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A história da historiografia e a atualidade do historicismo

:
perspectivas sobre a formação de um campo

Fernando Nicolazzi Valdei Lopes de Araujo

O corolário inevitável do historicismo é a história da historiografia como o modo de expressar a consciência de que problemas históricos possuem eles próprios uma história.
Arnaldo Momigliano (1980:31)

Em 1821, diante da Academia de Ciências de Berlin, Wilhelm von Humboldt pronunciou sua famosa conferência sobre A tarefa do historiador. Para ele, o intuito fundador da prática historiográfica seria “expor o que aconteceu”, considerando que, para seu praticante, “a simples exposição é ao mesmo tempo o imperativo primeiro de seu ofício, ao qual ele não saberá renunciar, e a realização mais alta a qual ele pode alcançar”. O autor, todavia, recusa-se a considerar a tarefa como mera recolha e reprodução dos fatos, desprovida, como ele indica, de uma “atividade autônoma e criadora”. Se a observação imediata permite ao historiador apreender o particular, há um nível mais profundo ao qual ele deve chegar, estabelecendo a “conexão causal interna” entre os acontecimentos. É neste ponto importante que o uso da linguagem se mostra determinante, uma vez que tal conexão apenas pode se tornar efetiva e representável através da prática da escrita, a qual cria o intervalo necessário para se perceber a dimensão geral da experiência. Como salienta Humboldt, “a verdade histórica se assemelha, em certa medida, às nuvens, que não tomam forma senão a uma certa distância dos
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cauteloso: “a diferença. não pode fazer isso. consequentemente. Não é à toa que. portanto. Lembre-se de que. no jogo entre o singular e o geral. mas também de um uso controlado que o ex-aluno de Göttingen. Ou seja. Dessa maneira. em texto inacabado e que. que suprime o perigo mencionado. não poderia abdicar. Daí a razão de ser da analogia com a poesia. um curso sobre filosofia da história no qual o fim racional da realização do espírito se mostrava como conteúdo primeiro da história universal. alcança na sua exposição a verdade do que aconteceu ao completar e religar as peças e os fragmentos oferecidos pela observação imediata. Trata-se de um uso criativo da imaginação. A filosofia impõe àquilo que sucede um fim e essa procura pelas causas finais. de certa forma. subjacente a essa idéia de escrita da história. mesmo se estando ciente dos perigos de uma tal aproximação. fazia eco à indagação kantiana sobre O que é o Esclarecimento?. baseada em uma consciência aguçada da fugacidade da experiência do tempo. na década final do século XVIII. “Pois o historiador que. nosso espírito 8 DinamicaHistoricismo-MIOLO-corrigidoFinal. “De fato. da investigação dos fatos. senão pela imaginação”. Hegel começara. perturba e falseia todo exame livre da ação específica das forças”. Na relação entre o particular e o geral.pmd 8 6/2/2009. ele lançava a indagação: “quando um século se acaba. o presente histórico assume para Humboldt um lugar fundamental no pensamento. o historiador deve.A HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA E A ATUALIDADE DO HISTORICISMO olhos”. consiste em que ele a subordina à experiência e à investigação da realidade”. realizar esta reunião”. um nexo intrínseco é estabelecido entre história e poesia. mesmo querendo deduzi-las da essência do homem e da natureza. o que aproximaria as atividades do historiador e do poeta. e a demanda por um sentido filosófico para a história. uma vez que este último está ao menos acostumado a deixar ao material a sua liberdade. “O indivíduo deve sempre encontrar seu apogeu no curso mesmo de sua existência efêmera”. Humboldt transita entre a necessidade da erudição. 08:04 . transformando a dispersão em uma totalidade inteligível. A escrita da história opera. versado na prática filológica. “a inteligência integral do particular supõe sempre o conhecimento do geral no qual ela está contida”. na Universidade de Berlim. Nas suas palavras. O dado que cabe salientar é que o autor não sucumbe aos determinismos generalizantes do que define como “história filosófica”. no mesmo ano em que o texto é publicado (1822). depois do que precede. Mas ele complementa. entre os planos do visível e do invisível: “a verdade de tudo o que aconteceu repousa sobre a reunião da parte que em cada fato permanece invisível. a fidelidade histórica é tanto mais ameaçada por um tratamento filosófico do que por um tratamento poético. como o poeta. Humboldt concede à história um princípio no qual a liberdade (ou o acaso) ocupa papel importante.

mas. questionando igualmente o lugar nela ocupado pelos historiadores. Humboldt (1995). por vezes. os esteticamente definidos. desde os politicamente justificados. Em certa medida. Afinal. (há uma tradução para o português. mas também como uma escolha voluntária. diferentemente da situação do século XVIII. é porque a utilidade da sua tarefa estaria na capacidade que ela possui de avivar o senso da realidade atual. o passado não nos chega apenas como um legado. em suas múltiplas. o esforço da proposta de uma reflexão sobre o historicismo tem o mérito de colocar também a nossa cultura histórica em debate. é colocar a própria prática historiográfica no centro do debate. feita por Pedro Spinola Pereira Caldas. Mesmo transitando na fronteira intelectual que possibilitou o conceito moderno de história como um singular coletivo que empurrava o pensamento rumo ao seu horizonte de expectativas. Pois. o estudioso da lingüística considerava que as respostas deveriam ser procuradas ali mesmo no presente. se o historiador encontra um lugar como realizador de história e não simplesmente como colecionador de fatos. Revisitar a tradição intelectual do historicismo (ou dos historicismos. não estaria também vinculada à idéia moderna de uma história como reflexão sobre si mesma. para ser mais correto). ano 1. como advertiu Arnaldo Momigliano na epígrafe do presente texto. n°. até o presente. uma decisão pautada por pressupostos os mais variados. como uma espécie de herança por parte dos nossos ancestrais. 2. seus progressos nessa direção?”. divergentes perspectivas. por outro lado. como sugeriu inúmeras vezes Reinhart Koselleck? Dessa maneira. não fosse o ensejo em que ela se encontra. 2001). para nele situar os elementos da compreensão histórica.FERNANDO NICOLAZZI e VALDEI LOPES DE ARAUJO não pode se impedir de colocar esta questão: onde estamos nós? que porção a humanidade percorreu no longo e penoso caminho que é o seu? encontrase ela sobre o percurso que conduz ao objetivo último? quais foram. variadas e. traz em si certos lampejos da reflexão evidenciada por Humboldt. para ele. o lugar crítico para se pensar o contemporâneo. até os moralmente condenáveis. um livro que se ocupa em revisitar as tradições intelectuais do historicismo. não para dele depreender lições morais. teoria e cultura. publicada em Anima: história.pmd 9 6/2/2009. Ver Humboldt (1985). seria legítimo pensar que caberia ao historiador. Afinal. mais do que ao filósofo. 1 9 DinamicaHistoricismo-MIOLO-corrigidoFinal. nesse efeito interior que ela permite causar. 08:04 . E essa postura. portanto.1 Essa longa referência às colocações feitas sobre a história por um autor que não se dedicou plenamente à prática historiográfica poderia parecer despropositada. uma “história em si e para si”. por sua vez. cedendo espaço ao passado.

e é condicionada por elas.pmd 10 6/2/2009. A partir da década de 1980. que muito se esforçou para remediá-la. Desde então. por outro. Outra tradição. Assim. a historiografia dialoga com múltiplas relações. mais do que uma disciplina auxiliar. que a prática de uma história da historiografia no Brasil já não pode mais ser resumida à redação dos conhecidos balanços historiográficos. sua temporalidade e suas tradições. mais antiga. Essa função legitimadora ajudou a reservar um modesto lugar para a história da historiografia na produção dos historiadores. do novo estatuto que os fenômenos da linguagem passavam a assumir na agenda intelectual global. que. o que torna a tarefa de montar o seu “contexto” algo infinitamente problemático. subordinada à construção das ciências sociais e sua agenda de modernização. que vai desde a crônica ingênua das realizações até trabalhos de relevância e utilidade inquestionáveis. por um lado. daí a tendência de periodizar a produção historiográfica entre crítica e tradicional ou entre antiga e moderna. ou como capítulo da história da formação da nacionalidade. Nele a historiografia teria um papel marginal. tratava a historiografia no campo da história das idéias políticas. sociais ou políticos explicam a produção historiográfica já não se sustenta frente à complexidade da produção contemporânea. o que tem resultado em uma produção desigual. 08:04 . contudo. Certamente. Essa falta de autonomia do campo foi primeiro notada por José Honório Rodrigues. tomaram a historiografia como mero reflexo ideológico. a historiografia do século XIX primeiro apareceu como parte de histórias da literatura ou do pensamento. e. O que os grandes historiadores do século XIX tinham descoberto é que o estudo das formas pelas quais os homens representam o seu passado é uma chave indispensável para compreender a sociedade na qual eles vivem. a história da historiografia deve ser hoje entendida como um campo de investigação com objetos e metodologias específicas. a idéia da produção intelectual como reflexo da autonomia ou heteronomia nacional ajudou a constituir o campo de investigação que algumas vezes é chamado “pensamento social brasileiro”. A história da escrita da história no Brasil foi marcada pela exterioridade das agendas de investigação. Ainda hoje essa função é quase obrigatória entre os grupos de investigação. A crença de que os contextos econômicos. para o século XX. Assim. A voga do marxismo nos legou importantes trabalhos.A HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA E A ATUALIDADE DO HISTORICISMO Os trabalhos reunidos neste livro demonstram. exercício que escondia o grande paradoxo da modernidade em seu movimento de constante auto-superação: a historiografia moderna e crítica era sempre a mais recente. trabalhos pioneiros começaram a ser produzidos na esteira da crítica ao Estado Nacional. mas também possui sua lógica interna. na seqüência desse raciocínio. a escrita da história tem sido regularmente investigada no 10 DinamicaHistoricismo-MIOLO-corrigidoFinal.

Períodos inteiros que imaginávamos conhecer a partir da obra de dois ou três clássicos. As bibliografias e o debate se vêem prejudicados pelo desconhecimento mútuo dessa rica produção contemporânea. das linguagens. ou da fórmula taxativa de algum manual. teses e pesquisas sobre problemas da escrita. teorias e métodos específicos. uma complexidade até então insuspeita. somos carentes de manuais e coletâneas nacionais. Já a década de 1930. especialmente no que diz respeito aos séculos XIX e XX. de que muito mais temos a fazer. dos conceitos. também. revela. uma produção ensimesmada ou surda ao diálogo com os campos da história social. tão menosprezado desde o romantismo. A conclusão a que chegamos é a de que muito tem sido feito. historiografias e metodologia) que em nossos departamentos de história são ministradas por pesquisadores cujo grosso da produção é dedicado ao campo. por sua vez. mas. ela tem apontado para um questionário próprio. No campo do ensino. bem como traduções de obras centrais da história da historiografia que possam apoiar a atividade em sala de aula. Por agenda autônoma entendemos um campo que possui problemas. 08:04 . Assim. multiplicam-se as dissertações. objetos. contudo. cultural ou política. Mesmo o século XVIII. a partir de novas pesquisas. O questionamento da função legitimadora da história da historiografia tem ajudado a tornar complexa nossa visão sobre as tradições intelectuais. Faltam-nos ainda edições críticas mesmo dos grandes clássicos. em virtude da singularidade de seu objeto.FERNANDO NICOLAZZI e VALDEI LOPES DE ARAUJO Brasil. já que muitas vezes essas disciplinas são ocupadas por pesquisadores cujo trabalho principal não está relacionado com as disciplinas que lecionam. bem como do papel de agente histórico ativo que a cultura historiográfica exerce na época moderna. Embora tenha aumentando o número de disciplinas (teoria. ainda é muito comum o desmonte do setor. pois não podemos conceber uma historiografia madura sem um desenvolvimento satisfatório de todos os seus campos principais. têm-se revelado ricos e surpreendes em sua produção historiográfica. canonizada em torno dos chamados “ensaístas”.pmd 11 6/2/2009. A autonomia assinalada não significa. Esse novo momento nos permite pensar que talvez uma agenda autônoma de investigação da historiografia esteja se formando entre nós. tem mostrado sua riqueza historiográfica. tanto para a historiografia local e internacional quanto para o campo da teoria da história. Essa tendência precisa ser revertida. Ainda carente de veículos especializados e de fóruns regulares. o campo sofre com a falta de integração e de conhecimento das diversas iniciativas em curso. 11 DinamicaHistoricismo-MIOLO-corrigidoFinal. formas de investigação e institucionalização. instrumentos de pesquisa como listas bibliográficas e de autores ou dicionários.

o legado do historicismo ainda é a mais fundamental herança da historiografia moderna. destacamos o pioneirismo do PPGH da PUC-Rio. No Rio Grande do Sul. que conta com uma linha de investigação. Essa diversidade esteve representada nos debates em torno do tema do historicismo e das tradições historiográficas modernas. como o “I Seminário Nacional de História da Historiografia Brasileira”. Na Anpuh regional de Minas Gerais. era natural que as contribuições ao debate refletissem a complexidade do tema. Na mesma direção. No entanto. No plano institucional. além da UFRGS. Em primeiro lugar. Não apenas nas palestras e conferências os pesquisadores têm encontrado um fórum de debate franco e especializado. Manoel Salgado congrega inúmeros orientados que desenvolvem importantes pesquisas há mais de uma década. vinculado à Anpuh/RS. realizado em outubro de 2008 na UERJ. Nos últimos anos multiplicam-se os dossiês temáticos de Teoria e Historiografia nas mais diversas revistas acadêmicas. é considerável o esforço do GT de Teoria da História e Historiografia. indicando a existência de uma produção vibrante. 2 12 DinamicaHistoricismo-MIOLO-corrigidoFinal. entre vantagens e desvantagens. as tentativas amplas de definição e descrição: nesse grupo estão os textos de Estevão Martins. uso comum e um corte cronológico de mais de dois séculos. um consistente grupo de pesquisadores tem promovido igualmente um Simpósio que em breve deverá se tornar um Grupo de Trabalho. a revista História da Historiografia. destaca-se a atuação de Lúcia Pachoal Guimarães em sua sistemática produção como pesquisasora e orientadora na UERJ. mas também nas sessões de comunicações temos conseguido visualizar um retrato bastante completo da diversidade do campo nacionalmente. podemos tentar agrupá-las em algumas categorias. o historicismo está longe de obter uma definição estável. 2. já podemos verificar que a iniciativa tem dado bons resultados. integralmente dedicada ao campo. Diferentes perspectivas. que nos apresenta um erudito Outras iniciativas têm sido desenvolvidas na mesma direção. dois Simpósios Temáticos têm servido de fórum para a divulgação e integração de trabalhos.pmd 12 6/2/2009. que desde 2002 tem desenvolvido uma atuação bastante intensa entre os pesquisadores locais. Na UFRJ. métodos e abordagens empregados em problemas teóricos ou da história da historiografia brasileira e geral produziram talvez duas grandes conclusões: 1. embora muito se tenha avançado em sua descrição. 08:04 . que desde os anos 80 tem uma linha de pesquisa intitulada “Teoria e historiografia”. Na Anpuh nacional.2 Nessa sua segunda edição. Com definições variadas.A HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA E A ATUALIDADE DO HISTORICISMO Foi na expectativa de ajudar a minimizar esses problemas que o Núcleo de Estudos em História da Historiografia e Modernidade (NEHM) concebeu a realização anual de um Seminário Nacional de História da Historiografia. com uma vasta e reconhecida produção intelectual. em uma iniciativa interinstitucional. Recentemente foi criada. e também com a formação continuada de estudiosos do tema.

apontando. Um terceiro grupo de trabalhos concentrou-se na análise do historicismo em suas diferentes manifestações na historiografia brasileira. ao fim. Um segundo grupo destacou o poder explicativo de episódios e momentos específicos: é o caso das contribuições de Pedro Caldas. Uma visão ampla da atualidade do problema na historiografia alemã pode ser encontrada nos textos de Luiz Sérgio Duarte da Silva e de René Gertz. nossa contemporaneidade com certos valores dos intelectuais das décadas de 1950 e 1960. mas em recorte cronológico distinto. no qual se pergunta pelo lugar da dimensão trágica da vida na tradição do historicismo. narra a constituição dos campos ainda no século XIX. e como esses momentos fundadores foram mitificados e depois esquecidos. Já Margaret Lopes. bem como sua defesa. Este último.FERNANDO NICOLAZZI e VALDEI LOPES DE ARAUJO panorama das utilidades e desvantagens do historicismo. quanto às intrincadas relações entre discurso científico e historiográfico no Brasil oitocentista. e o de José Carlos Reis. em seus textos. especialista em história da ciência. radicalizado e atualizado para novos usos. em texto ensaístico que propõe ao objeto-tema do seminário uma ampla definição. Sem afirmar ou negar claramente a existência ou não de uma tradição brasileira. não poderiam faltar os agradecimentos aos colaboradores e às agências de fomento e instituições que torna13 DinamicaHistoricismo-MIOLO-corrigidoFinal. Helena Mollo e Márcia Naxara nos atualizam. a partir das reflexões de Rüsen. estão as contribuições de Norma Côrtes e Durval Muniz. especialmente a partir de 1850.pmd 13 6/2/2009. O primeiro. que nos ajuda a compreender a diversidade da historiografia do século XIX ao destacar as relações entre a tradição das chamadas “cidades livres” e a concepção historiográfica de Jacob Burckhardt. adaptado. Também nessa trilha seguiu o texto de Cássio Fernandes. analisou o lugar da teoria no trabalho historiográfico. nos mostra que por detrás dos discursos de ruptura de nossa historiografia “crítica” repousava um mesmo projeto moderno. enquanto Gertz nos oferece uma descrição preciosa do tratamento dado ao historicismo pelos historiadores sociais alemães desde os anos 50 e 60 do século XX. rediscutindo o problema historicista da dualidade metodológica a partir de um confronto entre Dilthey e Weber. o texto de Norma Côrtes prefere o caminho de pensar a própria relação de nossos intelectuais com a tradição. 08:04 . Por fim. Antonio Edmilson Rodrigues procurou analisar a sensibilidade romântica como um campo de testes para categorias centrais do historicismo que ainda hoje orientam a história da cultura. com o inesperado diálogo Droysen-Marx. analisando os limites de uma categoria tão historicista quanto a de “formação”. dando margem a eternas e cíclicas narrativas fundacionais. Ainda nesse caminho. o de Sérgio da Mata. No mesmo horizonte. Fica então o convite ao leitor para que faça seus próprios roteiros em um debate que apenas se inicia.

Referências bibliográficas HUMBOLDT. Historicism revisited. 1980. 1985. Adriano Cerqueira. In: Sesto contributo alla storia degli studi classic e del mondo antico. Plan d’une anthropologie comparée. _____.A HISTÓRIA DA HISTORIOGRAFIA E A ATUALIDADE DO HISTORICISMO ram possíveis o evento e este livro: à UFOP. La tâche de l’historien. Traduction d’Annette Disselkamp et André Laks. Le dix-huitième siècle. na figura de seu Coordernador. 1995. précédée d’une introduction de Jean Quillien et annotée par André Laks. 14 DinamicaHistoricismo-MIOLO-corrigidoFinal. Lille: Presses Universitaires de Lille. Roma: Edizioni di Storia e Letteratura. 08:04 . Arnaldo. à Capes e à Fapemig. Wilhelm von. Lille: Presses Universitaires de Lille. Agradecemos ainda o trabalho contínuo dos alunos bolsistas e voluntários que com entusiasmo apoiaram essa iniciativa em todos os seus níveis. ao Neaposc. 2 Tomos. Introduction de Jean Quillien. MOMIGLIANO.pmd 14 6/2/2009.