Fortaleza

Abril de 2007
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Diretoria de Operações
Gerência de Segurança e Infra-Estrutura
ASF / SPPC / CATS
_____________________
Alexandre de Sousa Fontenelle
Gerente de Segurança e Infra-Estrutura
Eng
o
Civil – CREA/CE 7197-D
_______________________
Sarita de Paula Pereira Cavalcante
Eng
a
de Segurança de Obras Hídricas
Eng
a
Civil – CREA/PE 028723 –D
_____________________
Célio Augusto Tavares e Sales
Engº de Segurança de Obras Hídricas
Eng
o
Civil – CREA/CE 7491-D
VOLUME 1 / 2
Fortaleza
Abril de 2007
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Diretoria de Operações
Gerência de Segurança e Infra-Estrutura
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
Gerência de Segurança e Infra-Estrutura
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
Alexandre de Sousa Fontenelle, Gerente de Segurança e Infra-Estrutura
Sarita de Paula Pereira Cavalcante, Eng
a
de Segurança de Obras Hídricas
Célio Augusto Tavares e Sales, Eng
o
de Segurança de Obras Hídricas
Fortaleza, Abril de 2007
433p.
2 volumes
Segurança de Barragens. Riscos. Inspeções.
Instrumentação. Obras de Recuperação.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
SUMÁRIO
VOLUME 1 / 2
1. APRESENTAÇÃO__________________________________________________1
2. AÇÕES DE SEGURANÇA DE BARRAGENS EXECUTADAS PELA
COGERH NO ESTADO DO CEARÁ____________________________________3
2.1. OBRAS DE RECUPERAÇÃO___________________________________________ 6
2.1.1 BARRAGEM OLHO D’ÁGUA________________________________________________ 6
2.1.2 PASSAGEM MOLHADA QUIXERÉ___________________________________________ 6
2.2. TREINAMENTOS SOBRE SEGURANÇA DE BARRAGENS __________________ 9
2.3. INSTRUMENTAÇÃO_________________________________________________ 10
2.4. ELABORAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS PARA CONGRESSOS _________ 12
2.5. OUTRAS ATIVIDADES_______________________________________________ 12
3. INSPEÇÕES FORMAIS DE SEGURANÇA _____________________________12
4. CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO DAS AÇÕES DE SEGURANÇA DE
BARRAGENS ____________________________________________________13
4.1. METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO RISCO ___________________________ 13
4.1.1 PONTUAÇÃO DO NÍVEL DE PERIGO DAS ANOMALIAS DA BARRAGEM (NPA) ____ 15
4.1.2 INDICE DE VULNERABILIDADE (IV) ________________________________________ 19
4.1.3 MATRIZ DE RISCO______________________________________________________ 21
4.1.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS DE RISCO ____________________________________ 25
4.2. METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO CUSTO DE RECUPERAÇÃO _________ 27
4.2.1 CUSTO DA RECUPERAÇÃO DAS ANOMALIAS _______________________________ 27
4.2.2 CUSTO DAS DEMANDAS DAS GERÊNCIAS REGIONAIS _______________________ 27
4.2.3 CUSTO DA RECUPERAÇÃO NO CASO DE ARROMBAMENTO __________________ 27
4.2.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS _____________________________________________ 31
5. CONCLUSÕES ___________________________________________________31
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ___________________________________33
7. ANEXOS ________________________________________________________34
7.1. Anexo 1___________________________________________________________ 35
7.1.1 Gráfico 1: Evolução Anual das Inspeções ___________________________________ 36
7.1.2 Relação de Vistorias por Gerência __________________________________________ 39
7.1.3 Quadro dos açudes inspecionados no período de janeiro a dezembro de 2006_________56
7.1.4 Relação dos Açudes por Nível de Perigo das Anomalias _________________________ 73
7.1.5 Tabela com os 62 açudes estaduais por ordem alfabética _______________________ 123
7.2. Anexo 2__________________________________________________________ 128
7.2.1 Apresentações do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens. ________ 129
7.2.2 Lista de participantes do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de
Barragens ____________________________________________________________176
7.2.3 Relato dos Treinamentos / Fotografias. _____________________________________187
7.2.4. Impacto a Jusante dos Açudes Estaduais _____________________________________203
a) População Urbana em Risco (Conseqüência) ________________________________204
b) Risco a População Jusante (Impacto a Jusante (Probabilidade) x População) ______205
VOLUME 2 / 2
7.3. Anexo 3 - Por Gerência _____________________________________________ 208
7.3.1 Gráfico da Evolução Anual das Inspeções; __________________________________ 209
7.3.2 Relação Total por Gerência (Magnitudes e Nível de Perigo); ____________________ 214
7.3.3 Relação de anomalias PEQUENA, por Gerência e por Açude; __________________ 282
7.3.4 Relação de anomalias MÉDIA , por Gerência e por Açude; _____________________ 330
7.3.5 Relação de anomalias GRANDE, por Gerência e por Açude . ____________________ 386
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
1
1. APRESENTAÇÃO
O Estado do Ceará é inserido fundamentalmente dentro do semi-árido brasileiro, com
regime de chuvas caracterizado por grande variabilidade espacial, anual e intra-anual.
A geologia é caracterizada por solos rasos e impermeáveis, os rios são intermitentes e
caudalosos nos períodos chuvosos. A infra-estrutura hídrica é composta por barragens
para armazenamento durante o período chuvoso e liberação no período seco,
estruturas de canais, túneis e adutoras, para a condução das águas aos locais de
consumo.
A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará - COGERH opera
e monitora 126 barragens no Estado do Ceará (sendo 62 estaduais, 63 federais e 1
particular). Estas barragens devem ser mantidas de forma satisfatória a fim de permitir
a eficácia na Gestão dos Recursos Hídricos.
A COGERH opera a pouco mais de 10 anos (foi criada em dezembro de 1993) e se
mantém com recursos próprios provenientes da cobrança da utilização da água bruta
dos seus reservatórios. As 62 barragens estaduais monitoradas pela COGERH são
responsáveis pelo abastecimento direto de mais de 37 sedes municipais incluindo a
Região Metropolitana de Fortaleza.
A segurança de barragens constitui um motivo de preocupação para a sociedade,
devido aos riscos potenciais a que ficam sujeitas às pessoas e bens instalados nos
vales a jusante, face à possibilidade, embora remota, de ocorrência de rupturas destas
obras. Evoluções, tais como a do processo natural de envelhecimento das obras, ou a
da tendência, freqüentemente verificada, para a ocupação dos vales a jusante das
barragens, bem como o aumento da percepção do risco associado a este tipo de
estruturas, conduzem a maiores exigências de segurança de barragens. Estas se
traduzem, nomeadamente, pelo estabelecimento e cumprimento de normas de
operação e de programas de inspeção, observação, auscultação (monitoração) e
manutenção.
O grande número de anomalias observadas exige que seja estabelecida uma
sistemática para priorização e descentralização das ações de manutenção. O objetivo
de uma avaliação de segurança é determinar as condições relativas à segurança
estrutural e operacional de uma barragem. A avaliação deve identificar os problemas e
recomendar tanto os reparos corretivos, restrições operacionais e/ou modificações
quanto às análises e os estudos para determinar as soluções. Deve ser um esforço
contínuo, que exige o estabelecimento de vistorias e avaliações periódicas da
segurança, durante toda a existência da estrutura. A vistoria é uma observação
abrangente dos elementos físicos e visíveis da barragem e das suas estruturas
associadas.
Este relatório tem com objetivo geral apresentar uma avaliação do desempenho de
barragens de propriedade do Estado do Ceará, monitoradas pela COGERH, assim
como as principais ações desenvolvidas no âmbito da segurança, com ênfase nas
inspeções e riscos, visando priorizar a recuperação e o monitoramento de barragens.
A Figura 1 apresenta a localização das 126 barragens monitoradas do estado do
Ceará, onde se destacam as 76 inspecionadas no ano de 2006 (62 estaduais
monitoradas, 1 estadual não monitorado, 1 estadual monitorado não concluído, 11
federais e 1 particular)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
2
Crateús Parnaíba (9)
Crato Salgado (2)
Iguatu Alto Jaguaribe (1)
Limoeiro Médio e Baixo
Jaguaribe (4/5)
Metropolitana Metropolitana (10)
Pentecoste Curu e Litoral (8/11)
Quixeramobim Banabuiú (3)
Sobral Acaraú e Coreaú (6/7)
Gerência
Regional
Bacia
Hidrográfica
1- Alto Jaguaribe
2- Salgado
3- Banabuiú
4- M. Jaguaribe
5- Baixo Jaguaribe
6- Acaraú
7- Coreaú
8- Curu
9- Parnaíba
10- Metropolitana
11- Litoral
B. Hidrográfica
> 500 milhões de m³
100 a 500 milhões de m³
10 a 100 milhões de m³
1 a 10 milhões de m³
Capacidade dos Açudes
7
10
8
6
11
4
9 3
5
2
1
Várzea da Volta
Atalho
Quixabinha
Gomes
Prazeres
Thomás
Osterne
Manoel
Balbino
Olho D'água
Ubaldinho
Estrema
Tatajuba
Lima Campos
Quincoé
Trussu
Orós
Valério
Canoas
Do Coronel
Pç. da Pedra
Parambu
Trici
Barra Velha
Favelas
Várzea do Boi
Forquilha II
Adauto Bezerra
Madeiro
Canafístula
Potiretama
Ema
J. Távora
Jenipapeiro
N. Floresta
Rch. do Sangue
Jaburu I
Colina
Flor do Campo
Carnaubal
Realejo
Sucesso
Cupim
Jaburu II
Serafim
Dias
S. José II
Cap. Mor
Patu
Jatobá
Trapiá II
Banabuiú
Mons. Tabosa
Vieirão
S. José I
Fogareiro
Quixeramobim
Cedro
Pedras Brancas
Cipoada
Poço do Barro
Stº. Antº. de Russas
Pompeu Sobrinho
Castro
Pacajus
Acarape
do Meio
Amanary
Riachão
Gavião
Cauhipe
Sitios
Novos
Frios
Caxitoré
Pentecoste
Jerimum
Tejuçuoca
Gal.
Sampaio
Trapiá I
S. Domingos
Souza
Salão
Caracas
Poço Verde
Sta. Maria Aracat.
Patos
S. Pedro
Timbaúba
Mundaú
Quandú
Carão
Farias de Sousa
Bonito
Araras
Edson Queiroz
Arrebita
Forquilha
Ayres de Souza
Sobral
Acaraú Mirim
São Vicente
Trapiá III
Angicos
Diamante
Premuoca
Tucunduba
Martinópole
Gangorra
Tigre
Pacoti
Penedo
Desterro
Benguê
Cachoeira
Rivaldo de Carvalho
S. Mateus
Muquém
Catucinzenta
Malcozinhado
Aracoiaba
Castanhão
Itaúna
Pirabibu
Rosário
Santo Antônio
Sto. Antº. Aracat.
Carmina
15/12/2006
Pau Preto
Arneiroz II
Faé
Santa Maria
`
1
Açude Inspecionado
Açude Não Inspecionado
(Federais)
Inspeção Formal de Segurança 2006
Figura 1 – Localização dos 126 Açudes Monitorados nas 11 Bacias Hidrográficas do
Estado do Ceará
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
3
A construção de barragens importantes pelo Estado do Ceará ocorreu
preponderantemente a partir da década de 80, sendo que na década de 90 houve um
impulso considerável na construção de barragens em função dos programas de
financiamento do Banco Mundial (PROURB, PROGERIRH e PRO-ÁGUA/MI) , com a
construção de 23 barragens de médio porte a partir de 1994. A Figura 2 apresenta a
classificação das 62 barragens estaduais monitoradas pela COGERH por faixas de ano
de construção e altura, das quais 59 são de aterro compactado em terra (T) e
terra/enrocamento (TE), 2 de alvenaria de pedra (AP) e 1 de concreto compactado a
rolo (CCR).
1
3
5
0
1 1
21
6
1
0 0
2
0 0
1
0
3
4
27
8
0
5
10
15
20
25
30
< 1960 1960 - 1980 1990 - 2000 > 2000
Início de Operação
Q
u
a
n
t
i
d
a
d
e

d
e

B
a
r
r
a
g
e
n
s
” 15 m
15 m - 30 m
30 m - 45 m
> 45 m
Total
Figura 2 – Classificação das 62 barragens estaduais por faixas de idade e altura
2. AÇÕES DE SEGURANÇA DE BARRAGENS EXECUTADAS PELA COGERH NO
ESTADO DO CEARÁ
A partir do ano de 1995, com a preocupação de garantir a segurança de suas
barragens, a COGERH estruturou-se com o Departamento de Engenharia de
Segurança de Obras Hídricas (DESOH), que posteriormente transformou-se na atual
Gerência de Segurança e Infra-Estrutura (GESIN). A equipe da GESIN atualmente é
composta por um núcleo de infra-estrutura e um núcleo de eletro-mecânica, a Figura 3
apresenta os seus componentes.
As ações de segurança realizadas GESIN consistem basicamente em inspeções de
rotina e periódicas, leituras e análise da instrumentação, avaliação do potencial de
risco, manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos hidromecânicos e
treinamentos. O fechamento do ciclo de atividades se realiza no planejamento das
intervenções de segurança (obras de recuperação) na parte civil que são
hierarquizadas com base na elaboração da matriz de risco (Figura 4).
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
4
Figura 3 – Equipe integrante da GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura
Figura 4 – Fluxograma de Planejamento das Ações de Segurança de Barragens
Gerente
Alexandre de Sousa Fontenelle
Engenheiro Civil - M. Sc.
Núcleo Infra-Estrutura:
Engenheiros Civis
Célio Augusto Tavares e Sales, M. Sc.
Sarita de Paula Pereira Cavalcante, M. Sc.
Luís Loiola Júnior
Téc. Edificações / Estradas:
João Bruno de Sousa Canuto
Antônio Vilemar Bezerra Lima
Núcleo Eletro-Mecânica:
Engenheiro Mecânico:
José Almir Franco da Silva Filho
Engenheiro Eletricista:
Adriano Lima Ribeiro
Tecnólogo Eletro-Mecânica:
José Arimateia Souza
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
5
As ações de segurança de barragens visam um bom desempenho no que concerne
aos fatores: (a) estruturais, ligados à resistência e estabilidade das obras; (b)
hidráulico-operacionais, ligados ao funcionamento dos equipamentos de segurança e
operação e seus respectivos equipamentos; e, (c) ambientais, sociais e econômicos,
ligados ao impacto sob as populações, os sistemas produtivos, o meio terrestre, a
água, a fauna e flora. Deve-se evitar a ocorrência de deterioração por intermédio de
adequadas medidas preventivas de projeto, construção e exploração, bem como de
conservação e manutenção.
As obras devem ser inspecionadas e observadas ao longo da vida, de modo a permitir
o controle das suas condições de segurança e operacionalidade. Estas ações podem
ser classificadas em: (a) estruturais, consistindo de obras de recuperação e reforço; e
(b) não estruturais: constituídas por inspeções de rotina e formais através de check-lists
e de especialistas, avaliação de risco, capacitação de gerentes, técnicos e operadores
residentes denominados Agentes de Guarda e Inspeção (AGIRs), monitoramento da
instrumentação das barragens, elaboração e controle de livros de ocorrências nas
barragens, elaboração de dossiês contendo dados de projeto como construído (“as
built”), tais como: arranjo geral, seções tipo da barragem, seção do sangradouro e
tomada de água. Estas medidas deverão permitir detectar em tempo útil o
desenvolvimento de um eventual cenário de deterioração e tomar as medidas
corretivas apropriadas, de modo a evitar o desenvolvimento desse cenário ou, pelo
menos, reduzir as suas conseqüências.
Quanto às ações estruturais e não estruturais de segurança de barragens, no ano de
2006, destacamos as seguintes:
- Projeto Executivo e Obras de Intervenções de Segurança na Barragem Olho d’Água
(Várzea Alegre), iniciadas em maio de 2006 e em andamento;
- Obras de Execução dos Serviços De Recuperação da Passagem Molhada de
Quixeré, no Município de Quixeré-Ce - Bacia do Baixo Jaguaribe - Gerência Regional
de Limoeiro do Norte.
- Acompanhamento do Plano de Operação e Manutenção do Sistema de Água Bruta do
Estado do Ceará (POM) – em andamento (atualmente, 21,4% dos trabalhos estão
concluídos).
- Acompanhamento, análise e implantação das Listas de inspeção formais (Check-list)
das Barragens Estaduais monitoradas no SISOH (até 30 de novembro de 2006, foi
inserido no SISOH um total de 108 inspeções formais realizadas no mesmo ano).
- Acompanhamento e Monitoramento dos Instrumentos de segurança de 8 Barragens
(Jaburu I, Aracoiaba, Flor do Campo, Barra Velha, Sousa, Olho d´água, Canoas e
Gavião)
- Desenvolvimento e implementação de uma ferramenta computacional (Programa
PIEZO) para monitoramento da instrumentação das barragens, no âmbito do contrato
de monitoramento de segurança da barragem Jaburu I (JAN-FEV-MAR) (Contrato
SRH/COGERH/COBA).
- Elaboração de orçamento de recuperação e melhoria da operação de 51 barragens
perfazendo um valor de R$ 5,1 milhões.
- Especificações técnicas para execução de obras e intervenções de segurança em
barragens do Estado do Ceará – Contemplando 25 barragens – Orçamento total de
R$991.295,10 (enviado para o Ministério da Integração).
- 3º Ciclo de Treinamentos sobre Segurança de Barragens, nas 7 Gerências Regionais
(total de 8 treinamentos)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
6
2.1. OBRAS DE RECUPERAÇÃO
2.1.1 BARRAGEM OLHO D’ÁGUA
As obras de melhoria da segurança do açude Olho D’Água foram iniciados em maio de
2006, para a qual foram previstas as seguintes etapas:
x Serviços Preliminares: Instalação e manutenção do canteiro; Desmatamento,
destocamento e limpeza de área a jusante da barragem (apenas iniciado);
Caminhos de serviço.
x Drenagem: Poços de alívio e trincheira de drenagem (concluídos); Caixas de
medição de vazões de percolação ( a executar);
x Recomposição do talude jusante com proteção vegetal (parcialmente executado,
50%).
x Instrumentação com piezômetros e medidores de nível d’água: Os serviços de
instrumentação da barragem ainda não foram iniciados.
x Recuperação do Sangradouro: os serviços foram concluídos, após a execução de
reforço do cordão de fixação com concreto ciclópico.
A Figura 5 apresenta as fotografias das obras de recuperação da Barragem Olho
D’Água iniciadas em maio de 2006, e que estão em andamento.
2.1.2 PASSAGEM MOLHADA QUIXERÉ
Após 40 anos de existência sem a devida manutenção, a erosão progressiva da
barragem de Quixeré, a colocava em risco de danos físicos requerendo medidas
corretivas para recuperar sua estabilidade. Considerando-se o risco de rompimento da
mesma, justificou-se uma ação urgente de recuperação por parte do Poder Público,
considerando-se a proximidade da estação chuvosa, que dificultaria os serviços e
poderia resultar em maior deterioração da estrutura da barragem.
Foi então realizada a recuperação de partes afetadas por erosão na barragem de
Quixeré, situada no braço direito do rio Jaguaribe, no município de Quixeré. O serviço
constou da recuperação da parede com a recomposição da estrutura de alvenaria de
pedra argamassada e concreto simples.
A Figura 6 apresenta as fotografias das obras de recuperação da Passagem Molhada
Quixeré realizadas no ano de 2006.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 / GESIN – COGERH
ASF / SPPC / CATS
7
DRENAGEM RECUPERAÇÃO DOS TALUDES
Antes – Fuga D’água a Jusante Antes - Erosão nos Taludes de Jusante
Execução de Poços de Alívio Detalhe – Erosão nos Taludes Jusante
Detalhe de poços de alívio em operação. Detalhe intervenções talude de jusante
Execução da trincheira de drenagem (concluída) Recuperação dos taludes (paralisada)
Figura 5 -Obras de recuperação da Barragem Olho D’Água, iniciadas em maio de
2006 (atualmente paralisadas).
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 / GESIN – COGERH
ASF / SPPC / CATS
8
Vista lateral do trecho rompido na porção central da
passagem molhada
Vista de trecho rompido na porção central da
passagem molhada
Desvio de vazões no trecho danificado Demolição do muro de jusante na porção central da
passagem molhada
Reconstrução do muro no trecho rompido (a) Reconstrução do muro no trecho rompido (a)
Vista do trecho central após a recuperação Vista geral da passagem molhada recuperada
Figura 6 -Obras de recuperação da Passagem Molhada Quixeré em 2006.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
9
2.2. TREINAMENTOS SOBRE SEGURANÇA DE BARRAGENS
A capacitação dos técnicos da Companhia para a melhoria da segurança de barragens
constitui outra ação não estrutural, tendo sido realizado no ano de 2006 o 3º. Ciclo
de Treinamento em Segurança de Barragens para Técnicos e AGIRs (Figura 7). Os
dois primeiros ciclos de treinamentos foram realizados nos anos de 2002 e 2004. Cada
ciclo é composto de 6 treinamentos, os quais são realizados nas sedes de cinco
gerências regionais, com uma carga horária de 12 horas. A parte teórica contém
noções de gerenciamento dos recursos hídricos, conceitos básicos de segurança de
barragens, anomalias em barragens, atribuições do AGIR, preenchimento de listas de
inspeção formais de barragens (check-list) de terra e de concreto, manutenção e
operação de equipamentos hidromecânicos. A parte prática consiste no preenchimento
da lista de inspeção formal de campo numa barragem representativa da gerência
regional. Os treinamentos contaram no ano de 2006 com a participação de cerca de
200 funcionários, entre gerentes, técnicos e AGIRs.
A manutenção dos equipamentos hidromecânicos das tomadas d’água das barragens
constituem outra parte importante na segurança da estrutura, de forma que um
treinamento específico para AGIRs tem sido realizado pelo núcleo de eletromecânica,
no local da barragem, com práticas de manutenção e operação dos equipamentos de
tomada d’água. Na ocasião é fornecido todo o material e as ferramentas necessárias
para a operação satisfatória dos equipamentos.
O anexo 02 apresenta a lista de participantes do 3º Ciclo de Treinamentos sobre
Segurança de Barragens e as apresentações utilizadas.
Figura 7 – 3º Ciclo de Treinamentos sobre Segurança de Barragens - 2006
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
10
2.3. INSTRUMENTAÇÃO
Em complemento às ações de inspeções estão em fase de consolidação as atividades
de monitoramento de barragens por instrumentação, através de piezômetros,
medidores de nível d´água e medidores de vazão pela fundação. Nos últimos quatro
anos o número de barragens instrumentadas passou de 3 para 10, e a quantidade de
instrumentos de 93 para 160. Atualmente são sete as Barragens instrumentadas e
acompanhadas pela GESIN: Jaburu I, Flor do Campo, Barra Velha, Aracoiaba, Olho
D’água, Gavião e Souza. O trabalho [2] apresenta a metodologia utilizada pela
COGERH com relação aos dados da instrumentação e o diagnóstico da segurança
destas barragens, com base na instrumentação. Além destas barragens existem mais 3
instrumentadas e que estão na fase inicial de leituras: Canoas, Fae e Arneiroz II.
Encontra-se em fase de implementação e projeto a instrumentação de mais 5 novas
barragens (Pacoti, Gangorra, Ubaldinho, Sítios Novos e Muquém) além da recuperação
e ampliação da instrumentação já existente (nas barragens Gavião, Souza, Jaburu I,
Flor do Campo).
O monitoramento por instrumentação tem exigido esforço significativo para a sua
implementação definitiva. Pretende-se como próximo passo a ser perseguido a
determinação do nível de alerta em relação à segurança do talude e ao fluxo com base
nas leituras da instrumentação.
Foi desenvolvida e implementada pela COGERH, no ano de 2006, uma ferramenta
computacional para automatizar o tratamento e análise dos dados coletados
denominada PIEZO-COGERH, a qual permite avaliar graficamente a poro-pressão e a
posição da linha freática atuante na seção da barragem, bem como as cotas
piezométricas e as medidas de vazão ao longo do tempo. A Figura 8 apresenta um
exemplo de telas deste programa.
A Tabela 1 apresenta um quadro resumo da situação operacional das barragens em
função da instrumentação.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
11
Figura 8 - Telas do programa PIEZO-COGERH de monitoramento de segurança
de barragens.
Tabela 1 – Quadro resumo da situação operacional das barragens analisadas.
BARRAGEM
Condição Geral de
Drenagem
Funcionamento do Sistema de
Drenagem Interna
Situação
Operacional
Observações Complementares
Jaburú I Controlada Inoperância Parcial Atenção
Com os filtros vertical e horizontal contaminados a LF está
suspensa. O vertedor V6, ao contrário dos demais apresenta
vãzões, monotonicamente, decrescentes.
Flor do Campo Controlada Normal Normal
A inoperância de alguns instrumentos dificultam o
delineamento da LF, mas o prognóstico é de que o SDI
controla a rede de fluxo.
Barra Velha Controlada Normal Normal
Os problemas dos piezômetros citados é que
apresentaram leituras bem acima do esperado
Aracoiaba Controlada Inoperância Parcial Atenção
O controle foi dito parcial por causa da elevação da LS,
detectada na seção 44, e sugere um problema localizado.
Olho D'água Não Controlada Deficiente Alerta
O açude Olho D'água apresenta vazões de percolação muito
altas chegando a 25,46% da vazão regularizável. O tapete
construído não reduziu a percolação na magnitude desejada
Gavião Controlada Inoperância Parcial Atenção
O açude Gavião não apresenta surgências d'água em
taludes, no entanto, não se sabe ao certo as dimensões e
posição do SDI.
Souza Controlada Inoperância Parcial Atenção
As vazões de percolação encontram-se abaixo das
esperadas pelas hipóteses de projeto
LF - Linha Freática SDI - Sistema de Drenagem Interna
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
12
2.4. ELABORAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS PARA CONGRESSOS
APROVADOS E APRESENTADOS
x “Monitoramento de Segurança de Barragens por Instrumentação no Estado do
Ceará”, III Simpósio sobre Instrumentação de Barragens, Comitê Brasileiro de
Barragens, São Paulo, 2006.
ENVIADOS / A SEREM APROVADOS
x “Priorização de Ações de Segurança em Barragens do Estado do Ceará através
de Inspeções e Matriz de Risco”, XXVII Seminário Nacional de Grandes
Barragens – Belém – PA, 2007.
x “Estabilização e Melhoria da Segurança de Vertedouros de Barragens do Estado
do Ceará (Pacajus e Rosário)”, XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens
– Belém - PA, 2007.
2.5. OUTRAS ATIVIDADES
Análises de Segurança dos projetos de barramentos e passagens molhadas para a
Câmara Técnica de Licença do Conselho de Recursos Hídricos do Ceará – CONERH.
3. INSPEÇÕES FORMAIS DE SEGURANÇA
Na GESIN foram idealizadas e formuladas as listas de inspeções de rotina e formais de
barragens de terra e de concreto, e iniciadas as primeiras inspeções formais a partir do
ano de 2000. Atualmente as inspeções formais estão institucionalizadas na COGERH
constituindo parte da sua cultura, face do número de inspeções realizadas. As
inspeções formais foram programadas a serem realizadas antes e após o período
chuvoso, que corresponde ao período de fevereiro a maio.
As inspeções são programadas para serem efetuadas nas barragens estaduais
monitoradas e nas federais (DNOCS) com AGIR. Os resultados dessas inspeções são
posteriormente armazenados num banco de dados para o controle e acompanhamento
das magnitudes e níveis de perigo das anomalias registradas. Esse sistema é
denominado de Sistema de Segurança de Obras Hídricas – SISOH.
A inspeção formal é composta por uma lista de anomalias, no formato de um ckeck-list
[7] que permite acompanhar a evolução das anomalias através da indicação da sua
situação, sua magnitude e o seu nível de perigo. As primeiras inspeções formais foram
iniciadas pela GESIN a partir do ano de 2000, e desde então já foram efetuadas 598
inspeções. No ano de 2006 foram aplicadas 108 inspeções em 76 barragens do Estado
do Ceará. Vale destacar que, a experiência da COGERH em Segurança de Barragens
serviu como base metodológica para o Programa de Inspeções e Segurança de
Barragens do MI – Ministério da Integração Nacional conforme [8] e [9].
A Figura 9 apresenta um gráfico do SISOH, relativo à evolução anual das inspeções.
Ressalta-se que a partir de 2005 ficou estabelecido pela COGERH que as inspeções
seriam restritas aos açudes estaduais e aos federais com AGIR da COGERH.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
13
A partir das inspeções são obtidos relatórios com as observações de campo e as
recomendações pertinentes. Engloba os seguintes itens de avaliação das anomalias:
x Situação: permite uma indicação da existência da anomalia e de sua evolução
no tempo e no espaço, tais como: aumentou, diminuiu, permaneceu constante, o
item não é aplicável, anomalia não existe, desapareceu, item não inspecionado;
x Magnitude: (P-Pequena) determina se a correção será executada pelo
responsável local da barragem, (denominado de AGIR), se dependerá de apoio
da gerência regional (M - Média), da GESIN (G - Grande), ou se a anomalia
deve ser simplesmente mantida sob observação (I-Insignificante);
x Nível de Perigo: 0 – Nenhum, Anomalia que não compromete a segurança da
barragem, mas que pode ser entendida como descaso ou má conservação; 1 –
Atenção, Anomalia que não compromete a segurança da barragem em curto
prazo, mas deve ser controlada e monitorada ao longo do tempo; 2 – Alerta,
Anomalia com risco da segurança da barragem, devem ser tomadas as
providências para eliminação do problema; 3 – Emergência, Risco de ruptura
iminente, situação fora de controle.
As Figuras 10 e 11 apresentam a estatística das anomalias em função da magnitude,
das 62 barragens estaduais monitoradas e inspecionadas no de 2006, discriminadas
nas 8 gerências regionais da COGERH e em função das magnitudes, com a
quantidade total e a média por açude respectivamente. A partir das quais se pode
avaliar a demanda de ações de recuperação de anomalias por nível de complexidade /
magnitude.
Os relatórios detalhados obtidos no SISOH são apresentados no Anexo 01 (Gráficos
Evolução Anual das Inspeções/ Relação de Vistorias por Bacia / Quadro dos Açudes
Inspecionados) e no Anexo 03 (Relação Total por Gerência e Bacia por Magnitude e
Nível de Perigo / Relação de Anomalias por Tamanho (I, P, M, G) / Gerência / Açude)
4. CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO DAS AÇÕES DE SEGURANÇA DE BARRAGENS
4.1. METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO RISCO
Como a disponibilidade de recursos disponíveis para aplicação em obras de
recuperação são sempre limitados, a GESIN tem trabalhado no sentido de encontrar
uma melhor metodologia definir uma hierarquização de barragens visando a aplicação
de recursos nas obras que apresentarem um maior risco para a sociedade. Em
barragens o risco pode ser definido como a probabilidade de ocorrência de um evento
adverso, e/ou como o produto da probabilidade de ocorrência da ruptura com as
conseqüências.
Visando obter uma priorização de ações de segurança por barragem, são
apresentadas a seguir metodologias desenvolvidas e utilizadas pela GESIN-COGERH.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
14
52
31
25
60
78
72
76
55
36
27
85
141
146
108
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
110
120
130
140
150
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006
Período
Q
u
a
n
t
i
t
a
t
i
v
o











































.
Açudes Inspecionados
Inspeções Realizadas
Figura 9 – Evolução anual das inspeções de 2000 a 2006
0
9
20
11
55
0
3
7
6
12
47
91
34
10
52
12
66
4
24
42
6
111
54
39
35
2
6
13
7
61
45
16
0
20
40
60
80
100
120
C
R
A
T
E
Ú
S
C
R
A
T
O
I
G
U
A
T
U
L
I
M
O
E
I
R
O
D
O
N
O
R
T
E
M
E
T
R
O
P
O
L
I
T
A
N
A
P
E
N
T
E
C
O
S
T
E
Q
U
I
X
E
R
A
M
O
B
I
M
S
O
B
R
A
L
GERÊNCIA REGIONAL
Q
U
A
N
T
I
D
A
D
E


D
E

A
Ç
U
D
E
S

.
I
P
M
G
MAGNITUDE
Figura 10 – Estatística dos Tipos de Anomalias por Gerência Regional da COGERH
0
2
2
2
4
0
0
1
1
2
5
13
3
2
7
2
8
1
3
6
0
19
7
7
4
0
1
2
1
10
6
3
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
20
C
R
A
T
E
Ú
S
C
R
A
T
O
I
G
U
A
T
U
L
I
M
O
E
I
R
O
D
O
N
O
R
T
E
M
E
T
R
O
P
O
L
I
T
A
N
A
P
E
N
T
E
C
O
S
T
E
Q
U
I
X
E
R
A
M
O
B
I
M
S
O
B
R
A
L
GERÊNCIA REGIONAL
M
É
D
I
A

/

A
Ç
U
D
E



























.
I
P
M
G
MAGNITUDE
Figura 11 – Estatística da Média de Anomalias por Açude – Gerências Regionais da
COGERH
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
15
4.1.1 PONTUAÇÃO DO NÍVEL DE PERIGO DAS ANOMALIAS DA BARRAGEM
(NPA)
Anteriormente [5], a GESIN adotou a pontuação do nível de perigo de uma anomalia
(Pontuação NPA) como sendo o valor calculado do produto do peso do nível de perigo
(NP) com o peso da magnitude da anomalia (MG), ou seja:
Pontuação NPA = Peso NP (Tabela 1) X Peso MG (Tabela 2) (I)
A pontuação do nível de perigo da barragem era dada pelo somatório da Pontuação
NPA. As Tabelas 2 e 3 apresentam os pesos do nível de perigo das anomalias (NP) e
da magnitude das anomalias (MG) adotadas anteriormente em [5].
Tabela 2 - Peso do Nível de Perigo da Anomalia (NP), adotado anteriormente em [5]
Nível de Perigo Peso NP
Nenhum (0) 0
Atenção (1) 1
Alerta (2) 3
Emergência (3) 9
Tabela 3 – Peso da Magnitude Adotada (MG), adotado anteriormente em [5].
Magnitude Peso MG
I - Insignificante 1
P- Pequena 2
M - Média 3
G - Grande 4
Neste trabalho a metodologia do Nível de Perigo das Anomalias (NPA) foi
aperfeiçoada. O Peso do NPA das anomalias foi modificado e o Peso da magnitude
(MG) foi desconsiderado, devido à constatação de não haver relação direta, em um
considerável número de anomalias, entre a magnitude da anomalia e o risco da
ruptura. A Tabela 4 apresenta o novo Peso do NPA e um exemplo da pontuação Nível
de Perigo das Anomalias (NPA) de uma barragem através do somatório ao longo do
ckeck-list. Através do SISOH obtém-se o somatório do nível de perigo das anomalias
associado à barragem (total de NPA da barragem).
Tabela 4 – Nova Pontuação do NPA e Exemplo de Cálculo da Pontuação do NPA
Nível de Perigo da
Anomalia (NPA)
Peso NPA (a)
Quantidade no
check-list (b)
Pontuação NPA
(a x b)
Nenhum (0) 0 1 = 0 x 1 = 0
Atenção (1) 1 6 = 1 x 6 = 6
Alerta (2) 4 2 = 4 x 2 = 8
Emergência (3) 9 5 = 9 x 5 = 45
Total da Pontuação NPA da Barragem = 59
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
16
Visando obter uma maior homogeneização no preenchimento do nível da perigo da
anomalia (NP), a GESIN elaborou e distribuiu aos gerentes e técnicos um manual de
preenchimento do nível de perigo por anomalia [10].
A pontuação NPA obtida nesta metodologia representa a probabilidade de ruptura.
Quanto maior o NPA maior esta probabilidade. Nesta metodologia não é contemplado o
impacto da ruptura, ou seja, o risco, conforme será apresentado no item seguinte.
O valor do NPA resultante para as 62 barragens estaduais monitoradas está
apresentado na Tabela 5, para as inspeções realizadas no ano de 2006, incluindo as
magnitudes das anomalias. Observa-se no total a maior preponderância da magnitude
Média (362 anomalias, equivalente a 39% do total de 920) o que importa numa maior
responsabilidade da gerência regional na solução da anomalia, indicando, assim a
necessidade desta gerência em estar equipada adequadamente de recursos humanos
e materiais para atender a esta importante demanda. A Figura 12 apresenta a
quantidade de açudes em relação ao nível de perigo máximo (NP
máximo
). Observou-se a
preponderância de barragens com anomalias com NP
máximo
=2 (Alerta), e a ocorrência
de 4 barragens com anomalias de NP
máximo
=3 (emergência).
A seguir são listadas as 4 barragens que apresentaram NP
máximo
>3, juntamente com a
anomalia (e sua descrição) e a observação da GESIN em relação à situação atual da
barragem:
x Caracas
o Rachaduras no coroamento – G (rachaduras longitudinais e transversais
podem aparecer no coroamento. É importante que se caracterize com
alguma precisão a dimensão e localização destas anomalias, pois elas
eventualmente podem sinalizar problemas mais importantes, como:
escorregamentos, erosões internas ou acomodações da fundação).
o Observação GESIN: Referem-se a rachaduras longitudinais
irregularmente distribuídas pelo coroamento.
x São Domingos
o Afundamentos e buracos no talude jusante – G (Quando aparecem
depressões localizadas no talude montante. È possível que uma outra
anomalia tenha precedido o afundamento, como erosão, por exemplo).
o Observação GESIN: Os afundamentos e buracos se referem à erosão
superficial do talude jusante (sulcos e ravinas)
x Quandú
o Canaletas quebradas ou obstruídas no talude jusante – G (Quando da
ação do escoamento superficial sobre o talude ou quando há excesso de
água para ser transportado pela canaleta podem ocorrer erosões
causando o descalçamento ou deslocamento da canaleta. Ainda, quando
a proteção superficial do maciço não funciona satisfatoriamente é
possível carreamento do solo e o conseqüente acúmulo do material e
obstrução das canaletas).
o Observação GESIN: Tipo espinha de peixe - Pequenas obstruções para
revisão periódica; canaleta horizontal inferior (próxima a Ombreira
Esquerda) cuja largura foi acrescida apresenta piso “fofo”, sugerindo que
esteja descalçada.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
17
o Erosão regressiva no canal de restituição do vertedouro – G (Na saída do
canal de restituição, pode aparecer erosão regressiva, erosão que se
desenvolve de jusante para montante, principalmente na base do canal)
ƒ Observação GESIN: Esta barragem está entre as 25 barragens
que serão contempladas com a verba do Ministério da Integração,
de acordo com as Especificações Técnicas para Execução de
Obras e Intervenções de Segurança em Barragens do Estado do
Ceará.
x Olho D’água
o Erosões no talude de jusante – G (Desgaste sofrido pelo talude, em forma
geral ou localizada, pela ação da água da chuva, pela ação de animais
que elegem caminhos preferenciais para descer o talude de jusante, pela
ação do vento (menos comum), ou outro agente externo à barragem).
o Falha na proteção vegetal no talude jusante – G (Por falta de umidade na
estação seca, ou ainda por deficiência do sistema de drenagem
superficial ou trânsito de pessoas e animais podem surgir falhas na
proteção vegetal do talude de jusante).
ƒ Observação GESIN: A construção desta barragem não contemplou
a proteção superficial do talude jusante. Obras de recuperação em
andamento (paralisadas)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
18
Tabela 5 – Avaliação do Risco das Barragens Monitoradas do Estado do Ceará pelo
Nível de Perigo das Anomalias (NPA)
I P M G 1 2 3
1 CURU SÃO DOMINGOS 12,73 330,53 T 3,0 1,0 0 0 15 18 6 16 1 79 7,5 7,5 29/11/06
2 LITORAL QUANDÚ 19,50 195,00 T 4,0 1,0 0 4 18 16 15 8 2 65 7,0 7,0 06/09/06
3 CURU CARACAS 17,00 636,00 T 9,6 1,5 0 1 22 12 6 11 1 59 6,5 9,8 28/11/06
4 COREAÚ TRAPIÁ III 12,42 533,57 T 5,5 1,5 0 3 16 5 3 13 0 55 6,5 9,8 18/07/06
5 BANABUIÚ VIEIRÃO 22,50 340,00 T 21,0 2,5 0 10 7 11 9 10 0 49 5,5 13,8 28/07/06
6 MÉDIO JAGUARIBE CANAFÍSTULA 14,80 850,00 T 13,1 2,0 4 14 4 3 9 8 0 41 5,0 10,0 19/07/06
7 MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 14,00 117,00 T 5,3 1,5 0 13 14 7 21 5 0 41 5,0 7,5 10/07/06
8 CURU TRAPIÁ I 13,50 295,00 T 2,0 1,0 0 0 30 4 9 8 0 41 5,0 5,0 24/08/06
9 BANABUIÚ SÃO JOSÉ I 10,70 230,00 T 7,7 1,5 0 7 7 8 5 8 0 37 4,5 6,8 27/07/06
10 BANABUIÚ TRAPIÁ II 27,40 270,00 T 18,2 2,5 0 5 10 6 3 8 0 35 4,5 11,3 27/07/06
11 ALTO JAGUARIBE CANOAS 48,80 116,50 CCR 69,3 4,5 6 14 2 1 10 6 0 34 4,0 18,0 14/07/06
12 SALGADO OLHO D'ÁGUA 25,30 683,00 T 21,2 2,5 2 1 2 2 5 2 2 31 4,0 10,0 29/09/06
13 BANABUIÚ CAPITÃO MOR 22,00 180,00 T 6,0 1,5 1 9 5 6 6 6 0 30 4,0 6,0 27/07/06
14 METROPOLITANA PACAJUS 15,00 1960,00 T 240,0 7,5 3 5 0 23 20 2 0 28 3,5 26,3 05/10/06
15 CURU SOUZA 19,90 660,00 T 30,8 3,0 0 1 12 11 8 5 0 28 3,5 10,5 29/11/06
16 ALTO JAGUARIBE VALÉRIO 19,90 180,00 T 2,0 1,0 1 2 9 1 4 6 0 28 3,5 3,5 13/07/06
17 BANABUIÚ SÃO JOSÉ II 19,00 330,00 T 29,1 3,0 0 7 8 5 3 6 0 27 3,5 10,5 26/07/06
18 ALTO JAGUARIBE DO CORONEL 16,40 440,00 T 1,7 1,0 4 8 0 0 4 5 0 24 3,0 3,0 12/07/06
19 METROPOLITANA CASTRO 25,90 606,00 T 63,9 4,5 7 1 9 8 15 2 0 23 3,0 13,5 04/10/06
20 MÉDIO JAGUARIBE MADEIRO 15,50 346,00 T 2,8 1,0 0 17 8 0 17 1 0 21 3,0 3,0 10/07/06
21 MÉDIO JAGUARIBE SANTO ANTÔNIO 13,20 135,00 T 0,8 1,0 3 17 2 0 16 1 0 20 3,0 3,0 23/02/06
22 COREAÚ ANGICOS 18,90 1367,00 T 56,1 4,0 0 0 14 2 7 3 0 19 2,5 10,0 30/08/06
23 ACARAÚ ARREBITA 17,30 464,00 T 19,6 2,5 0 7 1 1 3 4 0 19 2,5 6,3 25/07/06
24 ALTO JAGUARIBE RIVALDO DE CARVALHO 19,00 401,60 AP 19,5 2,5 0 9 6 3 9 2 0 17 2,5 6,3 24/07/06
25 BANABUIÚ CIPOADA 20,80 1130,00 T 86,1 5,0 1 13 3 4 4 3 0 16 2,5 12,5 26/07/06
26 METROPOLITANA MALCOZINHADO 18,50 755,00 T 37,8 3,5 0 4 2 0 0 4 0 16 2,5 8,8 09/08/06
27 PARNAÍBA CUPIM 10,00 350,00 T 4,6 1,0 0 1 8 6 4 3 0 16 2,5 2,5 02/08/06
28 CURU JERIMUM 23,20 385,00 TE 20,5 2,5 0 4 14 0 7 2 0 15 2,5 6,3 14/09/06
29 ACARAÚ CARMINA 19,00 770,00 T 13,6 2,0 0 1 6 0 3 3 0 15 2,5 5,0 19/09/06
30 MÉDIO JAGUARIBE POTIRETAMA 11,80 375,00 T 6,3 1,5 0 9 7 3 11 1 0 15 2,5 3,8 14/07/06
31 ALTO JAGUARIBE FAÉ 20,00 329,00 T 23,4 2,5 2 4 0 0 2 3 0 14 2,0 5,0 24/07/06
32 ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 23,61 480,00 T 19,6 2,5 3 3 0 0 2 3 0 14 2,0 5,0 14/07/06
33 PARNAÍBA COLINA 11,50 267,00 T 3,3 1,0 0 2 8 6 9 1 0 13 2,0 2,0 26/09/06
34 SALGADO TATAJUBA 16,60 149,80 T 2,7 1,0 3 8 1 0 5 2 0 13 2,0 2,0 30/11/06
35 MÉDIO JAGUARIBE SANTA MARIA 11,00 557,00 T 11,2 2,0 2 11 6 0 12 0 0 12 2,0 4,0 24/07/06
36 METROPOLITANA PENEDO 12,20 474,00 T 2,4 1,0 3 8 1 4 8 1 0 12 2,0 2,0 12/09/06
37 METROPOLITANA PACOTI 27,00 1600,00 T 380,0 8,0 0 3 3 1 3 2 0 11 2,0 16,0 06/10/06
38 ALTO JAGUARIBE MUQUÉM 27,60 355,23 T 47,6 3,5 3 5 3 0 3 2 0 11 2,0 7,0 12/07/06
39 PARNAÍBA JABURU II 16,20 1054,00 T 116,0 6,0 0 3 13 1 8 0 0 8 1,5 9,0 03/08/06
40 METROPOLITANA RIACHÃO 22,00 600,00 T 47,0 3,5 0 5 1 0 0 2 0 8 1,5 5,3 06/10/06
41 METROPOLITANA ACARAPE DO MEIO 33,00 267,50 AP 31,5 3,0 4 0 0 2 0 2 0 8 1,5 4,5 20/09/06
42 METROPOLITANA HIPÓLITO 14,95 222,36 T 6,5 1,5 4 2 0 0 4 1 0 8 1,5 2,3 21/06/06
43 METROPOLITANA ARACOIABA 35,00 2000,00 T 170,7 7,0 1 1 2 1 3 1 0 7 1,5 10,5 26/09/06
44 COREAÚ ITAÚNA 18,00 436,00 T 77,5 5,0 7 0 1 3 3 1 0 7 1,5 7,5 21/09/06
45 MÉDIO JAGUARIBE TIGRE 15,80 270,00 T 20,0 2,5 2 10 1 0 7 0 0 7 1,5 3,8 27/07/06
46 BANABUIÚ MONS. TABOSA 23,10 315,00 T 12,1 2,0 0 0 10 4 2 1 0 6 1,5 3,0 27/09/06
47 PARNAÍBA JABURU I 47,00 770,00 T 210,0 7,0 0 0 10 7 5 0 0 5 1,5 10,5 07/08/06
48 BANABUIÚ PIRABIBU 18,00 1650,00 T 74,0 4,5 1 1 4 1 1 1 0 5 1,5 6,8 03/08/06
49 PARNAÍBA SUCESSO 10,20 498,00 T 10,0 2,0 0 0 9 4 5 0 0 5 1,5 3,0 17/08/06
50 METROPOLITANA SITIOS NOVOS 21,50 1818,00 T 123,2 6,0 0 3 3 0 4 0 0 4 1,0 6,0 15/09/06
51 PARNAÍBA FLOR DO CAMPO 21,14 697,80 T 111,3 6,0 0 0 8 2 4 0 0 4 1,0 6,0 04/08/06
52 COREAÚ GANGORRA 20,66 1033,00 T 62,5 4,5 0 1 1 5 4 0 0 4 1,0 4,5 08/08/06
53 SALGADO CACHOEIRA 25,50 270,00 T 34,3 3,0 0 0 1 0 0 1 0 4 1,0 3,0 21/08/06
54 METROPOLITANA GAVIÃO 16,00 668,00 T 32,9 3,0 2 0 0 1 0 1 0 4 1,0 3,0 12/09/06
55 METROPOLITANA CATUCINZENTA 16,25 1055,00 T 27,1 3,0 1 1 0 0 0 1 0 4 1,0 3,0 21/06/06
56 ALTO JAGUARIBE PARAMBU 20,80 278,00 T 8,5 1,5 0 1 4 1 0 1 0 4 1,0 1,5 17/07/06
57 PARNAÍBA BARRA VELHA 17,51 387,00 T 99,5 5,5 0 0 8 4 3 0 0 3 1,0 5,5 10/08/06
58 SALGADO ROSÁRIO 20,80 670,00 T 47,2 3,5 2 2 0 0 2 0 0 2 1,0 3,5 14/09/06
59 SALGADO UBALDINHO 18,00 475,00 T 31,8 3,0 2 1 0 0 2 0 0 2 1,0 3,0 06/09/06
60 METROPOLITANA CAUHIPE 11,37 1298,00 T 12,0 2,0 2 0 1 0 2 0 0 2 1,0 2,0 13/10/06
61 ALTO JAGUARIBE ARNEIROZ II 34,20 1161,00 T 197,0 7,0 1 1 0 0 0 0 0 0 1,0 7,0 17/07/06
62 PARNAÍBA CARNAUBAL 17,00 742,00 T 87,7 5,5 0 0 2 5 0 0 0 0 1,0 5,5 17/08/06
77 263 362 218 12 44 4
PESO
CAP
CAP (hm
3
)
DATA DA
ÚLTIMA
VISTORIA
NÍVEL DE PERIGO
Nível de
Perigo das
Anomalias
(NPA)
PESO
NPA
Indice de
Vulnerabilidade
(IV)
MAGNITUDES
BACIA AÇUDE
ALTURA
(M)
EXTENSÃO
(M)
TIPO DE
BARRAGEM
(*)
2
12
44
4
0
10
20
30
40
50
Nenhum (0) Atenção (1) Alerta (2) Emergência (3)
Nível de Perigo Máximo
Q
u
a
n
t
i
d
a
d
e

d
e

A
ç
u
d
e
s
Figura 12: Nível de Perigo Máximo Observado versus Quantidade de Açudes
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
19
4.1.2 INDICE DE VULNERABILIDADE (IV)
O risco, em geral, pode ser considerado como: R = p x C (II)
Onde: - p é a probabilidade de rompimento
- C representa as conseqüências (econômicas, sociais e ambientais)
Nesta metodologia, por analogia ao conceito acima, buscou-se considerar estes fatores
através do nível de perigo da anomalia (NPA) substituindo a probabilidade de
rompimento p, e a capacidade do reservatório considerada proporcional aos custos das
conseqüências substituindo o C.
Essa metodologia consiste em determinar o Índice de Vulnerabilidade (IV), o qual é
obtido através de uma escala de composição para dois fatores: a capacidade do
reservatório (hm
3
) e a pontuação do NPA (obtido no item anterior), conforme o indicado
na Tabela 5. Em termos de magnitude a barragem estadual monitorada que apresenta
a maior capacidade é a Pacajus com 380 hm
3
equivalente ao peso 8,0, já a que
apresenta o maior NPA é a São Domingos com NPA=79 equivalente ao peso NPA de
6,5. Tendo em vista a mudança da metodologia de cálculo indicada no item 4.1, as
faixas de NPA consideradas na Tabela 6 foram modificadas em relação ao trabalho
anterior [5], considerando como limite da última faixa um valor cerca de 20% do
máximo previsto no check list. O valor do índice de vulnerabilidade é portanto dado
pela equação.
IV = Peso CAP X Peso NPA (III)
Tabela 6 - Pesos da Capacidade Reservatório e do Nível de Perigo das Anomalias
Peso CAP Peso NPA
0 - 5 1,0 0 - 5 1,0
5 - 10 1,5 5 - 10 1,5
10 - 18 2,0 10 - 15 2,0
18 - 25 2,5 15 - 20 2,5
25 - 38 3,0 20 - 25 3,0
38 - 50 3,5 25 - 30 3,5
50 - 63 4,0 30 - 35 4,0
63 - 75 4,5 35 - 40 4,5
75 - 88 5,0 40 - 45 5,0
88 - 100 5,5 45 - 50 5,5
100 - 125 6,0 50 - 55 6,0
125 - 150 6,5 55 - 60 6,5
150 - 225 7,0 60 - 70 7,0
225 - 300 7,5 70 - 80 7,5
300 - 450 8,0 80 - 90 8,0
450 - 600 8,5 90 - 100 8,5
600 - 1400 9,0 100 - 110 9,0
1400 - 2200 9,5 110 - 120 9,5
2200 - 6700 10,0 120 - 130 10,0
Capacidade (hm
3
) Nível de Perigo das Anomalias (NPA)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
20
O resultado da metodologia para 62 barragens estaduais monitoradas está
apresentado na Tabela 7. Esta metodologia apresenta a vantagem de sua fácil
aplicação, no entanto tem a desvantagem de considerar a capacidade do reservatório,
que representa um valor fixo, sendo muitas vezes não representativo do nível d’água
do reservatório por ocasião da inspeção. O mais correto seria, portanto, considerar o
nível médio histórico do reservatório.
Tabela 7 – Avaliação do Risco das Barragens Monitoradas do Estado do Ceará pelo
Índice de Vulnerabilidade (IV)
I P M G 1 2 3
1 METROPOLITANA PACAJUS 15,00 1960,00 T 240,0 7,5 3 5 0 23 20 2 0 28 3,5 26,3 05/10/06
2 ALTO JAGUARIBE CANOAS 48,80 116,50 CCR 69,3 4,5 6 14 2 1 10 6 0 34 4,0 18,0 14/07/06
3 METROPOLITANA PACOTI 27,00 1600,00 T 380,0 8,0 0 3 3 1 3 2 0 11 2,0 16,0 06/10/06
4 BANABUIÚ VIEIRÃO 22,50 340,00 T 21,0 2,5 0 10 7 11 9 10 0 49 5,5 13,8 28/07/06
5 METROPOLITANA CASTRO 25,90 606,00 T 63,9 4,5 7 1 9 8 15 2 0 23 3,0 13,5 04/10/06
6 BANABUIÚ CIPOADA 20,80 1130,00 T 86,1 5,0 1 13 3 4 4 3 0 16 2,5 12,5 26/07/06
7 BANABUIÚ TRAPIÁ II 27,40 270,00 T 18,2 2,5 0 5 10 6 3 8 0 35 4,5 11,3 27/07/06
8 PARNAÍBA JABURU I 47,00 770,00 T 210,0 7,0 0 0 10 7 5 0 0 5 1,5 10,5 07/08/06
9 METROPOLITANA ARACOIABA 35,00 2000,00 T 170,7 7,0 1 1 2 1 3 1 0 7 1,5 10,5 26/09/06
10 CURU SOUZA 19,90 660,00 T 30,8 3,0 0 1 12 11 8 5 0 28 3,5 10,5 29/11/06
11 BANABUIÚ SÃO JOSÉ II 19,00 330,00 T 29,1 3,0 0 7 8 5 3 6 0 27 3,5 10,5 26/07/06
12 COREAÚ ANGICOS 18,90 1367,00 T 56,1 4,0 0 0 14 2 7 3 0 19 2,5 10,0 30/08/06
13 SALGADO OLHO D'ÁGUA 25,30 683,00 T 21,2 2,5 2 1 2 2 5 2 2 31 4,0 10,0 29/09/06
14 MÉDIO JAGUARIBE CANAFÍSTULA 14,80 850,00 T 13,1 2,0 4 14 4 3 9 8 0 41 5,0 10,0 19/07/06
15 CURU CARACAS 17,00 636,00 T 9,6 1,5 0 1 22 12 6 11 1 59 6,5 9,8 28/11/06
16 COREAÚ TRAPIÁ III 12,42 533,57 T 5,5 1,5 0 3 16 5 3 13 0 55 6,5 9,8 18/07/06
17 PARNAÍBA JABURU II 16,20 1054,00 T 116,0 6,0 0 3 13 1 8 0 0 8 1,5 9,0 03/08/06
18 METROPOLITANA MALCOZINHADO 18,50 755,00 T 37,8 3,5 0 4 2 0 0 4 0 16 2,5 8,8 09/08/06
19 COREAÚ ITAÚNA 18,00 436,00 T 77,5 5,0 7 0 1 3 3 1 0 7 1,5 7,5 21/09/06
20 MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 14,00 117,00 T 5,3 1,5 0 13 14 7 21 5 0 41 5,0 7,5 10/07/06
21 CURU SÃO DOMINGOS 12,73 330,53 T 3,0 1,0 0 0 15 18 6 16 1 79 7,5 7,5 29/11/06
22 ALTO JAGUARIBE ARNEIROZ II 34,20 1161,00 T 197,0 7,0 1 1 0 0 0 0 0 0 1,0 7,0 17/07/06
23 ALTO JAGUARIBE MUQUÉM 27,60 355,23 T 47,6 3,5 3 5 3 0 3 2 0 11 2,0 7,0 12/07/06
24 LITORAL QUANDÚ 19,50 195,00 T 4,0 1,0 0 4 18 16 15 8 2 65 7,0 7,0 06/09/06
25 BANABUIÚ PIRABIBU 18,00 1650,00 T 74,0 4,5 1 1 4 1 1 1 0 5 1,5 6,8 03/08/06
26 BANABUIÚ SÃO JOSÉ I 10,70 230,00 T 7,7 1,5 0 7 7 8 5 8 0 37 4,5 6,8 27/07/06
27 CURU JERIMUM 23,20 385,00 TE 20,5 2,5 0 4 14 0 7 2 0 15 2,5 6,3 14/09/06
28 ACARAÚ ARREBITA 17,30 464,00 T 19,6 2,5 0 7 1 1 3 4 0 19 2,5 6,3 25/07/06
29 ALTO JAGUARIBE RIVALDO DE CARVALHO 19,00 401,60 AP 19,5 2,5 0 9 6 3 9 2 0 17 2,5 6,3 24/07/06
30 METROPOLITANA SITIOS NOVOS 21,50 1818,00 T 123,2 6,0 0 3 3 0 4 0 0 4 1,0 6,0 15/09/06
31 PARNAÍBA FLOR DO CAMPO 21,14 697,80 T 111,3 6,0 0 0 8 2 4 0 0 4 1,0 6,0 04/08/06
32 BANABUIÚ CAPITÃO MOR 22,00 180,00 T 6,0 1,5 1 9 5 6 6 6 0 30 4,0 6,0 27/07/06
33 PARNAÍBA BARRA VELHA 17,51 387,00 T 99,5 5,5 0 0 8 4 3 0 0 3 1,0 5,5 10/08/06
34 PARNAÍBA CARNAUBAL 17,00 742,00 T 87,7 5,5 0 0 2 5 0 0 0 0 1,0 5,5 17/08/06
35 METROPOLITANA RIACHÃO 22,00 600,00 T 47,0 3,5 0 5 1 0 0 2 0 8 1,5 5,3 06/10/06
36 ALTO JAGUARIBE FAÉ 20,00 329,00 T 23,4 2,5 2 4 0 0 2 3 0 14 2,0 5,0 24/07/06
37 ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 23,61 480,00 T 19,6 2,5 3 3 0 0 2 3 0 14 2,0 5,0 14/07/06
38 ACARAÚ CARMINA 19,00 770,00 T 13,6 2,0 0 1 6 0 3 3 0 15 2,5 5,0 19/09/06
39 CURU TRAPIÁ I 13,50 295,00 T 2,0 1,0 0 0 30 4 9 8 0 41 5,0 5,0 24/08/06
40 COREAÚ GANGORRA 20,66 1033,00 T 62,5 4,5 0 1 1 5 4 0 0 4 1,0 4,5 08/08/06
41 METROPOLITANA ACARAPE DO MEIO 33,00 267,50 AP 31,5 3,0 4 0 0 2 0 2 0 8 1,5 4,5 20/09/06
42 MÉDIO JAGUARIBE SANTA MARIA 11,00 557,00 T 11,2 2,0 2 11 6 0 12 0 0 12 2,0 4,0 24/07/06
43 MÉDIO JAGUARIBE TIGRE 15,80 270,00 T 20,0 2,5 2 10 1 0 7 0 0 7 1,5 3,8 27/07/06
44 MÉDIO JAGUARIBE POTIRETAMA 11,80 375,00 T 6,3 1,5 0 9 7 3 11 1 0 15 2,5 3,8 14/07/06
45 SALGADO ROSÁRIO 20,80 670,00 T 47,2 3,5 2 2 0 0 2 0 0 2 1,0 3,5 14/09/06
46 ALTO JAGUARIBE VALÉRIO 19,90 180,00 T 2,0 1,0 1 2 9 1 4 6 0 28 3,5 3,5 13/07/06
47 SALGADO CACHOEIRA 25,50 270,00 T 34,3 3,0 0 0 1 0 0 1 0 4 1,0 3,0 21/08/06
48 METROPOLITANA GAVIÃO 16,00 668,00 T 32,9 3,0 2 0 0 1 0 1 0 4 1,0 3,0 12/09/06
49 SALGADO UBALDINHO 18,00 475,00 T 31,8 3,0 2 1 0 0 2 0 0 2 1,0 3,0 06/09/06
50 METROPOLITANA CATUCINZENTA 16,25 1055,00 T 27,1 3,0 1 1 0 0 0 1 0 4 1,0 3,0 21/06/06
51 BANABUIÚ MONS. TABOSA 23,10 315,00 T 12,1 2,0 0 0 10 4 2 1 0 6 1,5 3,0 27/09/06
52 PARNAÍBA SUCESSO 10,20 498,00 T 10,0 2,0 0 0 9 4 5 0 0 5 1,5 3,0 17/08/06
53 MÉDIO JAGUARIBE MADEIRO 15,50 346,00 T 2,8 1,0 0 17 8 0 17 1 0 21 3,0 3,0 10/07/06
54 ALTO JAGUARIBE DO CORONEL 16,40 440,00 T 1,7 1,0 4 8 0 0 4 5 0 24 3,0 3,0 12/07/06
55 MÉDIO JAGUARIBE SANTO ANTÔNIO 13,20 135,00 T 0,8 1,0 3 17 2 0 16 1 0 20 3,0 3,0 23/02/06
56 PARNAÍBA CUPIM 10,00 350,00 T 4,6 1,0 0 1 8 6 4 3 0 16 2,5 2,5 02/08/06
57 METROPOLITANA HIPÓLITO 14,95 222,36 T 6,5 1,5 4 2 0 0 4 1 0 8 1,5 2,3 21/06/06
58 METROPOLITANA CAUHIPE 11,37 1298,00 T 12,0 2,0 2 0 1 0 2 0 0 2 1,0 2,0 13/10/06
59 PARNAÍBA COLINA 11,50 267,00 T 3,3 1,0 0 2 8 6 9 1 0 13 2,0 2,0 26/09/06
60 SALGADO TATAJUBA 16,60 149,80 T 2,7 1,0 3 8 1 0 5 2 0 13 2,0 2,0 30/11/06
61 METROPOLITANA PENEDO 12,20 474,00 T 2,4 1,0 3 8 1 4 8 1 0 12 2,0 2,0 12/09/06
62 ALTO JAGUARIBE PARAMBU 20,80 278,00 T 8,5 1,5 0 1 4 1 0 1 0 4 1,0 1,5 17/07/06
77 263 362 218 12 44 4
MAGNITUDES
BACIA AÇUDE
ALTURA
(M)
EXTENSÃO
(M)
TIPO DE
BARRAGEM
(*)
Nível de
Perigo das
Anomalias
(NPA)
PESO
NPA
Indice de
Vulnerabilidade
(IV)
DATA DA
ÚLTIMA
VISTORIA
NÍVEL DE PERIGO
PESO
CAP
CAP (hm
3
)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
21
4.1.3 MATRIZ DE RISCO
Esta metodologia calcula o potencial de risco, através da Matriz de Avaliação do
Potencial de Risco [11], a partir de três parâmetros: P – Periculosidade; V –
Vulnerabilidade e I – Importância Estratégica, e permite a priorização de ações a serem
desenvolvidas na fase de planejamento e programação da manutenção.
Considerando as informações técnicas de projeto e construção (dimensão, capacidade,
tipo de barragem, tipo de fundação e vazão de projeto) é determinada a periculosidade
(P) das estruturas. Com base nos dados de inspeção de campo e de leituras de
instrumentação (tempo de operação, existência de projeto “as built”, confiabilidade das
estruturas vertedouras, tomada d’água, percolação, deformações, deterioração) é
efetuada uma avaliação preliminar da segurança que permitirá a estimativa da
vulnerabilidade (V) das estruturas. A partir do estabelecimento de critérios técnicos,
econômicos, ambientais e sociais (volume útil, população à jusante e custo da
barragem) define-se a importância estratégica (I) das barragens.
O potencial de risco (PR) é calculado através da seguinte equação:
I x
2
V) (P
PR

(IV)
Onde: P é a periculosidade; V é a vulnerabilidade, e I é a importância estratégica da
barragem.
A Tabela 8 apresenta os valores calculados do PR para 62 açudes estaduais
monitorados pela COGERH, em ordem decrescente do risco.
A Figura 13 apresenta estatística das classes do potencial de risco (PR), atualizada em
2006, a partir da Tabela 7. Observa-se a ocorrência de 1 barragem com classe de risco
Médio, e as demais distribuídas entre as classes de risco Normal e Baixo.
As Figuras 14, 15 e 16 apresentam a estatística das barragens de acordo com a
classificação da periculosidade, vulnerabilidade e importância, respectivamente.
0
1
30
31
0
0
5
10
15
20
25
30
35
ALTO MÉDIO NORMAL BAIXO MUITO BAIXO
> 65 40 - 65 25 - 40 15 - 25 < 15
POTENCIAL DE RISCO (PR)
Q
U
A
N
T
I
D
A
D
E

D
E

A
Ç
U
D
E
S
Figura 13: Classes de Risco dos Açudes Estaduais
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
22
3
57
2
0
0
10
20
30
40
50
60
Elevada Significativa Baixa a Moderada Baixa
P • 30 20 ” P < 30 10 ” P < 20 P<10
PERICULOSIDADE
Q
U
A
N
T
I
D
A
D
E

D
E

A
Ç
U
D
E
S
Figura 14: Classes de Periculosidade dos Açudes Estaduais
5
21
36
0
0
5
10
15
20
25
30
35
40
Elevada Moderada Baixa a Moderada Muito Baixa
V • 35 20 ” V < 35 5 ” V < 20 V < 5
VULNERABILIDADE
Q
U
A
N
T
I
D
A
D
E

D
E

A
Ç
U
D
E
S
Figura 15: Classes de Vulnerabilidade dos Açudes Estaduais
9
13
40
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
Grande Média Pequena
I • 1,5 1,25 ” I < 1,5 1,0 ” I < 1,25
IMPORTÂNCIA
Q
U
A
N
T
I
D
A
D
E

D
E

A
Ç
U
D
E
S
Figura 16: Classes de Importância dos Açudes Estaduais
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS 23
Tabela 8 – Avaliação Potencial de Risco das Barragens Monitoradas do Estado do Ceará (PR)
Matriz de Risco (Periculosidade, Vulnerabilidade, Importância), de acordo com [11]
Barragem Estadual
Altura
(m)
Extensão
(m)
Dimensão
(1)
Capacidade
(hm3)
Volume
(2)
Tipo Tipo (3)
Tipo de
Fundação
(4)
Vazão de
projeto (5)
Ano de
Construção
Idade
(anos)
Tempo de
Operação
(6)
Existência de
Projeto "as
built"(7)
Confiabilidade das
Estruturas
Vertedouras (8)
Tomada de
Água (9)
Percolação
(10)
Deformações
(11)
Deterioração
(12)
Volume
Útil (13)
População à
Jusante (14)
Custo
(15)
P V I PR
Potencial
de Risco
Classe Ação
1 Pacajus 15,0 1960,0 6 240,0 7 T 10 4 2 1990 16 1 5 6 2 1 1 4 1,5 2,0 1,5 29 20 1,67 40,8 Médio B Monitoração
2 Pacoti 27,0 1600,0 6 370,0 7 T 10 4 2 1981 25 1 5 3 2 1 0 1 1,5 2,5 1,5 29 13 1,83 38,5 Normal C Inspeções de Rotina
3 Castro 25,9 606,0 6 63,9 3 T 10 5 1 1996 10 1 3 9 3 4 2 7 1,0 2,0 1,0 25 29 1,33 36,0 Normal C Inspeções de Rotina
4 Olho d'água 25,3 383,0 6 21,0 3 T 10 10 2 1998 8 2 3 4 2 1 0 5 1,0 2,0 1,2 31 17 1,40 33,6 Normal C Inspeções de Rotina
5 Jaburú I 47,0 770,0 10 230,0 7 T 10 4 2 1983 23 1 1 10 3 1 0 1 1,5 1,0 1,5 33 17 1,33 33,3 Normal C Inspeções de Rotina
6 Vieirão 22,5 340,0 6 21,0 3 T 10 5 4 1988 18 1 5 10 2 1 0 3 1,0 2,0 1,0 28 22 1,33 33,3 Normal C Inspeções de Rotina
7 Canoas 50,0 116,0 6 69,3 3 CCR 6 1 4 1999 7 2 5 6 1 4 2 3 1,0 2,0 1,5 20 23 1,50 32,3 Normal C Inspeções de Rotina
8 Canafístula 14,8 850,0 3 13,1 3 T 10 5 4 1992 14 1 5 3 6 6 10 7 1,0 1,0 1,0 25 38 1,00 31,5 Normal C Inspeções de Rotina
9 Trapiá III 12,4 533,6 3 5,5 3 T 10 0 4 1961 45 0 7 10 3 10 6 7 1,0 1,0 1,0 20 43 1,00 31,5 Normal C Inspeções de Rotina
10 São Domingos 12,7 330,5 3 3,0 1 T 10 5 4 1977 29 1 7 6 5 6 7 7 1,0 1,0 1,0 23 39 1,00 31,0 Normal C Inspeções de Rotina
11 Aracoiaba 35,0 2000,0 6 170,7 3 T 10 5 1 2002 4 3 3 1 5 1 0 3 1,0 2,0 1,5 25 16 1,50 30,8 Normal C Inspeções de Rotina
12 Caracas 17,0 636,0 3 9,6 3 T 10 4 4 1986 20 1 5 6 2 6 6 7 1,0 1,0 1,2 24 33 1,07 30,4 Normal C Inspeções de Rotina
13 Madeiro 15,5 346,0 3 2,8 1 T 10 4 4 1999 7 2 7 6 5 5 6 7 1,0 1,0 1,0 22 38 1,00 30,0 Normal C Inspeções de Rotina
14 Adauto Bezerra 14,0 17,0 3 5,3 2 T 10 5 4 1984 22 1 7 6 5 6 2 8 1,0 1,0 1,0 24 35 1,00 29,5 Normal C Inspeções de Rotina
15 Rosário 20,8 670,0 6 47,2 3 T 10 5 1 2001 2 3 3 6 2 1 0 1 1,0 2,0 1,2 25 16 1,40 28,7 Normal C Inspeções de Rotina
16 Souza 19,9 660,0 3 30,8 3 T 10 10 1 1999 7 2 3 2 2 1 0 4 1,0 2,0 1,2 27 14 1,40 28,7 Normal C Inspeções de Rotina
17 Capitão Mor 22,0 180,0 6 6,3 2 T 10 5 4 1988 18 1 7 6 5 4 2 5 1,0 1,0 1,0 27 30 1,00 28,5 Normal C Inspeções de Rotina
18 Quandú 19,5 195,0 3 4,0 1 T 10 5 4 1990 16 1 7 8 2 9 0 7 1,0 1,0 1,0 23 34 1,00 28,5 Normal C Inspeções de Rotina
19 Jaburú II 16,2 1054,0 3 127,0 3 T 10 4 4 1984 22 1 5 6 2 4 4 7 1,0 1,0 1,2 24 29 1,07 28,3 Normal C Inspeções de Rotina
20 Carnaubal 18,4 760,0 3 87,7 3 T 10 4 4 1990 16 1 5 2 2 1 0 1 1,0 2,5 1,2 24 12 1,57 28,2 Normal C Inspeções de Rotina
21 Gangorra 20,7 1033,0 6 46,2 3 T 10 5 1 1999 7 2 3 2 5 1 0 2 1,0 2,0 1,2 25 15 1,40 28,0 Normal C Inspeções de Rotina
22 Sítios Novos 21,5 1818,0 6 123,2 3 T 10 5 1 1999 7 2 3 3 2 1 0 1 1,0 2,0 1,5 25 12 1,50 27,8 Normal C Inspeções de Rotina
23 Santa Maria 11,0 557,0 3 5,9 3 T 10 4 2 1999 7 2 5 6 5 6 2 7 1,0 1,0 1,0 22 33 1,00 27,5 Normal C Inspeções de Rotina
24 Acarape do Meio 33,0 267,5 6 31,5 3 AP 6 1 2 1924 82 0 5 3 2 1 6 0 1,0 2,5 1,2 18 17 1,57 27,4 Normal C Inspeções de Rotina
25 Itaúna 18,0 436,0 3 77,5 3 T 10 5 1 2001 5 2 3 3 2 6 0 1 1,0 2,0 1,2 22 17 1,40 27,3 Normal C Inspeções de Rotina
26 Trapiá I 13,5 295,0 3 2,0 1 T 10 5 4 1985 21 1 7 3 5 6 2 7 1,0 1,0 1,0 23 31 1,00 27,0 Normal C Inspeções de Rotina
27 Do Coronel 16,4 440,0 3 1,8 3 T 10 4 4 1946 60 0 7 6 5 4 2 5 1,0 1,0 1,0 24 29 1,00 26,5 Normal C Inspeções de Rotina
28 Arneiroz II 34,2 1161,0 6 197,0 3 T 10 5 1 2005 1 3 3 1 1 1 0 1 1,0 2,0 1,5 25 10 1,50 26,3 Normal C Inspeções de Rotina
29 Muquém 27,6 356,0 6 47,7 3 T 10 5 1 2000 6 2 3 3 2 1 0 3 1,0 2,0 1,0 25 14 1,33 26,0 Normal C Inspeções de Rotina
30 Trapiá II 27,4 270,0 6 18,2 3 T 10 5 4 1992 14 1 7 6 3 1 2 2 1,0 1,0 1,0 28 22 1,00 25,0 Normal C Inspeções de Rotina
31 Colina 11,8 267,0 3 3,3 1 T 10 5 4 1988 18 1 4 6 3 4 6 3 1,0 1,0 1,0 23 27 1,00 25,0 Normal C Inspeções de Rotina
32 Gavião 16,0 668,0 3 32,9 3 T 10 5 1 1974 32 0 5 2 2 1 0 1 1,0 2,5 1,0 22 11 1,50 24,8 Baixo D Manutenção
33 Cachoeira 25,5 273,0 6 34,3 3 T 10 5 1 2000 6 2 3 2 2 1 1 1 1,0 2,0 1,0 25 12 1,33 24,7 Baixo D Manutenção
34 Cupim 10,0 350,0 3 4,6 1 T 10 5 4 1970 36 0 4 3 1 1 2 3 1,0 2,0 1,0 23 14 1,33 24,7 Baixo D Manutenção
35 Tigre 15,8 270,0 3 20,0 3 T 10 4 4 1991 15 3 7 2 5 1 0 7 1,0 1,0 1,0 24 25 1,00 24,5 Baixo D Manutenção
36 Santo Antônio 13,2 135,0 1 0,8 3 T 10 4 4 2001 5 3 7 3 5 4 2 3 1,0 1,0 1,0 22 27 1,00 24,5 Baixo D Manutenção
37 Barra Velha 17,5 387,0 3 99,5 3 T 10 10 1 1999 7 2 3 1 2 4 3 3 1,0 1,0 1,2 27 18 1,07 24,0 Baixo D Manutenção
38 Valério 19,9 180,0 3 2,0 1 T 10 5 4 1996 10 1 7 8 3 1 2 3 1,0 1,0 1,0 23 25 1,00 24,0 Baixo D Manutenção
39 Sucesso 10,2 498,0 3 10,0 3 T 10 5 4 1988 18 1 7 2 3 4 1 3 1,0 1,0 1,0 25 21 1,00 23,0 Baixo D Manutenção
40 São José I 10,7 230,0 3 7,7 2 T 10 4 4 1988 18 1 7 3 5 4 0 3 1,0 1,0 1,0 23 23 1,00 23,0 Baixo D Manutenção
41 Tatajuba 16,6 149,8 3 2,7 1 T 10 5 4 1999 7 2 7 3 3 1 0 7 1,0 1,0 1,0 23 23 1,00 23,0 Baixo D Manutenção
42 Penedo 12,2 474,0 3 2,4 3 T 10 4 4 1958 48 0 7 6 5 2 0 1 1,0 1,0 1,0 24 21 1,00 22,5 Baixo D Manutenção
43 Malcozinhado 18,5 755,0 3 37,8 3 T 10 5 1 2003 3 3 3 1 2 1 0 1 1,0 2,0 1,0 22 11 1,33 22,0 Baixo D Manutenção
44 São José II 19,0 330,0 3 29,1 3 T 10 5 4 1992 14 1 7 3 5 2 0 1 1,0 1,0 1,0 25 19 1,00 22,0 Baixo D Manutenção
45 Catucinzenta 16,3 1055,0 3 27,1 3 T 10 5 1 2002 4 3 3 1 2 1 0 1 1,0 2,0 1,0 22 11 1,33 22,0 Baixo D Manutenção
46 Flor do Campo 21,1 697,8 6 111,3 3 T 10 10 1 1999 7 2 3 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,2 30 11 1,07 21,9 Baixo D Manutenção
47 Cipoada 20,8 1130,0 4 86,0 3 T 10 4 2 1992 14 1 5 3 2 1 0 6 1,0 1,0 1,2 23 18 1,07 21,9 Baixo D Manutenção
48 Potiretama 11,8 375,0 3 6,3 2 T 10 5 4 1992 14 1 7 6 2 1 0 2 1,0 1,0 1,0 24 19 1,00 21,5 Baixo D Manutenção
49 Rivaldo Carvalho 19,0 401,6 3 19,5 3 C 10 1 2 1966 40 0 5 3 5 4 2 2 1,0 1,0 1,2 19 21 1,07 21,3 Baixo D Manutenção
50 Hipólito 15,0 222,4 3 6,5 2 T 10 5 4 1975 31 0 7 2 5 1 0 3 1,0 1,0 1,0 24 18 1,00 21,0 Baixo D Manutenção
51 Ubaldinho 18,0 475,0 3 32,0 3 T 10 10 1 1998 8 2 3 1 2 3 0 1 1,0 1,0 1,2 27 12 1,07 20,8 Baixo D Manutenção
52 Jerimum 23,2 385,0 6 20,5 3 TE 8 5 1 1996 10 1 3 5 2 2 2 2 1,0 1,0 1,0 23 17 1,00 20,0 Baixo D Manutenção
53 Parambu 20,8 278,0 6 8,5 3 T 10 4 2 1985 21 1 5 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,2 25 12 1,07 19,7 Baixo D Manutenção
54 Arrebita 17,3 464,0 3 16,6 3 T 10 5 2 1992 14 1 5 6 2 1 0 1 1,0 1,0 1,0 23 16 1,00 19,5 Baixo D Manutenção
55 Pirabibu 18,0 1650,0 4 74,0 3 T 10 7 2 2000 6 2 3 0 2 2 0 1 1,0 1,0 1,2 26 10 1,07 19,2 Baixo D Manutenção
56 Riachão 22,0 600,0 6 47,0 3 T 10 5 2 1981 25 1 5 0 2 2 0 0 1,0 1,0 1,2 26 10 1,07 19,2 Baixo D Manutenção
57 Angicos 18,9 1367,0 3 56,1 3 T 10 5 1 1996 10 1 3 3 2 2 2 3 1,0 1,0 1,0 22 16 1,00 19,0 Baixo D Manutenção
58 Benguê 23,6 487,1 6 19,6 3 T 10 4 1 2000 6 2 3 2 2 1 0 4 1,0 1,0 1,0 24 14 1,00 19,0 Baixo D Manutenção
59 Carmina 19,0 770,0 3 13,3 3 T 10 5 1 2002 4 3 3 1 2 6 0 1 1,0 1,0 1,0 22 16 1,00 19,0 Baixo D Manutenção
60 Monsenhor Tabosa 23,1 315,0 6 12,1 3 T 10 5 1 1999 7 2 3 2 2 2 0 1 1,0 1,0 1,0 25 12 1,00 18,5 Baixo D Manutenção
61 Faé 20,0 329,0 3 23,4 3 T 10 5 1 2004 2 3 3 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,0 22 12 1,00 17,0 Baixo D Manutenção
62 Cauhipe 11,4 1298,0 3 11,0 3 T 8 5 1 1998 8 2 3 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,0 20 11 1,00 15,5 Baixo D Manutenção
MÉDIA 19,8 611,4 4 47,7 3 9,8 5 3 1990 17 1 5 4 3 3 1 3 1,0 1,4 1,1 24,2 20,2 1,17 25,6 Baixo D Manutenção
P - PERICULOSIDADE V - VULNERABILIDADE I - IMPORTÂNCIA
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
24
POTENCIAL DE RISCO
27,4
29,5
19,0
30,8
26,3
19,5
24,0
19,0
24,7
31,5
32,3
28,5
30,4
19,0
28,2
36,0
22,0
15,5
21,9
25,0
24,7
26,5
17,0
21,9
28,0
24,8
21,0
27,3
33,3
28,3
20,0
30,0
22,0
18,5
26,0
33,6
40,8
38,5
19,7
22,5
19,2
21,5
28,5
19,2
21,3
28,7
27,5
24,5
31,0
23,0
22,0
27,8
28,7
23,0
23,0
24,5
27,0
25,0
31,5
20,8
24,0
33,3
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70
Acarape do Meio
Adauto Bezerra
Angicos
Aracoiaba
Arneiroz II
Arrebita
Barra Velha
Benguê
Cachoeira
Canafístula
Canoas
Capitão Mor
Caracas
Carmina
Carnaubal
Castro
Catucinzenta
Cauhipe
Cipoada
Colina
Cupim
Do Coronel
Faé
Flor do Campo
Gangorra
Gavião
Hipólito
Itaúna
Jaburú I
Jaburú II
Jerimum
Madeiro
Malcozinhado
Monsenhor Tabosa
Muquém
Olho d'água
Pacajus
Pacoti
Parambu
Penedo
Pirabibu
Potiretama
Quandú
Riachão
Rivaldo Carvalho
Rosário
Santa Maria
Santo Antônio
São Domingos
São José I
São José II
Sítios Novos
Souza
Sucesso
Tatajuba
Tigre
Trapiá I
Trapiá II
Trapiá III
Ubaldinho
Valério
Vieirão
Muito Baixo
Baixo Médio
Alto
Normal
0 15 25 40 65 0 1,25 1,5
IMPORTÂNCIA
1,57
1,00
1,00
1,50
1,50
1,00
1,07
1,00
1,33
1,00
1,50
1,00
1,07
1,00
1,57
1,33
1,33
1,00
1,07
1,00
1,33
1,00
1,00
1,07
1,40
1,50
1,00
1,40
1,33
1,07
1,00
1,00
1,33
1,00
1,33
1,40
1,67
1,83
1,07
1,00
1,07
1,00
1,00
1,07
1,07
1,40
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,50
1,40
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,00
1,07
1,00
1,33
0,00 0,25 0,50 0,75 1,00 1,25 1,50 1,75 2,00
Acarape do Meio
Adauto Bezerra
Angicos
Aracoiaba
Arneiroz II
Arrebita
Barra Velha
Benguê
Cachoeira
Canafístula
Canoas
Capitão Mor
Caracas
Carmina
Carnaubal
Castro
Catucinzenta
Cauhipe
Cipoada
Colina
Cupim
Do Coronel
Faé
Flor do Campo
Gangorra
Gavião
Hipólito
Itaúna
Jaburú I
Jaburú II
Jerimum
Madeiro
Malcozinhado
Monsenhor Tabosa
Muquém
Olho d'água
Pacajus
Pacoti
Parambu
Penedo
Pirabibu
Potiretama
Quandú
Riachão
Rivaldo Carvalho
Rosário
Santa Maria
Santo Antônio
São Domingos
São José I
São José II
Sítios Novos
Souza
Sucesso
Tatajuba
Tigre
Trapiá I
Trapiá II
Trapiá III
Ubaldinho
Valério
Vieirão
Pequena Média Grande
VULNERABILIDADE
17
35
16
16
10
16
18
14
12
38
23
30
33
16
12
29
11
11
18
27
14
29
12
11
15
11
18
17
17
29
17
38
11
12
14
17
20
13
12
21
10
19
34
10
21
16
33
27
39
23
19
12
14
21
23
25
31
22
43
12
25
22
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50
Acarape do Meio
Adauto Bezerra
Angicos
Aracoiaba
Arneiroz II
Arrebita
Barra Velha
Benguê
Cachoeira
Canafístula
Canoas
Capitão Mor
Caracas
Carmina
Carnaubal
Castro
Catucinzenta
Cauhipe
Cipoada
Colina
Cupim
Do Coronel
Faé
Flor do Campo
Gangorra
Gavião
Hipólito
Itaúna
Jaburú I
Jaburú II
Jerimum
Madeiro
Malcozinhado
Monsenhor Tabosa
Muquém
Olho d'água
Pacajus
Pacoti
Parambu
Penedo
Pirabibu
Potiretama
Quandú
Riachão
Rivaldo Carvalho
Rosário
Santa Maria
Santo Antônio
São Domingos
São José I
São José II
Sítios Novos
Souza
Sucesso
Tatajuba
Tigre
Trapiá I
Trapiá II
Trapiá III
Ubaldinho
Valério
Vieirão
Muito
Baixa
Baixa
a Moderada
Moderada Elevada
0 5 20 35
PERICULOSIDADE
18
24
22
25
25
23
27
24
25
25
20
27
24
22
24
25
22
20
23
23
23
24
22
30
25
22
24
22
33
24
23
22
22
25
25
31
29
29
25
24
26
24
23
26
19
25
22
22
23
23
25
25
27
25
23
24
23
28
20
27
23
28
0 5 10 15 20 25 30 35
Acarape do Meio
Adauto Bezerra
Angicos
Aracoiaba
Arneiroz II
Arrebita
Barra Velha
Benguê
Cachoeira
Canafístula
Canoas
Capitão Mor
Caracas
Carmina
Carnaubal
Castro
Catucinzenta
Cauhipe
Cipoada
Colina
Cupim
Do Coronel
Faé
Flor do Campo
Gangorra
Gavião
Hipólito
Itaúna
Jaburú I
Jaburú II
Jerimum
Madeiro
Malcozinhado
Monsenhor Tabosa
Muquém
Olho d'água
Pacajus
Pacoti
Parambu
Penedo
Pirabibu
Potiretama
Quandú
Riachão
Rivaldo Carvalho
Rosário
Santa Maria
Santo Antônio
São Domingos
São José I
São José II
Sítios Novos
Souza
Sucesso
Tatajuba
Tigre
Trapiá I
Trapiá II
Trapiá III
Ubaldinho
Valério
Vieirão
Baixa
Baixa
a Moderada
Significativa
Eleva-
da
0 10 20 30
Figura 17: Periculosidade, Vulnerabilidade, Importância dos 62 Açudes Estaduais.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
25
4.1.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS DE RISCO
Para efeito de análise dos resultados, foram selecionadas as metodologias de
pontuação IV e PR, tendo em vista que estas consideram efetivamente o risco através
da probabilidade de ruptura e sua conseqüência, o que não ocorre na metodologia do
NPA que representa apenas a probabilidade de ocorrência da ruptura.
A metodologia do IV é baseada na capacidade do reservatório e nos níveis de perigo
das anomalias dos check lists e a do PR na Matriz de Risco (Periculosidade,
Vulnerabilidade e Importância)
Para um maior refinamento da análise de risco e da classificação das barragens, os
resultados das pontuações do IV e PR foram correlacionados e os valores mais
divergentes foram reavaliados. A Figura 18 apresenta um gráfico relacionando as
pontuações obtidas pelo IV (Inspeções) e PR (Matriz de Risco), na qual se pode
observar uma correlação razoável entre as pontuações das duas metodologias.
Diante das diferenças entre as metodologias, é natural que as classificações de
barragens obtidas pelas pontuações IV e PR não sejam idênticas. A tendência com o
aperfeiçoamento destas metodologias e dos critérios de julgamento é a obtenção de
classificações próximas ou a fusão entre as metodologias.
A classificação geral das barragens a partir do risco, para efeito de hierarquização de
ações de segurança, foi obtida a partir da média dos valores de IV (Inspeções) e PR
(Matriz de risco). A Tabela 9 apresenta o resultado obtido.
PR = 0,7733 . IV + 20,4106
R2 = 0,4232
0
5
10
15
20
25
30
35
40
45
0 5 10 15 20 25 30 35 40 45
IV (Inspeções)
P
R

(
M
a
t
r
i
z
)
Figura 18 – Relação entre a Pontuação de Risco IV (Inspeções) e PR (Matriz de Risco)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
26
Tabela 9 – Classificação do risco das 62 barragens estaduais monitoradas e
inspecionadas do Ceará pela Média entre IV (Inspeções) e PR (Matriz de Risco)
1 PACAJUS 240,0 26,3 40,8 33,5
2 PACOTI 380,0 16,0 38,5 27,3
3 CANOAS 69,3 18,0 32,3 25,1
4 CASTRO 63,9 13,5 36,0 24,8
5 VIEIRÃO 21,0 13,8 33,3 23,5
6 JABURU I 210,0 10,5 33,3 21,9
7 OLHO D'ÁGUA 21,2 10,0 33,6 21,8
8 CANAFÍSTULA 13,1 10,0 31,5 20,8
9 ARACOIABA 170,7 10,5 30,8 20,6
10 TRAPIÁ III 5,5 9,8 31,5 20,6
11 CARACAS 9,6 9,8 30,4 20,1
12 SOUZA 30,8 10,5 28,7 19,6
13 SÃO DOMINGOS 3,0 7,5 31,0 19,3
14 JABURU II 116,0 9,0 28,3 18,6
15 ADAUTO BEZERRA 5,3 7,5 29,5 18,5
16 TRAPIÁ II 18,2 11,3 25,0 18,1
17 QUANDÚ 4,0 7,0 28,5 17,8
18 ITAÚNA 77,5 7,5 27,3 17,4
19 CAPITÃO MOR 6,0 6,0 28,5 17,3
20 CIPOADA 86,1 12,5 21,9 17,2
21 SITIOS NOVOS 123,2 6,0 27,8 16,9
22 CARNAUBAL 87,7 5,5 28,2 16,9
23 ARNEIROZ II 197,0 7,0 26,3 16,6
24 MUQUÉM 47,6 7,0 26,0 16,5
25 MADEIRO 2,8 3,0 30,0 16,5
26 GANGORRA 62,5 4,5 28,0 16,3
27 SÃO JOSÉ II 29,1 10,5 22,0 16,3
28 ROSÁRIO 47,2 3,5 28,7 16,1
29 TRAPIÁ I 2,0 5,0 27,0 16,0
30 ACARAPE DO MEIO 31,5 4,5 27,4 16,0
31 SANTA MARIA 11,2 4,0 27,5 15,8
32 MALCOZINHADO 37,8 8,8 22,0 15,4
33 SÃO JOSÉ I 7,7 6,8 23,0 14,9
34 BARRA VELHA 99,5 5,5 24,0 14,8
35 DO CORONEL 1,7 3,0 26,5 14,8
36 ANGICOS 56,1 10,0 19,0 14,5
37 TIGRE 20,0 3,8 24,5 14,1
38 FLOR DO CAMPO 111,3 6,0 21,9 13,9
39 GAVIÃO 32,9 3,0 24,8 13,9
40 CACHOEIRA 34,3 3,0 24,7 13,8
41 RIVALDO DE CARVALHO 19,5 6,3 21,3 13,8
42 VALÉRIO 2,0 3,5 24,0 13,8
43 SANTO ANTÔNIO 0,8 3,0 24,5 13,8
44 CUPIM 4,6 2,5 24,7 13,6
45 COLINA 3,3 2,0 25,0 13,5
46 JERIMUM 20,5 6,3 20,0 13,1
47 SUCESSO 10,0 3,0 23,0 13,0
48 PIRABIBU 74,0 6,8 19,2 13,0
49 ARREBITA 19,6 6,3 19,5 12,9
50 POTIRETAMA 6,3 3,8 21,5 12,6
51 CATUCINZENTA 27,1 3,0 22,0 12,5
52 TATAJUBA 2,7 2,0 23,0 12,5
53 PENEDO 2,4 2,0 22,5 12,3
54 RIACHÃO 47,0 5,3 19,2 12,2
55 BENGUÊ 19,6 5,0 19,0 12,0
56 CARMINA 13,6 5,0 19,0 12,0
57 UBALDINHO 31,8 3,0 20,8 11,9
58 HIPÓLITO 6,5 2,3 21,0 11,6
59 FAÉ 23,4 5,0 17,0 11,0
60 MONS. TABOSA 12,1 3,0 18,5 10,8
61 PARAMBU 8,5 1,5 19,7 10,6
62 CAUHIPE 12,0 2,0 15,5 8,8
METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DO RISCO CAPACIDADE
(hm
3
)
MÉDIA BARRAGEM
PR (Matriz) IV (Inspeções)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
27
4.2. METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO CUSTO DE RECUPERAÇÃO
Quanto aos custos de recuperação são apresentadas 3 estimativas para efeito de
análise:
4.2.1 CUSTO DA RECUPERAÇÃO DAS ANOMALIAS
Uma primeira estimativa de custos de recuperação dos açudes foi feita com base na
Magnitude das anomalias, onde foram adotados os seguintes custos para as
anomalias:
I = R$0,00;
P = R$ 200,00;
M = R$ 2.000,00;
G = R$ 4.000,00.
A Tabela 10 apresenta os 62 açudes estaduais em ordem decrescente de custo de
recuperação de anomalias.
O valor total do custo de recuperação das anomalias para as 62 barragens estaduais foi
de R$ 1.648.600,00 e o valor médio foi de R$ 26.590,32 por barragem
4.2.2 CUSTO DAS DEMANDAS DAS GERÊNCIAS REGIONAIS
Um segundo custo de recuperação contempla o orçamento efetuado para atendimento
da demanda de recuperação de açudes para o programa de emergência do Estado do
Ceará, os valores foram obtidos a partir das demandas dos gerentes, sendo a
quantidade dos serviços estimada e os preços unitários foram obtidos com base na
tabela da SEINFRA (março/2006).
A Tabela 11 apresenta os 62 açudes estaduais em ordem decrescemte de custo das
demandas das gerências regionais.
O valor total do custo das demandas das gerências regionais para as 62 barragens
estaduais foi de R$ 5.178.148,84 e o valor médio foi de R$ 83.518,53 por barragem.
4.2.3 CUSTO DA RECUPERAÇÃO NO CASO DE ARROMBAMENTO
A terceira estimativa se refere ao custo da recuperação da barragem no caso de
arrombamento, onde considerou-se um custo de R$ 10,00 por m
3
para a recuperação
de barragens de terra e terra mais enrocamento e R$ 60,00 por m
3
para a recuperação
de barragens de alvenaria de pedra e concreto compactado a rolo, sendo que a largura
do arrombamento considerada foi de no máximo 500m, mesmo quando a extensão do
coroamento do açude ultrapassasse a esta medida.
A Tabela 12 apresenta os 62 açudes estaduais em ordem decrescente de custo da
recuperação no caso de arrombamento.
O valor total do custo da recuperação no caso de arrombamento para as 62 barragens
estaduais foi de R$ 267.835.598,86 e o valor médio foi de R$ 4.319.929,01 por
barragem.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
28
Tabela 10 – 62 Açudes Estaduais Priorizados pelo Custo de Recuperação das Anomalias por Magnitude
I P M G 1 2 3
1 CURU SÃO DOMINGOS 12,73 330,53 T 1.331.404,67 47.342,10 Estado 3,04 3,0 1,0 0 0 15 18 102.000,00 6 16 1 79 7,5 7,5 29/11/06
2 LITORAL QUANDÚ 19,50 195,00 T 1.782.421,88 43.732,00 Estado 4,00 4,0 1,0 0 4 18 16 100.800,00 15 8 2 65 7,0 7,0 06/09/06
3 METROPOLITANA PACAJUS 15,00 1960,00 T 2.756.250,00 405.072,00 Estado 240,00 240,0 7,5 3 5 0 23 93.000,00 20 2 0 28 3,5 26,3 05/10/06
4 CURU CARACAS 17,00 636,00 T 4.459.950,00 0,00 Estado 9,63 9,6 1,5 0 1 22 12 92.200,00 6 11 1 59 6,5 9,8 28/11/06
5 CURU TRAPIÁ I 13,50 295,00 T 1.329.159,38 0,00 Estado 2,01 2,0 1,0 0 0 30 4 76.000,00 9 8 0 41 5,0 5,0 24/08/06
6 CURU SOUZA 19,90 660,00 T 4.753.612,50 16.240,00 Estado 30,84 30,8 3,0 0 1 12 11 68.200,00 8 5 0 28 3,5 10,5 29/11/06
7 BANABUIÚ VIEIRÃO 22,50 340,00 T 4.102.312,50 0,00 Estado 20,96 21,0 2,5 0 10 7 11 60.000,00 9 10 0 49 5,5 13,8 28/07/06
8 MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 14,00 117,00 T 565.110,00 7.692,00 Estado 5,25 5,3 1,5 0 13 14 7 58.600,00 21 5 0 41 5,0 7,5 10/07/06
9 COREAÚ TRAPIÁ III 12,42 533,57 T 2.050.706,40 26.614,02 Estado 5,50 5,5 1,5 0 3 16 5 52.600,00 3 13 0 55 6,5 9,8 18/07/06
10 METROPOLITANA CASTRO 25,90 606,00 T 7.935.112,50 232.824,00 Estado 63,90 63,9 4,5 7 1 9 8 50.200,00 15 2 0 23 3,0 13,5 04/10/06
11 PARNAÍBA JABURU I 47,00 770,00 T 25.556.250,00 15.472,00 Estado 210,00 210,0 7,0 0 0 10 7 48.000,00 5 0 0 5 1,5 10,5 07/08/06
12 BANABUIÚ SÃO JOSÉ I 10,70 230,00 T 666.315,75 68.807,80 Estado 7,67 7,7 1,5 0 7 7 8 47.400,00 5 8 0 37 4,5 6,8 27/07/06
13 BANABUIÚ TRAPIÁ II 27,40 270,00 T 4.782.807,00 23.352,00 Estado 18,19 18,2 2,5 0 5 10 6 45.000,00 3 8 0 35 4,5 11,3 27/07/06
14 PARNAÍBA COLINA 11,50 267,00 T 886.606,88 21.883,82 Estado 3,25 3,3 1,0 0 2 8 6 40.400,00 9 1 0 13 2,0 2,0 26/09/06
15 PARNAÍBA CUPIM 10,00 350,00 T 892.500,00 6.624,40 Estado 4,55 4,6 1,0 0 1 8 6 40.200,00 4 3 0 16 2,5 2,5 02/08/06
16 BANABUIÚ SÃO JOSÉ II 19,00 330,00 T 2.868.525,00 0,00 Estado 29,14 29,1 3,0 0 7 8 5 37.400,00 3 6 0 27 3,5 10,5 26/07/06
17 COREAÚ ANGICOS 18,90 1367,00 T 4.302.112,50 194.811,00 Estado 56,05 56,1 4,0 0 0 14 2 36.000,00 7 3 0 19 2,5 10,0 30/08/06
18 BANABUIÚ MONS. TABOSA 23,10 315,00 T 4.000.255,88 34.782,00 Estado 12,10 12,1 2,0 0 0 10 4 36.000,00 2 1 0 6 1,5 3,0 27/09/06
19 BANABUIÚ CAPITÃO MOR 22,00 180,00 T 2.079.000,00 41.180,00 Estado 6,00 6,0 1,5 1 9 5 6 35.800,00 6 6 0 30 4,0 6,0 27/07/06
20 PARNAÍBA SUCESSO 10,20 498,00 T 1.318.156,20 24.576,00 Estado 10,00 10,0 2,0 0 0 9 4 34.000,00 5 0 0 5 1,5 3,0 17/08/06
21 PARNAÍBA BARRA VELHA 17,51 387,00 T 3.711.901,13 325.160,00 Estado 99,50 99,5 5,5 0 0 8 4 32.000,00 3 0 0 3 1,0 5,5 10/08/06
22 PARNAÍBA JABURU II 16,20 1054,00 T 3.195.450,00 64.014,00 Estado 116,00 116,0 6,0 0 3 13 1 30.600,00 8 0 0 8 1,5 9,0 03/08/06
23 CURU JERIMUM 23,20 385,00 TE 4.412.408,00 75.936,00 Estado 20,50 20,5 2,5 0 4 14 0 28.800,00 7 2 0 15 2,5 6,3 14/09/06
24 MÉDIO JAGUARIBE POTIRETAMA 11,80 375,00 T 1.307.587,50 0,00 Estado 6,33 6,3 1,5 0 9 7 3 27.800,00 11 1 0 15 2,5 3,8 14/07/06
25 ALTO JAGUARIBE RIVALDO DE CARVALHO 19,00 401,60 AP 4.852.934,40 101.672,00 Estado 19,52 19,5 2,5 0 9 6 3 25.800,00 9 2 0 17 2,5 6,3 24/07/06
26 BANABUIÚ CIPOADA 20,80 1130,00 T 5.179.200,00 137.894,00 Estado 86,09 86,1 5,0 1 13 3 4 24.600,00 4 3 0 16 2,5 12,5 26/07/06
27 PARNAÍBA CARNAUBAL 17,00 742,00 T 3.506.250,00 78.555,60 Estado 87,69 87,7 5,5 0 0 2 5 24.000,00 0 0 0 0 1,0 5,5 17/08/06
28 PARNAÍBA FLOR DO CAMPO 21,14 697,80 T 7.459.091,93 16.364,00 Estado 111,30 111,3 6,0 0 0 8 2 24.000,00 4 0 0 4 1,0 6,0 04/08/06
29 MÉDIO JAGUARIBE CANAFÍSTULA 14,80 850,00 T 2.686.200,00 170.102,00 Estado 13,11 13,1 2,0 4 14 4 3 22.800,00 9 8 0 41 5,0 10,0 19/07/06
30 ALTO JAGUARIBE VALÉRIO 19,90 180,00 T 1.711.300,50 34.440,80 Estado 2,02 2,0 1,0 1 2 9 1 22.400,00 4 6 0 28 3,5 3,5 13/07/06
31 COREAÚ GANGORRA 20,66 1033,00 T 5.111.800,50 111.486,00 Estado 62,50 62,5 4,5 0 1 1 5 22.200,00 4 0 0 4 1,0 4,5 08/08/06
32 METROPOLITANA PENEDO 12,20 474,00 T 1.760.862,60 39.809,00 Estado 2,40 2,4 1,0 3 8 1 4 19.600,00 8 1 0 12 2,0 2,0 12/09/06
33 MÉDIO JAGUARIBE MADEIRO 15,50 346,00 T 2.031.236,25 18.341,16 Estado 2,81 2,8 1,0 0 17 8 0 19.400,00 17 1 0 21 3,0 3,0 10/07/06
34 MÉDIO JAGUARIBE SANTA MARIA 11,00 557,00 T 1.700.242,50 282.221,22 Estado 11,20 11,2 2,0 2 11 6 0 14.200,00 12 0 0 12 2,0 4,0 24/07/06
35 COREAÚ ITAÚNA 18,00 436,00 T 3.413.880,00 138.099,00 Estado 77,50 77,5 5,0 7 0 1 3 14.000,00 3 1 0 7 1,5 7,5 21/09/06
36 ACARAÚ CARMINA 19,00 770,00 T 4.346.250,00 81.638,00 Estado 13,63 13,6 2,0 0 1 6 0 12.200,00 3 3 0 15 2,5 5,0 19/09/06
37 SALGADO OLHO D'ÁGUA 25,30 683,00 T 10.354.980,08 300.000,00 Estado 21,20 21,2 2,5 2 1 2 2 12.200,00 5 2 2 31 4,0 10,0 29/09/06
38 ALTO JAGUARIBE PARAMBU 20,80 278,00 T 2.879.635,20 20.688,00 Estado 8,53 8,5 1,5 0 1 4 1 12.200,00 0 1 0 4 1,0 1,5 17/07/06
39 BANABUIÚ PIRABIBU 18,00 1650,00 T 3.915.000,00 105.072,00 Estado 74,00 74,0 4,5 1 1 4 1 12.200,00 1 1 0 5 1,5 6,8 03/08/06
40 ALTO JAGUARIBE CANOAS 48,80 116,50 CCR 7.681.842,24 0,00 Estado 69,25 69,3 4,5 6 14 2 1 10.800,00 10 6 0 34 4,0 18,0 14/07/06
41 METROPOLITANA PACOTI 27,00 1600,00 T 8.606.250,00 166.552,00 Estado 380,00 380,0 8,0 0 3 3 1 10.600,00 3 2 0 11 2,0 16,0 06/10/06
42 METROPOLITANA ARACOIABA 35,00 2000,00 T 14.306.250,00 115.042,00 Estado 170,70 170,7 7,0 1 1 2 1 8.200,00 3 1 0 7 1,5 10,5 26/09/06
43 METROPOLITANA ACARAPE DO MEIO 33,00 267,50 AP 8.580.330,00 29.972,00 Estado 31,50 31,5 3,0 4 0 0 2 8.000,00 0 2 0 8 1,5 4,5 20/09/06
44 ACARAÚ ARREBITA 17,30 464,00 T 3.365.403,60 0,00 Estado 19,60 19,6 2,5 0 7 1 1 7.400,00 3 4 0 19 2,5 6,3 25/07/06
45 MÉDIO JAGUARIBE SANTO ANTÔNIO 13,20 135,00 T 582.714,00 18.402,00 Estado 0,83 0,8 1,0 3 17 2 0 7.400,00 16 1 0 20 3,0 3,0 23/02/06
46 ALTO JAGUARIBE MUQUÉM 27,60 355,23 T 6.382.630,55 244.117,32 Estado 47,64 47,6 3,5 3 5 3 0 7.000,00 3 2 0 11 2,0 7,0 12/07/06
47 METROPOLITANA SITIOS NOVOS 21,50 1818,00 T 5.522.812,50 591.376,00 Estado 123,20 123,2 6,0 0 3 3 0 6.600,00 4 0 0 4 1,0 6,0 15/09/06
48 METROPOLITANA MALCOZINHADO 18,50 755,00 T 4.127.812,50 25.672,00 Estado 37,84 37,8 3,5 0 4 2 0 4.800,00 0 4 0 16 2,5 8,8 09/08/06
49 METROPOLITANA GAVIÃO 16,00 668,00 T 3.120.000,00 0,00 Estado 32,90 32,9 3,0 2 0 0 1 4.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 12/09/06
50 MÉDIO JAGUARIBE TIGRE 15,80 270,00 T 1.644.543,00 0,00 Estado 20,00 20,0 2,5 2 10 1 0 4.000,00 7 0 0 7 1,5 3,8 27/07/06
51 SALGADO TATAJUBA 16,60 149,80 T 1.003.375,38 41.933,60 Estado 2,72 2,7 1,0 3 8 1 0 3.600,00 5 2 0 13 2,0 2,0 30/11/06
52 METROPOLITANA RIACHÃO 22,00 600,00 T 5.775.000,00 63.272,00 Estado 46,95 47,0 3,5 0 5 1 0 3.000,00 0 2 0 8 1,5 5,3 06/10/06
53 SALGADO CACHOEIRA 25,50 270,00 T 4.156.818,75 18.952,00 Estado 34,33 34,3 3,0 0 0 1 0 2.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/08/06
54 METROPOLITANA CAUHIPE 11,37 1298,00 T 1.624.915,13 320.628,00 Estado 12,00 12,0 2,0 2 0 1 0 2.000,00 2 0 0 2 1,0 2,0 13/10/06
55 ALTO JAGUARIBE DO CORONEL 16,40 440,00 T 2.879.184,00 8.472,00 Estado 1,70 1,7 1,0 4 8 0 0 1.600,00 4 5 0 24 3,0 3,0 12/07/06
56 ALTO JAGUARIBE FAÉ 20,00 329,00 T 3.158.400,00 0,00 Estado 23,40 23,4 2,5 2 4 0 0 800,00 2 3 0 14 2,0 5,0 24/07/06
57 ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 23,61 480,00 T 6.360.250,68 72.302,00 Estado 19,56 19,6 2,5 3 3 0 0 600,00 2 3 0 14 2,0 5,0 14/07/06
58 METROPOLITANA HIPÓLITO 14,95 222,36 T 1.217.933,82 65.412,00 Estado 6,54 6,5 1,5 4 2 0 0 400,00 4 1 0 8 1,5 2,3 21/06/06
59 SALGADO ROSÁRIO 20,80 670,00 T 5.179.200,00 58.422,00 Estado 47,20 47,2 3,5 2 2 0 0 400,00 2 0 0 2 1,0 3,5 14/09/06
60 ALTO JAGUARIBE ARNEIROZ II 34,20 1161,00 T 13.671.450,00 0,00 Estado 197,00 197,0 7,0 1 1 0 0 200,00 0 0 0 0 1,0 7,0 17/07/06
61 METROPOLITANA CATUCINZENTA 16,25 1055,00 T 3.214.453,13 14.942,00 Estado 27,13 27,1 3,0 1 1 0 0 200,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/06/06
62 SALGADO UBALDINHO 18,00 475,00 T 3.719.250,00 10.182,00 Estado 31,80 31,8 3,0 2 1 0 0 200,00 2 0 0 2 1,0 3,0 06/09/06
267.835.598,86 5.178.148,84 77 263 362 218 1.648.600,00 12 44 4
MAGNITUDES
BACIA CAP (hm
3
) PROPR. AÇUDE
ALTURA
(M)
EXTENSÃO
(M)
TIPO DE
BARRAGEM
(*)
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO
MAGNITUDES (*)
(R$)
Nível de
Perigo das
Anomalias
(NPA)
PESO
NPA
Indice de
Vulnerabilid
ade (IV)
DATA DA
ÚLTIMA
VISTORIA
NÍVEL DE PERIGO
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO DO
ARROMBAMENTO
(R$)
DEMANDAS
RECUPERAÇÃO
2006 (R$) -
EMERGENCIA
PESO
CAP
CAP (hm
3
)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
29
Tabela 11 – 62 Açudes Estaduais Priorizados pelo Custo das Demandas das Gerências Regionais.
I P M G 1 2 3
1 METROPOLITANA SITIOS NOVOS 21,50 1818,00 T 5.522.812,50 591.376,00 Estado 123,20 123,2 6,0 0 3 3 0 6.600,00 4 0 0 4 1,0 6,0 15/09/06
2 METROPOLITANA PACAJUS 15,00 1960,00 T 2.756.250,00 405.072,00 Estado 240,00 240,0 7,5 3 5 0 23 93.000,00 20 2 0 28 3,5 26,3 05/10/06
3 PARNAÍBA BARRA VELHA 17,51 387,00 T 3.711.901,13 325.160,00 Estado 99,50 99,5 5,5 0 0 8 4 32.000,00 3 0 0 3 1,0 5,5 10/08/06
4 METROPOLITANA CAUHIPE 11,37 1298,00 T 1.624.915,13 320.628,00 Estado 12,00 12,0 2,0 2 0 1 0 2.000,00 2 0 0 2 1,0 2,0 13/10/06
5 SALGADO OLHO D'ÁGUA 25,30 683,00 T 10.354.980,08 300.000,00 Estado 21,20 21,2 2,5 2 1 2 2 12.200,00 5 2 2 31 4,0 10,0 29/09/06
6 MÉDIO JAGUARIBE SANTA MARIA 11,00 557,00 T 1.700.242,50 282.221,22 Estado 11,20 11,2 2,0 2 11 6 0 14.200,00 12 0 0 12 2,0 4,0 24/07/06
7 ALTO JAGUARIBE MUQUÉM 27,60 355,23 T 6.382.630,55 244.117,32 Estado 47,64 47,6 3,5 3 5 3 0 7.000,00 3 2 0 11 2,0 7,0 12/07/06
8 METROPOLITANA CASTRO 25,90 606,00 T 7.935.112,50 232.824,00 Estado 63,90 63,9 4,5 7 1 9 8 50.200,00 15 2 0 23 3,0 13,5 04/10/06
9 COREAÚ ANGICOS 18,90 1367,00 T 4.302.112,50 194.811,00 Estado 56,05 56,1 4,0 0 0 14 2 36.000,00 7 3 0 19 2,5 10,0 30/08/06
10 MÉDIO JAGUARIBE CANAFÍSTULA 14,80 850,00 T 2.686.200,00 170.102,00 Estado 13,11 13,1 2,0 4 14 4 3 22.800,00 9 8 0 41 5,0 10,0 19/07/06
11 METROPOLITANA PACOTI 27,00 1600,00 T 8.606.250,00 166.552,00 Estado 380,00 380,0 8,0 0 3 3 1 10.600,00 3 2 0 11 2,0 16,0 06/10/06
12 COREAÚ ITAÚNA 18,00 436,00 T 3.413.880,00 138.099,00 Estado 77,50 77,5 5,0 7 0 1 3 14.000,00 3 1 0 7 1,5 7,5 21/09/06
13 BANABUIÚ CIPOADA 20,80 1130,00 T 5.179.200,00 137.894,00 Estado 86,09 86,1 5,0 1 13 3 4 24.600,00 4 3 0 16 2,5 12,5 26/07/06
14 METROPOLITANA ARACOIABA 35,00 2000,00 T 14.306.250,00 115.042,00 Estado 170,70 170,7 7,0 1 1 2 1 8.200,00 3 1 0 7 1,5 10,5 26/09/06
15 COREAÚ GANGORRA 20,66 1033,00 T 5.111.800,50 111.486,00 Estado 62,50 62,5 4,5 0 1 1 5 22.200,00 4 0 0 4 1,0 4,5 08/08/06
16 BANABUIÚ PIRABIBU 18,00 1650,00 T 3.915.000,00 105.072,00 Estado 74,00 74,0 4,5 1 1 4 1 12.200,00 1 1 0 5 1,5 6,8 03/08/06
17 ALTO JAGUARIBE RIVALDO DE CARVALHO 19,00 401,60 AP 4.852.934,40 101.672,00 Estado 19,52 19,5 2,5 0 9 6 3 25.800,00 9 2 0 17 2,5 6,3 24/07/06
18 ACARAÚ CARMINA 19,00 770,00 T 4.346.250,00 81.638,00 Estado 13,63 13,6 2,0 0 1 6 0 12.200,00 3 3 0 15 2,5 5,0 19/09/06
19 PARNAÍBA CARNAUBAL 17,00 742,00 T 3.506.250,00 78.555,60 Estado 87,69 87,7 5,5 0 0 2 5 24.000,00 0 0 0 0 1,0 5,5 17/08/06
20 CURU JERIMUM 23,20 385,00 TE 4.412.408,00 75.936,00 Estado 20,50 20,5 2,5 0 4 14 0 28.800,00 7 2 0 15 2,5 6,3 14/09/06
21 ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 23,61 480,00 T 6.360.250,68 72.302,00 Estado 19,56 19,6 2,5 3 3 0 0 600,00 2 3 0 14 2,0 5,0 14/07/06
22 BANABUIÚ SÃO JOSÉ I 10,70 230,00 T 666.315,75 68.807,80 Estado 7,67 7,7 1,5 0 7 7 8 47.400,00 5 8 0 37 4,5 6,8 27/07/06
23 METROPOLITANA HIPÓLITO 14,95 222,36 T 1.217.933,82 65.412,00 Estado 6,54 6,5 1,5 4 2 0 0 400,00 4 1 0 8 1,5 2,3 21/06/06
24 PARNAÍBA JABURU II 16,20 1054,00 T 3.195.450,00 64.014,00 Estado 116,00 116,0 6,0 0 3 13 1 30.600,00 8 0 0 8 1,5 9,0 03/08/06
25 METROPOLITANA RIACHÃO 22,00 600,00 T 5.775.000,00 63.272,00 Estado 46,95 47,0 3,5 0 5 1 0 3.000,00 0 2 0 8 1,5 5,3 06/10/06
26 SALGADO ROSÁRIO 20,80 670,00 T 5.179.200,00 58.422,00 Estado 47,20 47,2 3,5 2 2 0 0 400,00 2 0 0 2 1,0 3,5 14/09/06
27 CURU SÃO DOMINGOS 12,73 330,53 T 1.331.404,67 47.342,10 Estado 3,04 3,0 1,0 0 0 15 18 102.000,00 6 16 1 79 7,5 7,5 29/11/06
28 LITORAL QUANDÚ 19,50 195,00 T 1.782.421,88 43.732,00 Estado 4,00 4,0 1,0 0 4 18 16 100.800,00 15 8 2 65 7,0 7,0 06/09/06
29 SALGADO TATAJUBA 16,60 149,80 T 1.003.375,38 41.933,60 Estado 2,72 2,7 1,0 3 8 1 0 3.600,00 5 2 0 13 2,0 2,0 30/11/06
30 BANABUIÚ CAPITÃO MOR 22,00 180,00 T 2.079.000,00 41.180,00 Estado 6,00 6,0 1,5 1 9 5 6 35.800,00 6 6 0 30 4,0 6,0 27/07/06
31 METROPOLITANA PENEDO 12,20 474,00 T 1.760.862,60 39.809,00 Estado 2,40 2,4 1,0 3 8 1 4 19.600,00 8 1 0 12 2,0 2,0 12/09/06
32 BANABUIÚ MONS. TABOSA 23,10 315,00 T 4.000.255,88 34.782,00 Estado 12,10 12,1 2,0 0 0 10 4 36.000,00 2 1 0 6 1,5 3,0 27/09/06
33 ALTO JAGUARIBE VALÉRIO 19,90 180,00 T 1.711.300,50 34.440,80 Estado 2,02 2,0 1,0 1 2 9 1 22.400,00 4 6 0 28 3,5 3,5 13/07/06
34 METROPOLITANA ACARAPE DO MEIO 33,00 267,50 AP 8.580.330,00 29.972,00 Estado 31,50 31,5 3,0 4 0 0 2 8.000,00 0 2 0 8 1,5 4,5 20/09/06
35 COREAÚ TRAPIÁ III 12,42 533,57 T 2.050.706,40 26.614,02 Estado 5,50 5,5 1,5 0 3 16 5 52.600,00 3 13 0 55 6,5 9,8 18/07/06
36 METROPOLITANA MALCOZINHADO 18,50 755,00 T 4.127.812,50 25.672,00 Estado 37,84 37,8 3,5 0 4 2 0 4.800,00 0 4 0 16 2,5 8,8 09/08/06
37 PARNAÍBA SUCESSO 10,20 498,00 T 1.318.156,20 24.576,00 Estado 10,00 10,0 2,0 0 0 9 4 34.000,00 5 0 0 5 1,5 3,0 17/08/06
38 BANABUIÚ TRAPIÁ II 27,40 270,00 T 4.782.807,00 23.352,00 Estado 18,19 18,2 2,5 0 5 10 6 45.000,00 3 8 0 35 4,5 11,3 27/07/06
39 PARNAÍBA COLINA 11,50 267,00 T 886.606,88 21.883,82 Estado 3,25 3,3 1,0 0 2 8 6 40.400,00 9 1 0 13 2,0 2,0 26/09/06
40 ALTO JAGUARIBE PARAMBU 20,80 278,00 T 2.879.635,20 20.688,00 Estado 8,53 8,5 1,5 0 1 4 1 12.200,00 0 1 0 4 1,0 1,5 17/07/06
41 SALGADO CACHOEIRA 25,50 270,00 T 4.156.818,75 18.952,00 Estado 34,33 34,3 3,0 0 0 1 0 2.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/08/06
42 MÉDIO JAGUARIBE SANTO ANTÔNIO 13,20 135,00 T 582.714,00 18.402,00 Estado 0,83 0,8 1,0 3 17 2 0 7.400,00 16 1 0 20 3,0 3,0 23/02/06
43 MÉDIO JAGUARIBE MADEIRO 15,50 346,00 T 2.031.236,25 18.341,16 Estado 2,81 2,8 1,0 0 17 8 0 19.400,00 17 1 0 21 3,0 3,0 10/07/06
44 PARNAÍBA FLOR DO CAMPO 21,14 697,80 T 7.459.091,93 16.364,00 Estado 111,30 111,3 6,0 0 0 8 2 24.000,00 4 0 0 4 1,0 6,0 04/08/06
45 CURU SOUZA 19,90 660,00 T 4.753.612,50 16.240,00 Estado 30,84 30,8 3,0 0 1 12 11 68.200,00 8 5 0 28 3,5 10,5 29/11/06
46 PARNAÍBA JABURU I 47,00 770,00 T 25.556.250,00 15.472,00 Estado 210,00 210,0 7,0 0 0 10 7 48.000,00 5 0 0 5 1,5 10,5 07/08/06
47 METROPOLITANA CATUCINZENTA 16,25 1055,00 T 3.214.453,13 14.942,00 Estado 27,13 27,1 3,0 1 1 0 0 200,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/06/06
48 SALGADO UBALDINHO 18,00 475,00 T 3.719.250,00 10.182,00 Estado 31,80 31,8 3,0 2 1 0 0 200,00 2 0 0 2 1,0 3,0 06/09/06
49 ALTO JAGUARIBE DO CORONEL 16,40 440,00 T 2.879.184,00 8.472,00 Estado 1,70 1,7 1,0 4 8 0 0 1.600,00 4 5 0 24 3,0 3,0 12/07/06
50 MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 14,00 117,00 T 565.110,00 7.692,00 Estado 5,25 5,3 1,5 0 13 14 7 58.600,00 21 5 0 41 5,0 7,5 10/07/06
51 PARNAÍBA CUPIM 10,00 350,00 T 892.500,00 6.624,40 Estado 4,55 4,6 1,0 0 1 8 6 40.200,00 4 3 0 16 2,5 2,5 02/08/06
52 CURU CARACAS 17,00 636,00 T 4.459.950,00 0,00 Estado 9,63 9,6 1,5 0 1 22 12 92.200,00 6 11 1 59 6,5 9,8 28/11/06
53 CURU TRAPIÁ I 13,50 295,00 T 1.329.159,38 0,00 Estado 2,01 2,0 1,0 0 0 30 4 76.000,00 9 8 0 41 5,0 5,0 24/08/06
54 BANABUIÚ VIEIRÃO 22,50 340,00 T 4.102.312,50 0,00 Estado 20,96 21,0 2,5 0 10 7 11 60.000,00 9 10 0 49 5,5 13,8 28/07/06
55 BANABUIÚ SÃO JOSÉ II 19,00 330,00 T 2.868.525,00 0,00 Estado 29,14 29,1 3,0 0 7 8 5 37.400,00 3 6 0 27 3,5 10,5 26/07/06
56 MÉDIO JAGUARIBE POTIRETAMA 11,80 375,00 T 1.307.587,50 0,00 Estado 6,33 6,3 1,5 0 9 7 3 27.800,00 11 1 0 15 2,5 3,8 14/07/06
57 ALTO JAGUARIBE CANOAS 48,80 116,50 CCR 7.681.842,24 0,00 Estado 69,25 69,3 4,5 6 14 2 1 10.800,00 10 6 0 34 4,0 18,0 14/07/06
58 ACARAÚ ARREBITA 17,30 464,00 T 3.365.403,60 0,00 Estado 19,60 19,6 2,5 0 7 1 1 7.400,00 3 4 0 19 2,5 6,3 25/07/06
59 METROPOLITANA GAVIÃO 16,00 668,00 T 3.120.000,00 0,00 Estado 32,90 32,9 3,0 2 0 0 1 4.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 12/09/06
60 MÉDIO JAGUARIBE TIGRE 15,80 270,00 T 1.644.543,00 0,00 Estado 20,00 20,0 2,5 2 10 1 0 4.000,00 7 0 0 7 1,5 3,8 27/07/06
61 ALTO JAGUARIBE FAÉ 20,00 329,00 T 3.158.400,00 0,00 Estado 23,40 23,4 2,5 2 4 0 0 800,00 2 3 0 14 2,0 5,0 24/07/06
62 ALTO JAGUARIBE ARNEIROZ II 34,20 1161,00 T 13.671.450,00 0,00 Estado 197,00 197,0 7,0 1 1 0 0 200,00 0 0 0 0 1,0 7,0 17/07/06
267.835.598,86 5.178.148,84 77 263 362 218 1.648.600,00 12 44 4
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO DO
ARROMBAMENTO
(R$)
DEMANDAS
RECUPERAÇÃO
2006 (R$) -
EMERGENCIA
PESO
CAP
CAP (hm
3
)
DATA DA
ÚLTIMA
VISTORIA
NÍVEL DE PERIGO
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO
MAGNITUDES (*)
(R$)
Nível de
Perigo das
Anomalias
(NPA)
PESO
NPA
Indice de
Vulnerabilid
ade (IV)
MAGNITUDES
BACIA CAP (hm
3
) PROPR. AÇUDE
ALTURA
(M)
EXTENSÃO
(M)
TIPO DE
BARRAGEM
(*)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
30
Tabela 12 – 62 Açudes Estaduais Priorizados pelo Custo da Recuperação no Caso de Arrombamento.
I P M G 1 2 3
1 PARNAÍBA JABURU I 47,00 770,00 T 25.556.250,00 15.472,00 Estado 210,00 210,0 7,0 0 0 10 7 48.000,00 5 0 0 5 1,5 10,5 07/08/06
2 METROPOLITANA ARACOIABA 35,00 2000,00 T 14.306.250,00 115.042,00 Estado 170,70 170,7 7,0 1 1 2 1 8.200,00 3 1 0 7 1,5 10,5 26/09/06
3 ALTO JAGUARIBE ARNEIROZ II 34,20 1161,00 T 13.671.450,00 0,00 Estado 197,00 197,0 7,0 1 1 0 0 200,00 0 0 0 0 1,0 7,0 17/07/06
4 SALGADO OLHO D'ÁGUA 25,30 683,00 T 10.354.980,08 300.000,00 Estado 21,20 21,2 2,5 2 1 2 2 12.200,00 5 2 2 31 4,0 10,0 29/09/06
5 METROPOLITANA PACOTI 27,00 1600,00 T 8.606.250,00 166.552,00 Estado 380,00 380,0 8,0 0 3 3 1 10.600,00 3 2 0 11 2,0 16,0 06/10/06
6 METROPOLITANA ACARAPE DO MEIO 33,00 267,50 AP 8.580.330,00 29.972,00 Estado 31,50 31,5 3,0 4 0 0 2 8.000,00 0 2 0 8 1,5 4,5 20/09/06
7 METROPOLITANA CASTRO 25,90 606,00 T 7.935.112,50 232.824,00 Estado 63,90 63,9 4,5 7 1 9 8 50.200,00 15 2 0 23 3,0 13,5 04/10/06
8 ALTO JAGUARIBE CANOAS 48,80 116,50 CCR 7.681.842,24 0,00 Estado 69,25 69,3 4,5 6 14 2 1 10.800,00 10 6 0 34 4,0 18,0 14/07/06
9 PARNAÍBA FLOR DO CAMPO 21,14 697,80 T 7.459.091,93 16.364,00 Estado 111,30 111,3 6,0 0 0 8 2 24.000,00 4 0 0 4 1,0 6,0 04/08/06
10 ALTO JAGUARIBE MUQUÉM 27,60 355,23 T 6.382.630,55 244.117,32 Estado 47,64 47,6 3,5 3 5 3 0 7.000,00 3 2 0 11 2,0 7,0 12/07/06
11 ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 23,61 480,00 T 6.360.250,68 72.302,00 Estado 19,56 19,6 2,5 3 3 0 0 600,00 2 3 0 14 2,0 5,0 14/07/06
12 METROPOLITANA RIACHÃO 22,00 600,00 T 5.775.000,00 63.272,00 Estado 46,95 47,0 3,5 0 5 1 0 3.000,00 0 2 0 8 1,5 5,3 06/10/06
13 METROPOLITANA SITIOS NOVOS 21,50 1818,00 T 5.522.812,50 591.376,00 Estado 123,20 123,2 6,0 0 3 3 0 6.600,00 4 0 0 4 1,0 6,0 15/09/06
14 BANABUIÚ CIPOADA 20,80 1130,00 T 5.179.200,00 137.894,00 Estado 86,09 86,1 5,0 1 13 3 4 24.600,00 4 3 0 16 2,5 12,5 26/07/06
15 SALGADO ROSÁRIO 20,80 670,00 T 5.179.200,00 58.422,00 Estado 47,20 47,2 3,5 2 2 0 0 400,00 2 0 0 2 1,0 3,5 14/09/06
16 COREAÚ GANGORRA 20,66 1033,00 T 5.111.800,50 111.486,00 Estado 62,50 62,5 4,5 0 1 1 5 22.200,00 4 0 0 4 1,0 4,5 08/08/06
17 ALTO JAGUARIBE RIVALDO DE CARVALHO 19,00 401,60 AP 4.852.934,40 101.672,00 Estado 19,52 19,5 2,5 0 9 6 3 25.800,00 9 2 0 17 2,5 6,3 24/07/06
18 BANABUIÚ TRAPIÁ II 27,40 270,00 T 4.782.807,00 23.352,00 Estado 18,19 18,2 2,5 0 5 10 6 45.000,00 3 8 0 35 4,5 11,3 27/07/06
19 CURU SOUZA 19,90 660,00 T 4.753.612,50 16.240,00 Estado 30,84 30,8 3,0 0 1 12 11 68.200,00 8 5 0 28 3,5 10,5 29/11/06
20 CURU CARACAS 17,00 636,00 T 4.459.950,00 0,00 Estado 9,63 9,6 1,5 0 1 22 12 92.200,00 6 11 1 59 6,5 9,8 28/11/06
21 CURU JERIMUM 23,20 385,00 TE 4.412.408,00 75.936,00 Estado 20,50 20,5 2,5 0 4 14 0 28.800,00 7 2 0 15 2,5 6,3 14/09/06
22 ACARAÚ CARMINA 19,00 770,00 T 4.346.250,00 81.638,00 Estado 13,63 13,6 2,0 0 1 6 0 12.200,00 3 3 0 15 2,5 5,0 19/09/06
23 COREAÚ ANGICOS 18,90 1367,00 T 4.302.112,50 194.811,00 Estado 56,05 56,1 4,0 0 0 14 2 36.000,00 7 3 0 19 2,5 10,0 30/08/06
24 SALGADO CACHOEIRA 25,50 270,00 T 4.156.818,75 18.952,00 Estado 34,33 34,3 3,0 0 0 1 0 2.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/08/06
25 METROPOLITANA MALCOZINHADO 18,50 755,00 T 4.127.812,50 25.672,00 Estado 37,84 37,8 3,5 0 4 2 0 4.800,00 0 4 0 16 2,5 8,8 09/08/06
26 BANABUIÚ VIEIRÃO 22,50 340,00 T 4.102.312,50 0,00 Estado 20,96 21,0 2,5 0 10 7 11 60.000,00 9 10 0 49 5,5 13,8 28/07/06
27 BANABUIÚ MONS. TABOSA 23,10 315,00 T 4.000.255,88 34.782,00 Estado 12,10 12,1 2,0 0 0 10 4 36.000,00 2 1 0 6 1,5 3,0 27/09/06
28 BANABUIÚ PIRABIBU 18,00 1650,00 T 3.915.000,00 105.072,00 Estado 74,00 74,0 4,5 1 1 4 1 12.200,00 1 1 0 5 1,5 6,8 03/08/06
29 SALGADO UBALDINHO 18,00 475,00 T 3.719.250,00 10.182,00 Estado 31,80 31,8 3,0 2 1 0 0 200,00 2 0 0 2 1,0 3,0 06/09/06
30 PARNAÍBA BARRA VELHA 17,51 387,00 T 3.711.901,13 325.160,00 Estado 99,50 99,5 5,5 0 0 8 4 32.000,00 3 0 0 3 1,0 5,5 10/08/06
31 PARNAÍBA CARNAUBAL 17,00 742,00 T 3.506.250,00 78.555,60 Estado 87,69 87,7 5,5 0 0 2 5 24.000,00 0 0 0 0 1,0 5,5 17/08/06
32 COREAÚ ITAÚNA 18,00 436,00 T 3.413.880,00 138.099,00 Estado 77,50 77,5 5,0 7 0 1 3 14.000,00 3 1 0 7 1,5 7,5 21/09/06
33 ACARAÚ ARREBITA 17,30 464,00 T 3.365.403,60 0,00 Estado 19,60 19,6 2,5 0 7 1 1 7.400,00 3 4 0 19 2,5 6,3 25/07/06
34 METROPOLITANA CATUCINZENTA 16,25 1055,00 T 3.214.453,13 14.942,00 Estado 27,13 27,1 3,0 1 1 0 0 200,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/06/06
35 PARNAÍBA JABURU II 16,20 1054,00 T 3.195.450,00 64.014,00 Estado 116,00 116,0 6,0 0 3 13 1 30.600,00 8 0 0 8 1,5 9,0 03/08/06
36 ALTO JAGUARIBE FAÉ 20,00 329,00 T 3.158.400,00 0,00 Estado 23,40 23,4 2,5 2 4 0 0 800,00 2 3 0 14 2,0 5,0 24/07/06
37 METROPOLITANA GAVIÃO 16,00 668,00 T 3.120.000,00 0,00 Estado 32,90 32,9 3,0 2 0 0 1 4.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 12/09/06
38 ALTO JAGUARIBE PARAMBU 20,80 278,00 T 2.879.635,20 20.688,00 Estado 8,53 8,5 1,5 0 1 4 1 12.200,00 0 1 0 4 1,0 1,5 17/07/06
39 ALTO JAGUARIBE DO CORONEL 16,40 440,00 T 2.879.184,00 8.472,00 Estado 1,70 1,7 1,0 4 8 0 0 1.600,00 4 5 0 24 3,0 3,0 12/07/06
40 BANABUIÚ SÃO JOSÉ II 19,00 330,00 T 2.868.525,00 0,00 Estado 29,14 29,1 3,0 0 7 8 5 37.400,00 3 6 0 27 3,5 10,5 26/07/06
41 METROPOLITANA PACAJUS 15,00 1960,00 T 2.756.250,00 405.072,00 Estado 240,00 240,0 7,5 3 5 0 23 93.000,00 20 2 0 28 3,5 26,3 05/10/06
42 MÉDIO JAGUARIBE CANAFÍSTULA 14,80 850,00 T 2.686.200,00 170.102,00 Estado 13,11 13,1 2,0 4 14 4 3 22.800,00 9 8 0 41 5,0 10,0 19/07/06
43 BANABUIÚ CAPITÃO MOR 22,00 180,00 T 2.079.000,00 41.180,00 Estado 6,00 6,0 1,5 1 9 5 6 35.800,00 6 6 0 30 4,0 6,0 27/07/06
44 COREAÚ TRAPIÁ III 12,42 533,57 T 2.050.706,40 26.614,02 Estado 5,50 5,5 1,5 0 3 16 5 52.600,00 3 13 0 55 6,5 9,8 18/07/06
45 MÉDIO JAGUARIBE MADEIRO 15,50 346,00 T 2.031.236,25 18.341,16 Estado 2,81 2,8 1,0 0 17 8 0 19.400,00 17 1 0 21 3,0 3,0 10/07/06
46 LITORAL QUANDÚ 19,50 195,00 T 1.782.421,88 43.732,00 Estado 4,00 4,0 1,0 0 4 18 16 100.800,00 15 8 2 65 7,0 7,0 06/09/06
47 METROPOLITANA PENEDO 12,20 474,00 T 1.760.862,60 39.809,00 Estado 2,40 2,4 1,0 3 8 1 4 19.600,00 8 1 0 12 2,0 2,0 12/09/06
48 ALTO JAGUARIBE VALÉRIO 19,90 180,00 T 1.711.300,50 34.440,80 Estado 2,02 2,0 1,0 1 2 9 1 22.400,00 4 6 0 28 3,5 3,5 13/07/06
49 MÉDIO JAGUARIBE SANTA MARIA 11,00 557,00 T 1.700.242,50 282.221,22 Estado 11,20 11,2 2,0 2 11 6 0 14.200,00 12 0 0 12 2,0 4,0 24/07/06
50 MÉDIO JAGUARIBE TIGRE 15,80 270,00 T 1.644.543,00 0,00 Estado 20,00 20,0 2,5 2 10 1 0 4.000,00 7 0 0 7 1,5 3,8 27/07/06
51 METROPOLITANA CAUHIPE 11,37 1298,00 T 1.624.915,13 320.628,00 Estado 12,00 12,0 2,0 2 0 1 0 2.000,00 2 0 0 2 1,0 2,0 13/10/06
52 CURU SÃO DOMINGOS 12,73 330,53 T 1.331.404,67 47.342,10 Estado 3,04 3,0 1,0 0 0 15 18 102.000,00 6 16 1 79 7,5 7,5 29/11/06
53 CURU TRAPIÁ I 13,50 295,00 T 1.329.159,38 0,00 Estado 2,01 2,0 1,0 0 0 30 4 76.000,00 9 8 0 41 5,0 5,0 24/08/06
54 PARNAÍBA SUCESSO 10,20 498,00 T 1.318.156,20 24.576,00 Estado 10,00 10,0 2,0 0 0 9 4 34.000,00 5 0 0 5 1,5 3,0 17/08/06
55 MÉDIO JAGUARIBE POTIRETAMA 11,80 375,00 T 1.307.587,50 0,00 Estado 6,33 6,3 1,5 0 9 7 3 27.800,00 11 1 0 15 2,5 3,8 14/07/06
56 METROPOLITANA HIPÓLITO 14,95 222,36 T 1.217.933,82 65.412,00 Estado 6,54 6,5 1,5 4 2 0 0 400,00 4 1 0 8 1,5 2,3 21/06/06
57 SALGADO TATAJUBA 16,60 149,80 T 1.003.375,38 41.933,60 Estado 2,72 2,7 1,0 3 8 1 0 3.600,00 5 2 0 13 2,0 2,0 30/11/06
58 PARNAÍBA CUPIM 10,00 350,00 T 892.500,00 6.624,40 Estado 4,55 4,6 1,0 0 1 8 6 40.200,00 4 3 0 16 2,5 2,5 02/08/06
59 PARNAÍBA COLINA 11,50 267,00 T 886.606,88 21.883,82 Estado 3,25 3,3 1,0 0 2 8 6 40.400,00 9 1 0 13 2,0 2,0 26/09/06
60 BANABUIÚ SÃO JOSÉ I 10,70 230,00 T 666.315,75 68.807,80 Estado 7,67 7,7 1,5 0 7 7 8 47.400,00 5 8 0 37 4,5 6,8 27/07/06
61 MÉDIO JAGUARIBE SANTO ANTÔNIO 13,20 135,00 T 582.714,00 18.402,00 Estado 0,83 0,8 1,0 3 17 2 0 7.400,00 16 1 0 20 3,0 3,0 23/02/06
62 MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 14,00 117,00 T 565.110,00 7.692,00 Estado 5,25 5,3 1,5 0 13 14 7 58.600,00 21 5 0 41 5,0 7,5 10/07/06
267.835.598,86 5.178.148,84 77 263 362 218 1.648.600,00 12 44 4
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO DO
ARROMBAMENTO
(R$)
DEMANDAS
RECUPERAÇÃO
2006 (R$) -
EMERGENCIA
PESO
CAP
CAP (hm
3
)
DATA DA
ÚLTIMA
VISTORIA
NÍVEL DE PERIGO
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO
MAGNITUDES (*)
(R$)
Nível de
Perigo das
Anomalias
(NPA)
PESO
NPA
Indice de
Vulnerabilid
ade (IV)
MAGNITUDES
BACIA CAP (hm
3
) PROPR. AÇUDE
ALTURA
(M)
EXTENSÃO
(M)
TIPO DE
BARRAGEM
(*)
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
31
4.2.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS
As análises dos custos apresentados não apresentam uma correlação direta entre si,
pois consideram aspectos diferentes. O custo da recuperação das anomalias é
determinado a partir do custo unitário estimados para os tamanhos das anomalias. O
custo das demandas das gerências regionais leva em consideração itens não
relacionados às anomalias. Por fim o custo de recuperação no caso de arrombamento
recuperação das barragens considera uma situação extrema de ruptura da barragem.
As barragens foram hierarquizadas sob diferentes enfoques de custo. A partir das
diferentes análises de custo (recuperação de anomalias, demanda das gerencias
regionais e recuperação no caso de arrombamento), verificou-se que o custo de
recuperação do arrombamento é bem superior ao custo da recuperação das anomalias
e da demanda das gerências, sendo 162 vezes e 52 vezes superior, respectivamente.
Observa-se também que o custo das demandas das gerências regionais é cerca de 3
vezes superior ao custo da recuperação das anomalias. Esta diferença se deve a
consideração de alguns itens não necessariamente relacionados às anomalias, tais
como mergulho para inspeção e limpeza de comporta, placa padrão, cerca de proteção,
portão, mata-burro, portão de madeira, recuperação de passagem molhada.
Um aperfeiçoamento dos métodos de estimativa de custo de recuperação das
anomalias e de custo das demandas por gerencia regional, seria a estimativa por parte
da gerência regional dos custos da recuperação das anomalias médias (resolvidas na
gerência regional) e pequenas (resolvidas pelo AGIR) e por parte da GESIN das
anomalias grandes (resolvidas pela GESIN). Desta forma, poder-se-á ajustar os custos
por anomalia P, M e G da estimativa de recuperação das anomalias através do custo
das demandas das gerências regionais referentes às anomalias. Os custos das
demandas das gerências, não relacionados às anomalias, ficariam num orçamento a
parte.
5. CONCLUSÕES
Tendo em vista o semi-árido nordestino ser caracterizado por chuvas concentradas no
período de fevereiro a maio e que estas chuvas são condicionantes importantes nas
solicitações sobre as barragens, a GESIN-COGERH estabeleceu a realização de duas
inspeções formais por período chuvoso anual nas barragens estaduais monitoradas,
antes e após o referido período. Antes do período chuvoso, quando o reservatório está
na condição de menor nível de armazenamento, em que se pode inspecionar mais
amplamente a área da barragem, e no final desse período, quando se tem a carga
hidráulica máxima atuante sobre a barragem.
A análise de risco de um conjunto de barragens é uma robusta e defensável ferramenta
para garantir mais segurança, mais eficiência na aplicação dos recursos e melhor
entendimento para os tomadores de decisão. Todo esforço anterior (inspeções
periódicas, análise do comportamento, instrumentação, classificação do risco) é
indispensável, mas não aumenta, por si só a segurança das estruturas. Providências
devem ser tomadas para que as medidas corretivas sejam implementadas dentro de
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
32
prazos aceitáveis. O resultado da hierarquização do risco deve se tornar um
“documento vivo” o qual dever ser constantemente atualizado à medida que novas
informações são acrescentadas e ações de recuperação são efetuadas.
Para efeito de análise das metodologias de risco observou-se razoável concordância
nas barragens hierarquizadas, mesmo tratando-se de abordagens diferenciadas.
Adotou-se como uma classificação geral, a média entre o IV e o PR. No entanto,
posteriores análises poderão indicar o aperfeiçoamento das mesmas, e as
circunstâncias em que cada metodologia se ajuste melhor. Um passo para o
aperfeiçoamento da Matriz de Risco, seria o estabelecimento de critérios padrões de
conversão das informações coletadas nas inspeções de campo (tamanho da anomalia
e nível de perigo) em pontuações das variáveis correlatas consideradas no parâmetro V
– Vulnerabilidade (confiabilidade das estruturas vertedouras, tomada d’água,
percolação, deformações, deterioração).
As análises de custo permitiram a hierarquização das barragens sob diferentes
enfoques (recuperação das anomalias, demandas das gerências regionais,
recuperação no caso de arrombamento). Não foi observada correlações entre os
métodos de análise. O custo das demandas das gerências apresentou-se cerca 3
vezes superior à estimativa de recuperação das anomalias. Deverá ser verificada a
possibilidade de aperfeiçoamento da estimativa dos custos das demandas das
gerências regionais associados às anomalias, e o conseqüente ajuste do método de
custo de recuperação das anomalias. Como esperado o custo de recuperação no caso
de arrombamento apresentou-se bem superior ao demais até cerca de 150 vezes.
Associadas ás análises de riscos e custo também foram relatadas as demais ações da
GESIN: relacionadas a obras de recuperação, instrumentação de barragens,
treinamentos de técnicos e AGIRs, divulgação das ações realizadas através de
publicações de trabalhos em congressos de engenharia, análise dos estudos
geotécnicos das obras de barramento para a câmara técnica de licença do Conselho de
Recursos Hídricos do Ceará – CONERH.
Por fim, através do presente relatório, são apresentados aos tomadores de decisão os
diferentes critérios de hierarquização de barragens pelo risco e pelo custo, para assim
serem definidas às barragens a serem priorizadas nas ações de segurança de
barragens.
____________________
Alexandre de Sousa Fontenelle
Gerente de Segurança e Infra-Estrutura
Eng
o
Civil – CREA/CE 7197-D
_______________________
Sarita de Paula Pereira Cavalcante
Eng
a
de Segurança de Obras Hídricas
Eng
a
Civil – CREA/PE 028723 –D
_____________________
Célio Augusto Tavares e Sales
Engº de Segurança de Obras Hídricas
Eng
o
Civil – CREA/CE 7491-D
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
33
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
[1] FONTENELLE, A. S. , SOUZA, V. A. D., OLIVEIRA, Y. C. & SALES, C. A. T
(2007) – “Estabilização e Melhoria da Segurança de Vertedouros de Barragens
do Estado do Ceará (Pacajus e Rosário)”, XXVII Seminário Nacional de Grandes
Barragens – Belém.
[2] SALES, C. A. T., FONTENELLE, A. S., CAVALCANTE, S. P. P. & SOUZA, V. A.
D. (2006) – “Monitoramento de Segurança de Barragens por Instrumentação no
Estado do Ceará”, Anais do III Simpósio sobre Instrumentação de Barragens,
Comitê Brasileiro de Barragens, São Paulo.
[3] SOUZA, V. A. D., CASTRO, M. A. H., FONTENELLE, A. S. & OLIVEIRA, Y. C.
(2005ª) – “Obras de Recuperação e Intervenções de Segurança efetuadas na
Fundação e Aterro Compactado da Barragem Jaburu I”, XXVI Seminário
Nacional de Grandes Barragens, Goiânia.
[4] SOUZA, V. A. D., CASTRO, M. A. H., FONTENELLE, A. S. & OLIVEIRA, Y. C.
(2005
b
) – “Análise do Regime de Fluxo e das Condições de Segurança de uma
Barragem de Terra sobre Rocha Sedimentar”, XVI Simpósio Brasileiro de
Recursos Hídricos, João Pessoa.
[5] FONTENELLE, A. S., OLIVEIRA, Y. C., VIEIRA, V. P. P. B. & MIRANDA, A. N.
(2005) – “Ações de Segurança de Barragens do Estado do Ceará com ênfase
em Inspeções e Risco”, XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos, João
Pessoa.
[6] FONTENELLE, A. S., OLIVEIRA, Y. C. & VIEIRA, V. P. P. B. (2004) – “Riscos e
Ações de Segurança de Barragens no Estado do Ceará”, XVI Simpósio de
Recursos Hídricos no Nordeste, São Luis.
[7] MENESCAL, R. A., FONTENELLE, A. S., OLIVEIRA, S. K. F. (2001
a
) e VIEIRA,
V. P. B. (2001
a
) – “Avaliação do Desempenho de Barragens no estado do
Ceará”, XXIV Seminário Nacional de Grandes Barragens, Fortaleza.
[8] MI - Ministério de Integração Nacional (2002) – “Manual de Segurança e
Inspeção de Barragens”
[9] MI - Ministério de Integração Nacional (2005) – “Manual de Preenchimento de
Ficha de Inspeção de Barragem”
[10] COGERH – Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (2005) – “Manual para
o Preenchimento da Coluna Nível de Perigo (NP) no Check-List de Barragens de
Terra”, Documento Interno, GESIN – Gerência de Segurança e Infraestrutura.
[11] MENESCAL, R. A., CRUZ, P. T., CARVALHO, R. V., FONTENELLE, A. S.,
OLIVEIRA, S. K. F. (2001
b
) – “Uma Metodologia para Avaliação do Potencial de
Risco em Barragens do Semi-árido”, XXIV Seminário Nacional de Grandes
Barragens, Fortaleza.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
34
7. ANEXOS
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
35
7.1. Anexo 1:
7.1.1 Gráfico 1: Evolução Anual das Inspeções ____________________________36
7.1.2 Relação de Vistorias por Gerência___________________________________39
7.1.3 Quadro dos açudes inspecionados no período de janeiro a dezembro de
2006__________________________________________________________56
7.1.4 Relação dos Açudes por Nível de Perigo das Anomalias _________________73
7.1.5 Tabela com os 62 açudes estaduais por ordem alfabética________________123
a) Custos de recuperação: anomalias, demandas das gerências regionais e
recuperação no caso de arrombamento; NPA (nível de perigo das anomalias)).
b) Matriz de Risco
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
36
7.1.1 Gráfico 1: Evolução Anual das Inspeções
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
Gráfico- EvoluçãoAnuald as Inspeções (Check-List)
Data de Emissão: 8/2/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Proprietário:
DNOCS
Inspeções Realizadas Açudes Inspecionados
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
Q
u
a
n
t
i
t
a
t
i
v
o
133
123
113
103
93
83
73
63
53
43
33
23
13
3
31
10
4
21
22
16
18
3
30
10
4
20
16
10
11
3
Período
Proprietário:
Estado
Inspeções Realizadas Açudes Inspecionados
2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007
Q
u
a
n
t
i
t
a
t
i
v
o
133
123
113
103
93
83
73
63
53
43
33
23
13
3
24
25
22
64
116
128
101
12
21
20
19
45
59
64 64
12
Período
Proprietário:
Particular
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
Gráfico- EvoluçãoAnuald as Inspeções (Check-List)
Data de Emissão: 8/2/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Inspeções Realizadas Açudes Inspecionados
2004 2005 2006 2007
Q
u
a
n
t
i
t
a
t
i
v
o
133
123
113
103
93
83
73
63
53
43
33
23
13
3
2
1
2
1 1 1 1 1
Período
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
39
7.1.2 Relação de Vistorias por Gerência
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
40
7.1.2.1. Gerência Regional CRATEÚS – Junior
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Júnior
BANABUIÚ Bacia:
MONS. TABOSA Monsenhor Tabosa 27/9/2006 Francisco Rodrigues P. dos S. Júnior Formal
1 vistoria(s)
PARNAÍBA Bacia:
REALEJO Crateús 4/1/2006 José Humberto Formal
JABURU I Ubajara 13/1/2006 José Humberto Formal
CUPIM Independência 2/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
JABURU II Independência 3/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
FLOR DO CAMPO Novo Oriente 4/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
JABURU I Ubajara 7/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
BARRA VELHA Independência 10/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
REALEJO Crateús 11/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
CARNAUBAL Crateús 17/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
SUCESSO Tamboril 17/8/2006 José Humberto O. de Azevedo Formal
COLINA Quiterianópolis 26/9/2006 Francisco Rodrigues P. S. Júnior Formal
11 vistoria(s)
12 TOTAL DE VISTORIAS:
1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
42
7.1.2.2. Gerência Regional CRATO – Yarley
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Yarley
SALGADO Bacia:
CACHOEIRA Aurora 23/1/2006 Ronaldo Alves Formal
ROSÁRIO Lavras da Mangabeira 25/1/2006 Thiago Alves Formal
UBALDINHO Cedro 26/1/2006 Antonio Araujo Formal
OLHO D'ÁGUA Várzea Alegre 27/1/2006 Thiago Alves Formal
CACHOEIRA Aurora 21/8/2006 Ronaldo Guedes Formal
UBALDINHO Cedro 6/9/2006 Thiago Alves Formal
PRAZERES Barro 11/9/2006 Thiago Alves Formal
ROSÁRIO Lavras da Mangabeira 14/9/2006 Antônio Araújo Formal
OLHO D'ÁGUA Várzea Alegre 29/9/2006 Antônio Araujo Formal
TATAJUBA Icó 30/11/2006 Thiago Alves Formal
10 vistoria(s)
10 TOTAL DE VISTORIAS:
1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
44
7.1.2.3. Gerência Regional IGUATU - Margarida
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 28/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Margarida
ALTO JAGUARIBE Bacia:
DO CORONEL Antonina do Norte 12/7/2006 Mapurunga / Janilton Formal
MUQUÉM Cariús 12/7/2006 Mapurunga / Jamilton Formal
PAU PRETO Potengi 13/7/2006 Mapurunga / Jamilton Formal
VALÉRIO Altaneira 13/7/2006 Mapurunga / Janilton Formal
POÇO DA PEDRA Campos Sales 13/7/2006 Mapurunga / Jamilton Formal
BENGUÊ Aiuaba 14/7/2006 Mapurunga / Jamilton Formal
CANOAS Assaré 14/7/2006 Mapurunga / Janilton Formal
ARNEIROZ II Arneiroz 17/7/2006 Mapurunga / Jamilton Formal
PARAMBU Parambu 17/7/2006 Mapurunga / Jamilton Formal
FAÉ Quixelô 24/7/2006 Mupurunga / Jamilton Formal
RIVALDO DE CARVALHO Catarina 24/7/2006 Mapurunga / Jamilton Formal
11 vistoria(s)
11 TOTAL DE VISTORIAS:
1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
46
7.1.2.4. Gerência Regional LIMOEIRO DO NORTE – Chico
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Chico
BANABUIÚ Bacia:
CIPOADA Morada Nova 26/7/2006 Cipoada Formal
1 vistoria(s)
MÉDIO JAGUARIBE Bacia:
SANTO ANTÔNIO Iracema 23/2/2006 Nonato / Fábio Formal
ADAUTO BEZERRA Pereiro 10/7/2006 Deilton Formal
MADEIRO Pereiro 10/7/2006 Deilton Formal
POTIRETAMA Potiretama 14/7/2006 Fábio / Nonato Formal
CANAFÍSTULA Iracema 19/7/2006 Hermilson Barros / Eugilênio Formal
SANTA MARIA Ererê 24/7/2006 Nonato / Fábio Formal
TIGRE Solonópole 27/7/2006 Hermilson / Nonato e Antônio Formal
7 vistoria(s)
8 TOTAL DE VISTORIAS:
1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
48
7.1.2.5. Gerência Regional METROPOLITANA – Berthier
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Berthyer
METROPOLITANA Bacia:
PACAJUS Pacajus 2/1/2006 Cláudio Formal
ARACOIABA Aracoiaba 3/1/2006 Cládio Gesteira Formal
TIJUQUINHA Baturité 3/1/2006 Cláudio Gesteira Formal
ACARAPE DO MEIO Redenção 5/1/2006 Cláudio Gesteira Formal
ACIOLI Guaiúba 5/1/2006 Cláudio Gesteira Formal
HIPÓLITO Acarape 5/1/2006 Cládio Gesteira Formal
MALCOZINHADO Cascavel 6/1/2006 Cláudio Gesteira Formal
CAUHIPE Caucaia 26/1/2006 Cládio Gesteira Formal
GAVIÃO Pacatuba 31/1/2006 Cládio Gesteira Formal
SITIOS NOVOS Caucaia 8/2/2006 Cláudio Gesteira . Formal
CASTRO Itapiúna 15/2/2006 Cláudio Gesteira Formal
POMPEU SOBRINHO Choró 15/2/2006 Cláudio Gesteira Formal
AMANARY Maranguape 17/2/2006 Cláudio Gesteira . Formal
PENEDO Maranguape 19/2/2006 Cláudio Gesteira . Formal
CATUCINZENTA Aquiraz 21/6/2006 Cláudio Gesteira Formal
HIPÓLITO Acarape 21/6/2006 Cláudio Gesteira Formal
MALCOZINHADO Cascavel 9/8/2006 Cláudio Gesteira / Eduardo César Formal
BATENTE Ocara 10/8/2006 Cláudio Gesteira Formal
PENEDO Maranguape 12/9/2006 Cláudio Gesteira Formal
GAVIÃO Pacatuba 12/9/2006 Cláudio Gesteira Formal
AMANARY Maranguape 13/9/2006 Cláudio Gesteira Formal
POMPEU SOBRINHO Choró 14/9/2006 Cláudio Gesteira Formal
SITIOS NOVOS Caucaia 15/9/2006 Cláudio Gesteira Formal
ACARAPE DO MEIO Redenção 20/9/2006 Cláudio Gesteira Formal
ARACOIABA Aracoiaba 26/9/2006 Cláudio Gesteira Formal
CASTRO Itapiúna 4/10/2006 Cláudio Gesteira Formal
1
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Berthyer
METROPOLITANA Bacia:
PACAJUS Pacajus 5/10/2006 Cláudio Gesteira Formal
PACOTI Horizonte 6/10/2006 Cláudio Gesteira Formal
RIACHÃO Itaitinga 6/10/2006 Eduardo César Formal
CAUHIPE Caucaia 13/10/2006 Cláudio Gesteira Formal
30 vistoria(s)
30 TOTAL DE VISTORIAS:
2
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
51
7.1.2.6. Gerência Regional PENTECOSTE – Fernando
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Fernando
CURÚ Bacia:
JERIMUM Irauçuba 2/1/2006 Reginaldo e Marciana Formal
DESTERRO Caridade 5/1/2006 Marciana Formal
SERROTA Pentecoste 21/8/2006 Marciana Formal
CARACAS Canindé 23/8/2006 Marciana Formal
SÃO DOMINGOS Caridade 23/8/2006 Marciana / Reginaldo Formal
DESTERRO Caridade 24/8/2006 Marciana / Reginaldo Formal
TRAPIÁ I Caridade 24/8/2006 Marciana / Reginaldo Formal
SOUZA Canindé 24/8/2006 Marciana / Reginaldo Formal
JERIMUM Irauçuba 14/9/2006 Marciana / Reginaldo Formal
CARACAS Canindé 28/11/2006 Reginaldo / Marciana Formal
SÃO DOMINGOS Caridade 29/11/2006 Marciana / Reginaldo Formal
SOUZA Canindé 29/11/2006 Marciana / Reginaldo Formal
12 vistoria(s)
LITORAL Bacia:
MUNDAÚ Uruburetama 12/1/2006 Krishna Formal
POÇO VERDE Itapipoca 7/8/2006 Marciana Formal
QUANDÚ Itapipoca 6/9/2006 Marciana / Reginaldo Formal
MUNDAÚ Uruburetama 14/9/2006 Marciana / Reginaldo Formal
POÇO VERDE Itapipoca 17/11/2006 Reginaldo / Marciana Formal
5 vistoria(s)
17 TOTAL DE VISTORIAS:
1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
53
7.1.2.7. Gerência Regional QUIXERAMOBIM – Haroldo
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Haroldo
BANABUIÚ Bacia:
PIRABIBU Quixeramobim 6/2/2006 Adalberto Rocha Girão Formal
JATOBÁ Milhã 8/2/2006 Adalberto Rocha Girão Formal
SÃO JOSÉ II Piquet Carneiro 8/2/2006 Adalberto Rocha Girão Formal
TRAPIÁ II Pedra Branca 8/2/2006 Adalberto Rocha Girão Formal
CAPITÃO MOR Pedra Branca 9/2/2006 Adalberto Rocha Girão Formal
SÃO JOSÉ I Boa Viagem 9/2/2006 Adalberto Rocha Girão Formal
VIEIRÃO Boa Viagem 9/2/2006 Adalberto Rocha Girão Formal
SÃO JOSÉ II Piquet Carneiro 26/7/2006 Fernando Genipo C. Fernandes Formal
CAPITÃO MOR Pedra Branca 27/7/2006 Fernando G. C. Fernandes Formal
SÃO JOSÉ I Boa Viagem 27/7/2006 Fernando Genipo C. Fernandes Formal
TRAPIÁ II Pedra Branca 27/7/2006 Fernando Genipo C. Fernandes Formal
VIEIRÃO Boa Viagem 28/7/2006 Fernando Genipo C. Fernandes Formal
PIRABIBU Quixeramobim 3/8/2006 Fernando Genipo C. Fernandes Formal
JATOBÁ Milhã 9/8/2006 Fernando Genipo C. Fernandes Formal
14 vistoria(s)
14 TOTAL DE VISTORIAS:
1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
55
7.1.2.8. Gerência Regional SOBRAL – Vicente
Vistoria
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
RelaçãodeVistorias porGerência
Data de Emissão: 27/3/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Data Município
Tipo de
Vistoriado por Barragem
Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerência:
Vicente
ACARAÚ Bacia:
ARREBITA Forquilha 25/7/2006 Aristeu / Arimatéia Formal
CARMINA Catunda 19/9/2006 Aristeu Formal
2 vistoria(s)
COREAÚ Bacia:
TRAPIÁ III Coreaú 18/7/2006 Aristeu Formal
GANGORRA Granja 8/8/2006 Aristeu / Arimatéia Formal
MARTINÓPOLE Martinópole 22/8/2006 Aristeu / Arimatéia Formal
ANGICOS Coreaú 30/8/2006 Aristeu / Arimatéia Formal
ITAÚNA Chaval 21/9/2006 Aristeu Formal
5 vistoria(s)
7 TOTAL DE VISTORIAS:
1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
56
7.1.3 Quadro dos açudes inspecionados no período de janeiro a dezembro de 2006
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
57
7.1.3.1. Gerência Regional CRATEÚS – Junior
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Júnior
99.500,00
Estado Independência BARRA VELHA
87.690,00
Estado Crateús CARNAUBAL
3.250,00
Estado Quiterianópolis COLINA
4.550,00
Estado Independência CUPIM
111.300,00
Estado Novo Oriente FLOR DO CAMPO
210.000,00
Estado Ubajara JABURU I
116.000,00
Estado Independência JABURU II
12.100,00
Estado Monsenhor Tabosa MONS. TABOSA
31.550,00
DNOCS Crateús REALEJO
10.000,00
Estado Tamboril SUCESSO
TOTAL DE AÇUDES: 10
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 10
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
59
7.1.3.2. Gerência Regional CRATO – Yarley
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Yarley
34.330,00
Estado Aurora CACHOEIRA
21.000,00
Estado Várzea Alegre OLHO D'ÁGUA
32.500,00
DNOCS Barro PRAZERES
47.200,00
Estado Lavras da Mangabeira ROSÁRIO
2.720,00
Estado Icó TATAJUBA
31.800,00
Estado Cedro UBALDINHO
TOTAL DE AÇUDES: 6
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 6
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
61
7.1.3.3. Gerência Regional IGUATU - Margarida
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Margarida
197.060,00
Estado Arneiroz ARNEIROZ II
19.560,00
Estado Aiuaba BENGUÊ
69.250,00
Estado Assaré CANOAS
1.770,00
Estado Antonina do Norte DO CORONEL
23.400,00
Estado Quixelô FAÉ
47.643,00
Estado Cariús MUQUÉM
8.530,00
Estado Parambu PARAMBU
1.770,00
DNOCS Potengi PAU PRETO
52.000,00
DNOCS Campos Sales POÇO DA PEDRA
19.520,00
Estado Catarina RIVALDO DE CARVALHO
2.020,00
Estado Altaneira VALÉRIO
TOTAL DE AÇUDES: 11
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 11
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
63
7.1.3.4. Gerência Regional LIMOEIRO DO NORTE – Chico
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Chico
5.250,00
Estado Pereiro ADAUTO BEZERRA
13.110,00
Estado Iracema CANAFÍSTULA
86.090,00
Estado Morada Nova CIPOADA
2.810,00
Estado Pereiro MADEIRO
6.330,00
Estado Potiretama POTIRETAMA
5.866,80
Estado Ererê SANTA MARIA
832,00
Estado Iracema SANTO ANTÔNIO
3.510,00
Estado Solonópole TIGRE
TOTAL DE AÇUDES: 8
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 8
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
65
7.1.3.5. Gerência Regional METROPOLITANA – Berthier
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Berthyer
31.500,00
Estado Redenção ACARAPE DO MEIO
0,00
Estado Guaiúba ACIOLI
11.010,00
DNOCS Maranguape AMANARY
170.700,00
Estado Aracoiaba ARACOIABA
28.977,00
Estado Ocara BATENTE
63.900,00
Estado Itapiúna CASTRO
27.130,00
Estado Aquiraz CATUCINZENTA
12.000,00
Estado Caucaia CAUHIPE
32.900,00
Estado Pacatuba GAVIÃO
6.540,00
Estado Acarape HIPÓLITO
37.840,00
Estado Cascavel MALCOZINHADO
240.000,00
Estado Pacajus PACAJUS
380.000,00
Estado Horizonte PACOTI
2.414,00
Estado Maranguape PENEDO
143.000,00
DNOCS Choró POMPEU SOBRINHO
46.950,00
Estado Itaitinga RIACHÃO
126.000,00
Estado Caucaia SITIOS NOVOS
TOTAL DE AÇUDES: 17
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 17
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
67
7.1.3.6. Gerência Regional PENTECOSTE – Fernando
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Fernando
9.630,00
Estado Canindé CARACAS
5.010,00
DNOCS Caridade DESTERRO
20.500,00
Estado Irauçuba JERIMUM
21.300,00
DNOCS Uruburetama MUNDAÚ
13.650,00
DNOCS Itapipoca POÇO VERDE
4.000,00
Estado Itapipoca QUANDÚ
3.035,00
Estado Caridade SÃO DOMINGOS
0,00
DNOCS Pentecoste SERROTA
30.840,00
Estado Canindé SOUZA
2.010,00
Estado Caridade TRAPIÁ I
TOTAL DE AÇUDES: 10
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 10
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
69
7.1.3.7. Gerência Regional QUIXERAMOBIM – Haroldo
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Haroldo
6.000,00
Estado Pedra Branca CAPITÃO MOR
1.070,00
Particular Milhã JATOBÁ
74.000,00
Estado Quixeramobim PIRABIBU
7.670,00
Estado Boa Viagem SÃO JOSÉ I
29.140,00
Estado Piquet Carneiro SÃO JOSÉ II
18.190,00
Estado Pedra Branca TRAPIÁ II
20.960,00
Estado Boa Viagem VIEIRÃO
TOTAL DE AÇUDES: 7
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 7
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
71
7.1.3.8. Gerência Regional SOBRAL – Vicente
CompanhiadeGestãodos Recursos Hídricos
QuadrodeAçudes Insp ecionados
Data de Emissão: 23/4/2007
Secretariados Recursos Hídricos
GovernodoEstadodoCeará
Município Proprietário Capacidade (m ) Barragem
3
Período: 01/2006 a 11/2006
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
Gerente:
Vicente
56.050,00
Estado Coreaú ANGICOS
19.600,00
Estado Forquilha ARREBITA
13.628,00
Estado Catunda CARMINA
62.500,00
Estado Granja GANGORRA
77.500,00
Estado Chaval ITAÚNA
23.200,00
DNOCS Martinópole MARTINÓPOLE
5.510,00
Estado Coreaú TRAPIÁ III
TOTAL DE AÇUDES: 7
TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 7
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
73
7.1.4 Relação dos Açudes por Nível de Perigo das Anomalias
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
74
7.1.4.1. Nível de Perigo 3
Bacia/Aç ude
BANABUIÚ
Magnitude Situação DataVistoria
JATOBÁ 9/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
AU M 02 - Escorregamentos
AU M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV M 06 - Afundamentos e buracos
AU M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC G 04 - Descalçamento da estrutura
TotalporBacia: 6
Bacia/Aç ude
CURÚ
Magnitude Situação DataVistoria
CARACAS 28/11/20 06
003 - Barragem - Coroamento
AU G 02 - Rachaduras
DESTERRO 24/8/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
DI G 07 - Árvores e arbustos
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 05 - Erosões na base dos canais escavados
AU G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
SÃO DOMINGOS 29/11/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 06 - Afundamentos e buracos
SERROTA 21/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 03 - Rachadura/afundamento (laje de concreto)
DI M 05 - Afundamentos e buracos
TotalporBacia: 7
1
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 3
Bacia/Aç ude
LITORAL
Magnitude Situação DataVistoria
POÇO VERDE 17/11/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU G 07 - Árvores e arbustos
AU M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
QUANDÚ 6/9/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
TotalporBacia: 4
Bacia/Aç ude
SALGADO
Magnitude Situação DataVistoria
OLHO D'ÁGUA 29/9/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 01 - Erosões
PC G 05 - Falha na proteção vegetal
TotalporBacia: 2
TotalGeral: 19
16 Açude(s) Inspecionado(s)
Anomalia(s)
2
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 3
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
77
7.1.4.2. Nível de Perigo 2
Bacia/Aç ude
ACARAÚ
Magnitude Situação DataVistoria
ARREBITA 25/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC P 01 - Erosões
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 04 - Falha na proteção granular
PC M 05 - Falha na proteção vegetal
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
CARMINA 19/9/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 04 - Falha na proteção granular
PC M 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
TotalporBacia: 7
Bacia/Aç ude
ALTO JAGUARIBE
Magnitude Situação DataVistoria
BENGUÊ 14/7/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 04 - Falha na proteção granular
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV G 02 - Erosão nos contatos dos muros
CANOAS 14/7/2006
004 - Barragem - Paramento de Jusante
PC G 06 - Sinais de percolação ou áreas úmidas
PC G 08 - Vazão nos drenos de controle
006 - Barragem - Galeria de Inspeção
PC G 02 - Deterioração da superfície do concreto
PV G 10 - Drenos obstruídos
1
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
Bacia/Aç ude
ALTO JAGUARIBE
Magnitude Situação DataVistoria
CANOAS 14/7/2006
006 - Barragem - Galeria de Inspeção
PC G 17 - Sinais de percolação ou áreas úmidas
019 - Região a Jusante da Barragem
PV G 05 - Fuga d'água
DO CORONEL 12/7/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
DI M 05 - Afundamentos e buracos
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 02 - Fuga d'água
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC P 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC P 04 - Ferragem do concreto exposta
FAÉ 24/7/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 04 - Falha na proteção granular
DI P 07 - Árvores e arbustos
019 - Estrutura de Saída
PC P 04 - Defeito nos dispositivos de controle
MUQUÉM 12/7/20 06
003 - Barragem - Coroamento
PV G 07 - Defeitos na drenagem
019 - Estrutura de Saída
PV P 07 - Vazamento nos dispositivos de controle
PARAMBU 17/7/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 01 - Erosões
PAU PRETO 13/7/2006
2
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 01 - Árvores e arbustos
PC P 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC P 03 - Deterioração da superfície do concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV I 01 - Erosão na fundação
PV I 02 - Erosão nos contatos dos muros
POÇO DA PEDRA 13/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV I 06 - Árvores e arbustos
003 - Barragem - Coroamento
PC P 07 - Defeitos na drenagem
PC I 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 05 - Falha na proteção vegetal
PV I 07 - Árvores e arbustos
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 02 - Fuga d'água
RIVALDO DE CARVALHO 24/7/2006
004 - Barragem - Paramento de Jusante
PC M 02 - Ocorrência de fissuras no concreto
005 - Barragem - Estrutura Vertente
PV M 13 - Ocorrência de buracos na soleira
VALÉRIO 13/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
PV M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 06 - Afundamentos e buracos
3
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
Bacia/Aç ude
ALTO JAGUARIBE
Magnitude Situação DataVistoria
VALÉRIO 13/7/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU P 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
TotalporBacia: 40
Bacia/Aç ude
BANABUIÚ
Magnitude Situação DataVistoria
CAPITÃO MOR 27/7/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
AU P 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV P 05 - Falha na proteção vegetal
PV 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 02 - Fuga d'água
PC P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 01 - Erosão na fundação
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
CIPOADA 26/7/20 06
003 - Barragem - Coroamento
AU G 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU G 01 - Erosões
AU M 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
JATOBÁ 9/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
AU M 01 - Erosões
4
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
Bacia/Aç ude
BANABUIÚ
Magnitude Situação DataVistoria
JATOBÁ 9/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
AU M 05 - Afundamentos e buracos
PC M 06 - Árvores e arbustos
PV M 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
PV M 10 - Sinais de movimento
003 - Barragem - Coroamento
PV M 01 - Erosões
PC M 02 - Rachaduras
AU M 05 - Afundamentos e buracos
AU M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
PV 10 - Sinais de movimento
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV M 05 - Falha na proteção vegetal
AU M 07 - Árvores e arbustos
PV M 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV M 02 - Fuga d'água
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 01 - Árvores e arbustos
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PV M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PV M 03 - Deterioração da superfície do concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 01 - Erosão na fundação
PV M 02 - Erosão nos contatos dos muros
PV M 03 - Rachaduras no concreto
MONS. TABOSA 27/9/20 06
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
PIRABIBU 3/8/2006
5
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
SÃO JOSÉ I 27/7/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV P 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
PV P 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 02 - Fuga d'água
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
PV P 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
019 - Estrutura de Saída
PV M 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PV G 04 - Defeito nos dispositivos de controle
PV G 07 - Vazamento nos dispositivos de controle
SÃO JOSÉ II 26/7/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
PV P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV M 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
PV P 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC P 02 - Erosão nos contatos dos muros
019 - Estrutura de Saída
PV G 04 - Defeito nos dispositivos de controle
TRAPIÁ II 27/7/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
PV P 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV P 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
6
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
PV P 01 - Árvores e arbustos
018 - Galeria
PV M 06 - Surgências de água no concreto
PV M 09 - Surgência de água junto à galeria
PC G 10 - Falta de manutenção
019 - Estrutura de Saída
PC M 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PC M 04 - Defeito nos dispositivos de controle
VIEIRÃO 28/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV P 06 - Afundamentos e buracos
PV P 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV G 05 - Erosões na base dos canais escavados
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
DI G 04 - Descalçamento da estrutura
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV G 01 - Erosão na fundação
PV M 03 - Rachaduras no concreto
019 - Estrutura de Saída
DI G 04 - Defeito nos dispositivos de controle
DI G 07 - Vazamento nos dispositivos de controle
TotalporBacia: 64
Bacia/Aç ude
COREAÚ
Magnitude Situação DataVistoria
ANGICOS 30/8/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 05 - Falha na proteção vegetal
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PV M 05 - Juntas danificadas
7
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
009 - Sangradouro/Vertedouro - Rápido/Bacia Amortecedora
PC M 05 - Erosões
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
ITAÚNA 21/9/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 04 - Falha na proteção granular
MARTINÓPOLE 22/8/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC M 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 04 - Falha na proteção granular
PC P 05 - Falha na proteção vegetal
PC P 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 01 - Árvores e arbustos
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
TRAPIÁ III 18/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 06 - Árvores e arbustos
PC P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
PC M 01 - Erosões
PC M 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 04 - Falha na proteção granular
PC M 06 - Afundamentos e buracos
PC M 07 - Árvores e arbustos
PC G 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 01 - Árvores e arbustos
PC G 05 - Erosões na base dos canais escavados
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
8
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 04 - Descalçamento da estrutura
019 - Estrutura de Saída
PC G 06 - Precariedade de acesso (árvores e arbustos)
TotalporBacia: 24
Bacia/Aç ude
CURÚ
Magnitude Situação DataVistoria
CARACAS 28/11/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
DI M 06 - Árvores e arbustos
PC M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
PC M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 06 - Afundamentos e buracos
PV M 07 - Árvores e arbustos
DI M 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
AU M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
AU M 01 - Árvores e arbustos
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
019 - Estrutura de Saída
PC G 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
DESTERRO 24/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
AU G 01 - Erosões
AU G 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
PC G 05 - Afundamentos e buracos
DI M 06 - Árvores e arbustos
PC M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
9
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
003 - Barragem - Coroamento
PC M 02 - Rachaduras
PC M 05 - Afundamentos e buracos
DI M 06 - Árvores e arbustos
PC M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 06 - Afundamentos e buracos
PC M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
PC M 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
AU G 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 01 - Árvores e arbustos
009 - Sangradouro/Vertedouro - Rápido/Bacia Amortecedora
PV M 02 - Ferragem do concreto exposta
PV M 04 - Ocorrência de buracos na soleira
PV M 05 - Erosões
JERIMUM 14/9/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC I 06 - Afundamentos e buracos
PC I 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
SÃO DOMINGOS 29/11/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
PC G 01 - Erosões
PC G 05 - Afundamentos e buracos
AU M 06 - Árvores e arbustos
PC M 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
PC M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
PC M 01 - Erosões
PC G 02 - Rachaduras
PC M 05 - Afundamentos e buracos
10
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU G 01 - Erosões
PC M 07 - Árvores e arbustos
PC M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
PC G 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
PC G 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
SERROTA 21/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
DI 06 - Árvores e arbustos
003 - Barragem - Coroamento
PC G 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 06 - Afundamentos e buracos
PC M 07 - Árvores e arbustos
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 01 - Árvores e arbustos
SOUZA 29/11/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 05 - Afundamentos e buracos
003 - Barragem - Coroamento
PC M 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 04 - Falha na proteção granular
PC G 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
TRAPIÁ I 24/8/2006
11
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
002 - Barragem - Talude de Montante
AU M 06 - Árvores e arbustos
PC M 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
DI M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
DI M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 07 - Árvores e arbustos
PC M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
AU M 01 - Árvores e arbustos
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
TotalporBacia: 66
Bacia/Aç ude
LITORAL
Magnitude Situação DataVistoria
MUNDAÚ 14/9/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV M 05 - Afundamentos e buracos
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
POÇO VERDE 17/11/20 06
002 - Barragem - Talude de Montante
PC G 05 - Afundamentos e buracos
AU G 06 - Árvores e arbustos
PV M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
PC G 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 05 - Falha na proteção vegetal
PC G 06 - Afundamentos e buracos
12
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
Bacia/Aç ude
LITORAL
Magnitude Situação DataVistoria
POÇO VERDE 17/11/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
AU G 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 02 - Ferragem do concreto exposta
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 02 - Erosão nos contatos dos muros
QUANDÚ 6/9/20 06
003 - Barragem - Coroamento
PC P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 05 - Falha na proteção vegetal
PC G 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
PC M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC P 01 - Erosão na fundação
PC P 02 - Erosão nos contatos dos muros
019 - Estrutura de Saída
PC G 04 - Defeito nos dispositivos de controle
TotalporBacia: 22
Bacia/Aç ude
MÉDIO JAGUARIBE
Magnitude Situação DataVistoria
ADAUTO BEZERRA 10/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
13
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
AU P 01 - Erosões
AU P 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 07 - Árvores e arbustos
AU G 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 03 - Deterioração da superfície do concreto
CANAFÍSTULA 19/7/20 06
003 - Barragem - Coroamento
PC G 03 - Falta de revestimento
PC G 05 - Afundamentos e buracos
PC G 07 - Defeitos na drenagem
PC M 10 - Sinais de movimento
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
019 - Estrutura de Saída
PV P 04 - Defeito nos dispositivos de controle
PC P 07 - Vazamento nos dispositivos de controle
MADEIRO 10/7/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU M 07 - Árvores e arbustos
POTIRETAMA 14/7/2006
003 - Barragem - Coroamento
AU G 08 - Defeitos no meio-fio
SANTO ANTÔ NIO 23/2/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
TotalporBacia: 15
Bacia/Aç ude
METROPOLITANA
Magnitude Situação DataVistoria
AMANARY 13/9/2006
012 - Reservatório
AU P 02 - Construções em áreas de proteção
14
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
Bacia/Aç ude
METROPOLITANA
Magnitude Situação DataVistoria
AMANARY 13/9/2006
012 - Reservatório
AU P 03 - Poluição por esgoto, lixo, pesticidas, etc.
AU 04 - Indícios de má qualidade d'água
CASTRO 4/10/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
AU G 05 - Erosões na base dos canais escavados
AU G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
GAVIÃO 12/9/20 06
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
MALCOZINHADO 9/8/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV P 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 04 - Ferragem do concreto exposta
019 - Estrutura de Saída
PV P 10 - Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas
PACAJUS 5/10/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
NE G 01 - Erosões
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC G 01 - Erosão na fundação
PACOTI 6/10/2006
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PV G 02 - Ferragem do concreto exposta
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 04 - Ferragem do concreto exposta
PENEDO 12/9/20 06
15
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
RIACHÃO 6/10/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV M 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
019 - Estrutura de Saída
PV M 07 - Vazamento nos dispositivos de controle
TotalporBacia: 17
Bacia/Aç ude
PARNAÍBA
Magnitude Situação DataVistoria
COLINA 26/9/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU G 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
CUPIM 2/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 05 - Falha na proteção vegetal
TotalporBacia: 3
Bacia/Aç ude
SALGADO
Magnitude Situação DataVistoria
OLHO D'ÁGUA 29/9/20 06
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 01 - Construções irregulares próximas ao rio
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
PRAZERES 11/9/20 06
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 05 - Falha na proteção vegetal
TATAJUBA 30/11/20 06
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
16
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
PC P 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
TotalporBacia: 5
TotalGeral: 263
159 Açude(s) Inspecionado(s)
Anomalia(s)
17
Proprietário: <Todos >
GovernodoEstadodoCeará
CompanhiadeGestãodos Recurso s Hídricos
Secretariados Recursos Hídricos
DIOPE - Di retoriadeOperações
GESIN - Ge rênciadeSe gurançaeInfra-estrutura
RelaçãodeSituação/MagnitudeporProprietário/NíveldePerigo
Período: 01/0 1/2006 a30/11/20 06
Níve ldePerigo: 2
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
96
7.1.4.3. Nível de Perigo 1
Bacia/Açude
ACARAÚ
Magnitude Situação Data Vistoria
ARREBITA 25/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC P 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
020 - Medidor de Vazão
PC M 06 - Erosão à jusante do medidor
CARMINA 19/9/2006
019 - Estrutura de Saída
PC M 05 - Surgências de água no concreto
PC M 06 - Precariedade de acesso (árvores e arbustos)
PC M 12 - Defeitos no concreto
Total por Bacia: 6
Bacia/Açude
ALTO JAGUARIBE
Magnitude Situação Data Vistoria
BENGUÊ 14/7/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV I 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV P 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
CANOAS 14/7/2006
003 - Barragem - Crista
PC I 02 - Ocorrência de fissuras no concreto
004 - Barragem - Paramento de Jusante
PC I 02 - Ocorrência de fissuras no concreto
PC I 04 - Deterioração da superfície do concreto
005 - Barragem - Estrutura Vertente
PC P 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC P 03 - Deterioração da superfície do concreto
PC P 07 - Sinais de percolação ou áreas úmidas
006 - Barragem - Galeria de Inspeção
1
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
PC M 03 - Surgências de água no concreto
017 - Tomada D'água - Estrutura de Saída
PC P 06 - Vazamento nos dispositivos de controle
019 - Região a Jusante da Barragem
DI P 02 - Desintegração / Decomposição da rocha
PC I 03 - Piping nas juntas rochosas
DO CORONEL 12/7/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 01 - Árvores e arbustos
PC P 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC P 03 - Rachaduras no concreto
PC P 05 - Deterioração da superfície do concreto
FAÉ 24/7/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV I 05 - Deterioração da superfície do concreto
MUQUÉM 12/7/2006
009 - Sangradouro/Vertedouro - Rápido/Bacia Amortecedora
PC I 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC I 03 - Rachaduras no concreto
019 - Estrutura de Saída
PV P 08 - Falta de manutenção
PAU PRETO 13/7/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC P 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV P 03 - Rachaduras no concreto
PC P 05 - Deterioração da superfície do concreto
2
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
POÇO DA PEDRA 13/7/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC I 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV I 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
RIVALDO DE CARVALHO 24/7/2006
002 - Barragem - Paramento de Montante
PV M 05 - Deterioração da superfície do concreto
003 - Barragem - Crista
PV P 04 - Deterioração da superfície do concreto
004 - Barragem - Paramento de Jusante
PV M 04 - Deterioração da superfície do concreto
005 - Barragem - Estrutura Vertente
PV P 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PV P 03 - Deterioração da superfície do concreto
PV P 12 - Deterioração da superfície do concreto dos muros
012 - Tomada D'água - Acionamento
PC M 04 - Falha nos chumbadores, lubrificação e pintura do pedestal
019 - Região a Jusante da Barragem
PC P 06 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
PV M 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
VALÉRIO 13/7/2006
009 - Sangradouro/Vertedouro - Rápido/Bacia Amortecedora
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC M 03 - Deterioração da superfície do concreto
PC M 04 - Ocorrência de buracos na soleira
PC M 05 - Erosões
Total por Bacia: 40
Bacia/Açude
BANABUIÚ
Magnitude Situação Data Vistoria
CAPITÃO MOR 27/7/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU P 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
3
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 03 - Erosão nas ombreiras
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV I 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
PV M 05 - Erosões na base dos canais escavados
PV G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 03 - Rachaduras no concreto
CIPOADA 26/7/2006
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PV P 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
019 - Estrutura de Saída
PC P 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PV P 03 - Ruídos estranhos
PC P 04 - Defeito nos dispositivos de controle
JATOBÁ 9/8/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 01 - Erosões
PV M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV M 03 - Erosão nas ombreiras
PV M 04 - Cavernas e buracos nas ombreiras
AU M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV P 05 - Deterioração da superfície do concreto
012 - Reservatório
AU M 08 - Existência de vegetação aquática excessiva
MONS. TABOSA 27/9/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC M 07 - Defeitos na drenagem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
PIRABIBU 3/8/2006
4
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
002 - Barragem - Talude de Montante
NE P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
019 - Estrutura de Saída
PV P 05 - Surgências de água no concreto
SÃO JOSÉ I 27/7/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV P 06 - Afundamentos e buracos
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 03 - Erosão nas ombreiras
AU P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 05 - Erosões na base dos canais escavados
019 - Estrutura de Saída
PV G 08 - Falta de manutenção
SÃO JOSÉ II 26/7/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC P 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC P 03 - Deterioração da superfície do concreto
TRAPIÁ II 27/7/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
019 - Estrutura de Saída
PV M 05 - Surgências de água no concreto
VIEIRÃO 28/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV M 01 - Erosões
AU M 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
AU P 06 - Árvores e arbustos
AU M 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
5
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV P 01 - Erosões
AU P 05 - Falha na proteção vegetal
PV M 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
018 - Galeria
PV M 08 - Vazamento nos dispositivos de controle
Total por Bacia: 41
Bacia/Açude
COREAÚ
Magnitude Situação Data Vistoria
ANGICOS 30/8/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 01 - Erosões
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PV M 03 - Deterioração da superfície do concreto
019 - Estrutura de Saída
PC M 05 - Surgências de água no concreto
PC M 06 - Precariedade de acesso (árvores e arbustos)
PC M 12 - Defeitos no concreto
GANGORRA 8/8/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
019 - Estrutura de Saída
PC M 05 - Surgências de água no concreto
PC G 06 - Precariedade de acesso (árvores e arbustos)
020 - Medidor de Vazão
PC G 06 - Erosão à jusante do medidor
ITAÚNA 21/9/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
019 - Estrutura de Saída
6
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
PC I 05 - Surgências de água no concreto
PV G 08 - Falta de manutenção
MARTINÓPOLE 22/8/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC M 11 - Desalinhamento do meio-fio
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
019 - Estrutura de Saída
PC M 05 - Surgências de água no concreto
020 - Medidor de Vazão
PC M 06 - Erosão à jusante do medidor
TRAPIÁ III 18/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 05 - Afundamentos e buracos
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 02 - Obstrução ou entulhos
PC M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
Total por Bacia: 20
Bacia/Açude
CURÚ
Magnitude Situação Data Vistoria
CARACAS 28/11/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
DI M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PV M 03 - Deterioração da superfície do concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 03 - Rachaduras no concreto
PC M 05 - Deterioração da superfície do concreto
DESTERRO 24/8/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
7
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
AU M 01 - Erosões
PC G 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC M 03 - Deterioração da superfície do concreto
AU M 04 - Descalçamento da estrutura
009 - Sangradouro/Vertedouro - Rápido/Bacia Amortecedora
PV M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PV M 03 - Deterioração da superfície do concreto
PV 08 - Falha de enrocamento de proteção
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 03 - Rachaduras no concreto
PC 05 - Deterioração da superfície do concreto
JERIMUM 14/9/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
PC M 05 - Erosões na base dos canais escavados
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PV M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PV M 03 - Deterioração da superfície do concreto
019 - Estrutura de Saída
PC P 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PC M 05 - Surgências de água no concreto
SÃO DOMINGOS 29/11/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 03 - Erosão nas ombreiras
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 01 - Árvores e arbustos
PC M 05 - Erosões na base dos canais escavados
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
8
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 03 - Deterioração da superfície do concreto
SERROTA 21/8/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC M 11 - Desalinhamento do meio-fio
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
019 - Estrutura de Saída
PC M 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PC P 08 - Falta de manutenção
SOUZA 29/11/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC M 02 - Rachaduras
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
006 - Barragem - Instrumentação
PV M 07 - Deficiência no poço de alívio
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
019 - Estrutura de Saída
PC G 05 - Surgências de água no concreto
PC G 12 - Defeitos no concreto
020 - Medidor de Vazão
PV M 06 - Erosão à jusante do medidor
TRAPIÁ I 24/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 08 - Canaletas quebradas ou obstruídas
003 - Barragem - Coroamento
DI M 06 - Árvores e arbustos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 01 - Erosões
9
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
CURÚ
Magnitude Situação Data Vistoria
TRAPIÁ I 24/8/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
PC M 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 03 - Erosão nas ombreiras
PV M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
PC M 05 - Erosões na base dos canais escavados
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 05 - Deterioração da superfície do concreto
Total por Bacia: 51
Bacia/Açude
LITORAL
Magnitude Situação Data Vistoria
MUNDAÚ 14/9/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
019 - Estrutura de Saída
PV M 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PV G 04 - Defeito nos dispositivos de controle
PV M 06 - Precariedade de acesso (árvores e arbustos)
PV M 08 - Falta de manutenção
POÇO VERDE 17/11/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU G 01 - Erosões
PV M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
10
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
PV M 03 - Erosão nas ombreiras
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 01 - Árvores e arbustos
PC G 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC M 03 - Deterioração da superfície do concreto
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PV M 05 - Deterioração da superfície do concreto
QUANDÚ 6/9/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV M 08 - Canaletas quebradas ou obstruídas
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 01 - Erosões
PC M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 03 - Erosão nas ombreiras
PC M 04 - Cavernas e buracos nas ombreiras
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
PC G 05 - Erosões na base dos canais escavados
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC M 03 - Deterioração da superfície do concreto
PC M 04 - Descalçamento da estrutura
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 05 - Deterioração da superfície do concreto
019 - Estrutura de Saída
PC P 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PC M 05 - Surgências de água no concreto
PC G 08 - Falta de manutenção
PV M 12 - Defeitos no concreto
Total por Bacia: 30
11
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
MÉDIO JAGUARIBE
Magnitude Situação Data Vistoria
ADAUTO BEZERRA 10/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV P 02 - Escorregamentos
AU G 06 - Árvores e arbustos
PC P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
PC P 01 - Erosões
PC M 05 - Afundamentos e buracos
AU P 06 - Árvores e arbustos
PC M 07 - Defeitos na drenagem
AU M 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU M 01 - Erosões
AU M 02 - Escorregamentos
PC P 06 - Afundamentos e buracos
AU M 14 - Carreamento de material na água dos drenos
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 01 - Construções irregulares próximas ao rio
AU G 02 - Fuga d'água
PC M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PV M 01 - Árvores e arbustos
PC P 02 - Obstrução ou entulhos
PC P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
AU G 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC P 04 - Descalçamento da estrutura
CANAFÍSTULA 19/7/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC P 08 - Defeitos no meio-fio
12
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
MÉDIO JAGUARIBE
Magnitude Situação Data Vistoria
CANAFÍSTULA 19/7/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC P 11 - Desalinhamento do meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
PC M 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 02 - Fuga d'água
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 03 - Desalinhamento dos taludes e muros laterais
PV P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
019 - Estrutura de Saída
PC P 12 - Defeitos no concreto
MADEIRO 10/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC P 01 - Erosões
PC P 02 - Escorregamentos
PC P 05 - Afundamentos e buracos
AU M 06 - Árvores e arbustos
PC P 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
PC P 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
003 - Barragem - Coroamento
PC P 01 - Erosões
PC P 02 - Rachaduras
PC P 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
DI P 01 - Erosões
PC P 02 - Escorregamentos
PC M 06 - Afundamentos e buracos
PC P 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
13
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
PC P 01 - Construções irregulares próximas ao rio
PC P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 01 - Árvores e arbustos
PV P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
POTIRETAMA 14/7/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC P 07 - Defeitos na drenagem
AU M 11 - Desalinhamento do meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU P 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
AU P 12 - Sinais de movimento
PC P 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
PC M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 01 - Árvores e arbustos
PC M 05 - Erosões na base dos canais escavados
PC M 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
PC M 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
SANTA MARIA 24/7/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC P 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 01 - Erosões
PC P 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
PC M 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
PC M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
14
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
MÉDIO JAGUARIBE
Magnitude Situação Data Vistoria
SANTA MARIA 24/7/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
019 - Estrutura de Saída
PC P 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
AU M 04 - Defeito nos dispositivos de controle
PC P 08 - Falta de manutenção
PC M 10 - Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas
PC P 12 - Defeitos no concreto
SANTO ANTÔNIO 23/2/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC P 02 - Escorregamentos
PC P 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
PV P 06 - Árvores e arbustos
003 - Barragem - Coroamento
AU P 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 01 - Erosões
PC P 02 - Escorregamentos
PC P 06 - Afundamentos e buracos
PC I 07 - Árvores e arbustos
PV P 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
PV P 12 - Sinais de movimento
DI I 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
DI M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
PC P 05 - Erosões na base dos canais escavados
PC P 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
15
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
PC P 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
TIGRE 27/7/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC P 05 - Afundamentos e buracos
PC P 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 06 - Afundamentos e buracos
PV P 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
PC P 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
019 - Estrutura de Saída
PV P 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
AU P 12 - Defeitos no concreto
Total por Bacia: 93
Bacia/Açude
METROPOLITANA
Magnitude Situação Data Vistoria
ACIOLI 5/1/2006
004 - Barragem - Paramento de Jusante
PC P 06 - Sinais de percolação ou áreas úmidas
PC P 07 - Carreamento de material na água dos drenos
PC P 08 - Vazão nos drenos de controle
005 - Barragem - Estrutura Vertente
PC P 13 - Ocorrência de buracos na soleira
PC P 14 - Presença de entulho na bacia de dissipação
PC P 15 - Presença de vegetação na bacia de dissipação
019 - Região a Jusante da Barragem
PC I 05 - Fuga d'água
PC I 06 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
PC I 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
PC I 08 - Cavernas e buracos nas ombreiras
AMANARY 13/9/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC P 05 - Afundamentos e buracos
PC P 06 - Árvores e arbustos
16
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC I 01 - Erosões
PC I 02 - Escorregamentos
PC I 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC 01 - Construções irregulares próximas ao rio
PC 02 - Fuga d'água
PC 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC I 01 - Árvores e arbustos
AU I 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva)
012 - Reservatório
PC I 01 - Réguas danificadas ou faltando
PC I 08 - Existência de vegetação aquática excessiva
PC 09 - Desmatamentos na área de proteção
PC I 11 - Animais pastando
ARACOIABA 26/9/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
006 - Barragem - Instrumentação
PC G 02 - Piezômetros entupidos ou defeituosos
PC M 06 - Falta de registro de leituras da instrumentação
020 - Medidor de Vazão
PC I 01 - Ausência de placa medidora de vazão
BATENTE 10/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV M 01 - Erosões
PV M 02 - Escorregamentos
PV M 03 - Rachadura/afundamento (laje de concreto)
PV M 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
PV M 05 - Afundamentos e buracos
PV M 06 - Árvores e arbustos
PV M 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
17
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
METROPOLITANA
Magnitude Situação Data Vistoria
BATENTE 10/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV M 08 - Canaletas quebradas ou obstruídas
PV M 09 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
PV M 10 - Sinais de movimento
003 - Barragem - Coroamento
PV M 01 - Erosões
PV M 02 - Rachaduras
PV M 03 - Falta de revestimento
PV M 04 - Falha no revestimento
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV M 01 - Erosões
PV M 02 - Escorregamentos
PV M 03 - Rachadura/afundamento (laje de concreto)
PV M 04 - Falha na proteção granular
PV M 05 - Falha na proteção vegetal
PV M 06 - Afundamentos e buracos
PV M 07 - Árvores e arbustos
PV M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
PV M 09 - Cavernas e buracos nas ombreiras
PV M 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
PV M 11 - Formigueiros, cupinzeiros ou tocas de animais
PV M 12 - Sinais de movimento
PV M 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
NE M 01 - Construções irregulares próximas ao rio
PV M 02 - Fuga d'água
PV M 03 - Erosão nas ombreiras
PV M 04 - Cavernas e buracos nas ombreiras
NE M 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
CASTRO 4/10/2006
18
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC I 02 - Fuga d'água
019 - Estrutura de Saída
PC M 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PC M 02 - Sinais de abrasão ou cavitação
PC M 03 - Ruídos estranhos
PC M 04 - Defeito nos dispositivos de controle
PC M 05 - Surgências de água no concreto
PC M 07 - Vazamento nos dispositivos de controle
PC M 10 - Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas
PC M 12 - Defeitos no concreto
CATUCINZENTA 21/6/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
CAUHIPE 13/10/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
HIPÓLITO 21/6/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC P 01 - Erosões
PC I 06 - Árvores e arbustos
PC I 07 - Erosão nos encontros das ombreiras
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 02 - Fuga d'água
PC I 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
PACAJUS 5/10/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
AU P 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
AU P 05 - Erosões na base dos canais escavados
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC G 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC G 02 - Ferragem do concreto exposta
PC G 03 - Deterioração da superfície do concreto
19
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
METROPOLITANA
Magnitude Situação Data Vistoria
PACAJUS 5/10/2006
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC G 04 - Descalçamento da estrutura
PC G 05 - Juntas danificadas
PC G 06 - Sinais de deslocamento das estruturas
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC G 03 - Rachaduras no concreto
PC G 04 - Ferragem do concreto exposta
PC G 05 - Deterioração da superfície do concreto
018 - Galeria
AU G 06 - Surgências de água no concreto
019 - Estrutura de Saída
PC G 01 - Corrosão e vazamento na tubulação
PC G 02 - Sinais de abrasão ou cavitação
PC G 03 - Ruídos estranhos
PC G 04 - Defeito nos dispositivos de controle
PC G 05 - Surgências de água no concreto
PC G 07 - Vazamento nos dispositivos de controle
PC G 10 - Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas
PC G 12 - Defeitos no concreto
PACOTI 6/10/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PV P 02 - Fuga d'água
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PV M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PV M 03 - Deterioração da superfície do concreto
PENEDO 12/9/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC I 01 - Construções irregulares próximas ao rio
PC I 02 - Fuga d'água
PC I 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
20
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 01 - Árvores e arbustos
PC G 02 - Obstrução ou entulhos
POMPEU SOBRINHO 14/9/2006
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 01 - Erosões
PC P 06 - Afundamentos e buracos
PC P 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC P 02 - Fuga d'água
PC P 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 01 - Árvores e arbustos
PC P 02 - Obstrução ou entulhos
PC P 07 - Construções irregulares (aterro, casa, cerca)
012 - Reservatório
PC I 09 - Desmatamentos na área de proteção
PC I 11 - Animais pastando
013 - Torre da Tomada D'água - Entrada
PV P 04 - Registros defeituosos
014 - Torre da Tomada D'água - Acionamento
PV P 01 - Hastes (travada no mancal, corrosão e empenamento)
PV P 02 - Base dos mancais (corrosão, falta de chumbadores)
PV P 03 - Falta de mancais
PV P 04 - Corrosão nos mancais
PV P 05 - Falha nos chumbadores, lubrificação e pintura do pedestal
PV P 06 - Falta de indicador de abertura
015 - Torre da Tomada D'água - Comportas
PV P 01 - Peças fixas (corrosão, amassamento da guia e falha na pintura)
PV P 02 - Estrutura (corrosão, amassamento e falha na pintura)
PV P 03 - Defeito das vedações (vazamento)
PV P 04 - Defeito das rodas (comporta vagão)
PV P 05 - Defeito nos rolamentos ou buchas e retentores
21
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
METROPOLITANA
Magnitude Situação Data Vistoria
POMPEU SOBRINHO 14/9/2006
015 - Torre da Tomada D'água - Comportas
PV P 06 - Defeito no ponto de içamento
017 - Caixa de Montante (Boca de Entrada e "Stop-Log")
PV I 09 - Defeitos no acionamento do "stop-log"
PV I 10 - Defeito no ponto de içamento
018 - Galeria
PC I 10 - Falta de manutenção
019 - Estrutura de Saída
PC P 04 - Defeito nos dispositivos de controle
PC P 08 - Falta de manutenção
PC P 11 - Presença de pedras e lixo dentro da caixa de válvulas
SITIOS NOVOS 15/9/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC P 05 - Afundamentos e buracos
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 01 - Árvores e arbustos
PC M 02 - Obstrução ou entulhos
Total por Bacia: 137
Bacia/Açude
PARNAÍBA
Magnitude Situação Data Vistoria
BARRA VELHA 10/8/2006
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 02 - Erosão nos contatos dos muros
012 - Reservatório
PC M 05 - Erosões
PC M 09 - Desmatamentos na área de proteção
COLINA 26/9/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
22
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
PC M 01 - Erosões
003 - Barragem - Coroamento
AU M 01 - Erosões
DI M 05 - Afundamentos e buracos
004 - Barragem - Talude de Jusante
AU G 01 - Erosões
PC M 05 - Falha na proteção vegetal
PC M 08 - Erosão nos encontros das ombreiras
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
AU G 04 - Cavernas e buracos nas ombreiras
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
PC M 01 - Erosão na fundação
012 - Reservatório
PC M 02 - Construções em áreas de proteção
CUPIM 2/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira
PC M 01 - Rachaduras ou trincas no concreto
PC M 03 - Deterioração da superfície do concreto
FLOR DO CAMPO 4/8/2006
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC M 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes
010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais
AU M 02 - Erosão nos contatos dos muros
019 - Estrutura de Saída
PC M 05 - Surgências de água no concreto
020 - Medidor de Vazão
PC M 04 - Falta de escala de leitura de vazão
JABURU I 7/8/2006
23
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC I 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
PV I 14 - Carreamento de material na água dos drenos
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC I 02 - Fuga d'água
006 - Barragem - Instrumentação
PC G 02 - Piezômetros entupidos ou defeituosos
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC G 05 - Erosões na base dos canais escavados
JABURU II 3/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 01 - Erosões
PC M 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
PC M 05 - Afundamentos e buracos
003 - Barragem - Coroamento
PC M 11 - Desalinhamento do meio-fio
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
PC M 03 - Erosão nas ombreiras
019 - Estrutura de Saída
PV M 05 - Surgências de água no concreto
PC P 10 - Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas
REALEJO 11/8/2006
003 - Barragem - Coroamento
AU M 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC M 07 - Árvores e arbustos
012 - Reservatório
PC M 05 - Erosões
SUCESSO 17/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PC M 01 - Erosões
PC M 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado
24
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Bacia/Açude
PARNAÍBA
Magnitude Situação Data Vistoria
SUCESSO 17/8/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV M 05 - Afundamentos e buracos
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC M 02 - Fuga d'água
Total por Bacia: 41
Bacia/Açude
SALGADO
Magnitude Situação Data Vistoria
OLHO D'ÁGUA 29/9/2006
003 - Barragem - Coroamento
PC I 02 - Rachaduras
PV I 08 - Defeitos no meio-fio
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC G 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas
PC G 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC G 02 - Fuga d'água
PRAZERES 11/9/2006
001 - Infraestrutura Operacional
PC P 01 - Falta de documentação sobre a barragem
PC P 07 - Falta ou deficiência de cercas de proteção
PC P 08 - Falta ou deficiência nas placas de aviso
002 - Barragem - Talude de Montante
PC P 06 - Árvores e arbustos
003 - Barragem - Coroamento
PC P 06 - Árvores e arbustos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC P 07 - Árvores e arbustos
019 - Estrutura de Saída
PC P 04 - Defeito nos dispositivos de controle
ROSÁRIO 14/9/2006
25
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
001 - Infraestrutura Operacional
PC I 08 - Falta ou deficiência nas placas de aviso
004 - Barragem - Talude de Jusante
PC I 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
TATAJUBA 30/11/2006
002 - Barragem - Talude de Montante
PV P 06 - Árvores e arbustos
003 - Barragem - Coroamento
PV I 06 - Árvores e arbustos
004 - Barragem - Talude de Jusante
PV I 07 - Árvores e arbustos
PC I 13 - Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas
007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição
PC P 01 - Árvores e arbustos
UBALDINHO 6/9/2006
005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
PC I 02 - Fuga d'água
019 - Estrutura de Saída
PC I 05 - Surgências de água no concreto
Total por Bacia: 21
Total Geral: 480
136 Açude(s) Inspecionado(s)
Anomalia(s)
26
Proprietário: < Todos >
Governo do Estado do Ceará
Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Secretaria dos Recursos Hídricos
DIOPE - Diretoria de Operações
GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura
Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006
Nível de Perigo: 1
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
123
7.1.5 Tabela com os 62 açudes estaduais por ordem alfabética
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
124
a) Custos de recuperação: anomalias, demandas das gerências regionais e
recuperação no caso de arrombamento; NPA (nível de perigo das anomalias)).
I P M G 1 2 3
1 METROPOLITANA ACARAPE DO MEIO 33,00 267,50 AP 8.580.330,00 29.972,00 Estado 31,5 3,0 4 0 0 2 8.000,00 0 2 0 8 1,5 4,5 20/09/06
2 MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 14,00 117,00 T 565.110,00 7.692,00 Estado 5,3 1,5 0 13 14 7 58.600,00 21 5 0 41 5,0 7,5 10/07/06
3 COREAÚ ANGICOS 18,90 1367,00 T 4.302.112,50 194.811,00 Estado 56,1 4,0 0 0 14 2 36.000,00 7 3 0 19 2,5 10,0 30/08/06
4 METROPOLITANA ARACOIABA 35,00 2000,00 T 14.306.250,00 115.042,00 Estado 170,7 7,0 1 1 2 1 8.200,00 3 1 0 7 1,5 10,5 26/09/06
5 ALTO JAGUARIBE ARNEIROZ II 34,20 1161,00 T 13.671.450,00 0,00 Estado 197,0 7,0 1 1 0 0 200,00 0 0 0 0 1,0 7,0 17/07/06
6 ACARAÚ ARREBITA 17,30 464,00 T 3.365.403,60 0,00 Estado 19,6 2,5 0 7 1 1 7.400,00 3 4 0 19 2,5 6,3 25/07/06
7 PARNAÍBA BARRA VELHA 17,51 387,00 T 3.711.901,13 325.160,00 Estado 99,5 5,5 0 0 8 4 32.000,00 3 0 0 3 1,0 5,5 10/08/06
8 ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 23,61 480,00 T 6.360.250,68 72.302,00 Estado 19,6 2,5 3 3 0 0 600,00 2 3 0 14 2,0 5,0 14/07/06
9 SALGADO CACHOEIRA 25,50 270,00 T 4.156.818,75 18.952,00 Estado 34,3 3,0 0 0 1 0 2.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/08/06
10 MÉDIO JAGUARIBE CANAFÍSTULA 14,80 850,00 T 2.686.200,00 170.102,00 Estado 13,1 2,0 4 14 4 3 22.800,00 9 8 0 41 5,0 10,0 19/07/06
11 ALTO JAGUARIBE CANOAS 48,80 116,50 CCR 7.681.842,24 0,00 Estado 69,3 4,5 6 14 2 1 10.800,00 10 6 0 34 4,0 18,0 14/07/06
12 BANABUIÚ CAPITÃO MOR 22,00 180,00 T 2.079.000,00 41.180,00 Estado 6,0 1,5 1 9 5 6 35.800,00 6 6 0 30 4,0 6,0 27/07/06
13 CURU CARACAS 17,00 636,00 T 4.459.950,00 0,00 Estado 9,6 1,5 0 1 22 12 92.200,00 6 11 1 59 6,5 9,8 28/11/06
14 ACARAÚ CARMINA 19,00 770,00 T 4.346.250,00 81.638,00 Estado 13,6 2,0 0 1 6 0 12.200,00 3 3 0 15 2,5 5,0 19/09/06
15 PARNAÍBA CARNAUBAL 17,00 742,00 T 3.506.250,00 78.555,60 Estado 87,7 5,5 0 0 2 5 24.000,00 0 0 0 0 1,0 5,5 17/08/06
16 METROPOLITANA CASTRO 25,90 606,00 T 7.935.112,50 232.824,00 Estado 63,9 4,5 7 1 9 8 50.200,00 15 2 0 23 3,0 13,5 04/10/06
17 METROPOLITANA CATUCINZENTA 16,25 1055,00 T 3.214.453,13 14.942,00 Estado 27,1 3,0 1 1 0 0 200,00 0 1 0 4 1,0 3,0 21/06/06
18 METROPOLITANA CAUHIPE 11,37 1298,00 T 1.624.915,13 320.628,00 Estado 12,0 2,0 2 0 1 0 2.000,00 2 0 0 2 1,0 2,0 13/10/06
19 BANABUIÚ CIPOADA 20,80 1130,00 T 5.179.200,00 137.894,00 Estado 86,1 5,0 1 13 3 4 24.600,00 4 3 0 16 2,5 12,5 26/07/06
20 PARNAÍBA COLINA 11,50 267,00 T 886.606,88 21.883,82 Estado 3,3 1,0 0 2 8 6 40.400,00 9 1 0 13 2,0 2,0 26/09/06
21 PARNAÍBA CUPIM 10,00 350,00 T 892.500,00 6.624,40 Estado 4,6 1,0 0 1 8 6 40.200,00 4 3 0 16 2,5 2,5 02/08/06
22 ALTO JAGUARIBE DO CORONEL 16,40 440,00 T 2.879.184,00 8.472,00 Estado 1,7 1,0 4 8 0 0 1.600,00 4 5 0 24 3,0 3,0 12/07/06
23 ALTO JAGUARIBE FAÉ 20,00 329,00 T 3.158.400,00 0,00 Estado 23,4 2,5 2 4 0 0 800,00 2 3 0 14 2,0 5,0 24/07/06
24 PARNAÍBA FLOR DO CAMPO 21,14 697,80 T 7.459.091,93 16.364,00 Estado 111,3 6,0 0 0 8 2 24.000,00 4 0 0 4 1,0 6,0 04/08/06
25 COREAÚ GANGORRA 20,66 1033,00 T 5.111.800,50 111.486,00 Estado 62,5 4,5 0 1 1 5 22.200,00 4 0 0 4 1,0 4,5 08/08/06
26 METROPOLITANA GAVIÃO 16,00 668,00 T 3.120.000,00 0,00 Estado 32,9 3,0 2 0 0 1 4.000,00 0 1 0 4 1,0 3,0 12/09/06
27 METROPOLITANA HIPÓLITO 14,95 222,36 T 1.217.933,82 65.412,00 Estado 6,5 1,5 4 2 0 0 400,00 4 1 0 8 1,5 2,3 21/06/06
28 COREAÚ ITAÚNA 18,00 436,00 T 3.413.880,00 138.099,00 Estado 77,5 5,0 7 0 1 3 14.000,00 3 1 0 7 1,5 7,5 21/09/06
29 PARNAÍBA JABURU I 47,00 770,00 T 25.556.250,00 15.472,00 Estado 210,0 7,0 0 0 10 7 48.000,00 5 0 0 5 1,5 10,5 07/08/06
30 PARNAÍBA JABURU II 16,20 1054,00 T 3.195.450,00 64.014,00 Estado 116,0 6,0 0 3 13 1 30.600,00 8 0 0 8 1,5 9,0 03/08/06
31 CURU JERIMUM 23,20 385,00 TE 4.412.408,00 75.936,00 Estado 20,5 2,5 0 4 14 0 28.800,00 7 2 0 15 2,5 6,3 14/09/06
32 MÉDIO JAGUARIBE MADEIRO 15,50 346,00 T 2.031.236,25 18.341,16 Estado 2,8 1,0 0 17 8 0 19.400,00 17 1 0 21 3,0 3,0 10/07/06
33 METROPOLITANA MALCOZINHADO 18,50 755,00 T 4.127.812,50 25.672,00 Estado 37,8 3,5 0 4 2 0 4.800,00 0 4 0 16 2,5 8,8 09/08/06
34 BANABUIÚ MONS. TABOSA 23,10 315,00 T 4.000.255,88 34.782,00 Estado 12,1 2,0 0 0 10 4 36.000,00 2 1 0 6 1,5 3,0 27/09/06
35 ALTO JAGUARIBE MUQUÉM 27,60 355,23 T 6.382.630,55 244.117,32 Estado 47,6 3,5 3 5 3 0 7.000,00 3 2 0 11 2,0 7,0 12/07/06
36 SALGADO OLHO D'ÁGUA 25,30 683,00 T 10.354.980,08 300.000,00 Estado 21,2 2,5 2 1 2 2 12.200,00 5 2 2 31 4,0 10,0 29/09/06
37 METROPOLITANA PACAJUS 15,00 1960,00 T 2.756.250,00 405.072,00 Estado 240,0 7,5 3 5 0 23 93.000,00 20 2 0 28 3,5 26,3 05/10/06
38 METROPOLITANA PACOTI 27,00 1600,00 T 8.606.250,00 166.552,00 Estado 380,0 8,0 0 3 3 1 10.600,00 3 2 0 11 2,0 16,0 06/10/06
39 ALTO JAGUARIBE PARAMBU 20,80 278,00 T 2.879.635,20 20.688,00 Estado 8,5 1,5 0 1 4 1 12.200,00 0 1 0 4 1,0 1,5 17/07/06
40 METROPOLITANA PENEDO 12,20 474,00 T 1.760.862,60 39.809,00 Estado 2,4 1,0 3 8 1 4 19.600,00 8 1 0 12 2,0 2,0 12/09/06
41 BANABUIÚ PIRABIBU 18,00 1650,00 T 3.915.000,00 105.072,00 Estado 74,0 4,5 1 1 4 1 12.200,00 1 1 0 5 1,5 6,8 03/08/06
42 MÉDIO JAGUARIBE POTIRETAMA 11,80 375,00 T 1.307.587,50 0,00 Estado 6,3 1,5 0 9 7 3 27.800,00 11 1 0 15 2,5 3,8 14/07/06
43 LITORAL QUANDÚ 19,50 195,00 T 1.782.421,88 43.732,00 Estado 4,0 1,0 0 4 18 16 100.800,00 15 8 2 65 7,0 7,0 06/09/06
44 METROPOLITANA RIACHÃO 22,00 600,00 T 5.775.000,00 63.272,00 Estado 47,0 3,5 0 5 1 0 3.000,00 0 2 0 8 1,5 5,3 06/10/06
45 ALTO JAGUARIBE RIVALDO DE CARVALHO 19,00 401,60 AP 4.852.934,40 101.672,00 Estado 19,5 2,5 0 9 6 3 25.800,00 9 2 0 17 2,5 6,3 24/07/06
46 SALGADO ROSÁRIO 20,80 670,00 T 5.179.200,00 58.422,00 Estado 47,2 3,5 2 2 0 0 400,00 2 0 0 2 1,0 3,5 14/09/06
47 MÉDIO JAGUARIBE SANTA MARIA 11,00 557,00 T 1.700.242,50 282.221,22 Estado 11,2 2,0 2 11 6 0 14.200,00 12 0 0 12 2,0 4,0 24/07/06
48 MÉDIO JAGUARIBE SANTO ANTÔNIO 13,20 135,00 T 582.714,00 18.402,00 Estado 0,8 1,0 3 17 2 0 7.400,00 16 1 0 20 3,0 3,0 23/02/06
49 CURU SÃO DOMINGOS 12,73 330,53 T 1.331.404,67 47.342,10 Estado 3,0 1,0 0 0 15 18 102.000,00 6 16 1 79 7,5 7,5 29/11/06
50 BANABUIÚ SÃO JOSÉ I 10,70 230,00 T 666.315,75 68.807,80 Estado 7,7 1,5 0 7 7 8 47.400,00 5 8 0 37 4,5 6,8 27/07/06
51 BANABUIÚ SÃO JOSÉ II 19,00 330,00 T 2.868.525,00 0,00 Estado 29,1 3,0 0 7 8 5 37.400,00 3 6 0 27 3,5 10,5 26/07/06
52 METROPOLITANA SITIOS NOVOS 21,50 1818,00 T 5.522.812,50 591.376,00 Estado 123,2 6,0 0 3 3 0 6.600,00 4 0 0 4 1,0 6,0 15/09/06
53 CURU SOUZA 19,90 660,00 T 4.753.612,50 16.240,00 Estado 30,8 3,0 0 1 12 11 68.200,00 8 5 0 28 3,5 10,5 29/11/06
54 PARNAÍBA SUCESSO 10,20 498,00 T 1.318.156,20 24.576,00 Estado 10,0 2,0 0 0 9 4 34.000,00 5 0 0 5 1,5 3,0 17/08/06
55 SALGADO TATAJUBA 16,60 149,80 T 1.003.375,38 41.933,60 Estado 2,7 1,0 3 8 1 0 3.600,00 5 2 0 13 2,0 2,0 30/11/06
56 MÉDIO JAGUARIBE TIGRE 15,80 270,00 T 1.644.543,00 0,00 Estado 20,0 2,5 2 10 1 0 4.000,00 7 0 0 7 1,5 3,8 27/07/06
57 CURU TRAPIÁ I 13,50 295,00 T 1.329.159,38 0,00 Estado 2,0 1,0 0 0 30 4 76.000,00 9 8 0 41 5,0 5,0 24/08/06
58 BANABUIÚ TRAPIÁ II 27,40 270,00 T 4.782.807,00 23.352,00 Estado 18,2 2,5 0 5 10 6 45.000,00 3 8 0 35 4,5 11,3 27/07/06
59 COREAÚ TRAPIÁ III 12,42 533,57 T 2.050.706,40 26.614,02 Estado 5,5 1,5 0 3 16 5 52.600,00 3 13 0 55 6,5 9,8 18/07/06
60 SALGADO UBALDINHO 18,00 475,00 T 3.719.250,00 10.182,00 Estado 31,8 3,0 2 1 0 0 200,00 2 0 0 2 1,0 3,0 06/09/06
61 ALTO JAGUARIBE VALÉRIO 19,90 180,00 T 1.711.300,50 34.440,80 Estado 2,0 1,0 1 2 9 1 22.400,00 4 6 0 28 3,5 3,5 13/07/06
62 BANABUIÚ VIEIRÃO 22,50 340,00 T 4.102.312,50 0,00 Estado 21,0 2,5 0 10 7 11 60.000,00 9 10 0 49 5,5 13,8 28/07/06
267.835.598,86 5.178.148,84 77 263 362 218 1.648.600,00 12 44 4
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO DO
ARROMBAMENTO
(R$)
DEMANDAS
RECUPERAÇÃO
2006 (R$) -
EMERGENCIA
PESO
CAP
CAP (hm
3
)
DATA DA
ÚLTIMA
VISTORIA
NÍVEL DE PERIGO
CUSTO DA
RECUPERAÇÃO
MAGNITUDES (*)
(R$ )
Nível de
Perigo das
Anomalias
(NPA)
PESO
NPA
Indice de
Vulnerabilid
ade (IV)
MAGNITUDES
BACIA PROPR. AÇUDE
ALTURA
(M)
EXTENSÃO
(M)
TIPO DE
BARRAGEM
(* )
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
126
b) Matriz de Risco
Barragem Estadual
Altura
(m)
Extensão
(m)
Dimensão
(1)
Capacidade
(hm3)
Volume
(2)
Tipo
Tipo
(3)
Tipo de
Fundação
(4)
Vazão de
projeto
Vazão de
projeto
(5)
Ano de
Construção
Idade
(anos)
Tempo de
Operação
(6)
Existência de
Projeto " as
built"(7)
Confiabilidade das
Estruturas
Vertedouras (8)
Tomada de
Água (9)
Percolação
(10)
Deformações
(11)
Deterioração
(12)
Volume
Útil (13)
População
à Jusante
(14)
Custo
(15)
P V I PR
Potencial
de Risco
Classe Ação
1 Acarape do Meio 33 267,5 6 31,5 3 AP 6 1 0 2 1924 82 0 5 3 2 1 6 0 1,0 2,5 1,2 18 17 1,57 27,4
Normal C Inspeções de Rotina
2 Adauto Bezerra 14 17 3 5,25 2 T 10 5 100 4 1984 22 1 7 6 5 6 2 8 1,0 1,0 1,0 24 35 1,00 29,5
Normal C Inspeções de Rotina
3 Angicos 18,9 1367 3 56,05 3 T 10 5 Decamilenar 1 1996 10 1 3 3 2 2 2 3 1,0 1,0 1,0 22 16 1,00 19,0
Baixo D Manutenção
4 Aracoiaba 35 2000 6 170,7 3 T 10 5 Decamilenar 1 2002 4 3 3 1 5 1 0 3 1,0 2,0 1,5 25 16 1,50 30,8
Normal C Inspeções de Rotina
5 Arneiroz II 34,2 1161 6 197 3 T 10 5 Decamilenar 1 2005 1 3 3 1 1 1 0 1 1,0 2,0 1,5 25 10 1,50 26,3
Normal C Inspeções de Rotina
6 Arrebita 17,3 464 3 16,6 3 T 10 5 0 2 1992 14 1 5 6 2 1 0 1 1,0 1,0 1,0 23 16 1,00 19,5
Baixo D Manutenção
7 Barra Velha 17,51 387 3 99,5 3 T 10 10 Decamilenar 1 1999 7 2 3 1 2 4 3 3 1,0 1,0 1,2 27 18 1,07 24,0
Baixo D Manutenção
8 Benguê 23,61 487,1 6 19,56 3 T 10 4 Decamilenar 1 2000 6 2 3 2 2 1 0 4 1,0 1,0 1,0 24 14 1,00 19,0
Baixo D Manutenção
9 Cachoeira 25,5 273 6 34,33 3 T 10 5 Decamilenar 1 2000 6 2 3 2 2 1 1 1 1,0 2,0 1,0 25 12 1,33 24,7
Baixo D Manutenção
10 Canafístula 14,8 850 3 13,11 3 T 10 5 0 4 1992 14 1 5 3 6 6 10 7 1,0 1,0 1,0 25 38 1,00 31,5
Normal C Inspeções de Rotina
11 Canoas 50 116 6 69,25 3 CCR 6 1 0 4 1999 7 2 5 6 1 4 2 3 1,0 2,0 1,5 20 23 1,50 32,3
Normal C Inspeções de Rotina
12 Capitão Mor 22 180 6 6,31 2 T 10 5 - 4 1988 18 1 7 6 5 4 2 5 1,0 1,0 1,0 27 30 1,00 28,5
Normal C Inspeções de Rotina
13 Caracas 17 636 3 9,63 3 T 10 4 0 4 1986 20 1 5 6 2 6 6 7 1,0 1,0 1,2 24 33 1,07 30,4
Normal C Inspeções de Rotina
14 Carmina 19 770 3 13,32 3 T 10 5 Decamilenar 1 2002 4 3 3 1 2 6 0 1 1,0 1,0 1,0 22 16 1,00 19,0
Baixo D Manutenção
15 Carnaubal 18,35 760 3 87,7 3 T 10 4 0 4 1990 16 1 5 2 2 1 0 1 1,0 2,5 1,2 24 12 1,57 28,2
Normal C Inspeções de Rotina
16 Castro 25,9 606 6 63,9 3 T 10 5 Decamilenar 1 1996 10 1 3 9 3 4 2 7 1,0 2,0 1,0 25 29 1,33 36,0
Normal C Inspeções de Rotina
17 Catucinzenta 16,25 1055 3 27,13 3 T 10 5 Decamilenar 1 2002 4 3 3 1 2 1 0 1 1,0 2,0 1,0 22 11 1,33 22,0
Baixo D Manutenção
18 Cauhipe 11,37 1298 3 11 3 T 8 5 Decamilenar 1 1998 8 2 3 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,0 20 11 1,00 15,5
Baixo D Manutenção
19 Cipoada 20,8 1130 4 86 3 T 10 4 0 2 1992 14 1 5 3 2 1 0 6 1,0 1,0 1,2 23 18 1,07 21,9
Baixo D Manutenção
20 Colina 11,8 267 3 3,25 1 T 10 5 0 4 1988 18 1 4 6 3 4 6 3 1,0 1,0 1,0 23 27 1,00 25,0
Normal C Inspeções de Rotina
21 Cupim 10 350 3 4,55 1 T 10 5 0 4 1970 36 0 4 3 1 1 2 3 1,0 2,0 1,0 23 14 1,33 24,7
Baixo D Manutenção
22 Do Coronel 16,4 440 3 1,77 3 T 10 4 0 4 1946 60 0 7 6 5 4 2 5 1,0 1,0 1,0 24 29 1,00 26,5
Normal C Inspeções de Rotina
23 Faé 20 329 3 23,4 3 T 10 5 Decamilenar 1 2004 2 3 3 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,0 22 12 1,00 17,0
Baixo D Manutenção
24 Flor do Campo 21,14 697,8 6 111,3 3 T 10 10 Decamilenar 1 1999 7 2 3 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,2 30 11 1,07 21,9
Baixo D Manutenção
25 Gangorra 20,66 1033 6 46,2 3 T 10 5 Decamilenar 1 1999 7 2 3 2 5 1 0 2 1,0 2,0 1,2 25 15 1,40 28,0
Normal C Inspeções de Rotina
26 Gavião 16 668 3 32,9 3 T 10 5 0 1 1974 32 0 5 2 2 1 0 1 1,0 2,5 1,0 22 11 1,50 24,8
Baixo D Manutenção
27 Hipólito 14,95 222,36 3 6,54 2 T 10 5 - 4 1975 31 0 7 2 5 1 0 3 1,0 1,0 1,0 24 18 1,00 21,0
Baixo D Manutenção
28 Itaúna 18 436 3 77,5 3 T 10 5 Decamilenar 1 2001 5 2 3 3 2 6 0 1 1,0 2,0 1,2 22 17 1,40 27,3
Normal C Inspeções de Rotina
29 JaburúI 47 770 10 230 7 T 10 4 0 2 1983 23 1 1 10 3 1 0 1 1,5 1,0 1,5 33 17 1,33 33,3
Normal C Inspeções de Rotina
30 JaburúII 16,2 1054 3 127 3 T 10 4 0 4 1984 22 1 5 6 2 4 4 7 1,0 1,0 1,2 24 29 1,07 28,3
Normal C Inspeções de Rotina
31 J erimum 23,2 385 6 20,5 3 TE 8 5 Decamilenar 1 1996 10 1 3 5 2 2 2 2 1,0 1,0 1,0 23 17 1,00 20,0
Baixo D Manutenção
32 Madeiro 15,5 346 3 2,81 1 T 10 4 0 4 1999 7 2 7 6 5 5 6 7 1,0 1,0 1,0 22 38 1,00 30,0
Normal C Inspeções de Rotina
33 Malcozinhado 18,5 755 3 37,84 3 T 10 5 Decamilenar 1 2003 3 3 3 1 2 1 0 1 1,0 2,0 1,0 22 11 1,33 22,0
Baixo D Manutenção
34 Monsenhor Tabosa 23,1 315 6 12,1 3 T 10 5 Decamilenar 1 1999 7 2 3 2 2 2 0 1 1,0 1,0 1,0 25 12 1,00 18,5
Baixo D Manutenção
35 Muquém 27,6 356 6 47,65 3 T 10 5 Decamilenar 1 2000 6 2 3 3 2 1 0 3 1,0 2,0 1,0 25 14 1,33 26,0
Normal C Inspeções de Rotina
36 Olho d'água 25,3 383 6 21 3 T 10 10 0 2 1998 8 2 3 4 2 1 0 5 1,0 2,0 1,2 31 17 1,40 33,6
Normal C Inspeções de Rotina
37 Pacajus 15 1960 6 240 7 T 10 4 0 2 1990 16 1 5 6 2 1 1 4 1,5 2,0 1,5 29 20 1,67 40,8
Médio B Monitoração
38 Pacoti 27 1600 6 370 7 T 10 4 0 2 1981 25 1 5 3 2 1 0 1 1,5 2,5 1,5 29 13 1,83 38,5
Normal C Inspeções de Rotina
39 Parambu 20,8 278 6 8,53 3 T 10 4 0 2 1985 21 1 5 1 2 1 0 2 1,0 1,0 1,2 25 12 1,07 19,7
Baixo D Manutenção
40 Penedo 12,2 474 3 2,4 3 T 10 4 0 4 1958 48 0 7 6 5 2 0 1 1,0 1,0 1,0 24 21 1,00 22,5
Baixo D Manutenção
41 Pirabibu 18 1650 4 74 3 T 10 7 1000 2 2000 6 2 3 0 2 2 0 1 1,0 1,0 1,2 26 10 1,07 19,2
Baixo D Manutenção
42 Potiretama 11,8 375 3 6,33 2 T 10 5 100 4 1992 14 1 7 6 2 1 0 2 1,0 1,0 1,0 24 19 1,00 21,5
Baixo D Manutenção
43 Quandú 19,5 195 3 4 1 T 10 5 100 4 1990 16 1 7 8 2 9 0 7 1,0 1,0 1,0 23 34 1,00 28,5
Normal C Inspeções de Rotina
44 Riachão 22 600 6 46,95 3 T 10 5 1000 2 1981 25 1 5 0 2 2 0 0 1,0 1,0 1,2 26 10 1,07 19,2
Baixo D Manutenção
45 Rivaldo Carvalho 19 401,6 3 19,52 3 C 10 1 0 2 1966 40 0 5 3 5 4 2 2 1,0 1,0 1,2 19 21 1,07 21,3
Baixo D Manutenção
46 Rosário 20,8 670 6 47,2 3 T 10 5 Decamilenar 1 2001 2 3 3 6 2 1 0 1 1,0 2,0 1,2 25 16 1,40 28,7
Normal C Inspeções de Rotina
47 Santa Maria 11 557 3 5,86 3 T 10 4 0 2 1999 7 2 5 6 5 6 2 7 1,0 1,0 1,0 22 33 1,00 27,5
Normal C Inspeções de Rotina
48 Santo Antônio 13,2 135 1 0,83 3 T 10 4 0 4 2001 5 3 7 3 5 4 2 3 1,0 1,0 1,0 22 27 1,00 24,5
Baixo D Manutenção
49 São Domingos 12,73 330,53 3 3,03 1 T 10 5 - 4 1977 29 1 7 6 5 6 7 7 1,0 1,0 1,0 23 39 1,00 31,0
Normal C Inspeções de Rotina
50 São José I 10,7 230 3 7,67 2 T 10 4 - 4 1988 18 1 7 3 5 4 0 3 1,0 1,0 1,0 23 23 1,00 23,0
Baixo D Manutenção
51 São José II 19 330 3 29,14 3 T 10 5 - 4 1992 14 1 7 3 5 2 0 1 1,0 1,0 1,0 25 19 1,00 22,0
Baixo D Manutenção
52 Sítios Novos 21,5 1818 6 123,2 3 T 10 5 Decamilenar 1 1999 7 2 3 3 2 1 0 1 1,0 2,0 1,5 25 12 1,50 27,8
Normal C Inspeções de Rotina
53 Souza 19,9 660 3 30,84 3 T 10 10 Decamilenar 1 1999 7 2 3 2 2 1 0 4 1,0 2,0 1,2 27 14 1,40 28,7
Normal C Inspeções de Rotina
54 Sucesso 10,2 498 3 10 3 T 10 5 0 4 1988 18 1 7 2 3 4 1 3 1,0 1,0 1,0 25 21 1,00 23,0
Baixo D Manutenção
55 Tatajuba 16,6 149,8 3 2,72 1 T 10 5 - 4 1999 7 2 7 3 3 1 0 7 1,0 1,0 1,0 23 23 1,00 23,0
Baixo D Manutenção
56 Tigre 15,8 270 3 20 3 T 10 4 0 4 1991 15 3 7 2 5 1 0 7 1,0 1,0 1,0 24 25 1,00 24,5
Baixo D Manutenção
57 Trapiá I 13,5 295 3 2,01 1 T 10 5 100 4 1985 21 1 7 3 5 6 2 7 1,0 1,0 1,0 23 31 1,00 27,0
Normal C Inspeções de Rotina
58 Trapiá II 27,4 270 6 18,19 3 T 10 5 - 4 1992 14 1 7 6 3 1 2 2 1,0 1,0 1,0 28 22 1,00 25,0
Normal C Inspeções de Rotina
59 Trapiá III 12,42 533,57 3 5,5 3 T 10 0 0 4 1961 45 0 7 10 3 10 6 7 1,0 1,0 1,0 20 43 1,00 31,5
Normal C Inspeções de Rotina
60 Ubaldinho 18 475 3 32 3 T 10 10 Decamilenar 1 1998 8 2 3 1 2 3 0 1 1,0 1,0 1,2 27 12 1,07 20,8
Baixo D Manutenção
61 Valério 19,9 180 3 2,02 1 T 10 5 - 4 1996 10 1 7 8 3 1 2 3 1,0 1,0 1,0 23 25 1,00 24,0
Baixo D Manutenção
62 Vieirão 22,5 340 6 20,96 3 T 10 5 - 4 1988 18 1 5 10 2 1 0 3 1,0 2,0 1,0 28 22 1,33 33,3
Normal C Inspeções de Rotina
MÉDIA 19,8 611,4 4 47,7 3 9,8 5 77,4 3 1990 17 1 5 4 3 3 1 3 1,0 1,4 1,1 24,2 20,2 1,17 25,6 Baixo D Manutenção
P - PERICULOSIDADE V - VULNERABILIDADE I - IMPORTÂ NCIA
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
128
7.2. Anexo 2
7.2.1 Apresentações do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens._129
7.2.2 Lista de participantes do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de
Barragens. ____________________________________________________181
7.2.3 Relato dos Treinamentos / Fotografias. ______________________________192
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
129
7.2.1 Apresentações do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens.
1
Ceará, 2006
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GESIN - GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
3° CICLO DE TREINAMENTOS
SEGURANÇA DE BARRAGENS
Para Técnicos e AGIR’s da COGERH
Ceará, 2006
Histórico dos Ciclos de Treinamentos
„ „ 1 1º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2001/2002 2001/2002
„ „ 2 2º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos – – 2004 2004
„ „ 3 3º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos– – 2006 2006
Gerências Regionais: Gerências Regionais:
• • Alto Jaguaribe e Salgado Alto Jaguaribe e Salgado
• • Parna Parnaí íba ba
• • Banabui Banabuiú ú
• • Baixo e M Baixo e Mé édio Jaguaribe dio Jaguaribe
• • Acara Acaraú ú e e Corea Coreaú ú
• • Curu Curu e Litoral e Litoral
• • Metropolitana Metropolitana
„ „ 1 1º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2001/2002 2001/2002
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Alto Jaguaribe / Salgado Alto Jaguaribe / Salgado
„ „ 1 1º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2001/2002 2001/2002
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Banabui Banabuiú ú / Baixo e M / Baixo e Mé édio Jaguaribe dio Jaguaribe
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Parna Parnaí íba ba (sem fotografias) (sem fotografias)
„ „ 1 1º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2001/2002 2001/2002
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Acara Acaraú ú e e Corea Coreaú ú / / Curu Curu e Litoral e Litoral
„ „ 1 1º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2001/2002 2001/2002
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Metropolitana Metropolitana
2
„ „ 2 2º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2004 2004
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Parna Parnaí íba ba
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Alto Jaguaribe / Salgado Alto Jaguaribe / Salgado (sem fotografias) (sem fotografias)
„ „ 2 2º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2004 2004
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Banabui Banabuiú ú / Baixo e M / Baixo e Mé édio Jaguaribe dio Jaguaribe
„ „ 2 2º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2004 2004
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Acara Acaraú ú e e Corea Coreaú ú / / Curu Curu e Litoral e Litoral
„ „ 2 2º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2004 2004
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Metropolitana Metropolitana
„ „ 3 3º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2006 2006
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Alto Jaguaribe / Salgado Alto Jaguaribe / Salgado
„ „ 3 3º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2006 2006
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Parna Parnaí íba ba
3
„ „ 3 3º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2006 2006
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Banabui Banabuiú ú / Baixo e M / Baixo e Mé édio Jaguaribe dio Jaguaribe
„ „ 3 3º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2006 2006
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Acara Acaraú ú e e Corea Coreaú ú / / Curu Curu e Litoral e Litoral
„ „ 3 3º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2006 2006
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Metropolitana Metropolitana – – Turma A Turma A
„ „ 3 3º º Ciclo de Treinamentos Ciclo de Treinamentos - - 2006 2006
Gerências Regionais: Gerências Regionais: Metropolitana Metropolitana – – Turma B Turma B
OBJETIVOS
• Capacitação
• Uniformização de procedimentos
• Descentralização
IMPORTÂNCIA
• Nestes dia dar prioridade máxima (evitar celulares)
• Transferência dos conhecimentos adquiridos pelas equipes ao
longo dos últimos 12 anos
TREINAMENTO TREINAMENTO
ESTRUTURA ESTRUTURA
ORGANIZACIONAL ORGANIZACIONAL
PRESIDÊNCIA PRESIDÊNCIA PRESIDÊNCIA
DIRETORIA DE
OPERAÇÕES
DIRETORIA DE DIRETORIA DE
OPERA OPERAÇ ÇÕES ÕES
Gerências
Regionais
Gerências Gerências
Regionais Regionais
Gerência de
Segurança e
Infra-estrutura
Gerência de Gerência de
Seguran Seguranç ça e a e
Infra Infra- -estrutura estrutura
Gerência
Metropolitana
Gerência Gerência
Metropolitana Metropolitana
Gerência de
Desenvolvimento
Operacional
Gerência de Gerência de
Desenvolvimento Desenvolvimento
Operacional Operacional
Núcleo
Técnico
N Nú úcleo cleo
T Té écnico cnico
Núcleo de
Gestão
N Nú úcleo de cleo de
Gestão Gestão
Núcleo
Administr.
N Nú úcleo cleo
Administr Administr. .
Núcleo de
Gestão
N Nú úcleo de cleo de
Gestão Gestão
Núcleo
Técnico
N Nú úcleo cleo
T Té écnico cnico
Núcleo
Administr.
N Nú úcleo cleo
Administr Administr. .
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
Núcleo Eletro- Mecânica N Nú úcleo Eletro cleo Eletro- - Mecânica Mecânica
Núcleo Infra-Estrutura N Nú úcleo Infra cleo Infra- -Estrutura Estrutura
4
Equipe da Gesin:
GERENTE
ALEXANDRE DE SOUSA FONTENELLE
Engenheiro Civil
Núcleo Infra-Estrutura:
Engenheiros Civis:
Célio Sales
Vitor Souza
Sarita Cavalcante
Loiola
Ricardo Coelho
Téc. Edificações / Estradas:
João Bruno
Antônio Vilemar
Núcleo Eletro-Mecânica:
Engenheiro Mecânico:
Almir Franco
Engenheiro Eletricista:
Adriano Ribeiro
Tecnólogo Eletro-Mecânica:
José Arimateia Souza
Ações Estruturais:
• Termos de Referência/Especificações Técnicas de
Obras de Recuperação (Projetos)
• Controle e Fiscalização de Obras de Recuperação
Obras Emergenciais
• Manutenção de Equipamentos hidromecânicos/
Execução de Medidores de Vazão
Ações Não-Estruturais:
• Realização de Inspeções de Segurança
• Monitoramento por Instrumentação
• Registro de Ocorrências
• Elaboração de Dossiês das Barragens
Infraestrutura Infraestrutura H Hí ídrica Monitorada drica Monitorada
„ „ 126 A 126 Aç çudes Monitorados (62 Federais) udes Monitorados (62 Federais)
„ „ 155 km de Canais + 100 km Eixo da Integra 155 km de Canais + 100 km Eixo da Integraç ção ão
„ „ 3,33 km de T 3,33 km de Tú úneis neis
„ „ 300 km de Adutoras de 300 km de Adutoras de Á Água Bruta gua Bruta
„ „ 15 Esta 15 Estaç ções Elevat ões Elevató órias rias
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
126 Açudes Monitorados
COGERH (2005)
61 62
2
1
0
10
20
30
40
50
60
70
Estaduais Federais Particulares Municipais
Proprietário
Q
u
a
n
t
i
t
a
t
i
v
o
67,4 % 32,6 % ICOLD, 1983
95,1% (58) 4,9% (3) ESTADUAIS COGERH_2006
96,8% (60) 3,2% (2) FEDERAIS COGERH_2006
TIPO ATERRO ALVENARIA/CONCRETO
TIPOS DE BARRAGENS
AGIR
Agente de Guarda e Inspeção
de Reservatório
AGIR
AGENTE DE INSPEÇÃO E GUARDA DE RESERVATÓRIO
43
4
18
58
0
10
20
30
40
50
60
70
Estaduais Federais
Proprietário
Q
u
a
n
t
i
t
a
t
i
v
o
Com AGIR
Sem AGIR
Açudes Monitorados
5
SEGURANÇA DE BARRAGENS:
EDUCA EDUCAÇ ÇÃO E TREINAMENTO ÃO E TREINAMENTO
GERENTE GERENTE: :
- - Entender as responsabilidades relacionadas Entender as responsabilidades relacionadas à à seguran seguranç ça de a de
barragens barragens
- - Significado de riscos Significado de riscos
T TÉ ÉCNICOS E OPERADORES CNICOS E OPERADORES: :
- - Entendimento sobre os sinais visuais de problemas Entendimento sobre os sinais visuais de problemas
- - Procedimentos para operar equipamentos mecânicos Procedimentos para operar equipamentos mecânicos
- - Respostas emergenciais, incluindo alertas Respostas emergenciais, incluindo alertas
- - Princ Princí ípios de monitora pios de monitoraç ção. ão.
IDADE DAS BARRAGENS
BARRAGENS ESTADUAIS – COGERH 2006
Faixade Idade dasBarragensMonitoradasEstaduais
9
26
18
3
2
0
3
0 0 0 0
0
5
10
15
20
25
30
0
a
5
5

a
1
5
1
5
a
2
5
2
5
a
3
5
3
5
a
4
5
4
5
a
5
5
5
5
a
6
5
6
5
a
7
5
7
5
a
8
5
8
5
a
9
5
9
5
a
1
0
0
Idade(anos)
Q
u
a
n
t
id
a
d
e




IDADE DAS BARRAGENS
BARRAGENS FEDERAIS – COGERH 2006
Faixade Idade dasBarragensMonitoradasFederais
1
6
13
3
6
9
0
7
9
6
2
0
5
10
15
20
25
30
0

a
5
5

a
1
5
1
5
a
2
5
2
5
a
3
5
3
5
a
4
5
4
5
a
5
5
5
5
a
6
5
6
5
a
7
5
7
5
a
8
5
8
5
a
9
5
9
5
a
1
0
0
Idade(anos)
Q
u
a
n
t
id
a
d
e



Os procedimentos de opera Os procedimentos de operaç ção devem conter ão devem conter
instru instruç ções para os operadores, tais como: ões para os operadores, tais como:
„ „ N Ní íveis normais do reservat veis normais do reservató ório; rio;
„ „ Condi Condiç ções de emergência; ões de emergência;
„ „ Á Áreas de risco; reas de risco;
„ „ Restri Restriç ções de opera ões de operaç ção; ão;
„ „ Capacidade de vazão das estruturas. Capacidade de vazão das estruturas.
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
ETAPAS NA SEGURANÇA DE BARRAGENS:
•Operação
•Manutenção: -Preventiva - Preditiva - Corretiva
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
Normas e procedimentos para obter o melhor Normas e procedimentos para obter o melhor
desempenho do equipamento dentro dos desempenho do equipamento dentro dos
limites operacionais, incluindo limites operacionais, incluindo- -se a se aí í as as
precau precauç ções necess ões necessá árias para se evitar danos rias para se evitar danos à às s
instala instalaç ções. ões.
A seguran A seguranç ça a é é vista como a garantia da não vista como a garantia da não
ocorrência de falhas que possam paralisar o ocorrência de falhas que possam paralisar o
sistema produtivo, nem causar danos sistema produtivo, nem causar danos
ambientais e materiais. ambientais e materiais.
PROGRAMA DE MANUTEN PROGRAMA DE MANUTENÇ ÇÃO ÃO
FLUXOGRAMA DE PLANEJAMENTO FLUXOGRAMA DE PLANEJAMENTO
6
MANUTEN MANUTENÇ ÇÃO ÃO
Interven Intervenç ções ões preventivas preventivas e e corretivas corretivas que visam que visam
garantir a operacionalidade do sistema. garantir a operacionalidade do sistema.
Manutenção Preventiva
• AGIR
• Livro de Ocorrências
• Dossiês dos Açudes
• Inspeções de Segurança - Chek-list
• Segurança Patrimonial
Manutenção Preditiva
• Monitoramento e Instrumentação
Manutenção Corretiva
• Obras de Recuperação
Diário de Ocorrências
„ „ Existente nos a Existente nos aç çudes com udes com
AGIR AGIR
„ „ Checar com os Gerentes as Checar com os Gerentes as
necessidades necessidades
„ „ Analisar os livros/Arquivar Analisar os livros/Arquivar
c có ópia pia
„ „ Preparar novos livros Preparar novos livros
AGIR AGIR - - AGENTE DE INSPE AGENTE DE INSPEÇ ÇÃO E GUARDA DE RESERVAT ÃO E GUARDA DE RESERVATÓ ÓRIO RIO
Atribui Atribuiç ções do AGIR ões do AGIR – – Ver Cartilha Ver Cartilha
Livro de Ocorrências Livro de Ocorrências
„ „ condi condiç ções do tempo (chuvas); ões do tempo (chuvas);
„ „ mudan mudanç ças na opera as na operaç ção normal; ão normal;
„ „ eventos, condi eventos, condiç ções ou atividades não usuais; ões ou atividades não usuais;
„ „ atividades não usuais de manuten atividades não usuais de manutenç ção; ão;
„ „ instru instruç ções do gerente; ões do gerente;
„ „ alarmes ou avisos; alarmes ou avisos;
„ „ inspe inspeç ções. ões.
„ „ visitas de t visitas de té écnicos de outras institui cnicos de outras instituiç ções ões
ANOTAÇÕES E REGISTROS
Dossiês dos Açudes (17 já preparados)
3 vias:
•Gesin
•Gerência Regional
•Açude (Agir)
Resumo das principais
informações do açude
Meta: 61 dossiês dos
Açudes Estaduais
monitorados
Alto Jaguaribe
Benguê (*) OK! OK!
Muquém(*) OK! OK!
Canoas (*) OK!
Do Coronel
Espírito Santo
Parambu (*) OK!
Valério
07 açudes
Salgado
Cachoeira (*) OK!
Rosário (*) OK!
Ubaldinho (*) OK! OK!
Estrema
Olho d'Água (*) OK!
Tatajuba
06 açudes
Banabuiú
Mons. Tabosa (*) OK!
Capitão Mor
Cipoada (*)
Pirabibu (*)
São José I (*)
São José II (*) OK!
Trapiá II (*) OK!
Vieirão
08 açudes
Bacia
Hidrogr./Açude
Livro
Ocorrência
Dossiês
Médio Jaguaribe
Adauto Bezerra
Canaf ístula (*)
Madeiro
Potiretama
S. Ant. dos Bastiões
05 açudes
Acaraú
Carmina (*) OK!
Arrebita (*) OK!
02 açudes
Coreaú
Angicos (*) OK! OK!
Gangorra (*) OK! OK!
Itaúna (*) OK! OK!
Diamante
Trapiá III
05 açudes
Curu
Jerimum(*) OK! OK!
Souza (*) OK! OK!
Caracas
São Domingos
Trapiá I
05 açudes
Bacia
Hidrogr./Açude
Livro
Ocorrência
Dossiês
Parnaíba
Barra Velha (*) OK! OK!
Flor do Campo (*) OK! OK!
Carnaubal (*) OK!
Colinas
Cupim
Jaburu I (*) OK!
Jaburu II (*) OK!
Sucesso
08 açudes
Metropolitanas
Aracoiaba (*) OK!
Castro (*) OK! OK!
Catu (*) OK!
Cauhipe (*) OK! OK!
Malcozinhado (*) OK!
Sitios Novos (*) OK! OK!
Gavião (*)
Hipólito
Pacajus (*)
Pacoti (*)
Penedo
Riachão (*)
12 açudes
Litoral
Quandú (*) OK!
01 açudes
59 açudes
38 açudes c/ AGIR
Bacia
Hidrogr./Açude
Livro
Ocorrência
Dossiês
7
INSPE INSPEÇ ÇÕES DE SEGURAN ÕES DE SEGURANÇ ÇA A – – CHECK CHECK- -LIST LIST
„ „ Verifica Verificaç ção de Anomalias (Ver Ficha de Preenchimento) ão de Anomalias (Ver Ficha de Preenchimento)
„ „ Realizada pela Gerência Regional Realizada pela Gerência Regional – – 2 Per 2 Perí íodos do Ano: odos do Ano:
„ „ Fim do per Fim do perí íodo chuvoso odo chuvoso
„ „ Fim do per Fim do perí íodo seco odo seco
Açudes
Inspecionados
INSPE INSPEÇ ÇÕES DE SEGURAN ÕES DE SEGURANÇ ÇA A – – CHECK CHECK- -LIST LIST
Evolução Anual das Inspeções (Check-list) - GESIN - COGERH
SISOH
52
31
25
60
78
72
76
55
36
27
85
141
146
108
0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
110
120
130
140
150
Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006
Período
Q
u
a
n
t
i
t
a
t
i
v
o











































. Açudes Inspecionados
Inspeções Realizadas
Açudes Inspecionados - 2006
Quantidade de Açudes Inspecionados 2006
7
11
7
10
8
13
10
5
0
2
4
6
8
10
12
14
S
o
b
ra
l
Ig
u
a
tu
Q
u
ix
e
ra
m
o
b
im
P
e
n
te
c
o
s
te
L
im
o
e
iro
d
o
N
o
rte
M
e
tro
p
o
lita
n
a
C
ra
te
ú
s
C
ra
to
GERÊNCIAREGIONAL
Q
U
A
N
T
I
D
A
D
E

















Estatística – Total das Anomalias
Estatística das Anomalias - Inspeções 2006
7
29
3 2
16
66
0
10
23
62
56
30
92
24
5
14
76
26
104
159
44
3
75
6
26
6
54
82
15
0
32
2
0
20
40
60
80
100
120
140
160
180
S
o
b
ra
l
Ig
u
a
tu
Q
u
ix
e
ra
m
o
b
im
P
e
n
te
c
o
s
te
L
im
o
e
iro
d
o
N
o
rte
M
e
tro
p
o
lita
n
a
C
ra
te
ú
s
C
ra
to
GERÊNCIAREGIONAL
Q
U
A
N
T
I
D
A
D
E

















I
P
M
G
MAGNITUDE
Estatística Média de Anomalias por Açude
Estatística das Anomalias - Inspeções 2006
1
2
0 0
2
4
0
2
3
5
6
3
13
1
1
3
8
2
10
16
6
0
9
1
3
1
5
8
2
0
4
0
0
2
4
6
8
10
12
14
16
18
S
o
b
ra
l
Ig
u
a
tu
Q
u
ix
e
ra
m
o
b
im
P
e
n
te
c
o
s
te
L
im
o
e
iro
d
o
N
o
rte
M
e
tro
p
o
lita
n
a
C
ra
te
ú
s
C
ra
to
GERÊNCIA
M
É
D
I
A

/

A
Ç
U
D
E

















I
P
M
G
MAGNITUDE
8
Objetivos: Objetivos:
„ „ Avaliar o desempenho e os crit Avaliar o desempenho e os crité érios adotados no rios adotados no
projeto. projeto.
„ „ Fornecer indicativos de situa Fornecer indicativos de situaç ções de perigo no maci ões de perigo no maciç ço o
e na funda e na fundaç ção da barragem. ão da barragem.
„ „ Observar o desempenho de Observar o desempenho de á áreas cr reas crí íticas. ticas.
MONITORAMENTO E INSTRUMENTA MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇ ÇÃO ÃO
Etapas de um Programa de Monitoramento por Instrumenta Etapas de um Programa de Monitoramento por Instrumentaç ção: ão:
„ „ Leitura dos instrumentos Leitura dos instrumentos
„ „ Avalia Avaliaç ção dos dados ão dos dados
„ „ Notifica Notificaç ção imediata aos respons ão imediata aos responsá áveis quando as observa veis quando as observaç ções ões
forem at forem atí ípicas ou divergirem dos crit picas ou divergirem dos crité érios de projeto rios de projeto
Coleta e análise de dados
a) Piezômetros
Medição da pressão da água
no maciço e na fundação.
Barragens :
•Jaburu I (39+38=77)
•Aracoiaba (26)
•Flor do Campo (24)
•Barra Velha (9)
•Gavião (3)
Açude
Aracoiaba
Açude
Jaburu I
MONITORAMENTO E INSTRUMENTA MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇ ÇÃO ÃO
Piezômetro Medidor de Nível d´água
MONITORAMENTO E INSTRUMENTA MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇ ÇÃO ÃO
b) Medidores de vazão
pela fundação
Barragens:
• Jaburu I (10)
• Souza (1)
• Olho d´água (3)
• Flor do Campo (2)
• Canoas (3)
Açude
Jaburu I
Açude
Souza
MONITORAMENTO E INSTRUMENTA MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇ ÇÃO ÃO
ESTRUTURAS SOCIEDADE MEIO AMBIENTE
MEDIDAS
DE
SEGURANÇA
MONITORAMENTO
NÍVEIS DE PERIGO
- MANUTENÇÃO
- TREINAMENTO
- REUNIÃO C/ USUÁRIOS
- REGRAS DE OPERAÇÃO
- INSTRUMENTAÇÃO
- INSPEÇÕES
- ACOMPANHAMENTO DA OPERAÇÃO
C / USUÁRIOS
Mitiga Mitigaç ção do risco integrado na barragem e ão do risco integrado na barragem e
no vale a jusante no vale a jusante
Avaliação do Risco de
Barragens
Hierarquização do Risco
„ „ Coerência na aloca Coerência na alocaç ção dos recursos de ão dos recursos de
manuten manutenç ção e melhorias. ão e melhorias.
„ „ Cadastro, an Cadastro, aná álise e prioriza lise e priorizaç ção de ão de
todas as anomalias/reparos conforme todas as anomalias/reparos conforme
o risco o risco
9
Tempo de
Operação
(6)
Existência
de Projeto
(As Built)
(7)
Confiabilidade
das Estruturas
Vertedouras
(8)
Tomada de
Água
(9)
Percolação
(10)
Deformações/
Afundamentos/
Assentamentos
(11)
Deterioração
dos Taludes/
Paramentos
(12)
Vulnerabilidade - V
Dimensão da
Barragem
(1)
Volume Total do
Reservatório
(2)
Tipo de
Barragem
(3)
Tipo de
Fundação
(4)
Vazão de Projeto
(5)
Periculosidade - P
Volume Útil
hm
3 (a)
População à
Jusante
(b)
Custo da
Barragem
(c)
Importância - I
( )
2
P V
PR I

u
Risco da Barragem - PR
Classificação do Risco da Barragem
Manutenção
Muito
Baixo <15 E
Manutenção
Baixo < 25 D
Inspeções
de Rotina
Normal 25 a 40 C
Monitoração
Médio 40 a 65 B
Intervenção
Alto > 65 A
Ações Risco Pontuação Classes
CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS
Inspeções de Rotina C Normal 29,0 1,6 17,0 20,0 Acarape do Meio 12
Inspeções de Rotina C Normal 29,3 1,5 12,0 27,0 Sítios Novos 11
Inspeções de Rotina C Normal 29,5 1,0 34,0 25,0 Canafístula 10
Inspeções de Rotina C Normal 30,1 1,4 14,0 29,0 Souza 9
Inspeções de Rotina C Normal 30,4 1,1 33,0 24,0 Caracas 8
Inspeções de Rotina C Normal 31,7 1,7 9,0 29,0 Pacajus 7
Inspeções de Rotina C Normal 32,0 1,3 21,0 27,0 Castro 6
Inspeções de Rotina C Normal 33,0 1,5 17,0 27,0 Aracoiaba 5
Inspeções de Rotina C Normal 33,6 1,4 21,0 27,0 Gangorra 4
Inspeções de Rotina C Normal 33,9 1,8 8,0 29,0 Pacoti 3
Inspeções de Rotina C Normal 36,7 1,3 22,0 33,0 Jaburú I 2
Intervenção (*) A Médio 60,3 1,6 45,0 32,0 Olho d'água 1
Ação Classe
Potencial de
Risco
PR I V P Barragem Estadual
CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.)
Inspeções de Rotina C Normal 28,0 1,3 15,0 27,0 Muquém 24
Inspeções de Rotina C Normal 28,0 1,3 22,0 20,0 Cupim 23
Inspeções de Rotina C Normal 28,0 1,3 15,0 27,0 Cachoeira 22
Inspeções de Rotina C Normal 28,0 1,4 13,0 27,0 Rosário 21
Inspeções de Rotina C Normal 28,2 1,6 14,0 22,0 Carnaubal 20
Inspeções de Rotina C Normal 28,5 1,0 34,0 23,0 São Domingos 19
Inspeções de Rotina C Normal 28,5 1,0 34,0 23,0 Quandú 18
Inspeções de Rotina C Normal 28,5 1,0 33,0 24,0 Do Coronel 17
Inspeções de Rotina C Normal 28,5 1,5 11,0 27,0 Arneiroz II 16
Inspeções de Rotina C Normal 28,5 1,0 33,0 24,0 Adauto Bezerra 15
Inspeções de Rotina C Normal 28,7 1,3 13,0 30,0 Vieirão 14
Inspeções de Rotina C Normal 28,7 1,4 17,0 24,0 Itaúna 13
Ação Classe
Potencial de
Risco
PR I V P Barragem Estadual
CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.)
Manutenção D Baixo 24,5 1,0 26,0 23,0 Trapiá I 36
Manutenção D Baixo 24,5 1,0 22,0 27,0 Capitão Mor 35
Manutenção D Baixo 24,5 1,1 14,0 32,0 Flor do Campo 34
Manutenção D Baixo 24,7 1,3 13,0 24,0 Malcozinhado 33
Inspeções de Rotina C Normal 25,0 1,0 28,0 22,0 Santa Maria 32
Inspeções de Rotina C Normal 25,0 1,0 27,0 23,0 Estrema 31
Inspeções de Rotina C Normal 25,1 1,1 22,0 25,0 Batente 30
Inspeções de Rotina C Normal 25,4 0,8 38,0 23,0 Jatobá 29
Inspeções de Rotina C Normal 25,5 1,0 29,0 22,0 Madeiro 28
Inspeções de Rotina C Normal 26,3 1,5 11,0 24,0 Gavião 27
Inspeções de Rotina C Normal 26,5 1,0 28,0 25,0 Diamante 26
Inspeções de Rotina C Normal 27,0 1,0 31,0 23,0 Valério 25
Ação Classe
Potencial de
Risco
PR I V P Barragem Estadual
CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.)
Manutenção D Baixo 20,5 1,0 18,0 23,0 Colina 48
Manutenção D Baixo 21,0 1,0 17,0 25,0 Jerimum 47
Manutenção D Baixo 21,5 1,0 15,0 28,0 Trapiá II 46
Manutenção D Baixo 21,5 1,0 18,0 25,0 Sucesso 45
Manutenção D Baixo 21,5 1,0 19,0 24,0 Potiretama 44
Manutenção D Baixo 22,0 1,0 21,0 23,0
Espirito
Santo 43
Manutenção D Baixo 22,5 1,0 18,0 27,0 São José II 42
Manutenção D Baixo 23,0 1,0 23,0 23,0 Tatajuba 41
Manutenção D Baixo 23,0 1,0 22,0 24,0 Hipólito 40
Manutenção D Baixo 23,5 1,1 15,0 29,0 Ubaldinho 39
Manutenção D Baixo 24,0 1,3 12,0 24,0 Catucinzenta 38
Manutenção D Baixo 24,0 1,1 16,0 29,0 Barra Velha 37
Ação Classe
Potenci
al de
Risco
PR I V P Barragem Estadual
10
CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.)
Manutenção C Normal 25,6 1,2 19,3 25,0 MÉDIA
Manutenção D Baixo 16,0 1,1 8,0 22,0 Jaburú II 62
Manutenção D Baixo 18,0 1,0 12,0 24,0 Angicos 61
Manutenção D Baixo 18,1 1,1 6,0 28,0 Pirabibu 60
Manutenção D Baixo 18,5 1,0 13,0 24,0 Benguê 59
Manutenção D Baixo 18,8 1,5 7,0 18,0 Canoas 58
Manutenção D Baixo 19,0 1,0 14,0 24,0 Faé 57
Manutenção D Baixo 19,0 1,0 18,0 20,0 Cauhipe 56
Manutenção D Baixo 19,5 1,0 17,0 22,0 Carmina 55
Manutenção D Baixo 19,5 1,0 16,0 23,0 Arrebita 54
Manutenção D Baixo 19,7 1,1 9,0 28,0 Riachão 53
Manutenção D Baixo 19,7 1,1 12,0 25,0 Parambu 52
Manutenção D Baixo 19,7 1,1 18,0 19,0 Cipoada 51
Manutenção D Baixo 20,5 1,0 18,0 23,0 São José I 50
Manutenção D Baixo 20,5 1,0 16,0 25,0 Monsenhor Tabosa 49
Ação Classe
Potencial de
Risco
PR I V P Barragem Estadual
0
10
20
30
40
50
60
70
P
o
t
e
n
c
i
a
l

d
e

R
i
s
c
o

2
0
0
5

(
P
R
)
Potencial de Risco
BARRAGENS ESTADUAIS - 2005
Barragem Proprietário Pontos
Potencial de
Risco
Classe Ação
Orós DNOCS 53.0 Médio B Monitoração
Banabuiú DNOCS 53.0 Médio B Monitoração
Poço Salgado DNOCS 39.3 Alto A Intervenção
Trussu DNOCS 36.4 Normal C Inspeção
Acarape do Meio DNOCS 33.3 Normal C Inspeção
Pedras Brancas DNOCS 31.9 Normal C Inspeção
Lima Campos DNOCS 29.3 Normal C Inspeção
Trici DNOCS 28.0 Normal C Inspeção
Choró DNOCS 27.7 Normal C Inspeção
Cedro DNOCS 26.6 Normal C Inspeção
Pontuação de Risco
BARRAGENS FEDERAIS – DNOCS
(Ano de 2002 – Não Atualizada)
„ „ Perdas de vidas humanas; Perdas de vidas humanas;
„ „ Danos materiais: Danos materiais:
„ „ Barragem Barragem
„ „ Zonas atingidas pela onda de cheia; Zonas atingidas pela onda de cheia;
„ „ Danos indiretos resultantes da interrup Danos indiretos resultantes da interrupç ção das ão das
atividades produtivas; atividades produtivas;
„ „ Traumatismos psicol Traumatismos psicoló ógicos e danos f gicos e danos fí ísicos. sicos.
CONSEQUÊNCIAS DA RUPTURA DE BARRAGENS
O que é ruptura de barragem ?
Em termos de integridade estrutural, é uma
liberação incontrolável do conteúdo de um
reservatório ocasionado pelo colapso da
barragem ou alguma parte dela.
UMA BARRAGEM SEGURA
APRESENTA UM BOM
DESEMPENHO NO QUE DIZ
RESPEITO AOS ASPECTOS
ESTRUTURAIS, ECONÔMICOS,
AMBIENTAIS E SOCIAIS
RESPONSABILIDADE PELA SEGURANÇA DA
BARRAGEM
O PROPRIETÁRIO DA BARRAGEMtem a
responsabilidade por todos os aspectos relacionados a sua
segurança.
O proprietário deve assegurar que a OPERAÇÃO E
MANUTENÇÃO da barragem sejam executadas por
pessoas que tenham conhecimento e habilitação para tal.
(Manual de Segurança e Inspeção de Barragens, MI/SIH, 2002)
11
O que é uma barragem segura ?
Uma barragem segura é aquela capaz de satisfazer as
exigências de comportamento necessárias para evitar
acidentes e incidentes.
Acidente: Evento correspondente à ruptura parcial ou
total da obra e/ou sua completa não funcionalidade, com
graves conseqüências econômicas e sociais
Incidente: Evento físico indesejável que prejudica a
funcionalidade e/ou inteireza da obra, podendo vir a gerar
eventuais acidentes, se não for corrigido a tempo.
Acidentes e Incidentes - Ceará
• Galgamento - 4
(1960, 1978, 1996, 1997, 2004)
• Surgências a Jusante - 8
(1980, 1986, 1988, 1997, 1998, 2000)
• Trincas - 5
(1956, 1961, 1995, 1997, 1999)
• Piping - 1
(1940)
• Deslizamento de Taludes - 2
(1940, 1963)
• Erosões - 2
(1981, 2000)
• Outras Causas
– Arrombamentos, Galgamento Dique Fusível, Ameaça de
Galgamento, Ruptura do Dique Lateral do Sangradouro,
Erosões Taludes Montante, Erosão nos Muros Laterais
ACIDENTE
• Galgamento - Transbordamento
Arneiroz (2004)
INCIDENTE
• Surgências no Talude Jusante – Jaburu
I
INCIDENTE
• Surgências a Jusante
Pé da Barragem – Olho D’Água
INCIDENTE
• Piping – Erosão Interna
MECANISMOS DE OCORRÊNCIA DE “PIPING”
O PIPING (OU EROSÃO INTERNA) PODE LEVAR À FORMAÇÃO DE “TUBOS”,
COMUNICANDO O RESERVATÓRIO COM A SUPERFÍCIE LIVRE A JUSANTE,
QUE PODEM CAUSAR A RUPTURA DA BARRAGEM
12
ACIDENTE
• Piping – Erosão Interna
RUPTURA DE BARRAGEM DE TETON EM 1976
(POR “PIPING”)
ACIDENTE
• Piping – Erosão Interna
ACIDENTE
• Piping – Erosão Interna
ACIDENTE
• Piping – Erosão Interna
INCIDENTE
• Erosão a Jusante
A Aç çude ude Parambu Parambu
A Aç çude Olho D ude Olho D’Á ’Água gua
INCIDENTE
• Trincas
Trussu (1997)
13
INCIDENTE
• Deslizamento de Talude Jusante
Deslizamento de
talude de Jusante
Prováveis causas:
Ausência de sistema de
drenagem interna e
aterro mal compactado
Macário (Quixadá)
ACIDENTE
• Erosão Regressiva Itaúna (2001)
ACIDENTE
• Erosão Regressiva
Rosário (2004)
INCIDENTE
• Erosão Regressiva
Pacajus (2004)
ACIDENTE
• Arrombamentos – Palmácia (2001)
Vista Montante - Jusante
ACIDENTE
• Arrombamentos – Palmácia (2002)
Crista da Barragem Arrombada
14
ACIDENTE
• Arrombamentos – Mombaça (2002)
ACIDENTE
• Arrombamentos – Mombaça (2002)
TOPO ROCHOSO
ENSECADEIRA
SOLO ARGILOSO SOLO LATERÍTICO
Aterro de Recarga
Açude Jaburu I - Tianguá
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Pacajus – Obras Antes da sangria de 2004
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Pacajús- sangria em 2004
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Pacajús
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Antes
Depois
Antes
15
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Rosário 2004
Antes
Depois
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Parambu
Antes
Depois
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Parambu
Antes
Depois
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Parambu
Antes
Depois
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Vieirão
Antes
Depois
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Vieirão
Antes
Depois
16
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Angicos
Antes
Depois
OBRAS DE RECUPERA OBRAS DE RECUPERAÇ ÇÃO ÃO
Açude Olho d´água - Obra em Execução
Levantamento da Defesa Civil-
Chuvas de 2004
• Açudes a serem recuperados: 534
• Açudes a serem reconstruídos: 352
• Domínio:
– Público: 270
– Particular: 618
ACIDENTES EM OBRAS
HÍDRICAS
CE-060
Sangradouro
Obstruído por
Cerca
Alguns Acidentes de 2004
•Barragem Camará -PB
Concreto
Compactado a
Rolo-
Deslocamento
de bloco da
fundação na
ombreira
esquerda
Barragem Macário (Quixadá)
Deslizamento de
talude de Jusante
Prováveis causas:
Ausência de sistema de
drenagem interna e
aterro mal compactado
17
Recomposição do talude
material meio seco – não é bom
Bar. Macário - Umedecimento
Açude Rosário -2004 INCIDENTES / ACIDENTES EM CANAIS INCIDENTES / ACIDENTES EM CANAIS
CANAL ERERÊ CANAL ERERÊ - - ARROMBAMENTO ARROMBAMENTO
INCIDENTES / ACIDENTES EM EB INCIDENTES / ACIDENTES EM EB’ ’S S
EB EB- -2: ALAGAMENTO 2: ALAGAMENTO
INCIDENTES / ACIDENTES EM EB INCIDENTES / ACIDENTES EM EB’ ’S S
EB EB- -2: ALAGAMENTO 2: ALAGAMENTO
18
INCIDENTES / ACIDENTES EM ADUTORAS INCIDENTES / ACIDENTES EM ADUTORAS
ADUTORA DO ACARAPE DO MEIO ADUTORA DO ACARAPE DO MEIO
Termos T Termos Té écnicos Espec cnicos Especí íficos da Barragem ficos da Barragem
Termos T Termos Té écnicos Espec cnicos Especí íficos da Barragem ficos da Barragem
BARRAGEM CATU
Termos T Termos Té écnicos Espec cnicos Especí íficos da Barragem ficos da Barragem
Seção Transversal - Barragem de Terra/Enrocamento
Sangradouro
Isolado:
Ex: - Gangorra
- Barra Velha
- Olho d´água
- Cipoada
- Sitios Novos
- Mundaú
Sangradouro
Junto ao Maciço:
- Itaúna
- Carnaubal
- Malcozinhado
- Pirabibu
Posicionamento do
Sangradouro
19
Maciço - Montante
Ombreira Direita
Ombreira Esquerda
Talude de montante
sentido do rio
Maciço - Talude de Jusante
Ombreira
Direita
Ombreira
Esquerda
Riacho
Coroamento
Enrocamento de Pé ou Rock-fill
O enrocamento de p O enrocamento de pé é ou ou “ “rock rock fill fill” ” é é
utilizado em pequenas barragens utilizado em pequenas barragens
com a finalidade de evitar a com a finalidade de evitar a
satura saturaç ção do talude de jusante e ão do talude de jusante e
poss possí ível erosão. vel erosão.
Carmina
Trincas e Fissuras em Barragens
Açude Vieirão – Recalque do Coroamento
Coroamento
ou crista
Proteção dos Taludes
Talude Montante: Talude Montante:
Contra o efeito erosivo das Contra o efeito erosivo das
ondas do lago, ondas do lago, é é feita feita
com um empedramento com um empedramento
da superf da superfí ície do talude cie do talude
( (rip rip- -rap rap). ).
Talude Jusante Talude Jusante
Contra a a Contra a aç ção erosiva das ão erosiva das
á águas de chuva. Esta prote guas de chuva. Esta proteç ção ão
pode ser idêntica pode ser idêntica à à de montante de montante
ou plantio de gram ou plantio de gramí ínea ou salsa nea ou salsa
ou coloca ou colocaç ção de cascalhos ão de cascalhos
(seixos). (seixos).
Montante Jusante
20
Proteção do talude de jusante
Cascalho/Seixos/Britas
Ex: Sitios Novos; Benguê
Proteção Vegetal
Ex: Castro
Fluxo
Canal de
Aproximação
Muro Ala
Esquerdo
Perfil
Vertedouro
Sangradouro
Canal de
Aproximação
Fluxo
Revanche
Canal de Restituição
Perfil Vertedouro
Do tipo Ogiva ou
Creager
Sangradouro
Muro Ala Esquerdo
Açude Benguê (Aiuaba)
Tomada d´água da Galeria - Montante
Caixa de Montante
Canal de
Aproximação
Caixa de
Válvulas
Caixa de dissipação
Canal de Restituição
Tomada d´água - Jusante
FLUXO PELO MACIÇO
Drenagem Interna pelo Maciço
Dreno de Pé
21
FLUXO PELO MACIÇO
Drenagem Interna pelo Maciço
Tapete Horizontal
FLUXO PELO MACIÇO
Drenagem Interna pelo Maciço
Filtro Vertical ou Filtro Chaminé
FLUXO PELO MACIÇO
Drenagem Interna pelo Maciço
Filtro Vertical ou Filtro Chaminé
FLUXO PELO MACIÇO
Drenagem Interna pelo Maciço
Tapete Horizontal
Filtro Vertical ou
Filtro Chaminé
Dreno de Pé
FLUXO PELA FUNDAÇÃO
Montante Jusante
Barragem
Nível D’água
Sentido do Fluxo
FLUXO PELA FUNDAÇÃO
Barragem Olho D’Água - Poços de Alívio (em execução)
22
FLUXO PELA FUNDAÇÃO
Barragem Olho D’Água - Poços de Alívio (em execução)
Sistema de Drenagem Auxiliar
Poços de Alívio
•Alívio de sub-pressões no terreno de fundação a jusante de
barragens;
•Prevenção contra a ocorrência de piping;
• Geralmente são adotados em associação com outros
dispositivos de controle de fluxo, tais como tapetes
impermeáveis e injeções de impermeabilização.
Sistema de Drenagem Auxiliar
Poços de Alívio
Sistema de Drenagem Auxiliar
Poços de Alívio
Sistema de Drenagem Auxiliar
Poços de Alívio
Açude Souza
Açude Flor do Campo
Açude Barra Velha
Sistema de Drenagem Auxiliar
Poços de Alívio
1
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
OBRAS CONSTITUINTES DO PROJETO DE
UMA BARRAGEM DE TERRA
• MACIÇO COMPACTADO
• VERTEDOURO
• TOMADA D’ÁGUA
MACIÇO COMPACTADO
• TERRA HOMOGÊNEA
• TERRA E ENROCAMENTO
• GRAVIDADE
• ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO
TIPOS PRINCIPAIS:
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
1
2
95,00 5
2
0,4
1
1
100,00
1
2
91,00
82,00
1
2
1,5
1
1,5
1,5
1
SAPROLITO
1,5
1
ROCHA
74,00
2,5
N.A. MÁX. 95,00
85,00
1
1
~69,00
7
73,00
TERRA HOMOGÊNEA
CUT-OFF
FILTRO
TAPETE DRENANTE
SOLO
ARGILOSO
ROCKFILL
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TERRA “HOMOGÊNEA”
CUT-OFF
FILTRO
TAPETE DRENANTE
ROCKFILL
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TERRA HOMOGÊNEA
BARRAGEM CATU
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
BARRAGENS DE TERRA E ENROCAMENTO
EX: BARRAGEM JERIMUM
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
2
BARRAGENS DE TERRA E ENROCAMENTO
BARRAGEM EDSON QUEIROZ
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
233.00
230.40
206.67
230.00
0.8
1
BARRAGENS DE
GRAVIDADE
EX: CCR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
BARRAGEM TRICI
BARRAGENS DE GRAVIDADE
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
BARRAGENS DE GRAVIDADE
BARRAGEM CASTANHÂO
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
SISTEMAS DE VEDAÇÃO
• CUT-OFF
• TAPETE IMPERMEÁVEL A MONTANTE
TIPOS PRINCIPAIS UTILIZADOS NO CEARÁ:
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
EFICIÊNCIA DO CUT-OFF: TOTAL vs. PARCIAL
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
3
TAPETES IMPERMEÁVEIS A MONTANTE
• Normalmente executados quando a trincheira de vedação
total é técnica e/ou economicamente pouco atraente.
• Constituem solução eficiente para o controle da
percolação pela fundação em terrenos aluvionares de
grande espessura e nível freático elevado.
• Não são recomendáveis para barragens com carga
hidráulica superior a 60 metros de altura.
• Aumentam o caminho de percolação, reduzindo o
gradiente hidráulico e a subpressão a jusante.
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
FILTROS E DRENOS
Constituem
descontinuidades no
interior do maciço,
separando as zonas
de saturação e de
drenagem, ou o
núcleo de argila dos
espaldares de
montante e de
jusante.
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CRITÉRIO DE FILTROS DE TERZAGHI
D Filtro
D Base
15
85
4
( )
( )
d ou 5;
D Filtro
D Base
15
15
4
( )
( )
t ou 5.
PRINCIPAIS FINALIDADES: (FUNDAMENTAIS PARA A SEGURANÇA DA OBRA)
- IMPEDIR O CARREAMENTO DE PARTÍCULAS DE SOLO
- ASSEGURAR UM ADEQUADO CONTRASTE DE PERMEABILIDADE ENTRE
DIFERENTES MATERIAIS
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
SISTEMA DE DRENAGEM AUXILIAR : POÇOS DE ALÍVIO
• Empregados para aliviar subpressões no terreno de
fundação a jusante de barragens, prevenindo contra a
ocorrência de piping (a seguir).
• Geralmente são adotados em associação com outros
dispositivos de controle de fluxo, tais como tapetes
impermeáveis e injeções de impermeabilização.
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
LINHA FREÁTICA
MONTANTE
JUSANTE
FLUXO EM BARRAGENS DE TERRA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
4
REDE DE FLUXO
ROCKFILL
LINHA FREÁTICA
A LINHA FREÁTICA NÃO DEVE ATINGIR O TALUDE DE JUSANTE : RISCO DE
“PIPING” OU EROSÃO REGRESSIVA
(DEPOIS DO GALGAMENTO, É A MAIOR CAUSA DE ACIDENTES EM BARRAGENS)
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
MECANISMOS DE OCORRÊNCIA DE “PIPING”
SURGÊNCIA NO TALUDE
DE JUSANTE
GRADIENTES ELEVADOS
A JUSANTE DO ATERRO
AUSÊNCIA DE FILTRO E DRENAGEM
INTERNA ADQEQUADA
CARREAMENTO DE
FINOS PELA FUNDAÇÃO
O PIPING (OU EROSÃO INTERNA) PODE LEVAR À FORMAÇÃO DE “TUBOS”,
COMUNICANDO O RESERVATÓRIO COM A SUPERFÍCIE LIVRE A JUSANTE,
QUE PODEM CAUSAR A RUPTURA DA BARRAGEM
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
RUPTURA DE BARRAGEM DE TETON EM 1976
(POR “PIPING”)
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
5
COMO AGIR DIANTE DE PROBLEMAS DE FLUXO ?
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
EXEMPLO: BARRAGEM JABURU I
• NÍVEIS PIEZOMÉTRICOS ELEVADOS A JUSANTE DO FILTRO
(DRENAGEM INEFICIENTE)
• EM ALGUMAS ÁREAS, O FLUXO ATINGIA O TALUDE DE JUSANTE
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TOPO ROCHOSO
ENSECADEIRA
SOLO ARGILOSO SOLO LATERÍTICO ENROCAMENTO
EXEMPLO: BARRAGEM JABURU I
SOLUÇÃO ADOTADA: DRENO INVERTIDO (COM TRANSIÇÕES) E
ENROCAMENTO A JUSANTE – MELHORIA NAS CONDIÇÕES DE
FLUXO E ESTABILIDADE
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
1.537
BARRAGEM DOJABURU
ESTACA 22
ANÁLISE DE ESTABILIDADE
Laterita (c'=30 kPa; 0'=33º)
Argi la (0'=25º)
15 m
(692,5)
Aterro de
recarga
Construção de um aterro de recarga
em enrocamento no pé de j usante da barragem
Di stâncias (m)
-140 -128 -116 -104 -92 -80 -68 -56 -44 -32 -20 -8 4 16 28 40 52 64 76 88 100 112 124 136 148
C
o
ta
s
(m
)
660
670
680
690
700
710
720
730
740
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
VERTEDOUROS DE BARRAGENS
• CANAL ESCAVADO EM ROCHA
• CREAGER
• LABIRINTO
TIPOS MAIS COMUNS NO CEARÁ:
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
6
VERTEDOUROS DE BARRAGENS
CANAL ESCAVADO EM ROCHA
• SOLUÇÃO MAIS ECONÔMICA
• FREQÜENTEMENTE USADO QUANDO DO ESTRATO
ROCHOSO FIRME ESTÁ IGUAL OU ACIMA DO NÍVEL DE
ACUMULAÇÃO DESEJADO PARA O RESERVATÓRIO
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL ESCAVADO EM ROCHA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
PERFIL CREAGER
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
PERFIL CREAGER
• PROPORCIONA MAIOR EFICIÊNCIA HIDRÁULICA
• FREQÜENTEMENTE USADO QUANDO O NÍVEL DE ACUMULAÇÃO DESEJADO PARA O
RESERVATÓRIO ESTÁ ACIMA DA COTA DO ESTRATO ROCHOSO FIRME
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
7
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
VERTEDOURO TIPO LABIRINTO
• BOA EFICIÊNCIA HIDRÁULICA (MAIOR EXTENSÃO DE
SOLEIRA VERTENTE)
• FREQÜENTEMENTE USADO QUANDO A LARGURA
DISPONÍVEL PARA O CANAL DE SANGRIA É INSUFICIENTE
PARA ESCOAR AS VAZÕES EFLUENTES DO RESERVATÓRIO
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
VERTEDOURO TIPO LABIRINTO
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TOMADA D’ÁGUA – EMBOQUE
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TOMADA D’ÁGUA – EMBOQUE
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TOMADA D’ÁGUA – TORRE
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
8
TOMADA D’ÁGUA – BACIA DE IMPACTO
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TOMADA D’ÁGUA – BACIA DE IMPACTO
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Angicos
Bacia do Coreaú - Gerente: Vicente
Município de Coreaú - Ce
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Gangorra
Bacia do Coreaú - Gerente: Vicente
Granja - Ce
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Itaúna
Bacia do Coreaú - Gerente: Vicente
Município de Chaval
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
9
Barragem Benguê
Bacia do Alto Jaguaribe - Gerente: Yarley
Município de Aiuaba
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Muquém
Bacia do Alto Jaguaribe - Gerente: Yarley
Município de Cariús
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Cachoeira
Bacia do Salgado - Gerente: Yarley
Aurora -Ce
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Rosário
Bacia do Salgado - Gerente: Yarley
Lavras da Mangabeira - Ce
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Ubaldinho
Bacia do Salgado - Gerente: Yarley
Município de Cedro
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Monsenhor Tabosa
Bacia do Banabuiú - Gerente: Júnior
Município de Monsenhor Tabosa
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
10
Barragem Barra Velha
Bacia do Parnaíba - Gerente: Júnior
Município de Independência - Ce
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Flor do Campo
Bacia do Parnaíba - Gerente: Júnior
Município de Aurora
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Jerimum
Bacia do Curu - Município de Itapajé
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Sousa
Bacia do Curu - Município de Canindé
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Aracoiaba
Bacia Metropolitana - Gerente: Berthyer
Aracoiaba - Ce
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Castro
Bacia Metropolitana - Gerente: Berthyer
Município de Itapiúna
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
11
Barragem Cauhipe
Bacia Metropolitana - Gerente: Berthyer
Município de Caucaia
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Barragem Sítios Novos
Bacia Metropolitana - Gerente: Berthyer
Município de Caucaia
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
OBRAS DE CANAIS
• CANAL DO TRABALHADOR;
• CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM.
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL DO TRABALHADOR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL DO TRABALHADOR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL DO TRABALHADOR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
12
CANAL DO TRABALHADOR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL DO TRABALHADOR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL DO TRABALHADOR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
1
GESIN GESIN – – GERÊNCIA DE SEGURAN GERÊNCIA DE SEGURANÇ ÇA E A E
INFRAESTRUTURA INFRAESTRUTURA
JOS JOSÉ É ARIMATEIA ARIMATEIA
Tecn Tecnó ólogo em Eletromecânica logo em Eletromecânica
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• TORRE DE ACIONAMENTO E COMPORTAS;
• CAIXA DE MONTANTE;
• VÁLVULAS BORBOLETAS;
• REGISTROS DE GAVETA;
• VÁLVULAS DISPERSORA;
• E CHECK LIST (HIDROMECÂNICA).
• OPERAÇÃO
• INSPEÇÃO
• MANUTENÇÃO
– ser polivalente;
– ter autodisciplina;
– ser organizado;
– ser higiênico.
PERFIL DO OPERADOR PERFIL DO OPERADOR
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• O operador deverá executar multiplas
funções: zelar, inspecionar, operar e
manter os equipamentos em condições de
pronto uso.
SER POLIVALENTE SER POLIVALENTE
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• O operador deverá está ciente que tem que
trabalhar, porque o trabalho tem que ser
feito, dentro das rotinas estabelecidas e com
a qualidade exigida pela COGERH , ainda
que esteja sozinho, sem a presença da
supervisão.
TER AUTODISCIPLINA TER AUTODISCIPLINA
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• Utilização mais racional do tempo
disponível;
• Manter apenas o necessário, descartando o
que for desnecessário;
• Melhor acompanhamento e eliminação do
desperdício;
• Sempre há tempo para prevenir um defeito;
SER ORGANIZADO SER ORGANIZADO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
2
• Manter o local de trabalho, os equipamentos
e as ferramentas sempre limpos;
• identificar e eliminar fontes de sujeira;
• manter a saúde física e mental;
• cumprir as normas de segurança;
• usar os equipamentos de proteção
individual.
TER HIGIENE TER HIGIENE
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
TORRE DE ACIONAMENTO: TORRE DE ACIONAMENTO:
INSPE INSPEÇ ÇÃO/MANUTEN ÃO/MANUTENÇ ÇÃO ÃO
• Verificar a estrutura da torre;
• escada de acesso e guarda-corpo;
• manter os equipamentos da torre sempre limpos;
• exterminar abelhas (se existirem);
• verificar o nível de oxidação dos equipamentos de
acionamento da comporta;
• necessidade de pintura;
• nível de oxidação na haste e nos mancais.
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
TORRE DE ACIONAMENTO: TORRE DE ACIONAMENTO:
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
• Certificar-se de que o equipamento de jusante esteja
completamente fechado;
• abrir o bay pass e aguardar o enchimento total da tubulação
(equilibrar a pressão);
• se a comporta não possuir by pass, deve-se abrir a
comporta parcialmente (aproximadamente. 5cm) e
aguardar o enchimento total da tubulação;
• após o enchimento total da tubulação, deve-se proceder a
abertura total ou parcial da comporta;
• para fechar a comporta, também é necessário que as
pressões estejam equilibradas. Os registros ou válvulas de
jusante devem encontrar-se fechados.
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
TORRE DE ACIONAMENTO: TORRE DE ACIONAMENTO:
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
REGISTRO
COMPORTA
TORRE DE ACIONAMENTO (SEM TORRE DE ACIONAMENTO (SEM
CONTROLE A JUSANTE): CONTROLE A JUSANTE):
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
V VÁ ÁLVULAS BORBOLETAS E LVULAS BORBOLETAS E
REGISTRO DE GAVETA REGISTRO DE GAVETA
•As válvulas e registros são equipamentos
projetados para regular ou bloquear fluxo de
água em uma tubulação.
•Compõe-se basicamente de um corpo, eixo de
acionamento, uma borboleta(válvula), cunha
(registro) e um conjunto de peças de vedação.
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
3
REGISTRO DE GAVETA
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
VÁLVULAS BORBOLETAS
• Na operação, não forçar os equipamentos além do
necessário;
• É normal na operação de fechamento ficar um pouco de
vazamento;
• É importante o operador saber a quantidade de voltas
necessárias para abrir ou fechar os equipamentos;
• Para atingir a vazão requerida, gira-se o volante de
acionamento ou alavanca de abertura até a posição
desejada.
V VÁ ÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA: LVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA:
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• Nos registros montados com by pass, estes
devem ser acionados para facilitar a
manobra do equipamento principal;
• Antes do acionamento do by pass o
operador deve certifica-se que o
equipamento a jusante do registro principal
esteja na posição totalmente fechado.
REGISTROS COM BY PASS; REGISTROS COM BY PASS;
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
‘ ‘ ‘

‘ ‘‘ ‘‘
REGISTROS COM BY PASS; REGISTROS COM BY PASS;
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
BY PASS
REGISTRO PRINCIPAL
VÁLVULA BORBOLETA
FLUXO


‘ ‘ ‘ ‘ ‘‘
REGISTROS COM BY PASS; REGISTROS COM BY PASS;
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
FLUXO
.
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
4
Verificar vazamento anormal;
Observar o nível de oxidação nos
parafusos e em todo corpo do equipamento;
Inspecionar o movimento de acionamento ;
Verificar folga existente nos parafusos;
Verificar a pintura nos equipamentos.
V VÁ ÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA : LVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA :
INSPE INSPEÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
D
E
P
O
I
S
A
N
T
E
S
• Movimentar os equipamentos ao menos uma
vez por mês, a fim de evitar o emperramento
dos mesmos;
• Fazer a limpeza dos equipamentos;
• Manter o local de acesso aos equipamentos
sempre limpo.
V VÁ ÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA : LVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA :
MANUTEN MANUTENÇ ÇÃO ÃO
ACESSO AOS EQUIPAMENTOS
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
V VÁ ÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA : LVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA :
MANUTEN MANUTENÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
REGISTRO DE GAVETA : REGISTRO DE GAVETA :
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
Estrutura;
pintura;
água empossada;
vegetação e detritos;
cerca de proteção;
CAIXA DE DISSIPA CAIXA DE DISSIPAÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
É a estrutura onde a água liberada pela galeria perde
energia (é amortecida), para passar pelo medidor de
vazão.
• Limpar a régua;
• verificar se estar na posição adequada;
• verificar se os números estão na condição
de leitura perfeita;
• qualquer irregularidade, comunicar à
Gerência.
R RÉ ÉGUA LIMNIM GUA LIMNIMÉ ÉTRICA TRICA
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
5
• Verificar a necessidade de pintura;
• fazer a limpeza;
• verificar se há vazamento pelas laterais do
medidor;
• verificar se há vazamento provocado pela
oxidação;
• se houver irregularidade, comunicar à Gerência.
MEDIDOR DE VAZÃO MEDIDOR DE VAZÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• Verificar as condições de escoamento da
água;
• fazer a limpeza do canal;
• verificar se há erosão ao longo do canal, se
houver, procurar resolver o problema;
• não conseguindo resolver, comunicar a
Gerência.
CANAL DE RESTITUI CANAL DE RESTITUIÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• As válvulas dispersoras são equipamentos constituídos
basicamente por uma estrutura cilíndrica fixa, um cone
difusor e uma camisa móvel, acionada por mecanismo
mecânico, hidráulico ou elétrico.
V VÁ ÁLVULA DISPERSORA LVULA DISPERSORA
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• Inicialmente o operador deve fazer uma inspeção geral do
equipamento, verificando os níveis de óleos das caixas de
engrenagens, redutores, hidráulico, quadro de comando e
etc;
• Somente o operador deve ter acesso aos comando do
equipamento;
• o operador deve sempre estar atento ao indicador de
abertura e fechamento da válvula;
• certificar-se de que a comporta de montante encontra-se
aberta antes de fazer a operação na válvula(a válvula deve
sempre operar em carga).
V VÁ ÁLVULA DISPERSORA: LVULA DISPERSORA:
OPERA OPERAÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• Observar acionamento da válvula(vibrações,
ruídos);
• Observar vazamento anormal;
• Observar oxidação em todo corpo da válvula;
• Verificar possíveis folgas nos parafusos;
• Verificar vazamento de óleos (acionamento
hidráulico);
V VÁ ÁLVULA DISPERSORA: LVULA DISPERSORA:
INSPE INSPEÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• Fazer a limpeza da válvula com cuidado para não
danificar nenhum componente da válvula;
• Evitar movimentos bruscos;
• Não operar a válvula a seco;
• retirar objetos estranhos aos equipamentos;
• ocorrendo irregularidade à Gerência deve ser
avisada do problema.
V VÁ ÁLVULA DISPERSORA: LVULA DISPERSORA:
MANUTEN MANUTENÇ ÇÃO ÃO
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
6
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE CANOAS (ASSARÉ) AÇUDE MUQUÉM (CARIÚS)
ANOMALIAS ANOMALIAS
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE TRAPIÁ III (COREAÚ)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE QUANDÚ (ITAPIPOCA)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE MUQUÉM (CARIÚS)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE MUQUÉM (CARIÚS)
7
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE GANGORRA (GRANJA)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE GANGORRA (GRANJA)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE GANGORRA (GRANJA)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE PIRABIBÚ (QUIXERAMOBIM)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE PIRABIBÚ (QUIXERAMOBIM)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE CASTRO (ITAPIÚNA)
8
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE RIVALDO DE CARVALHO (CATARINA)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE ANGICOS (COREAÚ)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE ANGICOS (COREAÚ)
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
ANOMALIAS ANOMALIAS
AÇUDE CARNAUBAL (CRATEÚS)
• IMPORTANTE:
• “Toda e qualquer atividade a ser realizada,
requer do executor toda atenção
necessária”;
• “Todo problema é uma oportunidade
disfarçada”. (Autor anônimo);
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
• Cuide da natureza!!!!
• Não permita que poluentes como óleos e
graxas contaminem a água e o solo. O
futuro depende de nós.
José Arimateia
Tecnólogo Eletromecânico
--FIM--
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH
GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA
1
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
3° CICLO DE TREINAMENTO EM
SEGURANÇA DE BARRAGENS.
GERENCIA DAS BACIAS DO
ACARAÚ E COREAÚ
NÚCLEO TÉCNICO
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
FORMIGAS CORTADEIRAS
Nome comum
Formiga Saúva (Atta Spp) (*)
Formiga Quenquém
(Acromyrmex Spp)
(*) restrita as Américas com
210 Espécies descritas em 13
Gêneros estudados até hoje.
Todas dependem da
associação obrigatória
(simbiose) com um fungo.
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
CASTAS DE UM SAUVEIRO
¾ Permanentes (ápteros) :
Rainha (sexuada)
Operárias (estéreis)
jardineiras
cortadeiras e / ou
carregadeiras
soldados
¾ Temporárias (sexuadas e
aladas ):
Fêmeas – Içás ou Tanajuras
Machos – Bitus
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
FORMAÇÃO DE UM SAUVEIRO
- 1º Olheiro é aberto em média após 87 dias da penetração da tanajura na
terra;
- 2º Olheiro é aberto em média após 421 dias depois da abertura do
primeiro olheiro;
- Os seguintes são abertos até 503 dias após a abertura do primeiro
olheiro;
- As formigas Operárias na superfície do formigueiro aparecem entre o 4º e
o 10º mês após a penetração da Tanajura na terra;Os Soldados surgem
após 22 meses do início do sauveiro;
- A revoada, isto é o aparecimento no exterior das formas sexuadas e
aladas depois de 38 meses da penetração da Tanajura (sauveiro adulto).
Exemplo do Tempo para Formação de um Sauveiro: se a revoada
acontecer em janeiro de 2007, as primeiras operárias sairão de abril a
outubro de 2007 (4º ao 10º mês), os primeiros soldados sairão em
novembro de 2008 (22 meses) e uma nova revoada (sauveiro adulto)
acontecerá em março de 2010 (38 meses).
Ver foto no final.
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
COMPOSIÇÃO DO SAUVEIRO
- Câmaras ou panelas quase hemisféricas,
isoladas ou ligadas por galerias ou canais;
- Cada panela é ocupada por certo número
de formigas de diferentes castas;
- Cada panela armazena o que elas trazem
de fora, o lixo que é produzido no
formigueiro e as formigas que morrem;
- As galerias ou canais partem do centro
do formigueiro em diversas direções até à
superfície do terreno;
- As galerias ou canais se destinam a
facilitar o trabalho e a comunicação entre
panelas. Também tem a função de
respiradouros e diminuir o percurso para a
coleta de material. São caracterizados por
terra solta que circunda os orifícios
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
ALIMENTAÇÃO DO SAUVEIRO
- As partículas de folhas e demais
materiais cortados que as saúvas
acumulam nas panelas do
formigueiro não vão lhes servir
diretamente de alimento, mas sim
depois de picados e triturados, de
meio de cultura ao cogumelo que lhes
serve de alimento.
2
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
RECOMENDAÇÕES PARA COMBATER
UM SAUVEIRO
x Fazer repasse nos
sauveiros tratados de 2 em 2
meses;
x Não aplicar formicida em
pó ou granulado em solos
úmidos;
x Não aplicar formicida
líquido em solos secos;
x Não controlar as Içás ou
Tanajuras por ocasião da
revoada, pois apenas 0,05 %
delas conseguem fundar seu
sauveiro.
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
FORMICIDA UTILIZADO
Nome comercial –
Formicidol Pó;
x Nome comum –
Malation (inseticida
do grupo
organofosforado)
Dosagem – 10g / m²
de formigueiro
Formicida Isca – Atta
Mex-s (Sulfluramida
0,3%)
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
CÁLCULO DO TAMANHO DO
FORMIGUEIRO.
Àrea de um
Formigueiro:
Calcula-se
multiplicando o maior
cumprimento pela
maior largura.
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
PRECAUÇÕES
x Não aplicar sobre alimentos e utensílios de cozinha;
x Não fumar, não beber, não comer durante a aplicação;
x Não reutilizar as embalagens vazias;
x Durante a aplicação não deverá permanecer no local pessoas ou animais;
x Conservar fora do alcance das crianças e animais domésticos (armazenamento);
x Em caso de contaminação e logo a aplicação do produto tomar banho com
água fria corrente e sabão;
POLVILHADEIRA LEVE
x Características
- Capacidade do tanque – 1
Kg de pó
- Vazão por bombada – 0,5g
- Peso vazio – 582g
- Mangueira de PVC – 75cm
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
OLHEIROS DO SAUVEIRO
x
14 e 15; 21 e 22 de Dezembro de
2006.
TIPOS DE FORMIGAS
x
1
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
MANUAL DE ATRIBUIÇÕES DO AGIR
APRESENTAÇÃO
Essa cartilha foi elaborada com o objetivo de tornar igual a
todos os que trabalham nos açudes no interior do Estado as
ações praticadas pelo Agente de Guarda e Inspeção de
Reservatórios – AGIR. As funções do AGIR são de
conservação e manutenção dos reservatórios hídricos
(açudes, canais, adutoras etc.) de responsabilidade da
COGERH. Ao padronizar essas atribuições, a COGERH quer
tornar mais ágeis as relações entre os AGIR´s, os técnicos e
gerentes da COGERH. Essas atribuições devem ser
cumpridas pelo AGIR e lidas sempre que houver visita e/ou
inspeção, juntamente com o Livro de Ocorrência do Açude.
O AGIR é elemento importante no desempenho dos trabalhos
de gerenciamento dos açudes, na parte de conservação,
manutenção e monitoramento de toda infra-estrutura hídrica
de responsabilidade da COGERH.
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
1°.) Vigiar as áreas ao redor do
açude, observando vandalismo,
desmatamento, queimadas, poluição
do açude, pesca predatória, lavagem
de roupas e banhos em locais
proibidos;
OBRIGAÇÕES DO AGIR
2°.) Pelo menos, uma vez por
semana, o AGIR deverá percorrer
toda a área da bacia hidráulica do
açude;
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
3°.) Retirar os animais que
estiverem próximos e ao redor da
parede do reservatório, avisando ao
dono dos animais para mantê-los
fora das áreas pertencentes ao
açude;
OBRIGAÇÕES DO AGIR
4°.) Acompanhará o Gerente da Bacia
quando ele for preencher a Lista de
Inspeção de Rotina em Açudes (Check
list), que deve acontecer a cada três
meses, pelo menos uma antes e outra
depois do inverno;
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
5°.) Manter limpa a casa da sede do açude;
6°.) Fazer o ajuste da vazão (liberação
de água) sempre que for autorizado
pela COGERH;
7°.) Verificar todo dia o nível do açude e
informar à Gerência a leitura da régua;
OBRIGAÇÕES DO AGIR
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
OBRIGAÇÕES DO AGIR
8°.) Manter as cercas da área de proteção
e preservar os marcos da poligonal de
desapropriação;
9°.) Conservar as placas de aviso;
10°.) Manter o Livro de Ocorrências do
açude em bom estado , anotando com
letras de fácil leitura;
11°.) Fazer a leitura da régua e anotar no
Livro de Ocorrência do açude as
mudanças na leitura;
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
2
OBRIGAÇÕES DO AGIR
12°.) Conservar e limpar a caixa de
medição e do medidor (vertedor);
13°.) Limpar (antes, durante e depois do
inverno) das calhas e canaletas de
drenagem de águas pluviais e meio-fio e
fazer pintura das mesmas depois do
inverno;
14°.) Tirar os formigueiros e tocas de animais;
15°.) Retirar os troncos de árvores,
balseiros e pasta vegetal que são levados
para o talude de montante;
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
OBRIGAÇÕES DO AGIR
16°.) Fazer limpeza do sangradouro, desmatando e roçando
os canais de aproximação e restituição, principalmente antes
das chuvas;
17°.) Manter limpa e pintura a torre da
comporta (escada, passadiço, guarda-
corpo, acesso e estrutura da torre) e
equipamentos hidromecânicos, que
devem ser operados pelo menos duas
vezes por mês e engraxados duas
vezes por ano;
18°.) Desmatar e conservar limpo o revestimento do maciço
do açude e do acesso ao pé do talude de jusante, ao longo da
barragem e diques, numa faixa de 10 metros, para dar melhor
apresentação e facilitar as inspeções;
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
OBRIGAÇÕES DO AGIR
19°.) Nos açudes onde têm
balneário, o AGIR deve fiscalizar o
local, principalmente quanto à
segurança do banho, proibir a
navegação de barcos a motor e “jet-
skys” e vigiar o local com relação à
limpeza e preservação da qualidade
da água;
20°.) O AGIR deve trabalhar fardado:
bata, calça ou bermuda e bota, e o
apito para facilitar a identificação e
comunicação com o usuário.
OBS: 1 Silvo Longo: comunicação do
AGIR com o usuário;
3 Silvos Longos: comunicação do
AGIR com AGIR ou Técnico.
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TAMBÉM SÃO ATRIBUIÇÕES DO AGIR
• Monitorar as vazões em seções à jusante do açude que
perenizam trechos do rio para evitar desperdícios ou falta
d´água;
• Destocar e roçar a área a ser vistoriada;
• Roçar as laterais das vias de acesso ao açude – 50 metros
de estrada no sentido do comprimento;
• Manter as caixas de válvulas – limpeza, estrutura de
concreto e equipamentos hidromecânicos (grade, válvula e
medidores de vazão);
• Pintar as estruturas de concreto do sangradouro;
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
TAMBÉM SÃO ATRIBUIÇÕES DO AGIR
• Coletar amostras de água;
• Ler os macromedidores de usuários (se tiver o
equipamento no açude), instrumentação e medidor de vazão
de surgência d´água;
• Conservar os equipamentos de leitura.
Importante:
A jornada de trabalho do AGIR é em tempo integral, estando
sujeita ao regime de plantão nos açudes e locais onde
existam plantões. O plantio de árvores e criação de animais
pelo AGIR, deve ser comunicado ao Gerente da Bacia.
GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS - SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
176
7.2.2 Lista de participantes do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens.
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
INSTRUTORES DA GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
MÓDULO INSTRUTOR FORMAÇÃO
Alexandre de Sousa Fontenelle Engenheiro Civil M. Sc.
Célio Augusto Tavares e Sales Engenheiro Civil M. Sc.
Sarita de Paula Pereira Cavalcante Engenheira Civil M. Sc.
SEGURANÇA DE BARRAGENS
Vitor Aderaldo Demétrio de Souza Engenheiro Civil M. Sc.
MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS HIDROMECÂNICOS José Arimatéia Souza Tecnólogo em Eletro-Mecânica
Certificamos que ************* participou como instrutor do módulo “*************” no 3º CICLO DE
TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS composto dos treinamentos com carga horária de 12 horas
realizados nos seguintes locais e datas:
x 1º TREINAMENTO – 25 E 26/09/2006 / AÇUDE UBALDINHO – CEDRO – CE
x 2º TREINAMENTO – 10 – 11/10/2006 / CVT – CRATEÚS – CE / AÇUDE BARRA VELHA - CE
x 3º TREINAMENTO – 26 e 27/10/2006 / LICEU DO CEARÁ / AÇUDE PIRABIBU - QUIXERAMOBIM –CE
x 4º TREINAMENTO – 16 e 17/11/2006 / CENTEC – SOBRAL – CE / AÇUDE ARREBITA – FORQUILHA - CE
x 5º TREINAMENTO – 14 e15/12/2006 - AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE - CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA A
x 6º TREINAMENTO – 05 e 06/01/2007 - AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE - CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA B
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
INSTRUTOR DO MÓDULO ESPECIAL SOBRE FORMIGAS
GERÊNCIA REGIONAL DE SOBRAL
MÓDULO INSTRUTOR FORMAÇÃO
FORMIGAS José de Arimatéia Paiva Engenheiro Agrônomo
Certificamos que JOSÉ DE ARIMATÉIA PAIVA participou como instrutor do módulo sobre “FORMIGAS” no 3º
CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS composto dos treinamentos realizados nos seguintes
locais e datas:
x 4º TREINAMENTO – 16 e 17/11/2006 / CENTEC – SOBRAL – CE / AÇUDE ARREBITA – FORQUILHA - CE
x 5º TREINAMENTO – 14 e15/12/2006 - AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE - CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA A
x 6º TREINAMENTO – 05 e 06/01/2007 - AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE - CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA B
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
1º TREINAMENTO – 25 E 26/09/2006 / AÇUDE UBALDINHO – CEDRO - CE
Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE / LOTAÇÃO CARGO
Alberto Medeiros de Brito Gerência do Crato Técnico
Antenor Bezerra Luna Júnior Gerência do Crato Eletricista
Antonio de Araújo Pereira Gerência do Crato Técnico
Antonio Morais Benicio Rosário AGIR
José Marcilio dos Anjos Feitosa Olho D’água AGIR
José Ribamar de Alencar Prazeres AGIR
José Ronaldo Alves Guedes Gerência do Crato Técnico
José Yarley de Brito Gonçalves Gerência do Crato Gerente
Lenilton Brito Alves Ubaldinho AGIR
Marcial Ferreira de Sousa Cachoeira AGIR
B
A
C
I
A

S
A
L
G
A
D
O



C
R
A
T
O

(
5

A
G
I
R
s

/

6

T
é
c
n
i
c
o
s



T
o
t
a
l

1
1
)

)

Thiago Alves da Silva Gerência do Crato Técnico
Adriana Débora Chagas de Araújo Gerência de Iguatu Téc. Nív. Sup.
Aldomar Feitosa de Araújo PP1 AGIR
Antonio Luzimar de Menezes Gerência de Iguatu Coord. Téc.
Antonio Raimundo de Lima PP4 AGIR
Carlos Alves de Lucena Faé AGIR
Francisco Ernilson Feitosa Mota Benguê AGIR
Francisco Roberto Bezerra Pinheiro Gerência de Iguatu Coord. Gestão
Francisco Ronaldo Lopes da Silva Muquém AGIR
Francisco Veríssimo Sobrinho Arneiroz II AGIR
Jamilton José Pinto Gerência de Iguatu Téc. Nív. Méd.
José Dirceu Gomes Carvalho Rivaldo de Carvalho AGIR
José Ivanildo Pereira dos Santos Poço da Pedra AGIR
José Roberto Vieira de Araújo Canoas AGIR
Mardônio Carvalho Mapurunga Gerência de Iguatu Téc. Nív. Sup.
Maria Margarida Pereira da Silva Gerência de Iguatu Gerente
Paulo Sérgio Ferreira Pires Parambu AGIR
Raimundo Nonato Rodrigues Barbosa PP4 AGIR
B
A
C
I
A

D
O

A
L
T
O

J
A
G
U
A
R
I
B
E

(
1
2

A
G
I
R
s

/

6

T
é
c
n
i
c
o
s



T
o
t
a
l

1
8
)

Vanoilton Félix de Oliveira Valério AGIR
A
Ç
U
D
E

U
B
A
L
D
I
N
H
O



C
E
D
R
O

-

C
E

GESIN Joao Bruno de Sousa Canuto GESIN Técnico
Total: 27 Participantes
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
2º TREINAMENTO – 10 – 11/10/2006 / CVT – CRATEÚS – CE / AÇUDE BARRA VELHA - CE
Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE / LOTAÇÃO CARGO
Francisco Rodrigues Pessoa dos
Santos Júnior
Gerência Crateús Gerente
José Humberto Oliveira de Azevedo Gerência Crateús Técnico
Benedito Gomes César AGIR
Francisco de Assis Sousa AGIR
Francisco Moura Magalhães do
Nascimento
AGIR
Henrique do Nascimento dos Santos AGIR
Inivaldo de Oliveira Barbosa AGIR
José Augusto da Costa AGIR
José César de Menezes Neto AGIR
C
V
T



C
R
A
T
E
Ú
S



C
E

/

A
Ç
U
D
E

B
A
R
R
A

V
E
L
H
A

-
C
E
B
A
C
I
A

D
O

P
A
R
N
A
Í
B
A

-

C
R
A
T
E
Ú
S

(
8

A
G
I
R
s

/

2

t
é
c
n
i
c
o
s



T
o
t
a
l

1
0

)

José Jorge da Costa AGIR
Total: 10 Participantes
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
3º TREINAMENTO – 26 e 27/10/2006
LICEU DO CEARÁ / AÇUDE PIRABIBU - QUIXERAMOBIM –CE
Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE / LOTAÇÃO CARGO
José Haroldo Nogueira Peixoto Gerente
Adalberto Rocha Girão Técnico
Anastácio Terceiro de Souza AGIR
José Genevaldo Alves Félix AGIR
José Nunes Cavalcante AGIR
Marcos Antônio da Cruz Alves AGIR
Luiz Gonzaga Pedrosa Soares AGIR
Marcos Antônio Matias dos Santos AGIR
Adamis Bezerra Rodrigues AGIR
Miklângelo Pinheiro de Oliveira AGIR
B
A
C
I
A

B
A
N
A
B
U
I
Ú

-

Q
U
I
X
E
A
M
O
B
I
M

(
9

A
G
I
R
s

/

2

T
é
c
n
i
c
o
s



T
o
t
a
l

1
1
)

)

Apolônio de Sousa Soares AGIR
Geú Alves Pereira Açude Cipoada AGIR
Alaécio José Costa Açude Potiretama AGIR
José Verdson Araújo Silva Açude Santa Maria AGIR
Antônio Moreira Pinheiro Açude Tigre AGIR
Antônio Eugilene Marques de Lima Açude Canafístula AGIR
Raimundo Nonato Nunes de Sousa Gerência Limoeiro Técnico Nível
Médio Júnior
Antonio Deilton Holanda Viana Gerência Limoeiro Engº
Agrônomo
A
Ç
U
D
E

U
B
A
L
D
I
N
H
O



C
E
D
R
O

-

C
E

B
A
C
I
A
S

M
É
D
I
O

E

B
A
I
X
O

J
A
G
U
A
R
I
B
E



L
I
M
O
E
I
R
O

N
O
R
T
E

(
5

A
G
I
R
s

/

3

T
é
c
n
i
c
o
s



T
o
t
a
l

8
)
Francisco de Almeida Chaves Gerência Limoeiro Gerente
Regional
Total: 19 Participantes
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
4º TREINAMENTO – 16 e 17/11/2006
CENTEC – SOBRAL – CE / AÇUDE ARREBITA – FORQUILHA - CE
Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE / LOTAÇÃO CARGO
Vicente Lopes Frota Gerente
Aristeu F. Lopes Engenheiro
José Arimatéia Menezes Engenheiro
Lilian Rodolfo Barros Tecnóloga
Adriana Kamylle Prado Pereira Tecnóloga
José Almir de Meneses AGIR
José Airton Silva Santos AGIR
Francisco Alves de Souza AGIR
Ariolino Melo Loiola AGIR
Francisco das Chagas Aguiar AGIR
B
A
C
I
A
S

A
C
A
R
A
Ú

E

C
O
R
E
A
Ú



S
O
B
R
A
L

(
6

A
G
I
R
s

/

5

T
é
c
n
i
c
o
s



T
o
t
a
l

1
1
)

)

Oscar Rodrigues Ferreira AGIR
Valter Luís Herculano Verçosa Gerente
Krishna Martins Engenheiro
Fernando Ferreira de Sousa AGIR
Francisco Pinto Alves AGIR
Henrique Gomes de Almeida AGIR
A
Ç
U
D
E

U
B
A
L
D
I
N
H
O



C
E
D
R
O

-

C
E

B
A
C
I
A
S

C
U
R
U
/
L
I
T
O
R
A
L

-

P
E
N
T
E
C
O
S
T
E

(
4

A
G
I
R
s

/

2

T
é
c
n
i
c
o
s



T
o
t
a
l

6
)
José Aldemir Pereira de Oliveira AGIR
Total: 17 Participantes
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
5º TREINAMENTO – 14 e15/12/2006 - AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE - CE
AÇUDE MALCOZINHADO – CE
TURMA A
Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE /
LOTAÇÃO
CARGO
Berthyer Peixoto Lima Gerente
Márcia Soares Caldas Geográfa
G
E
M
E
T

Cláudio Maurício Gesteira Monteiro Eng. Mecânico
1. Bernardino Ferreira Duarte AGIR
2. Francisco José Nogueira AGIR
Turma
Daniel
3. José Cleilson Marques de Morais AGIR
4. Antônio Carlos Costa Maia AGIR
5. Francisco Vanecir Menezes Sales AGIR
Turma
Genival
6. Raimundo Nonato Maia AGIR
7. Adalberto Alencar da Silva AGIR
8. Antônio Alexandre do Nascimento AGIR
9. Antônio Carlos dos Santos AGIR
10. Antônio Carlos Maciel AGIR
11. Antônio Cosmo da Silva AGIR
12. Clóvis Cavalcante Neto AGIR
13. Dionisio Bezerra da Silva AGIR
14. Edson Ramalho de Souza Lima AGIR
15. Ésio Matias Lopes de Souza AGIR
16. Francisco Bezerra Pereira AGIR
17. Francisco de Assis Oliveira AGIR
18. Francisco José Marques de Oliveira AGIR
19. Francisco Lima da Silva AGIR
20. Francisco Wellens do N.Pereira AGIR
21. Genival Alves de Lima AGIR
22. Joaquim Cosmo da Silva AGIR
23. José Alcí Chaves AGIR
24. José Ary Rodrigues de Sousa AGIR
25. José Holanda de Moura AGIR
26. José Narcélio Lima Martins AGIR
27. Luciano Soares Pereira AGIR
A
U
D
I
T
Ó
R
I
O

D
A

P
R
E
F
E
I
T
U
R
A

D
E

H
O
R
I
Z
O
N
T
E



C
E

A
Ç
U
D
E

B
A
R
R
A

M
A
L
C
O
Z
I
N
H
A
D
O

-
C
E


Turma
Rocha
28. Luiz Antônio Pires Cavalcante AGIR
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
29. Luiz Mário Muniz AGIR
30. Márcio Dias do Nascimento AGIR
31. Reginaldo Nogueira da Silva AGIR
32. Zilmar Batista da Costa AGIR
33. Aloísio André de Santana – AGIR
34. Odilon Ribeiro Lima AGIR
35. Ernandes Ribeiro de Lima AGIR
36. Francisco Márcio Moreira Silva AGIR
37. Francisco Mauri de Souza AGIR
38. Francisco Rodrigues Neto AGIR
39. Jarbas do Nascimento Mateus AGIR
40. Jocelito Barros de Oliveira AGIR
41. João Nunes Vieira AGIR
42. José Valderi da Silva AGIR
43. Juarez Francisco de Lima AGIR
Turma
Antônio
44. Liomar Rodrigues dos Santos AGIR
45. Carlos Alberto Agostinho da Silva AGIR
46. Cleonardo Batista da Silva AGIR
47. Francisco Alves da Silva Neto AGIR
48. Francisco Gilvan da Silva Almeida AGIR
Turma
João
Paulo
49. Francisco Luciano Sampaio AGIR
50. José Maria Damasceno AGIR
51. Francisco Jaime de Lima AGIR
Total: 54 Participantes / 5 Instrutores = 59 Funcionários
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS
PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH
6º TREINAMENTO – 05 e 06/01/2007 - AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE - CE
AÇUDE MALCOZINHADO – CE
TURMA B
Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE /
LOTAÇÃO
CARGO
Berthyer Peixoto Lima Gerente
G
E
M
E
T
Antônio Treze de Melo Lima Eng
Agrônomo
1. Antônio Cleilson Marques de Morais AGIR
2. José Ivan Marques AGIR
Turma
Daniel
3. Francisco Pereira de Sousa AGIR
4. José Almir Menezes Sales AGIR Turma
Genival
5. José Gomes Machado AGIR
6. Antônio Jesuino de Sousa AGIR
7. Antônio José Pereira da Silva AGIR
8. Edvano Sousa de Paula AGIR
9. Eridinaldo Batista do Nascimento AGIR
10. Francinardo Ferreira AGIR
11. Franciné Ferreira de Paiva AGIR
12. Francineudo Ferrer de Lima AGIR
13. Francisco Cleber Silva Costa AGIR
14. Francisco de Assis A Cavalcante AGIR
15. Francisco Ezequiel Sousa Sales AGIR
16. Francisco Jozivan dos Santos Marciel AGIR
17. Francisco Lúcio Pires Cavalcante AGIR
18. Francisco Sérgio de Freitas AGIR
19. Jaime Alves de Lima AGIR
20. João Vianey Chaves Pitombeira AGIR
21. Luzardo Martins Freitas AGIR
22. José Adeilde da Silva AGIR
23. José da Costa de Sousa AGIR
24. José Maurilio da Silva AGIR
25. José Maximiniano Ferreira Gomes AGIR
26. José Nacélio da Silva AGIR
27. José Rodrigues da Silva AGIR
28. Manuel Silva Filho AGIR
A
U
D
I
T
Ó
R
I
O

D
A

P
R
E
F
E
I
T
U
R
A

D
E

H
O
R
I
Z
O
N
T
E



C
E

A
Ç
U
D
E

B
A
R
R
A

M
A
L
C
O
Z
I
N
H
A
D
O

-
C
E


Turma
Rocha
29. Raimundo Ventura da Silva AGIR
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS
DIRETORIA DE OPERAÇÕES
GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA
30. Ronaldo Ferreira da Silva AGIR
31. Francisco Ailton Cornélio da Silva AGIR
32. Francisco das Chagas Barbosa de Oliveira AGIR
33. Francisco Evânio de Oliveira Lima AGIR
34. Francisco Marcílio Evangelista dos Santos AGIR
35. Jesus Mendes de Oliveira AGIR
36. José Ivan Vieira Pereira AGIR
37. José Ribeiro de Souza AGIR
38. Raimundo Barros Gomes AGIR
39. Raimundo Luis Gomes da Silva AGIR
40. Antônio Márcio da Costa AGIR
41. Benedito Alves da Silva AGIR
42. Carlos Antônio da Silva AGIR
43. Francisco de Souza Lima AGIR
Turma
João
Paulo
44. Francisco Lima da Silva AGIR
Total: 46 Participantes
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
187
7.2.3 Relato dos Treinamentos / Fotografias
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
2006
Programação
DATA HORÁRIO ASSUNTO INSTRUTOR
8:00 – 08:30 Apresentação Gerência Regional
Alexandre
08:30 – 10:00 Noções de Gestão de Recursos Hídricos (30 slides)
Noções de Infra-Estrutura Hídrica - Obras Constituintes
Gerência Regional
Vitor
10:00 – 10:15 Cofee break xxxxxxxxxxxxxxx
10:15 – 11:30 (1º Parte) - Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (obras
constituintes, manutenção preventiva (slides 1 ao53)
Sarita
Célio
11:30 – 12:00 Atribuições do AGIR (15 slides) Gerência Regional
Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx
14:00 – 16:00 (2º Parte) - Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (Avaliação de
Risco, Acidentes e Incidentes, Obras de Recuperação) (slide 54 ao 120)
Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra (63 slides)
Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Concreto (18 slides)
Alexandre / Célio /
Sarita
16:00 – 16:15 Cofee break xxxxxxxxxxxxxxxx
1º dia
16:15 – 18:00 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Arimatéia
08:00 – 10:00
Prática de Campo
Inspeção de Barragens de Terra / Concreto
Alexandre
Vitor
Sarita
Célio
10:00 – 10:15 Cofee break xxxxxxxxxxxxxxx
10:15 – 12:00 Prática de Campo:
Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos
Arimatéia
Almoço xxxxxxxxxxxxxxx
2º dia
14:00 Retorno dos Participantes às Localidades de Origem xxxxxxxxxxxxxxxx
CRONOGRAMA DOS TREINAMENTOS NAS GERÊNCIAS REGIONAIS
Local Gerências Participantes Prática de Inspeções Período
Cedro Alto Jaguaribe (Margarida - Iguatu)
Salgado (Yarley - Crato)
Açude Ubaldinho 26 e 27/09/2006
Crateús Parnaíba (Junior) Açude Barra Velha 10 e 11/10/2006
Quixeramobim Banabuiú (Haroldo)
Baixo e Médio Jaguaribe (Fco Almeida)
Açude Pirabibu 26 e 27/10/2006
Sobral Acaraú / Coreaú (Vicente – Sobral)
Curu / Litoral (Valter – Pentecoste)
Açude Arrebita
16 e 17/11/2006
(Turma A)
Metropolitana (Berthier)
Açude Malcozinhado 14 e 15/12/2006 Horizonte
(Turma B)
Metropolitana (Berthier)
Açude Malcozinhado
04 e 05/01/2007
1
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Relato do 1º Treinamento - Bacias Alto Jaguaribe e Salgado
Açude Ubaldinho – Cedro
26 e 27 de Setembro de 2006
DATA HORÁRIO ASSUNTO INSTRUTOR
8:00 – 08:20 Apresentação / Boas Vindas (atuação da COGERH, realidade regional da
bacia do Salgado, importância do AGIR na gestão dos recursos hídricos)
Gerente Salgado
Yarley Brito
8:20 – 8:40 Apresentação da Equipe da GESIN Gerente da
GESIN -
Alexandre
Fontenelle
8:40 – 9:10 Noções de Gestão de Recursos Hídricos Alberto Medeiros
Bacia do Salgado
9:10 – 9:20 Gestão de Recursos Hídricos na Bacia do Alto Jaguaribe Gerente Alto
Jaguaribe -
Margarida
9:30 – 10:20 Usos múltiplos da água; Preservação dos recursos hídricos; Qualidade da
água; Causas da eutrofização da água.
Sugestões dos AGIRS’s: a) Placas indicativas (Proibição de banho em
determinadas áreas); b) Ofício para a população no entorno do açude
informando as regras, normas e leis , referente ao que é permitido e não
permitido); c) Treinamento sobre negociação de conflitos com os ocupantes
do entorno do açude (por exemplo: fazendeiros) e de como fazer a
abordagem.
Sugestão: Treinamento específico sobre monitoramento e qualidade de
água.
Débora
Bacia do Alto
Jaguaribe
10:20 – 10:40 Coffee break xxxxxxxxxxxxxxx
1º dia
26/09/2006
10:40 - 12:00 Noções de Infra-Estrutura Hídrica - Obras Constituintes (Barragens)
Discussões:
x AGIR do açude Fae – Sobre o enrocamento de pé do açude Fae,
relatou a ocorrência de uma erva no enrocamento de pé que se
espalhou ao longo de todo o talude jusante da barragem.
x Yarley – Sugere um recurso específico para limpeza da parede do
açude, sangradouro e várzea a jusante em 2 períodos do ano.
(Margarida estimou cerca de R$500,00/limpeza ou
R$1.000,00/ano).
x Margarida: Sugere recursos para manutenção do açude: a)
construção de mata burro; b) cerca de proteção.
x Alexandre – Relata que já existe uma previsão no orçamento para
mata-burro.
x Yarley – Sugere a realização de inspeções em açudes menores
situados a montante dos açudes da COGERH, visando diminuir o
risco das barragens da COGERH.
x Alexandre – Relatou a existência do POM, no qual o
cadastramento dos dados no sistema computacional será realizado
por cada gerência regional.
x Yarley - Sugere: a medição da vazão liberada dos açudes; a
medição do fluxo que passa pela barragem; a construção de
vertedor (medidor de vazão) próximo a válvula; a implantação de
um sistema de medição de vazão em seções ao longo do leito dos
rios perenizados, para uma melhor eficiência do sistema de gestão.
x Margarida: Sugere a melhoria da comunicação (alguns AGIR’s têm
Vitor
2
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
que se deslocar cerca de 12 km para informar uma leitura).
x Yarley: sugere a obtenção de molinetes mais adequados
(atualmente a gerência possui 2 molinetes: 1 maior e outro menor).
Relata a existência de 298 fontes (30 no Alto Jaguaribe e 268 no
Salgado).
12:00 – 12:20 Obras Constituintes - Canais Célio
12:20 – 13:30 Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx
13:30 – 13:55 Segurança de Barragens – histórico de treinamentos, a GESIN dentro do
organograma estrutural da COGERH, Ações de segurança de barragens,
açudes monitorados e inspecionados pela COGERH, tipos de barragens,
idade das barragens, termos técnicos.
Alexandre
13:55 – 14:50 Conceitos de Segurança de Barragens (obras constituintes, proteção
superficial de taludes, sistema de drenagem interna e auxiliar, manutenção
preventiva, preditiva e corretiva)
Sarita
14:50 – 15:40 Monitoramento de Segurança por Instrumentação Célio
15:40 – 16:00 Coffee break
16:00 – 17:30 Noções de Primeiros Socorros
(PCR – Parada Cardio Respiratória; RCP – Recuperação Cardio Pulmonar;
Procedimentos de primeiros socorros: asfixia, queimaduras, fraturas,
hemorragia, picada de cobra)
Cabo Diniz
Corpo de
Bombeiros de
Iguatu
17:30 – 18:30 Atribuições do AGIR
Discussão / Sugestões dos AGIR’s:
x Celular
x Cercas / mata burro
x Placas de aviso
x Resolução e definição para a questão da permissão de banho no
açude
x Recursos para manutenção (equipamentos de trabalho, materiais,
etc.) e limpeza (roçado).
x Fardas e crachás
Débora
Bacia do Alto
Jaguaribe
7:40 – 7:50 Apresentação individual de cada AGIR (nome e açude)
7:50 – 9:00 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Arimatéia
9:00 – 9:45 Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Alexandre
9:45 – 10:00 Coffee break
10:00 – 11:00
Prática de Campo:
Inspeção de Barragens de Terra
Técnicos das
Gerências:
x GESIN
(Alexandre,
Vitor, Sarita,
Célio)
x Alto Jaguaribe
x Salgado
11:00 – 12:00 Prática de Campo:
Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos
Arimatéia
10:15 – 12:00
12:00 - 14:00 Almoço xxxxxxxxxxxxxxx
2º dia
27/09/2006
14:00 - Retorno dos Participantes às Localidades de Origem xxxxxxxxxxxxxxxx
3
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Fotos do 1º Treinamento - Bacias Alto Jaguaribe e Salgado
Açude Ubaldinho – Cedro
26 e 27 de Setembro de 2006
4
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Fotos do 1º Treinamento - Bacias Alto Jaguaribe e Salgado
Açude Ubaldinho – Cedro
26 e 27 de Setembro de 2006
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Relato do 2º Treinamento - Bacia do Parnaíba
CVT – Crateús – CE
Açude Barra Velha – Independência - CE
10 e 11 de Outubro de 2006
DATA HORÁRIO ASSUNTO INSTRUTOR
9:00 – 9:10 Apresentação Geral Alexandre
9:10 – 10:30 Noções de Gestão de Recursos Hídricos Junior
10:30 – 10:55 Noções de Infra-Estrutura Hídrica - Obras Constituintes Vitor
10:55 – 11:10 Intervalo xxxxxxxxxxxxxxx
11:10 – 12:00 Noções de Infra-Estrutura Hídrica - Obras Constituintes (continuação) Vitor
12:00 – 13:00 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Alexandre
13:00 – 14:30 Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx
14:30 – 15:00 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) (Rupturas /
Acidentes / Incidentes)
Alexandre
15:00 – 15:30 Atribuições do AGIR Humberto
15:30 – 16:10 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Arimatéia
16:10 – 16:30 Intevalo xxxxxxxxxxxxxxxx
16:30 – 17:30 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos (continuação) Arimatéia
10/10/2006
17:40 – 18:20 Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Alexandre
08:15 – 9:15
Prática de Campo:
Inspeção de Barragens de Terra
9:30 – 10:30 Prática de Campo:
Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos
Arimatéia
10:30 – 10:45 Intervalo
10:45 - Encerramento e entrega dos certificados
11/10/2006
Retorno dos Participantes às Localidades de Origem
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Relato do 2º Treinamento - Bacia do Parnaíba
CVT – Crateús – CE
Açude Barra Velha – Independência - CE
10 e 11 de Outubro de 2006
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Relato do 3º Treinamento - Bacias do Banabuiú e do Médio/Baixo Jaguaribe
LICEU – Quixeramobim – CE
Açude Pirabibu – Quixeramobim – CE
26 e 27 de Outubro de 2006
DATA HORÁRIO ASSUNTO INSTRUTOR
8:00 – 08:30 Apresentação Gerência Regional
Alexandre
08:30 – 10:00 Noções de Gestão de Recursos Hídricos
Noções de Infra-Estrutura Hídrica - Obras Constituintes
Gerência Regional
Vitor
10:00 – 10:15 Cofee break xxxxxxxxxxxxxxx
10:15 – 11:30 (1º Parte) - Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (obras
constituintes, manutenção preventiva
Alexandre
11:30 – 12:00 Atribuições do AGIR Gerência Regional
Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx
14:00 – 15:00 (2º Parte) - Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (Avaliação de
Risco, Acidentes e Incidentes, Obras de Recuperação) (slide 54 ao 120)
Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra (63 slides)
Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Concreto (18 slides)
Alexandre
15:00 – 16:00 Turbo-bombas Célio
16:00 – 16:15 Cofee break xxxxxxxxxxxxxxxx
1º dia
16:15 – 18:00 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Arimatéia
08:00 – 10:00 Prática de Campo
Inspeção de Barragens de Terra / Concreto
10:00 – 10:15 Cofee break
10:15 – 12:00 Prática de Campo:
Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos
Almoço
2º dia
14:00 Retorno dos Participantes às Localidades de Origem
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Fotos do 3º Treinamento - Bacias do Banabuiú e do Médio/Baixo Jaguaribe
LICEU – Quixeramobim – CE
Açude Pirabibu – Quixeramobim – CE
26 e 27 de Outubro de 2006
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Relato do 4º Treinamento - Bacias Acaraú / Coreaú e Curu / Litoral
CENTEC – Sobral - CE
Açude Arrebita – Forquilha - CE
16 e 17 de Novembro de 2006
DATA HORÁRIO ASSUNTO INSTRUTOR
9:05 – 9:10 Apresentação Geral Alexandre
9:10 – 9:18 Apresentação da Gerência das Bacias Acaraú / Coreaú Vicente
9:18 – 9:26 Área de Proteção Permanente Kamille
9:26 – 9:45 Função Ambiental / Função Social / Atribuições do AGIR na APP Lilian
9:45 – 10:29 Apresentação Geral da Gerência das Bacias Curu e Litoral
Açude Sousa / Açude Aracatiaçu / Bacia do Curu
Valter
10:29 – 10:33 Apresentação Geral da Gerência das Bacias Curu e Litoral Khrisna
10:33 – 10:50 Intervalo xxxxxxxxxxxxxxxx
10:50 – 11:07 Apresentação Geral da Gerência das Bacias Curu e Litoral (com.) Khrisna
11:07 – 11:51 Formigas Paiva
11:51 – 12:43 Sistemas de Captação e Adução de Água Célio Augusto
12:43 – 13:00 Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx
13:00 – 13:30 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Alexandre
13:30 – 15:00 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) Sarita
15:00 – 15:40 Noções de Infra-Estrutura Hídrica - Obras Constituintes Vitor
15:40 – 16:00 Intervalo xxxxxxxxxxxxxxxx
16:00 – 18:00 Primeiros Socorros – Corpo Bombeiros Sobral Soldado Holanda
16/11/2006
18:00 – 19:00 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Arimatéia
08:15 – 9:45
Prática de Campo:
Inspeção de Barragens de Terra
Alexandre / Sarita
/ Célio / Vitor
9:45 – 11:15 Prática de Campo:
Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos
Arimatéia
11:15 - Encerramento e entrega dos certificados 11/10/2006
Retorno dos Participantes às Localidades de Origem
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Fotos do 4º Treinamento - Bacia Acaraú / Coreaú e Curu / Litoral
CENTEC – Sobral - CE
Açude Arrebita – Forquilha - CE
16 e 17 de Novembro de 2006
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Relato do 5º Treinamento - Bacia Metropolitana
Auditório da Prefeitura de Horizonte - CE
Açude Malcozinhado – Cascavel - CE
14 e 15 de Dezembro de 2006
DATA HORÁRIO ASSUNTO INSTRUTOR
8:45 – 9:00 Apresentação Geral Alexandre
9:00 – 9:50 Apresentação da Gerência da Bacia Metroplitana Berthier
9:50 – 10:05 Educação Ambiental na Gestão das Águas Márcia Caldas
10:05 – 10:33 Controle da Pisicultura Cláudio Gesteira
10:33 – 10:57 Intervalo xxxxxxxxxxxxxxxx
10:57 – 12:00 Instrumentação de Barragens Célio Augusto /
Sarita
12:00 – 13:41 Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx
13:41 – 14:08 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Alexandre
14:08 – 15:08 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) Sarita
15:08 – 15:43 Formigas Paiva
13:43 – 16:07 Noções de Infra-Estrutura Hídrica - Obras Constituintes (continuação) Vitor
16:07 – 16:15 Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Alexandre
16:15 16:40 Intervalo xxxxxxxxxxxxxxxx
16:40 16:55 Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra (cont.) Alexandre
14/12/2006
16:55 – 17:39 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Arimatéia
08:15 – 9:45
Prática de Campo:
Inspeção de Barragens de Terra
Alexandre / Sarita
/ Célio
9:45 – 11:15 Prática de Campo:
Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos
Arimatéia
11:15 - Encerramento e entrega dos certificados 15/12/2006
Retorno dos Participantes às Localidades de Origem
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Fotos do 5º Treinamento - Bacia Metropolitana
Auditório da Prefeitura de Horizonte - CE
Açude Malcozinhado – Cascavel - CE
14 e 15 de Dezembro de 2006
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Relato do 6º Treinamento - Bacia Metropolitana
Auditório da Prefeitura de Horizonte - CE
Açude Malcozinhado – Cascavel - CE
04 e 05 de Janeiro de 2007
DATA HORÁRIO ASSUNTO INSTRUTOR
8:50 – 9:00 Apresentação Geral dos Participantes Alexandre
9:00 – 10:00 Apresentação da Gerência da Bacia Metroplitana / Sistemas Hídricos /
Monitoramento / Organização dos Usuários
Berthier
10:00 – 10:17 Intervalo xxxxxxxxxxxxxxxx
10:17 – 11:00 Controle Educação Ambiental na Gestão das Águas Antônio Treze
11:00 – 11:53 Instrumentação de Barragens Célio Augusto
11:53 – 13:32 Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx
13:32 – 14:30 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Alexandre
14:30 – 15:30 Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) Sarita
15:30 – 16:00 Formigas Paiva
16:00 – 16:30 Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Alexandre
16:30 – 16:41 Intervalo xxxxxxxxxxxxxxxx
04/01/2007
16:41 – 17:40 Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Arimatéia
08:15 – 9:45
Prática de Campo:
Inspeção de Barragens de Terra
Alexandre / Sarita
9:45 – 11:15 Prática de Campo:
Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos
Arimatéia
11:15 - Encerramento e entrega dos certificados 05/01/2007
Retorno dos Participantes às Localidades de Origem
GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH
COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS - COGERH
Rua Adualdo Batista, 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080
3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens
Para Técnicos e AGIR’s
Fotos do 6º Treinamento - Bacia Metropolitana
Auditório da Prefeitura de Horizonte - CE
Açude Malcozinhado – Cascavel - CE
04 e 05 de Janeiro de 2007
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
203
7.2.4 Impacto a Jusante dos Açudes Estaduais
a) População Urbana em Risco (Conseqüência)_____________________204
b) Risco a População Jusante
(Impacto a Jusante (Probabilidade) x População) _________________205
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
204
a) População Urbana em Risco
AÇUDE Capacidade (x106 m3)
CIDADE / DISTRITO
ÀJUSANTE
DISTÂ NCIA
(k m)
POPULAÇÃO
(hab .)
% PUR *
ACARAPE DO MEIO 31,5 Redenção 9,00 7.157,00 20,00% 1.431
ACARAPE DO MEIO 31,5 Acarape 12,00 7.025,00 20,00% 1.405
ANGICOS 56,05 Moraújo 23,00 2.549,00 80,00% 2.039
ANGICOS 56,05 Coreaú 22,00 6.167,00 20,00% 1.233
ARACOIABA 170,7 Chorozinho 28,00 5.926,00 50,00% 2.963
ARACOIABA 170,7 Ideal 4,00 1.057,00 100,00% 1.057
ARACOIABA 170,7 Patos dos Liberatos 30,00 512,00 0,00% -
ARACOIABA 170,7 Pacajus 54,00 32.905,00 0,00% -
ARNEIROZ II 197 Arneiroz 9,00 2.146,00 100,00% 2.146
ARREBITA 16,6 Forquilha 3,00 11.281,00 0,00% -
BARRA VELHA 99,5 Independência 21,00 9.172,00 10,00% 917
BENGUÊ 19,56 Aiuaba 3,00 2.389,00 0,00% -
CACHOEIRA 34,33 Aurora 12,00 8.316,00 60,00% 4.990
CANAFÍSTULA 13,11 Iracema 6,00 7.185,00 20,00% 1.437
CANOAS 69,25 Tarrafas 36,00 1.947,00 40,00% 779
CANOAS 69,25 São Sebastião 54,00 1.100,00 20,00% 220
CAPITÃO MOR 6,31 Boa Vista 18,00 590,00 50,00% 295
CAPITÃO MOR 6,31 Manoel Correia 12,00 146,00 50,00% 73
CARACAS 9,63 Fazenda Caxinoa -
CARMINA 13,32 Catunda 2,00 3.625,00 5,00% 181
CARNAUBAL 87,7 Crateús 12,00 40.740,00 20,00% 8.148
CASTRO 63,9 Itapiúna 2,00 4.156,00 50,00% 2.078
CATUCINZENTA 27,13 Berra Bode 12,00 -
CAUHIPE 11 Pitombeira 15,00 274,00 30,00% 82
CIPOADA 86 Poço da Pedra 9,00 593,00 100,00% 593
CIPOADA 86 Roldão 18,00 372,00 100,00% 372
COLINA 3,25 Quiterianópolis 2,00 4.406,00 0,00% -
CUPIM 4,55 Independência 2,00 9.172,00 20,00% 1.834
DO CORONEL 1,77 Antonina do Norte 10,00 4.325,00 0,00% -
FAÉ 23,4 Quixelô 6,00 3.160,00 100,00% 3.160
FAÉ 23,4 Riacho Vermelho 6,00 281,00 100,00% 281
FLOR DO CAMPO 111,3 Novo Oriente 15,00 11.615,00 10,00% 1.162
GANGORRA 46,2 Granja 9,00 13.979,00 100,00% 13.979
GAVIÃO 32,9 Fortaleza 12,00 2.141.402,00 5,00% 107.070
HIPÓLITO 6,54 -
ITAÚNA 77,5 Chaval 15,00 8.137,00 60,00% 4.882
JABURU I 230 -
JABURU II 127 Crateús 36,00 40.740,00 5,00% 2.037
JERIMUM 20,5 Sebastião de Abreu 30,00 1.118,00 10,00% 112
MADEIRO 2,81 São Vicente 12,00 381,00 20,00% 76
MALCOZINHADO 37,84 -
MONS. TABOSA 12,1 N. Sra. Do Livramento 20,00 423,00 100,00% 423
MUQUÉM 47,65 Cariús 8,00 4.611,00 100,00% 4.611
OLHO D'ÁGUA 21 Várzea Alegre 15,00 17.696,00 70,00% 12.387
PACAJUS 240 Beberibe 33,00 12.082,00 5,00% 604
PACOTI 370 Aquiraz 21,00 20.085,00 80,00% 16.068
PARAMBU 8,53 Parambu 2,00 10.017,00 10,00% 1.002
PENEDO 2,4 Jubaia 15,00 1.219,00 30,00% 366
PIRABIBU 74 Quixeramobim 30,00 25.515,00 10,00% 2.552
POTIRETAMA 6,33 São José do Fama 18,00 126,00 30,00% 38
QUANDÚ 4 -
RIACHÃO 46,95 Aquiraz 18,00 20.085,00 0,00% -
RIVALDO DE CARVALHO 19,52 Arneiroz 36,00 2.146,00 0,00% -
ROSÁRIO 47,2 Lavras da Mangabeira 20,00 9.827,00 20,00% 1.965
SANTA MARIA 5,86 São João 6,00 2.744,00 30,00% 823
SANTO ANTÔNIO 0,83 Jaguaribe 36,00 16.911,00 5,00% 846
SÃO DOMINGOS 3,03 Paramoti 14,00 4.175,00 20,00% 835
SÃO JOSÉ I 7,67 Passagem da Jurema -
SÃO JOSÉ II 29,14 Senador Pompeu 36,00 12.773,00 20,00% 2.555
SITIOS NOVOS 123,2 São gonçalo do Amarant 18,00 6.380,00 30,00% 1.914
SÍTIOS NOVOS 123,2 Sítios Novos 4,00 3.284,00 100,00% 3.284
SOUZA 30,84 Canindé 6,00 36.839,00 2,00% 737
SUCESSO 10 Oliveira 30,00 424,00 50,00% 212
TATAJUBA 2,72
TIGRE 20 Solonópole 24,00 5.244,00 20,00% 1.049
TRAPIÁ I 2,01 Inhuporanga 13,00 3.588,00 10,00% 359
TRAPIÁ II 18,19 Mineirolândia 20,00 3.979,00 20,00% 796
TRAPIÁ II 18,19 Pedra Branca 6,00 11.740,00 0,00% -
TRAPIÁ III 5,5 Ubaúna 2,00 2.862,00 50,00% 1.431
UBALDINHO 32
VALÉRIO 2,02 -
VIEIRÃO 20,96 Domingos da Costa 15,00 177,00 50,00% 89
VIEIRÃO 20,96 Boa Viagem 3,00 18.935,00 0,00% -
2.649.933 221.977
*PUR : População Urbana em Risco
35,51% 8%
Média Média Global
TOTAL
POPULAÇÃO URBANA EM RISCO
A tabela a seguir apresenta um levantamento das populações urbanas, e das respecitiva distâncias, das cidades à jusante das barragens
estaduais. Em função dos dados levantados, foi realizada uma estimativa do percentual correspondente à PUR - População Urbana em Risco.
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
205
b ) Risco a População Jusante
IMPACTO
Distâ ncia de Alcance /
Distâ ncia Real
AÇUDE
Capacidade
(x10
6
m3)
CIDADE/DISTRITO
ÀJUSANTE
DISTÂ NCIA
(km)
POPULAÇÃO
(hab .)
Capacidade /
Distância
POPULAÇÃO
(hab .)
IMPACTO
X
CONSEQUÊNCIA
ACARAPE DO MEIO 31,5 Redenção 9,00 7.157,00 3,50 7.157 25.050
ACARAPE DO MEIO 31,5 Acarape 12,00 7.025,00 2,63 7.025 18.441
ANGICOS 56,05 Moraújo 23,00 2.549,00 2,44 2.549 6.212
ANGICOS 56,05 Coreaú 22,00 6.167,00 2,55 6.167 15.712
ARACOIABA 170,7 Chorozinho 28,00 5.926,00 6,10 5.926 36.127
ARACOIABA 170,7 Ideal 4,00 1.057,00 42,68 1.057 45.107
ARACOIABA 170,7 Patos dos Liberatos 30,00 512,00 5,69 512 2.913
ARACOIABA 170,7 Pacajus 54,00 32.905,00 3,16 32.905 104.016
ARNEIROZ II 197 Arneiroz 9,00 2.146,00 21,89 2.146 46.974
ARREBITA 16,6 Forquilha 3,00 11.281,00 5,53 11.281 62.422
BARRA VELHA 99,5 Independência 21,00 9.172,00 4,74 9.172 43.458
BENGUÊ 19,56 Aiuaba 3,00 2.389,00 6,52 2.389 15.576
CACHOEIRA 34,33 Aurora 12,00 8.316,00 2,86 8.316 23.791
CANAFÍSTULA 13,11 Iracema 6,00 7.185,00 2,19 7.185 15.699
CANOAS 69,25 Tarrafas 36,00 1.947,00 1,92 1.947 3.745
CANOAS 69,25 São Sebastião 54,00 1.100,00 1,28 1.100 1.411
CAPITÃO MOR 6,31 Boa Vista 18,00 590,00 0,35 590 207
CAPITÃO MOR 6,31 Manoel Correia 12,00 146,00 0,53 146 77
CARACAS 9,63 Fazenda Caxinoa -
CARMINA 13,32 Catunda 2,00 3.625,00 6,66 3.625 24.143
CARNAUBAL 87,7 Crateús 12,00 40.740,00 7,31 40.740 297.742
CASTRO 63,9 Itapiúna 2,00 4.156,00 31,95 4.156 132.784
CATUCINZENTA 27,13 Berra Bode 12,00 2,26 - -
CAUHIPE 11 Pitombeira 15,00 274,00 0,73 274 201
CIPOADA 86 Poço da Pedra 9,00 593,00 9,56 593 5.666
CIPOADA 86 Roldão 18,00 372,00 4,78 372 1.777
COLINA 3,25 Quiterianópolis 2,00 4.406,00 1,63 4.406 7.160
CUPIM 4,55 Independência 2,00 9.172,00 2,28 9.172 20.866
DO CORONEL 1,77 Antonina do Norte 10,00 4.325,00 0,18 4.325 766
FAÉ 23,4 Quixelô 6,00 3.160,00 3,90 3.160 12.324
FAÉ 23,4 Riacho Vermelho 6,00 281,00 3,90 281 1.096
FLOR DO CAMPO 111,3 Novo Oriente 15,00 11.615,00 7,42 11.615 86.183
GANGORRA 46,2 Granja 9,00 13.979,00 5,13 13.979 71.759
GAVIÃO 32,9 Fortaleza 12,00 2.141.402,00 2,74 2.141.402 5.871.010
HIPÓLITO 6,54 -
ITAÚNA 77,5 Chaval 15,00 8.137,00 5,17 8.137 42.041
JABURU I 230 -
JABURU II 127 Crateús 36,00 40.740,00 3,53 40.740 143.722
JERIMUM 20,5 Sebastião de Abreu 30,00 1.118,00 0,68 1.118 764
MADEIRO 2,81 São Vicente 12,00 381,00 0,23 381 89
MALCOZINHADO 37,84 -
MONS. TABOSA 12,1 N. Sra. Do Livramento 20,00 423,00 0,61 423 256
MUQUÉM 47,65 Cariús 8,00 4.611,00 5,96 4.611 27.464
OLHO D'ÁGUA 21 Várzea Alegre 15,00 17.696,00 1,40 17.696 24.774
PACAJUS 240 Beberibe 33,00 12.082,00 7,27 12.082 87.869
PACOTI 370 Aquiraz 21,00 20.085,00 17,62 20.085 353.879
PARAMBU 8,53 Parambu 2,00 10.017,00 4,27 10.017 42.723
PENEDO 2,4 Jubaia 15,00 1.219,00 0,16 1.219 195
PIRABIBU 74 Quixeramobim 30,00 25.515,00 2,47 25.515 62.937
POTIRETAMA 6,33 São José do Fama 18,00 126,00 0,35 126 44
QUANDÚ 4 -
RIACHÃO 46,95 Aquiraz 18,00 20.085,00 2,61 20.085 52.388
RIVALDO DE CARVALHO 19,52 Arneiroz 36,00 2.146,00 0,54 2.146 1.164
ROSÁRIO 47,2 Lavras da Mangabeira 20,00 9.827,00 2,36 9.827 23.192
SANTA MARIA 5,86 São João 6,00 2.744,00 0,98 2.744 2.680
SANTO ANTÔNIO 0,83 Jaguaribe 36,00 16.911,00 0,02 16.911 390
SÃO DOMINGOS 3,03 Paramoti 14,00 4.175,00 0,22 4.175 904
SÃO JOSÉ I 7,67 Passagem da Jurema -
SÃO JOSÉ II 29,14 Senador Pompeu 36,00 12.773,00 0,81 12.773 10.339
SITIOS NOVOS 123,2 ão gonçalo do Amaran 18,00 6.380,00 6,84 6.380 43.668
SÍTIOS NOVOS 123,2 Sítios Novos 4,00 3.284,00 30,80 3.284 101.147
SOUZA 30,84 Canindé 6,00 36.839,00 5,14 36.839 189.352
SUCESSO 10 Oliveira 30,00 424,00 0,33 424 141
TATAJUBA 2,72 -
TIGRE 20 Solonópole 24,00 5.244,00 0,83 5.244 4.370
TRAPIÁ I 2,01 Inhuporanga 13,00 3.588,00 0,15 3.588 555
TRAPIÁ II 18,19 Mineirolândia 20,00 3.979,00 0,91 3.979 3.619
TRAPIÁ II 18,19 Pedra Branca 6,00 11.740,00 3,03 11.740 35.592
TRAPIÁ III 5,5 Ubaúna 2,00 2.862,00 2,75 2.862 7.871
UBALDINHO 32 -
VALÉRIO 2,02 -
VIEIRÃO 20,96 Domingos da Costa 15,00 177,00 1,40 177 247
VIEIRÃO 20,96 Boa Viagem 3,00 18.935,00 6,99 18.935 132.293
2.649.933
CONSEQUÊNCIA
RISCO A
POPULAÇÃO
Visando a quantificação do risco a população das cidades a jusante dos açudes estaduais, foi quantificado o impacto da ruptura de uma barragem e a
consequência. O impacto foi calculado através da razão entre a capacidade do reservatório (equivalente à distância de alcance) e a distância real entre a
cidade e a barragem. A consequência foi considerada igual à população à jusante. O risco de impacto a jusante foi calculado como sendo o produto entre o
impacto e a consequência.
TOTAL
RISCO A POPULAÇÃO JUSANTE
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
206
CLASSIFICAÇÃO DO RISCO A POPULAÇÃO
RISCO A POPULAÇÃO
((10
6
m
3
/km) xnºhab )
CLASSIFICAÇÃO
R • 200.000 Muito Alto
100.000 ” R < 200.000 Alto
50.000 ” R < 100.000 Médio
<50.000 Baixo
-
5.000
10.000
15.000
20.000
25.000
30.000
35.000
40.000
45.000
- 5,00 10,00 15,00 20,00 25,00 30,00 35,00 40,00 45,00
Capacidade (10
6
m
3
) / Distância (km)
P
o
p
u
l
a
ç
ã
o

(
N
º
d
e

h
a
bi
t
a
n
t
e
s
)
Muito Alto
Alto
Médio
Baixo
B
a
i
xo
M
éd
i
o
A
l
t
o
M
u
i
t
o

A
l
t
o
2.141.402
Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos
ASF / SPPC / CATS
207
Risco a População Jusante –Barragens Estaduais –Cidades a Jusante
Risco = P x C = Impacto x População
- 50.000 100.000 150.000 200.000 250.000 300.000 350.000 400.000
ACARAPEDOMEIO
ACARAPEDOMEIO
ANGICOS
ANGICOS
ARACOIABA
ARACOIABA
ARACOIABA
ARACOIABA
ARNEIROZ II
ARREBITA
BARRA VELHA
BENGUÊ
CACHOEIRA
CANAFÍSTULA
CANOAS
CANOAS
CAPITÃOMOR
CAPITÃOMOR
CARACAS
CARMINA
CARNAUBAL
CASTRO
CATUCINZENTA
CAUHIPE
CIPOADA
CIPOADA
COLINA
CUPIM
DOCORONEL
FAÉ
FAÉ
FLORDOCAMPO
GANGORRA
GAVIÃO
HIPÓLITO
ITAÚNA
JABURUI
JABURUII
JERIMUM
MADEIRO
MALCOZINHADO
MONS. TABOSA
MUQUÉM
OLHOD'ÁGUA
PACAJUS
PACOTI
PARAMBU
PENEDO
PIRABIBU
POTIRETAMA
QUANDÚ
RIACHÃO
RIVALDODECARVALHO
ROSÁRIO
SANTA MARIA
SANTOANTÔNIO
SÃODOMINGOS
SÃOJOSÉI
SÃOJOSÉII
SITIOS NOVOS
SÍTIOS NOVOS
SOUZA
SUCESSO
TATAJUBA
TIGRE
TRAPIÁ I
TRAPIÁ II
TRAPIÁ II
TRAPIÁ III
UBALDINHO
VALÉRIO
VIEIRÃO
VIEIRÃO
Risco = P x C = Impacto x População
25.050
18.441
6.212
15.712
36.127
45.107
2.913
104.016
46.974
62.422
43.458
15.576
23.791
15.699
3.745
1.411
207
77
24.143
297.742
132.784
201
5.666
1.777
7.160
20.866
766
12.324
1.096
86.183
71.759
350.000
42.041
143.722
764
89
256
27.464
24.774
87.869
353.879
42.723
195
62.937
44
52.388
1.164
23.192
2.680
390
904
10.339
43.668
101.147
189.352
141
4.370
555
3.619
35.592
7.871
247
132.293
- 50.000 100.000 150.000 200.000 250.000 300.000 350.000 400.000
Redenção
Acarape
Moraújo
Coreaú
Chorozinho
Ideal
Patos dos Liberatos
Pacajus
Arneiroz
Forquilha
Independência
Aiuaba
Aurora
Iracema
Tarrafas
São Sebastião
Boa Vista
Manoel Correia
Fazenda Caxinoa
Catunda
Crateús
Itapiúna
Berra Bode
Pitombeira
Poço da Pedra
Roldão
Quiterianópolis
Independência
Antonina do Norte
Quixelô
Riacho Vermelho
Novo Oriente
Granja
Fortaleza
Chaval
Crateús
Sebastião de Abreu
São Vicente
N. Sra. Do Livramento
Cariús
Várzea Alegre
Beberibe
Aquiraz
Parambu
Jubaia
Quixeramobim
São José do Fama
Aquiraz
Arneiroz
Lavras da Mangabeira
São João
Jaguaribe
Paramoti
Passagem da Jurema
Senador Pompeu
São gonçalo do Amarante
Sítios Novos
Canindé
Oliveira
Solonópole
Inhuporanga
Mineirolândia
Pedra Branca
Ubaúna
Domingos da Costa
Boa Viagem
Baixo Médio Alto Muito Alto
50.000 100.000 200.000
5.871.010

Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos
Diretoria de Operações Gerência de Segurança e Infra-Estrutura

_____________________ _______________________
Alexandre de Sousa Fontenelle Sarita de Paula Pereira Cavalcante

_____________________
Célio Augusto Tavares e Sales

Gerente de Segurança e Infra-Estrutura Enga de Segurança de Obras Hídricas Engº de Segurança de Obras Hídricas Engo Civil – CREA/CE 7197-D Enga Civil – CREA/PE 028723 –D Engo Civil – CREA/CE 7491-D

VOLUME 1 / 2 Fortaleza Abril de 2007
ASF / SPPC / CATS

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Gerência de Segurança e Infra-Estrutura Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006
Alexandre de Sousa Fontenelle, Gerente de Segurança e Infra-Estrutura Sarita de Paula Pereira Cavalcante, Enga de Segurança de Obras Hídricas Célio Augusto Tavares e Sales, Engo de Segurança de Obras Hídricas

Fortaleza, Abril de 2007 433p. 2 volumes

Segurança de Barragens. Riscos. Inspeções. Instrumentação. Obras de Recuperação.

ASF / SPPC / CATS

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos

SUMÁRIO VOLUME 1 / 2
1. 2. APRESENTAÇÃO __________________________________________________1 AÇÕES DE SEGURANÇA DE BARRAGENS EXECUTADAS PELA COGERH NO ESTADO DO CEARÁ ____________________________________3
2.1.
2.1.1 2.1.2

OBRAS DE RECUPERAÇÃO___________________________________________ 6
BARRAGEM OLHO D’ÁGUA________________________________________________ 6 PASSAGEM MOLHADA QUIXERÉ ___________________________________________ 6

2.2. 2.3. 2.4. 2.5.

TREINAMENTOS SOBRE SEGURANÇA DE BARRAGENS __________________ 9 INSTRUMENTAÇÃO_________________________________________________ 10 ELABORAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS PARA CONGRESSOS _________ 12 OUTRAS ATIVIDADES _______________________________________________ 12

3. 4.

INSPEÇÕES FORMAIS DE SEGURANÇA _____________________________12 CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO DAS AÇÕES DE SEGURANÇA DE BARRAGENS ____________________________________________________13
4.1.
4.1.1 4.1.2 4.1.3 4.1.4

METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO RISCO ___________________________ 13
PONTUAÇÃO DO NÍVEL DE PERIGO DAS ANOMALIAS DA BARRAGEM (NPA) ____ INDICE DE VULNERABILIDADE (IV) ________________________________________ MATRIZ DE RISCO ______________________________________________________ ANÁLISE DOS RESULTADOS DE RISCO ____________________________________ CUSTO DA RECUPERAÇÃO DAS ANOMALIAS _______________________________ CUSTO DAS DEMANDAS DAS GERÊNCIAS REGIONAIS _______________________ CUSTO DA RECUPERAÇÃO NO CASO DE ARROMBAMENTO __________________ ANÁLISE DOS RESULTADOS _____________________________________________ 15 19 21 25 27 27 27 31

4.2.
4.2.1 4.2.2 4.2.3 4.2.4

METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO CUSTO DE RECUPERAÇÃO _________ 27

5. 6. 7.

CONCLUSÕES ___________________________________________________31 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ___________________________________33 ANEXOS ________________________________________________________34
7.1.
7.1.1 7.1.2 7.1.3 7.1.4 7.1.5

Anexo 1___________________________________________________________ 35
Gráfico 1: Evolução Anual das Inspeções ___________________________________ 36 Relação de Vistorias por Gerência __________________________________________ 39 Quadro dos açudes inspecionados no período de janeiro a dezembro de 2006_________56 Relação dos Açudes por Nível de Perigo das Anomalias _________________________ 73 Tabela com os 62 açudes estaduais por ordem alfabética _______________________ 123

7.2.
7.2.1 7.2.2

Anexo 2__________________________________________________________ 128
Apresentações do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens. ________ 129 Lista de participantes do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens ____________________________________________________________176 Relato dos Treinamentos / Fotografias. _____________________________________187 Impacto a Jusante dos Açudes Estaduais _____________________________________203 a) População Urbana em Risco (Conseqüência) ________________________________204 b) Risco a População Jusante (Impacto a Jusante (Probabilidade) x População) ______205

7.2.3 7.2.4.

VOLUME 2 / 2
7.3.
7.3.1 7.3.2 7.3.3 7.3.4 7.3.5

Anexo 3 - Por Gerência _____________________________________________ 208
Gráfico da Evolução Anual das Inspeções; __________________________________ Relação Total por Gerência (Magnitudes e Nível de Perigo); ____________________ Relação de anomalias PEQUENA, por Gerência e por Açude; __________________ Relação de anomalias MÉDIA , por Gerência e por Açude; _____________________ Relação de anomalias GRANDE, por Gerência e por Açude . ____________________ 209 214 282 330 386

ASF / SPPC / CATS

restrições operacionais e/ou modificações quanto às análises e os estudos para determinar as soluções. pelo estabelecimento e cumprimento de normas de operação e de programas de inspeção. As 62 barragens estaduais monitoradas pela COGERH são responsáveis pelo abastecimento direto de mais de 37 sedes municipais incluindo a Região Metropolitana de Fortaleza. com regime de chuvas caracterizado por grande variabilidade espacial. ou a da tendência. nomeadamente. túneis e adutoras.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 1. para a ocupação dos vales a jusante das barragens. A infra-estrutura hídrica é composta por barragens para armazenamento durante o período chuvoso e liberação no período seco. APRESENTAÇÃO O Estado do Ceará é inserido fundamentalmente dentro do semi-árido brasileiro. Estas se traduzem. 1 estadual monitorado não concluído. embora remota. A geologia é caracterizada por solos rasos e impermeáveis. 63 federais e 1 particular). A Figura 1 apresenta a localização das 126 barragens monitoradas do estado do Ceará. estruturas de canais. bem como o aumento da percepção do risco associado a este tipo de estruturas.COGERH opera e monitora 126 barragens no Estado do Ceará (sendo 62 estaduais. A avaliação deve identificar os problemas e recomendar tanto os reparos corretivos. O objetivo de uma avaliação de segurança é determinar as condições relativas à segurança estrutural e operacional de uma barragem. Evoluções. O grande número de anomalias observadas exige que seja estabelecida uma sistemática para priorização e descentralização das ações de manutenção. face à possibilidade. assim como as principais ações desenvolvidas no âmbito da segurança. Este relatório tem com objetivo geral apresentar uma avaliação do desempenho de barragens de propriedade do Estado do Ceará. visando priorizar a recuperação e o monitoramento de barragens. conduzem a maiores exigências de segurança de barragens. os rios são intermitentes e caudalosos nos períodos chuvosos. onde se destacam as 76 inspecionadas no ano de 2006 (62 estaduais monitoradas. de ocorrência de rupturas destas obras. freqüentemente verificada. anual e intra-anual. Deve ser um esforço contínuo. devido aos riscos potenciais a que ficam sujeitas às pessoas e bens instalados nos vales a jusante. monitoradas pela COGERH. 11 federais e 1 particular) ASF / SPPC / CATS 1 . A segurança de barragens constitui um motivo de preocupação para a sociedade. Estas barragens devem ser mantidas de forma satisfatória a fim de permitir a eficácia na Gestão dos Recursos Hídricos. A COGERH opera a pouco mais de 10 anos (foi criada em dezembro de 1993) e se mantém com recursos próprios provenientes da cobrança da utilização da água bruta dos seus reservatórios. A vistoria é uma observação abrangente dos elementos físicos e visíveis da barragem e das suas estruturas associadas. auscultação (monitoração) e manutenção.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . durante toda a existência da estrutura. tais como a do processo natural de envelhecimento das obras. com ênfase nas inspeções e riscos. para a condução das águas aos locais de consumo. que exige o estabelecimento de vistorias e avaliações periódicas da segurança. observação. A Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos do Estado do Ceará . 1 estadual não monitorado.

Desterro Riachão Gal.Salgado 3. Távora Pacajus Aracoiaba Stº. Trapiá I Amanary Sampaio S.Baixo Jaguaribe 6. da Pedra 1 Muquém Inspeção Formal de Segurança 2006 Ubaldinho Estrema Olho D'água Rosário Açude Inspecionado Açude Não Inspecionado (Federais) Valério Thomás Osterne B.Acaraú 7. do Sangue Jenipapeiro Santo Antônio Tigre N. Domingos Caracas Acarape Edson Queiroz S. de Russas Sucesso Realejo Carnaubal Pirabibu Vieirão Barra Velha Cupim S. Mor Serafim Várzea do Boi Dias S. Antº.Litoral Pau Preto Manoel Balbino Quixabinha Atalho 2 Cachoeira Prazeres Gomes Capacidade dos Açudes > 500 milhões de m³ 100 a 500 milhões de m³ 10 a 100 milhões de m³ 1 a 10 milhões de m³ Gerência Regional Crateús Crato Iguatu Limoeiro Metropolitana Pentecoste Quixeramobim Sobral Bacia Hidrográfica Parnaíba (9) Salgado (2) Alto Jaguaribe (1) Médio e Baixo Jaguaribe (4/5) Metropolitana (10) Curu e Litoral (8/11) Banabuiú (3) Acaraú e Coreaú (6/7) Figura 1 – Localização dos 126 Açudes Monitorados nas 11 Bacias Hidrográficas do Estado do Ceará ASF / SPPC / CATS 2 .Coreaú 8. Pedro Várzea da Volta Acaraú Mirim Timbaúba Angicos Trapiá III Sobral Forquilha Diamante 7 Tucunduba 11 Poço Verde Caxitoré Quandú Mundaú Frios Patos Sitios Novos Cauhipe Gavião 15/12/2006 Catucinzenta Malcozinhado Jaburu I Ayres de Souza Jerimum Pentecoste Penedo Tejuçuoca Arrebita Sto.Parnaíba 10. Araras Sta. Hidrográfica 1. José I Trapiá II Fogareiro Jaburu II Forquilha II Flor do Campo Colina Trici Favelas Parambu 9 1 Patu Cap. Aracat. Tabosa 6 8 10 Pacoti Cedro Pedras Brancas Cipoada Quixeramobim Banabuiú Jatobá Rch.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Gangorra Itaúna Martinópole São Vicente Premuoca S.Alto Jaguaribe 2. Maria Aracat. Floresta J.M.Banabuiú 4.Curu 9.Metropolitana 11. José II 3 Faé Trussu 5 Poço do Barro Castanhão Potiretama Quincoé Orós Madeiro Arneiroz II Rivaldo de Carvalho 4 Ema Canafístula Santa Maria Adauto Bezerra Lima Campos Tatajuba Benguê Do Coronel Canoas Pç. Jaguaribe 5. Mateus do Meio Bonito ` Souza Salão Carmina Castro Farias de Sousa Pompeu Sobrinho Carão Mons. Antº.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

30 m 30 m . 2 de alvenaria de pedra (AP) e 1 de concreto compactado a rolo (CCR). O fechamento do ciclo de atividades se realiza no planejamento das intervenções de segurança (obras de recuperação) na parte civil que são hierarquizadas com base na elaboração da matriz de risco (Figura 4). com a construção de 23 barragens de médio porte a partir de 1994. ASF / SPPC / CATS 3 . a Figura 3 apresenta os seus componentes. leituras e análise da instrumentação. PROGERIRH e PRO-ÁGUA/MI) . com a preocupação de garantir a segurança de suas barragens. avaliação do potencial de risco. manutenção preventiva e corretiva dos equipamentos hidromecânicos e treinamentos. As ações de segurança realizadas GESIN consistem basicamente em inspeções de rotina e periódicas. a COGERH estruturou-se com o Departamento de Engenharia de Segurança de Obras Hídricas (DESOH). AÇÕES DE SEGURANÇA DE BARRAGENS EXECUTADAS PELA COGERH NO ESTADO DO CEARÁ A partir do ano de 1995. 30 Quantidade de Barragens 25 21 20 15 10 5 1 1 1 0 < 1960 1960 . sendo que na década de 90 houve um impulso considerável na construção de barragens em função dos programas de financiamento do Banco Mundial (PROURB.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . que posteriormente transformou-se na atual Gerência de Segurança e Infra-Estrutura (GESIN).2000 > 2000 Início de Operação 0 3 3 1 0 0 4 5 0 1 0 6 2 0 8 15 m 15 m . das quais 59 são de aterro compactado em terra (T) e terra/enrocamento (TE).Companhia de Gestão de Recursos Hídricos A construção de barragens importantes pelo Estado do Ceará ocorreu preponderantemente a partir da década de 80.1980 1990 . A Figura 2 apresenta a classificação das 62 barragens estaduais monitoradas pela COGERH por faixas de ano de construção e altura. A equipe da GESIN atualmente é composta por um núcleo de infra-estrutura e um núcleo de eletro-mecânica.45 m > 45 m Total 27 Figura 2 – Classificação das 62 barragens estaduais por faixas de idade e altura 2.

Edificações / Estradas: João Bruno de Sousa Canuto Antônio Vilemar Bezerra Lima Núcleo Eletro-Mecânica: Engenheiro Mecânico: José Almir Franco da Silva Filho Engenheiro Eletricista: Adriano Lima Ribeiro Tecnólogo Eletro-Mecânica: José Arimateia Souza Figura 3 – Equipe integrante da GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura Figura 4 – Fluxograma de Planejamento das Ações de Segurança de Barragens ASF / SPPC / CATS 4 . M.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Gerente Alexandre de Sousa Fontenelle Engenheiro Civil .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . Sarita de Paula Pereira Cavalcante. Sc. Sc. Luís Loiola Júnior Téc. Núcleo Infra-Estrutura: Engenheiros Civis Célio Augusto Tavares e Sales. Sc. M.M.

no ano de 2006. bem como de conservação e manutenção. consistindo de obras de recuperação e reforço. Estas ações podem ser classificadas em: (a) estruturais. (b) hidráulico-operacionais. 21. os sistemas produtivos. destacamos as seguintes: . nas 7 Gerências Regionais (total de 8 treinamentos) ASF / SPPC / CATS 5 .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos As ações de segurança de barragens visam um bom desempenho no que concerne aos fatores: (a) estruturais.295. Estas medidas deverão permitir detectar em tempo útil o desenvolvimento de um eventual cenário de deterioração e tomar as medidas corretivas apropriadas.4% dos trabalhos estão concluídos). . . e (b) não estruturais: constituídas por inspeções de rotina e formais através de check-lists e de especialistas.Especificações técnicas para execução de obras e intervenções de segurança em barragens do Estado do Ceará – Contemplando 25 barragens – Orçamento total de R$991. Sousa.Acompanhamento. monitoramento da instrumentação das barragens.1 milhões. análise e implantação das Listas de inspeção formais (Check-list) das Barragens Estaduais monitoradas no SISOH (até 30 de novembro de 2006. a água.Bacia do Baixo Jaguaribe . Canoas e Gavião) . Quanto às ações estruturais e não estruturais de segurança de barragens.Obras de Execução dos Serviços De Recuperação da Passagem Molhada de Quixeré. e. no Município de Quixeré-Ce . . tais como: arranjo geral. ligados ao funcionamento dos equipamentos de segurança e operação e seus respectivos equipamentos. Deve-se evitar a ocorrência de deterioração por intermédio de adequadas medidas preventivas de projeto.Acompanhamento e Monitoramento dos Instrumentos de segurança de 8 Barragens (Jaburu I. ligados à resistência e estabilidade das obras. elaboração de dossiês contendo dados de projeto como construído (“as built”). .10 (enviado para o Ministério da Integração). a fauna e flora. iniciadas em maio de 2006 e em andamento. As obras devem ser inspecionadas e observadas ao longo da vida. reduzir as suas conseqüências. foi inserido no SISOH um total de 108 inspeções formais realizadas no mesmo ano). seções tipo da barragem. (c) ambientais.Elaboração de orçamento de recuperação e melhoria da operação de 51 barragens perfazendo um valor de R$ 5. capacitação de gerentes.Projeto Executivo e Obras de Intervenções de Segurança na Barragem Olho d’Água (Várzea Alegre). técnicos e operadores residentes denominados Agentes de Guarda e Inspeção (AGIRs). avaliação de risco. Barra Velha. . de modo a permitir o controle das suas condições de segurança e operacionalidade. o meio terrestre. seção do sangradouro e tomada de água.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . construção e exploração.Gerência Regional de Limoeiro do Norte.Desenvolvimento e implementação de uma ferramenta computacional (Programa PIEZO) para monitoramento da instrumentação das barragens. pelo menos. no âmbito do contrato de monitoramento de segurança da barragem Jaburu I (JAN-FEV-MAR) (Contrato SRH/COGERH/COBA). ligados ao impacto sob as populações. . Olho d´água. . sociais e econômicos.3º Ciclo de Treinamentos sobre Segurança de Barragens. Flor do Campo. Aracoiaba. de modo a evitar o desenvolvimento desse cenário ou.Acompanhamento do Plano de Operação e Manutenção do Sistema de Água Bruta do Estado do Ceará (POM) – em andamento (atualmente. elaboração e controle de livros de ocorrências nas barragens.

50%). ASF / SPPC / CATS 6 . a colocava em risco de danos físicos requerendo medidas corretivas para recuperar sua estabilidade.1 BARRAGEM OLHO D’ÁGUA As obras de melhoria da segurança do açude Olho D’Água foram iniciados em maio de 2006.1. O serviço constou da recuperação da parede com a recomposição da estrutura de alvenaria de pedra argamassada e concreto simples. Caixas de medição de vazões de percolação ( a executar). Foi então realizada a recuperação de partes afetadas por erosão na barragem de Quixeré. 2. que dificultaria os serviços e poderia resultar em maior deterioração da estrutura da barragem. para a qual foram previstas as seguintes etapas: Serviços Preliminares: Instalação e manutenção do canteiro. destocamento e limpeza de área a jusante da barragem (apenas iniciado). Considerando-se o risco de rompimento da mesma. a erosão progressiva da barragem de Quixeré. OBRAS DE RECUPERAÇÃO 2.1. A Figura 5 apresenta as fotografias das obras de recuperação da Barragem Olho D’Água iniciadas em maio de 2006. Desmatamento. no município de Quixeré.2 PASSAGEM MOLHADA QUIXERÉ Após 40 anos de existência sem a devida manutenção. e que estão em andamento. situada no braço direito do rio Jaguaribe.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . após a execução de reforço do cordão de fixação com concreto ciclópico.1. considerando-se a proximidade da estação chuvosa.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 2. Caminhos de serviço. justificou-se uma ação urgente de recuperação por parte do Poder Público. Recuperação do Sangradouro: os serviços foram concluídos. A Figura 6 apresenta as fotografias das obras de recuperação da Passagem Molhada Quixeré realizadas no ano de 2006. Drenagem: Poços de alívio e trincheira de drenagem (concluídos). Instrumentação com piezômetros e medidores de nível d’água: Os serviços de instrumentação da barragem ainda não foram iniciados. Recomposição do talude jusante com proteção vegetal (parcialmente executado.

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 / GESIN – COGERH DRENAGEM Antes – Fuga D’água a Jusante RECUPERAÇÃO DOS TALUDES Antes - Erosão nos Taludes de Jusante

Execução de Poços de Alívio

Detalhe – Erosão nos Taludes Jusante

Detalhe de poços de alívio em operação.

Detalhe intervenções talude de jusante

Execução da trincheira de drenagem (concluída)

Recuperação dos taludes (paralisada)

Figura

5

-Obras de recuperação da 2006 (atualmente paralisadas).

Barragem

Olho

D’Água,

iniciadas

em

maio

de
7

ASF / SPPC / CATS

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 / GESIN – COGERH Vista lateral do trecho rompido na porção central da passagem molhada Vista de trecho rompido na porção central da passagem molhada

Desvio de vazões no trecho danificado

Demolição do muro de jusante na porção central da passagem molhada

Reconstrução do muro no trecho rompido (a)

Reconstrução do muro no trecho rompido (a)

Vista do trecho central após a recuperação

Vista geral da passagem molhada recuperada

Figura 6 -Obras de recuperação da Passagem Molhada Quixeré em 2006.
ASF / SPPC / CATS

8

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos

2.2. TREINAMENTOS SOBRE SEGURANÇA DE BARRAGENS A capacitação dos técnicos da Companhia para a melhoria da segurança de barragens constitui outra ação não estrutural, tendo sido realizado no ano de 2006 o 3º. Ciclo de Treinamento em Segurança de Barragens para Técnicos e AGIRs (Figura 7). Os dois primeiros ciclos de treinamentos foram realizados nos anos de 2002 e 2004. Cada ciclo é composto de 6 treinamentos, os quais são realizados nas sedes de cinco gerências regionais, com uma carga horária de 12 horas. A parte teórica contém noções de gerenciamento dos recursos hídricos, conceitos básicos de segurança de barragens, anomalias em barragens, atribuições do AGIR, preenchimento de listas de inspeção formais de barragens (check-list) de terra e de concreto, manutenção e operação de equipamentos hidromecânicos. A parte prática consiste no preenchimento da lista de inspeção formal de campo numa barragem representativa da gerência regional. Os treinamentos contaram no ano de 2006 com a participação de cerca de 200 funcionários, entre gerentes, técnicos e AGIRs. A manutenção dos equipamentos hidromecânicos das tomadas d’água das barragens constituem outra parte importante na segurança da estrutura, de forma que um treinamento específico para AGIRs tem sido realizado pelo núcleo de eletromecânica, no local da barragem, com práticas de manutenção e operação dos equipamentos de tomada d’água. Na ocasião é fornecido todo o material e as ferramentas necessárias para a operação satisfatória dos equipamentos. O anexo 02 apresenta a lista de participantes do 3º Ciclo de Treinamentos sobre Segurança de Barragens e as apresentações utilizadas.

Figura 7 – 3º Ciclo de Treinamentos sobre Segurança de Barragens - 2006

ASF / SPPC / CATS

9

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos

2.3. INSTRUMENTAÇÃO Em complemento às ações de inspeções estão em fase de consolidação as atividades de monitoramento de barragens por instrumentação, através de piezômetros, medidores de nível d´água e medidores de vazão pela fundação. Nos últimos quatro anos o número de barragens instrumentadas passou de 3 para 10, e a quantidade de instrumentos de 93 para 160. Atualmente são sete as Barragens instrumentadas e acompanhadas pela GESIN: Jaburu I, Flor do Campo, Barra Velha, Aracoiaba, Olho D’água, Gavião e Souza. O trabalho [2] apresenta a metodologia utilizada pela COGERH com relação aos dados da instrumentação e o diagnóstico da segurança destas barragens, com base na instrumentação. Além destas barragens existem mais 3 instrumentadas e que estão na fase inicial de leituras: Canoas, Fae e Arneiroz II. Encontra-se em fase de implementação e projeto a instrumentação de mais 5 novas barragens (Pacoti, Gangorra, Ubaldinho, Sítios Novos e Muquém) além da recuperação e ampliação da instrumentação já existente (nas barragens Gavião, Souza, Jaburu I, Flor do Campo). O monitoramento por instrumentação tem exigido esforço significativo para a sua implementação definitiva. Pretende-se como próximo passo a ser perseguido a determinação do nível de alerta em relação à segurança do talude e ao fluxo com base nas leituras da instrumentação. Foi desenvolvida e implementada pela COGERH, no ano de 2006, uma ferramenta computacional para automatizar o tratamento e análise dos dados coletados denominada PIEZO-COGERH, a qual permite avaliar graficamente a poro-pressão e a posição da linha freática atuante na seção da barragem, bem como as cotas piezométricas e as medidas de vazão ao longo do tempo. A Figura 8 apresenta um exemplo de telas deste programa. A Tabela 1 apresenta um quadro resumo da situação operacional das barragens em função da instrumentação.

ASF / SPPC / CATS

10

Telas do programa PIEZO-COGERH de monitoramento de segurança de barragens. O açude Olho D'água apresenta vazões de percolação muito altas chegando a 25. monotonicamente. O tapete construído não reduziu a percolação na magnitude desejada O açude Gavião não apresenta surgências d'água em taludes. não se sabe ao certo as dimensões e posição do SDI. BARRAGEM Condição Geral de Drenagem Funcionamento do Sistema de Drenagem Interna Situação Operacional Observações Complementares Com os filtros vertical e horizontal contaminados a LF está suspensa.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Figura 8 . decrescentes.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Linha Freática Controlada SDI . As vazões de percolação encontram-se abaixo das esperadas pelas hipóteses de projeto Jaburú I Controlada Inoperância Parcial Atenção Flor do Campo Controlada Normal Normal Barra Velha Controlada Normal Normal Aracoiaba Controlada Inoperância Parcial Atenção Olho D'água Não Controlada Deficiente Alerta Gavião Controlada Inoperância Parcial Atenção Souza LF . Os problemas dos piezômetros citados é que apresentaram leituras bem acima do esperado O controle foi dito parcial por causa da elevação da LS. no entanto. Tabela 1 – Quadro resumo da situação operacional das barragens analisadas. O vertedor V6. mas o prognóstico é de que o SDI controla a rede de fluxo. A inoperância de alguns instrumentos dificultam o delineamento da LF.Sistema de Drenagem Interna Inoperância Parcial Atenção ASF / SPPC / CATS 11 .46% da vazão regularizável. detectada na seção 44. e sugere um problema localizado. ao contrário dos demais apresenta vãzões.

ELABORAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS PARA CONGRESSOS APROVADOS E APRESENTADOS “Monitoramento de Segurança de Barragens por Instrumentação no Estado do Ceará”. Esse sistema é denominado de Sistema de Segurança de Obras Hídricas – SISOH. “Estabilização e Melhoria da Segurança de Vertedouros de Barragens do Estado do Ceará (Pacajus e Rosário)”. a experiência da COGERH em Segurança de Barragens serviu como base metodológica para o Programa de Inspeções e Segurança de Barragens do MI – Ministério da Integração Nacional conforme [8] e [9].4. As inspeções formais foram programadas a serem realizadas antes e após o período chuvoso. OUTRAS ATIVIDADES Análises de Segurança dos projetos de barramentos e passagens molhadas para a Câmara Técnica de Licença do Conselho de Recursos Hídricos do Ceará – CONERH. Os resultados dessas inspeções são posteriormente armazenados num banco de dados para o controle e acompanhamento das magnitudes e níveis de perigo das anomalias registradas. e iniciadas as primeiras inspeções formais a partir do ano de 2000. relativo à evolução anual das inspeções. 2. 2007.PA. São Paulo. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens – Belém – PA. Ressalta-se que a partir de 2005 ficou estabelecido pela COGERH que as inspeções seriam restritas aos açudes estaduais e aos federais com AGIR da COGERH. As inspeções são programadas para serem efetuadas nas barragens estaduais monitoradas e nas federais (DNOCS) com AGIR. 2006.5. INSPEÇÕES FORMAIS DE SEGURANÇA Na GESIN foram idealizadas e formuladas as listas de inspeções de rotina e formais de barragens de terra e de concreto. ASF / SPPC / CATS 12 . No ano de 2006 foram aplicadas 108 inspeções em 76 barragens do Estado do Ceará. A inspeção formal é composta por uma lista de anomalias. 2007. A Figura 9 apresenta um gráfico do SISOH. face do número de inspeções realizadas. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens – Belém . Comitê Brasileiro de Barragens. e desde então já foram efetuadas 598 inspeções.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 2. ENVIADOS / A SEREM APROVADOS “Priorização de Ações de Segurança em Barragens do Estado do Ceará através de Inspeções e Matriz de Risco”. Atualmente as inspeções formais estão institucionalizadas na COGERH constituindo parte da sua cultura. III Simpósio sobre Instrumentação de Barragens. As primeiras inspeções formais foram iniciadas pela GESIN a partir do ano de 2000. no formato de um ckeck-list [7] que permite acompanhar a evolução das anomalias através da indicação da sua situação.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . que corresponde ao período de fevereiro a maio. 3. sua magnitude e o seu nível de perigo. Vale destacar que.

Engloba os seguintes itens de avaliação das anomalias: Situação: permite uma indicação da existência da anomalia e de sua evolução no tempo e no espaço.Grande). Em barragens o risco pode ser definido como a probabilidade de ocorrência de um evento adverso. Magnitude: (P-Pequena) determina se a correção será executada pelo responsável local da barragem. METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO RISCO Como a disponibilidade de recursos disponíveis para aplicação em obras de recuperação são sempre limitados. das 62 barragens estaduais monitoradas e inspecionadas no de 2006. Nível de Perigo: 0 – Nenhum. o item não é aplicável. 3 – Emergência. anomalia não existe. a GESIN tem trabalhado no sentido de encontrar uma melhor metodologia definir uma hierarquização de barragens visando a aplicação de recursos nas obras que apresentarem um maior risco para a sociedade. são apresentadas a seguir metodologias desenvolvidas e utilizadas pela GESIN-COGERH. M. tais como: aumentou. se dependerá de apoio da gerência regional (M . situação fora de controle. Anomalia com risco da segurança da barragem.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . Anomalia que não compromete a segurança da barragem em curto prazo. Os relatórios detalhados obtidos no SISOH são apresentados no Anexo 01 (Gráficos Evolução Anual das Inspeções/ Relação de Vistorias por Bacia / Quadro dos Açudes Inspecionados) e no Anexo 03 (Relação Total por Gerência e Bacia por Magnitude e Nível de Perigo / Relação de Anomalias por Tamanho (I. ou se a anomalia deve ser simplesmente mantida sob observação (I-Insignificante). Risco de ruptura iminente.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos A partir das inspeções são obtidos relatórios com as observações de campo e as recomendações pertinentes. permaneceu constante. da GESIN (G . G) / Gerência / Açude) 4. com a quantidade total e a média por açude respectivamente. devem ser tomadas as providências para eliminação do problema. e/ou como o produto da probabilidade de ocorrência da ruptura com as conseqüências. item não inspecionado. (denominado de AGIR). CRITÉRIOS DE PRIORIZAÇÃO DAS AÇÕES DE SEGURANÇA DE BARRAGENS 4. Anomalia que não compromete a segurança da barragem. desapareceu. As Figuras 10 e 11 apresentam a estatística das anomalias em função da magnitude. mas deve ser controlada e monitorada ao longo do tempo. P. ASF / SPPC / CATS 13 . 1 – Atenção. mas que pode ser entendida como descaso ou má conservação.Média). 2 – Alerta. Visando obter uma priorização de ações de segurança por barragem.1. discriminadas nas 8 gerências regionais da COGERH e em função das magnitudes. A partir das quais se pode avaliar a demanda de ações de recuperação de anomalias por nível de complexidade / magnitude. diminuiu.

20 18 16 14 12 10 8 6 4 2 0 19 13 10 8 5 2 0 1 2 1 0 2 3 1 2 6 4 2 3 0 1 0 2 0 1 2 3 7 7 6 7 MAGNITUDE I P M G MÉDIA / AÇUDE 4 ÚS TE RA C AT CR O E IM NA TU TE AL RT OB UA OS BR ITA NO IG AM EC OL O SO R P D NT O IXE RO PE EIR ET QU O M LIM GERÊNCIA REGIONAL Figura 11 – Estatística da Média de Anomalias por Açude – Gerências Regionais da COGERH ASF / SPPC / CATS 14 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 150 140 141 146 . 120 100 80 60 40 20 0 6 35 20 9 12 4 2 24 6 11 13 6 7 66 55 47 42 34 91 111 MAGNITUDE 61 52 54 45 39 I P M 16 G 10 0 3 7 12 0 AT CR S EÚ AT CR O E A TU TE AL BIM RT AN UA BR OS NO MO LIT IG EC SO O RA DO NT OP XE O PE UI TR IR Q OE ME LIM GERÊNCIA REGIONAL Figura 10 – Estatística dos Tipos de Anomalias por Gerência Regional da COGERH . 130 120 110 100 90 80 70 60 55 Açudes Inspecionados Inspeções Realizadas 108 85 78 72 60 76 Quantitativo 52 50 40 30 20 10 0 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 31 36 25 27 Período Figura 9 – Evolução anual das inspeções de 2000 a 2006 QUANTIDADE DE AÇUDES .

A Tabela 4 apresenta o novo Peso do NPA e um exemplo da pontuação Nível de Perigo das Anomalias (NPA) de uma barragem através do somatório ao longo do ckeck-list. Magnitude Peso MG I . O Peso do NPA das anomalias foi modificado e o Peso da magnitude (MG) foi desconsiderado. entre a magnitude da anomalia e o risco da ruptura. As Tabelas 2 e 3 apresentam os pesos do nível de perigo das anomalias (NP) e da magnitude das anomalias (MG) adotadas anteriormente em [5]. Através do SISOH obtém-se o somatório do nível de perigo das anomalias associado à barragem (total de NPA da barragem).Média 3 G . Tabela 4 – Nova Pontuação do NPA e Exemplo de Cálculo da Pontuação do NPA Nível de Perigo da Quantidade no Pontuação NPA Peso NPA (a) Anomalia (NPA) check-list (b) (a x b) Nenhum (0) 0 1 =0x1=0 Atenção (1) 1 6 =1x6=6 Alerta (2) 4 2 =4x2=8 Emergência (3) 9 5 = 9 x 5 = 45 Total da Pontuação NPA da Barragem = 59 ASF / SPPC / CATS 15 . a GESIN adotou a pontuação do nível de perigo de uma anomalia (Pontuação NPA) como sendo o valor calculado do produto do peso do nível de perigo (NP) com o peso da magnitude da anomalia (MG).Insignificante 1 P.Pequena 2 M . ou seja: Pontuação NPA = Peso NP (Tabela 1) X Peso MG (Tabela 2) (I) A pontuação do nível de perigo da barragem era dada pelo somatório da Pontuação NPA. adotado anteriormente em [5] Nível de Perigo Peso NP Nenhum (0) 0 Atenção (1) 1 Alerta (2) 3 Emergência (3) 9 Tabela 3 – Peso da Magnitude Adotada (MG).1 PONTUAÇÃO DO NÍVEL DE PERIGO DAS ANOMALIAS DA BARRAGEM (NPA) Anteriormente [5]. devido à constatação de não haver relação direta.Peso do Nível de Perigo da Anomalia (NP). adotado anteriormente em [5]. Tabela 2 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 4. em um considerável número de anomalias.Grande 4 Neste trabalho a metodologia do Nível de Perigo das Anomalias (NPA) foi aperfeiçoada.1.

O valor do NPA resultante para as 62 barragens estaduais monitoradas está apresentado na Tabela 5. assim a necessidade desta gerência em estar equipada adequadamente de recursos humanos e materiais para atender a esta importante demanda. Observou-se a preponderância de barragens com anomalias com NPmáximo=2 (Alerta). o Observação GESIN: Tipo espinha de peixe . a GESIN elaborou e distribuiu aos gerentes e técnicos um manual de preenchimento do nível de perigo por anomalia [10].Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Visando obter uma maior homogeneização no preenchimento do nível da perigo da anomalia (NP). incluindo as magnitudes das anomalias. É importante que se caracterize com alguma precisão a dimensão e localização destas anomalias. È possível que uma outra anomalia tenha precedido o afundamento. conforme será apresentado no item seguinte. como: escorregamentos. juntamente com a anomalia (e sua descrição) e a observação da GESIN em relação à situação atual da barragem: Caracas o Rachaduras no coroamento – G (rachaduras longitudinais e transversais podem aparecer no coroamento. canaleta horizontal inferior (próxima a Ombreira Esquerda) cuja largura foi acrescida apresenta piso “fofo”. indicando. quando a proteção superficial do maciço não funciona satisfatoriamente é possível carreamento do solo e o conseqüente acúmulo do material e obstrução das canaletas). e a ocorrência de 4 barragens com anomalias de NPmáximo=3 (emergência). A seguir são listadas as 4 barragens que apresentaram NPmáximo>3. São Domingos o Afundamentos e buracos no talude jusante – G (Quando aparecem depressões localizadas no talude montante. como erosão. A pontuação NPA obtida nesta metodologia representa a probabilidade de ruptura. Quanto maior o NPA maior esta probabilidade. Nesta metodologia não é contemplado o impacto da ruptura. sugerindo que esteja descalçada.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . o Observação GESIN: Os afundamentos e buracos se referem à erosão superficial do talude jusante (sulcos e ravinas) Quandú o Canaletas quebradas ou obstruídas no talude jusante – G (Quando da ação do escoamento superficial sobre o talude ou quando há excesso de água para ser transportado pela canaleta podem ocorrer erosões causando o descalçamento ou deslocamento da canaleta.Pequenas obstruções para revisão periódica. pois elas eventualmente podem sinalizar problemas mais importantes. A Figura 12 apresenta a quantidade de açudes em relação ao nível de perigo máximo (NPmáximo). o Observação GESIN: Referem-se a rachaduras longitudinais irregularmente distribuídas pelo coroamento. Ainda. o risco. ou seja. para as inspeções realizadas no ano de 2006. erosões internas ou acomodações da fundação). ASF / SPPC / CATS 16 . equivalente a 39% do total de 920) o que importa numa maior responsabilidade da gerência regional na solução da anomalia. por exemplo). Observa-se no total a maior preponderância da magnitude Média (362 anomalias.

Obras de recuperação em andamento (paralisadas) ASF / SPPC / CATS 17 . pela ação de animais que elegem caminhos preferenciais para descer o talude de jusante. pode aparecer erosão regressiva.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . pela ação da água da chuva. o Falha na proteção vegetal no talude jusante – G (Por falta de umidade na estação seca.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos o Erosão regressiva no canal de restituição do vertedouro – G (Na saída do canal de restituição. erosão que se desenvolve de jusante para montante. pela ação do vento (menos comum). ou ainda por deficiência do sistema de drenagem superficial ou trânsito de pessoas e animais podem surgir falhas na proteção vegetal do talude de jusante). em forma geral ou localizada. Observação GESIN: A construção desta barragem não contemplou a proteção superficial do talude jusante. principalmente na base do canal) Observação GESIN: Esta barragem está entre as 25 barragens que serão contempladas com a verba do Ministério da Integração. ou outro agente externo à barragem). Olho D’água o Erosões no talude de jusante – G (Desgaste sofrido pelo talude. de acordo com as Especificações Técnicas para Execução de Obras e Intervenções de Segurança em Barragens do Estado do Ceará.

00 329.00 270.0 2.5 3.0 8.2 111.00 149.0 3.0 1.5 1.0 4.53 195.6 116.5 1.40 25.8 3.2 2.5 2.3 21.8 0.5 2.00 1161.5 6.0 2.50 17.0 2.0 10.25 20.3 6.00 14.5 2.0 13.5 2.00 742.0 47.0 1.50 21.3 62.1 37.0 7.0 1.00 15.00 13.8 2.0 1.14 20.0 1.7 77.61 11.0 1.5 2.0 10.40 48.8 12.0 123.0 1.00 600.5 3.00 850.5 2.0 2.0 4.0 1.0 5.5 3.5 3.00 116.0 2.0 13.0 1.3 4.20 21.90 19.0 2.50 222.0 5.5 2.6 20.00 270.8 13.5 5.0 7.80 18.0 6.00 11.80 18.5 5.00 1960.6 19.00 401.0 9.00 1600.0 1.0 4.2 6.00 12.0 1.5 1.0 74.5 170.00 533.50 10.0 2.0 6. TABOSA JABURU I PIRABIBU SUCESSO SITIOS NOVOS FLOR DO CAMPO GANGORRA CACHOEIRA GAVIÃO CATUCINZENTA PARAMBU BARRA VELHA ROSÁRIO UBALDINHO CAUHIPE ARNEIROZ II CARNAUBAL TIPO DE PESO ALTURA EXTENSÃO BARRAGEM CAP (hm3) CAP (M) (M) (*) 12.0 7.0 5.5 3.5 1.00 267.0 1.3 12.1 1.51 20.0 5.0 10.0 1.00 33.0 3.50 13.66 25.00 755.5 1.60 11.00 16.50 14.00 1298.0 2.0 197.0 47.3 32.00 330.5 47.80 17.3 23.4 380.5 2.0 1.0 6.8 11.5 2.7 11.5 86.8 10.5 21.5 6.70 27.5 3.8 3.5 DATA DA ÚLTIMA VISTORIA 29/11/06 06/09/06 28/11/06 18/07/06 28/07/06 19/07/06 10/07/06 24/08/06 27/07/06 27/07/06 14/07/06 29/09/06 27/07/06 05/10/06 29/11/06 13/07/06 26/07/06 12/07/06 04/10/06 10/07/06 23/02/06 30/08/06 25/07/06 24/07/06 26/07/06 09/08/06 02/08/06 14/09/06 19/09/06 14/07/06 24/07/06 14/07/06 26/09/06 30/11/06 24/07/06 12/09/06 06/10/06 12/07/06 03/08/06 06/10/06 20/09/06 21/06/06 26/09/06 21/09/06 27/07/06 27/09/06 07/08/06 03/08/06 17/08/06 15/09/06 04/08/06 08/08/06 21/08/06 12/09/06 21/06/06 17/07/06 10/08/06 14/09/06 06/09/06 13/10/06 17/07/06 17/08/06 50 Quantidade de Açudes 40 30 20 12 10 2 0 Nenhum (0) Atenção (1) 44 4 Alerta (2) Emergência (3) Nível de Perigo Máximo Figura 12: Nível de Perigo Máximo Observado versus Quantidade de Açudes ASF / SPPC / CATS 18 .00 474.2 69.0 3.5 3.1 8.23 1054.0 4.00 387.0 29.0 4.50 10.5 34.5 6.5 6.00 385.0 3.5 1.5 4.0 6.5 8.5 7.5 3.00 480.0 9.0 240.0 7.0 2.5 5.3 10.0 1.0 3.00 355.5 5.0 2.00 464.1 5.8 9.00 270.0 1.1 210.0 3.00 15.5 99.0 1.6 6.00 315.5 1.5 20.5 1.0 1.0 4.90 15.20 22.0 4.00 267.90 17.00 10.5 1.00 180.5 MAGNITUDES I 0 0 0 0 0 4 0 0 0 0 6 2 1 3 0 1 0 4 7 0 3 0 0 0 1 0 0 0 0 0 2 3 0 3 2 3 0 3 0 0 4 4 1 7 2 0 0 1 0 0 0 0 0 2 1 0 0 2 2 2 1 0 77 P 0 4 1 3 10 14 13 0 7 5 14 1 9 5 1 2 7 8 1 17 17 0 7 9 13 4 1 4 1 9 4 3 2 8 11 8 3 5 3 5 0 2 1 0 10 0 0 1 0 3 0 1 0 0 1 1 0 2 1 0 1 0 263 M 15 18 22 16 7 4 14 30 7 10 2 2 5 0 12 9 8 0 9 8 2 14 1 6 3 2 8 14 6 7 0 0 8 1 6 1 3 3 13 1 0 0 2 1 1 10 10 4 9 3 8 1 1 0 0 4 8 0 0 1 0 2 362 G 18 16 12 5 11 3 7 4 8 6 1 2 6 23 11 1 5 0 8 0 0 2 1 3 4 0 6 0 0 3 0 0 6 0 0 4 1 0 1 0 2 0 1 3 0 4 7 1 4 0 2 5 0 1 0 1 4 0 0 0 0 5 218 NÍVEL DE PERIGO 1 6 15 6 3 9 9 21 9 5 3 10 5 6 20 8 4 3 4 15 17 16 7 3 9 4 0 4 7 3 11 2 2 9 5 12 8 3 3 8 0 0 4 3 3 7 2 5 1 5 4 4 4 0 0 0 0 3 2 2 2 0 0 12 2 16 8 11 13 10 8 5 8 8 8 6 2 6 2 5 6 6 5 2 1 1 3 4 2 3 4 3 2 3 1 3 3 1 2 0 1 2 2 0 2 2 1 1 1 0 1 0 1 0 0 0 0 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 44 3 1 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 Nível de Perigo das Anomalias (NPA) 79 65 59 55 49 41 41 41 37 35 34 31 30 28 28 28 27 24 23 21 20 19 19 17 16 16 16 15 15 15 14 14 13 13 12 12 11 11 8 8 8 8 7 7 7 6 5 5 5 4 4 4 4 4 4 4 3 2 2 2 0 0 PESO NPA 7.5 3.80 1033.0 30.3 10.0 6.30 22.5 4.00 1055.0 87.8 2.5 1.3 2.00 19.0 6.5 3.0 4.5 1.5 2.5 6.00 295.5 13.5 2.3 18.5 3.5 2.20 27.00 330.5 7.5 3.6 5.00 350.5 7.00 668.00 697.5 3.0 3.00 16.0 7.00 1818.0 2.00 18.00 11.0 5.80 23.0 1.8 5.8 4.00 660.0 10.5 2.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .30 19.20 17.20 18.0 1.0 3.0 Indice de Vulnerabilidade (IV) 7.0 3.0 2.0 2.0 3.2 31.9 27.0 1.5 2.50 683.5 1.0 7.20 19.00 20.5 2.80 25.0 2.0 3.00 23.00 475.5 2.00 606.00 180.3 5.00 375.5 7.80 14.00 770.60 1130.00 23.5 1.8 56.0 6.80 557.00 346.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Tabela 5 – Avaliação do Risco das Barragens Monitoradas do Estado do Ceará pelo Nível de Perigo das Anomalias (NPA) BACIA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 CURU LITORAL CURU COREAÚ BANABUIÚ MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE CURU BANABUIÚ BANABUIÚ ALTO JAGUARIBE SALGADO BANABUIÚ METROPOLITANA CURU ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE COREAÚ ACARAÚ ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ METROPOLITANA PARNAÍBA CURU ACARAÚ MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE PARNAÍBA SALGADO MÉDIO JAGUARIBE METROPOLITANA METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE PARNAÍBA METROPOLITANA METROPOLITANA METROPOLITANA METROPOLITANA COREAÚ MÉDIO JAGUARIBE BANABUIÚ PARNAÍBA BANABUIÚ PARNAÍBA METROPOLITANA PARNAÍBA COREAÚ SALGADO METROPOLITANA METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE PARNAÍBA SALGADO SALGADO METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE PARNAÍBA AÇUDE SÃO DOMINGOS QUANDÚ CARACAS TRAPIÁ III VIEIRÃO CANAFÍSTULA ADAUTO BEZERRA TRAPIÁ I SÃO JOSÉ I TRAPIÁ II CANOAS OLHO D'ÁGUA CAPITÃO MOR PACAJUS SOUZA VALÉRIO SÃO JOSÉ II DO CORONEL CASTRO MADEIRO SANTO ANTÔNIO ANGICOS ARREBITA RIVALDO DE CARVALHO CIPOADA MALCOZINHADO CUPIM JERIMUM CARMINA POTIRETAMA FAÉ BENGUÊ COLINA TATAJUBA SANTA MARIA PENEDO PACOTI MUQUÉM JABURU II RIACHÃO ACARAPE DO MEIO HIPÓLITO ARACOIABA ITAÚNA TIGRE MONS.57 340.7 63.73 19.0 4.00 18.00 670.7 1.00 498.00 117.00 1367.50 16.3 2.5 3.00 440.00 1650.5 4.4 19.00 12.00 135.0 2.5 1.0 16.5 3.5 5.00 27.0 4.5 10.5 1.0 1.50 16.5 1.42 22.0 2.80 20.0 3.0 1.90 19.6 3.5 5.0 5.0 26.5 2.5 2.95 35.5 3.00 230.0 3.5 2.0 12.00 278.0 31.60 16.5 7.0 9.0 3.00 636.1 19.5 1.00 T T T T T T T T T T CCR T T T T T T T T T T T T AP T T T TE T T T T T T T T T T T T AP T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T 3.0 2.0 1.0 5.37 34.7 18.0 1.00 436.10 47.36 2000.00 770.5 2.0 1.0 6.9 2.

IV = Peso CAP X Peso NPA (III) Tabela 6 .35 4.0 30 .C representa as conseqüências (econômicas.50 5. O valor do índice de vulnerabilidade é portanto dado pela equação.30 3.10 1.0 50 .0 225 . as faixas de NPA consideradas na Tabela 6 foram modificadas em relação ao trabalho anterior [5].5 55 .110 9.p é a probabilidade de rompimento .0 18 .130 10.55 6.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 4.5 10 .5 50 .0 38 . conforme o indicado na Tabela 5.90 8. sociais e ambientais) Nesta metodologia.450 8.88 5.60 6.0 5 .225 7.0 88 .0 80 .5 25 .5 35 .2 INDICE DE VULNERABILIDADE (IV) R=pxC (II) O risco.125 6.5 300 .150 6.5 150 .0 0 .0 125 .5 100 .40 4.38 3.0 450 .0.6700 10.0 ASF / SPPC / CATS 19 . em geral.5 1.5 2200 .25 3.600 8.45 5.0 100 .5 70 . Essa metodologia consiste em determinar o Índice de Vulnerabilidade (IV).120 9.0 20 .5 25 .100 8.0 10 . o qual é obtido através de uma escala de composição para dois fatores: a capacidade do reservatório (hm3) e a pontuação do NPA (obtido no item anterior).5.18 2.5 75 . já a que apresenta o maior NPA é a São Domingos com NPA=79 equivalente ao peso NPA de 6. pode ser considerado como: Onde: .10 1. Em termos de magnitude a barragem estadual monitorada que apresenta a maior capacidade é a Pacajus com 380 hm3 equivalente ao peso 8.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . buscou-se considerar estes fatores através do nível de perigo da anomalia (NPA) substituindo a probabilidade de rompimento p.0 40 .50 3.5 15 .300 7.80 7.0 63 . por analogia ao conceito acima.1.Pesos da Capacidade Reservatório e do Nível de Perigo das Anomalias 3 Capacidade (hm ) Peso CAP Nível de Perigo das Anomalias (NPA) Peso NPA 0 .63 4.5 90 . considerando como limite da última faixa um valor cerca de 20% do máximo previsto no check list.15 2.25 2.100 5.5 1.2200 9.5 5 .1.5 600 .20 2.5 45 .0 120 .1400 9.0 1400 .5 110 . e a capacidade do reservatório considerada proporcional aos custos das conseqüências substituindo o C.70 7.75 4.0 60 . Tendo em vista a mudança da metodologia de cálculo indicada no item 4.

00 387.5 2.5 116.0 3.5 5.2 2.0 1.0 1.5 1.0 2.00 180.5 10.00 668.0 1.0 2.5 4.0 1.0 1. que representa um valor fixo.0 3.5 87.0 4.8 6.5 7.2 20.0 3.0 1.00 350.00 606.5 2.00 14.4 8.00 18.00 16.8 6.50 20. Esta metodologia apresenta a vantagem de sua fácil aplicação.00 267.00 270.9 86.5 3.14 22.0 1.5 5.5 1.80 27.00 660.0 7.0 5.0 10.8 29.5 10.0 6.60 1818.70 23.00 346.5 6.0 2.3 32.0 3.00 267.3 6.8 4.9 31.3 5.0 3.5 11.00 20.5 4.5 3.00 533.0 1.8 13.0 1.5 2.0 Indice de Vulnerabilidade (IV) 26.80 180.00 270.0 1.0 3.0 1.0 1.0 1.00 35.0 1.1 21.5 19.36 1298.5 4.00 480.0 2.5 6.5 2.00 1055.23 195.57 1054.8 27.5 1.3 6.0 2.0 1.2 111.0 5.00 436.0 5.80 17.6 2.5 7.00 850.00 222.3 2.00 13.00 375.0 3.3 3.0 1.0 21.5 1.8 7.00 475.20 27.1 56.5 6.0 2.90 19.20 17.0 7.40 13.50 21.0 2. O mais correto seria.3 380.0 1.3 47.00 385.0 2.80 27.0 5.5 12.0 1.0 2.5 2.0 69.0 2.5 1.5 4.0 2.0 6.5 2.0 1.50 16.0 63.00 12.0 2.0 8.20 20.0 3.00 22.7 2. sendo muitas vezes não representativo do nível d’água do reservatório por ocasião da inspeção.00 15.5 7.0 1.5 1.00 2000.5 10.5 1.10 10.8 3.50 16.73 34.00 1130.00 135.0 3.0 2.5 2.0 4.80 1960.30 14.51 17.0 5.00 278.5 1.1 9.53 1161.7 30.00 464.5 3.0 3.00 770.0 4.5 123.00 329.0 3.5 5.5 2.0 1.20 18.0 2.00 48.3 18.0 6.5 2.5 MAGNITUDES I 3 6 0 0 7 1 0 0 1 0 0 0 2 4 0 0 0 0 7 0 0 1 3 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 2 3 0 0 0 4 2 2 0 2 1 0 2 2 1 0 0 0 4 3 0 4 2 0 3 3 0 77 P 5 14 3 10 1 13 5 0 1 1 7 0 1 14 1 3 3 4 0 13 0 1 5 4 1 7 4 7 9 3 0 9 0 0 5 4 3 1 0 1 0 11 10 9 2 2 0 0 1 1 0 0 17 8 17 1 2 0 2 8 8 1 263 M 0 2 3 7 9 3 10 10 2 12 8 14 2 4 22 16 13 2 1 14 15 0 3 18 4 7 14 1 6 3 8 5 8 2 1 0 0 6 30 1 0 6 1 7 0 9 1 0 0 0 10 9 8 0 2 8 0 1 8 1 1 4 362 G 23 1 1 11 8 4 6 7 1 11 5 2 2 3 12 5 1 0 3 7 18 0 0 16 1 8 0 1 3 0 2 6 4 5 0 0 0 0 4 5 2 0 0 3 0 1 0 1 0 0 4 4 0 0 0 6 0 0 6 0 4 1 218 NÍVEL DE PERIGO 1 20 10 3 9 15 4 3 5 3 8 3 7 5 9 6 3 8 0 3 21 6 0 3 15 1 5 7 3 9 4 4 6 3 0 0 2 2 3 9 4 0 12 7 11 2 4 0 0 2 0 2 5 17 4 16 4 4 2 9 5 8 0 12 2 2 6 2 10 2 3 8 0 1 5 6 3 2 8 11 13 0 4 1 5 16 0 2 8 1 8 2 4 2 0 0 6 0 0 2 3 3 3 8 0 2 0 0 1 0 6 1 1 0 1 1 0 1 5 1 3 1 0 1 2 1 1 44 3 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 1 0 0 0 0 0 1 0 0 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 4 Nível de Perigo das Anomalias (NPA) 28 34 11 49 23 16 35 5 7 28 27 19 31 41 59 55 8 16 7 41 79 0 11 65 5 37 15 19 17 4 4 30 3 0 8 14 14 15 41 4 8 12 7 15 2 28 4 4 2 4 6 5 21 24 20 16 8 2 13 13 12 4 PESO NPA 3.5 10.50 1600.0 3.1 12.5 5.7 20.00 295.60 12.5 2. no entanto tem a desvantagem de considerar a capacidade do reservatório.00 330.7 0.90 25.00 636.5 1.00 T CCR T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T TE T AP T T T T T T T T T T T AP T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T 240.5 2.5 3.5 8.5 1.3 6.00 116.90 25.5 5.0 74.5 DATA DA ÚLTIMA VISTORIA 05/10/06 14/07/06 06/10/06 28/07/06 04/10/06 26/07/06 27/07/06 07/08/06 26/09/06 29/11/06 26/07/06 30/08/06 29/09/06 19/07/06 28/11/06 18/07/06 03/08/06 09/08/06 21/09/06 10/07/06 29/11/06 17/07/06 12/07/06 06/09/06 03/08/06 27/07/06 14/09/06 25/07/06 24/07/06 15/09/06 04/08/06 27/07/06 10/08/06 17/08/06 06/10/06 24/07/06 14/07/06 19/09/06 24/08/06 08/08/06 20/09/06 24/07/06 27/07/06 14/07/06 14/09/06 13/07/06 21/08/06 12/09/06 06/09/06 21/06/06 27/09/06 17/08/06 10/07/06 12/07/06 23/02/06 02/08/06 21/06/06 13/10/06 26/09/06 30/11/06 12/09/06 17/07/06 ASF / SPPC / CATS 20 .6 19.1 10.90 20.00 18.0 2.5 5.00 17.0 1.00 14.5 5.0 7.00 670.8 9.40 47.00 1650.0 5.00 401.00 23.5 2.50 18.60 19.0 47.1 18.66 33.4 19.80 20.5 3.5 3.80 19.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .0 3.5 7.00 697.00 22.0 3.95 11.5 12.25 23.5 2.3 6.80 474.20 10.0 3.5 31.00 21.5 3. portanto.0 4.5 4.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos O resultado da metodologia para 62 barragens estaduais monitoradas está apresentado na Tabela 7.42 16.0 3.0 3.5 1.50 18.00 330.50 16.7 47.5 2.5 4.37 11.5 1.00 315.00 340.5 2.5 5.0 16.00 440.0 62.5 11.00 10. TABOSA SUCESSO MADEIRO DO CORONEL SANTO ANTÔNIO CUPIM HIPÓLITO CAUHIPE COLINA TATAJUBA PENEDO PARAMBU TIPO DE PESO ALTURA EXTENSÃO BARRAGEM CAP (hm3) CAP (M) (M) (*) 15.00 19.0 9.5 3.0 3.00 600.0 6.6 4.5 1.2 210. Tabela 7 – Avaliação do Risco das Barragens Monitoradas do Estado do Ceará pelo Índice de Vulnerabilidade (IV) BACIA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA BANABUIÚ METROPOLITANA BANABUIÚ BANABUIÚ PARNAÍBA METROPOLITANA CURU BANABUIÚ COREAÚ SALGADO MÉDIO JAGUARIBE CURU COREAÚ PARNAÍBA METROPOLITANA COREAÚ MÉDIO JAGUARIBE CURU ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE LITORAL BANABUIÚ BANABUIÚ CURU ACARAÚ ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA PARNAÍBA BANABUIÚ PARNAÍBA PARNAÍBA METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE ACARAÚ CURU COREAÚ METROPOLITANA MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE SALGADO ALTO JAGUARIBE SALGADO METROPOLITANA SALGADO METROPOLITANA BANABUIÚ PARNAÍBA MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE PARNAÍBA METROPOLITANA METROPOLITANA PARNAÍBA SALGADO METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE AÇUDE PACAJUS CANOAS PACOTI VIEIRÃO CASTRO CIPOADA TRAPIÁ II JABURU I ARACOIABA SOUZA SÃO JOSÉ II ANGICOS OLHO D'ÁGUA CANAFÍSTULA CARACAS TRAPIÁ III JABURU II MALCOZINHADO ITAÚNA ADAUTO BEZERRA SÃO DOMINGOS ARNEIROZ II MUQUÉM QUANDÚ PIRABIBU SÃO JOSÉ I JERIMUM ARREBITA RIVALDO DE CARVALHO SITIOS NOVOS FLOR DO CAMPO CAPITÃO MOR BARRA VELHA CARNAUBAL RIACHÃO FAÉ BENGUÊ CARMINA TRAPIÁ I GANGORRA ACARAPE DO MEIO SANTA MARIA TIGRE POTIRETAMA ROSÁRIO VALÉRIO CACHOEIRA GAVIÃO UBALDINHO CATUCINZENTA MONS.00 11.5 7.50 25.0 99.0 3.00 149.5 4.0 34.00 1033.3 2.50 557.00 117.00 355.0 2.5 2.6 6.0 23.61 19.0 1.0 1.30 19.0 2.0 6.00 770.0 13.5 3.0 1.00 755.0 197.8 3.0 7.8 77.00 1367.5 1.00 683.0 1.00 742.3 10. considerar o nível médio histórico do reservatório.00 270.2 13.5 1.5 2.5 4.0 6.0 7.8 9.0 10.8 1.0 170.00 498.6 5.0 2.00 12.0 2.00 230.0 4.6 13.5 1.0 3.0 3.5 1.0 1.80 11.0 2.5 5.0 7.0 7.0 2.0 37.20 15.

tipo de barragem. Considerando as informações técnicas de projeto e construção (dimensão. a partir de três parâmetros: P – Periculosidade. a partir da Tabela 7. deformações. 35 30 QUANTIDADE DE AÇUDES 30 25 20 15 10 5 0 0 ALTO > 65 MÉDIO 40 . percolação. capacidade.40 POTENCIAL DE RISCO (PR) BAIXO 15 . em ordem decrescente do risco. existência de projeto “as built”. e as demais distribuídas entre as classes de risco Normal e Baixo. V – Vulnerabilidade e I – Importância Estratégica. através da Matriz de Avaliação do Potencial de Risco [11]. A partir do estabelecimento de critérios técnicos. econômicos. 15 e 16 apresentam a estatística das barragens de acordo com a classificação da periculosidade. ambientais e sociais (volume útil. e permite a priorização de ações a serem desenvolvidas na fase de planejamento e programação da manutenção.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 4. vulnerabilidade e importância. atualizada em 2006. deterioração) é efetuada uma avaliação preliminar da segurança que permitirá a estimativa da vulnerabilidade (V) das estruturas. O potencial de risco (PR) é calculado através da seguinte equação: PR (P 2 V) xI (IV) Onde: P é a periculosidade. tipo de fundação e vazão de projeto) é determinada a periculosidade (P) das estruturas. e I é a importância estratégica da barragem. tomada d’água.25 MUITO BAIXO < 15 1 0 31 Figura 13: Classes de Risco dos Açudes Estaduais ASF / SPPC / CATS 21 .3 MATRIZ DE RISCO Esta metodologia calcula o potencial de risco. As Figuras 14.1. A Figura 13 apresenta estatística das classes do potencial de risco (PR).Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . Observa-se a ocorrência de 1 barragem com classe de risco Médio. Com base nos dados de inspeção de campo e de leituras de instrumentação (tempo de operação. respectivamente. A Tabela 8 apresenta os valores calculados do PR para 62 açudes estaduais monitorados pela COGERH. população à jusante e custo da barragem) define-se a importância estratégica (I) das barragens.65 NORMAL 25 . confiabilidade das estruturas vertedouras. V é a vulnerabilidade.

25 I < 1.25 IMPORTÂNCIA Figura 16: Classes de Importância dos Açudes Estaduais ASF / SPPC / CATS 22 .5 Média 1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 60 QUANTIDADE DE AÇUDES 50 40 30 20 10 0 Elevada P 30 Significativa 20 P < 30 Baixa a Moderada 10 P < 20 Baixa P<10 3 2 57 0 PERICULOSIDADE Figura 14: Classes de Periculosidade dos Açudes Estaduais 40 QUANTIDADE DE AÇUDES 35 30 25 20 15 10 5 0 Elevada V 35 Moderada 20 V < 35 5 21 36 0 Baixa a Moderada 5 V < 20 Muito Baixa V<5 VULNERABILIDADE Figura 15: Classes de Vulnerabilidade dos Açudes Estaduais QUANTIDADE DE AÇUDES 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 Grande I 1.5 13 9 40 Pequena 1.0 I < 1.

0 1.0 1.0 47.0 340.0 697.2 1.3 4.5 3.0 1.0 533.0 2.0 1.57 1.0 1.0 270.0 0. de acordo com [11] P .0 1.0 16.0 135.00 1.0 21.00 1.33 1.3 26.0 1.33 1.0 1.50 1.5 26.0 273.9 21.50 1.2 1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Tabela 8 Barragem Estadual – Altura (m) Avaliação Potencial de Risco das Barragens Monitoradas do Estado Matriz de Risco (Periculosidade.0 1.0 27.5 19.5 1.0 25.5 77.00 1.5 1.0 1.0 22.0 1600.00 1.5 1.00 1.2 1.2 28.0 1.00 1.0 1.5 19.4 1.0 1.0 2.5 17.0 1.3 47.0 1.2 1.0 230.2 1.0 1161.0 315.0 195.0 1.0 20.00 1.8 11.9 34.0 33.4 20.3 27.0 1.2 18.7 46.0 1.00 1.5 24.0 329.0 13.0 29.0 356.0 23.4 30.0 1.0 1.0 1.0 1.00 1.2 1.0 668.0 1.9 21.0 1.IMPORTÂNCIA Deformações (11) Deterioração (12) Volume Útil (13) População à Jusante (14) Custo (15) P V I PR do Potencial de Risco Ceará Classe Ação (PR) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 Pacajus Pacoti Castro Olho d'água Jaburú I Vieirão Canoas Canafístula Trapiá III São Domingos Aracoiaba Caracas Madeiro Adauto Bezerra Rosário Souza Capitão Mor Quandú Jaburú II Carnaubal Gangorra Sítios Novos Santa Maria Acarape do Meio Itaúna Trapiá I Do Coronel Arneiroz II Muquém Trapiá II Colina Gavião Cachoeira Cupim Tigre Santo Antônio Barra Velha Valério Sucesso São José I Tatajuba Penedo Malcozinhado São José II Catucinzenta Flor do Campo Cipoada Potiretama Rivaldo Carvalho Hipólito Ubaldinho Jerimum Parambu Arrebita Pirabibu Riachão Angicos Benguê Carmina Monsenhor Tabosa Faé Cauhipe MÉDIA 15.5 16.0 1.0 1.5 436.0 606.0 1.0 1.6 330.5 2.0 1.9 31.2 1.0 1.5 28.2 1.0 1.0 1.0 1.5 27.0 440.0 1.0 1.3 86.8 17.0 15.0 1.0 1.5 24.07 1.0 1.5 21.0 346.0 1.0 47.0 1.6 222.0 1.0 23.5 8.40 1.2 20.0 47.9 25.0 18.0 1.PERICULOSIDADE Extensão Dimensão (m) (1) Capacidade (hm3) Volume (2) Tipo Tipo de Tipo (3) Fundação (4) Vazão de Ano de Idade projeto (5) Construção (anos) Tempo de Operação (6) V .3 32.3 31.0 1.0 11.2 1.00 1.0 2.0 1.0 1.3 47.0 2.0 2.0 2.0 1.4 19.0 63.0 1.0 20.0 1.0 1.8 29.0 1.0 401.3 28.0 1.0 850.0 18.0 1298.00 1.0 1.0 1.7 35.0 330.0 1.0 1. Importância).0 1.0 1.0 1.6 74.7 21.00 1.0 1.8 20.0 1.2 1.5 50.0 1.1 27.0 267.0 18.6 Médio Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo B C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C C D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D D Monitoração Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção 24.0 2.3 12.8 38.00 1.07 1.0 387.2 19.0 770.0 1. Vulnerabilidade.0 1.2 3.8 5.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .33 1.6 33.0 2.0 2.0 1.2 20.33 1.0 20.0 1.2 1.7 16.2 1.0 1.2 1.0 180.5 28.0 1.0 1.0 230.0 1.5 16.1 111.0 1.0 1.0 1.00 1.2 10.07 1.0 1.0 1.0 1.00 1.7 2.0 383.0 278.0 127.1 20.5 31.07 1.0 1.0 660.0 1.0 87.0 1.50 1.0 1.0 1.0 2.0 1.2 27.2 1.0 1.50 1.0 1.00 1.0 1.33 1.0 1.2 123.0 267.0 24.0 7.1 19.0 1.7 18.07 1.0 23.5 2.5 36.5 1.0 1.2 1.0 1.0 1.07 1.0 1.5 2.8 474.6 27.0 23.5 28.0 1.0 15.0 22.VULNERABILIDADE Existência de Confiabilidade das Tomada de Percolação Projeto "as Estruturas Água (9) (10) built"(7) Vertedouras (8) I .1 5.0 180.7 24.3 21.3 4.4 12.17 40.0 350.0 69.5 1.00 1.00 1.0 21.4 27.0 498.2 19.5 2000.3 19.2 5.67 1.0 636.7 9.1 23.8 27.0 1.3 33.6 20.0 385.0 1818.07 1.5 1.00 1.8 4 4 5 10 4 5 1 5 0 5 5 4 4 5 5 10 5 5 4 4 5 5 4 1 5 5 4 5 5 5 5 5 5 5 4 4 10 5 5 4 5 4 5 5 5 10 4 5 1 5 10 5 4 5 7 5 5 4 5 5 5 5 5 2 2 1 2 2 4 4 4 4 4 1 4 4 4 1 1 4 4 4 4 1 1 2 2 1 4 4 1 1 4 4 1 1 4 4 4 1 4 4 4 4 4 1 4 1 1 2 4 2 4 1 1 2 2 2 2 1 1 1 1 1 1 3 1990 1981 1996 1998 1983 1988 1999 1992 1961 1977 2002 1986 1999 1984 2001 1999 1988 1990 1984 1990 1999 1999 1999 1924 2001 1985 1946 2005 2000 1992 1988 1974 2000 1970 1991 2001 1999 1996 1988 1988 1999 1958 2003 1992 2002 1999 1992 1992 1966 1975 1998 1996 1985 1992 2000 1981 1996 2000 2002 1999 2004 1998 1990 16 25 10 8 23 18 7 14 45 29 4 20 7 22 2 7 18 16 22 16 7 7 7 82 5 21 60 1 6 14 18 32 6 36 15 5 7 10 18 18 7 48 3 14 4 7 14 14 40 31 8 10 21 14 6 25 10 6 4 7 2 8 17 1 1 1 2 1 1 2 1 0 1 3 1 2 1 3 2 1 1 1 1 2 2 2 0 2 1 0 3 2 1 1 0 2 0 3 3 2 1 1 1 2 0 3 1 3 2 1 1 0 0 2 1 1 1 2 1 1 2 3 2 3 2 1 5 5 3 3 1 5 5 5 7 7 3 5 7 7 3 3 7 7 5 5 3 3 5 5 3 7 7 3 3 7 4 5 3 4 7 7 3 7 7 7 7 7 3 7 3 3 5 7 5 7 3 3 5 5 3 5 3 3 3 3 3 3 5 6 3 9 4 10 10 6 3 10 6 1 6 6 6 6 2 6 8 6 2 2 3 6 3 3 3 6 1 3 6 6 2 2 3 2 3 1 8 2 3 3 6 1 3 1 1 3 6 3 2 1 5 1 6 0 0 3 2 1 2 1 1 4 2 2 3 2 3 2 1 6 3 5 5 2 5 5 2 2 5 2 2 2 5 2 5 2 2 5 5 1 2 3 3 2 2 1 5 5 2 3 3 5 3 5 2 5 2 2 2 2 5 5 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 1 1 4 1 1 1 4 6 10 6 1 6 5 6 1 1 4 9 4 1 1 1 6 1 6 6 4 1 1 1 4 1 1 1 1 4 4 1 4 4 1 2 1 2 1 1 1 1 4 1 3 2 1 1 2 2 2 1 6 2 1 1 3 1 0 2 0 0 0 2 10 6 7 0 6 6 2 0 0 2 0 4 0 0 0 2 6 0 2 2 0 0 2 6 0 1 2 0 2 3 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 2 0 0 2 0 0 0 0 2 0 0 0 0 0 1 4 1 7 5 1 3 3 7 7 7 3 7 7 8 1 4 5 7 7 1 2 1 7 0 1 7 5 1 3 2 3 1 1 3 7 3 3 3 3 3 7 1 1 1 1 2 6 2 2 3 1 2 2 1 1 0 3 4 1 1 2 2 3 1.8 16.2 1.0 1.0 1.0 1.0 1.40 1.8 12.0 1.0 1.8 13.0 22.0 464.0 1.2 18.0 1.5 2.1 29 29 25 31 33 28 20 25 20 23 25 24 22 24 25 27 27 23 24 24 25 25 22 18 22 23 24 25 25 28 23 22 25 23 24 22 27 23 25 23 23 24 22 25 22 30 23 24 19 24 27 23 25 23 26 26 22 24 22 25 22 20 20 13 29 17 17 22 23 38 43 39 16 33 38 35 16 14 30 34 29 12 15 12 33 17 17 31 29 10 14 22 27 11 12 14 25 27 18 25 21 23 23 21 11 19 11 11 18 19 21 18 12 17 12 16 10 10 16 14 16 12 12 11 1.0 22.0 24.0 1.8 99.0 1.5 25.0 1.0 2.5 31.4 475.2 17.5 2.8 30.0 1.8 1130.0 1054.0 27.0 1.0 1.5 19.5 2.0 1.0 1.0 1.0 1.0 17.00 1.0 1.0 1055.8 19.0 600.7 2.0 1.0 1.5 1.0 611.0 1.5 14.0 1.0 1.0 1.0 2.00 1.07 1.0 2.00 1.0 1.5 10.40 1.0 1.0 1.5 11.0 19.9 23.0 1.0 14.3 13.0 1.5 1.5 1.0 2.0 25.0 2.4 11.3 18.0 19.8 6.0 1.7 19.7 28.00 1.2 30.0 19.0 15.07 1.0 1.0 1.0 18.3 32.6 2.0 1.8 197.83 1.0 2.0 1.00 1.0 2.0 670.2 1.33 1.00 1.1 770.0 1.0 270.33 1.5 32.0 1.0 487.50 1.8 1960.0 170.4 37.0 1.1 20.0 760.7 28.0 755.0 23.00 1.0 1.0 1.00 1.0 25.0 6.4 6 6 6 6 10 6 6 3 3 3 6 3 3 3 6 3 6 3 3 3 6 6 3 6 3 3 3 6 6 6 3 3 6 3 3 1 3 3 3 3 3 3 3 3 3 6 4 3 3 3 3 6 6 3 4 6 3 6 3 6 3 3 4 240.0 295.0 17.0 30.0 1.0 19.4 11.0 1033.0 1.00 1.0 1.0 1650.8 19.6 12.0 26.0 1.57 1.0 25.9 21.7 7 7 3 3 7 3 3 3 3 1 3 3 1 2 3 3 2 1 3 3 3 3 3 3 3 1 3 3 3 3 1 3 3 1 3 3 3 1 3 2 1 3 3 3 3 3 3 2 3 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 T T T T T T CCR T T T T T T T T T T T T T T T T AP T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T T C T T TE T T T T T T T T T T 10 10 10 10 10 10 6 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 6 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 8 10 10 10 10 10 10 10 10 10 8 9.0 149.6 19.2 ASF / SPPC / CATS 23 .0 22.5 1.0 15.40 1.5 22.7 24.00 1.0 56.0 1.0 1.0 557.9 10.0 375.0 116.0 1.0 1367.3 21.5 6.9 22.00 1.07 1.40 1.6 13.0 1.33 1.4 34.0 370.8 24.0 33.5 16.0 10.

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .00 1.50 1.5 20.3 28.00 1.00 1.7 22.00 1.8 26.00 1. Vulnerabilidade.00 0.33 1.5 30.00 1.00 1.5 26.3 28.33 1.7 31.07 1.9 25.00 1.00 1.0 23.00 1.00 1.0 18.33 1.07 1.2 21.50 1.00 1.00 1.33 1.00 1.07 1.07 1.57 1.0 24.5 19.5 25 24 26 24 23 26 19 25 22 22 23 23 25 25 27 25 23 24 23 28 20 27 23 28 Significativa 20 30 Parambu Penedo Pirabibu Potiretama Quandú Riachão Rivaldo Carvalho Rosário Santa Maria Santo Antônio São Domingos São José I São José II Sítios Novos Souza Sucesso Tatajuba Tigre Trapiá I Trapiá II Trapiá III Ubaldinho Valério Vieirão Pirabibu Potiretama Quandú Riachão Rivaldo Carvalho Rosário Santa Maria Santo Antônio São Domingos São José I São José II Sítios Novos Souza Sucesso Tatajuba Tigre Trapiá I Trapiá II Trapiá III Ubaldinho Valério Vieirão Elevada Muito Baixa 0 5 19 12 14 12 Baixa a Moderada 20 Moderada 65 Figura 17: Periculosidade.0 25.00 1.40 1.7 27.2 36.50 1.75 1.7 26.5 19.50 1.33 Média 1.00 1.40 1.5 27.40 Adauto Bezerra Angicos Aracoiaba Arneiroz II Arrebita Barra Velha Benguê Cachoeira Canafístula Canoas Capitão Mor Caracas Carmina Carnaubal Castro Catucinzenta Cauhipe Cipoada Colina Cupim Do Coronel Faé Flor do Campo Gangorra Gavião Hipólito Itaúna Jaburú I Jaburú II Jerimum Madeiro Malcozinhado Monsenhor Tabosa Muquém Olho d'água 1.3 28.0 21.0 33.00 1.50 1.0 30.0 24.00 1.25 0.5 19.7 23.00 1.33 1.5 17. Importância dos 62 Açudes Estaduais.00 1.5 31.4 29.00 1.40 1.4 19.0 24.25 Grande 1.33 1.00 1.83 Pacoti 1.0 33.5 21.67 Pacajus 0 POTENCIAL DE RISCO 5 10 15 20 25 30 35 40 45 50 55 60 65 70 27.00 1.75 2.0 19.50 0.3 19.3 33.07 1.3 20.00 1.0 30.00 1.5 32.0 15.5 19.8 24.00 1.0 28.0 22.0 23.0 22.9 28.0 27.07 1.5 24. ASF / SPPC / CATS 24 .5 24.00 1.6 40.3 Muito Baixo Baixo 0 15 25 Normal 40 Médio Alto Acarape do Meio Adauto Bezerra Angicos Aracoiaba Arneiroz II Arrebita Barra Velha Benguê Cachoeira Canafístula Canoas Capitão Mor Caracas Carmina Carnaubal Castro Catucinzenta Cauhipe Cipoada Colina Cupim Do Coronel Faé Flor do Campo Gangorra Gavião Hipólito Itaúna Jaburú I Jaburú II Jerimum Madeiro Malcozinhado Monsenhor Tabosa Muquém Olho d'água Pacajus Pacoti Parambu Penedo Pirabibu Potiretama Quandú Riachão Rivaldo Carvalho Rosário Santa Maria Santo Antônio São Domingos São José I São José II Sítios Novos Souza Sucesso Tatajuba Tigre Trapiá I Trapiá II Trapiá III Ubaldinho Valério Vieirão Baixa 0 Baixa a Moderada 10 Acarape do Meio Adauto Bezerra Angicos Aracoiaba Arneiroz II Arrebita Barra Velha Benguê Cachoeira Canafístula Canoas Capitão Mor Caracas Carmina Carnaubal Castro Catucinzenta Cauhipe Cipoada Colina Cupim Do Coronel Faé 30 Flor do Campo 25 22 24 22 Acarape do Meio Adauto Bezerra Angicos Aracoiaba Arneiroz II Arrebita Barra Velha Benguê Cachoeira Canafístula Canoas Capitão Mor Caracas Carmina Carnaubal Castro Catucinzenta Cauhipe Cipoada Colina Cupim Do Coronel Faé Flor do Campo Gangorra Gavião Hipólito Itaúna Jaburú I Jaburú II Jerimum Madeiro Malcozinhado Monsenhor Tabosa Muquém Olho d'água Pacajus Pacoti Parambu Penedo Pirabibu Potiretama Quandú Riachão Rivaldo Carvalho Rosário Santa Maria Santo Antônio 39São Domingos 23 São José I São José II Sítios Novos Souza 21 23 25 31 22 43 Sucesso Tatajuba Tigre Trapiá I Trapiá II Trapiá III Ubaldinho 25 22 Valério Vieirão Elevada 35 0 Pequena Gangorra Gavião Hipólito Itaúna 33 Jaburú I 24 23 22 22 Jaburú II Jerimum Madeiro Malcozinhado 25 Monsenhor Tabosa 25 Muquém 31 Olho d'água 29 29 Pacajus Pacoti Parambu Penedo 1.8 38.07 1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos PERICULOSIDADE 0 5 10 15 20 18 24 22 25 25 23 27 24 25 25 20 27 24 22 24 25 22 20 23 23 23 24 22 25 30 35 VULNERABILIDADE 0 5 10 15 20 17 35 16 16 10 16 18 14 12 38 23 30 33 16 12 29 11 11 18 27 14 29 12 11 15 11 18 17 17 29 17 38 11 12 14 17 20 13 12 21 10 19 34 10 21 16 33 27 25 30 35 40 45 50 IMPORTÂNCIA 0.25 1.00 1.00 1.8 28.00 1.07 1.5 28.07 1.50 1.00 1.07 1.0 27.0 22.0 31.0 24.2 21.8 21.40 1.00 1.57 Acarape do Meio 1.33 1.

na qual se pode observar uma correlação razoável entre as pontuações das duas metodologias.4106 R2 = 0. é natural que as classificações de barragens obtidas pelas pontuações IV e PR não sejam idênticas. Vulnerabilidade e Importância) Para um maior refinamento da análise de risco e da classificação das barragens.4232 Figura 18 – Relação entre a Pontuação de Risco IV (Inspeções) e PR (Matriz de Risco) ASF / SPPC / CATS 25 . 45 40 35 30 PR (Matriz) 25 20 15 10 5 0 0 5 10 15 20 25 30 35 40 45 IV (Inspeções) PR = 0. Diante das diferenças entre as metodologias.4 ANÁLISE DOS RESULTADOS DE RISCO Para efeito de análise dos resultados.7733 . IV + 20. tendo em vista que estas consideram efetivamente o risco através da probabilidade de ruptura e sua conseqüência.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 4. foi obtida a partir da média dos valores de IV (Inspeções) e PR (Matriz de risco). foram selecionadas as metodologias de pontuação IV e PR. o que não ocorre na metodologia do NPA que representa apenas a probabilidade de ocorrência da ruptura. os resultados das pontuações do IV e PR foram correlacionados e os valores mais divergentes foram reavaliados. A Tabela 9 apresenta o resultado obtido. A metodologia do IV é baseada na capacidade do reservatório e nos níveis de perigo das anomalias dos check lists e a do PR na Matriz de Risco (Periculosidade.1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . para efeito de hierarquização de ações de segurança. A tendência com o aperfeiçoamento destas metodologias e dos critérios de julgamento é a obtenção de classificações próximas ou a fusão entre as metodologias. A Figura 18 apresenta um gráfico relacionando as pontuações obtidas pelo IV (Inspeções) e PR (Matriz de Risco). A classificação geral das barragens a partir do risco.

9 21.8 7.0 5.0 26.3 19.0 3.0 47.7 56.3 16.0 69.6 2.5 2.3 18.4 12.0 15.5 10.5 13.0 12.0 4.8 10.8 20.7 5.3 19.9 14.0 17.5 1.5 24.0 27.0 3.0 116.0 3.6 12.3 27.6 8.6 19.5 12.0 11.0 86.5 8.5 18.0 23.8 3.3 63.5 36.0 19.7 7.5 9.4 14.8 13.5 3.2 37.0 6.5 MÉDIA 33.4 17.3 17.0 12.2 5.2 87.0 2.5 6.9 3.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Tabela 9 – Classificação do risco das 62 barragens estaduais monitoradas e inspecionadas do Ceará pela Média entre IV (Inspeções) e PR (Matriz de Risco) BARRAGEM 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 PACAJUS PACOTI CANOAS CASTRO VIEIRÃO JABURU I OLHO D'ÁGUA CANAFÍSTULA ARACOIABA TRAPIÁ III CARACAS SOUZA SÃO DOMINGOS JABURU II ADAUTO BEZERRA TRAPIÁ II QUANDÚ ITAÚNA CAPITÃO MOR CIPOADA SITIOS NOVOS CARNAUBAL ARNEIROZ II MUQUÉM MADEIRO GANGORRA SÃO JOSÉ II ROSÁRIO TRAPIÁ I ACARAPE DO MEIO SANTA MARIA MALCOZINHADO SÃO JOSÉ I BARRA VELHA DO CORONEL ANGICOS TIGRE FLOR DO CAMPO GAVIÃO CACHOEIRA RIVALDO DE CARVALHO VALÉRIO SANTO ANTÔNIO CUPIM COLINA JERIMUM SUCESSO PIRABIBU ARREBITA POTIRETAMA CATUCINZENTA TATAJUBA PENEDO RIACHÃO BENGUÊ CARMINA UBALDINHO HIPÓLITO FAÉ MONS.6 16.5 31.0 111.0 25.8 31.0 23.0 28.5 2.3 19.0 77.7 197.6 13.8 17.0 19.5 9.5 21.5 21.8 9.0 21.3 7.5 5.8 ASF / SPPC / CATS 26 .0 16.0 27.0 19.5 19.0 38.0 0.4 47.0 6.8 24.3 25.0 31.1 13.8 30.0 22.6 30.7 2.0 24.3 18.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .2 12.5 6.0 28.1 20.1 13.0 4.5 10.7 6.6 3.5 11.5 22.5 16.6 18.2 2.2 4.2 16.8 13.2 7.0 10.2 13.7 99.5 27.0 18.4 4.9 13.5 28.5 23.7 5.0 2.8 2.8 23.0 74.3 6.3 20.7 2.5 24.6 6.1 123.8 22.0 20.5 30.5 28.8 15.3 21.5 12.0 5.5 29.1 2.0 3.5 16.0 10.0 26.8 20.8 21.4 10.9 12.8 33.1 16.3 3.6 20.5 11.8 5.0 26.8 14.3 21.5 3.8 3.9 6.0 3.0 13.0 3.0 380.8 14.6 31.0 19.0 28.0 5.6 13.5 12.1 24.8 4.5 33.8 16.0 9.6 11.1 19.0 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DO RISCO IV (Inspeções) PR (Matriz) 26.6 20.0 30.3 16.1 8.3 32.0 13.3 10.8 13.0 27.0 24.0 3.9 11.8 19.3 13.5 12.0 5.0 21.8 62.9 16.5 29.6 10.0 31.0 32.9 13. TABOSA PARAMBU CAUHIPE CAPACIDADE 3 (hm ) 240.5 28.3 12.5 28.8 13.8 23.9 16.2 6.0 15.0 210.3 10.5 18.0 6.9 21.1 47.0 22.0 19.5 27.5 10.7 2.3 25.0 7.9 34.5 27.8 6.0 3.5 14.3 20.1 170.3 40.5 1.3 7.0 33.0 24.5 24.5 7.1 17.

00. M = R$ 2.86 e o valor médio foi de R$ 4.2 CUSTO DAS DEMANDAS DAS GERÊNCIAS REGIONAIS Um segundo custo de recuperação contempla o orçamento efetuado para atendimento da demanda de recuperação de açudes para o programa de emergência do Estado do Ceará. METODOLOGIAS DE AVALIAÇÃO DO CUSTO DE RECUPERAÇÃO Quanto aos custos de recuperação são apresentadas 3 estimativas para efeito de análise: 4. A Tabela 11 apresenta os 62 açudes estaduais em ordem decrescemte de custo das demandas das gerências regionais.00 por m3 para a recuperação de barragens de terra e terra mais enrocamento e R$ 60.00 e o valor médio foi de R$ 26. O valor total do custo da recuperação no caso de arrombamento para as 62 barragens estaduais foi de R$ 267.00 por m3 para a recuperação de barragens de alvenaria de pedra e concreto compactado a rolo. onde foram adotados os seguintes custos para as anomalias: I = R$0.00. sendo que a largura do arrombamento considerada foi de no máximo 500m. mesmo quando a extensão do coroamento do açude ultrapassasse a esta medida.598.2.000.84 e o valor médio foi de R$ 83.00. P = R$ 200.518.1 CUSTO DA RECUPERAÇÃO DAS ANOMALIAS Uma primeira estimativa de custos de recuperação dos açudes foi feita com base na Magnitude das anomalias. A Tabela 10 apresenta os 62 açudes estaduais em ordem decrescente de custo de recuperação de anomalias.2. 4.01 por barragem.148.000. sendo a quantidade dos serviços estimada e os preços unitários foram obtidos com base na tabela da SEINFRA (março/2006). ASF / SPPC / CATS 27 .32 por barragem 4.648.600. A Tabela 12 apresenta os 62 açudes estaduais em ordem decrescente de custo da recuperação no caso de arrombamento.835.319.590.00.178. O valor total do custo das demandas das gerências regionais para as 62 barragens estaduais foi de R$ 5.2.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . onde considerou-se um custo de R$ 10.2. G = R$ 4.3 CUSTO DA RECUPERAÇÃO NO CASO DE ARROMBAMENTO A terceira estimativa se refere ao custo da recuperação da barragem no caso de arrombamento.929. os valores foram obtidos a partir das demandas dos gerentes. O valor total do custo de recuperação das anomalias para as 62 barragens estaduais foi de R$ 1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 4.53 por barragem.

00 12 0 0 12 14.7 23.00 TATAJUBA 16.00 9 8 0 41 22.20 385.00 T 2.90 660.7 18.82 CUPIM 10.50 ADAUTO BEZERRA 14.807.050.422.5 5.5 2.5 6.60 FLOR DO CAMPO 21.00 3 2 0 11 8.624.935.00 475.60 AP 4.250.800.5 2.5 2.00 557.5 2.5 2.879.00 2 1 0 6 35.5 7.00 GAVIÃO 16.00 27.96 5.00 SANTO ANTÔNIO 13.5 7.5 7.68 72.00 0.00 T 13.5 10.20 20.5 2.5 2.112.14 56.5 3.412.0 7.7 111.50 267.952.61 480.0 2.00 4 0 0 4 19.00 75.330.00 JABURU II 16.3 13.0 1.302.00 T 2.0 3.00 QUANDÚ 19.200.3 12.614.200.50 111.5 4.800.0 1.00 41.0 2.600.20 498.342.236.00 4 5 0 24 800.0 5.00 ROSÁRIO 20.0 3.0 2.00 T 565.00 CARACAS 17.8 13.00 UBALDINHO 18.5 1.0 1.811.5 1.80 116.00 T 14.00 12 44 4 Indice de PESO Vulnerabilid NPA ade (IV) 7.10 315.0 ASF / SPPC / CATS 28 .75 18.400.0 1.00 64.00 0 1 0 4 12.0 3.453.600.8 11.5 47.00 DO CORONEL 16.0 6.00 T 3.0 2.341.00 0.00 6.25 SANTA MARIA 11.5 3.32 SITIOS NOVOS 21.00 T 6.360.6 123.1 6.00 636.00 4 0 0 4 4.00 8 1 0 12 19.127.00 2 3 0 14 400.450.0 2.6 6.5 2.00 6 16 1 79 100.915.73 330.00 VIEIRÃO 22.00 T 666.60 0.50 232.0 6.3 3.818.894.70 31.0 26.80 T 1.0 8.00 1650.00 T 2.753.0 3.0 7.00 138.20 474.8 21.671.0 4.00 0 2 0 8 2.329.0 3.5 1.5 19.00 MONS.5 7.88 21.00 MALCOZINHADO 18.22 ITAÚNA 18.672.0 2.000.5 1.0 7.95 34.180.00 T 4.00 0 1 0 4 2.5 6.5 1.014.00 T 8.80 278.5 86.90 210.156.00 POTIRETAMA 11.00 T 1.0 1.50 0.40 2.0 5.67 47.90 180.00 600.6 21.800.5 1.835.000.5 2.250.868.000.00 T 5.0 2.8 32.00 69.00 0 2 0 8 7.00 8 0 0 8 28.00 5 2 2 31 12.00 63.00 ANGICOS T 18.00 T 3.003.00 T 3.50 13.84 32.00 436.82 65.0 1.1 12.711.5 6.50 116.00 3 8 0 35 40.36 T 1.00 COLINA 11.472.200.421.862.20 24.00 T 892.00 6 6 0 30 34.000.00 TE 4.00 166.23 T 6.382.00 170.00 770.072.3 19.00 5 8 0 37 45.63 2.13 31.5 6.00 2 0 0 2 1.5 13.50 194.0 2.00 SÃO JOSÉ I 10.0 5.00 T 3.00 TRAPIÁ III 12.200.50 63.0 7.0 2.00 3 1 0 7 12.30 683.2 197.64 123.00 T 1.86 5.883.302.00 3 4 0 19 7.0 1.50 CCR 7.38 41.0 2.200.57 T 2.5 13.00 T 18.0 2.00 BENGUÊ 23.000.112.250.00 4 3 0 16 37.00 TRAPIÁ I 13.5 8.00 8 5 0 28 60.600.300.901.242.576.00 T 2.000.5 9.346.400.217.00 CIPOADA 20.24 0.0 4.000.0 1.00 3 0 0 3 30.000.102.00 29.0 6.5 3.00 4.0 1.117.5 1.50 755.644.600.587.800.0 DATA DA ÚLTIMA VISTORIA 29/11/06 06/09/06 05/10/06 28/11/06 24/08/06 29/11/06 28/07/06 10/07/06 18/07/06 04/10/06 07/08/06 27/07/06 27/07/06 26/09/06 02/08/06 26/07/06 30/08/06 27/09/06 27/07/06 17/08/06 10/08/06 03/08/06 14/09/06 14/07/06 24/07/06 26/07/06 17/08/06 04/08/06 19/07/06 13/07/06 08/08/06 12/09/06 10/07/06 24/07/06 21/09/06 19/09/06 29/09/06 17/07/06 03/08/06 14/07/06 06/10/06 26/09/06 20/09/06 25/07/06 23/02/06 12/07/06 15/09/06 09/08/06 12/09/06 27/07/06 30/11/06 06/10/06 21/08/06 13/10/06 12/07/06 24/07/06 14/07/06 21/06/06 14/09/06 17/07/06 21/06/06 06/09/06 BACIA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 CURU LITORAL METROPOLITANA CURU CURU CURU BANABUIÚ MÉDIO JAGUARIBE COREAÚ METROPOLITANA PARNAÍBA BANABUIÚ BANABUIÚ PARNAÍBA PARNAÍBA BANABUIÚ COREAÚ BANABUIÚ BANABUIÚ PARNAÍBA PARNAÍBA PARNAÍBA CURU MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ PARNAÍBA PARNAÍBA MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE COREAÚ METROPOLITANA MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE COREAÚ ACARAÚ SALGADO ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA METROPOLITANA METROPOLITANA ACARAÚ MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA METROPOLITANA METROPOLITANA MÉDIO JAGUARIBE SALGADO METROPOLITANA SALGADO METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA SALGADO ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA SALGADO PROPR.0 1.638.25 5.8 11.250.842.598.00 3.00 T 1.364.40 270.01 30.00 1600.000.3 9.0 4.00 11 1 0 15 25.606.53 T 1.40 26.5 6.00 117.0 9.72 46.255.00 SOUZA 19.00 4 3 0 16 24.110.686.000.00 180.760.5 4.20 77.5 2.934.5 6.67 18.0 1.5 2.250.950.00 T JERIMUM 23.0 1.50 34.05 12.20 135.5 1.880.552.0 5.50 19.200.40 SÃO JOSÉ II 19.0 1.90 1367.5 5.5 74.648.63 21.600.20 1161.980.5 1.624.37 1298.00 78.00 0.099.365.00 15 2 0 23 48.5 1.00 405.0 34.66 1033.0 2.0 3.0 4.5 6.16 2.0 30.375.0 3.25 380.0 3.00 CAPITÃO MOR 22.5 4.0 10.160.5 1.50 346.00 23.13 325.0 62.402.0 5.09 87.200.50 8.0 5.972.0 240.5 1.400.0 2.5 4.56 6.8 6.0 6.00 9 10 0 49 58.400.0 1.60 0.5 5.1 87.807.00 ACARAPE DO MEIO AP 33.00 329.5 3.672.0 1.4 19.00 ARREBITA 17.00 T 5.00 1 1 0 5 10.00 0.00 0 0 0 0 200.00 18.50 1818.00 8.00 T 4.000.0 3.80 1130.450.00 10.5 5.0 3.00 4.5 9.0 16.5 4.00 770.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Tabela 10 – 62 Açudes Estaduais Priorizados pelo Custo de Recuperação das Anomalias por Magnitude CUSTO DA DEMANDAS TIPO DE ALTURA EXTENSÃO RECUPERAÇÃO DO RECUPERAÇÃO BARRAGEM (M) (M) ARROMBAMENTO 2006 (R$) (*) (R$) EMERGENCIA 1.00 6 11 1 59 76.20 1054.352.00 21 5 0 41 52.0 3.0 1.00 T 582.942.20 197.000.69 111.00 T 3.00 T 3.714.8 47.500.5 2.00 5 0 0 5 47.00 4 6 0 28 22.50 282.0 5.00 2 0 0 2 200.000.800.00 401.80 375.10 6.400.178.00 T 2.00 742.40 19.0 10.148.6 0.40 101.00 1960.0 1.775.000.0 2.000.506.00 5 2 0 13 3.00 3 6 0 27 36. TABOSA 23.5 63.0 2.200.00 ARNEIROZ II 34.3 380.600.0 3.706.782.8 7.200.120.612.00 T 7.95 222.00 CARMINA 19.00 2 3 0 14 600.00 CANOAS 48.00 3 2 0 11 6.11 2.354.00 9 1 0 13 40.111.182.7 31.091.0 3.13 320.00 T 4.30 13.00 170.0 170.000.00 T 5.00 T 1.195.00 OLHO D'ÁGUA 25.179.80 850.472.00 240.08 300.00 99.000.00 T 1.200.5 4.200.00 15.543.756.53 74.0 1.5 4.00 T 3.00 0 1 0 4 200.60 RIACHÃO 22.00 SUCESSO 10.25 4.00 7 3 0 19 36.000.00 3 1 0 7 8.8 5.00 10 6 0 34 10.1 56.00 T 1.403.915.0 27.50 295.606.635.00 4 1 0 8 400.00 7.80 GANGORRA 20.307.00 T 4.102.51 387.525.0 1.00 CAUHIPE 11.0 3.600.00 1.000.2 8.1 2.5 1.800.10 SÃO DOMINGOS 12.0 2.83 47.000.02 CASTRO 25.38 0.179.00 20.70 230.5 1.879.522.5 4.14 697.5 10.5 2.50 195.0 3.0 2.5 1.376.00 MADEIRO 15.50 6.0 3.459.0 2.158.0 1.404.90 20.486.0 1.000.00 CANAFÍSTULA 14.80 TRAPIÁ II 27.00 350.413.3 5.214.00 T 5.90 606.250.312.80 3.50 340.079.02 62.0 3.0 1.60 149.00 T 3.54 47.00 0.2 77.0 3.5 5.30 464.00 MUQUÉM 27.00 HIPÓLITO 14.809.800.00 T 886.00 81.50 270.0 10.412.04 4.306.782.5 3.200.81 11.60 39.00 2.5 3.2 3.84 20.50 16.33 12.00 58.00 PACOTI 27.80 270.00 0.628.3 3.00 VALÉRIO 19.5 2.3 3.00 T 1.5 4.00 330.00 668.250.681.25 1055.0 1.5 1.000.00 T 3.0 2.42 533.2 37.200.0 2.688.00 BARRA VELHA 17.221.852.240.318.00 4 0 0 4 22.800.3 12.88 34.00 9 2 0 17 24.00 17 1 0 21 14.5 1.52 86.072.3 4.60 355.555.00 JABURU I 47.93 16.00 T 2.20 8.824.0 2.933.400.0 3.00 115.88 43.19 3.00 15 8 2 65 93.600.00 T PACAJUS 15.812.00 FAÉ 20.0 1.184.600.5 6.00 20 2 0 28 92.8 PESO CAP 1.250.5 10.00 T 10.33 19.50 25.00 7 2 0 15 27.400.0 7.159.00 T 4.20 37.70 23.00 5 0 0 5 32.5 7.00 267.0 10.5 4.315.5 6.400.00 9 8 0 41 68.272.000.00 2000.00 CARNAUBAL 17.5 1.00 TIGRE 15.00 ARACOIABA 35.3 3.800.933.936.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .9 210.580.0 2.8 2.556.3 2.80 670.8 18.00 0 4 0 16 4.00 CACHOEIRA 25.55 244.692.630.00 T 4.000.1 31.00 PENEDO 12.00 PIRABIBU 18.6 2.7 47.00 3 13 0 55 50.00 0 1 0 4 4. Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado CAP (hm3) CAP (hm3) 3.0 3.031.700.6 29.84 AÇUDE MAGNITUDES I 0 0 3 0 0 0 0 0 0 7 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 1 0 0 4 1 0 3 0 2 7 0 2 0 1 6 0 1 4 0 3 3 0 0 2 2 3 0 0 2 4 2 3 4 2 1 1 2 77 P 0 4 5 1 0 1 10 13 3 1 0 7 5 2 1 7 0 0 9 0 0 3 4 9 9 13 0 0 14 2 1 8 17 11 0 1 1 1 1 14 3 1 0 7 17 5 3 4 0 10 8 5 0 0 8 4 3 2 2 1 1 1 263 M 15 18 0 22 30 12 7 14 16 9 10 7 10 8 8 8 14 10 5 9 8 13 14 7 6 3 2 8 4 9 1 1 8 6 1 6 2 4 4 2 3 2 0 1 2 3 3 2 0 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 362 G 18 16 23 12 4 11 11 7 5 8 7 8 6 6 6 5 2 4 6 4 4 1 0 3 3 4 5 2 3 1 5 4 0 0 3 0 2 1 1 1 1 1 2 1 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 218 CUSTO DA Nível de NÍVEL DE PERIGO RECUPERAÇÃO Perigo das MAGNITUDES (*) Anomalias 1 2 3 (R$) (NPA) 102.0 5.440.4 2.732.00 CATUCINZENTA 16.719.00 RIVALDO DE CARVALHO 19.0 5.0 3.00 105.00 9.711.00 7.55 29.00 10.00 0 0 0 0 24.459.00 137.0 69.000.042.0 2.408.00 7 0 0 7 3.75 68.50 591.000.9 20.0 99.8 3.40 440.200.5 116.156.00 T 4.00 T 1.00 2 0 0 2 1.0 20.00 16 1 0 20 7.5 1.80 T 7.00 T 0.00 267.50 2.331.600.00 3 3 0 15 12.00 T 25.782.00 T 5.5 2.0 10.0 7.13 14.0 1.5 5.812.00 PARAMBU 20.

0 21.5 1.00 ARNEIROZ II 34.00 GAVIÃO 16.5 19.003.00 RIACHÃO 22.84 210.57 T 2.0 13.5 6.53 34.00 15 2 0 23 36.000.0 2.050.00 T 4.7 6.0 8.580.50 8.55 9.5 1.00 T 25.00 TRAPIÁ III 12.400.00 267.73 330.302.00 9 1 0 13 12.824.00 2 1 0 6 22.800.23 T 6.5 2.33 69.195.00 T 3.000.400.00 770.00 10.00 T 2.20 474.00 VALÉRIO 19.0 47.90 56.00 401.00 23.00 63.0 13.80 1.318.00 475.800.200.00 27.50 194.00 ARREBITA 17.0 16.5 2.00 8 1 0 12 36.52 13.412.00 CAUHIPE 11.80 375.000.0 4.472.0 7.55 244.0 3.40 CARACAS 17.5 3.250.00 T 5.200.0 3.0 3.00 0 0 0 0 28.01 20.0 3.84 10.90 1367.00 4 3 0 16 92.81 111.00 T 892.000.30 30.936.5 9.0 3.0 1.1 2.6 7.00 3 4 0 19 4.00 T 1.5 6.0 1.5 3.00 4 3 0 16 8.00 12 44 4 Indice de PESO Vulnerabilid NPA ade (IV) 1.0 1.0 6.00 SITIOS NOVOS 21.13 325.0 1.00 5 0 0 5 45.600.11 380.0 6.0 6.0 77.00 19.5 1.32 CASTRO 25.00 0 1 0 4 7.120.000.00 TATAJUBA 16.159.644.711.5 5.700.00 0 0 0 0 1.00 10 6 0 34 7.20 498.00 2000.5 1.719.00 267.000.0 3.00 CIPOADA 20.0 1.0 7.408.400.00 15 8 2 65 3.883.0 7.14 697.0 4.00 3 3 0 15 24.00 23.00 8 0 0 8 3.00 T 4.5 4.0 3.000.20 1054.0 1.56 7.5 7.606.14 6.5 5.079.00 8.0 4.00 T 3.178.0 2.364.0 ASF / SPPC / CATS 29 .812.200.0 2.00 T 2.0 11.413.8 6.00 77.00 OLHO D'ÁGUA 25.00 T 4.0 3.00 TIGRE 15.83 2.50 16.0 5.00 6 16 1 79 100.00 T 1.0 1.5 4.2 47.10 2.5 2.00 81.800.0 1.00 T 1.3 9.0 4.1 13.00 T 5.0 5.00 MONS.00 CANAFÍSTULA 14.00 ITAÚNA 18.00 ADAUTO BEZERRA 14.156.00 CARMINA 19.315.5 5.0 2.600.681.360.5 2.00 0.450.40 440.3 4.200.3 2.112.0 PESO CAP 6.22 MUQUÉM 27.0 7.0 4.00 CATUCINZENTA 16.3 30.8 10.00 137.00 78.8 210.00 PENEDO 12.00 SANTO ANTÔNIO 13.00 T 10.354.95 47.00 T 1.127.576.0 1.5 1.672.90 660.000.75 68.240.20 11.732.148.600.500.10 QUANDÚ 19.00 12 0 0 12 7.50 SÃO JOSÉ II 19.5 1.5 2.00 T 4.80 278.0 2.0 7.0 2.50 86.5 2.00 18.182.60 CAPITÃO MOR 22.714.50 346.00 MADEIRO 15.5 2.24 0.221.807.5 1.5 7.00 742.031.93 16.3 5.5 10.400.5 2.00 0 4 0 16 34.00 5 0 0 5 200.00 SUCESSO 10.60 0.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .5 1.000.179.00 T 2.04 4.00 5 8 0 37 400.5 4.5 6.4 197.3 5.5 4.00 2 0 0 2 102.5 2.00 T 13.00 3 1 0 7 24.000.400.2 11.00 5 2 0 13 35.472.5 86.00 123.000.5 12.630.4 12.00 T 8.00 0.00 TRAPIÁ I 13.0 3.000.09 170.3 0.782.00 GANGORRA 20.90 20.00 350.00 15.200.000.606.0 1.63 87.00 CUPIM 10.8 1.200.1 6.00 7 3 0 19 22.40 26.95 222.20 135.5 34.8 5.0 4.00 105.00 1960.00 TE 4.5 4.00 58.0 23.61 480.117.20 240.00 T 14.600.102.80 1.00 7.760.00 329.200.800.00 T 886.250.341.0 3.25 1055.156.40 12.00 T 582.50 267.60 39.90 606.00 166.0 2.00 405.80 T 7.5 7.250.0 3.0 3.242.5 1.00 T 1.950.0 3.00 T 34.6 63.0 5.072.00 4 0 0 4 93.40 197.7 6.624.217.5 3.00 CARNAUBAL 17.00 9 2 0 17 12.3 8.933.00 2 0 0 2 1.0 2.0 2.00 1650.20 3.08 300.5 4.8 2.00 RIVALDO DE CARVALHO 19.0 2.00 75.111.67 47.312.0 7.7 5.00 0 1 0 4 200.00 T 3.5 3.600.00 0.5 3.5 6.800.00 T 1.112.556.88 43.00 3 0 0 3 2.382.000.879.2 3.16 FLOR DO CAMPO 21.5 2.0 7.811.00 9 8 0 41 10.00 3 8 0 35 40.82 65.000.5 13.901.00 3 2 0 11 14.00 8 5 0 28 48.0 1.0 2.00 T 5.00 99.329.00 668.5 3.00 138.00 29.0 1.600.402.00 0.5 7.67 6. CUSTO DA DEMANDAS TIPO DE RECUPERAÇÃO DO RECUPERAÇÃO ALTURA EXTENSÃO BARRAGEM ARROMBAMENTO 2006 (R$) (M) (M) (*) (R$) EMERGENCIA 5.00 T 1.346.0 5.00 T 3.852.672.80 850.0 1.440.688.50 37.5 37.800.000.00 7 2 0 15 600.6 87.879.72 6.00 180.184.20 47.0 6.352.00 T 565.00 330.60 JERIMUM 23.70 230.842.818.624.8 5.0 10.50 CCR 7.0 21.8 18.00 T 3.0 5.00 770.00 4 0 0 4 68.80 270.0 6.00 SANTA MARIA 11.756.86 5.00 POTIRETAMA 11.96 29.753.306.5 3.179.0 1.0 99.000.862.5 3.00 117.671.84 AÇUDE MAGNITUDES I 0 3 0 2 2 2 3 7 0 4 0 7 1 1 0 1 0 0 0 0 3 0 4 0 0 2 0 0 3 1 3 0 1 4 0 0 0 0 0 0 0 3 0 0 0 0 1 2 4 0 0 0 0 0 0 0 6 0 2 2 2 1 77 P 3 5 0 0 1 11 5 1 0 14 3 0 13 1 1 1 9 1 0 4 3 7 2 3 5 2 0 4 8 9 8 0 2 0 3 4 0 5 2 1 0 17 17 0 1 0 1 1 8 13 1 1 0 10 7 9 14 7 0 10 4 1 263 M 3 0 8 1 2 6 3 9 14 4 3 1 3 2 1 4 6 6 2 14 0 7 0 13 1 0 15 18 1 5 1 10 9 0 16 2 9 10 8 4 1 2 8 8 12 10 0 0 0 14 8 22 30 7 8 7 2 1 0 1 0 0 362 G 0 23 4 0 2 0 0 8 2 3 1 3 4 1 5 1 3 0 5 0 0 8 0 1 0 0 18 16 0 6 4 4 1 2 5 0 4 6 6 1 0 0 0 2 11 7 0 0 0 7 6 12 4 11 5 3 1 1 1 0 0 0 218 CUSTO DA Nível de NÍVEL DE PERIGO RECUPERAÇÃO Perigo das MAGNITUDES (*) Anomalias 1 2 3 (R$) (NPA) 6.00 46.00 0.00 PACOTI 27.5 10.300.894.9 20.82 PARAMBU 20.5 3.00 0.0 18.3 3.0 2.972.5 1.00 CACHOEIRA 25.36 T 1.00 T 3.60 355.50 282.5 2.5 10.05 13.00 4 1 0 8 30.800.628.812.014.00 4.0 3.2 240.1 380.980.80 670.00 6 11 1 59 76.0 1.00 T 3.00 115.42 533.00 2 3 0 14 47.00 16 1 0 20 19.60 149.5 2.80 1130.88 34.50 19.00 4 0 0 4 12.00 21.272.02 MALCOZINHADO 18.00 T 4.8 111.5 1.64 63.0 2.70 5.53 T 1.40 270.0 DATA DA ÚLTIMA VISTORIA 15/09/06 05/10/06 10/08/06 13/10/06 29/09/06 24/07/06 12/07/06 04/10/06 30/08/06 19/07/06 06/10/06 21/09/06 26/07/06 26/09/06 08/08/06 03/08/06 24/07/06 19/09/06 17/08/06 14/09/06 14/07/06 27/07/06 21/06/06 03/08/06 06/10/06 14/09/06 29/11/06 06/09/06 30/11/06 27/07/06 12/09/06 27/09/06 13/07/06 20/09/06 18/07/06 09/08/06 17/08/06 27/07/06 26/09/06 17/07/06 21/08/06 23/02/06 10/07/06 04/08/06 29/11/06 07/08/06 21/06/06 06/09/06 12/07/06 10/07/06 02/08/06 28/11/06 24/08/06 28/07/06 26/07/06 14/07/06 14/07/06 25/07/06 12/09/06 27/07/06 24/07/06 17/07/06 BACIA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 METROPOLITANA METROPOLITANA PARNAÍBA METROPOLITANA SALGADO MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA COREAÚ MÉDIO JAGUARIBE METROPOLITANA COREAÚ BANABUIÚ METROPOLITANA COREAÚ BANABUIÚ ALTO JAGUARIBE ACARAÚ PARNAÍBA CURU ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ METROPOLITANA PARNAÍBA METROPOLITANA SALGADO CURU LITORAL SALGADO BANABUIÚ METROPOLITANA BANABUIÚ ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA COREAÚ METROPOLITANA PARNAÍBA BANABUIÚ PARNAÍBA ALTO JAGUARIBE SALGADO MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE PARNAÍBA CURU PARNAÍBA METROPOLITANA SALGADO ALTO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE PARNAÍBA CURU CURU BANABUIÚ BANABUIÚ MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE ACARAÚ METROPOLITANA MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE PROPR.486.80 T 1.50 755.54 116.648.00 2 3 0 14 200.00 17 1 0 21 24.506.00 1 1 0 5 25.0 31.00 T 3.00 BENGUÊ 23.0 3.635.00 FAÉ 20.51 387.880.00 9 8 0 41 60.00 CANOAS 48.933.70 62.5 5.0 27.421.20 1161.7 62.00 666.00 18.5 2.598.5 1.5 2.5 1.50 295.00 0 2 0 8 52.00 636.38 41.706.0 1.915.1 170.00 3 13 0 55 4. Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado CAP (hm3) CAP (hm3) 123.30 683.40 101.10 315.782.00 SOUZA 19.600.90 180.66 1033.5 2.00 3 1 0 7 22.00 T 6.543.403.934.50 232.375.200.0 2.200.00 T 7.00 JABURU I 47.00 2.365.20 20. TABOSA 23.00 PACAJUS 15.02 31.5 4.00 T 5.942.200.5 2.68 72.0 2.25 18.782.250.00 9 10 0 49 37.00 6.20 24.453.00 4.0 3.00 UBALDINHO 18.0 1.00 0 2 0 8 400.330.00 1600.69 20.50 111.00 SÃO DOMINGOS 12.638.13 320.0 19.915.60 32.0 3.807.000.25 19.600.099.00 VIEIRÃO 22.250.00 T 2.342.75 18.307.00 T BARRA VELHA 17.50 74.158.042.0 1.00 PIRABIBU 18.3 69.80 SÃO JOSÉ I 10.525.0 7.600.072.0 1.00 6 6 0 30 19.33 0.5 2.88 21.00 2.50 270.214.0 5.00 TRAPIÁ II 27.50 25.50 340.00 11 1 0 15 10.302.00 4 5 0 24 58.000.5 9.952.5 1.5 1.50 195.00 7 0 0 7 800.20 385.868.587.0 3.50 1818.25 4.400.160.0 6.6 9.250.00 3 6 0 27 27.1 31.63 2.0 10.250.000.522.255.711.0 1.00 T 4.9 56.00 20 2 0 28 32.236.800.0 10.5 4.3 5.809.00 436.00 ANGICOS T 18.19 3.7 20.0 1.0 47.00 T 3.686.00 T HIPÓLITO 14.0 2.60 AP 4.8 2.459.612.800.200.404.5 12.50 12.400.000.000.00 0 1 0 4 2.80 116.5 1.50 5.00 ARACOIABA 35.25 8.30 464.422.000.00 2 0 0 2 12.13 31.180.835.00 T 2.000.600.00 0 1 0 4 4.5 1.5 116.5 2.5 1.614.8 3.3 19.400.50 0.00 ROSÁRIO 20.00 JABURU II 16.37 1298.50 591.00 T 1.200.5 6.00 5 2 2 31 14.00 21 5 0 41 40.13 14.376.50 ACARAPE DO MEIO AP 33.00 T 0.5 1.00 T 3.00 T 2.00 4 6 0 28 8.692.102.0 3.6 32.000.5 1.000.459.00 T 2.935.5 3.0 29.00 3 2 0 11 50.0 1.331.250.0 2.00 41.412.38 0.8 10.0 2.0 26.775.8 8.5 2.200.6 2.552.00 64.3 3.0 2.00 T 4.200.0 5.110.5 74.00 DO CORONEL 16.00 COLINA 11.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Tabela 11 – 62 Açudes Estaduais Priorizados pelo Custo das Demandas das Gerências Regionais.00 170.00 600.091.2 3.00 557.450.0 1.555.

00 742.5 19.809.5 19.0 2.00 78.354.00 3 2 0 11 600.00 475.8 99.0 2.60 149.00 9 2 0 17 45.90 180.600.408.13 325.00 7 2 0 15 12.5 2.0 9.0 3.0 5.00 350.0 1.413.6 3.88 21.6 56.782.50 34.5 4.56 46.00 3 0 0 3 24.00 CACHOEIRA 25.543.5 1.600.00 T 2.0 2.0 4.00 2.00 T 2.300.00 267.5 8.450.6 47.0 1.5 87.302.240.00 CASTRO 25.5 3.3 PESO CAP 7.50 CCR 7.753.307.00 7.5 1.00 T 1.775.00 63.00 T 14.5 3.824.50 8.5 10.5 2.835.0 2.200.862.00 T 3.0 1.0 1.00 ACARAPE DO MEIO AP 33.5 3.200.500.598.8 3.5 1.00 PARAMBU 20.90 606.250.0 5.156.90 8.86 5.00 1960.0 10.000.000.0 1.555.73 330.00 5 2 0 13 40.72 4.459.719. Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado CAP (hm3) CAP (hm3) 210.5 5.5 2.00 FAÉ 20.0 6.00 7 0 0 7 2.95 222.00 FLOR DO CAMPO 21.02 11.53 1.00 RIACHÃO 22.50 25.00 3.600.60 355.00 TRAPIÁ III 12.00 SÃO JOSÉ II 19.0 7.32 BENGUÊ 23.00 2 0 0 2 102.16 QUANDÚ 19.5 5.08 300.00 6 11 1 59 28.00 13.00 T 3.5 2.00 5 8 0 37 7.5 ASF / SPPC / CATS 30 .360.00 7 3 0 19 2.000.0 1.14 697.272.000.127.8 9.00 0 0 0 0 12.0 3.0 170.236.00 JABURU II 16.148.22 TIGRE 15.50 755.0 1.0 5.0 5.3 37.55 244.81 4.00 64.0 7.36 T 1.00 8 5 0 28 92.5 1.000.635.5 5.00 T 4.00 T 0.000.80 270.00 329.84 9.8 3.7 4.1 116.95 123.00 T 2.8 5.600.688.25 7.5 DATA DA ÚLTIMA VISTORIA 07/08/06 26/09/06 17/07/06 29/09/06 06/10/06 20/09/06 04/10/06 14/07/06 04/08/06 12/07/06 14/07/06 06/10/06 15/09/06 26/07/06 14/09/06 08/08/06 24/07/06 27/07/06 29/11/06 28/11/06 14/09/06 19/09/06 30/08/06 21/08/06 09/08/06 28/07/06 27/09/06 03/08/06 06/09/06 10/08/06 17/08/06 21/09/06 25/07/06 21/06/06 03/08/06 24/07/06 12/09/06 17/07/06 12/07/06 26/07/06 05/10/06 19/07/06 27/07/06 18/07/06 10/07/06 06/09/06 12/09/06 13/07/06 24/07/06 27/07/06 13/10/06 29/11/06 24/08/06 17/08/06 14/07/06 21/06/06 30/11/06 02/08/06 26/09/06 27/07/06 23/02/06 10/07/06 BACIA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 PARNAÍBA METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE SALGADO METROPOLITANA METROPOLITANA METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE PARNAÍBA ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA METROPOLITANA BANABUIÚ SALGADO COREAÚ ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ CURU CURU CURU ACARAÚ COREAÚ SALGADO METROPOLITANA BANABUIÚ BANABUIÚ BANABUIÚ SALGADO PARNAÍBA PARNAÍBA COREAÚ ACARAÚ METROPOLITANA PARNAÍBA ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ METROPOLITANA MÉDIO JAGUARIBE BANABUIÚ COREAÚ MÉDIO JAGUARIBE LITORAL METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE METROPOLITANA CURU CURU PARNAÍBA MÉDIO JAGUARIBE METROPOLITANA SALGADO PARNAÍBA PARNAÍBA BANABUIÚ MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE PROPR.217. CUSTO DA DEMANDAS TIPO DE RECUPERAÇÃO DO RECUPERAÇÃO ALTURA EXTENSÃO BARRAGEM ARROMBAMENTO 2006 (R$) (M) (M) (*) (R$) EMERGENCIA 25.525.648.00 23.00 10 6 0 34 24.00 PIRABIBU 18.20 474.5 2.0 12.894.5 3.00 T 5.1 47.0 7.50 111.179.00 4.412.00 SUCESSO 10.0 1.472.0 1.60 39.5 3.2 380.5 1.40 440.800.760.421.486.52 18.20 498.0 6.0 2.00 T 4.50 19.11 6.644.00 21.50 295.00 T 666.00 TATAJUBA 16.000.0 6.0 11.8 3.0 1.00 3.14 240.400.606.600.00 T 3.700.00 CARNAUBAL 17.00 3 6 0 27 93.00 CAPITÃO MOR 22.0 16.315.20 62.102.5 18.63 20.00 T 2.400.00 6 16 1 79 76.60 CATUCINZENTA 16.3 10.90 69.811.000.00 T 8.195.072.00 PACOTI 27.3 3.00 JABURU I 47.20 20.00 267.556.40 101.66 1033.00 770.868.70 29.5 26.5 2.00 770.3 7.450.00 HIPÓLITO 14.000.00 T 2.942.879.00 0.00 T 0.980.00 T ANGICOS T 18.13 320.00 5.5 4.80 99.3 6.00 4 3 0 16 40.200.5 2.90 1367.00 137.800.5 2.341.400.0 3.00 PENEDO 12.40 26.800.756.00 401.84 20.00 CIPOADA 20.00 170.0 12.67 0.0 3.54 2.600.000.00 T 3.0 123.00 T 5.0 7.00 4 1 0 8 3.60 CUPIM 10.01 10.20 20.00 180.1 74.0 4.3 111.50 195.00 10.671.242.587.0 2.042.0 7.00 405.400.000.00 SOUZA 19.915.00 18.180.5 63.375.00 17 1 0 21 100.0 6.00 21 5 0 41 1.0 4.80 T 1.0 3.00 5 0 0 5 27.8 13.84 AÇUDE MAGNITUDES I 0 1 1 2 0 4 7 6 0 3 3 0 0 1 2 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 2 0 0 7 0 1 0 2 2 0 4 0 3 4 1 0 0 0 3 1 2 2 2 0 0 0 0 4 3 0 0 0 3 0 77 P 0 1 1 1 3 0 1 14 0 5 3 5 3 13 2 1 9 5 1 1 4 1 0 0 4 10 0 1 1 0 0 0 7 1 3 4 0 1 8 7 5 14 9 3 17 4 8 2 11 10 0 0 0 0 9 2 8 1 2 7 17 13 263 M 10 2 0 2 3 0 9 2 8 3 0 1 3 3 0 1 6 10 12 22 14 6 14 1 2 7 10 4 0 8 2 1 1 0 13 0 0 4 0 8 0 4 5 16 8 18 1 9 6 1 1 15 30 9 7 0 1 8 8 7 2 14 362 G 7 1 0 2 1 2 8 1 2 0 0 0 0 4 0 5 3 6 11 12 0 0 2 0 0 11 4 1 0 4 5 3 1 0 1 0 1 1 0 5 23 3 6 5 0 16 4 1 0 0 0 18 4 4 3 0 0 6 6 8 0 7 218 CUSTO DA Nível de NÍVEL DE PERIGO RECUPERAÇÃO Perigo das MAGNITUDES (*) Anomalias 1 2 3 (R$) (NPA) 48.00 600.8 3.00 5 2 2 31 10.552.0 1.60 ITAÚNA 18.55 3.8 2.00 T 4.346.0 2.00 2000.440.20 380.159.00 3 1 0 7 200.5 4.364.5 3.00 T 3.80 1130.10 74.00 3 3 0 15 36.0 2.5 5.812.933.00 CAUHIPE 11.00 CARACAS 17.0 2.33 37.09 47.7 29.5 3.302.00 2 3 0 14 3.935.472.800.20 1054.00 VIEIRÃO 22.00 T ARNEIROZ II 34.00 ROSÁRIO 20.600.00 T 3.00 58.5 1.00 2 1 0 6 12.0 2.80 670.50 MONS.51 387.0 7.184.8 2.0 7.00 11 1 0 15 400.5 3.2 62.00 T 565.00 0 1 0 4 12.00 12 44 4 Indice de PESO Vulnerabilid NPA ade (IV) 1.00 117.330.459.00 TRAPIÁ II 27.0 5.00 3 4 0 19 200.255.68 72.5 5.82 SÃO JOSÉ I 10.0 1.0 10.681.6 27.80 SANTA MARIA 11.5 13.7 197.214.0 2.00 T 1.250.30 47.00 4 3 0 16 400.50 63.0 23.453.000.5 13.000.5 9.880.5 2.5 6.8 4.506.5 2.000.80 278.00 0.00 PACAJUS 15.00 T 4.879.80 375.0 1.0 3.25 1055.0 31.412.250.200.00 6.3 47.00 436.936.000.00 2 3 0 14 4.901.072.00 0.20 135.00 T 886.00 T 1.00 0 1 0 4 1.50 232.5 1.96 12.50 591.50 1818.02 MADEIRO 15.00 3 2 0 11 8.5 7.091.178.60 AP 4.5 7.365.614.0 2.6 20.3 10.0 31.0 6.000.53 T 1.13 14.00 T 6.33 6.0 4.382.0 1.714.0 10.5 2.00 3 13 0 55 19.0 3.50 13.200.13 116.5 6.00 8.0 7.00 0 2 0 8 50.00 557.331.1 34.00 T 4.0 3.00 9 8 0 41 34.807.706.0 1.5 1.158.711.318.0 3.818.00 SÃO DOMINGOS 12.0 1.00 31.00 0.64 19.00 T 3.67 47.00 CANOAS 48.003.00 T 1.0 1.50 346.25 111.00 23.0 2.00 ADAUTO BEZERRA 14.24 0.00 T 1.000.10 TRAPIÁ I 13.576.5 1.0 8.638.38 41.800.628.0 2.692.1 240.19 30.0 4.0 5.00 115.5 1.5 1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .20 385.5 6.342.711.200.5 5.4 2.05 34.00 CANAFÍSTULA 14.0 6.800.915.0 3.400.00 OLHO D'ÁGUA 25.80 T 7.200.842.0 1.63 56.00 105.00 5 0 0 5 8.9 69.5 4.0 1.75 18.00 T 10.00 4 5 0 24 37.82 65.933.376.00 15 8 2 65 19.0 3.5 3.624.00 POTIRETAMA 11.934.812.00 29.250.00 8 0 0 8 800.50 340.5 2.00 16 1 0 20 58.110.88 43.00 3 1 0 7 7.672.42 533.00 GAVIÃO 16.580.102.179.00 UBALDINHO 18.00 81.000.221.000.5 6.883.5 1.312.00 4.686.50 270.099.40 COLINA 11.57 T 2.0 10.6 19.88 34.014.250.5 1.352.612.0 4.522.852.00 0 1 0 4 30.04 2.00 TE 4.00 JERIMUM 23.112.00 9 10 0 49 36.00 41.5 1.000.0 3.182.0 3.70 230.00 31.9 8.403.0 6. TABOSA 23.0 1.0 1.112.2 30.0 3.5 1.402.111.5 4.732.00 138.50 0.5 18.50 87.3 5.50 16.400.0 12.807.00 12.000.250.2 86.672.00 8 1 0 12 22.40 32.422.00 6 6 0 30 52.00 T 5.25 18.20 86.5 2.5 5.50 194.00 166.2 20.90 660.0 1.00 GANGORRA 20.4 32.00 668.00 VALÉRIO 19.5 2.00 9 1 0 13 47.00 T 1.5 6.70 197.200.00 15 2 0 23 10.83 5.404.00 T 892.00 12 0 0 12 4.782.00 4 0 0 4 7.600.952.00 75.031.250.5 1.10 315.600.7 0.00 20 2 0 28 22.50 2.200.00 0 0 0 0 14.630.20 24.00 T 1.00 0.69 77.000.200.00 ARACOIABA 35.0 4.00 T 4.5 3.38 0.200.00 T 582.00 T 5.00 2 0 0 2 32.00 T 2.3 11.200.80 SANTO ANTÔNIO 13.0 1.200.0 3.00 RIVALDO DE CARVALHO 19.40 2.0 9.0 4.5 2.40 270.0 2.00 4.00 15.80 116.00 T 1.00 T 5.37 1298.800.00 0.600.00 T 13.00 4 6 0 28 14.1 6.0 1.5 3.0 2.00 MUQUÉM 27.00 9 8 0 41 35.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Tabela 12 – 62 Açudes Estaduais Priorizados pelo Custo da Recuperação no Caso de Arrombamento.00 CARMINA 19.00 3 8 0 35 68.050.61 480.079.50 267.782.3 6.75 68.00 1650.80 850.306.00 MALCOZINHADO 18.00 T 1.0 21.0 7.5 2.800.156.329.0 1.00 636.400.0 13.8 6.00 2 0 0 2 22.400.00 T 3.00 T 7.30 464.00 0 4 0 16 60.25 210.5 2.7 77.120.00 BARRA VELHA 17.00 1 1 0 5 200.00 T 3.5 1.00 170.800.200.5 2.00 T 2.000.624.0 2.00 DO CORONEL 16.950.000.5 1.30 683.93 16.0 1.60 27.972.00 0 2 0 8 6.5 2.50 282.000.0 5.3 2.5 2.00 1600.0 2.00 SITIOS NOVOS 21.00 ARREBITA 17.5 2.8 21.0 5.160.23 T 6.00 4 0 0 4 24.117.00 330.00 4 0 0 4 25.0 3.50 19.5 3.00 0 1 0 4 4.250.606.20 1161.0 10.000.00 6.

instrumentação. poder-se-á ajustar os custos por anomalia P. A partir das diferentes análises de custo (recuperação de anomalias. 5. quando o reservatório está na condição de menor nível de armazenamento. Desta forma. portão de madeira. As barragens foram hierarquizadas sob diferentes enfoques de custo. e no final desse período. mais eficiência na aplicação dos recursos e melhor entendimento para os tomadores de decisão. recuperação de passagem molhada. Por fim o custo de recuperação no caso de arrombamento recuperação das barragens considera uma situação extrema de ruptura da barragem. ficariam num orçamento a parte. respectivamente. verificou-se que o custo de recuperação do arrombamento é bem superior ao custo da recuperação das anomalias e da demanda das gerências. placa padrão. portão. cerca de proteção. Os custos das demandas das gerências. classificação do risco) é indispensável. CONCLUSÕES Tendo em vista o semi-árido nordestino ser caracterizado por chuvas concentradas no período de fevereiro a maio e que estas chuvas são condicionantes importantes nas solicitações sobre as barragens. tais como mergulho para inspeção e limpeza de comporta. mata-burro. Observa-se também que o custo das demandas das gerências regionais é cerca de 3 vezes superior ao custo da recuperação das anomalias. Esta diferença se deve a consideração de alguns itens não necessariamente relacionados às anomalias. Todo esforço anterior (inspeções periódicas. seria a estimativa por parte da gerência regional dos custos da recuperação das anomalias médias (resolvidas na gerência regional) e pequenas (resolvidas pelo AGIR) e por parte da GESIN das anomalias grandes (resolvidas pela GESIN). Um aperfeiçoamento dos métodos de estimativa de custo de recuperação das anomalias e de custo das demandas por gerencia regional. demanda das gerencias regionais e recuperação no caso de arrombamento).4 ANÁLISE DOS RESULTADOS As análises dos custos apresentados não apresentam uma correlação direta entre si.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . pois consideram aspectos diferentes. a GESIN-COGERH estabeleceu a realização de duas inspeções formais por período chuvoso anual nas barragens estaduais monitoradas. não relacionados às anomalias. por si só a segurança das estruturas. análise do comportamento. em que se pode inspecionar mais amplamente a área da barragem. Providências devem ser tomadas para que as medidas corretivas sejam implementadas dentro de ASF / SPPC / CATS 31 . antes e após o referido período. M e G da estimativa de recuperação das anomalias através do custo das demandas das gerências regionais referentes às anomalias. A análise de risco de um conjunto de barragens é uma robusta e defensável ferramenta para garantir mais segurança. quando se tem a carga hidráulica máxima atuante sobre a barragem. Antes do período chuvoso.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 4. O custo da recuperação das anomalias é determinado a partir do custo unitário estimados para os tamanhos das anomalias.2. O custo das demandas das gerências regionais leva em consideração itens não relacionados às anomalias. sendo 162 vezes e 52 vezes superior. mas não aumenta.

Deverá ser verificada a possibilidade de aperfeiçoamento da estimativa dos custos das demandas das gerências regionais associados às anomalias. para assim serem definidas às barragens a serem priorizadas nas ações de segurança de barragens. posteriores análises poderão indicar o aperfeiçoamento das mesmas. As análises de custo permitiram a hierarquização das barragens sob diferentes enfoques (recuperação das anomalias. Não foi observada correlações entre os métodos de análise. divulgação das ações realizadas através de publicações de trabalhos em congressos de engenharia. O resultado da hierarquização do risco deve se tornar um “documento vivo” o qual dever ser constantemente atualizado à medida que novas informações são acrescentadas e ações de recuperação são efetuadas. Por fim. recuperação no caso de arrombamento). deformações. ____________________ Alexandre de Sousa Fontenelle _______________________ Sarita de Paula Pereira Cavalcante a _____________________ Célio Augusto Tavares e Sales Gerente de Segurança e Infra-Estrutura Eng de Segurança de Obras Hídricas Engº de Segurança de Obras Hídricas o a o Eng Civil – CREA/CE 7197-D Eng Civil – CREA/PE 028723 –D Eng Civil – CREA/CE 7491-D ASF / SPPC / CATS 32 . análise dos estudos geotécnicos das obras de barramento para a câmara técnica de licença do Conselho de Recursos Hídricos do Ceará – CONERH. treinamentos de técnicos e AGIRs. percolação. e as circunstâncias em que cada metodologia se ajuste melhor. através do presente relatório. O custo das demandas das gerências apresentou-se cerca 3 vezes superior à estimativa de recuperação das anomalias. mesmo tratando-se de abordagens diferenciadas. seria o estabelecimento de critérios padrões de conversão das informações coletadas nas inspeções de campo (tamanho da anomalia e nível de perigo) em pontuações das variáveis correlatas consideradas no parâmetro V – Vulnerabilidade (confiabilidade das estruturas vertedouras.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . e o conseqüente ajuste do método de custo de recuperação das anomalias. Associadas ás análises de riscos e custo também foram relatadas as demais ações da GESIN: relacionadas a obras de recuperação. Um passo para o aperfeiçoamento da Matriz de Risco. No entanto.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos prazos aceitáveis. Como esperado o custo de recuperação no caso de arrombamento apresentou-se bem superior ao demais até cerca de 150 vezes. são apresentados aos tomadores de decisão os diferentes critérios de hierarquização de barragens pelo risco e pelo custo. demandas das gerências regionais. tomada d’água. deterioração). Adotou-se como uma classificação geral. Para efeito de análise das metodologias de risco observou-se razoável concordância nas barragens hierarquizadas. instrumentação de barragens. a média entre o IV e o PR.

OLIVEIRA. A.. C. S. Y. V. T (2007) – “Estabilização e Melhoria da Segurança de Vertedouros de Barragens do Estado do Ceará (Pacajus e Rosário)”. S. A. (2001a) – “Avaliação do Desempenho de Barragens no estado do Ceará”. [11] MENESCAL. FONTENELLE. A. A. Y. [6] FONTENELLE.... D. P. São Paulo. & SALES. V. S. A. F. Comitê Brasileiro de Barragens. CASTRO. FONTENELLE. T. N. A. FONTENELLE. T. A. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] FONTENELLE. OLIVEIRA. R. (2001b) – “Uma Metodologia para Avaliação do Potencial de Risco em Barragens do Semi-árido”. C. H. C. OLIVEIRA. (2005) – “Ações de Segurança de Barragens do Estado do Ceará com ênfase em Inspeções e Risco”. A. F. Y. S. FONTENELLE. & MIRANDA. São Luis. (2005ª) – “Obras de Recuperação e Intervenções de Segurança efetuadas na Fundação e Aterro Compactado da Barragem Jaburu I”. Goiânia. A. C. P.. A. D. S. XXIV Seminário Nacional de Grandes Barragens. P.. OLIVEIRA. (2006) – “Monitoramento de Segurança de Barragens por Instrumentação no Estado do Ceará”. Fortaleza. V. CAVALCANTE. XXIV Seminário Nacional de Grandes Barragens. V. João Pessoa. A. P. GESIN – Gerência de Segurança e Infraestrutura. B.. A. XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos. M.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .. XXVII Seminário Nacional de Grandes Barragens – Belém. S.. Fortaleza. V. XVI Simpósio de Recursos Hídricos no Nordeste. CARVALHO. [8] MI . P.. A. & SOUZA. V. Anais do III Simpósio sobre Instrumentação de Barragens. B. P. P. OLIVEIRA.. S. S. S. C. (2005b) – “Análise do Regime de Fluxo e das Condições de Segurança de uma Barragem de Terra sobre Rocha Sedimentar”. CASTRO. João Pessoa. D. [4] SOUZA. A. ASF / SPPC / CATS 33 . [3] SOUZA. (2004) – “Riscos e Ações de Segurança de Barragens no Estado do Ceará”. Y.. & VIEIRA. H... .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 6. SOUZA. CRUZ. R. & OLIVEIRA. Documento Interno. & OLIVEIRA. K. VIEIRA. XXVI Seminário Nacional de Grandes Barragens. M. B. [7] MENESCAL. R.Ministério de Integração Nacional (2005) – “Manual de Preenchimento de Ficha de Inspeção de Barragem” [10] COGERH – Companhia de Gestão de Recursos Hídricos (2005) – “Manual para o Preenchimento da Coluna Nível de Perigo (NP) no Check-List de Barragens de Terra”. FONTENELLE. [2] SALES. Y. P. A. S. D. V. C.. A. S. XVI Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos.. V. (2001a) e VIEIRA. A. A.Ministério de Integração Nacional (2002) – “Manual de Segurança e Inspeção de Barragens” [9] MI . A. K. C. [5] FONTENELLE.

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7. ANEXOS ASF / SPPC / CATS 34 .

Anexo 1: 7.4 Relação dos Açudes por Nível de Perigo das Anomalias _________________73 7. demandas das gerências regionais e recuperação no caso de arrombamento.1 Gráfico 1: Evolução Anual das Inspeções ____________________________36 7.1. NPA (nível de perigo das anomalias)).1.3 Quadro dos açudes inspecionados no período de janeiro a dezembro de 2006__________________________________________________________56 7.2 Relação de Vistorias por Gerência___________________________________39 7.1.1. b) Matriz de Risco ASF / SPPC / CATS 35 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.5 Tabela com os 62 açudes estaduais por ordem alfabética________________123 a) Custos de recuperação: anomalias.1.

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1 Gráfico 1: Evolução Anual das Inspeções ASF / SPPC / CATS 36 .

GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Evo u Inp (Ch st o c i f á o d ã s s -Li ç la õ k ua ç c lAn se e ) Data de Emissão: 8/2/2007 Proprietário: DNOCS 133 123 113 103 93 Quantitativo 83 73 63 53 43 33 23 13 3 2000 2001 2002 2003 Período 31 30 21 10 10 4 4 20 22 16 16 10 18 11 3 3 2004 2005 2006 2007 Inspeções Realizadas Açudes Inspecionados Proprietário: Estado 128 133 123 113 103 93 Quantitativo 83 73 63 53 43 33 23 13 3 2000 2001 2002 2003 Período 116 101 64 45 25 59 64 64 24 21 20 22 19 12 12 2004 2005 2006 2007 Inspeções Realizadas Açudes Inspecionados Proprietário: Particular .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer Gr.Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .

Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Evo u Inp (Ch st o c i f á o d ã s s -Li ç la õ k ua ç c lAn se e ) Data de Emissão: 8/2/2007 133 123 113 103 93 Quantitativo 83 73 63 53 43 33 23 13 3 2004 2005 Período 2 1 1 1 2 1 1 1 2006 Açudes Inspecionados 2007 Inspeções Realizadas .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer Gr.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .

2 Relação de Vistorias por Gerência ASF / SPPC / CATS 39 .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

1.2. Gerência Regional CRATEÚS – Junior ASF / SPPC / CATS 40 .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

dos S. Júnior TOTAL DE VISTORIAS: 12 1 . de Azevedo José Humberto O.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Jú r o i n Bacia: 27/9/2006 BANABUIÚ MONS. de Azevedo Francisco Rodrigues P. Júnior Bacia: 4/1/2006 13/1/2006 2/8/2006 3/8/2006 4/8/2006 7/8/2006 10/8/2006 11/8/2006 17/8/2006 17/8/2006 26/9/2006 PARNAÍBA REALEJO JABURU I CUPIM JABURU II FLOR DO CAMPO JABURU I BARRA VELHA REALEJO CARNAUBAL SUCESSO COLINA 11 Crateús Ubajara Independência Independência Novo Oriente Ubajara Independência Crateús Crateús Tamboril Quiterianópolis vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal José Humberto José Humberto José Humberto O. de Azevedo José Humberto O. S.Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN . TABOSA 1 Monsenhor Tabosa vistoria(s) Formal Francisco Rodrigues P. de Azevedo José Humberto O. de Azevedo José Humberto O. de Azevedo José Humberto O. de Azevedo José Humberto O. de Azevedo José Humberto O.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .

Gerência Regional CRATO – Yarley ASF / SPPC / CATS 42 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .2.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1.2.

Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r y e l r a Y Bacia: 23/1/2006 25/1/2006 26/1/2006 27/1/2006 21/8/2006 6/9/2006 11/9/2006 14/9/2006 29/9/2006 SALGADO CACHOEIRA ROSÁRIO UBALDINHO OLHO D'ÁGUA CACHOEIRA UBALDINHO PRAZERES ROSÁRIO OLHO D'ÁGUA TATAJUBA 10 Aurora Formal Ronaldo Alves Thiago Alves Antonio Araujo Thiago Alves Ronaldo Guedes Thiago Alves Thiago Alves Antônio Araújo Antônio Araujo Thiago Alves Lavras da Mangabeira Formal Cedro Várzea Alegre Aurora Cedro Barro Formal Formal Formal Formal Formal Lavras da Mangabeira Formal Várzea Alegre Icó vistoria(s) Formal Formal 30/11/2006 TOTAL DE VISTORIAS: 10 1 .

Margarida ASF / SPPC / CATS 44 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .3.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.2. Gerência Regional IGUATU .1.

GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 28/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Ma d i a g r Bacia: 12/7/2006 12/7/2006 13/7/2006 13/7/2006 13/7/2006 14/7/2006 14/7/2006 17/7/2006 17/7/2006 24/7/2006 24/7/2006 ALTO JAGUARIBE DO CORONEL MUQUÉM PAU PRETO VALÉRIO POÇO DA PEDRA BENGUÊ CANOAS ARNEIROZ II PARAMBU FAÉ RIVALDO DE CARVALHO 11 Antonina do Norte Cariús Potengi Altaneira Campos Sales Aiuaba Assaré Arneiroz Parambu Quixelô Catarina vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Mapurunga / Janilton Mapurunga / Jamilton Mapurunga / Jamilton Mapurunga / Janilton Mapurunga / Jamilton Mapurunga / Jamilton Mapurunga / Janilton Mapurunga / Jamilton Mapurunga / Jamilton Mupurunga / Jamilton Mapurunga / Jamilton TOTAL DE VISTORIAS: 11 1 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7. Gerência Regional LIMOEIRO DO NORTE – Chico ASF / SPPC / CATS 46 .4.2.1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Ch o c i Bacia: 26/7/2006 BANABUIÚ CIPOADA 1 Morada Nova vistoria(s) Formal Cipoada Bacia: 23/2/2006 10/7/2006 10/7/2006 14/7/2006 19/7/2006 24/7/2006 27/7/2006 MÉDIO JAGUARIBE SANTO ANTÔNIO ADAUTO BEZERRA MADEIRO POTIRETAMA CANAFÍSTULA SANTA MARIA TIGRE 7 Iracema Pereiro Pereiro Potiretama Iracema Ererê Solonópole vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Nonato / Fábio Deilton Deilton Fábio / Nonato Hermilson Barros / Eugilênio Nonato / Fábio Hermilson / Nonato e Antônio TOTAL DE VISTORIAS: 8 1 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.2.1. Gerência Regional METROPOLITANA – Berthier ASF / SPPC / CATS 48 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .5.

Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira / Eduardo César Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira 1 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE . Cláudio Gesteira .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Be e y h t r Bacia: 2/1/2006 3/1/2006 3/1/2006 5/1/2006 5/1/2006 5/1/2006 6/1/2006 26/1/2006 31/1/2006 8/2/2006 15/2/2006 15/2/2006 17/2/2006 19/2/2006 21/6/2006 21/6/2006 9/8/2006 10/8/2006 12/9/2006 12/9/2006 13/9/2006 14/9/2006 15/9/2006 20/9/2006 26/9/2006 4/10/2006 METROPOLITANA PACAJUS ARACOIABA TIJUQUINHA ACARAPE DO MEIO ACIOLI HIPÓLITO MALCOZINHADO CAUHIPE GAVIÃO SITIOS NOVOS CASTRO POMPEU SOBRINHO AMANARY PENEDO CATUCINZENTA HIPÓLITO MALCOZINHADO BATENTE PENEDO GAVIÃO AMANARY POMPEU SOBRINHO SITIOS NOVOS ACARAPE DO MEIO ARACOIABA CASTRO Pacajus Aracoiaba Baturité Redenção Guaiúba Acarape Cascavel Caucaia Pacatuba Caucaia Itapiúna Choró Maranguape Maranguape Aquiraz Acarape Cascavel Ocara Maranguape Pacatuba Maranguape Choró Caucaia Redenção Aracoiaba Itapiúna Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Cláudio Cládio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cládio Gesteira Cláudio Gesteira Cládio Gesteira Cládio Gesteira Cláudio Gesteira .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN . Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira .

Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Be e y h t r Bacia: 5/10/2006 6/10/2006 6/10/2006 METROPOLITANA PACAJUS PACOTI RIACHÃO CAUHIPE 0 3 Pacajus Horizonte Itaitinga Caucaia vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Cláudio Gesteira Cláudio Gesteira Eduardo César Cláudio Gesteira 13/10/2006 TOTAL DE VISTORIAS: 0 3 2 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .6.2. Gerência Regional PENTECOSTE – Fernando ASF / SPPC / CATS 51 .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1.

GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Fe o d a n r Bacia: 2/1/2006 5/1/2006 21/8/2006 23/8/2006 23/8/2006 24/8/2006 24/8/2006 24/8/2006 14/9/2006 CURÚ JERIMUM DESTERRO SERROTA CARACAS SÃO DOMINGOS DESTERRO TRAPIÁ I SOUZA JERIMUM CARACAS SÃO DOMINGOS SOUZA 12 Irauçuba Caridade Pentecoste Canindé Caridade Caridade Caridade Canindé Irauçuba Canindé Caridade Canindé vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Reginaldo e Marciana Marciana Marciana Marciana Marciana / Reginaldo Marciana / Reginaldo Marciana / Reginaldo Marciana / Reginaldo Marciana / Reginaldo Reginaldo / Marciana Marciana / Reginaldo Marciana / Reginaldo 28/11/2006 29/11/2006 29/11/2006 Bacia: 12/1/2006 7/8/2006 6/9/2006 14/9/2006 LITORAL MUNDAÚ POÇO VERDE QUANDÚ MUNDAÚ POÇO VERDE 5 Uruburetama Itapipoca Itapipoca Uruburetama Itapipoca vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Formal Krishna Marciana Marciana / Reginaldo Marciana / Reginaldo Reginaldo / Marciana 17/11/2006 TOTAL DE VISTORIAS: 17 1 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .

Gerência Regional QUIXERAMOBIM – Haroldo ASF / SPPC / CATS 53 .2.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.7.1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

Fernandes Fernando Genipo C.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Ha d l o r Bacia: 6/2/2006 8/2/2006 8/2/2006 8/2/2006 9/2/2006 9/2/2006 9/2/2006 26/7/2006 27/7/2006 27/7/2006 27/7/2006 28/7/2006 3/8/2006 9/8/2006 BANABUIÚ PIRABIBU JATOBÁ SÃO JOSÉ II TRAPIÁ II CAPITÃO MOR SÃO JOSÉ I VIEIRÃO SÃO JOSÉ II CAPITÃO MOR SÃO JOSÉ I TRAPIÁ II VIEIRÃO PIRABIBU JATOBÁ 14 Quixeramobim Milhã Piquet Carneiro Pedra Branca Pedra Branca Boa Viagem Boa Viagem Piquet Carneiro Pedra Branca Boa Viagem Pedra Branca Boa Viagem Quixeramobim Milhã vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Formal Adalberto Rocha Girão Adalberto Rocha Girão Adalberto Rocha Girão Adalberto Rocha Girão Adalberto Rocha Girão Adalberto Rocha Girão Adalberto Rocha Girão Fernando Genipo C. Fernandes Fernando Genipo C. Fernandes Fernando Genipo C.Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN . Fernandes Fernando Genipo C.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE . Fernandes TOTAL DE VISTORIAS: 14 1 . Fernandes Fernando Genipo C. C. Fernandes Fernando G.

8.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .2. Gerência Regional SOBRAL – Vicente ASF / SPPC / CATS 55 .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1.

Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReVi t p r o s c ã a n ç i a r rGe ld so o ê e a i Vistorias realizadas entre: 01/01/2006 e 30/11/2006 Data de Emissão: 27/3/2007 Data Barragem Município Tipo de Vistoria Vistoriado por Ge : a i c n ê r Vi t n e c Bacia: 25/7/2006 19/9/2006 ACARAÚ ARREBITA CARMINA 2 Forquilha Catunda vistoria(s) Formal Formal Aristeu / Arimatéia Aristeu Bacia: 18/7/2006 8/8/2006 22/8/2006 30/8/2006 21/9/2006 COREAÚ TRAPIÁ III GANGORRA MARTINÓPOLE ANGICOS ITAÚNA 5 Coreaú Granja Martinópole Coreaú Chaval vistoria(s) Formal Formal Formal Formal Formal Aristeu Aristeu / Arimatéia Aristeu / Arimatéia Aristeu / Arimatéia Aristeu TOTAL DE VISTORIAS: 7 1 .

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1.3 Quadro dos açudes inspecionados no período de janeiro a dezembro de 2006 ASF / SPPC / CATS 56 .

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .1. Gerência Regional CRATEÚS – Junior ASF / SPPC / CATS 57 .1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.3.

00 10.000.500.690.300.550.00 3.250.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 ) Gerente: Júnior BARRA VELHA CARNAUBAL COLINA CUPIM FLOR DO CAMPO JABURU I JABURU II MONS. TABOSA REALEJO SUCESSO TOTAL DE AÇUDES: 10 Independência Crateús Quiterianópolis Independência Novo Oriente Ubajara Independência Monsenhor Tabosa Crateús Tamboril Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado DNOCS Estado 99.00 111.550.00 210.00 12.000.00 87.00 116.00 TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 10 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .00 4.00 31.000.100.

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.3.2. Gerência Regional CRATO – Yarley ASF / SPPC / CATS 59 .1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

00 TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 6 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .00 31.800.00 21.330.00 47.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 ) Gerente: Yarley CACHOEIRA OLHO D'ÁGUA PRAZERES ROSÁRIO TATAJUBA UBALDINHO TOTAL DE AÇUDES: 6 Aurora Várzea Alegre Barro Lavras da Mangabeira Icó Cedro Estado Estado DNOCS Estado Estado Estado 34.500.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .00 32.00 2.200.720.000.

3. Gerência Regional IGUATU .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Margarida ASF / SPPC / CATS 61 .3.1.

250.00 TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 11 .060.00 47.Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .00 1.530.770.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .00 8.770.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 ) Gerente: Margarida ARNEIROZ II BENGUÊ CANOAS DO CORONEL FAÉ MUQUÉM PARAMBU PAU PRETO POÇO DA PEDRA RIVALDO DE CARVALHO VALÉRIO TOTAL DE AÇUDES: 11 Arneiroz Aiuaba Assaré Antonina do Norte Quixelô Cariús Parambu Potengi Campos Sales Catarina Altaneira Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado DNOCS DNOCS Estado Estado 197.00 52.00 19.00 1.00 23.560.400.00 69.000.020.00 19.643.520.00 2.

4.1.3.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7. Gerência Regional LIMOEIRO DO NORTE – Chico ASF / SPPC / CATS 63 .

090.810.00 6.00 13.00 86.00 3.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .80 832.866.110.00 TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 8 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .510.00 5.330.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 ) Gerente: Chico ADAUTO BEZERRA CANAFÍSTULA CIPOADA MADEIRO POTIRETAMA SANTA MARIA SANTO ANTÔNIO TIGRE TOTAL DE AÇUDES: 8 Pereiro Iracema Morada Nova Pereiro Potiretama Ererê Iracema Solonópole Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado 5.250.00 2.

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1.3.5.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . Gerência Regional METROPOLITANA – Berthier ASF / SPPC / CATS 65 .

900.00 0.00 12.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .00 11.00 27.Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .00 126.840.00 28.00 46.00 240.000.700.00 63.000.900.00 170.00 32.000.00 6.00 2.00 37.010.414.130.00 TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 17 .500.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 ) Gerente: Berthyer ACARAPE DO MEIO ACIOLI AMANARY ARACOIABA BATENTE CASTRO CATUCINZENTA CAUHIPE GAVIÃO HIPÓLITO MALCOZINHADO PACAJUS PACOTI PENEDO POMPEU SOBRINHO RIACHÃO SITIOS NOVOS TOTAL DE AÇUDES: 17 Redenção Guaiúba Maranguape Aracoiaba Ocara Itapiúna Aquiraz Caucaia Pacatuba Acarape Cascavel Pacajus Horizonte Maranguape Choró Itaitinga Caucaia Estado Estado DNOCS Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado DNOCS Estado Estado 31.950.977.540.000.000.00 380.00 143.

Gerência Regional PENTECOSTE – Fernando ASF / SPPC / CATS 67 .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.6.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .1.3.

00 3.Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .630.00 4.00 30.00 0.00 2.GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 ) Gerente: Fernando CARACAS DESTERRO JERIMUM MUNDAÚ POÇO VERDE QUANDÚ SÃO DOMINGOS SERROTA SOUZA TRAPIÁ I TOTAL DE AÇUDES: 10 Canindé Caridade Irauçuba Uruburetama Itapipoca Itapipoca Caridade Pentecoste Canindé Caridade Estado DNOCS Estado DNOCS DNOCS Estado Estado DNOCS Estado Estado 9.650.000.00 5.00 13.300.840.010.500.00 TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS: 10 .00 20.010.035.00 21.

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.7. Gerência Regional QUIXERAMOBIM – Haroldo ASF / SPPC / CATS 69 .3.1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE - Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN - GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer

QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p
Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 )

Gerente: Haroldo
CAPITÃO MOR JATOBÁ PIRABIBU SÃO JOSÉ I SÃO JOSÉ II TRAPIÁ II VIEIRÃO TOTAL DE AÇUDES: 7 Pedra Branca Milhã Quixeramobim Boa Viagem Piquet Carneiro Pedra Branca Boa Viagem Estado Particular Estado Estado Estado Estado Estado

6.000,00 1.070,00 74.000,00 7.670,00 29.140,00 18.190,00 20.960,00

TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS:

7

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos

7.1.3.8. Gerência Regional SOBRAL – Vicente

ASF / SPPC / CATS

71

GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Reo Hí id o r h n a p o u m sã cs d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE - Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN - GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer

QuAç Ine o s n rd e o d d i a u sc e s d a p
Período: 01/2006 a 11/2006 Data de Emissão: 23/4/2007 Barragem Município Proprietário Capacidade (m3 )

Gerente: Vicente
ANGICOS ARREBITA CARMINA GANGORRA ITAÚNA MARTINÓPOLE TRAPIÁ III TOTAL DE AÇUDES: 7 Coreaú Forquilha Catunda Granja Chaval Martinópole Coreaú Estado Estado Estado Estado Estado DNOCS Estado

56.050,00 19.600,00 13.628,00 62.500,00 77.500,00 23.200,00 5.510,00

TOTAL DE AÇUDES INSPECIONADOS:

7

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos

7.1.4 Relação dos Açudes por Nível de Perigo das Anomalias

ASF / SPPC / CATS

73

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.1. Nível de Perigo 3 ASF / SPPC / CATS 74 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .4.1.

Sangradouro/Vertedouro .Afundamentos e buracos 11 .Descalçamento da estrutura ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d CURÚ CARACAS 003 .Talude de Montante 02 .Rachaduras DESTERRO 004 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 3 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d BANABUIÚ JATOBÁ 002 .Coroamento 02 .Formigueiros.Erosão na área à jusante (erosão regressiva) SÃO DOMINGOS 004 .Barragem .Afundamentos e buracos SERROTA 002 .Erosões na base dos canais escavados 06 .Talude de Montante 03 . cupinzeiros ou tocas de animais 007 .Barragem .Barragem .Talude de Jusante 06 . cupinzeiros ou tocas de animais 004 .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 06 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Canais de Aproximação e restituição 05 .Barragem .Talude de Jusante 06 .Talude de Jusante 07 .Afundamentos e buracos ToBa lo a a i tp c r : 7 1 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 9/8 0 /20 6 AU AU M M PV AU M M PC M PC G 6 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 28 /11/20 6 0 AU G 2420 /8 0 / 6 DI G PC AU G G 29/11/20 6 0 PC G 21/8 0 /20 6 PC DI M M .Estrutura Fixação da Soleira 04 .Rachadura/afundamento (laje de concreto) 05 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Formigueiros.Sangradouro/Vertedouro .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 008 .Sangradouro/Vertedouro .Escorregamentos 09 .Árvores e arbustos 007 .Barragem .

Erosões 05 .Talude de Jusante 10 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Árvores e arbustos 11 .Canaletas quebradas ou obstruídas 007 .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Jusante 01 .Formigueiros.Erosão na área à jusante (erosão regressiva) ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d SALGADO OLHO D' GUA Á 004 .Barragem .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Barragem .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 06 . cupinzeiros ou tocas de animais QUANDÚ 004 .Talude de Jusante 07 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 3 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d LITORAL POÇO VERDE 004 .Falha na proteção vegetal ToBa lo a a i tp c r : To r l l a a tGe : 2 19 An ( i l s) a m o 16 Aç Inp (s) c e d u se ( d a n o i s) PC PC G G 29/9/20 6 0 4 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i PC G PC G AU AU G M 6/9/20 6 0 17/11/20 6 0 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 2 .

Nível de Perigo 2 ASF / SPPC / CATS 77 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .4.2.1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.

Barragem .Região a Jusante da Barragem 02 .Canais de Aproximação e restituição 06 .Fuga d'água 010 .Falha na proteção granular 05 .Falha na proteção vegetal 007 .Muros Laterais 02 .Falha na proteção granular 13 .Talude de Jusante 04 .Barragem .Região a Jusante da Barragem 02 .Fuga d'água ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 004 .Paramento de Jusante 06 .Sangradouro/Vertedouro .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Barragem .Talude de Jusante 04 .Barragem .Barragem .Falha na proteção granular 005 .Barragem .Galeria de Inspeção 02 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Barragem .Talude de Jusante 04 .Deterioração da superfície do concreto 10 .Erosões 004 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) CARMINA 004 .Sinais de percolação ou áreas úmidas 08 .Erosão nos contatos dos muros CANOAS 004 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d ACARAÚ ARREBITA 002 .Sangradouro/Vertedouro .Vazão nos drenos de controle 006 .Drenos obstruídos PC PV G G 1 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 25 0 /7/20 6 PC P PC PC P M PC G 19/9/20 6 0 PC PC P M PC M 7 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 14 0 /7/20 6 PC M PC G PV G 14 0 /7/20 6 PC PC G G .Talude de Montante 01 .Barragem .

Galeria de Inspeção 17 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Estrutura de Saída 07 .Coroamento 07 .Barragem .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Vazamento nos dispositivos de controle PARAMBU 004 . cerca) 008 .Barragem .Talude de Jusante 01 .Árvores e arbustos 019 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d ALTO JAGUARIBE CANOAS 006 .Barragem . casa.Falha na proteção granular 07 .Barragem .Muros Laterais 04 .Fuga d'água 007 .Ferragem do concreto exposta FAÉ 004 .Barragem .Região a Jusante da Barragem 05 .Sangradouro/Vertedouro .Sangradouro/Vertedouro .Defeitos na drenagem 019 .Afundamentos e buracos 005 .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Sinais de percolação ou áreas úmidas 019 .Talude de Jusante 04 .Fuga d'água DO CORONEL 002 .Sangradouro/Vertedouro .Região a Jusante da Barragem 02 .Talude de Montante 05 .Defeito nos dispositivos de controle MUQUÉM 003 .Construções irregulares (aterro.Rachaduras ou trincas no concreto 010 .Canais de Aproximação e restituição 07 .Barragem .Estrutura de Saída 04 .Erosões PAU PRETO PC M 13 0 /7/20 6 2 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 14 0 /7/20 6 PC G PV G 12/7/20 6 0 DI M PV P PC M PC P PC P 24 0 /7/20 6 PC DI P P PC P 12/7/20 6 0 PV G PV P 17/7/20 6 0 .

Canais de Aproximação e restituição 01 .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Montante 06 . cerca) 008 .Barragem .Ocorrência de fissuras no concreto 005 . casa.Coroamento 07 .Estrutura Vertente 13 .Ocorrência de buracos na soleira VALÉRIO 002 .Região a Jusante da Barragem 05 .Afundamentos e buracos PC M 3 PC M PC PC P P PC P PV PV I I 13 0 /7/20 6 PV I PC PC P I PC PV P I PV P 24 0 /7/20 6 PC M PV M 13 0 /7/20 6 PV P PV M .Construções irregulares (aterro.Talude de Jusante 06 .Deterioração da superfície do concreto 010 .Barragem .Barragem .Fuga d'água RIVALDO DE CARVALHO 004 .Árvores e arbustos 07 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Barragem .Árvores e arbustos 003 .Falha na proteção vegetal 07 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Erosão nos contatos dos muros POÇO DA PEDRA 002 .Barragem .Paramento de Jusante 02 .Coroamento 09 .Barragem .Barragem . cupinzeiros ou tocas de animais 004 .Talude de Jusante 05 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Muros Laterais 01 .Formigueiros.Erosão na fundação 02 .Sangradouro/Vertedouro .Defeitos no meio-fio 004 .Defeitos na drenagem 08 .Talude de Montante 09 .Árvores e arbustos 005 . cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Região a Jusante da Barragem 02 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 005 .Barragem .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Formigueiros.Barragem .Estrutura Fixação da Soleira 03 .

Sangradouro/Vertedouro .Falha na proteção vegetal 11 .Erosões 10 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Erosão nos encontros das ombreiras 004 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Barragem .Barragem .Barragem .Formigueiros.Erosão na fundação 02 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Erosões AU M 4 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 13 0 /7/20 6 AU P PC P PC G 0 4 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 27/7/20 6 0 AU P PV PV P PV PC P P PC PC M M 26/7/20 6 0 AU G AU AU G M 9/8 0 /20 6 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d ALTO JAGUARIBE VALÉRIO 004 .Muros Laterais 01 .Talude de Jusante 11 .Talude de Jusante 05 . cupinzeiros ou tocas de animais 005 .Região a Jusante da Barragem 05 .Barragem .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 06 . cupinzeiros ou tocas de animais 005 .Coroamento 05 .Erosão nos contatos dos muros CIPOADA 003 .Fuga d'água 05 .Talude de Montante 07 .Afundamentos e buracos 004 .Região a Jusante da Barragem 02 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d BANABUIÚ CAPITÃO MOR 002 .Barragem .Canaletas quebradas ou obstruídas JATOBÁ 002 .Talude de Jusante 01 .Sangradouro/Vertedouro .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 010 .Barragem .Talude de Montante 01 .Formigueiros.Barragem .

Erosão nos encontros das ombreiras 10 .Sangradouro/Vertedouro .Árvores e arbustos 13 .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Árvores e arbustos 07 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Talude de Jusante 05 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Barragem .Sinais de movimento 004 .Árvores e arbustos 008 .Afundamentos e buracos 06 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Erosões 02 .Fuga d'água PIRABIBU PC G /8 0 320 / 6 5 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 9/8 0 /20 6 AU PC PV PV M M M M PV PC AU AU PV M M M M PV AU PV M M M PV M PC M PV PV M M PV PV PV M M M 27/9/20 6 0 .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 01 .Erosão nos contatos dos muros 03 . cupinzeiros ou tocas de animais 10 .Fuga d'água 007 .Sinais de movimento 003 .Região a Jusante da Barragem 02 .Região a Jusante da Barragem 02 .Formigueiros.Deterioração da superfície do concreto 010 .Coroamento 01 .Barragem .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Erosão na fundação 02 .Rachaduras no concreto MONS.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d BANABUIÚ JATOBÁ 002 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Falha na proteção vegetal 07 .Afundamentos e buracos 09 .Rachaduras 05 . TABOSA 005 .Talude de Montante 05 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Muros Laterais 01 .

cupinzeiros ou tocas de animais 004 .Canais de Aproximação e restituição 6 PC M 27/7/20 6 0 PV PV P P PV P PC PV G P PV PV PV M G G 26/7/20 6 0 PV P PV PV M P PC G PC P PV G 27/7/20 6 0 PV P PV P .Construções irregulares (aterro.Região a Jusante da Barragem 02 .Canais de Aproximação e restituição 07 .Corrosão e vazamento na tubulação 04 .Canaletas quebradas ou obstruídas 007 .Talude de Montante 05 .Formigueiros.Canais de Aproximação e restituição 06 .Fuga d'água SÃO JOSÉ I 004 .Construções irregulares (aterro.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 005 .Região a Jusante da Barragem 02 .Sangradouro/Vertedouro .Formigueiros.Defeito nos dispositivos de controle TRAPIÁ II 002 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 07 .Estrutura de Saída 01 . cerca) 019 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro . casa. cerca) 010 .Talude de Jusante 10 .Canaletas quebradas ou obstruídas 11 .Talude de Montante 09 .Sangradouro/Vertedouro .Erosão nos encontros das ombreiras 11 .Vazamento nos dispositivos de controle SÃO JOSÉ II 002 .Talude de Jusante 08 .Defeito nos dispositivos de controle 07 .Barragem .Barragem .Estrutura de Saída 04 .Barragem .Talude de Jusante 10 . cupinzeiros ou tocas de animais 005 .Fuga d'água 007 .Barragem .Barragem .Sangradouro/Vertedouro . cupinzeiros ou tocas de animais 007 .Muros Laterais 02 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Formigueiros.Afundamentos e buracos 004 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN . casa.Barragem .Erosão nos contatos dos muros 019 .

cupinzeiros ou tocas de animais 004 .Descalçamento da estrutura 010 .Talude de Jusante 06 .Estrutura Fixação da Soleira 05 .Galeria 06 .Barragem .Erosões na base dos canais escavados 06 .Falta de manutenção 019 . cupinzeiros ou tocas de animais 007 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 01 .Talude de Jusante 05 .Formigueiros.Sangradouro/Vertedouro .Defeito nos dispositivos de controle 07 .Estrutura Fixação da Soleira 04 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 008 .Surgências de água no concreto 09 .Sangradouro/Vertedouro .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Muros Laterais 01 .Juntas danificadas PV M 7 PV P PV PV PC M M G PC PC M M 28 0 /7/20 6 PV P PV PV P P PV PC G G DI G PV PV G M DI DI G G 64 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i /8 6 0 0 320 / PC M .Corrosão e vazamento na tubulação 04 .Afundamentos e buracos 11 .Falha na proteção vegetal 008 .Sangradouro/Vertedouro .Vazamento nos dispositivos de controle ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d COREAÚ ANGICOS 004 .Estrutura de Saída 01 .Erosão na fundação 03 .Defeito nos dispositivos de controle VIEIRÃO 002 .Árvores e arbustos 018 .Sangradouro/Vertedouro .Canais de Aproximação e restituição 05 .Formigueiros.Barragem .Barragem .Surgência de água junto à galeria 10 .Talude de Montante 09 .Rachaduras no concreto 019 .Estrutura de Saída 04 .

Erosões na base dos canais escavados 06 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 01 .Falha na proteção vegetal 10 .Erosão nos contatos dos muros ITAÚA N 004 .Barragem .Talude de Jusante 04 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 009 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) PC PC PC M G G 8 PC M PC M 21/9/20 6 0 PC M 22/8 0 /20 6 PC M PC PC PC P P P PC PC M G 18 0 /7/20 6 PC PC M P PC PC M M PC PC PC PC M M M G .Coroamento 08 .Talude de Jusante 04 .Árvores e arbustos 06 .Rápido/Bacia Amortecedora 05 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Canaletas quebradas ou obstruídas 007 .Sangradouro/Vertedouro . cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Barragem .Árvores e arbustos 13 .Defeitos no meio-fio 004 .Muros Laterais 02 .Barragem .Talude de Jusante 04 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 007 .Erosões 05 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) TRAPIÁ III 002 .Árvores e arbustos 05 .Sangradouro/Vertedouro .Árvores e arbustos 09 .Falha na proteção granular MARTINÓPOLE 003 .Formigueiros.Coroamento 01 .Erosões 010 .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 01 .Afundamentos e buracos 07 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Falha na proteção granular 06 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Montante 06 .Afundamentos e buracos 004 .Falha na proteção granular 05 .

cupinzeiros ou tocas de animais 004 .Canaletas quebradas ou obstruídas 11 .Barragem .Barragem .Barragem .Região a Jusante da Barragem 02 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Estrutura de Saída 01 .Afundamentos e buracos 07 .Árvores e arbustos 010 .Erosões 04 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Corrosão e vazamento na tubulação DESTERRO 002 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 008 .Talude de Jusante 06 .Descalçamento da estrutura 019 .Formigueiros.Barragem .Formigueiros.Estrutura Fixação da Soleira 04 .Árvores e arbustos 09 .Árvores e arbustos 10 . cupinzeiros ou tocas de animais 005 .Sangradouro/Vertedouro .Erosão nos contatos dos muros 019 .Muros Laterais 02 . destruído ou deslocado 05 .Formigueiros.Sangradouro/Vertedouro . cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Formigueiros.Fuga d'água 007 .Coroamento 09 .Estrutura de Saída 06 .Talude de Montante 01 .Afundamentos e buracos 06 .Barragem .Precariedade de acesso (árvores e arbustos) ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d CURÚ CARACAS 002 . cupinzeiros ou tocas de animais AU AU PC DI PC G G G M M 9 PC M PC G 24 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 28 /11/20 6 0 DI PC M M PC M PC PV DI AU G M M M PC G AU M PC M PC G 2420 /8 0 / 6 .Talude de Montante 06 .Sangradouro/Vertedouro .Rip-rap incompleto.Árvores e arbustos 09 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .

Canais de Aproximação e restituição 01 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 003 .Barragem .Afundamentos e buracos 11 .Afundamentos e buracos PC PC PC M G M 10 PC PC DI PC M M M M PC PC PC G M M PC AU G G PC M PV PV PV M M M 14 0 /9/20 6 PC PC I I 29/11/20 6 0 PC PC AU PC PC G G M M M .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 . cupinzeiros ou tocas de animais 13 .Talude de Jusante 06 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Rápido/Bacia Amortecedora 02 .Erosão nos encontros das ombreiras 09 .Erosões 05 .Fuga d'água 05 .Rachaduras 05 .Ferragem do concreto exposta 04 .Rachaduras 05 .Formigueiros.Formigueiros. cupinzeiros ou tocas de animais 004 .Barragem .Afundamentos e buracos 06 .Formigueiros.Sangradouro/Vertedouro .Ocorrência de buracos na soleira 05 .Barragem .Árvores e arbustos 07 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas SÃO DOMINGOS 002 .Barragem .Erosões JERIMUM 004 .Árvores e arbustos 009 .Região a Jusante da Barragem 02 .Afundamentos e buracos 13 .Árvores e arbustos 09 .Sangradouro/Vertedouro .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Coroamento 01 .Coroamento 02 .Barragem .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Talude de Montante 01 .Talude de Jusante 06 .Barragem . cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Erosões 02 .Afundamentos e buracos 06 .

Afundamentos e buracos 004 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Afundamentos e buracos 003 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Erosões 07 .Canaletas quebradas ou obstruídas 010 .Fuga d'água 05 .Erosão nos contatos dos muros TRAPIÁ I PC M 2420 /8 0 / 6 11 AU PC PC PC G M M G PC PC G G PC M PC M 21/8 0 /20 6 DI PC G PC PC P M PC M 29/11/20 6 0 PC M PC M PC PC G G .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Coroamento 08 .Coroamento 05 .Barragem .Afundamentos e buracos 07 .Sangradouro/Vertedouro .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Montante 05 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 008 .Barragem .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Árvores e arbustos 003 .Árvores e arbustos 007 .Rachaduras ou trincas no concreto 010 .Talude de Jusante 01 .Barragem .Formigueiros.Falha na proteção granular 10 .Barragem .Talude de Jusante 04 .Talude de Jusante 06 .Muros Laterais 02 .Defeitos no meio-fio 004 .Erosão nos contatos dos muros SERROTA 002 .Barragem .Barragem .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Árvores e arbustos 11 .Muros Laterais 02 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE . cupinzeiros ou tocas de animais 13 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 004 .Talude de Montante 06 .Árvores e arbustos SOUZA 002 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Região a Jusante da Barragem 02 .

Sangradouro/Vertedouro .Talude de Jusante 07 .Muros Laterais 02 .Afundamentos e buracos 004 .Sangradouro/Vertedouro .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Árvores e arbustos 07 .Formigueiros.Barragem .Coroamento 05 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Erosão nos contatos dos muros POÇO VERDE 002 .Barragem .Coroamento 09 .Talude de Montante 05 .Árvores e arbustos 010 . cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Fuga d'água 007 .Muros Laterais 02 . cupinzeiros ou tocas de animais 005 .Formigueiros.Barragem .Barragem .Barragem .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Barragem .Árvores e arbustos 09 .Talude de Montante 05 .Formigueiros.Região a Jusante da Barragem 02 .Afundamentos e buracos 06 .Formigueiros.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 002 .Árvores e arbustos 11 .Erosão nos encontros das ombreiras 09 .Talude de Jusante 05 .Falha na proteção vegetal 06 .Barragem .Erosão nos contatos dos muros ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d LITORAL MUNDAÚ 002 . cupinzeiros ou tocas de animais 004 .Afundamentos e buracos PC PC G G 12 AU PC DI M M M DI M PC PC M M PC M AU M PC M 66 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 14 0 /9/20 6 PV M PC M 17/11/20 6 0 PC AU PV G G M PC G . cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Talude de Montante 06 .Afundamentos e buracos 010 .

Coroamento 09 .Talude de Jusante 05 .Canais de Aproximação e restituição 07 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Talude de Jusante 13 .Muros Laterais 01 .Erosão nos contatos dos muros QUANDÚ 003 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Fuga d'água 05 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 010 . casa.Barragem .Barragem .Região a Jusante da Barragem 02 .Barragem .Barragem .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 . cerca) 008 .Falha na proteção vegetal 13 .Barragem .Fuga d'água 05 .Estrutura Fixação da Soleira 02 .Sangradouro/Vertedouro .Região a Jusante da Barragem 02 .Construções irregulares (aterro.Sangradouro/Vertedouro .Sangradouro/Vertedouro .Estrutura de Saída 04 .Defeito nos dispositivos de controle ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 002 .Muros Laterais 02 . cupinzeiros ou tocas de animais 004 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d LITORAL POÇO VERDE 004 .Talude de Montante 13 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 17/11/20 6 0 PC G PC AU G G PC G PC M PV M 6/9/20 6 0 PC P PC PC P G PC PC G M PC PC P P PC G 22 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 10 0 /7/20 6 .Erosão na fundação 02 .Ferragem do concreto exposta 010 .Erosão nos contatos dos muros 019 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Formigueiros.

Sinais de movimento 007 .Barragem .Erosões 05 .Canaletas quebradas ou obstruídas 008 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem . cupinzeiros ou tocas de animais ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d METROPOLITANA AMANARY 012 .Sangradouro/Vertedouro .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Construções em áreas de proteção AU P 14 AU AU P P PC AU G G PC M 19/7/20 6 0 PC PC PC PC G G G M PC M PV PC P P 10 0 /7/20 6 AU M 14 0 /7/20 6 AU G 23 0 /2/20 6 AU M 15 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 13 0 /9/20 6 .Estrutura de Saída 04 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Defeito nos dispositivos de controle 07 .Árvores e arbustos 10 .Barragem .Vazamento nos dispositivos de controle MADEIRO 004 .Barragem .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 019 .Talude de Jusante 11 .Estrutura Fixação da Soleira 03 .Talude de Jusante 07 .Falta de revestimento 05 .Talude de Jusante 07 .Canais de Aproximação e restituição 06 .Coroamento 08 .Formigueiros.GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 01 .Defeitos no meio-fio SANTO ANTÔIO N 004 .Coroamento 03 .Afundamentos e buracos 004 .Barragem .Reservatório 02 .Defeitos na drenagem 10 .Afundamentos e buracos 07 .Deterioração da superfície do concreto CANAFÍSTULA 003 .Árvores e arbustos POTIRETAMA 003 .

Canais de Aproximação e restituição 05 .Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas PACAJUS 004 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) GAVIÃO 005 .Sangradouro/Vertedouro .Muros Laterais 04 . etc.Erosões na base dos canais escavados 06 .Barragem . lixo.Muros Laterais 01 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 007 .Região a Jusante da Barragem 02 .Sangradouro/Vertedouro .Sangradouro/Vertedouro .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Estrutura de Saída 10 . pesticidas.Barragem .Indícios de má qualidade d'água CASTRO 007 .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g Ba u / a e iAç c d METROPOLITANA AMANARY 012 .Sangradouro/Vertedouro .Canais de Aproximação e restituição 04 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Jusante 01 .Erosões 010 .Ferragem do concreto exposta 019 . 04 .Reservatório 03 .Ferragem do concreto exposta 010 .Fuga d'água MALCOZINHADO 004 .Erosões ou escorregamentos nos taludes 010 .Erosão na fundação PACOTI 008 .Talude de Jusante 13 .Estrutura Fixação da Soleira 02 .Poluição por esgoto.Sangradouro/Vertedouro .Muros Laterais 04 .Ferragem do concreto exposta PENEDO PV M 12/9/20 6 0 15 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 13 0 /9/20 6 AU AU P /10 0 4 /20 6 AU AU G G 12/9/20 6 0 PC G 9/8 0 /20 6 PV P PV M PV M PV P /10 0 5 /20 6 NE G PC G 6/10 0 /20 6 PV G .

Barragem .Talude de Jusante 05 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Talude de Jusante 13 .Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN .Barragem .Região a Jusante da Barragem 01 .Barragem .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas CUPIM 002 .Sangradouro/Vertedouro .Canais de Aproximação e restituição 16 PC G 6/10 0 /20 6 PV M PV M 17 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 26/9/20 6 0 AU G 2/8 0 /20 6 PC M PC M 3 Si o ã ç a u t Ma e d u t i n g Da st a r tVi o a i 29/9/20 6 0 PC P PC M 11/9/20 6 0 PC M /11/20 0 3 6 0 PC P .Barragem .Construções irregulares próximas ao rio 007 .Canais de Aproximação e restituição 07 .Barragem .Barragem .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 06 .Talude de Jusante 13 .Vazamento nos dispositivos de controle ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d PARNAÍBA COLINA 004 .Região a Jusante da Barragem 05 .GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE .Falha na proteção vegetal TATAJUBA 005 .Falha na proteção vegetal ToBa lo a a i tp c r : Ba u / a e iAç c d SALGADO OLHO D' GUA Á 005 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) PRAZERES 004 .Talude de Jusante 05 .Sangradouro/Vertedouro . cerca) RIACHÃO 004 . casa.Afundamentos e buracos 004 .Sangradouro/Vertedouro .GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 007 .Talude de Montante 05 .Construções irregulares (aterro.Estrutura de Saída 07 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 019 .

GoeEstd a vrd aCe o o á n d r o o CoGetd Res Hí id o r h n a p o u m sã co d e s s s o c i r Se Reo Hí is a to s e r rd u c cs d s o c i r DIOPE - Did e a s i õ o ç t a eOp re r GESIN - GeSeIn t a ç ie n c an rea a ê u rsu rd g fer

ReSiMaPrNí ePe o ã u e ã ç to i ç a ip r a u n p ei ld t g o vld r eo d t / e á r / o g
Pe 0/0/20 a11/20 : d o í r11 0 3 6 0 / 6 0 Pr < d > : á t e i r s p o o To Ní ld r 2 vePe ei : o g 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) ToBa lo a a i tp c r : To r l l a a tGe : 5 263 An ( i l s) a m o 15 Aç Inp 9 (s) c e d u se ( d a n o i s) PC P

17

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH - Companhia de Gestão de Recursos Hídricos

7.1.4.3.

Nível de Perigo 1

ASF / SPPC / CATS

96

Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE - Diretoria de Operações GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura

Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude ACARAÚ ARREBITA 002 - Barragem - Talude de Montante 04 - Rip-rap incompleto, destruído ou deslocado 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes 020 - Medidor de Vazão 06 - Erosão à jusante do medidor CARMINA 019 - Estrutura de Saída 05 - Surgências de água no concreto 06 - Precariedade de acesso (árvores e arbustos) 12 - Defeitos no concreto Total por Bacia: 6 Bacia/Açude ALTO JAGUARIBE BENGUÊ 004 - Barragem - Talude de Jusante 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) CANOAS 003 - Barragem - Crista 02 - Ocorrência de fissuras no concreto 004 - Barragem - Paramento de Jusante 02 - Ocorrência de fissuras no concreto 04 - Deterioração da superfície do concreto 005 - Barragem - Estrutura Vertente 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 03 - Deterioração da superfície do concreto 07 - Sinais de percolação ou áreas úmidas 006 - Barragem - Galeria de Inspeção
1

Situação Magnitude Data Vistoria

25/7/2006

PC

P

PC

P

PC

M 19/9/2006

PC PC PC

M M M

Situação Magnitude Data Vistoria

14/7/2006

PV

I

PV

P 14/7/2006

PC

I

PC PC

I I

PC PC PC

P P P

Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE - Diretoria de Operações GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura

Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 03 - Surgências de água no concreto 017 - Tomada D'água - Estrutura de Saída 06 - Vazamento nos dispositivos de controle 019 - Região a Jusante da Barragem 02 - Desintegração / Decomposição da rocha 03 - Piping nas juntas rochosas DO CORONEL 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 01 - Árvores e arbustos 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais 03 - Rachaduras no concreto 05 - Deterioração da superfície do concreto FAÉ 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes 010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais 05 - Deterioração da superfície do concreto MUQUÉM 009 - Sangradouro/Vertedouro - Rápido/Bacia Amortecedora 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais 03 - Rachaduras no concreto 019 - Estrutura de Saída 08 - Falta de manutenção PAU PRETO 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais 03 - Rachaduras no concreto 05 - Deterioração da superfície do concreto PV PC P P
2

PC

M

PC

P

DI PC

P I 12/7/2006

PC PC

P P

PC PC

P P 24/7/2006

PV

P

PV

I 12/7/2006

PC

I

PC

I

PV

P 13/7/2006

PC

M

PC

P

Paramento de Jusante 04 .Deterioração da superfície do concreto 12 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Rápido/Bacia Amortecedora 01 .Barragem .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 POÇO DA PEDRA 005 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) RIVALDO DE CARVALHO 002 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 07 .Região a Jusante da Barragem 06 . lubrificação e pintura do pedestal 019 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Diretoria de Operações GESIN .Barragem .Barragem .Deterioração da superfície do concreto 004 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Deterioração da superfície do concreto 04 .Deterioração da superfície do concreto 003 .Estrutura Vertente 01 .Falha nos chumbadores.Talude de Jusante 08 .Erosão nos encontros das ombreiras VALÉRIO 009 .Acionamento 04 .Deterioração da superfície do concreto dos muros 012 .Sangradouro/Vertedouro .Erosões Total por Bacia: 40 Bacia/Açude BANABUIÚ CAPITÃO MOR 004 .Tomada D'água .Canais de Aproximação e restituição 06 .Ocorrência de buracos na soleira 05 .Deterioração da superfície do concreto 005 .Paramento de Montante 05 .Região a Jusante da Barragem 05 .Barragem .Barragem .Barragem .Crista 04 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Sangradouro/Vertedouro .Erosão nos encontros das ombreiras AU P 3 13/7/2006 PC I PV I 24/7/2006 PV M PV P PV M PV PV PV P P P PC M PC PV P M 13/7/2006 PC PC PC PC M M M M Situação Magnitude Data Vistoria 27/7/2006 .

Deterioração da superfície do concreto 012 .Erosões ou escorregamentos nos taludes PIRABIBU PV M 3/8/2006 4 PC P PV PV PV I M G PC M 26/7/2006 PV P PC PV PC P P P 9/8/2006 PC PV M M PV PV AU M M M PV P AU M 27/9/2006 PC M .Sangradouro/Vertedouro .Erosão nas ombreiras 04 .Erosões 08 .Região a Jusante da Barragem 03 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 010 .Defeito nos dispositivos de controle JATOBÁ 004 .Corrosão e vazamento na tubulação 03 .Sangradouro/Vertedouro .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 04 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Coroamento 07 .Região a Jusante da Barragem 03 .Erosões ou escorregamentos nos taludes 05 .Rachaduras ou trincas no concreto 019 .Ruídos estranhos 04 .Barragem .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 010 .Diretoria de Operações GESIN .Sangradouro/Vertedouro .Defeitos na drenagem 007 .Canais de Aproximação e restituição 04 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 005 . TABOSA 003 .Cavernas e buracos nas ombreiras 05 .Talude de Jusante 01 .Estrutura de Saída 01 .Rachaduras no concreto CIPOADA 008 .Existência de vegetação aquática excessiva MONS.Erosão nos encontros das ombreiras 005 .Sangradouro/Vertedouro .Erosão nas ombreiras 007 .Muros Laterais 05 .Erosões na base dos canais escavados 06 .Barragem .Muros Laterais 03 .Barragem .Reservatório 08 .Sangradouro/Vertedouro .

Deterioração da superfície do concreto TRAPIÁ II 005 .Erosões 04 . cupinzeiros ou tocas de animais 019 .Surgências de água no concreto VIEIRÃO 002 .Região a Jusante da Barragem 05 .Região a Jusante da Barragem 03 .Estrutura de Saída 08 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Afundamentos e buracos 005 .Barragem .Erosão nas ombreiras 05 .Barragem .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 019 .Barragem .Talude de Montante 01 .Formigueiros.Diretoria de Operações GESIN .Erosão nos encontros das ombreiras PV AU AU AU M M P M 5 NE P PV P 27/7/2006 PV P PV AU P P PC G PV G 26/7/2006 PC P PC PC P P 27/7/2006 PC P PC G PV M 28/7/2006 .Canais de Aproximação e restituição 05 . destruído ou deslocado 06 .Sangradouro/Vertedouro .Árvores e arbustos 07 .Talude de Montante 09 .Erosões na base dos canais escavados 019 .Sangradouro/Vertedouro .Surgências de água no concreto SÃO JOSÉ I 004 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Falta de manutenção SÃO JOSÉ II 005 .Região a Jusante da Barragem 05 .Estrutura de Saída 05 .Barragem .Estrutura de Saída 05 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 008 .Barragem .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 002 .Canais de Aproximação e restituição 06 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Talude de Jusante 06 .Rip-rap incompleto.

Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 019 .Erosão à jusante do medidor ITAÚNA 007 .Estrutura de Saída 05 .Defeitos no concreto GANGORRA 007 .Canais de Aproximação e restituição 06 .Precariedade de acesso (árvores e arbustos) 020 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 018 .Precariedade de acesso (árvores e arbustos) 12 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Surgências de água no concreto 06 .Barragem .Falha na proteção vegetal 10 .Barragem .Talude de Jusante 01 .Sangradouro/Vertedouro .Diretoria de Operações GESIN .Surgências de água no concreto 06 .Barragem .Talude de Jusante 01 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 004 .Erosões 05 .Deterioração da superfície do concreto 019 .Sangradouro/Vertedouro .Estrutura de Saída 6 PV AU PV P P M PV P PV M Situação Magnitude Data Vistoria 30/8/2006 PC M PC PV M M PC PC PC M M M 8/8/2006 PC G PC PC M G PC G 21/9/2006 PC G .Vazamento nos dispositivos de controle Total por Bacia: 41 Bacia/Açude COREAÚ ANGICOS 004 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 019 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Estrutura de Saída 05 .Erosões 008 .Canaletas quebradas ou obstruídas 005 .Região a Jusante da Barragem 05 .Canais de Aproximação e restituição 06 .Medidor de Vazão 06 .Sangradouro/Vertedouro .Galeria 08 .Estrutura Fixação da Soleira 01 .

Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE - Diretoria de Operações GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura

Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 05 - Surgências de água no concreto 08 - Falta de manutenção MARTINÓPOLE 003 - Barragem - Coroamento 11 - Desalinhamento do meio-fio 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes 019 - Estrutura de Saída 05 - Surgências de água no concreto 020 - Medidor de Vazão 06 - Erosão à jusante do medidor TRAPIÁ III 002 - Barragem - Talude de Montante 05 - Afundamentos e buracos 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 02 - Obstrução ou entulhos 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes Total por Bacia: 20 Bacia/Açude CURÚ CARACAS 005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 03 - Deterioração da superfície do concreto 010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais 03 - Rachaduras no concreto 05 - Deterioração da superfície do concreto DESTERRO 004 - Barragem - Talude de Jusante
7

PC PV

I G 22/8/2006

PC

M

PC

M

PC

M

PC

M 18/7/2006

PC

M

PC PC

M M

Situação Magnitude Data Vistoria

28/11/2006

DI

M

PC

M

PC PV

M M

PV PC

M M 24/8/2006

Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE - Diretoria de Operações GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura

Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 01 - Erosões 08 - Erosão nos encontros das ombreiras 008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 03 - Deterioração da superfície do concreto 04 - Descalçamento da estrutura 009 - Sangradouro/Vertedouro - Rápido/Bacia Amortecedora 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 03 - Deterioração da superfície do concreto 08 - Falha de enrocamento de proteção 010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais 03 - Rachaduras no concreto 05 - Deterioração da superfície do concreto JERIMUM 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes 05 - Erosões na base dos canais escavados 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 03 - Deterioração da superfície do concreto 019 - Estrutura de Saída 01 - Corrosão e vazamento na tubulação 05 - Surgências de água no concreto SÃO DOMINGOS 004 - Barragem - Talude de Jusante 08 - Erosão nos encontros das ombreiras 005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem 03 - Erosão nas ombreiras 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 01 - Árvores e arbustos 05 - Erosões na base dos canais escavados 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) PC PC PC M M G
8

AU PC

M G

PC PC AU

M M M

PV PV PV

M M

PV PC

M

14/9/2006

PC PC PC

M M M

PV PV

M M

PC PC

P M 29/11/2006

PC

M

PC

G

Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE - Diretoria de Operações GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura

Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira 03 - Deterioração da superfície do concreto SERROTA 003 - Barragem - Coroamento 11 - Desalinhamento do meio-fio 008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 019 - Estrutura de Saída 01 - Corrosão e vazamento na tubulação 08 - Falta de manutenção SOUZA 003 - Barragem - Coroamento 02 - Rachaduras 004 - Barragem - Talude de Jusante 08 - Erosão nos encontros das ombreiras 005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem 02 - Fuga d'água 006 - Barragem - Instrumentação 07 - Deficiência no poço de alívio 008 - Sangradouro/Vertedouro - Estrutura Fixação da Soleira 01 - Rachaduras ou trincas no concreto 019 - Estrutura de Saída 05 - Surgências de água no concreto 12 - Defeitos no concreto 020 - Medidor de Vazão 06 - Erosão à jusante do medidor TRAPIÁ I 002 - Barragem - Talude de Montante 08 - Canaletas quebradas ou obstruídas 003 - Barragem - Coroamento 06 - Árvores e arbustos 004 - Barragem - Talude de Jusante 01 - Erosões PC M
9

PC

M 21/8/2006

PC

M

PC

M

PC PC

M P 29/11/2006

PC

M

PC

M

PC

G

PV

M

PC

M

PC PC

G G

PV

M 24/8/2006

PC

M

DI

M

Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE - Diretoria de Operações GESIN - Gerência de Segurança e Infra-estrutura

Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo
Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude CURÚ TRAPIÁ I 004 - Barragem - Talude de Jusante 08 - Erosão nos encontros das ombreiras 10 - Canaletas quebradas ou obstruídas 005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem 03 - Erosão nas ombreiras 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes 05 - Erosões na base dos canais escavados 010 - Sangradouro/Vertedouro - Muros Laterais 05 - Deterioração da superfície do concreto Total por Bacia: 51 Bacia/Açude LITORAL MUNDAÚ 005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem 05 - Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 - Sangradouro/Vertedouro - Canais de Aproximação e restituição 04 - Erosões ou escorregamentos nos taludes 06 - Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 019 - Estrutura de Saída 01 - Corrosão e vazamento na tubulação 04 - Defeito nos dispositivos de controle 06 - Precariedade de acesso (árvores e arbustos) 08 - Falta de manutenção POÇO VERDE 004 - Barragem - Talude de Jusante 01 - Erosões 08 - Erosão nos encontros das ombreiras 005 - Barragem - Região a Jusante da Barragem
10

Situação Magnitude Data Vistoria

24/8/2006

PC PC

M M

PC PV

G M

PC PC

M M

PV

M

Situação Magnitude Data Vistoria

14/9/2006

PV

P

PC PC

M M

PV PV PV PV

M G M M 17/11/2006

AU PV

G M

Sangradouro/Vertedouro .Sangradouro/Vertedouro .Erosão nas ombreiras 04 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 03 .Árvores e arbustos 06 .Erosões ou escorregamentos nos taludes 05 .Sangradouro/Vertedouro .Corrosão e vazamento na tubulação 05 .Diretoria de Operações GESIN .Descalçamento da estrutura 010 .Canais de Aproximação e restituição 04 .Erosão nas ombreiras 007 .Cavernas e buracos nas ombreiras 007 .Talude de Montante 08 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 008 .Barragem .Deterioração da superfície do concreto 010 .Deterioração da superfície do concreto 04 .Muros Laterais 05 .Canaletas quebradas ou obstruídas 004 .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Erosão nos encontros das ombreiras 005 .Estrutura de Saída 01 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Região a Jusante da Barragem 03 .Sangradouro/Vertedouro .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Erosões 08 .Deterioração da superfície do concreto 019 .Sangradouro/Vertedouro .Defeitos no concreto Total por Bacia: 30 11 PV M PC PC P G PC PC M M PV M 6/9/2006 PV M PC PC M M PC PC M M PC PC G G PC PC PC M M M PC M PC PC PC PV P M G M .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Deterioração da superfície do concreto QUANDÚ 002 .Falta de manutenção 12 .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Jusante 01 .Barragem .Barragem .Surgências de água no concreto 08 .Muros Laterais 05 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Erosões na base dos canais escavados 008 .

Formigueiros.Descalçamento da estrutura CANAFÍSTULA 003 .Coroamento 01 .Diretoria de Operações GESIN .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Barragem . cerca) 008 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude MÉDIO JAGUARIBE ADAUTO BEZERRA 002 .Defeitos no meio-fio PC P 12 Situação Magnitude Data Vistoria 10/7/2006 PV AU PC P G P PC PC AU PC AU P M P M M AU AU PC AU M M P M PC AU PC M G M PV PC PC AU M P P G PC PC M P 19/7/2006 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Sangradouro/Vertedouro .Fuga d'água 05 .Defeitos no meio-fio 004 .Erosões 02 .Região a Jusante da Barragem 01 .Barragem .Construções irregulares (aterro. cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Talude de Jusante 01 .Carreamento de material na água dos drenos 005 .Talude de Montante 02 .Estrutura Fixação da Soleira 01 . casa.Escorregamentos 06 .Árvores e arbustos 07 .Erosões ou escorregamentos nos taludes 07 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Afundamentos e buracos 06 .Coroamento 08 .Obstrução ou entulhos 04 .Barragem .Construções irregulares próximas ao rio 02 .Árvores e arbustos 09 .Erosões 05 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Escorregamentos 06 .Rachaduras ou trincas no concreto 04 .Defeitos na drenagem 08 .Árvores e arbustos 02 .Afundamentos e buracos 14 .Barragem .

Talude de Montante 01 .Formigueiros.Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude MÉDIO JAGUARIBE CANAFÍSTULA 003 .Coroamento 01 .Escorregamentos 06 . cupinzeiros ou tocas de animais 005 .Barragem .Barragem .Canaletas quebradas ou obstruídas 13 .Desalinhamento dos taludes e muros laterais 04 .Região a Jusante da Barragem 02 .Talude de Jusante 10 .Erosões 02 .Desalinhamento do meio-fio 004 .Afundamentos e buracos 06 .Erosões ou escorregamentos nos taludes 019 .Afundamentos e buracos 11 .Diretoria de Operações GESIN .Barragem .Erosão nos encontros das ombreiras 09 .Talude de Jusante 01 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Barragem .Barragem .Estrutura de Saída 12 .Árvores e arbustos 07 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Canais de Aproximação e restituição 03 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 . cupinzeiros ou tocas de animais 003 .Formigueiros.Afundamentos e buracos 004 .Erosões 02 .Região a Jusante da Barragem 13 Situação Magnitude Data Vistoria 19/7/2006 PC P PC PC P M PC P PC PV P P PC P 10/7/2006 PC PC PC AU PC PC P P P M P P PC PC PC P P P DI PC PC PC P P M P .Defeitos no concreto MADEIRO 002 .Coroamento 11 .Erosões 02 .Fuga d'água 007 .Escorregamentos 05 .Rachaduras 05 .Barragem .

Barragem .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Erosões ou escorregamentos nos taludes PC P 14 PC PC P P PC PV P P 14/7/2006 PC AU P M AU AU PC P P P PC PC M M PC PC PC PC P M M M 24/7/2006 PC P PC PC PC M P M PC PC M M .Coroamento 08 .Coroamento 07 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Diretoria de Operações GESIN .Desalinhamento do meio-fio 004 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Barragem .Barragem .Construções irregulares (aterro.Canaletas quebradas ou obstruídas 13 .Sangradouro/Vertedouro .Fuga d'água 05 .Barragem .Erosões na base dos canais escavados 06 .Construções irregulares próximas ao rio 05 .Canaletas quebradas ou obstruídas 12 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem . cerca) SANTA MARIA 003 .Fuga d'água 05 .Defeitos no meio-fio 004 .Erosões 10 .Barragem .Região a Jusante da Barragem 02 .Talude de Jusante 01 .Região a Jusante da Barragem 02 .Sangradouro/Vertedouro .Defeitos na drenagem 11 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Sinais de movimento 13 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 01 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 07 . casa.Talude de Jusante 10 .Erosões ou escorregamentos nos taludes POTIRETAMA 003 .Árvores e arbustos 04 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Árvores e arbustos 05 .Canais de Aproximação e restituição 04 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .

Afundamentos e buracos 07 .Barragem .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 008 .Canaletas quebradas ou obstruídas 12 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Árvores e arbustos 003 .Canais de Aproximação e restituição 06 .Sinais de movimento 13 .Sangradouro/Vertedouro .Estrutura Fixação da Soleira 15 Situação Magnitude Data Vistoria 24/7/2006 PC P PC AU PC PC PC P M P M P 23/2/2006 PC PC PV P P P AU P PC PC PC PC PV PV DI P P P I P P I DI M PC PC PC P P P .Erosões 02 .Erosões ou escorregamentos nos taludes 05 .Defeitos no concreto SANTO ANTÔNIO 002 .Barragem .Barragem .Talude de Jusante 01 .Talude de Montante 02 .Estrutura de Saída 01 .Defeito nos dispositivos de controle 08 .Barragem .Defeitos no meio-fio 004 .Sangradouro/Vertedouro .Diretoria de Operações GESIN .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude MÉDIO JAGUARIBE SANTA MARIA 007 .Rip-rap incompleto.Escorregamentos 04 .Erosões na base dos canais escavados 06 .Escorregamentos 06 .Sangradouro/Vertedouro . destruído ou deslocado 06 .Região a Jusante da Barragem 05 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Corrosão e vazamento na tubulação 04 .Falta de manutenção 10 .Canais de Aproximação e restituição 04 .Coroamento 08 .Árvores e arbustos 10 .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 019 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas 12 .

Defeitos no concreto Total por Bacia: 93 Bacia/Açude METROPOLITANA ACIOLI 004 .Afundamentos e buracos 07 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Erosão nos encontros das ombreiras 10 .Barragem .Erosão nos encontros das ombreiras 004 .Talude de Jusante 06 .Barragem .Diretoria de Operações GESIN .Presença de vegetação na bacia de dissipação 019 .Vazão nos drenos de controle 005 .Presença de entulho na bacia de dissipação 15 .Estrutura de Saída 01 .Fuga d'água 06 .Árvores e arbustos PC PC P P 16 PC P 27/7/2006 PC PC P P PC PV PC M P P PV AU P P Situação Magnitude Data Vistoria 5/1/2006 PC PC PC P P P PC PC PC P P P PC PC PC PC I I I I 13/9/2006 .Erosão nos encontros das ombreiras 08 .Afundamentos e buracos 06 .Barragem .Barragem .Talude de Montante 05 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 07 .Barragem .Coroamento 05 .Canaletas quebradas ou obstruídas 019 .Cavernas e buracos nas ombreiras AMANARY 003 .Afundamentos e buracos 08 .Região a Jusante da Barragem 05 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 01 .Estrutura Vertente 13 .Ocorrência de buracos na soleira 14 .Paramento de Jusante 06 .Carreamento de material na água dos drenos 08 .Corrosão e vazamento na tubulação 12 .Sinais de percolação ou áreas úmidas 07 .Rachaduras ou trincas no concreto TIGRE 002 .

Árvores e arbustos 06 .Árvores e arbustos 07 .Réguas danificadas ou faltando 08 .Existência de vegetação aquática excessiva 09 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Barragem .Barragem .Escorregamentos 13 .Barragem .Erosão nos encontros das ombreiras PV PV PV PV PV PV PV M M M M M M M 17 PC PC PC I I I PC PC PC PC AU I I PC PC PC PC I I I 26/9/2006 PC M PC PC G M PC I 10/8/2006 .Medidor de Vazão 01 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 004 .Fuga d'água 006 .Erosões 02 .Erosões 02 .Barragem .Fuga d'água 05 .Reservatório 01 .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Montante 01 .Desmatamentos na área de proteção 11 .Ausência de placa medidora de vazão BATENTE 002 .Escorregamentos 03 .Rachadura/afundamento (laje de concreto) 04 .Barragem .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Erosão na área à jusante (erosão regressiva) 012 .Instrumentação 02 .Região a Jusante da Barragem 02 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Construções irregulares próximas ao rio 02 .Rip-rap incompleto.Região a Jusante da Barragem 01 . destruído ou deslocado 05 .Diretoria de Operações GESIN .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Falta de registro de leituras da instrumentação 020 .Piezômetros entupidos ou defeituosos 06 .Animais pastando ARACOIABA 005 .Afundamentos e buracos 06 .Talude de Jusante 01 .

Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude METROPOLITANA BATENTE 002 .Canaletas quebradas ou obstruídas 09 .Rachaduras 03 .Talude de Montante 08 .Árvores e arbustos 08 . cupinzeiros ou tocas de animais 10 .Formigueiros.Cavernas e buracos nas ombreiras 10 .Diretoria de Operações GESIN .Barragem .Sinais de movimento 13 .Coroamento 01 .Falha na proteção granular 05 .Rachadura/afundamento (laje de concreto) 04 .Afundamentos e buracos 07 .Canaletas quebradas ou obstruídas 11 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Região a Jusante da Barragem 01 .Sinais de movimento 003 .Cavernas e buracos nas ombreiras 05 .Erosões 02 .Escorregamentos 03 .Erosão nos encontros das ombreiras 09 .Erosões 02 .Formigueiros.Barragem .Erosão nas ombreiras 04 .Construções irregulares próximas ao rio 02 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Falha no revestimento 004 .Barragem .Falha na proteção vegetal 06 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem CASTRO NE PV PV PV NE M M M M M 4/10/2006 18 Situação Magnitude Data Vistoria 10/8/2006 PV PV PV M M M PV PV PV PV M M M M PV PV PV PV PV PV PV PV PV PV PV PV PV M M M M M M M M M M M M M .Fuga d'água 03 . cupinzeiros ou tocas de animais 12 .Talude de Jusante 01 .Barragem .Falta de revestimento 04 .

Barragem .Corrosão e vazamento na tubulação 02 .Defeitos no concreto CATUCINZENTA 005 .Árvores e arbustos 07 .Erosões na base dos canais escavados 008 .Barragem .Rachaduras ou trincas no concreto 02 .Talude de Montante 01 .Ferragem do concreto exposta 03 .Barragem .Erosões ou escorregamentos nos taludes 05 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Vazamento nos dispositivos de controle 10 .Diretoria de Operações GESIN .Fuga d'água CAUHIPE 005 .Erosões 06 .Ruídos estranhos 04 .Barragem .Região a Jusante da Barragem 02 .Deterioração da superfície do concreto PC PC PC G G G 19 PC I PC PC PC PC PC PC PC PC M M M M M M M M 21/6/2006 PC M 13/10/2006 PC M 21/6/2006 PC PC PC P I I PC PC P I 5/10/2006 AU AU P P .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Erosão nos encontros das ombreiras 005 .Surgências de água no concreto 07 .Estrutura de Saída 01 .Fuga d'água 05 .Barragem .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 005 .Região a Jusante da Barragem 02 .Canais de Aproximação e restituição 04 .Sinais de abrasão ou cavitação 03 .Sangradouro/Vertedouro .Fuga d'água 019 .Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas 12 .Sangradouro/Vertedouro .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem PACAJUS 007 .Região a Jusante da Barragem 02 .Defeito nos dispositivos de controle 05 .Fuga d'água HIPÓLITO 002 .Região a Jusante da Barragem 02 .

Surgências de água no concreto 019 .Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas 12 .Fuga d'água 008 .Barragem .Sinais de abrasão ou cavitação 03 .Descalçamento da estrutura 05 .Região a Jusante da Barragem 02 .Deterioração da superfície do concreto PENEDO 005 .Corrosão e vazamento na tubulação 02 .Defeitos no concreto PACOTI 005 .Rachaduras no concreto 04 .Região a Jusante da Barragem 01 .Ruídos estranhos 04 .Muros Laterais 03 .Deterioração da superfície do concreto 018 .Sangradouro/Vertedouro .Estrutura de Saída 01 .Sinais de deslocamento das estruturas 010 .Galeria 06 .Sangradouro/Vertedouro .Surgências de água no concreto 07 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude METROPOLITANA PACAJUS 008 .Ferragem do concreto exposta 05 .Barragem .Defeito nos dispositivos de controle 05 .Estrutura Fixação da Soleira 04 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Fuga d'água 05 .Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem PC PC PC I I I 20 Situação Magnitude Data Vistoria 5/10/2006 PC PC PC G G G PC PC PC G G G AU G PC PC PC PC PC PC PC PC G G G G G G G G 6/10/2006 PV P PV PV M M 12/9/2006 .Sangradouro/Vertedouro .Juntas danificadas 06 .Vazamento nos dispositivos de controle 10 .Diretoria de Operações GESIN .Construções irregulares próximas ao rio 02 .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .

amassamento e falha na pintura) 03 .Falta de indicador de abertura 015 . falta de chumbadores) 03 .Desmatamentos na área de proteção 11 .Sangradouro/Vertedouro .Falta de mancais 04 .Barragem .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 007 .Região a Jusante da Barragem 02 .Árvores e arbustos 02 .Construções irregulares (aterro.Talude de Jusante 01 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Árvores e arbustos 02 .Canais de Aproximação e restituição 01 . casa.Fuga d'água 05 .Diretoria de Operações GESIN .Defeito nos rolamentos ou buchas e retentores PV PV PV PV PV P P P P P 21 PC PC G G 14/9/2006 PC PC PC P P P PC PC P P PC PC PC P P P PC PC I I PV P PV PV PV PV PV PV P P P P P P .Defeito das rodas (comporta vagão) 05 .Hastes (travada no mancal.Defeito das vedações (vazamento) 04 .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 01 .Base dos mancais (corrosão.Árvores/arbustos na faixa de 10m do pé da barragem 007 .Corrosão nos mancais 05 .Obstrução ou entulhos 07 .Entrada 04 . corrosão e empenamento) 02 .Animais pastando 013 .Reservatório 09 .Torre da Tomada D'água .Falha nos chumbadores.Erosões 06 .Peças fixas (corrosão.Acionamento 01 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE . amassamento da guia e falha na pintura) 02 .Afundamentos e buracos 13 .Estrutura (corrosão.Sangradouro/Vertedouro . lubrificação e pintura do pedestal 06 .Torre da Tomada D'água . cerca) 012 .Obstrução ou entulhos POMPEU SOBRINHO 004 .Comportas 01 .Torre da Tomada D'água .Registros defeituosos 014 .

Presença de pedras e lixo dentro da caixa de válvulas SITIOS NOVOS 003 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Reservatório 05 .Caixa de Montante (Boca de Entrada e "Stop-Log") 09 .Coroamento 05 .Comportas 06 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Barragem .Falta de manutenção 11 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude METROPOLITANA POMPEU SOBRINHO 015 .Obstrução ou entulhos Total por Bacia: 137 Bacia/Açude PARNAÍBA BARRA VELHA 010 .Árvores e arbustos 02 .Defeito nos dispositivos de controle 08 .Fuga d'água 007 .Erosão nos contatos dos muros 012 .Falta de manutenção 019 .Torre da Tomada D'água .Estrutura de Saída 04 .Galeria 10 .Defeito no ponto de içamento 017 .Muros Laterais 02 .Defeito no ponto de içamento 018 .Defeitos no acionamento do "stop-log" 10 .Desmatamentos na área de proteção COLINA 002 .Região a Jusante da Barragem 02 .Afundamentos e buracos 005 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Sangradouro/Vertedouro .Barragem .Erosões 09 .Talude de Montante 22 Situação Magnitude Data Vistoria 14/9/2006 PV P PV PV I I PC I PC PC PC P P P 15/9/2006 PC P PC M PC PC M M Situação Magnitude Data Vistoria 10/8/2006 PC M PC PC M M 26/9/2006 .Diretoria de Operações GESIN .

destruído ou deslocado 004 .Reservatório 02 .Surgências de água no concreto 020 .Barragem .Medidor de Vazão 04 .Sangradouro/Vertedouro .Sangradouro/Vertedouro .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Canais de Aproximação e restituição 04 .Muros Laterais 02 .Rip-rap incompleto.Talude de Montante 04 .Falta de escala de leitura de vazão JABURU I PC M 7/8/2006 23 PC M AU DI M M AU PC PC G M M PC AU G G PC M PC M 2/8/2006 PC M PC G PC PC M M 4/8/2006 PC M AU M PC M .Erosões 05 .Diretoria de Operações GESIN .Erosão nos encontros das ombreiras 005 .Erosão na fundação 012 .Falha na proteção vegetal 08 .Erosões 003 .Barragem .Talude de Jusante 01 .Deterioração da superfície do concreto FLOR DO CAMPO 007 .Erosões ou escorregamentos nos taludes 010 .Afundamentos e buracos 004 .Barragem .Coroamento 01 .Estrutura de Saída 05 .Estrutura Fixação da Soleira 01 .Barragem .Talude de Jusante 13 .Sangradouro/Vertedouro .Sangradouro/Vertedouro .Cavernas e buracos nas ombreiras 010 .Região a Jusante da Barragem 02 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 008 .Erosões 05 .Fuga d'água 04 .Muros Laterais 01 .Construções em áreas de proteção CUPIM 002 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 01 .Rachaduras ou trincas no concreto 03 .Barragem .Erosão nos contatos dos muros 019 .

Instrumentação 02 .Piezômetros entupidos ou defeituosos 007 .Região a Jusante da Barragem 02 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 14 .Sangradouro/Vertedouro .Talude de Jusante 13 .Surgências de água no concreto 10 .Fuga d'água 03 . destruído ou deslocado PC PC M M 24 PC PV I I PC I PC G PC G 3/8/2006 PC PC PC M M M PC M PC PC M M PV PC M P 11/8/2006 AU M PC M PC M 17/8/2006 .Rip-rap incompleto.Talude de Montante 01 .Árvores e arbustos 012 .Coroamento 11 . destruído ou deslocado 05 .Região a Jusante da Barragem 02 .Barragem .Rip-rap incompleto.Barragem .Falta ou deficiência de drenagem da caixa de válvulas REALEJO 003 .Afundamentos e buracos 003 .Barragem .Fuga d'água 006 .Coroamento 08 .Diretoria de Operações GESIN .Desalinhamento do meio-fio 005 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 004 .Barragem .Barragem .Carreamento de material na água dos drenos 005 .Reservatório 05 .Erosões na base dos canais escavados JABURU II 002 .Estrutura de Saída 05 .Erosões 04 .Barragem .Erosões 04 .Barragem .Talude de Jusante 07 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Barragem .Erosões SUCESSO 002 .Barragem .Canais de Aproximação e restituição 05 .Erosão nas ombreiras 019 .Defeitos no meio-fio 004 .Talude de Montante 01 .

Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 Bacia/Açude PARNAÍBA SUCESSO 002 .Árvores e arbustos 003 .Falta ou deficiência de cercas de proteção 08 .Barragem .Barragem .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 005 .Barragem .Fuga d'água Total por Bacia: 41 Bacia/Açude SALGADO OLHO D'ÁGUA 003 .Falta de documentação sobre a barragem 07 .Afundamentos e buracos 005 .Árvores e arbustos 004 .Árvores e arbustos 019 .Canaletas quebradas ou obstruídas 13 .Barragem .Talude de Jusante 10 .Barragem .Região a Jusante da Barragem 02 .Rachaduras 08 .Coroamento 02 .Região a Jusante da Barragem 02 .Barragem .Estrutura de Saída 04 .Barragem .Defeitos no meio-fio 004 .Talude de Montante 06 .Diretoria de Operações GESIN .Defeito nos dispositivos de controle ROSÁRIO PC P 14/9/2006 25 Situação Magnitude Data Vistoria 17/8/2006 PV M PC M Situação Magnitude Data Vistoria 29/9/2006 PC PV I I PC PC G G PC G 11/9/2006 PC PC PC P P P PC P PC P PC P .Falta ou deficiência nas placas de aviso 002 .Barragem .Talude de Jusante 07 .Coroamento 06 .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Fuga d'água PRAZERES 001 .Infraestrutura Operacional 01 .Talude de Montante 05 .

Árvores e arbustos 004 .Barragem .Diretoria de Operações GESIN .Governo do Estado do Ceará Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos Secretaria dos Recursos Hídricos DIOPE .Talude de Jusante 13 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas TATAJUBA 002 .Barragem .Árvores e arbustos 13 .Surgências de água no concreto Total por Bacia: 21 Total Geral: 480 Anomalia(s) 136 Açude(s) Inspecionado(s) PC I PC I PC P 6/9/2006 PV PC I I PV I PV P PC I 30/11/2006 PC I 26 .Sinais de fuga d'água ou áreas úmidas 007 .Sangradouro/Vertedouro .Fuga d'água 019 .Talude de Montante 06 .Infraestrutura Operacional 08 .Barragem .Árvores e arbustos UBALDINHO 005 .Região a Jusante da Barragem 02 .Estrutura de Saída 05 .Canais de Aproximação e restituição 01 .Barragem .Falta ou deficiência nas placas de aviso 004 .Talude de Jusante 07 .Coroamento 06 .Gerência de Segurança e Infra-estrutura Relação de Situação/Magnitude por Proprietário/Nível de Perigo Período: 01/01/2006 a 30/11/2006 Proprietário: < Todos > Nível de Perigo: 1 001 .Barragem .Árvores e arbustos 003 .

1.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.5 Tabela com os 62 açudes estaduais por ordem alfabética ASF / SPPC / CATS 123 .Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos a) Custos de recuperação: anomalias. demandas das gerências regionais e recuperação no caso de arrombamento. NPA (nível de perigo das anomalias)). ASF / SPPC / CATS 124 .

00 7.38 41.60 15.00 19.00 19.000.73 10.75 18.800.00 660.5 1.00 T 2.0 1.5 5.8 10.5 4.0 1.0 9.00 T T 4.00 2 0 0 2 24.00 149.00 355.0 1.00 6 16 1 79 47.200.5 2.80 22.200.000.628.5 5.50 14.00 T 5.450.0 1.031.00 3 2 0 11 12.644.8 3.0 18.25 11.00 T 4.4 111.6 1.80 19.0 2.00 T 8.00 0.50 180.00 T T 3.812.0 1.88 43.00 0.00 565.00 606.756.00 1054.775.61 25.40 12.0 4.782.5 31.00 7 3 0 19 8.5 3.400.00 0.00 34.50 10.00 850.00 1367.159.600.000.00 81.50 117.00 8.00 1818.217.5 2.0 7.00 21 5 0 41 36.00 T 2.00 T 4.00 10 6 0 34 35.50 591.112.00 4 3 0 16 1.318.90 10.0 1.000.5 1.934.8 3.00 12 0 0 12 7.800.000.88 21.08 300.00 TE 4.5 2.0 2.0 4.90 35.440.00 T 1.1 12.00 270.00 T 6.935.8 10.0 11.00 T 2.00 3 6 0 27 6.0 6.00 T 4.868.612.00 7 0 0 7 76.950.5 5.0 3.00 63.00 636.75 68.00 180.67 47.824.364.179.00 T 5.1 47.1 170.400.0 8.00 0 1 0 4 19.382.360.0 5.00 668.00 15 2 0 23 1 0 200.050.8 37.552.00 2 1 0 6 7.072.635.0 7.879.200.5 3.800.80 13.5 1.606.00 0 4 2.0 5.404.0 2.60 0.32 T 10.00 12 44 4 Indice de PESO Vulnerabilid NPA ade (IV) 1.0 1.648.00 T 886.5 1.5 13.00 T 3.0 1.5 2.00 T 1.809.02 T 3.00 16.272.00 742.00 T 1.099.600.00 350.0 2.00 16 1 0 20 102.942.543.000.5 210. TABOSA MUQUÉM OLHO D'ÁGUA PACAJUS PACOTI PARAMBU PENEDO PIRABIBU POTIRETAMA QUANDÚ RIACHÃO RIVALDO DE CARVALHO ROSÁRIO SANTA MARIA SANTO ANTÔNIO SÃO DOMINGOS SÃO JOSÉ I SÃO JOSÉ II SITIOS NOVOS SOUZA SUCESSO TATAJUBA TIGRE TRAPIÁ I TRAPIÁ II TRAPIÁ III UBALDINHO VALÉRIO VIEIRÃO ALTURA EXENSÃO T (M) (M) 33.BACIA 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 METROPOLITANA MÉDIO JAGUARIBE COREAÚ METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE ACARAÚ PARNAÍBA ALTO JAGUARIBE SALGADO MÉDIO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ CURU ACARAÚ PARNAÍBA METROPOLITANA METROPOLITANA METROPOLITANA BANABUIÚ PARNAÍBA PARNAÍBA ALTO JAGUARIBE ALTO JAGUARIBE PARNAÍBA COREAÚ METROPOLITANA METROPOLITANA COREAÚ PARNAÍBA PARNAÍBA CURU MÉDIO JAGUARIBE METROPOLITANA BANABUIÚ ALTO JAGUARIBE SALGADO METROPOLITANA METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE METROPOLITANA BANABUIÚ MÉDIO JAGUARIBE LITORAL METROPOLITANA ALTO JAGUARIBE SALGADO MÉDIO JAGUARIBE MÉDIO JAGUARIBE CURU BANABUIÚ BANABUIÚ METROPOLITANA CURU PARNAÍBA SALGADO MÉDIO JAGUARIBE CURU BANABUIÚ COREAÚ SALGADO ALTO JAGUARIBE BANABUIÚ AÇUDE ACARAPE DO MEIO ADAUTO BEZERRA ANGICOS ARACOIABA ARNEIROZ II ARREBITA BARRA VELHA BENGUÊ CACHOEIRA CANAFÍSTULA CANOAS CAPITÃO MOR CARACAS CARMINA CARNAUBAL CASTRO CATUCINZENTA CAUHIPE CIPOADA COLINA CUPIM DO CORONEL FAÉ FLOR DO CAMPO GANGORRA GAVIÃO HIPÓLITO ITAÚNA JABURU I JABURU II JERIMUM MADEIRO MALCOZINHADO MONS.214.753.0 5.894.0 1.50 18.600.346.0 3.3 6.5 19.00 1 1 0 5 27.00 3 2 0 11 12.00 T 14.00 401.00 20 2 0 28 10.7 20.0 3.681.0 5.5 3.453.00 405.0 4.0 1.5 6.800.000.6 13.60 T 7.00 1650.330.50 282.901.00 116.5 6.250.0 1.0 2.66 16.00 T 2.606.400.00 T 6.700.3 4.000.0 1.0 2.00 0 2 0 8 58.80 270.402.688.587.5 1.00 0.5 4.00 1298.0 6.972.692.0 2.00 T 5.00 557.00 105.00 8 5 0 28 34.0 6.459.0 10.0 3.5 2.5 1.342.2 11.50 34.0 6.00 2 14 24.80 T 0.3 16.880.5 6.0 6.8 5.80 T 2.0 1.0 5.412.0 4.00 770.80 1033.00 14.5 1.400.719.5 4.13 14.102.36 436.0 6.5 3.00 19.5 3.10 T 666.110.800.400.255.00 138.242.522.5 1.50 267.16 T 4.842.00 1600.800.2 5.00 9 8 0 41 45.5 1.38 0.5 9.600.472.20 15.732.00 170.00 166.156.000.00 47.00 58.711.60 670.630.000.5 5.580.5 1.8 3.760.0 2.0 19.003.00 T 1.0 1.0 18.0 2.50 267.672.00 T 3.5 3.158.5 2.000.200.711.5 2.00 T 1.000.0 3.5 5.00 14.400.50 25.000.00 340.812.5 47.5 1.0 2.00 23.00 5 8 0 37 37.782.00 T 5.5 2.00 2000.00 13.00 330.00 T 3.00 T 7.5 1.6 34.00 480.079.200.00 T 1.50 27.0 3.00 440.179.0 2.50 23.00 T 1.00 T 1.600.000.00 T 4.00 5 0 0 5 3.00 278.835.25 18.250.00 T 1.450.60 25.00 T 2.8 12.5 3.178.852.200.980.5 2.00 15 8 2 65 3.00 270.00 9 8 0 41 10.250.5 7.00 6 11 1 59 12.60 T 1.2 0.00 4 3 0 16 40.111.3 56.20 20.13 320.686.3 3.00 770.20 24.0 4.250.0 2.80 12.20 12.5 1.375.403.883.00 5 0 0 5 30.000.00 137.00 329.00 4 8 14.0 1.8 7.00 17.486.70 19.915.24 0.93 16.8 DATA DA L ÚTIMA VISTORIA 20/09/06 10/07/06 30/08/06 26/09/06 17/07/06 25/07/06 10/08/06 14/07/06 21/08/06 19/07/06 14/07/06 27/07/06 28/11/06 19/09/06 17/08/06 04/10/06 21/06/06 13/10/06 26/07/06 26/09/06 02/08/06 12/07/06 24/07/06 04/08/06 08/08/06 12/09/06 21/06/06 21/09/06 07/08/06 03/08/06 14/09/06 10/07/06 09/08/06 27/09/06 12/07/06 29/09/06 05/10/06 06/10/06 17/07/06 12/09/06 03/08/06 14/07/06 06/09/06 06/10/06 24/07/06 14/09/06 24/07/06 23/02/06 29/11/06 27/07/06 26/07/06 15/09/06 29/11/06 17/08/06 30/11/06 27/07/06 24/08/06 27/07/06 18/07/06 06/09/06 13/07/06 28/07/06 .236.3 62.5 1.30 15.20 17.0 1.706.413.00 T 3.0 47.5 2.811.600.80 11.00 0 4 0 16 36.0 2.800.576.00 T 13.302.408.0 1.624.0 19.00 5 2 2 31 93.300.302.112.200.600.95 18.0 10.0 3.3 13.5 77.3 7.862.00 1055.00 27.952.180.5 1.600.00 15.000.00 3 1 0 7 0 0 200.000.5 3.00 2 14 2.714.00 1161.4 74.160.933.0 380.000.80 48.5 7.13 325.00 T 3.0 2.00 3 1 0 7 48.50 232.1 69.7 23.120.00 1960.00 4 5 0 24 3 0 800.182.014.0 7.00 T 25.525.00 3 13 0 55 0 0 200.88 34.00 20.40 101.9 27.0 26.352.0 3.5 13.20 16.0 8.0 116.90 22.936.000.0 7.00 1130.00 21.800.5 10.0 12.0 1.0 9.0 3.00 4 0 0 4 22.555.00 11 1 0 15 100.00 2 2 22.00 T 4.400.365.0 2.5 1.00 385.0 3.3 6.472.0 20.5 2.0 3.879.00 17 1 0 21 4.00 T 3.00 498.0 5.376.00 9 2 0 17 0 0 400.600.9 6.00 0 0 0 0 50.00 3 0 0 3 3 0 600.0 2.000.80 11.042.00 387.671.00 3 4 0 19 32.221.40 20.0 1.598.091.5 8.00 135.5 Nível de CUSTO DA NÍVEL DE PERIGO Perigo das RECUPERAÇÃO Anomalias MAGNITUDES (* ) 1 2 3 (NPA) (R$ ) 8.000.933.638.200.5 3.8 5.00 T 1.00 346.5 3.82 T 892.000.306. Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado Estado PESO CAP (hm ) CAP 3 MAGNITUDES I 4 0 0 1 1 0 0 3 0 4 6 1 0 0 0 7 1 2 1 0 0 4 2 0 0 2 4 7 0 0 0 0 0 0 3 2 3 0 0 3 1 0 0 0 0 2 2 3 0 0 0 0 0 0 3 2 0 0 0 2 1 0 77 P 0 13 0 1 1 7 0 3 0 14 14 9 1 1 0 1 1 0 13 2 1 8 4 0 1 0 2 0 0 3 4 17 4 0 5 1 5 3 1 8 1 9 4 5 9 2 11 17 0 7 7 3 1 0 8 10 0 5 3 1 2 10 263 M 0 14 14 2 0 1 8 0 1 4 2 5 22 6 2 9 0 1 3 8 8 0 0 8 1 0 0 1 10 13 14 8 2 10 3 2 0 3 4 1 4 7 18 1 6 0 6 2 15 7 8 3 12 9 1 1 30 10 16 0 9 7 362 G 2 7 2 1 0 1 4 0 0 3 1 6 12 0 5 8 0 0 4 6 6 0 0 2 5 1 0 3 7 1 0 0 0 4 0 2 23 1 1 4 1 3 16 0 3 0 0 0 18 8 5 0 11 4 0 0 4 6 5 0 1 11 218 31.82 65.50 22.6 99.5 2.60 39.2 240.5 4.00 T 4.8 2.3 3.5 10.00 3 3 0 15 24.0 4.00 6.00 8 0 0 8 28.00 0.00 20.807.1 3.22 T 582.556.5 2.00 4 0 0 4 68.00 8 1 0 12 12.5 2.00 0 2 0 8 25.40 2.624.8 3.0 2.5 3.422.00 41.329.200.250.00 75.3 9.00 9 10 0 49 1.5 1.00 4 6 0 28 60.5 5.0 1.00 DEMANDAS CUSTO DA TIPO DE RECUPERAÇÃO DO RECUPERAÇÃO BARRAGEM 2006 (R$ ) ARROMBAMENTO (* ) EMERGENCIA (R$ ) AP 8.506.00 0 1 0 4 1 0 400.00 315.00 464.5 4.412.0 7.307.200.240.00 18.3 5.312.2 30.00 0 0 7.459.00 474.00 0 1 0 4 22.86 5.250.000.37 20.0 1.50 16.10 27.00 AP 4.0 4.55 244.00 T 2.102.6 21.42 18.00 10.5 5.00 T 3.00 78.00 7 2 0 15 19.0 3.00 9 1 0 13 40.000.0 2.00 267.00 5 2 0 13 4.90 16.0 10.614.5 3.0 3.5 3.5 7.341.00 16.00 115.00 29.7 63.00 4.0 10.184.200.5 2.00 697.00 64.156.5 7.20 18.5 2.421.331.00 3 8 0 35 52.315.0 2.00 17.0 2.0 86.1 123.0 2.00 222.00 6 6 0 30 92.000.5 32.00 0.782.00 295.00 18.5 1.0 2.072.0 6.7 29.00 330.148.0 1.5 1.7 197.915.250.00 195.00 2 2 14.0 21.84 PROPR.68 72.23 683.00 11.00 375.127.500.00 T 3.0 7.818.3 4.000.800.0 7.400.600.00 25.40 26.195.0 6.6 87.00 T 5.50 0.00 533.57 475.53 230.807.00 T 1.200.0 2.00 4 0 0 4 4.00 755.5 2.50 111.250.00 600.200.14 20.5 1.50 194.00 21.0 4.0 2.672.117.0 1.20 23.5 6.00 CCR 7.354.200.51 23.0 6.0 3.30 17.5 2.50 19.

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos b) Matriz de Risco ASF / SPPC / CATS 126 .

5 32 2.5 27.55 1.8 26.0 1.0 1.07 1.VULNERABILIDADE I .63 13.0 1.00 1.9 22.0 1.0 1.00 1.0 1.67 29.0 1.5 1.0 1.0 1.25 11.0 1.5 24.00 1.4 20 21.0 1.0 23.0 1.0 2.00 1.5 24.0 1.0 2.0 1.9 6.07 1.8 1033 668 222.8 21.0 1.1 18 24 22 25 25 23 27 24 25 25 20 27 24 22 24 25 22 20 23 23 23 24 22 30 25 22 24 22 33 24 23 22 22 25 25 31 29 29 25 24 26 24 23 26 19 25 22 22 23 23 25 25 27 25 23 24 23 28 20 27 23 28 17 35 16 16 10 16 18 14 12 38 23 30 33 16 12 29 11 11 18 27 14 29 12 11 15 11 18 17 17 29 17 38 11 12 14 17 20 13 12 21 10 19 34 10 21 16 33 27 39 23 19 12 14 21 23 25 31 22 43 12 25 22 1.00 1.0 2.00 1.2 18 11.8 11.IMPORTÂCIA N Tempo de Existência de Confiabilidade das População Vazão de Ano de Idade Tomada de Percolação Deformações Deterioração Volume Custo Operação à J sante u projeto Projeto as " Estruturas Construção (anos) Água (9) (10) (11) (12) til Ú (13) (15) (5) (6) Vertedouras (8) (14) built"(7) P V I PR Potencial Classe de Risco Ação 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 Acarape do Meio Adauto Bezerra Angicos Aracoiaba Arneiroz II Arrebita Barra Velha Benguê Cachoeira Canafístula Canoas Capitão Mor Caracas Carmina Carnaubal Castro Catucinzenta Cauhipe Cipoada Colina Cupim Do Coronel Faé Flor do Campo Gangorra Gavião Hipólito Itaúa n a Jburú I a Jburú II erimum J Madeiro Malcozinhado Monsenhor Tabosa Muquém Olho d' gua á Pacajus Pacoti Parambu Penedo Pirabibu Potiretama u Qandú Riachão Rivaldo Carvalho Rosário Santa Maria Santo Antôio n São Domingos São J sé I o São J sé II o Sítios Novos Souza Sucesso Tatajuba Tigre Trapiá I Trapiá II Trapiá III Ubaldinho Valério Vieirão MÉDIA 33 14 18.0 1.33 13.0 1.4 6 3 3 6 6 3 3 6 6 3 6 6 3 3 3 6 3 3 4 3 3 3 3 6 6 3 3 3 10 3 6 3 3 6 6 6 6 6 6 3 4 3 3 6 3 6 3 1 3 3 3 6 3 3 3 3 3 6 3 3 3 6 4 31.2 15.0 33.0 1.0 1.95 19.5 2.03 7.0 1.0 1.00 1.0 1.0 2.0 22.0 1.3 28.81 37.07 1.0 1.0 1.0 1.0 2.0 1.37 20.0 1.50 1.5 1.9 35 34.0 1.2 23.72 20 2.0 2.0 1.0 1.56 34.95 18 47 16.2 30.02 20.5 1.0 1.2 1.07 1.0 2.0 1.5 19.0 28.0 1.0 1.2 1.0 19.0 1.8 38.33 1.0 1.0 24.0 1.33 1.3 46.8 10 16.0 1.07 1.0 1.2 1.0 2.50 1.6 Normal Normal Baixo Normal Normal Baixo Baixo Baixo Baixo Normal Normal Normal Normal Baixo Normal Normal Baixo Baixo Baixo Normal Baixo Normal Baixo Baixo Normal Baixo Baixo Normal Normal Normal Baixo Normal Baixo Baixo Normal Normal Médio Normal Baixo Baixo Baixo Baixo Normal Baixo Baixo Normal Normal Baixo Normal Baixo Baixo Normal Normal Baixo Baixo Baixo Normal Normal Normal Baixo Baixo Normal Baixo C C D C C D D D D C C C C D C C D D D C D C D D C D D C C C D C D D C C B C D D D D C D D C C D C D D C C D D D C C C D D C D Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Manutenção Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Monitoração Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Inspeções de Rotina Manutenção 24.6 25.0 1.35 25.5 17.61 25.5 1.4 12.2 1.7 19 21.0 27.0 1.0 2.1 273 850 116 180 636 770 760 606 1055 1298 1130 267 350 440 329 697.5 1.25 56.5 30.0 1.96 47.0 1.0 1.0 1.67 1.00 1.0 1.2 1.00 1.00 1.0 1.0 1.0 1.0 1.3 28.3 19.0 1.5 19.0 30.0 1.0 1.17 27.0 1.57 1.0 1.5 1.83 3.73 10.0 2.0 2.84 12.0 1.00 1.7 31.0 1.0 1.0 1.0 24.0 2.31 9.5 1.00 1.0 1.6 15.00 1.0 1.5 26.40 1.0 1.0 1.2 1.0 1.9 28.0 1.0 1.0 1.00 1.7 22.0 1.0 1.0 23.4 111.40 1.40 1.3 15 27 20.07 1.00 1.0 33.2 1.4 74 6.0 1.0 1.0 30.0 1.0 1.0 1.7 63.0 24.7 23.2 1.00 1.00 1.0 1.0 1.0 1.33 1.0 27.53 2.0 1.84 10 2.2 1.0 1.0 1.0 1.5 1.2 1.53 230 330 1818 660 498 149.0 1.0 18.5 19.5 19.0 1.0 1.83 1.5 1.4 19.0 1.0 1.0 2.0 1.0 2.50 1.0 21.5 2.0 1.00 1.14 123.0 1.0 1.0 1.4 29.0 1.07 1.07 1.9 25.2 12.36 436 770 1054 385 346 755 315 356 383 1960 1600 278 474 1650 375 195 600 401.6 40.2 32.8 28.0 1.5 1.1 27.2 21.86 0.66 16 14.00 1.0 1.0 22.8 13.0 2.0 1.7 197 16.0 2.0 1.0 2.42 18 19.00 1.57 1.07 1.0 1.00 1.33 1.0 1.P .2 5.00 1.0 1.5 18.5 28.5 17 1367 2000 1161 464 387 487.2 1.07 1.13 11 86 3.0 1.0 1.0 1.2 1.40 1.25 6.5 31.14 20.2 21.0 1.2 .00 1.2 1.5 22 19 20.0 1.50 1.7 3 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 2 3 3 3 3 3 3 3 1 1 3 3 3 3 3 2 3 7 3 3 1 3 3 3 3 7 7 3 3 3 2 1 3 3 3 3 3 1 2 3 3 3 3 1 3 1 3 3 3 1 3 3 AP T T T T T T T T T CCR T T T T T T T T T T T T T T T T T T T TE T T T T T T T T T T T T T C T T T T T T T T T T T T T T T T T 6 10 10 10 10 10 10 10 10 10 6 10 10 10 10 10 10 8 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 8 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 10 9.51 23.2 17.0 1.3 33.0 1.0 1.0 1.0 1.5 1.00 1.0 31.2 36.0 1.5 27.6 670 557 135 330.33 1.0 1.4 1.2 16.0 1.8 12.0 1.01 18.2 1.0 15.8 1 5 5 5 5 5 10 4 5 5 1 5 4 5 4 5 5 5 4 5 5 4 5 10 5 5 5 5 4 4 5 4 5 5 5 10 4 4 4 4 7 5 5 5 1 5 4 4 5 4 5 5 10 5 5 4 5 5 0 10 5 5 5 0 100 Decamilenar Decamilenar Decamilenar 0 Decamilenar Decamilenar Decamilenar 0 0 0 Decamilenar 0 Decamilenar Decamilenar Decamilenar 0 0 0 0 Decamilenar Decamilenar Decamilenar 0 Decamilenar 0 0 Decamilenar 0 Decamilenar Decamilenar Decamilenar 0 0 0 0 0 1000 100 100 1000 0 Decamilenar 0 0 Decamilenar Decamilenar 0 0 100 0 Decamilenar 77.7 26.33 1.2 1.8 19.0 1.0 1.11 69.00 1.0 24.0 1.3 17.2 1.00 1.0 1.5 21.33 1.2 20.0 1.9 16.8 267.0 1.0 1.0 1.9 27.0 1.8 11 13.54 77.57 475 180 340 611.00 1.7 27.0 1.3 28.25 4.8 50 22 17 19 18.0 1.0 25.0 22.3 20.0 1.5 20.8 24.0 1.0 1.3 25.5 1.00 1.77 23.5 23.19 5.00 1.9 10.65 21 240 370 8.6 99.0 1.5 14.0 1.5 5.0 2.5 19.33 1.40 1.33 4 46.0 1.5 19.05 170.8 270 295 270 533.5 1.5 19.PERICULOSIDADE Barragem Estadual Altura (m) Extensão Dimensão Capacidade Volume (m) (1) (hm3) (2) Tipo Tipo (3) Tipo de Fundação (4) Vazão de projeto V .0 2.1 47.0 1.4 2 4 1 1 1 2 1 1 1 4 4 4 4 1 4 1 1 1 2 4 4 4 1 1 1 1 4 1 2 4 1 4 1 1 1 2 2 2 2 4 2 4 4 2 2 1 2 4 4 4 4 1 1 4 4 4 4 4 4 1 4 4 3 1924 1984 1996 2002 2005 1992 1999 2000 2000 1992 1999 1988 1986 2002 1990 1996 2002 1998 1992 1988 1970 1946 2004 1999 1999 1974 1975 2001 1983 1984 1996 1999 2003 1999 2000 1998 1990 1981 1985 1958 2000 1992 1990 1981 1966 2001 1999 2001 1977 1988 1992 1999 1999 1988 1999 1991 1985 1992 1961 1998 1996 1988 1990 82 22 10 4 1 14 7 6 6 14 7 18 20 4 16 10 4 8 14 18 36 60 2 7 7 32 31 5 23 22 10 7 3 7 6 8 16 25 21 48 6 14 16 25 40 2 7 5 29 18 14 7 7 18 7 15 21 14 45 8 10 18 17 0 1 1 3 3 1 2 2 2 1 2 1 1 3 1 1 3 2 1 1 0 0 3 2 2 0 0 2 1 1 1 2 3 2 2 2 1 1 1 0 2 1 1 1 0 3 2 3 1 1 1 2 2 1 2 3 1 1 0 2 1 1 1 5 7 3 3 3 5 3 3 3 5 5 7 5 3 5 3 3 3 5 4 4 7 3 3 3 5 7 3 1 5 3 7 3 3 3 3 5 5 5 7 3 7 7 5 5 3 5 7 7 7 7 3 3 7 7 7 7 7 7 3 7 5 5 3 6 3 1 1 6 1 2 2 3 6 6 6 1 2 9 1 1 3 6 3 6 1 1 2 2 2 3 10 6 5 6 1 2 3 4 6 3 1 6 0 6 8 0 3 6 6 3 6 3 3 3 2 2 3 2 3 6 10 1 8 10 4 2 5 2 5 1 2 2 2 2 6 1 5 2 2 2 3 2 2 2 3 1 5 2 2 5 2 5 2 3 2 2 5 2 2 2 2 2 2 2 5 2 2 2 2 5 2 5 5 5 5 5 2 2 3 3 5 5 3 3 2 3 2 3 1 6 2 1 1 1 4 1 1 6 4 4 6 6 1 4 1 1 1 4 1 4 1 1 1 1 1 6 1 4 2 5 1 2 1 1 1 1 1 2 2 1 9 2 4 1 6 4 6 4 2 1 1 4 1 1 6 1 10 3 1 1 3 6 2 2 0 0 0 3 0 1 10 2 2 6 0 0 2 0 0 0 6 2 2 0 0 0 0 0 0 0 4 2 6 0 0 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 2 0 2 2 7 0 0 0 0 1 0 0 2 2 6 0 2 0 1 0 8 3 3 1 1 3 4 1 7 3 5 7 1 1 7 1 2 6 3 3 5 2 2 2 1 3 1 1 7 2 7 1 1 3 5 4 1 2 1 1 2 7 0 2 1 7 3 7 3 1 1 4 3 7 7 7 2 7 1 3 3 3 1.0 1.00 1.5 230 127 20.0 1.0 1.0 1.0 2.52 47.2 1.32 87.50 1.5 32.

3 Relato dos Treinamentos / Fotografias.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.2 Lista de participantes do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens.1 Apresentações do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens. ____________________________________________________181 7.2. ______________________________192 ASF / SPPC / CATS 128 .2. Anexo 2 7.2.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .2._129 7.

1 Apresentações do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . ASF / SPPC / CATS 129 .2.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.

2001/2002 1º Ciclo de Treinamentos .Histórico dos Ciclos de Treinamentos GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GESIN . 2006 1º Ciclo de Treinamentos .2001/2002 Gerências Regionais: Acaraú e Coreaú / Curu e Litoral Acaraú Coreaú 1º Ciclo de Treinamentos .GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA 1º Ciclo de Treinamentos .2001/2002 Gerências Regionais: Alto Jaguaribe / Salgado Gerências Regionais: Parnaíba (sem fotografias) Parnaí Gerências Regionais: Banabuiú / Baixo e Médio Jaguaribe Banabuiú Mé 1º Ciclo de Treinamentos .2001/2002 Gerências Regionais: Metropolitana 1 .2001/2002 2º Ciclo de Treinamentos – 2004 3º Ciclo de Treinamentos– 2006 Treinamentos– Gerências Regionais: • • • • • • • Alto Jaguaribe e Salgado Parnaíba Parnaí Banabuiú Banabuiú Baixo e Médio Jaguaribe Mé Acaraú e Coreaú Acaraú Coreaú Curu e Litoral Metropolitana 3° CICLO DE TREINAMENTOS SEGURANÇA DE BARRAGENS Para Técnicos e AGIR’s da COGERH Ceará. 2006 Ceará.

2006 Gerências Regionais: Alto Jaguaribe / Salgado 3º Ciclo de Treinamentos .2004 Gerências Regionais: Alto Jaguaribe / Salgado (sem fotografias) Gerências Regionais: Parnaíba Parnaí 2º Ciclo de Treinamentos .2004 Gerências Regionais: Acaraú e Coreaú / Curu e Litoral Acaraú Coreaú 2º Ciclo de Treinamentos .2004 Gerências Regionais: Metropolitana 3º Ciclo de Treinamentos .2006 Gerências Regionais: Parnaíba Parnaí 2 .2º Ciclo de Treinamentos .2004 Gerências Regionais: Banabuiú / Baixo e Médio Jaguaribe Banabuiú Mé 2º Ciclo de Treinamentos .

2006 Gerências Regionais: Acaraú e Coreaú / Curu e Litoral Acaraú Coreaú 3º Ciclo de Treinamentos . Administr. Administr.2006 Gerências Regionais: Metropolitana – Turma B TREINAMENTO OBJETIVOS • Capacitação • Uniformização de procedimentos • Descentralização IMPORTÂNCIA • Nestes dia dar prioridade máxima (evitar celulares) • Transferência dos conhecimentos adquiridos pelas equipes ao longo dos últimos 12 anos Núcleo Núcleo Técnico Técnico GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL PRESIDÊNCIA PRESIDÊNCIA DIRETORIA DE DIRETORIA DE OPERAÇÕES OPERAÇ OPERAÇÕES Gerências Gerências Regionais Regionais Gerência Gerência Metropolitana Metropolitana Gerência de Gerência de Desenvolvimento Desenvolvimento Operacional Operacional Núcleo de Núcleo de Gestão Gestão Núcleo Núcleo Administr. Administr. Gerência de Gerência de Segurança e Seguranç e Segurança Infra-estrutura InfraInfra-estrutura Núcleo Infra-Estrutura Núcleo InfraInfra-Estrutura Núcleo Eletro.2006 Gerências Regionais: Metropolitana – Turma A 3º Ciclo de Treinamentos .3º Ciclo de Treinamentos .Mecânica Núcleo Eletro. Administr.Mecânica Eletro- 3 . Núcleo de Núcleo de Gestão Gestão Núcleo Núcleo Técnico Técnico Núcleo Núcleo Administr.2006 Gerências Regionais: Banabuiú / Baixo e Médio Jaguaribe Banabuiú Mé 3º Ciclo de Treinamentos .

1% (58) 96. 1983 ESTADUAIS COGERH_2006 FEDERAIS COGERH_2006 32.2% (2) 67.8% (60) Açudes Monitorados AGIR Agente de Guarda e Inspeção de Reservatório 70 60 Quantitativo 50 40 30 20 10 0 Estaduais Proprietário Federais 18 4 43 Com AGIR Sem AGIR 58 AGIR AGENTE DE INSPEÇÃO E GUARDA DE RESERVATÓRIO 4 . Edificações / Estradas: João Bruno Antônio Vilemar Ações Não-Estruturais: • • • • Realização de Inspeções de Segurança Monitoramento por Instrumentação Registro de Ocorrências Elaboração de Dossiês das Barragens GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA 126 Açudes Monitorados COGERH (2005) 70 60 Quantitativo 61 62 Infraestrutura Hídrica Monitorada 50 40 30 20 10 2 Estaduais Federais Particulares 1 Municipais 126 Açudes Monitorados (62 Federais) Aç 155 km de Canais + 100 km Eixo da Integração Integraç 3.33 km de Túneis Tú 300 km de Adutoras de Água Bruta 15 Estações Elevatórias Estaç Elevató 0 Proprietário TIPOS DE BARRAGENS TIPO ALVENARIA/CONCRETO ATERRO ICOLD.9% (3) 3.Equipe da Gesin: GERENTE ALEXANDRE DE SOUSA FONTENELLE Engenheiro Civil Núcleo Eletro-Mecânica: Engenheiro Mecânico: Almir Franco Engenheiro Eletricista: Adriano Ribeiro Tecnólogo Eletro-Mecânica: José Arimateia Souza Ações Estruturais: • Termos de Referência/Especificações Técnicas de Obras de Recuperação (Projetos) • Controle e Fiscalização de Obras de Recuperação Obras Emergenciais • Manutenção de Equipamentos hidromecânicos/ Execução de Medidores de Vazão Núcleo Infra-Estrutura: Engenheiros Civis: Célio Sales Vitor Souza Sarita Cavalcante Loiola Ricardo Coelho Téc.4 % 95.6 % 4.

Significado de riscos TÉCNICOS E OPERADORES: OPERADORES: .Preditiva . Restriç operaç Capacidade de vazão das estruturas. tais como: instruç 13 9 6 3 0 7 9 6 2 Níveis normais do reservatório.IDADE DAS BARRAGENS SEGURANÇA DE BARRAGENS: EDUCAÇÃO E TREINAMENTO EDUCAÇ GERENTE: GERENTE: .Corretiva OPERAÇÃO OPERAÇ Os procedimentos de operação devem conter operaç instruções para os operadores. Princí monitoraç 30 26 25 Quantidade 20 15 10 5 0 a a a a a a a a a 0 25 45 75 35 55 65 15 85 5 95 a 10 0 25 35 45 55 65 75 85 a 15 95 5 BARRAGENS ESTADUAIS – COGERH 2006 Faixa de Idade das Barragens Monitoradas Estaduais 18 9 3 2 0 3 0 0 0 0 Idade (anos) IDADE DAS BARRAGENS BARRAGENS FEDERAIS – COGERH 2006 Faixa de Idade das Barragens Monitoradas Federais 30 25 Quantidade 20 15 10 6 5 1 0 10 0 25 35 45 55 65 75 85 15 95 5 a a a a a a a a a a 0 15 25 35 45 55 65 75 85 5 95 a ETAPAS NA SEGURANÇA DE BARRAGENS: •Operação •Manutenção: -Preventiva . FLUXOGRAMA DE PLANEJAMENTO 5 . instalaç A segurança é vista como a garantia da não seguranç ocorrência de falhas que possam paralisar o sistema produtivo. Restrições de operação.Entender as responsabilidades relacionadas à segurança de seguranç barragens . nem causar danos ambientais e materiais.Princípios de monitoração.Respostas emergenciais. reservató Condições de emergência. incluindo alertas . Idade (anos) PROGRAMA DE MANUTENÇÃO MANUTENÇ OPERAÇÃO OPERAÇ Normas e procedimentos para obter o melhor desempenho do equipamento dentro dos limites operacionais.Procedimentos para operar equipamentos mecânicos . Condiç Áreas de risco. incluindo-se aí as incluindoaí precauções necessárias para se evitar danos às precauç necessá instalações.Entendimento sobre os sinais visuais de problemas .

instruç alarmes ou avisos. manutenç instruções do gerente. Tabosa (*) Capitão Mor Cipoada (*) Pirabibu (*) São José I (*) São José II (*) Trapiá II (*) Vieirão 08 açudes OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! Adauto Bezerra Canaf ístula (*) Madeiro Potiretama S. Manutenção Preventiva • AGIR • Livro de Ocorrências • Dossiês dos Açudes • Inspeções de Segurança . dos Bastiões 05 açude s Acaraú Carmina (*) Arrebita (*) 02 açude s Coreaú Angicos (*) Gangorra (*) Itaúna (*) Diamante Trapiá III 05 açude s Curu Jerimum (*) Souza (*) Caracas São Domingos Trapiá I 05 açude s OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! M etropolitanas Aracoiaba (*) Castro (*) Catu (*) Cauhipe (*) Malcozinhado (*) Sitios Novos (*) Gavião (*) Hipólito Pacajus (*) Pacoti (*) Penedo Riachão (*) 12 açudes Litoral Quandú (*) 01 açudes OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! OK! 59 açudes 38 açudes c/ AGIR 6 ./Açude Dossiês Livro Ocorrência Bacia Hidrogr. mudanç operaç eventos. Ant.MANUTENÇÃO MANUTENÇ Intervenções preventivas e corretivas que visam Intervenç garantir a operacionalidade do sistema. condições ou atividades não usuais./Açude Médio Jaguaribe Doss iê s Livro Ocorrência Bacia Hidrogr.AGENTE DE INSPEÇÃO E GUARDA DE RESERVATÓRIO INSPEÇ RESERVATÓ Atribuições do AGIR – Ver Cartilha Atribuiç Diário de Ocorrências Existente nos açudes com aç AGIR Checar com os Gerentes as necessidades Analisar os livros/Arquivar cópia Preparar novos livros ANOTAÇÕES E REGISTROS Livro de Ocorrências condições do tempo (chuvas). condiç atividades não usuais de manutenção.Chek-list • Segurança Patrimonial Manutenção Preditiva • Monitoramento e Instrumentação Manutenção Corretiva • Obras de Recuperação AGIR . inspeç visitas de técnicos de outras instituições té instituiç Dossiês dos Açudes (17 já preparados) Resumo das principais informações do açude 3 vias: •Gesin •Gerência Regional •Açude (Agir) Meta: 61 dossiês dos Açudes Estaduais monitorados Bacia Hidrogr. inspeções. condiç mudanças na operação normal./Açude Parnaíba Barra Velha (*) Flor do Campo (*) Carnaubal (*) Colinas Cupim Jaburu I (*) Jaburu II (*) Sucesso 08 açudes Doss iês Livro Ocorrê ncia Alto Jaguaribe Benguê (*) Muquém (*) Canoas (*) Do Coronel Espírito Santo Parambu (*) Valério 07 açudes Salgado Cachoeira (*) Rosário (*) Ubaldinho (*) Estrema Olho d'Água (*) Tatajuba 06 açudes Banabuiú Mons.

Açudes Inspecionados INSPEÇÕES DE SEGURANÇA – CHECK-LIST INSPEÇ SEGURANÇ CHECKVerificação de Anomalias (Ver Ficha de Preenchimento) Verificaç Realizada pela Gerência Regional – 2 Períodos do Ano: Perí Fim do período chuvoso í per Fim do período seco perí INSPEÇÕES DE SEGURANÇA – CHECK-LIST INSPEÇ SEGURANÇ CHECKEvolução Anual das Inspeções (Check-list) .GESIN .2006 Q uantidade de Açudes Inspecionados 2006 14 12 108 11 10 10 8 13 .COGERH SISOH 150 140 130 120 110 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0 Ano 2000 Ano 2001 Ano 2002 Ano 2003 Ano 2004 Ano 2005 Ano 2006 141 146 Açudes Inspecionados . Açudes Inspecionados Inspeções Realizadas 10 85 78 72 52 55 36 25 27 60 76 Q UANTIDADE 8 6 4 2 0 l bra So 7 7 5 Quantitativo 31 a rte im ste an atu No ob co olit do Igu ram nte op iro ixe etr Pe oe M Qu im L ús ate Cr ato Cr Período G ERÊNCIAREG NA IO L Estatística – Total das Anomalias Estatística das Anom alias .Inspeções 2006 18 16 14 M ÉDIA / AÇUDE M N D AG ITU E 16 13 12 10 8 6 4 2 0 l bra So 1 3 3 2 5 6 8 M N D AG ITU E 10 9 8 6 5 3 1 0 0 4 2 2 1 0 0 0 4 3 2 1 1 0 104 92 82 66 75 I P M G 2 I P M G 2 rte im na ste atu No ob lita co Igu do po ram nte tro iro ixe Pe oe Me Qu im L ús ate Cr ato Cr rte im na ste atu No ob lita co m Igu do po nte era tro iro Pe uix oe Me Q Lim ús ate Cr ato Cr G ERÊNCIA REG NA IO L G ERÊNCIA 7 .Inspeções 2006 180 160 140 120 Q UANTIDADE 100 80 60 40 20 0 l bra So 7 23 26 29 26 6 3 2 76 62 56 54 44 30 16 15 3 0 0 5 24 32 1014 6 159 Estatística Média de Anomalias por Açude Estatística das Anom alias .

fundaç Observar o desempenho de áreas críticas. ç manuten Cadastro. Fornecer indicativos de situações de perigo no maciço situaç maciç e na fundação da barragem.ACOMPANHAMENTO DA OPERAÇÃO C / USUÁRIOS 8 .REGRAS DE OPERAÇÃO .INSTRUMENTAÇÃO . crí Etapas de um Programa de Monitoramento por Instrumentação: Instrumentaç Leitura dos instrumentos Avaliação dos dados Avaliaç Notificação imediata aos responsáveis quando as observações Notificaç responsá observaç forem atípicas ou divergirem dos critérios de projeto atí crité a) Piezômetros Medição da pressão da água no maciço e na fundação. análise e priorização de aná priorizaç todas as anomalias/reparos conforme o risco MEDIDAS DE SEGURANÇA MONITORAMENTO NÍVEIS DE PERIGO . Açude Jaburu I Barragens : •Jaburu I (39+38=77) •Aracoiaba (26) •Flor do Campo (24) •Barra Velha (9) •Gavião (3) Açude Aracoiaba MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇÃO INSTRUMENTAÇ MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇÃO INSTRUMENTAÇ b) Medidores de vazão pela fundação Açude Jaburu I Piezômetro Medidor de Nível d´água Barragens: • Jaburu I (10) • Souza (1) • Olho d´água (3) • Flor do Campo (2) • Canoas (3) Açude Souza Avaliação do Risco de Barragens Mitigação do risco integrado na barragem e Mitigaç no vale a jusante ESTRUTURAS SOCIEDADE MEIO AMBIENTE Hierarquização do Risco Coerência na alocação dos recursos de alocaç manutenção e melhorias.MANUTENÇÃO .MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇÃO INSTRUMENTAÇ MONITORAMENTO E INSTRUMENTAÇÃO INSTRUMENTAÇ Coleta e análise de dados Objetivos: Avaliar o desempenho e os critérios adotados no crité projeto.TREINAMENTO .INSPEÇÕES .REUNIÃO C/ USUÁRIOS .

5 28.5 1.5 21.0 1.0 17.5 Potencial de Risco Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Baixo Baixo Baixo Baixo Classe C C C C C C C C D D D D Ação Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Barragem Estadual 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48 Barra Velha Catucinzenta Ubaldinho Hipólito Tatajuba São José II Espirito Santo Potiretama Sucesso Trapiá II Jerimum Colina P 29.0 15.0 1.5 28.0 8.0 25.0 Classe A C C C C C C C C C C C Ação Intervenção (*) Inspeções de Rotina 14 Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina 20 Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina 21 22 23 24 Rosário Cachoeira Cupim Muquém 27.0 22.0 1.0 14.0 1.3 28.0 1.5 22.0 17.0 15.0 29.0 23.7 33.5 24.0 21.5 21.0 32.0 1.Risco da Barragem .6 1.0 23.0 29.0 23.0 23.0 27.0 0.5 23.P Dimensão da Volume Total do Barragem (1) Classificação do Risco da Barragem Tipo de Barragem (3) Tipo de Fundação (4) Vazão de Projeto (5) Reservatório (2) Classes A Pontuação > 65 40 a 65 25 a 40 < 25 <15 Risco Alto Médio Normal Baixo Muito Baixo Ações Intervenção Monitoração Inspeções de Rotina Manutenção Manutenção Vulnerabilidade .0 1.0 1.4 28.0 24.0 I 1.0 28.0 PR 27.0 29.3 25.0 27.3 1.4 1.0 25.0 27.0 1.0 24.0 1.0 17.1 1.0 17.V Tempo de Operação (6) Existência de Projeto (As Built) (7) Confiabilidade das Estruturas Vertedouras (8) Tomada de Água (9) Percolação (10) Deformações/ Afundamentos/ Assentamentos (11) Deterioração dos Taludes/ Paramentos (12) B C Importância .0 28.0 24.0 33.0 13.0 23.0 1.0 V 31.0 12.0 V 16.0 20.0 19.0 18.0 21.7 1.5 Normal Normal Normal Normal Normal C C C C C Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Vieirão 30.0 23.3 28.5 28.4 1.0 1.0 24.) CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.7 Normal C Inspeções de Rotina CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.0 27.8 1.1 29.0 33.0 12.0 24.0 14.6 28.) Barragem Estadual P V I PR Potencial de Risco Classe Ação Barragem Estadual 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 Olho d'água Jaburú I Pacoti Gangorra Aracoiaba Castro Pacajus Caracas Souza Canafístula Sítios Novos Acarape do Meio P 32.3 29.1 1.1 25.4 25.6 PR 60.PR Periculosidade .1 1.0 22.0 32.3 1.1 1.0 33.7 30.0 26.5 29.5 21.2 Normal C Inspeções de Rotina 15 16 17 18 19 Adauto Bezerra Arneiroz II Do Coronel Quandú São Domingos 24.0 34.0 1.0 18.0 20.0 23.0 1.4 30.0 23.8 1.7 Normal C Inspeções de Rotina 13 Itaúna 24.0 27.0 1.0 27.0 28.0 14.0 28.3 36.3 1.0 18.0 28.0 25.0 1.0 1.5 26.0 1.0 25.0 38.0 1.0 27.0 22.0 21.0 34.0 15.5 1.5 28.0 27.0 23.0 15.5 1.0 24.5 24.0 23.0 Normal Normal Normal Normal C C C C Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Inspeções de Rotina Carnaubal 22.0 20.0 29.0 22.0 V 45.0 26.1 1.3 1.0 9.0 23.0 31.0 27.3 1.I Volume Útil População à hm 3 (a) D Custo da Barragem (c) Jusante (b) PR (P V) I 2 E CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS Potencial de Risco Médio Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.6 33.0 33.0 1.0 22.0 28.0 11.0 24.0 27.0 21.0 PR 24.7 24.5 Potenci al de Risco Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Classe D D D D D D D D D D D D Ação Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção 9 .0 24.0 34.5 25.0 13.0 I 1.0 22.0 28.0 1.4 1.) Barragem Estadual 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 Valério Diamante Gavião Madeiro Jatobá Batente Estrema Santa Maria Malcozinhado Flor do Campo Capitão Mor Trapiá I P 23.0 25.0 22.0 25.9 33.0 22.5 1.0 1.0 24.0 13.3 1.0 29.0 I 1.0 11.

0 1.0 23.0 1.0 22.0 1.0 28.0 24.0 22.CLASSIFICAÇÃO DAS BARRAGENS ESTADUAIS (cont.0 7.0 18.3 I 1.3 31.0 1.1 1.) Barragem Estadual 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 Monsenhor Tabosa São José I Cipoada Parambu Riachão Arrebita Carmina Cauhipe Faé Canoas Benguê Pirabibu Angicos Jaburú II MÉDIA P 25.1 1. Danos materiais: Barragem Zonas atingidas pela onda de cheia.0 53.0 16. CONSEQUÊNCIAS DA RUPTURA DE BARRAGENS Perdas de vidas humanas. AMBIENTAIS E SOCIAIS O PROPRIETÁRIO DA BARRAGEM tem a responsabilidade por todos os aspectos relacionados a sua segurança.0 9. psicoló fí RESPONSABILIDADE PELA SEGURANÇA DA BARRAGEM UMA BARRAGEM SEGURA APRESENTA UM BOM DESEMPENHO NO QUE DIZ RESPEITO AOS ASPECTOS ESTRUTURAIS.2005 70 Potencial de Risco 2005 (PR) 60 50 40 30 20 10 0 Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Pontuação de Risco BARRAGENS FEDERAIS – DNOCS (Ano de 2002 – Não Atualizada) Barragem Orós Banabuiú Poço Salgado Trussu Acarape do Meio Pedras Brancas Lima Campos Trici Choró Cedro Proprietário DNOCS DNOCS DNOCS DNOCS DNOCS DNOCS DNOCS DNOCS DNOCS DNOCS Pontos 53.5 19.0 19.9 29.6 Potencial de Risco Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Baixo Normal Classe D D D D D D D D D D D D D D C Ação Manutenção Manutenção Manutenção Manutenção Potencial de Risco BARRAGENS ESTADUAIS .1 1.0 28.4 33. Danos indiretos resultantes da interrupção das interrupç atividades produtivas.7 26.0 27.3 28.0 1.0 25. Traumatismos psicológicos e danos físicos.8 18.3 36.7 19.5 19.1 18.0 25.0 23.0 25.7 19.5 20.2 PR 20.0 1.0 1.0 8.1 1.0 12.0 13. 2002) 10 .5 19.0 18. O proprietário deve assegurar que a OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO da barragem sejam executadas por pessoas que tenham conhecimento e habilitação para tal.1 1.0 24.6 Potencial de Risco Médio Médio Alto Normal Normal Normal Normal Normal Normal Normal Classe B B A C C C C C C C Ação Monitoração Monitoração Intervenção Inspeção Inspeção Inspeção Inspeção Inspeção Inspeção Inspeção O que é ruptura de barragem ? Em termos de integridade estrutural.0 12.0 19. ECONÔMICOS.0 V 16.0 16.0 14.0 24.5 18.5 1.0 18. MI/SIH.0 18.7 19.0 19.0 6.0 39.0 18. é uma liberação incontrolável do conteúdo de um reservatório ocasionado pelo colapso da barragem ou alguma parte dela. (Manual de Segurança e Inspeção de Barragens.0 20.0 17.0 1.

Acidentes e Incidentes . se não for corrigido a tempo. Galgamento Dique Fusível.Ceará • Galgamento .O que é uma barragem segura ? Uma barragem segura é aquela capaz de satisfazer as exigências de comportamento necessárias para evitar acidentes e incidentes. com graves conseqüências econômicas e sociais Incidente: Evento físico indesejável que prejudica a funcionalidade e/ou inteireza da obra. 2000) • Trincas . 1997. COMUNICANDO O RESERVATÓRIO COM A SUPERFÍCIE LIVRE A JUSANTE.1 (1940) • Deslizamento de Taludes . QUE PODEM CAUSAR A RUPTURA DA BARRAGEM 11 . 1997. podendo vir a gerar eventuais acidentes. 1961.2 (1940. Erosão nos Muros Laterais ACIDENTE • Galgamento . 1996.5 (1956. Ameaça de Galgamento. 1963) • Erosões . 1988.8 (1980.2 (1981. 1999) • Piping . 2000) • Outras Causas – Arrombamentos. 2004) • Surgências a Jusante .4 (1960. Acidente: Evento correspondente à ruptura parcial ou total da obra e/ou sua completa não funcionalidade. Ruptura do Dique Lateral do Sangradouro. 1998. 1995. 1997. 1986. Erosões Taludes Montante. 1978.Transbordamento Arneiroz (2004) INCIDENTE • Surgências no Talude Jusante – Jaburu I INCIDENTE • Surgências a Jusante Pé da Barragem – Olho D’Água INCIDENTE • Piping – Erosão Interna MECANISMOS DE OCORRÊNCIA DE “PIPING” O PIPING (OU EROSÃO INTERNA) PODE LEVAR À FORMAÇÃO DE “TUBOS”.

ACIDENTE • Piping – Erosão Interna RUPTURA DE BARRAGEM DE TETON EM 1976 (POR “PIPING”) ACIDENTE • Piping – Erosão Interna ACIDENTE • Piping – Erosão Interna ACIDENTE • Piping – Erosão Interna • Erosão a Jusante INCIDENTE • Trincas Açude Olho D’Água D’Água INCIDENTE Trussu (1997) Açude Parambu 12 .

Jusante ACIDENTE • Arrombamentos – Palmácia (2002) Crista da Barragem Arrombada 13 .INCIDENTE • Deslizamento de Talude Jusante Macário (Quixadá) Deslizamento de talude de Jusante Prováveis causas: Ausência de sistema de drenagem interna e aterro mal compactado ACIDENTE • Erosão Regressiva Itaúna (2001) ACIDENTE • Erosão Regressiva Rosário (2004) • Erosão Regressiva INCIDENTE Pacajus (2004) ACIDENTE • Arrombamentos – Palmácia (2001) Vista Montante .

ACIDENTE • Arrombamentos – Mombaça (2002) ACIDENTE • Arrombamentos – Mombaça (2002) OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Açude Jaburu I .Tianguá OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Açude Pacajus – Obras Antes da sangria de 2004 SOLO ARGILOSO ENSECADEIRA SOLO LATERÍTICO TOPO ROCHOSO OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Antes Antes Açude Pacajús Açude Pacajús.sangria em 2004 Depois 14 .

OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Antes OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Açude Rosário 2004 Açude Parambu Antes Depois Depois OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Açude Parambu Antes Açude Parambu Antes Depois Depois OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Açude Vieirão Antes Açude Vieirão Antes Depois Depois 15 .

Obra em Execução Depois ACIDENTES EM OBRAS HÍDRICAS Levantamento da Defesa CivilChuvas de 2004 • Açudes a serem recuperados: 534 • Açudes a serem reconstruídos: 352 • Domínio: – Público: 270 – Particular: 618 CE-060 Sangradouro Obstruído por Cerca Alguns Acidentes de 2004 •Barragem Camará -PB Barragem Macário (Quixadá) Deslizamento de talude de Jusante Prováveis causas: Ausência de sistema de drenagem interna e aterro mal compactado Concreto Compactado a RoloDeslocamento de bloco da fundação na ombreira esquerda 16 .OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ OBRAS DE RECUPERAÇÃO RECUPERAÇ Açude Angicos Antes Açude Olho d´água .

Recomposição do talude material meio seco – não é bom Bar.Umedecimento Açude Rosário -2004 INCIDENTES / ACIDENTES EM CANAIS CANAL ERERÊ . Macário .ARROMBAMENTO INCIDENTES / ACIDENTES EM EB’S EB’ INCIDENTES / ACIDENTES EM EB’S EB’ EB-2: ALAGAMENTO EB- EB-2: ALAGAMENTO EB- 17 .

Carnaubal .Barragem de Terra/Enrocamento Posicionamento do Sangradouro Sangradouro Isolado: Ex: .Olho d´água .Itaúna .Mundaú Sangradouro Junto ao Maciço: .Barra Velha .INCIDENTES / ACIDENTES EM ADUTORAS ADUTORA DO ACARAPE DO MEIO Termos Técnicos Específicos da Barragem Té Especí Termos Técnicos Específicos da Barragem Té Especí Termos Técnicos Específicos da Barragem Té Especí BARRAGEM CATU Seção Transversal .Malcozinhado .Cipoada .Gangorra .Pirabibu 18 .Sitios Novos .

rip.rap). é feita com um empedramento da superfície do talude superfí (rip-rap).Maciço . Talude Jusante Contra a ação erosiva das aç águas de chuva. possí Açude Vieirão – Recalque do Coroamento Proteção dos Taludes Talude Montante: Contra o efeito erosivo das ondas do lago.Talude de Jusante Coroamento Ombreira Direita Riacho Ombreira Esquerda Talude de montante Ombreira Esquerda Ombreira Direita Enrocamento de Pé ou Rock-fill Trincas e Fissuras em Barragens Carmina O enrocamento de pé ou “rock fill” é pé fill” utilizado em pequenas barragens com a finalidade de evitar a saturação do talude de jusante e saturaç possível erosão.Montante sentido do rio Maciço . Esta proteção proteç pode ser idêntica à de montante ou plantio de gramínea ou salsa gramí ou colocação de cascalhos colocaç (seixos). Coroamento ou crista Montante Jusante 19 .

Benguê Muro Ala Esquerdo Proteção Vegetal Ex: Castro Fluxo Canal de Aproximação Perfil Vertedouro Açude Benguê (Aiuaba) Sangradouro Muro Ala Esquerdo Revanche Fluxo Canal de Aproximação Canal de Restituição Tomada d´água da Galeria .Jusante FLUXO PELO MACIÇO Drenagem Interna pelo Maciço Dreno de Pé Canal de Restituição Caixa de Válvulas Caixa de dissipação 20 .Montante Caixa de Montante Perfil Vertedouro Do tipo Ogiva ou Creager Canal de Aproximação Tomada d´água .Proteção do talude de jusante Sangradouro Cascalho/Seixos/Britas Ex: Sitios Novos.

FLUXO PELO MACIÇO Drenagem Interna pelo Maciço Tapete Horizontal FLUXO PELO MACIÇO Drenagem Interna pelo Maciço Filtro Vertical ou Filtro Chaminé FLUXO PELO MACIÇO Drenagem Interna pelo Maciço Filtro Vertical ou Filtro Chaminé FLUXO PELO MACIÇO Drenagem Interna pelo Maciço Dreno de Pé Tapete Horizontal Filtro Vertical ou Filtro Chaminé FLUXO PELA FUNDAÇÃO Jusante Montante Nível D’água Barragem FLUXO PELA FUNDAÇÃO Barragem Olho D’Água .Poços de Alívio (em execução) Sentido do Fluxo 21 .

tais como tapetes impermeáveis e injeções de impermeabilização. • Geralmente são adotados em associação com outros dispositivos de controle de fluxo. •Prevenção contra a ocorrência de piping.FLUXO PELA FUNDAÇÃO Barragem Olho D’Água . Sistema de Drenagem Auxiliar Sistema de Drenagem Auxiliar Poços de Alívio Poços de Alívio Sistema de Drenagem Auxiliar Sistema de Drenagem Auxiliar Poços de Alívio Poços de Alívio Açude Barra Velha Açude Souza Açude Flor do Campo 22 .Poços de Alívio (em execução) Sistema de Drenagem Auxiliar Poços de Alívio •Alívio de sub-pressões no terreno de fundação a jusante de barragens.

5 1 0.00 N.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA MACIÇO COMPACTADO OBRAS CONSTITUINTES DO PROJETO DE UMA BARRAGEM DE TERRA • MACIÇO COMPACTADO • VERTEDOURO • TOMADA D’ÁGUA TIPOS PRINCIPAIS: • TERRA HOMOGÊNEA • TERRA E ENROCAMENTO • GRAVIDADE • ENROCAMENTO COM FACE DE CONCRETO GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .5 1 SAPROLITO ROCHA CUT-OFF TAPETE DRENANTE CUT-OFF TAPETE DRENANTE GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .00 2 1 2 1 91.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . MÁX.GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .5 1 ROCKFILL 1 82.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .00 95.00 1 2.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .00 5 FILTRO ROCKFILL 2 85.00 SOLO ARGILOSO 1.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA TERRA HOMOGÊNEA BARRAGENS DE TERRA E ENROCAMENTO BARRAGEM CATU EX: BARRAGEM JERIMUM 1 .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .4 1.00 74.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .5 7 ~69.00 1.00 2 1 73.5 1 1 1.A.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA TERRA “HOMOGÊNEA” TERRA HOMOGÊNEA FILTRO 100. 95.

COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA EFICIÊNCIA DO CUT-OFF: TOTAL vs.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .00 0.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . PARCIAL SISTEMAS DE VEDAÇÃO TIPOS PRINCIPAIS UTILIZADOS NO CEARÁ: • CUT-OFF • TAPETE IMPERMEÁVEL A MONTANTE 2 .40 233.GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .67 EX: CCR BARRAGEM EDSON QUEIROZ GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .00 230.8 1 206.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA BARRAGENS DE TERRA E ENROCAMENTO BARRAGENS DE GRAVIDADE 230.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA BARRAGENS DE GRAVIDADE BARRAGENS DE GRAVIDADE BARRAGEM CASTANHÂO BARRAGEM TRICI GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .

PRINCIPAIS FINALIDADES: (FUNDAMENTAIS PARA A SEGURANÇA DA OBRA) . ou o núcleo de argila dos espaldares de montante e de jusante. tais como tapetes impermeáveis e injeções de impermeabilização. separando as zonas de saturação e de drenagem.ASSEGURAR UM ADEQUADO CONTRASTE DE PERMEABILIDADE ENTRE DIFERENTES MATERIAIS GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . prevenindo contra a ocorrência de piping (a seguir).COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . • Não são recomendáveis para barragens com carga hidráulica superior a 60 metros de altura.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . D15( Filtro) D15( Base) 4 ou 5. • Empregados para aliviar subpressões no terreno de fundação a jusante de barragens. • Constituem solução eficiente para o controle da percolação pela fundação em terrenos aluvionares de grande espessura e nível freático elevado. reduzindo o gradiente hidráulico e a subpressão a jusante.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . FILTROS E DRENOS Constituem descontinuidades no interior do maciço. • Geralmente são adotados em associação com outros dispositivos de controle de fluxo.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA FLUXO EM BARRAGENS DE TERRA MONTANTE LINHA FREÁTICA JUSANTE 3 .IMPEDIR O CARREAMENTO DE PARTÍCULAS DE SOLO .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA TAPETES IMPERMEÁVEIS A MONTANTE • Normalmente executados quando a trincheira de vedação total é técnica e/ou economicamente pouco atraente. • Aumentam o caminho de percolação. GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA CRITÉRIO DE FILTROS DE TERZAGHI SISTEMA DE DRENAGEM AUXILIAR : POÇOS DE ALÍVIO D15( Filtro) D85( Base) 4 ou 5.

SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA MECANISMOS DE OCORRÊNCIA DE “PIPING” REDE DE FLUXO SURGÊNCIA NO TALUDE DE JUSANTE LINHA FREÁTICA GRADIENTES ELEVADOS A JUSANTE DO ATERRO ROCKFILL A LINHA FREÁTICA NÃO DEVE ATINGIR O TALUDE DE JUSANTE : RISCO DE “PIPING” OU EROSÃO REGRESSIVA (DEPOIS DO GALGAMENTO. QUE PODEM CAUSAR A RUPTURA DA BARRAGEM GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA 4 . É A MAIOR CAUSA DE ACIDENTES EM BARRAGENS) AUSÊNCIA DE FILTRO E DRENAGEM INTERNA ADQEQUADA CARREAMENTO DE FINOS PELA FUNDAÇÃO O PIPING (OU EROSÃO INTERNA) PODE LEVAR À FORMAÇÃO DE “TUBOS”. COMUNICANDO O RESERVATÓRIO COM A SUPERFÍCIE LIVRE A JUSANTE.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA RUPTURA DE BARRAGEM DE TETON EM 1976 (POR “PIPING”) GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .

SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . O FLUXO ATINGIA O TALUDE DE JUSANTE GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA COMO AGIR DIANTE DE PROBLEMAS DE FLUXO ? EXEMPLO: BARRAGEM JABURU I • NÍVEIS PIEZOMÉTRICOS ELEVADOS A JUSANTE DO FILTRO (DRENAGEM INEFICIENTE) • EM ALGUMAS ÁREAS.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . 0'=33º) Argila (0'=25º) Construção de um aterro de recarga em enrocamento no pé de jusante da barragem 1.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .537 SOLO ARGILOSO ENSECADEIRA SOLO LATERÍTICO ENROCAMENTO 740 730 720 TOPO ROCHOSO Cotas (m) 710 700 15 m 690 680 670 660 -140 (692.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA BARRAGEM DO JABURU ESTACA 22 ANÁLISE DE ESTABILIDADE EXEMPLO: BARRAGEM JABURU I Laterita (c'=30 kPa.5) Aterro de recarga SOLUÇÃO ADOTADA: DRENO INVERTIDO (COM TRANSIÇÕES) E ENROCAMENTO A JUSANTE – MELHORIA NAS CONDIÇÕES DE FLUXO E ESTABILIDADE -128 -116 -104 -92 -80 -68 -56 -44 -32 -20 -8 4 16 28 40 52 64 76 88 100 112 124 136 148 Distânc ias (m) GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA VERTEDOUROS DE BARRAGENS TIPOS MAIS COMUNS NO CEARÁ: • CANAL ESCAVADO EM ROCHA • CREAGER • LABIRINTO 5 .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .

COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA PERFIL CREAGER GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA PERFIL CREAGER • PROPORCIONA MAIOR EFICIÊNCIA HIDRÁULICA • FREQÜENTEMENTE USADO QUANDO O NÍVEL DE ACUMULAÇÃO DESEJADO PARA O RESERVATÓRIO ESTÁ ACIMA DA COTA DO ESTRATO ROCHOSO FIRME 6 .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA VERTEDOUROS DE BARRAGENS CANAL ESCAVADO EM ROCHA CANAL ESCAVADO EM ROCHA • SOLUÇÃO MAIS ECONÔMICA • FREQÜENTEMENTE USADO QUANDO DO ESTRATO ROCHOSO FIRME ESTÁ IGUAL OU ACIMA DO NÍVEL DE ACUMULAÇÃO DESEJADO PARA O RESERVATÓRIO GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .

SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA TOMADA D’ÁGUA – EMBOQUE TOMADA D’ÁGUA – TORRE 7 .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA VERTEDOURO TIPO LABIRINTO TOMADA D’ÁGUA – EMBOQUE GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA VERTEDOURO TIPO LABIRINTO • BOA EFICIÊNCIA HIDRÁULICA (MAIOR EXTENSÃO DE SOLEIRA VERTENTE) • FREQÜENTEMENTE USADO QUANDO A LARGURA DISPONÍVEL PARA O CANAL DE SANGRIA É INSUFICIENTE PARA ESCOAR AS VAZÕES EFLUENTES DO RESERVATÓRIO GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .

COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA TOMADA D’ÁGUA – BACIA DE IMPACTO TOMADA D’ÁGUA – BACIA DE IMPACTO GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Angicos Bacia do Coreaú .Gerente: Vicente Município de Coreaú .Gerente: Vicente Granja .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Ce GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Ce Barragem Itaúna Bacia do Coreaú .Gerente: Vicente Município de Chaval 8 .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Gangorra Bacia do Coreaú .

COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Cachoeira Bacia do Salgado .Gerente: Yarley Município de Aiuaba Barragem Muquém Bacia do Alto Jaguaribe .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Benguê Bacia do Alto Jaguaribe .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Gerente: Yarley Lavras da Mangabeira .Gerente: Yarley Município de Cedro Barragem Monsenhor Tabosa Bacia do Banabuiú .Gerente: Yarley Município de Cariús GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .Ce GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .Gerente: Júnior Município de Monsenhor Tabosa 9 .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Ubaldinho Bacia do Salgado .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .Gerente: Yarley Aurora -Ce Barragem Rosário Bacia do Salgado .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .

COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Barra Velha Bacia do Parnaíba .Gerente: Júnior Município de Aurora GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .Ce Barragem Castro Bacia Metropolitana .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .Gerente: Júnior Município de Independência .Ce Barragem Flor do Campo Bacia do Parnaíba .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Gerente: Berthyer Aracoiaba .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Jerimum Bacia do Curu .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Município de Itapajé Barragem Sousa Bacia do Curu .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Gerente: Berthyer Município de Itapiúna 10 .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Aracoiaba Bacia Metropolitana .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Município de Canindé GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .

Gerente: Berthyer Município de Caucaia Barragem Sítios Novos Bacia Metropolitana .Gerente: Berthyer Município de Caucaia GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Barragem Cauhipe Bacia Metropolitana .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA CANAL DO TRABALHADOR OBRAS DE CANAIS • CANAL DO TRABALHADOR. GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA CANAL DO TRABALHADOR CANAL DO TRABALHADOR 11 .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . • CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM.

COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM 12 .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA CANAL DO TRABALHADOR CANAL SÍTIOS NOVOS / PECÉM GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA CANAL DO TRABALHADOR CANAL DO TRABALHADOR GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .

• Manter apenas o necessário. • Utilização mais racional do tempo disponível. E CHECK LIST (HIDROMECÂNICA). inspecionar. • O operador deverá executar multiplas funções: zelar. VÁLVULAS DISPERSORA. porque o trabalho tem que ser feito. ainda que esteja sozinho. • Sempre há tempo para prevenir um defeito. – ser organizado. 1 . operar e manter os equipamentos em condições de pronto uso. GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA TER AUTODISCIPLINA SER ORGANIZADO • O operador deverá está ciente que tem que trabalhar. sem a presença da supervisão. JOSÉ ARIMATEIA JOSÉ Tecnólogo em Eletromecânica Tecnó • OPERAÇÃO • INSPEÇÃO • MANUTENÇÃO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA PERFIL DO OPERADOR SER POLIVALENTE – ser polivalente. REGISTROS DE GAVETA. dentro das rotinas estabelecidas e com a qualidade exigida pela COGERH . VÁLVULAS BORBOLETAS. – ser higiênico. • Melhor acompanhamento e eliminação do desperdício. – ter autodisciplina.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E SEGURANÇ INFRAESTRUTURA • • • • • • TORRE DE ACIONAMENTO E COMPORTAS. CAIXA DE MONTANTE. descartando o que for desnecessário.

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA TER HIGIENE TORRE DE ACIONAMENTO: INSPEÇÃO/MANUTENÇÃO INSPEÇ ÃO/MANUTENÇ • Manter o local de trabalho. 5cm) e aguardar o enchimento total da tubulação. • se a comporta não possuir by pass. • cumprir as normas de segurança. exterminar abelhas (se existirem). eixo de acionamento. verificar o nível de oxidação dos equipamentos de acionamento da comporta. • necessidade de pintura. manter os equipamentos da torre sempre limpos. Os registros ou válvulas de jusante devem encontrar-se fechados. • abrir o bay pass e aguardar o enchimento total da tubulação (equilibrar a pressão). uma borboleta(válvula). • • • • • Verificar a estrutura da torre. escada de acesso e guarda-corpo. 2 . • nível de oxidação na haste e nos mancais. cunha (registro) e um conjunto de peças de vedação. deve-se proceder a abertura total ou parcial da comporta. COMPORTA TORRE DE ACIONAMENTO: OPERAÇÃO OPERAÇ REGISTRO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA TORRE DE ACIONAMENTO (SEM CONTROLE A JUSANTE): OPERAÇÃO OPERAÇ VÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA •As válvulas e registros são equipamentos projetados para regular ou bloquear fluxo de água em uma tubulação. • identificar e eliminar fontes de sujeira. • usar os equipamentos de proteção individual. • para fechar a comporta. •Compõe-se basicamente de um corpo. também é necessário que as pressões estejam equilibradas. deve-se abrir a comporta parcialmente (aproximadamente. • após o enchimento total da tubulação. GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA TORRE DE ACIONAMENTO: OPERAÇÃO OPERAÇ • Certificar-se de que o equipamento de jusante esteja completamente fechado. os equipamentos e as ferramentas sempre limpos. • manter a saúde física e mental.

‘ ‘ ‘ VÁLVULA BORBOLETA 3 . OPERAÇÃO OPERAÇ . • Para atingir a vazão requerida. • Antes do acionamento do by pass o operador deve certifica-se que o equipamento a jusante do registro principal esteja na posição totalmente fechado. estes devem ser acionados para facilitar a manobra do equipamento principal. OPERAÇÃO OPERAÇ • Na operação. GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA REGISTROS COM BY PASS.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA REGISTRO DE GAVETA VÁLVULAS BORBOLETAS GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA VÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA: OPERAÇÃO OPERAÇ REGISTROS COM BY PASS. • Nos registros montados com by pass. gira-se o volante de acionamento ou alavanca de abertura até a posição desejada. • É importante o operador saber a quantidade de voltas necessárias para abrir ou fechar os equipamentos. OPERAÇÃO OPERAÇ BY PASS ‘ FLUXO ‘ ‘ ‘ ‘ FLUXO REGISTRO PRINCIPAL ‘ REGISTROS COM BY PASS. • É normal na operação de fechamento ficar um pouco de vazamento. não forçar os equipamentos além do necessário.

• Movimentar os equipamentos ao menos uma vez por mês. • Manter o local de acesso aos equipamentos sempre limpo. • Fazer a limpeza dos equipamentos. RÉGUA LIMNIMÉTRICA LIMNIMÉ • Limpar a régua. D E P O I S A N T E S ACESSO AOS EQUIPAMENTOS GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA VÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA : MANUTENÇÃO MANUTENÇ REGISTRO DE GAVETA : GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA CAIXA DE DISSIPAÇÃO DISSIPAÇ É a estrutura onde a água liberada pela galeria perde energia (é amortecida). Observar o nível de oxidação nos parafusos e em todo corpo do equipamento. Estrutura. comunicar à Gerência. 4 . para passar pelo medidor de vazão.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA VÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA : INSPEÇÃO INSPEÇ VÁLVULAS BORBOLETAS E REGISTRO DE GAVETA : MANUTENÇÃO MANUTENÇ Verificar vazamento anormal. a fim de evitar o emperramento dos mesmos. Verificar a pintura nos equipamentos. cerca de proteção. • qualquer irregularidade. Verificar folga existente nos parafusos. • verificar se estar na posição adequada. Inspecionar o movimento de acionamento . • verificar se os números estão na condição de leitura perfeita. pintura. vegetação e detritos. água empossada.

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA MEDIDOR DE VAZÃO CANAL DE RESTITUIÇÃO RESTITUIÇ • Verificar a necessidade de pintura. • Não operar a válvula a seco. verificando os níveis de óleos das caixas de engrenagens. • retirar objetos estranhos aos equipamentos. • Verificar possíveis folgas nos parafusos. • Verificar vazamento de óleos (acionamento hidráulico). • Evitar movimentos bruscos. • ocorrendo irregularidade à Gerência deve ser avisada do problema. se houver. • fazer a limpeza. hidráulico ou elétrico. VÁLVULA DISPERSORA: INSPEÇÃO INSPEÇ • Fazer a limpeza da válvula com cuidado para não danificar nenhum componente da válvula. redutores. • verificar se há erosão ao longo do canal. quadro de comando e etc. comunicar a Gerência. Somente o operador deve ter acesso aos comando do equipamento. • se houver irregularidade. ruídos). hidráulico. • • • • VÁLVULA DISPERSORA: OPERAÇÃO OPERAÇ Inicialmente o operador deve fazer uma inspeção geral do equipamento. • Verificar as condições de escoamento da água. acionada por mecanismo mecânico. VÁLVULA DISPERSORA: MANUTENÇÃO MANUTENÇ 5 . • não conseguindo resolver. GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA • Observar acionamento da válvula(vibrações. certificar-se de que a comporta de montante encontra-se aberta antes de fazer a operação na válvula(a válvula deve sempre operar em carga). • fazer a limpeza do canal. GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA VÁLVULA DISPERSORA • As válvulas dispersoras são equipamentos constituídos basicamente por uma estrutura cilíndrica fixa. um cone difusor e uma camisa móvel. • Observar oxidação em todo corpo da válvula. • verificar se há vazamento provocado pela oxidação. comunicar à Gerência. • verificar se há vazamento pelas laterais do medidor. o operador deve sempre estar atento ao indicador de abertura e fechamento da válvula. • Observar vazamento anormal. procurar resolver o problema.

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE CANOAS (ASSARÉ) AÇUDE MUQUÉM (CARIÚS) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE TRAPIÁ III (COREAÚ) AÇUDE QUANDÚ (ITAPIPOCA) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE MUQUÉM (CARIÚS) AÇUDE MUQUÉM (CARIÚS) 6 .

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE GANGORRA (GRANJA) AÇUDE GANGORRA (GRANJA) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE GANGORRA (GRANJA) AÇUDE PIRABIBÚ (QUIXERAMOBIM) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE PIRABIBÚ (QUIXERAMOBIM) AÇUDE CASTRO (ITAPIÚNA) 7 .

(Autor anônimo). requer do executor toda atenção necessária”. • Cuide da natureza!!!! • Não permita que poluentes como óleos e graxas contaminem a água e o solo. --FIM-José Arimateia Tecnólogo Eletromecânico 8 .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE RIVALDO DE CARVALHO (CATARINA) AÇUDE ANGICOS (COREAÚ) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA ANOMALIAS ANOMALIAS AÇUDE ANGICOS (COREAÚ) AÇUDE CARNAUBAL (CRATEÚS) GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS-SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS-COGERH GESIN – GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRAESTRUTURA • IMPORTANTE: • “Toda e qualquer atividade a ser realizada. O futuro depende de nós. • “Todo problema é uma oportunidade disfarçada”.

Cada panela é ocupada por certo número de formigas de diferentes castas. ALIMENTAÇÃO DO SAUVEIRO . 21 e 22 de Dezembro de 2006. . São caracterizados por terra solta que circunda os orifícios 14 e 15. Ver foto no final. de meio de cultura ao cogumelo que lhes serve de alimento.Cada panela armazena o que elas trazem de fora. mas sim depois de picados e triturados. 1 .FORMIGAS CORTADEIRAS 3° CICLO DE TREINAMENTO EM SEGURANÇA DE BARRAGENS. 21 e 22 de Dezembro de 2006. 14 e 15. os primeiros soldados sairão em novembro de 2008 (22 meses) e uma nova revoada (sauveiro adulto) acontecerá em março de 2010 (38 meses). 21 e 22 de Dezembro de 2006. GERENCIA DAS BACIAS DO ACARAÚ E COREAÚ NÚCLEO TÉCNICO Nome comum Formiga Saúva (Atta Spp) (*) Formiga Quenquém (Acromyrmex Spp) (*) restrita as Américas com 210 Espécies descritas em 13 Gêneros estudados até hoje. 21 e 22 de Dezembro de 2006.As formigas Operárias na superfície do formigueiro aparecem entre o 4º e o 10º mês após a penetração da Tanajura na terra.As galerias ou canais se destinam a facilitar o trabalho e a comunicação entre panelas. 14 e 15. o lixo que é produzido no formigueiro e as formigas que morrem. Todas dependem da associação obrigatória (simbiose) com um fungo. . .Os Soldados surgem após 22 meses do início do sauveiro. isoladas ou ligadas por galerias ou canais. 14 e 15. Exemplo do Tempo para Formação de um Sauveiro: se a revoada acontecer em janeiro de 2007. isto é o aparecimento no exterior das formas sexuadas e aladas depois de 38 meses da penetração da Tanajura (sauveiro adulto). COMPOSIÇÃO DO SAUVEIRO . as primeiras operárias sairão de abril a outubro de 2007 (4º ao 10º mês). . 21 e 22 de Dezembro de 2006.A revoada. CASTAS DE UM SAUVEIRO Permanentes (ápteros) : Rainha (sexuada) Operárias (estéreis) jardineiras cortadeiras e / ou carregadeiras soldados Temporárias (sexuadas e aladas ): Fêmeas – Içás ou Tanajuras Machos – Bitus FORMAÇÃO DE UM SAUVEIRO .1º Olheiro é aberto em média após 87 dias da penetração da tanajura na terra. Também tem a função de respiradouros e diminuir o percurso para a coleta de material.Câmaras ou panelas quase hemisféricas.As galerias ou canais partem do centro do formigueiro em diversas direções até à superfície do terreno.2º Olheiro é aberto em média após 421 dias depois da abertura do primeiro olheiro. .As partículas de folhas e demais materiais cortados que as saúvas acumulam nas panelas do formigueiro não vão lhes servir diretamente de alimento. . 21 e 22 de Dezembro de 2006. . 14 e 15.Os seguintes são abertos até 503 dias após a abertura do primeiro olheiro. 14 e 15. .

14 e 15. Não aplicar sobre alimentos e utensílios de cozinha. pois apenas 0.3%) 14 e 15.RECOMENDAÇÕES PARA COMBATER UM SAUVEIRO Fazer repasse nos sauveiros tratados de 2 em 2 meses. Nome comum – Malation (inseticida do grupo organofosforado) Dosagem – 10g / m² de formigueiro Formicida Isca – Atta Mex-s (Sulfluramida 0. Conservar fora do alcance das crianças e animais domésticos (armazenamento). 21 e 22 de Dezembro de 2006. 21 e 22 de Dezembro de 2006. não beber.5g .05 % delas conseguem fundar seu sauveiro. TIPOS DE FORMIGAS OLHEIROS DO SAUVEIRO 14 e 15. Não aplicar formicida líquido em solos secos. 14 e 15. Não aplicar formicida em pó ou granulado em solos úmidos. Não fumar. 21 e 22 de Dezembro de 2006. Não reutilizar as embalagens vazias. 21 e 22 de Dezembro de 2006. 21 e 22 de Dezembro de 2006.Peso vazio – 582g . não comer durante a aplicação.Mangueira de PVC – 75cm LEVE 14 e 15.Vazão por bombada – 0. CÁLCULO DO TAMANHO DO FORMIGUEIRO. PRECAUÇÕES Kg de pó POLVILHADEIRA .Capacidade do tanque – 1 e logo a aplicação do produto tomar banho com água fria corrente e sabão. 14 e 15. Durante a aplicação não deverá permanecer no local pessoas ou animais. Não controlar as Içás ou Tanajuras por ocasião da revoada. Àrea de um Formigueiro: Calcula-se multiplicando o maior cumprimento pela maior largura. 21 e 22 de Dezembro de 2006. 2 . Características Em caso de contaminação . FORMICIDA UTILIZADO Nome comercial – Formicidol Pó.

) Pelo menos. GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA OBRIGAÇÕES DO AGIR OBRIGAÇÕES DO AGIR 1°. pelo menos uma antes e outra depois do inverno. Essas atribuições devem ser cumpridas pelo AGIR e lidas sempre que houver visita e/ou inspeção.) Manter limpa a casa da sede do açude.) Manter as cercas da área de proteção e preservar os marcos da poligonal de desapropriação.) Retirar os animais que estiverem próximos e ao redor da parede do reservatório.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . queimadas.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . canais.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . Ao padronizar essas atribuições. As funções do AGIR são de conservação e manutenção dos reservatórios hídricos (açudes.) Fazer a leitura da régua e anotar no Livro de Ocorrência do açude as mudanças na leitura.) Verificar todo dia o nível do açude e informar à Gerência a leitura da régua. 4°. 3°. anotando com letras de fácil leitura. 10°. o AGIR deverá percorrer toda a área da bacia hidráulica do açude. pesca predatória. adutoras etc. manutenção e monitoramento de toda infra-estrutura hídrica de responsabilidade da COGERH. 1 .SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . a COGERH quer tornar mais ágeis as relações entre os AGIR´s. 7°. 11°.) Manter o Livro de Ocorrências do açude em bom estado .) Fazer o ajuste da vazão (liberação de água) sempre que for autorizado pela COGERH.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA OBRIGAÇÕES DO AGIR OBRIGAÇÕES DO AGIR 5°. juntamente com o Livro de Ocorrência do Açude. os técnicos e gerentes da COGERH. 6°.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .) Vigiar as áreas ao redor do açude. uma vez por semana. que deve acontecer a cada três meses.) Acompanhará o Gerente da Bacia quando ele for preencher a Lista de Inspeção de Rotina em Açudes (Check list). na parte de conservação.) de responsabilidade da COGERH. lavagem de roupas e banhos em locais proibidos. 9°. avisando ao dono dos animais para mantê-los fora das áreas pertencentes ao açude.GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . observando vandalismo. 2°.) Conservar as placas de aviso. 8°.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . O AGIR é elemento importante no desempenho dos trabalhos de gerenciamento dos açudes. desmatamento. GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . poluição do açude.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA MANUAL DE ATRIBUIÇÕES DO AGIR APRESENTAÇÃO Essa cartilha foi elaborada com o objetivo de tornar igual a todos os que trabalham nos açudes no interior do Estado as ações praticadas pelo Agente de Guarda e Inspeção de Reservatórios – AGIR.

durante e depois do inverno) das calhas e canaletas de drenagem de águas pluviais e meio-fio e fazer pintura das mesmas depois do inverno. O plantio de árvores e criação de animais pelo AGIR.) Limpar (antes. OBS: 1 Silvo Longo: comunicação AGIR com o usuário. e o apito para facilitar a identificação e comunicação com o usuário. estando sujeita ao regime de plantão nos açudes e locais onde existam plantões. • Conservar os equipamentos de leitura. do • Monitorar as vazões em seções à jusante do açude que perenizam trechos do rio para evitar desperdícios ou falta d´água.) Tirar os formigueiros e tocas de animais.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA OBRIGAÇÕES DO AGIR TAMBÉM SÃO ATRIBUIÇÕES DO AGIR 19°. numa faixa de 10 metros. 18°. • Pintar as estruturas de concreto do sangradouro.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . estrutura de concreto e equipamentos hidromecânicos (grade.) Retirar os troncos de árvores. balseiros e pasta vegetal que são levados para o talude de montante. • Destocar e roçar a área a ser vistoriada. 17°. 13°. o AGIR deve fiscalizar o local. 16°. GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . calça ou bermuda e bota.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . para dar melhor apresentação e facilitar as inspeções.) Desmatar e conservar limpo o revestimento do maciço do açude e do acesso ao pé do talude de jusante.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . 14°.GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS .) O AGIR deve trabalhar fardado: bata. ao longo da barragem e diques. instrumentação e medidor de vazão de surgência d´água.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA OBRIGAÇÕES DO AGIR OBRIGAÇÕES DO AGIR 12°. 2 . guardacorpo. • Roçar as laterais das vias de acesso ao açude – 50 metros de estrada no sentido do comprimento.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA TAMBÉM SÃO ATRIBUIÇÕES DO AGIR • Coletar amostras de água.) Nos açudes onde têm balneário.SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . Importante: A jornada de trabalho do AGIR é em tempo integral. desmatando e roçando os canais de aproximação e restituição. 3 Silvos Longos: comunicação do AGIR com AGIR ou Técnico. • Manter as caixas de válvulas – limpeza. principalmente quanto à segurança do banho.COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . deve ser comunicado ao Gerente da Bacia. 15°. que devem ser operados pelo menos duas vezes por mês e engraxados duas vezes por ano. • Ler os macromedidores de usuários (se tiver o equipamento no açude).) Conservar e limpar a caixa de medição e do medidor (vertedor).SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . acesso e estrutura da torre) e equipamentos hidromecânicos. proibir a navegação de barcos a motor e “jetskys” e vigiar o local com relação à limpeza e preservação da qualidade da água.) Manter limpa e pintura a torre da comporta (escada. válvula e medidores de vazão).COGERH DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA GOVERNO DO ESTADO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS . passadiço. 20°. principalmente antes das chuvas.) Fazer limpeza do sangradouro.

Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH . ASF / SPPC / CATS 176 .2.2 Lista de participantes do 3º Ciclo de treinamentos sobre Segurança de Barragens.

Sc. Sc. Engenheira Civil M. Sc.AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE .AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE . Tecnólogo em Eletro-Mecânica MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS HIDROMECÂNICOS Certificamos que ************* participou como instrutor do módulo “*************” no 3º CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS composto dos treinamentos com carga horária de 12 horas realizados nos seguintes locais e datas: 1º TREINAMENTO – 25 E 26/09/2006 / AÇUDE UBALDINHO – CEDRO – CE 2º TREINAMENTO – 10 – 11/10/2006 / CVT – CRATEÚS – CE / AÇUDE BARRA VELHA . Engenheiro Civil M.QUIXERAMOBIM –CE 4º TREINAMENTO – 16 e 17/11/2006 / CENTEC – SOBRAL – CE / AÇUDE ARREBITA – FORQUILHA .CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA A 6º TREINAMENTO – 05 e 06/01/2007 .CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA B .CE 5º TREINAMENTO – 14 e15/12/2006 . Engenheiro Civil M. Sc.CE 3º TREINAMENTO – 26 e 27/10/2006 / LICEU DO CEARÁ / AÇUDE PIRABIBU .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH INSTRUTORES DA GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA MÓDULO SEGURANÇA DE BARRAGENS INSTRUTOR Alexandre de Sousa Fontenelle Célio Augusto Tavares e Sales Sarita de Paula Pereira Cavalcante Vitor Aderaldo Demétrio de Souza José Arimatéia Souza FORMAÇÃO Engenheiro Civil M.

CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA A 6º TREINAMENTO – 05 e 06/01/2007 .AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE .CE / AÇUDE MALCOZINHADO – CE / TURMA B .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH INSTRUTOR DO MÓDULO ESPECIAL SOBRE FORMIGAS GERÊNCIA REGIONAL DE SOBRAL MÓDULO FORMIGAS INSTRUTOR José de Arimatéia Paiva FORMAÇÃO Engenheiro Agrônomo Certificamos que JOSÉ DE ARIMATÉIA PAIVA participou como instrutor do módulo sobre “FORMIGAS” no 3º CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS composto dos treinamentos realizados nos seguintes locais e datas: 4º TREINAMENTO – 16 e 17/11/2006 / CENTEC – SOBRAL – CE / AÇUDE ARREBITA – FORQUILHA .CE 5º TREINAMENTO – 14 e15/12/2006 .AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE .

José Dirceu Gomes Carvalho Rivaldo de Carvalho AGIR José Ivanildo Pereira dos Santos Poço da Pedra AGIR José Roberto Vieira de Araújo Canoas AGIR Mardônio Carvalho Mapurunga Gerência de Iguatu Téc.CE BACIA DO ALTO JAGUARIBE (12 AGIRs / 6 Técnicos – Total 18) (5 AGIRs / 6 Técnicos – Total 11) ) . Sup. Antonio Raimundo de Lima PP4 AGIR Carlos Alves de Lucena Faé AGIR Francisco Ernilson Feitosa Mota Benguê AGIR Francisco Roberto Bezerra Pinheiro Gerência de Iguatu Coord. Sup. Aldomar Feitosa de Araújo PP1 AGIR Antonio Luzimar de Menezes Gerência de Iguatu Coord. Nív.CE Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE / LOTAÇÃO CARGO Alberto Medeiros de Brito Gerência do Crato Técnico Antenor Bezerra Luna Júnior Gerência do Crato Eletricista Antonio de Araújo Pereira Gerência do Crato Técnico Antonio Morais Benicio Rosário AGIR José Marcilio dos Anjos Feitosa Olho D’água AGIR José Ribamar de Alencar Prazeres AGIR José Ronaldo Alves Guedes Gerência do Crato Técnico José Yarley de Brito Gonçalves Gerência do Crato Gerente Lenilton Brito Alves Ubaldinho AGIR Marcial Ferreira de Sousa Cachoeira AGIR Thiago Alves da Silva Gerência do Crato Técnico Adriana Débora Chagas de Araújo Gerência de Iguatu Téc.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH 1º TREINAMENTO – 25 E 26/09/2006 / AÇUDE UBALDINHO – CEDRO . Méd. Maria Margarida Pereira da Silva Gerência de Iguatu Gerente Paulo Sérgio Ferreira Pires Parambu AGIR Raimundo Nonato Rodrigues Barbosa PP4 AGIR Vanoilton Félix de Oliveira Valério AGIR GESIN Técnico GESIN Joao Bruno de Sousa Canuto Total: 27 Participantes BACIA SALGADO – CRATO AÇUDE UBALDINHO – CEDRO . Gestão Francisco Ronaldo Lopes da Silva Muquém AGIR Francisco Veríssimo Sobrinho Arneiroz II AGIR Jamilton José Pinto Gerência de Iguatu Téc. Nív. Téc. Nív.

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH 2º TREINAMENTO – 10 – 11/10/2006 / CVT – CRATEÚS – CE / AÇUDE BARRA VELHA .CE Treinamento Gerência CVT – CRATEÚS – CE / AÇUDE BARRA VELHA -CE (8 AGIRs / 2 técnicos – Total 10 ) FUNCIONÁRIO Francisco Rodrigues Pessoa dos Santos Júnior José Humberto Oliveira de Azevedo Benedito Gomes César Francisco de Assis Sousa Francisco Moura Magalhães do Nascimento Henrique do Nascimento dos Santos Inivaldo de Oliveira Barbosa José Augusto da Costa José César de Menezes Neto José Jorge da Costa AÇUDE / LOTAÇÃO Gerência Crateús Gerência Crateús CARGO Gerente Técnico AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR Total: 10 Participantes BACIA DO PARNAÍBA CRATEÚS .

CE BACIA BANABUIÚ QUIXEAMOBIM .QUIXERAMOBIM –CE Treinamento Gerência (9 AGIRs / 2 Técnicos – Total 11) ) BACIAS MÉDIO E BAIXO JAGUARIBE – LIMOEIRO NORTE (5 AGIRs / 3 Técnicos – Total 8) FUNCIONÁRIO José Haroldo Nogueira Peixoto Adalberto Rocha Girão Anastácio Terceiro de Souza José Genevaldo Alves Félix José Nunes Cavalcante Marcos Antônio da Cruz Alves Luiz Gonzaga Pedrosa Soares Marcos Antônio Matias dos Santos Adamis Bezerra Rodrigues Miklângelo Pinheiro de Oliveira Apolônio de Sousa Soares Geú Alves Pereira Alaécio José Costa José Verdson Araújo Silva Antônio Moreira Pinheiro Antônio Eugilene Marques de Lima Raimundo Nonato Nunes de Sousa Antonio Deilton Holanda Viana Francisco de Almeida Chaves AÇUDE / LOTAÇÃO Açude Cipoada Açude Potiretama Açude Santa Maria Açude Tigre Açude Canafístula Gerência Limoeiro Gerência Limoeiro Gerência Limoeiro CARGO Gerente Técnico AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR Técnico Nível Médio Júnior Engº Agrônomo Gerente Regional Total: 19 Participantes AÇUDE UBALDINHO – CEDRO .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH 3º TREINAMENTO – 26 e 27/10/2006 LICEU DO CEARÁ / AÇUDE PIRABIBU .

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH 4º TREINAMENTO – 16 e 17/11/2006 CENTEC – SOBRAL – CE / AÇUDE ARREBITA – FORQUILHA . Lopes José Arimatéia Menezes AÇUDE UBALDINHO – CEDRO .CE BACIAS ACARAÚ E COREAÚ – SOBRAL (6 AGIRs / 5 Técnicos – Total 11) ) Lilian Rodolfo Barros Adriana Kamylle Prado Pereira José Almir de Meneses José Airton Silva Santos Francisco Alves de Souza Ariolino Melo Loiola Francisco das Chagas Aguiar Oscar Rodrigues Ferreira Valter Luís Herculano Verçosa Krishna Martins Fernando Ferreira de Sousa Francisco Pinto Alves Henrique Gomes de Almeida José Aldemir Pereira de Oliveira CARGO Gerente Engenheiro Engenheiro Tecnóloga Tecnóloga AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR Gerente Engenheiro AGIR AGIR AGIR AGIR Total: 17 Participantes BACIAS CURU/LITORAL PENTECOSTE (4 AGIRs / 2 Técnicos – Total 6) .CE Treinamento Gerência FUNCIONÁRIO AÇUDE / LOTAÇÃO Vicente Lopes Frota Aristeu F.

6.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH 5º TREINAMENTO – 14 e15/12/2006 .Pereira Genival Alves de Lima Joaquim Cosmo da Silva José Alcí Chaves José Ary Rodrigues de Sousa José Holanda de Moura José Narcélio Lima Martins Luciano Soares Pereira Luiz Antônio Pires Cavalcante AÇUDE / LOTAÇÃO CARGO Gerente Geográfa Eng. 16. Turma Daniel AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE – CE AÇUDE BARRA MALCOZINHADO -CE . 15. 22. Rocha 8. 21. 12. 20. 19. 25. 2.CE AÇUDE MALCOZINHADO – CE TURMA A Treinamento Gerência GEMET FUNCIONÁRIO Berthyer Peixoto Lima Márcia Soares Caldas Cláudio Maurício Gesteira Monteiro Bernardino Ferreira Duarte Francisco José Nogueira José Cleilson Marques de Morais Antônio Carlos Costa Maia Francisco Vanecir Menezes Sales Raimundo Nonato Maia Adalberto Alencar da Silva Antônio Alexandre do Nascimento Antônio Carlos dos Santos Antônio Carlos Maciel Antônio Cosmo da Silva Clóvis Cavalcante Neto Dionisio Bezerra da Silva Edson Ramalho de Souza Lima Ésio Matias Lopes de Souza Francisco Bezerra Pereira Francisco de Assis Oliveira Francisco José Marques de Oliveira Francisco Lima da Silva Francisco Wellens do N. 13. Genival 5. 28. 18. Mecânico AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR 1. 9. 24. 11. 23.AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE . 26. 10. 14. 27. Turma 4. 17. 3. Turma 7.

Ernandes Ribeiro de Lima 36. Carlos Alberto Agostinho da Silva Turma João 46. Jarbas do Nascimento Mateus 40. Francisco Luciano Sampaio 50. Francisco Mauri de Souza 38. Odilon Ribeiro Lima 35. Jocelito Barros de Oliveira 41. José Maria Damasceno 51.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA 29. Luiz Mário Muniz 30. Márcio Dias do Nascimento 31. Francisco Alves da Silva Neto 48. José Valderi da Silva 43. Reginaldo Nogueira da Silva 32. Juarez Francisco de Lima 44. Francisco Rodrigues Neto 39. Antônio 34. Francisco Jaime de Lima Total: 54 Participantes / 5 Instrutores = 59 Funcionários AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR . Francisco Márcio Moreira Silva 37. Zilmar Batista da Costa Aloísio André de Santana – Turma 33. João Nunes Vieira 42. Liomar Rodrigues dos Santos 45. Cleonardo Batista da Silva Paulo 47. Francisco Gilvan da Silva Almeida 49.

Genival 5. 26.AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE . 28. Turma Daniel AUDITÓRIO DA PREFEITURA DE HORIZONTE – CE AÇUDE BARRA MALCOZINHADO -CE . 16. 15. 17.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA III CICLO DE TREINAMENTOS EM SEGURANÇA DE BARRAGENS PARA TÉCNICOS E AGIR’S DA COGERH 6º TREINAMENTO – 05 e 06/01/2007 . 2. 19. Rocha 7. 23. 18. Turma 4.CE AÇUDE MALCOZINHADO – CE TURMA B Treinamento Gerência GEME T FUNCIONÁRIO Berthyer Peixoto Lima Antônio Treze de Melo Lima Antônio Cleilson Marques de Morais José Ivan Marques Francisco Pereira de Sousa José Almir Menezes Sales José Gomes Machado Antônio Jesuino de Sousa Antônio José Pereira da Silva Edvano Sousa de Paula Eridinaldo Batista do Nascimento Francinardo Ferreira Franciné Ferreira de Paiva Francineudo Ferrer de Lima Francisco Cleber Silva Costa Francisco de Assis A Cavalcante Francisco Ezequiel Sousa Sales Francisco Jozivan dos Santos Marciel Francisco Lúcio Pires Cavalcante Francisco Sérgio de Freitas Jaime Alves de Lima João Vianey Chaves Pitombeira Luzardo Martins Freitas José Adeilde da Silva José da Costa de Sousa José Maurilio da Silva José Maximiniano Ferreira Gomes José Nacélio da Silva José Rodrigues da Silva Manuel Silva Filho Raimundo Ventura da Silva AÇUDE / LOTAÇÃO CARGO Gerente Eng Agrônomo AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR 1. 12. 11. 20. 29. 13. 9. 21. 24. 25. 3. 8. 27. 22. 14. 10. Turma 6.

42. 44.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS DIRETORIA DE OPERAÇÕES GERÊNCIA DE SEGURANÇA E INFRA-ESTRUTURA Turma João Paulo 30. 32. 39. 33. 40. 43. 37. 31. Ronaldo Ferreira da Silva Francisco Ailton Cornélio da Silva Francisco das Chagas Barbosa de Oliveira Francisco Evânio de Oliveira Lima Francisco Marcílio Evangelista dos Santos Jesus Mendes de Oliveira José Ivan Vieira Pereira José Ribeiro de Souza Raimundo Barros Gomes Raimundo Luis Gomes da Silva Antônio Márcio da Costa Benedito Alves da Silva Carlos Antônio da Silva Francisco de Souza Lima Francisco Lima da Silva AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR AGIR Total: 46 Participantes . 34. 35. 38. 41. 36.

3 Relato dos Treinamentos / Fotografias ASF / SPPC / CATS 187 .2.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.

Obras de Recuperação) (slide 54 ao 120) Sarita Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra (63 slides) Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Concreto (18 slides) Cofee break Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Prática de Campo Inspeção de Barragens de Terra / Concreto 16:00 – 16:15 16:15 – 18:00 xxxxxxxxxxxxxxxx Arimatéia Alexandre Vitor Sarita Célio xxxxxxxxxxxxxxx Arimatéia 08:00 – 10:00 10:00 – 10:15 2º dia 10:15 – 12:00 Cofee break Prática de Campo: Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos Almoço Retorno dos Participantes às Localidades de Origem 14:00 xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx CRONOGRAMA DOS TREINAMENTOS NAS GERÊNCIAS REGIONAIS Local Cedro Gerências Participantes Alto Jaguaribe (Margarida .Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (Avaliação de Alexandre / Célio / Risco. 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 . manutenção preventiva (slides 1 ao53) Célio Atribuições do AGIR (15 slides) Gerência Regional Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx 14:00 – 16:00 (2º Parte) .Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (obras Sarita constituintes.Iguatu) Salgado (Yarley .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s 2006 Programação DATA HORÁRIO 8:00 – 08:30 08:30 – 10:00 10:00 – 10:15 10:15 – 11:30 1º dia 11:30 – 12:00 Apresentação Noções de Gestão de Recursos Hídricos (30 slides) Noções de Infra-Estrutura Hídrica .Crato) Prática de Inspeções Açude Ubaldinho Período 26 e 27/09/2006 Crateús Quixeramobim Sobral Parnaíba (Junior) Banabuiú (Haroldo) Baixo e Médio Jaguaribe (Fco Almeida) Acaraú / Coreaú (Vicente – Sobral) Curu / Litoral (Valter – Pentecoste) (Turma A) Metropolitana (Berthier) (Turma B) Metropolitana (Berthier) Açude Barra Velha Açude Pirabibu Açude Arrebita 10 e 11/10/2006 26 e 27/10/2006 16 e 17/11/2006 Horizonte Açude Malcozinhado Açude Malcozinhado 14 e 15/12/2006 04 e 05/01/2007 Rua Adualdo Batista. Acidentes e Incidentes.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Obras Constituintes Cofee break ASSUNTO INSTRUTOR Gerência Regional Alexandre Gerência Regional Vitor xxxxxxxxxxxxxxx (1º Parte) .

Yarley . Margarida: Sugere recursos para manutenção do açude: a) construção de mata burro. no qual o cadastramento dos dados no sistema computacional será realizado por cada gerência regional. Sugestão: Treinamento específico sobre monitoramento e qualidade de água. a implantação de um sistema de medição de vazão em seções ao longo do leito dos rios perenizados. importância do AGIR na gestão dos recursos hídricos) Yarley Brito Apresentação da Equipe da GESIN Gerente da GESIN Alexandre Fontenelle Alberto Medeiros Bacia do Salgado 8:40 – 9:10 1º dia 26/09/2006 9:10 – 9:20 9:30 – 10:20 Noções de Gestão de Recursos Hídricos Gestão de Recursos Hídricos na Bacia do Alto Jaguaribe Gerente Alto Jaguaribe Margarida Usos múltiplos da água. realidade regional da Gerente Salgado bacia do Salgado.Obras Constituintes (Barragens) xxxxxxxxxxxxxxx Vitor Discussões: AGIR do açude Fae – Sobre o enrocamento de pé do açude Fae. Preservação dos recursos hídricos.Sugere: a medição da vazão liberada dos açudes. Yarley – Sugere a realização de inspeções em açudes menores situados a montante dos açudes da COGERH.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . referente ao que é permitido e não permitido). normas e leis . relatou a ocorrência de uma erva no enrocamento de pé que se espalhou ao longo de todo o talude jusante da barragem. Alexandre – Relata que já existe uma previsão no orçamento para mata-burro.12:00 Coffee break Noções de Infra-Estrutura Hídrica . b) cerca de proteção.00/ano). (Margarida estimou cerca de R$500. b) Ofício para a população no entorno do açude informando as regras. Qualidade da Débora água. Bacia do Alto Jaguaribe Sugestões dos AGIRS’s: a) Placas indicativas (Proibição de banho em determinadas áreas). Margarida: Sugere a melhoria da comunicação (alguns AGIR’s têm Rua Adualdo Batista. Causas da eutrofização da água.000. c) Treinamento sobre negociação de conflitos com os ocupantes do entorno do açude (por exemplo: fazendeiros) e de como fazer a abordagem. a medição do fluxo que passa pela barragem. visando diminuir o risco das barragens da COGERH.00/limpeza ou R$1. a construção de vertedor (medidor de vazão) próximo a válvula.COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Relato do 1º Treinamento .Bacias Alto Jaguaribe e Salgado Açude Ubaldinho – Cedro 26 e 27 de Setembro de 2006 DATA HORÁRIO 8:00 – 08:20 8:20 – 8:40 ASSUNTO INSTRUTOR Apresentação / Boas Vindas (atuação da COGERH. sangradouro e várzea a jusante em 2 períodos do ano. Alexandre – Relatou a existência do POM. Yarley – Sugere um recurso específico para limpeza da parede do açude. 10:20 – 10:40 10:40 . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 1 . para uma melhor eficiência do sistema de gestão.

etc. picada de cobra) Atribuições do AGIR Discussão / Sugestões dos AGIR’s: Celular Cercas / mata burro Placas de aviso Resolução e definição para a questão da permissão de banho no açude Recursos para manutenção (equipamentos de trabalho. Yarley: sugere a obtenção de molinetes mais adequados (atualmente a gerência possui 2 molinetes: 1 maior e outro menor). açudes monitorados e inspecionados pela COGERH.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . Ações de segurança de barragens.Canais Almoço Segurança de Barragens – histórico de treinamentos. Relata a existência de 298 fontes (30 no Alto Jaguaribe e 268 no Salgado). Procedimentos de primeiros socorros: asfixia. preditiva e corretiva) Monitoramento de Segurança por Instrumentação Coffee break Noções de Primeiros Socorros (PCR – Parada Cardio Respiratória. tipos de barragens. manutenção preventiva. a GESIN dentro do organograma estrutural da COGERH. Vitor.) e limpeza (roçado). fraturas.14:00 14:00 - Almoço Retorno dos Participantes às Localidades de Origem xxxxxxxxxxxxxxx xxxxxxxxxxxxxxxx Rua Adualdo Batista. 12:00 – 12:20 12:20 – 13:30 13:30 – 13:55 Obras Constituintes . sistema de drenagem interna e auxiliar. termos técnicos. hemorragia. Sarita. 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 2 . Conceitos de Segurança de Barragens (obras constituintes. Célio) Alto Jaguaribe Salgado Arimatéia 10:00 – 11:00 2º dia 27/09/2006 11:00 – 12:00 Prática de Campo: Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos 10:15 – 12:00 12:00 .COGERH que se deslocar cerca de 12 km para informar uma leitura). queimaduras. RCP – Recuperação Cardio Pulmonar. proteção superficial de taludes. materiais. idade das barragens. Fardas e crachás 7:40 – 7:50 7:50 – 9:00 9:00 – 9:45 Apresentação individual de cada AGIR (nome e açude) Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Arimatéia Alexandre Célio xxxxxxxxxxxxxxxx Alexandre 13:55 – 14:50 Sarita 14:50 – 15:40 15:40 – 16:00 16:00 – 17:30 Célio 17:30 – 18:30 Cabo Diniz Corpo de Bombeiros de Iguatu Débora Bacia do Alto Jaguaribe 9:45 – 10:00 Coffee break Prática de Campo: Inspeção de Barragens de Terra Técnicos das Gerências: GESIN (Alexandre.

COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Fotos do 1º Treinamento .Bacias Alto Jaguaribe e Salgado Açude Ubaldinho – Cedro 26 e 27 de Setembro de 2006 Rua Adualdo Batista.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 3 .

Bacias Alto Jaguaribe e Salgado Açude Ubaldinho – Cedro 26 e 27 de Setembro de 2006 Rua Adualdo Batista.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 4 .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Fotos do 1º Treinamento .

CE 10 e 11 de Outubro de 2006 DATA HORÁRIO 9:00 – 9:10 9:10 – 10:30 10:30 – 10:55 10:55 – 11:10 11:10 – 12:00 10/10/2006 12:00 – 13:00 13:00 – 14:30 14:30 – 15:00 Apresentação Geral Noções de Gestão de Recursos Hídricos Noções de Infra-Estrutura Hídrica .Obras Constituintes (continuação) Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Almoço ASSUNTO INSTRUTOR Alexandre Junior Vitor xxxxxxxxxxxxxxx Vitor Alexandre xxxxxxxxxxxxxxxx Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) (Rupturas / Alexandre Acidentes / Incidentes) Atribuições do AGIR Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Intevalo Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos (continuação) Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Prática de Campo: Inspeção de Barragens de Terra Prática de Campo: Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos Intervalo Encerramento e entrega dos certificados Retorno dos Participantes às Localidades de Origem Arimatéia Humberto Arimatéia xxxxxxxxxxxxxxxx Arimatéia Alexandre 15:00 – 15:30 15:30 – 16:10 16:10 – 16:30 16:30 – 17:30 17:40 – 18:20 08:15 – 9:15 9:30 – 10:30 11/10/2006 10:30 – 10:45 10:45 - Rua Adualdo Batista.Bacia do Parnaíba CVT – Crateús – CE Açude Barra Velha – Independência .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Relato do 2º Treinamento .Obras Constituintes Intervalo Noções de Infra-Estrutura Hídrica .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .

CE 10 e 11 de Outubro de 2006 Rua Adualdo Batista. 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .Bacia do Parnaíba CVT – Crateús – CE Açude Barra Velha – Independência .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Relato do 2º Treinamento .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .

Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (Avaliação de Alexandre Risco. manutenção preventiva Atribuições do AGIR Gerência Regional Almoço xxxxxxxxxxxxxxxx 14:00 – 15:00 15:00 – 16:00 16:00 – 16:15 16:15 – 18:00 (2º Parte) . Acidentes e Incidentes.COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Relato do 3º Treinamento .Obras Constituintes Cofee break ASSUNTO INSTRUTOR Gerência Regional Alexandre Gerência Regional Vitor xxxxxxxxxxxxxxx (1º Parte) . Obras de Recuperação) (slide 54 ao 120) Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra (63 slides) Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Concreto (18 slides) Turbo-bombas Célio Cofee break Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos xxxxxxxxxxxxxxxx Arimatéia 08:00 – 10:00 Prática de Campo Inspeção de Barragens de Terra / Concreto Cofee break Prática de Campo: Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos Almoço Retorno dos Participantes às Localidades de Origem 10:00 – 10:15 2º dia 10:15 – 12:00 14:00 Rua Adualdo Batista.Bacias do Banabuiú e do Médio/Baixo Jaguaribe LICEU – Quixeramobim – CE Açude Pirabibu – Quixeramobim – CE 26 e 27 de Outubro de 2006 DATA HORÁRIO 8:00 – 08:30 08:30 – 10:00 10:00 – 10:15 10:15 – 11:30 1º dia 11:30 – 12:00 Apresentação Noções de Gestão de Recursos Hídricos Noções de Infra-Estrutura Hídrica .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (obras Alexandre constituintes. 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .

COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Fotos do 3º Treinamento .Bacias do Banabuiú e do Médio/Baixo Jaguaribe LICEU – Quixeramobim – CE Açude Pirabibu – Quixeramobim – CE 26 e 27 de Outubro de 2006 Rua Adualdo Batista.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .

CE Açude Arrebita – Forquilha . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .Bacias Acaraú / Coreaú e Curu / Litoral CENTEC – Sobral .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Relato do 4º Treinamento .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .) Formigas Sistemas de Captação e Adução de Água Almoço Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) Noções de Infra-Estrutura Hídrica .CE 16 e 17 de Novembro de 2006 DATA HORÁRIO 9:05 – 9:10 9:10 – 9:18 9:18 – 9:26 9:26 – 9:45 9:45 – 10:29 10:29 – 10:33 10:33 – 10:50 16/11/2006 10:50 – 11:07 11:07 – 11:51 11:51 – 12:43 12:43 – 13:00 13:00 – 13:30 13:30 – 15:00 15:00 – 15:40 15:40 – 16:00 16:00 – 18:00 18:00 – 19:00 Apresentação Geral Apresentação da Gerência das Bacias Acaraú / Coreaú Área de Proteção Permanente Função Ambiental / Função Social / Atribuições do AGIR na APP Apresentação Geral da Gerência das Bacias Curu e Litoral Açude Sousa / Açude Aracatiaçu / Bacia do Curu Apresentação Geral da Gerência das Bacias Curu e Litoral Intervalo Apresentação Geral da Gerência das Bacias Curu e Litoral (com.Obras Constituintes Intervalo Primeiros Socorros – Corpo Bombeiros Sobral Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos Prática de Campo: Inspeção de Barragens de Terra Prática de Campo: Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos Encerramento e entrega dos certificados Retorno dos Participantes às Localidades de Origem ASSUNTO INSTRUTOR Alexandre Vicente Kamille Lilian Valter Khrisna xxxxxxxxxxxxxxxx Khrisna Paiva Célio Augusto xxxxxxxxxxxxxxxx Alexandre Sarita Vitor xxxxxxxxxxxxxxxx Soldado Holanda Arimatéia Alexandre / Sarita / Célio / Vitor Arimatéia 08:15 – 9:45 9:45 – 11:15 11/10/2006 11:15 - Rua Adualdo Batista.

Bacia Acaraú / Coreaú e Curu / Litoral CENTEC – Sobral .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Fotos do 4º Treinamento .CE Açude Arrebita – Forquilha .CE 16 e 17 de Novembro de 2006 Rua Adualdo Batista.

COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Relato do 5º Treinamento .CE 14 e 15 de Dezembro de 2006 DATA HORÁRIO 8:45 – 9:00 9:00 – 9:50 9:50 – 10:05 10:05 – 10:33 10:33 – 10:57 10:57 – 12:00 Apresentação Geral Apresentação da Gerência da Bacia Metroplitana Educação Ambiental na Gestão das Águas Controle da Pisicultura Intervalo Instrumentação de Barragens ASSUNTO INSTRUTOR Alexandre Berthier Márcia Caldas Cláudio Gesteira xxxxxxxxxxxxxxxx Célio Augusto / Sarita 12:00 – 13:41 13:41 – 14:08 14/12/2006 14:08 – 15:08 15:08 – 15:43 13:43 – 16:07 16:07 – 16:15 16:15 16:40 16:40 16:55 16:55 – 17:39 Almoço Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) Formigas Noções de Infra-Estrutura Hídrica .Bacia Metropolitana Auditório da Prefeitura de Horizonte . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .CE Açude Malcozinhado – Cascavel .Obras Constituintes (continuação) Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Intervalo Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra (cont.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .) Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos xxxxxxxxxxxxxxxx Alexandre Sarita Paiva Vitor Alexandre xxxxxxxxxxxxxxxx Alexandre Arimatéia Prática de Campo: 08:15 – 9:45 Inspeção de Barragens de Terra Alexandre / Sarita / Célio 9:45 – 11:15 15/12/2006 11:15 - Prática de Campo: Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos Encerramento e entrega dos certificados Retorno dos Participantes às Localidades de Origem Arimatéia Rua Adualdo Batista.

Bacia Metropolitana Auditório da Prefeitura de Horizonte . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Fotos do 5º Treinamento .CE Açude Malcozinhado – Cascavel .CE 14 e 15 de Dezembro de 2006 Rua Adualdo Batista.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .

Bacia Metropolitana Auditório da Prefeitura de Horizonte .CE Açude Malcozinhado – Cascavel .CE 04 e 05 de Janeiro de 2007 DATA HORÁRIO 8:50 – 9:00 9:00 – 10:00 ASSUNTO Apresentação Geral dos Participantes Monitoramento / Organização dos Usuários INSTRUTOR Alexandre Apresentação da Gerência da Bacia Metroplitana / Sistemas Hídricos / Berthier 10:00 – 10:17 10:17 – 11:00 11:00 – 11:53 11:53 – 13:32 13:32 – 14:30 14:30 – 15:30 04/01/2007 15:30 – 16:00 16:00 – 16:30 16:30 – 16:41 16:41 – 17:40 Intervalo Controle Educação Ambiental na Gestão das Águas Instrumentação de Barragens Almoço Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (1º Parte) Conceitos Básicos de Segurança de Barragens (2º Parte) Formigas Preenchimento da Lista de Inspeção de Barragens de Terra Intervalo Manutenção de Equipamentos Hidromecânicos xxxxxxxxxxxxxxxx Antônio Treze Célio Augusto xxxxxxxxxxxxxxxx Alexandre Sarita Paiva Alexandre xxxxxxxxxxxxxxxx Arimatéia Prática de Campo: 08:15 – 9:45 Inspeção de Barragens de Terra Alexandre / Sarita 9:45 – 11:15 05/01/2007 11:15 - Prática de Campo: Manutenção e Operação de Equipamentos Hidromecânicos Encerramento e entrega dos certificados Retorno dos Participantes às Localidades de Origem Arimatéia Rua Adualdo Batista.GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Relato do 6º Treinamento . 1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .

1550 – Messejana – Fortaleza/CE – 60830-080 .CE Açude Malcozinhado – Cascavel .CE 04 e 05 de Janeiro de 2007 Rua Adualdo Batista.COGERH 3º Ciclo de Treinamentos em Segurança de Barragens Para Técnicos e AGIR’s Fotos do 6º Treinamento .Bacia Metropolitana Auditório da Prefeitura de Horizonte .GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ SECRETARIA DOS RECURSOS HÍDRICOS – SRH COMPANHIA DE GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS .

Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .4 Impacto a Jusante dos Açudes Estaduais a) População Urbana em Risco (Conseqüência)_____________________204 b) Risco a População Jusante (Impacto a Jusante (Probabilidade) x População) _________________205 ASF / SPPC / CATS 203 .2.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos 7.

00% 5.00 12.172. TABOSA MUQUÉM OLHO D'ÁGUA PACAJUS PACOTI PARAMBU PENEDO PIRABIBU POTIRETAMA QUANDÚ RIACHÃO RIVALDO DE CARVALHO ROSÁRIO SANTA MARIA SANTO ANTÔNIO SÃO DOMINGOS SÃO JOSÉ I SÃO JOSÉ II SITIOS NOVOS SÍTIOS NOVOS SOUZA SUCESSO TATAJUBA TIGRE TRAPIÁ I TRAPIÁ II TRAPIÁ II TRAPIÁ III UBALDINHO VALÉRIO VIEIRÃO VIEIRÃO Capacidade (x 106 m3) 31.039 1.157.914 3.146 917 4.00 126.5 230 127 20.00% 100.3 46.00% 20.81 37.00 54.00 3.5 32 2.00 2.963 1.00 9.977 8% Média Global Domingos da Costa Boa Viagem 15.00% 30.380.52 47.00 18.5 2.63 13.5 31.00% 20.00 3.078 82 593 372 1.935.00 23.00 40.00% 100.185.32 87.00 20.00% 100.00 9.00% 100.00 1.00 6.00% 0.00% 30.54 77.00% 20.00% 50.515.834 3.00% 0.162 13.00 36.00 4.72 20 2.00 11.00 6.00 4.00 4.00% 0.86 0.00 6.00% 100.00 22. Do Livramento Cariús Várzea Alegre Beberibe Aquiraz Parambu Jubaia Quixeramobim São José do Fama Aquiraz Arneiroz Lavras da Mangabeira São João Jaguaribe Paramoti Passagem da Jurema Senador Pompeu São gonçalo do Amarant Sítios Novos Canindé Oliveira Solonópole Inhuporanga Mineirolândia Pedra Branca Ubaúna DISTÂCIA N (k ) m 9.219.00 15.00 12.00 7.00 20.00 6.00 372.25 4.00% *PUR : População Urbana em Risco 35.082.00 2.00 2.325.00% 5.83 3.00 POPULAÇÃO (hab .00 146.00 4.00 274.00% 0.00% 80.00 33.25 6.00 17.11 69.389.740.00% 2.00 12.00% 20.025.00 2.00 8.00 30.7 197 16.00 30.00 25.03 7.00 424.406.2 5.00 18.7 170.00 10.33 4 46.) 7.979 107.00 5.00 11.00% 0.00% 80.00 20.588.00% 0.00 2. foi realizada uma estimativa do percentual correspondente à PUR .00 2.00% 0.827.00 2.19 5.00 2.00% 10.160.00 36.00 590.057 2.172.00 2.070 4.990 1.00 20.05 170.67 29. e das respecitiva distâncias.00% 5.141.7 170.00% 70.00 1.00 30.00 36. das cidades à jusante das barragens estaduais.068 1.555 1.057.284.00 1.00 16.00 2.649.696.979.00 3.19 18.00 512.00 593.137.00 2.00 20.00 1.00 13.00 21.9 6.00% 10.00% 30.00 177.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos a) População Urbna em Risco a A tabela a seguir apresenta um levantamento das populações urbanas.00 5. Sra.01 18.00 4.146.740.00% 30.00% 40.979.00 3.905.002 366 2.431 89 221.085.00 3.00 3.6 99.00 381.00 13.00 7.00% 20.00% 10.00 10.00 12.00% 10.156.00% 50.862.00 8.5 19.00 18.00 36.00 30.00 4.00% 100.65 21 240 370 8.00% 100.1 47.00% 30.96 TOTAL % 20.549.017.00 4.00 12.284 737 212 1.00 423.00% 20.00 3.405 2.00 24.882 2.4 74 6.00% 5.2 30.100.00% 50.31 6.037 112 76 423 4.4 111.00 36.00 6.7 170.53 2.00 9.00% 0.9 27.933 50.316.085.00% 100.00 6.773.431 1.00% 20.00 15.00 54.281.00 9.00 1.00% 50.00% 50.402.00 15.167.95 19.4 23.População Urbana em Risco.049 359 796 1.387 604 16.00% PUR * 1.552 38 1.00 9.84 10 2.00% 20.00 8.00 18.118.00 32.00 2.00 18.911.00% 10.00 3.00 14.00% 60.00% 20.7 63.00 2.25 69.00% 20.05 56.02 20.00% 60.00 6.615.611.00 15.744.5 56.00 28.84 12.437 779 220 295 73 181 8.00% 20.00 12.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .740.146.965 823 846 835 2.00% 0.31 9.00 2.625. POPULAÇÃO URBANA EM RISCO CIDADE / DISTRITO À JUSANTE Redenção Acarape Moraújo Coreaú Chorozinho Ideal Patos dos Liberatos Pacajus Arneiroz Forquilha Independência Aiuaba Aurora Iracema Tarrafas São Sebastião Boa Vista Manoel Correia Fazenda Caxinoa Catunda Crateús Itapiúna Berra Bode Pitombeira Poço da Pedra Roldão Quiterianópolis Independência Antonina do Norte Quixelô Riacho Vermelho Novo Oriente Granja Fortaleza Chaval Crateús Sebastião de Abreu São Vicente N.233 2.14 123.160 281 1.51% Média ASF / SPPC / CATS 204 .00 21.926.611 12.77 23.00 15.2 123.00% 5.13 11 86 86 3.175.2 32.00 281.00 12.56 34.00 18.00 12.839.947.00% 100.33 13.00% 10.00 9.00 AÇUDE ACARAPE DO MEIO ACARAPE DO MEIO ANGICOS ANGICOS ARACOIABA ARACOIABA ARACOIABA ARACOIABA ARNEIROZ II ARREBITA BARRA VELHA BENGUÊ CACHOEIRA CANAFÍSTULA CANOAS CANOAS CAPITÃO MOR CAPITÃO MOR CARACAS CARMINA CARNAUBAL CASTRO CATUCINZENTA CAUHIPE CIPOADA CIPOADA COLINA CUPIM DO CORONEL FAÉ FAÉ FLOR DO CAMPO GANGORRA GAVIÃO HIPÓLITO ITAÚNA JABURU I JABURU II JERIMUM MADEIRO MALCOZINHADO MONS.96 20.148 2.00 40.00% 20.55 1.00 6. Em função dos dados levantados.00 36.00% 50.00 12.00% 100.244.00 11.00% 0.

740.14 0.164 23.26 0.19 Mineirolândia 18.56 4.183 71.979 2.175 12.1 N.00 2.615.96 Boa Viagem TOTAL 15.33 0.160.926.2 Sítios Novos 30. Do Livramento 47.172.9 Itapiúna 27.17 3.5 Redenção 31.00 18.172.35 2.244 3.118 381 423 4.141.84 Canindé 10 Oliveira 2.00 15.388 1.666 1.422 43.00 12.00 4.00 3.72 20 Solonópole 2.00 2.00 3.082 20.380.28 0.98 0.89 5.619 35.00 4.740 4.00 593.61 0.00 3.411 207 77 24.00 8.00 5.167.2 ão gonçalo do Amaran 123.16 21.00 12.00 10.00 2.464 24.172 4.192 2.016 46.611.160 281 11.55 6.00 2.680 390 904 10.911 4.839 424 5.147 189.00 36.406.352 141 4.143 297.00 4.73 9.100.00 6.316.549 6.) 7.02 20.00 3.10 42.00 25.00 18.00 20.00 3.947.00 17.00 8.03 2. Sra.74 5.4 Quixelô 23.137.911.00 6.7 Chorozinho 170.325 3.00 1.549.00 12.316 7.00 5.00 8.791 15.389.156.324 1.00 20.625.90 7.389 8.63 2.14 Senador Pompeu 123.00 7.00 32.44 2.84 12.668 101.00 POPULAÇÃO (hab .00 372.32 Catunda 87.9 Fortaleza 6.01 Inhuporanga 18.62 4.53 4.773 6.740 2.740.00 3. A consequência foi considerada igual à população à jusante.7 Ideal 170.00 40.00 2.185.057 512 32.00 424.53 6.63 2.19 1.00 3.784 201 5.6 Forquilha 99.146.00 6.699 3.00 24.00 9.00 36.25 Quiterianópolis 4.00 381.441 6.47 0.00 18.979 11.56 Aiuaba 34.81 6.862 RISCO A POPULAÇÃO IMPACTO X CONSEQUÊNCIA AÇUDE ACARAPE DO MEIO ACARAPE DO MEIO ANGICOS ANGICOS ARACOIABA ARACOIABA ARACOIABA ARACOIABA ARNEIROZ II ARREBITA BARRA VELHA BENGUÊ CACHOEIRA CANAFÍSTULA CANOAS CANOAS CAPITÃO MOR CAPITÃO MOR CARACAS CARMINA CARNAUBAL CASTRO CATUCINZENTA CAUHIPE CIPOADA CIPOADA COLINA CUPIM DO CORONEL FAÉ FAÉ FLOR DO CAMPO GANGORRA GAVIÃO HIPÓLITO ITAÚNA JABURU I JABURU II JERIMUM MADEIRO MALCOZINHADO MONS.16 2.219 25.00 12.293 ASF / SPPC / CATS 205 .127 45.05 Coreaú 170.979.00 20.00 6.80 5.096 86.00 15.100 590 146 3.085 2.61 5.057.515.84 30.515 126 20.00 2.00 2.00 1.712 36.00 54.339 43.66 7.00 590.55 Independência 1.00 6.017 1.5 Chaval 230 127 Crateús 20.167 5. O impacto foi calculado através da razão entre a capacidade do reservatório (equivalente à distância de alcance) e a distância real entre a cidade e a barragem.33 São José do Fama 4 46.00 9.010 42.146 9.00 23.773.00 12.68 5.4 Jubaia 74 Quixeramobim 6.00 274.52 Arneiroz 47.7 Patos dos Liberatos 170.935.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .175.00 423.744.7 Crateús 63.05 Moraújo 56.740 1.00 28.78 1.933 1.979.00 3.839.281.160 20.00 40.00 1.00 13.40 7.77 Antonina do Norte 23.00 30.33 Aurora 13.879 42.13 Berra Bode 11 Pitombeira 86 Poço da Pedra 86 Roldão 3.00 13.871.5 Independência 19.67 Passagem da Jurema 29.723 195 62.284.00 12.740.2 Granja 32.00 4.085.27 17.00 30.00 6.025 2.) 7.085 10.156 274 593 372 4.52 2.02 0.406 9.146 11.862.22 0.00 15.90 3.53 0.00 2.74 6.11 Iracema 69.00 14.42 5.458 15.937 44 52.00 30.082.722 764 89 256 27.025.00 126.137 40.31 Boa Vista 6.18 3.00 1.65 Cariús 21 Várzea Alegre 240 Beberibe 370 Aquiraz 8.86 São João 0.15 0.141.588.83 Jaguaribe 3.827.00 16.68 0.31 31.219.212 15.27 0.00 18.00 9.00 15.00 12. RISCO A POPULAÇÃO JUSANTE IMPACTO Distâ cia de Alcance / n Distâ cia Real n CONSEQUÊNCIA POPULAÇÃO (hab .00 30.615 13.774 87.00 4.00 1.00 36.25 São Sebastião 6.00 11.00 18.00 21.576 23.284 36.35 0.00 22.69 3.185 1.00 177.742 132.041 143.871 247 132.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos ) Risco a População Jusante b Visando a quantificação do risco a população das cidades a jusante dos açudes estaduais.4 Riacho Vermelho 111.99 177 18.00 54.2 Lavras da Mangabeira 5.63 Fazenda Caxinoa 13.31 Manoel Correia 9.325.157 7.745 1.5 Sebastião de Abreu 2.36 0.935 25.974 62.00 2.95 Aquiraz 19.146. O risco de impacto a jusante foi calculado como sendo o produto entre o impacto e a consequência.00 4.00 146.92 1.00 33.00 20.085.13 2.107 2.00 36.00 4.00 Capacidade / Distâ cia n 3.54 77.00 2.913 104.905 2.00 6.759 5.926 1.696.75 31.696 12.827 2.00 6.947 1.91 3.00 7.96 1.866 766 12.00 15.25 Tarrafas 69.3 Novo Oriente 46.00 10.83 0.00 2.172 2.28 0.244.5 Ubaúna 32 2.611 17.050 18.00 36.00 36.00 9.00 12.23 0.625 40.649. TABOSA MUQUÉM OLHO D'ÁGUA PACAJUS PACOTI PARAMBU PENEDO PIRABIBU POTIRETAMA QUANDÚ RIACHÃO RIVALDO DE CARVALHO ROSÁRIO SANTA MARIA SANTO ANTÔNIO SÃO DOMINGOS SÃO JOSÉ I SÃO JOSÉ II SITIOS NOVOS SÍTIOS NOVOS SOUZA SUCESSO TATAJUBA TIGRE TRAPIÁ I TRAPIÁ II TRAPIÁ II TRAPIÁ III UBALDINHO VALÉRIO VIEIRÃO VIEIRÃO Capacidade (x 6 m3) 10 CIDADE/DISTRITO À JUSANTE DISTÂCIA N (k ) m 9.00 2.592 7.869 353. foi quantificado o impacto da ruptura de uma barragem e a consequência.03 Paramoti 7.370 555 3.588 3.905.00 2.380 3.00 512.744 16.86 2.00 2.40 6.118.53 Parambu 2.95 2.5 Acarape 56.00 9.00 18.281 9.96 Domingos da Costa 20.00 11.402.7 Pacajus 197 Arneiroz 16.00 11.19 Pedra Branca 5.00 9.017.00 20.00 281.777 7.81 São Vicente 37.00 12.50 2.157.402 8.54 2.00 21.

402 45.00 6 25.00 Capacidade (10 m ) / Distâ cia (k ) n m ASF / SPPC / CATS 206 .Companhia de Gestão de Recursos Hídricos CLASSIFICAÇÃO DO RISCO A POPULAÇÃO RISCO A POPULAÇÃO ((106m3/k ) x hab m nº ) R 200.00 3 30.000 R < 100.00 40.00 15.00 45.000 R < 200.00 20.000 Mé io d 15.00 35.000 5.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .000 40.000 5.000 50.141.000 <50.000 Muito Alto 35.000 Alto 20.000 Baix o 25.00 10.000 CLASSIFICAÇÃO Muito Alto Alto Médio Baixo 2.000 100.000 Baix o 10.000 Alto Mé io d População (Nºde hab itantes) Muito Alto 30.

107 2.619 35.000 300.723 195 62.388 43.000 ACARAPE DO MEIO ACARAPE DO MEIO ANGICOS ANGICOS ARACOIABA ARACOIABA ARACOIABA ARACOIABA ARNEIROZ II ARREBITA BARRA VELHA BENGUÊ CACHOEIRA CANAFÍSTULA CANOAS CANOAS CAPITÃO MOR CAPITÃO MOR CARACAS CARMINA CARNAUBAL CASTRO CATUCINZENTA CAUHIPE CIPOADA CIPOADA COLINA CUPIM DO CORONEL FAÉ FAÉ FLOR DO CAMPO GANGORRA GAVIÃO HIPÓLITO ITAÚNA JABURU I JABURU II JERIMUM MADEIRO MALCOZINHADO MONS.293 ASF / SPPC / CATS 207 .000 Chaval 42.784 201 5.668 101.183 71.192 2.871.212 15.000 Alto 200.324 1.871 Domingos da Costa Boa Viagem 247 132.866 766 12.937 44 Aquiraz Arneiroz Lavras da Mangabeira São João Jaguaribe Paramoti Passagem da Jurema Senador Pompeu São gonçalo do Amarante Sítios Novos Canindé Oliveira 141 10.000 250.041 Crateús Sebastião de Abreu São Vicente 764 89 143.000 Redenção Acarape Moraújo Coreaú Chorozinho Ideal 150.352 Solonópole Inhuporanga Mineirolândia Pedra Branca Ubaúna 4.050 18.000 250.576 23.127 45.010 350.000 200.000 200.974 62. Sra.913 104.339 1.Relatório Anual de Segurança de Barragens – Riscos e Inspeções – 2006 GESIN – Gerência de Segurança e Infra-Estrutura / COGERH .000 100.742 132. Do Livramento Cariús Várzea Alegre Beberibe Aquiraz Parambu Jubaia Quixeramobim São José do Fama 256 27.458 15.774 87.869 353.791 15.699 3.160 20.666 1.722 N.000 100.777 7.879 42.370 555 3.464 24.000 150.745 1.000 350.759 5.592 7.164 23.143 297.000 50.680 390 904 52. TABOSA MUQUÉM OLHO D'ÁGUA PACAJUS PACOTI PARAMBU PENEDO PIRABIBU POTIRETAMA QUANDÚ RIACHÃO RIVALDO DE CARVALHO ROSÁRIO SANTA MARIA SANTO ANTÔNIO SÃO DOMINGOS SÃO JOSÉ I SÃO JOSÉ II SITIOS NOVOS SÍTIOS NOVOS SOUZA SUCESSO TATAJUBA TIGRE TRAPIÁ I TRAPIÁ II TRAPIÁ II TRAPIÁ III UBALDINHO VALÉRIO VIEIRÃO VIEIRÃO 50.422 43.016 46.Companhia de Gestão de Recursos Hídricos Risco a População Jusante – Barragens Estaduais – Cidades a Jusante Risco = P x C = Impacto x População Risco = P x C = Impacto x População Baixo Médio 100.000 350.712 36.411 207 77 Patos dos Liberatos Pacajus Arneiroz Forquilha Independência Aiuaba Aurora Iracema Tarrafas São Sebastião Boa Vista Manoel Correia Fazenda Caxinoa Catunda Crateús Itapiúna Berra Bode Pitombeira Poço da Pedra Roldão Quiterianópolis Independência Antonina do Norte Quixelô Riacho Vermelho Novo Oriente Granja Fortaleza 24.000 400.096 86.000 Muito Alto 50.147 189.000 400.441 6.000 300.000 25.

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful