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Parte 1

Conceitos Basicos em lísica e
Lletromagnetismo
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 2
Con·ersao da Lnergia
Vantagens da conversão em energia elétrica:
Geração com alta eficiência;
Transporte com baixas perdas, distribuição simples e custo aceitável;
Conversão: facilidade e flexibilidade
Energia
primária
Usina
(conversão)
Transmissão e
Distribuição
Eletrônica de
Potência
Uso Final
(conversão)
Fóssil
Nuclear
Solar
Térmica Mecânica Elétrica Elétrica Mecânica
Elétrica
Térmica
Química
Hidro
Eólica
Solar(PV)
Acionamentos Elétricos Industriais
Célula de
Combustível
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 3
“Capacidade de realizar trabalho”
unidades: 1 J (Joule) = 1 W.s (Watt.segundo)
Energia elétrica:
unidades: 1 kWh (quiloWatt-hora) = 3,6.10
6
J (Joules)
Energia mecânica:
energia cinética
energia potencial
Energia térmica:
unidades: 1 cal (caloria) = 4,186 J (Joules)
1 BTU (unidade térmica inglesa) = 1,055.10
3
J (Joules)
Lnergia
Força
ϕ
Trabalho:
) cos( . . F W ϕ =
Unidade: 1 J (Joule) = 1 N.m
mgh E
I mv E
pot
cin
=
= =
2
2
1
2
2
1

LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 4
Potência
Definição: taxa de variação do trabalho executado
Unidade: 1 W (Watt) = 1 J/s (Joule/segundo)
Outras unidades: 1 hp (horse-power) = 745,7 W
1 cv (cavalo-vapor) = 735,3 W
Potência elétrica:
Potência ativa (P): é a taxa de variação da energia elétrica (W);
Potência reativa (Q): está associada a energias armazenadas em
campos elétricos ou magnéticos. Não realiza trabalho!!!!!!! (VAr);
Potência aparente (S): é o efeito combinado da circulação de
potência ativa e de potência reativa em um circuito elétrico (VA);
t
E
t
W
P


=


=
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lísica e Lletromagnetismo 5
Potência
ϕ =
ϕ =
=
+ =
sen . I . V Q
cos . I . V P
I . V S
Q P S
2 2
ϕ = ϕ =
ϕ = ϕ =
= =
+ =
sen I . V . 3 sen I . V . 3 Q
cos I . V . 3 cos I . V . 3 P
I . V . 3 I . V . 3 S
Q P S
fase fase linha linha
fase fase linha linha
fase fase linha linha
2 2
Sistemas Monofásicos Sistemas Monofásicos
Sistemas Trifásicos Sistemas Trifásicos
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lísica e Lletromagnetismo 6
Líiciência
Perdas Saida
Saida
Entrada
Perdas Entrada
Entrada
Saída
+
=

= = η
SISTEMA Entrada Saída
Energia
ou
Potência
Energia
ou
Potência
Perdas em
energia ou em
potência
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lísica e Lletromagnetismo ¯
Perdas
Potência ou energia dissipada em forma de calor:
Perdas mecânicas por atrito;
Perdas joulicas ou ôhmicas nas resistências elétricas;
Perdas magnéticas por histerese ou correntes de Foucault;
Perdas adicionais (harmônicos, efeito pelicular, etc)
Potência ou energia utilizada para ventilação
Perdas dielétricas
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lísica e Lletromagnetismo 8
Regulaçao
Variação de uma grandeza em um sistema em função do
carregamento;
Regulação de tensão:
Impacto da variação da corrente sobre a tensão em um
determinado sistema ou equipamento;
Influência da impedância do circuito;
Regulação de velocidade:
Impacto da variação de conjugado (ou força) sobre a velocidade
de um determinado sistema ou equipamento;
Influência das perdas internas em um sistema ou equipamento;
Tensão
Corrente
V
V
vazio
nom
nom
I
w
w
vazio
nom
nom
T
Velocidade
Conjugado
nom
nom vazio
nom
nom vazio
V
V V
w
w w

= ℜ

= ℜ
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lísica e Lletromagnetismo 9
Produçao de lorça ,Conjugado, em
Maquinas Llétricas
Interação entre campos elétricos ou
magnéticos
Interação entre campos e materiais
Magnetostricção
Piezoelétrico
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lísica e Lletromagnetismo 10
Produçao de lorça ,Conjugado, em
Maquinas Llétricas
Armazenamento de energia elétrica pode ser feito através de campos
elétricos ou de campos magnéticos;
Armazenamento em Campos Magnéticos
Armazenamento em Campos Elétricos
Logo Wmag/Wele = 10.000!!!
Campos magnéticos são a forma usual de armazenamento energético
para fins de Conversão de Energia
J/m 39,8.10
3 4
0
2
2
1
=
µ
=
B
W
mag
• Máxima indução: 1 Tesla;
• m A s V . / . 10 . 4
7
0

π = µ
3 2
0 2
1
/ 8 , 39 . m J E W
ele
= ε =
• Máxima campo elétrico: 3000kV/m;

m V s A . / . 10 . 85 , 8
12
0

= ε
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 11
Lstudo dos Dispositi·os de Con·ersao
Lletromecanica da Lnergia
Teoria de Campos
Teoria eletromagnética
Parâmetros distribuídos
Distribuição espacial de campos
Análise numérica
Teoria de Circuitos
Equações de circuitos elétricos
Parâmetros concentrados
Circuitos acoplados
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lísica e Lletromagnetismo 12
Lquaçoes de Maxwell - lorma Diíerencial
0 = ⋅ ∇
= ⋅ ∇


− = × ∇


+ = × ∇
B
D
t
B
E
t
D
J H

ρ
Lei de Ampere/Maxwell
Lei de Faraday
Lei de Gauss
t
J
E J


− = ⋅ ∇
=
ρ
σ


) (
) (
0
0
M H H B
P E E D
dl B I F d
E q F




+ = =
+ = =
× =
=
µ µ
ε ε
Equações auxiliares
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lísica e Lletromagnetismo 13
Lquaçoes de Maxwell - lorma Integral
0
1
0
2
0
= ⋅
= ⋅
⋅ − = ⋅



+ = ⋅

A d B
q
A d E
A d B
dt
d
l d E
A d E
t c
i l d B
S




ε
µ
Lei de Ampere/Maxwell
Lei de Faraday
Lei de Gauss
t
J
E J


− = ⋅ ∇
=
ρ
σ


) (
) (
0
0
M H H B
P E E D
dl B I F d
E q F




+ = =
+ = =
× =
=
µ µ
ε ε
Equações auxiliares
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lísica e Lletromagnetismo 14
Lquaçoes de Maxwell no Curso de
Con·ersao da Lnergia
Problema: Analise de campos magnéticos
Consideração:
As frequências e dimensões dos problema analisados neste
curso são tais que o termo de corrente de deslocamento nas
equações de Maxwell pode ser desprezado (termo associado à
irradiação eletromagnética).
0 = ⋅
⋅ = ⋅

S
S C
A d B
A d J l d H


A integral de linha da componente tangencial da intensidade de
campo magnético H ao redor de um caminho fechado C é igual a
corrente total que corta a superfície S descrita por este contorno.
Não existe monopolo magnético.
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 15
Lei de Ampere
i
H
i C
S
A integral de linha da componente tangencial da intensidade de
campo magnético H ao redor de um caminho fechado C é igual a
corrente total que corta a superfície S descrita por este contorno.
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 16
Circuito magnético
Estrutura composta
principalmente de
material magnético com
alta permeabilidade.
O fluxo magnético fica
confinado na estrutura.
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 1¯
Lquaçoes de Maxwell no Circuito
Magnético
0 = ⋅
⋅ = ⋅

S
S C
A d B
A d J l d H


Fmm Ni A d J
S
= = ⋅

Força Magnetomotriz [Ae]

⋅ =
S
A d B

φ
Fluxo magnético através da área S [Wb]
c c c
A B = φ Fluxo magnético uniforme na seção reta A
c

= ⋅ = =
C
c c
l H l d H Ni Fmm

Força magnetomotriz
Permeabilidade
H H B
r

0
µ µ µ = = m H / 10 . 4
7
0

= π µ
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lísica e Lletromagnetismo 18
Lntreíerro
Considerando o entreferro suficientemente pequeno e que o
fluxo cruza o entreferro sem espalhamento.
c
c
A
B
φ
=
g
g
A
B
φ
=
g
B
l
B
g H l H Fmm
g
c
c
g c c
0
µ µ
+ = + =
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lísica e Lletromagnetismo 19
Analogia com Circuitos Llétricos

+ =
g c
c
A
g
A
l
Fmm
0
µ µ
φ
c
c
c
A
l
µ
= ℜ Relutância do ferro
g
g
A
g
0
µ
= ℜ
Relutância do entreferro
( )
g c
Fmm ℜ + ℜ =φ
tot
Fmm ℜ =φ Fmm P
Fmm
tot
tot
=

= φ
Permeância
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 20
Analogia com Circuitos Llétricos
Se a relutância do ferro for desprezível:
g
A
Ni
g
A
Fmm
Fmm
g g
g
0 0
µ µ
φ = =


LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 21
Lspalhamento do lluxo no Lntreíerro
O espalhamento ocorre em
sistemas reais.
Se o espalhamento não for
excessivo, o conceito de
circuito magnético pode
ainda ser usado.
O efeito do espalhamento
seria um aumento da área
da seção reta do entreferro
(A
g
)
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 22
1ensao Induzida e lluxo Concatenado
A integral de linha da intensidade de
campo elétrico E ao redor de um contorno
fechado C é igual a taxa de variação
temporal do campo magnético que
atravessa a área descrita pelo contorno.
Consequentemente, a variação do campo
magnético produz um campo elétrico em
um caminho C. Se este caminho for
condutor e fechado, surgirá uma corrente
elétrica.
A corrente induzida no loop tem direção
tal que o fluxo produzido por esta se opõe
à variação do campo magnético (Lei de
Lenz).

⋅ − = ⋅
S C
A d B
dt
d
l d E

Lei de Faraday
B (decrescente)
I
B (decrescente)
I
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lísica e Lletromagnetismo 23
1ensao Induzida e lluxo Concatenado
Pode-se dizer que a corrente que circula no condutor fechado
submetido a um campo magnético variável no tempo é causada
por uma tensão e. Esta tensão é chamada “Força eletromotriz”
ou “Tensão induzida”.

⋅ − = ⋅
S C
A d B
dt
d
l d E

dt
d
A d B
dt
d
e
S
φ
= ⋅ =

dt
d
dt
d
N A d B
dt
d
e
S
λ φ
= = ⋅ =

λ = fluxo concatenado [Wb]
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 24
Indutancia
A indutância de um dispositivo é definida como a relação entre o
fluxo concatenado e a corrente elétrica que o produz.
i
L
λ
=
tot tot
tot
N
i
i N
i
Fmm
N
i
N
i
L

=

=


= = =
2 2
φ λ
g
g
A
g
0
µ
= ℜ
g
A N
A
g
N
L
g
g
0
2
0
2
µ
µ
= =
∞ → µ
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lísica e Lletromagnetismo 25
Indutancia - Lxemplo
2 1
2 1
ℜ + ℜ
ℜ ℜ
=
Ni
φ Onde:
1 0
1
1
A
g
µ
= ℜ
2 0
2
2
A
g
µ
= ℜ
( )

+ =
ℜ ℜ
ℜ + ℜ
= =
2
2
1
1
2
0
2 1
2 1
2
g
A
g
A
N
N
i
L µ
λ
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lísica e Lletromagnetismo 26
Densidade de lluxo - Lxemplo
1
1 0
1
1
g
Ni A Ni µ
φ =

=
1
0
1
1
1
g
Ni
A
B
µ φ
= =
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lísica e Lletromagnetismo 2¯
Variaçao a Permeabilidade do Núcleo
Material R
Ferrite (Magnetics)
Material J
Ferrite de alta permeabilidade
(Magnetics)
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Líeito da Variaçao Permeabilidade do
Núcleo sobre a Indutancia do Dispositi·o
espiras 500
cm 30
cm 050 , 0
cm 9
2
=
=
=
= =
N
l
g
A A
c
g c
c
c
g
A
l
A
g
N
L
µ µ
+
=
0
2
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 29
Sistemas com Múltiplas Lntradas
2 2 1 1
i N i N Fmm + =
Força magnetomotriz total
( )
g
A
i N i N
Fmm
c
tot
0
2 2 1 1
µ
φ + =

= Fluxo resultante no núcleo
2
0
2 1 1
0
2
1 1 1
i
g
A
N N i
g
A
N N
c c

+

= =
µ µ
φ λ
Fluxo concatenado
pela bobina 1
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 30
Sistemas com Múltiplas Lntradas
2 12 1 11 1
i L i L + = λ

=

=
g
A
N N L
g
A
N L
c
c
0
2 1 12
0
2
1 11
µ
µ
Indutância própria da bobina 1
Indutância mútua entre as bobinas 1 e 2
2
0
2
2 1
0
2 1 2 2
i
g
A
N i
g
A
N N N
c c

+

= =
µ µ
φ λ
Bobina 2:
2 22 1 21 2
i L i L + = λ

=

= =
g
A
N L
g
A
N N L L
c
c
0
2
2 22
0
2 1 12 21
µ
µ
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lísica e Lletromagnetismo 31
1ensao Induzida e Indutancia
dt
d
dt
d
N e
λ φ
= =
i
L
λ
=
( )
dt
Li d
e =
dt
di
L e = L constante:
L variável:
dt
dL
i
dt
di
L e + =
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 32
Lnergia Armazenada no Campo
A potência nos terminais do enrolamento é a medida do fluxo de
energia para o dispositivo através deste enrolamento.
[W]
dt
d
i ie p
λ
= =
[J]
2
1
2
1

= = ∆
λ
λ
λ id pdt W
t
t
A variação da energia magnética armazenada no dispositivo no
intervalo de tempo t
1
a t
2
é:
Sistema com entrada única: ( )
2
1
2
2
2
1
2
1
2
1
λ λ λ
λ
λ
λ
λ
λ
λ
− = = = ∆

L
d
L
id W
2 2
1
2
1
2
1
0 Li
L
W = = = λ λ
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lísica e Lletromagnetismo 33
Propriedades dos Materiais Magnéticos
Importância dos materiais magnéticos:
Obtenção de densidades de fluxo elevadas com níveis de
força magnetomotriz relativamente reduzidos.
Confinamento e direcionamento dos campos magnéticos.
Materiais Ferromagnéticos:
Tipicamente compostos de ferro e ligas de ferro com
cobalto, tungstênio, níquel, alumínio e outros metais.
Material composto por um elevado número de domínios
magnéticos, que estão dispostos aleatoriamente se não
existe uma força magnetomotriz externa.
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lísica e Lletromagnetismo 34
Propriedades dos Materiais Magnéticos
B p T
m

× =
Conjugado tende a alinhar o domínio
com o campo
( ) M H B

+ =
0
µ
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lísica e Lletromagnetismo 35
Propriedades dos Materiais Magnéticos -
Ciclo de listerese
Ciclos B-H para aço elétrico de grão orientado M-5 com expessura de 0.012”
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lísica e Lletromagnetismo 36
Propriedades dos Materiais Magnéticos -
Cur·a de Magnetizaçao
Curva de magnetização para aço elétrico de grão orientado M-5 com expessura
de 0.012”
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lísica e Lletromagnetismo 3¯
Corrente de Magnetizaçao em um
Dispositi·o com Material lerromagnético
T 1 = B
Ae/m 11 =
c
H
Ae 3 , 3 3 , 0 . 11 = = =
c c c
l H Fmm
Ae 396
0
= = =
µ
g B
l H Fmm
g
g g g
A 80 , 0 =
+
=
N
Fmm Fmm
i
g c
espiras 500 = N
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 38
Corrente de Magnetizaçao em um
Dispositi·o com Material lerromagnético
T 2 = B
Ae/m 000 . 10 =
c
H
Ae 000 . 3 3 , 0 000 . 10 = ⋅ = =
c c c
l H Fmm
Ae 792
0
= = =
µ
g B
l H Fmm
g
g g g
A 584 , 7 =
+
=
N
Fmm Fmm
i
g c
espiras 500 = N
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 39
Lxcitaçao em Corrente Alternada
( ) t B A t t
c
ω ω φ φ sin sin
max max
= =
Fluxo senoidal no núcleo
( )
max max max
max max
2
cos cos
B fNA N E
t E t N
dt
d
N t e
c
π φ ω
ω ω φ ω
φ
= =
= = =
Tensão induzida na
bobina
( )
max
0
2
2
1
B fNA dt t e
T
E
c
T
rms
π =

=

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lísica e Lletromagnetismo 40
Corrente para Produçao de lluxo Senoidal
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 41
Potência e Perdas em Circuitos
Magnéticos em Corrente Alternada
Potência de entrada do dispositivo:
Potência reativa associada à energia armazenada no
campo magnético (reativa):
Energia não dissipada.
Potência útil (ativa);
Perdas (ativa):
Resistivas, devido às correntes nos enrolamentos;
Resistivas, devido às correntes induzidas no núcleo
(correntes de Foucault);
Histerese magnética, devido ao realinhamento dos dipolos
magnéticos do material.
Ventilação.
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 42
1ransíormadores
Acoplamento entre primário
e secundário através do
fluxo magnético no núcleo;
Isolação galvânica;
Transformador de potência:
Aço silício de grão
orientado;
Laminação do núcleo;
Transformador de alta
frequência:
Ferrites;
Permaloy;
Entreferro distribuído.
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 43
1raío - Operaçao a Vazio
dt
d
N
dt
d
e
φ λ
1
1
1
= =
1 1 1
e i R v + =
ϕ
Corrente de excitação
ϕ
i
Fluxos de dispersão desprezados:
( ) t t ω φ φ sin
max
=
( )
max 1 1
max 1 1
2
cos
φ π
ω φ ω
φ
fN E
t N
dt
d
N t e
=
= =
1
1
max
2 fN
V
π
φ =
Desprezando R
1
m
i Corrente de magnetização
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 44
1raío Ideal - Líeito da Corrente de
Secundario
Transformador ideal:
Resistências dos enrolamentos desprezíveis;
Todo o fluxo está confinado no núcleo e enlaça os dois
enrolamentos;
Não há perdas no núcleo;
A permeabilidade do núcleo é suficientemente alta tal que
apenas uma força magnetomotriz desprezível é necessária para
o estabelecimento do fluxo.
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 45
1raío Ideal - Líeito da Corrente de
Secundario
dt
d
N e v
dt
d
N e v
φ
φ
2 2 2
1 1 1
= =
= =
2
1
2
1
N
N
v
v
=
0
2
≠ i
ϕ
=
1
2 2 2 2
v
i N Fmm i
2 2 1 1 2 2 1 1
0 i N i N i N i N = = −
1
2
2
1
N
N
i
i
=
2 2 1 1
i v i v =
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lísica e Lletromagnetismo 46
Mapeamento de Impedancias entre
Primario e Secundario
2
2
1
1
ˆ ˆ
V
N
N
V =
1
1
2
2
ˆ ˆ
V
N
N
V =
2
1
2
1
ˆ ˆ
I
N
N
I =
1
2
1
2
ˆ ˆ
I
N
N
I =
2
2
2
2
1
1
1
ˆ
ˆ
ˆ
ˆ
I
V
N
N
I
V

=
2
2
2
1
1
Z
N
N
Z

=
= ′
2
Z
2
Z′ =
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 4¯
lluxos Mútuo e de Dispersao
2 1 1 1
1 1 1
m m l
N
φ φ φ φ
φ λ
+ + =
=
2 1 2 2
2 2 2
m m l
N
φ φ φ φ
φ λ
+ + =
=
1
1 1
1
l
l
i N

= φ
2
2 2
2
l
l
i N

= φ
m
m
i N

=
1 1
1
φ
m
m
i N

=
2 2
2
φ
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 48
lluxos Mútuo e de Dispersao
L
12
= L
21
Define-se:
Indutância própria da bobina 1: L
11
= L
l1
+L
m1
Indutância própria da bobina 2: L
22
= L
l2
+L
m2
1
1 2
2
2
2
2
2
2
2
2
2
2 1
1
2
1
1
1
2
1
1
.
.
i
N N
i
N
i
N
i
N N
i
N
i
N
m m l
m m l

+

+

=

+

+

=
λ
λ
m m
m m
m
l
l
l
l
N N N N
L
N
L
N
L
N
L
N
L

=

=

=

=

=

=
1 2
21
2 1
12
2
2
m2
2
1
1
2
2
2
2
1
2
1
1
.
L
.


1 21 2 22 2
2 12 1 11 1
. .
. .
i L i L
i L i L
+ =
+ =
λ
λ
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 49
1ransíormador Real
Resistências dos enrolamentos;
Fluxos de dispersão;
Correntes de excitação;
Capacitâncias;
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 50
Circuito Lqui·alente do 1ransíormador
núcleo no Perdas
ão magnetizaç de Reatância
secundário de dispersão de Reatância
secundário o enrolament do a Resistênci
primário de dispersão de Reatância
primário o enrolament do a Resistênci
2
1
2
1






c
m
l
l
R
X
X
R
X
R
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 51
1ransíormador 1riíasico
Para sistemas trifásicos
equilibrados, os fluxos na
perna central se cancelam;
A perna central pode ser
eliminada;
A construção (c) é em geral
mais funcional:
Pequeno desequilíbrio
devido a relutâncias
diferentes vistas por cada
fase;
Este desequilíbrio é em
geral pequeno.
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 52
1ransíormadores 1riíasicos
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 53
Sistema PU ,por unidade,
Objetivo: normalização de todas as características dos
componentes de um sistema elétrico;
Grandezas base:
Potência base: valor nominal da potência de saída (em VA) de
um equipamento ou sistema;
Tensão base: valor eficaz de linha (em V) do sistema elétrico no
ponto no qual um determinado equipamento está conectado;
Corrente base: Potência base/ ( .Tensão base)
Impedância base: Tensão base/ ( .Corrente base)
3
3
LLL 034 - Parte 1 - Conceitos basicos em
lísica e Lletromagnetismo 54
Sistema PU ,por unidade,
Procedimento:
Selecionar uma potência base e uma tensão
base;
Converter todas as grandezas para pu;
Solucionar o problema;
Converter os resultados para variáveis reais
utilizando as bases definidas.

Energia primária

Usina (conversão) Solar(PV)

Transmissão e Distribuição

Eletrônica de Potência

Uso Final (conversão)

Fóssil Nuclear Solar

Acionamentos Elétricos Industriais Elétrica Elétrica Mecânica

Térmica

Mecânica

Hidro Eólica

Célula de Combustível

Elétrica Térmica Química

Vantagens da conversão em energia elétrica:
Geração com alta eficiência; Transporte com baixas perdas, distribuição simples e custo aceitável; Conversão: facilidade e flexibilidade

Força ϕ

Trabalho:

W = F. . cos(ϕ)
Unidade: 1 J (Joule) = 1 N.m

“Capacidade de realizar trabalho” unidades: 1 J (Joule) = 1 W.s (Watt.segundo) Energia elétrica:
unidades: 1 kWh (quiloWatt-hora) = 3,6.106 J (Joules)

Energia mecânica:
energia cinética energia potencial

Ecin = 1 mv 2 = 1 I .ω 2 2 2 E pot = mgh

Energia térmica:
unidades: 1 cal (caloria) = 4,186 J (Joules) 1 BTU (unidade térmica inglesa) = 1,055.103 J (Joules)

Definição: taxa de variação do trabalho executado

P=

∂W ∂E = ∂t ∂t

Unidade: 1 W (Watt) = 1 J/s (Joule/segundo) Outras unidades: 1 hp (horse-power) = 745,7 W 1 cv (cavalo-vapor) = 735,3 W Potência elétrica: Potência ativa (P): é a taxa de variação da energia elétrica (W);
Potência reativa (Q): está associada a energias armazenadas em campos elétricos ou magnéticos. Não realiza trabalho!!!!!!! (VAr); Potência aparente (S): é o efeito combinado da circulação de potência ativa e de potência reativa em um circuito elétrico (VA);

Sistemas Monofásicos

S = P2 + Q2 S = V.I P = V.I. cos ϕ Q = V.I. sen ϕ
Sistemas Trifásicos

S = P2 + Q2 S = 3.Vlinha .I linha = 3.Vfase .I fase P = 3.Vlinha .I linha cos ϕ = 3.Vfase .I fase cos ϕ Q = 3.Vlinha .I linha sen ϕ = 3.Vfase .I fase sen ϕ
!

# Perdas em energia ou em potência Energia Entrada ou Potência SISTEMA Saída Energia ou Potência η= Saída Entrada − Perdas Saida = = Entrada Entrada Saida + Perdas " .

etc) Potência ou energia utilizada para ventilação Perdas dielétricas $ . Perdas adicionais (harmônicos.Potência ou energia dissipada em forma de calor: Perdas mecânicas por atrito. efeito pelicular. Perdas magnéticas por histerese ou correntes de Foucault. Perdas joulicas ou ôhmicas nas resistências elétricas.

Vvazio Vnom Corrente Tensão w − w nom ℜ = vazio w nom ℜ= Vvazio − Vnom Vnom wvazio wnom Velocidade I nom Conjugado Tnom % .& '( Variação de uma grandeza em um sistema em função do carregamento. Influência da impedância do circuito. Influência das perdas internas em um sistema ou equipamento. Regulação de tensão: Impacto da variação da corrente sobre a tensão em um determinado sistema ou equipamento. Regulação de velocidade: Impacto da variação de conjugado (ou força) sobre a velocidade de um determinado sistema ou equipamento.

. ' (* / + ' .' ( . Interação entre campos elétricos ou magnéticos Interação entre campos e materiais Magnetostricção Piezoelétrico ) .

s / V .10 −12 A.000!!! Campos magnéticos são a forma usual de armazenamento energético para fins de Conversão de Energia . • µ 0 = 4π.10 4 J/m 3 2 µ0 • Máxima indução: 1 Tesla. Armazenamento em Campos Magnéticos Wmag B2 =1 = 39.s / A.8 J / m 3 2 • Máxima campo elétrico: 3000kV/m.E 2 = 39.. • ε 0 = 8.8.m Armazenamento em Campos Elétricos Wele = 1 ε 0 .' ( .10 −7 V .m Logo Wmag/Wele = 10. Armazenamento de energia elétrica pode ser feito através de campos elétricos ou de campos magnéticos.85. ' (* / + ' .

' 0 1 2 Teoria de Campos Teoria eletromagnética Parâmetros distribuídos Distribuição espacial de campos Análise numérica Teoria de Circuitos Equações de circuitos elétricos Parâmetros concentrados Circuitos acoplados .

( ' 3 .4 5 ∂D ∇× H = J + ∂t ∂B ∇× E = − ∂t ∇⋅D = ρ ∇⋅B = 0 6 0# Lei de Ampere/Maxwell Lei de Faraday Lei de Gauss Equações auxiliares J = σE ∇⋅J = − ∂ρ ∂t F = qE dF = ( I × B )dl D = εE = ε 0 E + P B = µH = µ 0 ( H + M ) ..

( ' 3 E ⋅ dl = − E ⋅ dA = ..4 5 1 ∂ E ⋅ dA 2 c ∂t d B ⋅ dA S dt q 6 7 Lei de Ampere/Maxwell Lei de Faraday Lei de Gauss B ⋅ dl = µ 0 i + ε0 B ⋅ dA = 0 Equações auxiliares J = σE ∇⋅J = − ∂ρ ∂t F = qE dF = ( I × B )dl D = εE = ε 0 E + P B = µH = µ 0 ( H + M ) .

. ( ' 3 .4 5 ' Problema: Analise de campos magnéticos Consideração: As frequências e dimensões dos problema analisados neste curso são tais que o termo de corrente de deslocamento nas equações de Maxwell pode ser desprezado (termo associado à irradiação eletromagnética). Não existe monopolo magnético. C S H ⋅ dl = J ⋅ dA S B ⋅ dA = 0 A integral de linha da componente tangencial da intensidade de campo magnético H ao redor de um caminho fechado C é igual a corrente total que corta a superfície S descrita por este contorno..

8 1 9 A integral de linha da componente tangencial da intensidade de campo magnético H ao redor de um caminho fechado C é igual a corrente total que corta a superfície S descrita por este contorno. i i H S C ! .

' / Estrutura composta principalmente de material magnético com alta permeabilidade. " . O fluxo magnético fica confinado na estrutura.

10 −7 H / m $ . ( ' 3 .4 5 H ⋅ dl = J ⋅ dA S ' B ⋅ dA = 0 Força Magnetomotriz [Ae] Fluxo magnético através da área S [Wb] S J ⋅ dA = Ni = Fmm S φ = B ⋅ dA Fluxo magnético uniforme na seção reta Ac Força magnetomotriz Permeabilidade φc = Bc Ac C Fmm = Ni = H ⋅ dl = H c lc B = µH = µ r µ 0 H µ 0 = 4π ./ C S ..

# Considerando o entreferro suficientemente pequeno e que o fluxo cruza o entreferro sem espalhamento. Bc = φ Ac Bg = φ Ag Fmm = H c lc + H g g = Bc µ lc + Bg µ0 g % .

8 Fmm = φ lc g + µAc µ 0 Ag ' / lc µAc g ℜg = µ 0 Ag ℜc = Relutância do ferro Relutância do entreferro Fmm = φ (ℜc + ℜ g ) Fmm = φℜtot φ= Fmm = Ptot Fmm ℜtot Permeância ) .

8 ' / Se a relutância do ferro for desprezível: µ0 Ag µ0 Ag Fmm φ≈ = Fmm = Ni ℜg g g .

1: O espalhamento ocorre em sistemas reais. O efeito do espalhamento seria um aumento da área da seção reta do entreferro (Ag) ' 4 # . Se o espalhamento não for excessivo. o conceito de circuito magnético pode ainda ser usado.

7 ' < ' 4 d B ⋅ dA E ⋅ dl = − C S dt Lei de Faraday A integral de linha da intensidade de campo elétrico E ao redor de um contorno fechado C é igual a taxa de variação temporal do campo magnético que atravessa a área descrita pelo contorno. I B (decrescente) I B (decrescente) . a variação do campo magnético produz um campo elétrico em um caminho C. Consequentemente.. A corrente induzida no loop tem direção tal que o fluxo produzido por esta se opõe à variação do campo magnético (Lei de Lenz). surgirá uma corrente elétrica. Se este caminho for condutor e fechado.

d B ⋅ dA E ⋅ dl = − C S dt e= d dφ B ⋅ dA = dt S dt e= d dφ dλ = B ⋅ dA = N S dt dt dt λ = fluxo concatenado [Wb] . 7 ' < ' 4 Pode-se dizer que a corrente que circula no condutor fechado submetido a um campo magnético variável no tempo é causada por uma tensão e. Esta tensão é chamada “Força eletromotriz” ou “Tensão induzida”..

7 '2 A indutância de um dispositivo é definida como a relação entre o fluxo concatenado e a corrente elétrica que o produz. Nφ L= = = i i λ i Fmm N ℜtot L= λ i N 2i N2 = = ℜtot i ℜtot µ →∞ g ℜg = µ 0 Ag N 2 µ 0 Ag N2 L= = g g µ0 Ag .

7 '2 4 1 Ni φ= ℜ1ℜ 2 ℜ1 + ℜ 2 Onde: g1 ℜ1 = µ0 A1 g2 ℜ2 = µ0 A2 N 2 (ℜ1 + ℜ 2 ) A2 2 A 1 L= = = µ0 N + i g1 g 2 ℜ1ℜ 2 λ ! .

0 ' 4 4 1 Ni µ 0 A1 Ni φ1 = = ℜ1 g1 B1 = φ1 A1 = µ0 Ni g1 " .

= ( >? Material R Ferrite (Magnetics) Material J Ferrite de alta permeabilidade (Magnetics) $ .

050 cm lc = 30 cm N = 500 espiras L= N2 g l + c µ 0 Ag µAc % .# >? = ( 7 '2 0 1 Ac = Ag = 9 cm 2 g = 0.

@ -? 1 Fmm = N1i1 + N 2i2 Força magnetomotriz total Fluxo resultante no núcleo φ= µ A Fmm = ( N1i1 + N 2i2 ) 0 c ℜtot g 2 1 λ1 = N1φ = N µ0 Ac g i1 + N1 N 2 µ0 Ac g i2 Fluxo concatenado pela bobina 1 ) .

@ λ1 = L11i1 + L12i2 L11 = N 2 1 -? 1 µ0 Ac g Indutância própria da bobina 1 L12 = N1 N 2 Bobina 2: µ0 Ac g Indutância mútua entre as bobinas 1 e 2 λ2 = N 2φ = N1 N 2 µ0 Ac g i1 + N 2 2 µ0 Ac g i2 λ2 = L21i1 + L22i2 L21 = L12 = N1 N 2 L22 = N 2 2 µ0 Ac g µ 0 Ac g .

. e=N L= 7 ' < dφ dλ = dt dt 7 '2 e= d (Li ) dt λ i e=L di dt L constante: L variável: e = L di dL +i dt dt .

8 < 1 A potência nos terminais do enrolamento é a medida do fluxo de energia para o dispositivo através deste enrolamento. dλ [W] dt A variação da energia magnética armazenada no dispositivo no intervalo de tempo t1 a t2 é: p = ie = i ∆W = pdt = idλ [J] t1 t2 λ2 λ1 Sistema com entrada única: ∆W = idλ = λ1 λ2 λ2 λ1 λ L dλ = 1 2 2 λ2 − λ1 2L ( ) λ1 = 0 1 2 1 2 W= λ = Li 2L 2 .

Material composto por um elevado número de domínios magnéticos. . Confinamento e direcionamento dos campos magnéticos. tungstênio. alumínio e outros metais.1 - - / Importância dos materiais magnéticos: Obtenção de densidades de fluxo elevadas com níveis de força magnetomotriz relativamente reduzidos. níquel. Materiais Ferromagnéticos: Tipicamente compostos de ferro e ligas de ferro com cobalto. que estão dispostos aleatoriamente se não existe uma força magnetomotriz externa.

1 - - / T = pm × B Conjugado tende a alinhar o domínio com o campo B = µ0 H + M ( ) .

012” ! .1 A - - / 6 Ciclos B-H para aço elétrico de grão orientado M-5 com expessura de 0.

1 ' - <( - / 6 Curva de magnetização para aço elétrico de grão orientado M-5 com expessura de 0.012” " .

3 Ae Bg g Fmmg = H g l g = = 396 Ae i= Fmmc + Fmmg N = 0.0.3 = 3.0 1 - <( ' / N = 500 espiras B =1T H c = 11 Ae/m Fmmc = H c lc = 11.80 A µ0 $ .

000 Ae Bg g Fmmg = H g l g = = 792 Ae i= Fmmc + Fmmg N = 7.000 Ae/m Fmmc = H c lc = 10.000 ⋅ 0.3 = 3.584 A µ0 % .0 1 - <( ' / N = 500 espiras B = 2T H c = 10.

4 ( 8 φ (t ) = φmax sin ωt = Ac Bmax sin ωt e(t ) = N Emax dφ = ωNφmax cos ωt = Emax cos ωt dt = ωNφmax = 2πfNAc Bmax Erms = T Fluxo senoidal no núcleo Tensão induzida na bobina 1 2 e (t )dt = 2πfNAc Bmax T 0 ) .

1 ' ( ' @ 4 .

devido ao realinhamento dos dipolos magnéticos do material. Ventilação. Potência útil (ativa). Perdas (ativa): Resistivas. . Histerese magnética. devido às correntes nos enrolamentos. devido às correntes induzidas no núcleo (correntes de Foucault). Resistivas.- / ' 8 Potência de entrada do dispositivo: Potência reativa associada à energia armazenada no campo magnético (reativa): Energia não dissipada.

# Acoplamento entre primário e secundário através do fluxo magnético no núcleo. Isolação galvânica.. Permaloy. Transformador de alta frequência: Ferrites. Transformador de potência: Aço silício de grão orientado. Laminação do núcleo. Entreferro distribuído. .

# 6 B1 ( C= < e1 = dλ1 dφ = N1 dt dt Corrente de excitação iϕ Fluxos de dispersão desprezados: v1 = R1iϕ + e1 φ (t ) = φmax sin ωt e1 (t ) = N dφ = ωN1φmax cos ωt dt E1 = 2πfN1φmax Desprezando R1 φmax = V1 2πfN1 im Corrente de magnetização ..

Todo o fluxo está confinado no núcleo e enlaça os dois enrolamentos. Não há perdas no núcleo.. #7 @ ' 6 # Transformador ideal: Resistências dos enrolamentos desprezíveis. A permeabilidade do núcleo é suficientemente alta tal que apenas uma força magnetomotriz desprezível é necessária para o estabelecimento do fluxo. .

#7 @ ' dφ v1 = e1 = N1 dt dφ v2 = e2 = N 2 dt 6 # v1 N1 = v2 N 2 i2 ≠ 0 i2 v1 Fmm2 = N 2i2 ϕ i1 N 2 = i2 N1 N1i1 − N 2i2 = 0 N1i1 = N 2i2 v1i1 = v2i2 ! ..

1 @ ' 71 2 ′ Z2 = ′ = Z2 ˆ N ˆ V1 = 1 V2 N2 ˆ N ˆ V2 = 2 V1 N1 ˆ N ˆ I1 = 2 I 2 N1 N ˆ ˆ I 2 = 1 I1 N2 ˆ V1 N1 = ˆ N2 I1 2 ˆ V2 ˆ I 2 Z1 = N1 N2 2 Z2 " ..

' -?' 4 0 1 λ1 = N1φ1 φ1 = φl1 + φm1 + φm 2 φl1 = N1i1 ℜl1 λ2 = N 2φ2 φ2 = φl 2 + φm1 + φm 2 φm1 = N1i1 ℜm φl 2 = N 2i2 ℜl 2 φm 2 = N 2i2 ℜm $ .

N1 ℜm L12 = L21 Define-se: Indutância própria da bobina 1: L11= Ll1+Lm1 Indutância própria da bobina 2: L22= Ll2+Lm2 λ1 = L11.i2 + L21.i1 + L12 .' -?' 4 N12 N12 N .i1 % .N λ1 = i1 + i1 + 1 2 i2 ℜ l1 ℜm ℜm 2 2 N2 N2 N .i2 λ2 = L22 .N λ2 = i2 + i2 + 2 1 i1 ℜl 2 ℜm ℜm 0 1 N12 Ll1 = ℜ l1 N12 Lm1 = ℜm L12 = N1 . N 2 ℜm 2 N2 Ll 2 = ℜl 2 2 N2 = ℜm Lm2 L 21 = N 2 .

Correntes de excitação. ) . Fluxos de dispersão.. # & Resistências dos enrolamentos. Capacitâncias.

' .' . # R1 → Resistência do enrolamento primário X l1 → Reatância de dispersão de primário R2 → Resistência do enrolamento secundário X l2 → Reatância de dispersão de secundário X m → Reatância de magnetização Rc → Perdas no núcleo ! .

# . # Para sistemas trifásicos equilibrados.. A perna central pode ser eliminada. Este desequilíbrio é em geral pequeno. ! . A construção (c) é em geral mais funcional: Pequeno desequilíbrio devido a relutâncias diferentes vistas por cada fase. os fluxos na perna central se cancelam.

. # ! . # .

Tensão base) Impedância base: Tensão base/ ( 3 . Tensão base: valor eficaz de linha (em V) do sistema elétrico no ponto no qual um determinado equipamento está conectado. Corrente base: Potência base/ ( 3 . Grandezas base: Potência base: valor nominal da potência de saída (em VA) de um equipamento ou sistema.@ D* ' 1 .Corrente base) ! . Objetivo: normalização de todas as características dos componentes de um sistema elétrico.

@ D* ' 1 . Solucionar o problema. ! . Converter todas as grandezas para pu. Procedimento: Selecionar uma potência base e uma tensão base. Converter os resultados para variáveis reais utilizando as bases definidas.