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GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DOS TRANSPORTES

DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM

PROGRAMA PRÓ-VICINAIS DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS DER/SP-BIRD

RELATÓRIO DE ASPECTOS E NORMAS AMBIENTAIS PARA O PROGRAMA

FEVEREIRO/2008

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS

APRESENTAÇÃO O presente documento denominado de Relatório de Aspectos e Normas Ambientais para o Programa Pró–Vicinais de Recuperação de Estradas Vicinais, que integra o conjunto de normas e procedimentos ambientais, consoante a legislação vigente, necessários para subsidiar as negociações do Governo do Estado de São Paulo, por meio do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo – DER/SP e o Banco Mundial – BIRD. O Programa de Recuperação de Estradas Vicinais compreende as intervenções necessárias destinadas às melhorias e recuperação de Estradas Vicinais em operação no Estado de São Paulo. - Descrição da natureza das intervenções de recuperação previstas; - Marco legal e institucional na área ambiental; - Procedimentos legais no licenciamento recuperação de estradas vicinais; - Gestão Ambiental do DER/SP; - Supervisão das Obras Rodoviárias; - Programa de Fortalecimento Institucional do DER/SP; - Políticas de Salvaguarda. A Caracterização Socioambiental da Área de Influência do Programa, não consta no presente Relatório, e será desenvolvida quando da seleção dos Lotes para financiamento pelo BIRD, BID e Estado de São Paulo, sendo publicada no site do DER/SP. Esta caracterização será composta de: • • • • • • Municípios: caracterização demográfica e econômica; Uso da Terra / Cobertura Vegetal; Aspectos do Meio Físico (clima, relevo); Aspectos do Meio Biótico; Unidades de Conservação; e Terras Indígenas. ambiental do programa de

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PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS

SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1. DESCRIÇÃO DO PROGRAMA 1.1. Conceito de Estrada Vicinal 1.2. Características Técnicas Básicas de Estrada Vicinal 1.3. Natureza da Recuperação Prevista 1.4. Prováveis Impactos 2. MARCO LEGAL E INSTITUCIONAL NA ÁREA AMBIENTAL 2.1. Legislação Ambiental Brasileira para Licenciamentos 2.2. Legislação Ambiental para o Setor Rodoviário do Estado de São Paulo 2.2.1. Legislação Pertinente a Intervenções de Conservação e Melhorias de Rodovias 2.2.2. Legislação Pertinente a Estradas Vicinais 3. PROCEDIMENTOS LEGAIS NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DO PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 3.1. Licenciamento Ambiental de Áreas de Apoio 3.1.1. Atividades Potencialmente Poluidoras (Canteiros de Obras e Usinas) 3.1.2. Atividades em Áreas de Proteção aos Mananciais 3.1.3. Atividades com Interferências em Recursos Hídricos 3.1.4. Áreas de Empréstimo, Depósito de Material Excedente e Jazidas 3.2. Atribuições e Competências Institucionais 3.2.1. Sistema Estadual de Meio Ambiente 3.3. Disposições Normativas Ambientais do Setor Rodoviário 4. GESTÃO AMBIENTAL DO DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM 4.1. Estrutura Organizacional do DER/SP 4.1.1. Organograma Simplificado do DER/SP 4.1.2. Abrangência Territorial das Divisões Regionais 4.2. Assessoria Ambiental e a Gestão Ambiental no DER/SP 4.3. Diretrizes Ambientais

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PROGRAMA DE FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DO DER/SP. Resolução SMA nº.2.4. Fluxograma de Ocorrência Ambiental 6. Reassentamento Involuntário ANEXOS 8.1.8.2.6. Concepção e Estratégia da Implantação do SGA 4. Legislação Estadual aplicada ao Programa 8.1. Procedimentos.9.1. 8.3. Instruções e Especificações Técnicas Ambientais 4.6. Resolução SMA nº.4.5. Fluxograma da Supervisão Ambiental 5. Escopo dos Serviços de Supervisão Ambiental 5. de 21 de dezembro de 2000 8. Gestão Ambiental de Empreendimentos Rodoviários 4.10. de 10 de Setembro de 2002 4 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . Acompanhamento do Licenciamento e Autorizações Ambientais Específicas 5.11. Plano de Gestão Ambiental – PGA 4. Ocorrência Ambiental 5.1.8.1.2.1.2. Estratégia e Planejamento 5. Vistorias Técnicas de Campo 5. Programa do Sistema de Gestão Ambiental SGA-DER/SP de Indenização e Reassentamento de População de Baixa Renda 7.1.Licenciamento Ambiental Simplificado 5. 81. REGIONAIS DO DER/SP E MUNICIPALIDADE 6.5. Sistema de Informações Ambientais Rodoviárias – SIAR 4. SUPERVISÃO AMBIENTAL DAS OBRAS RODOVIÁRIAS 5.7.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 4.3. de 01 de dezembro 1998 8.1.1. Atribuições e Competências na Supervisão Ambiental 5. Fortalecimento Institucional em Gestão Ambiental 7. Resolução SMA nº. Operação do SGA 4. Antecedentes 6. POLÍTICA DE SALVAGUARDA DO BANCO MUNDIAL ACIONADAS PELO PROJETO 7.7. 33. Reassentamento Involuntários para Obras Rodoviárias 7.1. 30.Prováveis Impactos 4.

Mapa do Pro-Vicinais 1ª e 2ª Etapas x Divisões Regionais do DER/SP 5 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .3.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 8.2. Mapa do Pro-Vicinais 1ª e 2ª Etapas x Unidades de Conservação do Estado de São Paulo 8.

1. podendo eventualmente estender-se até outro município. Diretoria de Engenharia do DER/SP. 3º Manual de rodovias vicinais.2.BNDE. ou divisores de água. a faixa 1 BRASIL. pavimentadas ou não.1. BRASIL. BIRD.DER/SP. com o estabelecimento das melhorias garantidoras das condições de segurança e fluidez de tráfego em municípios paulistas. citado no Manual de Estradas Vicinais do DER/SP . Características Técnicas Básicas de Estrada Vicinal As estradas vicinais em operação no Estado de São Paulo estão distribuídas através da malha rodoviária dos 645 municípios paulistas. as estradas pré-existentes desenvolvem-se. Por outro lado. 1. com muita freqüência ao longo dos espigões.BNDE. o que lhes confere boa condição de drenagem. 1979 e Ministério dos Transportes. As características geométricas das vicinais são fortemente condicionadas pelo aproveitamento dos traçados existentes. Ministério da Indústria e do Comércio. compatível com o tráfego que as utiliza. A estrada municipal. que também são denominadas de “estradas municipais”. indispensáveis para que seus custos de construção sejam compatíveis com seu tráfego e função.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 1. Manual Básico de Estradas Vicinais – Volume I – Projeto. Secretaria de Planejamento da Presidência da República. Construção e Operação. e dentro de cujos limites normalmente se situa.DNER. Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento. Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento. Rio de Janeiro. 1987.000 quilômetros de estradas municipais do Estado de São Paulo. Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo . DESRIÇÃO DO PROGRAMA O Programa Pró-Vicinais do Governo do Estado de São Paulo abrange a recuperação de aproximadamente 5. Segundo recomendações do Manual de Estradas Vicinais do 1 2 BIRD/BNDES/DNER . atende principalmente ao município que a administra. Conceito de Estrada Vicinal As estradas vicinais são em geral estradas municipais. 1983. quase sempre de caráter local. Rio de Janeiro. 6 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP 2 . BIRD. Ministério dos Transportes. 2º Manual de rodovias vicinais.DNER. de uma só pista e de padrão técnico modesto.

principalmente nas regiões agrícolas mais valorizadas. respeitando a legislação ambiental. que permitem o restabelecimento do alinhamento e nivelamento previstos no projeto. Recuperação e Melhoria no sistema de Drenagem Existente. elaborando estudos e projetos rodoviários. visando remover pontos críticos que impeçam o fluxo contínuo e seguro do tráfego. Principais Melhoramentos: • • • • Melhoria da Superfície de Rolamento. 1. restaurando uma estrada existente aproveitando ao máximo o traçado original. no Capítulo VI. MARCO LEGAL E INSTITUCIONAL NA ÁREA AMBIENTAL Inicialmente devemos comentar que o Estado de São Paulo dispõe de uma legislação ambiental específica para pavimentação ou melhoramento de Estrada Vicinal e por sua vez incorporada no Sistema de Gestão Ambiental do DER/SP. 225. 2. conservar e operar as rodovias paulistas de forma a prevenir e minimizar impactos ambientais. entretanto. A Política do DER tem como compromisso gerir o sistema rodoviário estadual de forma integrada. Natureza da Recuperação Prevista A recuperação compreende os melhoramentos nas vias existentes. bem assim implantar. promulgada em 1988. fora das áreas de movimentação das máquinas. na prática. Todas as atividades devem ser desenvolvidas de forma a preservar os investimentos na malha rodoviária. tendo em vista a segurança e fluidez de trafego. art. Melhoria da Plataforma Existente. Verifica-se. Tratamento das Interseções e Acessos. a Carta Magna.3. manter e melhorar as condições de sua utilização. em qualquer fase da construção da via.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS de domínio das estradas vicinais deverá ter sua largura igual à distância entre os “off-sets3” acrescida de 10. denominadas de “conservação rodoviária”. que essa condição tem sido difícil de ser atendida integralmente. melhorar. maximizando a contribuição para o desenvolvimento sustentável das regiões por ele atendidas.00m para cada lado. geralmente circunscritos às faixas de rolamento e de domínio. que considera o meio ambiente como patrimônio público a serviço do melhor uso coletivo. no Estado de São Paulo. Em observância e atendimento a Constituição Federal. cumprindo aos 3 Referências colocadas lateralmente ao eixo locado de uma estrada. 7 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

as matérias relativas a proteção ambiental. e firmam sanções para aquelas que são consideradas degradadoras do meio ambiente. 8 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . os instrumentos a serem utilizados para instalação de obras ou atividades potencialmente causadoras de degradação ambiental. apresentando os principais órgãos Estaduais e Federais. Os instrumentos de controle ambiental para condicionarem atividades pública e privada. visando à reparação dos danos ambientais por meio da aplicação de penalidades 4 Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente seus fins e Mecanismos de Formulação e Aplicação. e da outras providências.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS empreendedores públicos ou privados. compreendem o estabelecimento de padrões da qualidade ambiental e o licenciamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras. Legislação Ambiental Brasileira para Licenciamentos A Lei Federal nº 6. os instrumentos de controle repressivo consistem em sanções administrativas.1. resoluções) regulamentam a preservação e conservação do meio ambiente. os Estados e Municípios podem disciplinar a um só tempo. Os postulados da Lei Federal n° 6. civis ou penais. No presente Relatório. a plena observância às normas de controle ambiental. muitos diplomas legais em distintos níveis hierárquicos (leis. em níveis Federal e Estadual. No contexto da regulamentação legal destacam-se como instrumentos utilizados pelo Poder Público. promulgada em 31/08/81. no exercício de suas atividades. que estabelece a base da estrutura legal e normativa referente à proteção do meio ambiente. fixam normas para licenciamento. envolvidos na Política Nacional de Meio Ambiente e suas atribuições e competências.gov. relativo aos empreendimentos rodoviários em questão. Por sua vez. execução e controle ambiental de atividades. incluindo a obrigatoriedade de exigir estudos prévios de impacto ambiental. para a execução da Política Nacional de Meio Ambiente.9384. em diferentes níveis. Assim como na Constituição do Estado de São Paulo.ibama. decretos. consagrando como incumbência do Poder Público. 2. a manutenção da fiscalização e do controle permanente da utilização dos recursos ambientais. que estabelece as diretrizes básicas da Política Nacional de Meio Ambiente. aqueles voltados ao controle ambiental e ao controle repressivo. estabelecem competências. que a União. geradoras de interferências no meio ambiente. Disponível em http://www. Com base na Constituição da República e em seu caráter descentralizador.938/81 foram ratificados em capítulo especial da Constituição Federal de 1988. a execução e fiscalização da Política Nacional de Meio Ambiente.br. estão relacionados os principais aspectos do atual sistema de licenciamento ambiental.

e estabelece que "caberá ao órgão ambiental competente definir critérios de exigibilidade.gov.gov. critérios básicos e diretrizes gerais para uso e implementação da Avaliação de Impacto Ambiental. de 23 de Janeiro de 1986. Estado e Municípios.Gov. requerida com base na elaboração do Estudo de Impacto Ambiental e seu Relatório de Impacto ao Meio Ambiente . de 30.ambiente. no âmbito da União. Estabelece as Definições.ElA/RIMA. Inseridas neste contexto. subsidiando a avaliação de sua viabilidade ambiental.Ibama. integrante do Sistema Nacional do Meio Ambiente – SISNAMA. que introduz outras categorias de estudos além do ElA/RIMA.11. requerida previamente à etapa de implantação do empreendimento e possibilitando a liberação de frentes de obra.br 7 Define Conceitos de Licenciamento Ambiental. Os níveis de licenças ambientais estabelecidos na legislação compreendem: a Licença Ambiental Prévia (LP). para atender à diversidade de atividades e complexidades ambientais das intervenções. do Relatório Ambiental Preliminar – RAP. ouvidos os demais órgãos. levando em consideração especificidades. responsabilidades. de 19 de Dezembro de 1997. Disponível em http://www. a Licença Ambiental de Instalação (LI).sp. 9 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . ou do Estudo Ambiental Simplificado – EAS. visando à obtenção de licenciamento do órgão estadual competente.04.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS disciplinadoras e/ou compensatórias ao não cumprimento de medidas necessárias à preservação ambiental e/ou à correção dos impactos gerados. as estradas de rodagem com duas ou mais faixas de rolamento são consideradas empreendimentos sujeitos ao licenciamento prévio por meio de ElA/RIMA.CONAMA n° 2377. Disponível em http://www. ou de acordo com a Resolução SMA nº 546. 6 5 Dispõe sobre procedimentos para licenciamento ambiental no âmbito da SMA. e a Licença Ambiental de Operação (LO). Disponível Em Http://www.ibama. porte e outras características do empreendimento ou atividade”. como instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente na regularização legal de obras ou atividades com potencial de degradação ambiental. estabelece definições. Estudos Ambientais e Impacto Ambiental Regional. riscos ambientais. e correspondente à etapa de planejamento do empreendimento.br. A Resolução CONAMA nº 0015. que atesta a regularidade legal do mesmo mediante comprovação da implementação de medidas ambientais compromissadas no processo de licenciamento. correspondente à etapa de operação do empreendimento. as Responsabilidades. a ser apresentados pelo empreendedor. os Critérios Básicos e as Diretrizes Gerais para o Uso e Implementação da Avaliação do Impacto Ambiental como um dos Instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente.Br. reiteradas na Resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente . condicionando à elaboração de Estudo de Impacto Ambiental (ElA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). detalhamento e complementação do elenco relacionado.

Legislação Ambiental para o Setor Rodoviário do Estado de São Paulo Avançando neste sentido e em observância à Resolução CONAMA nº 237/97.recapeamento. cujos galhos invadam o acostamento ou a faixa de rolamento. . 2. .pavimentação e implantação de acostamento. texto na íntegra constate do item 8. A referida Resolução dispensa de licenciamento ambiental as intervenções destinadas à conservação e melhorias de rodovias. primária ou secundária.limpeza e reparo de sistemas de drenagem. bueiros.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 2. . “dispõe sobre o licenciamento ambiental de intervenções destinadas à conservação e melhorias de rodovias e sobre o atendimento de emergências decorrentes do transporte de produtos perigosos em rodovias”.supressão de regeneração. a Secretaria de Estado de Meio Ambiente – SMA definiu procedimentos e diretrizes específicas. intervenções em estradas vicinais e o licenciamento ambiental de áreas de apoio.reparos em obras de arte. para as intervenções de menor impacto ambiental. . entendida como a terceira faixa. desde que não haja necessidade de relocação de população.2 Legislação Estadual. em estágio inicial de .2. .estabilização de taludes de corte e saias de aterro sem supressão de vegetação nativa arbórea. primária 10 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . . de 01 de dezembro de 1998.supressão de exemplares arbóreos exóticos. Legislação pertinente a Intervenções de Conservação e Melhorias de Rodovias A Resolução SMA nº 81.poda de árvores nativas. vegetação nativa secundária. nos estágios médio e avançados de regeneração.implantação de uma faixa adicional contígua às faixas existentes.2. sem supressão de vegetação nativa arbórea. encubram a sinalização ou em situação de risco iminente à segurança. conforme discriminadas nos subitens que seguem. defensas metálicas ou similares.sinalização horizontal e vertical. . como: obras destinadas à conservação e melhorias de rodovias estaduais. para o setor rodoviário. quando restritas às respectivas faixas de domínio e que não impliquem em supressão de vegetação primária ou secundária (estágios médio e avançado) e relocação de população constituindo nas seguintes atividades: . canais e corta-rios.implantação de cercas. .1. .

conforme definições constantes na Resolução.2 Legislação Estadual. nos estágios médios e avançados de regeneração e sem relocação de população. em unidades de conservação e/ou em áreas de proteção de mananciais e a implantação de áreas de apoio necessárias à realização das atividades mencionadas no caput deste artigo. com atribuições para avaliação de empreendimentos rodoviários potencialmente poluidores e degradadores do meio ambiente e viabilidade ambiental dos mesmos. 1º. “dispõe sobre a simplificação do licenciamento ambiental das intervenções destinadas à conservação. O DAIA é a área técnica da SMA – Secretaria de Estado do Meio Ambiente. implantação de praças de pedágio. Legislação Pertinente a Estradas Vicinais A Resolução SMA nº 33.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS ou secundária. nos estágios médio e avançados de regeneração. serviços de atendimento aos usuários. passarelas e áreas de descanso. PROCEDIMENTOS LEGAIS NO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DO PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS As Intervenções destinadas à conservação. sem supressão de vegetação nativa arbórea. manutenção e pavimentação de estradas vicinais em operação. balanças. e sem relocação de população. conforme “caput” do Art. manutenção e pavimentação de estradas vicinais que se encontrem em operação no Estado de São Paulo. no âmbito do Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental – DAIA e remetem a necessidade de autorizações específicas e/ao licenciamento: supressão de vegetação e a intervenção em áreas de preservação permanente. da Resolução SMA nº 33/02.obras para melhorias geométricas.2. O Programa de Recuperação de Estradas Vicinais deverá atender normas e procedimentos de processo de licenciamento específico do DEPRN – 11 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . estradas de serviço e canteiros de obra ao DEPRN e as intervenções em corpos d'água o DEPRN deverá emitir Autorização condicionada à manifestação do DAEE. manutenção e pavimentação de estradas vicinais que se encontrem em operação”. responsável pela emissão da análise da viabilidade ambiental. postos gerais de fiscalização (PGF). . dispensa de licenciamento as intervenções destinadas à conservação. A referida resolução em seu artigo 1º. primária ou secundária. texto na íntegra constate do item 8.2. de 10 de setembro de 2002. 2. caixas de empréstimo. 3. por meio de licenças ambientais. consideradas como depósitos de material excedente (bota-fora). paradas de ônibus. estão isentas de licenciamento ambiental no âmbito do Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental – DAIA. unidades da Polícia Rodoviária e pátios de apreensão de veículos.

Consoante o disposto no inciso I.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Departamento de Proteção de Recursos Naturais. . manutenção e pavimentação. deverá ser imediatamente procedida a notificação ao DEPRN – Departamento de Proteção de Recursos Naturais. poderá o órgão ambiental estadual. para as intervenções em corpos d’água.1. Licenciamento Ambiental de Áreas de Apoio A Resolução SMA nº 33/02. preferencialmente antes do início das intervenções. 2º. do Art. rupturas de taludes. da Resolução SMA 33/02. 303. deverão ser submetidas ao DEPRN – Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais”.intervenção em APP . manutenção e pavimentação de estradas vicinais. ocorrendo qualquer das situações relacionadas. nas situações relacionadas: . de 20 de março de 2002 publicada no DOU nº 090. 1º. para as intervenções emergenciais necessárias. dispõe que “a implantação de áreas de apoio necessárias à realização das atividades de conservação. Durante as intervenções previstas para a recuperação de estradas vicinais. Conforme definidas pela Resolução CONAMA n. .intervenção em Áreas de Proteção de Mananciais. que: “dispõe sobre o cadastro e o licenciamento ambiental de intervenções destinadas às áreas de apoio de obras rodoviárias em locais sem restrição ambiental”. assoreamento e interrupção de drenagens naturais e outras situações que possam acarretar danos ambientais. No caso de instalação de áreas de apoio fora da faixa de domínio. 8 12 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . deverão ser adotadas medidas de cautela necessárias para evitar o desenvolvimento de processos erosivos.supressão de vegetação. de 13/05/2002. proceder-se ao atendimento à Resolução SMA nº 30 de 21 de dezembro de 2000. necessárias à execução de conservação. 3. previstas no Programa de Recuperação de Estradas Vicinais. do Art. 3º. .intervenção em Unidades de Conservação.Áreas de Preservação Permanente8. no inciso II. da Resolução SMA 33/02. A remoção de vegetação para estabilização geotécnica. solicitar que sejam demonstradas as medidas tomadas antes da execução das intervenções e a solução técnica adotada. quando da necessidade de obter autorizações junto ao DEPRN. O DEPRN – Departamento de Proteção de Recursos Naturais deverá emitir autorização condicionada à manifestação do DAEE – Departamento de Águas e Energia Elétrica. conforme o disposto no Art.

. desencadeamento de processos erosivos. Geralmente. 3. do solo e do ar.).1. .Departamento de Proteção de Recursos Naturais e do DUSM – Departamento de Uso do Solo Metropolitano. Atividades com Interferências em Recursos Hídricos Atividades que possam provocar alterações em cursos d'água e em suas vazões. No caso de jazidas de material pétreo e areais. as empresas contratadas para execução das obras deverão elaborar projetos de exploração e de recuperação 13 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . deve ser solicitada prévia autorização do DEPRN .Atendimento à Resolução SMA n° 30/00. com base em projeto de instalação e dispositivos de controle de poluição das águas.Autorização do proprietário do imóvel onde se localizarão as instalações.4.Licenças de Instalação e Operação expedidas pela CETESB. Depósito de Material Excedente e Jazidas A exploração dessas áreas de apoio. e. podem gerar supressão da cobertura vegetal. por meio da fiscalização de obras.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 3.1 Atividades Potencialmente Poluidoras (Canteiros de Obras e Usinas) As instalações de apoio às obras consideradas potencialmente poluidoras são representadas pelos canteiros de obra e plantas industriais (usinas) que exigirão: . . Certidão ou Atestado de Conformidade expedido pelo Município sobre uso de áreas para canteiros e plantas industriais. Atividades em Áreas de Proteção aos Mananciais Nos casos em que as intervenções de obras e instalação de unidades de apoio se localizem em Áreas de Proteção aos Mananciais da Região Metropolitana de São Paulo. para cadastramento de áreas de apoio localizadas em áreas sem restrições ambientais. atribuindo a essas empresas a responsabilidade pela obtenção das licenças e autorizações necessárias. 3. com o acompanhamento por parte do contratante.1. travessias de drenagens e captações para abastecimento de áreas de apoio.1. Áreas de Empréstimo.3. a definição locacional dessas unidades é feita pelas empreiteiras contratadas para execução das obras. como obras de arte (pontes.Departamento de Águas e Energia Elétrica. 3. e estão sujeitas ao licenciamento.2. potencialmente modificadoras ou degradadoras do meio ambiente. bueiros etc.1. necessitarão de prévia autorização (outorga) do DAEE .Licença. de instabilização e de assoreamento.

Sistema Estadual de Meio Ambiente As principais diretrizes para a execução do licenciamento ambiental no Brasil. porém com funcionamento regularizado nos órgãos competentes. instalação.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS para apreciação técnica da CETESB – Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. 14 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . Esse procedimento não será necessário no caso de utilização de material pétreo e areais já explorados por empresas comerciais (terceiros). Atribuições e Competências Institucionais 3. O Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental – DAIA. por intermédio de seu corpo técnico e de outros órgãos vinculados a SMA/SP e ao Sistema Estadual de Meio Ambiente. O Sistema Estadual de Meio Ambiente. e que possam ser consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que.938/81 e nas Resoluções CONAMA nº 001/86 e nº 237/97. em atendimento ao roteiro orientativo preconizado. utilização e recuperação ambiental dessas áreas. ampliação e operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais. que discorre sobre a competência estadual para o licenciamento. estão expressas na Lei 6. a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo emitiu Resoluções. para se submetido ao DEPRN .1. conforme organograma a seguir. Para exploração de área de empréstimo e utilização de áreas para depósitos de material excedente (DME). ligado a Coordenadoria de Licenciamento Ambiental e Proteção de Recursos Naturais – CPRN. conta com diversos órgãos vinculados a SMA/SP. Além dessas. após obtenção do devido Decreto de Lavra expedido pelo DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral e do licenciamento municipal. tendo como fundamento a abrangência do impacto. sob qualquer forma.2. sempre que possível. 3. Resolução SMA nº 30/00.Departamento de Proteção de Recursos Naturais. possam causar degradação ambiental.2. a empresa responsável pelas obras deverá elaborar os projetos de implantação. O DER/SP recomendará tal procedimento às suas contratadas. é o órgão da SMA/SP competente pela análise dos estudos que permite a localização. a nível estadual.

que uma vez aprovados. O acompanhamento da implementação de Projetos Básicos Ambientais na execução de empreendimentos. permitindo a liberação das frentes de obra. por meio da Licença Ambiental Prévia (LP). Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais . do detalhamento em nível executivo das medidas mitigadoras expostas nos Programas Ambientais.RAP e Estudo de Impacto Ambiental (ElA) e Relatório de Impacto Ambiental (RIMA). em obras e atividades sem a exigibilidade de elaboração de Relatório Ambiental Preliminar . ou das medidas ambientais compromissadas. responsável pela emissão da análise da viabilidade ambiental. no início dos procedimentos de licenciamento ambiental. quais sejam: DEPRN e CETESB. compete ao DAIA a análise dos Projetos Básicos Ambientais. com apoio de divisões técnicas e órgãos vinculados à SMA. Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental – DAIA/SMA A área técnica da SMA com atribuições para avaliação de empreendimentos rodoviários potencialmente poluidores e degradadores do meio ambiente e manifestação sobre viabilidade ambiental dos mesmos.DEPRN O DEPRN é o órgão da Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo. vinculado à Coordenadoria de Licenciamento Ambiental e Proteção de Recursos 15 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . ou seja.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS A seguir destacam-se competências de cada um dos principais órgãos e divisões técnicas envolvidas no licenciamento ambiental de empreendimentos rodoviários. são conduzidos pelo DAIA. embasam a concessão da Licença Ambiental de Instalação (LI). Posteriormente à concessão da LP. é representada pelo DAIA.

ambiente. sediada na capital. em Áreas de Preservação Permanente (APP's). de 20 de Março de 2002 e áreas florestais protegidas. A jurisdição do DEPRN no Estado é composta pela Diretoria Geral.gov. 9 16 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . em casos de infração. e por Divisões Regionais. por meio do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Naturais (CPRN). em termos de supressão de vegetação e intervenção em APP’s. assim como à Polícia Ambiental. Dispõe sobre parâmetros. informar ao Ministério Público. esta última. Disponível em http://www.br. com competências sobre parcelas do território estadual. corte de árvores nativas. definições e limites de Áreas de Preservação Permanente – APP.sp. para apuração de responsabilidades. A atribuição do DEPRN no controle e proteção florestal apresenta coresponsabilidade entre as instâncias Estadual e Federal. intervenção em Áreas de Preservação Permanente (APP) e manejo da fauna silvestre. Parecer Técnico Florestal (PTF) – análise técnica por parte do DEPRN sobre atividades propostas e viabilidade ambiental das mesmas. APP's e remanescentes de Mata Atlântica necessitam de prévia manifestação e autorização do IBAMA. aplicar sanções administrativas cabíveis. para fins de instauração de inquérito civil e propositura de ação penal e civil pública e representar nos conselhos profissionais competentes. estabelecidas pela Resolução CONAMA nº 3039. cabendo a esses órgãos. responsável pelo licenciamento de atividades e obras que impliquem na supressão dê vegetação nativa. para então encaminhar o pedido de autorização ao DEPRN. cuja atuação incide particularmente nos casos de supressão e exploração de formações vegetais situadas em Unidades de Conservação (UC's). O licenciamento e fiscalização de projetos que interfiram com UC's Federais.

SIAR 17 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Fonte: Sistema de Gestão Ambiental do DER/SP .

br 14 13 Altera e amplia a Resolução SMA 21.sp. Disponível em http://www.ambiente.sp. sonora e outros) compete à CETESB.ambiente. assim como a fiscalização dessas atividades. no mesmo local da atividade ou obra licenciada.gov. Disponível em http://www. exigindo a reposição em área proporcional. conforme disposto na Lei n° 997/7615 e regulamento aprovado pelo Decreto Estadual n° 8. Termo de Compromisso de Recuperação Ambiental (TCRA) . do ar.cetesb.sp.cetesb.468/7616.br 11 Dispõe sobre a reposição florestal no Estado de São Paulo e dá outras providências.gov.sp. 58/0613 e 8/0714. Fixa a orientação para o reflorestamento heterogêneo de áreas degradadas e dá providências correlatas. conforme Lei Federal nº 9. dispondo de Divisões Regionais espalhadas pelo território do Estado de São Paulo. Disponível em http://www.gov. Dispõe sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente.gov.br 12 10 Disciplina os procedimentos para a autorização do corte de árvores isoladas (Revogada pela Portaria DEPRN nº 30/06). - A compensação ambiental que se fizer necessária.CETESB O licenciamento de atividades efetiva ou potencialmente poluidoras que possam comprometer os padrões de qualidade ambiental (poluição das águas. e dá outras providências.sp. que dispõe sobre a prevenção e o controle da poluição do meio ambiente.br Fixa a orientação para o reflorestamento heterogêneo de áreas degradadas e dá providências correlatas. Da mesma forma. 47/03.qualquer atividade que envolva supressão de vegetação nativa depende de autorização. seja qual for o tipo da vegetação em qualquer estágio de desenvolvimento (inicial.br 18 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .gov.br Dispõe sobre o controle da poluição do meio ambiente.br 15 16 Regulamento da Lei nº 997. A CETESB conta com a central da Companhia sediada na capital do Estado.gov. impondo exigências técnicas e penalidades às infrações cometidas.ambiente.gov.ambiente. Disponível em http://www.sp.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS - Autorização para Supressão de Cobertura Vegetal e Intervenção em Área de Preservação Permanente (APP) . médio. Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental . de 21/11/2001 e. sem autorização do DEPRN.conforme Lei n° 10.605/9810. deverá observar o disposto nas Resoluções SMA 21/01.780/0111 e Portaria DEPRN nº 44/9512. em decorrência das intervenções do Programa de Recuperação de Estradas Vicinais. Disponível em http://www.planalto. é crime ambiental. qualquer intervenção em APP. Disponível em http://www. de 31 de maio de 1976. Disponível em http://www. SMA 47 de 26/11/2003. avançado ou clímax). é estabelecido como forma de compensar o prejuízo causado pela supressão de determinada área coberta com vegetação nativa ou pela intervenção em APP's ou pelo corte de árvores nativas.

Campinas.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Fonte: Cetesb 1. Bacia do Rio Sorocaba e Alto Paranapanema: Sorocaba.São Paulo: em Guarulhos. 4. 5. Presidente Prudente. Marília. Ribeirão Preto. Franca. 6. Barretos. 3. Bacia do Paraíba do Sul e Litoral Norte: Jacareí. 7. Aparecida e Ubatuba. Baixada Santista: em Santos e Cubatão. 19 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . 2. Bacia do Rio Paraná: Araraquara. Americana. Bacia do Rio Grande: Pirassununga. Bacia do Piracicaba: Jundiaí. Bauru. Paulínia. São José do Rio Preto. Osasco e Mogi das Cruzes. Região da Capital . Limeira e Piracicaba. Taubaté. Araçatuba. Santo André.

dos quais se destacam: Departamento de Águas e Energia Elétrica . Em São Paulo. as Diretorias de Apoio.gov. Estabelece normas de orientação à Política Estadual de Recursos Hídricos bem como ao Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos. bem como outras unidades de apoio. usuários e cidadãos.DAEE O DAEE é o órgão gestor dos recursos hídricos do Estado de São Paulo e para melhor desenvolver suas atividades e exercer suas atribuições conferidas por lei. a Diretoria de Recursos Hídricos. descentralizadas. nos termos da Lei 7. o Centro Tecnológico de Hidráulica. bem como coordenando o Sistema Integrado de Gestão de Recursos Hídricos. que têm em seu organograma funcional unidades técnicas que desenvolvem atividades relativas aos recursos hídricos.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Outros órgãos Estaduais e Federais também poderão intervir no processo de licenciamento conforme a natureza das interferências provocadas pelo projeto. adotando as bacias hidrográficas como unidade físico-territorial de planejamento e gerenciamento. como a Diretoria de Engenharia e Obras. à disposição do usuário. Disponível em http://www. conforme figura a seguir. a Diretoria de Administração e Sistema e a Diretoria Financeira. além da sede central do Departamento de Águas e Energia Elétrica. no atendimento aos municípios. se localizam.sp.663/9117. chamadas Diretorias de Bacias.daee.br 17 20 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . O DAEE conta também com 8 (oito) Diretorias Regionais. atua de maneira descentralizada. executando a Política de Recursos Hídricos do Estado de São Paulo.

SIAR 21 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Fonte: Sistema de Gestão Ambiental do DER/SP .

IPHAN As intervenções em bens históricos ou sítios de potencial arqueológico.iphan.gov. travessias. autarquia vinculada à Secretaria Estadual de Recursos Hídricos (Decreto n° 23. Disponível em http://www.sp. Disponível em http://www. O Instituto é integrante do Ministério da Cultura. . sujeitos à apresentação de EIA/RIMA.derivação de água de seu curso ou depósito. superficial ou subterrâneo (captações para abastecimento urbano. devendo-se cumprir as medidas necessárias à proteção do patrimônio arqueológico e pré-histórico quando do licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades potencialmente causadores de significativo impacto ambiental. Artístico e Cultural Nacional . mediante concessões. . Disponível em Estabelece procedimentos necessários à comunicação prévia. de 27 de Agosto de 2003. conforme Resolução SMA nº 3421. obras de travessia de drenagem. localizados em terras de domínio público ou privado.br 19 18 do Departamento de Águas e Energia – DAEE.br 22 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . e dá providências correlatas. irrigação. à qual cabe fiscalizar e impor penalidades às infrações da legislação relativa às águas. às permissões e às autorizações para pesquisas e escavações arqueológicas em sítios arqueológicos previstas na Lei n. interferência em cursos de água e prolongamentos de bueiros. Altera o Regulamento http://www. os usos e intervenções nos recursos hídricos das seguintes formas: implantação de qualquer empreendimento que demande a utilização de recursos hídricos (superficiais ou subterrâneos).iphan. . energia.gov. canalizações. necessitam da autorização e permissão de pesquisa pelo IPHAN (Portaria IPHAN n° 07/8819). comércio e serviços etc.º 3.iphan.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS A outorga para uso das águas. proteção de leito etc.br 20 21 Dispõe sobre os Monumentos Arqueológicos e Pré-Históricos. Instituto do Patrimônio Histórico. Devem ser previamente autorizados pelo DAEE (obtenção de outorga).lançamento de efluentes nos corpos d'água.924/6120. conforme disposto na Lei n° 3.gov.daee.933/85)18. mineração. Para os empreendimentos rodoviários enfatizam-se atividades que necessitam de prévia autorização do DAEE. Disponível em http://www.).gov. permissões e autorizações para utilização ou derivação das águas de domínio estadual constitui competência do DAEE.execução de obras ou serviços que possam alterar o regime (barramentos. de 26 de julho de 1961.924.br Dispõe sobre as medidas necessárias à proteção do patrimônio arqueológico e pré-histórico quando do licenciamento ambiental de empreendimentos e atividades potencialmente causadores de significativo impacto ambiental.execução de obras de extração de águas subterrâneas (poços profundos).). . industrial.

. a Outorga de autorizações de Pesquisa e Decretos de Lavra para exploração de recursos minerais. envolvem medidas de proteção e conservação do meio ambiente. tratamento de queimadas. painéis e propaganda. contendo um conjunto de recomendações gerais para o tratamento da faixa adjacente às rodovias. bem como preocupações dos organismos financiadores não eram contempladas.Manual Rodoviário de Conservação. a revisarem suas normas. incluindo questões relativas à formação de Horto Florestal. incorporando as considerações pertinentes ao meio ambiente. cuja observância garante a atenuação significativa de impactos ambientais nas áreas de intervenção. algumas questões constantes da legislação ambiental. travessias urbanas.DNPM Cabe ao DNPM. atual DNIT Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes . Durante o período de preparação do Programa de Restauração e Descentralização de Rodovias Federais (95/97) o DNER. embora não sejam formulados segundo o enfoque ambiental. áreas "non-aedificandi". dispõe de instrumentos normativos para a elaboração de projetos e execução de obras que. incluindo instruções de serviço para tratamento de faixas laterais. para a elaboração de projetos.buscando detalhar e adequar as normas de projetos e obras à legislação ambiental vigente revisou documentos normativos e elaborou normas específicas para estudos ambientais. . areais e solos especiais utilizados em obras rodoviárias. favelização e reassentamento. acessos. incluindo a sistemática para o levantamento de passivos ambientais. tendo motivado iniciativas dos órgãos rodoviários.Manual para o Ordenamento do Solo nas Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais (1996). 3. instalações de serviço etc. Entretanto. que incluem jazidas de rocha.3. Monitoramento e Controle Ambiental (1996). que exigem autorização prévia do DNPM. no plano federal e estadual. 23 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . Disposições Normativas Ambientais do Setor Rodoviário O setor rodoviário há várias décadas. aplicando-se o mesmo às interferências ao Patrimônio Paleontológico (fósseis contidos em rochas sedimentares).Instruções de Proteção Ambiental das Faixas de Domínio e Lindeiras das Rodovias Federais (1996). apresentando os conceitos básicos relativos às questões ambientais e sistematizando a abordagem para a elaboração de estudos e soluções ambientalmente adequadas.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Departamento Nacional de Produção Mineral . Esses documentos compreendem: .Corpo Normativo Ambiental para Empreendimentos Rodoviários (1996). execução e fiscalização de obras sob a ótica do meio ambiente. .

de 02 de Junho de 1934. aos desvios de tráfego.055 km correspondem a estradas federais. 1. vinculada à Secretaria dos Transportes do Estado de São Paulo. . Construção e Supervisão Ambiental de empreendimentos rodoviários. Em 1997. que incorporam o enfoque ambiental e substitui grande parte de especificações constantes da antiga publicação denominada "Especificações Gerais para Obras Rodoviárias do DNER".931 km (rodovias tronco e dispositivos de acesso). . que inclui um capítulo sobre monitoramento ambiental. os espaços protegidos pela legislação e as áreas de fragilidade aos processos do meio físico no âmbito do Estado. que tem por principal atribuição a elaboração de projetos. e 16.Manual de Normas para obras. em 1999.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS . sob jurisdição do DER/SP.988 km a municipais.Roteiro para Monitoramento de Obras Rodoviárias (1995). aprovadas em Março de 1997. que inclui os termos de referência padrão para a elaboração de estudos ambientais. Das rodovias pavimentadas no Estado. os Procedimentos e Roteiros para o Licenciamento Ambiental e Instruções para o Planejamento. o DNER divulgou. em meio digital. à recuperação do uso original de áreas afetadas. constituindo uma rede viária de suma importância para o desenvolvimento de 24 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . GESTÃO AMBIENTAL DO DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM O Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo (DER/SP) é uma autarquia criada pelo Decreto n° 65. novas Especificações de Serviço e de Materiais. Com a preocupação de detalhar e adequar as normas de projetos e obras à legislação ambiental vigente. por meio dos Distritos Rodoviários Federais. incluindo proteção ao meio ambiente nas especificações relativas à instalação e desmobilização das áreas de apoio. contemplando os aspectos relativos à legislação ambiental. o DERISP elaborou: . 11. às medidas de segurança para usuários. 4. implantação.Manual Operacional para o Programa de Restauração e Descentralização de Rodovias.Instruções Ambientais para Empreendimentos Rodoviários incluindo Conceitos e Abrangência da Gestão Ambiental. para a saúde e segurança do trabalho. 4. educação ambiental e plantio de vegetação. manutenção e operação de estradas de rodagem estaduais.279 km concedidos a consórcios privados. Projeto.

como conservação. Diretoria de Administração. e. Diretoria de Planejamento. 34 Unidades Básicas de Atendimento – UBAs: exercem atividades de operação rodoviária em parte da malha do DER/SP. apoiadas notadamente nesse modal de transporte.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS atividades sócio-econômicas do Estado. responsáveis pelo planejamento. Diretoria de Operações.1. 24 Residências de Obras – ROs – unidades executivas vinculadas às DRs.sp. em três grandes níveis de atuação. com a responsabilidade de fiscalização das obras sob jurisdição da DR a que está vinculada. Fonte: Home Page DER/SP (www. Diretoria de Engenharia.gov. Estrutura Organizacional do DER/SP A atual estrutura organizacional do DER/SP para o atendimento de suas atribuições apresenta caráter descentralizado.der. manutenção de rodovias e pavimentação de estradas vicinais. 57 Residências de Conservação – RCs: unidades executivas vinculadas às DRs. compreendendo: − Unidade Central – Sede: congrega Superintendência. − − − − 25 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . 14 Divisões Regionais – DRs: responsáveis pelo acompanhamento de obras de maior porte contratadas pela sede e pela contratação e implantação de obras de pequeno porte e atividades de rotina. construção e operação de rodovias. Procuradoria Jurídica e Coordenadoria de Operações.br) 4. em implantação gradativa. A seguir apresentamos tabela da malha rodoviária do Estado de São Paulo. com a responsabilidade de manter a conservação e manutenção da malha rodoviária sob sua jurisdição. projeto.

2.1. Organograma Simplificado do DER/SP 4. DR 01 Campinas Amparo Itapetininga 02 Capão Bonito Tatuí Sorocaba Tietê Piedade Itapeva Avaré Residências de Conservação Bragança Paulista Jundiaí Residências de Obras Campinas Amparo Itapetininga Sorocaba Avaré 26 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .1.3 – Bauru DR.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 4.9 – São José do Rio Preto DR.6 – Taubaté DR.4 – Araraquara DR. Abrangência Territorial das Divisões Regionais DR.2 – Itapetininga DR.12 – Prudente Presidente DR.11 – Araçatuba DR.1 – Campinas DR.1.10 – Grande São Paulo DR.7 – Assis DR.14 – Barretos Relação das Residências de Conservação.8 – Ribeirão preto DR.5 – Cubatão DR.13 – Rio Claro DR.

José do Rio Preto Votuporanga São José do Rio Preto 10 11 12 São Bernardo do Campo Cotia Araçatuba Presidente Prudente Rancharia Rio Claro Cajamar Mogi das Cruzes São Paulo Mogi das Cruzes Pereira Barreto Dracena Penápolis Presidente Venceslau Araçatuba Presidente Prudente Piracicaba São José do Rio Pardo Rio Claro Piracicaba São João da Boa Vista 13 Pirassununga São João da Boa Vista 14 Barretos Olímpía Bebedouro Fonte: Home Page DER/SP (www. Além da atuação direta da Superintendência.O. Divisão de Contabilidade e Finanças.gov.sp. .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 03 04 05 06 Bauru Araraquara Jaú Pedro de Toledo São José dos Campos Taubaté Pirajuí Jaboticabal Botucatu São Carlos Bauru Araraquara Cubatão Cachoeira Paulista Caraguatatuba Piraju Marília Franca Pariquera Açu Cubatão São José dos Campos Taubaté Assis 07 Assis Tupã 08 Ribeirão Preto São Joaquim da Barra São Simão Ribeirão Preto 09 Catanduva Jales S.der. Serviço de Auditoria..br) A alta administração da autarquia é exercida pela Superintendência.Diretoria de Operações (Obras).Diretoria de Engenharia. e por uma estrutura organizacional formada por Gabinete.P.E.O. 27 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .. D. tais como a execução dos Projetos Executivos dos trechos rodoviários a recuperar e a supervisão técnica e ambiental das obras. As 14 Divisões Regionais (DR's) estão vinculadas à Diretoria de Operações (Obras). Esta Diretoria é a responsável pela condução de todos os aspectos técnicos relacionados ao Programa. A Diretoria de Engenharia é constituída pelas Assessorias de Projetos. D. de Conservação.Diretoria de Planejamento.Coordenadoria de Operações. Procuradoria Jurídica.. de Segurança de Tráfego e Ambiental. as Diretorias de Engenharia e de Operações (Obras) desempenham funções relacionadas às atividades e componentes ambientais do Programa. 1 Diretoria de Administração e 4 Diretorias Técnicas: D. sendo esta responsável pela contratação de empreiteiras executoras das obras de recuperação. de Construção. e C.

devidamente adaptados à natureza de um órgão autárquico da administração pública. 4. o DER/SP conta principalmente com atuação da Assessoria Ambiental vinculada à Diretoria de Engenharia.000. as atividades de planejamento. as práticas e procedimentos. supervisão. no âmbito do Componente de Fortalecimento Institucional em Gestão Ambiental do Programa de Recuperação de Rodovias realizado pelo DER/SP com financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. ao Fortalecimento Institucional na Área Ambiental.Política Ambiental: é uma declaração da intenção e princípios que uma organização estabelece com relação ao seu desempenho ambiental. 28 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . o SGA deve conter os seguintes elementos básicos: .00 e apoiada por consultorias externas para execução de atividades específicas vem liderando as tarefas relativas ao tema meio ambiente no âmbito do DER/SP. O Sistema de Gestão Ambiental . operação e conservação dos empreendimentos rodoviários. e contempla um conjunto de instrumentos necessários para que as ações do DER/SP incorporem de forma eficaz o tratamento das variáveis ambientais. Composta por um quadro de 13 pessoas. a Secretaria de Transportes elaborou o Programa de Recuperação de Rodovias por meio de financiamento do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Conforme a Norma ISO 14001. revisão e manutenção da Política Ambiental de uma Instituição. reformulando e otimizando a capacitação interna na gestão dos aspectos relacionados com o meio ambiente.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Em agosto de 1997. implementação. quer sejam executadas pelo corpo técnico interno do departamento quer por agentes externos contratados para projeto. Os instrumentos definidos pelo SGA se aplicam a toda as atividades relacionadas à Gestão Ambiental. as responsabilidades funcionais. O SGA é um sistema de gerenciamento que inclui a estrutura organizacional.Planejamento: inclui a identificação dos aspectos ambientais e legais necessários às suas atividades e serviços. construção. os processos e recursos para desenvolvimento. Assessoria Ambiental e a Gestão Ambiental no DER/SP Com relação à organização das atividades de gestão ambiental.2. visando. A concepção do Sistema de Gestão Ambiental – SGA foi elaborada pela equipe da Assessoria Ambiental da Diretoria de Engenharia com o apoio de consultoria especializada. . em cumprimento da legislação ambiental brasileira e paulista. orçamento anual de R$ 4. além do objetivo de recuperação rodoviária da malha estadual. organizados conforme objetivos e programas de gestão ambiental estabelecidos pela instituição.SGA foi concebido tendo como referência os princípios e requisitos da Norma ISO 14001/2004.600.

C Desenvolver instrumentos técnicos e gerenciais para garantir o registro. . treinamento. adequabilidade e eficiência do sistema de gestão ambiental. 4. comunicação. Diretrizes Ambientais A Considerar os aspectos ambientais como parte integrante dos empreendimentos rodoviários e como tal devem ser inseridos em todas as etapas do empreendimento: concepção. disponibilizando-as ao corpo técnica da Autarquia. documentação. operação e conservação. execução. B Desenvolver critérios técnicos e procedimentos operacionais para evitar impactos ambientais e/ou reduzir sua magnitude. responsabilidades. Organograma Funcional proposto para Assessoria Ambiental GERÊNCIA AMBIENTAL COMITÊ INTERNO DE GESTÃO AMBIENTAL (CIGA) Assessoria para Relações Internas com SGA e CIGA Setor de Apoio Administrativo Assessoria para Relações Externas com Órgãos Ambientais Divisão de Estudos e de Licenciamento Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Setor de Gestão do SIAR Divisão de Supervisão Ambiental de Obras e Operação de Rodovias. atualização e recuperação de informações relacionadas às questões ambientais. bem como garantir o uso racional dos recursos naturais em todas as atividades da Autarquia.Verificação e Ações Corretivas: incluem o monitoramento e medição.Análise crítica pela administração: inclui o controle contínuo da conformidade. armazenamento. consciência. baseado em seus objetivos e nas mudanças de circunstâncias. e procedimentos de controle e de preparação para emergências.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS . e auditoria das atividades. projeto. . 29 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .Implementação e Operação: definem a estrutura. D Interagir de forma pró-ativa com os órgãos ambientais visando estabelecer critérios técnicos e gerenciais para o atendimento integral dos requisitos do licenciamento ambiental e dos padrões e normas ambientais nas atividades do DER/SP.3. identificação e correção de não-conformidades.

conforme normatizado no Sistema de Gestão. na esfera de sua competência. restritas à faixa de domínio.4. • Em qualquer hipótese de intervenção aplica-se também a Resolução SMA 30/00. de acordo com Resolução SMA 54/04. visando garantir o fluxo de informações sobre as ações em situações de emergência. Grupo V Melhoramento com alteração de traçado Grupo VI Duplicação Adjacente Grupo VII Implantação de nova rodovia ou duplicação não adjacente 30 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . • Em qualquer hipótese de intervenção aplica-se também a Resolução SMA 30/00. especialmente os requisitos de licenciamento. Rotina e Especial Regulamentos Ambientais Aplicáveis • Resolução SMA 81/98 que dispõe sobre o licenciamento ambiental de atividades. Implantação de faixa adicional • Resolução SMA 33/03 para pavimentação de rodovias vicinais em operação. comunidades lindeiras e sociedade em geral. tendo como referência o grau de intervenção e os impactos ambientais potenciais. • Consulta Prévia à SMA para definição do tipo de estudo ambiental a ser realizado. Conforme comentado anteriormente as Estradas Vicinais por suas características técnicas e das obras propostas no Programa de Recuperação podem ser enquadradas nos Grupos III e IV. os empreendimentos rodoviários foram organizados em sete grupos conforme Quadro a seguir. de conservação e melhorias de rodovias e sobre o atendimento de emergências decorrentes do transporte de produtos Obras emergenciais perigosos em rodovias. F Desenvolver instrumentos de comunicação com usuários. Grupos de Empreendimentos Rodoviários e Exigências para Licenciamento Grupos de Intervenção Grupo I Grupo II Grupo III Grupo IV Obras de Conservação. exigindo de seus contratados níveis cada vez melhores de excelência no seu desempenho ambiental. 4. enquadrando-se desta forma. G Contribuir. Gestão Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Para efeito da gestão ambiental. • Consulta Prévia à SMA para definição da aplicação da Resolução SMA 81/98 ou SMA 54/04 • Obras em Rodovias Vicinais em operação aplicação da Resolução SMA 33/03. para o melhor desempenho das políticas ambientais em desenvolvimento nas diversas regiões do Estado. Recapeamento • Resolução SMA 30/00 para o controle ambiental de áreas de apoio fora da faixa de domínio e em locais sem restrições Melhoramento sem alteração de traçado e/ou ambientais. como licenciamento simplificado.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS E Difundir boas práticas ambientais em todas as suas atividades.

municipal. estadual e. quando for o caso. O fluxograma apresentado a seguir resume as principais etapas e documentos a serem elaborados em cada fase do ciclo de empreendimentos rodoviários. 31 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . Instruções de Projeto e Especificações Técnicas para a elaboração de projetos e execução de obras rodoviárias.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS As Atividades Fim do DER/SP são planejadas atendendo aos requisitos de licenciamento ambiental previstos nas legislações ambientais federal. e também aos procedimentos estabelecidos pelo DER/SP por meio de Procedimentos do SGA.

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 32 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

podem provocar impactos ambientais significativos especialmente na fase de construção. Instruções e Especificações Técnicas Ambientais As normas e instruções ambientais do DER/SP foram reorganizadas. conforme estabelecido no Regimento Interno do DER/SP em vigor. contribuir para o sucesso e o melhor desempenho das políticas ambientais em desenvolvimento nas diversas regiões do Estado. e adotar procedimentos para o uso racional de insumos e manejo adequado de resíduos. As Atividades Fim interferem de forma direta sobre as condições ambientais: alteram o ambiente da área de intervenção e modificam a paisagem. projeto. consomem diretamente recursos naturais. disposições adequadas de resíduos. 4. outros). operação e conservação de rodovias. construção.5.6. a diretriz básica para uma adequada gestão ambiental é: regularizar as atividades quanto aos padrões ambientais legais (padrões de emissão. a diretriz básica é: ao exercer suas atividades específicas. O desenvolvimento e concepção do SGA no DER/SP adotou como estratégia de implantação a produção e a aplicação progressiva dos novos instrumentos de gestão ambiental. No caso das Atividades Meio. Neste papel de função pública. Procedimentos. . atualizadas e complementadas de modo a se dispor de um conjunto de procedimentos que 33 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . bem como administração de oficinas e escritórios. Além das atividades específicas do DER/SP. recuperação. .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 4. Concepção e Estratégia da Implantação do SGA Para efeito das estratégias de gestão ambiental. iniciando pelos relacionados às Atividades Fim.Atividades Fim: planejamento. A diretriz básica para uma adequada gestão ambiental das Atividades Fim é: reduzir os impactos ambientais na implantação e operação de rodovias. sua condição de organismo público o coloca como parceiro natural de outras instituições na execução de políticas públicas com as quais tem alguma interface. recuperar e compensar os componentes ambientais afetados e atender à legislação ambiental e aos requisitos e condicionantes do licenciamento. as atividades desenvolvidas pelo DER/SP podem ser divididas em: Atividades Fim e Atividades Meio. operação de frotas de veículos e máquinas. recuperação de áreas degradadas.Atividades Meio: Operação de jazidas e usinas de asfalto.

Especificações Técnicas de Serviços Ambientais (ET) .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS abrangem todas as etapas o ciclo de desenvolvimento e operação dos empreendimentos rodoviários.Inserção de requisitos ambientais nas instruções de projeto e especificações técnicas de engenharia rodoviária para uso de empresas projetistas e construtoras. • • • Quadro .IP Paisagismo Caracterização e Análise Ambiental Preliminar de Empreendimentos Rodoviários Estudos Ambientais para Obtenção de Licença Ambiental Prévia Plano Básico Ambiental para Licença Ambiental de Instalação Plantio e Manutenção de Mudas de Essências Florestais Nativas Levantamento e Cadastro de Passivos Ambientais Obtenção de Autorizações Ambientais Específicas para Empreendimentos Rodoviários IP-DE-S00/001 IP-DE-S00/002 IP-DE-S00/003 IP-DE-S00/004 IP-DE-S00/005 IP-DE-S00/006 IP-DE-S00/007 A A A A A A A 10/2007 10/2007 10/2007 10/2007 10/2007 10/2007 10/2007 PSGA-001 PSGA-002 PSGA-003 A A A 10/2007 10/2007 10/2007 Código DSGA-001 DSGA-002 DSGA-003 Revisão A A A Data 10/2007 10/2007 10/2007 34 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . Operação e Conservação de Empreendimentos Rodoviários INSTRUÇÕES DE PROJETO AMBIENTAL .Normas e especificações para elaboração de estudos e projetos ambientais.Normas e especificações ambientais para execução e operação de rodovias e de programas ambientais compensatórios. Instruções de Projeto Rodoviário e Especificações Técnicas para Execução de Obras Rodoviárias .Procedimentos internos ao DER/SP utilizados na implementação do Sistema de Gestão Ambiental – SGA e na gestão ambiental dos empreendimentos rodoviários.PSGA Procedimentos para Licenciamento Ambiental Simplificado Grupos I a IV Procedimentos para Licenciamento Ambiental Completo . empresas de consultoria e prestadores de serviços.Grupos V a VII Procedimentos para Implantação. Instruções de Projeto Ambiental (IP) . São 4 (quatro) categorias de normas a utilizadas: • Procedimentos do Sistema de Gestão Ambiental (PSGA) . destinados ao uso do corpo técnico do DER/SP.Relação de Documentos do SGA – DER/SP DOCUMENTOS DO SGA Manual do Sistema de Gestão Ambiental Compêndio de Legislação Ambiental Manual do SIAR PROCEDIMENTOS DE GESTÃO AMBIENTAL .

Sistema de Informações Ambientais Rodoviárias – SIAR As informações técnicas e gerenciais necessárias à implementação do SGA são armazenadas no Sistema de Informações Ambientais Rodoviárias . desenvolvido especialmente para funcionar como instrumento de apoio a todas as atividades do SGA.8.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS DOCUMENTOS DO SGA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE SERVIÇOS AMBIENTAIS . foi concebido no âmbito do SGA o Plano de Gestão Ambiental (PGA) composto por programas ambientais de caráter permanente. O PGA tem o objetivo de organizar as tarefas e as responsabilidades pela execução. Plano de Gestão Ambiental – PGA Visando implantar rotinas de planejamento contínuo de atividades ambientais para fazer cumprir os princípios e os objetivos da Política Ambiental do DER/SP.ET Controle Ambiental de Obras Rodoviárias Supervisão Ambiental de Empreendimentos Rodoviários Gestão Ambiental de Operação e Conservação de Empreendimentos Rodoviários Plantio e Manutenção de Mudas de Essências Florestais Nativas Implantação de Cerca de Arame Liso Código Revisão Data ET-DE-S00/001 ET-DE-S00/002 ET-DE-S00/003 ET-DE-S00/004 ET-DE-S00/005 A A A A A 10/2007 10/2007 10/2007 10/2007 10/2007 4. 35 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . assim como avaliar os resultados obtidos. É composto dos seguintes módulos: • Acesso e Segurança • Licenciamento Ambiental: estudos ambientais e processo de licenciamento • Supervisão Ambiental: etapas de construção e operação • Gerenciamento de Documentos • Legislação Ambiental • Gestão de Passivo Ambiental: cadastro e gestão • SIRGeo Ambiental: interface com sistema de informações georreferenciadas do DER (mapas rodoviários e mapas temáticos ambientais) 4. O sistema tem como objetivo principal a automatização das rotinas de armazenamento e controle de informações ambientais e integrar as diversas unidades e agentes responsáveis pela gestão ambiental.SIAR.7. quantificar os serviços e estimar os recursos necessários.

levantado e cadastrado pelo SGA-DER/SP.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS O PGA é composto pelos seguintes Programas: Programa 01 Recuperação de Passivos Ambientais em Rodovias Programa 02 Cadastramento de Passivos Ambientais em Atividades Meio do DER/SP Programa 03 Plantios Compensatórios Programa 04 Comunicação Social Programa 05 Capacitação em Gestão Ambiental Programa 06 Monitoramento e Gestão Ambiental na Operação de Rodovias Dentre os Programas propostos no PGA. com atribuições e responsabilidades bem definidas e compartilhadas entre os diversos setores. comunicação ágil e a tramitação de informações entre eles. 4. foram inseridas nos orçamentos das obras de recuperação e melhoramentos que compõem o Programa de Recuperação de Rodovias e esta em andamento a contratação do projeto e dos plantios com essências florestais nativas. distribuídas entre os diferentes setores da instituição que interagem na execução de tarefas previstas pelo sistema. Operação do SGA A estrutura funcional do SGA é baseada em uma rede de atribuições e responsabilidades.CIGA. 36 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . bem como pela realização dos objetivos e metas do SGA em sua unidade. O mecanismo de articulação é o Comitê Interno de Gestão Ambiental . porém estabelece mecanismos de atuação em formato matricial. de forma a permitir a atuação articulada. que congrega os Agentes Ambientais das seguintes unidades da Instituição: Diretorias de Engenharia. Coordenadoria de Operações.9. Cada unidade do DER/SP dispõe de um Agente Ambiental que é o responsável pela aplicação da política ambiental e pela disseminação das normas e procedimentos. A estrutura do SGA respeita a estrutura formal centralizada da Autarquia. a recuperação dos passivos ambientais em rodovias. Procuradoria Jurídica e todas as 14 Divisões Regionais do DER/SP. de Operações e de Planejamento.

• 4. Discutir e aprovar: . 37 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . obras e operação.as diretrizes e metas do SGA específicas para as unidades descentralizadas.a revisão e atualização anual do PGA e seu respectivo orçamento. e podem ser aplicáveis a todos os grupos de empreendimentos. e. . . contribuindo para definir estratégias e prioridades de ação.AA/DE e tem as seguintes atribuições: • Promover a articulação entre as diversas unidades do DER/SP para a implantação. . as recomendações são apresentadas conforme a natureza dos serviços e/ou atividades envolvidas. . por meio da Assessoria Ambiental .10.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS O CIGA é coordenado pela Diretoria de Engenharia. apresentadas abaixo e deve ser entendida como uma lista de referência inicial.o planejamento das ações de implantação e aplicação do SGA. desenvolvimento e atualização do SGA. contendo avaliação de ações relativas ao SGA. que no caso de Estradas Vicinais podem ser enquadradas nos Grupos de Intervenção de III e IV.Relatório Anual de Desempenho Ambiental. como definidos nos Quadros que seguem. ou “check list”. Prováveis Impactos A relação de impactos ambientais potenciais mais comuns de ocorrem em empreendimentos rodoviários bem como as ações preventivas e corretivas recomendadas em cada etapa do ciclo dos empreendimentos: planejamento e projeto. atualização e complementação dos Procedimentos do SGA.a revisão. a ser aplicada e complementada conforme as características de cada empreendimento específico. Instruções de Projeto e Especificações Técnicas ambientais. de modo a garantir a implementação da Política Ambiental do DER/SP. acompanhar o desempenho e promover o aperfeiçoamento contínuo dos procedimentos. Para as fases de obras e operação. • Estabelecer os procedimentos e apoiar o processo de capacitação do corpo técnico em relação aos instrumentos do SGA. acompanhando seus resultados e promovendo as revisões e ajustes necessários para garantir a melhoria contínua do desempenho ambiental do DER/SP. Os impactos e recomendações para as fases de planejamento e projeto estão apresentados para cada Grupo de empreendimentos rodoviários.

. bota foras. . competentes. a recomposição topográfica e a revegetação.Em caso de necessidade de supressão de vegetação solicitar autorização do DEPRN conforme IP-DE-S00/007. Alteração do curso e regime hídrico de cursos de água Assoreamento e/ou alteração da qualidade de água Degradação de áreas de depósito de material oriundo de limpeza da faixa de domínio Empreendimentos Rodoviários dos Grupos: IV . antes restringida pela baixa qualidade do pavimento. .Procurar adotar soluções-tipo de restauração que incluam reaproveitamento dos materiais componentes das camadas substituídas.tipo que. definindo. seja para a base. recolhimento de animais mortos. resíduos de fresagem. e de terceiras faixas. . evitando seu dispositivos de drenagem.Planejar soluções . de acordo com as características dos materiais. • implantar/reformar interseções e acessos. incorporem medidas construtivas para recomposição ambiental da área. Ações a Adotar na Fase de Planejamento . resíduos provenientes de .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Impactos Ambientais e Ações Preventivas e Corretivas nas Fases de Planejamento e Projeto Empreendimentos Rodoviários dos Grupos: I – Obras de Conservação (Rotina e Especial). II . entre outras.Obras emergenciais e III – Recapeamento Fase Planejamento e Projeto Impacto Potencial Degradação de vegetação Fatores/Eventos Geradores Ações a Adotar no Planejamento e Projeto Intervenção em Áreas de . .Escolher métodos construtivos e equipamentos que reduzam as intervenções diretas sobre o leito dos cursos de água.Em caso de necessidade de interferência com APP solicitar autorização do DEPRN conforme IP-DE-S00/007.Verificar se os locais para deposição de materiais e resíduos limpeza e desobstrução dos estão devidamente licenciados pelos órgãos ambientais dispositivos de drenagem. Deposição inadequada de: lixo.Aumento da velocidade operacional.Prever a restauração e recuperação de áreas de 38 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .Necessidade de implantação ou melhoramentos de interseções e acessos.Selecionar previamente locais adequados para deposição de restos de vegetação provenientes de resíduos. . . no caso de pavimentos de condição superficial muito ruim.Prever o tratamento de novos pontos e trechos críticos potenciais.Implementar dispositivos provisórios para retenção de recomposição de pontes e material particulado e outros poluentes. corte de grama e separando aqueles passíveis de reciclagem. alargamento da faixa de domínio. . poda de árvores. estabilização ou incremento da cota dos acostamentos. capina. para o tratamento dos problemas típicos encontrados nos segmentos amostrais inventariados.Quanto à implementação de melhoramentos: • necessidade de áreas de empréstimo. alargamento ou retificação de plataforma. seja para reciclagem de capa ou base. envolvendo a restauração de drenagens naturais obstruídas. para o caso de desvios provisórios. .Necessidade da remoção e substituição de camadas componentes do pavimento. entre outros. Intervenção em cursos de água para .Quanto à recuperação funcional de pavimentos: • aumento relativo do índice de acidentes.Melhoramento sem alteração de traçado e/ou Implantação de faixa adicional Fase Planejamento Impacto Potencial .Escolher e planejar a utilização de equipamentos Preservação Permanente e/ou áreas apropriados e outros cuidados especiais para reduzir com vegetação nativa. impactos sobre a vegetação. quantificando e orçando. especificando. . • retificar trechos de curvas críticas. implantação de desvios provisórios e Fatores/Eventos Geradores . • necessidade de áreas de empréstimo. implantação de desvios provisórios e outras intervenções potencialmente geradoras de impactos. projetos padrão para: • implantar tratamento de segurança nas áreas de travessias urbanas. lançamento nos cursos de água.

Considerar no caso de áreas de empréstimo. alargamento ou retificação de plataforma. poços de amortecimento e enrocamentos de proteção para dissipar energia de águas. jazidas e botaforas. ao longo da rodovia. • implantar/reformar interseções e acessos. bem como a implantação de dispositivos de drenagem e de cobertura vegetal das áreas. . botaforas. implantação de sistemas de drenagem superficial e proteção das superfícies expostas através de revegetação. . seja para a base.Quanto à implementação de melhoramentos : • necessidade de áreas de empréstimo. .Necessidade da remoção e substituição de camadas componentes do pavimento. antes restringida pela baixa qualidade do pavimento. e de terceiras faixas. especificando.Surgimento de ocupação urbana lindeira à rodovia. por meio da instalação de dissipadores. Fase Projeto Impacto Potencial . visando evitar a instalação de processos erosivos. por meio de projetos que incluam: • sistemas de drenagem superficial e dispositivos hidráulicos. Fatores/Eventos Geradores Ações a Adotar na Fase de Planejamento empréstimo. • adotar soluções de baixo impacto para o caso de desvios provisórios. envolvendo a restauração de drenagens naturais obstruídas.Detalhar o projeto de tratamento de novos pontos e trechos críticos potenciais.Implantação ou melhoramentos de interseções e acessos. e evitar o início de processos erosivos. definindo. . reduzindo e mitigando a ocorrência e desenvolvimento de assoreamento. implantação de desvios provisórios e outras intervenções potencialmente geradoras de impactos. • adotar soluções .Definir áreas de empréstimo e bota-fora sem restrições ambientais e cadastrá-las segundo a Portaria SMA 030/2000.Aumento da velocidade operacional. • desvio do escoamento superficial e a instalação de caixas de decantação a jusante. seja para reciclagem de capa ou base. . • medidas preventivas e de controle de erosão. a recomposição topográfica e a revegetação.tipo de restauração que incluam reaproveitamento dos materiais componentes das camadas substituídas. . que permitam disciplinar o escoamento das águas superficiais e a sua condução para locais convenientes.Prever a recuperação ambiental das áreas degradadas e dos passivos com a reconformação da topografia. privilegiando sempre o uso de espécies nativas. alargamento da faixa de domínio. • retificar trechos de curvas críticas. de forma a se reter os sólidos transportados e impedir ou reduzir o seu aporte às drenagens naturais e cursos d’água. • detalhar o projeto de recomposição ambiental da área. no caso de pavimentos de condição superficial muito ruim. Ações a Adotar na Fase de Projeto . quantificando e orçando os projetos de soluções como: • implantar o tratamento de segurança nas áreas de travessias urbanas. . com os terrenos adjacentes. projeto de recuperação ambiental incluindo: • a reconformação topográfica compatível. implantação de desvios provisórios e outras intervenções potencialmente geradoras de Fatores/Eventos Geradores .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Impacto Potencial outras intervenções potencialmente geradoras de impactos. • necessidade de áreas de empréstimo. .Evitar a definição de faixas de duplicação e ampliação em 39 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . entre outras. junto aos sistemas de drenagem superficial.Crescimento da mancha urbana. . estabilização ou incremento da cota dos acostamentos.Quanto à recuperação funcional de pavimentos: • aumento relativo do índice de acidentes. jazidas e bota-foras.

conflitos existentes em relação à apropriação e uso da faixa de domínio. .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Impacto Potencial • Fatores/Eventos Geradores Ações a Adotar na Fase de Projeto áreas com problemas geotécnicos. Este procedimento do Sistema orienta a seqüência de ações necessárias para a obtenção de Autorizações Ambientais para os projetos dos empreendimentos rodoviários. que tem por objetivo orientar a observância da legislação ambiental vigente. Inicia-se a partir da elaboração dos Estudos Funcionais Preliminares para projetos de empreendimentos rodoviários e visa orientar a aplicação das Instruções de Projetos e Especificações de Serviço definidas no âmbito do SGADER/SP. . as obras previstas.Prever dispositivos e soluções que possibilitem interpor barreiras entre a via a as áreas de ocupação.Identificar e estabelecer programas conjuntos com órgãos e instituições municipais de modo a evitar invasões e o mau uso da faixa de domínio.Confirmar previamente a viabilidade de soluções técnicas adequadas para os problemas geotécnicos e hidráulicos identificados. enquadram-se nos Grupos de Intervenção III e IV e desta forma. conforme fluxograma a seguir. impactos. de acordo com o SGA-DER/SP. 4. que compõem o referido Programa. inseridas no “Procedimento para o Licenciamento Ambiental Simplificado de Empreendimentos Rodoviários dos Grupos I a IV”. . 40 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . a aplicação de boas práticas ambientais para evitar ou minimizar impactos ambientais na execução das obras e que exijam o licenciamento ambiental simplificado. bem como. Licenciamento Ambiental Simplificado Conforme acima comentado. de recuperação e melhoramentos nas estradas vicinais.11.

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 41 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

registrada durante os serviços de Supervisão Ambiental. a existência de Não-conformidades ambientais de magnitude baixa ou média.PCA. adotada as seguintes definições: Supervisão Ambiental: serviços de acompanhamento da execução de obras voltados para verificar o cumprimento dos requisitos ambientais definidos na legislação ambiental.PCA. As ocorrências quando negativas são classificadas como uma Não-conformidade Ambiental. que originam impactos ambientais não desejados. As ocorrências podem ser positivas.PCA do empreendimento. referente ao não atendimento da legislação ambiental. nas especificações de serviços do DER/SP. Notificação Ambiental: documento emitido pela Unidade do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental para a Diretoria de Engenharia e Divisão Regional responsável pela obra.Sistema de Gestão Ambiental do DER/SP. Média ou Alta. avaliada e acompanhada pela Supervisão Ambiental. (ii) as medidas preventivas. Comunicação de Não-conformidade Ambiental: documento emitido pela Unidade do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental que comunica ao responsável pela obra. e (iii) as exigências estabelecidas nas licenças e autorizações ambientais relativas aos serviços de construção. corretivas e compensatórias de impactos ambientais previstas no Programa de Controle Ambiental da Construção . no Plano de Controle Ambiental da Construção . Não-conformidade Ambiental . das especificações ambientais do DER/SP e das diretrizes e especificações do Programa de Controle Ambiental da Construção . alterações na qualidade ambiental da obra.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 5. SUPERVISÃO AMBIENTAL DAS OBRAS RODOVIÁRIAS O serviço de Supervisão Ambiental de obras deve atender a Especificação Técnica ET-DE-S000-002. mitigadoras. será classificada como Baixa. registradas durante os serviços de Supervisão Ambiental e que poderão impedir no processamento de medições dos serviços realizados. Ocorrência Ambiental: resultado de uma intervenção ou procedimento de obra que tenha provocado. Especificação Técnica que têm como objetivo verificar e fazer cumprir (i) as especificações técnicas de serviços do DER/SP relativas ao meio ambiente. caso as mesmas não sejam sanadas. do SGA . a qual deve ser devidamente registrada. ou negativas. A Especificação Técnica de Supervisão Ambiental do SGA. como ações pró-ativas para prevenção de impactos ambientais e controle das atividades. e/ou não observância de especificações técnicas do DER/SP e/ou de especificações do 42 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . ou venha provocar. do empreendimento e no respectivo licenciamento ambiental.NCA: refere-se à classificação de uma determinada ocorrência ambiental considerada negativa resultante do não cumprimento dos requisitos da legislação ambiental. do empreendimento e dependendo da magnitude do impacto gerado. a existência de Não-conformidades ambientais de magnitude alta.

contendo recomendações e subsídios técnicos para a Unidade do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental quanto a proposição do Certificado Mensal de Conformidade Ambiental. demonstração do atendimento pelo DER/SP e pela Construtora de exigências das licenças e autorizações ambientais sob sua responsabilidade e indicação de eventuais pendências a serem atendidas até o recebimento definitivo das obras. Relatório Periódico de Supervisão Ambiental: relatório elaborado pela equipe de Supervisão Ambiental e encaminhado oficialmente pelo DER/SP ao DAIA/SMA. que atesta a conformidade ambiental da Obra e o cumprimento de todas as disposições e exigências do Plano Básico Ambiental . especificações técnicas e ambientais do DER/SP e exigências de legislação ambiental. 43 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . Supervisora Ambiental: empresa contratada pelo DER/SP para execução dos serviços de supervisão ambiental de empreendimentos rodoviários. Equipe de Supervisão Ambiental: equipe de profissionais do quadro do DER/SP ou de empresa de consultoria ambiental especializada responsável pela execução de serviços de supervisão ambiental de empreendimentos rodoviários. e a demonstração do atendimento pelo DER/SP e pela Construtora de todas as exigências das licenças e autorizações ambientais sob sua responsabilidade e a indicação de eventuais pendências a serem atendidas até o recebimento definitivo das obras. Supervisora de Obras: empresa contratada pelo DER/SP para execução dos serviços de supervisão técnica dos serviços de engenharia em obras rodoviárias. por parte da Construtora.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Programa de Controle Ambiental da Construção . Certificado Mensal de Conformidade Ambiental: documento elaborado pela Unidade do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental. Certificado Final de Conformidade Ambiental do Empreendimento: documento final que atesta a conformidade ambiental do Empreendimento e o cumprimento de todas as disposições e exigências do PBA. que inclui o registro e análise de situação dos Programas Ambientais propostos. Relatório Mensal de Supervisão Ambiental: relatório de acompanhamento ambiental da obra. das exigências ambientais contidas nas respectivas licenças ambientais. Relatório Ambiental de Conclusão: contem a avaliação da qualidade ambiental dos serviços. do empreendimento e/ou do Plano de Supervisão Ambiental .PBA.PCA. assim como a análise de conformidade ambiental do empreendimento no período. especificações técnicas e ambientais do DER/SP e exigências de legislação ambiental. as notificações ambientais expedidas.PSA. das ocorrências e das não-conformidades ambientais observadas na execução das obras. contendo avaliação da qualidade ambiental dos serviços. com periodicidade definida pelos órgãos ambientais. Construtora: empresa contratada pelo DER/SP para execução de serviços de construção de obras rodoviárias.

Programa de Controle Ambiental da Construção . quando da emissão das licenças ambientais. é parte integrante do documento necessário à solicitação da Licença Ambiental de Instalação . estabelece os procedimentos específicos contemplando as peculiaridades dos componentes do empreendimento e da região afetada. na legislação ambiental e nas exigências e recomendações do órgão ambiental.LP. agrega ações relativas a aspectos ambientais de mesma natureza e às quais se atribui responsabilidades de execução e fiscalização. A equipe de Supervisão Ambiental deve ser coordenada por um profissional com experiência em supervisão e gestão ambiental.PBA: documento composto pelo detalhamento dos programas socioambientais propostos no estudo ambiental prévio. sob responsabilidade do DER/SP. Atribuições e Competências na Supervisão Ambiental Os serviços de supervisão ambiental serão executados por empresas especializadas de consultoria ambiental. Etapa. corretivas. É elaborado com base nas características do projeto de engenharia. ser complementada com a participação de consultores com conhecimentos específicos que venham a ser necessários durante a supervisão.PSA: documento que organiza a gestão de atividades necessárias a garantir o pleno cumprimento da legislação ambiental e implementação dos programas socioambientais e das demais exigências do licenciamento ambiental do empreendimento até sua completa implantação. e o atendimento das exigências e recomendações do órgão ambiental fixadas na Licença Ambiental Prévia . Plano de Supervisão Ambiental . além de especificações ambientais de caráter geral. conforme a complexidade das obras. mitigadoras e compensatórias de impactos socioambientais.LI. realizados por profissionais com formação e experiência nas áreas dos meios físico e biótico.PCA: programa ambiental que organiza a implementação das ações preventivas. corretivas. sob gestão da Assessoria Ambiental do DER/SP e da Gerenciadora do Programa Pró – Vicinais 3ª. definidos para a mitigação e/ou a compensação dos impactos gerados pelo empreendimento.1. Supervisão da Execução do Plano Básico Ambiental e Programas Socioambientais: serviços de gerenciamento e acompanhamento da implementação do PBA e respectivos programas socioambientais exigidos pelos órgãos ambientais. Sua elaboração deve considerar os princípios da Política Ambiental do DER/SP e os procedimentos gerais do SGA. A equipe poderá. no estudo ambiental.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS Plano Básico Ambiental . mitigadoras e compensatórias a serem adotadas na execução de serviços de construção. de empreendimentos rodoviários. Programa Socioambiental: instrumento de planejamento destinado a organizar a implementação de ações preventivas. e os serviços de vistoria técnica de campo. 5. 44 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

em articulação com a Assessoria Ambiental do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental . O Plano de Supervisão Ambiental .SGA.PSA deverá incluir: a) b) Análise do Plano Básico Ambiental .” 5. Participar de Reuniões Técnicas com a fiscalização do DER/SP. o Plano de Supervisão Ambiental contendo a estratégia a ser adotada e o planejamento das atividades. b) c) d) e) “A abrangência do escopo da Supervisão Ambiental será definida para cada obra pela Assessoria Ambiental do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental. conforme o grau de complexidade e das características ambientais da região afetada.3. com ênfase ao Programa de Controle Ambiental da Construção . assim como comunicar as ocorrências aos setores competentes e propor à Unidade do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental a emissão de Comunicação de Não-conformidades e Notificações Ambientais. Análise do Plano de Ataque da Obra proposto pela Construtora.2. das recomendações e dos programas ambientais associados aos serviços de construção. bem como o atendimento das exigências. a Supervisora de Obras e a Construtora para planejamento das atividades de obra e apoio à solução de situações que envolvam impactos ambientais não previstos e não-conformidades ambientais. Acompanhar e orientar a obtenção e atualização das licenças ambientais e autorizações específicas. Realizar vistorias técnicas para acompanhamento dos serviços de construção e registro de ocorrências ambientais. Escopo dos Serviços de Supervisão Ambiental Os serviços de Supervisão Ambiental de uma obra rodoviária abrangem as seguintes atividades: a) Estabelecer a estratégia de Supervisão Ambiental do empreendimento e detalhar o planejamento das atividades considerando as peculiaridades das obras a serem executadas e as características socioambientais da região afetada. 45 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . conforme a periodicidade definida pelos órgãos ambiental e/ou pela Assessoria Ambiental do DER/SP. Estratégia e Planejamento A Equipe de Supervisão Ambiental deverá elaborar.PCA.PBA do empreendimento. Elaborar Relatório de Supervisão Ambiental. e o Relatório Ambiental de Conclusão de Obra.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 5.

autorizações ambientais específicas. registrando como Nãoconformidades ambientais a ausência destas licenças ou autorizações. 5. 5. Acompanhamento do Licenciamento e Autorizações Ambientais Específicas A Equipe de Supervisão Ambiental deverá realizar. sendo registrada como Nãoconformidade Ambiental.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS c) Estratégia de supervisão ambiental: freqüência de vistorias. quando pertinente. antes do início das obras. procedimentos e critérios para registro de ocorrências ambientais.5. Vistorias Técnicas de Campo O objetivo da Vistoria Técnica de Campo é a identificação e o registro de ocorrências e Não-conformidades Ambientais resultantes das intervenções ou procedimentos de obra. logística de campo. A equipe de Supervisão Ambiental deverá orientar e acompanhar a obtenção das licenças e autorizações ambientais ainda não expedidas e o pleno atendimento dos respectivos condicionantes por parte da Construtora. por meio da Supervisora de Obras ou da Fiscalização do DER/SP. A equipe de Supervisão Ambiental deverá comunicar à Construtora.4. da Supervisora de Obras e da Construtora para apresentar os integrantes da Equipe de Supervisão Ambiental e discutir o Plano de Supervisão Ambiental. o início de atividades sem as respectivas autorizações. a necessidade de autorizações adicionais. bem como o acompanhamento do atendimento às solicitações propostas para as anteriormente identificadas. d) Antes do início das obras a Assessoria Ambiental do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental realizará uma reunião com a participação da Fiscalização da Obra. identificando eventuais lacunas no processo de licenciamento e relacionando exigências e condicionantes de responsabilidade da Construtora. 46 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . Seleção de indicadores para avaliação do desempenho ambiental dos serviços de construção. que será ajustado para considerar os comentários e sugestões das partes envolvidas. bem como o não cumprimento dos condicionantes estabelecidos. É parte integrante das atividades de planejamento o treinamento prévio da Equipe de Supervisão Ambiental. a análise da situação do empreendimento quanto às licenças e autorizações ambientais pertinentes. outras informações relevantes. ou mesmo para o caso de alterações de projeto. seja para a instalação de áreas de apoio. procedimentos e relação dos responsáveis para comunicação de nãoconformidade ambiental e notificação ambiental.

além de áreas lindeiras de especial interesse ambiental indicadas no PCA. Etapa. operação e conservação de empreendimentos rodoviários de uma forma geral. cursos de água. além de outras informações relevantes sobre o andamento das obras observadas na vistoria. à Supervisora de Obra e à Construtora. que consiste na comunicação imediata dos aspectos ambientais observados na vistoria técnica de campo. o qual deverá conter a síntese do conjunto de não-conformidades ambientais registradas. O Relatório será encaminhado à Assessoria Ambiental do DER/SP responsável pela coordenação do Sistema de Gestão Ambiental. Deverá ser elaborado o Relatório de Vistoria Técnica de Campo. de acordo com periodicidade definida.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS A Vistoria Técnica de Campo será realizada conforme periodicidade indicada pela Assessoria Ambiental e deverá percorrer todas as frentes de obra. depósitos de material excedente. áreas de preservação permanente. jazidas e áreas de empréstimo. O relatório deve ser entregue impresso e em meio digital. em até cinco dias da realização da vistoria. Fluxograma da Supervisão Ambiental O fluxograma a seguir. visando a comunicação imediata sobre o registro da ocorrência. 47 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . conforme demonstrado anteriormente enquadram-se nos Grupos III e IV. 5. relatório fotográfico.6. A vistoria técnica de campo deverá ser acompanhada pelo responsável pela obra. bem como prováveis causas e soluções propostas. unidades de conservação. entre outras e de ocupação antrópica potencialmente afetadas pelas obras. desta forma deverá ser considerado as etapas constantes das Atividades de Supervisão Ambiental – licenciamento simplificado. as fichas de registro e de acompanhamento das nãoconformidades ainda não solucionadas. às atividades específicas de supervisão ambiental englobadas no Programa de Recuperação de Estradas Vicinais – Pró–Vicinais 3ª. apresenta os procedimentos do SGA e os documentos a serem produzidos para a gestão e supervisão ambiental da implantação. a qual fará o encaminhamento à Fiscalização do DER/SP. os canteiros e alojamentos.

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 48 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

7. ou seja. dimensão e risco que oferece e. devendo as mesmas ser registrada e irá compor a Avaliação do Desempenho Ambiental da Construtora. assoreamentos e vazamentos de produtos perigosos ou outros a qual deve ser devidamente registrada. As ocorrências ambientais podem ser positivas. e. As Ocorrências Ambientais Negativas serão consideradas como NãoConformidades Ambientais e devem ser classificadas pelo supervisor. A análise da gravidade deve ser realizada no ato do registro da situação e deve levar em consideração a localização. d) Abertura e utilização de áreas de apoio sem o licenciamento ambiental simplificado. dependendo da magnitude do impacto gerado. A gravidade dos impactos causados pela ocorrência ambiental será definida pela equipe de Supervisão Ambiental que deverá considerar. ou quando envolver descumprimento de legislação ambiental deverá ser imediatamente comunicado aos setores do DER/SP responsáveis pela obra como uma Não-conformidade Ambiental. f) Lançamento indevido de resíduos em cursos d’água ou em local não apropriado. Em todos os casos de Não-conformidade Ambiental a Supervisora indicará as medidas de recuperação ambiental relacionadas à ocorrência aplicáveis ao 49 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . escorregamentos e outros processos da dinâmica superficial em geral. Ocorrência Ambiental A Ocorrência Ambiental é o resultado de uma intervenção ou procedimento de obra que tenha provocado. no mínimo. g) Queima de material a céu aberto. b) Interferências na vegetação além da área prevista na autorização ambiental. Média ou Alta. em relação à magnitude. tais como. constituindo-se em ações próativas para prevenção de impactos ambientais e controle das atividades. alterações na qualidade ambiental. as seguintes situações: a) Situações de não atendimento à legislação ambiental. pois nas situações consideradas de gravidade alta será automaticamente emitida uma Notificação Ambiental. será classificada como Baixa. Quando negativas. c) Intervenções em áreas legalmente protegidas sem autorizações ambientais. dependendo da magnitude dos impactos decorrentes. e) Vazamento de combustíveis e outras substâncias contaminantes do solo e águas.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 5. avaliada e acompanhada pela Supervisão Ambiental. ou venham a provocar.

22 Documento constante nos Editais de Licitação de Obras e Serviços a ser emitido pelo licitante onde o mesmo declara o conhecimento à legislação ambiental brasileira e cumprimento às condicionantes ambientais do empreendimento. LI. autorizações ou outorgas ambientais para realização de intervenção. pela empresa construtora e acompanhada no ciclo de supervisão ambiental mensal. desmatamento etc. conforme clausulas constantes nos Editais e Contratos Padrão. Fluxograma de Ocorrência Ambiental A seguir é apresentado o fluxograma dos procedimentos a serem seguidos para o registro e encaminhamento das Ocorrências Ambientais. b) Ameaça à saúde humana: situações de diferentes naturezas relacionadas ao manejo e transporte de materiais perigosos. combustível ou outro material contaminante em qualquer corpo d’água. (iii) aporte de sedimentos que resultem em índices elevados de turbidez próximos à captação de água.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS ambiente. São consideradas Não Conformidades Ambientais de Alta Magnitude aquelas que produzem: a) Ilegalidade: execução de atividades na ausência ou em desacordo com as licenças. durante cada ciclo mensal de serviços de supervisão ambiental dos empreendimentos. 50 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .8. 5. e Alta: oferece risco ao meio ambiente e/ou à saúde dos trabalhadores e de terceiros. relacionadas ao atendimento das condicionantes ambientais – Declaração de Conformidade Ambiental22. Média: pode vir a oferecer risco ao meio ambiente e/ou à saúde dos trabalhadores e de terceiros. recursos hídricos. APP. As Não-conformidades Ambientais classificam-se em: • • • Baixa: não oferece risco ao meio ambiente e/ou à saúde dos trabalhadores e de terceiros. (ii) Assoreamento indevido em áreas de várzea a ser preservada. o qual deverá ser recuperada. c) Ameaça às condições ambientais dos recursos hídricos: (i) Acidente causando o derramamento de óleo.

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 51 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

que integram o CIGA – Comitê Interno de Gestão Ambiental. conta com uma equipe formada pelos técnicos da Assessoria Ambiental e com o CIGA – Comitê Interno de Gestão Ambiental que é composto por Agentes Ambientais das Diretorias de Engenharia. acerca de questões técnicas e legais de assuntos correlacionados e diretamente ligados às questões ambientais. para financiamento do Programa de Recuperação de Estradas Vicinais – 2ª Etapa. referente ao aperfeiçoamento ambiental de técnicos das Divisões Regionais do DER/SP. REGIONAIS DO DER/SP E MUNICIPALIDADE 6. portanto. um módulo de Capacitação Técnica em Gestão Ambiental do DER/SP. o interesse em desenvolver ações destinadas à continuidade do fortalecimento institucional da temática meio ambiente. 52 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .1. (i) a elaboração de programa de atualização dos passivos ambientais da malha rodoviária do DER/SP. financiado parcialmente pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. por terem características diferenciadas das rodovias estaduais. Coordenadoria de Operações. Procuradorias Jurídicas e todas as 14 Divisões Regionais do DER/SP. carecem de licenciamento e cuidados ambientais específicos. e um banco de dados no Sistema de Informações Ambientais Rodoviárias – SIAR. também denominadas de Estradas Municipais. assim necessário se faz a capacitação do corpo técnicos do DER/SP. A Assessoria Ambiental iniciou. que compreende a revisão dos manuais de conservação de estradas vicinais e a capacitação dos municípios no tema conservação das estradas vicinais associado a conservação do solo e de resíduos sólidos nas faixas lindeiras a estrada municipal. programa este em conjunto com a Diretoria de Planejamento do DER/SP. As Estradas Vicinais. bem como o monitoramento ambiental da fase de operação de rodovias. O DER/SP tem. Normas e Especificações Técnicas de Procedimentos Ambientais. em conjunto com o controle da faixa de domínio do DER/SP. por intermédio do Programa de Recuperação de Rodovias. Antecedentes O DER/SP atualmente tem um Sistema de Gestão Ambiental que contempla Política. gerida pela Assessoria Especial da Faixa de Domínio e um (ii) Programa de Conservação de Vicinais.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 6. na linha de modernização e aprimoramento técnico do DER/SP. na componente institucional. Esta previsto para o Contrato de Empréstimo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. de Operações e de Planejamento. consoante a Legislação Ambiental Vigente. PROGRAMA DE FORTALECIMENTO INSTITUCIONAL DO DER/SP.

De modo mais específico. com uso restritivo – Unidades de Proteção Integral – UPI ou Unidade de Uso Sustentável. do meio físico. • Quanto ao Sistema “Informatizado” de Informações Ambientais Rodoviárias – SIAR poderá ser reavaliado a componente ocorrência ambiental com a emissão de relatórios gerenciais. se necessárias. Mesmo que tudo indique. Desenvolvimento de um programa de práticas ambientais na conservação e operação de rodovias e estradas vicinais. com base na experiência das fases anteriores. pretende-se: • Continuar a capacitação nas atividades desenvolvidas pelo CIGA. principalmente. os empreendimentos não interceptarão áreas legalmente protegidas. de forma a evitar o abandono que pode ocasionar a proliferação de pragas e insetos. conforme demonstrado no Mapa anexo. preparou um marco de política. relacionados com o meio ambiente. visando providências. drenagem provisória e plantio e manutenção dos plantios compensatórios. a ocupação irregular. 53 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . desta forma prevê-se que para o Programa PróVicinais 3ª Fase. POLÍTICAS DE SALVAGUARDA DO BANCO ACIONADAS PELO PROJETO É importante frisar que nenhuma das obras de recuperação de estradas vicinais da primeira e da segunda fase do Programa de Recuperação de Estradas Vicinais do Estado de São Paulo teve qualquer impacto sobre Terras Indígenas ou Unidades de Conservação. 7. cadastramento e controle de bens imóveis de propriedade do DER/SP. à manutenção. ampliá-las a outros técnicos do Departamento. Fortalecimento Institucional em Gestão Ambiental Programa de Fortalecimento Institucional em Gestão Ambiental. tem por objetivo principal levar o DER/SP a desenvolver uma continuidade na capacitação interna do órgão em gestão ambiental dos aspectos específicos para rodovias estaduais e estradas vicinais.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 6. contribuindo para uma tomada de decisão sobre a conformidade ambiental dos empreendimentos do Departamento. que o Programa Pró-Vicinais 3ª Fase não gerará a necessidade de reassentamento involuntário o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo. visando o controle ambiental. e se possível. entende-se por obras em rodovias estaduais e estradas vicinais. restauração da qualidade de vida das famílias pessoas eventualmente afetadas.2. nos cuidados ambientais dos processos. de Unidades de Conservação. através da capacitação ambiental para acompanhamento das atividades ambientais nas obras rodoviárias.

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS

7.1.

Reassentamento Involuntário para Obras Rodoviárias

De acordo com a Minuta de Convênio, entre o DER/SP e os Municípios, onde as obras de recuperação estão inseridas, prevê, na Clausula Terceira, inciso II, a desapropriação de área, caso necessário, para a execução da obra. Conforme mencionado acima, não se prevê a necessidade de reassentamento involuntário para as obras inseridas no Programa Pró-Vicinais 3ª Fase, que conta basicamente com obras de recuperação e recapeamento das estradas vicinais, entretanto, caso haja a necessidade do reassentamento de população, consta no Corpo Normativo Ambiental do DER/SP, na Instrução de Projeto IP-DE-S00/004 ELABORAÇÃO DO PLANO BÁSICO AMBIENTAL PARA LICENÇA AMBIENTAL DE INSTALAÇÃO, que estabelece os procedimentos a serem adotados para a elaboração do Plano Básico Ambiental - PBA de empreendimentos rodoviários do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de São Paulo – DER/SP, o Programa de Indenização e Reassentamento de População de Baixa Renda, que dispõe sobre os procedimentos adotados pelo Departamento que organiza as ações destinadas a assegurar a compensação justa pelo deslocamento compulsório e reabilitação social e econômica de população afetada diretamente pela implantação do empreendimento de baixa renda, que transcrevemos abaixo.

7.1.1 Programa do Sistema de Gestão Ambiental SGA-DER/SP Indenização e Reassentamento de População de Baixa Renda 1. Justificativa

de

O Programa de Indenização e Reassentamento será desenvolvido para os empreendimentos em que houver deslocamento compulsório de população de baixa renda, de modo a garantir sua reinserção habitacional e socioeconômica em condições iguais ou superiores às vigentes antes da implantação do empreendimento. 2. Objetivos O Programa tem o objetivo de estabelecer os mecanismos e executar todas as atividades necessárias à liberação das áreas para a implantação do empreendimento e à reinserção da população de baixa renda afetadas por deslocamento compulsório visando possibilitar a recomposição do quadro de vida em condições, no mínimo, equivalentes ao existente antes do empreendimento. 3. Diretrizes para Concepção e Detalhamento do Programa − Antecipação: as atividades deverão ser programadas de modo que todos os deslocamentos estejam concluídos antes do início das obras em cada trecho. − Isonomia: todas as famílias e atividades sujeitas a deslocamento
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A concepção do Programa será orientada pelas seguintes diretrizes gerais:

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS

compulsório localizadas nas áreas de intervenção, independentemente da situação patrimonial e condições sócio-econômicas, terão tratamento adequado. − Indenização socialmente justa: entende-se que uma indenização é socialmente justa quando o valor da indenização possibilita a aquisição de imóvel semelhante no mercado. − Alternativas de atendimento: serão oferecidas alternativas de atendimento para livre opção das famílias afetadas, a quem serão disponibilizadas todas as informações necessárias para a livre decisão. − Negociação e participação: a negociação será a tônica do relacionamento entre empreendedor e a população que será desapropriada e/ou deslocada compulsoriamente. − Articulação Inter-Institucional: o DER/SP dará preferência à execução de reassentamentos por meio de Convênio com a CDHU ou Prefeituras Municipais. O programa deverá abranger o detalhamento das seguintes atividades: a) Cadastro socioeconômico das famílias afetadas: esta atividade deverá ser realizada em articulação com a elaboração do cadastro físico dos imóveis sob responsabilidade da empresa projetista e deverá abranger: identificação e caracterização do imóvel e situação de propriedade, perfil socioeconômico das famílias realizado por meio de entrevista individual, considerando os quesitos abaixo indicados: − posse e propriedade do imóvel – próprio, alugado: gastos com aluguel, invadido ou cedido; − situação dos residentes – número de famílias, número de pessoas; número de residentes, por idade e gênero; − tempo de residência na região, tipos de enraizamento no local, famílias itinerantes; − composição e arranjo familiar, número de famílias residentes, total de membros da família por idade, sexo e grau de parentesco; − composição étnica: quando houver população indígena e demais grupos minoritários como quilombos e outros; − renda do chefe e membros da família, tipo de ocupação e emprego, principais fontes de origem da renda; − renda monetária mensal e renda de subsistência: monetária e não monetária; − local de trabalho; modo de transporte até o trabalho; tempo de viagem casa-trabalho;

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PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS

− nível de instrução, escolaridade, do chefe e membros da família, meio de transporte e distância percorrida pelos escolares; − serviços públicos existentes no domicílio: água potável, esgotos sanitários, luz, telefone, rua pavimentada, transportes públicos, etc.; − acesso aos bens, serviços e equipamentos sociais: escolas, postos de saúde, postos policiais; − portadores de deficiência e outras vulnerabilidades; − vinculação, participação em associações comunitárias; e − expectativas quanto a novo local de moradia. b) Análise do perfil socioeconômico da população afetada; c) Análise e descrição de alternativas de compensação a serem propostas: o DER/SP dará preferência a diferentes formas de reassentamento, como aquisição de unidades em conjuntos habitacionais, carta de crédito para aquisição de moradia no mercado, entre outras; a indenização pecuniária será aplicada apenas em casos especiais; a análise deverá incluir a identificação de áreas para construção e/ou conjuntos existentes ou projetados para o reassentamento, articulação institucional com o órgão habitacional ou prefeitura, estimativa de custos, entre outros; d) Análise de alternativas de compensação para atividades econômicas afetadas; e) Operacionalização do programa: definição dos mecanismos gerenciais e institucionais para implementação do programa, incluindo: descrição e cronograma das atividades executivas, mecanismos de comunicação e negociação com as famílias, composição de equipe responsável pela implementação, custos, minutas de Convênio com órgão executor, estabelecendo atividades e responsabilidades entre as partes, e de termo de compromisso das famílias com o órgão executor, outros; f) Estabelecimento de instrumentos de acompanhamento e avaliação de desempenho na implementação do programa.

7.2.

Reassentamento Involuntário

Entretanto, caso a possibilidade de reassentamento involuntário, porém remota, ocorra, tanto o Departamento de Estradas de Rodagem do Estado como o Município envolvido, deverá seguir o Marco Referencial para Reassentamento Involuntário do Banco Mundial – BIRD, anexo ao presente Relatório de Aspectos e Normas Ambientais para o Programa de Recuperação de Estradas Vicinais – 3ª Etapa.

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PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 8. ANEXOS 57 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

Legislação Estadual aplicada ao Programa 58 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .1.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 8.

Quando necessárias intervenções emergenciais. recapeamento. de 01 de Dezembro 1998. não depende de licenciamento ambiental: I. encubram a sinalização ou em situação de risco iminente à segurança. implantação de praças de pedágio. passarelas e áreas de descanso. Art. estabilização de taludes de corte e saias de aterro sem supressão de vegetação nativa arbórea. em estágio inicial de regeneração. supressão de vegetação nativa secundária.1. Resolve: Art.Aplica-se o disposto neste artigo às obras e intervenções realizadas em reservas ecológicas e áreas consideradas de preservação permanente. ou em unidades de conservação do Estado. § 3º . sem supressão de vegetação nativa arbórea. canais e corta-rios. entendida como a terceira faixa. e sem relocação de população. rupturas de taludes. (O item transporte de produtos perigosos. obras para melhorias geométricas. nos estágios médio e avançados de regeneração e sem relocação de população. 81 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO SMA nº.na execução das intervenções de que trata este artigo devem ser adotados os cuidados necessários para evitar o desenvolvimento de processos erosivos. V. bueiros. nos estágios médio e avançados de regeneração. 1º . postos gerais de fiscalização (PGF). reparos em obras de arte. pois a operação é do Município – texto inserido pela Assessoria Ambiental do DER/SP) A Secretária do Meio Ambiente tendo em vista o disposto no art.As intervenções e obras referidas nos incisos XI e XII devem ser objeto de consulta sobre a necessidade de licenciamento quando as respectivas parcelas das faixas de domínio estiverem inseridas nas áreas de proteção de mananciais definidas pela Lei nº 898. cujos galhos invadam o acostamento ou a faixa de rolamento. XI. § 1º . o assoreamento e interrupção de drenagens naturais e outras situações que possam acarretar danos ambientais. primária ou secundária. em decorrência de quedas de barreiras ou deslizamento de taludes. VI. da Resolução nº 237. VII. de 18 de dezembro de 1.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 8. sem supressão de vegetação nativa arbórea. desde que não impliquem supressão de vegetação nativa ou desvio de curso d'água e alteração de regime hídrico.976. III. nos estágios médio e avançados de regeneração. RESOLUÇÃO SMA nº. XII.1. não se aplica a Estradas Vicinais. poda de árvores nativas.172. limpeza e reparo de sistemas de drenagem. 59 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . VIII. paradas de ônibus. II. X. unidades da Polícia Rodoviária e pátios de apreensão de veículos. pavimentação e implantação de acostamento. implantação de cercas. IV. que impliquem na remoção de vegetação para estabilização. 2º.975 e pela Lei nº 1. primária ou secundária. primária ou secundária. IX. 2º . supressão de exemplares arbóreos exóticos. Dispõe sobre o licenciamento ambiental de intervenções destinadas à conservação e melhorias de rodovias e sobre o atendimento de emergências decorrentes do transporte de produtos perigosos em rodovias. implantação de uma faixa adicional contígua às faixas existentes. sinalização horizontal e vertical. defensas metálicas ou similares. do Conselho Nacional do Meio Ambiente. de 19 de dezembro de 1997. balanças. de 17 de novembro de 1. 81.Nos limites da faixa de domínio de rodovias que se encontrem em operação. § 2º . § 2º. o responsável pela rodovia deve notificar imediatamente a Secretaria do Meio Ambiente. desde que não haja necessidade de relocação de população. serviços de atendimento aos usuários.

81.Informações sobre produtos perigosos. ANEXO I DA RESOLUÇÃO SMA N.1 . etc. Art. Introdução 2.Identificação dos principais produtos perigosos transportados na via.98 . 19) 60 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .Procedimentos de avaliação. podendo ser apresentadas e aprovadas em conjunto mediante a apresentação de plano de conservação e manutenção. recuperação ambiental. 5.12. 3. Anexos: 6.Definição da tipologia dos possíveis acidentes e conseqüências nas diferentes áreas vulneráveis ao longo do traçado da via. d) monitoramento ambiental. DE 01. 3.3 . 6º .Características técnicas da obra. Art. no prazo de 180 dias.Sistemas de comunicação.Ações pós-emergenciais (descontaminação. 6.1 . sem prejuízo do desenvolvimento dos trabalhos. 3º . contemplando: a) características climáticas.4 .4 . Procedimentos de combate às emergências: 5.Pág.1 .2 .Organograma de coordenação e supervisão das ações emergenciais. Art.Fluxograma de acionamento.Medidas de controle emergencial: a) combate a vazamentos.12. 6. 6. de 02.Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental nos prazos indicados nas solicitações específicas.1 . interrupção de drenagens naturais.E Executivo. 4.Órgãos participantes e suas respectivas atribuições e responsabilidades. 4. Art. deficiência nos sistemas de drenagem implantados e outras situações que possam acarretar danos ambientais.2 .Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. devem ser elaborados conforme roteiro constante do Anexo I e apresentados à CETESB . c) controle de tráfego.As obras e intervenções não previstas nesta Resolução devem ser objeto de prévio licenciamento pela Secretaria do Meio Ambiente.2 .2 . 6.Formulário de acionamento. 4º . desenvolvimento de processos erosivos.1 .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS preferencialmente antes do início das intervenções.98 Roteiro a ser observado para elaboração de planos de atendimento a emergências relacionados ao transporte de produtos perigosos: 1. b) isolamento e evacuação. Caracterização do empreendimento e da região: 2.Os planos de atendimento a emergências relacionados ao transporte de produtos perigosos.5 .2 .Recursos humanos e materiais. 2. 5.Os responsáveis pela operação das rodovias devem.3 . 5º . (D.).Lista de participantes.O. Hipóteses de acidentes: 3. apresentar à Secretaria do Meio Ambiente diagnóstico e proposta preliminar para a solução de situações de risco iminente em relação à estabilização de taludes. rescaldo.Características ambientais da região sob interferência da rodovia. 5. 5. 6. Estrutura organizacional: 4. b) áreas vulneráveis e interferências ao longo do traçado.

do Conselho Nacional do Meio Ambiente. servem de apoio às obras de construção. ao final das obras. Art.172.os caminhos de serviço.Código Florestal. 2º. conforme o modelo constante do ANEXO 1. CADASTRO E LICENCIAMENTO Art. tendo em vista o disposto no art. ou seja. RESOLUÇÃO SMA nº.2. de 15 de setembro de 1965 . e Considerando que o licenciamento ambiental para a implantação de áreas de apoio às obras rodoviárias depende atualmente das mesmas exigências. especialmente em áreas urbanizadas. interferência direta em unidades de conservação. 1º da Lei estadual nº 1. sejam localizadas em áreas de preservação ou de interesse ambiental. 1º . Resolve: Art. § 2º. formulário denominado "Solicitação de Cadastro e Licenciamento de Área de Apoio em Local Sem Restrição Ambiental". situadas em locais sem restrições discriminadas na legislação ambiental e não abrangidas pela faixa de domínio. prolongamento. V.as caixas de empréstimo de material (desde que não sujeitas aos preceitos do Código de Mineração). cujo prazo de utilização não pode exceder ao da respectiva obra rodoviária: . 2º da Lei estadual nº 898. a necessidade do estabelecimento de diretrizes mínimas a serem seguidas em cada etapa. e .os canteiros de obras. arqueológicos ou áreas tombadas. de 21 de Dezembro de 2000. supressão de vegetação nativa (mata primária) ou secundária (mata em estágio médio ou avançado de regeneração). de 17 de novembro de 1976. 4º . Considerando a necessidade de estabelecer procedimentos técnicos e administrativos para o licenciamento ambiental das áreas de apoio à execução de obras rodoviárias em locais sem restrições ou interesses ambientais descritos pela legislação em vigor e não englobadas pela faixa de domínio das rodovias.O requerimento para o cadastramento e licenciamento das áreas de apoio deve ser instruído com os seguintes documentos: I. VI.os depósitos de material excedente (bota-foras).São locais sem restrições ambientais os cuja utilização não implique em: I.Esta resolução estabelece os procedimentos para o cadastro e o licenciamento ambiental das áreas que. 3º . necessidade de remoção de centros habitacionais. riscos ou impactos de vizinhança.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 8.985. finalmente. VII. Art.771. utilização das áreas de preservação permanente definidas nos arts. 61 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .1. 7º da Lei federal nº 9. de 17de dezembro de 1975. 30 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO SMA nº 30. e delimitadas pelo art. como definido no art. . de 18 de julho de 2000. da Resolução nº 237. Considerando. III. II. especialmente na desativação e recuperação ambiental das áreas de apoio. Dispõe sobre o cadastro e o licenciamento ambiental de intervenções destinadas às áreas de apoio de obras rodoviárias em locais sem restrição ambiental O Secretário do Meio Ambiente. duplicação ou recuperação de rodovias. 2º e 3º da Lei federal nº 4. 2º . situadas em locais sem restrições ou interesses ambientais. interferência direta nas áreas de proteção aos mananciais definidas no art. IV. interferência direta em sítios históricos. de 19 de dezembro de 1997.São áreas de apoio. .

as atividades que nela devam ser desenvolvidas e que são consideradas como industriais ou como fontes de poluição. 7º. Parágrafo único . constantes do ANEXO 2.Da cópia do cadastro a ser fornecida ao interessado constará o disposto nos arts.GTR. 62 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . localização da área de apoio em carta topográfica oficial. caracterização da vegetação a ser eventualmente suprimida.468. a ser instruído com: I.Efetuada a recuperação da área.O requerimento deve ser protocolado no Grupo de Licenciamento e Fiscalização de Obras Rodoviárias .As duas vias do requerimento devem ser firmadas pelo empreendedor ou por seu representante legal. Art. III. anuência de uso da área por seu proprietário.ART do(s) Responsável(is) Técnico(s) pelo plano de utilização (implantação.Atendidos os requisitos fixados nesta resolução. bem como por exigir e fiscalizar a obediência às condicionantes do licenciamento nos casos de terceirização dos trabalhos.Independentemente das características ou localização da área de apoio. na forma do estatuído no regulamento aprovado pelo Decreto estadual nº 8. ou 1:50. até o encerramento da utilização da área de apoio. o empreendedor deverá executar os pertinentes procedimentos de desativação e recuperação previstos no Anexo 2. passada pelo Distribuidor da Comarca. § 1º . na proporção de 10:1. previamente identificados no processo de licenciamento ambiental da obra rodoviária respectiva. relatório técnico-ambiental da situação da área e das medidas corretivas executadas. até o limite de 10 indivíduos por hectare (árvores isoladas). comodato.000. § 2º . será efetuado o cadastro da área de apoio.DEPRN. acompanhado de fotografias representativas. tendo em vista a destinação futura projetada e para a manutenção de condições que não promovam sua degradação ambiental.A apresentação do requerimento de cadastramento e licenciamento. ambos da Coordenadoria de Licenciamento Ambiental e de Proteção de Recursos Naturais .PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS II. 6º . instruída com prova de domínio atualizada. determina a obrigatoriedade do empreendedor em observar rigorosamente as normas técnicas expressas nas "Diretrizes para a Implantação de Áreas de Apoio de Obras Rodoviárias. 8º . arrendamento. na escala 1:10. se for o caso. 5º . neste caso acompanhada de certidão de distribuição de ações reais e possessórias contra o seu titular. 2º e 3º. ficam sujeitas a prévio licenciamento perante a CETESB . operação e desativação) e recuperação da área de apoio e pela caracterização da vegetação e do projeto de plantio compensatório. na forma prevista por esta resolução. Parágrafo único . 7º . situadas em Locais sem Restrição Ambiental e fora da Faixa de Domínio". observado.Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental. realizados por técnico habilitado. ou comprovação do exercício pacífico da posse.CPRN. prova de Anotação de Responsabilidade Técnica . especialmente no caso de eventual paralisação temporária.Ao término da utilização da área de apoio. de 8 de setembro de 1976. se disponível. deve apresentar à CPRN requerimento solicitando a expedição de " Termo de Encerramento de Utilização Área de Apoio em Local Sem Restrição Ambiental". V. duas fotografias representativas do local. o disposto no art. inserindo-o no contexto da vizinhança. e. Art. LICENCIAMENTO DE ATIVIDADES INDUSTRIAIS E DE FONTES DE POLUIÇÃO Art. da Pasta. no escritório regional pertinente do Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais .O empreendedor é o responsável pelas obrigações e medidas previstas nesta resolução e na legislação aplicável. VI. ENCERRAMENTO DA UTILIZAÇÃO DAS ÁREAS DE APOIO Art. acompanhada de projeto do plantio compensatório com espécies nativas.. que permitirá sua implantação e utilização. etc. simultaneamente. e será acompanhada de cópia do Anexo 2. IV. ou contrato de locação.000. § 3º .

deverão ser submetidas ao Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais . quais as medidas tomadas antes da execução das intervenções e a solução técnica adotada. manutenção e pavimentação de estradas vicinais que se encontrem em operação no Estado de São Paulo. Artigo 4º . 10 . 9º . o responsável pela obra deverá adotar as medidas de cautela necessárias para evitar o desenvolvimento de processos erosivos. da Resolução CONAMA 237/97. Art.Atestadas pelo GTR e pelo DEPRN o cumprimento das obrigações a cargo do empreendedor. consideradas como depósitos de material excedente (bota-fora). caixas de empréstimo.DAEE.Quando necessárias intervenções emergenciais que impliquem a remoção de vegetação para estabilização geotécnica.DEPRN. de 22. de uma só pista.00 – Pág. 4º.Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação.na execução das intervenções de que trata esta Resolução. (D.12.3.00 – Pág. 2 a implantação de áreas de apoio necessárias à realização das atividades mencionadas no caput deste artigo.E. será firmado o Termo a que se refere o artigo precedente. Artigo 3º . rupturas de taludes. conforme definições anexas. compatível com o tráfego que as utiliza. locais. 22. I.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS II.DEPRN.12. assoreamento e interrupção de drenagens naturais e outras situações que possam acarretar danos ambientais. relatório técnico ambiental da situação do plantio compensatório de espécies nativas previsto no inciso IV do art. Artigo 2º . Executivo. e de padrão técnico modesto. sem prejuízo ao desenvolvimento dos trabalhos. pavimentadas ou não. Ocorrendo qualquer das situações previstas nesse artigo. manutenção e pavimentação de estradas vicinais que se encontrem em operação O Secretário de Estado do Meio Ambiente.DAIA. considerando o disposto no art. acompanhado de fotografias representativas. deverão ser submetidas ao Departamento Estadual de Proteção de Recursos Naturais . ANEXO À RESOLUÇÃO SMA Conceito de Estrada Vicinal As estradas vicinais são em geral estradas municipais. 63 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . estradas de serviço e canteiros de obra. Republicada em 29. em unidades de conservação e/ou em áreas de proteção de mananciais. não dependem de licenciamento ambiental no âmbito do Departamento de Avaliação de Impacto Ambiental . 3 para as intervenções em corpos d'água o DEPRN deverá emitir Autorização condicionada à manifestação do Departamento de Águas e Energia Elétrica . 33 SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE RESOLUÇÃO SMA nº 33. Art. 2º § 2º.O. necessárias à realização das atividades mencionadas no caput deste artigo. RESOLUÇÃO SMA nº. 1 a supressão de vegetação e a intervenção em áreas de preservação permanente. 31)) 8. poderá ser solicitado ao responsável pela execução das intervenções que demonstre ao órgão ambiental estadual. resolve: Artigo 1º . de 10 de Setembro de 2002. Dispõe sobre a simplificação do licenciamento ambiental das intervenções destinadas à conservação.1.Intervenções destinadas à conservação. o responsável pela estrada vicinal deverá notificar imediatamente o DEPRN preferencialmente antes do início das intervenções.Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.

* Conservação de Terraplenagem * Conservação de Pavimento * Conservação de Drenagem * Conservação de Obras de Arte Especiais * Conservação de Sinalização Pavimento É a construção de uma estrutura após a terraplenagem (subleito). restaurar uma rodovia existente aproveitando ao máximo o traçado original. Melhoramentos de Trechos Existentes Sempre que possível devem ser feitos melhoramentos nas vias existentes. 64 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP . visando remover pontos críticos que impeçam o fluxo contínuo e seguro do tráfego. e dentro de cujos limites normalmente se situa. com muita freqüência ao longo dos espigões. Características Técnicas Básicas de Estrada Vicinal As características geométricas das vicinais são fortemente condicionadas pelo aproveitamento dos traçados existentes. as estradas pré-existentes desenvolvem-se. manter e melhorar as condições de utilização são englobadas sobre denominação de conservação rodoviária. Por outro lado. podendo eventualmente entender-se até outro município. quase sempre de caráter local.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS A estrada municipal. Haverá casos nos quais é desejado. atende principalmente ao município que a administra. outros nos quais justifica-se executar algumas melhorias tendo em vista aumento de sua capacidade e/ou segurança. Principais Melhoramentos * Melhorias de Curvas * Melhoria em Perfil * Melhoria da Superfície de Rolamento * Melhoria da Plataforma * Tratamento das Interseções e Acessos Conservação As atividades desenvolvidas para preservar investimentos na malha rodoviária. indispensáveis para que seus custos de construção sejam compatíveis com seu tráfego e função. melhorar as condições de rolamento quanto à segurança e conforto dos usuários. tanto do ponto de vista técnico como do econômico. ou divisores de água.DER/SP/1987. destinada a resistir e distribuir ao subleito os esforços oriundos dos veículos. o que lhes confere boa condição de drenagem. Fonte: Manual Básico de Estradas Vicinais .

2 Floresta Nacional – FLONAs 2.RB 1.PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 8.1 Área de Relevante Interesse Ecológico – ÁRIES 2.EE 1.1 Estação Ecológica .7 Reserva Estadual – REs 3 Área de Proteção Ambiental – APA 4 Terras Indígenas 65 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .2 Reserva Biológica .2. Mapa do Pro-Vicinais 1ª e 2ª Etapas x Unidades de Conservação do Estado de São Paulo Temático Unidade de Conservação 1 Unidades de Proteção Integral – UPI 1.5 Reserva de Desenvolvimento Sustentável 2.4 Reserva de Fauna 2.ANTs 1.6 Áreas sob Proteção Especial – ASPEs 1.6 Reserva Particular do Patrimônio Natural 2.4 Monumento Natural / Áreas Naturais Tombadas .3 Parque Nacional / Estadual – PN / PE 1.3 Reserva Extrativista 2.7 Parque Ecológico – PECs 2 Unidades de Uso Sustentável – UUS 2.5 Refúgio de Vida Silvestre 1.

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 66 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 8.3. Mapa do Pro-Vicinais 1ª e 2ª Etapas x Divisões Regionais do DER/SP 67 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .

PROGRAMA DE RECUPERAÇÃO DE ESTRADAS VICINAIS 68 de 68 Assessoria Ambiental / DER/SP .