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PPP - INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO CAMPO DESCRIÇÃO SEÇÃO I INSTRUÇÃO DE PREENCHIMENTO SEÇÃO DE DADOS ADMINISTRATIVOS CNPJ relativo ao estabelecimento escolhido

como domicílio tributário, nos termos do art. 127 do CTN, no formato XXXXXXXX/XXXX-XX; ou Matrícula no Cadastro Específico do INSS (Matrícula CEI) relativa à obra realizada por Contribuinte Individual ou ao estabelecimento escolhido como domicílio tributário que não possua CNPJ, no formato XX.XXX.XXXXX/XX, ambos compostos por caracteres numéricos. Até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos. Classificação Nacional de Atividades Econômicas da empresa, completo, com 7 (sete) caracteres numéricos, no formato XXXXXXX, instituído pelo IBGE através da Resolução CONCLA nº 07, de 16/12/2002. A tabela de códigos CNAE-Fiscal pode ser consultada na Internet, no site www.cnae.ibge.gov.br Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos.

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CNPJ do Domicílio Tributário/CEI

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NOME EMPRESARIAL

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CNAE

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NOME DO TRABALHADOR

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7 8 9 10 11

12

12.1 12.2 13

BR – Beneficiário Reabilitado; PDH – Portador de Deficiência Habilitado; NA – Não Aplicável. Preencher com base no art. 93, da Lei nº 8.213, de 1991, que estabelece a obrigatoriedade do preenchimento dos cargos de empresas com 100 (cem) ou mais empregados com beneficiários BR/PDH reabilitados ou pessoas portadoras de deficiência, habilitadas, na seguinte proporção: I - até 200 empregados.....................2%; II - de 201 a 500...............................3%; III - de 501 a 1.000...........................4%; IV - de 1.001 em diante. ..................5%. Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos, no formato XXX.XXXXX.XX-X. O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que, no caso NIT de Contribuinte Individual (CI), pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social. DATA DO NASCIMENTO No formato DD/MM/AAAA. SEXO (F/M) F – Feminino; M – Masculino. Número, com 7 (sete) caracteres numéricos, Série, com 5 (cinco) CTPS (Nº, Série e UF) caracteres numéricos e UF, com 2 (dois) caracteres alfabéticos, da Carteira de Trabalho e Previdência Social. DATA DE ADMISSÃO No formato DD/MM/AAAA. Regime de Revezamento de trabalho, para trabalhos em turnos ou escala, especificando tempo trabalhado e tempo de descanso, com REGIME DE até 15 (quinze) caracteres alfanuméricos. REVEZAMENTO Exemplo: 24 x 72 horas; 14 x 21 dias; 2 x 1 meses. Se inexistente, preencher com NA – Não Aplicável. Informações sobre as Comunicações de Acidente do Trabalho registradas pela empresa na Previdência Social, nos termos do art. 22 da Lei nº 8.213, de 1991, do art. 169 da CLT, do art. 336 do RPS, CAT REGISTRADA aprovado pelo Dec. nº 3.048, de 1999, do item 7.4.8, alínea “a” da NR-07 do MTE e dos itens 4.3.1 e 6.1.2 do Anexo 13-A da NR-15 do MTE, disciplinado pela Portaria MPAS nº 5.051, de 1999, que aprova o Manual de Instruções para Preenchimento da CAT. Data do Registro No formato DD/MM/AAAA. Com 13 (treze) caracteres numéricos, com formato XXXXXXXXXXX/XX. Número da CAT Os dois últimos caracteres correspondem a um número seqüencial relativo ao mesmo acidente, identificado por NIT, CNPJ e data do acidente. LOTAÇÃO E Informações sobre o histórico de lotação e atribuições do ATRIBUIÇÃO trabalhador, por período. A alteração de qualquer um dos campos - 13.2 a 13.7 - implica, obrigatoriamente, a criação de nova linha, com discriminação do

realizadas pelo trabalhador. utilizar a CBO completa com cinco caracteres. Descrição das atividades.5 13. Data de início e data de fim do período. somente será aceita a CBO completa. utilizar a CBO completa com seis caracteres. SEÇÃO II SEÇÃO DE REGISTROS AMBIENTAIS EXPOSIÇÃO A Informações sobre a exposição do trabalhador a fatores de riscos FATORES DE RISCOS ambientais.2 implica. conforme a nova tabela CBO relativa a 2002. a criação de nova linha. no site www. a data de fim do último período não deverá ser preenchida. Código Ocorrência da GFIP para o trabalhador. ou Matrícula CEI da obra ou do estabelecimento que não possua CNPJ. PROFISSIOGRAFIA A alteração do campo 14. preencher com NA – Não Aplicável. físicas ou mentais. Lugar administrativo na estrutura organizacional da empresa. com Descrição das Atividades até 400 (quatrocentos) caracteres alfanuméricos.mtecbo. a criação de nova linha.3 13.No caso de utilização da tabela CBO relativa a 1994.XXX.implica. com a utilização de verbos no infinitivo impessoal.No caso de utilização da tabela CBO relativa a 2002. Data de início e data de fim do período. com seis caracteres numéricos. Cargo do trabalhador. no formato XX. por período. Deverá ser informado o CNPJ do estabelecimento de lotação do trabalhador ou da empresa tomadora de serviços. Função supervisão ou gerência. com discriminação do período. A alteração de qualquer um dos campos .1 13. completando com “0” (zero) a primeira posição. OBS: Após a alteração da GFIP. ou constante no Recibo de Produção e Livro de Cargo Matrícula. Quando inexistente a função. atenuados ou exista proteção eficaz. conforme Manual da GFIP para usuários do SEFIP. se empregado ou trabalhador avulso. No caso de trabalhador ativo. ambos compostos por caracteres numéricos. obrigatoriamente.2 a 15.XXXXX/XX. publicado por Instrução Normativa da Diretoria Colegiada do INSS: CBO 1.15. Local onde efetivamente o trabalhador exerce suas atividades. Alternativamente. se cooperado. também poderão ser indicados os fatores de riscos ergonômicos e mecânicos. A tabela de CBO pode ser consultada na Internet. Lugar administrativo na estrutura organizacional da empresa.2 13. ambas no formato DD/MM/AAAA. por período. onde o Setor trabalhador exerce suas atividades laborais. conforme Manual da GFIP para usuários do SEFIP. a data de fim do último período não deverá ser preenchida. 2. com dois caracteres Código Ocorrência da numéricos. coordenação. pode ser utilizada a CBO. As atividades deverão ser descritas com exatidão. Classificação Brasileira de Ocupação vigente à época. repetindo as informações que não foram alteradas. utilizar a CBO completa com cinco caracteres. por força do poder de comando a que se submete.gov. com até 15 (quinze) caracteres alfanuméricos.No caso de utilização da tabela CBO relativa a 1994.4 13.1 14. obrigatoriamente.br. e de forma sucinta. GFIP publicado por Instrução Normativa da Diretoria Colegiada do INSS. Facultativamente. 2 . com seis caracteres numéricos: 1 . chefia. com até 30 (trinta) caracteres alfanuméricos. Período No caso de trabalhador ativo. com até 30 (trinta) caracteres alfanuméricos. utilizar a família do CBO com quatro caracteres. onde o trabalhador tenha atribuição de comando.13. Informações sobre a profissiografia do trabalhador. com 5 (cinco) caracteres numéricos. ambas no formato Período DD/MM/AAAA. constante na CTPS. com discriminação do . no formato CNPJ/CEI XXXXXXXX/XXXX-XX.7 14 14.2 15 período. completando com “0” (zero) a primeira posição.6 13.No caso de utilização da tabela CBO relativa a 2002.8 . ainda que estejam neutralizados.

4.XXXXX. EPI caracteres numéricos. a data de fim do último período não deverá ser preenchida. ou ainda em caráter complementar ou emergencial). Número do Certificado de Aprovação do MTE para o Equipamento de Proteção Individual referido no campo 154.15. com EPI Eficaz (S/N) base no informado nos itens 15.2 a 15. No caso de trabalhador ativo. Fator de Risco Em se tratando do Tipo “Q”.1 15.7 15. não sendo aceitas citações de nomes comerciais.9 16 16. preencher com NA – Não Aplicável. e 5. Observação do disposto na NR-06 do MTE. Técnica Utilizada Caso o fator de risco não seja passível de mensuração.7.3. 3.6 15. com até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos. conforme classificação adotada pelo Ministério da Saúde. Concentração Caso o fator de risco não seja passível de mensuração. dependendo do tipo de agente. preencher com NA – Não Aplicável. O que determina a associação de agentes é a superposição de períodos com fatores de risco diferentes.1 16. Intensidade ou Concentração.A. ambas no formato Período DD/MM/AAAA. com base no informado nos itens 15. EPC Eficaz (S/N) assegurada as condições de funcionamento do EPC ao longo do tempo.2 a 15. Descrição do fator de risco. E – Ergonômico/Psicossocial. Data de início e data de fim do período. No caso de trabalhador ativo sem alteração do Período responsável. Técnica utilizada para apuração do item 15. por REGISTROS período. no formato XXX. devendo esta ser comprovada mediante recibo. O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que. conforme especificação técnica do fabricante e respectivo plano de manutenção. ambas no formato DD/MM/AAAA. A indicação do Tipo “E” e “M” é facultativa.2 período.das condições de funcionamento do EPI ao longo do tempo. . ATENDIMENTO AOS admitindo-se a utilização de EPI somente em situações de REQUISITOS DAS NRinviabilidade técnica. com até 40 (quarenta) caracteres alfanuméricos.5.4 15.XX-X. N – Não.5. no caso NIT de Contribuinte Individual (CI).do prazo de validade. conforme Certificado de Aprovação do MTE. B – Biológico. Caso não seja utilizado EPI. com Intensidade / até 15 (quinze) caracteres alfanuméricos.5 15. PELOS EPI 2.3 15.2 15. AMBIENTAIS Data de início e data de fim do período. M – Mecânico/de Acidente.da hierarquia estabelecida no item 9. RESPONSÁVEL PELOS Informações sobre os responsáveis pelos registros ambientais. preencher com NA – Não Aplicável. OBS. F – Físico.da periodicidade de troca definida pelos programas ambientais. as informações relativas aos fatores de riscos ergonômicos e mecânicos passarão a ser obrigatórias. 4. S – Sim. considerando se houve ou não a atenuação. Q – Químico. a data de fim do último período não deverá ser preenchida. repetindo as informações que não foram alteradas. deverá ser informado o nome da substância ativa.dos meios de higienização. medidas de caráter administrativo ou de organização do trabalho e utilização de EPI.8 15.4 da NR-09 do MTE (medidas de proteção coletiva. em “Doenças Relacionadas ao Trabalho: Tipo Manual de Procedimentos para os Serviços de Saúde”. considerando se houve ou não a eliminação ou a neutralização. de 2001.5. nesta ordem. Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos. com 5 (cinco) C. N – Não. S – Sim. pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social.: Após a implantação da migração dos dados do PPP em meio magnético pela Previdência Social. assegurada a observância: 1. INFORMADOS conforme especificação técnica do fabricante ajustada às condições de campo. insuficiência ou interinidade à implementação 06 E NR-09 DO MTE do EPC.

no caso de Contribuinte Individual (CI). no formato XXX. No formato DD/MM/AAAA. Carimbo da Empresa e Assinatura do Representante Legal. A parte “/XX” deve ser preenchida com a UF.4 Natureza Exame (R/S) 17.3 Registro Conselho de Classe 18. Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos.1 18. No caso dos exames relacionados no Quadro I da NR-07.1 17. da NR-07 do MTE. com 2 (dois) caracteres alfabéticos. A parte “-X” corresponde à D – Definitivo ou P – Provisório. Informações sobre o Representante Legal da empresa. Informações sobre os responsáveis pela monitoração biológica. Número do registro profissional no Conselho de Classe. Natureza do exame realizado.1 NIT 20. Só deve ser preenchido Ocupacional ou Não Ocupacional no caso de Agravamento. No caso de trabalhador ativo sem alteração do responsável. Preencher Normal ou Alterado. A – Admissional. a data de fim do último período não deverá ser preenchida. A parte numérica deverá ser completada com zeros à esquerda. Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos. A parte “-X” corresponde à D – Definitivo ou P – Provisório. R – Referencial. O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que. no formato XXXXXX-X/XX ou XXXXXXX/XX. com 2 (dois) caracteres alfabéticos. realizados para o trabalhador. além do material biológico coletado. no formato DD/MM/AAAA. clínicos e complementares.3 17.2 Nome Carimbo e Assinatura .16. Até 40 (quarenta) caracteres alfabéticos. no caso de contribuinte individual (CI).4 19 20 Nome do Profissional Legalmente Habilitado SEÇÃO IV DATA DE EMISSÃO DO PPP REPRESENTANTE LEGAL DA EMPRESA 20. P – Periódico. 17 17. Até 40 caracteres alfabéticos.5 Indicação de Resultados 18 RESPONSÁVEL PELA MONITORAÇÃO BIOLÓGICA Período 18.XX-X. apesar de a maioria das alterações ocupacionais serem constatadas bilateralmente. M – Mudança de Função. constantes nos Quadros I e II.2 17. Data de início e data de fim do período. A parte “/XX” deve ser preenchida com a UF. ambas no formato DD/MM/AAAA. pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social. no formato XXX. RESPONSÁVEIS PELAS INFORMAÇÕES Data em que o PPP é impresso e assinado pelos responsáveis. por período. O NIT corresponde ao número do PIS/PASEP/CI sendo que.2 NIT 18. pode ser utilizado o número de inscrição no Sistema Único de Saúde (SUS) ou na Previdência Social. A parte numérica deverá ser completada com zeros à esquerda.4 Nome do Profissional Legalmente Habilitado SEÇÃO III EXAMES MÉDICOS CLÍNICOS E COMPLEMENTARES Data Tipo Número do registro profissional no Conselho de Classe. com 9 (nove) caracteres alfanuméricos. deverá ser especificada a análise realizada. do MTE. a alteração unilateral poderá ser classificada como ocupacional. Número de Identificação do Trabalhador com 11 (onze) caracteres numéricos. com poderes específicos outorgados por procuração. com 9 (nove) caracteres alfanuméricos. R – Retorno ao Trabalho. D – Demissional. SEÇÃO DE RESULTADOS DE MONITORAÇÃO BIOLÓGICA Informações sobre os exames médicos obrigatórios. no formato XXXXXX-X/XX ou XXXXXXX/XX. OBS: No caso de Natureza do Exame “Audiometria”.3 Registro Conselho de Classe 16.XXXXX.XX-X.XXXXX. Só deve ser preenchido Estável ou Agravamento no caso de Alterado em exame Seqüencial. S – Seqüencial. com até 50 (cinqüenta) caracteres alfanuméricos.

com exceção das aposentadorias especiais. 201 da CF. O PPRA precisa ser revisto e renovado anualmente. . Médicos e Peritos do INSS. ficando atualizado permanentemente. quando tais modificações ocorrerem. que originou a Lei 9528 de 10. esclarecimento sobre alteração de razão social da empresa.97 e convertida na Lei 9528 de 10. com base em laudo técnico de condições ambientais do trabalho expedido por médico do trabalho ou engenheiro de segurança do trabalho. Somente será renovado caso sejam introduzidas modificações no ambiente de trabalho.12.net. MP 1532 – Em 11. enquanto o “layout” da empresa não sofrer alterações.95 o Art. parágrafo 1º do Artigo 58 ficou com a redação: A Comprovação da efetiva exposição do segurado aos agentes nocivos será feita mediante formulário.96. 58 d Lei 8213/91 com o texto dado pela Lei 9528/97 diz que: A empresa que não mantiver laudo técnico atualizado com referência aos agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho de seus trabalhadores ou que emitir documento de comprovação de efetiva exposição em desacordo com o respectivo laudo. que passou a ter critério único.OBSERVAÇÕES Devem ser incluídas neste campo. guardando-se as descrições anteriormente existentes no referido Laudo. A Lei 9732 de 11. A Lei 9032 .12. exigindo na forma da lei que tais condições prejudicassem a saúde ou a integridade física.html LTCAT O que significa LTCAT? Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho. 57 desta Lei veio regulamentar o parágrafo 1º do Art. como por exemplo. devendo ser realizadas as alterações necessárias no mesmo. O PPRA é um Programa. cada um se presta à finalidade diferente.97 que passou a exigir laudo técnico para todos os agentes nocivos. estará sujeito à penalidade prevista no Art. elaborado com o intuito de se documentar os agentes nocivos existentes no ambiente de trabalho e concluir se estes podem gerar insalubridade para os trabalhadores eventualmente expostos. emitido pela empresa ou seu preposto. com a finalidade de reconhecer e reduzir e/ou eliminar os riscos existentes no ambiente de trabalho. Qual a diferença entre o PPRA (programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e o LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho)? Embora ambos os documentos estejam ligados às condições de segurança no ambiente de trabalho. datando-se adequadamente os documentos. sempre que as condições de nocividade se alterarem. juntamente com as novas alterações introduzidas. A Constituição Federal de 1988. Qual é o prazo de validade do LTCAT ? O LTCAT tem validade indefinida.98. As empresas podem ser multadas caso não possuam o LTCAT? O parágrafo 3º do Art. que foi republicada na MP 1596-14 de 10. na forma estabelecida pelo INSS. 133 desta Lei. bem como facilitadoras do requerimento do benefício. O LTCAT é um Laudo.97 A Disponibilidade do Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho Este documento deve estar disponível na empresa para análise dos Auditores Fiscais da Previdência Social. Evolução da legislação que regulamenta o LTCAT (Laudo Técnico das Condições Ambientais de Trabalho) A Lei 3807/60 introduziu o benefício denominado aposentadoria especial na legislação previdenciária que exigia a apresentação de Laudo Técnico somente para o agente ruído. atemporal. servindo de base para a elaboração do PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional). OBS: É facultada a inclusão de informações complementares ou adicionais ao PPP.10.br/nr17/instrucao-preenchimeno-formulario-ppp.96 a Lei 8213/91 teve alterações de seu texto com a edição da MP 1523 de 11. http://www.04.12.ergonomia.somente em 28. Com o novo ordenamento jurídico do país sancionou a concessão de aposentadorias no regime geral de Previdência Social. no caso de sucessora ou indicador de empresa pertencente a grupo econômico.11. não mencionando esta exigência para os demais agentes Nocivos. informações necessárias à análise do PPP.10.