CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE

FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, E
ENGENHARIAS

Curso de Engenharia civil







ESTABILIDADE ESTRUTURAL DE PÓRTICOS PLANOS
ASSOCIADOS E ISOLADOS - EFEITOS DE SEGUNDA
ORDEM: UMA CONTRIBUIÇÃO A ENGENHARIA NACIONAL
DIANTE DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS


Thiago Da Silva Nunes Correia











Nova Iguaçu, 2011.

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE
FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, E
ENGENHARIAS

Curso de Engenharia civil




ESTABILIDADE ESTRUTURAL DE PÓRTICOS PLANOS
ASSOCIADOS E ISOLADOS - EFEITOS DE SEGUNDA
ORDEM: UMA CONTRIBUIÇÃO A ENGENHARIA NACIONAL
DIANTE DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS




Trabalho de final de curso elaborado pelo aluno
Thiago Da Silva Nunes Correia submetido ao
Centro Universitário Geraldo Di Biase Fundação
Educacional Rosemar Pimentel como parte dos
requisitos necessários para obtenção do grau de
Engenheiro Civil, sob orientação do Professor
Sérgio Ferreira De Menezes.



Nova Iguaçu, 2011

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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, ENGENHARIAS

Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Civil

ESTABILIDADE ESTRUTURAL DE PÓRTICOS PLANOS
ASSOCIADOS E ISOLADOS - EFEITOS DE SEGUNDA
ORDEM: UMA CONTRIBUIÇÃO A ENGENHARIA NACIONAL
DIANTE DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Autor: Thiago Da Silva Nunes Correia

Orientador: Sérgio Ferreira de Menezes

BANCA EXAMINADORA


_________________________________________________
Prof° DSc. Sergio Ferreira de Menezes – Engº- (UGB)
CREA-RJ - nº 51.102D
Presidente


_________________________________________________
Prof° MSc. Jorge José Avena - Eng°- (UGB)
CREA-RJ – nº 29.509D
Membro

___________________________________________________
Esp.Eng°Carlos Roberto Corrêa Junior - (PETROBRAS)
CREA -RJ - nº 2006108200

_________________________________________________
Prof° MSc.José Guilherme Leitão Pinheiro – (UGB)
CREA -RJ - nº 831056712D
Membro Suplente

Aprovado em ______ / _____ / _______


Nova Iguaçu, 2011


































Dedico este trabalho a minha família, pelo apoio e
compreensão durante os momentos em que
tiveram de abrir mão da minha atenção para que
pudesse me dedicar aos meus estudos.





Agradeço aos meus pais por terem sempre me
incentivados a me dedicar aos estudos e apesar
das dificuldades terem investido em mim da
melhor forma que puderam.
Agradeço ao meu orientador, professor Sérgio
Ferreira de Menezes pela atenção e dedicação
prestadas durante a elaboração deste estudo e
durante os anos de graduação.
Agradeço ao coordenador do curso de engenharia
civil do Centro Universitário Geraldo Di Biase,
José Guilherme Leitão pinheiro por ter sempre me
ajudado e me auxiliado quando a ele precisei
recorrer.
Agradeço ao professor Ederli Marangon Pela
confiança que me foi depositada e por ter me dado
o embasamento teórico específico durante os anos
de graduação para que a realização desse estudo
fosse possível.
Por fim agradeço a todos os professores e
funcionários do UGB por terem me proporcionado
as experiências que vivenciei durantes os anos de
graduação.




































"A imaginação é mais importante que o conhecimento. O
conhecimento é limitado. A imaginação alcança o mundo
todo, estimulando o progresso, dando à luz a evolução."
ALBERT EISNTEIN.




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FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL
INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, ENGENHARIAS

Estabilidade global de edifícios de concreto armado e os efeitos de
segunda ordem: Estudo comparativo de modelo estrutural de
pórtico plano associado e pórtico plano isolado.

RESUMO
Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Civil
Thiago Da Silva Nunes Correia
Observou-se no centro das grandes cidades a construção de muitos arranha-céus devido ao
elevado preço dos terrenos. A esbeltez desses edifícios contribui para o aparecimento de esforços
adicionais chamados de segunda ordem. Neste sentido apresenta-se como de suma relevância seu
estudo, sobretudo, ao verificar a estabilidade global buscando garantia na segurança em relação
aos estados limites últimos e de serviço. O presente trabalho analisou a estabilidade global e a
avaliação dos efeitos de 2ª ordem globais, de acordo com o parâmetro γ
z
descrito na NBR 6118,
de três edifícios estruturados em concreto armado a partir de uma mesma planta de forma,
adotando o modelo matemático de pórticos planos isolados e pórticos planos associados. Para
tanto buscou-se efetuar o pré-dimensionamento dos pilares por meio do processo das áreas de
influência, de forma que a análise de estabilidade global estivesse próxima do que acontece no
dia a dia da engenharia estrutural. Verificou o estado limite último de deformação excessiva dos
pórticos que compunham as estruturas. A análise dos dados obtidos, feita por meio de um
referencial teórico, constatou que os efeitos de 2ª ordem mais significativos ocorreram na
edificação de 6 pavimentos, o que contraria a intuição. Além disso, verificou-se que o modelo de
pórticos planos nem sempre maximiza o resultado da estabilidade global como previamente
suposto, entretanto a instabilidade muito grande de um dos pórticos isolados na direção
considerada influenciou preponderantemente esse resultado.
Palavras-chave: Estruturas concreto armado, Estabilidade global, efeitos de 2ª ordem.





UNIVERSITY CENTER GERALDO DI BIASE
EDUCATIONAL FOUNDATION ROSEMAR PIMENTEL
INSTITUTE OF EXACT AND EARTH SCIENCES, ENGINEERING

Global stability of reinforced concrete buildings and the effects of
second order: A comparative study of the structural model of
associated plane frames and isolated plane frames.

ABSTRACT
Work Completion Undergraduate Civil Engineering
Thiago Da Silva Nunes Correia

It has been observed in the center of large cities the construction of many skyscrapers due to the
high price of land. The slenderness of these buildings contributes to the appearance of additional
effort called the second order. So the global stability study gained prominence for guarantee of
safety for ultimate limit states and service limit state. This work has made the analysis of global
stability and assessment of the effects of global 2nd order, according to the parameter γz
described in NBR 6118, three buildings of reinforced concrete from the same plant so by
adopting the mathematical model of isolated plane frames and associated plane frames. It sought
to pre-made design of the pillars of the most common form of which is the process areas of
influence, such that the analysis of global stability was close to what happens on a daily basis of
structural engineering. Found the ultimate limit state of excessive deformation of the structures
that made up the frames, described on the main steps of structural analysis and performed a
nonlinear analysis of 2nd order of the frames with 2nd order effects relevant. The data analysis
made by means of a theoretical framework, found that the effects of 2nd order more significant
took place in the building of 6 floors, which is counterintuitive. Moreover, it was found that the
model of plane frames do not always maximize the result of global stability as had been
supposed, but the large instability of isolated frames on the direction considered mainly
influenced this result.





Keywords: reinforced concrete structures, global stability, effects of 2nd order.














LISTA DE FIGURAS


Fig. I - Etapas da análise estrutural. .............................................................................................. 23
Fig. II – Principal combinação utilizada no estado limite de serviço............................................ 27
Fig. III - Imperfeições geométricas devido ao desaprumo das estruturas. .................................... 29
Fig. IV Mapa utilizado para a obtenção da velocidade básica do vento. ...................................... 31
Fig. V – Coeficiente de arrasto para edificações paralelepipédicas para vento de baixa
turbulência. .................................................................................................................................... 36
Fig. VI – Resumo dos principais modelos estruturais. .................................................................. 37
Fig. VII - Modelo de pórticos planos associados. ......................................................................... 39
Fig. VIII – Efeitos de 1ª e 2ª ordem............................................................................................... 44
Fig. IX – 1) Perspectiva esquemática; 2) Estrutura vertical indeformada; 3) Edificação sujeita a
instabilidade global; 4) Instabilidade local em pilares inferiores. ................................................. 45
Fig. X - Efeitos de 2ª ordem localizados. ...................................................................................... 46
Fig. XI - Diagramas de deformação do aço e do concreto. ........................................................... 47
Fig. XII - Rigidez do pilar equivalente.......................................................................................... 49
Fig. XIII - momento final estrutura em análise de 2ª ordem. ........................................................ 52
Fig. XIV- Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º......................... 62
Fig. XV - Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º. ............................... 63
Fig. XVI – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º. ............................. 65
Fig. XVII - Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º. .......................... 66
Fig. XVIII – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares 90º................................. 67
.Fig. XIX – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º. .............................. 68
Fig. XX - Deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º........................... 69
Fig. XXI – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º. ............................... 70
Fig. XXII – Deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º. .............................. 71
Fig. XXIII – Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º. ..................... 72
Fig. XXIV – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares 0º. ..................................... 73
Fig. XXV – Deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º. .................................... 74
Fig. XXVI – Deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º. .................................. 75
Fig. XXVII – Deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º. ........................................ 76
Fig. XXVIII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º. .................................. 77
Fig. XXIX – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º. .................................... 78
Fig. XXX – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º. ...................................... 79
Fig. XXXI –Deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º. .......................................... 80
Fig. XXXII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º. .................................. 81
Fig. XXXIII – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º. ................................. 82
Fig. XXXIV – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.................................. 83
Fig. XXXV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º. ........................ 85
Fig. XXXVI – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º................................ 87
Fig. XXXVII – Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º. ............................. 88
Fig. XXXVIII – Modelagem do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.......................... 89
Fig. XXXIX – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.................................. 90

Fig. XL – Modelagem do pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º. ........................................ 91
Fig. XLI – Modelagem do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º. ............................... 92
Fig. XLII – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º. ..................................... 93
Fig. XLIII - Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º...................................... 94
Fig. XLIV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º. ............................ 95
Fig. XLV –Modelagem do pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º. ............................................ 96
Fig. XLVI – Modelagem do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º........................................... 97
Fig. XLVII – Modelagem do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º. ........................................ 98
Fig. XLVIII – Modelagem do pórtico associado de 8 andares a 0º............................................... 99
Fig. XLIX – Modelagem do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º........................................... 100
Fig. L – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º.................................................. 101
Fig. LI – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0.................................................. 102
Fig. LII – Modelagem do pórtico associado de 6 andares a 0º.................................................... 103
Fig. LIII – Modelagem do pórtico 1do edifício de 6 andares a 0º.............................................. 104
Fig. LIV – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º. ........................................... 105
Fig. LV – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º. ............................................. 106
Fig. LVI – Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 10 pavimentos. ................. 109
Fig. LVII - Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 8 pavimentos.................... 110
Fig. LVIII - Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 6 pavimentos. ................. 110
Fig. LIX – Modelagem para análise não linear do pórtico 2 no edifício de 6 pavimentos. ........ 111

































LISTA DE TABELAS


Tabela 1- Principais ações atuantes numa estrutura. ..................................................................... 24
Tabela 2 - Coeficientes de ponderação das ações no estado limite último.................................... 26
Tabela 3 - Coeficientes de combinação das ações nos estados limites último e de serviço. ......... 26
Tabela 4 - Limites para os deslocamentos das estruturas. ............................................................. 28
Tabela 5 – Parâmetros meteorológicos para o vento. .................................................................... 34
Tabela 6 – Fator S
2
. ....................................................................................................................... 35
Tabela 7 – Valores mínimos do fator S
3
........................................................................................ 35
Tabela 8 - Modelagens com pórtico espacial. ............................................................................... 40
Tabela 9 – Correlação existente entre γ
z
e os efeitos de 2ª ordem globais. ................................... 52
Tabela 10 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no............................ 62
Tabela 11 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a
90º. ................................................................................................................................................. 64
Tabela 12 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício ...................... 65
Tabela 13 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8
andares 90º..................................................................................................................................... 66
Tabela 14 Resumo dos cálculos da deslocalidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.
....................................................................................................................................................... 68
Tabela 15 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a
90º. ................................................................................................................................................. 69
Tabela 16 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6
andares a 90º. ................................................................................................................................. 70
Tabela 17 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a
90º. ................................................................................................................................................. 71
Tabela 18 – Resumo dos cálculo da deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a
90º. ................................................................................................................................................. 72
Tabela 19 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade dos pórticos associado no edifício de 10
andares a 0º. ................................................................................................................................... 73
Tabela 20 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares 0º. 74
Tabela 21 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.
....................................................................................................................................................... 75
Tabela 22 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.
....................................................................................................................................................... 76
Tabela 23 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º. .... 77
Tabela 24 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º. 78
Tabela 25 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º. 79
Tabela 26 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º. 80
Tabela 27 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º. .... 81

Tabela 28 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º.
....................................................................................................................................................... 82
Tabela 29 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º. 83
Tabela 30 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6.................... 84
Tabela 31 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de .......................... 86
Tabela 32 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º....... 87
Tabela 33 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º....... 88
Tabela 34 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.... 90
Tabela 35 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º......... 91
Tabela 36 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º......... 92
Tabela 37 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado do edifício de 6 andares a ....... 93
Tabela 38 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º......... 94
Tabela 39 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.......... 95
Tabela 40 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º. 96
Tabela 41 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º............... 97
Tabela 42 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º............... 98
Tabela 43 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º............... 99
Tabela 44 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado de 8 andares a 0º. .................. 100
Tabela 45 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º............... 101
Tabela 46 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º............... 102
Tabela 47 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º............... 103
Tabela 48 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado de 6 andares a 0º. .................. 104
Tabela 49 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º.............. 105
Tabela 50 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.............. 106
Tabela 51 - Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.............. 107
Tabela 52 – Resumo dos resultados do parâmetro de estabilidade global γz. ............................. 108
Tabela 53 – Resumo dos cálculo para o coeficiente γz na análise não linear. ............................ 111























APENDICE


APÊNDICE A – PLANTA DE FORMA DO PAVIMENTO TIPO. .......................................... 119
APÊNDICE B – LINHAS DE INFLUÊNCIA DOS PILARES CENTRAIS. ............................ 120
APÊNDICE C – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES. .......... 121
APÊNDICE D – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES. ............ 122
APÊNDICE E – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 6 ANDARES.............. 123
APENDICE F – VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO
DE 10 ANDARES. ...................................................................................................................... 124
APENDICE G - VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO
DE 8 ANDARES. ........................................................................................................................ 125
APENDICE H - VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO
DE 6 ANDARES. ........................................................................................................................ 126
APENDICE I – DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS NOS PILARES POR ANDAR TIPO. ....... 127
APENDICE J - RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE
10 ANDARES. ............................................................................................................................ 128
APENDICE K - RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO
DE 8 ANDARES. ........................................................................................................................ 129
APENDICE L - RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO
DE 8 ANDARES. ........................................................................................................................ 130


































LISTA DE SÍMBOLOS


γ γγ γ
f
: Coeficientes de ponderação das ações no estado limite último.

ψ ψψ ψ
i
: Coeficientes de combinação das ações nos estados limites último e de serviço.

Vo: Velocidade básica do vento.

S1: fator topográfico terreno

S2: fator rugosidade do terreno

S3: fator estatístico relacionado segurança da edificação.

Vk: Velocidade básica do vento.

Fr: Fator de rajada para o vento.

Zg: Altura para determinação do efeito do vento.

α: Parâmetro que leva em conta a excentricidade dos pilares.

α: Parâmetro de avaliação da estabilidade global descrito na NBR6118.

N
d
: força de compressão de cálculo no pilar.

ρ ρρ ρ: taxa de armadura longitudinal adotada para o pilar.

σ σσ σ
0,2%
%: Tensão de compressão nas barras da armadura do pilar quando a deformação for
de 0.2%.
N: Número de pavimentos do edifício.

L
0
: É o vão teórico da viga.

ε εε ε
Yd:
Deformação específica de cálculo.

E
ci:
Módulo de elasticidade do concreto.

γz: Parâmetro de avaliação da estabilidade global descrito na NBR6118.


N
d
: Força de compressão de cálculo nos pilares.

q: Pressão dinâmica do vento.

δ δδ δ
hi:
Deslocabilidade horizontal dos pórticos.

M
1tot, d
: Momento de tombamento

∆M
tot, d
: Produto das forças verticais pelos deslocamentos dos respectivos pontos de
aplicação.


SUMÁRIO


1. INTRODUÇÃO...................................................................................................................19
1.1 Tema Da Pesquisa ............................................................................................................... 20
1.2 Delimitação Do Tema.......................................................................................................... 20
1.3 Objetivo geral ...................................................................................................................... 20
1.4 Objetivos específicos..................................................................................................... 21
1.5 Justificativa.................................................................................................................... 21
2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA...........................................................................................23
2.1 Concepção estrutural ........................................................................................................... 24
2.2 Definição de carregamento.................................................................................................. 24
2.3 Valores característicos: buscando base para ações de cálculo ............................................ 25
2.4 FORÇA DO VENTO .......................................................................................................... 30
2.4.1 Forças estáticas devidas ao vento................................................................................. 30
2.4.1.2 Fator topográfico S1.................................................................................................. 32
2.4.1.3 Fator rugosidade do terreno (S2) ............................................................................... 32
2.4.1.4 Fator estatístico (S3).................................................................................................. 35
2.5 Modelagem.......................................................................................................................... 37
2.6 PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES................................................................... 41
2.7 ESTABILIDADE GLOBAL............................................................................................... 43
2.8 OS EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM............................................................................. 43
2.9 Efeitos de segunda ordem globais, locais e localizados. ..................................................... 45
2.10 Não linearidade geométrica e não linearidade física. ...................................................... 46
2.11 Estrutura de nós fixos e de nós móveis. ........................................................................... 47
2.12 Estruturas de contraventamento e estruturas contraventadas. ........................................... 47
2.13 PROCEDIMENTOS APROXIMADOS PARA ANÁLISE DE ESTABILIDADE
GLOBAL DESCRITOS NA NBR 6118 ................................................................................... 48
2.13.1 Parâmetro de instabilidade α. ..................................................................................... 48
2.13.2 Parâmetro de instabilidade γz. .................................................................................... 50
3. METODOLOGIA................................................................................................................53
3.1 O Tipo de Pesquisa.............................................................................................................. 53
3.2 Planejamento da pesquisa. .................................................................................................. 53
3.3 Amostra e procedimento de coleta de dados. ...................................................................... 53
3.4 Interpretação e análise dos dados. ....................................................................................... 54
4. RESULTADOS....................................................................................................................55
4.1 Pré-dimensionamento dos pilares........................................................................................ 55
4.1.2 Pilares centrais do edifício de 10 pavimentos. ............................................................. 55
4.1.3 Pilares centrais do edifício de 8 pavimentos. ............................................................... 56
4.1.4 Pilares centrais do edifício de 6 pavimentos. ............................................................... 56
4.1.5 Parcela de carga absorvida por cada pilar no andar tipo. ............................................. 57
4.2 Determinação das Ações do vento....................................................................................58
4.2.1 Fator S2 ........................................................................................................................ 58
4.2.2 Fator S3 e coeficientes de arrasto. ................................................................................ 59
4.2.3 Pressão dinâmica do vento e força de arrasto............................................................... 60
4.3 Deslocabilidade horizontal limite. ....................................................................................... 62

4.3.1 – Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico associado de 10 andares,
combinação freqüente de ações e direção do vento a 90º...................................................... 62
4.3.2 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 =
pórtico 4 formado pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 10 andares,combinação
freqüente de ações e vento a 90º............................................................................................ 63
4.3.3 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 =
pórtico 3 formado pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 10 andares,combinação freqüente de
ações e vento a 90º................................................................................................................. 64
4.3.4 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos planos
associados, combinação freqüente de ações e vento a 90º. ................................................... 66
4.3.5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 =
pórtico 4 formado pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 8 andares,combinação freqüente
de ações e vento a 90º. ........................................................................................................... 67
4.3.6 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 =
pórtico 3 formado pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 8 andares,combinação freqüente de
ações e vento a 90º................................................................................................................. 68
4.3.7 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos planos
associados,combinação freqüente de ações e vento a 90º. .................................................... 69
4.3.8 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4
formado pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 6 andares,combinação freqüente de ações
e vento a 90º. ......................................................................................................................... 70
4.3.9 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3
formado pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 6 andares,combinação freqüente de ações e
vento a 90º. ............................................................................................................................ 71
4.3.8 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 10 andares com pórticos
planos associados ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. .......................................... 72
4.3.11 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-
P10 no edifício de 10 andares,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ........................ 73
4.3.12 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-
P11 no edifício de 10 andares,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ........................ 74
4.3.13 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-
P12 no edifício de 10 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ....................... 75
4.3.14 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos
planos associados ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. .......................................... 76
4.3.15 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-
P10 do edifício de 8 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ......................... 77
4.3.14 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-
P11 do edifício de 8 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ......................... 78
4.13.5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-
P12 do edifício de 8 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ......................... 79
4.13.6 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos
planos associados, ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ......................................... 80
4.13.7 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-
P10 do edifício de 6 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ......................... 81
4.13.8 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-
P11 do edifício de 6 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ......................... 82

4.13.9 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-
P12 do edifício de 6 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º. ......................... 83
4.4 Estabilidade global ............................................................................................................. 85
4.4.1 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados,vento a 90º. .......... 85
4.4.2 Estabilidade global do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4 formado
pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 10 andares,vento a 90º. ........................................ 87
4.4.3 Estabilidade global do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3 formado
pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 10 andares,vento 90º. ................................................. 88
4.4.4 Estabilidade global do edifício de 8 andares pórticos associados,vento a 90º. ............ 89
4.4.5 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4 formado pelos
pilares P10,P11,P12 no edifício de 8 andares,vento a 90º..................................................... 90
4.4.6 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3 formado pelos
pilares P7,P8,P9 no edifício de 8 andares,vento a 0º............................................................. 91
4.4.7 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados,vento a 90º. ................. 92
4.4.8 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4 formado pelos
pilares P10,P11,P12 no edifício de 6 andares,vento a 90º.................................................... 93
4.4.9 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3 formado pelos
pilares P7,P8,P9 no edifício de 6 andares,vento a 90º........................................................... 94
4.4.10 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados, vento a 0º. ......... 95
4.4.11 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 10
andares, vento a 0º. ................................................................................................................ 96
4.4.12 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 10
andares, vento a 0º. ................................................................................................................ 97
4.4.13 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 10
andares, vento a 0º. ................................................................................................................ 98
4.4.14 Estabilidade global edifício de 8 andares pórticos associados,vento a 0º. ................. 99
4.4.15 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 8
andares,vento a 0º. ............................................................................................................... 100
4.4.16 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 8
andares, vento a 0º. .............................................................................................................. 101
4.4.17 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 8
andares, vento a 0º. .............................................................................................................. 102
4.4.18 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados, vento a 0º. .............. 103
4.4.19 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 6
andares,vento a 0º. ............................................................................................................... 104
4.4.20 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 6
andares, vento a 0º. .............................................................................................................. 105
4.4.21 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 6
andares, vento a 0º. .............................................................................................................. 106
4.5 Análise dos efeitos de 2ª ordem......................................................................................... 108
4.6 Análise não linear aproximada. ...................................................................................... 111
5. Considerações finais ..........................................................................................................113
6. CONCLUSÃO....................................................................................................................115
7. REFERENCIAS ................................................................................................................117
19
1. INTRODUÇÃO

Na atualidade o mundo tem passado por um avanço acelerado em novas tecnologias o que
aumentou a capacidade de processamento dos computadores e criou novos equipamentos para
serem usados em pesquisas, permitindo assim um avanço em diversas áreas, sobretudo na
engenharia estrutural. A aplicabilidade disso no centro das grandes cidades, onde a escassez de
terrenos tem provocado um elevado custo de aquisição, leva a soluções de edificações cada vez
mais altas e conseqüentemente esbeltas.
Dessa forma questões como a análise de estabilidade global das estruturas deve ser mais bem
estudada para garantia da segurança das edificações e seu pleno desempenho em serviço. Por
análise de estabilidade global das estruturas entende-se um pré-processamento efetuado após o
lançamento dos elementos estruturais que resistirão as ações verticais e horizontais da edificação.
Esse pré-processamento permite avaliar se a estrutura adotada prescindi da consideração dos
efeitos de 2ª ordem globais, quantificando esses efeitos. o que implica na alteração da estrutura
lançada se os efeitos de 2ª ordem forem elevados.
Segundo Giongo (2007) a atuação simultânea de ações verticais e horizontais numa estrutura de
concreto armado provoca deslocamento nos nós da estrutura fazendo com que o equilíbrio seja
estabelecido numa posição deslocada, acarretando o surgimento de efeitos de segunda ordem em
vigas e pilares. Esses deslocamentos caracterizam a não linearidade geométrica da estrutura.
Outra parcela dos efeitos de segunda ordem é devido ao material concreto armado que tem um
diagrama de tensão deformação com comportamento não linear o que implica numa variação do
módulo de elasticidade com o aumento do carregamento. Aliado a isso,devido a sua baixa
resistência a tração, o concreto trabalha fissurado afetando de forma direta a rigidez da
estrutura.Esse comportamento do concreto relacionado a fissuração é denominado não
linearidade física.


20
1.1 Tema Da Pesquisa

Estudo sobre a estabilidade global de edifícios de concreto armado e os efeitos de segunda
ordem.

1.2 Delimitação Do Tema

Análise de estabilidade global de estruturas de concreto armado com foco no seguinte problema:
Em que medida o modelo estrutural de pórticos associados influencia no resultado analítico de
estabilidade global e os efeitos de segunda ordem, quando comparado com pórticos planos
isolados, em um edifício de concreto armado?
Os pressupostos teóricos conceituais amadurecidos durante todo o tempo antes do início do
desenvolvimento ofereceram como hipótese: “A prática usual do modelo estrutural de pórticos
associados maximiza a estabilidade global de um edifício de concreto armado quando diante de
sistemas estruturais com pórticos planos isolados”.
Dentre as variáveis identificadas observamos: Os Parâmetros de estabilidade global definidos na
NBR6118, A não linearidade física e não linearidade geométrica. As Combinações de ações, O
efeito do vento, O modelo estrutural e a Deslocabilidade horizontal limite dos edifícios.

1.3 Objetivo geral

Analisar os parâmetros de estabilidade global de um edifício de concreto armado, definidos na
NBR6118, a partir do modelo estrutural de pórticos associados e pórtico plano isolado.





21
1.4 Objetivos específicos

• Levantar na literatura as principais peculiaridades de estabilidade existentes de modelo
estrutural de pórticos associados e pórticos planos isolados, em um edifício de concreto
armado;
• Conhecer os principais efeitos provocados pelo vento na edificação de acordo com a NBR
6123;
• Identificar as bases fundantes do pré-dimensionamento de pilares, vigas e lajes do edifício
e seu lançamento estrutural;
• Avaliar a deslocabilidade horizontal dos edifícios em estudo.
• Analisar a não linearidade física como descrito na NBR6118;
• Conhecer os efeitos de segunda ordem em procedimentos adotados pela NBR 6118;

1.5 Justificativa

O estudo da estabilidade global das edificações é um assunto que terá relevância crescente na
atualidade, pois as mesmas estão cada vez mais altas e esbeltas, Com formas e concepções
arquitetônicas ousadas. Além disso, através de pesquisas tem-se conseguido o aumento da
resistência a compressão do concreto, trazendo como conseqüência a redução das seções dos
elementos estruturais.
Resulta então a importância da análise de estabilidade global dos edifícios e a avaliação dos seus
efeitos de segunda ordem para garantir por meio de um o modelo estrutural adequado usado para
descrever o comportamento do edifício a segurança quanto os estados limites de ruína ou estados
limites de serviço.
22
Tendo-se em vista que esse assunto é abordado de maneira muito superficial durante a graduação,
autor desse estudo, com particular interesse pela temática em questão empreendeu o presente
trabalho para concatenar os conhecimentos aprendidos no curso de graduação e aplicá-los nesta
área.

23

2. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
Apresentamos neste capitulo as bases teóricas e conceituais que fundamentaram este estudo, onde
se buscou analisar os parâmetros de estabilidade global de um edifício de concreto armado.
Importante frisar que o foco principal se deve ao modelo estrutural de pórticos planos associados
e pórtico plano isolado.
A análise de estabilidade global faz parte de uma das etapas do que se denomina análise
estrutural. Nesta perspectiva, KIMURA (2008) descreve que é por meio dela que analisamos os
deslocamentos e esforços solicitantes nos pilares, vigas e lajes de um edifício. Ou seja, obtém-se
resposta da estrutura perante as ações que lhe são impostas.
Esquematizamos abaixo as principais etapas de uma análise estrutural:

Fig. I - Etapas da análise estrutural.







24
2.1 Concepção estrutural
Na concepção estrutural é escolhido o tipo de estrutura que atendendo aos requisitos de
viabilidade técnica-econômica, segurança e conforto, resistirá às ações impostas ao edifício. As
concepções estruturais mais usadas no Brasil atualmente são: Estruturas de concreto armado,
Estruturas de concreto protendido, Estruturas metálicas, Alvenaria estrutural e algumas
combinações das concepções acima citadas. Neste trabalho a concepção estrutural adotada foi
estrutura de concreto armado.
2.2 Definição de carregamento
Conforme a NBR6118(2003), buscamos definir que ação é aquilo que causa o aparecimento de
esforços e deformações numa estrutura. Nesta mesma direção classificam-se as ações segundo a
sua variabilidade no tempo, em permanente (ocorrem com valores praticamente constantes
durante toda a vida da edificação), variáveis (ocorrem com variações significativas em torno de
sua média durante a vida útil da construção) e excepcionais (são as que surgem de situações
excepcionais de carregamento). Temos como exemplificação o quadro abaixo.
Tabela 1- Principais ações atuantes numa estrutura.
Ações atuantes nas estruturas
Ações permanentes
diretas

Ações permanentes
indiretas

Ações variáveis. Ações
excepcionais
Peso próprio da
estrutura

Retração do
concreto
Cargas acidentais

Explosões

Equipamentos
fixos

Fluência do
concreto

Forças de frenagem,
impacto e centrifugas

Choque de
veículos

Empuxos de terra

Deslocamentos de
apoio

Atritos em aparelhos
de apoio

Incêndios

Empuxo
hidrostático

Imperfeições
geométricas

Pressão do vento

Enchentes ou
sismos

25
2.3 Valores característicos: buscando base para ações de cálculo
As ações são representadas pelos valores característicos (F
k
) os quais estão associados a uma
probabilidade prefixada de 5 % de serem ultrapassados durante a vida útil da construção. Nesta
mesma direção a NBR 6118 (2003,pg.51) contribui ao afirmar que “Na análise estrutural deve
ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a
segurança da estrutura em exame, levando-se em conta os possíveis estados limites últimos e os
de serviço”. Assim sendo relacionamos o estado limite último ao colapso ou uma forma de ruína
que cause a paralisação total ou parcial do uso da estrutura. Por outro lado o estado limite de
serviço relacionado à durabilidade da estrutura, conforto do usuário e sobretudo sua condição
funcional.
Outra conceituação importante é o carregamento, Obtido pela combinação das ações que têm
probabilidades não desprezíveis de atuarem simultaneamente sobre a estrutura, durante um
período preestabelecido, ou seja, “A combinação das ações deve ser feita de forma que possam
ser determinados os efeitos mais desfavoráveis para a estrutura; a verificação da segurança em
relação aos estados limites últimos e aos estados limites de serviço deve ser realizada em função
de combinações últimas e combinações de serviço, respectivamente.”
Do exposto acima vê-se que para definição de um carregamento deve-se transformar os valores
característicos das ações em representativos. Essa transformação é feita multiplicando-se estes
valores por coeficientes de ponderação das ações (γ
f
) os quais levam em conta as aproximações
de projeto, a atuação simultânea das ações assim como, sua variabilidade.

γ
f
= γ
f1.
γ
f2.
γ
f3


Considera as aproximações de projeto

Considera a simultaneidade das ações
Considera a variabilidade das ações



26
Tabela 2 - Coeficientes de ponderação das ações no estado limite último.


Fonte: Tabela extraída da NBR 6118(2003, pg.59).


Tabela 3 - Coeficientes de combinação das ações nos estados limites último e de serviço.


Fonte: Extraído da NBR 6118(2003, pg.59).


27
KIMURA (2008, pg.75) ressalta que a combinação última mais usual em concreto armado é a
combinação normal definida pela fórmula da Fig.II.
Fig. II – Principal combinação utilizada no estado limite de serviço.

Fonte: Imagem adaptada de KIMURA (2008, pg.75).

Neste trabalho essa será a combinação de ações utilizada para verificação do estado limite último
sendo que para simplificação dos cálculos não foi feita distinção entre as cargas permanentes
diretas e indiretas, e só foi considerado o vento como ação variável atuando significativamente na
estrutura. Nesta proposição teremos: F
d
= 1,4.F
gk
+ 1,4.F
q
Quanto à combinação de ações do estado limite último mais utilizada encontramos a combinação
quase freqüente empregada para verificação dos deslocamentos horizontais laterais limites nas
edificações. A limitação desses deslocamentos previne patologias como fissuras nas alvenarias,
tanto quanto é um limite mínimo para a rigidez das estruturas.
F
h, ser
= Ψ
1
. F
vento
com Ψ
1
= 0,3

O deslocamento total do edifício está limitado a: δ
h, tot

1700
H

O deslocamento entre pavimentos consecutivos está limitado a: δ
hi+1

hi

850
hi

28
Tabela 4 - Limites para os deslocamentos das estruturas.


Fonte: Parte De tabela extraída da NBR 6118(2003, pg70).

Na tabela acima temos que: H- representa a altura total da edificação e Hi- o desnível entre dois
pavimentos vizinhos.
Nessa verificação considera-se somente a atuação das forças horizontais. É oportuno aqui
ressaltar que a NBR 6118(2003,p.54) recomenda:“O desaprumo não deve necessariamente ser
superposto ao carregamento de vento. Entre os dois, vento e desaprumo, deve ser considerado
apenas o mais desfavorável, que pode ser definido através do que provoca o maior momento total
na base de construção.”
Devido à impossibilidade de se construir um edifício exatamente no prumo, surge um
deslocamento na base da edificação observado na figura abaixo:










29
Fig. III - Imperfeições geométricas devido ao desaprumo das estruturas.

Fonte: Extraído da NBR6118(2003, pg.54).

Sob a ação das forças verticais aparecem momentos na base da edificação, os quais podem ser
transformados em forças horizontais equivalentes, logo o critério recomendado pela NBR6118 é
escolher entre a força do vento e a força horizontal equivalente aquela que for maior. Neste
trabalho devido à limitação de tempo não será feita essa comparação. Considerou-se a força do
vento como sendo maior que a força horizontal equivalente.
30

2.4 FORÇA DO VENTO

Definida a força do vento como a ação horizontal principal, precisamos determiná-la por meio da
NBR 6123 conforme recomenda a NBR6118(2003, pg.51 ). CHAMBERLAIN afirma que O
vento é causado por diferenças de temperatura de massas de ar na atmosfera e ele não representa
um problema em construções baixas e pesadas com paredes grossas, porém nas estruturas
esbeltas torna-se uma das ações mais importantes a serem determinadas.
2.4.1 Forças estáticas devidas ao vento


De acordo com A NBR 6123(1988) as forças estáticas devidas ao vento são determinadas do
seguinte modo: a) A velocidade básica do vento, Vo, adequada ao local onde a estrutura será
construída, é retirada do mapa das isopletas, o qual foi elaborado a partir de dados experimentais,
obtidos de equipamentos e procedimentos normatizados, com medidas da velocidade do vento em
terreno plano, numa localidade de campo aberto e sem obstruções a 10 m de altura. Após
tratamento estatístico com probabilidade fixada de 63% de ser excedida, pelo menos uma vez a
cada 50 anos.








31
Fig. IV Mapa utilizado para a obtenção da velocidade básica do vento.

Fonte: Mapa das isopletas NBR6123(1988, pg.6).
b) A velocidade básica do vento é multiplicada pelos fatores S1, S2 e S3 para ser obtida a
velocidade característica do vento, Vk, para a parte da edificação em consideração.
Vk = Vo. S1. S2. S3 Onde:
(S1) é o fator topográfico; (S2) é o fator rugosidade do terreno e (S3) o fator estatístico.


32
2.4.1.2 Fator topográfico S1

O fator topográfico S1 leva em consideração as variações do relevo do terreno onde será
realizada a construção. Ele é determinado do seguinte modo:
a) Terreno plano ou quase plano: S1 = 1,0.
b) Taludes e morros.
Neste caso o valor de S1 depende de algumas variáveis como: a altura medida a partir da
superfície do terreno no ponto considerado, a diferença de nível entre a base e o topo do talude ou
morro e inclinação média do talude ou encosta do morro. Ver NBR6123(1988,pg.5)
c) Vales protegidos: S1 = 0,9.

2.4.1.3 Fator rugosidade do terreno (S2)

De acordo com a NBR 6123(1988, item 5.2) “O fator S2 considera o efeito combinado da
rugosidade do terreno, da variação da velocidade do vento com a altura acima do terreno e das
dimensões da edificação ou parte da edificação em consideração.”
A rugosidade do terreno se divide em cinco categorias:
Categoria 1: Superfícies lisas de grandes dimensões, com mais de 5 km de extensão, medida na
direção e sentido do vento incidente. Como exemplo tem mares, lagos e pântanos sem vegetação.


Categoria II: Terrenos abertos em nível ou aproximadamente em nível, com poucos obstáculos
isolados, tais como árvores e edificações baixas. como exemplos:Zonas costeira,campos de
aviação e fazendas sem sebes ou muros.
33
Categoria III: Terrenos planos ou ondulados com obstáculos, tais como sebes e muros, poucos
quebra-ventos de árvores, edificações baixas e esparsas. Exemplos: granjas, fazendas e
edificações com considerável distância do centro.
Categoria IV: Terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco espaçados, em zona florestal,
industrial ou urbanizada. Exemplos: cidades pequenas e seus arredores, subúrbios densamente
construídos de grandes cidades e áreas industriais plena ou parcialmente desenvolvidas.

Categoria V: Terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e pouco espaçados.
Exemplo: centros de grandes cidades e complexos industriais bem desenvolvidos.
Outro parâmetro que entre na determinação do fator S2 é são as dimensões das edificações, pois
como a velocidade do vento varia continuamente, e seu valor é determinado por uma média.
consta na NBR6123(1988,5.3.2) o intervalo mais curto das medidas usuais de (3 s) corresponde a
rajadas cujas dimensões envolvem convenientemente obstáculos de até 20 m na direção do vento
médio.Por causa dessa consideração as edificações foram agrupadas em classes:
Classe A: Toda edificação na qual a maior dimensão horizontal ou vertical não exceda 20 m.
Classe B: Toda edificação ou parte de edificação para a qual a maior dimensão horizontal ou
vertical da superfície frontal esteja entre 20 m e 50 m.
Classe C: Toda edificação ou parte de edificação para a qual a maior dimensão horizontal ou
vertical da superfície frontal exceda 50 m.
Após a definição da categoria e classe da edificação o fator S2 segundo a variação de altura da
edificação pode ser obtido pela fórmula abaixo:




34
S2 = b.Fr. (z/10).p
Os parâmetros meteorológicos b, p e Fr são tirados da tabela abaixo, sendo que o fator de rajada
Fr deve ser sempre corresponder à categoria II. Ou como alternativa pode ser interpolado com os
dados da tabela 5.

Tabela 5 – Parâmetros meteorológicos para o vento.


Fonte: Extraído da NBR6123(1988, pg.9).










35
Tabela 6 – Fator S
2
.


Fonte: Extraído da NBR6123(1988, pg.10).

2.4.1.4 Fator estatístico (S3)
O fator S3 é baseado em conceitos estatísticos, considera o grau de segurança requerido, a vida
útil da edificação seu valor pode ser obtido na tabela abaixo.
Tabela 7 – Valores mínimos do fator S
3
.

Fonte: Extraído da NBR 6123(1988, pg.10).
36
c) A velocidade característica do vento permite determinar a pressão dinâmica de obstrução pela
expressão: q =0,613 Vk
2
sendo (unidades SI): q em N/m
2
e Vk em m/s.Para a análise de
estabilidade global interessa a força global do vento sobre a edificação ou parte dela. Ela é obtida
pela soma vetorial das forças que aí atuam. A força global na direção do vento (Fa), é expressa
por:
Fa= Ca q Ae
Ca = coeficiente de arrasto (coeficiente de força)
Ae = área frontal efetiva

O coeficiente de arrasto é tabelado para edificações paralelepipédicas pela NBR6123(1988). ver
tabela abaixo.

Fig. V – Coeficiente de arrasto para edificações paralelepipédicas para vento de baixa
turbulência.

Fonte: Extraído da NBR 6123(1988. pg20).
37
2.5 Modelagem

Para que a análise estrutural alcance seus objetivos, ou seja, a determinação de esforços e
deslocamentos de uma estrutura. É preciso que seja adotada uma formulação matemática, um
modelo que simule o comportamento do edifício real e permita a quantificação da resposta do
edifício sob a combinação de ações considerada.
Também chamado de modelo mecânico, como pode ser encontrado em GIONGO (2007, p.26)
“O modelo mecânico engloba todas as idealizações adotadas pelo engenheiro e se expressa por
um conjunto de relações que interligam as variáveis importantes do fenômeno em estudo”.
Fig. VI – Resumo dos principais modelos estruturais.


Fonte: Retirado de KIMURA(2008, pg.127).

38
Os modelos estruturais evoluíram paralelamente com o aumento da capacidade de processamento
dos sistemas computacionais, quanto mais complexo é o modelo mais complexa é a teoria
matemática usada para descrevê-lo, o que torna mais complicado entendê-lo e configurá-lo.
KIMURA(2008) ressalta que um modelo estrutural deve ter como características: simplicidade,
transparência e facilidade, no sentido de que é preciso ter completo domínio do modelo adotado
pois segundo ele modelos mais simples proporcionam uma visão mais crítica e sensível do
comportamento da estrutura.A figura abaixo retirada do livro de KIMURA(2008,P.127) apresenta
um resumo dos principais modelos estruturais.
O primeiro modelo faz uma análise sem interação entre lajes, vigas e pilares. Os esforços nas
lajes são calculados por métodos aproximados como as tabelas de Marcus e Czerny As cargas
que atuam distribuidamente na área da laje são transferidas para as vigas por meio de áreas de
influência. As áreas de influência estão baseadas na teoria das linhas de ruptura das lajes onde se
define que essas linhas partem de 45º entre dois lados engastados da laje o que acarreta uma
semelhança entre as áreas de influência e a divisão de águas de um telhado de quatro águas como
pode ser conferido na figura acima. Os esforços nas vigas são analisados pelo modelo de viga
contínua. Neste modelo as vigas possuem engastamentos nos seus trechos entre os pilares, mas
são consideradas simplesmente apoiadas nos pilares logo elas não transferem momentos aos
pilares, somente reações verticais. Embora esse modelo sirva para a avaliação e a validação de
modelos mais complexos pois seus cálculos podem ser feitos manualmente,ele não é capaz de
apreender as ações horizontais geradas pelo efeito do vento nas edificações.
O modelo de pórticos planos surge como uma evolução do modelo de vigas contínuas. Nele são
consideradas as interações entre vigas e pilares através de barras situadas num mesmo plano e
ligadas por nós que possuem três graus de liberdade cada, duas translações e uma rotação,
permitindo-se obter as solicitações em vigas e pilares. Essa interação entre vigas e pilares
comporta o uso desse modelo para análise das ações horizontais, ou seja, Pode ser utilizado para
análise de estabilidade global dos edifícios. Pela simplicidade na análise dos resultados vê-se que
esse é um modelo muito encontrado na bibliografia para análise de estabilidade global quando
dispomos de um programa de pórticos bidimensionais. ver WILLIAN apostila sobre pilares.

39
Outro modelo que tem boa aceitação no meio técnico é o de pórticos planos associados, no qual é
considerada a laje agindo como um diafragma rígido interligando os diversos pórticos que
participam na rigidez do edifício. Ver GIONGO (2007, pg.75). A barra que representa a
interligação dos pórticos por coerência física deve ter as seguintes dimensões:
• Comprimento da barra = 1m.
• Largura da seção = Dimensão da laje na dimensão considerada.
• Altura da seção = Espessura da laje.

Fig. VII - Modelo de pórticos planos associados.

Fonte: Extraído de GIONGO(2007, pg.75).


O modelo de grelhas de vigas considera a interação entre as varias vigas que compõem um
pavimento tipo. As vigas são consideradas apoiadas nos pilares e possuindo nós com três graus
de liberdade, uma translação e duas rotações, a laje não é considerada no modelo, sua carga nas
vigas é calculada por processos aproximados como descrito acima. Já no modelo de grelhas de
lajes e vigas já a laje é considera por meio de uma discretização com barras de vigas nas duas
direções, cada barra absorvendo uma parcela de carga da laje. Nenhum desses dois modelos
transfere as ações de cargas horizontais para os pilares logo não são utilizados para análise de
estabilidade global dos edifícios.
No modelo de Pórtico espacial há uma representação conjunta de todos os pilares e vigas e vigas
que compõem o edifício quanto à laje pode ser simulada com modelo de grelhas ou não estar
presente de acordo com a finalidade da análise. uma das características desse modelo advêm da
40
possibilidade de se analisar a aplicação simultânea de ações verticais e horizontais em vários
sentidos.segundo KIMURA(2007) São amplamente utilizados em projetos de edifícios altos e
complexos mas exigem o auxílio de ferramentas computacionais avançadas

Tabela 8 - Modelagens com pórtico espacial.

Fonte: Retirado do banco de imagens da GOOGLE e Produzido pela empresa TQS.


Os elementos finitos são um método numérico utilizado para resolução das equações diferencias
que regem os fenômenos da engenharia. Nele a estrutura é discretizada em elementos ou malhas
que devem obedecer a condições de contorno e compatibilidade nos seus diversos nós. As
discretizações podem ser lineares (elementos de barra), bidimensionais (placa, chapa, membrana)
bem como tridimensionais (sólidos). Como um caso particular podemos considerar as barras
utilizadas nos modelos de grelha e pórtico espacial como elementos finitos lineares. Os
programas disponíveis no mercado atualmente possibilitam a análise através desse método, no
entanto ressalta-se que a interpretação dos resultados desse modelo é complicada o que requer
pleno conhecimento do método antes de utilizá-lo. KIMURA(2007).






41

2.6 PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES

Para que as análises que esse estudo pretende efetuar é preciso saber as dimensões estruturais dos
pilares. Supondo adotados para a estruturação do edifício pilares retangulares de concreto
armado, A força que atua sobre eles é avaliada por meio de um processo prático que dividi o
desenho da forma do pavimento tipo em áreas de influência considerando que a carga
uniformemente distribuída na laje devida a cada pilar provem de uma parcela de área da laje
formada pela intersecção das mediatrizes dos lados da porção da laje sob o pilar. A força atuante
nesses elementos precisa ainda levar em consideração a sua posição, pois dependendo dela
podem estar sujeitos a diferentes formas de flexo-compressão. Por conseguinte Bacarji (1993)
apud Henrique Neumann(2008) propôs uma expressão para o pré-dimensionamento
simplificando o problema. A flexão composta nas seções dos pilares foi transformada em uma
compressão centrada equivalente por meio da aplicação dos coeficientes de majoração da força
normal (α) que levam em conta as excentricidades da carga dos pilares, sendo considerados os
valores:
α = 1,8 → pilares internos;
α = 2.2 → pilares de extremidade;
α = 2,5 → pilares de canto.

A seção abaixo do primeiro andar-tipo é estimada, então, considerando-se compressão simples
com carga majorada pelo coeficiente α, utilizando-se a seguinte expressão:
Ac =
% 2 . . 85 , 0
.. .
s cd
d
f
N n
σ ρ
α
+

Ac área de concreto estimada do pilar.

d N Força de compressão de cálculo no pilar, estimada pelo processo das áreas de influência.

cd f Resistência de cálculo do concreto a compressão.

ρ Taxa de armadura longitudinal adotada para o pilar

42
% 2 . 0 s σ Tensão de compressão nas barras da armadura do pilar quando a deformação for de 0.2%.
n número de pavimentos do edifício.
Por recomendações do meio técnico o valor adotado para a taxa de armadura do pilar fica para
efeito de pré-dimensionamento fica entre 2% e 2,5%%. GIONGO apud HAUCH(2008).Para o
aço CA50 a % 2 . 0 s σ corresponde a aproximadamente 43,48 KN/cm
2
.Também por recomendações
do meio técnico o maior dos lados deve ser menor ou igual ao dobro do menor lado pois reduz a
flambagem na direção de menor inércia.
Para o pré-dimensionamento das Vigas uma estimativa muito usada para a altura quando temos
vigas de tramos externos, internos ou vigas biapoiadas é hest
10
0 L

0 L - É o vão teórico da viga, geralmente tomado como o comprimento entre os eixos dos apoios.
Recomenda-se a utilização de no máximo dois valores diferentes para altura das vigas, para que
sejam otimizados os trabalhos de cimbramento. Eventualmente, será gerado a necessidade de
armadura dupla em alguns trechos das vigas. Em edifícios residenciais, é conveniente que as
alturas das vigas não ultrapassem 60 cm, para não interferir nos vãos de portas e de janelas.
M.PINHEIRO(2010).
Como não há vigas em balanço, tomando-se o maior vão teórico L0 = 6,00 m temos:
Hest =
10
600
= 60 cm. Esta altura será utilizada em todas as vigas dos pavimentos dos edifício
analisados. logo teremos vigas 15 cm x 60 cm pelo exposto acima.Quanto as lajes temos de
acordo com a NBR 6118(2003) , que suas as espessuras devem respeitar os seguintes limites
mínimos:
• 5 cm para lajes de cobertura não em balanço;
• 7 cm para lajes de piso ou de cobertura em balanço;
• 10 cm para lajes que suportem veículos de peso total menor ou igual a 30kN;
• 12 cm para lajes que suportem veículos de peso total maior que 30kN;
43
• 15 cm para lajes com protensão.
Será adotado para os edifícios em estudo lajes com espessura de 12 cm.

2.7 ESTABILIDADE GLOBAL

A estabilidade global das estruturas de concreto armado está diretamente ligada ao cálculo e
dimensionamento dos elementos estruturais, em particular os pilares dos edifícios, pois sob a
ação de carregamentos horizontais, o edifício se desloca e os pilares com sua rigidez na direção
considerada são os principais responsáveis por resistirem esses esforços Os deslocamentos
horizontais introduzem esforços adicionais nos elementos resistentes das estruturas. tais
elementos pré-dimensionados como acima descritos senão tiverem seções adequadas para
resistirem esses esforços adicionais precisam ser redimensionados. A análise de estabilidade
global fornece parâmetros para quantificação desses esforços adicionais.

2.8 OS EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM

As estruturas sob a ação de carregamentos horizontais e carregamentos verticais chegam ao
equilíbrio estático numa condição deformada. Com essa deformação os carregamentos passam a
possuir excentricidade gerando esforços adicionais na estrutura. Num processo iterativo esses
esforços adicionais geram novos deslocamentos o que provoca novas excentricidades de carga e
conseqüentemente novos esforços adicionais, repetidamente até que as novas deformações
difiram pouco das anteriores onde se entende que chegou-se a um equilíbrio propriamente dito.
Estas solicitações adicionais que surgem nas estruturas é o que caracteriza os efeitos de segunda
ordem.




44


Fig. VIII – Efeitos de 1ª e 2ª ordem.


Fonte: Apostila do Professor WILLIAN UFPR.

De acordo com a NBR6118 (2003, pg. 93) “Efeitos de 2 ordem são aqueles que se somam aos
obtidos numa análise de primeira ordem (em que a estrutura é estudada na configuração
geométrica inicial), quando a análise do equilíbrio passa a ser efetuada considerando a
configuração deformada”.








45
2.9 Efeitos de segunda ordem globais, locais e localizados.

Os efeitos de segunda ordem são classificados em globais quando afetam a estrutura como um
todo e estão associados à deslocabilidade dos nós dessa estrutura sob a ação de carregamentos
horizontais e verticais. como pode ser observado na figura abaixo no item 3.
Fig. IX – 1) Perspectiva esquemática; 2) Estrutura vertical indeformada; 3) Edificação
sujeita a instabilidade global; 4) Instabilidade local em pilares inferiores.


Fonte: Estabilidade global das estruturas. Roberto Chust Carvalho/Jasson R. Figueiredo
Filho.


Em pilares de concreto armado devido à instabilidade por flambagem ou a não retilinidade de
seus eixos, surgem chamados efeitos de segunda ordem locais. Os quais afetam
preponderantemente os esforços solicitantes ao longo desses pilares. ver item 4 da figura acima.
Segundo a NBR6118(2003, pg. 94): ”Em pilares-parede (simples ou compostos) pode-se ter uma
região que apresenta não retilinidade maior do que a do eixo do pilar como um todo. Nessas
regiões surgem efeitos de 2a ordem maiores, chamados de efeitos de 2a ordem localizados”


46
Fig. X - Efeitos de 2ª ordem localizados.

Fonte: Extraído da NBR6118(2003, pg.90).


2.10 Não linearidade geométrica e não linearidade física.

A não linearidade geométrica pode ser definida como as solicitações de segunda ordem que
surgem devido aos deslocamentos nos nós das estruturas, ocasionados por ações horizontais
como o vento e pelo desaprumo.
A não linearidade geométrica está relacionada ao comportamento dos materiais constituintes da
estrutura. Devido aos efeitos, principalmente, da fluência e da fissuração. O diagrama de tensão
deformação do concreto não possui um comportamento elástico linear. O módulo de elasticidade
do concreto varia de acordo com as solicitações, seção bruta de concreto e disposição das
armaduras diminuindo a rigidez da estrutura. Segundo a NBR6118(2003, pg.89) “A não-
linearidade física, presente nas estruturas de concreto armado, deve ser obrigatoriamente
considerada.”








47
Fig. XI - Diagramas de deformação do aço e do concreto.


Fonte - figura extraída de BUENO(2009, pg.23).


2.11 Estrutura de nós fixos e de nós móveis.

Segundo a NBR6118 (2003, pg. 95) as estruturas podem ser classificadas como estruturas de nós
fixos e estruturas de nós móveis.
Se os efeitos de 2ª ordem forem ≤ 10 % dos esforços de 1 ordem, podem ser desprezados os
efeitos de 2ª ordem globais. Implicando numa deslocabilidade pequena dos nós da estrutura o que
permite classificá-la como estrutura de nós fixos.
Se os esforços de 2ª ordem forem > 10% dos esforços de 1 ordem a estrutura é classificada como
uma estrutura de nós móveis e os efeitos de segunda ordem globais devem ser considerados.
2.12 Estruturas de contraventamento e estruturas contraventadas.

Para a análise da estabilidade das estruturas a NBR 6118(2003), permite uma subdivisão da
estrutura das edificações em subestruturas de contraventamento e subestruturas contraventadas.
As estruturas de contraventamento possuem grande rigidez e resistem praticamente a todas as
solicitações geradas por ações horizontais. Os deslocamentos dos nós dessas estruturas são
pequenos, estruturas de nós fixos, podendo-se desconsiderar os efeitos de 2ª ordem globais.

48
MELGUES (2009) identifica as principais subestruturas de contraventamento como: os pórticos
entreliçados, as paredes estruturais e os núcleos rígidos construídos em torno das aberturas para
os elevadores. Os elementos que não participam da subestrutura de contraventamento são
chamados elementos contraventados. são estruturas de nós móveis nas quais os efeitos de 2ª
ordem global devem ser obrigatoriamente considerados.
2.13 PROCEDIMENTOS APROXIMADOS PARA ANÁLISE DE
ESTABILIDADE GLOBAL DESCRITOS NA NBR 6118
Para a avaliação da dispensa dos efeitos dos esforços de segunda ordem global nas estruturas de
concreto armado seria necessário se efetuar uma análise não-linear geométrica. No entanto a
NBR 6118 (2003) descreve dois procedimentos aproximados para análise de estabilidade global
dessas estruturas: o parâmetros α e o parâmetro γz. A partir dos valores obtidos por esses
coeficientes é possível classificar as estruturas como: estruturas de nós fixos e estruturas de nós
móveis.
2.13.1 Parâmetro de instabilidade α αα α.
A NBR 6118(2003) descreve um procedimento aproximado para a análise de estrutura reticulada
simétrica de no mínimo 4 andares. A estrutura é considerada de nós fixos se o parâmetro de
instabilidade α dado por:
α=
c c
k
tot
I E
N
H
.
.
Se α ≤ α1:
α1 = 0,2 + 0,1· n se n ≤ 3

α1 =
¦
¹
¦
´
¦
geral) (caso 0,6
pórticos) (apenas 0,5
parede) pilares (apenas 0,7
se n ≥ 4
Onde:
n - número de níveis de barras horizontais (andares) acima da fundação
ou de um nível pouco deslocável do subsolo
49
Htot - altura total da estrutura, medida a partir do topo da fundação ou de um nível pouco
deslocável do subsolo;
Nk - somatória de todas as cargas verticais atuantes na estrutura (a partir do nível considerado
para o cálculo de Htot), com seu valor característico.
c c I E .
- somatória da rigidez de todos os pilares na direção considerada. No caso de estruturas de
pórticos, de treliças ou mistas, ou com pilares de rigidez variável ao longo da altura, permite-se
considerar produto de rigidez
c c I E .
de um pilar equivalente de seção constante. Para Ec permite-
se adotar, nessa expressão e em todas as análises de estabilidade global, o valor do módulo de
elasticidade inicial Eci = 5600 fck , com fck, Eci em MPa. O valor de Ic deve ser calculado
considerando as seções brutas dos pilares. A rigidez do pilar equivalente deve ser determinada da
seguinte forma: calcular o deslocamento do topo da estrutura de contraventamento, sob a ação do
carregamento horizontal; calcular a rigidez de um pilar equivalente de seção constante, engastado
na base e livre no topo, de mesma altura Htot, tal que, sob a ação do mesmo carregamento, sofra
o mesmo deslocamento no topo.
O valor limite α1= 0,6 prescrito para n ≥ 4 é, em geral, aplicável às estruturas usuais de edifícios.
Pode ser adotado para associações de pilares-parede e para pórticos associados a pilares-parede.
Pode ser aumentado para α1 = 0,7 no caso de contraventamento constituído exclusivamente por
pilares-parede e deve ser reduzido para α1= 0,5 quando só houver pórticos.
Fig. XII - Rigidez do pilar equivalente.

Fonte: Apostila do professor WILLIAN UFPR.

50
KIMURA (2008, p. 568) afirma que na prática o parâmetro α é bem menos utilizado do que o
parâmetro γ devido ao fato, como será visto adiante, de o parâmetro γ ser utilizado para a
obtenção dos esforços globais finais, 1ª +2ª ordem de forma direta por uma simples majoração
dos esforços de 1ª ordem. devido a o exposto e ao prazo para a entrega deste projeto as análises
de estabilidade global efetuadas não incluirão o parâmetro α.

2.13.2 Parâmetro de instabilidade γz.

Esse parâmetro é válido para estruturas reticuladas de no mínimo 4 andares. através dele
podemos avaliar a importância dos esforços de 2ª ordem globais.os valores de rigidez adotados
para a determinação de γz já levam em consideração a não linearidade física de forma
aproximada de acordo com a NBR6118(2003,pg. 98).

A NBR6118 (2003, pg. 27)“Na avaliação do comportamento global da estrutura e para o cálculo
das perdas de protensão, pode ser utilizado em projeto o módulo de deformação tangente inicial
(Eci).”
Eci = 5600
fck
, com fck, Eci em MPa.
Mas a NBR 6118( 2003, item 15.3) afirma que”A não linearidade física, presente nas estruturas
de concreto armado, deve ser obrigatoriamente considerada”. De maneira que propõe uma
redução na rigidez dos elementos em estruturas reticuladas de no mínimo 4 andares,com estrutura
de contraventamento composta exclusivamente por vigas e pilares e γz <1,3.
Adotando-se por valor de rigidez da estrutura:
para lajes (EI) sec = 0,3EcIc
para vigas (EI) sec = 0,4EcIc para A’s ≠ As e
(EI) sec = 0,5EcIc para A’s = As
51
para pilares (EI) sec = 0,8EcIc
Conforme recomendação de KIMURA o efeito da não linearidade física está sempre presente(ver
Kimura, 2007) e deve ser considerado. Para estruturas de contraventamento compostas
exclusivamente por vigas e pilares, pode-se considerar para ambos (EI)
sec
= 0.7 E
ci.Ic

Logo temos: E
ci
= 5600 25 = 28000 MPa.
E
sec
= 0.7. 28000 MPa = 19600 MPa = 1960 KN/cm
2

Esse será o valor adotado para análise de estabilidade global, pois permitirá uma melhor
avaliação dos efeitos de segunda ordem globais. Segundo Kimura (2008,pg599) a formulação
desse parâmetro foi devida aos engenheiros brasileiros Augusto Franco Carlos de
VASCONCELOS e Mário FRANCO.permiti a avaliação dos efeitos de 2º ordem a partir dos
resultados de uma análise de 1ª ordem.
γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1




M1,tot,d - soma dos momentos de todas as forças horizontais,com seus valores de cálculo,em
relação à base da estrutura;
∆Mtot,d - soma dos produtos de todas as forças verticais atuantes na estrutura pelos
deslocamentos horizontais de seus respectivos pontos de aplicação, obtidos da análise de 1ªordem
Considera-se que a estrutura é de nós fixos se for obedecida a condição γz ≤ 1,1, sendo que neste
caso é possível desconsiderar os efeitos de 2ª ordem.
No item 15.7.2 a NBR 6118(2003) descreve Uma Solução aproximada em análise não linear
para a determinação dos esforços globais de 2ªordem, válida para estruturas regulares.Esta
solução aproximada consiste na avaliação dos esforços finais (1ª ordem + 2ª ordem) pela
multiplicação por 0,95 γz dos esforços horizontais da combinação considerada, desde que γz ≤
1,3.
52
Segundo KIMURA(2008,pg. 560) “Para valores coerentes de γz,isto é um pouco superiores a 1
(um),de forma aproximada pode-se relacionar a parte decimal do número obtido com a
magnitude dos efeitos globais de segunda na estrutura.”Para essa comparação KIMURA
apresentou a tabela seguinte:

Tabela 9 – Correlação existente entre γ γγ γ
z
e os efeitos de 2ª ordem globais.

Fonte:Extraído do livro de KIMURA(2008,pg.561).

Para valores de γz maiores que 1,3 é necessária a análise não linear de 2ª ordem adequada por
meio de programas computacionais avançados ou modificações no lançamento estrutural para
aumentar a rigidez da estrutura.
Fig. XIII - momento final estrutura em análise de 2ª ordem.

Fonte: Figura retirada de BUENO (2009,P.19).

53
3. METODOLOGIA
Esta pesquisa tem por finalidade aplicar uma metodologia investigativa, onde se optou por um
estudo teórico, buscando produzir informações básicas e práticas e ao mesmo tempo alcançar os
objetivos delineados. A metodologia nesta direção considerou a importância que se deve dar a
percepção de estudantes em formação acadêmica a partir de materiais disponíveis no meio
técnico e sua aplicação para estudos de caso.

3.1 O Tipo de Pesquisa

A pesquisa se classifica como uma pesquisa teórica e conceitual de estudo de caso onde será feito
a aplicação destas para análise de modelos estruturais a serem estudados.

3.2 Planejamento da pesquisa.

A pesquisa compreenderá as seguintes etapas: Num primeiro momento conceber o lançamento
estrutural em forma de pórticos na planta de pavimento tipo elaborada pelo autor deste estudo.
No segundo o cálculo das ações do vento sobre a estrutura, seguidos de Verificação do estado
limite de deformação excessiva, Análise de estabilidade global das edificações. O ultimo
momento destas etapas configura-se na avaliação dos efeitos de segunda ordem.
Os cálculos realizados nesta pesquisa buscaram analisar a estrutura como um todo, considerando
os pórticos que a compõem solidarizados pela laje, bem como, cada pórtico trabalhando
isoladamente a fim de assegurar a estabilidade estrutural das edificações. O foco do presente
trabalho é a estabilidade global logo não será feito o dimensionamento e detalhamento estrutural.

3.3 Amostra e procedimento de coleta de dados.

Para a obtenção dos dados foram utilizados três modelos de edifícios localizados no município de
Nova Iguaçu. Sendo este local considerado um terreno plano e pouco acidentado em subúrbio
denso comumente encontrado em grandes cidades. A partir de uma mesma planta baixa serão
analisados edifícios de 10/8/6 pavimentos tipos com os modelos de pórticos planos e pórticos
54
planos associados. Para processamento desta análise utilizou-se do programa educacional
FTOOL versão educacional 2.12., desenvolvido pelo Tecgraf /PUC - Rio – Grupo de Tecnologia
em computação Gráfica sob a autoria de projeto de Luiz Fernando Martha. Importante
mencionar que a resistência característica a compressão do concreto foi adotado para um fck de
25 Mpa.
Os aspectos climáticos e topográficos que subsidiaram o cálculo das ações do vento foram
trabalhados em conformidade com a NBR6123. Para demais procedimentos de cálculo utilizou-se
as normas NBR6118 e NBR6120. Ressalta-se que para a simplificação das análises, não se fez
presente distinguir entre o peso próprio dos elementos estruturais e as cargas acidentais atuantes
nos pavimentos tipos das edificações em estudo. Fez-se necessário buscar bibliografias técnicas e
cientificas, relacionadas direta ou indiretamente com os assuntos abordados em questão.

3.4 Interpretação e análise dos dados.

Na interpretação dos dados obtidos utilizou-se, a luz do referencial teórico e conceitual,
amplamente trabalhado neste estudo, seguido das normas adotadas e recomendações técnicas
correlatas ao assunto abordado.




















55
4. RESULTADOS

4.1 Pré-dimensionamento dos pilares

Foram adotados pilares retangulares de concreto armado para a estruturação dos edifícios. Quanto
à orientação dos pilares na planta de forma este estudo seguiu o caminho natural que é o de lançar
os pilares na planta de forma de maneira a minimizar sua interferência com as áreas definidas
pelo projeto de arquitetura. Segundo o trabalho de HAUCH (2010) lançando-se os pilares com a
maior direção paralela a direção de 90º do vento atuante na edificação, confere-se mais rigidez a
estrutura.

4.1.2 Pilares centrais do edifício de 10 pavimentos.

Serão calculadas as áreas dos pilares mais carregados, a saber, os pilares P8 e P5. As demais
áreas se encontram No apêndice F. Como são pilares internos temos: α = 1,8 e Considerando a
carga uniformemente distribuída nas lajes do pavimento tipo igual a 12
2
m
KN
;
cd f =
4 . 1
25MPa
= 17,86 MPa ; % 2 . 0 s σ = 43,48
2
cm
KN
e ρ = 2.5% temos:
d N =1,4. 12
2
m
KN
. 22,5
2
m = 378 KN
Ac =
% 2 . . 85 , 0
.. .
s cd
d
f
N n
σ ρ
α
+
=

cm
KN
43,48 . 025 , 0 . 786 , 1 85 , 0
378 . 8 , 1 . 10
2 2
. +
cm
KN
KN
= 2657,81
2
cm

Adotando se como menor lado do pilar 45 cm obtém-se o maior lado =
45
81 , 2657
=59,06 cm logo
os pilares P5 e P8 terão dimensões 45 cm x 60 cm. Quanto aos demais pilares do edifício de 10
andares os cálculos seguem a mesma linha de raciocínio.

56
4.1.3 Pilares centrais do edifício de 8 pavimentos.

Serão calculadas as áreas dos pilares mais carregados, a saber, os pilares P8 e P5. As demais
áreas se encontram no apêndice G. Como são pilares internos temos α = 1,8 e Considerando a
carga uniformemente distribuída nas lajes do pavimento tipo igual a 12
2
m
KN
;
cd f =
4 . 1
25MPa
= 17,86 MPa ; % 2 . 0 s σ = 43,48
2
cm
KN
e ρ = 2.5% temos:
d N =1,4.12
2
m
KN
.22,5
2
m = 378 KN
Ac =
% 2 . . 85 , 0
.. .
s cd
d
f
N n
σ ρ
α
+
=

cm
KN
43,48 . 025 , 0 . 786 , 1 85 , 0
378 . 8 , 1 . 8
2 2
. +
cm
KN
KN
= 2126,25
2
cm
Adotando se como menor lado do pilar 35 cm obtemos o maior lado =
35
25 , 2126
=60,75 cm logo
os pilares P5 e P8 terão dimensões 35 cm x 60 cm.Quanto aos demais pilares do edifício de 8
andares os cálculos seguem a mesma linha de raciocínio.
4.1.4 Pilares centrais do edifício de 6 pavimentos.

Serão calculadas as áreas dos pilares mais carregados, a saber, os pilares P8 e P5. As demais
áreas se encontram no apêndice H. Como são pilares internos temos α = 1,8 e Considerando a
carga uniformemente distribuída nas lajes do pavimento tipo igual a 12
2
m
KN
;
cd f =
4 . 1
25MPa
= 17,86 MPa ; % 2 . 0 s σ = 43,48
2
cm
KN
e ρ = 2.5% temos:
d N =1,4.12
2
m
KN
.22,5
2
m = 378 KN
Ac =
% 2 . . 85 , 0
.. .
s cd
d
f
N n
σ ρ
α
+
=

cm
KN
43,48 . 025 , 0 . 786 , 1 85 , 0
378 . 8 , 1 . 6
2 2
. +
cm
KN
KN
= 1594,69
2
cm

57
Adotando se como menor lado do pilar 30 cm obtemos o maior lado =
30
69 , 1594
=53,16 cm. logo
os pilares P5 e P8 terão dimensões 30 cm x 55 cm. Quanto aos demais pilares do edifício de 6
andares os cálculos seguem a mesma linha de raciocínio.
4.1.5 Parcela de carga absorvida por cada pilar no andar tipo.

A carga total calculada para o pilar foi dividida proporcionalmente entre os pavimentos em
estudo conforme a tabela do apêndice H.Como exemplificação temos para o pilar mais carregado
do edifício de 10 andares,pilar P8:
Carga total do pavimento tipo = 12
2
m
KN
x Área total do pavimento tipo = 12
2
m
KN
x 143,63
2
m
=
1723,35 KN
Área total do pavimento tipo = 14,15m x 10,15 m = 143,63
2
m


Porcentagem da área total =
(KN) tipo pavimento do Carga
(m2) influência de Área
=
63 , 143
50 , 22
=0,1566

0,16

Carga no pilar (KN) = Porcentagem da área total x Carga total do pavimento tipo = 0,16 X
1723,35 KN

270 KN

Carga de projeto no pilar (KN) = 1,4* Carga no pilar (KN) = 1,4 * 270 KN

387 KN


58
4.2 Determinação das Ações do vento
Os cálculos levarão em consideração que a edificação se localiza num terreno plano no município
de Nova Iguaçu –RJ. A velocidade característica Vk = V
0
.S1.S2.S3 depende de basicamente da
velocidade básica V0 =35 m/s .(mapa de isopletas da NBR6123).E dos fatores abaixo descritos
que se relacionam com as particularidades do terreno e suas condições climáticas. Dentre eles o
fator S1 que leva em consideração as variações do relevo do terreno é obtido mais diretamente:
S1=1,00 terrenos planos e pouco acidentados ver NBR 6123(1988, pg.5).

4.2.1 Fator S2

Depende de parâmetros obtidos através da tabela 2 e tabela 1 da NBR 6123. Considerando-se que
a distância entre pisos das edificações seja de 3m, a maior dimensão das edificações será a
vertical. As edificações terão: 10 pavimentos 30 m de altura ; 8 pavimentos 24 m de altura e a
de 6 pavimentos 18m, logo temos:
Rugosidade do terreno :categoria IV terrenos com muitos obstáculos e pouco espaçados.ex
:subúrbios densos de grandes cidades.
Dimensões da edificação classe B, para edificação de 10 e 8 pavimentos: maior dimensão da
edificação,horizontal ou vertical,entre 20 e 50 m.
Dimensões da edificação classe A, para edificação de 6 pavimentos: maior dimensão da
edificação,horizontal ou vertical,menor que 20m.

Como S2 varia em função da altura da edificação (Z) seus cálculos constam na 4ª coluna nas
planilhas do apêndice L, onde foram usados os parâmetros b,p e Fr abaixo discriminados.

59
S2 = b Fr
p
Z
|
¹
|

\
|
10
Onde o Fr é sempre obtido na categoria II.
b e p são obtidos da tabela I da NBR 6123.
Edificação de 10 e 8 pavimentos, categoria IV,classe B.
b = 0,85
p = 0,125
Fr = 0,98

Edificação de 6 pavimentos,categoria IV,classe A.
b = 0,86
p = 0,12
Fr = 0,98
Como S2 varia em função da altura da edificação (Z) seus cálculos constam na 4ª coluna das
tabelas dos apêndices J e K respectivamente.

4.2.2 Fator S3 e coeficientes de arrasto.

S3=1,00 grau de segurança da edificação grupo 2: edificações com alto fator de ocupação. Tabela
3 NBR (6123). Os coeficientes de arrasto para o vento a 0º e para o vento a 90º são obtidos da
tabela para vento de baixa turbulência da NBR6123.Sabendo – se que as dimensões em planta
das edificações são respectivamente:14,15m de comprimento e 10,15m de largura temos:
• Edificação de 10 pavimentos:
Vento a 90º:
2
1
L
L
=
m
m
15 , 10
15 , 14
=1,39
1 L
H
=
m
m
15 , 14
00 , 30
=2,12
60

Da tabela temos:Ca ≅ 1,32
Vento a 0º:
2
1
L
L
=
m
m
15 , 14
15 , 10
=0,72
1 L
H
=
m
m
15 , 10
00 , 30
=2,95
Da tabela temos:Ca ≅ 1,15
• Edificação de 8 pavimentos:
Vento a 90º:
2
1
L
L
=
m
m
15 , 10
15 , 14
=1,39
1 L
H
=
m
m
15 , 14
00 , 24
=1,70

Da tabela temos:Ca ≅ 1,30


Vento a 0º:
2
1
L
L
=
m
m
15 , 14
15 , 10
=0,72
1 L
H
=
m
m
15 , 10
00 , 24
=2,36

Da tabela temos:Ca ≅ 1,12


• Edificação de 6 pavimentos:
Vento a 90º:
2
1
L
L
=
m
m
15 , 10
15 , 14
=1,39
1 L
H
=
m
m
15 , 14
00 , 18
=1,27

Da tabela temos:Ca ≅ 1,25

Vento a 0º:
2
1
L
L
=
m
m
15 , 14
15 , 10
=0,72
1 L
H
=
m
m
15 , 10
00 , 18
=1,77

Da tabela temos:Ca ≅ 1,10


4.2.3 Pressão dinâmica do vento e força de arrasto.

A pressão dinâmica do vento na edificação dada por Q =0,613 Vk
2
sendo (unidades SI): q em
N/m
2
e Vk em m/s, depende da velocidade característica,logo varia ao longo da altura da
edificação.Seus dados estão na 7ª coluna das tabelas dos apêndices J,K e L.
61

A força de arrasto obtida como a resultante das forças do vento na direção considerada dada por:
Fa= Ca q Ae , Onde:
Ca = coeficiente de arrasto (coeficiente de força)
Ae = área frontal efetiva
Sendo a área de influência obtida considerando-se o vento uniformemente distribuído na fachada
da edificação,bem como que a parcela de carga de vento resistida por um pórtico considera
metade da área de fachada a sua direita e metade de área de fachada a sua esquerda.Decorre então
que podemos observar na planta de forma,verificar plante do lançamento dos pilares no
apêndice,que para o vento a 90º:
• Ae Pórtico 1 = Ae Pórtico 4
• Ae Pórtico 2 = Ae Pórtico 3.
Para o vento a 0º as área efetivas são diferentes para cada pórtico. A Força global atuante nos
pórticos das edificações está apresentada nas colunas 11 e 12. Nas tabelas Dos apêndices J,K e L.




62
4.3 Deslocabilidade horizontal limite.

4.3.1 – Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico associado de 10 andares,
combinação freqüente de ações e direção do vento a 90º.

Fig. XIV- Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º.


Tabela 10 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no
edifício de 10 andares a 90º.

Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 29,93 8,98 0,952 0,952
2 6 35,59 10,68 2,413 1,462
3 9 39,39 11,82 3,866 1,453
4 12 42,33 12,70 5,204 1,338
5 15 44,76 13,43 6,394 1,190
6 18 46,84 14,05 7,420 1,026
7 21 48,68 14,60 8,268 0,848
8 24 50,34 15,10 8,928 0,660
9 27 51,84 15,55 9,397 0,469
10 30 26,61 7,98 9,712 0,315
δ
hi+1

hi max (mm)
1,462 δ
h,tot (mm)

17,647


63

δ
hi (mm) =
9,712 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
30000
=
17,647 ok!

δ
hi+1

hi (mm) =
1,462 ≤
850
3000
=3,52 ok!


4.3.2 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 =
pórtico 4 formado pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 10 andares,combinação
freqüente de ações e vento a 90º.

Fig. XV - Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.








64
Tabela 11 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 10
andares a 90º.



Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 5,34 1,60 0,734 0,734
2 6 6,36 1,91 1,837 1,103
3 9 7,03 2,11 2,890 1,053
4 12 7,56 2,27 3,824 0,934
5 15 7,99 2,40 4,627 0,803
6 18 8,37 2,51 5,302 0,675
7 21 8,69 2,61 5,850 0,548
8 24 8,99 2,70 6,276 0,426
9 27 9,26 2,78 6,590 0,314
10 30 4,75 1,43 6,803 0,213
δ
hi+1

hi max (mm)
1,103 δ
h,tot (mm)

17,647




δ
hi (mm) =
6,803 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
30000
=
17,647 ok!


δ
hi+1

hi (mm) =
1,103 ≤
850
3000
=3,52 ok!





4.3.3 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 =
pórtico 3 formado pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 10 andares,combinação freqüente de
ações e vento a 90º.



65
Fig. XVI – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.




Tabela 12 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício
de 10 andares a 90º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 9,62 2,89 1,184 1,184
2 6 11,44 3,43 2,996 1,812
3 9 12,66 3,80 4,789 1,793
4 12 13,61 4,08 6,432 1,643
5 15 14,39 4,32 7,891 1,459
6 18 15,06 4,52 9,430 1,539
7 21 15,65 4,70 10,162 0,732
8 24 16,18 4,85 10,970 0,808
9 27 16,66 5,00 11,530 0,560
10 30 8,55 2,57 11,879 0,349
δ
hi+1

hi max (mm)
1,812 δ
h,tot (mm)

17,647

66
δ
hi (mm) =
11,879 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
30000
=
17,647 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
1,812 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.3.4 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos planos
associados, combinação freqüente de ações e vento a 90º.


Fig. XVII - Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.


Tabela 13 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8
andares 90º.
.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 29,48 8,84 0,973 0,973
2 6 35,05 10,52 2,311 1,338
3 9 38,79 11,64 3,556 1,245
4 12 41,69 12,51 4,633 1,077
5 15 44,08 13,22 5,514 0,881
6 18 46,13 13,84 6,184 0,670
7 21 47,95 14,39 6,677 0,493
8 24 24,79 7,44 6,897 0,220
δ
hi+1

hi max (mm)
1,338 δ
h,tot (mm)

14,118
67

δ
hi (mm) =
6,897 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
24000
=
14,118 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
1,338 ≤
850
3000
=3,52 ok!



4.3.5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 =
pórtico 4 formado pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 8 andares,combinação freqüente
de ações e vento a 90º.


Fig. XVIII – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares 90º.
.






68
Tabela 14 Resumo dos cálculos da deslocalidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a
90º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 5,26 1,58 0,621 0,621
2 6 6,26 1,88 1,500 0,879
3 9 6,93 2,08 2,321 0,821
4 12 7,44 2,23 3,035 0,714
5 15 7,87 2,36 3,623 0,588
6 18 8,24 2,47 4,075 0,452
7 21 8,56 2,57 4,383 0,308
8 24 4,43 1,33 4,557 0,174
δ
hi+1

hi max (mm)
0,879 δ
h,tot (mm)

14,118

δ
hi (mm) =
4,557 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
24000
=
14,118 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,879 ≤
850
3000
=3,52 ok!
4.3.6 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 =
pórtico 3 formado pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 8 andares,combinação freqüente de
ações e vento a 90º.
.Fig. XIX – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º.




69
Tabela 15 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8
andares a 90º.


Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 9,47 2,84 1,290 1,290
2 6 11,27 3,38 3,006 1,716
3 9 12,47 3,74 4,579 1,573
4 12 13,4 4,02 5,932 1,353
5 15 14,17 4,25 7,034 1,102
6 18 14,83 4,45 7,866 0,832
7 21 15,41 4,62 8,415 0,549
8 24 7,97 2,39 8,698 0,283
δ
hi+1

hi max (mm)
1,716 δ
h,tot (mm)

14,118

δ
hi (mm) =
8,698 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
24000
=
14,118 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
1,716 ≤
850
3000
=3,52 ok!


4.3.7 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos planos
associados,combinação freqüente de ações e vento a 90º.

Fig. XX - Deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º.


70
Tabela 16 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6
andares a 90º.

Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 31,03 9,31 0,001 0,001
2 6 36,64 10,99 2,093 2,092
3 9 40,39 12,12 3,055 0,962
4 12 43,27 12,98 3,783 0,728
5 15 45,65 13,70 4,256 0,473
6 18 23,85 7,16 4,494 0,238
δ
hi+1

hi max (mm)
2,092 δ
h,tot (mm)

10,588

δ
hi (mm) =
4,494 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
18000
=
10,588 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
2,092 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.3.8 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4
formado pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 6 andares,combinação freqüente de ações
e vento a 90º.

Fig. XXI – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.

71
Tabela 17 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 6
andares a 90º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 5,54 1,66 0,599 0,599
2 6 6,54 1,96 1,329 0,730
3 9 7,21 2,16 1,948 0,619
4 12 7,73 2,32 2,418 0,470
5 15 8,15 2,45 2,726 0,308
6 18 4,26 1,28 2,875 0,149
δ
hi+1

hi max (mm)
0,730 δ
h,tot (mm)

10,588

δ
hi (mm) =
2,875 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
18000
=
10,588 ok!

δ
hi+1

hi (mm) =
0,730 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.3.9 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3
formado pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 6 andares,combinação freqüente de ações e
vento a 90º.

Fig. XXII – Deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.


72

Tabela 18 – Resumo dos cálculo da deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares
a 90º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 9,97 2,99 1,516 1,516
2 6 11,78 3,53 3,217 1,701
3 9 12,98 3,89 4,625 1,408
4 12 13,91 4,17 5,681 1,056
5 15 14,67 4,40 6,353 0,672
6 18 7,67 2,30 6,645 0,292
δ
hi+1

hi max (mm)
1,701 δ
h,tot (mm)

10,588

δ
hi (mm) =
6,645 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
18000
=
10,588 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
1,701 ≤
850
3000
=3,52 ok!


4.3.8 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 10 andares com pórticos
planos associados ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXIII – Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º.




73
Tabela 19 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade dos pórticos associado no edifício de 10
andares a 0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 18,63 5,59 0,528 0,528
2 6 23,79 7,14 1,317 0,790
3 9 26,32 7,90 2,102 0,785
4 12 28,29 8,49 2,821 0,719
5 15 29,91 8,97 3,454 0,633
6 18 31,31 9,39 3,993 0,539
7 21 32,54 9,76 4,432 0,439
8 24 33,64 10,09 4,764 0,332
9 27 34,65 10,40 4,993 0,229
10 30 17,78 5,33 5,133 0,140
δ
hi+1

hi max (mm)
0,790 δ
h,tot (mm)

17,647
δ
hi (mm) =
5,133 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
30000
=
17,647 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,790 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.3.11 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-
P10 no edifício de 10 andares,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXIV – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares 0º.


74
Tabela 20 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares
0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 5,59 1,68 0,482 0,482
2 6 6,64 1,99 1,181 0,700
3 9 7,35 2,21 1,857 0,676
4 12 7,9 2,37 2,471 0,614
5 15 8,36 2,51 3,011 0,540
6 18 8,75 2,63 3,471 0,460
7 21 9,09 2,73 3,845 0,374
8 24 9,4 2,82 4,129 0,284
9 27 9,68 2,90 4,322 0,193
10 30 4,97 1,49 4,430 0,108
δ
hi+1

hi max (mm)
0,700 δ
h,tot (mm)

17,647
δ
hi (mm) =
4,430 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
30000
=
17,647 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,700 ≤
850
3000
=3,52 ok!
4.3.12 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-
P11 no edifício de 10 andares,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXV – Deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.


75
Tabela 21 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a
0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 9,31 2,79 0,601 0,601
2 6 12,71 3,81 1,609 1,008
3 9 14,07 4,22 2,633 1,024
4 12 15,12 4,54 3,568 0,935
5 15 15,98 4,79 4,389 0,821
6 18 16,73 5,02 5,089 0,700
7 21 17,39 5,22 5,658 0,569
8 24 17,98 5,39 6,088 0,430
9 27 18,51 5,55 6,378 0,290
10 30 9,5 2,85 6,548 0,170
δ
hi+1

hi max (mm)
1,024 δ
h,tot (mm)

17,647

δ
hi (mm) =
6,548 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
30000
=
17,647 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
1,024 ≤
850
3000
=3,52 ok!
4.3.13 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-
P12 no edifício de 10 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXVI – Deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.




76
Tabela 22 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a
0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 3,73 1,12 0,460 0,460
2 6 4,43 1,33 1,060 0,601
3 9 4,9 1,47 1,627 0,567
4 12 5,27 1,58 2,142 0,515
5 15 5,57 1,67 2,596 0,454
6 18 5,83 1,75 2,984 0,388
7 21 6,06 1,82 3,301 0,317
8 24 6,26 1,88 3,544 0,243
9 27 6,45 1,94 3,710 0,166
10 30 3,31 0,99 3,803 0,093
δ
hi+1

hi max (mm)
0,601 δ
h,tot (mm)

17,647

δ
hi (mm) =
3,803 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
30000
=
17,647 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,601 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.3.14 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos
planos associados ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXVII – Deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º.


77
Tabela 23 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 18,14 5,44 0,441 0,441
2 6 21,57 6,47 1,057 0,616
3 9 23,87 7,16 1,634 0,577
4 12 25,65 7,70 2,130 0,496
5 15 27,13 8,14 2,533 0,403
6 18 28,39 8,52 2,836 0,303
7 21 29,51 8,85 3,037 0,201
8 24 15,25 4,58 3,148 0,111
δ
hi+1

hi max (mm)
0,616 δ
h,tot (mm)

14,118

δ
hi (mm) =
3,148 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
24000
=
14,118 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,616 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.3.15 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-
P10 do edifício de 8 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXVIII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.


78

Tabela 24 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a
0º.

Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 5,44 1,63 0,474 0,474
2 6 6,47 1,94 1,091 0,617
3 9 7,16 2,15 1,654 0,563
4 12 7,7 2,31 2,134 0,480
5 15 8,14 2,44 2,525 0,391
6 18 8,52 2,56 2,817 0,292
7 21 8,85 2,66 3,007 0,190
8 24 4,58 1,37 3,101 0,094
δ
hi+1

hi max (mm)
0,617 δ
h,tot (mm)
14,118

δ
hi (mm) =
3,101 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
24000
=
14,118 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,617 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.3.14 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-
P11 do edifício de 8 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXIX – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º.



79
Tabela 25 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a
0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 9,07 2,72 0,477 0,477
2 6 10,79 3,24 1,205 0,728
3 9 11,94 3,58 1,900 0,695
4 12 12,83 3,85 2,500 0,600
5 15 13,56 4,07 2,986 0,486
6 18 14,2 4,26 3,351 0,365
7 21 14,75 4,43 3,592 0,241
8 24 7,63 2,29 3,720 0,128
δ
hi+1

hi max (mm)
0,728 δ
h,tot (mm)

14,118

δ
hi (mm) =
3,720 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
24000
=
14,118 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,728 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.13.5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-
P12 do edifício de 8 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXX – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º.

80


Tabela 26 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a
0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 3,63 1,09 0,380 0,380
2 6 4,31 1,29 0,848 0,468
3 9 4,77 1,43 1,273 0,425
4 12 5,13 1,54 1,637 0,364
5 15 5,43 1,63 1,933 0,296
6 18 5,68 1,70 2,157 0,224
7 21 5,9 1,77 2,304 0,147
8 24 3,05 0,92 2,379 0,075
δ
hi+1

hi max (mm)
0,468 δ
h,tot (mm)

14,118

δ
hi (mm) =
2,379 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
24000
=
14,118 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,468 ≤
850
3000
=3,52 ok!
4.13.6 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos
planos associados, ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXXI –Deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º.

81

Tabela 27 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º.
.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 19,31 5,79 0,436 0,436
2 6 24,49 7,35 0,986 0,550
3 9 26,99 8,10 1,459 0,473
4 12 28,92 8,68 1,816 0,357
5 15 30,51 9,15 2,048 0,232
6 18 15,94 4,78 2,163 0,115
δ
hi+1

hi max (mm)
0,550 δ
h,tot (mm)

10,588

δ
hi (mm) =
2,379 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
18000
=
10,588 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,550 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.13.7 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-
P10 do edifício de 6 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXXII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º.
.

82

Tabela 28 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a
0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 5,79 1,74 0,390 0,390
2 6 6,84 2,05 0,877 0,488
3 9 7,54 2,26 1,289 0,412
4 12 8,08 2,42 1,599 0,310
5 15 8,52 2,56 1,799 0,200
6 18 4,45 1,34 1,893 0,094
δ
hi+1

hi max (mm)
0,488 δ
h,tot (mm)

10,588

δ
hi (mm) =
1,893 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
18000
=
10,588 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,488 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.13.8 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-
P11 do edifício de 6 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXXIII – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.


83
Tabela 29 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a
0º.

Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 9,65 2,90 0,511 0,511
2 6 13,09 3,93 1,211 0,700
3 9 14,42 4,33 1,814 0,603
4 12 15,45 4,64 2,268 0,454
5 15 16,3 4,89 2,561 0,293
6 18 8,52 2,56 2,701 0,140
δ
hi+1

hi max (mm)
0,700 δ
h,tot (mm)

10,588

δ
hi (mm) =
2,701 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
18000
=
10,588 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,700 ≤
850
3000
=3,52 ok!

4.13.9 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-
P12 do edifício de 6 andares ,combinação freqüente de ações e vento a 0º.

Fig. XXXIV – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.


84
Tabela 30 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6
andares a 0º.
Deslocabilidade horizontal dos edifícios
Pavimento Cota (m)
F
vento (KN)
F
h,ser (KN)
δ
hi (mm)
δ
hi+1

hi (mm)

1 3 3,86 1,16 0,393 0,393
2 6 4,56 1,37 0,817 0,424
3 9 5,03 1,51 1,167 0,350
4 12 5,39 1,62 1,429 0,262
5 15 5,68 1,70 1,595 0,166
6 18 2,97 0,89 1,668 0,073
δ
hi+1

hi max (mm)
0,424 δ
h,tot (mm)

10,588

δ
hi (mm) =
1,668 ≤δ
h,tot (mm) =
1700
18000
=
10,588 ok!
δ
hi+1

hi (mm) =
0,424 ≤
850
3000
=3,52 ok!







85

4.4 Estabilidade global

4.4.1 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados,vento a 90º.

Fig. XXXV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º.







86
Para o cálculo dos momentos das forças verticais pelos deslocamentos dos seus respectivos
pontos de aplicação será considerado a carga total do pavimento tipo pelos deslocamentos dos
pontos externos do pórtico em estudo para simplificação da análise.
Durante a modelagem essa carga foi distribuída pelos pilares do pavimento tipo para que os
deslocamentos obtidos fossem mais realistas.
Carga do pavimento tipo = 14,15 m x 10,15m x 12
2
m
KN
= 1723,35 KN.


Tabela 31 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico associado no edifício de
10 andares a 90º.



Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,edifício de 10 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (m) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 29,93 89,79 1723,35 0,00316 5,45
2 6 35,59 213,56 1723,35 0,00802 13,82
3 9 39,39 354,52 1723,35 0,01280 22,06
4 12 42,33 507,94 1723,35 0,01723 29,69
5 15 44,76 671,35 1723,35 0,02110 36,37
6 18 46,84 843,20 1723,35 0,02448 42,19
7 21 48,68 1022,38 1723,35 0,02722 46,91
8 24 50,34 1208,10 1723,35 0,02934 50,56
9 27 51,84 1399,72 1723,35 0,03081 53,10
10 30 26,61 798,38 1723,35 0,03176 54,73
Total 7108,95 Total 354,88




γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
95 , 7108
88 , 354
1
1

= 1,053








87

4.4.2 Estabilidade global do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4 formado
pelos pilares P10,P11,P12 no edifício de 10 andares,vento a 90º.

Fig. XXXVI – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.



Tabela 32 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,pórticos 1= pórtico 4,edifício de 10 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 5,34 16,03 438,96 0,00244 1,07
2 6 6,36 38,14 438,96 0,00614 2,70
3 9 7,03 63,31 438,96 0,00979 4,30
4 12 7,56 90,70 438,96 0,01314 5,77
5 15 7,99 119,88 438,96 0,01617 7,10
6 18 8,37 150,57 438,96 0,01871 8,21
7 21 8,69 182,57 438,96 0,02086 9,16
8 24 8,99 215,73 438,96 0,02254 9,89
9 27 9,26 249,95 438,96 0,02374 10,42
10 30 4,75 142,57 438,96 0,02451 10,76
Total 1269,46 Total 69,37

88

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
46 , 1269
37 , 69
1
1

= 1,058



4.4.3 Estabilidade global do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3 formado
pelos pilares P7,P8,P9 no edifício de 10 andares,vento 90º.


Fig. XXXVII – Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.


Tabela 33 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,pórticos 2= pórtico 3,edifício de 10 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 9,62 28,86 767,38 0,00393 3,02
2 6 11,44 68,65 767,38 0,00994 7,63
3 9 12,66 113,95 767,38 0,01584 12,16
4 12 13,61 163,27 767,38 0,02125 16,31
5 15 14,39 215,79 767,38 0,02600 19,95
6 18 15,06 271,03 767,38 0,03005 23,06
7 21 15,65 328,62 767,38 0,03333 25,58
8 24 16,18 388,32 767,38 0,03759 28,84
9 27 16,66 449,91 767,38 0,03757 28,83
10 30 8,55 256,62 767,38 0,03855 29,58
Total 2285,02 Total 194,95
89


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
02 , 2285
95 , 194
1
1

= 1,093


4.4.4 Estabilidade global do edifício de 8 andares pórticos associados,vento a 90º.



Fig. XXXVIII – Modelagem do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.
.









90

Tabela 34 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,edifício de 8 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 29,48 88,43 1723,35 0,00323 5,57
2 6 35,05 210,33 1723,35 0,00762 13,13
3 9 38,79 349,15 1723,35 0,01166 20,09
4 12 41,69 500,25 1723,35 0,01509 26,01
5 15 44,08 661,18 1723,35 0,01788 30,81
6 18 46,13 830,42 1723,35 0,01993 34,35
7 21 47,95 1006,89 1723,35 0,02124 36,60
8 24 24,79 594,90 1723,35 0,02190 37,74
Total 4241,54 Total 204,30


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
54 , 4241
30 , 204
1
1

= 1,051



4.4.5 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4 formado pelos
pilares P10,P11,P12 no edifício de 8 andares,vento a 90º.

Fig. XXXIX – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.




91
Tabela 35 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.
.
Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,pórticos 1= pórtico 4,edifício de 8 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 5,26 15,79 438,96 0,00206 0,90
2 6 6,26 37,56 438,96 0,00497 2,18
3 9 6,93 62,35 438,96 0,00768 3,37
4 12 7,44 89,33 438,96 0,01002 4,40
5 15 7,87 118,07 438,96 0,01194 5,24
6 18 8,24 148,29 438,96 0,01340 5,88
7 21 8,56 179,80 438,96 0,01439 6,32
8 24 4,43 106,23 438,96 0,01493 6,55
Total 757,42 Total 34,85


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
42 , 757
85 , 34
1
1

= 1,048.

4.4.6 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3 formado pelos
pilares P7,P8,P9 no edifício de 8 andares,vento a 0º.


Fig. XL – Modelagem do pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º.





92
Tabela 36 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,pórticos 2= pórtico 3,edifício de 8 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 9,47 28,42 767,38 0,00428 3,28
2 6 11,27 67,61 767,38 0,00992 7,61
3 9 12,47 112,23 767,38 0,01504 11,54
4 12 13,40 160,79 767,38 0,01937 14,86
5 15 14,17 212,52 767,38 0,02282 17,51
6 18 14,83 266,92 767,38 0,02536 19,46
7 21 15,41 323,64 767,38 0,02693 20,67
8 24 7,97 191,22 767,38 0,02761 21,19
Total 1363,35 Total 116,13



γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
35 , 1363
13 , 116
1
1

= 1,093


4.4.7 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados,vento a 90º.


Fig. XLI – Modelagem do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º.




93
Tabela 37 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico associado do edifício de 6 andares a
90º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (m) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 31,03 93,08 1723,35 0,00315 5,43
2 6 36,64 219,84 1723,35 0,00692 11,92
3 9 40,39 363,47 1723,35 0,01004 17,30
4 12 43,27 519,26 1723,35 0,01237 21,32
5 15 45,65 684,79 1723,35 0,01384 23,85
6 18 23,85 429,25 1723,35 0,01450 24,99
Total 2309,68 Total 104,81


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
68 , 2309
81 , 104
1
1

= 1,047


4.4.8 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1,P2,P3 = pórtico 4 formado pelos
pilares P10,P11,P12 no edifício de 6 andares,vento a 90º.
.

Fig. XLII – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.




94
Tabela 38 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,pórticos 1= pórtico 4,edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 5,54 16,62 438,96 0,00196 0,86
2 6 6,54 39,26 438,96 0,00429 1,88
3 9 7,21 64,90 438,96 0,00620 2,72
4 12 7,73 92,73 438,96 0,00757 3,32
5 15 8,15 122,28 438,96 0,00837 3,67
6 18 4,26 76,65 438,96 0,00863 3,79
Total 412,44 Total 16,25

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
44 , 412
25 , 16
1
1

= 1,041


4.4.9 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4,P5,P6 = pórtico 3 formado pelos
pilares P7,P8,P9 no edifício de 6 andares,vento a 90º.

Fig. XLIII - Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.







95
Tabela 39 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 90º,pórticos 2= pórtico 3,edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 9,97 29,92 767,38 0,00506 3,88
2 6 11,78 70,66 767,38 0,01077 8,26
3 9 12,98 116,83 767,38 0,01550 11,89
4 12 13,91 166,91 767,38 0,01906 14,63
5 15 14,67 220,11 767,38 0,02134 16,38
6 18 7,67 137,97 767,38 0,02236 17,16
Total 742,40 Total 72,20


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
40 , 742
20 , 72
1
1

= 1,108

4.4.10 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados, vento a 0º.

Fig. XLIV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º.
.



96
Tabela 40 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico associado no edifício de 10 andares a
0º.
.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º,edifício de 10 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 18,63 89,79 1723,35 0,00177 5,45
2 6 23,79 213,56 1723,35 0,00439 13,82
3 9 26,32 354,52 1723,35 0,00701 22,06
4 12 28,29 507,94 1723,35 0,00941 29,69
5 15 29,91 671,35 1723,35 0,01152 36,37
6 18 31,31 843,20 1723,35 0,01332 42,19
7 21 32,54 1022,38 1723,35 0,01478 46,91
8 24 33,64 1208,10 1723,35 0,01589 50,56
9 27 34,65 1399,72 1723,35 0,01665 53,10
10 30 17,78 798,38 1723,35 0,01704 54,73
Total 7108,95 Total 354,88


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
95 , 7108
88 , 354
1
1

= 1,053
4.4.11 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 10
andares, vento a 0º.

Fig. XLV –Modelagem do pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º.


97

Tabela 41 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 1 do edifício de 10 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 5,59 16,76 730,20 0,00160 1,17
2 6 6,64 39,87 730,20 0,00394 2,87
3 9 7,35 66,18 730,20 0,00619 4,52
4 12 7,90 94,83 730,20 0,00824 6,01
5 15 8,36 125,33 730,20 0,01004 7,33
6 18 8,75 157,41 730,20 0,01157 8,45
7 21 9,09 190,87 730,20 0,01281 9,35
8 24 9,40 225,54 730,20 0,01376 10,05
9 27 9,68 261,31 730,20 0,01441 10,52
10 30 4,97 149,05 730,20 0,01475 10,77
Total 1327,16 Total 71,05

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
16 , 1327
05 , 71
1
1

= 1,056

4.4.12 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 10
andares, vento a 0º.

Fig. XLVI – Modelagem do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.




98

Tabela 42 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 2 do edifício de 10 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 9,31 27,94 1188,36 0,00200 2,38
2 6 12,71 76,27 1188,36 0,00535 6,35
3 9 14,07 126,61 1188,36 0,00875 10,40
4 12 15,12 181,41 1188,36 0,01186 14,09
5 15 15,98 239,77 1188,36 0,01461 17,36
6 18 16,73 301,14 1188,36 0,01695 20,14
7 21 17,39 365,14 1188,36 0,01884 22,39
8 24 17,98 431,46 1188,36 0,02027 24,09
9 27 18,51 499,90 1188,36 0,02125 25,25
10 30 9,50 285,14 1188,36 0,02176 25,86
Total 2534,78 Total 168,31

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
78 , 2534
31 , 168
1
1

= 1,071

4.4.13 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 10
andares, vento a 0º.

Fig. XLVII – Modelagem do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.




99
Tabela 43 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 3 do edifício de 10 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 3,73 11,18 493,22 0,00153 0,75
2 6 4,43 26,58 493,22 0,00353 1,74
3 9 4,90 44,12 493,22 0,00542 2,67
4 12 5,27 63,22 493,22 0,00713 3,52
5 15 5,57 83,56 493,22 0,08650 42,66
6 18 5,83 104,94 493,22 0,00994 4,90
7 21 6,06 127,24 493,22 0,01100 5,43
8 24 6,26 150,36 493,22 0,01180 5,82
9 27 6,45 174,21 493,22 0,01236 6,10
10 30 3,31 99,37 493,22 0,01266 6,24
Total 884,77 Total 79,84

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
77 , 884
84 , 79
1
1

= 1,099

4.4.14 Estabilidade global edifício de 8 andares pórticos associados,vento a 0º.

Fig. XLVIII – Modelagem do pórtico associado de 8 andares a 0º.






100
Tabela 44 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico associado de 8 andares a 0º.

Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 18,14 54,42 1723,35 0,00148 2,55
2 6 21,57 129,43 1723,35 0,00353 6,08
3 9 23,87 214,86 1723,35 0,00545 9,39
4 12 25,65 307,84 1723,35 0,00710 12,24
5 15 27,13 406,88 1723,35 0,00844 14,55
6 18 28,39 511,03 1723,35 0,00945 16,29
7 21 29,51 619,62 1723,35 0,01012 17,44
8 24 15,25 366,09 1723,35 0,01045 18,01
Total 2610,18 Total 96,54


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
18 , 2610
54 , 96
1
1

= 1,038


4.4.15 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 8
andares,vento a 0º.

Fig. XLIX – Modelagem do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.






101
Tabela 45 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 1 do edifício de 8 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 5,44 16,33 731,1 0,00158 1,16
2 6 6,47 38,83 731,1 0,00364 2,66
3 9 7,16 64,46 731,1 0,00551 4,03
4 12 7,70 92,35 731,1 0,00711 5,20
5 15 8,14 122,06 731,1 0,00841 6,15
6 18 8,52 153,31 731,1 0,00939 6,87
7 21 8,85 185,89 731,1 0,01002 7,33
8 24 4,58 109,83 731,1 0,01032 7,54
Total 783,05 Total 40,93


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
05 . 783
93 . 40
1
1

= 1,055

4.4.16 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 8
andares, vento a 0º.


Fig. L – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º.





102

Tabela 46 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórticos 2 do edifício de 8 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 9,07 27,21 1188,36 0,00159 1,89
2 6 10,79 64,72 1188,36 0,00402 4,78
3 9 11,94 107,43 1188,36 0,00633 7,52
4 12 12,83 153,92 1188,36 0,00833 9,90
5 15 13,56 203,44 1188,36 0,00995 11,82
6 18 14,20 255,51 1188,36 0,01120 13,31
7 21 14,75 309,81 1188,36 0,01197 14,22
8 24 7,63 183,05 1188,36 0,01237 14,70
Total 1305,09 Total 78,15

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
09 , 1305
15 , 78
1
1

= 1,064


4.4.17 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 8
andares, vento a 0º.


Fig. LI – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0.




103
Tabela 47 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórticos 3 do edifício de 8 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 3,63 10,88 493,22 0,00127 0,63
2 6 4,31 25,89 493,22 0,00283 1,40
3 9 4,77 42,97 493,22 0,00424 2,09
4 12 5,13 61,57 493,22 0,00546 2,69
5 15 5,43 81,38 493,22 0,00644 3,18
6 18 5,68 102,21 493,22 0,00719 3,55
7 21 5,90 123,92 493,22 0,00768 3,79
8 24 3,05 73,22 493,22 0,00792 3,90
Total 522,04 Total 21,22


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
04 , 522
22 , 21
1
1

= 1,042

4.4.18 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados, vento a 0º.


Fig. LII – Modelagem do pórtico associado de 6 andares a 0º.
.





104

Tabela 48 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico associado de 6 andares a 0º.
.
Cálculo do coeficiente γz vento a 0º,edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (m) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 19,31 57,92 1723,35 0,00147 2,52
2 6 24,49 146,92 1723,35 0,00329 5,67
3 9 26,99 242,90 1723,35 0,00487 8,39
4 12 28,92 347,02 1723,35 0,00606 10,44
5 15 30,51 457,64 1723,35 0,00683 11,77
6 18 15,94 286,86 1723,35 0,00718 12,37
Total 1539,26 Total 51,17


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
26 , 1539
17 , 51
1
1

= 1,034

4.4.19 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 6
andares,vento a 0º.

Fig. LIII – Modelagem do pórtico 1do edifício de 6 andares a 0º.







105
Tabela 49 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 1 do edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 5,79 17,38 731,1 0,00130 0,95
2 6 6,84 41,04 731,1 0,00292 2,14
3 9 7,54 67,85 731,1 0,00430 3,14
4 12 8,08 96,94 731,1 0,00533 3,90
5 15 8,52 127,84 731,1 0,00599 4,38
6 18 4,45 80,14 731,1 0,00630 4,61
Total 431,19 Total 19,11

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
19 , 431
11 , 19
1
1

= 1,046



4.4.20 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 6
andares, vento a 0º.



Fig. LIV – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.





106
Tabela 50 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 2 do edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 9,65 28,96 1188,36 0,00171 2,03
2 6 13,09 78,51 1188,36 0,00404 4,80
3 9 14,42 129,81 1188,36 0,00604 7,18
4 12 15,45 185,45 1188,36 0,00755 8,97
5 15 16,30 244,57 1188,36 0,00853 10,14
6 18 8,52 153,30 1188,36 0,00898 10,67
Total 820,61 Total 43,79

γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
61 , 820
79 , 43
1
1

= 1,056

4.4.21 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 6
andares, vento a 0º.


Fig. LV – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.









107
Tabela 51 - Resumo dos cálculos de γ γγ γz para o pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.

Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 3 do edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 3,86 11,58 493,22 0,00136 0,67
2 6 4,56 27,36 493,22 0,00283 1,40
3 9 5,03 45,24 493,22 0,00399 1,97
4 12 5,39 64,63 493,22 0,00487 2,40
5 15 5,68 85,23 493,22 0,00543 2,68
6 18 2,97 53,42 493,22 0,00565 2,79
Total 287,46 Total 11,90


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
46 , 287
90 , 11
1
1

= 1,043

108


4.5 Análise dos efeitos de 2ª ordem
Aos resultados da análise de estabilidade global encontram-se na tabela e nos gráficos abaixo,
onde podemos observar que para o edifício de 10 pavimentos os efeitos de 2ª ordem foram
aproximadamente 9,9% dos efeitos de 1ª ordem no pórtico 3 com vento atuando a 0º. Já no
edifício de 8 pavimentos os efeitos de segunda ordem foram mais acentuados no pórtico 2 com
direção do vento a 90º, representando 9,3 % dos efeitos de 1ª ordem. O mesmo pórtico
apresentou no edifício de seis pavimentos efeitos de segunda ordem de 10,8 % em relação aos
efeitos de 1ª ordem, resultado este que surpreende a intuição que naturalmente nos levaria a
expectativa de que depois de adotados os mesmos procedimentos para análise dos edifícios o
edifício de mais pavimentos apresentaria efeitos de 2ª ordem mais elevados visto que a força do
vento tende a crescer ao longo da altura dos edifícios. Como os efeitos de 2ª ordem foram > 10%
dos esforços de 1 ordem a estrutura é classificada como uma estrutura de nós móveis e os efeitos
de segunda ordem globais devem ser considerados.

Tabela 52 – Resumo dos resultados do parâmetro de estabilidade global γ γγ γz.


Parâmetro de estabilidade global ϒ
Edifício 10 pavimentos 8 pavimentos 6 pavimentos
Pórtico associado (90º) 1,053 1,051 1,047
Pórtico 1 e 4 (90º) 1,058 1,048 1,041
Pórtico 2 e 3 (90º) 1,093 1,093 1,108
Pórtico associado (0º) 1,053 1,038 1,034
Pórtico 1 (0º) 1,056 1,055 1,046
Pórtico 2 (0º) 1,071 1,064 1,056
Pórtico 3 (0º) 1,099 1,042 1,043









109
Fig. LVI – Gráfico da variação do coeficiente γ γγ γz para o edifício de 10 pavimentos.

1
1,02
1,04
1,06
1,08
1,1
1,12
Pórtico associado
(90º)
Pórtico 1 (90º) Pórtico 2 (90º) Pórtico associado
(0º)
Pórtico 1 (0º) Pórtico 2 (0º) Pórtico 3 (0º)
Parâmetro de estabilidade global para o edifício de 10 pavimentos



Será adotada, então, uma Solução aproximada em análise não linear para a determinação dos
esforços globais de 2ª ordem no pórtico 2 com vento a 90º do edifício de 6 pavimentos,
consistindo na avaliação dos esforços finais (1ª ordem + 2ª ordem) pela multiplicação por 0,95 γz
dos esforços horizontais da combinação considerada.














110
Fig. LVII - Gráfico da variação do coeficiente γ γγ γz para o edifício de 8 pavimentos.
1,01
1,02
1,03
1,04
1,05
1,06
1,07
1,08
1,09
1,1
Pórtico associado
(90º)
Pórtico 1 (90º) Pórtico 2 (90º) Pórtico associado
(0º)
Pórtico 1 (0º) Pórtico 2 (0º) Pórtico 3 (0º)
Parâmetro de estabilidade global para o edifício de 8 pavimentos


Fig. LVIII - Gráfico da variação do coeficiente γ γγ γz para o edifício de 6 pavimentos.

0,98
1
1,02
1,04
1,06
1,08
1,1
1,12
Pórtico associado
(90º)
Pórtico 1 (90º) Pórtico 2 (90º) Pórtico associado
(0º)
Pórtico 1 (0º) Pórtico 2 (0º) Pórtico 3 (0º)
Parâmetro de estabilidade global para o edifício de 6 pavimentos

111

4.6 Análise não linear aproximada.

Seguindo-se o que a NBR6118 (2003, pg.94) descreve temos : 0,95 γz = 0,95. 1,108 =
1,053Multiplicando-se as forças do vento por esse valor obtemos a modelagem da figura abaixo.

Fig. LIX – Modelagem para análise não linear do pórtico 2 no edifício de 6 pavimentos.





Tabela 53 – Resumo dos cálculo para o coeficiente γ γγ γz na análise não linear.

Cálculo do coeficiente γz,análise não linear, vento a 90º,pórticos 2= pórtico 3,edifício de 6 pavimentos
Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot,d (KN.m) Fv (KN) δ (µ) ∆Mtotd (KN.m)
1 3 10,50 31,50 767,38 0,00534 4,10
2 6 12,40 74,40 767,38 0,01136 8,72
3 9 13,67 123,03 767,38 0,01635 12,55
4 12 14,65 175,80 767,38 0,02010 15,42
5 15 15,45 231,75 767,38 0,02250 17,27
6 18 8,17 147,06 767,38 0,02359 18,10
Total 783,54 Total 76,15
112


γz =
d tot
d tot
M
M
, , 1
,
1
1


=
54 , 783
15 , 76
1
1

= 1,108

Vê-se que os efeitos de segunda ordem finais são aproximadamente 10,8% dos efeitos de 1ª
ordem. como γz ≤1,3 não é necessário efetuar modificações na estrutura.




113


5. Considerações finais

O levantamento teórico conceitual fundante nesta pesquisa trouxe as principais peculiaridades
existentes de modelo estrutural de pórticos associados e pórticos planos isolados em um edifício
de concreto armado. As etapas identificadas desde a concepção estrutural passando pela definição
dos carregamentos, modelagem, avaliação e validação do Modelo, seguidos do pré-
dimensionamento até a análise de estabilidade global, permitiu melhor analisar os parâmetros de
estabilidade. Embora o dimensionamento e detalhamento da estrutura estejam inter-relacionados
as etapas descritas acima não se utilizaram. Pois não foram necessários para analise da
estabilidade global nem para a estimativa dos efeitos de segunda ordem. Segundo estudiosos o
modelo de pórticos planos surge como uma evolução do modelo de vigas contínuas onde são
consideradas as interações entre vigas e pilares através de barras situadas num mesmo plano. Essa
interação comporta o uso desse modelo para análise das ações horizontais. Pelo fato de ser um
modelo de fácil interpretação é muito utilizado para análise da estabilidade dos edifícios quando
se tem um programa de processamento de pórticos planos.
Observou-se que dentre os principais efeitos provocados pelo vento nas edificações está o
deslocamento horizontal dos nós dos pórticos que as estruturam, daí ser o vento uma das
principais ações que contribuem para o surgimento dos efeitos de 2ª ordem globais.
Considerando-se tanto os pórticos associados quanto os isolados e partindo-se de que o efeito do
vento foi considerado maior que o desaprumo nas edificações em estudo, verificou-se que os
mesmos continuam dentro dos limites pré-estabelecidos pela norma para deslocabilidade
horizontal, e os pilares não precisaram ser redimensionados.
Os procedimentos descritos na NBR 6118 para a consideração dos efeitos de 2ª ordem globais
foram determinados pelo parâmetro de estabilidade γz proposto pela NBR 6118. Constatou-se
durante este estudo que esse parâmetro tem sido utilizado com mais freqüência que o parâmetro
α pois o mesmo permite que se obtenha uma estima dos esforços de 2ª ordem globais finais de
114
maneira simplificada como foi feito no pórtico 2 com vento a 90º no edifício de 6 pavimentos.
Pode-se dizer que o parâmetro α está caindo em desuso.
Ao analisar a não linearidade física dos elementos (concreto e aço) observou-se por meio da
norma NBR 6118 que a mesma já deve ser questão, obrigatoriamente, considerada nos cálculos
de estabilidade. Nesta perspectiva verificou-se que a norma concretiza o fato por meio da redução
da rigidez dos elementos que compõe a estrutura.
O pré-dimensionamento dos elementos estruturais foi identificado como um dos primeiros
problemas que um engenheiro estrutural tem de enfrentar, visto que a seção dos elementos
estruturais depende dos esforços solicitantes que por sua vez só podem ser determinados a partir
de uma geometria inicial. Ou seja, um pré-dimensionamento bem feito evitará processos de
redimensionamento que podem ser necessários após as análises de deslocabilidade limite e
estabilidade global. Sua importância relaciona-se ao fato de serem os principais responsáveis por
conferirem rigidez à estrutura para enfrentar as ações horizontais. O processo aproximado das
áreas de influência utilizado para pré-dimensionamento dos pilares e o pré-dimensionamento de
lajes e vigas observando valores recomendados pela NBR6118(2003) e recomendações técnicas,
conduziu a resultados satisfatórios, pois não foi preciso redimensionar a estrutura.

115

6. CONCLUSÃO

A pesquisa cumpriu o seu papel na medida em que alcançou os objetivos propostos e trouxe o
embasamento necessário para responder a problemática levantada sobre o tema estabilidade
global dos edifícios de concreto armado e a avaliação dos efeitos de 2ª ordem. Constatou-se que o
parâmetro mais utilizado atualmente para essa análise é o γ
z ,
concebido pelos brasileiros Augusto
Franco Carlos de Vasconcelos e Mário Franco. Ele tem como vantagem permitir a avaliação dos
efeitos de 2º ordem globais a partir dos resultados de uma análise linear de 1ª ordem, soma-se a
isso a correlação que existe entre a parte decimal de γ
z
e a quantificação desses efeitos em relação
aos efeitos de primeira ordem.
Como resultado deste estudo a hipótese que norteou a pesquisa: A prática usual do modelo
estrutural de pórticos associados maximiza a estabilidade global de um edifício de concreto
armado quando diante de sistemas estruturais com pórticos planos isolados. Pode ser confirmada
como verdadeira para o edifício de 10 pavimentos, pois os casos mais extremos encontrados no
pórtico 2 a 90º com γz = 1,093 e pórtico 3 a 0º com γz = 1,099 foram maiores do que os dos
pórticos associados,ou seja os pórticos associados conferiram mais rigidez à estrutura.
No entanto, em relação aos edifícios de 8 e 6 pavimentos a hipótese não pode ser confirmada
como verdadeira pois para o pórtico 1 a 90º tivemos γz = 1,048 e γz = 1,041 respectivamente,
enquanto nos pórticos associados foram encontrados os seguintes valores γz = 1,051 e γz = 1,047.
Numa análise mais detalhada da tabela 58 ou dos gráficos que representam a variação de γz
observamos que esse fato pode estar relacionado à baixa rigidez do pórtico 2 a 90º pois em
ambos os edifícios eles apresentaram valores elevados, γz = 1,093 e γz = 1,108 respectivamente.

Na edificação de 6 pavimentos o pórtico 2 a 90º teve seus efeitos de segunda ordem maiores do
que 10% dos efeitos de 1ª ordem sendo, portanto uma estrutura de nós móveis; após a análise não
linear aproximada descrita na NBR6118 contatou-se que eles já representavam os efeitos de 2ª
116
ordem globais finais nesse pórtico.Embora esses efeitos tenham sido significativos não foi
necessário o redimensionamento dos pilares porque γz = 1,108 < 1,3.
Temos como apontamento das conseqüências geradas pelos resultados anteriormente
apresentados que se um dos pórticos possuírem rigidez muito menor em relação aos demais
pórticos que perfazem a estruturação do edifício, adotando-se o modelo de pórticos associados
onde a laje atua como um diafragma rígido redistribuindo os esforços horizontais entre os
pórticos, a instabilidade desse pórtico também se propagará para os demais influenciando de
maneira direta no resultado da análise de estabilidade global.
Visto que a rigidez dos pilares é determinada no lançamento estrutural, a inclusão desta etapa na
metodologia foi de fundamental importância para aproximar o resultado da pesquisa ao que
realmente ocorre nas analises de estabilidade efetuadas pelos engenheiros estruturais nos
escritórios de cálculo. Temos ainda que partindo-se do fato que os três edifícios são
metodologicamente equivalentes e as ações normais e do vento são maiores na edificação de 10
pavimentos, a intuição nos levaria a concepção de que os efeitos de segunda ordem seriam mais
acentuados na mesma.Entretanto esses efeitos foram maiores na edificação de 6 pavimentos
contrariando-se a intuição.
Sugere-se para novas pesquisas o estudo do parâmetro alfa, embora ele tenha menos utilidade
prática,pois não é possível se avaliar os efeitos de segunda ordem globais finais como o
parâmetro γz permiti, seria de grande valor teórico. Ele não foi considerado neste estudo devido à
limitação de tempo. Com a utilização de sistemas computacionais mais elaborados podem ser
realizados, também, os mesmos estudos comparando os modelos de pórticos planos associados
com o modelo de pórticos espaciais. Seria interessante realizar outros estudos nos quais seja feita
uma separação entre o peso próprio dos elementos estruturais e a carga acidental de maneira que
sejam geradas outras combinações de ação para os edifícios. Por último pode-se efetuar os
cálculos para avaliação entre a força do vento e o desaprumo de maneira a verificar qual provoca
maior momento na base da edificação.


117
7. REFERENCIAS

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.NBR 6118:
Projeto de estruturas de concreto – Procedimento.Rio de Janeiro,2003.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.NBR 6123:
Forças devidas ao vento em edificações.Rio de Janeiro,1988.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS.NBR 6120:
Cargas para o cálculo de estruturas de edificações.Rio de Janeiro,1980.

ALFREDO AZZI PITTA,JOÃO.Ações devidas ao vento em edificações.SÃO
CARLOS:EDUFSCar,2001.

BORGES,LUISIANA;NEGRINI FABIANO.Microsoft Word 2003 Básico e
Detalhado.SANTA CATARINA:Visual Books,2005.

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em estruturas de concreto armado.2009. 19 p Dissertação (Mestrado em estruturas e
construção civil) – Faculdade de tecnologia departamento de engenharia civil e
ambiental,Universidade de Brasília,Brasília,DF fevereiro 2009.

CHAMBERLAIN,ZACARIAS.Ações do vento em edificações.disponível em
<http://usuarios.upf.br/~zacarias/acoes_vento.pdf>.Acesso em agosto.2011.

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estruturas.Disponível em
<http://www.gdace.uem.br/romel/MDidatico/EstruturasConcretoII/Pilarnovissimo-
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DE ARAÚJO ROSA,WILLIAN.Concreto armado:Apostila sobre Pilares.disponível em
< http://www.profwillian.com/concreto/Pilares-de-Edificios_UFPR.pdf>.Acesso agosto 2011.

GIONGO,JOSÉ SAMUEL.Concreto armado:projeto estrutural de edifícios.Escola de
engenharia de São Carlos : Departamento de engenharia de estruturas-USP,2007.disponível em
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HENRIQUE NEUMANN,JOÃO.Estudo sobre o pré dimensionamento de pilares de concreto
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RS,2008.Disponível em <http://www.ufsm.br/engcivil/relatorios_TCC_I_2008.htm> Acesso
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118
MELGUES,JOSÉ LUIZ PINHEIRO.Estabilidade global:notas de aula.Universidade Estadual
Paulista-UNESP,2009.disponível em <http://www.dec.feis.unesp.br/melges/estab_global.pdf>.
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engenharia de São Carlos : Departamento de engenharia de estruturas-USP,2010. disponível em
<http://www.set.eesc.usp.br/mdidatico/concreto/Textos/s. >.Acesso em abr. 2011.

KIMURA,ALIO.Informática aplicada as estruturas de concreto armado:cálculo de edifícios
com o uso de sistemas computacionais.SÃO PAULO:PINI,2008.


SANTOS PINHEIRO,JOSÉ MAURÍCIO DOS.Da iniciação científica ao tcc uma abordagem
para os cursos de tecnologia.RIO DE JANEIRO:Ciência moderna,2010.


SILVA HAUCH,ANDERSON DA.Ánalise de estabilidade global de estruturas de concreto
armado.TCC-UNIVERSIDADE REGIONAL DO NOROESTE DO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL,IJUÍ-RS,2010.























119
APÊNDICE A – PLANTA DE FORMA DO PAVIMENTO TIPO.




120


APÊNDICE B – LINHAS DE INFLUÊNCIA DOS PILARES CENTRAIS.




121

APÊNDICE C – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES.





122
APÊNDICE D – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.





123
APÊNDICE E – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 6 ANDARES.



124
APENDICE F – VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES.

Tabela para pré-dimensionamento de pilares, edifício de 10 andares.
PILAR
Área de
influência (m2)
Coeficiente de excentricidade
de carga α
Área de concreto
calculada (cm2)
Menor lado
adotado (cm)
Maior lado calculado
(cm)
Dimensões
adotadas
Carga
(KN)
P1 7,92 2,5 1299,38 30,0 43,31 30 cm x 45 cm 2376,00
P2 12,87 2,2 1858,11 40,0 46,45 40 cm x 50 cm 3397,68
P3 5,34 2,5 876,09 30,0 29,20 30 cm x 30 cm 1602,00
P4 13,84 2,2 1998,15 40,0 49,95 40 cm x 50 cm 3653,76
P5 22,50 1,8 2657,81 45,0 59,06 45 cm x 60 cm 4860,00
P6 9,34 2,2 1348,46 30,0 45,00 30 cm x 45 cm 2465,76
P7 13,84 2,2 1998,15 40,0 49,95 40 cm x 50 cm 3653,76
P8 22,50 1,8 2657,81 45,0 59,06 45 cm x 60 cm 4860,00
P9 9,34 2,2 1348,46 30,0 44,95 30 cm x 45 cm 2465,76
P10 7,92 2,5 1299,38 30,0 43,31 30 cm x 45 cm 2376,00
P11 12,87 2,2 1858,11 40,0 46,45 40 cm x 50 cm 3397,68
P12 5,34 2,5 876,09 30,0 29,20 30 cm x 30 cm 1602,00




125
APENDICE G - VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.


Tabela para pré-dimensionamento de pilares, edifício de 8 andares.
PILAR
Área de
influência (m2)
Coeficiente de excentricidade
de carga α
Área calculada
(cm2)
Menor lado
adotado (cm)
Maior lado
calculado (cm)
Dimensões
adotadas
Carga
(KN)
P1 7,92 2,5 1039,50 25,0 41,58 25 cm x 45 cm 1900,80
P2 12,87 2,2 1486,49 30,0 49,55 30 cm x 50 cm 2718,14
P3 5,34 2,5 700,88 25,0 28,04 25 cm x 30 cm 1281,60
P4 13,84 2,2 1598,52 35,0 45,67 35 cm x 45 cm 2923,01
P5 22,50 1,8 2126,25 35,0 60,75 35 cm x 60 cm 3888,00
P6 9,34 2,2 1078,77 25,0 43,15 25 cm x 45 cm 1972,61
P7 13,84 2,2 1598,52 35,0 45,67 35 cm x 45 cm 2923,01
P8 22,50 1,8 2126,25 35,0 60,75 35 cm x 60 cm 3888,00
P9 9,34 2,2 1078,77 25,0 43,15 25 cm x 45 cm 1972,61
P10 7,92 2,5 1039,50 25,0 41,58 25 cm x 45 cm 1900,80
P11 12,87 2,2 1486,49 30,0 49,55 30 cm x 50 cm 2718,14
P12 5,34 2,5 700,88 25,0 28,04 25 cm x 30 cm 1281,60



126
APENDICE H - VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 6 ANDARES.


Tabela para pré-dimensionamento de pilares, edifício de 6 andares.
PILAR
Área de
influência (m2)
Coeficiente de excentricidade
de carga α
Área calculada
(cm2)
Menor lado
adotado (cm)
Maior lado
calculado (cm)
Dimensões
adotadas
Carga
(KN)
P1 7,92 2,5 779,63 20,0 38,98 20 cm x 40 cm 1425,60
P2 12,87 2,2 1114,86 25,0 44,59 25 cm x 45 cm 2038,61
P3 5,34 2,5 525,66 20,0 26,28 20 cm x 30 cm 961,20
P4 13,84 2,2 1198,89 25,0 47,96 25 cm x 50 cm 2192,26
P5 22,50 1,8 1594,69 30,0 53,16 30 cm x 55 cm 2916,00
P6 9,34 2,2 809,08 20,0 40,45 20 cm x 40 cm 1479,46
P7 13,84 2,2 1198,89 25,0 47,96 25 cm x 50 cm 2192,26
P8 22,50 1,8 1594,69 30,0 53,16 30 cm x 55 cm 2916,00
P9 9,34 2,2 809,08 20,0 40,45 20 cm x 40 cm 1479,46
P10 7,92 2,5 779,63 20,0 38,98 20 cm x 40 cm 1425,60
P11 12,87 2,2 1114,86 25,0 44,59 25 cm x 45 cm 2038,61
P12 5,34 2,5 525,66 20,0 26,28 20 cm x 30 cm 961,20



127

APENDICE I – DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS NOS PILARES POR ANDAR TIPO.

Parcela de carga absorvida por cada pilar no andar tipo considerado para os edifícios de 10/8/6 andares
Pilares P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12
Área de influência (m2) 7,92 12,87 5,34 13,84 22,50 9,34 13,84 22,50 9,34 7,92 12,87 5,34
Porcentagem da área total 6% 9% 4% 10% 16% 7% 10% 16% 7% 6% 9% 4%
Carga no pilar (KN) 95,04 154,43 64,08 166,07 269,99 112,07 166,07 269,99 112,07 95,04 154,43 64,08
Carga de projeto no pilar (KN) 133,05 216,20 89,71 232,50 377,98 156,90 232,50 377,98 156,90 133,05 216,20 89,71
Carga do pavimento tipo (KN) 1723,35











128

APENDICE J - RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES.


Efeito do vento a 90º no edifício de 10 andares
Pav Altura (m) S1 S2 S3 Vk (m/s) q (KN/m2) A1=A4 (m2) Fd (KN) A2=A3 (m2) Fd (KN) Ft (KN)
1 3,00 1,00 0,72 1,00 25,08 0,386 7,50 5,34 13,50 9,62 29,93
2 6,00 1,00 0,78 1,00 27,35 0,459 7,50 6,36 13,50 11,44 35,59
3 9,00 1,00 0,82 1,00 28,77 0,508 7,50 7,03 13,50 12,66 39,39
4 12,00 1,00 0,85 1,00 29,83 0,545 7,50 7,56 13,50 13,61 42,33
5 15,00 1,00 0,88 1,00 30,67 0,577 7,50 7,99 13,50 14,39 44,76
6 18,00 1,00 0,90 1,00 31,38 0,604 7,50 8,37 13,50 15,06 46,84
7 21,00 1,00 0,91 1,00 31,99 0,627 7,50 8,69 13,50 15,65 48,68
8 24,00 1,00 0,93 1,00 32,53 0,649 7,50 8,99 13,50 16,18 50,34
9 27,00 1,00 0,94 1,00 33,01 0,668 7,50 9,26 13,50 16,66 51,84
10 30,00 1,00 0,96 1,00 33,45 0,686 3,75 4,75 6,75 8,55 26,61





Efeito do vento a 0º graus no edifício de 10 andares
Pav Altura (m) S1 S2 S3 Vk (m/s) q (KN/m2) A1 (m2) Fd (KN) A2 (m2) Fd (KN) A2 (m2) Fd (KN) Ft (KN)
1 3,00 1,00 0,72 1,00 25,08 0,386 9,00 5,59 15,00 9,31 6,00 3,73 18,63
2 6,00 1,00 0,78 1,00 27,35 0,459 9,00 6,64 15,00 12,71 6,00 4,43 23,79
3 9,00 1,00 0,82 1,00 28,77 0,508 9,00 7,35 15,00 14,07 6,00 4,90 26,32
4 12,00 1,00 0,85 1,00 29,83 0,545 9,00 7,90 15,00 15,12 6,00 5,27 28,29
5 15,00 1,00 0,88 1,00 30,67 0,577 9,00 8,36 15,00 15,98 6,00 5,57 29,91
6 18,00 1,00 0,90 1,00 31,38 0,604 9,00 8,75 15,00 16,73 6,00 5,83 31,31
7 21,00 1,00 0,91 1,00 31,99 0,627 9,00 9,09 15,00 17,39 6,00 6,06 32,54
8 24,00 1,00 0,93 1,00 32,53 0,649 9,00 9,40 15,00 17,98 6,00 6,26 33,64
9 27,00 1,00 0,94 1,00 33,01 0,668 9,00 9,68 15,00 18,51 6,00 6,45 34,65
10 30,00 1,00 0,96 1,00 33,45 0,686 4,50 4,97 7,50 9,50 3,00 3,31 17,78

129



APENDICE K - RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.


Efeito do vento a 90º no edifício de 8 andares
Pav Altura (m) S1 S2 S3 Vk (m/s) q (KN/m2) A1=A4 (m2) Fd (KN) A2=A3 (m2) Fd (KN) Ft (KN)
1 3,00 1,00 0,72 1,00 25,08 0,386 7,50 5,26 13,50 9,47 29,48
2 6,00 1,00 0,78 1,00 27,35 0,459 7,50 6,26 13,50 11,27 35,05
3 9,00 1,00 0,82 1,00 28,77 0,508 7,50 6,93 13,50 12,47 38,79
4 12,00 1,00 0,85 1,00 29,83 0,545 7,50 7,44 13,50 13,40 41,69
5 15,00 1,00 0,88 1,00 30,67 0,577 7,50 7,87 13,50 14,17 44,08
6 18,00 1,00 0,90 1,00 31,38 0,604 7,50 8,24 13,50 14,83 46,13
7 21,00 1,00 0,91 1,00 31,99 0,627 7,50 8,56 13,50 15,41 47,95
8 24,00 1,00 0,93 1,00 32,53 0,649 3,75 4,43 6,75 7,97 24,79




Efeito do vento a 0º graus no edifício de 8 andares
Pav Altura (m) S1 S2 S3 Vk (m/s) q (KN/m2) A1 (m2) Fd (KN) A2 (m2) Fd (KN) A3 (m2) Fd (KN) Ft (KN)
1 3,00 1,00 0,72 1,00 25,08 0,386 9,00 5,44 15,00 9,07 6,00 3,63 18,14
2 6,00 1,00 0,78 1,00 27,35 0,459 9,00 6,47 15,00 10,79 6,00 4,31 21,57
3 9,00 1,00 0,82 1,00 28,77 0,508 9,00 7,16 15,00 11,94 6,00 4,77 23,87
4 12,00 1,00 0,85 1,00 29,83 0,545 9,00 7,70 15,00 12,83 6,00 5,13 25,65
5 15,00 1,00 0,88 1,00 30,67 0,577 9,00 8,14 15,00 13,56 6,00 5,43 27,13
6 18,00 1,00 0,90 1,00 31,38 0,604 9,00 8,52 15,00 14,20 6,00 5,68 28,39
7 21,00 1,00 0,91 1,00 31,99 0,627 9,00 8,85 15,00 14,75 6,00 5,90 29,51
8 24,00 1,00 0,93 1,00 32,53 0,649 4,50 4,58 7,50 7,63 3,00 3,05 15,25




130



APENDICE L - RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.



Efeito do vento a 90º no edifício de 6 andares
Pav Altura (m) S1 S2 S3 Vk (m/s) q (KN/m2) A1=A4 (m2) Fd (KN) A2=A3 (m2) Fd (KN) Ft (KN)
1 3,00 1,00 0,73 1,00 25,54 0,400 7,50 5,54 13,50 9,97 31,03
2 6,00 1,00 0,79 1,00 27,75 0,472 7,50 6,54 13,50 11,78 36,64
3 9,00 1,00 0,83 1,00 29,13 0,520 7,50 7,21 13,50 12,98 40,39
4 12,00 1,00 0,86 1,00 30,16 0,558 7,50 7,73 13,50 13,91 43,27
5 15,00 1,00 0,89 1,00 30,98 0,588 7,50 8,15 13,50 14,67 45,65
6 18,00 1,00 0,90 1,00 31,66 0,614 3,75 4,26 6,75 7,67 23,85




Efeito do vento a 0º graus no edifício de 6 andares
Pav Altura (m) S1 S2 S3 Vk (m/s) q (KN/m2) A1 (m2) Fd (KN) A2 (m2) Fd (KN) A3 (m2) Fd (KN) Ft (KN)
1 3,00 1,00 0,73 1,00 25,54 0,400 9,00 5,79 15,00 9,65 6,00 3,86 19,31
2 6,00 1,00 0,79 1,00 27,75 0,472 9,00 6,84 15,00 13,09 6,00 4,56 24,49
3 9,00 1,00 0,83 1,00 29,13 0,520 9,00 7,54 15,00 14,42 6,00 5,03 26,99
4 12,00 1,00 0,86 1,00 30,16 0,558 9,00 8,08 15,00 15,45 6,00 5,39 28,92
5 15,00 1,00 0,89 1,00 30,98 0,588 9,00 8,52 15,00 16,30 6,00 5,68 30,51
6 18,00 1,00 0,90 1,00 31,66 0,614 4,50 4,45 7,50 8,52 3,00 2,97 15,94

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, E ENGENHARIAS Curso de Engenharia civil

ESTABILIDADE ESTRUTURAL DE PÓRTICOS PLANOS ASSOCIADOS E ISOLADOS - EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM: UMA CONTRIBUIÇÃO A ENGENHARIA NACIONAL DIANTE DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS

Trabalho de final de curso elaborado pelo aluno Thiago Da Silva Nunes Correia submetido ao Centro Universitário Geraldo Di Biase Fundação Educacional Rosemar Pimentel como parte dos requisitos necessários para obtenção do grau de Engenheiro Civil, sob orientação do Professor Sérgio Ferreira De Menezes.

Nova Iguaçu, 2011

CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA, ENGENHARIAS Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Civil

ESTABILIDADE ESTRUTURAL DE PÓRTICOS PLANOS ASSOCIADOS E ISOLADOS - EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM: UMA CONTRIBUIÇÃO A ENGENHARIA NACIONAL DIANTE DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS
Autor: Thiago Da Silva Nunes Correia Orientador: Sérgio Ferreira de Menezes BANCA EXAMINADORA
_________________________________________________ Prof° DSc. Sergio Ferreira de Menezes – Engº- (UGB) CREA-RJ - nº 51.102D Presidente

_________________________________________________ Prof° MSc. Jorge José Avena - Eng°- (UGB) CREA-RJ – nº 29.509D Membro ___________________________________________________ Esp.Eng°Carlos Roberto Corrêa Junior - (PETROBRAS) CREA -RJ - nº 2006108200 _________________________________________________ Prof° MSc.José Guilherme Leitão Pinheiro – (UGB) CREA -RJ - nº 831056712D Membro Suplente Aprovado em ______ / _____ / _______

Nova Iguaçu, 2011

Dedico este trabalho a minha família. . pelo apoio e compreensão durante os momentos em que tiveram de abrir mão da minha atenção para que pudesse me dedicar aos meus estudos.

professor Sérgio Ferreira de Menezes pela atenção e dedicação prestadas durante a elaboração deste estudo e durante os anos de graduação. Agradeço ao coordenador do curso de engenharia civil do Centro Universitário Geraldo Di Biase.Agradeço aos meus pais por terem sempre me incentivados a me dedicar aos estudos e apesar das dificuldades terem investido em mim da melhor forma que puderam. Agradeço ao professor Ederli Marangon Pela confiança que me foi depositada e por ter me dado o embasamento teórico específico durante os anos de graduação para que a realização desse estudo fosse possível. Por fim agradeço a todos os professores e funcionários do UGB por terem me proporcionado as experiências que vivenciei durantes os anos de graduação. Agradeço ao meu orientador. . José Guilherme Leitão pinheiro por ter sempre me ajudado e me auxiliado quando a ele precisei recorrer.

A imaginação alcança o mundo todo. estimulando o progresso. O conhecimento é limitado. . dando à luz a evolução."A imaginação é mais importante que o conhecimento." ALBERT EISNTEIN.

constatou que os efeitos de 2ª ordem mais significativos ocorreram na edificação de 6 pavimentos. Além disso. o que contraria a intuição. Estabilidade global. sobretudo. Para tanto buscou-se efetuar o pré-dimensionamento dos pilares por meio do processo das áreas de influência. A análise dos dados obtidos. Verificou o estado limite último de deformação excessiva dos pórticos que compunham as estruturas. efeitos de 2ª ordem. entretanto a instabilidade muito grande de um dos pórticos isolados na direção considerada influenciou preponderantemente esse resultado. Neste sentido apresenta-se como de suma relevância seu estudo. . adotando o modelo matemático de pórticos planos isolados e pórticos planos associados. A esbeltez desses edifícios contribui para o aparecimento de esforços adicionais chamados de segunda ordem. ao verificar a estabilidade global buscando garantia na segurança em relação aos estados limites últimos e de serviço. verificou-se que o modelo de pórticos planos nem sempre maximiza o resultado da estabilidade global como previamente suposto. de acordo com o parâmetro γz descrito na NBR 6118. RESUMO Trabalho de Conclusão de Curso de Graduação em Engenharia Civil Thiago Da Silva Nunes Correia Observou-se no centro das grandes cidades a construção de muitos arranha-céus devido ao elevado preço dos terrenos. de três edifícios estruturados em concreto armado a partir de uma mesma planta de forma.CENTRO UNIVERSITÁRIO GERALDO DI BIASE FUNDAÇÃO EDUCACIONAL ROSEMAR PIMENTEL INSTITUTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA. O presente trabalho analisou a estabilidade global e a avaliação dos efeitos de 2ª ordem globais. ENGENHARIAS Estabilidade global de edifícios de concreto armado e os efeitos de segunda ordem: Estudo comparativo de modelo estrutural de pórtico plano associado e pórtico plano isolado. feita por meio de um referencial teórico. de forma que a análise de estabilidade global estivesse próxima do que acontece no dia a dia da engenharia estrutural. Palavras-chave: Estruturas concreto armado.

three buildings of reinforced concrete from the same plant so by adopting the mathematical model of isolated plane frames and associated plane frames. effects of 2nd order. It sought to pre-made design of the pillars of the most common form of which is the process areas of influence. The data analysis made by means of a theoretical framework.UNIVERSITY CENTER GERALDO DI BIASE EDUCATIONAL FOUNDATION ROSEMAR PIMENTEL INSTITUTE OF EXACT AND EARTH SCIENCES. such that the analysis of global stability was close to what happens on a daily basis of structural engineering. . Keywords: reinforced concrete structures. ABSTRACT Work Completion Undergraduate Civil Engineering Thiago Da Silva Nunes Correia It has been observed in the center of large cities the construction of many skyscrapers due to the high price of land. described on the main steps of structural analysis and performed a nonlinear analysis of 2nd order of the frames with 2nd order effects relevant. This work has made the analysis of global stability and assessment of the effects of global 2nd order. but the large instability of isolated frames on the direction considered mainly influenced this result. The slenderness of these buildings contributes to the appearance of additional effort called the second order. ENGINEERING Global stability of reinforced concrete buildings and the effects of second order: A comparative study of the structural model of associated plane frames and isolated plane frames. which is counterintuitive. Moreover. global stability. it was found that the model of plane frames do not always maximize the result of global stability as had been supposed. according to the parameter γz described in NBR 6118. So the global stability study gained prominence for guarantee of safety for ultimate limit states and service limit state. Found the ultimate limit state of excessive deformation of the structures that made up the frames. found that the effects of 2nd order more significant took place in the building of 6 floors.

.................. 31 Fig... 79 Fig........... XXXVIII – Modelagem do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º... XXXIV – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º........ ....... .. I ...............Rigidez do pilar equivalente........ III ............... 3) Edificação sujeita a instabilidade global. 44 Fig.................. XXXVII – Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º........... XXV – Deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.................. 69 Fig. XXVII – Deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º............................................ 76 Fig............................. 23 Fig....................... ............... XXXIX – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.......... .................................................................. VIII – Efeitos de 1ª e 2ª ordem.................................. 80 Fig.. 77 Fig................... 87 Fig.......... 46 Fig............................................. ........................ ..... 74 Fig........... 4) Instabilidade local em pilares inferiores. 71 Fig........... .......... 45 Fig................ V – Coeficiente de arrasto para edificações paralelepipédicas para vento de baixa turbulência. 75 Fig........... XXXIII – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º........................ 85 Fig.......... XXXI –Deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º.................... XXIV – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares 0º..................... XXIII – Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º........................ VI – Resumo dos principais modelos estruturais............ XXXVI – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º............... XXX – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º. II – Principal combinação utilizada no estado limite de serviço. 52 Fig................. 2) Estrutura vertical indeformada........................ ............................................................................. 70 Fig............ ........................... XV .................. 68 Fig............................ 89 Fig....... XII ..................... 72 Fig....................... 81 Fig.................... XXVI – Deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.........Modelo de pórticos planos associados. 67 ........ 62 Fig......................... IV Mapa utilizado para a obtenção da velocidade básica do vento.. XVII ............ 88 Fig.......................................... ............ XXII – Deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.........Efeitos de 2ª ordem localizados............ XXVIII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.... 47 Fig................................................... IX – 1) Perspectiva esquemática.......................................... XIV...... 37 Fig............ .................. XVI – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.. 65 Fig............... 90 .................................. ......................................Fig....... 73 Fig.. XI ...................LISTA DE FIGURAS Fig.......Diagramas de deformação do aço e do concreto....Etapas da análise estrutural.............. .. 78 Fig......... VII .............. X . 82 Fig... 36 Fig............................... ................................................ ................Imperfeições geométricas devido ao desaprumo das estruturas................. ......... .............momento final estrutura em análise de 2ª ordem.....Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º...Deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º.......... 49 Fig............ XX ....................................................................... XXI – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º..... .... XXXII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º...... 66 Fig........................... 39 Fig.........Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º............................................ XXIX – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º................ XIX – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º.... XXXV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º.... XIII ..................Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.......... 83 Fig... .... 29 Fig.......... 63 Fig......................... ..... 27 Fig................ XVIII – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares 90º........... ..... ...

................. L – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º............... LII – Modelagem do pórtico associado de 6 andares a 0º. 92 Fig.................. 97 Fig. 94 Fig.................................. XLI – Modelagem do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º.................. 95 Fig....................... LVI – Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 10 pavimentos.............................. XLIV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º....................................... 110 Fig.............. XLIII ...................... 96 Fig. 110 Fig....... XL – Modelagem do pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º. LIII – Modelagem do pórtico 1do edifício de 6 andares a 0º.. XLVIII – Modelagem do pórtico associado de 8 andares a 0º.........................Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º. 91 Fig.............................. ..Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 8 pavimentos.................. ..... 101 Fig.... 98 Fig........... XLVI – Modelagem do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º........ 111 ......................... .... ......... .................... LV – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º..................................... XLII – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º. XLV –Modelagem do pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º.... 102 Fig............. 109 Fig........... .. . 99 Fig......... LI – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0....... XLVII – Modelagem do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.................... 100 Fig....................................... LVIII .......... LVII ... XLIX – Modelagem do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.......... 105 Fig.... LIX – Modelagem para análise não linear do pórtico 2 no edifício de 6 pavimentos.. 106 Fig.............................. 104 Fig........ LIV – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º............. ..... 103 Fig................................... 93 Fig............................Fig........................................... .......................Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 6 pavimentos...........

Coeficientes de combinação das ações nos estados limites último e de serviço......................... 75 Tabela 22 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º........................................................................................................................................................................................................................ 80 Tabela 27 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º........................ 74 Tabela 21 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.................................................................Limites para os deslocamentos das estruturas................................................ 81 ........LISTA DE TABELAS Tabela 1...... 34 Tabela 6 – Fator S2................................................................................................ ................................................................................................................................ 52 Tabela 10 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no .............. ........... 73 Tabela 20 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares 0º.........................................................................................................Coeficientes de ponderação das ações no estado limite último................................... 79 Tabela 26 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º.. 72 Tabela 19 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade dos pórticos associado no edifício de 10 andares a 0º.............. 71 Tabela 18 – Resumo dos cálculo da deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º......... 26 Tabela 4 ......... ...................................... .................... .......................................................... 77 Tabela 24 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.............................................................................................................................................................. 35 Tabela 8 .....................Modelagens com pórtico espacial...................... .................................................................... 70 Tabela 17 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º..................Principais ações atuantes numa estrutura........................................ 68 Tabela 15 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º................................................................................ 76 Tabela 23 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 24 Tabela 2 ................ ..... ................. 66 Tabela 14 Resumo dos cálculos da deslocalidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.... 35 Tabela 7 – Valores mínimos do fator S3.............. 62 Tabela 11 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.................................... ....... 65 Tabela 13 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.......................... 64 Tabela 12 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício ...................... 26 Tabela 3 ............................................................................ 78 Tabela 25 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º......... 40 Tabela 9 – Correlação existente entre γz e os efeitos de 2ª ordem globais.......................................... 28 Tabela 5 – Parâmetros meteorológicos para o vento.................... 69 Tabela 16 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º...............................................................................

....Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º....... 84 Tabela 31 ....................... 96 Tabela 41 ............................... .Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º........... 93 Tabela 38 ...Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º..................................... 104 Tabela 49 .......... 97 Tabela 42 .Resumo dos cálculos de γz para o pórtico2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.........Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º........... .. 103 Tabela 48 ..............................Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de 8 andares 90º...Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado de 8 andares a 0º........Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º..... ... 87 Tabela 33 ....... 94 Tabela 39 ...Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado de 6 andares a 0º.............................. 99 Tabela 44 ..........................Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º.....Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado do edifício de 6 andares a ............... 108 Tabela 53 – Resumo dos cálculo para o coeficiente γz na análise não linear... 106 Tabela 51 .Tabela 28 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º........ 92 Tabela 37 ................................ 111 ........................... 95 Tabela 40 ........ .Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º..... 105 Tabela 50 .......Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º.... 88 Tabela 34 .. 86 Tabela 32 .....................Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.. 100 Tabela 45 ....... 102 Tabela 47 ..Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º........ 83 Tabela 30 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6. 90 Tabela 35 .. 98 Tabela 43 ......... 91 Tabela 36 ...Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de .........................Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º................Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º..Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º...Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º. 101 Tabela 46 . 107 Tabela 52 – Resumo dos resultados do parâmetro de estabilidade global γz................Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º....... 82 Tabela 29 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º....

....... .............................................RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES........................... ............................................................................................................................................... 119 APÊNDICE B – LINHAS DE INFLUÊNCIA DOS PILARES CENTRAIS.....................RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES..... 127 APENDICE J ........................................ 125 APENDICE H ..........RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES..... ........................................ 121 APÊNDICE D – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.................VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES........................................................................................................................... ............ .......................... .............................. .................. ..... 122 APÊNDICE E – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 6 ANDARES.......... 129 APENDICE L ..VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 6 ANDARES.................... ................. ..........................................APENDICE APÊNDICE A – PLANTA DE FORMA DO PAVIMENTO TIPO...................... 120 APÊNDICE C – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES.............................................. 128 APENDICE K ..................................... 123 APENDICE F – VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES.... 126 APENDICE I – DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS NOS PILARES POR ANDAR TIPO...................................... 124 APENDICE G ............................ .......... 130 ..

σ0.2%%: Tensão de compressão nas barras da armadura do pilar quando a deformação for de 0. . Fr: Fator de rajada para o vento. S1: fator topográfico terreno S2: fator rugosidade do terreno S3: fator estatístico relacionado segurança da edificação.2%. γz: Parâmetro de avaliação da estabilidade global descrito na NBR6118. εYd: Deformação específica de cálculo. ψi: Coeficientes de combinação das ações nos estados limites último e de serviço. Zg: Altura para determinação do efeito do vento. α: Parâmetro de avaliação da estabilidade global descrito na NBR6118. L0: É o vão teórico da viga. Nd: força de compressão de cálculo no pilar. Vo: Velocidade básica do vento. α: Parâmetro que leva em conta a excentricidade dos pilares.LISTA DE SÍMBOLOS γf: Coeficientes de ponderação das ações no estado limite último. Eci: Módulo de elasticidade do concreto. Vk: Velocidade básica do vento. N: Número de pavimentos do edifício. ρ: taxa de armadura longitudinal adotada para o pilar.

d: Produto das forças verticais pelos deslocamentos dos respectivos pontos de aplicação. q: Pressão dinâmica do vento. M1tot. d: Momento de tombamento ∆Mtot.Nd: Força de compressão de cálculo nos pilares. δhi: Deslocabilidade horizontal dos pórticos. .

.58 4..........................10 Não linearidade geométrica e não linearidade física..............1 Forças estáticas devidas ao vento .......................................................................................................1 Pré-dimensionamento dos pilares...................................... 35 2.......................3 Pilares centrais do edifício de 8 pavimentos................................................................................ 53 3.................................2 Fator topográfico S1 ........ ...4 Interpretação e análise dos dados.... 48 2..........4 Fator estatístico (S3)..... ...........................................4...............1 O Tipo de Pesquisa .............................................................................13............2 Fator S3 e coeficientes de arrasto.............. 54 4.............1 Parâmetro de instabilidade α............................................................. 46 2........................................................................... ...................... 20 1...........................................................2 Pilares centrais do edifício de 10 pavimentos................................ 53 3....4 Pilares centrais do edifício de 6 pavimentos............. 30 2.........................................................3 Pressão dinâmica do vento e força de arrasto...............................................1 Tema Da Pesquisa ....................9 Efeitos de segunda ordem globais................................................................. 30 2.......... 56 4............ 59 4.......................................................................................11 Estrutura de nós fixos e de nós móveis............ 25 2.................................................................... ........19 1.................................................... 45 2...........1.............................................13.....................................2 Planejamento da pesquisa....................................................... 60 4....4 Objetivos específicos..................4 FORÇA DO VENTO ......................13 PROCEDIMENTOS APROXIMADOS PARA ANÁLISE DE ESTABILIDADE GLOBAL DESCRITOS NA NBR 6118 ........................1........................................SUMÁRIO 1.........................................................................................................................3 Amostra e procedimento de coleta de dados..........2.............................................. 57 4.................................... 50 3.. 21 2.........4..................... 24 2........................2.........23 2.......... 43 2............................ 37 2................................................6 PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES................................................ REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ..............................................................................4............ ......................2 Delimitação Do Tema...................... 41 2................................................................... 55 4............................12 Estruturas de contraventamento e estruturas contraventadas........1..5 Modelagem ................... locais e localizados............................................3 Fator rugosidade do terreno (S2) ....................................................... 62 . ................................................................ 21 1.................... 43 2.......... INTRODUÇÃO .................... .........................................55 4...... 47 2................................................. ..............8 OS EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM .........................................................................1 Fator S2 ........................................................... 20 1.................. 53 3................... .................. 58 4......7 ESTABILIDADE GLOBAL ............................................................................ 56 4.................... . ..............1 Concepção estrutural ....5 Justificativa........... ................................................................................................................................2 Determinação das Ações do vento..........................................1..............53 3..............................1............................................................................................................ 32 2.............................. 55 4.............. 20 1.................5 Parcela de carga absorvida por cada pilar no andar tipo...............................................................................3 Deslocabilidade horizontal limite.............3 Objetivo geral .................................2 Definição de carregamento...................................................................1...2..........2 Parâmetro de instabilidade γz..... RESULTADOS .... 32 2......................... 48 2. ..............................................................................................3 Valores característicos: buscando base para ações de cálculo .......... 24 2.... METODOLOGIA...................................................1............................4.......................... 47 2..................................................................................................

...............................combinação freqüente de ações e vento a 90º................................3.. 73 4..combinação freqüente de ações e vento a 0º..P2........................ ................P9 no edifício de 8 andares...P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10... 69 4.....................................................P11.....................combinação freqüente de ações e vento a 90º..........13. combinação freqüente de ações e direção do vento a 90º......... 67 4....3...........3. 71 4..combinação freqüente de ações e vento a 0º.................................P5............. .............P8..........P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.combinação freqüente de ações e vento a 0º...................combinação freqüente de ações e vento a 90º... ..........P5........3.......9 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.. ........................P2.....3................ 64 4...P5.........P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7..combinação freqüente de ações e vento a 0º....8 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 10 andares com pórticos planos associados ....13........combinação freqüente de ações e vento a 0º................combinação freqüente de ações e vento a 0º.........................P11............. 66 4..6 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4....combinação freqüente de ações e vento a 90º.......3.......3............P2....................7 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7P10 do edifício de 6 andares .................combinação freqüente de ações e vento a 90º.........14 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8P11 do edifício de 8 andares ...14 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos planos associados .............P11.......P12 no edifício de 10 andares........................ ............................P12 no edifício de 8 andares....13 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9P12 no edifício de 10 andares ... 70 4................3. 76 4................3...... 81 4..4....8 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1........................... 78 4.......P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.....3............ 72 4...............15 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7P10 do edifício de 8 andares ......8 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8P11 do edifício de 6 andares ....................................... combinação freqüente de ações e vento a 90º.3....... 75 4...1 – Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico associado de 10 andares.P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.6 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos planos associados......................................5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9P12 do edifício de 8 andares ...... 68 4....12 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8P11 no edifício de 10 andares............ 82 ...............4 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos planos associados...3....5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1...........P12 no edifício de 6 andares.......P9 no edifício de 6 andares. 74 4.combinação freqüente de ações e vento a 0º........................................3.....................13... 63 4........combinação freqüente de ações e vento a 0º.................... 62 4.2 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1...............11 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7P10 no edifício de 10 andares... . 77 4.................. 80 4.......................P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.combinação freqüente de ações e vento a 0º..combinação freqüente de ações e vento a 90º.combinação freqüente de ações e vento a 0º.....................3 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.......P8..............combinação freqüente de ações e vento a 0º. ...3.......................................... ... 79 4........ .P8.....combinação freqüente de ações e vento a 90º........................3.3................ ........P9 no edifício de 10 andares.......7 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos planos associados......................13....

.............. 93 4....vento a 90º.................. Considerações finais . vento a 0º.......P2.vento a 90º.........................4....................4 Estabilidade global .13....................................................... 90 4................................................................. 83 4..............................................12 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 10 andares.....vento a 90º.1 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados........................4............... ........................................16 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 8 andares.P5............ 87 4........... 103 4.. 105 4..3 Estabilidade global do Pórtico 2 formado pelos pilares P4. vento a 0º..... 98 4..................P12 no edifício de 10 andares..... 89 4.........................P12 no edifício de 8 andares.........8 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1...........15 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 8 andares. ............... ............. 88 4..........P5........................... 95 4............ 97 4............4...... vento a 0º...........................20 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 6 andares. ....................P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10...... .......................... vento a 0º.....................6 Análise não linear aproximada...................113 6.. .......... vento a 0º...........................combinação freqüente de ações e vento a 0º......................4.........vento a 90º........4...13 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 10 andares......................................... ................... CONCLUSÃO.... 85 4............ 85 4..... 96 4.... .P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7..... .............................. 102 4........................................ .P8.................... vento a 0º.....................14 Estabilidade global edifício de 8 andares pórticos associados........................vento a 0º. 100 4.......4........... ........................... ......... ........vento a 90º...... ..........................4..... vento a 0º..P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.................. 108 4.......vento a 0º....P11.................................4.......P9 no edifício de 6 andares.P2................... 99 4..........P8........................ ...............4 Estabilidade global do edifício de 8 andares pórticos associados............................. 94 4.........4...7 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados..6 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.........................P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7...vento a 0º..........P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.....vento 90º.......18 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados.........................................5 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1.... .......................vento a 90º........................................................................4..............4........4.P5......... REFERENCIAS .............................. 91 4... vento a 0º....4...............................................................................vento a 0º..4... .......................................P2...............................4............... ......2 Estabilidade global do Pórtico 1 formado pelos pilares P1...........................................4................4... 104 4.P11..................................17 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 8 andares...... 106 4....................4.....................115 7...................P12 no edifício de 6 andares.......4.................. 111 5..... 92 4..............................10 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados......................9 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9P12 do edifício de 6 andares ...P9 no edifício de 10 andares.................117 .......11 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 10 andares.........................P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10... ...........................9 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4....5 Análise dos efeitos de 2ª ordem........19 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 6 andares....P9 no edifício de 8 andares.....21 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 6 andares....P11....................... vento a 0º...........................4......4................vento a 90º......P8........... 101 4............4............

acarretando o surgimento de efeitos de segunda ordem em vigas e pilares. sobretudo na engenharia estrutural. Aliado a isso. Por análise de estabilidade global das estruturas entende-se um pré-processamento efetuado após o lançamento dos elementos estruturais que resistirão as ações verticais e horizontais da edificação. o concreto trabalha fissurado afetando de forma direta a rigidez da estrutura. Dessa forma questões como a análise de estabilidade global das estruturas deve ser mais bem estudada para garantia da segurança das edificações e seu pleno desempenho em serviço. Esse pré-processamento permite avaliar se a estrutura adotada prescindi da consideração dos efeitos de 2ª ordem globais. quantificando esses efeitos. permitindo assim um avanço em diversas áreas. . onde a escassez de terrenos tem provocado um elevado custo de aquisição. leva a soluções de edificações cada vez mais altas e conseqüentemente esbeltas. Outra parcela dos efeitos de segunda ordem é devido ao material concreto armado que tem um diagrama de tensão deformação com comportamento não linear o que implica numa variação do módulo de elasticidade com o aumento do carregamento.19 1. INTRODUÇÃO Na atualidade o mundo tem passado por um avanço acelerado em novas tecnologias o que aumentou a capacidade de processamento dos computadores e criou novos equipamentos para serem usados em pesquisas. Segundo Giongo (2007) a atuação simultânea de ações verticais e horizontais numa estrutura de concreto armado provoca deslocamento nos nós da estrutura fazendo com que o equilíbrio seja estabelecido numa posição deslocada. o que implica na alteração da estrutura lançada se os efeitos de 2ª ordem forem elevados. A aplicabilidade disso no centro das grandes cidades.devido a sua baixa resistência a tração. Esses deslocamentos caracterizam a não linearidade geométrica da estrutura.Esse comportamento do concreto relacionado a fissuração é denominado não linearidade física.

1. As Combinações de ações.20 1. Dentre as variáveis identificadas observamos: Os Parâmetros de estabilidade global definidos na NBR6118. . O modelo estrutural e a Deslocabilidade horizontal limite dos edifícios. definidos na NBR6118.1 Tema Da Pesquisa Estudo sobre a estabilidade global de edifícios de concreto armado e os efeitos de segunda ordem. em um edifício de concreto armado? Os pressupostos teóricos conceituais amadurecidos durante todo o tempo antes do início do desenvolvimento ofereceram como hipótese: “A prática usual do modelo estrutural de pórticos associados maximiza a estabilidade global de um edifício de concreto armado quando diante de sistemas estruturais com pórticos planos isolados”. A não linearidade física e não linearidade geométrica. a partir do modelo estrutural de pórticos associados e pórtico plano isolado.3 Objetivo geral Analisar os parâmetros de estabilidade global de um edifício de concreto armado. O efeito do vento.2 Delimitação Do Tema Análise de estabilidade global de estruturas de concreto armado com foco no seguinte problema: Em que medida o modelo estrutural de pórticos associados influencia no resultado analítico de estabilidade global e os efeitos de segunda ordem. 1. quando comparado com pórticos planos isolados.

através de pesquisas tem-se conseguido o aumento da resistência a compressão do concreto. Analisar a não linearidade física como descrito na NBR6118. em um edifício de concreto armado. • • • Avaliar a deslocabilidade horizontal dos edifícios em estudo. 1. Além disso. • Identificar as bases fundantes do pré-dimensionamento de pilares.21 1. . Resulta então a importância da análise de estabilidade global dos edifícios e a avaliação dos seus efeitos de segunda ordem para garantir por meio de um o modelo estrutural adequado usado para descrever o comportamento do edifício a segurança quanto os estados limites de ruína ou estados limites de serviço.4 Objetivos específicos • Levantar na literatura as principais peculiaridades de estabilidade existentes de modelo estrutural de pórticos associados e pórticos planos isolados. • Conhecer os principais efeitos provocados pelo vento na edificação de acordo com a NBR 6123. Com formas e concepções arquitetônicas ousadas. Conhecer os efeitos de segunda ordem em procedimentos adotados pela NBR 6118.5 Justificativa O estudo da estabilidade global das edificações é um assunto que terá relevância crescente na atualidade. vigas e lajes do edifício e seu lançamento estrutural. pois as mesmas estão cada vez mais altas e esbeltas. trazendo como conseqüência a redução das seções dos elementos estruturais.

22 Tendo-se em vista que esse assunto é abordado de maneira muito superficial durante a graduação. autor desse estudo. . com particular interesse pela temática em questão empreendeu o presente trabalho para concatenar os conhecimentos aprendidos no curso de graduação e aplicá-los nesta área.

23 2. onde se buscou analisar os parâmetros de estabilidade global de um edifício de concreto armado. Nesta perspectiva. obtém-se resposta da estrutura perante as ações que lhe são impostas. KIMURA (2008) descreve que é por meio dela que analisamos os deslocamentos e esforços solicitantes nos pilares. I .Etapas da análise estrutural. Esquematizamos abaixo as principais etapas de uma análise estrutural: Fig. REVISÃO BIBLIOGRÁFICA Apresentamos neste capitulo as bases teóricas e conceituais que fundamentaram este estudo. A análise de estabilidade global faz parte de uma das etapas do que se denomina análise estrutural. Importante frisar que o foco principal se deve ao modelo estrutural de pórticos planos associados e pórtico plano isolado. vigas e lajes de um edifício. . Ou seja.

Nesta mesma direção classificam-se as ações segundo a sua variabilidade no tempo. Temos como exemplificação o quadro abaixo.Principais ações atuantes numa estrutura. Estruturas metálicas. buscamos definir que ação é aquilo que causa o aparecimento de esforços e deformações numa estrutura. 2.2 Definição de carregamento Conforme a NBR6118(2003). Tabela 1. em permanente (ocorrem com valores praticamente constantes durante toda a vida da edificação). Estruturas de concreto protendido. variáveis (ocorrem com variações significativas em torno de sua média durante a vida útil da construção) e excepcionais (são as que surgem de situações excepcionais de carregamento). impacto e centrifugas Atritos em aparelhos de apoio Pressão do vento Choque de veículos Incêndios Empuxo hidrostático Enchentes ou sismos . Ações atuantes nas estruturas Ações permanentes diretas Peso próprio da estrutura Equipamentos fixos Empuxos de terra Ações permanentes indiretas Retração do concreto Fluência do concreto Deslocamentos de apoio Imperfeições geométricas Ações variáveis. As concepções estruturais mais usadas no Brasil atualmente são: Estruturas de concreto armado. Alvenaria estrutural e algumas combinações das concepções acima citadas. Ações excepcionais Explosões Cargas acidentais Forças de frenagem. Neste trabalho a concepção estrutural adotada foi estrutura de concreto armado. segurança e conforto.1 Concepção estrutural Na concepção estrutural é escolhido o tipo de estrutura que atendendo aos requisitos de viabilidade técnica-econômica. resistirá às ações impostas ao edifício.24 2.

respectivamente. Outra conceituação importante é o carregamento. conforto do usuário e sobretudo sua condição funcional. durante um período preestabelecido. levando-se em conta os possíveis estados limites últimos e os de serviço”.” Do exposto acima vê-se que para definição de um carregamento deve-se transformar os valores característicos das ações em representativos. Obtido pela combinação das ações que têm probabilidades não desprezíveis de atuarem simultaneamente sobre a estrutura. a atuação simultânea das ações assim como.3 Valores característicos: buscando base para ações de cálculo As ações são representadas pelos valores característicos (Fk) os quais estão associados a uma probabilidade prefixada de 5 % de serem ultrapassados durante a vida útil da construção.γf3 Considera as aproximações de projeto Considera a simultaneidade das ações Considera a variabilidade das ações .γf2. Essa transformação é feita multiplicando-se estes valores por coeficientes de ponderação das ações (γf) os quais levam em conta as aproximações de projeto. sua variabilidade. “A combinação das ações deve ser feita de forma que possam ser determinados os efeitos mais desfavoráveis para a estrutura. Nesta mesma direção a NBR 6118 (2003. Assim sendo relacionamos o estado limite último ao colapso ou uma forma de ruína que cause a paralisação total ou parcial do uso da estrutura. a verificação da segurança em relação aos estados limites últimos e aos estados limites de serviço deve ser realizada em função de combinações últimas e combinações de serviço. γf = γf1.pg. ou seja.25 2. Por outro lado o estado limite de serviço relacionado à durabilidade da estrutura.51) contribui ao afirmar que “Na análise estrutural deve ser considerada a influência de todas as ações que possam produzir efeitos significativos para a segurança da estrutura em exame.

Fonte: Extraído da NBR 6118(2003.59).Coeficientes de combinação das ações nos estados limites último e de serviço. Tabela 3 .26 Tabela 2 . Fonte: Tabela extraída da NBR 6118(2003. pg.59).Coeficientes de ponderação das ações no estado limite último. . pg.

Fig.II. Fh. II – Principal combinação utilizada no estado limite de serviço. A limitação desses deslocamentos previne patologias como fissuras nas alvenarias.4. Fvento com Ψ1 = 0. e só foi considerado o vento como ação variável atuando significativamente na estrutura.75) ressalta que a combinação última mais usual em concreto armado é a combinação normal definida pela fórmula da Fig. Nesta proposição teremos: Fd = 1. Neste trabalho essa será a combinação de ações utilizada para verificação do estado limite último sendo que para simplificação dos cálculos não foi feita distinção entre as cargas permanentes diretas e indiretas.27 KIMURA (2008. pg.75). tot ≤ O deslocamento entre pavimentos consecutivos está limitado a: δhi+1 -δhi ≤ hi 850 . ser = Ψ1.Fq Quanto à combinação de ações do estado limite último mais utilizada encontramos a combinação quase freqüente empregada para verificação dos deslocamentos horizontais laterais limites nas edificações. Fonte: Imagem adaptada de KIMURA (2008.3 H 1700 O deslocamento total do edifício está limitado a: δh. tanto quanto é um limite mínimo para a rigidez das estruturas.Fgk + 1. pg.4.

p.54) recomenda:“O desaprumo não deve necessariamente ser superposto ao carregamento de vento.representa a altura total da edificação e Hi.” Devido à impossibilidade de se construir um edifício exatamente no prumo. Fonte: Parte De tabela extraída da NBR 6118(2003. pg70). surge um deslocamento na base da edificação observado na figura abaixo: . deve ser considerado apenas o mais desfavorável. Nessa verificação considera-se somente a atuação das forças horizontais. vento e desaprumo. Na tabela acima temos que: H.o desnível entre dois pavimentos vizinhos. É oportuno aqui ressaltar que a NBR 6118(2003. que pode ser definido através do que provoca o maior momento total na base de construção. Entre os dois.28 Tabela 4 .Limites para os deslocamentos das estruturas.

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Fig. III - Imperfeições geométricas devido ao desaprumo das estruturas.

Fonte: Extraído da NBR6118(2003, pg.54).

Sob a ação das forças verticais aparecem momentos na base da edificação, os quais podem ser transformados em forças horizontais equivalentes, logo o critério recomendado pela NBR6118 é escolher entre a força do vento e a força horizontal equivalente aquela que for maior. Neste trabalho devido à limitação de tempo não será feita essa comparação. Considerou-se a força do vento como sendo maior que a força horizontal equivalente.

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2.4 FORÇA DO VENTO

Definida a força do vento como a ação horizontal principal, precisamos determiná-la por meio da NBR 6123 conforme recomenda a NBR6118(2003, pg.51 ). CHAMBERLAIN afirma que O vento é causado por diferenças de temperatura de massas de ar na atmosfera e ele não representa um problema em construções baixas e pesadas com paredes grossas, porém nas estruturas esbeltas torna-se uma das ações mais importantes a serem determinadas.
2.4.1 Forças estáticas devidas ao vento

De acordo com A NBR 6123(1988) as forças estáticas devidas ao vento são determinadas do seguinte modo: a) A velocidade básica do vento, Vo, adequada ao local onde a estrutura será construída, é retirada do mapa das isopletas, o qual foi elaborado a partir de dados experimentais, obtidos de equipamentos e procedimentos normatizados, com medidas da velocidade do vento em terreno plano, numa localidade de campo aberto e sem obstruções a 10 m de altura. Após tratamento estatístico com probabilidade fixada de 63% de ser excedida, pelo menos uma vez a cada 50 anos.

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Fig. IV Mapa utilizado para a obtenção da velocidade básica do vento.

Fonte: Mapa das isopletas NBR6123(1988, pg.6).

b) A velocidade básica do vento é multiplicada pelos fatores S1, S2 e S3 para ser obtida a velocidade característica do vento, Vk, para a parte da edificação em consideração. Vk = Vo. S1. S2. S3 Onde: (S1) é o fator topográfico; (S2) é o fator rugosidade do terreno e (S3) o fator estatístico.

pg.2 Fator topográfico S1 O fator topográfico S1 leva em consideração as variações do relevo do terreno onde será realizada a construção. Categoria II: Terrenos abertos em nível ou aproximadamente em nível. item 5.0.2) “O fator S2 considera o efeito combinado da rugosidade do terreno. tais como árvores e edificações baixas.5) c) Vales protegidos: S1 = 0. . com mais de 5 km de extensão. a diferença de nível entre a base e o topo do talude ou morro e inclinação média do talude ou encosta do morro. com poucos obstáculos isolados.32 2. b) Taludes e morros.1.4. como exemplos:Zonas costeira.” A rugosidade do terreno se divide em cinco categorias: Categoria 1: Superfícies lisas de grandes dimensões. da variação da velocidade do vento com a altura acima do terreno e das dimensões da edificação ou parte da edificação em consideração. 2.campos de aviação e fazendas sem sebes ou muros. lagos e pântanos sem vegetação. Como exemplo tem mares.9.1. Ver NBR6123(1988. medida na direção e sentido do vento incidente.3 Fator rugosidade do terreno (S2) De acordo com a NBR 6123(1988.4. Ele é determinado do seguinte modo: a) Terreno plano ou quase plano: S1 = 1. Neste caso o valor de S1 depende de algumas variáveis como: a altura medida a partir da superfície do terreno no ponto considerado.

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Categoria III: Terrenos planos ou ondulados com obstáculos, tais como sebes e muros, poucos quebra-ventos de árvores, edificações baixas e esparsas. Exemplos: granjas, fazendas e edificações com considerável distância do centro. Categoria IV: Terrenos cobertos por obstáculos numerosos e pouco espaçados, em zona florestal, industrial ou urbanizada. Exemplos: cidades pequenas e seus arredores, subúrbios densamente construídos de grandes cidades e áreas industriais plena ou parcialmente desenvolvidas.

Categoria V: Terrenos cobertos por obstáculos numerosos, grandes, altos e pouco espaçados. Exemplo: centros de grandes cidades e complexos industriais bem desenvolvidos. Outro parâmetro que entre na determinação do fator S2 é são as dimensões das edificações, pois como a velocidade do vento varia continuamente, e seu valor é determinado por uma média. consta na NBR6123(1988,5.3.2) o intervalo mais curto das medidas usuais de (3 s) corresponde a rajadas cujas dimensões envolvem convenientemente obstáculos de até 20 m na direção do vento médio.Por causa dessa consideração as edificações foram agrupadas em classes: Classe A: Toda edificação na qual a maior dimensão horizontal ou vertical não exceda 20 m. Classe B: Toda edificação ou parte de edificação para a qual a maior dimensão horizontal ou vertical da superfície frontal esteja entre 20 m e 50 m. Classe C: Toda edificação ou parte de edificação para a qual a maior dimensão horizontal ou vertical da superfície frontal exceda 50 m. Após a definição da categoria e classe da edificação o fator S2 segundo a variação de altura da edificação pode ser obtido pela fórmula abaixo:

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S2 = b.Fr. (z/10).p Os parâmetros meteorológicos b, p e Fr são tirados da tabela abaixo, sendo que o fator de rajada Fr deve ser sempre corresponder à categoria II. Ou como alternativa pode ser interpolado com os dados da tabela 5.

Tabela 5 – Parâmetros meteorológicos para o vento.

Fonte: Extraído da NBR6123(1988, pg.9).

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Tabela 6 – Fator S2.

Fonte: Extraído da NBR6123(1988, pg.10). 2.4.1.4 Fator estatístico (S3)

O fator S3 é baseado em conceitos estatísticos, considera o grau de segurança requerido, a vida útil da edificação seu valor pode ser obtido na tabela abaixo.
Tabela 7 – Valores mínimos do fator S3.

Fonte: Extraído da NBR 6123(1988, pg.10).

pg20).613 Vk 2 sendo (unidades SI): q em N/m 2 e Vk em m/s. Ela é obtida pela soma vetorial das forças que aí atuam. Fonte: Extraído da NBR 6123(1988.36 c) A velocidade característica do vento permite determinar a pressão dinâmica de obstrução pela expressão: q =0. .Para a análise de estabilidade global interessa a força global do vento sobre a edificação ou parte dela. ver tabela abaixo. Fig. é expressa por: Fa= Ca q Ae Ca = coeficiente de arrasto (coeficiente de força) Ae = área frontal efetiva O coeficiente de arrasto é tabelado para edificações paralelepipédicas pela NBR6123(1988). V – Coeficiente de arrasto para edificações paralelepipédicas para vento de baixa turbulência. A força global na direção do vento (Fa).

VI – Resumo dos principais modelos estruturais.26) “O modelo mecânico engloba todas as idealizações adotadas pelo engenheiro e se expressa por um conjunto de relações que interligam as variáveis importantes do fenômeno em estudo”. como pode ser encontrado em GIONGO (2007.37 2. a determinação de esforços e deslocamentos de uma estrutura. p. um modelo que simule o comportamento do edifício real e permita a quantificação da resposta do edifício sob a combinação de ações considerada.5 Modelagem Para que a análise estrutural alcance seus objetivos. É preciso que seja adotada uma formulação matemática. pg. ou seja. Também chamado de modelo mecânico. Fonte: Retirado de KIMURA(2008. .127). Fig.

ver WILLIAN apostila sobre pilares.ele não é capaz de apreender as ações horizontais geradas pelo efeito do vento nas edificações. Embora esse modelo sirva para a avaliação e a validação de modelos mais complexos pois seus cálculos podem ser feitos manualmente. o que torna mais complicado entendê-lo e configurá-lo. As áreas de influência estão baseadas na teoria das linhas de ruptura das lajes onde se define que essas linhas partem de 45º entre dois lados engastados da laje o que acarreta uma semelhança entre as áreas de influência e a divisão de águas de um telhado de quatro águas como pode ser conferido na figura acima. duas translações e uma rotação.127) apresenta um resumo dos principais modelos estruturais.P. Os esforços nas vigas são analisados pelo modelo de viga contínua. Essa interação entre vigas e pilares comporta o uso desse modelo para análise das ações horizontais. ou seja. quanto mais complexo é o modelo mais complexa é a teoria matemática usada para descrevê-lo. O primeiro modelo faz uma análise sem interação entre lajes. permitindo-se obter as solicitações em vigas e pilares. Pela simplicidade na análise dos resultados vê-se que esse é um modelo muito encontrado na bibliografia para análise de estabilidade global quando dispomos de um programa de pórticos bidimensionais. no sentido de que é preciso ter completo domínio do modelo adotado pois segundo ele modelos mais simples proporcionam uma visão mais crítica e sensível do comportamento da estrutura. Os esforços nas lajes são calculados por métodos aproximados como as tabelas de Marcus e Czerny As cargas que atuam distribuidamente na área da laje são transferidas para as vigas por meio de áreas de influência. . Neste modelo as vigas possuem engastamentos nos seus trechos entre os pilares.38 Os modelos estruturais evoluíram paralelamente com o aumento da capacidade de processamento dos sistemas computacionais. somente reações verticais. vigas e pilares. O modelo de pórticos planos surge como uma evolução do modelo de vigas contínuas. mas são consideradas simplesmente apoiadas nos pilares logo elas não transferem momentos aos pilares. transparência e facilidade. Pode ser utilizado para análise de estabilidade global dos edifícios. KIMURA(2008) ressalta que um modelo estrutural deve ter como características: simplicidade. Nele são consideradas as interações entre vigas e pilares através de barras situadas num mesmo plano e ligadas por nós que possuem três graus de liberdade cada.A figura abaixo retirada do livro de KIMURA(2008.

Já no modelo de grelhas de lajes e vigas já a laje é considera por meio de uma discretização com barras de vigas nas duas direções. a laje não é considerada no modelo. A barra que representa a interligação dos pórticos por coerência física deve ter as seguintes dimensões: • • • Comprimento da barra = 1m. pg. pg. Nenhum desses dois modelos transfere as ações de cargas horizontais para os pilares logo não são utilizados para análise de estabilidade global dos edifícios. uma das características desse modelo advêm da . Largura da seção = Dimensão da laje na dimensão considerada. No modelo de Pórtico espacial há uma representação conjunta de todos os pilares e vigas e vigas que compõem o edifício quanto à laje pode ser simulada com modelo de grelhas ou não estar presente de acordo com a finalidade da análise. cada barra absorvendo uma parcela de carga da laje. Altura da seção = Espessura da laje. Fig. Fonte: Extraído de GIONGO(2007.Modelo de pórticos planos associados. no qual é considerada a laje agindo como um diafragma rígido interligando os diversos pórticos que participam na rigidez do edifício. As vigas são consideradas apoiadas nos pilares e possuindo nós com três graus de liberdade. VII . Ver GIONGO (2007.39 Outro modelo que tem boa aceitação no meio técnico é o de pórticos planos associados. sua carga nas vigas é calculada por processos aproximados como descrito acima. uma translação e duas rotações.75). O modelo de grelhas de vigas considera a interação entre as varias vigas que compõem um pavimento tipo.75).

segundo KIMURA(2007) São amplamente utilizados em projetos de edifícios altos e complexos mas exigem o auxílio de ferramentas computacionais avançadas Tabela 8 .Modelagens com pórtico espacial.40 possibilidade de se analisar a aplicação simultânea de ações verticais e horizontais em vários sentidos. chapa. bidimensionais (placa. membrana) bem como tridimensionais (sólidos). As discretizações podem ser lineares (elementos de barra). Fonte: Retirado do banco de imagens da GOOGLE e Produzido pela empresa TQS. . no entanto ressalta-se que a interpretação dos resultados desse modelo é complicada o que requer pleno conhecimento do método antes de utilizá-lo. Nele a estrutura é discretizada em elementos ou malhas que devem obedecer a condições de contorno e compatibilidade nos seus diversos nós. Os programas disponíveis no mercado atualmente possibilitam a análise através desse método. Como um caso particular podemos considerar as barras utilizadas nos modelos de grelha e pórtico espacial como elementos finitos lineares. Os elementos finitos são um método numérico utilizado para resolução das equações diferencias que regem os fenômenos da engenharia. KIMURA(2007).

fcd + ρ .. considerando-se compressão simples com carga majorada pelo coeficiente α. sendo considerados os valores: α = 1. α = 2. Por conseguinte Bacarji (1993) apud Henrique Neumann(2008) propôs uma expressão para o pré-dimensionamento simplificando o problema. Nd Força de compressão de cálculo no pilar.σs 2% Ac área de concreto estimada do pilar. fcd Resistência de cálculo do concreto a compressão.2 → pilares de extremidade. A força que atua sobre eles é avaliada por meio de um processo prático que dividi o desenho da forma do pavimento tipo em áreas de influência considerando que a carga uniformemente distribuída na laje devida a cada pilar provem de uma parcela de área da laje formada pela intersecção das mediatrizes dos lados da porção da laje sob o pilar. estimada pelo processo das áreas de influência.85. utilizando-se a seguinte expressão: Ac = n. ρ Taxa de armadura longitudinal adotada para o pilar . pois dependendo dela podem estar sujeitos a diferentes formas de flexo-compressão. A força atuante nesses elementos precisa ainda levar em consideração a sua posição.α . Supondo adotados para a estruturação do edifício pilares retangulares de concreto armado.5 → pilares de canto.6 PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES Para que as análises que esse estudo pretende efetuar é preciso saber as dimensões estruturais dos pilares. A seção abaixo do primeiro andar-tipo é estimada. então.Nd 0. A flexão composta nas seções dos pilares foi transformada em uma compressão centrada equivalente por meio da aplicação dos coeficientes de majoração da força normal (α) que levam em conta as excentricidades da carga dos pilares.41 2. α = 2.8 → pilares internos.

7 cm para lajes de piso ou de cobertura em balanço. 12 cm para lajes que suportem veículos de peso total maior que 30kN.2%. Para o pré-dimensionamento das Vigas uma estimativa muito usada para a altura quando temos vigas de tramos externos.Quanto as lajes temos de acordo com a NBR 6118(2003) . tomando-se o maior vão teórico L0 = 6.PINHEIRO(2010). geralmente tomado como o comprimento entre os eixos dos apoios.42 σs 0.2% Tensão de compressão nas barras da armadura do pilar quando a deformação for de 0.É o vão teórico da viga. será gerado a necessidade de armadura dupla em alguns trechos das vigas.Também por recomendações do meio técnico o maior dos lados deve ser menor ou igual ao dobro do menor lado pois reduz a flambagem na direção de menor inércia. M.00 m temos: Hest = 600 = 60 cm. Por recomendações do meio técnico o valor adotado para a taxa de armadura do pilar fica para efeito de pré-dimensionamento fica entre 2% e 2. Em edifícios residenciais. n número de pavimentos do edifício. é conveniente que as alturas das vigas não ultrapassem 60 cm. Eventualmente. GIONGO apud HAUCH(2008). .2% corresponde a aproximadamente 43. que suas as espessuras devem respeitar os seguintes limites mínimos: • • • • 5 cm para lajes de cobertura não em balanço. 10 cm para lajes que suportem veículos de peso total menor ou igual a 30kN.48 KN/cm . Recomenda-se a utilização de no máximo dois valores diferentes para altura das vigas. para que sejam otimizados os trabalhos de cimbramento. logo teremos vigas 15 cm x 60 cm pelo exposto acima. Como não há vigas em balanço. para não interferir nos vãos de portas e de janelas. Esta altura será utilizada em todas as vigas dos pavimentos dos edifício 10 analisados.5%%. internos ou vigas biapoiadas é hest 2 L0 10 L 0 .Para o aço CA50 a σs 0.

Estas solicitações adicionais que surgem nas estruturas é o que caracteriza os efeitos de segunda ordem.43 • 15 cm para lajes com protensão. A análise de estabilidade global fornece parâmetros para quantificação desses esforços adicionais. em particular os pilares dos edifícios. 2. tais elementos pré-dimensionados como acima descritos senão tiverem seções adequadas para resistirem esses esforços adicionais precisam ser redimensionados. 2. repetidamente até que as novas deformações difiram pouco das anteriores onde se entende que chegou-se a um equilíbrio propriamente dito. Será adotado para os edifícios em estudo lajes com espessura de 12 cm. Num processo iterativo esses esforços adicionais geram novos deslocamentos o que provoca novas excentricidades de carga e conseqüentemente novos esforços adicionais. o edifício se desloca e os pilares com sua rigidez na direção considerada são os principais responsáveis por resistirem esses esforços Os deslocamentos horizontais introduzem esforços adicionais nos elementos resistentes das estruturas. pois sob a ação de carregamentos horizontais. Com essa deformação os carregamentos passam a possuir excentricidade gerando esforços adicionais na estrutura. .8 OS EFEITOS DE SEGUNDA ORDEM As estruturas sob a ação de carregamentos horizontais e carregamentos verticais chegam ao equilíbrio estático numa condição deformada.7 ESTABILIDADE GLOBAL A estabilidade global das estruturas de concreto armado está diretamente ligada ao cálculo e dimensionamento dos elementos estruturais.

quando a análise do equilíbrio passa a ser efetuada considerando a configuração deformada”. De acordo com a NBR6118 (2003. pg. 93) “Efeitos de 2 ordem são aqueles que se somam aos obtidos numa análise de primeira ordem (em que a estrutura é estudada na configuração geométrica inicial). VIII – Efeitos de 1ª e 2ª ordem. Fonte: Apostila do Professor WILLIAN UFPR.44 Fig. .

Em pilares de concreto armado devido à instabilidade por flambagem ou a não retilinidade de seus eixos. como pode ser observado na figura abaixo no item 3. Segundo a NBR6118(2003. ver item 4 da figura acima. IX – 1) Perspectiva esquemática. chamados de efeitos de 2a ordem localizados” . locais e localizados. Fonte: Estabilidade global das estruturas. 2) Estrutura vertical indeformada. surgem chamados efeitos de segunda ordem locais. 94): ”Em pilares-parede (simples ou compostos) pode-se ter uma região que apresenta não retilinidade maior do que a do eixo do pilar como um todo. Nessas regiões surgem efeitos de 2a ordem maiores. Roberto Chust Carvalho/Jasson R. 3) Edificação sujeita a instabilidade global. Fig. Os quais afetam preponderantemente os esforços solicitantes ao longo desses pilares.45 2. Figueiredo Filho. Os efeitos de segunda ordem são classificados em globais quando afetam a estrutura como um todo e estão associados à deslocabilidade dos nós dessa estrutura sob a ação de carregamentos horizontais e verticais. 4) Instabilidade local em pilares inferiores.9 Efeitos de segunda ordem globais. pg.

Efeitos de 2ª ordem localizados.” . A não linearidade geométrica pode ser definida como as solicitações de segunda ordem que surgem devido aos deslocamentos nos nós das estruturas. pg. Devido aos efeitos. principalmente. da fluência e da fissuração.46 Fig. deve ser obrigatoriamente considerada. O módulo de elasticidade do concreto varia de acordo com as solicitações. pg. presente nas estruturas de concreto armado. O diagrama de tensão deformação do concreto não possui um comportamento elástico linear. Fonte: Extraído da NBR6118(2003. Segundo a NBR6118(2003. A não linearidade geométrica está relacionada ao comportamento dos materiais constituintes da estrutura. 2.10 Não linearidade geométrica e não linearidade física. ocasionados por ações horizontais como o vento e pelo desaprumo.90). X .89) “A nãolinearidade física. seção bruta de concreto e disposição das armaduras diminuindo a rigidez da estrutura.

2. Para a análise da estabilidade das estruturas a NBR 6118(2003). pg. 2.Diagramas de deformação do aço e do concreto.12 Estruturas de contraventamento e estruturas contraventadas. XI . Fonte . . 95) as estruturas podem ser classificadas como estruturas de nós fixos e estruturas de nós móveis. Segundo a NBR6118 (2003.figura extraída de BUENO(2009. estruturas de nós fixos. Se os efeitos de 2ª ordem forem ≤ 10 % dos esforços de 1 ordem.23). pg. permite uma subdivisão da estrutura das edificações em subestruturas de contraventamento e subestruturas contraventadas.47 Fig.11 Estrutura de nós fixos e de nós móveis. podem ser desprezados os efeitos de 2ª ordem globais. Implicando numa deslocabilidade pequena dos nós da estrutura o que permite classificá-la como estrutura de nós fixos. podendo-se desconsiderar os efeitos de 2ª ordem globais. Os deslocamentos dos nós dessas estruturas são pequenos. Se os esforços de 2ª ordem forem > 10% dos esforços de 1 ordem a estrutura é classificada como uma estrutura de nós móveis e os efeitos de segunda ordem globais devem ser considerados. As estruturas de contraventamento possuem grande rigidez e resistem praticamente a todas as solicitações geradas por ações horizontais.

se n ≤ 3 se n ≥ 4 .1· n 0. 2. A partir dos valores obtidos por esses coeficientes é possível classificar as estruturas como: estruturas de nós fixos e estruturas de nós móveis.48 MELGUES (2009) identifica as principais subestruturas de contraventamento como: os pórticos entreliçados. A estrutura é considerada de nós fixos se o parâmetro de instabilidade α dado por: Nk Ec. são estruturas de nós móveis nas quais os efeitos de 2ª ordem global devem ser obrigatoriamente considerados.7 (apenas pilares parede)  α1 = 0.2 + 0.13.Ic Se α ≤ α1: α1 = 0.número de níveis de barras horizontais (andares) acima da fundação ou de um nível pouco deslocável do subsolo α= Htot. A NBR 6118(2003) descreve um procedimento aproximado para a análise de estrutura reticulada simétrica de no mínimo 4 andares.1 Parâmetro de instabilidade α.13 PROCEDIMENTOS APROXIMADOS PARA ANÁLISE DE ESTABILIDADE GLOBAL DESCRITOS NA NBR 6118 Para a avaliação da dispensa dos efeitos dos esforços de segunda ordem global nas estruturas de concreto armado seria necessário se efetuar uma análise não-linear geométrica. Os elementos que não participam da subestrutura de contraventamento são chamados elementos contraventados. 2.5 (apenas pórticos) 0. No entanto a NBR 6118 (2003) descreve dois procedimentos aproximados para análise de estabilidade global dessas estruturas: o parâmetros α e o parâmetro γz.6 (caso geral)  Onde: n . as paredes estruturais e os núcleos rígidos construídos em torno das aberturas para os elevadores.

49 Htot . ou com pilares de rigidez variável ao longo da altura. calcular a rigidez de um pilar equivalente de seção constante.somatória da rigidez de todos os pilares na direção considerada. Pode ser adotado para associações de pilares-parede e para pórticos associados a pilares-parede. sofra o mesmo deslocamento no topo. o valor do módulo de elasticidade inicial Eci = 5600 fck .altura total da estrutura. nessa expressão e em todas as análises de estabilidade global. XII . Para Ec permitese adotar. com fck. de treliças ou mistas.somatória de todas as cargas verticais atuantes na estrutura (a partir do nível considerado para o cálculo de Htot).Ic . O valor limite α1= 0.Rigidez do pilar equivalente. medida a partir do topo da fundação ou de um nível pouco deslocável do subsolo. sob a ação do mesmo carregamento. sob a ação do carregamento horizontal.5 quando só houver pórticos. O valor de Ic deve ser calculado considerando as seções brutas dos pilares. . aplicável às estruturas usuais de edifícios. de mesma altura Htot.7 no caso de contraventamento constituído exclusivamente por pilares-parede e deve ser reduzido para α1= 0. Fig. A rigidez do pilar equivalente deve ser determinada da seguinte forma: calcular o deslocamento do topo da estrutura de contraventamento. Ec. engastado na base e livre no topo.Ic de um pilar equivalente de seção constante. Eci em MPa. permite-se considerar produto de rigidez Ec. Nk . com seu valor característico. Fonte: Apostila do professor WILLIAN UFPR.6 prescrito para n ≥ 4 é. Pode ser aumentado para α1 = 0. tal que. em geral. No caso de estruturas de pórticos.

2 Parâmetro de instabilidade γz.pg. 568) afirma que na prática o parâmetro α é bem menos utilizado do que o parâmetro γ devido ao fato. 2. pg. deve ser obrigatoriamente considerada”.4EcIc (EI) sec = 0. A NBR6118 (2003. pode ser utilizado em projeto o módulo de deformação tangente inicial (Eci). com fck. como será visto adiante.5EcIc para A’s ≠ As e para A’s = As .13.os valores de rigidez adotados para a determinação de γz já levam em consideração a não linearidade física de forma aproximada de acordo com a NBR6118(2003. de o parâmetro γ ser utilizado para a obtenção dos esforços globais finais.3. 27)“Na avaliação do comportamento global da estrutura e para o cálculo das perdas de protensão.com estrutura de contraventamento composta exclusivamente por vigas e pilares e γz <1. Adotando-se por valor de rigidez da estrutura: para lajes para vigas (EI) sec = 0. 98). De maneira que propõe uma redução na rigidez dos elementos em estruturas reticuladas de no mínimo 4 andares. p. através dele podemos avaliar a importância dos esforços de 2ª ordem globais. presente nas estruturas de concreto armado.3) afirma que”A não linearidade física. 1ª +2ª ordem de forma direta por uma simples majoração dos esforços de 1ª ordem.50 KIMURA (2008. devido a o exposto e ao prazo para a entrega deste projeto as análises de estabilidade global efetuadas não incluirão o parâmetro α.” fck Eci = 5600 . Mas a NBR 6118( 2003. Eci em MPa. item 15. Esse parâmetro é válido para estruturas reticuladas de no mínimo 4 andares.3EcIc (EI) sec = 0.

Ic Logo temos: Eci = 5600 25 = 28000 MPa.2 a NBR 6118(2003) descreve Uma Solução aproximada em análise não linear para a determinação dos esforços globais de 2ªordem.pg599) a formulação desse parâmetro foi devida aos engenheiros brasileiros Augusto Franco Carlos de VASCONCELOS e Mário FRANCO.7.Esta solução aproximada consiste na avaliação dos esforços finais (1ª ordem + 2ª ordem) pela multiplicação por 0.d . válida para estruturas regulares.tot.permiti a avaliação dos efeitos de 2º ordem a partir dos resultados de uma análise de 1ª ordem. γz = 1 ∆Mtot . obtidos da análise de 1ªordem Considera-se que a estrutura é de nós fixos se for obedecida a condição γz ≤ 1. tot .95 γz dos esforços horizontais da combinação considerada.3. 28000 MPa = 19600 MPa = 1960 KN/cm2 Esse será o valor adotado para análise de estabilidade global.8EcIc Conforme recomendação de KIMURA o efeito da não linearidade física está sempre presente(ver Kimura.em relação à base da estrutura. d M1.7 Eci.1. . Para estruturas de contraventamento compostas exclusivamente por vigas e pilares. pode-se considerar para ambos (EI)sec = 0. sendo que neste caso é possível desconsiderar os efeitos de 2ª ordem. 2007) e deve ser considerado. Segundo Kimura (2008.d . pois permitirá uma melhor avaliação dos efeitos de segunda ordem globais.51 para pilares (EI) sec = 0. d 1− M 1.7. Esec = 0. No item 15. desde que γz ≤ 1. ∆Mtot.soma dos produtos de todas as forças verticais atuantes na estrutura pelos deslocamentos horizontais de seus respectivos pontos de aplicação.com seus valores de cálculo.soma dos momentos de todas as forças horizontais.

Fonte:Extraído do livro de KIMURA(2008.19). 560) “Para valores coerentes de γz. XIII .momento final estrutura em análise de 2ª ordem.”Para essa comparação KIMURA apresentou a tabela seguinte: Tabela 9 – Correlação existente entre γz e os efeitos de 2ª ordem globais. .P.de forma aproximada pode-se relacionar a parte decimal do número obtido com a magnitude dos efeitos globais de segunda na estrutura.isto é um pouco superiores a 1 (um). Para valores de γz maiores que 1.pg. Fonte: Figura retirada de BUENO (2009.pg. Fig.561).52 Segundo KIMURA(2008.3 é necessária a análise não linear de 2ª ordem adequada por meio de programas computacionais avançados ou modificações no lançamento estrutural para aumentar a rigidez da estrutura.

Para a obtenção dos dados foram utilizados três modelos de edifícios localizados no município de Nova Iguaçu. O ultimo momento destas etapas configura-se na avaliação dos efeitos de segunda ordem. Sendo este local considerado um terreno plano e pouco acidentado em subúrbio denso comumente encontrado em grandes cidades. 3. O foco do presente trabalho é a estabilidade global logo não será feito o dimensionamento e detalhamento estrutural. onde se optou por um estudo teórico. buscando produzir informações básicas e práticas e ao mesmo tempo alcançar os objetivos delineados. A pesquisa compreenderá as seguintes etapas: Num primeiro momento conceber o lançamento estrutural em forma de pórticos na planta de pavimento tipo elaborada pelo autor deste estudo. bem como. Análise de estabilidade global das edificações. No segundo o cálculo das ações do vento sobre a estrutura. 3.3 Amostra e procedimento de coleta de dados.53 3. A partir de uma mesma planta baixa serão analisados edifícios de 10/8/6 pavimentos tipos com os modelos de pórticos planos e pórticos . Os cálculos realizados nesta pesquisa buscaram analisar a estrutura como um todo. A metodologia nesta direção considerou a importância que se deve dar a percepção de estudantes em formação acadêmica a partir de materiais disponíveis no meio técnico e sua aplicação para estudos de caso. cada pórtico trabalhando isoladamente a fim de assegurar a estabilidade estrutural das edificações. seguidos de Verificação do estado limite de deformação excessiva. 3.2 Planejamento da pesquisa. METODOLOGIA Esta pesquisa tem por finalidade aplicar uma metodologia investigativa.1 O Tipo de Pesquisa A pesquisa se classifica como uma pesquisa teórica e conceitual de estudo de caso onde será feito a aplicação destas para análise de modelos estruturais a serem estudados. considerando os pórticos que a compõem solidarizados pela laje.

Na interpretação dos dados obtidos utilizou-se. Importante mencionar que a resistência característica a compressão do concreto foi adotado para um fck de 25 Mpa. Fez-se necessário buscar bibliografias técnicas e cientificas.12. .Rio – Grupo de Tecnologia em computação Gráfica sob a autoria de projeto de Luiz Fernando Martha. amplamente trabalhado neste estudo.. seguido das normas adotadas e recomendações técnicas correlatas ao assunto abordado. Os aspectos climáticos e topográficos que subsidiaram o cálculo das ações do vento foram trabalhados em conformidade com a NBR6123. 3.54 planos associados. Para processamento desta análise utilizou-se do programa educacional FTOOL versão educacional 2. desenvolvido pelo Tecgraf /PUC . Ressalta-se que para a simplificação das análises. relacionadas direta ou indiretamente com os assuntos abordados em questão. a luz do referencial teórico e conceitual. não se fez presente distinguir entre o peso próprio dos elementos estruturais e as cargas acidentais atuantes nos pavimentos tipos das edificações em estudo. Para demais procedimentos de cálculo utilizou-se as normas NBR6118 e NBR6120.4 Interpretação e análise dos dados.

Como são pilares internos temos: α = 1.2% = 43.86 MPa .4.8.85.Nd 10.5% temos: 1. os pilares P8 e P5.8 e Considerando a carga uniformemente distribuída nas lajes do pavimento tipo igual a 12 KN .06 cm logo 45 os pilares P5 e P8 terão dimensões 45 cm x 60 cm. RESULTADOS 4. .378 KN Ac = = KN KN 0. 22.. σs 0.43.1.025. a saber. Quanto aos demais pilares do edifício de 10 andares os cálculos seguem a mesma linha de raciocínio. 12 = 2657.48 2 cm cm Nd =1.48 e ρ = 2.81 cm 2 Adotando se como menor lado do pilar 45 cm obtém-se o maior lado = 2657.1 Pré-dimensionamento dos pilares Foram adotados pilares retangulares de concreto armado para a estruturação dos edifícios. 4. Serão calculadas as áreas dos pilares mais carregados. As demais áreas se encontram No apêndice F. + 0. confere-se mais rigidez a estrutura. Segundo o trabalho de HAUCH (2010) lançando-se os pilares com a maior direção paralela a direção de 90º do vento atuante na edificação. fcd + ρ .α .81 =59.5 m 2 = 378 KN 2 m n.4 cm 2 KN .σs 2% 0. m2 fcd = 25MPa KN = 17.85.1.55 4. Quanto à orientação dos pilares na planta de forma este estudo seguiu o caminho natural que é o de lançar os pilares na planta de forma de maneira a minimizar sua interferência com as áreas definidas pelo projeto de arquitetura.786 2 .1.2 Pilares centrais do edifício de 10 pavimentos.

As demais áreas se encontram no apêndice H.4 cm 2 KN .Nd 6. m2 fcd = 25MPa KN = 17.8.56 4.22.86 MPa .48 e ρ = 2.025.8.48 2 cm cm Nd =1. 4...48 2 cm cm Nd =1. As demais áreas se encontram no apêndice G. Como são pilares internos temos α = 1. + 0. os pilares P8 e P5. a saber.43.Nd 8.22.85.85.48 e ρ = 2.4. fcd + ρ .786 2 .1.12 = 2126.75 cm logo 35 os pilares P5 e P8 terão dimensões 35 cm x 60 cm.12 = 1594.25 cm 2 Adotando se como menor lado do pilar 35 cm obtemos o maior lado = 2126.5 m 2 = 378 KN 2 m n.8 e Considerando a carga uniformemente distribuída nas lajes do pavimento tipo igual a 12 KN .5% temos: 1.1.σs 2% 0.σs 2% 0. os pilares P8 e P5.1.43.786 2 .α .85. σs 0. σs 0.378 KN = Ac = KN KN 0. + 0.1.Quanto aos demais pilares do edifício de 8 andares os cálculos seguem a mesma linha de raciocínio.2% = 43.4 cm 2 KN .85.025. Serão calculadas as áreas dos pilares mais carregados.5% temos: 1.2% = 43.378 KN Ac = = KN KN 0.3 Pilares centrais do edifício de 8 pavimentos.1. Como são pilares internos temos α = 1.α . fcd + ρ .8 e Considerando a carga uniformemente distribuída nas lajes do pavimento tipo igual a 12 KN .69 cm 2 .5 m 2 = 378 KN 2 m n. m2 fcd = 25MPa KN = 17.4 Pilares centrais do edifício de 6 pavimentos.25 =60. Serão calculadas as áreas dos pilares mais carregados.1. a saber.86 MPa .4.

1566 ≅ 0. logo 30 os pilares P5 e P8 terão dimensões 30 cm x 55 cm.16 cm.69 =53.63 m = 2 m m Porcentagem da área total = Área de influência (m2) 22.4 * 270 KN ≅ 387 KN .16 = Carga do pavimento tipo (KN) 143.63 m 2 KN KN x Área total do pavimento tipo = 12 2 x 143. Quanto aos demais pilares do edifício de 6 andares os cálculos seguem a mesma linha de raciocínio.63 Carga no pilar (KN) = Porcentagem da área total x Carga total do pavimento tipo = 0.35 KN 2 Área total do pavimento tipo = 14.57 Adotando se como menor lado do pilar 30 cm obtemos o maior lado = 1594. 4.50 =0.35 KN ≅ 270 KN Carga de projeto no pilar (KN) = 1.16 X 1723.15 m = 143.1.4* Carga no pilar (KN) = 1.5 Parcela de carga absorvida por cada pilar no andar tipo.pilar P8: Carga total do pavimento tipo = 12 1723.Como exemplificação temos para o pilar mais carregado do edifício de 10 andares.15m x 10. A carga total calculada para o pilar foi dividida proporcionalmente entre os pavimentos em estudo conforme a tabela do apêndice H.

Como S2 varia em função da altura da edificação (Z) seus cálculos constam na 4ª coluna nas planilhas do apêndice L. A velocidade característica Vk = V0.horizontal ou vertical.00 terrenos planos e pouco acidentados ver NBR 6123(1988.horizontal ou vertical.5).S2.S1. 4. 8 pavimentos 24 m de altura e a de 6 pavimentos 18m.S3 depende de basicamente da velocidade básica V0 =35 m/s .58 4. Dimensões da edificação classe A. logo temos: Rugosidade do terreno :categoria IV terrenos com muitos obstáculos e pouco espaçados. As edificações terão: 10 pavimentos 30 m de altura .p e Fr abaixo discriminados. para edificação de 10 e 8 pavimentos: maior dimensão da edificação.2. para edificação de 6 pavimentos: maior dimensão da edificação.menor que 20m.entre 20 e 50 m.ex :subúrbios densos de grandes cidades.(mapa de isopletas da NBR6123). a maior dimensão das edificações será a vertical.E dos fatores abaixo descritos que se relacionam com as particularidades do terreno e suas condições climáticas.2 Determinação das Ações do vento Os cálculos levarão em consideração que a edificação se localiza num terreno plano no município de Nova Iguaçu –RJ. Dentre eles o fator S1 que leva em consideração as variações do relevo do terreno é obtido mais diretamente: S1=1. . onde foram usados os parâmetros b. pg. Considerando-se que a distância entre pisos das edificações seja de 3m.1 Fator S2 Depende de parâmetros obtidos através da tabela 2 e tabela 1 da NBR 6123. Dimensões da edificação classe B.

categoria IV.85 p = 0.125 Fr = 0.12 Fr = 0. b = 0. Edificação de 10 e 8 pavimentos.15m = =1.86 p = 0. 4.59 Z S2 = b Fr   Onde o Fr é sempre obtido na categoria II. Tabela 3 NBR (6123).15m de comprimento e 10.15m Vento a 90º: .00m = =2. b = 0.classe B.98 Edificação de 6 pavimentos.2.Sabendo – se que as dimensões em planta das edificações são respectivamente:14. categoria IV.39 L 2 10.classe A.12 L1 14.15m de largura temos: • Edificação de 10 pavimentos: L1 14.  10  p b e p são obtidos da tabela I da NBR 6123.00 grau de segurança da edificação grupo 2: edificações com alto fator de ocupação.2 Fator S3 e coeficientes de arrasto. Os coeficientes de arrasto para o vento a 0º e para o vento a 90º são obtidos da tabela para vento de baixa turbulência da NBR6123.15m H 30. S3=1.98 Como S2 varia em função da altura da edificação (Z) seus cálculos constam na 4ª coluna das tabelas dos apêndices J e K respectivamente.

15m Da tabela temos:Ca ≅ 1.15m H 24.72 L 2 14.logo varia ao longo da altura da edificação.60 Da tabela temos:Ca ≅ 1.3 Pressão dinâmica do vento e força de arrasto.15m = =0.Seus dados estão na 7ª coluna das tabelas dos apêndices J.77 L1 10.36 L1 10.95 L1 10.15m Da tabela temos:Ca ≅ 1.27 = L1 14.15m H 24.00m = =1.00m =1.613 Vk 2 sendo (unidades SI): q em N/m 2 e Vk em m/s.15 • Edificação de 8 pavimentos: L1 14.15m = =0. .15m H 30.39 L 2 10.10 4.39 L 2 10.72 L 2 14.25 Vento a 0º: L1 10.15m Vento a 90º: Da tabela temos:Ca ≅ 1. A pressão dinâmica do vento na edificação dada por Q =0.15m Vento a 90º: = =1.15m Vento a 0º: Da tabela temos:Ca ≅ 1. depende da velocidade característica.2.00m = =2.30 Vento a 0º: L1 10.00m = =2.72 L 2 14.15m = =0.70 L1 14.00m = =1.12 • Edificação de 6 pavimentos: L1 14.15m H 18.32 L1 10.15m = =1.15m Da tabela temos:Ca ≅ 1.15m H 18.K e L.

Nas tabelas Dos apêndices J.bem como que a parcela de carga de vento resistida por um pórtico considera metade da área de fachada a sua direita e metade de área de fachada a sua esquerda.K e L.Decorre então que podemos observar na planta de forma. Para o vento a 0º as área efetivas são diferentes para cada pórtico. . A Força global atuante nos pórticos das edificações está apresentada nas colunas 11 e 12.61 A força de arrasto obtida como a resultante das forças do vento na direção considerada dada por: Fa= Ca q Ae .que para o vento a 90º: • • Ae Pórtico 1 = Ae Pórtico 4 Ae Pórtico 2 = Ae Pórtico 3.verificar plante do lançamento dos pilares no apêndice. Onde: Ca = coeficiente de arrasto (coeficiente de força) Ae = área frontal efetiva Sendo a área de influência obtida considerando-se o vento uniformemente distribuído na fachada da edificação.

tot (mm) . combinação freqüente de ações e direção do vento a 90º.84 26.Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º.952 1.70 13.82 12.204 6.1 – Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico associado de 10 andares.413 3.394 7.33 44.76 46.026 0.848 0.68 50.68 11.397 9.462 1.928 9. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Fvento (KN) 29.647 δhi+1 -δhi max (mm) 1.34 51.05 14. Fig.55 7.952 2.315 17.39 42.ser (KN) 8.59 39.462 δh.420 8.3.3 Deslocabilidade horizontal limite.338 1.712 δhi+1 -δhi (mm) 0.93 35.10 15.43 14. 4.98 10. XIV.469 0. Tabela 10 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º.98 δhi (mm) 0.866 5.61 Fh.268 8.660 0.190 1.62 4.453 1.84 48.60 15.

462 ≤ ok! 3000 =3.3. .P11.combinação freqüente de ações e vento a 90º.tot (mm) = 30000 =17.P12 no edifício de 10 andares.P2.647 1700 δhi+1 -δhi (mm) = 1.712 ≤ δh.52 850 ok! 4. Fig. XV .2 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1.P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.63 δhi (mm) = 9.

426 0. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Fvento (KN) 5.627 5.053 0.37 8.3.3 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.P8.61 2. .590 6.75 Fh.36 7.11 2.675 0.43 δhi (mm) 0.803 0.51 2.27 2.64 Tabela 11 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.56 7.tot (mm) δhi (mm) = 6.647 δhi+1 -δhi max (mm) 1.26 4.tot (mm) = 30000 =17.734 1.850 6.69 8.803 ≤ δh.314 0.103 δh.934 0.78 1.60 1.34 6.P5.40 2.P9 no edifício de 10 andares.ser (KN) 1.276 6.P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.91 2.99 9.803 δhi+1 -δhi (mm) 0.213 17.824 4.103 ≤ ok! 3000 =3.647 1700 δhi+1 -δhi (mm) = 1.837 2.890 3.548 0.combinação freqüente de ações e vento a 90º.99 8.03 7.734 1.103 1.52 850 ok! 4.70 2.302 5.

808 0.44 12.643 1.162 10.530 11.00 2.539 0.430 10.66 13.62 11.08 4.879 δhi+1 -δhi (mm) 1.732 0. Tabela 12 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.52 4. XVI – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.85 5.61 14.184 1.647 δhi+1 -δhi max (mm) 1.18 16.55 Fh.459 1.65 Fig.793 1.06 15.560 0.812 1.70 4.32 4.ser (KN) 2.80 4.789 6.43 3.812 δh.349 17.184 2. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Fvento (KN) 9.996 4.432 7.65 16.89 3.970 11.891 9.57 δhi (mm) 1.66 8.tot (mm) .39 15.

973 1.64 12. Fig.69 44.311 3. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Fvento (KN) 29.79 Fh.79 41.Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.514 6.05 38. .tot (mm) .13 47.077 0.48 35.812 ≤ =3.52 11.51 13.66 δhi (mm) = 11.184 6.118 δhi+1 -δhi max (mm) 1.95 24.881 0.493 0.245 1. XVII .08 46.84 10.39 7.633 5.677 6.670 0.973 2.ser (KN) 8.338 δh.647 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 1.897 δhi+1 -δhi (mm) 0. Tabela 13 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.338 1.52 ok! 850 ok! 4. combinação freqüente de ações e vento a 90º.4 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos planos associados.22 13.3.879 ≤ δh.84 14.44 δhi (mm) 0.556 4.220 14.tot (mm) = 30000 =17.

XVIII – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares 90º.5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 1 formado pelos pilares P1.118 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 1. . .3.P11.52 ok! 850 ok! 4.combinação freqüente de ações e vento a 90º. Fig.897 ≤ δh.P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.67 δhi (mm) = 6.P12 no edifício de 8 andares.P2.tot (mm) = 24000 = 14.338 ≤ =3.

452 0.879 ≤ =3.500 2.118 δhi+1 -δhi max (mm) 0.821 0.383 4.52 ok! 850 4.035 3. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Fvento (KN) 5.Fig.47 2.557 δhi+1 -δhi (mm) 0.623 4.621 0. XIX – Deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º.P8.tot (mm) δhi (mm) = 4. .321 3.44 7.ser (KN) 1.557 ≤ δh.118 ok! 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.93 7.P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.075 4.P9 no edifício de 8 andares.87 8.26 6. .43 Fh.26 6.tot (mm) = 24000 = 14.08 2.3.58 1.879 δh.33 δhi (mm) 0.308 0.68 Tabela 14 Resumo dos cálculos da deslocalidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.combinação freqüente de ações e vento a 90º.36 2.879 0.621 1.56 4.P5.57 1.88 2.6 Cálculo da deslocabilidade horizontal do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.588 0.714 0.23 2.24 8.174 14.

290 1.tot (mm) = 24000 = 14.17 14.832 0.698 δhi+1 -δhi (mm) 1.83 15.034 7.tot (mm) δhi (mm) = 8.41 7.52 ok! 850 4.290 3.97 Fh.716 ok! δh.283 14.006 4.74 4.Deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º. Fig.84 3.698 ≤ δh.39 δhi (mm) 1.3.45 4.38 3.7 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos planos associados.716 ≤ =3. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Fvento (KN) 9.69 Tabela 15 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do Pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º. .118 δhi+1 -δhi max (mm) 1.118 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 1.62 2.579 5.102 0.02 4.932 7.549 0.415 8.27 12.25 4.4 14.353 1.47 13.ser (KN) 2.716 1.573 1.47 11. XX .866 8.combinação freqüente de ações e vento a 90º.

98 13.03 36.092 ≤ =3.P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.093 3.27 45.ser (KN) 9.092 0.494 δhi+1 -δhi (mm) 0.256 4.055 3.728 0.64 40.70 7.588 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 2.P11.494 ≤ δh.70 Tabela 16 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º.52 ok! 850 4.473 0.39 43. Fig.combinação freqüente de ações e vento a 90º.001 2.P2.99 12.12 12.16 δhi (mm) 0.238 10.31 10.8 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1.3.tot (mm) = 18000 = 10. .tot (mm) δhi (mm) = 4.85 Fh.65 23. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 Fvento (KN) 31.001 2.588 δhi+1 -δhi max (mm) 2.P12 no edifício de 6 andares.783 4.092 ok! δh. XXI – Deslocabilidade do Pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.962 0.

730 ≤ 3000 =3.418 2.45 1.66 1.726 2.15 4.599 0.599 1. Fig.329 1.588 δhi+1 -δhi max (mm) 0.P9 no edifício de 6 andares.52 850 ok! 4.tot (mm) δhi (mm) = 2.21 7.26 Fh.P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.54 7.tot (mm) = 18000 = 10.28 δhi (mm) 0.ser (KN) 1. .P5.149 10.P8.32 2.875 δhi+1 -δhi (mm) 0.3. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 Fvento (KN) 5.619 0.470 0.combinação freqüente de ações e vento a 90º.730 0.73 8.96 2.71 Tabela 17 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.54 6.588 1700 δhi+1 -δhi (mm) = 0. XXII – Deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.875 ≤ δh.9 Cálculo da deslocabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.308 0.730 ok! δh.948 2.16 2.

52 ok! 850 4. .combinação freqüente de ações e vento a 0º.588 δhi+1 -δhi max (mm) 1.97 11.681 6.588 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 1.67 Fh.72 Tabela 18 – Resumo dos cálculo da deslocabilidade do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.292 10.701 1.53 3.98 13. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 Fvento (KN) 9.17 4.056 0.625 5.408 1.701 ok! δh.40 2.217 4.91 14.30 δhi (mm) 1.701 ≤ =3.645 ≤ δh.89 4.tot (mm) = 18000 = 10.516 1.99 3.78 12.516 3.353 6.8 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 10 andares com pórticos planos associados .ser (KN) 2.3.672 0. Fig.tot (mm) δhi (mm) = 6.645 δhi+1 -δhi (mm) 1. XXIII – Deslocabilidade do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º.67 7.

76 10.combinação freqüente de ações e vento a 0º.229 0.33 δhi (mm) 0.790 ≤ =3.91 31.785 0.32 28.39 9.332 0.3.78 Fh.64 34. XXIV – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares 0º.29 29.59 7.993 5.633 0.tot (mm) = 30000 = 17.97 9.11 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7P10 no edifício de 10 andares.52 ok! 850 δhi+1 -δhi max (mm) δh. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Fvento (KN) 18.647 0.31 32.ser (KN) 5.tot (mm) ok! 4.647 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0. .79 26.65 17.439 0.14 7.790 δhi (mm) = 5.432 4.454 3.54 33.539 0.993 4. Fig.40 5.764 4.317 2.90 8.790 0.528 0.133 ≤ δh.102 2.528 1.09 10.73 Tabela 19 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade dos pórticos associado no edifício de 10 andares a 0º.821 3.140 17.49 8.63 23.133 δhi+1 -δhi (mm) 0.719 0.

36 8.99 2.700 ≤ =3.82 2.tot (mm) = 30000 = 17.193 0.68 4.12 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8P11 no edifício de 10 andares.51 2.482 1.108 δh.90 1.482 0.700 0.ser (KN) 1.700 17.845 4.97 Fh.460 0.64 7.647 δhi (mm) = 4.430 ≤ δh.3.540 0.37 2.471 3.21 2.tot (mm) 0.73 2.011 3. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Fvento (KN) 5.676 0. Fig.614 0.4 9.74 Tabela 20 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 10 andares 0º.35 7.471 3.63 2.647 ok! 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0. XXV – Deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.430 δhi+1 -δhi (mm) 0.181 1.09 9.284 0. δhi+1 -δhi max (mm) .68 1.857 2.49 δhi (mm) 0.129 4.9 8.combinação freqüente de ações e vento a 0º.52 ok! 850 4.59 6.374 0.75 9.322 4.

170 17.089 5.700 0.52 ok! 850 4.5 Fh.647 ok! 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 1.73 17.430 0. Fig.39 5.22 5. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Fvento (KN) 9.568 4.39 17.tot (mm) = 30000 = 17.821 0.633 3.024 δh.658 6.79 5.609 2.378 6.71 14.81 4.31 12.combinação freqüente de ações e vento a 0º.024 ≤ =3.569 0.548 δhi+1 -δhi (mm) 0.389 5.008 1.55 2. XXVI – Deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.935 0.75 Tabela 21 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.601 1.22 4.98 18.51 9.024 0.088 6.290 0.12 15.647 δhi+1 -δhi max (mm) 1.tot (mm) δhi (mm) = 6.98 16.54 4.13 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9P12 no edifício de 10 andares .79 3.85 δhi (mm) 0.3. .548 ≤ δh.ser (KN) 2.601 1.02 5.07 15.

166 0.567 0.710 3.601 0.060 1.47 1.3.460 0.75 1.45 3.58 1.73 4.454 0.596 2.601 ok! δh.83 6.515 0.243 0.99 δhi (mm) 0.9 5.601 ≤ =3.26 6.tot (mm) δhi (mm) = 3.14 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 8 andares com pórticos planos associados .33 1.388 0.460 1.301 3.647 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.647 δhi+1 -δhi max (mm) 0.093 17. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Fvento (KN) 3. .12 1.43 4.57 5.06 6.94 0.88 1.984 3.52 ok! 850 4.tot (mm) = 30000 = 17.627 2.31 Fh.317 0. XXVII – Deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º.combinação freqüente de ações e vento a 0º.803 δhi+1 -δhi (mm) 0.142 2.67 1.76 Tabela 22 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.803 ≤ δh.27 5.ser (KN) 1.544 3.82 1. Fig.

3.616 ok! δh.118 δhi+1 -δhi max (mm) 0.441 1.58 δhi (mm) 0.51 15.148 δhi+1 -δhi (mm) 0.39 29.14 21.201 0.14 8.15 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7P10 do edifício de 8 andares . XXVIII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.577 0.441 0.303 0.52 8.148 ≤ δh.13 28.037 3.496 0.836 3.65 27.tot (mm) = 24000 = 14. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Fvento (KN) 18. Fig.combinação freqüente de ações e vento a 0º.616 0. .634 2.16 7.52 ok! 850 4.57 23.533 2.85 4.111 14.47 7.tot (mm) δhi (mm) = 3.057 1.616 ≤ =3.118 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.ser (KN) 5.87 25.403 0.25 Fh.77 Tabela 23 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 8 andares a 0º.130 2.70 8.44 6.

44 2.37 δhi (mm) 0.101 δhi+1 -δhi (mm) 0.617 0.118 δhi (mm) = 3.3.14 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8P11 do edifício de 8 andares .817 3.56 2. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Fvento (KN) 5.525 2.tot (mm) = 24000 = 14. Fig.654 2. XXIX – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º.tot (mm) 14.58 Fh.190 0.617 ok! δh.31 2.007 3.134 2.094 δhi+1 -δhi max (mm) 0.47 7.52 ok! 850 4.292 0.16 7.474 0.52 8. .563 0.ser (KN) 1.480 0.63 1.091 1.391 0.7 8.15 2.617 ≤ =3.44 6.474 1.combinação freqüente de ações e vento a 0º.85 4.94 2.118 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.14 8.66 1.78 Tabela 24 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.101 ≤ δh.

72 3.tot (mm) δhi (mm) = 3.83 13.986 3.118 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.728 ≤ =3. Fig.13.75 7.486 0.5 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9P12 do edifício de 8 andares .592 3.combinação freqüente de ações e vento a 0º.351 3.128 14.52 ok! 850 4.900 2.ser (KN) 2. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Fvento (KN) 9.600 0.26 4. XXX – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º.85 4.24 3.58 3.500 2.07 4.728 0.477 0.43 2.79 11.07 10.205 1.56 14.241 0.728 ok! δh.695 0. .29 δhi (mm) 0.63 Fh.2 14.118 δhi+1 -δhi max (mm) 0.94 12.365 0.tot (mm) = 24000 = 14.720 δhi+1 -δhi (mm) 0.720 ≤ δh.79 Tabela 25 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º.477 1.

933 2.380 0.63 1. .468 0.43 5.848 1.379 δhi+1 -δhi (mm) 0.147 0.379 ≤ δh.157 2. XXXI –Deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º.637 1.31 4.80 Tabela 26 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º.224 0.6 Cálculo da deslocabilidade horizontal para o edifício de 6 andares com pórticos planos associados.29 1.tot (mm) = 24000 = 14.13 5.296 0.118 ok! 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.43 1.tot (mm) δhi (mm) = 2.ser (KN) 1.468 ≤ =3.380 0.9 3.05 Fh. .468 δh.combinação freqüente de ações e vento a 0º.425 0.54 1.304 2.364 0.92 δhi (mm) 0.13.09 1.273 1.77 0.075 14.118 δhi+1 -δhi max (mm) 0. Fig.77 5.70 1. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Fvento (KN) 3.52 ok! 850 4.63 4.68 5.

Fig.473 0.81 Tabela 27 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico associado de 6 andares a 0º.49 26. .588 δhi+1 -δhi max (mm) 0.15 4.232 0.ser (KN) 5.588 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.combinação freqüente de ações e vento a 0º.357 0.436 0.52 ok! 850 4.379 ≤ δh.816 2.99 28.79 7.550 ok! δh.550 0.68 9.78 δhi (mm) 0.tot (mm) δhi (mm) = 2.436 0. .13.31 24.459 1.163 δhi+1 -δhi (mm) 0.tot (mm) = 18000 = 10.048 2.10 8.550 ≤ =3.35 8.7 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7P10 do edifício de 6 andares .51 15.94 Fh. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 Fvento (KN) 19. .115 10.986 1. XXXII – Deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º.92 30.

390 0.ser (KN) 1.588 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.390 0.599 1.05 2.34 δhi (mm) 0.488 0.588 δhi+1 -δhi max (mm) 0.56 1.84 7.488 ≤ =3.74 2.08 8.tot (mm) δhi (mm) = 1.tot (mm) = 18000 = 10.310 0.82 Tabela 28 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º.52 ok! 850 4.893 δhi+1 -δhi (mm) 0.45 Fh. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 Fvento (KN) 5.26 2. .42 2.8 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8P11 do edifício de 6 andares .combinação freqüente de ações e vento a 0º. XXXIII – Deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.79 6.13. Fig.488 ok! δh.54 8.52 4.412 0.799 1.094 10.893 ≤ δh.877 1.200 0.289 1.

83 Tabela 29 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.561 2.700 ok! δh.511 0.701 δhi+1 -δhi (mm) 0.701 ≤ δh.tot (mm) = 18000 = 10.52 ok! 850 4.ser (KN) 2. Fig.511 1.45 16.90 3.3 8.tot (mm) δhi (mm) = 2.64 4.700 ≤ =3.09 14. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 Fvento (KN) 9. XXXIV – Deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.588 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.268 2. .89 2.52 Fh.42 15.65 13.588 δhi+1 -δhi max (mm) 0.9 Cálculo da deslocabilidade horizontal do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9P12 do edifício de 6 andares .454 0.33 4.814 2.293 0.13.combinação freqüente de ações e vento a 0º.93 4.56 δhi (mm) 0.211 1.603 0.140 10.700 0.

668 ≤ δh.68 2.52 ok! 850 .86 4.51 1.70 0.84 Tabela 30 – Resumo dos cálculos da deslocabilidade do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.tot (mm) = 18000 = 10.167 1.262 0.073 10.16 1.03 5.350 0. Deslocabilidade horizontal dos edifícios Pavimento 1 2 3 4 5 6 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 Fvento (KN) 3.97 Fh.429 1.595 1.166 0.817 1.424 0.37 1.588 1700 3000 δhi+1 -δhi (mm) = 0.tot (mm) δhi (mm) = 1.89 δhi (mm) 0.588 δhi+1 -δhi max (mm) 0.ser (KN) 1.668 δhi+1 -δhi (mm) 0.393 0.56 5.424 ≤ =3.39 5.62 1.393 0.424 ok! δh.

85 4.vento a 90º.4. XXXV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º. Fig.4 Estabilidade global 4. .1 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados.

88 γz = 1 1 = = 1.56 53.19 46.79 213.68 50.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.35 0.15m x 12 KN = 1723.00802 1723.45 13.35 0.59 39.35 0.88 1− 1− M 1.33 44. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.73 354.35 843.52 507.95 .d (KN.00316 1723.82 22.84 48.69 36.10 54.06 29.91 50.39 42.86 Para o cálculo dos momentos das forças verticais pelos deslocamentos dos seus respectivos pontos de aplicação será considerado a carga total do pavimento tipo pelos deslocamentos dos pontos externos do pórtico em estudo para simplificação da análise.20 1022.35 0.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Total 29.edifício de 10 pavimentos δ (m) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.61 89.03176 Total 5.35 0.02448 1723.01723 1723.15 m x 10. Carga do pavimento tipo = 14.72 798.38 7108.56 354.03081 1723.38 1208.053 ∆Mtot .02110 1723.01280 1723.93 35. d 354.35 0. d 7108. tot .35 0.02722 1723.35 KN.95 1723.35 0.84 26. m2 Tabela 31 .76 46.94 671.37 42. Durante a modelagem essa carga foi distribuída pelos pilares do pavimento tipo para que os deslocamentos obtidos fossem mais realistas.34 51.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de 10 andares a 90º.10 1399.35 0.02934 1723.35 0.

96 0.14 63.16 9.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Total 5.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.42 10.70 119.96 0.96 0.02254 438.56 7.03 7.96 0.96 0.96 0.4.30 5.96 0.01617 438.02451 Total 1.02086 438. Fig.75 16.99 9.70 4.01871 438.57 182.95 142.37 8.46 438.69 8. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.edifício de 10 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.57 1269.34 6.57 215.99 8.36 7.77 7.P2.vento a 90º.00244 438.26 4.03 38.96 0.d (KN.01314 438.73 249.P11.00614 438.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.P12 no edifício de 10 andares.21 9.76 69.02374 438.pórticos 1= pórtico 4.00979 438.2 Estabilidade global do Pórtico 1 formado pelos pilares P1.P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.88 150.89 10.10 8.07 2. XXXVI – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 10 andares a 90º.31 90. Tabela 32 .96 0.37 .87 4.96 0.

tot .95 23.66 13.18 16.61 14.03757 767.06 15.65 16.06 25.P9 no edifício de 10 andares.88 γz = 1 1 = = 1.27 215.31 19.pórticos 2= pórtico 3. Fig. Tabela 33 .03333 767.03759 767.02125 767.46 4.00994 767.02 767.37 1− 1− M 1.03005 767.38 0.39 15. XXXVII – Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.38 0.95 .02600 767.38 0.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Total 9.44 12.03855 Total 3.62 2285. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.4.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 e 3 no edifício de 10 andares a 90º.00393 767.86 68.79 271.vento 90º.38 0.03 328.62 388.P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.58 194.P5.02 7.58 28.95 163.91 256.d (KN.32 449.63 12.3 Estabilidade global do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.38 0.16 16.38 0.65 113.edifício de 10 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.01584 767.058 ∆Mtot .38 0. d 69.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.P8.55 28.38 0.83 29.84 28. d 1269.38 0.62 11.38 0.66 8.

093 ∆Mtot . d 194. d 2285. . .89 γz = 1 1 = = 1. tot .4. XXXVIII – Modelagem do pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.4 Estabilidade global do edifício de 8 andares pórticos associados.vento a 90º.02 4.95 1− 1− M 1. Fig.

01 30. XXXIX – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.18 830.90 4241.30 1− 1− M 1.35 36.35 0.05 38.02124 1723.35 0.35 0.edifício de 8 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.13 20.13 47.15 500.54 4.5 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1.42 1006.P2.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 3 6 9 12 15 18 21 24 Total 29. d 204.00323 1723.01166 1723.60 37.74 204.00762 1723.57 13.051 ∆Mtot .vento a 90º.01788 1723.89 594.79 88.81 34.35 0.48 35.P11.69 44.25 661.35 0.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de 8 andares 90º.33 349.30 γz = 1 1 = = 1.35 0. tot .95 24.90 Tabela 34 .02190 Total 5. .35 0.4.79 41.54 1723.08 46.P12 no edifício de 8 andares.d (KN. d 4241.35 0.43 210.09 26.P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.01509 1723. Fig.01993 1723.

P9 no edifício de 8 andares.56 4.07 148.96 0.24 8.26 6.40 5.01340 438.P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7.01194 438.01493 Total 0.96 0.90 2.pórticos 1= pórtico 4.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 3 6 9 12 15 18 21 24 Total 5.85 γz = 1 1 = 1.35 89.P5.37 4.26 6.96 0. d 1− 1− M 1.01002 438.55 34. = 34.32 6.00768 438.42 4. XL – Modelagem do pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º.18 3.42 438.56 62.048.96 0.88 6.23 757.91 Tabela 35 .93 7.96 0.4.79 37.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 8 andares a 90º.P8.44 7.85 ∆Mtot .87 8.96 0.00206 438.00497 438.43 15.96 0. d 757.edifício de 8 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN. .vento a 0º.80 106.6 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.24 5.96 0.33 118. Fig.d (KN.29 179. tot . .01439 438. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.

86 17.52 266.38 0.47 11.46 20.17 14.38 0.02761 Total 3.92 323. tot .28 7.38 0.38 0.79 212.13 1− 1− M 1.vento a 90º. .27 12.22 1363.42 67.4.41 7.61 11.92 Tabela 36 .m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN. d 1363. XLI – Modelagem do pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º.67 21. d 116.02536 767.7 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados.35 767.38 0.00428 767.01937 767. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.19 116.38 0.35 4.54 14.83 15.61 112.13 γz = 1 1 = 1.38 0.pórticos 2= pórtico 3.02282 767.23 160.64 191.51 19.093 = ∆Mtot .d (KN. Fig.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 e 3 do edifício de 8 andares a 90º.97 28.40 14.edifício de 8 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.02693 767.01504 767.00992 767.47 13.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 3 6 9 12 15 18 21 24 Total 9.38 0.

93 Tabela 37 .P11.35 0.64 40.4.85 93.81 1− 1− M 1.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.47 519.01384 1723.P3 = pórtico 4 formado pelos pilares P10.8 Estabilidade do Pórtico 1 formado pelos pilares P1.30 21. XLII – Modelagem do pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.65 23.39 43. . d 2309.P12 no edifício de 6 andares.35 0.32 23.00315 1723.84 363. .m) 3 6 9 12 15 18 Total 31.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado do edifício de 6 andares a 90º.00692 1723.25 2309.01450 Total 5.81 Pavimento 1 2 3 4 5 6 γz = 1 1 = = 1.68 4.01237 1723.68 1723.92 17.35 0.P2.03 36. tot . Fig. d 104.35 0.047 ∆Mtot .35 0.79 429.08 219.85 24.vento a 90º.d (KN.edifício de 6 pavimentos δ (m) Cota (m) Fh (KN) M1tot.27 45.26 684.35 0. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.01004 1723.43 11.99 104.

m) 1 2 3 4 5 6 3 6 9 12 15 18 Total 5.65 412.62 39.72 3.P8.86 1. .00620 0.25 γz = 1 1 = = 1.25 1− 1− M 1. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.26 16.90 92.44 438.15 4. tot .54 6.edifício de 6 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.79 16.Modelagem do pórtico 2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.96 438. d 412.44 4.67 3.P6 = pórtico 3 formado pelos pilares P7. XLIII .d (KN.96 438.21 7.54 7. Fig.26 64.96 0.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 e 4 no edifício de 6 andares a 90º.P9 no edifício de 6 andares.73 8.73 122.00863 Total 0.96 438.00429 0.94 Tabela 38 .9 Estabilidade do Pórtico 2 formado pelos pilares P4.pórticos 1= pórtico 4.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.P5.00757 0.vento a 90º.88 2.96 438.32 3.4. d 16.00837 0.96 438.041 ∆Mtot .28 76.00196 0.

d 742. .97 11.67 7.38 17.02134 0. tot . d 72.01906 0. Fig.38 0.00506 0.108 = ∆Mtot .38 767.edifício de 6 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.88 8.63 16.67 29.95 Tabela 39 .01077 0.38 767. XLIV – Modelagem do pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º. vento a 0º.10 Estabilidade global do edifício de 10 andares pórticos associados.66 116. Cálculo do coeficiente γz vento a 90º.pórticos 2= pórtico 3. .98 13.40 767.38 767.01550 0.4.92 70.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico2 e 3 no edifício de 6 andares a 90º.02236 Total 3.d (KN.97 742.83 166.40 4.20 1− 1− M 1.11 137.20 γz = 1 1 = 1.m) 1 2 3 4 5 6 3 6 9 12 15 18 Total 9.26 11.16 72.38 767.91 14.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.91 220.38 767.78 12.89 14.

82 22.72 798.01152 1723.35 0.00701 1723.35 0.38 7108.10 54.91 31.88 1 1 = = 1.35 0.00941 1723.11 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 10 andares.31 32.35 0.73 354. vento a 0º.053 ∆Mtot .01589 1723. .4.00177 1723.45 13.06 29. .00439 1723.35 0.78 89.19 46.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.95 4.35 843.10 1399.54 33.52 507.29 29. γz = Fig. XLV –Modelagem do pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º.56 354.35 0. d 7108.01704 Total 5. tot .edifício de 10 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.37 42.01332 1723.63 23.96 Tabela 40 .01478 1723. d 354. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º.91 50.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado no edifício de 10 andares a 0º.69 36.95 1723.32 28.35 0.20 1022.35 0.94 671.d (KN.88 1− 1− M 1.56 53.65 17.79 26.01665 1723.79 213.35 0.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Total 18.64 34.38 1208.35 0.

tot .40 9.056 ∆Mtot .87 4.20 0.17 2.97 16. .00394 730.00160 730.20 0.00824 730.35 10.20 0.09 9.00619 730.05 1327.05 1− 1− M 1.16 4.20 0.97 Tabela 41 . Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 1 do edifício de 10 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.01 7. vento a 0º. d 1327. d 71.87 66.83 125.01157 730.01004 730.75 9.12 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 10 andares.33 8.87 225.90 8.31 149.64 7. Fig.4.41 190.20 0.d (KN.20 0.20 0.36 8.35 7. XLVI – Modelagem do pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.20 0.52 10.54 261.52 6.59 6.05 γz = 1 1 = = 1.18 94.05 10.01441 730.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.16 730.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Total 5.01281 730.77 71.20 0.68 4.01376 730.01475 Total 1.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 no edifício de 10 andares a 0º.20 0.76 39.45 9.33 157.

77 301.02125 1188.4.14 431.01884 1188.38 6.36 0. vento a 0º.86 168.36 0.00875 1188.36 0. XLVII – Modelagem do pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.00535 1188.36 0.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 no edifício de 10 andares a 0º.25 25.36 0.31 γz = 1 1 = = 1.46 499. tot .09 25.d (KN. d 168.36 0.78 4.01461 1188.40 14.31 12.13 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 10 andares.36 20.36 0.02176 Total 2.61 181.73 17.35 10.94 76.90 285.01186 1188.00200 1188.01695 1188. .41 239. Fig.98 18.09 17.39 24.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Total 9.31 1− 1− M 1.98 Tabela 42 .50 27. d 2534. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 2 do edifício de 10 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.27 126.12 15.36 0.14 22.71 14.51 9.98 16.36 0.36 0.39 17.78 1188.071 ∆Mtot .m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.14 2534.14 365.07 15.02027 1188.

22 0.74 2.75 1.52 42.00542 493. Fig.84 1− 1− M 1.73 4.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 no edifício de 10 andares a 0º.22 0.36 174.01236 493.14 Estabilidade global edifício de 8 andares pórticos associados.22 0.00994 493.06 6.00353 493.90 5.22 0.18 26.77 4.22 83.94 127.37 884.01180 493.d (KN.099 = ∆Mtot .99 Tabela 43 .43 4.77 493.84 γz = 1 1 = 1.31 11.43 5.12 63. XLVIII – Modelagem do pórtico associado de 8 andares a 0º. d 884.22 0.22 0.45 3.57 5.01266 Total 0.66 4. .vento a 0º.58 44.26 6.90 5.00713 493.01100 493.24 150.24 79.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 3 6 9 12 15 18 21 24 27 30 Total 3.00153 493.10 6.22 0.21 99. d 79.22 0.27 5.83 6.4. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 3 do edifício de 10 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.22 0. tot .08650 493.56 104.82 6.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.67 3.22 0.

43 214.09 2610.00148 0.44 18. Pavimento 1 2 3 4 5 6 7 8 Cota (m) 3 6 9 12 15 18 21 24 Total Fh (KN) 18.35 Total δ (µ) 0.00945 0.08 9.55 6.00353 0.038 96.35 1723.00844 0.39 12.29 17.35 1723.35 1723.25 M1tot.39 29.84 406.vento a 0º. XLIX – Modelagem do pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.00710 0.15 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 8 andares.42 129. tot .Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado de 8 andares a 0º.100 Tabela 44 .13 28.01045 ∆Mtotd (KN.35 1723.18 4.51 15.35 1723. Fig.57 23.24 14. d 2610.87 25.86 307.01 96.14 21.35 1723.03 619.88 511.54 γz = 1 1 = = 1.m) 2.18 Fv (KN) 1723.54 ∆Mtot .62 366.4.01012 0. .m) 54.55 16. d 1− 1− M 1.65 27.35 1723.00545 0.d (KN.

00939 0.47 7.16 2.1 731.1 731.16 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 8 andares.44 6.01002 0. d 783.4. Fig.1 731.00364 0.52 8.101 Tabela 45 .54 40. d 40.33 7.03 5.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 3 6 9 12 15 18 21 24 Total 5.01032 Total 1.05 4.d (KN.83 783.1 0.70 8.16 7.15 6.1 731.31 185.055 ∆Mtot .00711 0.58 16.66 4.89 109.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 do edifício de 8 andares a 0º.20 6.35 122.05 731. vento a 0º. L – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º.1 731.1 731.00158 0.87 7.00841 0.83 64.46 92.14 8. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 1 do edifício de 8 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.33 38.93 1− 1− M 1. .1 731.93 γz = 1 1 = = 1.00551 0. tot .85 4.06 153.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.

52 9.07 10.70 78.81 183.36 0.56 14.92 203.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.36 0.20 14.31 14.43 153.36 0.17 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 8 andares.00633 1188. tot .83 13.82 13.90 11.94 12.22 14. Fig.00159 1188.63 27.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 3 6 9 12 15 18 21 24 Total 9.36 0.75 7. vento a 0º.102 Tabela 46 .36 0.15 1− 1− M 1.15 γz = 1 1 = 1. LI – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0.09 1188.00833 1188.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 do edifício de 8 andares a 0º. d 1305.01237 Total 1.21 64.44 255.51 309.05 1305.d (KN.01120 1188.36 0.00995 1188.89 4. d 78.00402 1188.4.79 11.09 4.78 7.72 107. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórticos 2 do edifício de 8 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.36 0.01197 1188. .36 0.064 = ∆Mtot .

4.00424 0.05 10.43 5.00644 0.00127 0.18 Estabilidade global edifício de 6 andares pórticos associados.09 2.89 42.88 25.00719 0.d (KN.22 522.103 Tabela 47 .21 123.55 3.22 493.79 3.90 3.042 = ∆Mtot .22 493.00768 0.40 2. vento a 0º.13 5.57 81.90 21. LII – Modelagem do pórtico associado de 6 andares a 0º.22 γz = 1 1 = 1.22 493.22 493.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 do edifício de 8 andares a 0º.97 61.22 493.22 493.04 4.00283 0.00792 Total 0.77 5.31 4. tot . d 522.22 493.69 3.18 3. Fig.04 493. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórticos 3 do edifício de 8 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.63 1.63 4. d 21.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.92 73.22 1− 1− M 1.m) 1 2 3 4 5 6 7 8 3 6 9 12 15 18 21 24 Total 3. .68 5.00546 0.22 0.38 102. .

92 146.02 457.90 347.37 51.034 ∆Mtot .26 1723.00718 Total 2.92 242.17 γz = 1 1 = = 1.edifício de 6 pavimentos δ (m) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.86 1539.m) 1 2 3 4 5 6 3 6 9 12 15 18 Total 19.vento a 0º.99 28.77 12. .26 4.67 8.00329 1723.94 57.104 Tabela 48 .92 30.00147 1723.17 1− 1− M 1. .35 0.00683 1723.49 26.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico associado de 6 andares a 0º.00606 1723.35 0. d 51.35 0. d 1539. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º. tot .35 0.31 24. LIII – Modelagem do pórtico 1do edifício de 6 andares a 0º.51 15.39 10.52 5.d (KN.35 0. Fig.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.64 286.35 0.19 Estabilidade do pórtico 1 formado pelos pilares P1-P4-P7-P10 do edifício de 6 andares.00487 1723.44 11.4.

54 8. d 19.11 1− 1− M 1.38 4.20 Estabilidade do pórtico 2 formado pelos pilares P2-P5-P8-P11 do edifício de 6 andares.m) 1 2 3 4 5 6 3 6 9 12 15 18 Total 5.45 17. . tot .105 Tabela 49 .38 41.84 80.046 ∆Mtot .00430 0.1 0.4.1 731.94 127.90 4.00533 0.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.04 67.84 7.52 4.79 6.19 731.85 96.95 2.11 γz = 1 1 = = 1. vento a 0º.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 1 do edifício de 6 andares a 0º.00130 0.d (KN.00599 0.1 731.19 4.1 731.00630 Total 0.61 19.1 731. Fig.14 3. d 431.00292 0.14 431. LIV – Modelagem do pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.14 3.08 8.1 731. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 1 do edifício de 6 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.

00171 1188.51 129. d 820.42 15.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 2 do edifício de 6 andares a 0º.97 10.36 0.45 16. tot .00755 1188.4.80 7.21 Estabilidade do pórtico 3 formado pelos pilares P3-P6-P9-P12 do edifício de 6 andares.14 10.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.30 820.36 0.00853 1188.36 0.03 4. LV – Modelagem do pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.18 8.00604 1188. .67 43. Fig. vento a 0º.79 γz = 1 1 = = 1.d (KN. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 2 do edifício de 6 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.96 78.00898 Total 2.57 153.65 13.09 14.00404 1188.52 28. d 43.36 0.30 8.36 0.61 1188.81 185.36 0.m) 1 2 3 4 5 6 3 6 9 12 15 18 Total 9.106 Tabela 50 .45 244.61 4.79 1− 1− M 1.056 ∆Mtot .

67 1.39 5.97 11.22 0. d 11.40 1. Cálculo do coeficiente γz vento a 0º no pórtico 3 do edifício de 6 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.22 0.00399 493.40 2. tot .043 = ∆Mtot . d 287.63 85.46 493.58 27.42 287.00487 493.23 53.107 Tabela 51 .m) 1 2 3 4 5 6 3 6 9 12 15 18 Total 3.56 5.Resumo dos cálculos de γz para o pórtico 3 do edifício de 6 andares a 0º.00543 493.d (KN.97 2.36 45.79 11.24 64.22 0.03 5.00136 493.00565 Total 0.90 γz = 1 1 = 1.22 0.90 1− 1− M 1.00283 493.68 2.22 0.46 .22 0.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.86 4.68 2.

046 1.5 Análise dos efeitos de 2ª ordem Aos resultados da análise de estabilidade global encontram-se na tabela e nos gráficos abaixo.042 6 pavimentos 1. Tabela 52 – Resumo dos resultados do parâmetro de estabilidade global γz.058 1. O mesmo pórtico apresentou no edifício de seis pavimentos efeitos de segunda ordem de 10.056 1.093 1.056 1.051 Pórtico 1 e 4 (90º) 1.041 1. onde podemos observar que para o edifício de 10 pavimentos os efeitos de 2ª ordem foram aproximadamente 9.053 1. Já no edifício de 8 pavimentos os efeitos de segunda ordem foram mais acentuados no pórtico 2 com direção do vento a 90º.047 1.8 % em relação aos efeitos de 1ª ordem.108 4.9% dos efeitos de 1ª ordem no pórtico 3 com vento atuando a 0º.053 1.048 Pórtico 2 e 3 (90º) 1.034 1.055 Pórtico 2 (0º) 1. Parâmetro de estabilidade global ϒ Edifício 10 pavimentos 8 pavimentos Pórtico associado (90º) 1. resultado este que surpreende a intuição que naturalmente nos levaria a expectativa de que depois de adotados os mesmos procedimentos para análise dos edifícios o edifício de mais pavimentos apresentaria efeitos de 2ª ordem mais elevados visto que a força do vento tende a crescer ao longo da altura dos edifícios. Como os efeitos de 2ª ordem foram > 10% dos esforços de 1 ordem a estrutura é classificada como uma estrutura de nós móveis e os efeitos de segunda ordem globais devem ser considerados.043 .038 Pórtico 1 (0º) 1.071 1.3 % dos efeitos de 1ª ordem.093 Pórtico associado (0º) 1.108 1. representando 9.064 Pórtico 3 (0º) 1.099 1.

consistindo na avaliação dos esforços finais (1ª ordem + 2ª ordem) pela multiplicação por 0.109 Fig.1 1. então. LVI – Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 10 pavimentos. .12 1.02 1 Pórtico associado (90º) Pórtico 1 (90º) Pórtico 2 (90º) Pórtico associado (0º) Pórtico 1 (0º) Pórtico 2 (0º) Pórtico 3 (0º) Será adotada. Parâmetro de estabilidade global para o edifício de 10 pavimentos 1.06 1.08 1.04 1.95 γz dos esforços horizontais da combinação considerada. uma Solução aproximada em análise não linear para a determinação dos esforços globais de 2ª ordem no pórtico 2 com vento a 90º do edifício de 6 pavimentos.

07 1.06 1.02 1.06 1.03 1.02 1 0.01 Pórtico associado (90º) Pórtico 1 (90º) Pórtico 2 (90º) Pórtico associado (0º) Pórtico 1 (0º) Pórtico 2 (0º) Pórtico 3 (0º) Fig. Parâmetro de estabilidade global para o edifício de 6 pavimentos 1.08 1.09 1.Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 8 pavimentos.110 Fig. LVIII .12 1.1 1. LVII . Parâmetro de estabilidade global para o edifício de 8 pavimentos 1.04 1.08 1.98 Pórtico associado (90º) Pórtico 1 (90º) Pórtico 2 (90º) Pórtico associado (0º) Pórtico 1 (0º) Pórtico 2 (0º) Pórtico 3 (0º) .04 1.1 1.Gráfico da variação do coeficiente γz para o edifício de 6 pavimentos.05 1.

50 74.053Multiplicando-se as forças do vento por esse valor obtemos a modelagem da figura abaixo.m) 1 2 3 4 5 6 3 6 9 12 15 18 Total 10.edifício de 6 pavimentos δ (µ) Pavimento Cota (m) Fh (KN) M1tot.01136 0.6 Análise não linear aproximada.10 8.10 76. Cálculo do coeficiente γz.38 767.38 767.38 767.75 147.65 15.45 8.80 231.42 17.38 Total 0.17 31.03 175.d (KN.108 = 1.38 767. Seguindo-se o que a NBR6118 (2003.50 12.02250 0. LIX – Modelagem para análise não linear do pórtico 2 no edifício de 6 pavimentos.67 14. Fig.55 15.01635 0. pg.95 γz = 0.00534 0.02359 4.27 18.111 4.40 123.02010 0.pórticos 2= pórtico 3.54 767. vento a 90º.95.15 .06 783.94) descreve temos : 0.m) Fv (KN) ∆Mtotd (KN.72 12.40 13.análise não linear.38 767. Tabela 53 – Resumo dos cálculo para o coeficiente γz na análise não linear. 1.

108 = ∆Mtot .54 Vê-se que os efeitos de segunda ordem finais são aproximadamente 10.3 não é necessário efetuar modificações na estrutura. d 783.8% dos efeitos de 1ª ordem. d 76.112 γz = 1 1 = 1.15 1− 1− M 1. como γz ≤ 1. tot . .

e os pilares não precisaram ser redimensionados. verificou-se que os mesmos continuam dentro dos limites pré-estabelecidos pela norma para deslocabilidade horizontal. Pois não foram necessários para analise da estabilidade global nem para a estimativa dos efeitos de segunda ordem.113 5. daí ser o vento uma das principais ações que contribuem para o surgimento dos efeitos de 2ª ordem globais. Segundo estudiosos o modelo de pórticos planos surge como uma evolução do modelo de vigas contínuas onde são consideradas as interações entre vigas e pilares através de barras situadas num mesmo plano. As etapas identificadas desde a concepção estrutural passando pela definição dos carregamentos. Pelo fato de ser um modelo de fácil interpretação é muito utilizado para análise da estabilidade dos edifícios quando se tem um programa de processamento de pórticos planos. Constatou-se durante este estudo que esse parâmetro tem sido utilizado com mais freqüência que o parâmetro α pois o mesmo permite que se obtenha uma estima dos esforços de 2ª ordem globais finais de . modelagem. Essa interação comporta o uso desse modelo para análise das ações horizontais. Os procedimentos descritos na NBR 6118 para a consideração dos efeitos de 2ª ordem globais foram determinados pelo parâmetro de estabilidade γz proposto pela NBR 6118. Embora o dimensionamento e detalhamento da estrutura estejam inter-relacionados as etapas descritas acima não se utilizaram. permitiu melhor analisar os parâmetros de estabilidade. Observou-se que dentre os principais efeitos provocados pelo vento nas edificações está o deslocamento horizontal dos nós dos pórticos que as estruturam. Considerando-se tanto os pórticos associados quanto os isolados e partindo-se de que o efeito do vento foi considerado maior que o desaprumo nas edificações em estudo. avaliação e validação do Modelo. seguidos do prédimensionamento até a análise de estabilidade global. Considerações finais O levantamento teórico conceitual fundante nesta pesquisa trouxe as principais peculiaridades existentes de modelo estrutural de pórticos associados e pórticos planos isolados em um edifício de concreto armado.

114 maneira simplificada como foi feito no pórtico 2 com vento a 90º no edifício de 6 pavimentos. conduziu a resultados satisfatórios. Ou seja. visto que a seção dos elementos estruturais depende dos esforços solicitantes que por sua vez só podem ser determinados a partir de uma geometria inicial. O processo aproximado das áreas de influência utilizado para pré-dimensionamento dos pilares e o pré-dimensionamento de lajes e vigas observando valores recomendados pela NBR6118(2003) e recomendações técnicas. considerada nos cálculos de estabilidade. obrigatoriamente. . pois não foi preciso redimensionar a estrutura. Ao analisar a não linearidade física dos elementos (concreto e aço) observou-se por meio da norma NBR 6118 que a mesma já deve ser questão. Nesta perspectiva verificou-se que a norma concretiza o fato por meio da redução da rigidez dos elementos que compõe a estrutura. Pode-se dizer que o parâmetro α está caindo em desuso. O pré-dimensionamento dos elementos estruturais foi identificado como um dos primeiros problemas que um engenheiro estrutural tem de enfrentar. um pré-dimensionamento bem feito evitará processos de redimensionamento que podem ser necessários após as análises de deslocabilidade limite e estabilidade global. Sua importância relaciona-se ao fato de serem os principais responsáveis por conferirem rigidez à estrutura para enfrentar as ações horizontais.

γz = 1. portanto uma estrutura de nós móveis. enquanto nos pórticos associados foram encontrados os seguintes valores γz = 1.115 6. Numa análise mais detalhada da tabela 58 ou dos gráficos que representam a variação de γz observamos que esse fato pode estar relacionado à baixa rigidez do pórtico 2 a 90º pois em ambos os edifícios eles apresentaram valores elevados. Constatou-se que o parâmetro mais utilizado atualmente para essa análise é o γz .093 e pórtico 3 a 0º com γz = 1.048 e γz = 1. após a análise não linear aproximada descrita na NBR6118 contatou-se que eles já representavam os efeitos de 2ª . CONCLUSÃO A pesquisa cumpriu o seu papel na medida em que alcançou os objetivos propostos e trouxe o embasamento necessário para responder a problemática levantada sobre o tema estabilidade global dos edifícios de concreto armado e a avaliação dos efeitos de 2ª ordem.041 respectivamente. No entanto.051 e γz = 1.047. Na edificação de 6 pavimentos o pórtico 2 a 90º teve seus efeitos de segunda ordem maiores do que 10% dos efeitos de 1ª ordem sendo. concebido pelos brasileiros Augusto Franco Carlos de Vasconcelos e Mário Franco.108 respectivamente.099 foram maiores do que os dos pórticos associados. Como resultado deste estudo a hipótese que norteou a pesquisa: A prática usual do modelo estrutural de pórticos associados maximiza a estabilidade global de um edifício de concreto armado quando diante de sistemas estruturais com pórticos planos isolados. pois os casos mais extremos encontrados no pórtico 2 a 90º com γz = 1. em relação aos edifícios de 8 e 6 pavimentos a hipótese não pode ser confirmada como verdadeira pois para o pórtico 1 a 90º tivemos γz = 1. Pode ser confirmada como verdadeira para o edifício de 10 pavimentos.093 e γz = 1.ou seja os pórticos associados conferiram mais rigidez à estrutura. Ele tem como vantagem permitir a avaliação dos efeitos de 2º ordem globais a partir dos resultados de uma análise linear de 1ª ordem. soma-se a isso a correlação que existe entre a parte decimal de γz e a quantificação desses efeitos em relação aos efeitos de primeira ordem.

a intuição nos levaria a concepção de que os efeitos de segunda ordem seriam mais acentuados na mesma. Seria interessante realizar outros estudos nos quais seja feita uma separação entre o peso próprio dos elementos estruturais e a carga acidental de maneira que sejam geradas outras combinações de ação para os edifícios. os mesmos estudos comparando os modelos de pórticos planos associados com o modelo de pórticos espaciais. Sugere-se para novas pesquisas o estudo do parâmetro alfa. Por último pode-se efetuar os cálculos para avaliação entre a força do vento e o desaprumo de maneira a verificar qual provoca maior momento na base da edificação. Visto que a rigidez dos pilares é determinada no lançamento estrutural.Embora esses efeitos tenham sido significativos não foi necessário o redimensionamento dos pilares porque γz = 1. Ele não foi considerado neste estudo devido à limitação de tempo. Com a utilização de sistemas computacionais mais elaborados podem ser realizados.108 < 1. embora ele tenha menos utilidade prática. adotando-se o modelo de pórticos associados onde a laje atua como um diafragma rígido redistribuindo os esforços horizontais entre os pórticos. a inclusão desta etapa na metodologia foi de fundamental importância para aproximar o resultado da pesquisa ao que realmente ocorre nas analises de estabilidade efetuadas pelos engenheiros estruturais nos escritórios de cálculo. Temos como apontamento das conseqüências geradas pelos resultados anteriormente apresentados que se um dos pórticos possuírem rigidez muito menor em relação aos demais pórticos que perfazem a estruturação do edifício. Temos ainda que partindo-se do fato que os três edifícios são metodologicamente equivalentes e as ações normais e do vento são maiores na edificação de 10 pavimentos. também.3. a instabilidade desse pórtico também se propagará para os demais influenciando de maneira direta no resultado da análise de estabilidade global.Entretanto esses efeitos foram maiores na edificação de 6 pavimentos contrariando-se a intuição. . seria de grande valor teórico.pois não é possível se avaliar os efeitos de segunda ordem globais finais como o parâmetro γz permiti.116 ordem globais finais nesse pórtico.

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.119 APÊNDICE A – PLANTA DE FORMA DO PAVIMENTO TIPO.

.120 APÊNDICE B – LINHAS DE INFLUÊNCIA DOS PILARES CENTRAIS.

121

APÊNDICE C – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES.

122

APÊNDICE D – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.

123

APÊNDICE E – LANÇAMENTO DOS PILARES NO EDIFÍCIO DE 6 ANDARES.

0 40.00 3653.68 1602.20 Dimensões adotadas 30 cm x 45 cm 40 cm x 50 cm 30 cm x 30 cm 40 cm x 50 cm 45 cm x 60 cm 30 cm x 45 cm 40 cm x 50 cm 45 cm x 60 cm 30 cm x 45 cm 30 cm x 45 cm 40 cm x 50 cm 30 cm x 30 cm Carga (KN) 2376.87 5.0 45.50 9.76 2376.31 46.09 Menor lado adotado (cm) 30.00 .06 45.0 40.2 1.09 1998.81 1348.15 2657.124 APENDICE F – VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES. PILAR P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 Área de Coeficiente de excentricidade influência (m2) de carga α 7.0 30.34 2.5 Área de concreto calculada (cm2) 1299.2 2. edifício de 10 andares.84 22.0 40.31 46.5 2.95 59.0 45.34 7.84 22.87 5.38 1858.92 12.0 30.92 12.8 2.11 876. Tabela para pré-dimensionamento de pilares.00 2465.00 3397.5 2.0 30.00 49.0 40.34 13.2 1.0 Maior lado calculado (cm) 43.46 1299.38 1858.8 2.81 1348.34 13.46 1998.2 2.95 43.0 30.50 9.45 29.5 2.2 2.76 4860.06 44.00 3397.20 49.76 3653.95 59.2 2.00 2465.0 30.11 876.45 29.15 2657.76 4860.68 1602.

60 .2 2.75 43.88 Menor lado adotado (cm) 25.67 60.80 2718.34 7.49 700.61 1900.55 28.5 2.34 13.80 2718.58 49.52 2126.2 1.0 35.88 1598.87 5.0 35.8 2.0 35.50 9.5 2.125 APENDICE G .60 2923.15 41.50 9.67 60.0 25.0 25.14 1281.2 1.87 5.25 1078.50 1486.00 1972.84 22.49 700.14 1281.00 1972.0 Maior lado calculado (cm) 41.04 45.15 45.25 1078.01 3888.5 Área calculada (cm2) 1039.5 2.92 12.34 2.55 28.52 2126.92 12.0 25.2 2.84 22.34 13.VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES. edifício de 8 andares.0 35.0 25.77 1039.75 43.2 2.0 30.04 Dimensões adotadas 25 cm x 45 cm 30 cm x 50 cm 25 cm x 30 cm 35 cm x 45 cm 35 cm x 60 cm 25 cm x 45 cm 35 cm x 45 cm 35 cm x 60 cm 25 cm x 45 cm 25 cm x 45 cm 30 cm x 50 cm 25 cm x 30 cm Carga (KN) 1900.0 30. PILAR P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 Área de Coeficiente de excentricidade influência (m2) de carga α 7.2 2.01 3888.8 2.0 25.77 1598.50 1486.58 49.61 2923. Tabela para pré-dimensionamento de pilares.

66 1198.89 1594.87 5.86 525.28 47.89 1594. Tabela para pré-dimensionamento de pilares.46 1425.0 20.26 2916.00 1479. PILAR P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 Área de Coeficiente de excentricidade influência (m2) de carga α 7.45 47.96 53.60 2038.2 1.34 13.0 Maior lado calculado (cm) 38.59 26.2 2.0 20.0 30.45 38.2 1.5 2.69 809.96 53.0 25.84 22.0 25.0 25.20 .61 961.61 961.46 2192.0 20.34 7.5 2.8 2.2 2.98 44.0 20.08 1198.92 12.0 25.50 9.86 525.50 9.5 2.126 APENDICE H .20 2192.63 1114. edifício de 6 andares.92 12.66 Menor lado adotado (cm) 20.26 2916.63 1114.5 Área calculada (cm2) 779.0 20.2 2.2 2.98 44.08 779.VALORES DO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DOS PILARES DO EDIFÍCIO DE 6 ANDARES.60 2038.28 Dimensões adotadas 20 cm x 40 cm 25 cm x 45 cm 20 cm x 30 cm 25 cm x 50 cm 30 cm x 55 cm 20 cm x 40 cm 25 cm x 50 cm 30 cm x 55 cm 20 cm x 40 cm 20 cm x 40 cm 25 cm x 45 cm 20 cm x 30 cm Carga (KN) 1425.00 1479.84 22.8 2.59 26.87 5.34 13.34 2.16 40.69 809.0 30.16 40.

87 5.07 95.43 64.08 Carga de projeto no pilar (KN) 133.34 13.90 133.98 156.05 216.92 12.20 89.07 269.34 13.71 Carga do pavimento tipo (KN) 1723.84 22.127 APENDICE I – DISTRIBUIÇÃO DAS CARGAS NOS PILARES POR ANDAR TIPO.08 166.50 9. Parcela de carga absorvida por cada pilar no andar tipo considerado para os edifícios de 10/8/6 andares Pilares P1 P2 P3 P4 P5 P6 P7 P8 P9 P10 P11 P12 Área de influência (m2) 7.98 156.35 .84 22.99 112.50 9.34 Porcentagem da área total 6% 9% 4% 10% 16% 7% 10% 16% 7% 6% 9% 4% Carga no pilar (KN) 95.50 377.92 12.87 5.43 64.99 112.04 154.34 7.50 377.07 269.90 232.20 89.71 232.05 216.07 166.04 154.

00 1.00 6.29 29.00 1.459 7.51 9.77 0.59 39.35 0.61 Pav 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Altura (m) 3.00 S1 1.00 9.508 9.00 21.93 35.85 0.00 1.00 28.00 24.63 23.00 Fd (KN) 3.50 13.00 1.35 15.67 0.99 33.508 7.35 0.00 1.84 26.00 6.75 A2=A3 (m2) 13.649 9.00 1.128 APENDICE J .91 31.79 26.604 9.85 0.37 31.94 0.00 1.68 15.50 4.62 11.00 6.99 31.50 7.00 1.00 31.27 5.686 4.59 15.07 15.39 42.00 18.53 0.00 15.00 S2 0.545 7.45 3.84 48.00 1.00 1.00 8.82 0.00 1.83 0.386 7.627 9.75 Fd (KN) 9.00 1.00 1.00 27.76 46.00 6.55 Ft (KN) 29.50 7.91 0.44 12.00 30.00 1.00 33.50 13.686 3.00 S2 0.00 1.61 14.56 30.50 7.36 15.78 0.00 1.65 16.93 0.00 1.00 1.26 6.94 0.97 7.00 21.00 9.90 15.00 5.00 S1 1.577 7.50 13.88 0.99 0.00 30.50 6.00 1.01 0.73 4.00 1.00 Efeito do vento a 90º no edifício de 10 andares Vk (m/s) q (KN/m2) A1=A4 (m2) Fd (KN) 25.38 0.668 7.00 6.00 1.01 0.57 5.68 50.00 1.72 0.00 1.00 6.64 34.08 0.00 9.00 24.50 9.00 1.99 0.83 6.96 S3 1.00 1.67 0.00 27.72 0.91 0.31 Ft (KN) 18.00 33.50 8.26 33.31 32.90 0.00 6.98 18.00 6.627 7.00 9.00 1.09 15.00 1.00 1.83 0.54 33.71 14.00 1.78 .75 4.90 0.00 1.53 0.96 S3 1.38 0.82 0.00 9.50 5.33 44.64 15.00 1.00 1.00 1.66 8.577 9.45 0.00 8.39 15.18 16.00 1.00 1.00 15.00 12.00 Efeito do vento a 0º graus no edifício de 10 andares Vk (m/s) q (KN/m2) A1 (m2) Fd (KN) A2 (m2) 25.RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 10 ANDARES.00 7.50 A2 (m2) 6.00 31.50 13.90 5.06 15.34 51.00 6.50 13.00 32.604 7.08 0.93 0.50 13.50 8.40 15.31 12.39 17.45 0. Pav 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Altura (m) 3.12 15.65 17.69 32.386 9.649 7.459 9.03 29.668 9.00 3.78 0.34 27.75 15.50 6.00 6.50 13.73 17.00 6.43 4.00 30.66 13.98 16.00 27.32 28.50 Fd (KN) 9.36 28.77 0.00 12.50 13.50 8.00 7.88 0.00 18.06 6.00 29.545 9.00 1.

627 9.RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.00 8.129 APENDICE K .459 7.94 12.48 35.00 31.68 5.58 7.93 29.50 7.50 8.00 6.649 3. Pav 1 2 3 4 5 6 7 8 Altura (m) 3.50 13.53 0.00 30.05 Ft (KN) 18.77 0.51 15.00 Efeito do vento a 90º no edifício de 8 andares Vk (m/s) q (KN/m2) A1=A4 (m2) Fd (KN) 25.99 0.00 8.77 5.50 13.77 0.00 1.577 7.00 31.00 1.00 1.82 0.00 Efeito do vento a 0º graus no edifício de 8 andares Vk (m/s) q (KN/m2) A1 (m2) Fd (KN) A2 (m2) 25.93 S3 1.00 6.50 7.75 Fd (KN) 9.91 0.00 21.13 28.72 0.50 13.00 9.85 15.50 Fd (KN) 9.00 1.88 0.43 5.50 8.63 A3 (m2) 6.00 1.85 0.56 14.00 S2 0.00 27.00 9.82 0.08 0.38 0.50 6.00 1.00 6.90 0.00 3.508 7.00 7.69 44.40 14.79 11.14 15.31 4.83 0.93 S3 1.47 11.67 0.00 1.00 18.50 13.63 4.00 1.90 3.00 1.00 Fd (KN) 3.79 Pav 1 2 3 4 5 6 7 8 Altura (m) 3.00 1.00 1.67 0.00 6.545 9.53 0.65 27.00 8.00 18.79 41.56 32.00 7.627 7.39 29.50 6.99 0.00 1.83 13.00 1.00 S1 1.50 4.00 28.85 0.35 0.78 0.00 1.00 24.459 9.00 1.00 6.604 9.47 15.87 31.27 12.08 46.00 32.13 47.83 0.00 29.00 15.545 7.00 6.649 4.50 5.00 S1 1.00 1.00 12.50 13.00 1.16 15.20 14.50 13.05 38.72 0.14 21.35 0.00 1.00 6.43 A2=A3 (m2) 13.00 1.00 24.00 15.90 0.47 13.38 0.00 1.577 9.75 4.00 1.00 1.26 27.386 7.13 5.00 1.87 25.604 7.00 6.00 1.07 10.75 7.00 12.95 24.24 31.83 15.57 23.00 1.00 S2 0.91 0.78 0.00 1.88 0.508 9.70 15.08 0.26 28.41 7.97 Ft (KN) 29.00 21.00 5.00 1.17 14.00 1.44 15.00 6.25 .50 6.52 15.386 9.44 30.

00 30.00 S1 1.75 0.00 18.09 14.130 APENDICE L .00 1.03 36.50 13.00 6.00 1.85 Pav 1 2 3 4 5 6 Altura (m) 3.00 9.00 6.68 2.54 0.16 0. Pav 1 2 3 4 5 6 Altura (m) 3.614 3.39 5.558 7.50 6.400 9.15 31.00 6.614 4.98 13.00 8.588 7.56 5.90 S3 1.92 30.00 9.00 31.65 13.00 1.00 S2 0.67 Ft (KN) 31.86 0.79 15.00 8.00 1.00 27.50 5.73 0.00 6.00 1.00 29.64 40.83 0.00 6.99 28.00 1.27 45.03 5.42 15.79 0.51 15.00 15.00 6.79 0.00 Fd (KN) 3.90 S3 1.50 4.588 9.75 4.73 0.26 A2=A3 (m2) 13.75 0.66 0.50 7.86 0.00 1.00 12.00 12.30 8.78 12.16 0.91 14.00 1.00 1.50 6.54 29.00 1.00 S2 0.45 16.73 30.00 1.54 27.89 0.66 0.00 1.00 30.00 1.RESUMO DOS CÁLCULOS PARA O EFEITO DO VENTO NO EDIFÍCIO DE 8 ANDARES.00 1.50 13.520 9.49 26.472 9.45 7.89 0.75 Fd (KN) 9.00 1.00 1.97 11.94 .39 43.00 15.98 0.50 Fd (KN) 9.13 0.86 4.50 13.13 0.00 S1 1.00 1.50 7.08 15.97 Ft (KN) 19.52 A3 (m2) 6.52 15.98 0.67 7.50 8.21 30.400 7.31 24.520 7.65 23.00 18.00 1.00 Efeito do vento a 0º graus no edifício de 6 andares Vk (m/s) q (KN/m2) A1 (m2) Fd (KN) A2 (m2) 25.83 0.00 1.00 6.472 7.84 15.54 15.00 5.00 3.00 1.00 Efeito do vento a 90º no edifício de 6 andares Vk (m/s) q (KN/m2) A1=A4 (m2) Fd (KN) 25.00 7.50 13.54 0.558 9.

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