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Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –

Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana CollinaAula 00

AULA 00: Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro. Vigência da lei, aplicação da lei no tempo e no espaço, integração e interpretação.

SUMÁRIO

PÁGINA

  • 1. Apresentação

01

  • 2. Cronograma

02

  • 3. Desenvolvimento

03

  • 3.1. Noções Gerais

03

  • 3.2. Validade, vigência, vigor e eficácia das normas jurídicas

06

 

06

3.2.1.Aplicação das normas jurídicas 3.2.2.Interpretação das normas

07

  • 3.2.3. Integração das normas

08

  • 3.2.4. Aplicação temporal de normas jurídicas

10

  • 4. Questões comentadas

12

  • 5. Lista das questões comentadas

20

  • 6. Gabaritos das questões

22

  • 7. Conclusão

22

  • 1. Apresentação

Olá, pessoal!

Meu nome é Liliana Collina Maia. Sou professora de Direito Civil e estou aqui para apresentar o meu curso para Analista Judiciário do TRE/CE. Além de tornar o estudo do direito Civil mais prazeroso, o meu objetivo é ensinar a matéria de forma clara e objetiva. E, para isso, vamos nos direcionar de acordo com o edital!!!

O nosso curso será composto de explanações teóricas seguida de questões comentadas, tendo como base o edital Analista Judiciário do TRT/CE ponto a ponto.

Didaticamente as aulas serão estruturadas em introdução, desenvolvimento com a parte teórica e em seguida as questões comentadas (todas as questões da aula serão comentadas). Após, será apresentada lista com as questões, gabaritos e conclusão.

Com relação

ao estudo

do

Direito Civil, vai uma dica importante: não

estudem essa matéria apenas por obrigação, e sim com prazer. É isso que

tentarei incentivar vocês ao longo de nossas aulas. O prazer, o bom humor e a vontade de chegar lá são muito importantes, nos incentivam a não desistir.

.

Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –Lei nº 12.376, de 30 de dezembro de 2010 , que altera a ementa da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC) para denominá-la Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro. Veremos na Aula Demonstrativa o estudo teórico e a resolução de questões envolvendo apenas trechos da L ei de I ntrodução às N ormas do D ireito B rasileiro.( LINDB ). Profa. Liliana Collina www.estrategiaconcursos.com.br 2 de 22 " id="pdf-obj-1-2" src="pdf-obj-1-2.jpg">

Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana CollinaAula 00

Dessa maneira, não estudem essas matérias de modo vago, abstrato. O importante aqui é ajudar a vocês a entender melhor a matéria e depois auxiliá-los fixando o conteúdo com exercícios.

Mas,

não

se

esqueçam:

a

leitura

do

Código

Civil

importante após as nossas aulas, ein?!

atualizado

é

NÃO SE ESQUEÇAM DISSO, A NOSSA BANCA É FIEL À LEGISLAÇÃO.

Esse curso foi direcionado para que estudemos a fundo o conhecimento que é exigido em provas; não ficaremos nos aprofundando no que nunca caiu em concurso, pois precisamos jogar a nosso favor, sem perdermos tempo com o que é pouco importante, não é mesmo? (ESSA É A GRANDE DICA)!

2.

Cronograma

 

O Cronograma das nossas aulas será o seguinte:

 
 

AULA

Lei

de

Introdução às Normas do Direito Brasileiro

 

DEMONSTRATIVA

(Decreto-Lei n.° 4.657/1942): vigência da lei, aplicação

da

lei

no

tempo

e

no

espaço,

integração

e

interpretação.

 

AULA 1

Das Pessoas (Naturais e Jurídicas e do Domicílio), dos Bens, dos Fatos Jurídicos (Negócio Jurídico, Atos Jurídicos Lícitos, Atos Ilícitos, Prescrição e Decadência).

 

AULA 2

Do Direito das Obrigações (Modalidades, Transmissão, do Adimplemento e da Extinção, do Inadimplemento, dos Contratos em Geral, das Espécies de Contrato e da Responsabilidade Civil).

 

AULA 3

Direito

das

Coisas

(Posse,

Direitos

Reais

e

Propriedade).

 

AULA 4

Do Direito de Família (das Relações de Parentesco, da União Estável, da Tutela e da Curatela).

 
 

3.

Desenvolvimento

 

Foi publicada no D.O.U do dia 31/12 a Lei nº 12.376, de 30 de dezembro de 2010, que altera a ementa da Lei de Introdução ao Código Civil (LICC) para denominá-la Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro.

Veremos na Aula Demonstrativa o estudo teórico e a resolução de questões envolvendo apenas trechos da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro.(LINDB).

Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –PL 6303/2005 , apresentado pelo Deputado Celso Russomano sob a seguinte justificativa: É reconhecido pela doutrina e pela jurisprudência que a Lei de Introdução ao Código Civil possui âmbito de aplicação mais amplo do que o mencionado em sua ementa. Para aperfeiçoar a legislação pátria, fazendo-a coincidir a letra da lei com sua interpretação, é que apresentamos o presente projeto de lei, contando com o apoios dos ilustres Pares. Profa. Liliana Collina www.estrategiaconcursos.com.br 3 de 22 " id="pdf-obj-2-2" src="pdf-obj-2-2.jpg">
Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –PL 6303/2005 , apresentado pelo Deputado Celso Russomano sob a seguinte justificativa: É reconhecido pela doutrina e pela jurisprudência que a Lei de Introdução ao Código Civil possui âmbito de aplicação mais amplo do que o mencionado em sua ementa. Para aperfeiçoar a legislação pátria, fazendo-a coincidir a letra da lei com sua interpretação, é que apresentamos o presente projeto de lei, contando com o apoios dos ilustres Pares. Profa. Liliana Collina www.estrategiaconcursos.com.br 3 de 22 " id="pdf-obj-2-4" src="pdf-obj-2-4.jpg">
Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –PL 6303/2005 , apresentado pelo Deputado Celso Russomano sob a seguinte justificativa: É reconhecido pela doutrina e pela jurisprudência que a Lei de Introdução ao Código Civil possui âmbito de aplicação mais amplo do que o mencionado em sua ementa. Para aperfeiçoar a legislação pátria, fazendo-a coincidir a letra da lei com sua interpretação, é que apresentamos o presente projeto de lei, contando com o apoios dos ilustres Pares. Profa. Liliana Collina www.estrategiaconcursos.com.br 3 de 22 " id="pdf-obj-2-6" src="pdf-obj-2-6.jpg">

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3.1 Noções gerais

 

Antes da LINDB já havia posicionamento no sentido da LICC ser chamada de LEI DE INTRODUÇÃO ÀS LEIS (produção, interpretação e aplicação das

leis), já que é juma regra de

é

assimilado

pelo

direito

superdireito

(E. ZITELMANN utiliza o termo que

É

o

Estatuto do Direito
Estatuto
do
Direito

hermenêutico).

Internacional Privado

(conjunto de normas internas de um país, instituídas

especialmente para definir se a determinado caso se aplicará a lei local ou a lei

de um Estado estrangeiro).

Antes tínhamos o Decreto-Lei 4657/42, que substituiu uma lei anterior que foi publicada junto com o CC/16. Hoje temos a Lei nº 12.376, de 30 de dezembro de 2010.

Decorre a Lei 12376/10 do PL 6303/2005, apresentado pelo Deputado Celso Russomano sob a seguinte justificativa:

É reconhecido pela doutrina e pela jurisprudência que a Lei de Introdução ao Código Civil possui âmbito de aplicação mais amplo do que o mencionado em sua ementa. Para aperfeiçoar a legislação pátria, fazendo-a coincidir a letra da lei com sua interpretação, é que apresentamos o presente projeto de lei, contando com o apoios dos ilustres Pares.

 
Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –a , ora revogada. Daí a primeira ordem de críticas à edição da lei 12.376/10, acoimada de ridícula por Jacob Dolinger : Aprovar em 2010 uma lei para modificar a ementa da lei de 1942, para reiterar o que sempre foi aceito como pacífico, é um desperdício legislativo, uma medida sem significado, uma legislação sem sentido, um desrespeito a como esta lei foi invariavelmente estudada e interpretada pelos mestres e aplicada pelos tribunais em décadas. (…) (…)o Poder Legislativo caiu no ridículo de criar uma "lei" totalmente desnecessária, absolutamente sem sentido e sem objetivo e, acima de tudo, desrespeitadora da ciência jurídica nacional. Fonte: http://www.viddler.com/explore/DireitoIntegral/videos/112/ ** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO ! 3.2 Validade, vigência, vigor e eficácia das normas jurídicas A noção de VALIDADE é aspecto dogmático fundamental, pois significa a sua identificação como compatível ao sistema jurídico que integra, sendo um critério puramente lógico-formal (critério de pertinência da norma ao ordenamento jurídico) . O descumprimento das regras de validade importará no reconhecimento da inconstitucionalidade ou ilegalidade (a depender do âmbito em que foi prefixada a premissa validante) da norma estabelecida, considerando-a não pertinente ao sistema. A validade pode ser: a) formal (observância das normas referentes ao processo de criação da lei, exemplo: artigo 60, §§ 1 . e 2 ., CF); ou Profa. Liliana Collina www.estrategiaconcursos.com.br 4 de 22 " id="pdf-obj-3-2" src="pdf-obj-3-2.jpg">

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2) Críticas à Lei 12376/2010

2.1) Desnecessidade e Inutilidade

2) Críticas à Lei 12376/2010 2.1) Desnecessidade e Inutilidade Aprovação da Lei 12376/10 na CCJ daa , ora revogada. Daí a primeira ordem de críticas à edição da lei 12.376/10, acoimada de ridícula por Jacob Dolinger : Aprovar em 2010 uma lei para modificar a ementa da lei de 1942, para reiterar o que sempre foi aceito como pacífico, é um desperdício legislativo, uma medida sem significado, uma legislação sem sentido, um desrespeito a como esta lei foi invariavelmente estudada e interpretada pelos mestres e aplicada pelos tribunais em décadas. (…) (…)o Poder Legislativo caiu no ridículo de criar uma "lei" totalmente desnecessária, absolutamente sem sentido e sem objetivo e, acima de tudo, desrespeitadora da ciência jurídica nacional. " id="pdf-obj-3-15" src="pdf-obj-3-15.jpg">

Aprovação da Lei 12376/10 na CCJ da Câmara dos Deputados.

Nenhuma controvérsia havia, registre-se, na doutrina e na jurisprudência, a respeito de o âmbito de incidência da LICC não coincidir com o previsto em sua ementa primitiva [1] , ora revogada. Daí a primeira ordem de críticas à edição da lei 12.376/10, acoimada de ridícula por Jacob Dolinger:

Aprovar em 2010 uma lei para modificar a ementa da lei de 1942, para reiterar o que sempre foi aceito como pacífico, é um desperdício legislativo, uma medida sem significado, uma legislação sem sentido, um desrespeito a como esta lei foi invariavelmente estudada e interpretada pelos mestres e aplicada pelos tribunais em décadas.

(…) (…)o Poder Legislativo caiu no ridículo de criar uma "lei" totalmente

desnecessária, absolutamente sem sentido e sem objetivo e, acima de tudo,

desrespeitadora da ciência jurídica nacional.

Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –a , ora revogada. Daí a primeira ordem de críticas à edição da lei 12.376/10, acoimada de ridícula por Jacob Dolinger : Aprovar em 2010 uma lei para modificar a ementa da lei de 1942, para reiterar o que sempre foi aceito como pacífico, é um desperdício legislativo, uma medida sem significado, uma legislação sem sentido, um desrespeito a como esta lei foi invariavelmente estudada e interpretada pelos mestres e aplicada pelos tribunais em décadas. (…) (…)o Poder Legislativo caiu no ridículo de criar uma "lei" totalmente desnecessária, absolutamente sem sentido e sem objetivo e, acima de tudo, desrespeitadora da ciência jurídica nacional. Fonte: http://www.viddler.com/explore/DireitoIntegral/videos/112/ ** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO ! 3.2 Validade, vigência, vigor e eficácia das normas jurídicas A noção de VALIDADE é aspecto dogmático fundamental, pois significa a sua identificação como compatível ao sistema jurídico que integra, sendo um critério puramente lógico-formal (critério de pertinência da norma ao ordenamento jurídico) . O descumprimento das regras de validade importará no reconhecimento da inconstitucionalidade ou ilegalidade (a depender do âmbito em que foi prefixada a premissa validante) da norma estabelecida, considerando-a não pertinente ao sistema. A validade pode ser: a) formal (observância das normas referentes ao processo de criação da lei, exemplo: artigo 60, §§ 1 . e 2 ., CF); ou Profa. Liliana Collina www.estrategiaconcursos.com.br 4 de 22 " id="pdf-obj-3-44" src="pdf-obj-3-44.jpg">

** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO!

3.2 Validade, vigência, vigor e eficácia das normas jurídicas

 

A noção de VALIDADE é aspecto dogmático fundamental, pois significa a sua identificação como compatível ao sistema jurídico que integra, sendo um

critério puramente lógico-formal (critério de pertinência da norma ao

ordenamento jurídico). O descumprimento das regras de validade importará no reconhecimento da inconstitucionalidade ou ilegalidade (a depender do âmbito em que foi prefixada a premissa validante) da norma estabelecida, considerando-a não pertinente ao sistema. A validade pode ser:

a) formal (observância das normas referentes ao processo de criação da lei, exemplo: artigo 60, §§ 1 o . e 2 o ., CF); ou

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  • b) material (verificação da matéria passível da codificação está sendo observada, exemplos: artigos 21 a 24, CF/88, artigos que estabelecem as matérias que podem ser objeto de regulação e por quem). A validade é sempre um conceito relacional, porque será verificada a validade da norma diante de outras normas. A vigência é critério puramente temporal da norma, vai desde o início da validade da norma até a perda de sua validade. Nesse aspecto, não há que fazer qualquer relação com outra norma.

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A eficácia refere-se à possibilidade de produção concreta de efeitos pela norma, a eficácia pode ser classificada pela ineficácia. Por sua vez, pode ser:

  • a) social (não se confunde com sua efetiva observância,) e

  • b) técnica (a possibilidade de produção de efeitos em concreto, EXEMPLO: artigo 7 o ., I, CF/88, proteção contra a despedida arbitrária que deve ser regulada por Lei Complementar, a eficácia técnica está comprometida) Tércio Sampaio afirma que a eficácia possui graus e esses graus podem ser verificados de acordo com as funções da eficácia no plano da realização normativa. São as funções eficaciais das normas:

  • a) Função de bloqueio normas punitivas e proibitivas.

  • b) Função de programa normas que visam à realização de um objetivo do legislador (artigo 218, CF/88).

  • c) Função de resguardo normas que visam a assegurar uma conduta desejada (artigo 5 o ., XXVII, CF/88). As normas em relação à eficácia podem ser ainda (classificação de José Afonso Da Silva), de acordo com a dependência de outras normas:

  • a) Normas de eficácia plena função eficacial é IMEDIATAMENTE concretizada.

  • b) Normas de eficácia limitada a função eficacial depende de uma outra norma.

  • c) Normas de eficácia contida a função eficacial será restringida por outra norma (artigo 5 o ., XIII, CF/88).

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O vigor está relacionado a uma realização efetiva concreta da norma, está relacionado com o conceito da ULTRATIVIDADE, ou seja, uma norma que não está mais vigente, mas continua a reger todas as relações jurídicas consolidadas em sua vigência. EXEMPLO: alguns artigos do CC/16.

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  • ** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO!

A norma pode ser inválida e não vigente mas, ainda assim, produzir efeitos jurídicos, ou seja, ser eficaz e vigorar, é o caso das normas que tenham ultratividade.

3.2.1 Aplicação das normas jurídicas

 

Quando ocorre a subsunção do fato à norma, nem sempre o aplicador encontra facilmente a norma aplicável ao caso concreto, daí surge a chamada INTEGRAÇÃO DAS NORMAS. Para aplicação das normas são fundamentais: a INTERPRETAÇÃO e a INTEGRAÇÃO.

** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO !
** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO !

** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO!

 

Autor

Interpretação

 

Hermenêutica

 
 

Método

Pelo

Qual

O

Ciência

Da

Interpretação

 

Dos

Hermeneuta

 

Procura

Textos

De

Lei.

Conjunto

Apreender O Pensamento Do

Sistemático De Regras Que

   

Na

Ensinam

A

Conhecer

 

E

Pedro

Nunes

Legislador,

Expresso

Norma Que Examina,

E

Em

Esclarecer

O

Sentido

E

O

Seguida

Explica

A

Sua

Alcance

 

Das

Normas

 

Verdadeira

Inteligência,

O

Jurídicas,

 

Ou

A

Sua

Seu

Justo

E

Conveniente

Inteligência,

E

Adaptá-Las

Sentido Técnico-Jurídico.

 

Aos Fatos Sociais.

 

É

Um

Momento

 

De

 

Intersubjetividade

No

Maria

 

Sentido De Se Apoderar

De

É A Teoria Científica Da Arte

Helena

Um

Significado

De Interpretar.

 

Diniz

   

Objetivamente Verdadeiro Da

 
 

Norma

** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO !
** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO !

** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO!

 
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Em CERTAME realizado em 2011, a FCC considerou que as disposições transitórias em uma lei nova, em face da ab-rogação da lei anterior, constituem o que se denomina de SEGUNDO REGIME LEGISTATIVO (Tj/AM). A afirmativa foi considerada como errada. Não localizei nada

falando sobre o que é esse regime. Por outro lado, a LC 95/98 (artigo 3 o .)

estabelece que as

disposições transitórias estão na parte da lei
disposições
transitórias
estão
na
parte
da
lei

denominada de PARTE FINAL

.

Art. 3º A lei será estruturada em três partes básicas:

I - parte preliminar, compreendendo a epígrafe, a ementa, o preâmbulo, o enunciado do objeto e a indicação do âmbito de aplicação das disposições normativas; II - parte normativa, compreendendo o texto das normas de conteúdo substantivo relacionadas com a matéria regulada;

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III - parte final, compreendendo as disposições pertinentes às medidas

necessárias

à

implementação

das

normas

de

conteúdo

substantivo,

às
às
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disposições transitórias, se for o caso, a cláusula de vigência e a cláusula de

revogação, quando couber.

3.2.2 Interpretação

 

A finalidade interpretativa da norma é: a) revelar o sentido da norma e b) fixar o seu alcance. São métodos de interpretação (não são excludentes e nem exclusivas entre si) das normas (Caio Mário fala em interpretação quanto aos elementos das normas jurídicas):

  • 1. Literal ou gramatical exame de cada termo isolada e sintaticamente, na maioria das vezes, não é o melhor método, mas isoladamente nunca satisfaz.

  • 2. Lógico utilização de raciocínios lógicos indutivos ou dedutivos.

  • 3. Sistemático análise a partir do ordenamento jurídico no qual a norma se insere, a norma não será verificada isoladamente, será relacionada com o ordenamento jurídico.

4. Histórico

verificação dos antecedentes históricos, verificando as

circunstâncias fáticas e jurídicas, até mesmo o processo legislativo. Caio Mário afirma que esse método não existe, o que há é o elemento histórico invocado para coadjuvar o trabalho do intérprete.

  • 5. Finalístico ou teleológico análise da norma tomando como parâmetro a sua finalidade declarada, adaptando-a às novas exigências sociais, não se analisam somente os aspectos históricos, mas também a própria finalidade.

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Quanto mais métodos forem aplicados, no exercício da interpretação, melhor resultado será obtido pelo intérprete.

Quanto à origem ou quanto ao intérprete:

Doutrinária

Quanto aos resultados do alcance eficacial:

Jurisprudencial resulta do exercício da função jurisdicional

Autêntica ou pública a lei interpretativa é considerada como a própria lei

interpretada, estando assim, também sujeita a processo interpretativo (CAIO MÁRIO). A lei interpretativa tem que ter a mesma hierarquia da lei interpetrada.

Declarativa

Extensiva

Restritiva

Ab-rogante

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** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO!

Não há hierarquia em relação aos critérios acima, e um não exclui o outro, há inclusive quem afirme que não existem várias espécies de interpretação, mas, na verdade, uma INTERPRETAÇÃO ÚNICA, que combina vários meios de

interpretação (FERRARA). Mas a

regra de ouro

da interpretação das

normas jurídicas (BASE DE APLICAÇÃO DO MÉTODO, que sempre deve tomar por norte essa regra), consta do artigo 5 o . da LINB:

Artigo 5 o . Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos

ela se dirige e às

exigências do bem comum

.

fins sociais
fins sociais

a que

A interpretação judicial,

sempre com fundamento no dispositivo acima

, busca também atualizar o entendimento da lei, dando-lhe uma interpretação atual que atenda aos reclamos das necessidades do momento histórico em que está sendo aplicada. Exemplo: a presunção de violência no estupro e no atentado violento ao pudor, sempre foi uma presunção absoluta, mas, atualmente, o STF relativizou essa presunção.

Cândido Rangel Dinamarco: a

regra de ouro

em toda a interpretação jurídica

consiste na atenção ao BEM-COMUM, ou seja, às projeções da lei sobre a vida das pessoas, dos grupos e da própria sociedade, com a responsabilidade de

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causar-lhes sensações felizes segundo critérios de justiça (os fins sociais da lei, artigo 5 o ., LINB).

3.2.3 Integração

 

Quando inexiste lei a ser aplicada diretamente ao caso, deve o magistrado se valer de outras fontes do Direito para encontrar a regra que efetivamente deve disciplinar a relação jurídica submetida à sua apreciação, ou seja, para aplicar o Direito (grande desafio do operador do direito). A LINB permite a integração na hipótese de lacunas (falta de previsão legal sobre uma

matéria). Nos termos do artigo 4 o . ( leis):

REGRA DE OURO

para a integração das

Artigo 4 o . Quando a lei for omissa, o juiz decidirá o caso de acordo

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com a analogia, os

costumes
costumes
.
.

e os princípios gerais de direito

Essas são as fontes supletivas do direito, juntamente, com a DOUTRINA, a JURISPRUDÊNCIA e a EQÜIDADE, que são também métodos de integração da norma jurídica.

A interpretação pode ocorrer sempre, mesmo que a lei seja clara (isso é um

dogma). Já a integração depende da existência de podem ser:

lacunas,
lacunas,

que, por sua vez,

a. AUTÊNTICAS (PRÓPRIAS) ocorrem quando o legislador não identificou uma hipótese b. NÃO-AUTÊNTICAS (IMPRÓPRIAS) o legislador previu, mas preferiu não tratar sobre o assunto. EXEMPLO: cabimento de embargos de declaração contra decisão interlocutória.

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** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO!

Silêncio Eloqüente o legislador quis excluir a possibilidade, é a possibilidade de se restringir a aplicação da lei com base na LACUNA NÃO-AUTÊNCIA. Exemplo: competência constitucional da Justiça Federal, não pode ser ampliada pelo legislador, sob a alegação de tratar-se de lacuna. Trata-se de rol taxativo (numerus clausus).

Para alguns autores são duas figuras distintas, cabendo a integração na lacuna não-autêntica.

A integração da lacuna deve ser aceita em razão do princípio que determina

que o juiz não pode se eximir de julgar sob alegação de lacuna (“Princípio do

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nom liquet” que, no Direito Romano, permitia ao pretor eximir-se de julgar alegando que o caso não está suficientemente claro).

Analogia
Analogia

pode ser dividida em:

  • a. analogia legal a relação da semelhança toma por base a lei;

  • b. analogia iuris a relação de semelhança é estabelecida com base em um caso concreto julgado pelo Judiciário. A analogia não pode ser confundida com a INTEPRETAÇÃO EXTENSIVA. Exemplo: poligamia sendo enquadrada no crime de bigamia, ou seja, o legislador disse menos do que queria e o intérprete amplia a interpretação. Há dificuldade de

aplicação dos costumes,

costumeiro; a fonte primária, no Brasil, é a lei.

que

Costume
Costume

nosso direito

pode ser:

não

é

  • a. secundum legem quando sua eficácia obrigatória é reconhecida pela lei, como nos casos dos arts. 1297, § 1º, 596 e 615 do CC

  • b. praeter legem o costume tem um caráter supletivo, complementar da lei. Ex.: pós-datado, como garantia de pagamento.

  • c. contra legem costume que tem caráter abrogativo, ou seja, revogação total. isso é complicado, já que costume é fonte secundária do direito e não pode revogar a lei. Mas existem alguns exemplos que demonstram a aplicação do princípio contra lei. Ex.: reconhecimento jurisprudencial da possibilidade de comprovação de contrato por testemunha no caso de venda de gado. Trata-se no máximo de perda da eficácia da lei e não da perda da sua validade (DESUSO)

3.2.4 Aplicação temporal de normas jurídicas

 

A vigência da norma surge com a sua publicação no Diário Oficial, em tese,

todos tomam conhecimento. Por ficção jurídica do

artigo

3 o .

ninguém se

escusa de cumprir a lei, alegando que não a conhece

. O artigo 1 o . trata o

início de vigência temporal das leis.

Artigo 1 o . Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo

o País 45 dias depois de

oficialmente publicada

.

§ 1 o . Nos Estados estrangeiros, a obrigatoriedade da lei brasileira,

quando admitida,

se inicia 3 meses
se
inicia
3
meses

depois

de

oficialmente

publicada. § 2 o . A vigência das leis, que os governos estaduais elaborem por autorização do Governo Federal, depende a aprovação deste e

começará no prazo que a legislação

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EXISTE MAIS, DESDE A CF/37).

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estadual fixar. (ISSO NÃO

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§ 3 o . Se antes de entrar em vigor, ocorrer nova publicação de seu texto, destinada a correção, o prazo deste artigo e dos parágrafos anteriores começará a correr da nova publicação. § 4 o . As correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova.

Questão surge sobre a possível revogação pela LC 95/98 da hipótese de vacatio legis tácita prevista no artigo 1 o ., da LINB:

Artigo 8 o . A vigência da lei será indicada de forma expressa e de

modo a contemplar

PRAZO RAZOÁVEL PARA QUE DELA SE TENHA

 

AMPLO CONHECIMENTO, reservada a cláusula “entra em vigor na

data de sua publicação” para as leis de pequena repercussão. § 1 o . A contagem do prazo para entrada em vigor das leis que estabeleçam período de vacância far-se-á com a inclusão da data da publicação e do último dia do prazo, entrando em vigor no dia subseqüente à sua consumação integral. § 2 o . As leis que estabeleçam período de vacância deverão utilizar a cláusula “esta lei entra em vigor após decorridos (o número de) dias de sua publicação oficial”.

Artigo 9 o . A cláusula de revogação deverá enumerar, expressamente, as leis ou disposições legais revogadas.

Existem três hipóteses de vacatio legis:

  • a) ter sido fixada data posterior para momento de início de efeitos;

  • b) dever entrar em vigor 45 após publicada, em face de omissão de norma explícita;

  • c) estar pendente de regulamento, explícita ou implicitamente (normas de eficácia limitada). Normalmente a norma vige para o futuro, entretanto, como exceção pode existir o fenômeno da

ULTRATIVIDADE

, ou seja, por meio do qual uma

norma, não mais vigente, continua a vincular os fatos anteriores à sua saída do sistema. CAIO MÁRIO: essa questão é relevante na medida em que é posto o conflito existente entre o PROGRESSO SOCIAL x PRINCÍPIO DA SEGURANÇA

E DA ESTABILIDADE SOCIAL. Existem várias teorias que analisam o direito intertemporal:

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** DICA DA LILI ** A FCC COBRA ISSO!

  • a) TEORIAS SUBJETIVISTAS (SAVIGNY, LASSALE) muitas críticas, é uma teoria insuficiente, o seu conceito para o direito adquirido é vicioso. Apesar disso, tem grande aplicação, mas vem perdendo terreno para as teorias objetivistas.

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b) TEORIAS OBJETIVISTAS (DE PAGE, COLIN E CAPITAN) falam das situações jurídicas definitivamente constituídas.

Ocorre a intertemporalidade conflitual de normas jurídicas quando duas

normas - a lei revogada e a lei revogadora - parecem se colocar em posição

potencial

de

regular

um

mesmo

fato

da

realidade.

Cabe

ao

direito

intertemporal dar solução a este conflito, fixando o alcance das normas que se sucedem.

O princípio básico dessa matéria é o

princípio da não-retroatividade das

leis
leis

(Lex prospicit, non respicit) (Tempus regit actum), ou seja, a idéia

de que a lei nova não atinge os fatos anteriores ao início de sua vigência. Em

consequência, os atos anteriores à vigência da lei nova regulam-se não por ela, mas pela lei do tempo em que foram praticados ..

Porém,

podem

retroatividade

existir

da

lei

casos

que

se

afastem

dessa

nova.

Entretanto,

algumas

regra,

leis

impondo

a

afastam-se

excepcionalmente desta regra e retrocedem no tempo, alcançando fatos

pretéritos ou os

seus efeitos. Para disciplinar

essas hipóteses

a doutrina

efetuou uma clássica distinção entre retroatividade máxima, média e mínima (MATOS PEIXOTO), porque a força retroativa da lei não tem sempre a mesma intensidade.

RETROATIVIDADE

 

MÁXIMA

 

OU

 

MÍNIMA

 

ou

RESTITUTÓRIA

 

OU

MÉDIA

 

TEMPERADA

ou

RESTITUTIVA

   

MITIGADA

 

a lei nova abrange a coisa

a

lei

nova

atinge

a

lei

nova

atinge

julgada

 

(sentença

os

direitos

apenas os efeitos dos

irrecorrível) ou os fatos

exigíveis mas não

fatos

anteriores,

jurídicos consumados

realizados antes

verificados após a data

 

de sua vigência

em

que ela

entra em

 

vigor

EXEMPLO 01: lei canônica

EXEMPLO: uma lei

EXEMPLO

 

01:

que aboliu a usura e

que diminuísse a

constituição

de

obrigava o credor solúvel

taxa de juros e se

Justiniano que limitou

a restituir ao devedor, aos

aplicasse aos

a 6% em geral, após a

seus herdeiros ou, na falta destes, aos pobres os

vencidos mas não pagos

sua vigência, taxas de juros dos contratos

juros já recebidos

 

anteriores

 

EXEMPLO

02:

a

lei

 

EXEMPLO 02: o Dec. nº

francesa de 12 brumário

 

22.626, de

7

de

abril

do

ano II

(3

nov.

1793),

de 1933 (lei de usura),

que

admitiu

os

filhos

que reduziu a 12% em

naturais

à

sucessão

geral as taxas dos

paterna

e

materna,

em

juros vencidos após a

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igualdade

de

condições

 

data

da

sua

com

os

filhos

legítimos,

obrigatoriedade

desde

14

de

julho

de

 

1789.

A

retroatividade

operava radicalmente no

passado

 

até

a

data

referida,

 

refazendo

mesmo

 

as

partilhas

definitivamente julgadas

Várias são as doutrinas que procuram fundamentar a idéia da irretroatividade das leis e dar conta dessa noção de possível retroatividade na aplicação da lei nova. Podemos agrupá-las fundamentalmente em três tipos de teorias distintas: as objetivas, as subjetivas e as ecléticas.

TEORIAS OBJETIVAS

 

TEORIAS SUBJETIVAS

 

TEORIAS ECLÉTICAS

   

a

irretroatividade

da

   

englobam as doutrinas

lei

está

ligada

à

fundadas

definição

de

direito

preponderantemente

entendido

sobre

critérios

do

adquirido, este como

o

 

que

direito

objetivo,

tais

pertence a alguém em

visam à conciliar esses

como o objetivo da lei,

caráter

definitivo

e

dois pontos extremos

a distinção entre

não mais pode lhe ser

direito absoluto

e

tirado.

Sua

principal

relativo, a estrutura da

característica

é

o

norma jurídica

liame entre o direito e

seu titular

 
       

ROUBIER: concepção

francesa de "situação

jurídica".

a

base

Planiol defende a tese

fundamental

da

de

que

a

lei

é

   

retroativa

somente

quando alcança o que

já ocorreu no passado.

No

caso

da

chamada

fundam-se

concepção

de

na

direito

adquirido, entendidos

estes

como

sendo

ciência do conflito das leis no tempo é a

distinção entre efeitos

retroativos

e

imediatos da lei. Uma

retroatividade

mínima

aqueles

que

entram

lei apenas poderia ser

não

ocorreria

retroatividade

mas

em

dele

nosso

domínio,

constituindo

parte integrante

reputada

retroativa

quando viesse a

possuir a pretensão de

tão-somente aplicação imediata da lei.

ser

aplicada

a

fatos

passados

(facta

 

praeteria) . Quando se

aplicasse

aos

fatos

presentes

haveria

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apenas efeito imediato

da

lei

e

não

retroatividade

 
 

Gabba:

é

princípio

do

efeito

perfeitamente justa a

imediato

da

lei

aplicação da lei nova a

comporta,

contudo,

relações constituídas

uma

importante

teorias

realizados

dos

fatos

anteriormente, desde que se respeitem

exceção: trata-se dos

contratos

sucessivos

 

todos aqueles direitos

ou

de execução

adquiridos

por

continuada.

 

Neste

qualquer das partes

caso deve sobreviver a

que nestas estejam

lei

pretérita

que

o

envolvidas

regeu originariamente

Dessa natureza constitucional do princípio da irretroatividade das leis no direito brasileiro surgem importantes conseqüências como a aplicação deste a toda e qualquer lei infraconstitucional, sem qualquer distinção entre lei de direito público e lei de direito privado ou entre lei de ordem pública e lei dispositiva.

É princípio assente também, com base na natureza constitucional da irretroatividade que a lei nova não alcança os efeitos futuros dos contratos celebrados anteriormente a ela e que só atingirá os facta pendentia no que não contrariar direito adquirido.

Deste modo, fica claro que as Constituições brasileiras a partir de 1934, com exceção da de 1937, adotaram em matéria de direito intertemporal, a teoria subjetiva dos direitos adquiridos e não a teoria de Roubier, a teoria objetiva da situação jurídica, com o que se firmou o primado absoluto da idéia de intangibilidade do direito adquirido, do ato jurídico perfeito e da coisa julgada em nosso ordenamento jurídico.

Caio Mário: não há distinção prática entre ambas, os efeitos são os mesmos, mas a segunda tem mais rigor científico.

A Corte Suprema de há muito afastou a doutrina que restringia o conceito de direito adquirido apenas aos fatos consumados, bem como, aquela que

emprestava às leis

de direito público

efeito imediato, incompatível com o

princípio do art. 5º, XXXVI da CF. De fato, na Adin nº 493-0-DF, Tribunal Pleno, de que foi Relator o Min. Moreira Alves (Lex JSTF, 168, p. 70) ficou assentada a tese de que haverá:

  • a) retroatividade máxima, também, denominada restitutiva, quando a lei nova ataca a coisa julgada e os fatos consumados;

  • b) retroatividade média, quando a lei nova atinge os efeitos pendentes de ato jurídico, verificados antes dela;

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c) retroatividade mínima, também, conhecida como temperada ou mitigada, quando a lei nova atinge apenas os efeitos dos atos anteriores, produzidos após a data em que ela entra em vigor.

Se a lei alcançar os efeitos futuros de contratos celebrados anteriormente a

ela, será essa lei retroativa

(retroatividade mínima

) porque vai interferir na

causa, que é um ato ou fato ocorrido no passado.

Dá-se a

retroatividade máxima (também chamada restitutiva

, porque

em geral restitui as partes ao statu quo ante) quando a lei nova ataca a coisa

julgada e os fatos consumados. A

retroatividade é média

quando a lei nova

atinge os efeitos pendentes de ato jurídico, verificados antes dela

Enfim,

a

retroatividade é mínima (também chamada temperada ou mitigada) quando a lei nova atinge apenas os efeitos dos atos anteriores, produzidos após a data em que ela entra em vigor (Matos Peixoto, citado, p. 94).

POSIÇÃO JURISPRUDENCIAL ACERCA DO TEMA: STF considera que o contrato, sendo ato jurídico perfeito, não pode ter seus efeitos futuros regidos por lei superveniente. Assim, se as cláusulas contratuais de aplicação para o futuro não deixam de ser a causa do próprio contrato, sendo elas, também, parte integrante do ato jurídico perfeito, são alcançadas, portanto, pela irretroatividade.

O STJ tem decidido ma linha do STF.

Questão

fundamental

REVOGAÇÃO

:

sobre

a

aplicação

temporal

das

leis

reside

na

Artigo 2 o . Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue. § 1 o . A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o

declare,

quando

seja

com

ela

incompatível ou

quando regule

inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior. (REVOGAÇÃO

 

TÁCITA). § 2 o . A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior. § 3 o . Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.

A revogação pode ser:

Expressa

Tácita

o artigo 9 o . da LC 95/98 não acabou com a hipótese de

revogação tácita, isso porque, mesmo que a nova lei não mencione

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expressamente a revogação dos dispositivos, o ordenamento jurídico não comporta a existência de duas leis que fossem antagônicas. PAMPLONA: não é possível esse entendimento, porque significaria a revogação da própria LINDB, e a LC 95/98 (mesmo com a redação dada pela LC 107) não revogou a LICC, até porque também não foi expressa na revogação, assim, também não é válida nesse aspecto, porque desobedeceu a sua própria regra.

Artigo

9 o .

A

cláusula

de

revogação

deverá

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expressamente, as leis ou disposições legais revogadas.

enumerar,

Total = Ab-Rogação

Parcial = Derrogação

A repristinação é a revogação da norma ou a restauração da norma revogada

pela revogação da norma revogadora. Vedação de sua existência

no

ordenamento, por força do § 2 o . do artigo 2 o ., LINDB. A lei revogada NÃO se restaura pela revogação da lei revogadora, SALVO se a nova lei revogadora

disser que ocorre (§ 3 o ., do artigo 2 o .).

§ 2 o . A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior. § 3 o . Salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei revogadora perdido a vigência.

O dispositivo abaixo demonstra que a lei é IRRETROATIVA.

Artigo 6 o . A Lei em vigor terá efeito imediato e geral, respeitados o ato jurídico perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada.

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§ 1 o . Reputa-se ato jurídico perfeito o já consumado segundo a lei

vigente ao tempo em que se efetuou

. § 2 o . Consideram-se adquiridos assim os direitos que o seu titular,

   

exercício

tenha

termo

pré-fixo,

 

inalterável, a arbítrio de outrem

.

ou alguém por ele, possa exercer como aqueles cujo

ou

 

começo do

condição

preestabelecida

§ 3 o . Chama-se coisa julgada ou caso julgado a

que já não caiba recurso

.

decisão judicial de

Note-se que diante da coisa julgada inconstitucional, esses conceitos devem ser relativizados.

a. Disposições Transitórias adequação da ordem jurídica a uma nova prescrição

legal, protegendo e preservando situações que demandam proteção

no

período

de

transição

de

uma

ordem

para

outra.

EXEMPLO: ADCT

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estabilidade. São provisórias, têm limitação temporal na amplitude da norma jurídica. TRF1: esse regime legislativo tem um nome próprio.

b. Retroatividade a vigência (momento em que a norma é posta no mundo

jurídico)

não

pode

retroagir.

A

eficácia

pode

retroagir.

A

regra

é

a

IRRETROATIVIDADE (LEGAL E CONSTITUCIONAL = TRF1).

A

exceção

é

a

RETROATIVIDADE que para ser admitida algumas situações de maior

relevância são preservadas

. EXEMPLO: direito adquirido, o ato jurídico

perfeito e a coisa julgada. É importante destacar as hipóteses de relativização da coisa julgada, que pode ocorrer nos casos de: inconstitucionalidade da sentença ou de exame de DNA. Nessa última hipótese, quando foi declarado pai e não o era (cabe a relativização); se, espontaneamente, declarou-se pai,

mas não o era (não cabe a relativização).

RETROATIVIDADE IRRETROATIVIDADE RETROATIVIDADE (TEMPERADA OU MITIGADA) MÍNIMA Norma que atinge Norma que não se Norma que
RETROATIVIDADE IRRETROATIVIDADE RETROATIVIDADE (TEMPERADA OU MITIGADA) MÍNIMA
Norma que atinge
Norma
que
não
se
Norma
que atinge
os
efeitos
os efeitos de atos
aplica
a
qualquer
futuros de atos anteriores à
jurídicos
situação
jurídica
sua vigência (TRF1).
praticados sob o
constituída
Não é propriamente uma
império da norma
anteriormente.
retroatividade,
é
mais
uma
revogada.
aplicação imediata da lei.
Os fatos e as relações
jurídicas são sempre regidos
pela
lei
sob
cujo
império
nasceram,
mesmo
quando
esta lei é ab-rogada e
substituída
por
outra.
Entretanto
a
lei
nova
pode,
em
certas
circunstâncias
excluir
a
aplicação
da
lei
anterior, o que ocorre quando
o
sentimento
jurídico
ou
a
razão do legislador são por tal
forma
contrariados
pela
lei
antiga,
que
seu
efeito
material se torna a partir daí
insuportável

A diferença entre o ato jurídico perfeito e o direito adquirido é muito difícil de ser estabelecida. Conceito básico de:

Ato Jurídico Perfeito ato que já se consuma segundo a lei de seu tempo Direito Adquirido direito incorporado ao patrimônio do particular

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O tempo de aposentadoria não é direito adquirido, mas mera expectativa de

direito.

A norma jurídica (sentença, ato administrativo) deve respeitar o ato jurídico

perfeito, o direito adquirido e a coisa julgada. Mas o Poder Constituinte

Originário NÃO tem limites, podendo afastá-los, mas o Poder Constituinte

Derivado não pode, porque eles são direitos fundamentais protegidos como

cláusulas pétreas.

Entretanto, o STF afirma que o direito adquirido não poderia ser levado aos

extremos, já que se fosse assim não poderia ter havido a abolição da

escravatura, já que os senhores teriam direito adquirido aos seus escravos.

A aprovação em concurso público é mera expectativa de direito, já que à

Administração caberá discricionariamente decidir a contratação, mas o STF

entende que se a administração contratar outros, passa a ser direito adquirido,

durante o prazo de validade do concurso.

3.4. Aplicação espacial de normas jurídicas

 

Pela LINDB, serão solucionados os conflitos decorrentes da aplicação espacial

de normas, que estão relacionadas à noção de soberania dos Estados, por isso,

é que a LINDB é considerada o Estatuto de Direito Internacional Privado

brasileiro.

Deve ser estudada no DIPr, mas vale registrar que o Brasil adota o

da territorialidade moderada,

ou

seja,

é

lei brasileira

princípio
princípio

adotada, mas

admite-se a aplicação, em certos casos, de lei estrangeira.

O critério da extraterritorialidade é admissão de aplicação no território nacional

de lei de outro Estado de acordo com os tratados internacionais.

ESTATUTO PESSOAL é quando as normas de um Estado acompanham o seu

nacional para regular seus interesses em outro país, o Brasil admite isso em

algumas relações.

A decisão proferida em país estrangeiro será homologada desde que não

contrarie a soberania nacional e os princípios basilares do ordenamento

jurídico pátrio (exequatur = autorização para cumprimento, no Brasil, da

sentença estrangeira).

4. Questões Comentadas

1.(TRE/RN-2011-Analista Judiciário- FCC) A lei

do país em que for domiciliada a pessoa determina as

regras sobre o começo e o fim da personalidade, o

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nome, a capacidade e os direitos de família. No caso de casamento, tendo os

nubentes domicílio diverso, regerá os casos de invalidade do matrimônio a lei

do: a) primeiro domicílio conjugal. b) último domicílio conjugal. c)

qualquer domicílio conjugal estabelecido por mais de um ano.d) domicílio da

mulher anterior ao casamento e) qualquer domicílio conjugal estabelecido por

mais de três anos.

Resposta: letra A § 4º do art. 7º da LINB.

2. ( TJ/PE-2011- juiz de direito- FCC)No Direito brasileiro vigora a seguinte

regra sobre a repristinação da lei:

a)não se destinando a vigência temporária, a lei vigorará até que outra a

modifique ou revogue.

  • b) se, antes de entrar em vigor, ocorrer nova publicação da lei, destinada a

  • prazo para

correção, o

publicação.

entrar

em vigor

começará

a

correr

  • as correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova.

c)

da

nova

d)

salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por

  • ter a lei revogadora perdido a vigência.
    e)

a lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já

  • existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

Resposta: letra D §2º do art 2º LINB.

3. (TCE/RR-2011- procurador do tribunal de contas no MP- FCC)Em

relação à aplicação da lei no tempo, é correto afirmar:

a)

Salvo disposição em contrário, a vigência da lei inicia- se a partir de sua

  • publicação oficial.
    b)

Salvo disposição em contrário, a vigência da lei inicia- se no país

  • quarenta e cinco dias depois de publicada oficialmente. c) Exceto

disposição contrária, a lei revogada restaura- se

  • revogadora perdido a vigência.

ao

ter

a

lei

d)

vigência

da

lei começa

  • promulgação da Medida Provisória.

A

a

partir da sanção presidencial, ou da

e)

Lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já

  • existentes, poderá eventualmente revogar ou alterar a lei anterior.

Resposta: letra B art. 1º LINB

4. ( TJ/AM-2011- titular de serventias de notas-FCC)Quanto às leis é

correto afirmar:

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  • a) Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o País, 45

(quarenta e cinco) dias depois de oficialmente promulgada.

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b) Nos Estados estrangeiros, a obrigatoriedade da lei brasileira, quando

b)

Nos Estados estrangeiros, a obrigatoriedade da lei brasileira, quando

admitida, se inicia 90 (noventa) dias depois de oficialmente promulgada.

 
 

c)

Se antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publicação de seu texto,

destinada a correção, o prazo de início de sua vigência começará a correr da

destinada a correção, o prazo de início de sua vigência começará a correr da

data da primeira publicação.

d)

Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a

modifique ou a revogue, ou venha a cair em desuso devidamente

modifique ou a revogue, ou venha a cair em desuso devidamente

reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal em ação específica.

 
e) A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par

e)

A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par

das já existentes, não revoga nem modifica a anterior.

Resposta: letra E §2º art. 2º LINB

 

5.

Lista das questões comentadas

1.(TRE/RN-2011-Analista Judiciário- FCC) A lei do país em que for

domiciliada a pessoa determina as regras sobre o começo e o fim da

personalidade, o nome, a capacidade e os direitos de família. No caso de

casamento, tendo os nubentes domicílio diverso, regerá os casos de invalidade

do matrimônio a lei do:

 
  • a) primeiro domicílio conjugal.

  • b) último domicílio conjugal.

  • c) qualquer domicílio conjugal estabelecido por mais de um ano.

  • d) domicílio da mulher anterior ao casamento

  • e) qualquer domicílio conjugal estabelecido por mais de três anos.

 

Resposta: letra A § 4º do art. 7º da LINB.

 
  • 2. ( TJ/PE-2011- juiz de direito- FCC)No Direito brasileiro vigora a seguinte

regra sobre a repristinação da lei:

 

a)não se destinando a vigência temporária, a lei vigorará até que outra a

modifique ou revogue.

 

b)

se, antes de entrar em vigor, ocorrer nova publicação da lei, destinada a

  • prazo para

correção, o

entrar

em vigor

começará

a

correr

da

nova

 

publicação.

  • as correções a texto de lei já em vigor consideram-se lei nova.

c)

 

d)

salvo disposição em contrário, a lei revogada não se restaura por ter a lei

  • revogadora perdido a vigência.

e)

a lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já

  • existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.

  • 3. (TCE/RR-2011- procurador do tribunal de contas no MP- FCC)Em

relação à aplicação da lei no tempo, é correto afirmar:

 
  • Salvo disposição em contrário, a vigência da lei inicia- se a partir de sua

a)

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publicação oficial.

b) Salvo disposição

contrário, a

vigência da

lei inicia-

  • quarenta e cinco dias depois de publicada oficialmente.

em

se

no

país

c) Exceto

disposição contrária, a lei revogada restaura- se

  • revogadora perdido a vigência.

ao

ter

a

d)

vigência

da

lei começa

  • promulgação da Medida Provisória.

A

a

partir

da sanção presidencial, ou

lei

da

e)

Lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já

  • existentes, poderá eventualmente revogar ou alterar a lei anterior.

4. ( TJ/AM-2011- titular de serventias de notas-FCC)Quanto às leis é

correto afirmar:

a)

Salvo disposição contrária, a lei começa a vigorar em todo o País, 45

  • (quarenta e cinco) dias depois de oficialmente promulgada.
    b)

Nos Estados estrangeiros, a obrigatoriedade da lei brasileira, quando

  • admitida, se inicia 90 (noventa) dias depois de oficialmente promulgada.
    c)

Se antes de entrar a lei em vigor, ocorrer nova publicação de seu texto,

  • destinada a correção, o prazo de início de sua vigência começará a correr da data da primeira publicação.
    d)

Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a

  • modifique ou a revogue, ou venha a cair em desuso devidamente reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal em ação específica.
    e)

A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já

  • existentes, não revoga nem modifica a anterior.

  • 6. Gabarito

1.A 2.D

3.B

4.E

  • 7. Conclusão

Gente, por hoje é só! Lembre-se a DICA É: lei a

minha aula

de teoria

primeira, depois leia a lei seca, procurando memorizá-la com a REALIDADE!

Garanto que na hora da prova, não se esquecerão de NADA!

Não se esqueçam de ler a minha explicação sobre a matéria (teoria); é muito

importante para que a FCC não te surpreenda com questão de teoria!

Agora é com vocês!!!! Bons estudos!!! Estarei nessa juntos!!!!

Rumo ao sucesso SEMPRE!

Abraços,

Lili.

Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE Teoria e Questões Comentadas da FCC Profa.Liliana Collina –

Direito Civil p/ Analista Judiciário do TRE/CE

Teoria e Questões Comentadas da FCC

Profa.Liliana CollinaAula 00