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EDUCAR – CURSOS PROFISSIONALIZANTES

TRIBUTAÇÃO – CARGA TRIBUTÁRIA PARTE 02
5- ICMS - IMPOSTO SOBRE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

O ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços) é um tributo de competência dos Estados e do Distrito Federal. Tal imposto incide principalmente, sobre a circulação de mercadorias. Nesse caso, não importa se a venda da mercadoria foi efetivada ou não, o que importa é que houve a circulação e isso é cobrado. O imposto também incide sobre serviços de transporte interestadual e intermunicipal, de comunicações, de energia elétrica, de entrada de mercadorias importadas e aqueles serviços prestados no exterior. O ICMS é regulamentado pela Lei Complementar 87/1996, a chamada "Lei Kandir". Cada Estado possui autonomia para estabelecer suas próprias regras de cobrança do imposto, respeitando as regras previstas na Lei. O ICMS não é um imposto acumulativo, ele incide sobre cada etapa da circulação de mercadorias separadamente. Em cada uma dessas etapas, deve haver a emissão de nota ou cupom fiscal. Isso é necessário devido ao fato de que esses documentos serão escriturados e serão através deles que o imposto será calculado e arrecadado pelo governo. Na maioria dos casos, as empresas repassam esse imposto ao consumidor, embutindo-o nos preços dos produtos. As mercadorias são tributadas de acordo com sua essencialidade. Assim, para produtos básicos, como o arroz e o feijão, o ICMS cobrado é menor do que no caso de produtos supérfluos, como cigarros e perfumes, por exemplo. No entanto, vale ressaltar que serviços como o de energia elétrica, combustíveis e telefonia, embora sejam necessários para a boa qualidade de vida dos indivíduos, possuem alíquotas altíssimas de ICMS, o que nos faz pensar sobre a regra da essencialidade. 5.1- CONTRIBUINTE Contribuinte é qualquer pessoa, física ou jurídica, que realize, com habitualidade ou em volume que caracterize intuito comercial, operações de circulação de mercadoria ou prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação, ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. É também contribuinte a pessoa física ou jurídica que, mesmo sem habitualidade: I – importe mercadorias do exterior, ainda que as destine a consumo ou ao ativo permanente do estabelecimento; II – seja destinatária de serviço prestado no exterior ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior, III – adquira em licitação de mercadorias apreendidas ou abandonadas; IV – adquira lubrificantes e combustíveis líquidos e gasosos derivados de petróleo e energia elétrica oriundos de outro Estado, quando não destinados à comercialização ou à industrialização. 5.2- SUBSTITUIÇÕES TRIBUTÁRIAS A Lei estadual poderá atribuir a contribuinte do imposto ou a depositário a qualquer título a responsabilidade pelo seu pagamento, hipótese em que o contribuinte assumirá a condição de substituto tributário. A responsabilidade poderá ser atribuída em relação ao imposto incidente sobre uma ou mais operações ou prestações, sejam antecedentes, concomitantes ou subsequentes, inclusive ao valor decorrente da diferença entre alíquotas interna e interestadual nas operações e prestações que destinem bens e serviços o consumidor final localizado em outro Estado, que seja contribuinte do imposto. A atribuição de responsabilidade dar-se-á em relação a mercadorias ou serviços previstos em lei de cada Estado. É assegurado ao contribuinte substituído o direito à restituição do valor do imposto pago por força da substituição tributária, correspondente ao fato gerador presumido, que não se realizar. 5.3- CRÉDITO FISCAL É uma parcela do imposto cobrado, nas operações de entradas no estabelecimento de mercadorias ou serviços que serão compensados com o imposto devido pela saída desses produtos, resultando esse confronto em saldo devedor ou credor. Segundo a Lei Complementar 87/96, é o direito que tem o contribuinte à compensação do imposto anteriormente cobrado em operações de que tenha resultado à entrada de mercadoria, real ou simbólica, no estabelecimento, ou o recebimento de serviços de transporte interestadual e intermunicipal ou de comunicação. 5.4- VEDAÇÕES DE CRÉDITO

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0000 – Pimentões e Pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta".efeitos a partir de 24/11/89: Art. exceto se tratar-se de saída para o exterior. funchos e folhas usadas na alimentação humana. o fornecimento de energia elétrica destinada ao consumo pelos órgãos da Administração Pública Estadual Direta e Fundações mantidas pelo Poder Público Estadual. efeitos a partir de 16/9/96 .20. efeitos a partir de 1/1/94: Art. couve-flor. repolho. maçãs. II – para comercialização ou prestação de serviço. 1º Ficam isentas do pagamento do ICMS.0100 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . beterraba. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .posição 0904 – Pimenta do gênero Piper. Parágrafo único. mediante a redução do valor da operação no montante correspondente ao imposto. l) taioba. uvas. exceto: amêndoas. as operações internas com: I . abobrinha. sendo gerada por fonte termoelétrica em sistema isolado. A isenção prevista neste artigo. presumem-se alheios à atividade do estabelecimento os veículos de transporte pessoal. avelãs. broto de bambu. castanhas. V . gobo.ICMS as saídas interestaduais de frutas frescas.pintos de 01 (um) dia.ICMS. morangos. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos a seguir indicados. milho-verde.insumos agropecuários.ovos.0000 – Pimentões e Pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta". 1º. berinjela. Art.aves abatidas em estado natural. alecrim. cardo. exclusive pimenta-do-reino.aos produtos amêndoas. quando a saída ou a prestação subsequente não forem tributadas ou estiverem isentas do imposto. brócolis. VI . 1º Ficam isentas do ICMS as operações internas com castanha-do-pará in natura classificada no código 0801.aves vivas. nozes. erva-doce. efeitos de 1/2/94 a 31/12/94: Art. secos ou triturados ou em pó. II . pimenta. simplesmente resfriadas ou congeladas.Hortifrutícolas em estado natural: a) abóbora. 5º O disposto neste Decreto não autoriza a restituição de importâncias já recolhidas. cará. coentro. rabanete. broto de bambu. mandioca. IV e VII. pimentes e pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta". quando destinados à industrialização. ovinocultura. maçãs. secos ou triturados ou em pó.ICMS." Decreto nº 1.Sistema Harmonizado: I . ATIVIDADE 03 Leia o artigo abaixo e pesquise produtos que sejam ISENTOS de ICMS que podemos encontrar no comercio onde você trabalha: ________________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________________________________________ Disposições sobre Isenção de Mercadorias Decreto 3.Não dão direito a crédito as entradas de mercadorias ou utilização de serviços resultantes de operações ou prestações isentas ou não tributadas.quando a faixa de consumo não ultrapasse a 100 (cem) quilowatts/hora mensais. alcachofra.arroz. VII . Decreto nº 2.ICMS. brócolis. 2º O disposto neste Decreto não autoriza a restituição de importâncias já recolhidas. castanhas. broto de samambaia. repolho-chinês. II .927/93 . 2º A isenção ou não incidência do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias. salvo determinação em contrário da legislação. arruda e aspargo. III.código 0709. chuchu. f) gengibre. cunicultura e ranicultura. farinha de mandioca e milho. aipim. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . realizada na primeira operação do produto. III . 1º acima mencionados são os classificados nas posições 0801. aipim. g) macaxeira. alface. broto de feijão. espinafre.quando a faixa de consumo não ultrapasse a 50 (cinqüenta) quilowatts/hora mensais. aipo. 1º Ficam isentas do Imposto Sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e Sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . tomate. araruta. Salvo prova em contrário.60. catalonha. a partir de 1º de janeiro de 1994. 2º Para efeito do que dispõe o Convênio ICMS nº 98/89.365/94. nas seguintes hipóteses: I . escarola. (Redação dada pelo Decreto nº 3.NBM/SH. II. II . alecrim.aos produtos.380/97. exceto as destinadas ao exterior. ruibarbo. as operações internas com: I . morangos. manjerona.Sistema Harmonizado: I . classificados de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .0300 da Nomenclatura Brasileira de Mercadoria/ Sistema Harmonizado . não implicará em créditos de imposto para abatimento daquele incidente nas operações anteriores. araruta. II . b) batata-doce.nãoincidência do ICMS sobre operações e prestações destinadas ao exterior. efeitos a partir de 1/5/94: Art. abobrinha. promovidas por qualquer estabelecimento. alface. IV . efeitos a partir de 21/12/94: Art. efeitos a partir de 21/12/94: Art. ou que se refiram a mercadorias ou serviços alheios à atividade do estabelecimento. alcachofra. losna. as operações de saídas internas. jiló. 2º O benefício previsto no artigo anterior deverá ser transferido aos beneficiários. feijão. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos a seguir indicados. salsa e segurelha. anis. ficam isentas do imposto qualquer operação com água canalizada realizada no Estado do Pará. caprinocultura. Parágrafo único. A isenção prevista neste artigo não se aplica: I . b) batata-doce. VIII . Decreto nº 2. j) quiabo. efeitos a partir de 1/1/94: Art. não se aplica aos produtos relacionados nos incisos I. tomilho e vagem. alfavaca. alfazema. Decreto nº 3.posição 0904 – Pimenta do gênero Piper. peras e uvas. acelga. A isenção prevista neste artigo não se aplica aos produtos relacionados nos incisos I a VII.20.124/83 . É vedado o crédito relativo à mercadoria entrada no estabelecimento ou a prestação de serviços a ele feita: I – para integração ou consumo em processo de industrialização ou produção rural. com os produtos mencionados no art. as operações de saídas internas e de exportação para o exterior. cominho. quando destinados à industrialização.Hortifrutícolas em estado natural: a) abóbora. mostarda. 3º.código 0709. Decreto nº 2. i) pepino. Nota: ver Lei Complementar nº 87/96. 1º Ficam isentas do ICMS até 31/12/94. efeitos a partir de 30/12/94) Redação anterior: Parágrafo único. beterraba. quando destinados à industrialização. 4º Ficam isentas do ICMS.efeitos a partir de 1/1/84: Art.efeitos a partir de 1/11/93: Art. 1º Fica concedida isenção total do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . d) endívia. agrião. e) flores. broto de samambaia. no fornecimento de energia elétrica para consumo residencial. anis. tampala. arruda e aspargo. acelga. cebolinha.Sistema Harmonizado. II . hortelã.177/94. pimentes e pimentas (pimentos) dos gêneros capsicum ou "Pimenta".278/94.0200 e 0801. c) camomila. Decreto nº 2. berinjela. 1º Ficam isentas do ICMS. quando a saída do produto resultante não for tributada ou estiver isenta do imposto.422/94. broto de feijão. ervilha. cogumelo. agrião. moranga. cenoura. pêras. couve. classificados de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . Ementa do Convênio ICMS 98/89 (prorrogado por prazo indeterminado Convênio ICMS 151/94): "Autoriza os Estados e o Distrito Federal a conceder isenção do ICMS no fornecimento de água natural e dá outras providências. art.596/94.146/94): Art. 2 . erva-cidreira. Decreto nº 320/91.429/89 .20. Art. raiz-forte.os produtos decorrentes de suinocultura. inhame. nozes. erva-de-santa-maria. nas operações internas. frescos ou refrigerados. Art.147/94. avelãs. frescos ou refrigerados. efeitos até 20/12/94 (REVOGADO pelo Decreto nº 3. Decreto nº 2.60. aipo.146/94. Decreto nº 6. Decreto nº 3. chicória. alfavaca. alfazema. frutas frescas nacionais. as operações de saídas internas. quando produzidas no Estado do Pará. h) nabiça e nabo. manjericão. efeitos a partir de 1/10/97: Art. Nota: os produtos mencionados no art.

507.enzimas preparadas para decomposição de matéria orgânica animal. bem como as importadas. vedada a sua aplicação. exclusivamente em base própria (Ponto "A"). jiló. soros e medicamentos produzidos para uso na agricultura e na pecuária. de carne. quando dada ao produto destinação diversa. de amendoim. castanhas. pelas entidades representativas do setor pesqueiro. c) quaisquer estabelecimentos com fins exclusivos de armazenagem.Ovos. gobo. glúten de milho. a título de retorno.995/98. XI . couve-flor. por intermédio das entidades representativas do setor pesqueiro. deverá observar o disposto no Art. os quais prorrogaram a data limite do benefício até 30/6/92. 2. efeitos a partir de 20/8/98) Redação anterior: VI . Art. I .farelos e tortas de soja e canola. caroço de algodão.Aves vivas.às saídas promovidas.2ª via – entidade representativa do setor pesqueiro. exclusive pimenta do reino. § 1º O benefício previsto no inciso II do caput deste Decreto estende-se: I . morangos. j) quiabo. a empresa distribuidora deverá encaminhar requerimento à Diretoria de Fiscalização. em vitaminas. exceto os de bovino. formicidas. contendo no mínimo as seguintes indicações: I .4 da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias Sistema Harmonizado . XIII . de milho. exceto: amêndoas. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. à indústria de ração animal ou a órgão oficial de fomento e desenvolvimento agropecuário vinculado ao Estado ou Distrito Federal. 2º As distribuidoras de combustíveis. de 31 de maio de 1996. 3º Até o dia trinta de novembro de cada ano. II . § 2º O credenciamento previsto no parágrafo anterior será efetuado por meio de requerimento. catalonha. feno e outros resíduos industriais destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal. da Lei nº 5. VI . destinadas à semeadura. de cacau.a empresa distribuidora de combustível deverá: a) possuir registro no Departamento Nacional de Combustíveis . III .sorgo. de linhaça. nas operações com óleo diesel beneficiadas com a isenção do ICMS. O disposto neste artigo somente se aplica. sêmen congelado ou resfriado. X . espalhantes. com prazo de validade não superior a noventa dias. coentro. entre si. estimuladores e inibidores de crescimento (reguladores). fabricantes ou importadores para: a) estabelecimento onde sejam industrializados adubos simples ou compostos. sal mineralizado.ácido nítrico e ácido sulfúrico. de babaçu. II . f) gengibre. maçãs. rabanete. de osso. salsa e segurelha. junto à distribuidora. exceto os destinados à industrialização. de 07 de junho de 1978. DAP (di-amônio fosfato). manjerona.inseticidas. produzindo efeitos até 31 de dezembro de 1994. cloreto de potássio.714/94. V . da mercadoria remetida para fins de armazenagem. repolho. III . desde que: a) a indústria e os produtos estejam registrados no órgão competente do Ministério da Agricultura e do Abastecimento e o número do registro seja indicado no documento fiscal. emitido com base no Pedido de Despacho.GESPE. Passe de Saída. tomilho e vagem. pimenta. desde que produzidas sob controle de entidades certificadoras ou fiscalizadoras. tomate. maxixe.identificação da embarcação. IV . 1. 5º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial do Estado. de sangue e de víscera. § 3º Para efeito do credenciamento previsto na alínea "c" do inciso I do art. e) flores. b) estabelecimento produtor agropecuário. à Diretoria de Fiscalização. detalhando: a) potência.3ª via – Secretaria de Estado da Fazenda.Metionina e seu análogos produzidos para uso na agricultura e na pecuária. calcário calcítrico. g) macacheira. germicidas.às saídas. manjericão. de 19 de dezembro de 1977.CELPA.771. de mamona. 917/92. inciso II. chicória. respectivamente. mandioca.NBM/SH. II . mostarda.838/93 e 2.638/96. fertilizantes e fosfato bi-cálcio destinados à alimentação animal. i) pepino. permitida a inclusão de aditivos.quantitativo anual do óleo diesel a ser contemplado com o benefício fiscal. ruibarbo. certificadas ou fiscalizadas. 1º. c) estar devidamente credenciada na Secretaria de Estado da Fazenda. ainda: 3 . relatório contendo as seguintes informações: Ementa do Convênio ICMS 58/96: Autoriza os Estados e o DF a conceder isenção do ICMS na saída de óleo diesel para embarcação pesqueira. que mantiverem convênio com aquele Ministério. farelos e tortas de algodão. erva-doce." (Redação dada pelo Decreto nº 2. espinafre. 3.Os produtos decorrentes da Suinocultura.441/93. vacinas.embriões.Pintos de 01 (um) dia. II . real ou simbólico. de osso. Parágrafo único. entende-se por: I . rúcula. de ostra. II . adesivos. fertilizantes e DL . e) nome da embarcação e seus números de registros no IBAMA e na Capitania dos Portos. § 4º O documento de credenciamento será emitido em três vias. quando destinado a produtor.c) camomila.sementes. nas condições que especifica. concentrados e suplementos fabricados por indústria de ração animal.rações para animais. couve. de trigo. III . de mamona.DNC. como distribuidora. 1º. atualizados no Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Renováveis IBAMA. 1. I .Aves abatidas em estado natural ou simplesmente resfriadas.ICMS as saídas de óleo diesel destinado às Centrais Elétricas do Pará S/A . II . fungicidas. como tal definidas pelo Departamento Nacional de Combustíveis.a embarcação pesqueira deverá: a) possuir os seguintes documentos de emissão da Capitania dos Portos: 1.mudas de plantas. a Comissão Técnica Permanente do ICMS .identificação do destinatário. de farelo de arroz. aminoácidos ou minerais. Nota: a redação deste artigo está adaptada ao que dispõem os Decretos n os 601/92. de pena. sulfato de amônio.1ª via – contribuinte beneficiário/distribuidora. Decreto nº 2. farelos e tortas de algodão. b) haja o respectivo rótulo ou etiqueta identificando o produto. § 3º O benefício previsto no inciso III do caput deste Decreto aplica-se. pimentão. Art. avelãs. mensalmente e o acumulado. II ." Decreto nº 2. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . Art. farelo de arroz.milho. VII . ovos férteis. farinha de mandioca e milho realizada na primeira operação do produtor. b) ter acesso direto ao suprimento efetuado pela refinaria.amônia. classificadas no código 3507. VIII . nozes. raticidas.número e data da nota fiscal. acaricidas.530. cominho. repolho-chinês. frutas frescas nacionais. b) nome do proprietário. escarola. será efetivada desde que obedecidas as seguintes condições: Ementa do Convênio ICMS 58/96: Autoriza os Estados e o DF a conceder isenção do ICMS na saída de óleo diesel para embarcação pesqueira. chuchu. c) consumo mensal. de 13 de Janeiro de 1989. erva-de-santa-maria. adubos simples e compostos. farinha de peixe. ovinocultura. remeterão à Delegacia Regional de sua jurisdição.esterco animal. como corretivo ou recuperador do solo. quando destinado à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal. funchos e folhas usadas na alimentação humana. erva-cidreira. cardo. IX . pelos estabelecimentos referidos em suas alíneas. e de casca e de semente de uva e de polpa cítrica. cunicultura e ranicultura. herbicidas. desfolhantes. cebolinha. MAP (mono-amônio fosfato). h) nabiça e nabo. nas condições que especifica. prevista no Convênio ICMS 58/96. efeitos a partir de 29/7/94: Art. ácido fosfórico. farinha de peixe. 3º O contribuinte que realizar operação com benefício constante deste Decreto. caprinocultura.IPVA. l) taioba. entidade vinculada à Câmara de Política dos Recursos Naturais da Presidência da República. e de trigo. fosfato natural bruto e enxofre saídos dos estabelecimentos extratores. II .alho em pó.277/94. sal mineralizado. Redação original: "Art. produzindo efeitos até 31 de dezembro de 1991. de carne. raiz-forte. bem como o do seu proprietário ou armador. uvas. losna. nematicidas. uréia. instruído com os documentos mencionados no inciso II do art. cenoura. III . nitrocálcio. b) possuir o seu registro. Provisão de Registro ou Título de Inscrição. efetuado pelo Grupo Executivo do Setor Pesqueiro .ração animal – qualquer mistura de ingredientes capaz de suprir as necessidades nutritivas para manutenção. e as exigências estabelecidas pelos órgãos do Ministério da Agricultura e do abastecimento ou por outros órgãos e entidades da Administração Federal. inhame. de glúten de milho. moranga. feijão.ICMS as operações internas dos produtos a seguir arrolados: I . 1º A concessão da isenção prevista no Convênio ICMS 58/96. sorgo. c) os produtos se destinem exclusivamente ao uso na pecuária. 28/2/94 e 31/12/94. de casca e de semente de uva e resíduos industriais destinados à alimentação animal ou ao emprego na fabricação de ração animal. regulamentada pelo Decreto nº 81.calcário e gesso destinados ao uso exclusivo na agricultura. c) comprovar a sua regularidade referente ao Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores . milho-verde. de milho. do cumprimento dos requisitos previstos no inciso II. peras. desde que o valor correspondente ao imposto seja abatido no preço do produto. de sangue e de víscera. 28/1/93. § 1º A fruição do benefício de que trata este artigo fica condicionada ao credenciamento do adquirente na Secretaria de Estado da Fazenda e à comprovação.COTEPE/ICMS remeterá ao Estado o resultado do levantamento da previsão de consumo para o exercício seguinte. de ostra. até o dia quinze do mês subseqüente. Certificado Anual de Regularização de Embarcação ou Termo de Vistoria Anual. 48.concentrado – a mistura de ingredientes capaz de suprir a ração ou concentrado. de linhaça. cará. dos Estados e do Distrito Federal. com a seguinte destinação: I . nitrato de amônio. alevinos e pintos de um dia. § 2º Para efeito de aplicação do benefício previsto no inciso III do caput deste Decreto. de amendoim. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . girinos. 31/8/93. d) outro estabelecimento da mesma empresa daquela onde se tiver processado a industrialização.545/97. hortelã. de pena. VI . efeitos a partir de 9/9/96: Art. cogumelo. XII .Arroz. d) endívia. IV .90. d) ano de fabricação. calcário calcítico. Decreto nº 1. parasiticidas. atendidas as disposições da Lei nº 6. VII . ervilha. dessecantes.quantidade e valor do óleo diesel fornecido. quando o óleo diesel for destinado a insumo para geração de energia elétrica. de cacau. V . Art. à cooperativa de produtores. efeitos a partir de 15/12/97: Art. tampala. desenvolvimento e produtividade dos animais a que se destinam. de babaçu. vedada a sua aplicação quando dada ao produto destinação diversa.

pirarucu. de aparelhos.ICMS. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .obter declaração. Decreto nº 2. efetuadas por empresa jornalística. bacalhau. Nota: a redação do "caput" deste artigo está adaptada ao que dispõe o Decreto nº 369/95. a segunda via da declaração e encaminhar a terceira ao Departamento Estadual de Trânsito para que se proceda à matrícula do veículo nos prazos estabelecidos na legislação respectiva.à operação que destine pescado à industrialização. para utilização como táxi. normalmente. na transferência a estabelecimento produtor do mesmo titular.175/94.ICMS. cumulativa e comprovadamente: I . merluza. efeitos de 30/6/95 a 13/4/98. inclusive crustáceos. mensalmente. na categoria de aluguel (táxi). máquinas.lagosta.pescado enlatado ou cozido. o interessado: I . pirarucu. e que. salmão e a rã. ainda. probatória de que exerce atividade de condutor autônomo de passageiros e já a exercia na data da publicação deste Decreto. § 3º A isenção prevista neste artigo somente será aplicada se a importação estiver amparada por isenção ou alíquota reduzida a zero dos Impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados. na nota fiscal emitida para entrega do veículo ao adquirente. Decreto nº 2. até 31/12/94. nos primeiros 3 (três) anos. III . merluza.o benefício correspondente seja transferido para o adquirente do veículo.sericultura. em veículo de sua propriedade.aquicultura. exceto crustáceos. previstos na legislação própria.mencionar. § 1º O benefício previsto neste Decreto. conforme o caso: Art. considerando-se como tal. de radiodifusão e editora de livros. § 4º Relativamente ao disposto no inciso V do caput deste Decreto.avicultura. adoque. bacalhau. até 30 de junho de 1995.o veículo seja novo e esteja beneficiado com a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados . para as saídas efetuadas pelos estabelecimentos revendedores. monetariamente corrigido. DERROGADO pelo Decreto nº 2. IV . O disposto neste artigo não se aplica às operações com: I . 2º Ficam isentas do ICMS às operações internas e interestaduais com automóveis de passageiros. de 24 de fevereiro de 1995. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . nesta data.o veículo seja novo e esteja beneficiado com isenção ou alíquota reduzida a zero do Imposto sobre Produtos Industrializados . II . que a operação é beneficiada com isenção do ICMS. Decreto nº 288/95.144/98. efeitos de 1/5/98 a 31/12/99: Art. a não observância do disposto no inciso I do artigo 1º. nos últimos 3(três) anos.752/98. 4 . desde que. nesta data. VI . Decreto nº 2. em três vias. veículo com isenção de ICMS. salmão.ICMS as operações internas com pescado. além do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação. 1º Ficam isentas do ICMS as saídas internas de pescado. molusco. efeitos de 14/4/98 a 30/4/99: Art. camarão. O disposto neste artigo não se aplica às operações com: I . com motor até 127 HP de potência bruta (SAE). 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . à Secretaria de Estado da Fazenda/Diretoria de Fiscalização. Decreto nº 461/95.entregar as 3 (três) vias da declaração ao concessionário autorizado. em veículo de sua propriedade. inclusive crustáceos.ao pescado enlatado ou cozido. efeitos a partir de 29/7/98: Art.ICMS. Decreto nº 3. destinados a emprego no processo de industrialização de livros. II . nos últimos três anos. II . as operações decorrentes da importação do exterior realizadas pela Universidade Federal do Pará. Parágrafo único. e até 31 de abril de 1995. até 15 de junho de 1995. em que a importação seja beneficiada com as isenções previstas na Lei Federal nº 8. o benefício previsto neste artigo somente poderá ser utilizado uma única vez. Decreto nº 2." Redação anterior. molusco. adoque e rã. a atividade de condutor autônomo de passageiros. na categoria de aluguel (táxi). em petição do interessado. merluza. Ressalvados os casos excepcionais em que ocorra destruição completa do veículo ou seu desaparecimento. II . 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . jornal ou periódico. corrigido monetariamente. as saídas internas de pescado. as saídas internas de pescado. efeitos de 1/5/95 a 30/6/95: Art. molusco. II . efeitos de 14/3/95 a 30/4/95: Art. equipamentos. III .ICMS. c) não tenha adquirido. merluza. efeitos de 22/6/94 a 31/12/94: Art. Decreto nº 401/95. em seu poder. 2º Ficam isentas do ICMS. II . o estabelecimento vendedor deverá deduzir o valor correspondente ao imposto dispensado. Art. aparelhos. as saídas internas de pescado. adoque. V . demonstrando expressamente na nota fiscal a respectiva dedução. salmão e rã. Art. até 31 de março de 1995.o adquirente: a) exerça. b) utilize o veículo na atividade de condutor autônomo de passageiros. na categoria de aluguel (táxi). com motor até 127 HP de potência bruta (SAE). § 2º A comprovação da ausência de similaridade nacional deverá ser feita por laudo emitido por entidade representativa do setor de abrangência nacional ou por órgão federal especializado. Parágrafo único. de máquinas. somente alcança as empresas cuja atividade preponderante seja a prestação de serviço de radiodifusão ou a industrialização de livros. II . cumulativa e comprovadamente: I . pirarucu.lagosta. II .CPF. Ressalvados os casos excepcionais em que ocorra destruição completa do veículo ou seu desaparecimento. série e data da nota fiscal emitida e dos dados identificadores do veículo vendido. a atividade de condutor autônomo de passageiros." Parágrafo único. na categoria de aluguel (táxi).989. adoque. que prorrogou a data limite do benefício até 30/6/95.872/98. Art. O disposto neste artigo não se aplica: I . b) à remessa a outro estabelecimento produtor com o qual o titular remetente mantiver contrato de produção integrada. Parágrafo único. suas Autarquias ou Fundações. quando destinados a motoristas profissionais.lagosta.599/94. quando destinados a motoristas profissionais. juntamente com o pedido do veículo. Decreto nº 3. bacalhau. III . o veículo não poderá ser alienado sem autorização do Fisco. informações relativas a: a) domicílio do adquirente e seu número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda . Não será exigido os débitos anteriores relacionados com as importações referidas neste artigo. bacalhau. 4º Na hipótese de fraude. as saídas de automóveis de passageiros do estabelecimento concessionário. 2º O imposto incidirá.975/98. instrumentos e seus respectivos acessórios. o benefício previsto neste artigo somente poderá ser utilizado uma única vez. jornal ou periódico ou na operação de emissora de radiodifusão. as saídas internas de automóveis de passageiros do estabelecimento concessionário. molusco. outorgado às saídas dos produtos destinados à pecuária. efeitos a partir de 20/8/98: a) exerça. em veículo de sua propriedade. as entradas decorrentes de importação.pescado enlatado ou cozido.a) à ração animal preparada em estabelecimento produtor. 2º Ficam isentas do ICMS. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .752/98: Art. veículo com isenção ou redução da base de cálculo do ICMS outorgada à categoria. Art. até 19 de junho de 1998.pescado enlatado ou cozido. estende-se às remessas com destino a: I . 3º A alienação do veículo adquirido com a isenção a pessoa que não satisfaça os requisitos e as condições estabelecidas no artigo 1°. Art.753/98. pirarucu. II . molusco. as saídas internas de pescado. efeitos de 30/12/94 a 31/3/95 ou 30/4/95.753/98.ranicultura. deverão: I . bem como suas partes e peças de reposição e acessórios. salmão e adoque. deverá.o adquirente: Nova redação dada à alínea "a" pelo Decreto nº 2. o tributo. 1º Ficam isentas do ICMS.apicultura. Parágrafo único. inclusive crustáceos. Art. o benefício não se aplica se a semente não satisfizer os padrões estabelecidos para o Estado de destino pelo órgão competente.o benefício correspondente seja transferido para o adquirente do veículo. 2º Para efeito de fruição do benefício previsto neste Decreto. por órgãos da Administração Pública Direta. Decreto nº 2. que não sejam equipamentos originais do veículo adquirido. exceto lagosta. tenha a semente outro destino que não seja a semeadura.conservar. até 31 de dezembro de 1995. também. até 30 de abril de 1995. sobre quaisquer acessórios opcionais. na categoria de aluguel (táxi). Parágrafo único. Decreto nº 147/95. na categoria de automóvel de aluguel (táxi). equipamentos e instrumentos. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS. b) utilize o veículo na atividade de condutor autônomo de passageiros. Parágrafo único. o recebimento de mercadorias importadas do exterior.à operação que destine o pescado à industrialização.010. c) não tenha adquirido. salmão. desde que. a atividade de condutor autônomo de passageiros. Decreto nº 2. O disposto neste artigo não se aplica às operações com: I . § 5º O benefício previsto neste Decreto. camarão. sujeitará o alienante ao pagamento do tributo dispensado. de 29 de março de 1990.999/98. período de 1/6/98 a 19/8/98: a) exerça. 5º Para aquisição de veículo com o benefício previsto neste Decreto. será integralmente exigido com multa e juros moratórios. 6º As concessionárias autorizadas. Redação original: "Art. 8º Aplicam-se às disposições deste Decreto às operações com veículos fabricados nos países integrantes do tratado do MERCOSUL. Art. nos termos da Lei nº 8. ou. destinadas a integrar o seu ativo imobilizado ou para seu uso ou consumo. pirarucu. III .ao pescado enlatado ou cozido. efeitos de 1/6/98 a 30/4/99: Art. 1º Ficam isentas do ICMS.cunicultura.encaminhar. § 1º O disposto neste artigo somente se aplica na hipótese das mercadorias se destinarem a atividades de ensino e pesquisa científica ou tecnológica. mediante redução no preço. sem similar nacional. sem similar nacional. merluza. nos termos deste Decreto. § 2º O benefício será concedido mediante despacho da autoridade fazendária competente. inclusive crustáceos. efeitos de 24/7/95 a 31/12/95: Art. para as saídas efetuadas pelos estabelecimentos industriais. camarão. bacalhau. O disposto neste artigo não se aplica: I . ainda que atenda ao padrão.IPI.IPI. Parágrafo único. juntamente com a primeira via da declaração referida no artigo anterior. mediante redução no seu preço. efeitos a partir de 9/11/98: Art. II . b) número.

na categoria de aluguel (táxi). em requerimento com o qual faça prova dos requisitos previstos neste artigo. efeitos a partir de 9/6/98: Art.mencionar. Art.466/97. Art.Art. arroladas no Anexo Único deste Decreto. juntamente com a primeira via da declaração referida no artigo anterior. efeitos a partir de 11/1/94: Art. para que se proceda à matrícula do veículo. relativamente à aplicação do diferencial de alíquota.245/94. série e data da nota fiscal emitida e dos dados identificadores do veículo vendido. 1º Fica diferido o pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . informações relativas a: a) domicílio do adquirente e seu número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda . Art. com motor de até 127 HP de potência bruta (SAE). Art. b) número. 1º. promovidas pela empresa MACE MÓVEIS LTDA. na categoria de automóvel de aluguel (táxi). o benefício previsto neste artigo somente poderá ser utilizado uma única vez. Ressalvados os casos excepcionais em que ocorra destruição completa do veículo ou seu desaparecimento. na data da publicação deste Decreto. § 3º A isenção será efetivada mediante despacho do Secretário de Estado da Fazenda. as prestações de serviços de transporte aquaviário de passageiros. mensalmente. a não observância do disposto no inciso I do art. III . 5º Ficam isentas do pagamento do ICMS. efeitos de 24/8/98 a 23/8/03: Art. Art. as operações de aquisição interestadual de bens destinados ao ativo fixo da empresa. também. efeitos de 31/3/94 a 30/3/95. em seu poder. desde que não possua similar nacional. efeitos a partir de 20/8/98: Art. a atividade de condutor autônomo de passageiros.encaminhar. Decreto nº 2.entregar as 3 (três) vias da declaração ao concessionário autorizado.entregar as três vias da declaração ao concessionário autorizado.768/96: Art. III . 1º. Parágrafo único.CPF. desde que. Parágrafo único. 6º As concessionárias autorizadas.444/94. a segunda via da declaração e encaminhar a terceira ao Departamento Estadual de Trânsito para que se proceda à matrícula do veículo nos prazos estabelecidos na legislação respectiva. nos últimos 3 (três) anos. REVOGADO pelo Decreto nº 1. cujo o pagamento do ICMS já tenha sido efetivado. nos termos deste Decreto. Art. previstos na legislação própria. Decreto nº 2. na Nota Fiscal emitida para entrega do veículo ao adquirente. II . informações relativas a: a) domicílio do adquirente e seu número de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas do Ministério da Fazenda . à Secretaria de Fazenda/Gabinete do Secretário. quando destinados a motoristas profissionais. considerando-se como tal. o tributo corrigido monetariamente. nos primeiros três anos. 1º Ficam isentas do ICMS. que a operação é beneficiada com isenção do ICMS. § 2º A isenção será efetuada em cada caso. ainda.997/98. nos primeiros 3 (três) anos. Art. efeitos de 6/11/97 a 31/5/98: Art. II . 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . 5º Ficam isentos do pagamento do ICMS. 2º O imposto incidirá. Decreto nº 2. Art.154/94. Art. monetariamente corrigido.ICMS. para integrar o ativo fixo do estabelecimento. efeitos de 20/8/1998 a 19/8/2003: Art. 5º Para aquisição de veículos com o benefício previsto neste Decreto. cumulativa e comprovadamente: I . 1º Fica diferido o pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .ICMS incidente nas aquisições de madeira em tora e serrada. sujeitará o alienante ao pagamento do tributo dispensado. o tributo. em três vias. as entradas decorrentes de importação.CPF. que a operação é beneficiada com isenção do ICMS. 6º Ficam isentos do pagamento do ICMS as entradas de máquinas e equipamentos importadas do exterior. 1º Fica diferido o pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . normalmente. em função do avanço tecnológico e disponibilidade de mercado. REVOGADO pelo Decreto nº 178/95: Art. na nota fiscal emitida para entrega do veículo ao adquirente. será integralmente exigido com multa e juros moratórios previstos na legislação própria. do produtor para o estabelecimento industrial TRAMONTINA BELÉM S/A. relativamente à aplicação do diferencial de alíquota. § 2º A comprovação da ausência de similaridade deverá ser feita por laudo emitido por órgão federal. § 1º O disposto neste artigo somente se aplica na hipótese deste medicamento destinar-se aos portadores da doença de Gaucher. Decreto nº 2. já adquiridos. Decreto nº 2. b) número. sobre quaisquer acessórios opcionais que não sejam equipamentos originais do veículo adquirido. normalmente. mensalmente. Decreto nº 2. 3º A alienação do veículo adquirido com a isenção. A isenção será efetuada em cada caso. em 3 (três) vias. 6º As concessionárias autorizadas.ICMS.ICMS incidente nas aquisições de madeira serrada. 3º A alienação do veículo adquirido com a isenção a pessoa que não satisfaça os requisitos e as condições estabelecidas no art. efeitos de 27/12/94 a 28/10/96. 8º Os benefícios dos artigos 5º e 6º deste Decreto não terão efeitos retroativos em relação as máquinas e equipamentos nacionais ou importados.conservar em seu poder a segunda via da declaração e encaminhar a terceira ao Departamento Estadual de Trânsito.SESPA. 7º A obtenção do benefício previsto neste Decreto poderá. 8º Aplicam-se as disposições deste Decreto às operações com veículos fabricados nos países integrantes do tratado do MERCOSUL. o interessado: I . 4º Na hipótese de fraude. corrigido monetariamente.obter declaração. Ananindeua. c) não tenha adquirido. deverá. 1º. juntamente com o pedido do veículo. à Secretaria de Estado da Fazenda/ Diretoria de Fiscalização. também.996/98.o benefício correspondente seja transferido para o adquirente do veículo. o veículo não poderá ser alienado sem autorização do fisco. as operações de aquisição interestadual de bens destinados ao ativo fixo da empresa. nos prazos estabelecidos na legislação respectiva. Art. seja submetida à Secretaria de Estado da Fazenda. relativamente à aplicação do diferencial de alíquota. II . probatória de que exerce atividade de condutor autônomo de passageiros e já a exercia na data da celebração deste Decreto. Art. o interessado: I . ser condicionada a outras regras de controle estabelecidas em Instrução Normativa baixada pelo titular da Secretaria de Estado da Fazenda. Decreto nº 178/95. considerando-se como tal. o veículo não poderá ser alienado sem autorização do fisco.IPI. com as especificações técnicas necessárias ao projeto. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação .873/98. para o momento das subseqüentes saídas do produto da empresa.o adquirente: a) exerça.o veículo seja novo e esteja beneficiado com isenção ou alíquota reduzida a zero do Imposto sobre Produtos Industrializados . Marituba. do produtor para o estabelecimento industrial TRAMONTINA ICOARACI S/A. além do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação. Art.ICMS as saídas internas de automóveis de passageiros do estabelecimento concessionário. 7º Os equipamentos listados no Anexo I e II deste Decreto poderão ser substituídos por outros. Art. 5º Ficam isentos do pagamento do ICMS. Decreto nº 2. efeitos a partir de 31/3/95: Art. Art. para o momento da subseqüente saída dos produtos fabricados pela empresa. § 1º A comprovação da ausência de similaridade nacional deverá ser feita por laudo emitido por entidade representativa do setor de abrangência nacional ou por órgão federal especializado.FTERPA as prestações de serviços de transporte coletivo de passageiros realizados entre os Municípios de Belém e Santa Izabel do Pará. com tarifas subsidiadas. II . 2º O imposto incidirá. Benevides e Santa Bárbara). juntamente com o pedido do veículo. para o momento das subseqüentes saídas dos produtos da empresa. deverão: I . na categoria de automóvel de aluguel (táxi). relacionado no Anexo II deste Decreto. relacionados no Anexo I deste Decreto.obter declaração. II . quando realizadas no território paraense. efetuadas pela Secretaria de Estado de Saúde Pública . 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . as operações de aquisição interestadual de bens destinados ao ativo fixo da empresa. deverá. 1º Fica isenta do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS a prestação de serviços de transporte coletivo de passageiros entre o Município de Santa Isabel e os Municípios que compõem a Região Metropolitana de Belém (Belém. será integralmente exigido com multa e juros moratórios.mencionar.998/98. Art. Decreto nº 2. desde que a relação de equipamentos. 1º sujeitará o alienante ao pagamento do tributo dispensado. b) utilize o veículo na atividade de condutor autônomo de passageiros. Art. desde que contemplado com isenção ou alíquota reduzida a zero dos Impostos de Importação ou sobre Produtos Industrializados. 4º Na hipótese de fraude. monetariamente corrigido. a nãoobservância do disposto no inciso I do art. A substituição de trata este artigo dependerá de autorização prévia do titular da Secretaria de Estado da Fazenda. probatória de que exerce atividade de condutor autônomo de passageiros e já a exercia na data da publicação deste Decreto. 5 . além do cumprimento das demais obrigações previstas na legislação. e que. Art. mediante redução no seu preço. na categoria de aluguel (táxi). as prestações de serviço de transporte aquaviário intermunicipal de passageiros realizadas por prefeituras municipais. juntamente com a primeira via da declaração referida no artigo anterior. 5º O disposto neste Decreto não autoriza a restituição de importâncias já recolhidas.encaminhar. Decreto nº 3. Parágrafo único. ainda. 1º Ficam isentas do ICMS e das taxas cobradas pela Fundação dos Terminais Rodoviários do Estado do Pará . e que. ainda. III . em veículo de sua propriedade.conservar. veículo com isenção ou redução da base de cálculo do ICMS outorgada à categoria.974/98. deverão: I . efeitos de 29/7/1998 a 28/7/2003: Art. por despacho da autoridade administrativa em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento do requisito previsto neste artigo.ICMS incidente nas aquisições das matérias-primas. nos termos deste Decreto. por despacho da autoridade administrativa em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento dos requisitos previsto neste artigo. 5º Para aquisição de veículos com o benefício previsto neste Decreto. a pessoas que não satisfaçam os requisitos e as condições estabelecidas no art. relacionados no Anexo I deste Decreto. que não sejam equipamentos originais do veículo adquirido. série e data da Nota Fiscal emitida e dos dados identificadores do veículo vendido. sobre quaisquer acessórios opcionais.

20. 1º Ficam isentas do ICMS até 30 de junho de 1995.00." § 1º A isenção será efetivada em cada caso. XI . 1º Ficam isentas do ICMS até 30 de junho de 1995 as saídas promovidas pela indústria moveleira dos produtos por ela produzidos.0000 – Manteiga. V . VII . da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias .. mesmo desengordurada. § 2º A isenção será efetuada em cada caso.código 1801. 1º Ficam isentas do ICMS até 31/12/94.código 1805. sem similar nacional.Ficam isentas do ICMS até 31 de março de 1994. relativamente à aplicação do diferencial de alíquota.0000 – Chocolate e outras preparações alimentícias que contenham cacau.1.código 1806.0000 – Cacau em pó. relativamente ao diferencial de alíquotas às operações de aquisições interestaduais de bens destinados ao ativo fixo de estabelecimentos industriais e agropecuários.código 1803. que prorrogou a data limite do benefício até 31/12/94.código 1801.0000 – Cascas. Parágrafo único. Decreto nº 1.10. 4º O ICMS devido nas respectivas operações será calculado à alíquota estabelecida para cada caso. até 31/12/95.987/93.código 1806. XIII .176/94. torrado. que prorrogaram a data limite do benefício até 31/3/95. da Nomenclatura Brasileira de Mercadorias Sistema Harmonizado. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos sucos de laranja. classificados de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . importados por empresa industrial.00.20.10. Art." 6 .código 1804. § 1º A comprovação da ausência de similaridade nacional deverá ser feita por laudo emitido por entidade representativa do setor de abrangência nacional ou por órgão federal especializado.0000 – não desengordurada. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . 15/6/95 e 30/6/95.599/94.273/98.987/93. para integrar o seu ativo fixo. Decreto nº 2.20. ou no estado líquido. IX . XV .00. em bruto. por despacho da autoridade administrativa em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento dos requisitos previstos neste artigo. até 30 de junho de 1995. Nota: a redação deste artigo está adaptada ao que dispõem os Decretos nos 3. Redação original: "Art. as operações de entrada de máquinas e equipamentos. 15/6/95 e 30/6/95. sem similar nacional. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . as operações de entrada de máquinas e equipamentos. diretamente do exterior.1. 2º . classificados na posição 2009.0199 – Qualquer outro. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos a seguir indicados. relacionado no Anexo II deste Decreto.0100 – Pasta de cacau refinada ("liquor de cacau"). importados por empresa industrial.0000 – Outras preparações em blocos com peso superior a 2 kg. as operações de saídas internas. 1º Ficam isentas do ICMS até 31/12/94 as saídas promovidas pela indústria moveleira dos produtos por ela produzidos. respectivamente. X . efeitos de 1/11/93 a 31/12/9: Art. os quais prorrogaram a data limite do benefício até 31/3/95. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos sucos de laranja. Redação original: "Art. 15/6/95 e 30/6/95. sendo vedado o aproveitamento de quaisquer outros créditos. efeitos de 25/3/94 a 30/6/95: "Art.0200 – Cacau inteiro ou partido. 1º Ficam isentas do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transportes Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação . efeitos de 1/3/94 a 30/6/95: Art. Parágrafo único.175/94. efeitos de 1/2/94 a 30/6/95: Art.9900 – Outra. às operações de entrada de máquinas e equipamentos.412/94.00.Sistema Harmonizado. A isenção será efetivada em cada caso.20. efeitos de 31/12/1998 a 30/12/2003: Art. Redação original: "Art.00. Art.código 1803. cujo o pagamento do ICMS já tenha sido efetivado. até 31/12/96.0000 – Pasta de cacau. para integrar o seu ativo fixo. até 31 de dezembro de 1994.código 1803.ICMS. as operações de saídas internas. importados por empresa industrial. películas e outros desperdícios de cacau. desde que contemplados com isenção ou com alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados.Sistema Harmonizado:" I . 4º Ficam isentas do ICMS." Decreto nº 2. VI . 179/95 e 369/95.9900 – Outra. as operações de aquisição interestadual de bens destinados ao ativo fixo da empresa. classificados de acordo com a Nomenclatura Brasileira de Mercadorias . grânulos ou formas semelhantes. A substituição de que trata este artigo dependerá de autorização prévia do titular da Secretaria de Estado da Fazenda. 2º Ficam isentas do pagamento do ICMS. as operações de saídas internas.0100 – Cacau inteiro ou partido. gordura e óleo de cacau.Art. II . efeitos de 1/11/93 a 31/12/94: Art. classificados na posição 2009.código 1803. para integrar o seu ativo fixo. 2º Ficam isentas do ICMS até 31 de dezembro de 1994. relativamente ao diferencial de alíquota. efeitos de 30/12/94 a 31/12/95: Art. Decreto nº 1. 7º Os equipamentos listados no Anexo I e II deste Decreto poderão ser substituídos por outros. desde que contemplados com isenção ou com alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados.ICMS. desde que contemplados com isenção ou com alíquota reduzida a zero dos impostos de Importação e sobre Produtos Industrializados. interestaduais e de exportação para o exterior dos produtos a seguir indicados. em recipientes ou embalagens imediatas de conteúdo superior a 2 kg. as operações relativas às aquisições interestaduais de bens destinados ao ativo fixo de estabelecimentos industriais e agropecuários. com as devidas especificações técnicas. Art. respectivamente. XII .Sistema Harmonizado: Nota: a redação do "caput" deste artigo está adaptada ao que dispõem os Decretos nos 3. respectivamente. desde que não possuam similar nacional. Redação original: "Art.código 1802.0103 – Em pasta e XVI .código 1806. 8º Os benefícios dos artigos 5º e 6º deste Decreto não terão efeitos retroativos em relação as máquinas e equipamentos nacionais ou importados já adquiridos. diretamente do exterior.20. Decreto nº 3. em função do avanço tecnológico e disponibilidade de mercado. por despacho da autoridade administrativa fazendária em requerimento no qual o interessado faça prova do preenchimento dos requisitos previstos neste artigo. efeitos de 30/12/94 a 31/12/96: Art. 1º Fica concedido crédito presumido correspondente a 98% (noventa e oito por cento) calculado sobre o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS devido nas saídas internas e interestaduais dos produtos fabricados pela empresa KI . observados os critérios de cálculos previstos na legislação estadual. Decreto nº 3. Nota: a redação deste artigo está adaptada ao que dispõe o Decreto no 2. que prorrogaram a data limite do benefício até 31/3/95. 6º Ficam isentas do pagamento do ICMS as entradas de máquinas e equipamentos importadas do exterior para integrar o ativo fixo do estabelecimento. 179/95 e 369/95. 3º Ficam isentas do ICMS. em flocos ou em blocos.342/94.código 1806.279/94. sem similar nacional. as operações de saídas internas. VIII . com destaque do valor na Nota Fiscal correspondente. por despacho de autoridade administrativa fazendária em requerimento no qual o interessado faça prova do preenchimento dos requisitos previstos neste artigo. III . exceto os provenientes das entradas de insumos e fretes que a empresa utiliza no processo produtivo. diretamente do exterior.código 1803.0000 – Total ou parcialmente desengordurada. IV .10. até 31/12/94.00.175/94.código 1803. sem adição de açúcar ou de outros edulcorantes.176/94." Decreto nº 2.DELÍCIA INDÚSTRIA E COMÉRCIO LTDA.20. 179/95 e 369/95. desde que submeta à Secretaria de Estado da Fazenda a relação dos equipamentos necessários ao empreendimento. XIV . em pó.ICMS. em flocos ou em blocos. Art.176/94.00.0100 – Pasta de cacau refinada ("liquor de cacau"). Decreto nº 3." Nota: a redação deste artigo está adaptada ao que dispõem os Decretos n os 3. em pasta.código 1803.