UNIVERSIDADE DE CABO VERDE Unidade Orgânica Curso Disciplina/Unidade Curricular Carga Horária Total Docente

Departamento de Ciências Sociais e Humanas Ciências da Educação Ano:
Percurso Desenvolvimento Pessoal e Social

Género e Educação T 30 TP 30

Semestre P

3º ano (2011/2012) 2º 0

Bartolomeu Lopes Varela PROGRAMA DA UNIDADE CURRICULAR GÉNERO

1. Objectivos da Unidade Curricular/Disciplina Com esta unidade curricular, visa-se proporcionar aos estudantes o desenvolvimento da sua capacidade de compreensão e abordagem científicas das problemáticas que envolvem as relações do género e a promoção da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, relevando o papel decisivo da educação formal e informal na construção e desconstrução de referenciais e práticas inerentes a tais problemáticas. A unidade curricular prossegue, em particular, os seguintes objectivos específicos: a) Reflectir sobre a importância da categoria social género na modelação das identidades, relações e comportamentos, nos variados contextos de vida (v.g., família, escola, mundo do trabalho, comunidade); b) Discutir os estereótipos e preconceitos de género nas percepções que os homens e as mulheres fazem de si próprios, enquanto sujeitos (progenitores, educandos, profissionais, etc.), e no modo como tendem a representar e avaliar os outros; c) Identificar situações da vida dos cabo-verdianos e das cabo-verdianas em que se evidencie a evolução das relações de igualdade e as de desigualdade de género, recorrendo a estatísticas e outros documentos idóneos produzidos por diversas instituições, nacionais e internacionais; d) Compreender como a educação e o currículo podem contribuir para a promoção de atitudes e práticas emancipatórias ou, ao invés, reprodutoras de estereotípicos e desigualdades nas relações de género; e) Identificar comportamentos/atitudes pedagógicas passíveis de contribuir para uma educação que perpetue, implícita ou explicitamente (currículo oculto versus currículo explícito), as visões tradicionais sobre as características e as competências típicas de cada um dos sexos, habitualmente conducentes a situações de discriminação; f) Promover um debate conjunto sobre as possíveis estratégias a implementar, com vista a promover a utilização da educação e, em particular, do currículo escolar como importante mecanismo de mudança social, para o alcance efectivo da igualdade de oportunidades entre homens e mulheres; g) Debater formas de concretização, no contexto cabo-verdiano, dos objectivos e metas preconizados em instrumentos de política nacional e internacional nos domínios da Igualdade e Equidade do Género.

Além das aulas. assim como com instituições vocacionadas. com a predominância destes últimos. procurar-se-á a articulação com os demais docentes do curso. o desenvolvimento de temas e a realização de trabalhos de pesquisa. serão observadas as normas de avaliação constantes do Regulamento Geral Provisório dos Cursos de Graduação da Uni-CV (artºs 36º a 38º) . ao complementar e reforçar o sentido das aprendizagens e contribuir para o desenvolvimento de competências dos alunos. estes poderão (deverão) ser apresentados ao longo do semestre. Sempre que as condições o justifiquem e ou o permitam. destinando-se. far-se-á a abordagem multidisciplinar. como elementos de avaliação. Realizando-se segundo pistas metodológicas a serem dadas aos estudantes. consoante o nível de preparação dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos. identificados. Embora se tenha previsto uma aula para a apresentação de trabalhos de pesquisa. em relação a cada um dos conteúdos curriculares. em cada caso. As aulas teóricas e teórico-práticas suceder-se-ão. através de uma prova no final do semestre. em particular da diversidade de contextos e progressos de aprendizagem dos alunos. nomeadamente através de debates. de forma indicativa no ponto 6. discussão de trabalhos de recensão crítica ou de pesquisa dos alunos. O mesmo se dirá em relação a testes escritos. em princípio.2/10 2. 3. Nesta perspectiva. métodos expositivos e participativos. à medida que forem concluídos. exercícios práticos. como complemento das aulas teóricas. Metodologias de ensino-aprendizagem Utilizar-se-ão. através de projectos ou trabalhos de pesquisa. Adoptar-se-á o regime de exame para os alunos que optarem por esta modalidade. destinado aos alunos em regime presencial. das s condições existentes. a primeira metade da aula à abordagem teórica do conteúdo e a segunda metade à abordagem teórico-prática. os conteúdos programáticos serão trabalhados pelos estudantes. Facultativa ou. Privilegiar-se-ão. fazendo-se a necessária ligação dos temas de pesquisa com os programados para as aulas. de molde a promover o envolvimento dos alunos no processo de construção e desenvolvimento da sua própria aprendizagem.alternativamente. poderá haver um teste sumativo final. A escolha concreta dos métodos de ensino-aprendizagem e sua aplicação dependerão da avaliação. de forma sistemática. constituirão elementos fundamentais na avaliação dos alunos. Regime de Avaliação Seguir-se-á o regime de avaliação contínua. interdisciplinar e transdisciplinar dos conteúdos programáticos. os projectos ou trabalhos de pesquisa. Em ambos os casos. podendo realizar-se mini-testes ao longo dos semestres. procurando-se promover a integração dos conhecimentos e o desenvolvimento de competências dos estudantes.

7. As relações de género e a função educativa dos mídia.F.V. 11. PORTO: PORTO EDITORA NARVAZ. G. Relações Sociais de Género.Praia: Edições Uni-CV. 5. A educação infantil e o género. democracia e desafios pós-coloniais. Estado. A escola e a abordagem das questões do género e da sexualidade. Discriminação e violência baseadas no género . Referências Bibliográficas Bibliografia básica DORNNELES. Investigação sobre Políticas Educacionais. SUBMISSÃO E RESISTÊNCIA: EXPLODINDO O DISCURSO PATRIARCAL DA DOMINAÇÃO FEMININA. MORAES. (2005) As práticas escolares como construtoras de uma identidade curricular genderizada.L. regulação e situação do género no contexto internacional. regulação. A. Currículo. Braga. Género. 8.o papel da educação na sua abordagem. Uma análise da participação das Mulheres em Cabo Verde. sexo. Porto: Porto Editora MENDES. etnia. (2000). 16. Antecedentes históricos e perspectivas gerais da abordagem educativa da problemática do género. Meninas no papel. Construindo Identidades Sociais. configurações políticas e relações sociais do género 9.G. O feminismo e os movimentos pela emancipação das mulheres e a igualdade dos géneros. estereótipos e identidades de género. Universidade do Minho MONTEIRO. E. O género e a afectividade docente na relação pedagógica. Género. 15.L.3/10 4. raça e identidades: abordagem educativa numa perspectiva inclusiva e multicultural. (2009). (2005). Mulheres. 13. diversidade e identidades. J. 12. Género. L. A construção social e cultural das diferenças. OZGA. famílias e novas conjugalidades: novos desafios educacionais. MACEDO. 14. (2000). Género e Sexualidade. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. S. 4. 2000) Currículo. relações do género e conceitos conexos. Porto: Porto Editora. 10. (2005). género. 2. E. (2002). Conteúdos da Unidade Curricular/Unidades de Aprendizagem Os conteúdos programáticos essenciais da disciplina são os seguintes: 1. 3.F. E. Práticas Pedagógicas e Identidades.B. 6. Relações Sociais de Poder. Currículo.F. Politicas. M. Políticas. Porto Alegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul LOURO. (orgs. situação e perspectivas de evolução do género em Cabo Verde.. Terreno de contestação. 5. Relação gênero e raça na política pública de qualificação social e profissional: Brasília: Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) MOREIRA. .

sociológica e organizacional. A. Discursos e lugares das competências nos contextos da educação e formação. 3 (42) . 2008 – Quadrimestral – Maringá . Ministério da Educação FINCO. auto-regulação e Género. 89-101 FISCHER. (2008). T. In ProPosiçães.br/014/14franca. e MARQUES. A.set. SC.br/abho4sul/pdf/Paula%20Tatiane%20de%20Azevedo. Unilasalle Canoas . Género e exclusão social.urutagua./fev.T./dez. Uma introdução crítica. P. Braga: Universidade do Minho FELIPE. C (2006). (2012) As relações de género e a educação. Porto: Porto Editora.D.sdez. 209-223 LISBOA. 6. In Pro-Posições. Brasília: Secretaria de Educação a Distância.K.2. Poder. M. PACHECO. pp. identidade nacional e pluralidade cultural: tensões e implicações curriculares. Relações de gênero nas brincadeiras de meninos e meninas na educação infantil.S (2007). (2002). Políticas curriculares. 14. M. pp. Uma análise política. Género e Poder.C. 07/jan. 113/2001 agosto • 2001 (In http://www.T.2012 FRANÇA.F. v. classe e etnia –trajetórias de vida de mulheres migrantes./dez.Centro Universitário La Sall In http://www. KISHIMOT. Porto: Porto Editora. Educação. 3 (57) . Florianópolis. Ano XVIII . Brinquedo. e ONO.pdf.6178. Bibliografia complementar APPLE. C.fundaj. jul.A. Educação multicultural.html. (2003) Género. v.Paraná .2012 CANEN. pp.2.T.set. 2003. F. Procrastinação. 2008. J. (2007).Universidade Estadual de Maringá (DCS/UEM).cfh. (2008). (1999). (2003). In Cadernos de Pesquisa. F. D. T.Brasil .br/tpd/113. n. (2001). É menino ou menina? – Género e educação em contexto familiar. 19. ROCHA. (2000). pp.W.Boletim 26 – Novembro de 2008. (2011). consultado em 9. Porto: Porto Editora. Ensaios de estudos educacionais críticos.M.A. Consultado em 17. Gênero e educação: para além dos estereótipos ditados pelos meios de comunicação. J.ufsc./mar. AZEVEDO. 251-252 . VIEIRA. Dezembro 2000 COSTA.gov. T. In Salto para o Futuro. n. significado e Identidade.uem. 135-149. gênero e educação na brinquedoteca. I. Braga: Universidade do Minho SILVA. Departamento de Ciências Sociais . (2000). (2008).ISSN 1519. M. nº III. Porto: Porto Editora.. In KATÁLYSIS.R.htm. J. vol. Coimbra: Almedina.J.http://www. In TRABALHOS PARA DISCUSSÃO n. Teorias do Currículo. Educação para a igualdade do género – Proposta pedagógica.2003. Revista Urutágua – In Revista acadêmica multidisciplinar Nº 14 – dez. nº 2.4/10 PACHECO.

T.(2005). 2005 NARVAZ. 647654. 2º. set. pp. (1997). In Revista de estudos feministas./Jornal A Página da Educação. (2005).A. 02. D. (2006). Porto Alegre. 2006 NOGUEIRA. etnia e raça: reflexões sobre a diversidade cultural na educação escolar. In Temas Livres Free Themes. Brasília: Universidade de Brasília MADUREIRA.fazendogenero. pp. Género. educação e docência nas artes visuais.F. Diversidades. Cotidiano ritualizado: grupos de mulheres no enfrentamento à violência de género. S. J. n. maio/agosto de 2006. Nº 2. consultado em 18.U. OLINTO. pp.L. Conceitos de gênero. 3. Porto: Profedições. In Educação & Realidade (ER). S. 333-357 MEDEIROS. pp. K.2012 MENEGHEL. MADUREIRA. CLÍNICA E POLÍTICA. Se e como os estudos de género e feministas se transformam em um campo novo para as ciências. E. L. 161-169 OLIVEIRA.K.G. 2008 LOPONTE. In “Fazendo Género 8.A. Florianópolis: UEM. Deslocamentos 23 a 26 de agosto de 2010 http://www. G. 6. Violência e Poder.br/9/resources/anais/1278089993_ARQUIVO_TRABALHOCOMPLETO. In Rev Bras Enferm. E. Bullying nas aulas de educação física. Género. In Psicologia em Estudo. Vol. 30(2). M.12.E. 81-104.F.J. TEORIAS E POLÍTICAS DE GÊNERO: fragmentos históricos e desafios atuais. Maringá.. M. TRAJETÓRIAS. e BRANCO. A politização contemporânea da maternidade: construindo um argumento. A. FORMAS DE CONJUGALIDADE E RELAÇÕES SOCIAIS DE GÊNERO ENTRE CASAIS BINACIONAIS. 2008).E.Teorias do género ou teorias e género.A. pp.. 1.57(1).G. G.(orgs.Corpo. n.2. (2007). RJ: Vozes. v. L.pdf. A. (2006). Epidemiol. METODOLOGIAS FEMINISTAS E ESTUDOS DE GÊNERO: ARTICULANDO PESQUISA. sexualidade e diversidade na escola: a construção de uma cultura democrática. e KOLLER. Políticas de currículo no Brasil e em Portugal. Lda. D. e TERUYA. 111-118 MEYER. D. N. pp. pp. (2010). maio-agosto/2008. Bras. In Movimento. 173-197. In Niterói./dez. 16(2): 440. FELIPE. pp. A. Florianópolis. 1. e VOTRE. Identidades Sexuais Não-hegemônicas: Processos Identitários e Estratégias para Lidar com o Preconceito In Psicologia: Teoria e Pesquisa MATOS. A. Reflexões sobre o uso do conceito e género e/ou sexo na epidemiologia: um exemplo nos modelos hierarquizados de análise. v..H. (2007).C. 243 – 259. M. M.A (1998).M. n. 13-18 MEYER.5/10 LOPES. S. Uma Perspectiva Pós-estruturalista. Sexualidade e Educação. v. et al (2004). (2008). Género. In Fazendo Gênero 9 Diásporas. jul/dez 2005 LOURO. . sem. 11. (2004).ufsc. In Rev.C.A.F. e MACEDO. Petrópolis. Brasília (DF) 2004 jan/fev. 1998. F.(2008).

TEIXEIRA. 1. 2006.6/10 RIBEIRO. Vol. I. Luísa. A Construção do Gênero no Espaço Escolar. Nº 129. WALL. (http://www. 49-59 SABAT. (2004).A.R. Género e Educação em Contexto Familiar. Florianópolis. janeiro/abril de 2006. Porto Alegre. L.gov. S. 9-21 SANTOS. M. ano 9.C. (2002). ABOIM.G. In Estudos Feministas. STIGGER. pp. R.C. C. (2006). vol. 2º semestre 2001.) (2010) A VIDA FAMILIAR NO MASCULINO Negociando velhas e novas masculinidades. janeiro-abril/2004. MELLO. A Subrepresentatividade das Mulheres em Áreas Tipicamente Masculinas: Factores Explicativos e Pistas para a Intervenção. Estud.O. Relatório do Estado de Cabo Verde ao Comité sobre a Eliminação da Discriminação contra as Mulheres (CEDAW) – 2010 CEDAW (2009). Lisboa: COMISSÃO PARA A IGUALDADE NO TRABALHO E NO EMPREGO (http://www. A CONSTRUÇÃO DE IDENTIDADES E PAPÉIS DE GÊNERO NA INFÂNCIA: ARTICULANDO TEMAS PARA PENSAR O TRABALHO PEDAGÓGICO DA EDUCAÇÃO FÍSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Ciência e Profissão. 481-487. pp. In Psicologia. 12(1): 360. e GROSSI. Estudos.pt/asstscite/downloads/publics/A_vida_masculino. (1997). N.S. 111-117 VIEIRA. e CARVALHO.br/pdf/ref/v14n2/a08v14n2. No. In Movimento.scielo. lésbicas e transgêneros no Brasil. pp. CUNHA. n. D. v. In Revista Brasileira de Orientação Profissional jan. Relatório da Comissão das Comunidades Europeias sobre a Igualdade entre Homens e Mulheres –Bruxelas: Comissão da Comunidades Europeias. Masculinidade e história: A construção cultural da diferença entre os sexos.(2012) Discursos sobre afetos docentes: uma ortopedia de género? In Revista Espaço Académico. M. ISSN 0104-026X.-jun. género e sexualidade. 20 (3). In Pensar a Prática 5: 1-14. In Revista Estudos Feministas. V. [online].12. . Coimbra: Almedina. Referências documentais CEDAW (2010).pdf) WENETZ. pp. Sexualidade na sala de aula: pedagogias escolares de professoras das séries iniciais do Ensino Fundamental. (2006). 2001-2002 SILVA. e SOUZA. 109-129 SAAVEDRA. É Menino ou Menina?.S. Relatório Progresso das Mulheres do Mundo 2008/2009 – II Parte: ODM e Género_CEDAW Comissão da Comunidades Europeias (2009). (2006). J. 2010.R. 59-80. 11. K. SOUZA./Jun. P.pdf) VARGAS.2009.14. A. pp. pp. Ana Daniela (2010). Fem. 01.2. (2000). Portalegre: Universidade Federal do Rio Grande do Sul SAYÃO.G. (2004) A invenção da infância generificada: a pedagogia da mídia impressa. pp.cite. n. Rev.S. D. 8-15 Universidade Federal do Rio Grande do Sul.P. Pedagogia cultural. P. Maria do Céu e SILVA. 2000. Jul. R. C.T.(Coords. Conjugalidades e parentalidades de gays. UZIEL. construindo as identidades do género. Fevereiro de 2012.

VIEIRA.A.T. S. MADUREIRA. M. Género e Educação para Todos: O salto rumo à igualdade. Género. Género. Idem 7 2h MEDEIROS. G. UNIFEM (2009). E. MOREIRA.7/10 EUROPEAN Commission (2008).B. Cronograma das Actividades de Ensino-Aprendizagem Aula Nº 1 Data Nº de Horas Conteúdo de Aprendizagem Apresentação das linhas gerais do Programa da disciplina: fundamentos. J.F. Social Affairs and Equal Opportunities Unit G. (2010). Antecedentes históricos e perspectivas gerais da abordagem educativa da problemática do género (conclusão) Tema 2. Tema 1. (2002). (2006) Idem Idem Percepções actuais das relações do género em Cabo Verde Levantamento e análise dos estereótipos e preconceitos de género existentes em Cabo Verde Idem Idem 6 2h Tema 3. E. L. ICIEG. sexo. Bibliografia Avaliação Projectos/ Trabalhos pesquisa 2h 2 2h LOPES.(2008). M. (2000). E. G. Plano Nacional de Combate à violência baseada no género.F. L. e MACEDO.1 ICIEG (2006). Relatório conciso.C.G. relações do género e conceitos conexos.PROGRESSO DAS MULHERES DO MUNDO 2008/2009. ABOIM. famílias e novas conjugalidades: novos desafios educacionais. sexo.D. A. Idem DORNNELES. OLINTO. G. J. 2009 6. Tema 2.S. UZIEL. metodologia e sistema de avaliação. LOURO. (2007).A. e GROSSI. (2008). (2000). A.) Tema 4. A construção social e cultural das diferenças estereótipos e identidades de género.S (2007). relações do género e conceitos conexos (conclusão) Tema 3. Tema 1. e MACEDO. MOREIRA. P.L. levantamento de expectativas dos estudantes para integração no currículo da disciplina. Report on equality between women and men – 2008.B. (2011). (2006).L. C. Quem responde às mulheres? GÉNERO E RESPONSABILIZAÇÃO. CUNHA. LOURO. V. PACHECO. objectivos. e MACEDO.V. A. M.A. 2006 Instituto da Condição Feminina. 2003 (?) Relatório sobre o Objectivo 3 de Desenvolvimento do Milénio Promoção da Igualdade de Género e da Autonomia das Mulheres – Instituto da Condição Feminina PROGRAMA DO GOVERNO PARA VII LEGISLATURA 2011-2016 UNESCO (2003). K.A (1998). A construção social e cultural das diferenças estereótipos e identidades de género (conclusão.((2010) Idem As relações do género nas famílias cabo-verdianas . (2008).Directorate-General for Employment. PACHECO. L. A. Antecedentes históricos e perspectivas gerais da abordagem educativa da problemática do género. MELLO.European Commission .INSTITUTO CABOVERDIANO PARA A IGUALDADE E EQUIDADE DE GÉNERO. SILVA.F. (2011) Idem Contínua Evolução histórica das relações do género em Cabo Verde Idem 3 2h 4 5 2h 2h COSTA. (2000). Género.UNIFEM. A. WALL. M.

(2005).(2000). MORAES. etnia. e MARQUES. M. (1999). e TERUYA. e VOTRE. (1999). N. FRANÇA. M. Relações Sociais de Género. E. raça e identidades: abordagem educativa numa perspectiva inclusiva e multicultural Idem APPLE.K. SANTOS.K. OZGA.J.L. PACHECO. PACHECO. E.. (2005). A. A escola e a abordagem das questões do género e da sexualidade O currículo oculto e a construção de identidades de género As famílias e os jardins de infância e a construção das identidades e relações de género A abordagem educativa das questões do género e da sexualidade na . ROCHA. D. (2003). Discriminação e violência baseadas no género . D.C.J. e Idem 22 2h Tema 13. (conclusão) Tema 7.8/10 8 9 2h 2h Tema 4 . F. (2002). (2011) Idem Idem Idem A mestiçagem cabo-verdiana e sua relação com as representações identitárias sobre raça. MEYER. MENEGHEL. O feminismo e os movimentos pela emancipação das mulheres e a igualdade dos géneros Idem 17 18 2h 2h Tema 9.T. (2004) AZEVEDO. J. Relações Sociais de Género. S. Currículo. diversidade e identidades. Idem ROCHA. género. FELIPE. As relações de género e a função educativa dos mídia.R. (2007).F. M.J.J. SAAVEDRA et al (2010) Idem ROCHA.T.T. (2012). (2007). (2005).F.Género. configurações politicas e relações sociais do género Tema 8. (2000). S. et al (2004). A. M. (2008). J. SAYÃO. Relações Sociais de Poder (conclusão) Tema 8. S. R. MEYER. J.C. A educação infantil e o género. MADUREIRA. etnia e género Discriminação e violência baseadas no género em Cabo Verde 10 2h Tema 6.A. J.W.F. T. Estado. P. Estado. A.B. (2006). MACEDO. M. MOREIRA.F. D. Currículo.o papel da educação na sua abordagem.(2005). A. LISBOA.A. (cont. M.o papel da educação na sua abordagem. F. NARVAZ. F. J.A. (conclusão) Tema 5.T.A.H. L. (2006). Idem Idem O feminismo em Cabo Verde e o papel das instituições públicas e sociais das mulheres Resumo de obra científica A abordagem da problemática do género na comunicação social O currículo escolar e o género 19 Idem 20 2h Tema 11. (2008). (1997). NOGUEIRA.G. (2002). I.A. ROCHA.A..M. OLIVEIRA..(2008) SABAT. C. Idem MATOS.G. género. CANEN. M.G. T. S. 21 2h FINCO. (2007) APPLE.F. (2007). FELIPE. MADUREIRA. M. diversidade e identidades (conclusão) Tema 12.A. J.W. (2002) FISCHER. A. D. LOPONTE. (2008). (2001). T. configurações politicas e relações sociais do género (conclusão) Idem Idem Resumo de obra científica Resumo de obra científica 2h Tema 9. Perspectivas Feministas e Relações de Género 10. Tema 11.. (2003). e KOLLER.): Sociologia da Educação. E. famílias e novas conjugalidades: novos desafios educacionais.(2008). (2008). (2007).E. PACHECO.SILVA. Idem 11 12 13 14 15 16 2h 2h Tema 6. (2000). Discriminação e violência baseadas no género. K. Género. D. (2004).E. Relações Sociais de Poder Tema 7. NARVAZ.J. KISHIMOT. e ONO. M.F.C. (2005).C. MENDES.

O género e a afectividade docente na relação pedagógica. assumida nas diferentes esferas da vida pessoal.C. Avaliação crítica do semestre. Politicas. As representações e identidades de género e de sexualidade são engendradas. Resumo O género. em particular da educação escolar. política e social.S.C. Idem VARGAS.C. RIBEIRO. Políticas. Legislação. pelos estereótipos e preconceitos que. historicamente. em larga medida. com a difusão de bases científicas e de um quadro de valores que permitam a construção de novos paradigmas de relacionamento entre o homem e a mulher nas sociedades democráticas. na juventude e na velhice. (2007). (2007). está estreitamente relacionado com o sexo mas não se resume a esta última dimensão. que. reflectindo-se.A. Idem Idem Problemas e tendências da abordagem do género no plano internacional Resumo de obra científica O currículo escolar e a educação para a sexualidade 26 27 28 2h 2h 2h Tema 15. A escola e a abordagem das questões do género e da sexualidade (conclusão) Tema 14. R. sobre as mesmas problemáticas A desconstrução das abordagens estereotipadas e preconceituosas das relações do género e. D. I.M. para lá da mera consagração formal dos direitos humanos e de cidadania. nas abordagens educativas. informais e formais.U. enquanto construção social. profissional.G. em particular. situação e perspectivas de evolução do género em Cabo Verde. (2004).P. em particular.C. situação e perspectivas de evolução do género em Cabo Verde (conclusão) T Teste sumativo escrito ou apresentação e discussão de trabalhos de pesquisa Apresentação e defesa de trabalhos de pesquisa. WENETZ. SOUZA. J. BRANCO. Tema 16. . a equidade e a justiça social devem efectivar-se. envolvendo os diferentes modos como a condição sexual dos indivíduos é percepcionada. familiar. N. documentos oficiais e estudos Idem Idem Idem Idem Perspectivas de evolução da abordagem do género em Cabo Verde 29 30 2h 2h Sumativa Idem 7. Políticas. da alegada superioridade ou inferioridade dos indivíduos em função dos sexos constitui uma das funções da educação. P. ROCHA. Tema 15. A. (2006).S.R. deve contribuir. regulação. têm prevalecido na abordagem das relações entre os indivíduos de ambos os sexos.J. em que a igualdade. e CARVALHO. regulação.O.9/10 23 24 25 2h 2h 2h Tema 13. M. regulação e situação do género no contexto internacional. e SOUZA.(2012) Documentos e estudos internacionais infância . até 2 horas. em horário e segundo formas a combinar com os estudantes. M. Regulação internacional de género e educação (conclusão) Tema 16. Horário e local de atendimento (semanal) Semanalmente. indo mais longe.R. 8. STIGGER.

constitui uma problemática de grande complexidade. desde a família ao Estado. a educação em matéria do género.10/10 É mister que se encare a educação em matéria do género como função que ultrapassa os marcos da escola para ser assumida à escala da sociedade e das suas instituições. Bartolomeu L. No âmbito escolar. além do imperativo da desocultação das representações. Varela Docente da Uni-CV . que transcende a dimensão prescritiva do currículo para abarcar as dimensões da gestão e da realização dos currículos. mensagens e práxis curriculares não assumidas ao nível dos objectivos e conteúdos programáticos. Praia. com as inerentes correlações com a educação para sexualidade e para a inclusão. 20 de Fevereiro de 2012. passando pelos meios de comunicação social.

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