empresa, na definição dos indicadores, nas ações a realizar e no acompanhamento desses e de outros itens.

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Fonte: Alberto Perazzo –Diretor da Fundação Instituto de Desenvolvimento Empresarial e Social FIDES – Prazer em Ajudar abril/2005 Obs2: A idéia do Balanço Social é demonstrar quantitativamente e qualitativamente o papel desempenhado pelas empresas no plano social, tanto internamente quanto na sua atuação na comunidade. Os itens dessa verificação são vários educação, saúde, atenção à mulher, atuação na preservação do meio ambiente, melhoria na qualidade de vida e de trabalho de seus empregados, apoio a projetos comunitários visando a erradicação da pobreza, geração de renda e de novos postos de trabalho. O campo é vasto e várias empresas já estão trilhando esse caminho. Realizar o Balanço Social significa uma grande contribuição para consolidação de uma sociedade verdadeiramente democrática." Herbert de Souza VER TAMBÉM: Modelos de Balanço Social

Banco do Povo Entidade típica de operações de crédito solidário, executa políticas públicas voltadas para o microcrédito. Enquadra-se como uma OSCIP - Organização da Sociedade de Interesse Público. Constitui-se normalmente a partir de iniciativa oficial de prefeituras ou outros organismos públicos, com a finalidade de complementar mecanismos de créditos para atividades informais, ou pequenas e médias empresas. Fonte: www.bovespa.com.br
VER TAMBÉM: Microcrédito

Benchmarking É um processo sistemático e contínuo de medida de comparação das práticas de uma organização com as das líderes mundiais, no sentido de obter informações que a possam ajudar a melhorar seu nível de desempenho. É uma técnica de observação e adaptação das melhores práticas das melhores empresas. Refere-se aos trabalhos que envolvem a comparação entre processos e produtos, no âmbito interno e externo de uma corporação, pela utilização de indicadores qualitativos e quantitativos do desempenho, visando a identificar pontos a serem melhorados, com a finalidade de alcançar ou mesmo superar uma meta anteriormente definida. Fonte: Formação de Consultores em Responsabilidade Social – UniSESI-COOPPE/UFRJ – 2005. Unidade 3 A Sustentabilidade e a Responsabilidade Social , pág 83. Bolsa de Valores É o local onde se compram e se vendem as ações de companhias. A Bolsa constitui uma associação civil sem fins lucrativos, com autonomias administrativas, financeiras e patrimoniais. Fonte: www.bovespa.com.br
VER TAMBÉM: Ação

Bolsa de Valores Sociais É um programa pioneiro lançado pela BOVESPA para levantar fundos para 30 projetos educacionais de ONGs brasileiras. A BVS une ONGs e investidores sociais dispostos a doar fundos aos projetos desenvolvidos por estas instituições, visando acima de tudo promover melhorias na perspectiva social de crianças, adolescentes e jovens adultos. a Bolsa de Valores Sociais foi lançada em junho de 2003 pela BOVESPA e suas corretoras como uma iniciativa social para levantar fundos para organizações não-governamentais, sendo reconhecida pela UNESCO como primeira do gênero no mundo. A idéia é unir instituições do Terceiro Setor que precisem de recursos financeiros e investidores (doadores) dispostos a provê-los. Desta forma, as ONGs se fortalecem e devolvem os “investimentos” na forma de “lucro social”, ou seja, resultam em uma sociedade mais justa, onde milhares de crianças e jovens podem desfrutar de melhores oportunidades. Fonte: www.bovespasocial.com.br
VER TAMBÉM: Investimento VER TAMBÉM: Lucro Social

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Bovespa E o maior centro de negociação com ações da América Latina, destaque que culminou com um acordo histórico para a integração de todas as bolsas brasileiras em torno de um único mercado de valores. Fonte: www.bovespa.com.br
VER TAMBÉM: ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial da BOVESPA

BS8800 – British Standards 8800 A British Standards, o órgão britânico encarregado de elaborar as normas técnicas aplicadas naquele país, elaborou a BS 8800 que é uma norma que discorre sobre os elementos que uma empresa deve se ater no desenvolvimento do seu sistema de gestão da Segurança e da Saúde no Trabalho (SST) A BS8800 entrou em vigor em 1996. Objetivos: Esta norma especifica o cumprimento de requisitos de segurança e da sua no trabalho que visa: • Orientar à elaboração de um diagnóstico da gestão da Segurança e da Saúde no Trabalho da empresa • Minimizar os riscos para os trabalhadores e outros • Melhorar o desempenho dos negócios. Fonte: Curso de Extensão em responsabilidade Social Empresarial – UniSESI-COOPPE/UFRJ Cadeia Produtiva São todos os integrantes do processo produtivo, desde a extração da matéria prima até a comercialização do produto final ao último consumidor. Fonte: www.ethos.org.br Capital Social O capital social corresponde ao tecido social, ou a cola invisível que mantém a coesão das sociedades, e está baseado na confiança entre as pessoas e na rede de relacionamento entre elas e os grupos sociais que foram a comunidade. Ele é, portanto, um facilitador ou lubrificador de transações nos mercados. Capital social (...) é a capacidade de organização de uma dada sociedade, ou seja, a capacidade das pessoas de estabelecerem relações de confiança, de cooperação,d e associação em torno de interesses comuns. Fonte: DE PAULA, Juarez. Desenvolvimento & Gestão Compartilhada.. In SILVEIRA, Caio Márcio; REIS, Liliane Costa (Org). Desenvolvimento local: dinâmicas e estratégias. Rio de Janeiro: Comunidade Solidária/Governo Federal/Ritz, 2001. O capital social representar qualquer valor que se soma à atividade produtiva e econômica de uma organização por meio de ralações humanas, parcerias e cooperação. Capital social inclui, por exemplo, redes, canais de comunicação, famílias, comunidades, negócios, sindicatos, escolas e organizações voluntárias, ale, de normas sociais e culturais, valores e crenças. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial UniSESI – LTDS - COPPE/ UFRJ pág. 181 Captação de Recursos Captação ou mobilização de recursos é um termo utilizado para descrever em leque de atividade de geração de recursos realizados por organizações sem fins lucrativos em apoio à sua finalidade principal, independente da fonte ou do método utilizado para gerá-los. Obs: a expressão “mobilização de recursos” tem um sentido mais amplo do que captação de recursos, pois diz respeito não apenas a assegurar recursos novos e adicionais mas também à otimização dos recursos existentes (fazer melhor uso com eficácia e eficiência) e a conquista de novas parcerias e à obtenção de fontes alternativas de recursos financeiros. Fonte: baseado no material por Ann Speak, Boyd MCBride e Ken Shipley para as oficinas de Desenvolvimento e Captação de Recursos do Projeto Gets – United Way do Canadá.

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Cidadania Qualidade ou estado do cidadão pode ser entendida como exercício pleno dos direitos e deveres das pessoas, em um contexto onde os mesmos direitos e deveres são garantidos e respeitados. Em outras palavras: a cidadania se realiza com a plena materialização dos preceitos constitucionais. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial – UniSESI-COOPPE/UFRJ Cidadania Empresarial É a expressão da responsabilidade social de uma empresa em sua relação com a comunidade em que está inserida. Traduz-se, na prática, no apoio ou desenvolvimento de ações em benefício da sociedade e não apenas de seus funcionários e familiares. Em resumo, as ações de cidadania empresarial são as iniciativas promovidas por empresas privadas com o objetivo de apoiar a melhoria da educação, saúde, direitos humanos ou as demais áreas sociais. A cidadania empresarial começou a ganhar força no Brasil no início dos anos 90. Fonte: www.ciranda.org.br Cidadão É a pessoa capaz de criar ou transformar, com outro, a ordem e a quem cabe cumprir e proteger as leis que ele mesmo ajudou a criar, para assegurar a dignidade de todos. Clube de Roma É uma organização não governamental que reúne cientistas, economistas, homens de negócio, pessoas influentes, chefes e funcionários de Estado que se articulam em um centro de pensamento e inovação quanto ä discussão da responsabilidade dos seres humanos para com o futuro do planeta e para com a melhoria da condição de vida em sociedade. Tem como missão atuar como um catalisador global de mudança, independentemente de qualquer interesse político, ideológico ou de negócios. Fonte: www.clubofrome.org Código de Ética O código de ética ou de compromisso social é um instrumento de realização da visão e da missão da empresa, que orienta suas ações e explicita sua postura social a todos com quem mantém relações. Fonte: www.ethos.org.br O Código de ética é um instrumento de realização dos princípios, visão e missão da empresa. Serve para orientar as ações de seus colaboradores e explicitar a postura social da empresa em face dos diferentes públicos com os quais se interage. É da máxima importância que seu conteúdo seja refletido nas atitudes das pessoas a que se dirige e encontre respaldo na alta administração da empresa, que tanto quanto o último empregado contratado tem a responsabilidade de vivenciá-lo. Para definir sua ética, sua forma de atuar no mercado, cada empresa precisa saber o que deseja fazer e o que espera de cada um dos funcionários. As empresas, assim como as pessoas têm características próprias e singulares. Por essa razão os códigos de éticas devem ser concebidos por cada empresa que deseja dispor desse instrumento. Códigos de ética de outras empresas podem servir de referência, mas não servem para expressar a vontade e a cultura da empresa, que pretende implantá-lo. O próprio mecanismo de implantação do código de ética cria um mecanismo de sensibilização de todos os interessados, pela reflexão e troca de idéias que supõe. Fonte: www.eticaempresarial.com.br Maria do Carmo Whitaker é Advogada, Consultora de empresas na área de Ética, Professora Universitária e Coordenadora do Site de Ética Empresarial do Portal Academus. Maria Cecilia Coutinho de Arruda é fundadora do Cene-FGV- EAESP- Centro de Estudos de Ética nas Organizações da Fundação Getúlio Vargas e Vice-presidente da ISBEE - International Society for Business, Economics, and Ethics

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Comissão de Valores Mobiliários
VER: CVM

Competência É saber produzir resultados de calor para os stakeholders Fonte: www.fdc.org.br Competência Individual É constituída por características pessoais e atributos de personalidade. São mensuradas principalmente no nível de comportamento, sem perder a dimensão do resultado. Deve estar em sintonia com as Competências profissionais e Organizacionais. Fonte: www.fdc.org.br Competência Organizacional É a capacidade do conjunto de profissionais para produzir um resultado. Não é um ou outro profissional que, isoladamente, produz o resultado; é o conjunto. Os profissionais, além de aprender como fazer, devem aprender a se relacionar uns com os outros. A competência Organizacional é também uma aprendizagem de relacionamento para obter um resultado de valor para o cliente. Fonte: www.fdc.org.br Competência Profissional È aquela vinculada a uma determinada função, envolvendo assim as competências técnicas e gerenciais, por exemplo. Deve ter correlação com as Competências Organizacionais. Fonte: www.fdc.org.br Consumidor/Cliente Deve-se considerar o destinatário dos produtos da organização. Pode ser uma pessoa física ou jurídica. É quem adquire (comprador) e/ou quem utiliza o produto (usuário/consumidor). Fonte: www.ethos.org.br Consumo Consciente É fazer do ato de consumo um ato de cidadania, ao considerar o impacto de sua compra e uso de produtos e serviços sobre a sociedade e o meio ambiente. Fonte: www.akatu.net Instituto Akatu define o consumo consciente como um processo de escolha que equilibra o consumo e a sustentabilidade social e ambiental do planeta. O consumidor consciente busca a harmonia entre a sua satisfação, a preservação do meio ambiente e o bem-estar social. Ele leva em conta o impacto de suas ações toda vez que usa água ou energia elétrica, joga fora o lixo ou compra algum produto. E percebe o enorme poder transformador que tem nas mãos, porque o simples ato de ir às compras é capaz de levar as pessoas a mudar o mundo. Fonte: www.akatu.net
Obs: O consumo consciente propõe a preservação do meio ambiente para as gerações futuras e a manutenção do emprego, do lucro e da produção a partir do consumo de alimentos mais adequados para a saúde dos indivíduos. Fonte: Caderno Temático: A nutrição e o consumo consciente. Realização Instituto AKATU Pelo Consumo Consciente; 2003. Pág 29

Corrupção A melhor definição de corrupção é aquela que relaciona o mau uso da distribuição do poder público (e de recursos do poder público) com ganho exclusivamente privado. Prof. Rose Ackerman (Universidade de Yale), classifica a corrupção no Estado moderno em cinco grandes tipos: Consiste no pagamento de incentivos financeiros a burocratas para que tomem ou deixem de tomar certas decisões públicas, como corromper um fiscal fazendário a fim de evitar uma multa tributária ou corromper um delegado de polícia para que altere o boletim de ocorrência – neste caso está se dando um bônus de incentivo”, ou seja, um estímulo monetário para que a autoridade pública aja ( ou, ao contrário na aja) de acordo com a lei.

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1. Segundo tipo de corrupção, aquele em que se alocam certos benefícios escassos a um indivíduo ou a uma firma, que pode ser exemplificado pela obtenção de serviços públicos sem a cobrança de seu custo correspondente (assaltar uma rodovia nas proximidades da fazenda de um interessado é um modo de obter uma melhoria sem arcar com seu custo). 2. No terceiro tipo, a corrupção também funciona como meio de obter contratos ou concessões públicas sem a devida lisura ou licitude por parte do poder concedente; por exemplo, em muitos países, o processo de privatização se deu em meio a numerosas acusações de corrupção e de favorecimento. O objetivo deste tipo de corrupção é simplesmente obter, sem a transparência necessária, a autorização para a realização de uma obra ou uma concessão pública. Ao pagar comissões para obter contratos públicos, a corrupção encarece o processo e aumenta os custos finais. 3. A corrupção pode ser utilizada como pagamento pela redução de certo custos; por exemplo, no contrabando, ao reduzir as tarifas de impostos de importação num departamento alfandegária, ela é vantajosa tanto para o corruptor (que paga menos) como para o corrompido (de toda forma, os impostos não iriam para o seu bolso). 4. A corrupção pode ser oriunda do crime organizado e da complacência do Estado para com tais atividades criminosas; neste sentido, o criminoso “compra” a legalização da atividade que esta praticando. Fonte: www.valoronline.com.br “ Extraído do texto Corrupção e instituições de direito e economia de Jairo Saddi” CVM - Comissão de Valores Mobiliários A CVM é uma autarquia especial, vinculada ao Ministério da Fazenda, com a responsabilidade de disciplinar, fiscalizar e promover o mercado de valores mobiliários. Criada pela Lei 6.385, de 07/12/76, a CVM exerce atividade de fiscalização e normatização do mercado de valores mobiliários, de modo a assegurar o exercício de praticas eqüitativas e coibir qualquer tipo de irregularidade. Fonte: Introdução ao Mercado de Capitais – Publicação da Bovespa Informações mais detalhadas no site da Bovespa – www.bovespa.com.br Desenvolvimento Sustentável É o desenvolvimento que supre as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprirem suas próprias necessidades. Fonte: Relatório Brundtland A noção de desenvolvimento sustentável integral inclui os seguintes elementos: o econômico (na sua diversidade de situações). Integrando crescimento econômico com equidade; o social, viabilizando relações sustentáveis do indivíduo com a coletividade; o político, promovendo a participação cidadã e a autogestão social; o cultural, compondo a valorização das identidades no respeito às diferenças; o ético, afirmando valores que viabilizam as relações humanas centradas na promoção das liberdades e do bem viver; o ecológico, considerando nas dimensões anteriormente referidas. Fonte: Construindo a Rede Brasileira da Socioeconomia Solidária. Documento de Trabalho do encontro Brasileiro de Cultura e Socioeconomia Solidária. Mendes, Rio de Janiero, 1118/06/2000. Direitos Humanos Prerrogativas universais aprovadas pela Assembléia Geral das Nações Unidas (ONU), em 10 de dezembro de 1948, que estabelece os direitos fundamentais da pessoa humana. Fonte: www.ethos.org.br Diversidade Princípio Básico de cidadania que visa assegurar a cada um condições de pleno desenvolvimento de seus talentos e potencialidade, considerando a busca por oportunidades iguais e respeito a dignidade de todas as pessoas. A prática da diversidade representa a efetivação do direito à diferença, criando condições e ambientes em que as pessoas possam agir em conformidade com seus valores individuais. Fonte: www.ethos.org.br

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Ecoeficiência A ecoeficiência é alcançada mediante o fornecimento de bens e serviços a preços competitivos que satisfaçam as necessidades humanas e tragam qualidade de vida, ao tempo que reduz progressivamente o impacto ambiental e o consumo de recursos ao longo do ciclo de vida , a um nível, no mínimo, equivalente à capacidade de sustentação da Terra. Elementos da ecoeficiência: • Reduzir o consumo de materiais com bens e serviços • Reduzir o consumo de energia com bens e serviços • Reduzir a dispersão de substâncias tóxicas • Intensificar a reciclagem de materiais • Maximizar o uso sustentável de recursos renováveis • Prolongar a durabilidade dos produtos • Agregar valor aos bens e serviços Fonte: www.cebds.com.br Efetividade É a capacidade de produzir diferença positiva num dado contexto, de forma permanente. Fonte: CAMPOS, Arminda Eugênia Marques;ABEGÃO, Luís Henrique. Elaboração e Monitoramento de Projetos Sociais – Formação e Capacitação de Iniciativas Sociais Unidade 4 – SESI –COPPE UFRJ. Eficácia É a capacidade de produzir o efeito desejado, o resultado previsto Eficiência É a capacidade de utilizar os insumos adequadamente, de forma racional e econômica. Empreendedor Não há na literatura um consenso do que venha a ser empreendedor. Para o professor Fernando Dolabela que procurou uma definição que ultrapassasse o espaço da empresa e fosse limitado em sua aplicação, uma definição do empreendedor é “alguém que sonha e tenta transformar seu sonho em realidade” (1999). O sonho aqui é entendido como aquilo que é capaz de impulsionar a pessoa em busca da auto-realização. Indo além desta definição, é possível afirmar que “ o empreendedor é alguém capaz de desenvolver sonhos que tenham congruência com sua individualidade e que geram valores humanos (riqueza material e/ou imaterial) para a comunidade. É possuidor de energia para buscar a sua realização, dentro de princípios éticos e apoiá-los na cooperação entre as pessoas.” (Dolabela, 1999). Isso equivale dizer que o sonho, para o empreendedor, tem duas dimensões: individual e coletiva o mesmo tempo. Empresa Socialmente Responsável A empresa socialmente responsável é aquela que possui a capacidade de ouvir os interesses das diferentes partes (acionistas, funcionários, prestadores de serviço, fornecedores, consumidores, comunidade, governo e meio ambiente) e conseguir incorporá-los ao planejamento de suas atividades, buscando atender às demandas de todos, não apenas dos acionistas ou proprietários Fonte: www.ethos.org.br Ethical Trading Initiative
VER: ETI

ETI - Ethical Trading Initiative É uma aliança britânica de empresas, ONGs e sindicatos comprometidos em trabalhar juntos para identificar e promover o "ethical trade" (comércio ético). Comércio ético é entendido pela ETI como a boa prática na implementação de códigos de conduta sobre padrões trabalhistas, principalmente na cadeia de fornecimento, com monitoramento e verificação independentes.

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A ETI não é uma certificadora nem realiza auditorias externas. Ela pretende compartilhar experiências e promover a aprendizagem na implementação de padrões trabalhistas em cadeias de suprimento internacionais. Sua meta é assegurar que as condições de trabalho de trabalhadores que produzem para o mercado britânico atendam ou excedam padrões internacionais. Os membros corporativos da ETI se comprometem em adotar o código base da ETI, integralmente ou incorporando-o em seu próprio código de conduta. As diretrizes do código base ETI foram definidas num acordo entre sindicatos, empresas e ONGs fundadoras da iniciativa e te por base convenções relevantes da OIT – Organização Internacional do Trabalho. As nove diretrizes tratadas pelo código base ETI são: 1. Trabalho é livremente escolhido 2. Liberdade de associação e o direitos de negociação coletiva são respeitados 3. Condições de trabalho são seguras e higiênicas 4. Trabalho infantil não deve ser utilizado 5. Salários dignos são pagos 6. Horas de trabalho não são excessivas 7. Nenhuma discriminação é praticada 8. Trabalho regular é fornecido 9. Nenhuma punição ou tratamento desumano é permitido Fonte: BSD – Business Meets Social Development – www.bsd-net.com Ética É o modo através do qual tomamos consciência das razões de uma escolha e do valor que atribuímos a esta escolha e do valor que atribuímos a esta escolha – presente em diferentes ações. É o modo pelo qual acolhemos, ao nível de conceito ou juízo, aquilo que devemos saber em nível da prática. A ética, portanto, busca esclarecer se o fato de se ater a uma obrigação expressa num juízo ético ou moral está de acordo com a racionalidade humana. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial UniSESI – LTDS - COPPE/ UFRJ pág. 195 “Etimologicamente o termo ética procede de dias palavras gregas, traduzidas como êthos e éthos. Êthos (do grego, com eta inicial) quer dizer morada habitual, toca caráter. Essa acepção do termo designa que a ética é a morada do homem, é o espaço do mundo que e torna habitável para o homem, seu abrigo protetor, sua casa. Trata-se de um espaço que não é dado ao homem, mas é por ele construído, incessantemente, através de normas, costume e proibições. (Patrus, 1999)”. Já o outro termo éthos (do grego, com épsilon inicial) significa costumes, uso, maneiro de proceder e denota uma constância no agir, um modo de agir do indivíduo que se contrapõe ao impulso do desejo. Podemos aproximar esse sentido do termo ao significado de hábito, disposição adquirida pela repetição de um ato. (Patrus, 1999) Ética empresarial Em sua essência, é a determinação das pessoas que integram uma organização, de agir sempre em conformidade com os valores da honestidade, verdade e justiça, em todas as atividades nas quais representem essas entidades jurídicas: nas compras, nas vendas, nos empréstimos, nas relações com empregados, com a concorrência, com o governo e com a comunidade, e em quaisquer outras. Fonte: Jornal Valor Econômico, ed. 20/11/2003. Joaquim Manhães Moreira Exclusão Social Considera-se como uma situação de falta de acesso às oportunidades oferecidas pela sociedade aos seus membros. Desse modo, a exclusão social pode implicar privação, falta de recursos ou, de forma mais abrangente, ausência de cidadania, se, por esta, se entender a participação plena na sociedade, aos diferentes níveis esta, se organiza e se exprime: ambiental, cultural, econômico, político e social. Fonte: http://www.triplov.com/ista/cadernos/cad_09/amaro.html - AMARO, Rogério Roque, A Exclusão Social Hoje.

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FIA– Fundo dos Direitos da Infância e da Adolescência Autorizada pela lei Federal 8242/91, foi criado para captar recursos destinados ao atendimento de políticas, programas e ações voltadas ao atendimento de crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social. De acordo com a legislação vigente, pessoas físicas podem contribuir com doações ou destinar parte de seu Imposto de Renda devido ao fundo sem qualquer ônus. As empresas podem deduzir até 1% do Imposto de Renda devido e as pessoas físicas, até 6%. O FIA financia projetos sócio-educativos de entidades cadastradas nos Conselhos Municipais e Estaduais dos Direitos da Criança e do Adolescente, que sejam voltados para crianças e adolescentes abandonados e vítimas de violência infantil. Também apóia projetos voltados para a erradicação do trabalho infantil, proteção ao trabalho adolescente, profissionalização de jovens e orientações e apoio sócio-familiar. Filantropia A Filantropia é uma forma de compartilhar as riquezas com a comunidade, por um sentimento de responsabilidade e motivações humanitárias. Fonte: Conselho de Cidadania Empresarial Fornecedores Qualquer organização que forneça bens e serviços. A utilização desses bens e serviços pode ocorrer em qualquer estágio de projeto, produção e utilização dos produtos. Assim, fornecedores podem incluir distribuidores, revendedores, prestadores de serviços terceirizados, transportadores, contratados e franquias, bem como os que suprem a organização com materiais e componentes. São também fornecedores os prestadores de serviços das áreas de saúde, treinamento e educação. Fonte: www.ethos.org.br Fundação Pessoa jurídica composta pela organização de um patrimônio destacado pelo seu instituidor para servir a uma causa de interesse público, sem visar lucro. Não permite proprietário, titular ou sócio. O patrimônio, gerido por curadores, é freqüentemente fiscalizado pelo Ministério Público. Fonte: Folha de São Paulo 27/01/2005 Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente Fundação Abrinq é uma organização “amiga da criança”, sem fins lucrativos, que nasceu em 1990, ano da promulgação do Estatuto da Criança e do Adolescente, tendo como missão promover a defesa dos direitos e o exercício da cidadania e do adolescente. Fonte: www.abrinq.org.br
VER TAMBÉM: Selo Empresa Amiga da Criança

Fundação Kellog Organização sem fins lucrativos cujo objetivo é capacitar indivíduos, comunidades e instituições para que se ajudem mutuamente, aplicando conhecimentos e recursos que visam melhorar sua própria qualidade de vida e de suas gerações futuras. Fonte: www.fiemg.com.br/cidadania FUNDAMIG - Federação Mineira de Fundações de Direito Privado Primeira entidade representativa de Fundações no Brasil, tem como principal objetivo contribuir com o desenvolvimento da sociedade, promovendo o fortalecimento, a multiplicação e o intercâmbio entre Fundações em Minas Gerais, como mecanismo de transformação social. Ela foi criada a partir da experiência de seminários mineiros sobre Fundações, realizados durante o início da década de 90. Durante os eventos, crescia o entusiasmo pela causa, tão pouco conhecida e difundida no Brasil. O objetivo era criar, então, uma entidade que congregasse todas as Fundações e que, além de falar em nome delas, pudesse promover o desenvolvimento do setor. Fonte: www.fundamig.org.br

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Fundo dos Direitos da Infância e da Adolescência
VER: FIA

Fundo Ethical Pioneiro no mercado latino-americano, lançado em 2001 pelo ABN AMRO Asset Management, é um fundo de ações composto por organizações listadas nas Bolsas de Valores do país. Estes papéis são escolhidos em função da responsabilidade das empresas para com todos os seus acionistas, credores, funcionários, clientes, fornecedores, governo, comunidade e sociedade. Segundo estatísticas internacionais, as empresas que adotam essa estratégia são as que apresentam maior rentabilidade. A avaliação de desempenho das empresas que compõem o fundo inclui os aspectos econômico-financeiros, ambientais, sociais e de governança corporativa As informações são obtidas junto às empresas por meio de um questionário com 64 questões, que fornece um quadro das práticas corporativas da empresa . São automaticamente excluídas do fundo, as empresas dos seguintes setores:Fumo, Bebidas alcoólicas, Energia nuclear, Armas e munições, Pornografia, Jogos de azar. Fonte: www.bancoreal.com.br Geração de Renda Ações sociais que visam a geração de renda têm como objetivo estimular e facilitar a criação de postos de trabalho para a população beneficiada. Também contribuem para a geração de renda algumas iniciativas de empreendedorismo comunitário, como a comercialização de produtos artesanais e a profissionalização de atividades culturais. Fonte: Folha de São Paulo 27/01/2005 Gestão Atividades, coordenadas para dirigir e controlar uma organização. Conjunto de definições que incluem o planejamento estratégico dos recursos necessários e atividades de planejamento, visando o controle de todo o seu processo e seu gerenciamento eficaz. Fonte: Oceano Zacharias – SA8000 Responsabilidade Social NBR 16000 – Estratégias para Empresas Socialmente Responsáveis. Gestão de Projetos Filosofia gerencial, aplicada em todos os níveis da organização com base no princípio de que, as metas da empresa são tangíveis através de uma rede de projetos simultâneos. Fonte: www.fdc.org.br GIFE – Grupo de Institutos, Fundações e Empresas É a primeira associação da América do Sul a reunir organizações de origem privada que financiam ou executam projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Tem como missão aperfeiçoar e difundir conceitos e práticas do uso de recursos privados para o desenvolvimento do bem comum, e como objetivo contribuir para a promoção do desenvolvimento sustentável do Brasil, por meio do fortalecimento político-institucional e do apoio a atuação estratégica de institutos e fundações de origem empresarial e de outras entidades privadas que realizam investimento social voluntário e sistemático, voltado para o interesse público. Fonte: www.gife.org.br Global Compact O Pacto Global é resultado de um convite efetuado ao setor privado pelo Secretário Geral das Nações Unidas. Kofi Annan, para que juntamente com algumas agências das Nações unidas e atores sociais, contribuísse para avançar a prática da responsabilidade social corporativa, na busca de uma economia global mais sustentável. As agências das Nações Unidas envolvidas Com o PACTO Global são o Alto Comissariado para Direitos Humanos, Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) e o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

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O objetivo do Pacto Global é encorajar o alinhamento das políticas e práticas empresariais com os valores e os objetivos aplicáveis internacionalmente e universalmente acordados. Estes valores principais foram separados em dez princípios chaves, nas áreas de direitos humanos, direitos do trabalho, proteção ambiental e combate a corrupção. Estas áreas foram escolhidas por possuírem um potencial efetivo para influenciar e gerar mudanças positivas. O Pacto Global advoga dez Princípios universais, derivados da Declaração Universal de Direitos Humanos, da Declaração da Organização Internacional do Trabalho sobre Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, da Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento e da Convenção das Nações unidas Contra a Corrupção. Princípios de Direitos Humanos 1. Respeitar e proteger os direitos humanos 2. Impedir violações de direitos humanos. Princípios de Direitos do Trabalho 3. Apoiar a liberdade de associação no trabalho 4. Abolir o trabalho forçado 5. Abolir o trabalho infantil 6. Eliminar a descriminação no ambiente de trabalho Princípios de Proteção Ambiental 7. Apoiar uma abordagem preventiva aos desafios ambientais 8. Promover a responsabilidade ambiental 9. Encorajar tecnologias que não agridem o meio ambiente Princípios contra a Corrupção 10. Combater a corrupção em todas as suas formas inclusive extorsão e propina. Fonte: www.pnud.org.br ; www.onu-brasil.org.br
Obs: O Pacto Global nasceu de uma iniciativa do secretário-geral das Nações Unidas, Kofi Annan, durante o Fórum Econômico Mundial de 1999, com o intuito de fazer com que as empresas se unissem com o objetivo de tornar a economia mundial mais sustentável e possibilitar a inclusão social. www.pactoglobal.org.br

Global Reporting Initiative
VER: GRI

Governança Corporativa O conceito de Governança Corporativa vem sendo progressivamente difundido no ambiente empresarial. Baseia-se nos princípios de transparência, equidade, prestação de contas (accountability) e ética. O IBGC, Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (2001), define da seguinte forma o conceito: “ São as práticas e os relacionamentos entre os acionistas/cotistas, conselho de administração, diretoria, auditoria independente e conselho fiscal, com a finalidade de otimizar o desempenho da empresa e facilitar o acesso ao capital”. Governança Corporativa é o sistema pelo qual as sociedades são dirigidas e monitoradas, envolvendo os relacionamentos entre acionista/cotista, Conselho de Administração, Diretoria, Auditoria Independente e Conselho Fiscal. As boas práticas de governança corporativa têm a finalidade de aumentar o valor da sociedade, facilitar seu acesso ao capital e contribuir para a sua perenidade. Fonte: www.ibgc.org.br Governança Corporativa é o conjunto de práticas que tem por finalidade otimizar o desempenho de uma companhia ao proteger todas as partes interessadas, tais como investidores, empregados e credores, facilitando o acesso ao capital. A análise das práticas de governança corporativa aplicada ao mercado de capitais envolve, principalmente: transparência, equidade de tratamento dos acionistas e prestação de contas. Fonte: CVM – Comissão de Valores Mobiliários

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Governança Corporativa é o conjunto de relações entre a administração de uma empresa, seu conselho de administração, seus acionistas e outras partes interessadas. Ela proporciona a estrutura que define os objetivos da empresa, como atingi-los e a fiscalização do desempenho da administração. Fonte: OCDE - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico Governança Corporativa pode ser definida como o esforço contínuo em alinhar os objetivos da administração das empresas aos interesses dos acionistas. Isso envolve as práticas e os relacionamentos entre os Acionistas/Cotistas, o Conselho de Administração, a Diretoria, uma Auditoria Independente e até mesmo um Conselho Fiscal. A boa governança corporativa permite uma administração ainda melhor e a monitoração da direção executiva da empresa. A em- presa que opta pelas boas práticas de governança corporativa adota como linhas mestras transparência, prestação de contas (accountability) e eqüidade. Fonte: www.bovespa.com.br
VER TAMBÉM: Nível 1 e 2 de Governança Corporativa VER TAMBÉM: Novo Mercado

GRI - Global Reporting Initiative A Global Reporting Initiative (GRI) é uma instituição global independente que está desenvolvendo uma estrutura aceita para relato de sustentabilidade. Esta estrutura, chamado Diretrizes GRI, permite às empresas e outras organizações a preparar relatórios sobre seu desempenho econômicos, ambientais e sociais, comparáveis entre si. A última década viu uma proliferação de ferramenta par ajudar organizações, especialmente de negócios e gerenciar seu desempenho econômico, ambiental e social. Estas ferramentas surgiram em várias formas, desde código de conduta a sistemas de gestão e metodologias de avaliação interna de desempenho. A GRI, em contraste, é uma estrutura externa de relato que permite organizações a comunicar: 1. Ações tomadas para melhorar desempenho econômico, ambiental e social; 2. Os resultados de tais ações 3. Estratégias futuras para melhoria. As diretrizes não governam o comportamento de uma organização. Ao invés disso, elas ajudam uma organização a descrever o resultado da adoção e aplicação de códigos políticas, e sistemas de gestão. Quem deve utilizar as Diretrizes? O uso das Diretrizes GRI é voluntário. Elas têm a intenção de ser aplicáveis a organizações de todos os tamanhos e tipos operando em qualquer local. As diretrizes centrais deste documento não são específicas a qualquer setor industrial. Como utilizar as Diretrizes? Há várias maneiras de usar as Diretrizes GRI. Uma organização pode escolher simplesmente utilizá-las para referência informal ou aplicar as Diretrizes de um modo incremental. Alternativamente uma organização pode decidir relatar baseado no mais alto nível “de concordância”. Fonte: BSD – Business Meets Social Development – www.bsd-net.com
Obs: A principal proposta da GRI é desenvolver e disseminar globalmente diretrizes para elaboração de relatórios de sustentabilidade para uso voluntário por parte de organizações que desejam relatar o conteúdo e o impacto de suas atividades, produtos e serviços. www.globalreporting.org

Grupo de Institutos, Fundações e Empresas
VER: GIFE

IBASE – Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas Entidade sem fins lucrativos cuja missão é contribuir para a construção de uma sociedade radicalmente democrática, baseada nos valores éticos de liberdade, igualdade, diversidade, solidariedade e participação. O primeiro imperativo ético da democracia é erradicar a miséria e a pobreza. Fonte: www.ibase.org.br

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IBGC - Instituto Brasileiro de Governança Corporativa Primeiro órgão criado no Brasil com foco específico da Governança Corporativa. O Instituto é considerado nacionalmente e internacionalmente como um dos principais responsáveis pela introdução do conceito de Governança Corporativa no país. Fonte: www.ibgc.org.br IDEC - Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor É uma entidade sem fins lucrativos que tem o objetivo de promover a melhoria das relações com o consumo no país, informações e conscientização de grupos sociais. Fonte: www.fiemg.com.br/cidadania IDH – Índice de Desenvolvimento Humano É o indicador de atendimento, em uma sociedade, das necessidades humanas básicas. Medido pela ONU para comparar nações e avaliar a qualidade de vida em uma noção, o IDH leva em consideração três variáveis: a expectativa de vida do país, o nível de escolaridade da população e o nível de renda. É uma variável de medição e comparação da qualidade de vida nas diferentes nações mais eficiente que o PIB per capita antes utilizado. Fonte: www.fdc.org.br
Criado pelo Economista paquistanês Mahbud ul haq (1934 – 1998) com a colaboração do economista indiano Amarty Sem, ganhador do Prêmio Nobel de Economia de 1998, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) foi publicado pela primeira vez em 1990, recalculado para os anos anteriores, desde 1975. Além de computar o PIB per capita, é um índice que considera a longevidade (utilizando números de expectativa de vida ao nascer) e a educação (avaliada pelo índice de analfabetismo e pela taxa de matrículas em todos os níveis de ensino). Em seu cálculo, a renda mensurada pelo PIB per capita, em dólar PPC (paridade do poder de compra, que elimina as diferenças de custo de vida entre os países). Essas três dimensões têm a mesma importância no índice, que varia de zero a um. Os países com IDH até 0,499 têm desenvolvimento humano considerado baixo; os países com índices entre 0,500 e 0,799 são considerados de médio desenvolvimento humano; países com IDH maior que 0,800 têm desenvolvimento humano considerado alto. Fonte: www.pnud.org.br/idh

IGC - Índice de Ações com Governança Corporativa Índice que mede o desempenho de um carteira teórica composta por ações de empresas comprometidas com programas de governança corporativa. Calculado pela Bolsa de Valores de São Paulo Fonte: www.bovespa.com.br Impacto Social É a transformação da realidade de uma comunidade ou região a partir de uma ação planejada, monitorada e avaliada. Só é possível dimensionar o impacto social se a avaliação de resultados detectar que o projeto efetivamente produziu os resultados que pretendia alcançar e afetou a característica da realidade que queria transformar. Fonte: Folha de São Paulo 27/01/2005 Indicadores Indicadores são sinais, manifestações, marcas que mostram algum sucesso, acontecimento ou mudança. Eles servem para avaliar em que grau os objetivos e produtos de um projeto estão sendo ou foram alcançados, dentro de um certo tempo e em local definido. Fonte: CAMPOS, Arminda Eugênia Marques;ABEGÃO, Luís Henrique. Elaboração e Monitoramento de Projetos Sociais – Formação e Capacitação de Iniciativas Sociais Unidade 4 – SESI –COPPE UFRJ.
Obs: Os indicadores são utilizados para acompanhar e melhorar as resultados ao longo do tempo.

Indicadores Ethos Os Indicadores Ethos de Responsabilidade Sociais Empresariais são uma ferramenta de aprendizado e avaliação de gestão no que se refere à incorporação de práticas da RSE ao planejamento estratégico e ao monitoramento do desempenho geral da empresa. A pontuação

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obtida pela empresa será apresentada no Relatório de Diagnóstico, permitindo que ela compare seu desempenho com o do grupo de benchmarking (as dez empresas que apresentam os melhores resultados) e com a pontuação média de todas as empresas que responderem ai questionário.
Obs: A versão mais recente dos Indicadores Ethos, produzidas em 2004, promoveu um alinhamento dos Indicadores Ethos com os Princípios do Pacto Global.

Fonte: www.ethos.org.br Índice de Ações com Governança Corporativa
VER: IGC

Índice de Desenvolvimento Humano
VER: IDH

Índice de Sustentabilidade Empresarial da BOVESPA
VER: ISE

Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas
VER: IBASE

Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor
VER: IDEC

Instituto Brasileiro de Governança Corporativa
VER: IBGC

Instituto Ethos O Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social é uma organização nãogovernamental criada com a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa. Idealizado por empresários e executivos oriundos do setor privado, o Instituto Ethos é um pólo de organização de conhecimento, troca de experiências e desenvolvimento de ferramentas que auxiliam as empresas a analisar suas práticas de gestão e aprofundar seus compromissos com a responsabilidade corporativa. É hoje uma referência internacional no assunto e desenvolve projetos em parceria com diversas entidades no mundo todo.
Obs: Seus 1006 associados – empresas de diferentes setores e portes – têm faturamento anual correspondente a cerca de 30% do PIB brasileiro e empregam cerca de 1 milhão de pessoas, tendo como característica principal o interesse em estabelecer padrões éticos de relacionamento com funcionários, clientes, fornecedores, comunidade, acionistas, poder público e com o meio ambiente.

Fonte: www.ethos.org.br
VER: IPEA

Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Investimento Capital aplicado em atividade econômica, com objetivo de lucro Fonte: www.bovespa.com.br Investimento Social Privado Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídas por famílias ou indivíduos. A preocupação com o planejamento, o monitoramento e a avaliação dos projetos é intrínseca ao conceito de investimento social privado e um dos elementos fundamentais na diferenciação entre essa prática e ações assistencialistas. Diferentemente do conceito de caridade, que vem carregado da noção de assistencialismo, os investidores sociais privados estão preocupados com os resultados obtidos, as transformações geradas e o envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação. Fonte: Gife – Grupo de Institutos Fundações e Empresas www.gife.org.br

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Investimento Socialmente Responsável
VER: ISR

IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Criado há 40 anos é pioneiro na disseminação de informações e conhecimentos sobre as áreas econômica e social do País. Vinculado ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, o IPEA produz pesquisas, projeções e estudos macroeconômicos, sociais, setoriais e temáticos com o intuito de subsidiar o governo na produção, análise e difusão de informações voltadas para o planejamento e a formulação de políticas públicas. Fonte: www.ipea.gov.br/asocial
VER TAMBÉM – Pesquisa Ação Social das Empresas

ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial da BOVESPA A BOVESPA lançou, em 1º de dezembro de 2005, o ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial, com o objetivo de oferecer ao mercado um indicador para as ações de empresas comprometidas com responsabilidade social, sustentabilidade empresarial e promotora das boas práticas de governança corporativa no Brasil. Utilizando o conceito de TBL – Triple Bottom Line, o ISE é o primeiro índice dessa natureza na América Latina e foi desenvolvido com o apoio do IFC – International Finance Corporation, organismo de financiamento do Banco Mundial, do Centro de Estudos de Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas (CES-FGV) e do Comitê Deliberativo do ISE, formado por participantes do mercado brasileiro. Fonte: www.bovespa.com.br ISO International Organization for Standartization (Organização Internacional de Normalização) É uma organização não governamental que funciona como uma rede de institutos de padronização em 148 países, para oferecer soluções que venham ao encontro das necessidades das empresas e da sociedade. As séries ISSO beneficiam fabricantes, ao ajudar a solucionar problemas de produção e distribuição, e também consumidores e usuários, ao garantir produtos e serviços de qualidade. Os padrões ISO já foram dotados por cerca de 610 mil organizações em 160 países, trazendo melhorias nas áreas de desenvolvimento, produção, suprimentos das empresas, como o objetivo de tornar o processo mais eficiente, seguro e limpo. As séries ISO 9000 e ISO 14000 estão entre os mais conhecidos padrões internacionais de certificação: a primeira em qualidade e a segunda em proteção ambiental (...) No Brasil a ISO é representada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). O escritório central da ISO responsável por coordenar o sistema funciona em genebra, na Suíça. Fonte: Temática Educacional para a Responsabilidade Social Empresarial e Desenvolvimento Sustentável, UniEthos – Educação para a Responsabilidade Social e o Desenvolvimento Sustentável, página 15. ISO 9000 As Normas NBR ISO 9000 asseguram ao cliente a garantia da qualidade pela conformidade. Para a empresa, garantem a certificação ao seu processo da qualidade. A Norma NBR ISO 9000 é um conjunto de normas - NBR ISO 9000,9001,9002,9003 e 9004, que contêm elementos relevantes para os sistemas de gestão da qualidade total e visam à avaliação dos sistemas de qualidade dos fornecedores, em benefício do cliente e do mercado (ABNT, 1995; apud Gadelha 2002). A série normas ISO 9000 traz um modelo de Sistema de Gestão da Qualidade, que se aplica a todo tipo de organização, não importando o seu tipo ou tamanho. Objetivos: • Planejamento (Plan) – Estabelecer objetivos e processos necessários para a obtenção de resultados, de acordo com os requisitos do cliente e com a política da qualidade da organização; • Execução (Do) - Implementar os processos desejados; • Verificação (Check) - Monitoramento e medição de processos e produtos em relação à política, objetivos e requisitos para o produto, nem como comunicação dos resultados;

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Ação (Act) – Tomada de ações para melhorar continuamente o desempenho dos processos. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial UniSESI – LTDS - COPPE/ UFRJ pág. 178 ISO 14000 A ISO 14000 foi desenvolvida para ser utilizada pelas empresas que necessitam implantar um sistema de gestão ambiental. Lançada em 1993, a ISO 14000 tem como principal preocupação à minimização dos efeitos nocivos ao meio-ambiente e aos trabalhadores, causados pelas atividades produtivas das empresas. Um exemplo de tratamento deste padrão diz respeito ao relato e verificação de emissão de gases que afetam a camada de ozônio. A norma tem como escopo a criação de uma política ambiental, o estabelecimento de objetivos e metas, a implantação de um programa para alcançar essas metas, a monitoração e medição de sua eficiência, a correção de problemas e a análise e revisão do sistema para melhorar o desempenho ambiental das empresas. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial UniSESI – LTDS - COPPE/ UFRJ pág. 181 ISO 26000 – Normal Internacional de Responsabilidade Social O Conselho da International Organization for Standardization (ISO) aprova a elaboração da Norma Internacional de Responsabilidade Social ISO 26000, que será de diretrizes sem proposta de certificação, logo depois de sua Conferencia Internacional, realizada em Estocolmo na Suécia, em junho de 2004. Fonte: URSINI Tarcila Reis, SEKIGUCHI Celso. Desenvolvimento Sustentável e Responsabilidade Social: Rumo A Terceira Geração de Normas ISO. Artigo Publicado no livro “ Inovação, Legislação e Inserção Social”. 4 volume da Coleção “Unimep Inovação”, Instituto Uniemp, São Paulo.SP Responsável pela elaboração dessa norma, com prazo para ser concluída ate 2008, o Grupo de Trabalho de Responsabilidade Social é o primeiro da ISO a ser coordenado em conjunto por uma entidade normatizadora de um país industrializado – 0 Swedish Standards Institute (SIS Instituto Sueco de Normatização) e outra de um pais em desenvolvimento – ABNT Brasileira. Assim desde de 15 de setembro de 2004 o Brasil e a Suécia passaram a presidir e secretariar de maneira compartilhada, pelos próximos três anos, o Grupo de Trabalho sobre Responsabilidade Social da ISO. Inaugurou-se, com isso, o processo de elaboração da chamada “terceira geração de normas de sistema de gestão”, após as séries de sistemas de gestão de qualidade (ISO 9000) e do meio ambiente (ISO 14000). Fonte: http://www.ethos.org.br/sistemas/conceitos_praticas/localizador/default.asp http://www.iso.org/sr ISR - Investimento Socialmente Responsável Investimento realizado em ações de empresas que adotam práticas de responsabilidade social. Também conhecido como fundo ético. Fonte: www.bovespa.com.br Linha da Pobreza É definida a partir da renda, um conceito criado pelo Banco Mundial, que vincula pobreza à renda inferior a US$1,08 por dia. O Brasil adotou o conceito, com adaptações e correções metodológicas em função do país. Considera-se, então, que abaixo da linha pobreza, estão as famílias cuja renda não é suficiente para cobrir gastos com alimentação, moradia, transporte e vestuário, e que abaixo da linha da miséria estão os que não tem renda sequer para comer. Fonte: Caderno Temático: A nutrição e o consumo consciente. Realização Instituto AKATU Pelo Consumo Consciente; 2003. PG 41.

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Lucro Social Todo "investimento", por princípio, deve prover ao investidor lucros e dividendos. Quando você faz um investimento, como em ações, por exemplo, a expectativa é a de que seu dinheiro renda e o investimento valha a pena. A Bolsa de Valores Sociais entende que também os investimentos sociais devem gerar lucro - lucro social. Ao comprar “ações” das organizações sociais listadas na BVS, o investidor social fortalece a organização e participa diretamente da construção de uma sociedade mais justa e mais capaz de prover oportunidades para milhares de crianças e jovens. Isso é o que chamamos de lucro social. Fonte: www.bovespasocial.com.br Marketing Social Atividade de divulgação de programas que visam a mudança social. As empresas voltadas à construção de uma personalidade social desenvolvem empatia com os consumidores. Mas isso deve ser sempre e bem vinda conseqüência. A motivação precisa ser legítima, intimamente ligada aos valores das empresas e ao desejo sincero de beneficiar a comunidade. Ações duradouras, comunicadas de forma adequada, trazem frutos duradouros. O bom Marketing Social sugere que a empresa, além de se preocupar em entender seu cliente de forma eficaz e garantir os interesses da corporação por meio dos lucros, deve agir de forma socialmente eficiente, respeitando o meio em que está inserida. As organizações devem garantir a integridade de seus funcionários e buscar forma de produção que preservem os recursos naturais. Se realizado de acordo com os princípios éticos esperados numa cultura organizacional socialmente responsável, o Marketing Social traz benefícios para o mercado e para a sociedade. Metas do Milênio O reconhecimento cabal por parte do poder político mundial de que vivemos uma situação de risco par as instituições e para a própria vida no planeta é testemunhado pela própria formulação das Metas do Milênio, estabelecidas em setembro de 2000 em Nova York, durante a Cúpula do Milênio. Traduzindo o reconhecimento da problemática global por parte dos dirigentes mundiais, as Metas do Milênio e seus objetivos mostram que os governos em todo o mundo admitem que são muitas as situações a corrigir e, principalmente, que se comprometem a procurar soluções para as dificuldades que resultam do desequilíbrio do sistema mundial. Na ocasião do encontro, considerando o maior de todos os tempos, com a presença de 147 chefes de Estado e de Governo, e de 191 países, nasceu a Declaração do Milênio, um documento de dezoito objetivos, criando o compromisso de todos os 189 países membro da Organização das Nações Unidas cumprirem, até o ano de 2015, oito metas que visam estabelecer um patamar mínimo de condições necessárias para o desenvolvimento sustentável do mundo. Esses oito desafios a serem enfrentados não só pelos governos, mas também pelas organizações e pelos cidadãos, cujo cumprimento vem sendo quantificado por 48 indicadores, são as Metas de Desenvolvimento do Milênio, a saber: 1. Erradicar a extrema pobreza e a fome. 2. Atingir a universalização do ensino fundamental 3. Promover a igualdade ente os sexos e autonomia das mulheres. 4. Reduzir a mortalidade infantil. 5. Melhorar a saúde materna. 6. Combater a HIV/Aids, a malária e outras doenças. 7. Garantir a sustentabilidade. 8. Promover uma Parceria Mundial para o Desenvolvimento. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial UniSESI – LTDS - COPPE/ UFRJ pág. 56
Obs: Compromisso criado pelos países associados à ONU para reduzir a pobreza, a fome e a desigualdade até 2015, e criar condições para o desenvolvimento sustentável. No caso do Brasil, algumas Metas do Milênio são as seguintes: • Reduzir a miséria pela metade até 2015 (de 9,9% da população para 4,95%). • Fornecer água limpa para 95% da população em 2015 (hoje 87%são atendidos). • Fornecer esgotamento sanitário para 86% da população(hoje 76% são atendidos).

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Fonte: www.fdc.com.br

Metodologia É uma forma racional, organizada e analítica de realizar uma tarefa, articular uma variedade de métodos, estratégias e procedimentos com o objetivo de construir de maneira eficiente, um modelo. Fonte: www.fdc.org.br Microcrédito Programa de concessão de crédito que visa ao aumento da renda familiar de microempreendedores com baixos ganhos e com dificuldades de acesso ao crédito bancário, tanto para capital de giro como para capital fixo. Fonte: www.bovespa.com.br
VER TAMBÉM: Banco do Povo

Mobilização Social Prática estratégica que envolve a sociedade civil no processo de desenho, planejamento, execução, avaliação e sustentabilidade de programas que melhoram a sai qualidade de vida. O Unicef definiu o termo como um movimento da larga escala para engajar a participação das pessoas na conquista de ima meta específica de desenvolvimento por meio de esforços próprios. Fonte: Folha de São Paulo 27/01/2005 Modelos de Balanço Social IBASE: Lançado em 1997, de forma pioneira pelo sociólogo Herbert de Souza, Betinho, é um demonstrativo numérico em forma de tabela de uma página. De fácil preenchimento, permite a verificação dos dados e a comparação com outras empresas. Fonte: www.ibase.org.br
VER TAMBÉM: Selo Balanço Social

ETHOS: Modelo lançado em 2001 é mais completo, mistura dados quantitativos (números) e qualitativos (relatos). Inclui tabela Ibase. Fonte: www.ethos.org.br GRI: Rede Internacional em 1997 pelo Pnuma e Ceres, com sede em Amsterdã (Holanda) A missão do GRI é tornar o balanço social tão difundido quanto aos relatórios financeiros corporativos. Único padrão internacional, sua aplicação é extensa, pois contém 97 diretrizes. Fonte: www.globalreporting.org Nível 1 e 2 de Governança Corporativa Implantados em dezembro de 2000 pela Bolsa de Valores de São Paulo – BOVESPA, os Níveis Diferenciados de Governança Corporativa são segmentos especiais de listagem que foram desenvolvidos com o objetivo de proporcionar um ambiente de negociação que estimulasse, simultaneamente, o interesse dos investidores e a valorização das companhias. Empresas listadas nesses segmentos oferecem aos seus acionistas investidores melhorias nas práticas de governança corporativa que ampliam os direitos societários dos acionistas minoritários e aumentam a transparência das companhias, com divulgação de maior volume de informações e de melhor qualidade, facilitando o acompanhamento de sua performance. A premissa básica é que a adoção de boas práticas de governança corporativa pelas companhias confere maior credibilidade ao mercado acionário e, como conseqüência, aumenta a confiança e a disposição dos investidores em adquirirem as suas ações, pagarem um preço melhor por elas, reduzindo seu custo de captação. A adesão das Companhias ao Nível 1 ou ao Nível 2 depende do grau de compromisso assumido e é formalizada por meio de um contrato, assinado pela BOVESPA, pela Companhia, seus administradores, conselheiros fiscais e controladores. Ao assinarem o contrato, as partes acordam em observar o Regulamento de Listagem do segmento específico, que consolida os requisitos que devem ser atendidos pelas Companhias listadas naquele segmento, além de, no caso das Companhias Nível 2, adotar a arbitragem para solução de eventuais conflitos societários.

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As Companhias Nível 1 se comprometem, principalmente, com melhorias na prestação de informações ao mercado e com a dispersão acionária. Por exemplo, a companhia aberta listada no Nível 1 tem como obrigações adicionais à legislação: • Melhoria nas informações prestadas, adicionando às Informações Trimestrais (ITRs) – documento que é enviado pelas companhias listadas à CVM e à BOVESPA, disponibilizado ao público e que contém demonstrações financeiras trimestrais – entre outras: demonstrações financeiras consolidadas e a demonstração dos fluxos de caixa. Melhoria nas informações relativas a cada exercício social, adicionando às Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFPs) – documento que é enviado pelas companhias listadas à CVM e à BOVESPA, disponibilizado ao público e que contém demonstrações financeiras anuais – entre outras, a demonstração dos fluxos de caixa. Melhoria nas informações prestadas, adicionando às Informações Anuais (IANs) – documento que é enviado pelas companhias listadas à CVM e à BOVESPA, disponibilizado ao público e que contém informações corporativas – entre outras: a quantidade e características dos valores mobiliários de emissão da companhia detidos pelos grupos de acionistas controladores, membros do Conselho de Administração, diretores e membros do Conselho Fiscal, bem como a evolução dessas posições. Realização de reuniões públicas com analistas e investidores, ao menos uma vez por ano. Apresentação de um calendário anual, do qual conste a programação dos eventos corporativos, tais como assembléias, divulgação de resultados etc. Divulgação dos termos dos contratos firmados entre a companhia e partes relacionadas. Divulgação, em bases mensais, das negociações de valores mobiliários e derivativos de emissão da companhia por parte dos acionistas controladores. Manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações, representando 25% (vinte e cinco por cento) do capital social da companhia. Quando da realização de distribuições públicas de ações, adoção de mecanismos que favoreçam a dispersão do capital.

• • • • • •

As Companhias Nível 2 se comprometem a cumprir as regras aplicáveis ao Nível 1 e, adicionalmente, um conjunto mais amplo de práticas de governança relativas aos direitos societários dos acionistas minoritários. Por exemplo, a companhia aberta listada no Nível 2 tem como obrigações adicionais à legislação: • • Divulgação de demonstrações financeiras de acordo com padrões internacionais IFRS ou US GAAP. Conselho de Administração com mínimo de 5 (cinco) membros e mandato unificado de até 2 (dois) anos, permitida a reeleição. No mínimo, 20% (vinte por cento) dos membros deverão ser conselheiros independentes. Direito de voto às ações preferenciais em algumas matérias, tais como, transformação, incorporação, fusão ou cisão da companhia e aprovação de contratos entre a companhia e empresas do mesmo grupo sempre que, por força de disposição legal ou estatutária, sejam deliberados em assembléia geral. Extensão para todos os acionistas detentores de ações ordinárias das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia e de, no mínimo, 80% (oitenta por cento) deste valor para os detentores de ações preferenciais (tag along).

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Realização de uma oferta pública de aquisição de todas as ações em circulação, no mínimo, pelo valor econômico, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação neste Nível; Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado para resolução de conflitos societários.

Além de presentes no Regulamento de Listagem, alguns desses compromissos deverão ser aprovados em Assembléias Gerais e incluídos no Estatuto Social da companhia. Fonte: www.bovespa.com.br Norma Brasileira de Responsabilidade Social
VER: ABNT NBR 16001

Normal Internacional de Responsabilidade Social
VER: ISO 26000

Novo Mercado É um segmento de listagem destinado à negociação de ações emitidas por companhias que se comprometam, voluntariamente, com a adoção de práticas de governança corporativa adicionais em relação ao que é exigido pela legislação. A valorização e a liquidez das ações são influenciadas positivamente pelo grau de segurança oferecido pelos direitos concedidos aos acionistas e pela qualidade das informações prestadas pelas companhias. Essa é a premissa básica do Novo Mercado. A entrada de uma companhia no Novo Mercado ocorre por meio da assinatura de um contrato e implica a adesão a um conjunto de regras societárias, genericamente chamadas de "boas práticas de governança corporativa", mais exigentes do que as presentes na legislação brasileira. Essas regras, consolidadas no Regulamento de Listagem do Novo Mercado, ampliam os direitos dos acionistas, melhoram a qualidade das informações usualmente prestadas pelas companhias, bem como a dispersão acionária e, ao determinar a resolução dos conflitos societários por meio de uma Câmara de Arbitragem, oferecem aos investidores a segurança de uma alternativa mais ágil e especializada. A principal inovação do Novo Mercado, em relação à legislação, é a exigência de que o capital social da companhia seja composto somente por ações ordinárias. Porém, esta não é a única. Por exemplo, a companhia aberta participante do Novo Mercado tem como obrigações adicionais: • • Extensão para todos os acionistas das mesmas condições obtidas pelos controladores quando da venda do controle da companhia (tag along). Realização de uma oferta pública de aquisição de todas as ações em circulação, no mínimo, pelo valor econômico, nas hipóteses de fechamento do capital ou cancelamento do registro de negociação no Novo Mercado. Conselho de Administração com mínimo de 5 (cinco) membros e mandato unificado de até 2 (dois) anos, permitida a reeleição. No mínimo, 20% (vinte por cento) dos membros deverão ser conselheiros independentes. Melhoria nas informações prestadas, adicionando às Informações Trimestrais (ITRs) – documento que é enviado pelas companhias listadas à CVM e à BOVESPA, disponibilizado ao público e que contém demonstrações financeiras trimestrais – entre outras: demonstrações financeiras consolidadas e a demonstração dos fluxos de caixa. Melhoria nas informações relativas a cada exercício social, adicionando às Demonstrações Financeiras Padronizadas (DFPs) – documento que é enviado pelas companhias listadas à CVM e à BOVESPA, disponibilizado ao público e que contém demonstrações financeiras anuais – entre outras, a demonstração dos fluxos de caixa. Divulgação de demonstrações financeiras de acordo com padrões internacionais IFRS ou US GAAP.

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Melhoria nas informações prestadas, adicionando às Informações Anuais (IANs) – documento que é enviado pelas companhias listadas à CVM e à BOVESPA, disponibilizado ao público e que contém informações corporativas – entre outras: a quantidade e características dos valores mobiliários de emissão da companhia detidos pelos grupos de acionistas controladores, membros do Conselho de Administração, diretores e membros do Conselho Fiscal, bem como a evolução dessas posições. Realização de reuniões públicas com analistas e investidores, ao menos uma vez por ano. Apresentação de um calendário anual, do qual conste a programação dos eventos corporativos, tais como assembléias, divulgação de resultados etc. Divulgação dos termos dos contratos firmados entre a companhia e partes relacionadas. Divulgação, em bases mensais, das negociações de valores mobiliários e derivativos de emissão da companhia por parte dos acionistas controladores. Manutenção em circulação de uma parcela mínima de ações, representando 25% (vinte e cinco por cento) do capital social da companhia. Quando da realização de distribuições públicas de ações, adoção de mecanismos que favoreçam a dispersão do capital. Adesão à Câmara de Arbitragem do Mercado para resolução de conflitos societários.

• • • • • • •

Além de presentes no Regulamento de Listagem, alguns desses compromissos deverão ser aprovados em Assembléias Gerais e incluídos no Estatuto Social da companhia. Fonte: www.bovespa.com.br OCDE – Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico Organização formada por 30 países membros, que promove a cooperação para o desenvolvimento econômico e social entre os países membros e mais 70 países não membros. Produz publicações, instrumentos e recomendações mundialmente reconhecidas nas áreas econômica e social. Promove o diálogo entre as nações para realização de acordos multilaterais. Fonte: www.fdc.org.br OHSAS 18001 - Occupational Health and Safety Assessment Series É uma norma para sistemas de gestão da segurança e da saúde no trabalho. A certificação pr essa norma garante o compromisso da empresa com a redução dos riscos ambientais e com a melhora contínua de seu desempenho em saúde ocupacional e segurança de seus funcionários. OHSAS 18001 é uma norma que parte do pressuposto de que a organização deva analisar e avaliar seu sistema de gestão da Segurança e da Saúde no Trabalho periodicamente par que ela possa sempre identificar melhorias e implementar as ações necessárias. Desse modo, ela não estabelece requisitos absolutos para o desempenho da Segurança e da Saúde no Trabalho, apesar de exigir que a empresa cumpra integralmente a legislação e regulamentos aplicáveis, além de se comprometer com o aperfeiçoamento contínuo dos processos. Objetivos: • Minimizar riscos ambientais; • Atuar em processos que visem a melhoria contínua da segurança e da saúde de seus funcionários. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial UniSESI – LTDS - COPPE/ UFRJ pág. 186

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OIT – Organização Internacional do Trabalho Agência multilateral com sede em Genebra, Suíça ligada Organização das Nações Unidas (ONU) especializada nas questões do trabalho. Tem representação paritária de governos de 175 Estados Membros e de organizações de empregadores e de trabalhadores. A OIT funda-se no princípio de que a paz universal e permanente só pode basear-se na justiça social. Fonte de importantes conquistas socais que caracterizam a sociedade industrial, a OIT é a estrutura internacional que torna possível abordar estas questões e buscar soluções que permitam a melhoria das condições de trabalho no mundo. Fonte: http://www.ilo.org/public/portugue/region/ampro/brasilia/ ONG – Organização Não Governamental A sigla ONG corresponde a organização não-governamental – uma expressão que admite muitas interpretações. De um lado, a definição textual (ou seja, aquilo que não é do governo ou vinculado a ele) é tão ampla que abrange qualquer organização de natureza não-estatal. Do ponto de vista jurídico, o termo ONG não se aplica. Nossa legislação prevê apenas 2 (dois) formatos, institucionais para a constituição de uma organização sem fins lucrativos; portanto, toda organização sem fins lucrativos da sociedade civil é uma associação civil ou uma fundação privada. Ou seja, toda ONG é uma organização privada não-lucrativa. No Brasil, a expressão era habitualmente relacionada a um universo de organização que surgiu, em grande parte, nas décadas de 70 e 80, apoiando movimentos sociais e organizações populares e de base comunitária, com objetivos de promoção da cidadania, defesa de direitos e luta pela democracia política e social. As primeiras ONGs nasceram em sintonia com as finalidades e dinâmicas dos movimentos sociais, pela atuação política de proteção aos direitos sociais e fortalecimento da sociedade civil, com ênfase nos trabalho de educação popular e na atuação na elaboração e monitoramento de políticas públicas. Segundo Herbert de Souza: “uma ONG se define por sua vocação política, por sua positividade política: uma entidade sem fins lucrativos de lucro cujo objetivo fundamental é desenvolver uma sociedade democrática, isto é, uma sociedade fundada nos valores de democracia – liberdade, igualdade, diversidade, participação e solidariedade(...) As ONGs são comitês da cidadania e surgiram para ajudar a construir a sociedade democrática com que todos sonham”. Ao longo da década de 90, com o surgimento de novas organizações privadas sem fins lucrativos trazendo perfis e perspectivas de atuação e transformação social muito diversas, o termo ONG acabou sendo apropriado por um conjunto grande de organizações, que muitas vezes não guardam semelhanças entre si. Como afirma a antropóloga Leilah Landim “O nome ONG não é mais revelador, como ele era, de um segmento dentro das organizações da sociedade civil brasileira”. Fonte: www.abong.org.br ONU – Organização das Nações Unidas Nasceu oficialmente em 24 de outubro de 1945, data da promulgação das Carta das Nações Unidas, que é uma espécie de Constituição da entidade, assinada na época por 51 países, entre eles o Brasil. Criada logo após a segunda guerra mundial, o foco da sua atuação é a manutenção da paz e do desenvolvimento em todos os países do mundo. Fonte: www.onu-brasil.org.br Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico
VER: OCDE

Organização Internacional de Normalização
VER: ISO International Organization for Standartization

Organização Internacional do Trabalho
VER: OIT

Organização das Nações Unidas
VER: ONU

Organização Não Governamental
VER: ONG

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Organização da Sociedade Civil de Interesse Público
VER: OSCIP

OSCIP – Organização da Sociedade Civil de Interesse Público Sigla para organização da sociedade civil de interesse público, qualificação concedida pelo Poder Executivo a partir de 1999 às entidades privadas sem fins lucrativos. Entre as principais inovações está a possibilidade de remunerar os diretores da entidade. Outro diferencial é o estabelecimento de parcerias entre o poder público e as Oscips, possibilitando que estas recebam recursos de órgãos ligados às três esfera de governo para a realização de projetos sociais Fonte: Folha de São Paulo 27/01/2005 Parceiros Organizações com as quais s estabelece um relacionamento especial e estreito em função de fatores e razões diversas. Fonte: www.ethos.org.br Pensamento Nacional das Bases Empresariais
VER: PNBE

Pesquisa Ação Social das Empresas É um retrato da participação do setor empresarial em atividades sociais voltadas para as comunidades mais pobres. Ela inaugurou uma nova frente sobre a investigação do envolvimento das empresas no campo social com o objetivo de identificar o papel que o setor privado lucrativo pode assumir na implementação das políticas sociais, ou seja, até que ponto as empresas podem partilhar com o Estado o atendimento dos direitos sociais básicos dos cidadãos. Essa temática, bastante atual, porém ainda pouco explorada, insere-se no debate sobre a relação público/privado ou sobre a parceria Estado e sociedade na provisão de bens e serviços sociais. Fonte: www.ipea.gov.br/asocial PIB - Produto Interno Bruto Principal indicador da atividade econômica, o PIB - Produto Interno Bruto - exprime o valor da produção realizada dentro das fronteiras geográficas de um país, num determinado período, independentemente da nacionalidade das unidades produtoras. Em outras palavras, o PIB sintetiza o resultado final da atividade produtiva, expressando monetariamente a produção, sem duplicações, de todos os produtores residentes nos limites da nação avaliada. A soma dos valores é feita com base nos preços finais de mercado. A produção da economia informal não é computada no cálculo do PIB nacional. A variação anual do Produto Interno Bruto é adotada, indistintamente, como o principal indicador para medir o desempenho econômico de um País, Região ou Unidade Federativa. Sua taxa de crescimento é obtida pela comparação entre tudo o que se produziu em um ano com o total do ano anterior: taxas positivas indicam que a economia está em crescimento; nulas, estagnação; e negativas, recessão. As metodologias de avaliação do PIB procuram formas de correlações físicas (quantificações), mas sempre são expressas em valores monetários para facilitar análises e comparações. Por esta razão, os dados do PIB brasileiro são geralmente colocados em dólares ou reais. Para o cálculo do PIB, adota-se como marco referencial as recomendações contidas no Sistema de Contas Nacionais (SCN), proposto pelas Nações Unidas. Desde a sua primeira edição, em 1953, o SCN já foi submetido a quatro revisões, sendo a última em 1993. PIB X PNB PIB: é a totalidade da renda obtida internamente. Inclui a renda ganha pelos estrangeiros que moram no país, mas não inclui a parcela ganha pelos nativos do país que vivem no exterior. PNB: é a renda total recebida pelos nativos, tanto no país como no exterior, mas não inclui o montante ganho pelos estrangeiros que moram no país. Fonte: www.ipib.com.br

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Obs: indicador econômico que representa a soma dos valores de todos os bens produzidos dentro de um país, em determinado período Fórmula clássica para expressar o PIB de uma região é a seguinte: Y = C+I+G+X-M Onde: • Y é o Pib • C é o consumo • I é o total de investimento realizados • G representa gastos governamentais • X é o volume de exportações • M é o volume de importações

PNBE - Pensamento Nacional das Bases Empresariais Entidade não governamental de âmbito nacional, formada por empresários de todos os ramos da atividade econômica, de todas as regiões do país e de todos os portes de empresas, que lutam pela aprofundamento da democracia nas diversas instâncias da nação – governos da União, dos Estados, dos Municípios, bem como entidades da sociedade civil – e pelo amplo exercícios dos direitos da cidadania. Fonte: www.pnbe.org.br PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento Programa gerido pela ONU, responsável pela divulgação de relatórios anuais sobre o IDH. Esses relatórios são documentos importantes para análise do desenvolvimento humano econômico e social das nações. Seu conteúdo são dados sobre condições de renda, educação, saúde e indicadores de perspectivas para as parcelas mais pobres da população mundial. Fonte: www.fdc.org.br Políticas Públicas Políticas públicas dizem respeito às variadas formas de atuação do Estado e seus diferentes Governos, no trato de questões ligadas à vida econômica, social e política de seus cidadãos. Guiam a ação do Estado, como na educação, por exemplo, ou estabelecem regras, regulam áreas específicas, como o transporte. Políticas Públicas podem ser entendidas como as ferramentas escolhidas pela sociedade para que o Estado regule as relações entre os diferentes grupos de interesse. Produzindo e/ou distribuindo bens e serviços coletivos, bem como, criando condições de acesso ao usufruto desses direitos, por parte de todos os seus cidadãos. Processo Organizacional É o conjunto de competências organizacionais de diferentes naturezas que, juntos, produzem um resultado de valor para um ou mais stakeholders. Fonte: www.fdc.org.br Produto Interno Bruto
VER: PIB

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento
VER: PNUD

Projetos Iniciativas não repetitivas, empreendimentos únicos para criar ou aperfeiçoar processos. Possuem início, meio e fim e geralmente, estão associados e grandes expressões, quando investimentos significativos são necessários. Fonte: www.fdc.org.br Protocolo de Kyoto O protocolo de Kyoto é um acordo internacional para reduzir as emissões de gases-estufa dos países industrializados e para garantir um modelo de desenvolvimento limpo aos países em desenvolvimento. O documento prevê que, entre 2008 e 2012, os países desenvolvidos reduzam suas emissões em 5,2% em relação aos níveis medidos em 1990.

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O tratado foi estabelecido em 1998 em Kyoto no Japão. O documento impõem a redução das emissões de seis gases causadores de efeito estufas, responsáveis pelo aquecimento do planeta: CO2 (dióxido de carbono ou gás carbônico), CH4 (metano), protóxido de nitrogênio (N2O) e três gases flúor (HFC, PFC,e SF6). As reduções variam segundo as emissões dos países industrializados -6% para o Japão e o Canadá, 0% para Rússia, -8%para 15% países da União Européia, -21% para Alemanha, -12,5% para Grã Bretanha, -6,5% par Itália, 0% para França, +15% para a Espanha. Este país, no entando, emite atualmente mais de 45% em relação a 1990.
O que é • Determina a redução das emissões de dióxido de carbono e outros gases causadores do aquecimento global, alcançando até 2012 uma taxa média 5,2% menor do que a registrada em 1990 • O tratado vigora a partir de hoje, depois que a Rússia o ratificou, em novembro. Era necessária a ratificação por um grupo de países desenvolvidos responsáveis por pelo menos 55% das emissões globais de poluentes, no ano de 1990 • Os Estados Unidos são os maiores emissores, respondendo por 36,1% do total mundial; a China é o segundo maior poluidor, com 18%, mas não figura entre os países que precisam reduzir as emissões; a Rússia é o terceiro, com cerca de 17% • Os países podem trocar a redução das emissões de gases por investimentos em florestas e campos capazes de absorver o dióxido de carbono na mesma proporção das emissões que não forem reduzidas • Podem também financiar projetos de geração de energia renovável, ganhando o direito de poluir na mesma medida da poluição que será evitada com a energia alternativa • Os signatários do Protocolo de Kyoto estarão sujeitos a punições se não cumprirem suas metas de corte de emissão de poluentes Aquecimento global • É o fenômeno pelo qual a atmosfera se torna mais capaz de reter o calor natural da Terra, muito além do nível considerado normal. Isso vem acontecendo por causa de um progressivo aumento na concentração dos gases, nos últimos 100 anos • Esses gases alteram as características da atmosfera, fazendo o calor se concentrar, como numa estufa • O fato de a atmosfera reter mais e mais o calor leva a crer que a temperatura média do planeta vai aumentar. Por menor que seja esse aumento, ele deverá influenciar muito o regime de chuvas e secas em várias partes do globo. Só isso seria suficiente para afetar plantações e florestas. Tende a haver também um degelo acelerado, tanto em picos mais elevados quanto nas próprias imediações do Ártico e da Antártida. O gelo derretido deve fazer com que o nível dos oceanos se eleve, encobrindo ilhas e invadindo continentes • O aumento da temperatura vem sendo provocado pelas atividades do homem, como a indústria e os veículos, que produzem emissões excessivas. Entre os gases do efeito estufa que estão aumentando de concentração, o dióxido de carbono, o metano e o óxido nitroso são os mais importantes • O dióxido de carbono é o que mais contribui para o aquecimento, representando 55% do total das

emissões mundiais de gases do efeito estufa. O tempo de sua permanência na atmosfera é, no mínimo, de 100 anos, com impactos no clima ao longo dos séculos
• A quantidade de metano emitida é bem menor, mas seu potencial de aquecimento é 20 vezes superior ao do dióxido de carbono. No caso do óxido nitroso e dos clorofluorocarbonos, suas concentrações são ainda menores, mas o poder estufa é, respectivamente, de 310 e 6,2 mil vezes maior do que o do dióxido de carbono.

Fonte: www.folha.uol.com.br 16/02/2005 e Jornal Estado de Minas de 16/02/2005 Reciclagem Processo por meio do qual um determinado material retorna ao seu ciclo de produção, após já ter sido utilizado e descarado, para que novamente possa ser transformado em um bem de consumo, assim economizando energia e preservando os recursos naturais e o meio ambiente. Fonte: www.ethos.org.br Reciclar Reciclar é uma maneira de lidar com o lixo de forma a reduzir e re-usar. Este processo consiste em fazer coisas novas a partir de coisas usadas. A reciclagem reduz o volume do lixo, o que contribui para diminuir a poluição e a contaminação, bem como na recuperação natural do meio ambiente, assim como economiza os materiais e a energia usada para fabricação de outros produtos

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Recursos Recursos são todos aqueles fatores que contribuem para o resultado de um processo. São eles, entre outros: tempo, dinheiro, tecnologia, máquinas, equipamentos, metodologias, modelos, materiais, competências das pessoas. Fonte: www.fdc.org.br Recursos Naturais São os recursos extraídos da natureza que permitem a vida no planeta. Os recursos naturais podem ser renováveis ou não-renováveis. Recursos naturais renováveis são os recursos que se renovam: por exemplo, a água, os vegetais e os animais. Recursos naturais não-renováveis são os recursos que se esgotam após sua exploração: Por exemplo, os minerais e o petróleo. Redes O conceito de rede transformou-se, nas últimas duas décadas, em uma alternativa prática de organização, possibilitando processos capazes de responder às demandas de flexibilidade, conectividade e descentralização das esferas contemporâneas de atuação e articulação social. A palavra rede é bem antiga e vem do latim retis, significando entrelaçamento de fios com aberturas regulares que formam uma espécie de tecido. A partir da noção de entrelaçamento, malha e estrutura reticulada, a palavra rede foi ganhando novos significados ao longo do tempo, passando a ser empregadas em diferentes situações. (.....) redes são sistemas organizacionais capazes de reunir indivíduos e instituições, de forma democrática e participativa, em torno de objetivos e/ou temáticas comuns. Estruturas flexíveis e cadenciadas, as redes se estabelecem por relações horizontais, interconexas e em dinâmicas que supõem o trabalho colaborativo e participativo. As redes se sustentam pela vontade e afinidade de seus integrantes, caracterizando-se como um significativo recurso organizacional, tanto para as relações pessoais quanto para a estruturação social(...) Fonte: www.rits.org.br Responsabilidade Social Empresarial É a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ele se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para as gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais. Fonte: Instituo Ethos de Responsabilidade Social www.ethos.org.br OBS: Organiza-se a RSE em sete tópicos. • Valores e Transparência: disseminação dos valores e compromissos éticos, por exemplo, por meio do código de ética, balanço social, diálogo com as partes interessadas, posicionamento coreto em relação a concordância; • Público Interno: diálogo com os sindicatos, gestão participativa nos resultados, valorização da diversidade, compromisso com o futuro das crianças, desenvolvimento profissional, segurança, saúde e condições de trabalho; • Consumidores/cliente: política de marketing de comunicação, excelência em atendimento, conhecimento dos danos potenciais dos produtos e serviços; • Meio Ambiente: preocupação e comprometimento com a causa ambiental, controle da geração e destinação dos resíduos e utilização dos recursos, responsabilidade sobre o ciclo de vida dos produtos e serviços, educação ambiental voltada par os públicos internos e externos. • Fornecedores : utilização dos critérios da responsabilidade social para seleção dos fornecedores, esforços para a erradicação do trabalho infantil na cadeia produtiva, mesmas condições de trabalho para os funcionários regulares e terceirizados, apoio ao desenvolvimento de fornecedores. • Comunidade: reconhecimento e apoio ao trabalho voluntário dos empregados, gerenciamento do impacto da empresa junto a comunidade, diálogo com as organizações comunitárias, apoio a projetos sociais, atuação na área social, mobilização de recursos para investimento sociais. • Governo e Sociedade: transparência na destinação dos recursos a campanhas políticas, práticas anticorrupção.

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Resultados É o produto (objeto ou serviço) obtido através de um processo de valor, para um ou mias stakeholders. Fonte: www.fdc.org.br Rio 92 Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento Humano. Um dos resultados da Agenda 21. Conhecida mundialmente como UNCED 92 (United Nations Conference on Environment and Developmente), foi um grande evento realizado pela ONU na cidade do Rio de Janeiro em junho de 1992. Reuniu lideres governamentais, grupos do setor privado, Ongs e ambientalistas de 170 paises, com o objetivo de avaliar como o mundo poderia caminhar para o desenvolvimento sustentável. O resultado do encontro foi à elaboração da Agenda 21. Fonte: http://www.unica.com.br/pages/sociedade_desenvolv7.asp SA8000 – Social AccountAbility 8000 É a primeira certificação internacional da responsabilidade social. Seu principal objetivo e garantir os direitos dos trabalhadores, de uma forma que todos os envolvidos ganhem: empresas, trabalhadores, sindicatos, governo. Lançada em 1997 CEPPA Council on Economics Priorities Accreditation Agency, atualmente chamada SAI – Social Accoutability Internationa, organização não-governamental norte americana a Social Accountability 8000 (SA8000) é a primeira certificação de um aspecto da responsabilidade social de empresas com alcance global. Com base em normas internacionais sobre direitos humanos e no cumprimento da legislação local referente a SA8000 busca garantir direitos básicos dos trabalhadores envolvidos em processos produtivos. A norma é composta por nove requisitos: • Trabalho infantil: não é permitido; • Trabalho forçado: não é permitido; • Saúde e segurança: deves ser asseguradas; • Liberdade de Associação e negociação coletiva: devem ser garantidas; • Discriminação: não é permitida; • Práticas Disciplinares: não são permitidas; • Horário de Trabalho: não deve ultrapassar 48horas/semana, além de 12horas extra/semana; • Remuneração: deve ser suficiente; • Sistema de gestão: deve garantir o efetivo cumprimento de todos os requisitos. Tendo como referência os padrões de gestão da qualidade ISO9000 e de gestão ambiental ISO14000, a SA8000 segue a estrutura que enfatiza a importância de sistemas de gestão para melhoria contínua. Obter a certificação SA8000 também significa: • Melhor ambiente organizacional interno por meio da demonstração da preocupação da empresa com o trabalhador e do estabelecimento de condições adequadas de saúde e segurança; • Mais informação e, portanto, maior confiabilidade aos compradores; • Melhor gerenciamento da cadeia produtiva; • Segurança para a empresa e para seus investidores • Consolidação da imagem e reputação da empresa como socialmente responsável. Fonte: BSD – Business Meets Social Development – www.bsd-net.com SA8000 - Social AccountAbility 8000 É a primeira norma voltada á melhoria das condições de trabalho, abrangendo os principais direitos trabalhistas e certificando o cumprimento destes através de auditores independentes. Foi desenvolvido pela SAI – Social Accoutability International, organização não-governamental criada em 1997 nos EUA, e que tem ação voltada à preocupação dos consumidores quanto às condições de trabalho no mundo. A norma segue o padrão da ISO9000 e da ISO14000, o que facilita a implantação por empresas que já conhecem este sistema. Fonte: www.ethos.org.br

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Sarbanes-Oxley Um dos pilares da economia dos Estados Unidos apóia-se na difusão da "cultura acionária". Empresas nacionais e mundiais captam recursos significativos nas bolsas de valores, que movimentam diariamente bilhões de dólares, investidos por cidadãos norte-americanos em busca de rentabilidade para as suas reservas financeiras. A quebra de grandes companhias como a Enron e a Worldcom em 2000 abalou este alicerce da economia daquele país, afetando por conseqüência a credibilidade de bolsas de valores e corporações mundiais em todo o mundo. Num esforço para recuperar a confiança dos investidores e evitar um colapso do mercado de capitais, o Congresso e o governo dos Estados Unidos editaram em 2002, a Sarbanes-Oxley Act, que aumenta as responsabilidades sobre presidentes e diretorias e aperta as exigências dirigidas a auditorias e advogados responsáveis pela fiscalização dos relatórios contábeis das empresas. A medida – que faz referência aos dois membros do Congresso responsáveis por sua elaboração, Paul S. Sarbanes e Michael Oxley – introduz regras severas de governança corporativa para assegurar maior transparência aos resultados das organizações, institui punições contra fraudes empresariais e garante maior independência aos órgãos de auditoria. Com isso, ampliam-se as exigências e pressões sobre as atividades executivas. Melhorar a transparência de suas operações contábeis é um novo imperativo, ao lado da necessidade de implantar inovações, aumentar o market share , criar vantagens competitivas e fazer os lucros crescerem. Até mesmo as organizações modelos reavaliaram suas estruturas para implementar as regras da Sarbanes-Oxley. Fonte: Site da Ernst & Young www.ey.com/GLOBAL/content.nsf/Brazil/Analises_&_Perspectivas_-_Sarbanes-Oxley_Act Segurança Alimentar As autoridades internacionais estabeleceram alguns conceitos para tentar lidar melhor com o problema de fome do mundo. O principal deles é o de segurança alimentar, utilizando pelo governo Lula em seu programa de combate à fome, o Fome Zero. Segurança alimentar, de acordo com a FAO, órgãos da ONU encarregado das políticas alimentares e de abastecimento internacional, é a situação em que todas as famílias têm acesso físico e econômico à alimentação adequada para todos os seus membros, sem correr risco de desabastecimento. A segurança alimentar três vertentes: disponibilidade, estabilidade e acesso. Disponibilidade é a oferta de alimentos em relação às necessidades de consumo da população. A estabilidade reflete as oscilações de safra e abastecimento e define o nível mínimo necessário para o consumo da população. A estabilidade reflete as oscilações de safra e abastecimento e define o nível mínimo necessário para o consumo alimentar, independente das variações de oferta. O acesso diz respeito à capacidade de aquisição de alimentar por diferentes extratos populacionais. Fonte: Caderno Temático: A nutrição e o consumo consciente. Realização Instituto AKATU Pelo Consumo Consciente; 2003. Selo Balanço Social Em 1998, para estimular a participação de um maior número de corporações, o Ibase lançou o Selo Balanço Social Ibase/Batinho. O selo é conferido anualmente a todas as empresas que publicam o balanço social no modelo sugerido pelo Ibase, dentro da metodologia e dos critérios propostos. Através deste Selo as empresas podem mostrar em seus anúncios, embalagens, balanço social, sites e campanhas publicitárias que investem em educação, saúde, cultura, esportes e meio ambiente. O Selo Balanço Social Ibase/Betinho demonstra que a empresa já deu o primeiro passo para tornar-se uma verdadeira empresa-cidadã, comprometida com a qualidade de vida dos funcionários, da comunidade e do meio ambiente; apresenta publicamente seus investimentos internos e externos através da divulgação anual do balanço social. Fonte: www.ibase.org.br

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Selo "Empresa Amiga da Criança” Concedida pelo “Programa Empresa Amiga da Criança”, criado pela Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente , certifica empresas nas quais existe atuação social com foco na infância e na adolescência, desde que a empresa também se comprometa oficialmente a não usar mão de obra infantil, a difundir esta prática entre seus fornecedores e a apoiar ou desenvolver projetos ou programas em prol da infância e da juventude. A empresa pode passar a usar este selo em seu merchandising, o que estimula os consumidores a agregar às suas compras uma escolha de consciência, o ato solidário em defesa das novas gerações. Fonte: www.ethos.org.br Sinergia Refere-se à convicção de que dois mais dois podem ser cinco. Esta é uma não evidência que serviu para justificar as injustificáveis operações de fusão e aquisição que caracterizara, o mundo dos negócios nos anos 80. O conceito de sinergia, procura provar que duas empresas juntas valem mais do que a soma das duas separadas. Social AccountAbility 8000
VER: SA8000

Stakeholders Termo em inglês amplamente utilizado para designar as partes interessadas, ou seja, qualquer indivíduo ou grupo que possa afetar a empresa por meio de suas opiniões ou ações, ou ser por ela afetado. Há uma tendência cada vez maior em se considerar stakeholder quem se julgue como tal. Fonte: www.ethos.com.br Sustentabilidade Ter sustentabilidade significa assegurar o sucesso do negócio a longo prazo e ao mesmo tempo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da comunidade, um meio ambiente saudável e uma sociedade estável. (...) utilizamos o termo neste relatório para nos referirmos à contribuição do setor privado para o desenvolvimento sustentável –geralmente definido como a forma de satisfazer as necessidades da presente geração sem comprometer a capacidade das futuras gerações de satisfazer as suas necessidades de acordo com a comissão Brundtland. A sustentabilidade tem três amplos componentes, geralmente descritos como “as pessoas, os lucros e o planeta” os aspectos “sociais, econômicos e ambientais”: A necessidade de as empresas darem conta dessa três dimensões tem sido resumido no conceito de triple bottom line. Além desses três componentes, há ainda outro elemento no processo para a sustentabilidade que diz respeito a accoutability, transparência e envolvimento com os stakeholders. Fonte: www.sustainability.com/developing-value/what-is-sustainability.asp Tecnologia Social Tecnologia Social compreende produtos, técnicas ou metodologias reaplicáveis, desenvolvidas na interação com a comunidade e que representem efetivas soluções de transformação social. É um conceito que remete para uma proposta inovadora de desenvolvimento considerando a participação coletiva no processo de organização, desenvolvimento e implementação. Está baseada na disseminação de soluções para problemas voltados a demanda de alimentação, educação, energia, habitação, renda, recursos hídricos, saúde, meio ambiente, dentre outros. As tecnologias sociais podem aliar saber popular, organização social e conhecimento técnicocientífico. Importa essencialmente que sejam efetivas e replicáveis, proporcionando desenvolvimento local em escala. São exemplos de tecnologias sociais: o clássico soro caseiro (misturam de água, açucar e sal que combate a desidratação e reduz a mortalidade infantil); as cisternas de placas prémoldadas que atenuam os problemas de acesso a água de boa qualidade à população do semiárido, entre outros. Fonte: www.tecnologiasocial.org.br

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Tema Transversal O tema é tratado globalmente pela empresa e não como tema de uma área específica. Fonte: www.ethos.org.br Terceiro Setor Nome da esfera pública não estatal e de iniciativas privadas com sentido público. É composto por organizações sem fins lucrativos. Criadas e mantidas pela ênfase na participação, voluntária, no âmbito não-governamental, dando continuidade às práticas tradicionais da caridade, da filantropia e do mecenato e expandindo seu sentido para outros domínios, graças, sobretudo, à incorporação do conceito de cidadania e de suas múltiplas manifestações na sociedade civil. Fonte: Curso de Extensão em Responsabilidade Social Empresarial UniSESI – LTDS - COPPE/ UFRJ pág. 11 Trabalho Forçado O trabalho forçado pode assumir várias formas. De forma concisa, é a coerção de uma pessoa para realizar certos tipos de trabalho e a imposição de uma penalidade caso esse trabalho não seja feito. O trabalho forçado pode estar relacionado com o tráfico de pessoas, que cresce rapidamente no mundo todo. Ele pode surgir de práticas abusivas de recrutamento que levam à escravidão por divídas; pode envolver a imposição de obrigações militares a civis; pode estar ligado a práticas tradicionais, pode envolver a punição por opiniões políticas por meio do trabalho forçado e, em alguns casos, pode adquirir as características da escravidão e o tráfico de escravos de tempos passados. Fonte: OIT – Organização Internacional do Trabalho www.ilo.org/brasilia Trabalho forçado gera lucro de US$ 44 bi Assis Moreira De Genebra Fonte: www.valoronline.com.br 12/05/2005 Cerca de 12,3 milhões de pessoas são vítimas de trabalho forçado no mundo, gerando lucros de até US$ 44 bilhões por ano para seus exploradores, segundo dados da Organização Internacional do Trabalho (OIT). No "Relatório Global 2005 sobre Trabalho Forçado", divulgado ontem, a OIT diz que 9,8 milhões de pessoas são vítimas de companhias privadas e outras 2,5 milhões são submetidas a trabalhos forçados por seus governos. Trata-se de um problema global presente em todas as regiões e em todos os tipos de economia, segundo o estudo. "O trabalho forçado representa a outra cara da globalização", afirma em comunicado Juan Somavia, diretor da entidade. No nível regional, o número mais alto de vítimas ocorre na Ásia, com 9,5 milhões. Elas são 1,3 milhão na América Latina e no Caribe, 660 mil na África Subsaariana, 260 mil no Oriente Médio e na África do Norte, 360 mil em países industrializados e 210 mil em países do Leste Europeu. A OIT cita pobreza, discriminação racial e étnica e impunidade como os principais elementos que permitem o trabalho forçado. A maior parte dessa prática é detectada nos países em desenvolvimento. Inclui sistemas de servidão extremamente enraizados em partes do Sudeste Asiático, escravidão por dívida em partes da América Latina e práticas parecidas à escravidão em regiões da África Ocidental. Economistas da OIT dizem que nem sempre as grandes companhias ficam atentas ao trabalho forçado na cadeia de fornecimento, mesmo quando exigem um custo tão baixo que torna bastante provável que isso só possa ser obtido com as chamadas "práticas coercitivas". Pela primeira, uma organização internacional faz um cálculo mundial dos lucros realizados pela exploração de 2,4 milhões de homens, mulheres e crianças vitimas de tráfico, chegando a US$ 32 bilhões. Isso equivale a uma média de US$ 13 mil por cada pessoa traficada obrigada a trabalhar.

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A estimativa da OIT demonstra a obtenção de rendimentos médios de US$ 28,9 mil por ano com cada pessoa explorada sexualmente. Nos demais tipos de uso da mão-de-obra, os lucros caem para US$ 6,5 mil. Só o tráfico para exploração sexual é estimado em US$ 28 bilhões por ano. O tráfico de pessoas para trabalho forçado na agricultura, construção e outros setores geraria US$ 4 bilhões. Patrick Belser, da OIT, calcula que outros US$ 12 bilhões seriam obtidos em diferentes formas de exploração que não envolvem o tráfico de seres humanos, chegando ao valor total de US$ 44 bilhões "de maneira conservadora". A maior parte do trabalho forçado ocorre nas atividades do setor informal. Embora elogiem as ações do governo brasileiro para combater a escravidão na Amazônia, técnicos da OIT alertam que praticamente nada está sendo feito no combate ao trabalho forçado na economia informal. Trabalho Infantil É o trabalho ilegal de criança. A Lei (art.60 a 69 do Estatuto da Criança e do Adolescente) determina que o trabalho só é permitido após os 16 anos ou a partir dos 14 anos na condição de aprendiz, garantidas a escolarização e a condição peculiar do desenvolvimento do adolescente. Fonte: www.fundabrinq.org.br Trabalhador Terceirizado É o trabalhador contratado por empresa prestadora de serviços, e não diretamente pela empresa. Terceirização é a contratação de serviços por meio de empresa intermediária entre o tomador de serviços e a mão de obra, mediante contrato de prestação de serviços. Fonte: www.ethos.org.br Transparência (...) tornar as decisões verdadeiramente nítidas e visíveis para os stakeholders. Júlio Sergio Cardozo presidente da Ernst&Young América do Sul . Fonte: www.valoronline.com.br 13/04/2005 Tripple Bottom Line É amplamente utilizado para descrever o desenvolvimento sustentável no contexto de uma empresa.Seu desempenho pode ser resumido em três níveis: social, econômico e ambiental. Obs: Tripé da Sustentabilidade em suas dimensões ambientais, sociais e econômicas. Voluntariado Voluntariado é o cidadão que, motivado pelos valores de participação e solidariedade, doa seu tempo, trabalho e talento, de maneira espontânea e não remunerada, para causas de interesse social e comunitário. Fonte: Programa Voluntários do Conselho da Comunidade Solidária. Voluntariado Empresarial É o conjunto de ações relacionadas por empresas para incentivar e apoiar o envolvimento dos seus funcionários em atividades voluntárias na comunidade. Fonte: Conselho de Cidadania Empresarial da FIEMG

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