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ETAPA 01 PASSO 01 A velocidade escalar instantânea (v) pode ser entendida como uma velocidade escalar média para um intervalo

de tempo extremamente pequeno, tendendo a zero. Em termos mais rigorosos, podemos definir a velocidade escalar instantânea através da operação matemática denominada limite:

V = lim ∆s/∆t ∆t→0

Em S = S0 + v.t , temos: S = 1 (uma constante qualquer que representa o espaço inicial) + v (coeficiente que representa a velocidade) . t 1 (variável que representa o tempo) Logo: S = 1 + v.t1 Se derivarmos com a aplicação xn = n . xn-1 , temos: ds/dt = 0 + v A aceleração escalar média é definida pela relação:
α m

= ∆v/∆t

Onde ∆v = v2 – v1 e ∆t = t2 – t1 Se a somatória do último algarismo de cada RA é 32 = (9+0+7+7+9) equivale à αm, logo 32= ∆v/∆t.

PASSO 02 Para 32m/s2= ∆v/∆t com t de 0 à 5, temos: Variação de tempo (∆t) Variação de espaço Variação de velocidade

logo. Isto corresponderá à operação matemática denominada limite. tendendo a zero. temos: V = Vº (uma constante que representa o espaço inicial) + a (coeficiente que representa a aceleração) . temos: dv/dt = 0 + a Como já foi mostrado. ∆t→0 Em V = Vº + a. sendo possível escrever: α = lim ∆v/∆t. t 1 (variável que representa o tempo) Logo. impondo um exemplo com o valor “1” para a constante: V = 1 + a. dv/dt = 32. a somatória do último algarismo de cada RA é 32. xn-1 .t1 Se derivarmos com a aplicação xn = n .t. PASSO 04 Função dada: a(m/s2) x t(s) .(∆S) 0 1 2 3 4 5 0 32 192 384 640 960 (∆v) 0 32 64 96 128 160 PASSO 03 A aceleração escalar instantânea α pode ser entendida como uma aceleração escalar média para um intervalo de tempo extremamente pequeno.

O valor deste número expresso com 40 dígitos decimais.Variação de tempo (∆t) 0 1 2 3 4 5 Gráfico em anexo 01 Variação de espaço (∆S) 0 16 64 144 400 576 Variação de velocidade (∆v) 0 32 64 96 128 160 ETAPA 02 PASSO 01 A Constante e de Euler Existe uma importantíssima constante matemática definida por e = exp(1) Ela é definida como o limite da diferença entre a série harmônica e o logaritmo natural. O número e é um número irracional e positivo e em função da definição da função exponencial. é: e=2.718281828459045235360287471352662497757 Este número pode ser calculado pela soma infinita: . um dos primeiros a estudar as propriedades desse número. temos que: Ln(e)=1 Este número é denotado por e em homenagem ao matemático suíço Leonhard Euler (17071783).

com v>1 tal que a área da região do primeiro quadrante localizada sob a curva y=1/x e entre as retas x=1 e x=v seja unitária. na sua forma reduzida: Conexão entre o número e e a função exponencial Se x é um número real. exp(x+y)=exp(x) exp(y) exp(x-y)=exp(x)/exp(y) exp(x. então o valor de v será igual a e. Ln[exp(x)]=x para todo x real. então: y=exp(x) se. Propriedades básicas da função exponencial Se x e y são números reais e k é um número racional. a função exponencial exp(.k)=[exp(x)]k . e somente se.) pode ser escrita como a potência de base e com expoente x.Ou. isto é: ex = exp(x) Significado geométrico de e Tomando um ponto v do eixo OX. exp[Ln(y)]=y para todo y>0. x=Ln(y).

onde a é um número real positivo diferente de 1 e de x. Ln[exp(20x)]=20x. obtemos: ar=exp[Ln(ar)] Como Ln[ar]=r. a e b são números reais positivos.Ln(a).y (a b)x=axbx (a/b)x=ax/bx a-x=1/ax Relação de Euler .Ln(a)] Leis dos expoentes Se x e y são números reais. exp[5. então: axay=ax+y ax/ay=ax-y (ax) y=ax.Ln(2)]=exp[Ln(25)]=25=32. a relação acima fica na forma: ar = exp[r.Simplificações matemáticas Podemos simplificar algumas expressões matemáticas com as propriedades das funções exponenciais e logaritmos: exp[Ln(3)]=3. Tomando x=ar na equação x=exp[Ln(x)].ln(2)]=exp(2)exp(5.Ln(a)] Esta última expressão. justifica a definição para g(x)=ax. Outras funções exponenciais Podemos definir outras funções exponenciais como g(x)=ax. ondex é um número real: ax=exp[x. consideremos o caso onde o expoente é um número racional r. exp[2+5.Ln(2))=32e². Primeiro. juntamente com a informação que todo número real pode ser escrito como limite de uma sequência de números racionais.

o termo série harmônica refere-se a uma série infinita. então vale a relação: eix = exp(ix) = cos(x) + i sen(x) Para a função e = lim n →∞ (1 + 1/n)n ou substituindo n = 1/h.7181 2.7 2. tais como ondas de rádio e sistema de corrente alternada.Se i é a unidade imaginária e x é um número real.691 2.488 2.7180 2. Entre estes estão inclusos os pêndulos. Em matemática.7182 2. corpos rotativos (tais como motores e geradores elétricos) e a maior parte dos corpos produtores de som dos instrumentos musicais. De forma geral. As principais aplicações práticas dos estudos das séries harmônicas estão na música e na análise de espectros eletromagnéticos.7182 PASSO 02 SÉRIES HARMÔNICAS Série harmônica é o conjunto de ondas composto da frequência fundamental e de todos os múltiplos inteiros dessa frequência.716 2. Também podem ser utilizadas outras ferramentas de análise matemática para estudar este fenômeno. Os textos mais antigos de que se tem conhecimento sobre o assunto foram escritos pelo filósofo e matemático Pitágoras.593 2.715 2. Ele percebeu que ao colocar uma corda em vibração ela não vibra . tais como as transformadas de Fourier e as séries de Fourier. uma série harmônica é resultado da vibração de algum tipo de oscilador harmônico. temos: e = lim h→0 (1 + h)1/h N 1 5 10 50 100 500 1000 5000 10000 50000 100000 H 2 2.

os ventres.. entre os quais séries infinitas.. a série da função sen z = z – z3/3 + z5/5! . que a dividem em seções menores.Boyer pg 307). e daí concluiu que 6 Usando (C.. a de obter a soma dos recíprocos dos quadrados perfeitos. Euler obteve que 1 π2 1 (2π) 2 1 (3π) 2 1 (4π) 2 1 . em dois volumes. isto é. Bernoulli não tivera sucesso.. O primeiro deles versava sobre processos infinitos. = 1 12 + 1 22 + 32 + = Euler mostrou a divergência da série harmônica usando a expressão em séries infinitas de substituindo x por –x. Euler publicou o texto Introductio in analysin infinitorum. a maior parte das civilizações adotou intuitivmente para selecionar as notas que tomariam parte de suas escalas musicais. que vibram em frequência mais altas que a fundamental. 1 1 42 π2 6 + + + + . Euler era pouco cuidadoso no uso de tais séries.. Em 1748. e de artifícios engenhosos. . e as manipulava arriscadamente. Após alguns cálculos. Euler conseguiu resolver uma difícil questão que J.apenas sua extensão total. como mostra a figura abaixo: Como o intervalo da quinta é o mais consoante (que produz o som mais agradável) de todos. mas forma também uma série de nós. L.

. temos .Com x=1. euler procedeu do seguinte modo: Substitui-se x por na série de . 3. ele obteve Para n= 1.. temos: Assim: Esta não é uma rova sistemática da série harmônica. logo... 2.

Somando o membro. definimos a constante por: Pode-se reescrever a expressão (1) na forma: Uma prova desse fato é: . segue que Euler então simplificou os logarítmos do seguinte modo: Daí. estimou os termos do segundo membro para obter a expressão: Passando o logaritmo para o 1º membro.

Eric. Spring.br/matematica/funcoes-exponencial.REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS Merenstein. vol II – Howard Anton Cálculo – vol II – James Stewart História da Matemática – Carl Boyer Física básica.com. 2008 O Cálculo com Geometria Analítica. vol II – Louis Leithold Cálculo – Um Novo Horizonte.algosobre.html Acessado em 15 de março de 2012 . volume único – Nicolau e Toledo http://www. Leonhard Euler: University of.